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     Amplictil (solução)

    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico Acima de 2 anos

    Solução oral (gotas) 40mg/mL: frasco de 20 mL.

    Príncipios ativos: cloridrato de clorpromazina.

     Composição:

    Cada mL de AMPLICTIL gotas contém 44,5 mg de cloridrato de clorpromazina equivalente a 40 mg de clorpromazina base. Excipientes: ácido ascórbico, sacarose líquida, álcool etílico 96° GL, glicerol, caramelo, essência de hortelã e água purificada. Cada 1 mL de AMPLICTIL equivale a 40 gotas e 1 gota equivale a 1 mg de clorpromazina.

     Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de: quadros psiquiátricos agudos, ou então no controle de psicoses de longa evolução. AMPLICTIL também é indicado em manifestação de ansiedade e agitação, soluços incoercíveis (soluço que não para), náuseas (enjoo) e vômitos e neurotoxicoses (aceleração da respiração e convulsão com os olhos dilatados) infantis; também pode ser associado aos barbitúricos (medicamento depressor do sistema nervoso central) no tratamento do tétano. Em analgesia (elimina ou diminui a dor) obstétrica e no tratamento da eclampsia (séria complicação da gravidez caracterizada por convulsões), e nos casos em que haja necessidade de uma ação neuroléptica (diminui a excitação e a agitação), vagolítica (interrupção dos impulsos transmitidos pelo nervo vago), simpatolítica (efeito oposto à atividade produzida pelo estímulo do sistema nervoso simpático), sedativa (diminui a ansiedade e tem efeito calmante) ou antiemética (diminui o enjoo e vômito).

     Como este medicamento funciona?

    AMPLICTIL tem como princípio ativo o cloridrato de clorpromazina, que é um medicamento que age no sistema nervoso central controlando os mais variados tipos de excitação. É, portanto, de grande valor no tratamento das perturbações mentais e emocionais.

     Quando não devo usar este medicamento?

    AMPLICTIL não deve ser utilizado caso você apresente:

    – glaucoma de ângulo fechado (aumento da pressão intraocular).

    – risco de retenção urinária (urina presa), ligado aos problemas uretroprostáticos (uretra e próstata).

    AMPLICTIL não deve ser utilizado com levodopa (medicamento utilizado no tratamento das síndromes apresentadas na Doença de Parkinson) (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? – Interações medicamentosas”). AMPLICTIL também não deve ser utilizado caso você apresente: comas barbitúricos (coma temporário provocado por uma dose controlada de medicamento barbitúrico) e etílicos (coma provocado por ingestão de álcool); sensibilidade às fenotiazinas (medicamento tranquilizante); doença cardiovascular (do coração) grave; depressão severa do sistema nervoso central. Além disso, AMPLICTIL não deve ser utilizado junto com álcool, lítio e sultoprida (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -Interações medicamentosas”). O médico vai avaliar se você deve usar AMPLICTIL caso você apresente: discrasias sanguíneas (alteração nos elementos do sangue); câncer da mama; distúrbios hepáticos (no fígado); doença de Parkinson; distúrbios convulsivos; úlcera péptica (ferida no estômago). AMPLICTIL deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes idosos que tenham retenção urinária por problemas de próstata ou uretra.

     O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Em caso de febre o tratamento com AMPLICTIL deve ser suspenso e o médico comunicado. A febre sem causa aparente pode ser um dos elementos da Síndrome Maligna (palidez, febre e distúrbios vegetativos como tremores, palpitação, sudorese entre outros) que tem sido descrita com o uso de medicamentos neurolépticos. Informe ao seu médico caso você tenha doença de coração, fígado, rim ou Parkinson, ou se estiver fazendo uso de outros medicamentos. Casos de tromboembolismo venoso, incluindo casos de embolismo pulmonar, algumas vezes fatal, e casos de trombose venosa profunda, foram reportados com medicamentos antipsicóticos (classe que o princípio ativo de AMPLICTIL pertence). Portanto, AMPLICTIL deve ser utilizado com cautela em pacientes com fatores de risco para tromboembolismo (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue). Hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue) ou intolerância à glicose foram relatadas em pacientes tratados com AMPLICTIL. Os pacientes com diagnóstico estabelecido de diabetes mellitus ou com fatores de risco para desenvolvimento de diabetes que iniciaram o tratamento com AMPLICTIL devem realizar monitoramento glicêmico (controle do nível de açúcar no sangue) apropriado durante o tratamento (vide item “ 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). AMPLICTIL deve ser usado com cautela caso você apresente fatores de risco de acidentes vasculares cerebrais (derrame). AMPLICTIL também deve ser utilizado com prudência em pacientes parkinsonianos, que necessitem de um tratamento neuroléptico, em geral devido à sua idade avançada (hipotensão e sedação), nos casos de afecção cardiovascular (hipotensão) ou de insuficiência renal e hepática (risco de superdosagem). Assim como com outros neurolépticos (classe do AMPLICTIL), foram relatados casos raros de prolongamento do intervalo QT (alteração observada em eletrocardiograma e que está relacionada aos batimentos do coração) com a clorpromazina. Neurolépticos fenotiazínicos podem potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias (descompasso dos batimentos do coração) ventriculares graves do tipo torsades de pointes (tipo de alteração grave nos batimentos cardíacos), que é potencialmente fatal (morte súbita). Nos primeiros dias de tratamento, principalmente se você é hipertenso (tem pressão alta) ou hipotenso (tem pressão baixa), é necessário que você se deite durante meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a tomada do medicamento. Recomenda-se evitar o tratamento prolongado se você pretende engravidar. É desaconselhável o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento. Em tratamentos prolongados, é recomendável controle oftalmológico (dos olhos) e hematológico (do sangue) regular. Os seguintes efeitos adversos foram relatados (em experiência pós comercialização) em recém-nascidos que foram expostos a fenotiazínicos durante o terceiro trimestre de gravidez:

    – diversos graus de desordens respiratórias variando de taquipneia (respiração rápida e anormal) a angústia respiratória, bradicardia (diminuição da frequência cardíaca) e hipotonia (flacidez muscular), sendo estes mais comuns quando outros medicamentos do tipo psicotrópicos ou antimuscarínicos forem concomitantemente administrados;

    – íleo meconial (obstrução intestinal do recém-nascido), retardo da eliminação do mecônio (primeiras fezes eliminadas pelo recém-nascido), dificuldades iniciais de alimentação, distensão abdominal, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco);

    – desordens neurológicas tais como síndrome extrapiramidal (alteração neurológica que leva a distúrbios do equilíbrio e da movimentação, hipertonia, distonia orofacial, mioclonias, trismo, opistótono, parkinsonismo), sonolência e agitação.

    Converse com o seu médico sobre a necessidade de monitoramento e tratamento adequado do recém-nascido de mães tratadas com AMPLICTIL, uma vez que estes procedimentos são recomendados.

    Fertilidade: Devido à interação com os receptores de dopamina, a clorpromazina pode causar hiperprolactinemia (aumento na concentração sanguínea do hormônio prolactina, que estimula a secreção de leite), que pode ser associada a um comprometimento da fertilidade nas mulheres.

    Populações especiais: Pacientes idosos com demência: Pacientes idosos com psicose relacionada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos estão sob risco de morte aumentado. Não se recomenda o uso de AMPLICTIL em crianças com menos de 2 anos de idade. Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Atenção diabéticos: AMPLICTIL gotas contém açúcar (409,5 mg de sacarose líquida e 3,5 mg de caramelo por mL). Medicamento-substância química: O uso de AMPLICTIL é desaconselhado em associação com:

    – álcool: os efeitos sedativos (de sonolência) dos neurolépticos (classe de medicamentos a qual o AMPLICTIL pertence) são acentuados pelo álcool. A alteração da vigilância pode se tornar perigosa na condução de veículos e operação de máquinas. Evitar o uso de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool em sua composição.
    Interações medicamentosas de Amplictil

    Medicamento-medicamento: O uso de AMPLICTIL é contraindicado em associação com o medicamento levodopa.

    O uso de AMPLICTIL é desaconselhado em associação com:

    – lítio: em associação com AMPLICTIL pode ocorrer: síndrome confusional, hipertonia (rigidez muscular) e hiperreflexia (reflexos elevados).

    – sultoprida: em associação com AMPLICTIL pode apresentar risco aumentado de alterações do ritmo ventricular (do coração).

    O uso de AMPLICTIL exige cuidados quando usado em associação com:

    – antidiabéticos (medicamentos que tratam a diabetes): em doses elevadas (100 mg/dia de clorpromazina) pode ocorrer elevação da glicemia (nível de açúcar no sangue). O paciente deve reforçar a autovigilância sanguínea e urinária. Eventualmente, o médico deverá adaptar o modo de usar do medicamento antidiabético durante o tratamento com neurolépticos e depois da sua interrupção.

    – gastrointestinais de ação tópica (medicamentos para tratar problemas no estômago e intestino tais como, óxidos e hidróxidos de magnésio, de alumínio e de cálcio): podem causar a diminuição da absorção gastrointestinal dos neurolépticos fenotiazínicos. O paciente deve usar os medicamentos gastrointestinais e neurolépticos com intervalo de mais de 2 horas entre eles.

    – inibidores do cito cromo P450 isoenzima1A2 (fortes como: ciprofloxacina, enoxacina, fluvoxamina, clinafloxacina, idrocilamida, oltipraz, ácido pipemídico, rofecoxibe, etintidina, zafirlucaste; e moderados como: metoxalen, mexiletina, contraceptivos orais, fenilpropanolamina, tiabendazol, vemurafenibe e zileutona): conduzem a um aumento da concentração plasmática de clorpromazina. Com isto os pacientes ficam sujeitos às reações adversas dose-dependentes da clorpromazina.

    O uso de AMPLICTIL deve ser considerado se usado em associação com:

    – anti-hipertensivos (medicamentos que tratam a pressão alta): pode ocorrer a diminuição da pressão arterial do paciente e aumento do risco de hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a posição de pé).

    – atropina e outras substâncias atropínicas: antidepressivos imipramínicos, anti-histamínicos H1 sedativos, antiparkinsonianos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida podendo ocorrer: adição dos efeitos indesejáveis atropínicos, como retenção urinária (urina presa), obstipação intestinal (evacuação difícil ou pouco frequente), secura da boca.

    – outros depressores do sistema nervoso central: antidepressivos sedativos, derivados morfínicos (analgésicos e antitussígenos), anti-histamínicos H1 sedativos, barbitúricos, ansiolíticos, clonidina e compostos semelhantes, hipnóticos, metadona e talidomida podendo ocorrer aumento da depressão central. A alteração da vigilância pode se tornar perigosa na condução de veículos e operação de máquinas.

    – guanetidina: pode ocorrer a inibição do efeito anti-hipertensivo (causar a diminuição da pressão arterial) da guanetidina.
    Uso de Amplictil na gravidez e amamentação: O uso de AMPLICTIL durante a gravidez ou período de amamentação deve ser orientado pelo seu médico. Caso você engravide durante ou logo após o tratamento com AMPLICTIL seu médico deve ser avisado para a orientação adequada. Informe ao seu médico se estiver amamentando. O aleitamento é desaconselhável, uma vez que a clorpromazina passa para o leite materno. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Amplictil. AMPLICTIL deve ser mantido em sua embalagem original. Manter em temperatura ambiente (entre 15 – 30°C). Proteger da luz. Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto. Nunca use medicamento com o prazo de validade vencido, pois pode ser prejudicial à saúde. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamentos com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento: Líquido límpido, castanho claro, com odor de menta. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Posologia, dosagem e instruções de uso de Amplictil.. Você deve tomar a solução (gotas), por via oral.

    Modo de usar: Coloque o frasco na posição vertical com a tampa para o lado de cima, gire-a até romper o lacre. Vire o frasco com o conta-gotas para o lado de baixo e bata levemente com o dedo no fundo do frasco para iniciar o gotejamento. Cada 1 mL = 40 gotas. Uso em adultos: AMPLICTIL tem uma grande margem de segurança, podendo a dose variar desde 25 a 1600 mg ao dia, dependendo da sua necessidade. Deve-se iniciar o tratamento com doses baixas, 25 a 100 mg, repetindo de 3 a 4 vezes ao dia, se necessário, até atingir uma dose útil para o controle da sintomatologia no final de alguns dias (dose máxima de 2 g/dia). A maioria dos pacientes responde à dose diária de 0,5 a 1 g. Em pacientes idosos ou debilitados, doses mais baixas são geralmente suficientes para o controle dos sintomas. Uso em crianças (acima de 2 anos): deve-se usar o mesmo esquema já citado de aumento gradativo de dose, sendo usualmente utilizada uma dose inicial de 1 mg/kg/dia, dividida em 2 ou 3 tomadas. O total da dose diária não deve exceder 40 mg, em crianças abaixo de 5 anos, ou 75 mg, em crianças mais velhas. Não há estudos dos efeitos de AMPLICTIL administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico. Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    De modo geral, AMPLICTIL é bem tolerado. Como reações adversas, você pode apresentar: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do metabolismo e nutrição: ganho de peso, às vezes, importante. Distúrbios do sistema nervoso: sedação, sonolência, síndrome extrapiramidal (alteração neurológica que leva a distúrbios do equilíbrio e da movimentação, hipertonia, distonia orofacial, mioclonias, trismo (contração do músculo responsável pela mastigação), opistótono, parkinsonismo) que melhora com a administração de antiparkinsonianos anticolinérgicos, efeitos atropínicos (secura da boca, obstipação intestinal (prisão de ventre)). Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a posição de pé). Distúrbios musculares: discinesias tardias (movimentos incontroláveis que ocorrem após uso de medicamento por longo período) que podem ser observadas, assim como para todos os neurolépticos, durante tratamentos prolongados (nestes casos os antiparkinsonianos não agem ou podem piorar o quadro). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do coração: prolongamento do intervalo QT (alteração observada em eletrocardiograma e que está relacionada aos batimentos do coração). Distúrbios do sistema nervoso: convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos, secundárias a descargas elétricas cerebrais). Distúrbios endócrinos: hiperprolactinemia e amenorreia (ausência de menstruação). Distúrbios do metabolismo e nutrição: Intolerância à glicose (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Reações cujas frequências são desconhecidas: Distúrbios do coração: houve relatos isolados de morte súbita, com possíveis causas de origem cardíaca (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”), assim como casos inexplicáveis de morte súbita, em pacientes recebendo neurolépticos fenotiazínicos. Distúrbios endócrinos: galactorreia (produção de leite excessiva ou inadequada) e ginecomastia (aumento das mamas em homens). Distúrbios do metabolismo e nutrição: hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue) (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”), hipertrigliceridemia (nível aumentado de triglicérides), hiponatremia (diminuição da concentração de sódio no sangue) e secreção inapropriada do hormônio antidiurético. Distúrbios do sistema nervoso: efeitos atropínicos (retenção urinária (urina presa)). Distúrbios gastrointestinais (do aparelho digestivo): colite isquêmica (inflamação no intestino grosso por problemas de circulação), obstrução intestinal, necrose gastrointestinal (morte de células do estômago e do intestino), colite necrosante (algumas vezes fatal) (inflamação do intestino grosso com morte de células), perfuração intestinal (algumas vezes fatal). Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos: fotodermias (reações na pele de sensibilidade à luz) e pigmentação da pele, angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica) e urticária (erupções na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira). Distúrbios oculares: crises oculógiras (convulsão nos olhos) e depósito pigmentar no segmento anterior do olho. Distúrbios hepato-biliares (do fígado e da bile): foi observada icterícia (deposição de pigmentos biliares na pele dando uma cor amarela intensa) por ocasião de tratamentos com clorpromazina, porém, a relação com o produto é questionável. Foram relatados raramente icterícia colestática (coloração amarelada da pele e das membranas mucosas) e lesão hepática (do fígado), principalmente do tipo colestática ou mista. Distúrbios do sistema imunológico: lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica devido à alterações no sistema imune) foi relatado muito raramente em pacientes tratados com clorpromazina. Em alguns casos, anticorpos antinucleares (anticorpos encontrados em doenças autoimunes) positivos podem ser encontrados sem evidência de doença clínica. Distúrbios do sangue e do sistema linfático: excepcionalmente leucopenia (redução de células brancas no sangue) ou agranulocitose (diminuição acentuada de alguns tipos de células brancas do sangue), e por isso é recomendado o controle hematológico nos 3 ou 4 primeiros meses de tratamento. Distúrbios do sistema reprodutivo: impotência, frigidez (distúrbios do desejo sexual). Em pacientes tratados com clorpromazina foi relatado raramente priapismo (ereção persistente e dolorosa). Distúrbios vasculares: Casos de tromboembolismo venoso (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue), incluindo casos de embolismo pulmonar venoso (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue no pulmão), algumas vezes fatal, e casos de trombose venosa profunda (formação ou presença de um coágulo sanguíneo dentro de uma veia), foram reportados com medicamentos antipsicóticos (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Distúrbios musculares: discinesias (movimentos incontroláveis) precoces (torcicolo espasmódico (enrijecimento dos músculos do pescoço), trismo e etc., que melhoram com a administração de antiparkinsoniano anticolinérgico). Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

     O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os principais sintomas de intoxicação aguda por AMPLICTIL são: depressão do Sistema Nervoso Central, hipotensão (pressão baixa), sintomas extrapiramidais (diversos transtornos do movimento) e convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos secundárias a descargas elétricas cerebrais). Recomenda-se nestes casos lavagem gástrica precoce, evitando-se a indução do vômito; administração de antiparkinsonianos (medicamentos específicos que tratam a doença de Parkinson) para os sintomas extrapiramidais e estimulantes respiratórios (anfetamina, cafeína com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratória (diminuição severa dos movimentos respiratórios). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Os principais sintomas de intoxicação aguda por AMPLICTIL são: depressão do Sistema Nervoso Central, hipotensão (pressão baixa), sintomas extrapiramidais (diversos transtornos do movimento) e convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos secundárias a descargas elétricas cerebrais). Recomenda-se nestes casos lavagem gástrica precoce, evitando-se a indução do vômito; administração de antiparkinsonianos (medicamentos específicos que tratam a doença de Parkinson) para os sintomas extrapiramidais e estimulantes respiratórios (anfetamina, cafeína com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratória (diminuição severa dos movimentos respiratórios).

     Dizeres Legais

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

    MS 1.1300.0297

    Farm. Resp. Silvia Regina Brollo

    CRF-SP nº 9.815

    Registrado por:

    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

    Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP

    CNPJ 02.685.377/0001-57

    Fabricado por:

    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

    Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP

    CNPJ 02.685.377/0008-23

    Indústria Brasileira

    ® Marca registrada

    IB220612D

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  • Diabetes 23.01.2019 No Comments

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     Acetato de Desmopressina

     Apresentações:

     SPRAY NASAL

    Embalagens contendo 1 frasco-spray com 2,5 e 5 mL, correspondente a 25 e 50 doses de 10 mcg, respectivamente.
    VIA INTRA NASAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada 1 mL da solução spray nasal contém: acetato de desmopressina…………………………………………………………….0,1mg
    Veículo: cloreto de sódio, ácido cítrico anidro, fosfato de sódio dibásico anidro, cloreto de benzalcônio, ácido clor
    ídrico, hidróxido de sódio, água purificada q.s.p. ……………………………………………………1 mL

     Informações ao Paciente:

    Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.

     Para que este medicamento é indicado?

    O acetato de desmopressina está destinado para:
    – Tratamento de diabetes insipiduscentral;
    – Teste de capacidade de concentração renal.

     Como este medicamento funciona?

    O acetato de desmopressina é uma medicação antidiurética, que reduz a eliminação de água do organismo.
    O acetato de desmopressina atua sobre os rins, suprindo a deficiência de vasopressina natural, substância
    produzida por uma glândula do organismo chamada hipófise. O tempo médio para início da ação é de aproximadamente 1 hora. Uma dose intranasal de 10 a 20 mcg possui efeito durante 8 a 12 horas.

     Quando não devo usar este medicamento?

     Contraindicações:

    O acetato de desmopressina não deve ser utilizado caso a resposta para algumas das perguntas a seguir for “SIM”:
    – Você possui polidipsia habitual e psicogênica (sensação de muita sede, acompanhada por produção de grande
    quantidade de urina)?
    – Você possui histórico ou suspeita de insuficiência cardíaca e outras condições que requerem tratamento com
    agentes diuréticos?
    – Você está com a quantidade de sódio no sangue abaixo do normal?
    – Você possui insuficiência renal (redução da função dos rins) moderada a severa?
    – Você possui síndrome de secreção inapropriada de HAD (hormônio antidiurético)?
    – Você possui hipersensibilidade à desmopressina ou a qualquer componente da fórmula?
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

     Advertências e Precauções:

    Quando o acetato de desmopressina spray nasal for prescrito, recomenda-se os seguintes cuidados:
    – Iniciar sempre com a menor dose;
    – Seguir rigorosamente as instruções de restrição de líquidos;
    – Caso necessário, o médico irá aumentar a dose progressivamente e com cuidado;
    – Assegurar que a administração em crianças está sob a supervisão de um adulto para controlar o uso da dose.
    O tratamento sem a concomitante redução de ingestão de líquidos pode levar à retenção de água e/ou hiponatremia (redução do sódio no sangue) acompanha da ou não de sintomas (dor de cabeça, náusea / vômito, ganho de peso e, em casos mais graves, convulsões). Os pacientes e, quando aplicável, seus cuidadores, devem ser cuidadosamente instruídos a aderir à restrição de fluidos. Quando usado com propósitos de diagnóstico, para o teste de concentração renal, a ingestão de fluidos não deve exceder meio litro para saciar a sede uma hora antes e até pelo menos oito horas após a administração. O teste de capacidade de concentração renal realizado em crianças abaixo de 1 ano de idade deve ser realizado sob supervisão cuidadosa em hospital. Deve-se avaliar a presença de disfunção severa ou obstrução na bexiga antes de se iniciar o tratamento . Cuidados e advertências para populações especiais Crianças, idosos e pacientes com níveis de sódio no sangue abaixo do normal-podem apresentar maior risco de hiponatremia (redução do sódio no sangue). Devem ser tomadas precauções em pacientes com risco de aumento da pressão intracraniana. O tratamento com desmopressina deve ser interrompido ou cuidadosamente ajustado durante doenças intercorrentes agudas caracterizadas por desequilíbrio de fluidos e/ou eletrólitos (como infecções sistêmicas, febre, gastroenterite). Precauções para evitar a hiponatremia, incluindo atenção especial à ingestão de fluidos e maior frequencia do monitoramento de sódio no sangue, devem ser tomadas em caso de uso concomitante com drogas conhecidas por induzir a secreção de hormônio antidiurético, como antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação de serotonina, clorpromazina, carbamazepina e alguns antidiabéticos do grupo das sulfonilureias, particularmente a clorpropamida, e em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroidais. Há certa evidência, de dados pós-comercialização, da ocorrência de hiponatremia severa associada à
    desmopressina em formulação nasal quando esta é utilizada para o tratamento de diabetes insipidus central.
    Mudanças na mucosa nasal, como edema, ou outras doenças podem causar falha no tratamento, absorção insuficiente e, nestes casos, acetato de desmopressina por via intranasal não deverá ser usado. A dose de acetato de desmopressina para crianças com diabetes insipidus deve ser cuidadosamente ajustada, de acordo com as necessidades e tolerância do paciente. O uso de acetato de desmopressina em recém-nascidos e crianças requer cuidadosa restrição da ingestão de líquidos. Devido à presença de cloreto de benzalcônio na fórmula, acetato de desmopressina spray nasal pode causar broncoespasmo (contração da musculatura dos brônquios, causando dificuldade para respirar). Efeito na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas – o acetato de desmopressina
    não possui efeito na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas. Gravidez e lactação – estudos limitados com mulheres grávidas que possuem diabetes insipiduse dados de mulheres grávidas com complicações hemorrágicas que utilizaram desmopressina indicam não haver efeitos adversos da desmopressina na gravidez ou na saúde do feto/recém-nascido. Não há dados epidemiológicos relevantes. Estudos de reprodução em animais não indicam efeitos nocivos diretos ou indiretos na gravidez, desenvolvimento fetal, parto e desenvolvimento pós-natal. Devem ser tomadas precauções quando este medicamento for prescrito para grávidas. Estudos de reprodução em animais não demonstraram efeitos clinicamente relevantes nos pais e na prole. A análise in vitro de modelos de cotilédone humano demonstrou que a desmopressina não sofre transporte placentário quando administrada em concentrações terapêuticas. Resultados da análise do leite materno em lactantes recebendo altas doses de desmopressina (300 mcg intranasal) demonstraram que a quantidade de desmopressina que pode ser transferida para a criança é menor do que a quantidade necessária para influenciar na diurese. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Interações medicamentosas: Substâncias conhecidas como indutoras da síndrome de secreção inapropriada do hormônio antidiurético, como por exemplo antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos de recaptura de serotonina, clorpromazina e carbamazepina, assim como alguns medicamentos antidiabéticos do grupo das sulfonilureias (particularmente a clorpropamida) podem causar um efeito antidiurético com um aumento do risco de retenção de fluidos. Anti-inflamatórios não esteroidais podem induzir a retenção de água/hiponatremia (diminuição da concentração de sódio no sangue). O uso concomitante com cloridrato de loperamida pode resultar em um aumento em até três vezes na concentração plasmática de desmopressina, podendo levar a um aumento do risco de retenção de água ou hiponatremia. Embora ainda não estudado, outras drogas que diminuam o ritmo intestinal podem ter o mesmo efeito. É improvável que a desmopressina interaja com outras drogas afetando o metabolismo hepático, uma vez que a desmopressina demonstrou, em estudos in vitro com microssomas humanos, não sofrer metabolismo hepático significativo. No entanto, estudos de interação in vivo não foram realizados. Interações com alimentos e álcool – Não há dados sobre a interação com alimentos para as apresentações de administração pela via intranasal. O álcool pode diminuir a resposta antidiurética da desmopressina. Interações com exames laboratoriais – Não há dados a respeito das interações de acetato de desmopressina spray nasal com exames laboratoriais. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O acetato de desmopressina spray nasal deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
    Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, o frasco de acetato de desmopressina spray nasal é válido
    por 2 meses. Aspecto físico: Frasco de vidro âmbar com válvula spraysnap-on.
    Solução aquosa límpida, incolor e isenta de material estranho.
    Volume nominal de 2,5 mL ou 5 mL. Características organolépticas: Vide “Aspecto físico”.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
    alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    O acetato de desmopressina spray nasal deve ser utilizado por via intranasal. Antes de usar o acetato de desmopressina spray nasal pela primeira vez, a válvula deve ser pressionada 4 vezes, ou até que um jato homogêneo seja obtido. Caso o acetato de desmopressina spray nasal não tenha sido utilizado durante a última semana, é necessário pressionar a válvula uma vez, ou até que um jato homogêneo seja obtido. Se houver qualquer dúvida com relação à dose administrada, o spray não deve ser administrado novamente até a próxima dose. Em crianças, a administração deve ser realizada sob a supervisão de um adulto, de modo a garantir a dose adequada. Posologia:
    Uma dose (borrifada) do spray equivale a 0,1 mL que corresponde a 10 mcg de acetato de desmopressina. Diabetes insipiduscentral – A dose é individualizada, mas a experiência clínica tem mostrado que a dose média diária em adultos é de 10 a 20 mcg (1 a 2 borrifadas), 1 a 2 vezes ao dia. Pode ser administrada como uma dose única ou dividida em duas ou três doses. Para crianças a dose média diária é de 10 mcg, 1 a 2 vezes ao dia. Teste de capacidade de concentração renal – A dose habitual para adultos é de 40 mcg. Para crianças acima de 1 ano, a dose é de 10 a 20 mcg. Para crianças abaixo de 1 ano, a dose é 10 mcg. Após a administração de acetato de desmopressina, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada. Durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para a medida de osmolalidade. Uma ingestão restrita de água deve ser observada. O nível de referência para osmolalidade normal da urina após a administração de acetato de desmopressina é de 800 mOsm/Kg para a maioria dos pacientes. Com valores abaixo deste nível, o teste deve ser repetido. Um novo resultado baixo indica uma capacidade prejudicada em concentrar a urina e o paciente deve ser encaminhado para outros exames, a fim de s
    e descobrir a causa do mau funcionamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso ocorra esquecimento de administração, entrar em contato com o médico.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A reação adversa mais grave com a desmopressina é a hiponatremia, a qual pode causar dor de cabeça, náusea,
    vômito, redução do sódio no sangue, ganho de peso, mal estar, dor abdominal, cãimbras musculares, tontura,
    confusão, perda da consciência e em casos mais severos convulsão e coma. A hiponatremia é reversível e em
    crianças é comumente relacionada à alterações na rotina diária afetando a ingestão de líquidos e/ou perspiração
    (O álcool pode diminuir a resposta antidiurética de acetato de desmopressina). A maior parte dos outros efeitos adversos é reportada como não sérios. As reações adversas mais comumente relatadas durante o tratamento são congestão nasal, aumento da temperatura corpórea e rinite. Outras reações comuns são dor de cabeça, infecção do trato respiratório superior, gastroenterite, dor abdominal. Reações anafiláticas não foram observadas em estudos clínicos, porém relatos espontâneos foram recebidos. Frequência das reações adversas com base nos estudo s clínicos realizados com acetato de desmopressina spray nasal: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) – congestão nasal, rinite, aumento da temperatura corpórea. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) – insônia, labilidade emocional, pesadelos, nervosismo, agressividade, dor de cabeça, sangramento nasal, infecções do trato respiratório superior, gastroenterite, dor abdominal, náusea. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos paciente s que utilizam este medicamento) – hiponatremia (redução de sódio no sangue), vômito. Reações com frequência desconhecida –
    reações alérgicas, desidratação, confusão, convulsões, coma, tontura, sonolência, hipertensão, dispneia, diarreia, prurido, rash, urticária, espasmos musculares, fadiga, edema periférico, dor no peito, calafrios, ganho de peso.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém utilizar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    O excesso de acetato de desmopressina pode causar a retenção de água e hiponatremia (diminuição da quantidade de sódio no sangue). Embora o tratamento para hiponatremia seja individualizado, as seguintes recomendações gerais podem ser fornecidas: descontinuar o tratamento com acetato de desmopressina, restringir o volume de líquidos ingeridos e tratar os sintomas, se necessário. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    MS 1.0646.0172
    Farm. Resp.: Geisa Acetto Cavalari – CRF-SP Nº 33.509
    Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo Ltda.
    Rua Rafael de Marco, 43 – Pq. Industrial – Jd. das Oliveiras
    Taboão da Serra – SP
    CNPJ: 61.282.661/0001-41
    Indústria Brasileira

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      Magnoston®

    sulfato de magnésio

     Apresentações:

    Solução injetável contendo sulfato de magnésio a 100 mg/mL ou 500 mg/mL em caixas com 50 ou 100 ampolas de
    10 mL. Uso Adulto

     Composição:

    Cada mL da solução injetável de 100 mg/mL contém:
    sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 0,81
    mEq de magnésio)………………………………………………..100 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.
    Cada mL da solução injetável de 500 mg/mL contém: sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 4,06 mEq de magnésio) ………………………………………………500 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.

     Informações Ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Magnoston® é indicado no tratamento e prevenção da deficiência de magnésio moderada e severa e para o controle
    imediato das crises convulsivas causadas por eclampsia.

     Como este medicamento funciona?

    O magnésio é um eletrólito essencial para a atividade de vários sistemas enzimáticos e desempenha um importante
    papel na transmissão neuroquímica e na excitabilidade muscular. O magnésio previne ou controla convulsões através do bloqueio da transmissão neuromuscular e pela diminuição da quantidade de acetilcolina liberada pelo nervo motor na placa motora terminal. O magnésio possui um efeito depressor do Sistema Nervoso Central (SNC), porém não afeta de maneira adversa a mãe, o feto ou o recém-nascido quando utilizado no tratamento da eclampsia ou da pré-eclampsia. A deficiência acentuada de magnésio causa principalmente sintomas neurológicos, tais como irritabilidade muscular e tremores. A terapêutica de reposição com sulfato de magnésio, por via parenteral, repara o déficit plasmático do eletrólito e cessa os sintomas de deficiência.

     Quando não devo usar este medicamento?

    O sulfato de magnésio é contraindicado em pacientes com bloqueio e/ou dano cardíaco, em estados de
    hipermagnesemia e na insuficiência respiratória grave.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências:
    O uso parenteral em presença de insuficiência renal pode levar à intoxicação com magnésio.
    Uso na gravidez e lactação:
    Como os estudos realizados em mulheres grávidas não excluem o risco de danos ao feto, o sulfato de magnésio
    parenteral deve ser utilizado na gravidez somente se estritamente necessário.
    Como o magnésio passa para o leite materno durante a administração parenteral de sulfato de magnésio, o
    medicamento deve ser utilizado com precaução em mulheres lactantes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco:
    O medicamento deve ser usado com precaução em idosos, gestantes e crianças.
    Precauções:
    Devido à sua exclusiva excreção renal, o sulfato de magnésio deve ser administrado com extrema cautela em
    pacientes com insuficiência renal.
    Níveis plasmáticos de magnésio anormalmente elevados podem causar rubor, sudorese, hipotensão, colapso
    circulatório e depressão do sistema nervoso central.
    A administração de magnésio pode causar hipermagnesemia fetal e neonatal.
    Se houver o uso concomitante de barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), as doses desses medicamentos devem ser ajustadas devido aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Durante todo o período de terapêutica parenteral com sais de magnésio, o paciente deve ser cuidadosamente
    monitorado. Uma preparação de sais de cálcio, como o gliconato, deve estar prontamente disponível para
    administração intravenosa como antídoto em caso de uma possível intoxicação com magnésio.
    Interações Medicamentosas:
    Depressores do SNC:
    – Quando barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), ou outros
    depressores do SNC são administrados em conjunção com o magnésio, suas dosagens devem ser ajustadas devido
    aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Agentes de bloqueio neuromuscular:
    – O sulfato de magnésio deve ser administrado com cautela, quando utilizado concomitantemente com medicamentos bloqueadores musculares (d-tubocurarina, decametônio, succinilcolina), devido ao risco de potencialização da atividade terapêutica desses medicamentos.
    Glicosídeos cardíacos:
    – A administração de sulfato de magnésio em pacientes digitalizados deve ser cautelosa, evitando-se os riscos de intoxicação pelo magnésio, especialmente devido aos maiores riscos de tratamento da intoxicação de magnésio pelos sais de cálcio nesses pacientes. Adicionalmente, o uso de sulfato de magnésio, por via parenteral, deve ser cuidadosamente monitorizado, devido ao risco de bloqueio cardíaco total que pode ocorrer em níveis variáveis de concentrações plasmáticas de magnésio.
    Antibióticos:
    – Alguns antibióticos, como a estreptomicina e a tobramicina, podem causar um bloqueio neuromuscular; esse efeito pode ser potencializado pelo uso concomitante de sulfato de magnésio.
    Testes laboratoriais:
    O sulfato de magnésio, quando administrado por via parenteral, pode alterar a visualização do sistema reticuloendotelial com enxofre coloidal marcado com “99 mTc”, pois produz um agrupamento das partículas coloidais com o comprometimento da circulação pulmonar, resultando em imagens com menor resolução
    das células reticuloendoteliais no fígado, no baço e na medula óssea. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se
    você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conserve o medicamento na embalagem original em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C.
    Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Características do medicamento: Magnoston® é uma solução incolor, inodora, isenta de partículas visíveis.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
    mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Magnoston® é apresentado em ampolas contendo 10 mL de solução incolor, estéril e apirogênica de sulfato de
    magnésio heptaidratado a 10% ou 50%, para administração parenteral (IM/IV). Magnoston® a 10% e 50% pode ser administrado através de injeção IV ou IM, diretamente ou diluído em solução apropriada. Para infusão IV, Magnoston® a 50% deve ser diluído em solução apropriada antes da administração. Este medicamento deve ser administrado, em ambiente hospitalar, por um profissional de saúde. Posologia: Uso como anticonvulsivante na eclampsia/pré-eclampsia. Diversos esquemas terapêuticos têm sido adotados para o tratamento da pré-eclampsia/eclampsia com o sulfato de magnésio. Um deles indica uma dose de ataque com 4 g de sulfato de magnésio (8 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 12 mL de água para injetáveis), administrado por via intravenosa lenta, em 15 a 20 minutos, e, a seguir, uma dose de manutenção de 2 g de sulfato de magnésio por hora, em infusão intravenosa (24 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 500 mL de soro glicosado a 5%, numa velocidade de 28 gotas/minuto ou 84 mL/hora, em bomba de infusão). A maioria dos estudos recomenda, como dose de manutenção, 1 a 3 gramas de sulfato de magnésio, em infusão intravenosa. ota: 1 g de sulfato de magnésio contém 8 mEq de magnésio. Outros esquemas terapêuticos são: Uso Intramuscular: de 1 a 5 g de sulfato de magnésio, em solução de 10% a 50%, 6 vezes ao dia, em cada nádega de forma alternada. Infusão intravenosa: 4 g de sulfato de magnésio em 250 mL de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9% administrada a uma velocidade que não ultrapasse 3-4 mL por minuto. Uso como restaurador de eletrólitos: Deficiência leve. Intramuscular: 1 g de sulfato de magnésio, em solução a 50%, administrado a cada 6 horas em 4 doses diárias. Deficiência severa Intramuscular: 250 mg de sulfato de magnésio ou 2 mEq de magnésio por kg de peso corporal/dia. Infusão intravenosa: 5 g de sulfato de magnésio ou 40 mEq de magnésio em 1 litro de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9%, administrados lentamente por um período de 3 horas. A prescrição máxima usual para adulto é de 40 g de sulfato de magnésio (320 mEq de magnésio) diários. Cuidados especiais de manuseio: Deve-se inspecionar visualmente, antes da administração, o conteúdo da ampola quanto à forma física, presença de material particulado, descoloração ou qualquer alteraçã
    o no aspecto do medicamento. Não utilize o produto se houver mudança de coloração ou material particulado presente, ou qualquer outra alteração que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
    interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico , ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos adversos da administração parenteral de magnésio usualmente são resultantes da intoxicação por
    magnésio. Estes incluem rubor, sudorese, hipotensão, bloqueio da transmissão neuromuscular com diminuição dos reflexos, hipotermia, hipotonia, colapso cardíaco, depressão respiratória e depressão do SNC podendo levar à parada respiratória. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A intoxicação por magnésio é manifestada por uma queda acentuada na pressão arterial e paralisia respiratória. A
    ausência do reflexo patelar é um sinal clínico útil na detecção do início da intoxicação por magnésio. A injeção intravenosa em bolus imediata de 10 a 20 mL de gliconato de cálcio a 10%, ou de qualquer outro sal de cálcio IV, é aplicada para antagonizar os efeitos da hipermagnesemia. A hipermagnesemia em neonatos pode requerer ressuscitação e ventilação assistida via intubação endotraqueal ou ventilação a pressão positiva intermitente, assim como a administração IV de cálcio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais

    Reg. MS nº 1.1637.0089
    Farm. Resp.: Eliza Yukie Saito CRF-SP nº 10.878
    Fabricado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0013-01
    Rua Adherbal Stresser, 84
    CEP 05566-000– São Paulo – SP
    Indústria Brasileira
    Registrado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0001-60
    Rodovia Raposo Tavares
    Km 30,5 n° 2833 – Prédio 100
    CEP 06705-030 Cotia – SP
    Indústria Brasileira
    www.blau.com.br

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    Minidiab®

    glipizida

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Minidiab®
    Nome genérico: glipizida

    Apresentação:

    Minidiab® 5 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    Via de Administração: Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de Minidiab® contém o equivalente a 5 mg de glipizida. Excipientes: lactose, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio e ácido esteárico.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Minidiab® (glipizida) é indicado no tratamento de diabetes melito tipo 2 (doença caracterizada por aumento de açúcar sanguíneo ) como auxiliar à dieta e ao exercício, para melhorar o controle glicêmico (dos níveis sanguíneos de glicose) em adultos.

    Como este medicamento funciona?

    O principal mecanismo de ação da glipizida é o estímulo da secreção de insulina (hormônio regulador da taxa de glicose do sangue) pelas células pancreáticas (do pâncreas). O estímulo da secreção de insulina causado pela glipizida em resposta a uma refeição é de suma importância. Os níveis de insulina em jejum não se elevam mesmo com a administração prolongada de glipizida, porém a resposta pós-prandial (após as refeições) à insulina continua a ser aumentada após pelo menos 6 meses de tratamento. A resposta insulinotrópica (secreção de insulina) a uma refeição ocorre dentro de 30 minutos após a dose oral de glipizida em pacientes diabéticos, porém níveis elevados de insulina não persistem além do tempo de exposição aos alimentos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Minidiab® não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade (alergia) à glipizida, outras sulfonilureias (como a clorpropamida, a tolazamida, a glizipida e a glimepirida) ou sulfonamidas (por ex., sulfanilamida, sulfadiazina, sulfadimidina, sulfasalazina e sulfametoxazol) ou a qualquer componente da fórmula. Também não deve ser usado nos casos de diabetes melito tipo 1 (diabetes dependente de insulina), cetoacidose diabética (complicação grave do diabetes, principalmente do tipo I, quando o sangue do paciente fica repleto de cetonas, o que pode acontecer se o organismo não tiver insulina suficiente), coma diabético (situação médica na qual o portador de diabetes melito entra em estado de coma por desequilíbrio de sua doença. Pode ser tanto por elevação como por diminuição excessiva da glicose do sangue), estados de insuficiência hepática ou renal (diminuição da função do fígado ou dos rins) graves, no decurso de doenças infecciosas e febris, por ocasião de traumas graves (grandes lesões, como ocorre em acidentes graves) e intervenções cirúrgicas (operações), gravidez, lactação (amamentação) e quando houver complicações gangrenosas ( gangrena é uma necrose por falta de suprimento sanguíneo, e consequente falta de oxigênio das extremidades–braço, mão, perna, pé).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe ao seu médico se você é portador de doença hepática (do fígado) ou renal (dos rins) ou se você tem deficiência de Glicose-6-fosfato desidrogenasse (doença hereditária que acomete, principalmente, homens, e que pode causar icterícia neonatal–pele amarelada no recém-nascido–prolongada, crise hemolítica–destruição das células do sangue–em resposta a certos medicamentos, certos alimentos e cetoacidose diabética). É importante que você siga as orientações dietéticas, tenha um programa regular de exercícios e realize testes regulares de açúcar no sangue, conforme orientado pelo seu médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Minidiab® pode interagir com vários medicamentos, como miconazol, fluconazol, voriconazol, anti-inflamatórios não esteroides (medicamentos que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), salicilatos (ácido  acetilsalicílico), beta-bloqueadores (medicamento que controla o ritmo do coração), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamento para a pressão alta da família do captopril), antagonistas dos receptores H2 (medicamento que reduz a produção de ácido no estômago), a ação hipoglicemiante (capacidade de reduzir a quantidade de açúcar no sangue) com as sulfonilureias ( medicamentos utilizados no tratamento do diabetes) , em geral, pode também ser potencializada pelos inibidores de monoaminoxidase (medicamentos que bloqueiam a ação de algumas enzimas) , quinolonas e fármacos que têm alta ligação a proteínas, tais como sulfonamidas, cloranfenicol (ambos antibióticos), probenecida, cumarínicos (anticoagulante), danazol (tipo de hormônio sintético), fenotiazinas (medicamento de uso psiquiátrico), corticosteroides ( tipo de hormônio), agentes simpaticomiméticos ( substâncias que imitam os efeitos do hormônio adrenalina e noradrenalina ), tiazidas (diurético) e outros diuréticos, medicamentos para distúrbios da tireoide, estrógenos (hormônio feminino), progestágenos (hormônio feminino), contraceptivos orais (pílulas para evitar a gravidez), fenitoína (antiepiléptico), ácido nicotínico, bloqueadores do canal de cálcio (medicações para doenças cardíacas) e isoniazida (antibiótico usado contra tuberculose). Minidiab® pode interagir com álcool. Não ingerir álcool durante o tratamento. Informe ao seu médico ou cirurgião -dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Minidiab® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utiliza-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimidos redondos de cor branca, planos, com bordas chanfradas, sulcados em uma das faces e liso na outra.

    Como devo usar este medicamento?

    Minidiab® deve ser administrado cerca de 30 minutos antes da refeição. Assim como qualquer agente hipoglicemiante (para redução da quantidade de glicose–açúcar–no sangue), a posologia deve ser ajustada para cada paciente. Tratamentos a curto prazo com Minidiab® podem ser suficientes em pacientes geralmente bem controlados com dieta durante período s transitórios de perda de controle. Dose Inicial: aconselha-se iniciar a terapêutica com Minidiab® na dose de 1 comprimido ao dia (5 mg), antes do café da manhã ou do almoço. Pacientes idosos e outros pacientes sob risco de hipoglicemia (taxa de glicose no sangue abaixo dos níveis normais) devem iniciar o tratamento com 2,5 mg (meio comprimido) ao dia. Titulação (ajuste da dose): o ajuste de dose deve ser feito com incrementos de 2,5 mg ou 5 mg, determinado pela resposta glicêmica (da glicose no sangue). Deve-se dar um intervalo de vários dias entre as etapas da titulação. Manutenção: alguns pacientes podem ser efetivamente controlados em um regime de dose única diária. A dose única máxima diária recomendada é de 15 mg. Caso não seja suficiente, a dose diária pode ser dividida. As doses acima de 15 mg devem ser divididas. Doses totais maiores que 30 mg foram administradas 2 vezes ao dia com segurança em pacientes sob tratamento a longo prazo. Pacientes podem estabilizar com dosagens entre 2,5 mg a 30 mg diários. A dose máxima diária recomendada é de 40 mg. Uso em Crianças: a segurança e a eficácia de Minidiab® em crianças ainda não foi estabelecida. Uso em Idosos e Pacientes de Alto Risco: a fim de diminuir o risco de hipoglicemia (baixas quantidades de glicose no sangue) em pacientes de risco, incluindo idosos, debilitados, e mal-nutridos ou pacientes com ingestão calórica irregular, e pacientes com insuficiência renal (redução da função dos rins) ou hepática (redução da função do fígado), a dose inicial e de manutenção devem ser conservadas. Pacientes que Recebem Insulina: assim como outros hipoglicemiantes da classe das sulfonilureias, muitos pacientes com diabetes melito tipo 2 estável recebendo insulina podem ser transferidos com segurança para o tratamento com Minidiab®. A decisão e a forma de transferir o tratamento com insulina para Minidiab® dependem da orientação médica. Siga corretamente as orientações do seu médico. Durante o período de transição o paciente deve auto monitorar os níveis de glicose sanguínea e entrar em contato com o médico se os níveis flutuarem e forem diferentes dos valores habituais e adequados. Pacientes Recebendo Outros Agentes Hipoglicemiantes Orais: como outros agentes hipoglicemiantes da classe das sulfonilureias, não é necessário período de transição quando os pacientes são transferidos para a glipizida. Pacientes que utilizaram sulfonilureias de meia-vida longa (por ex., clorpropamida) devem ser observados cuidadosamente (1-2 semanas) quanto à hipoglicemia, pois o efeito das 2 medicações podem se somar. Uso de Combinação: ao adicionar outros agentes hipoglicemiantes à glipizida para terapia de combinação, o agente deve ser iniciado na menor dose recomendada, e os pacientes devem ser observados cuidadosamente quanto à hipoglicemia. Consultar a bula do produto fornecida com o outro agente oral para informações adicionais.Ao adicionar a glipizida a outros agentes hipoglicemiantes, a glipizida pode ser iniciada na dose de 5 mg. Os pacientes que forem mais sensíveis a fármacos hipoglicemiantes podem ser iniciados em uma dose mais baixa. A titulação deve ser baseada no julgamento clínico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Minidiab® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Minidiab®, tais como: Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipoglicemia (redução dos níveis de glicose–açúcar–no sangue), náusea, diarreia, dor abdominal superior, dor abdominal. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, sonolência, tremor, visão embaçada, vômito, icterícia ( coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) colestática, eczema (vermelhidão, descamação e coceira na pele).Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): a granulocitose (ausência de células de defesa: neutrófilos, basófilos e eosinófilos), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue: hemácias) hemolítica, pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue), estado de confusão, dor de cabeça, diplopia (visão dupla), deficiência visual, redução da acuidade visual, constipação (prisão de ventre), função hepática (do fígado) anormal, hepatite (inflamação do fígado), dermatite alérgica, eritema (vermelhidão), rash morbiliforme, rash maculopapular (manchas vermelhas elevadas), urticária (alergia da pele), prurido (coceira), reação de fotosensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), porfiria não aguda, mal-estar, aspartatoamino transfere aumentado, lactato desidrogenase sanguíneo aumentado, fosfatase alcalina sanguínea aumentada, ureia sanguínea aumentada, creatinina sanguínea aumentada.A anemia e reações específicas tem sido relatados com outras sulfoniluréias (medicamentos utilizados no tratamento do diabetes). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A superdosagem com sulfonilureias, incluindo glipizida, pode produzir hipoglicemia. Sintomas hipoglicêmicos leves, sem perda de consciência ou achados (alterações) neurológicos devem ser tratados ativamente com glicose (açúcar) oral e ajustes de posologia e/ou padrões de refeições. O acompanhamento cuidadoso deve continuar até que o médico tenha certeza de que o paciente esteja fora de perigo. Reações hipoglicemiantes graves com coma, convulsões ou outras alterações neurológicas ocorrem com baixa frequência, mas constituem emergência médica e necessitam de imediata hospitalização. Se há suspeita ou diagnóstico de coma hipoglicêmico, deve-se administrar injeção intravenosa rápida de solução concentrada de glicose (50%), seguido por infusão contínua de solução glicosada diluída (10%) em velocidade para manter a glicemia acima de 100 mg/dL (5,55 mmol/L). Pacientes devem ser cuidadosamente monitorados por no mínimo 24 a 48 horas e dependendo do estado do paciente o médico deve optar se monitoração posterior é necessária. O clearance (taxa de excreção) da glipizida pode ser prolongado em pessoas com insuficiência hepática. Devido à extensa ligação da glipizida às proteínas plasmáticas (do sangue), diálise (filtração do sangue por máquinas) não parece ser benéfica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS-1.0216.0136
    Farmacêutica Responsável:
    Carolina C. S. Rizoli-CRF-SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer S.R.L.
    Buenos Aires–Argentina
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 04/04/2016.

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  • reconter-esta-indicado-para-o-tratamento-e-prevenção-da-recaida-ou-recorrencia-da-depressãoReconter

    oxalato de escitalopram

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos com 10mg de escitalopram. Embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos. Comprimidos revestidos com 20 mg de escitalopram. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém 12,77 mg de oxalato de escitalopram (equivalente a 10 mg de escitalopram ); ou 25,54mg de oxalato de escitalopram (equivalente a 20 mg de escitalopram). Excipientes: povidona, lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio,hipromelose, macrogol.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento está indicado para: – Tratamento e prevenção da recaída ou recorrência da depressão.
    – Tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia.
    – Tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
    – Tratamento do transtorno de ansiedade social (fobia social).
    – Tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

    Como este medicamento funciona?

    Reconter é um medicamento pertencente à classe dos inibidores seletivos da receptação de serotonina (ISRS), que é uma classe de medicamentos do grupo dos antidepressivos. Reconter age no cérebro corrigindo as concentrações inadequadas de determina das substâncias denominadas neurotransmissores, em especial a serotonina, que causam os sintomas na situação de doença.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Está contraindicado no caso de reação alérgica ao oxalato de escitalopram ou a qualquer componente de sua formulação. Reconter não deve ser utilizado ao mesmo tempo com medicamentos conhecidos como inibidores da monoaminoxidase (IMAO), incluindo selegilina (usada para tratar Mal de Parkinson), moclobemida (antidepressivo), e linezolida (antibiótico). Você não deve tomar Reconter se nasceu com ou teve um episódio de arritmia cardíaca (observado em eletrocardiograma – ECG – exame que avalia o funcionamento do coração). Reconter não deve ser utilizado se você estiver usando medicamentos para arritmia cardíaca, ou que possam afetar o ritmo do coração (veja item “O que devo saber antes de usar este Medicamento?”). Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Avise seu médico se você apresenta ou já teve algum problema de saúde. Principalmente fale com seu médico sobre as situações abaixo. – Tem epilepsia. O tratamento com Reconter deve ser descontinuado na ocorrência de convulsões pela primeira vez, ou um aumento da frequência das crises convulsivas. – Apresenta comprometimento do funcionamento dos rins e/ou do fígado. Pode ser que seu médico precise ajustar a dose de Reconter. – Tem diabetes. O tratamento com Reconter pode alterar o controle da glicemia no sangue. Pode ser que seu médico precise ajustar a dose do hipoglicemiante oral ou da insulina. – Apresenta níveis reduzidos de sódio no sangue. – Tem tendência a sangramento s ou manchas roxas. – Está sob terapia eletroconvulsiva. – Tem alguma doença cardíaca coronariana. – Tem ou teve problemas cardíacos ou sofreu recentemente um ataque cardíaco. – Tem baixa frequência cardíaca em repouso e/ou sabe que pode ter baixa de sal devido à diarreia, vômitos severos ou prolongados, ou uso de diuréticos. – Têm ou teve batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, desmaios, colapsos ou tontura ao ficar em pé, isto pode indicar funcionamento anormal da frequência cardíaca. Atenção: pacientes com transtorno bipolar do humor na fase da depressão, ao fazer uso de antidepressivos, podem apresentar uma virada para a fase maníaca. A mania é caracterizada por mudanças incomuns e rápidas das ideias, alegria inapropriada e atividade física excessiva. Se você se sentir assim com Reconter, contate o seu médico imediatamente. Sintomas como inquietude ou dificuldade de sentar ou permanecer em pé também podem ocorrer nas primeiras semanas de tratamento. Avise imediatamente o seu médico se você sentir esses sintomas. Pensamentos suicidas e agravamento de sua depressão ou distúrbio de ansiedade: se você está deprimido e/ou tem distúrbios de ansiedade poderá apresentar pensamentos de suicídio ou de causar ferimento a si próprio. Estes pensamentos podem aumentar quando utilizar pela primeira vez um antidepressivo, pois estes medicamentos necessitam de um certo tempo para começarem a agir no organismo, geralmente em cerca de duas semanas ou até após um período maior. Atente – se se você possui histórico de pensamentos suicidas ou de se autoagredir. Se você for um adulto jovem: estudos clínicos demonstraram risco aumentado de suicídio em adultos jovens com menos de 25 anos de idade com problemas psiquiátricos tratados com antidepressivos. Contate seu médico ou ao um hospital imediatamente se, a qualquer momento, você apresentar pensamentos de autoagressão ou de se matar. Pode ser útil contar a um familiar ou amigo próximo que você sofre de depressão ou de transtornos de ansiedade e , solicitar que eles também leiam a bula deste medicamento.

    Gravidez e lactação:

    informe o seu médico se você estiver grávida ou se planeja engravidar. Não tome Reconter se você estiver grávida ou amamentando, exceto se você e seu médico já conversaram sobre os riscos e benefícios relacionados. Se você usar Reconter nos últimos três meses de gravidez, deve estar ciente de que as seguintes reações poderão ocorrer no recém-nascido: problemas respiratórios, pele azulada, convulsões, mudanças da temperatura corporal, dificuldades de alimentação, vômitos, nível baixo de açúcar no sangue, contrações espontâneas dos músculos, reflexos vívidos, tremores, icterícia, irritabilidade, letargia, choro constante, sonolência, dificuldade para dormir. Se o recém-nascido apresentar alguns destes sintomas, contate o médico imediatamente. Informe a o obstetra e/ou médico que você utiliza Reconter. Quando usado durante a gravidez, especialmente nos últimos três meses de gestação, medicamentos como Reconter podem aumentar o risco de uma doença grave chamada hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido (HPP), fazendo com que o bebê respire mais rápido e aparente um tom de pele azulado. Estes sintomas geralmente começam nas primeiras 24 horas após o nascimento. Se isto ocorrer com seu bebê, contate imediatamente seu obstetra e/ou médico. Se Reconter for usado durante a gravidez, não deve ser interrompido abruptamente. Sem orientação médica, não utilizar este medicamento em mulheres grávidas. Informar imediatamente o médico, ou cirurgião – dentista em caso de suspeita de gravidez ou se iniciar amamentação, durante o uso deste medicamento. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, até saber se Reconter afeta ou não sua atenção. Sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Principais interações entre medicamentos com Reconter: alguns medicamentos podem afetar a ação dos outros e isto pode causar sérias reações adversas. O seu médico deve ser comunicado a respeito de qualquer medicamento que você esteja utilizando ou que tenha usado nos 14 últimos dias antes do início do tratamento com Reconter (mesmo os que não precisam de receita médica) bem como, outros medicamentos para tratamento da depressão. Os medicamentos abaixo citados somente devem ser dados em conjunto com Reconter após orientação do médico: – Anticoagulantes orais como ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não esteroidais (usados para afinar o sangue, e para alívio da dor ): podem aumentar a tendência a sangramento. – Anticoagulantes (medicamentos usados para afinar o sangue) como varfarina, dipiridamol e fencoprumona: o tempo de coagulação deve ser avaliado pelo médico quando Reconter foi introduzido ou descontinuado, para verificar se a dose do anticoagulante permanece adequada. – Quando do uso de linezolida (antibiótico), do lítio (usadao para tratar o transtorno maníaco – depressivo) e de triptofano. – Medicamentos contendo omeprazol ou cimetidina (para tratar úlceras estomacais); fluvoxamina (antidepressivo) e ticlopidina (para reduzir o risco de derrame): podem causar aumento da quantidade de Reconter no organismo. – Medicamento contendo erva – de – são – joão ( Hypericum perforatum ), um fitoterápico usado como antidepressivo : o uso conjunto pode aumentar o risco de efeitos adversos. – imipramina, desipramina (usados para tratar depressão). – flecainida, propafenona e metoprolol (usados para tratar doenças cardiovasculares); clomipramina, nortriptilina (antidepressivos); risperidona, tioridazina e haloperidol (para tratar psicoses): pode ser necessário ajustar a dose de Reconter. – Inibidores não seletivos de monoaminoxidase (IMAO) como fenelzina, iproniazida, isocarboxazida, nialamida, e tranilcipromina: deve ser esperado o prazo de 14 dias após a interrupção de algum destes medicamentos antes de iniciar o uso de Reconter. Da mesma forma, para usar qualquer um destes medicamentos, deve ser aguardado o período de sete dias após a interrupção de Reconter. – Inibidores seletivos da monoaminoxidase – A (MAO-A), reversíveis: que contenham moclobemida (para tratar depressão). – Inibidores irreversíveis da monoaminoxidase – B (MAO – B), que contenham selegilina (para tratar doença de Parkinson): aumentam o risco de efeitos adversos. – Medicamentos que alteram a função plaquetária: risco um pouco aumentado de sangramentos anormais. – Medicamentos contendo mefloquina (tratamento da malária); bupropiona (tratamento da depressão), tramadol (para tratar dor grave): pode diminuir o limiar para convulsões. – Neurolépticos (para tratar esquizofrenia, psicoses): pode diminuir o limiar para convulsões , assim como outros antidepressivos. – Medicamentos contendo sumatriptana e similares (para tratar enxaqueca); tramadol (para tratar dor grave): risco de surgimento de efeitos adversos. Se ocorrer algum efeito adverso incomum, avisar o médico. ? Interação com alimentos ou com bebidas: Reconter não interage com alimentos ou com bebidas. ? Interação com álcool: não ocorre interação, não ocorre potencialização dos efeitos do álcool, porém, não é recomendada a ingestão de álcool durante o tratamento com Reconter. ? Não utilize Reconter se você utiliza outros medicamentos para arritmia cardíaca ou que possam alterar o ritmo cardíaco, como antiarrítmicos das classes IA e II, antipsicóticos (ex.: derivados de fenotiazida, pimozida, haloperidol), antidepressivos tricíclicos, alguns antimicrobianos (ex.: esparfloxacino, mofloxacino, eritromicina IV, pentamidina; ou antimaláricos, particularmente halofantrina); alguns anti – histamínicos (astemizol, mizolastol). Se você tiver qualquer dúvida, procure seu médico. Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Reconter são revestidos, circulares, biconvexos, sulcados e de coloração branca. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Instruções de uso: os comprimidos devem ser tomados (via oral) com água, uma única vez ao dia, em qualquer momento, com ou sem alimentos. Preferencialmente tomar sempre no mesmo horário, sem mastigar. Se necessário iniciar o tratamento com uma dose de 5 mg, o comprimido de 10 mg pode ser dividido ao meio. Para isso, coloque-o sobre uma superfície lisa e seca, mantenha a parte sulcada para cima, coloque os dedos indicadores nas extremidades de cada lado do comprimido e pressione para baixo. Posologia para tratamento e prevenção da recaída ou recorrência da depressão: a dose usual é de 10 mg ao dia. O tratamento pode ser iniciado com 5mg ao dia e após alguns dias ser aumentado para a dose de 10 mg/dia. A dose máxima recomendada é de 20 mg/dia. Geralmente são necessárias duas a quatro semanas para que seja obtida a resposta antidepressiva. O tratamento de episódios de depressão exige, além da fase inicial onde o objetivo é a melhora do sintoma, um tratamento de manutenção. Após o desaparecimento dos sintomas durante o tratamento inicial, é necessário o estabelecimento de um período de manutenção, com duração de vários meses, para consolidação da resposta. Posologia para tratamento do transtorno do pânico com ou sem agorafobia: a dose inicial para a primeira semana é de 5mg/dia, aumentada a seguir para 10 mg/dia. A dose pode ser aumentada até um máximo de 20 mg/dia. Pacientes susceptíveis a ataques do pânico podem apresentar um aumento de ansiedade logo após o
    início do tratamento, que geralmente se normaliza nas duas primeiras semanas de uso do medicamento. Uma dose inicial menor é recomendada para evitar ou amenizar este efeito. A melhora total é atingida após aproximadamente três meses. O tratamento é de longa duração. Posologia para tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (TAG): a dose inicial usual é de 10 mg/dia, podendo ser aumentada até o máximo de 20 mg/dia pelo médico. É recomendado um tratamento por três meses para consolidação da resposta. O tratamento por no mínimo seis meses mostrou prevenir novos episódios, devendo ser considerado pelo médico, pois a resposta é individual. Por isso, o médico deverá realizar avaliações regularmente. Posologia para tratamento do transtorno de ansiedade social (fobia social): a dose normalmente recomendada é de 10 mg/dia. Dependendo da resposta individual, a dose pode ser aumentada pelo médico até um máximo de 20 mg ao dia. Usualmente são necessárias duas a quatro semanas para obtenção da resposta antidepressiva. Após a remissão dos sintomas, é requerido um período de tratamento de pelo menos seis meses para consolidação da resposta. Posologia para o tratamento do transtorno do pânico com ou sem agorafobia: a dose inicial na 1ª semana é de 5mg ao dia (apenas para iniciar o tratamento), aumentada a seguir para 10 mg/dia, que é a dose terapêutica. Esta dose pode ser também aumentada até um máximo de 20 mg/dia. Pacientes suscetíveis a ataques de pânico podem apresentar um aumento da ansiedade logo após o início do tratamento, que geralmente se normaliza nas duas primeiras semanas de uso do medicamento. Uma dose inicial menor é recomendada para evitar ou amenizar esse efeito. A melhora total é atingida após aproximadamente três meses. O tratamento é de longa duração. Posologia para tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC): a dose inicial usual é de 10 mg/dia, podendo ser aumentada até um máximo de 20 mg/dia pelo médico. Como o TOC é uma doença crônica, você deve ser tratado por um período suficiente até estar livre dos sintomas. Este período pode ser durante vários meses, de acordo com o critério médico. Os benefícios do tratamento e a dose devem ser regularmente reavaliados. Uso em pacientes idosos (mais de 65 anos de idade): o tratamento deve ser iniciado com a metade da dose mínima usualmente recomendada, ou seja, 5 mg/dia. A dose poderá ser aumentada pelo médico até 10 mg/dia. Uso em crianças e em adolescentes (menores de 18 anos de idade): não é recomendado o uso para esta faixa etária.

    Uso em crianças e em adolescentes com menos de 18 anos de idade:

    Normalmente Reconter não deve ser usado no tratamento de crianças e em adolescentes com menos de 18 anos de idade. É sabido que pacientes com menos de 18 anos de idade apresentam um risco maior para alguns efeitos adversos, tais como tentativas de suicídio, pensamentos suicidas, e hostilidade (predominantemente agressividade, comportamento opositor e raiva), se fizerem uso desta classe de medicamentos. Apesar disto, o médico pode decidir prescrever Reconter para pacientes com menos de 18 anos de idade, se achar necessário. Se o médico prescreveu Reconter para um paciente com menos de 18 anos de idade, converse com o médico. O médico deve ser informado se algum dos sintomas acima mencionados surgirem ou piorarem, nestes pacientes. Ainda não foram demonstrados os efeitos a longo prazo com relação ao desenvolvimento do crescimento, maturação, aprendizado e comportamentos destes pacientes desta faixa etária e Reconter.
    Este medicamento não é recomendado ao uso por crianças.

    Uso em pacientes com função reduzida dos rins:

    não é necessário ajuste de dose para pacientes com comprometimento renal leve ou moderado. É necessária cautela com pacientes com função renal gravemente reduzida (depuração de creatinina menor que 30 mL/min).

    Uso em pacientes com função reduzida do fígado:

    é recomendada uma dose inicial de 5 mg/dia durante as duas primeiras semanas de tratamento em pacientes com problemas leves ou moderados no fígado. . Dependendo da resposta individual, a dose pode ser aumentada para 10 mg/dia, que é a dose terapêutica usual.

    Duração do tratamento com Reconter:

    como ocorre também com outros medicamentos para tratamento da depressão e transtorno do pânico, a ação do medicamento demora algumas semanas para ser percebida. Nunca deve ser trocada a dose do medicamento sem o consentimento do médico. A duração do tratamento é individual, ou seja, difere para cada pessoa. Usualmente o período mínimo de tratamento é de seis meses. Pacientes com depressão se beneficiam de tratamento continuado, às vezes por vários anos, para prevenção de novos episódios. O tratamento somente deve ser interrompido pela orientação do médico. Quando estiver terminado o seu período de tratamento, é recomendada a redução gradual da dose, geralmente por algumas semanas. Se o tratamento for interrompido, especialmente de forma abrupta, você pode sentir sintomas de descontinuação. Eles são mais comuns quando o tratamento é interrompido. O risco é maior quando se utiliza o medicamento por períodos longos, em altas doses ou quando a dose é reduzida muito rapidamente. A maioria das pessoas acha que estes sintomas são amenos e toleráveis, e permanecem assim por até duas semanas. Porém, em alguns pacientes, eles podem ter grande intensidade ou serem mais prolongados (2 – 3 meses ou mais). Se você sentir sintomas graves de descontinuação quando parar de tomar Reconter, contate seu médico, ele poderá orientar para que você retome o uso de Reconter e que o retire mais lentamente. Estes sintomas são indicativos de vício. Os sintomas de descontinuação incluem: sensação de tontura (instabilidade), sensações de agulhadas na pele, sensação de queimação e de choques elétricos (menos comuns) – inclusive na cabeça, alterações do sono (sonhos vívidos, pesadelos, dificuldade para dormir), ansiedade, dores de cabeça, náusea, suor aumentado (incluindo suores noturnos), inquietude ou agitação, tremores, confusão ou desorientação, inconstância emocional, irritabilidade, diarreia, alterações visuais, palpitações. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de tomar uma dose e lembrar-se até antes de deitar-se para dormir, pode fazer uso da dose excepcionalmente neste momento. No dia seguinte retome ao horário normal de uso do medicamento. No entanto, se você lembrar-se apenas no meio da noite ou no dia seguinte ignore a dose esquecida e retome o tratamento como de costume. Não tome duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como com outros medicamentos, Reconter pode causar efeitos indesejáveis, embora nem todas as pessoas os apresentem. Os efeitos adversos são geralmente amenos e desaparecem espontaneamente após alguns dias de tratamento. Esteja atento, pois muitos destes sintomas podem ser inerentes à condição pela qual foi indicado o uso deste medicamento , desaparecerão quando da sua melhora. Procure seu médico se você apresentar algum dos efeitos descritos a seguir durante o tratamento. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): nariz entupido ou com coriza (sinusite); aumento ou diminuição do apetite; ansiedade, inquietude, sonhos anormais, dificuldade para dormir, sonolência diurna, tonturas, bocejos, tremores, sensação de agulhada na pele; diarreia, constipação, vômitos, boca seca; aumento do suor; dores musculares e nas articulações (mialgias e artralgias); distúrbios sexuais (retardo na ejaculação, dificuldades na ereção, diminuição do desejo sexual, e em mulheres, dificuldade para atingir o orgasmo); cansaço, febre; aumento do peso. Reação incomum (ocorre entre 0,1 % e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): sangramentos inesperados, incluindo sangramentos gastrintestinais; urticária, eczemas ( rash), coceira (prurido); ranger de dentes, agitação, nervosismo, ataque do pânico, estado confusional; alterações do sono , do paladar e desmaio; pupilas aumentadas (midríase), distúrbios visuais, barulhos nos ouvidos (tinitus); queda de cabelo; sangramento vaginal; redução de peso; aceleração dos batimentos cardíacos; inchaços nas pernas ou braços; sangramento nasal. Reação rara (ocorre entre 0,1 % e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): na ocorrência de algum dos sintomas descritos a seguir, você deve contatar seu médico imediatamente ou ir diretamente a um hospital com serviço de emergência: ? Sentir inchaço na pele, língua, lábios ou face, ou apresentar dificuldades para engolir ou respirar (podem ser sinais de reação alérgica). ? Apresentar febre alta, agitação, confusão, espasmos e contrações musculares abruptas (podem ser sinais de síndrome serotoninérgica). ? Agressividade, despersonalização, alucinação. ? Diminuição dos batimentos do coração. ? Apresentar dificuldade para urinar, convulsões, cor amarelada da pele ou no branco dos olhos (podem ser sinais de problemas no fígado, como hepatite). Reações desconhecidas que alguns pacientes já apresentaram (frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): pensamentos suicidas e de autoflagelação; níveis reduzidos de sódio no sangue ( sintomas são náuseas, mal – estar, fraqueza muscular, confusão); tontura ao levantar-se por queda da pressão (hipotensão ortostática); alterações em exames da função hepática (aumento das enzimas hepáticas no sangue); transtornos do movimento (movimentos involuntários dos músculos); dor na ereção (priapismo); alterações na coagulação do sangue (inclui sangramento na pele e nas mucosas – equimose; e diminuição do número de plaquetas no sangue – trombocitopenia); edema agudo da pele ou da mucosa (angioedema); aumento na quantidade de urina eliminada (secreção inadequada do hormônio antidiurético); presença de leite em mulheres que não estão amamentando; mania. Um aumento do risco de fraturas ósseas foi observado nos pacientes que utilizam este tipo de medicamento. Alteração no ritmo cardíaco (chamada “Prolongamento do intervalo QT” , observado em exame de eletrocardiograma – que avalia a atividade elétrica do coração). Outros efeitos, que ocorrem com todos os medicamentos que agem de maneira semelhante ao escitalopram: inquietude (acatisia); anorexia. Na ocorrência de algum dos sintomas descritos a seguir, você deve contatar seu médico imediatamente ou irdiretamente a um hospital com serviço de emergência: ? Dificuldade para urinar. ? Convulsões (veja o item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). ? Cor amarelada na pele ou nos olhos: podem ser sinais de problemas no fígado/hepatite. ? Batimentos cardíacos acelerados ou irregulares, desmaios : podem ser sintomas de uma condição que causa risco à vida, conhecida como Torsade de Pointes. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Contatar o médico imediatamente ou ir ao hospital mais próximo, mesmo na ausência de desconforto ou de sinais de intoxicação, para que sejam realizados os procedimentos médicos adequados. Não há antídoto específico. Os sinais de superdose incluem tonturas, tremores, agitação, náusea, vômitos, convulsões, coma, mudança no ritmo cardíaco, diminuição da pressão arterial e alteração do equilíbrio líquido/sal do corpo. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS nº: 1.0033.0156
    Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF – SP nº: 25.125
    Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
    CNPJ: 61.230.314/0000-75
    Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu – SP
    Indústria brasileira
    www.libbs.com.br
    Venda sob prescrição médica.
    Só pode ser vendido com retenção da receita.
    Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão publicada pela ANVISA em 17/05/2013

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  • quemicetina-combate-infecções-por-bacterias-e-e-indicada-nas-condições-causadas-pelos-diversos-microorganismos

    Quemicetina®

    cloranfenicol

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Quemicetina®
    Nome genérico: cloranfenicol

    Apresentações:

    Quemicetina® comprimidos revestidos de 500 mg em embalagens contendo 20 ou 100 comprimidos.
    Via de administração: Oral
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Quemicetina® contém o equivalente a 500 mg de cloranfenicol. Excipientes: amido de milho, sílica sintética amorfa, estearato de magnésio, metilcelulose, dióxido de titânio,talco, hipromelose, macrogol, lactose monoidratada e propilenoglicol.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Quemicetina® (cloranfenicol) comprimidos revestidos tem atividade antibiótica (combate infecções por bactérias) e é indicada nas condições causadas pelos diversos microorganismos citados abaixo:
    • Infecções por Haemophilus influenzae, principalmente tipo B: meningites (infecção das meninges, membrana que envolve o cérebro e a medula), septicemia (infecção grave generalizada com presença de bactérias no sangue), otites (infecção do ouvido), pneumonias (infecção do pulmão), epiglotites (infecção da epiglote que é uma cartilagem da garganta), artrites (infecção das articulações), osteomielites (infecção do osso), etc.
    • Febre tifóide e salmoneloses invasivas (inclusive osteomielite e sepse).
    • Abscessos (cavidade com pus no seu interior) cerebrais por Bacteróides fragilis e outros microorganismos sensíveis.
    • Meningites bacterianas causadas por Streptococcus ou Meningococcus, em pacientes alérgicos à penicilina.
    • Rickettsioses e Infecções por Pseudomonas pseudomallei.
    •Infecções intra-abdominais (principalmente por microorganismos anaeróbicos).
    • Outras indicações (infecções específicas): actinomicose, antraz, brucelose, granuloma inguinal, treponematoses, peste, sinusites (infecção dos seios da face), otite crônica supurativa. Quemicetina® deve ser reservada para infecções nas quais outros antibióticos são ineficazes ou contraindicados. A Quemicetina® não é indicada para prevenir infecções.

    Como este medicamento funciona?

    Quemicetina® age principalmente como agente bacteriostático (impede que as bactérias produzam proteínas que são a base do seu crescimento e reprodução).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Quemicetina® não deve ser utilizada no tratamento de infecções simples ou fora de sua indicação,por exemplo,em gripe, infecções virais (influenza), infecções de garganta ou como um agente profilático (para prevenir) infecções bacterianas. Quemicetina® não deve ser utilizado em pacientes: (1) com hipersensibilidade (alergia) ao cloranfenicol, seus derivados ou a qualquer componente da fórmula; (2) portadores de depressão medular (alterações no tecido que produz sangue), discrasias sanguíneas (alterações do número de células do sangue); (3) portadores de insuficiência hepática (diminuição da função do fígado) ou renal (dos rins); (3) gestantes (risco de intoxicação do feto, chamada de síndrome cinzenta do recém-nascido); (4) mulheres que estejam amamentando. Recomenda-se evitar o uso de Quemicetina® em pacientes: (1) recém-nascidos e prematuros, (2) em uso de antineoplásicos (medicamentos contra o câncer) e radioterapia (tratamento contra o câncer com radiação); (3) portadores de deficiência da G6PD (redução da quantidade da substância produzida pelo fígado); (4) portadores de porfiria (doença genética–transmitida de pai para filho–em que a produção de hemoglobina–substância responsável pelo transporte de oxigênio no sangue–é alterada). Nesses casos se os benefícios do uso de Quemicetina® superarem o risco e o medicamento for usado recomenda-se que a quantidade de células do sangue seja frequentemente monitorada por exames laboratoriais.Recomenda-se que a Quemicetina® não seja usada em conjunto com imunizações ativas (vacinação por vacinas com vírus ou bactérias vivas atenuadas).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O uso de Quemicetina® fora de sua indicação,como de qualquer outro antibiótico, pode resultar em crescimento excessivo de micro organismos resistentes, incluindo fungos. Quemicetina® não deve ser utilizado na gravidez ou durante a lactação. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez ou se você está amamentando na vigência do tratamento ou após o seu término. Quemicetina® não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Se a criança intraútero ou no período neonatal receber Quemicetina® pode ocorrer a “síndrome cinzenta do recém-nascido” (devido à incapacidade do fígado de transformar o antibiótico pode haver distensão abdominal, vômitos, flacidez, cianose–cor azulada da pele–colapso circulatório e morte). Adultos com ingestão acidental de doses muito elevadas podem também apresentar essa reação. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Quemicetina®. Pelo potencial de interações medicamentosas avise ao seu médico se estiver fazendo uso de anticancerígenos, antitireoidianos, anticonvulsivos, anticoagulantes, vitaminas, antidiabéticos orais ou outros antibióticos. Em diabéticos a Quemicetina® pode provocar falsas reações positivas de glicosúria (glicose na urina). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Quemicetina® deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido (núcleo) circular branco a branco amarelado, côncavo, superfície lisa,inodoro e ausente de partículas estranhas.

    Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos com um copo de água e com estômago vazio. A posologia é dividida em 4 doses ou administrações, a cada 6 horas. Uso em Adultos: a dose de Quemicetina® é de 50 mg por quilo de peso por dia. A dose máxima para adultos é
    de 4 g/dia. Em infecções graves, assim como em meningites, a dose pode chegar a 100 mg/kg/dia. Uso em Crianças: a dose de Quemicetina® é de 50 mg por quilo de peso por dia; em prematuros e recém-nascidos com menos de 2 semanas de vida, a dose é de 25 mg por quilo de peso por dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Quemicetina® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Quemicetina®, tais como: Sistema linfático e sanguíneo: (1) alteração da forma dos eritrócitos (células vermelhas do sangue), como a vacuolização, (2) redução do número de reticulócitos (células vermelhas jovens do sangue), (3) depressão da medula óssea (redução da capacidade de produzir as células sanguíneas), (4) discrasias sanguíneas (alteração da produção das células sanguíneas) graves; tais como as anemias (redução das células vermelhas) hipo ou aplástica (por redução ou completa parada na produção das células vermelhas), trombocitopenia (redução do número de plaquetas, células do sangue que participam da coagulação), leucopenia (redução do número de células de defesa do sangue chamadas de leucócitos), granulocitopenia (redução do número de células de defesa), pancitopenia (redução no número de todas as células sanguíneas), (5) muito raramente pode haver leucemia (tipo de câncer nos tecidos que produzem sangue) após anemia aplástica e (6) hemoglobinúria paroxística noturna (urina escura devido à presença de sangue que acontece à noite). Alguns desses problemas podem ser fatais. Sistema imune: anafilaxia (reações alérgicas), reações de Herxheimer (reação de inflamação da pele, mucosa, sistema nervoso e vísceras) foram observadas durante a terapia de febre tifoide.

    Psiquiátrico:

    delírio, confusão mental, depressão leve.

    Sistema nervoso:

    cefaleia, neurite periférica (alterações dos nervos periféricos, que podem causar dor ou distúrbios da sensibilidade).

    Visão:

    neurite óptica (inflamação do nervo do olho), oftalmoplegia (paralisia de um ou mais músculos do olho)

    Gastrointestinal:

    náusea, vômitos, glossite (inchaço da língua) e estomatite (inflamação da mucosa oral), diarreia e enterocolite (inflamação da mucosa do intestino delgado e/ou grosso).

    Cardíaco:

    síndrome cinzenta (ver item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?).

    Pele e tecido subcutâneo:

    angioedema (reação alérgica que leva ao inchaço da pele e das mucosas), rash vesicular e macular (pequenas bolhas ou manchas vermelhas na pele), urticária (reação alérgica da pele com muita coceira).

    Geral:

    febre. Síndrome cinzenta do recém-nascido: é caracterizada por distensão abdominal, vômitos, flacidez, cianose,colapso circulatório e morte. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Doses elevadas podem levar à síndrome cinzenta no recém-nascido e raramente no adulto. Pode ocorrer depressão medular nesse caso. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0127
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF – SP n° 43746
    Registrado e Fabricado por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070–Guarulhos– SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA

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  • foto-antiacido-antiflatulento-riopan-plusRIOPAN® PLUS

    magaldrato, dimeticona
    Antiácido e antiflatulento.

    Formas farmacêuticas, apresentações e via de administração:

    Comprimido mastigável. Embalagens com 20 unidades (sabor menta). Uso oral.
    Suspensão. Frascos com 240 ml (sabor menta). Uso oral – Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido mastigável contém:
    Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)……………………………….. 800 mg
    Dimeticona…………………………………………………………………………………100 mg
    Excipiente aromatizado q.s.p…………………………………………………. 1 comprimido
    Excipientes: sorbitol, macrogol, dióxido de silício, lactose, metilcelulose, aroma de menta, araquidato de cálcio, amido de milho e álcool isopropílico.
    Cada 5 ml (1 colher das de chá) da suspensão contém:
    Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)………………………………… 400 mg
    Dimeticona…………………………………………………………………………………. 50 mg
    Veículo aromatizado q.s.p………………………………………………………………… 5 ml
    Excipientes: goma arábica, hipromelose, óleo de hortelã-menta, mentol, ciclamato de sódio, sulfato de prata, gliconato de clorexidina e água purificada.
    * Contendo no mínimo 80% de magaldrato anidro.

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento
    Antiácido e antiflatulento.

    Cuidados de armazenamento:

    Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Manter o frasco de Riopan® Plus suspensão ao abrigo da luz, dentro da embalagem do produto. Uma vez aberto, o conteúdo do frasco permanece estável por 6 semanas. Evite o congelamento da suspensão.

    Prazo de validade:

    O prazo de validade é de 24 meses a partir da data da fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Riopan® Plus suspensão é branco acinzentado, com sabor e odor característicos de menta. Riopan® Plus comprimidos mastigáveis são redondos, de cor branca a levemente amarelado, odor de menta.

    Gravidez e lactação:

    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.Durante a gravidez, Riopan® Plus deve ser usado apenas por curto período de tempo, a fim de evitar sobrecarga de alumínio para o feto.Estudos em animais demonstraram que sais de alumínio têm efeitos prejudiciais na descendência.Os compostos de alumínio passam para o leite. Devido à baixa absorção, acredita-se não haver risco para o recém nascido.

    Cuidados de administração:

    Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos por inteiro, mas sim dissolvidos inteiramente na boca. Agite o frasco da suspensão antes de usar.O medicamento deve ser ingerido de preferência 1 hora após as principais refeições e antes de deitar.Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como diarréia ou constipação.Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão). Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer redução de fosfato.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Deve-se evitar a administração junto com outros medicamentos como tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida e clorpromazina pelo risco de redução da absorção destas substâncias. A ingestão destes medicamentos deverá ocorrer com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração do Riopan® Plus.A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    Contra-indicações e precauções:

    O produto não deve ser usado por pacientes com insuficiência renal ou com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a 2 semanas.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    Riscos da automedicação:

    Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Informações Técnicas

    Características:

    O magaldrato (aluminato de magnésio hidratado), princípio ativo do Riopan® Plus, não é uma simples mistura física dos dois componentes, magnésio e alumínio, mas sim uma monosubstância em que estes elementos são ligados de maneira a formar uma entidade química. Conforme comprovado experimentalmente, a atividade adsorvente e neutralizante deste composto é bastante elevada, superando consideravelmente a proporcionada por uma simples mistura.Uma vez que a ativação intragástrica do Riopan® Plus (liberação dos hidróxidos de alumínio e magnésio) é proporcional ao grau de acidez gástrica, o seu efeito neutralizante se adapta automaticamente às necessidades momentâneas de cada caso, evitando-se a neutralização total ou até a formação de um meio gástrico alcalino, indesejável por várias razões. Por esta auto-regulação, o pH obtido pelo Riopan® Plus oscila dentro da faixa ideal de pH, de 3,5 a 5,0, não ultrapassando este último valor, mesmo com administrações repetidas e prolongadas. Ao mesmo tempo, o Riopan® Plus adsorve e inativa a lisolecitina e os ácidos biliares que, através do refluxo duodeno-gástrico, desempenham papel importante como fatores etiopatogênicos da úlcera péptica e da esofagite.A dimeticona, por sua vez, age fisicamente reduzindo a tensão superficial das bolhas de gás ou espuma, formadas por razões diversas no tubo digestivo, eliminando-as. Não sendo absorvida, a tolerância da dimeticona é excelente, não tendo sido relatados quaisquer efeitos colaterais com o seu uso, mesmo por tempo prolongado.

    Propriedades farmacodinâmicas:

    A ação do magaldrato está baseada na neutralização do ácido gástrico. Também ocorre ligação “dose-dependente” e “pH-dependente” a ácidos biliares e lisolecitina. A atividade antiácida é atribuída à ligação de prótons aos íons sulfato e hidróxido da camada intersticial entrelaçada, fazendo com que a estrutura entrelaçada se decomponha durante a neutralização.800 mg de magaldrato neutralizam cerca de 18-25 mval de ácido clorídrico.

    Propriedades farmacocinéticas:

    O magaldrato não é absorvido no trato gastrintestinal. Durante o processo de neutralização pequenas quantidades de íons magnésio e alumínio são liberadas, e durante o trânsito intestinal, são convertidas em fosfatos solúveis e excretados pela evacuação. A mesma proporção de cátions é absorvida. Um pequeno aumento no nível de alumínio sérico pode ocasionalmente ser encontrado estável em pessoas com rins saudáveis.

    Dados de segurança pré-clínica:

    A toxicidade aguda para antiácidos não foi determinada devido à baixa absorção (10% para magnésio e cerca de 1% para alumínio) e excreção renal relativamente rápida.Em pacientes com a função renal prejudicada, podem ocorrer altos níveis plasmáticos e teciduais de alumínio (depósitos de alumínio predominantemente no nervo e no tecido ósseo) e fenômenos de superdose.No tratamento a longo prazo com antiácidos contendo alumínio, pode ocorrer redução na absorção de fosfato.O potencial mutagênico do magaldrato ainda não foi suficientemente investigado. Para compostos de alumínio não há evidência relevante de potencial mutagênico.Não há estudos sobre potencial carcinogênico do magaldrato.Não há estudos sobre embriotoxicidade do magaldrato em animais. Não há evidência de algum risco ou má formação em humanos.
    Efeitos embriotóxicos e fetotóxicos foram observados com outros compostos de alumínio. Estudos em ratos mostraram aumento da mortalidade pós-natal e desenvolvimento neuromotor retardado.

    Indicações:

    Na hiperacidez gástrica e na flatulência decorrentes de qualquer etiologia. Azia, esofagite de refluxo, gastrite aguda e crônica, úlcera gástrica e duodenal. Distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café.Riopan® Plus está especialmente indicado quando estes distúrbios acima se acompanham de retenção de gases, eructações freqüentes, meteorismo, aerofagia ou distensão abdominal.

    Contra-indicações:

    Insuficiência renal. Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.

    Precauções e advertências:

    Riopan® Plus não deve ser usado em crianças menores de 12 anos de idade, pois não existe experiência suficiente no tratamento desta faixa etária com o produto.Sendo bem tolerado e ainda livre da sacarose e pobre em sódio, Riopan® Plus pode ser administrado inclusive a pacientes diabéticos ou hipertensos.A não ser em indicações muito especiais, sob cuidadosa supervisão médica, aconselha-se não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão (20 colheres das de chá) por dia ou administrar esta dose diária máxima durante período superior a 2 semanas.Se os sintomas persistirem por mais de 2 semanas durante o tratamento, o exame clínico pode ser conduzido de modo a excluir alguma doença malígna.O pH elevado do suco gástrico aumenta o risco de colonização da mucosa gástrica por organismos patogênicos, os quais podem, por exemplo, em pacientes sujeitos à ventilação artificial, levar a uma maior incidência da ocorrência de pneumonia nosocomial.
    Pacientes portadores de nefropatias: não devem fazer uso prolongado da referida dose máxima, exceto sob expressa recomendação e vigilância médica.Pacientes com função renal prejudicada (clearance de creatinina <30 ml/min): somente devem fazer uso de Riopan® Plus com regular monitoramento dos níveis séricos de magnésio e alumínio. O nível sérico de alumínio não deve ultrapassar 40 ng/ml.Pacientes que necessitam de diálise: deve ser dada particular atenção a esses pacientes devido à possível relação entre elevados níveis de alumínio sérico e o desenvolvimento de encefalopatias. No tratamento a longo prazo, as concentrações de alumínio no sangue devem ser avaliadas regularmente, e não devem exceder 40 ng/ml.

    Suspensão:

    Agitar o frasco antes de usar.

    Comprimidos mastigáveis:

    Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos, mas sim dissolvidos inteiramente na boca.Um comprimido mastigável de Riopan® Plus contém cerca de 1,014 g de sorbitol, e portanto, até 6,2 g de sorbitol pode ser ingerido diariamente quando as instruções posológicas são observadas.

    Alerta para pacientes diabéticos:

    O comprimido mastigável de Riopan® Plus contém amido de milho.

    Interações medicamentosas:

    Da mesma forma que outras preparações antiácidas, o Riopan® Plus pode reduzir a absorção de medicamentos, como as tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida, e clorpromazina. Portanto, a administração de outros medicamentos deve ser feita com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração de Riopan® Plus.A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.

    Reações adversas:

    Raramente, podem ocorrer casos leves e transitórios de diarréia ou constipação, e de litíase renal.Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão).Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer depleção de fosfato.

    Posologia:

    Em casos de distúrbios gástricos leves, como distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café, especialmente quando associados à quadros de flatulência e distensão abdominal por excesso de gases, recomenda-se tomar 1 comprimido ou 2 colheres das de chá (10 ml) da suspensão quando da ocorrência de sintomas, quatro vezes ao dia, de preferência 1 hora após as refeições e ao deitar, ou a critério médico. Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a duas semanas.Em casos de gastrite ou úlcera gástrica, 1 comprimido, ou 2 colheres das de chá (10 ml), 4 vezes ao dia (sempre 1 hora após as principais refeições e antes de deitar). Esta medicação deve ser mantida durante no mínimo, 4 semanas. Quando necessário, esta dose pode ser aumentada a até 10 comprimidos ou 20 colheres das de chá (100 ml) da suspensão ao dia.Conforme indica a experiência, a úlcera duodenal requer doses maiores e medicação regular.Nestes casos recomenda-se, salvo prescrição médica diferente, 1 a 2 comprimidos ou 2 a 4 colheres das de chá (10 a 20 ml) da suspensão, 7 vezes ao dia (1 e 3 horas após as principais refeições e antes de deitar). Estudos recentes mostram que doses muito menores de magaldrato (3,2 g/dia, divididos em 2 a 3 tomadas), são tão eficazes no tratamento da úlcera duodenal quanto as altas doses tradicionalmente usadas. Este tratamento deve ser continuado até no mínimo, 4 semanas após o desaparecimento dos sintomas subjetivos.

    Superdose:

    Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

    Pacientes idosos:

    Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
    MS – 1.0639.0112
    Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF – SP nº 14.828
    N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.
    EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
    SAC: 0800-7710345
    www.nycomed.com.br
    Sob licença de
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    Alemanha
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    Jaguariúna – SP
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    Indústria Brasileira
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