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     Amplictil (solução)

    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico Acima de 2 anos

    Solução oral (gotas) 40mg/mL: frasco de 20 mL.

    Príncipios ativos: cloridrato de clorpromazina.

     Composição:

    Cada mL de AMPLICTIL gotas contém 44,5 mg de cloridrato de clorpromazina equivalente a 40 mg de clorpromazina base. Excipientes: ácido ascórbico, sacarose líquida, álcool etílico 96° GL, glicerol, caramelo, essência de hortelã e água purificada. Cada 1 mL de AMPLICTIL equivale a 40 gotas e 1 gota equivale a 1 mg de clorpromazina.

     Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de: quadros psiquiátricos agudos, ou então no controle de psicoses de longa evolução. AMPLICTIL também é indicado em manifestação de ansiedade e agitação, soluços incoercíveis (soluço que não para), náuseas (enjoo) e vômitos e neurotoxicoses (aceleração da respiração e convulsão com os olhos dilatados) infantis; também pode ser associado aos barbitúricos (medicamento depressor do sistema nervoso central) no tratamento do tétano. Em analgesia (elimina ou diminui a dor) obstétrica e no tratamento da eclampsia (séria complicação da gravidez caracterizada por convulsões), e nos casos em que haja necessidade de uma ação neuroléptica (diminui a excitação e a agitação), vagolítica (interrupção dos impulsos transmitidos pelo nervo vago), simpatolítica (efeito oposto à atividade produzida pelo estímulo do sistema nervoso simpático), sedativa (diminui a ansiedade e tem efeito calmante) ou antiemética (diminui o enjoo e vômito).

     Como este medicamento funciona?

    AMPLICTIL tem como princípio ativo o cloridrato de clorpromazina, que é um medicamento que age no sistema nervoso central controlando os mais variados tipos de excitação. É, portanto, de grande valor no tratamento das perturbações mentais e emocionais.

     Quando não devo usar este medicamento?

    AMPLICTIL não deve ser utilizado caso você apresente:

    – glaucoma de ângulo fechado (aumento da pressão intraocular).

    – risco de retenção urinária (urina presa), ligado aos problemas uretroprostáticos (uretra e próstata).

    AMPLICTIL não deve ser utilizado com levodopa (medicamento utilizado no tratamento das síndromes apresentadas na Doença de Parkinson) (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? – Interações medicamentosas”). AMPLICTIL também não deve ser utilizado caso você apresente: comas barbitúricos (coma temporário provocado por uma dose controlada de medicamento barbitúrico) e etílicos (coma provocado por ingestão de álcool); sensibilidade às fenotiazinas (medicamento tranquilizante); doença cardiovascular (do coração) grave; depressão severa do sistema nervoso central. Além disso, AMPLICTIL não deve ser utilizado junto com álcool, lítio e sultoprida (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -Interações medicamentosas”). O médico vai avaliar se você deve usar AMPLICTIL caso você apresente: discrasias sanguíneas (alteração nos elementos do sangue); câncer da mama; distúrbios hepáticos (no fígado); doença de Parkinson; distúrbios convulsivos; úlcera péptica (ferida no estômago). AMPLICTIL deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes idosos que tenham retenção urinária por problemas de próstata ou uretra.

     O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Em caso de febre o tratamento com AMPLICTIL deve ser suspenso e o médico comunicado. A febre sem causa aparente pode ser um dos elementos da Síndrome Maligna (palidez, febre e distúrbios vegetativos como tremores, palpitação, sudorese entre outros) que tem sido descrita com o uso de medicamentos neurolépticos. Informe ao seu médico caso você tenha doença de coração, fígado, rim ou Parkinson, ou se estiver fazendo uso de outros medicamentos. Casos de tromboembolismo venoso, incluindo casos de embolismo pulmonar, algumas vezes fatal, e casos de trombose venosa profunda, foram reportados com medicamentos antipsicóticos (classe que o princípio ativo de AMPLICTIL pertence). Portanto, AMPLICTIL deve ser utilizado com cautela em pacientes com fatores de risco para tromboembolismo (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue). Hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue) ou intolerância à glicose foram relatadas em pacientes tratados com AMPLICTIL. Os pacientes com diagnóstico estabelecido de diabetes mellitus ou com fatores de risco para desenvolvimento de diabetes que iniciaram o tratamento com AMPLICTIL devem realizar monitoramento glicêmico (controle do nível de açúcar no sangue) apropriado durante o tratamento (vide item “ 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). AMPLICTIL deve ser usado com cautela caso você apresente fatores de risco de acidentes vasculares cerebrais (derrame). AMPLICTIL também deve ser utilizado com prudência em pacientes parkinsonianos, que necessitem de um tratamento neuroléptico, em geral devido à sua idade avançada (hipotensão e sedação), nos casos de afecção cardiovascular (hipotensão) ou de insuficiência renal e hepática (risco de superdosagem). Assim como com outros neurolépticos (classe do AMPLICTIL), foram relatados casos raros de prolongamento do intervalo QT (alteração observada em eletrocardiograma e que está relacionada aos batimentos do coração) com a clorpromazina. Neurolépticos fenotiazínicos podem potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias (descompasso dos batimentos do coração) ventriculares graves do tipo torsades de pointes (tipo de alteração grave nos batimentos cardíacos), que é potencialmente fatal (morte súbita). Nos primeiros dias de tratamento, principalmente se você é hipertenso (tem pressão alta) ou hipotenso (tem pressão baixa), é necessário que você se deite durante meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a tomada do medicamento. Recomenda-se evitar o tratamento prolongado se você pretende engravidar. É desaconselhável o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento. Em tratamentos prolongados, é recomendável controle oftalmológico (dos olhos) e hematológico (do sangue) regular. Os seguintes efeitos adversos foram relatados (em experiência pós comercialização) em recém-nascidos que foram expostos a fenotiazínicos durante o terceiro trimestre de gravidez:

    – diversos graus de desordens respiratórias variando de taquipneia (respiração rápida e anormal) a angústia respiratória, bradicardia (diminuição da frequência cardíaca) e hipotonia (flacidez muscular), sendo estes mais comuns quando outros medicamentos do tipo psicotrópicos ou antimuscarínicos forem concomitantemente administrados;

    – íleo meconial (obstrução intestinal do recém-nascido), retardo da eliminação do mecônio (primeiras fezes eliminadas pelo recém-nascido), dificuldades iniciais de alimentação, distensão abdominal, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco);

    – desordens neurológicas tais como síndrome extrapiramidal (alteração neurológica que leva a distúrbios do equilíbrio e da movimentação, hipertonia, distonia orofacial, mioclonias, trismo, opistótono, parkinsonismo), sonolência e agitação.

    Converse com o seu médico sobre a necessidade de monitoramento e tratamento adequado do recém-nascido de mães tratadas com AMPLICTIL, uma vez que estes procedimentos são recomendados.

    Fertilidade: Devido à interação com os receptores de dopamina, a clorpromazina pode causar hiperprolactinemia (aumento na concentração sanguínea do hormônio prolactina, que estimula a secreção de leite), que pode ser associada a um comprometimento da fertilidade nas mulheres.

    Populações especiais: Pacientes idosos com demência: Pacientes idosos com psicose relacionada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos estão sob risco de morte aumentado. Não se recomenda o uso de AMPLICTIL em crianças com menos de 2 anos de idade. Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Atenção diabéticos: AMPLICTIL gotas contém açúcar (409,5 mg de sacarose líquida e 3,5 mg de caramelo por mL). Medicamento-substância química: O uso de AMPLICTIL é desaconselhado em associação com:

    – álcool: os efeitos sedativos (de sonolência) dos neurolépticos (classe de medicamentos a qual o AMPLICTIL pertence) são acentuados pelo álcool. A alteração da vigilância pode se tornar perigosa na condução de veículos e operação de máquinas. Evitar o uso de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool em sua composição.
    Interações medicamentosas de Amplictil

    Medicamento-medicamento: O uso de AMPLICTIL é contraindicado em associação com o medicamento levodopa.

    O uso de AMPLICTIL é desaconselhado em associação com:

    – lítio: em associação com AMPLICTIL pode ocorrer: síndrome confusional, hipertonia (rigidez muscular) e hiperreflexia (reflexos elevados).

    – sultoprida: em associação com AMPLICTIL pode apresentar risco aumentado de alterações do ritmo ventricular (do coração).

    O uso de AMPLICTIL exige cuidados quando usado em associação com:

    – antidiabéticos (medicamentos que tratam a diabetes): em doses elevadas (100 mg/dia de clorpromazina) pode ocorrer elevação da glicemia (nível de açúcar no sangue). O paciente deve reforçar a autovigilância sanguínea e urinária. Eventualmente, o médico deverá adaptar o modo de usar do medicamento antidiabético durante o tratamento com neurolépticos e depois da sua interrupção.

    – gastrointestinais de ação tópica (medicamentos para tratar problemas no estômago e intestino tais como, óxidos e hidróxidos de magnésio, de alumínio e de cálcio): podem causar a diminuição da absorção gastrointestinal dos neurolépticos fenotiazínicos. O paciente deve usar os medicamentos gastrointestinais e neurolépticos com intervalo de mais de 2 horas entre eles.

    – inibidores do cito cromo P450 isoenzima1A2 (fortes como: ciprofloxacina, enoxacina, fluvoxamina, clinafloxacina, idrocilamida, oltipraz, ácido pipemídico, rofecoxibe, etintidina, zafirlucaste; e moderados como: metoxalen, mexiletina, contraceptivos orais, fenilpropanolamina, tiabendazol, vemurafenibe e zileutona): conduzem a um aumento da concentração plasmática de clorpromazina. Com isto os pacientes ficam sujeitos às reações adversas dose-dependentes da clorpromazina.

    O uso de AMPLICTIL deve ser considerado se usado em associação com:

    – anti-hipertensivos (medicamentos que tratam a pressão alta): pode ocorrer a diminuição da pressão arterial do paciente e aumento do risco de hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a posição de pé).

    – atropina e outras substâncias atropínicas: antidepressivos imipramínicos, anti-histamínicos H1 sedativos, antiparkinsonianos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida podendo ocorrer: adição dos efeitos indesejáveis atropínicos, como retenção urinária (urina presa), obstipação intestinal (evacuação difícil ou pouco frequente), secura da boca.

    – outros depressores do sistema nervoso central: antidepressivos sedativos, derivados morfínicos (analgésicos e antitussígenos), anti-histamínicos H1 sedativos, barbitúricos, ansiolíticos, clonidina e compostos semelhantes, hipnóticos, metadona e talidomida podendo ocorrer aumento da depressão central. A alteração da vigilância pode se tornar perigosa na condução de veículos e operação de máquinas.

    – guanetidina: pode ocorrer a inibição do efeito anti-hipertensivo (causar a diminuição da pressão arterial) da guanetidina.
    Uso de Amplictil na gravidez e amamentação: O uso de AMPLICTIL durante a gravidez ou período de amamentação deve ser orientado pelo seu médico. Caso você engravide durante ou logo após o tratamento com AMPLICTIL seu médico deve ser avisado para a orientação adequada. Informe ao seu médico se estiver amamentando. O aleitamento é desaconselhável, uma vez que a clorpromazina passa para o leite materno. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Amplictil. AMPLICTIL deve ser mantido em sua embalagem original. Manter em temperatura ambiente (entre 15 – 30°C). Proteger da luz. Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto. Nunca use medicamento com o prazo de validade vencido, pois pode ser prejudicial à saúde. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamentos com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento: Líquido límpido, castanho claro, com odor de menta. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Posologia, dosagem e instruções de uso de Amplictil.. Você deve tomar a solução (gotas), por via oral.

    Modo de usar: Coloque o frasco na posição vertical com a tampa para o lado de cima, gire-a até romper o lacre. Vire o frasco com o conta-gotas para o lado de baixo e bata levemente com o dedo no fundo do frasco para iniciar o gotejamento. Cada 1 mL = 40 gotas. Uso em adultos: AMPLICTIL tem uma grande margem de segurança, podendo a dose variar desde 25 a 1600 mg ao dia, dependendo da sua necessidade. Deve-se iniciar o tratamento com doses baixas, 25 a 100 mg, repetindo de 3 a 4 vezes ao dia, se necessário, até atingir uma dose útil para o controle da sintomatologia no final de alguns dias (dose máxima de 2 g/dia). A maioria dos pacientes responde à dose diária de 0,5 a 1 g. Em pacientes idosos ou debilitados, doses mais baixas são geralmente suficientes para o controle dos sintomas. Uso em crianças (acima de 2 anos): deve-se usar o mesmo esquema já citado de aumento gradativo de dose, sendo usualmente utilizada uma dose inicial de 1 mg/kg/dia, dividida em 2 ou 3 tomadas. O total da dose diária não deve exceder 40 mg, em crianças abaixo de 5 anos, ou 75 mg, em crianças mais velhas. Não há estudos dos efeitos de AMPLICTIL administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico. Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    De modo geral, AMPLICTIL é bem tolerado. Como reações adversas, você pode apresentar: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do metabolismo e nutrição: ganho de peso, às vezes, importante. Distúrbios do sistema nervoso: sedação, sonolência, síndrome extrapiramidal (alteração neurológica que leva a distúrbios do equilíbrio e da movimentação, hipertonia, distonia orofacial, mioclonias, trismo (contração do músculo responsável pela mastigação), opistótono, parkinsonismo) que melhora com a administração de antiparkinsonianos anticolinérgicos, efeitos atropínicos (secura da boca, obstipação intestinal (prisão de ventre)). Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a posição de pé). Distúrbios musculares: discinesias tardias (movimentos incontroláveis que ocorrem após uso de medicamento por longo período) que podem ser observadas, assim como para todos os neurolépticos, durante tratamentos prolongados (nestes casos os antiparkinsonianos não agem ou podem piorar o quadro). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do coração: prolongamento do intervalo QT (alteração observada em eletrocardiograma e que está relacionada aos batimentos do coração). Distúrbios do sistema nervoso: convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos, secundárias a descargas elétricas cerebrais). Distúrbios endócrinos: hiperprolactinemia e amenorreia (ausência de menstruação). Distúrbios do metabolismo e nutrição: Intolerância à glicose (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Reações cujas frequências são desconhecidas: Distúrbios do coração: houve relatos isolados de morte súbita, com possíveis causas de origem cardíaca (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”), assim como casos inexplicáveis de morte súbita, em pacientes recebendo neurolépticos fenotiazínicos. Distúrbios endócrinos: galactorreia (produção de leite excessiva ou inadequada) e ginecomastia (aumento das mamas em homens). Distúrbios do metabolismo e nutrição: hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue) (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”), hipertrigliceridemia (nível aumentado de triglicérides), hiponatremia (diminuição da concentração de sódio no sangue) e secreção inapropriada do hormônio antidiurético. Distúrbios do sistema nervoso: efeitos atropínicos (retenção urinária (urina presa)). Distúrbios gastrointestinais (do aparelho digestivo): colite isquêmica (inflamação no intestino grosso por problemas de circulação), obstrução intestinal, necrose gastrointestinal (morte de células do estômago e do intestino), colite necrosante (algumas vezes fatal) (inflamação do intestino grosso com morte de células), perfuração intestinal (algumas vezes fatal). Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos: fotodermias (reações na pele de sensibilidade à luz) e pigmentação da pele, angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica) e urticária (erupções na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira). Distúrbios oculares: crises oculógiras (convulsão nos olhos) e depósito pigmentar no segmento anterior do olho. Distúrbios hepato-biliares (do fígado e da bile): foi observada icterícia (deposição de pigmentos biliares na pele dando uma cor amarela intensa) por ocasião de tratamentos com clorpromazina, porém, a relação com o produto é questionável. Foram relatados raramente icterícia colestática (coloração amarelada da pele e das membranas mucosas) e lesão hepática (do fígado), principalmente do tipo colestática ou mista. Distúrbios do sistema imunológico: lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica devido à alterações no sistema imune) foi relatado muito raramente em pacientes tratados com clorpromazina. Em alguns casos, anticorpos antinucleares (anticorpos encontrados em doenças autoimunes) positivos podem ser encontrados sem evidência de doença clínica. Distúrbios do sangue e do sistema linfático: excepcionalmente leucopenia (redução de células brancas no sangue) ou agranulocitose (diminuição acentuada de alguns tipos de células brancas do sangue), e por isso é recomendado o controle hematológico nos 3 ou 4 primeiros meses de tratamento. Distúrbios do sistema reprodutivo: impotência, frigidez (distúrbios do desejo sexual). Em pacientes tratados com clorpromazina foi relatado raramente priapismo (ereção persistente e dolorosa). Distúrbios vasculares: Casos de tromboembolismo venoso (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue), incluindo casos de embolismo pulmonar venoso (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue no pulmão), algumas vezes fatal, e casos de trombose venosa profunda (formação ou presença de um coágulo sanguíneo dentro de uma veia), foram reportados com medicamentos antipsicóticos (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Distúrbios musculares: discinesias (movimentos incontroláveis) precoces (torcicolo espasmódico (enrijecimento dos músculos do pescoço), trismo e etc., que melhoram com a administração de antiparkinsoniano anticolinérgico). Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

     O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os principais sintomas de intoxicação aguda por AMPLICTIL são: depressão do Sistema Nervoso Central, hipotensão (pressão baixa), sintomas extrapiramidais (diversos transtornos do movimento) e convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos secundárias a descargas elétricas cerebrais). Recomenda-se nestes casos lavagem gástrica precoce, evitando-se a indução do vômito; administração de antiparkinsonianos (medicamentos específicos que tratam a doença de Parkinson) para os sintomas extrapiramidais e estimulantes respiratórios (anfetamina, cafeína com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratória (diminuição severa dos movimentos respiratórios). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Os principais sintomas de intoxicação aguda por AMPLICTIL são: depressão do Sistema Nervoso Central, hipotensão (pressão baixa), sintomas extrapiramidais (diversos transtornos do movimento) e convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos secundárias a descargas elétricas cerebrais). Recomenda-se nestes casos lavagem gástrica precoce, evitando-se a indução do vômito; administração de antiparkinsonianos (medicamentos específicos que tratam a doença de Parkinson) para os sintomas extrapiramidais e estimulantes respiratórios (anfetamina, cafeína com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratória (diminuição severa dos movimentos respiratórios).

     Dizeres Legais

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

    MS 1.1300.0297

    Farm. Resp. Silvia Regina Brollo

    CRF-SP nº 9.815

    Registrado por:

    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

    Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP

    CNPJ 02.685.377/0001-57

    Fabricado por:

    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

    Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP

    CNPJ 02.685.377/0008-23

    Indústria Brasileira

    ® Marca registrada

    IB220612D

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    imagem-02-ares-atua-como-broncodilatador-aumentando-a-passagem-do-ar-pelas-vias-respiratórias

    Ares

    brometo de ipratrópio
    Solução inalatória

    Identificação do Produto

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Solução inalatória 0,25 mg/mL: embalagem contendo frasco de 20 mL.
    Via inalatória
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada mL (20 gotas) da solução inalatória contém: brometo de ipratrópio …………………………………………………………………………. ……………………..0,25 mg (0,0125mg/gota) correspondente a 0,202 mg de ipratrópio Veículo: cloreto de benzalcônio, ácido clorídrico,edetato dissódico di-hidratado, cloreto de sódio e água purificada.

    Informações ao paciente:

    Como este medicamento funciona?

    ARES atua como broncodilatador (aumentando a passagem de ar pelas vias respiratórias). O efeito deste medicamento inicia-se dentro de poucos minutos após a inalação e dura, em média, de 5 a 6 horas.

    Por que este medicamento foi indicado?

    ARES atua como broncodilatador no tratamento de manutenção do broncoespasmo (estreitamento das vias aéreas por onde o ar passa, causando falta de ar) associado à asma e à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC),que inclui bronquite crônica (inflamação dos canais do aparelho respiratório) e enfisema (que se caracteriza pela destruição dos alvéolos pulmonares, estruturas onde ocorre a troca de gases e ataca indivíduos que fumam por muito tempo). Você pode usar também ARES junto com fenoterol no tratamento do broncoespasmo agudo (falta de ar repentina)
    relacionado à asma e à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contra indicações

    ARES é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à atropina ou a seus derivados e/ou a quaisquer componentes da fórmula.

    Advertências:

    Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações desagradáveis.Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Precauções:

    ARES solução para inalação contém o cloreto de benzalcônio e o edetato dissódico di-hidratado; quando inalados estes componentes podem causar broncoconstrição (contração dos brônquios) em alguns pacientes sensíveis com hiperreatividade das vias respiratórias. Pacientes com predisposição a desenvolver glaucoma de ângulo fechado (doença ocular, ocasionada pelo aumento da pressão no olho), obstrução da bexiga ou hiperplasia da próstata (aumento da próstata) devem usar ARES com prudência. Pacientes com fibrose cística (doença de origem genética em que o pâncreas e os pulmões produzem um muco muito espesso) podem estar mais sujeitos a distúrbios na motilidade gastrintestinal (capacidade de fazer movimentos espontâneos no estômago e no intestino). Reações de hipersensibilidade imediata podem ocorrer após o uso de ARES, como demonstrado por casos raros de urticária (lesões de pele acompanhadas de coceira), angioedema (inchaço das camadas mais profundas da pele que ocorre nas mãos, pés e face), erupção cutânea (lesões na pele), broncoespasmo, edema de laringe (na garganta) e anafilaxia (reação alérgica sistêmica intensa) Embora raros, relataram-se efeitos oculares, como a dilatação da pupila (aumento da pupila), o aumento da pressão intraocular (no interior do olho), glaucoma de ângulo fechado e dor ocular quando o conteúdo de aerossóis com ARES, combinado ou não com outros medicamentos, com o o fenoterol, atingiu inadvertidamente os olhos. Portanto, solicite orientação do seu médico sobre o uso correto de ARES.
    Você deve evitar o contato do produto com os olhos. Desconforto ou dor ocular, visão embaçada, visão de imagens coloridas, ou halos visuais juntamente com olhos avermelhados decorrentes de congestão conjuntiva e edema da córnea podem ser sinais de glaucoma de ângulo fechado. Caso qualquer um destes sintomas se desenvolva, você deve administrar colírios para contrair a pupila e procurar um médico oftalmologista imediatamente. Deve-se cumprir exatamente as instruções de uso de ARES solução para inalação. Tome cuidado para não expor os olhos ao contato com a solução inalante. Recomenda-se que você use a solução nebulizada por meio de um bocal. Caso você tenha máscara para nebulização, ajuste-a perfeitamente ao seu rosto. Os pacientes com predisposição ao glaucoma devem proteger especificamente os olhos. Durante o tratamento com ARES podem ocorrer efeitos indesejáveis como tonturas, dificuldade para adaptar a vista para ver de perto/longe, dilatação da pupila e visão embaçada. Portanto, se você apresentar esses sintomas, deve evitar tarefas potencialmente perigosas como dirigir automóveis ou operar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    O uso de ARES durante a gravidez não é seguro, por isso, deve-se considerar os benefícios de ARES para a gestante,mas também os possíveis riscos para o feto. Não se sabe se o organismo elimina ARES no leite materno. Portanto, deve-se usar ARES com cuidado em mulheres que estejam amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    Substâncias como fenoterol, salbutamol, isoxsuprina, piperidolato e terbutalina e derivados da xantina podem tornar mais forte o efeito broncodilatador de ARES. O risco de glaucoma agudo em pacientes com histórico de glaucoma de ângulo fechado (ver advertências e precauções) pode aumentar com o uso simultâneo de ARES e betamiméticos como o salbutamol. Informe ao seu médico ou ao seu cirurgião-dentista se você faz uso de algum outro medicamento.

    Como devo usar este medicamento?

    ARES é um líquido límpido, incolor a levemente amarelado.

    Dosagem:

    Recomenda-se a seguinte posologia, a menos que o médico prescreva outra dose.

    Tratamento de manutenção:

    Adultos, incluindo idosos, e adolescentes acima de 12 anos: 2,0 ml (40 gotas = 0,5 mg) 3 a 4 vezes ao dia. Crianças de 6 – 12 anos: o médico pode adaptar a posologia, mas a dose recomendada é de 1,0 ml (20 gotas = 0,25 mg) 3 a 4 vezes ao dia. Crianças menores de 6 anos: o médico pode adaptar a posologia, mas a dose recomendada é de 0,4 – 1,0 ml (8 – 20 gotas = 0,1 – 0,25 mg) 3 a 4 vezes ao dia.

    Tratamento da crise aguda:

    Adultos, incluindo idosos, e adolescentes acima de 12 anos: 2,0 mL (40 gotas = 0,5 mg); pode-se usar doses repetidas até que o paciente esteja estável. O médico determina o intervalo entre as doses. Crianças de 6 – 12 anos: o médico pode adaptar a posologia, mas a dose recomendada é de 1,0 mL (20 gotas = 0,25 mg); pode-se usar doses repetidas até que o paciente esteja estável. O médico determina o intervalo entre as doses.

    Crianças menores de 6 anos:

    o médico pode adaptar a posologia, mas a dose recomendada é de 0,4 – 1,0 mL (8 – 20 gotas = 0,1 – 0,25 mg); pode-se usar doses repetidas até que o paciente esteja estável. O médico determina o intervalo entre as doses.

    Como usar:

    Instruções de uso da solução para inalação As instruções de uso devem ser cuidadosamente lidas para garantir o uso correto do medicamento.
    O frasco de ARES vem acompanhado de um gotejador, de fácil uso: basta colocar o frasco em posição vertical e deixar gotejar a quantidade desejada

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    1-Rompa o lacre da tampa.
    2-Mantenha o frasco na posição vertical. Para começar o gotejamento, bata levemente com o dedo no fundo do frasco. Deve-se usar a dose recomendada de ARES solução para inalação diluída, até um volume final de 3 – 4 mL, em soro fisiológico. Deve-se nebulizar e inalar esta dose a
    té esgotar toda a solução, para isto, use aparelhos de nebulização disponíveis no mercado. Onde houver oxigênio instalado, use a solução com fluxo de 6 a 8 litros/minuto. Você deve diluir a solução sempre antes de cada utilização; jogue fora qualquer quantidade residual (resto) da solução. A dose pode depender do modo de inalação e da qualidade de nebulização. Pode-se controlar a duração da inalação pelo volume de diluição. O médico deve supervisionar no caso de doses diárias superiores a 2 mg para adultos e crianças acima de 12 anos, e a 1 mg para crianças menores de 12 anos. Aconselha-se não exceder a dose diária recomendada pelo médico durante o tratamento de manutenção e da crise aguda. Se a terapia não produzir melhora significativa ou o paciente piorar, deve-se recorrer ao médico para que ele determine um novo esquema de tratamento. No caso de dispneia aguda (dificuldade de respiração) ou piora rápida da dispneia, procure um médico imediatamente. Pode-se combinar ARES solução para inalação com ambroxol, bromexina e fenoterol soluções para inalação. Não se deve misturar ARES solução para inalação com cromoglicato dissódico, no mesmo nebulizador, pois pode ocorrer precipitação do produto. Desconhecem-se restrições especiais para o uso do produto em pacientes em idade acima de 65 anos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use o medicamento com o prazo de validade venci
    do. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Muitos dos eventos adversos listados podem ser atribuídos às propriedades anticolinérgicas de ARES. Assim como acontece com toda terapia inalatória, no tratamento com ARES pode ocorrer sintomas de irritação local. Os eventos adversos foram identificados a partir de dados obtidos em estudos clínicos e pela farmaco vigilância durante o uso após a aprovação do medicamento. As reações adversas mais frequentemente relatadas em estudos clínicos foram cefaleia (dor de cabeça),tontura,irritação na garganta, tosse, boca seca, náusea e distúrbios da motilidade gastrintestinal. Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade, reação anafilática (reação alérgica grave).Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia (dor de cabeça), tontura. Distúrbios oculares: visão turva, midríase (dilatação da pupila), aumento da pressão intraocular, glaucoma (aumento da pressão interna do olho), dor ocular,visão de halos,hiperemia conjuntival (olhos vermelhos), edema de córnea, distúrbios na acomodação visual.Distúrbios cardíacos: palpitações (batimento alterado do coração), taquicardia supraventricular (batimento acelerado do coração), fibrilação atrial (batimento alterado do coração), aumento da frequência cardíaca (taquicardia). Distúrbios respiratórios: irritação na garganta, tosse, broncoespasmo (estreitamento das vias respiratórias – os brônquios), broncoespasmo paradoxal, espasmo da lar inge, edema oro-faríngeo, garganta seca. Distúrbios gastrointestinais: boca seca, náusea, distúrbios da motilidade gastrintestinal, diarreia, constipação (prisão
    de ventre), vômito, estomatite, erupção cutânea. Distúrbios na pele e tecido subcutâneo: rash, prurido, edema angioeneurótico, urticária. Distúrbios renais: retenção urinária.

    O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento uma só vez?

    Até o momento, não foram observados sintomas específicos de superdose com este medicamento. Por ARES ser um medicamento de amplo uso e de uso externo, não se espera que ocorram sintomas graves. Podem ocorrer manifestações menores, como boca seca, distúrbios de acomodação visual e aumento da frequência cardíaca (batimentos). Recomenda-se consultar o médico caso você tome doses muito acima das aconselhadas.

    Onde e como devo guardar este medicamento?

    Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (15°C a 30°C); proteger da luz. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    N.º do lote, data da fabricação e data da validade:
    vide cartucho
    Registro MS – 1.0497.1141
    UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
    Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
    Embu-Guaçu – SP CEP: 06900-000 SAC 0800 11 1559
    CNPJ: 60.665.981/0001-18 Indústria Brasileira
    Farm. Resp.: Florentino de Jesus Krencas
    CRF-SP: 49136
    Fabricado na Unidade Fabril:
    Trecho 1 Conjunto 11 Lote 6/12 Polo de Desenvolvimento JK
    Brasília – DF CEP: 72549-555
    CNPJ: 60.665.981/0007-03 Indústria Brasileira
    SAC 0800 11 1559

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  • prostadoron-indicado-no-tratamento-auxiliar-de-casos-de-dificuldade-urinaria-e-no-aumento-da-prostata

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Prostadoron

    Sabal serrulata,Berberis vulgaris,Populus tremula,Solidago virgaurea,Thuya occidentalis

    Medicamento Antroposófico

    Apresentação:

    Solução oral
    Sabal serrulataD1,Berberis vulgaris D3,Populus tremula D3,Solidago virgaurea D1,Thuya occidentalis D3.
    Frasco de vidro âmbar com 50 mL
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 1 grama de solução oral contém:
    Sabal serrulata (Saw palmetto) D1…………………………………………………………..400mg
    Berberis vulgarisD3……………………………………………………………………………..100mg
    Populus tremulaD3……………………………………………………………………………….150mg
    Solidago virgaureaD1……………………………………………………………………………200mg
    Thuya occidentalisD3…………………………………………………………………………….150mg
    * Graduação alcóolica: 44%
    Cada 1 ml de Prostadoron solução oral equivale a 20 gotas e contém 936mg do produto.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    PROSTADORON é um medicamento antroposófico indicado no tratamento auxiliar de casos de dificuldade urinária associada ou não ao aumento da próstata e nos casos de hipertrofia benigna da próstata.A indicação deste medicamento somente poderá ser alterada a critério do prescritor.

    Como este medicamento funciona?

    PROSTADORON, como um medicamento produzido e indicado de acordo com o conhecimento antroposófico, ageem primeira linha através do estímulo das forças autocurativas do organismo e serve para a harmonização de distúrbios da saúde acima relacionados.

    Quando não devo usar este medicamento?

    PROSTADORON é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

    O Que devo saber antes de utilizar este medicamento?

    Até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias não sugeridas por esta bula pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Atenção: este medicamento contém ÁLCOOL. Teor alcoólico de 44%.

    Gravidez e lactação:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.Interações medicamentosas: até o momento não houve relatos de interações medicamentosas.

    Pacientes idosos:

    Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Antes e depois da abertura da embalagem, proteger da luz solar, e de fontes de radiação eletromagnética, como por exemplo:forno de microondas, aparelho celular, televisão, computador, raios X, caixa acústica, etc.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido.Prazo de validade do medicamento: 24 meses Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. PROSTADORON apresenta-se na forma de uma solução amarelo-clara, levemente turva, com odor e sabor característicos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Tomar 20 a 30 gotas de 3 a 4 vezes ao dia por pelo menos 6 meses, ou até que os sintomas desapareçam,ou ainda conforme prescrição médica. Aplicar as gotas diretamente na boca, ou em um copo com água. A posologia poderá ser alterada a critério médico.Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.Mantenha sempre a dose e a frequência indicadas pelo prescritor ou o modo de tomar sugerido nesta bula.Informe ao seu médico, cirurgião-dentista o aparecimento de sintomas novos, agravação de sintomas atua is ou retorno de sintomas antigos.
    O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar sintomas.Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de usar o medicamento, não duplique a quantidade de medicamento na próxima tomada.Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Ainda não são conhecidas a intensidade e frequência das reações adversas. Caso ocorra suspenda o uso do medicamento.Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC)Em caso de sintomas que causem mal estar durante o tratamento, procure seu médico ou farmacêutico.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto.Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS
    PROSTADORON Solução oral – M.S. 1.0061.0066.001-5
    Farm. Resp.: Sherlise de Cassia Vieira Marcelino –
    CRF-SP nº 13.096
    Fabricado, embalado e distribuído por:
    WELEDA DO BRASIL – LABORATÓRIO E FARMÁCIA LTDA.
    Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33
    CEP.: 05125-000 – São Paulo – SP
    CNPJ: 56.992.217/0001-80
    Indústria Brasileira
    S.A.C. – 0800 55 32 66
    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 27/09/2010

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  • rinofluimucil-remedio-fotoRinofluimucil®

    acetilcisteína
    sulfato de tuaminoeptano

    Forma farmacêutica, via de administração e apresentação comercializada:

    Solução nasal. Frasco contendo 12 mL + conta-gotas
    Uso Nasal – Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada 1 mL de solução nasal contém:
    acetilcisteína …………………………………………………………………………………………………………………..10 mg
    sulfato de tuaminoeptano……………………………………………………………………………………………………5 mg
    excipientes*q.s.p.: ………………………………………………………………………………………………………………1mL
    *(ditiotreitol, edetato dissódico, hidróxido de sódio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de sódio
    monobásico, hipromelose, cloreto de benzalcônio, álcool etílico, sorbitol, aroma de menta e água).

    Informações ao Paciente:

    Como este medicamento funciona?

    Rinofluimucil® é um descongestionante nasal que possui em sua fórmula duas substâncias: a acetilcisteína que fluidifica as secreções ou o muco das vias aéreas (nariz) facilitando a sua limpeza e o sulfato de tuaminoeptano que promove o alívio imediato da congestão nasal provocada pela rinite e sinusite.

    Por que este medicamento foi indicado?

    Rinofluimucil® é indicado para o tratamento de rinites e sinusites.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contra-indicações:

    Rinofluimucil® é contra-indicado para pessoas sensíveis a acetilcisteína e/ou sulfato de tuaminoeptano e/ou demais componentes de sua formulação, ou em pacientes portadores de glaucoma e hipertiroidismo.

    Advertências:

    Rinofluimucil® deve ser usado com precaução em pacientes com doença cardiovascular, problemas na tireóide, crianças asmáticas, indivíduos com dificuldade em urinar e idosos que tenham a próstata aumentada. O uso excessivo de medicamentos vasoconstritores pode provocar efeito rebote com congestão e excesso de secreção.

    Uso durante a gravidez e lactação:

    Classe de risco C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientaçãomédica ou do cirurgião-dentista.
    Rinofluimucil® apenas deve ser utilizado por mulheres grávidas e lactantes em casos de extrema necessidade e sob cuidadosa supervisão médica.
    Não se sabe se as substâncias de Rinofluimucil® são encontradas no leite materno, por isso não é aconselhado o seu uso durante a amamentação.

    Uso pediátrico:

    Recomenda-se cautela ao administrar Rinofluimucil® em crianças asmáticas. Somente para praticantes de esportes. O uso de Rinofluimucil® pode ocasionar resultados positivos nos testes antidoping.

    Posso dirigir ou operar máquinas enquanto estiver usando Rinofluimucil®?

    Rinofluimucil® não interfere no estado de vigília e atenção do paciente, o que permite a você dirigir e operar máquinas normalmente enquanto estiver fazendo uso do medicamento.Recomenda-se precaução de uso em pacientes em tratamento concomitante como inibidores da
    monoaminoxidase (IMAOS). Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 6 anos. Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Como devo usar este medicamento?

    Aspecto físico e características organolépticas do medicamento. A solução nasal é um líquido incolor, límpido, com um leve odor de menta com fundo sulfúreo, que é característico da acetilcisteína.

    O que devo dizer a meu médico antes de administrar Rinofluimucil®?

    Durante a consulta, avise seu médico se possui algum problema cardíaco; problema na tireóide (remoção da tireóide ou se toma hormônio para tireóide); asma; próstata aumentada; glaucoma ou hipertensão.

    Dosagem:

    Adultos:

    3 a 4 gotas em cada narina de 3 a 4 vezes ao dia.

    Crianças:

    1 a 3 gotas em cada narina de 3 a 4 vezes ao dia.

    O que fazer no caso de esquecer de administrar uma dose?

    Se você deixou de aplicar uma dose, deverá fazê-lo o quanto antes, e administrar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.

    Como usar:

    1. Abra o frasco (Fig.1).
    2. Aproxime o conta-gotas da solução.
    3. Aspire à solução para o conta-gotas.
    4. Aplique as gotas nas narinas. O conta-gotas não deve ser introduzido no interior da narina, pois poderá contaminar o medicamento.
    5. Não limpe o conta-gotas com água, mas sim com papel absorvente, pois a água acelera a degradação do medicamento.
    6. Rosqueie o frasco com o conta-gotas (Fig.2).
    Não tome a solução, o seu uso é nasal. O medicamento já vem pronto para o uso, não é necessário diluir com água.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
    Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

    Quais os efeitos colaterais que este medicamento pode causar?

    Rinofluimucil® raramente apresenta reações adversas. Dentre as relatadas tem-se: excitabilidade,palpitações do coração, aparecimento de acne, irritação da mucosa do nariz, secura da mucosa do nariz, coceira, vermelhidão no local, espirro excessivo, paladar desagradável. As reações adversas desaparecem após a interrupção do tratamento.

    O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Em caso de superdose, acidental ou intencional, avise seu médico imediatamente para que ele possa prestar atendimento de urgência. O tratamento deve ser sintomático.

    Onde e como devo guardar este medicamento?

    Manter este medicamento em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).
    Recomenda-se manter o frasco aberto o menor tempo possível durante a aplicação.
    Este medicamento, depois de aberto, somente poderá ser consumido em 15 dias.

    Informações técnicas aos profissionais de saúde
    Caracteristicas farmacológicas:

    Mecanismo de ação
    Rinofluimucil® é uma associação terapêutica composta por acetilcisteína e sulfato de tuaminoeptano.

    Acetilcisteína :

    Trata-se de um fármaco mucolítico direto que atua sobre as características reológicas do muco,destruindo as pontes dissulfeto das macromoléculas mucoproteícas presentes na secreção brônquica. Esta ação farmacológica realiza-se graças à presença de um grupo sulfidrílico (-SH) livre na molécula que proporciona a sua atividade biológica. A ação determina a formação de moléculas com um pesomolecular inferior, o que contribui para uma maior fluidez do muco ao reduzir a sua viscosidade. A acetilcisteína é eficaz na redução da consistência e elasticidade do muco, observando-se uma relação dose e tempo/resposta. Os aumentos progressivos das concentrações de acetilcisteína provocam
    uma maior e mais rápida redução de viscosidade. Acetilcisteína é um derivado do aminoácido natural cisteína e age como precursor do agente redutor glutationa, uma molécula endógena com papel crucial no mecanismo de defesa de agentes tóxicos. A acetilcisteína também tem demonstrado ser essencial no controle de várias condições patológicas onde está presente o estresse oxidativo, como bronquite aguda e crônica, rinite e sinusite. A eficácia terapêutica de acetilcisteína, nos processos inflamatórios nasais como a rinite, é interpretada por suas ações farmacológicas: redução da viscosidade do muco e efeitos antiinflamatórios/antioxidante. A redução da viscosidade do muco facilita a remoção e evita a evolução para a infecção (sinusite). O efeito antiiflamatório/antioxidante se dá pela cisteína que é o precursor da glutationa, um dos mais importantes antioxidantes presentes na célula, por inibição da função monócita, neutrófila e quimiotáxica. De acordo com os estudos in vitro, a acetilcisteína possui efeito antiinflamatório em condições alérgicas.

    Sulfato de tuaminoeptano:

    Este agente simpatomimético (agonista alfa-adrenérgico) é utilizado como descongestionante nasal tópico para o tratamento sintomático de todas as formas de rinite.

    Farmacocinética:

    Rinofluimucil® pode ser absorvido sistemicamente através da mucosa nasal e do trato gastrintestinal após administração intranasal, resultando em efeitos adversos sistêmicos, principalmente em doses excessivas.

    Farmacodinâmica:

    Rinofluimucil® contém acetilcisteína, um agente mucolítico que também melhora a atividade mucociliar das mucosas do trato respiratório. Particularmente neste medicamento a acetilcisteína reduz a viscosidade das secreções das mucosas nos processos catarrais e gripais facilitando a sua expulsão. Esta ação é obtida pela despolimerização dos complexos mucoproteícos e ácidos nucléicos, que conferem a viscosidade às secreções purulentas e mucopurulentas. Rinofluimucil® ,também contém sulfato de tuaminoeptano, um agente alfa adrenérgico, onde sua administração tópica nas mucosas nasais proporciona uma ação vasoconstritora prolongada.

    Resultados de eficácia:

    Eficácia na rinite:

    Em um estudo com 71 pacientes com quadro clínico de rinite purulenta ou mucopurulenta e rinite vasomotora e alérgica, Rinofluimucil® (3 a 4 gotas, 4 vezes ao dia durante 10 dias) produziu melhora mais significativa nos casos graves do que em comparação com os casos leves, e, por isso foi considerado um medicamento de escolha para a rinite. Ademais, também foi bem tolerado pelos pacientes (1).

    Eficácia na pediatria:

    Em 39 pacientes com idade média de 5,3 anos foram administradas de 3 a 4 gotas de Rinofluimucil®, 3 vezes ao dia e durante 7 dias. Ao final do tratamento observou-se que houve melhora em 54% dos casos na aparência da secreção e melhora de 83% no local da inflamação.
    Quanto ao prurido, houve uma melhora superior a 90% dos casos. Em nenhum dos pacientes tratados foram observados efeitos adversos. Pôde-se concluir que Rinofluimucil® é eficaz nos casos de rinite purulenta acompanhada de abundante secreção viscosa em crianças (2) .

    Eficácia nos processos inflamatórios:

    Num estudo duplo-cego Rinofluimucil® foi avaliado quanto à eficácia nos processos inflamatórios nasais agudos ou crônicos reagudizados, de etiologia infecciosa e/ou alérgica, com a finalidade de avaliar os efeitos descongestionante, antiinflamatório e mucolítico. Foram avaliados 120 pacientes,com idade entre 2 a 43 anos, com Rinofluimucil®, sendo que no final do estudo (3 gotas em cada fossa nasal, 3 vezes ao dia e durante 4 dias consecutivos) observou-se que 75% dos casos tiveram melhora. Por meio de um estudo aberto, multicêntrico com 70 pacientes com idade entre 9 meses e 55 anos com rinite, otite simples ou complicada e sinusite, sob tratamento com Rinofluimucil® (3 a 4 gotas, 3 a 4 vezes ao dia, durante 5 a 10 dias), observou-se uma melhora significativa em mais de 80% dos casos.

    Indicações:

    Rinofluimucil® é indicado para o tratamento de rinites agudas, subagudas e crônicas, principalmente com secreção mucosa, mucopurulenta e/ou presença de formações mucocrostosas e para o tratamento de sinusites agudas e crônicas.

    Contra-Indcações:

    Este medicamento é contra-indicado para pacientes com histórico de hipersensibilidade conhecida a acetilcisteína, sulfato de tuaminoeptano e/ou demais componentes de sua formulação, glaucoma de ângulo fechado, hipertireoidismo, Este medicamento não deve ser usadodurante o tratamento com inibidores da monoamino oxidase (IMAO) e nas duas semanas seguintes ao término do tratamento.

    Modo de usar:

    Vide orientações descritas anteriormente.

    Conservação do medicamento depois de aberto:

    Manter na embalagem original. Conservar a temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) por no máximo 15 dias.

    Advertências:

    Os agentes simpatomiméticos devem ser usados com precaução em pacientes que podem ser suscetíveis aos seus efeitos, particularmente em pessoas com doença cardiovascular, como doença isquêmica cardíaca, arritmia, taquicardia, arteriosclerose, hipertensão ou aneurisma, angina pectoris,hipertireoidismo, crianças asmáticas, indivíduos com dificuldade em urinar, e pacientes idosos que tenham hipertrofia da próstata. O uso excessivo de vasoconstritores pode provocar o efeito rebote com congestão e rinorréia. Pacientes que fazem uso de inibidores da MAO devem ter precaução para utilizar Rinofluimucil®. O uso de Rinofluimucil® pode ocasionar resultados positivos nos testes antidoping.

    Interações Medicamentosas:

    Não há evidência na literatura clínica de interação medicamentosa significativa de Rinofluimucil® com outras drogas. Pacientes que fazem uso de inibidores da MAO devem suspender o tratamento 14 dias antes de iniciar o tratamento com Rinofluimucil®.

    Reações adeversas ao medicamento:

    As doses mais altas freqüentemente administradas podem causar reações adversas de natureza adrenérgica como aumento da excitabilidade, palpitações cardíacas e tremores. Algumas vezes,foram relatadas erupções de acne, que desapareceram com a interrupção do tratamento, secura do nariz e da garganta. De 1.049 pacientes tratados em estudos com Rinofluimucil® apenas 24 (2,3%) apresentaram reações adversas, entre elas foram relatadas: irritação da mucosa nasal, secura da mucosa nasal,prurido, rubor local, estimulação ao espirro, paladar desagradável. As reações adversas relatadas nos estudos foram reversíveis com a interrupção do tratamento com o medicamento.

    Superdose:

    Não foram relatados casos de superdose até o momento. Recomenda-se tratamento sintomático.

    Armazenagem:

    Manter este medicamento em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30ºC).
    Este medicamento, depois de aberto, somente poderá ser consumido em 15 dias.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Nº lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.
    Registro MS-1.0084.0112
    Farm. Resp. : Dr. Helcio Garcia de Souza – CRF-SP 37.345
    Fabricado por:
    ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA.
    Rua Descampado, 63 – Vila Vera – CEP: 04296-090 – São Paulo / SP
    CNPJ nº. 61.100.004/0001-36 – Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada
    Referências Bibliográficas:
    1. Portmann M, Sterkers JM. Expertise clinique. Rhinofluimucil gottes nasales. Report in Zambon
    File – February 14, 1980.
    2. Duvivier A. Experimentation double-aveugle en pediatrie avec Rhinofluimucil para rapport a un
    placebo. Report in Zambon File – January 1981.
    3. Albernaz PLM, et al. Terapêutica tópica dos processos inflamatórios nasais com um preparado de
    ação mucolítica, antiflogística, vasoconstritora e antisséptica. Separata de “A Folha Médica”.
    1974; 68(3): 253-255.
    4. Macciocchi A. Studio multicentrico su un preparato rinologico ad azione mucolitica. Rivista medica
    della Svizzera Italiana – Novembre 1979, p. 489-492

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  • O laboratório farmacêutico Merck ampliará as bulas de dois medicamentos para o tratamento da calvície masculina e problemas na próstata para incluir os efeitos sexuais colaterais.

    As mudanças afetam os remédios Propecia e Proscar, que contêm o princípio ativo finasterida, depois que os resultados de testes clínicos mostraram mais efeitos colaterais que não haviam sido incluídos no momento da aprovação, informou a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA).

    A nova bula do Propecia, um medicamento para tratar a calvície masculina, incluirá “transtornos da libido, transtornos da ejaculação e transtornos de orgasmo que continuaram depois do abandono do remédio”, informou a FDA.

    O Proscar, que trata os sintomas do crescimento da próstata, agora terá a frase “diminuição da libido, que continua depois de abandonar o remédio”.

    Além disso, as duas marcas estão sendo revisadas para “incluir uma descrição dos relatórios de infertilidade masculina e/ou baixa qualidade do sêmen, que normalizou ou melhorou depois de abandonar a droga”.

    A porta-voz da FDA, Stephanie Yao, explicou que já era conhecido que os remédios haviam provocado previamente efeitos sexuais colaterais em um pequeno número de pacientes, e que parte desta informação foi incluída na bula no momento da aprovação.

    “A alteração da bula amplia a lista dos efeitos sexuais adversos reportados à FDA depois da comercialização”, declarou Yao.

    A entrada do Proscar no mercado americano foi aprovada em 1992, enquanto a do Propecia aconteceu em 1997. Em 2011, as bulas dos dois remédios foram revisadas para incluir a disfunção erétil que continuava depois do fim do uso do medicamento, explicou a agência americana.

    A FDA destacou que, apesar de não terem sido estabelecidos vínculos claros entre a finasterida e efeitos sexuais adversos, os casos sugerem uma “gama mais ampla de efeitos contrários do que se informou previamente em pacientes que tomaram os medicamentos”.

    Os testes clínicos mostraram que 3,8% dos homens que tomaram o Propecia notificaram um ou mais efeitos sexuais colaterais, contra 2,1% dos que tomaram um placebo.

    “Propecia e Proscar são geralmente bem tolerados e efetivos para seus respectivos usos de acordo com a bula do produto aprovado”, afirmou a Merck em um comunicado.

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