• Ansiedade 21.03.2014 No Comments

    lorax-e-indicado-para-o-controle-dos-disturbios-de-ansiedade

    Lorax®

    lorazepam

    Apresentações:

    Lorax® 1 ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico a partir de 12 anos de idade.

    Composição:

    Princípio ativo: lorazepam. Cada comprimido de Lorax® 1mg contém 1mg de lorazepam. Cada comprimido de Lorax® 2mg contém 2mg de lorazepam. Excipientes:lactose, celulose microcristalina, polacrilina potássica, estearato de magnésio e adicionalmente, o comprimido de 2 mg contém o corante amarelo FD&C nº 5 (tartrazina).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Lorax® é indicado para: 1. Controle dos distúrbios de ansiedade ou para alívio, a curto prazo, dos sintomas da ansiedade ou da ansiedade associada com sintomas depressivos. A ansiedade ou tensão associadas ao estresse da vida cotidiana não requer, usualmente, tratamento com um ansiolítico (classe medicamentosa do Lorax). Seu médico deve, periodicamente, reavaliar a utilidade da droga, considerando cada paciente individualmente.
    2. Tratamento do componente ansiedade em estados psicóticos e depressão intensa, quando estiver indicada terapia adjuvante  complementar).
    3. Como medicação pré-operatória, tomada na noite anterior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico.

    Como este medicamento funciona?

    Lorax® (lorazepam) é um medicamento do grupo dos benzodiazepínicos. Como todo benzodiazepínico, o mecanismo de ação de Lorax® permanece desconhecido. Acredita-se que age em diversos receptores específicos em diferentes locais do Sistema Nervoso Central, diminuindo, assim, a geração do estímulo nervoso dos neurônios (células do sistema nervoso), melhorando a ansiedade. A ação do medicamento inicia, aproximadamente, 30 minutos após sua ingestão. Lorax® está indicado no controle da ansiedade. Não está indicado no tratamento da depressão primária e de doenças psiquiátricas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Lorax® está contraindicado para pacientes com alergia aos benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) ou a qualquer componente de sua fórmula. Este medicamento é contraindicado para menores que 12 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe seu médico sobre o diagnóstico ou tratamento de glaucoma (aumento da pressão intra ocular) agudo, caso seja de seu conhecimento. O uso de Lorax pode provocar depressão respiratória potencialmente fatal. Em pacientes idosos ou debilitados, a dose diária inicial não deve exceder 2 mg, para evitar sedação excessiva ou falta de coordenação dos movimentos do corpo. Há relatos de perturbação da memória associados ao uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Reações alérgicas graves foram relatadas com o uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Casos envolvendo a língua, glote ou laringe, necessitando de atendimento médico de emergência, foram relatados em pacientes após a utilização das primeiras ou subseqüentes doses de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Pacientes que desenvolveram reações alérgicas após o tratamento com benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) não deverão ser submetidos a um novo tratamento com esse tipo de medicamento. Na concentração de Lorax® 2 mg: “Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. O uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) pode causar dependência. Portanto, Lorax® só deve ser utilizado sob rigorosa orientação médica. Lorax deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória [p.ex., Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Síndrome da Apnéia do Sono]. Indivíduos propensos ao abuso, tais como os dependentes de drogas ou álcool, devem evitar o uso de benzodiazepínicos,incluindo Lorax®, devido a sua predisposição para desenvolvimento de dependência.

    Interações Medicamentosas:

    Lorax® , aumenta o efeito de sedação (sonolência) de bebidas alcoólicas, barbitúricos e outros medicamentos que produzam depressão do Sistema Nervoso Central. Os pacientes em tratamento com Lorax® devem evitar ingestão alcoólica. O uso de medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central, quando necessário, deve ser feito com cautela e em doses reduzidas, de acordo com a orientação do médico responsável. Interações com Exames Laboratoriais O uso de Lorax associado com pirimetamina (medicamento utilizado no tratamento da malária e outras doenças infecciosas) pode alterar testes de função hepática (do fígado). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Lorax® 1 mg são brancos, redondos, com bordas chanfradas e apresentam um vinco central em uma das faces. Os comprimidos de Lorax® 2 mg são amarelos, redondos, com bordas chanfradas e apresentam um vinco central em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Lorax® comprimidos deve ser administrado por via oral.

    Dosagem:

    Lorax® deve ser utilizado na menor dose e menor prazo possível, de acordo com estrita orientação de seu médico. A interrupção do uso de Lorax® deve ser feita gradualmente. Somente seu médico deve aumentar a dose ou interromper o tratamento. A dose média diária para tratamento da ansiedade é 2 a 3 mg, administrada em doses divididas. Entretanto pode-se chegar a limites compreendidos entre 1 e 10 mg ao dia. Para insônia devida à ansiedade ou distúrbio situacional transitório, uma única dose diária de 1 a 2 mg pode ser administrada, geralmente ao deitar. Para pacientes idosos ou debilitados, recomenda-se uma dose inicial de 1 ou 2 mg/dia (em doses divididas), que será ajustada segundo as necessidades e a tolerância do paciente. Como medicação pré-operatória, recomenda-se uma dose de 2 a 4 mg de Lorax® na noite anterior à cirurgia e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico. A dose diária é estabelecida pelo seu médico, segundo necessidade de cada paciente. O período de tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação da necessidade da manutenção do tratamento.

    Pacientes idosos e debilitados:

    para pacientes idosos e debilitados, a dose inicial deve ser reduzida em aproximadamente 50% e a posologia deve ser ajustada conforme a necessidade e a tolerabilidade do paciente. Uso em pacientes com insuficiência hepática (diminuição da função do fígado): a posologia para pacientes com insuficiência hepática grave pode ser ajustada cuidadosamente de acordo com a resposta do paciente. Doses mais baixas podem ser suficientes nesses pacientes. Uso em pacientes com insuficiência renal (diminuição da função dos rins): não há recomendação específica de
    posologia para pacientes com insuficiência renal.

    Como Usar:

    Lorax® comprimidos deve ser administrado por via oral conforme a prescrição de seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de usar Lorax no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Lorax® pode causar reações desagradáveis tais como: Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sensação de cansaço, sonolência. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alteração do caminhar e da coordenação, confusão, depressão, tontura, fraqueza muscular. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas, alteração do desejo sexual, impotência, orgasmo diminuído. Frequência indeterminada: reações alérgicas (de pele e inchaços de mucosas e vias aéreas internas), aumento da quantidade de urina, diminuição do sódio no sangue, temperatura corporal baixa, queda da pressão arterial, náusea, intestino preso, aumento de enzimas produzidas pelo fígado, diminuição de plaquetas e/ou glóbulos brancos (células da defesa) e/ou vermelhos no sangue, trem ores, vertigem (tontura), distúrbios visuais (incluindo visão dupla e visão turva), fala arrastada, dor de cabeça, convulsões, amnésia, desinibição, euforia, coma, tentativa/ideação suicida, atenção / concentração prejudicada, desordem no equilibro, ansiedade, agitação, excitação, hostilidade, agressão, raiva, distúrbios do sono/insônia, excitação sexual, alucinações, depressão respiratória, falta de ar, falta de ar durante o sono, piora de doença pulmonar obstrutiva e queda de cabelo. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Na experiência pós-comercialização, ocorreu superdosagem com Lorax predominantemente em administração concomitante a álcool e/ou outros medicamentos. Sintomas: Os sintomas podem variar em termos de gravidade e incluem sonolência, confusão mental, vagarosidade, dificuldade para falar, alteração do caminhar, depressão do Sistema Nervoso Central, sensação de corpo “mole”, queda de pressão arterial, depressão respiratória, diminuição do batimento cardíaco, coma e morte. Tratamento: Procurar um hospital imediatamente após a ingestão de maior quantidade de comprimidos de Lorax®. Não se recomenda a indução de vômitos caso haja risco do paciente aspirar o conteúdo do vômito para o pulmão. Pode haver indicação de lavagem gástrica se esse procedimento for realizado logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Porém, isso só deve ser feito em hospital e por um médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS – 1.2110.0035
    Farm. Resp.: Edina S. M. Nakamura – CRF- SP n°9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860
    São Paulo – SP – Brasil
    CNPJ nº. 61.072.393/0001-33
    Fabricado, Embalado e Distribuído por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Castelo Branco, km 32,5 – Itapevi – SP – Brasil
    CNPJ nº 61.072.393/0039-06
    Indústria Brasileira

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  • yomax-indicado-no-tratamento-das-disfunções-sexuais-masculinas-de-origem-psicogenica

    Yomax®

    cloridrato de ioimbina

    Forma Farmacêutica:

    Comprimidos

    Apresentações:

    Comprimidos de 5,4 mg. Caixa contendo 60 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém: cloridrato de ioimbina …………………………….5,4mg. Excipientes* qsp…………………………………….1comprimido*Excipientes: estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento e indicado?

    YOMAX® (cloridrato de ioimbina) é indicado no tratamento das disfunções sexuais masculinas, de origem psicogênica.

    Como este medicamento funciona?

    YOMAX® é um medicamento utilizado principalmente por urologistas no tratamento e/ou no diagnóstico de certos tipos de ereção masculina. Pode ser utilizado também em certos casos de hipotensão.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar YOMAX® se tiver hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para pacientes com disfunção renal ou hepática,angina pectoris, hipertensão e doenças cardíacas. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Pacientes recebendo ioimbina devem estar sob supervisão de especialistas habituados ao seu uso. Não utilizar YOMAX® (cloridrato de ioimbina) em pacientes com distúrbios psiquiátricos ou cardiorrenais,e com história de úlcera gastroduodenal. Recomenda-se a monitorização periódica quanto a pressão arterial e frequência cardíaca. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    YOMAX® (cloridrato de ioimbina) deve ser mantido em temperatura ambiente (entre l5°C e 30°C) e ao abrigo da luz e da umidade. O prazo de validade de YOMAX® é de 24 meses após a data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Yomax® é um comprimido circular, branco, biconvexo, com vinco simples em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral. YOMAX®: Um comprimido de três vezes ao dia. Se ocorrerem reações como náusea, tontura ou nervosismo, a dosagem pode ser reduzida para 1/2 comprimido, três vezes ao dia. Posteriormente, a dose deve ser aumentada gradualmente para 1 comprimido três vezes ao dia. O tratamento não deve ser superior a 10 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar os sintomas. Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve tomar assim que lembrar. E não exceda a dose recomendada para cada dia. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou do cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis inesperadas como hipertensão e taquicardia, aumento da atividade motora, irritabilidade, e nervosismo. Foram relatadas como ocorrências raras: náusea ou vômito, cefaleia, transpiração, erupção cutânea, rubor e tremor. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Centro de Atendimento ao Consumidor (CAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Doses diárias de 20 a 30 mg podem aumentar a frequência cardíaca e a pressão sanguínea e produzir rinorreia e piloereção. Sintomas mais severos, ligados a dosagens muito altas (l,8g) podem incluir incoordenação, parestesias, tremores e estados dissociativos. A intoxicação deve ser tratada pelo restabelecimento do equilíbrio líquido e pela administração parenteral de adrenérgicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº 1.0118.0120
    Farmacêutica Responsável: Renata Maurano Oetterer Rocha
    - CRF SP nº 52341
    Registrado e Fabricado por APSEN FARMACÊUTICA S/A
    Rua La Paz, nº 37/67 – São Paulo -SP
    CNPJ 62.462.015/0001-29
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Centro de Atendimento ao Consumidor: 0800 16 5678
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • wintomylon-indicado-para-o-tratamento-das-infecções-urinarias-e-intestinais-causadas-por-germes-gram-negativos

    Wintomylon®

    ácido nalidíxico

    Apresentação:

    Suspensão oral 50 mg/ml: frasco com 60 ml.
    Uso Oral. Uso Adulto e Pediátrico Acima de 3 Meses

    Composição:

    WINTOMYLON suspensão 50mg/mL. Cada mL de WINTOMYLON contém 50 mg de ácido nalidíxico. Excipientes: sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, butilparabeno, carbômer 934P, aroma de framboesa, sacarina sódica di-hidratada, corante vermelho FD&C 40, corante vermelho D&C 33, hidróxido de sódio e água purificada.

    Para que este medicamento é indicado?

    WINTOMYLON é indicado para o tratamento das infecções urinárias e intestinais causadas por germes Gram-negativos sensíveis ao ácido nalidíxico incluindo a maioria das cepas de Proteus spp. Klebsiella, Enterobacter e E. coli(tipos de bactérias).

    Como este medicamento funciona?

    WINTOMYLON é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada ácido nalidíxico. Esta substância é prescrita pelo médico para combater alguns tipos de infecções, principalmente infecções urinárias e intestinais.

    Quando não devo usar este medicamento?

    WINTOMYLON está contraindicado em pacientes com hipersensibilidade (alergia ou intolerância) manifesta ao ácido nalidíxico e compostos relacionados, bem como naqueles com histórico de crise convulsiva e em casos de porfiria (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas). Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e Precauções

    WINTOMYLON deve ser administrado com cautela aos pacientes com doença no fígado, arteriosclerose cerebral grave (endurecimento das paredes das artérias) ou deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (doença hereditária que frequentemente desencadeia anemia). O tratamento deve ser interrompido em caso de sinais ou sintomas sugestivos de aumento da pressão intra-craniana (dentro do crânio), de psicose ou de outras manifestações tóxicas. Pacientes que fazem uso do ácido nalidíxico devem ser aconselhados a evitar exposição à luz solar direta; ocorrendo sensibilização, a terapia deverá ser descontinuada. Culturas e testes de sensibilidade devem ser repetidos caso a resposta clínica seja insatisfatória, ou caso ocorra uma recidiva. Se houver desenvolvimento de resistência ao ácido nalidíxico, ela geralmente surge nas primeiras 48 horas. A resistência cruzada entre o ácido nalidíxico e outros derivados quinolônicos como o ácido oxolínico e a cinoxacina, têm sido obervada.
    Efeito no tendão: Foram relatadas alterações no tendão incluindo ruptura de tendão com o uso de ácido nalidíxico. Se há suspeita de tendinite (inflamação no tendão), o tratamento com ácido nalidíxico deve ser interrompido imediatamente.

    Gravidez e amamentação:

    A segurança do uso do ácido nalidíxico durante a gravidez não foi ainda estabelecida. Assim, WINTOMYLON só deve ser usado durante a gravidez caso os benefícios potenciais ultrapassem os riscos potenciais, especialmente durante o primeiro trimestre (o ácido nalidíxico atravessa a placenta e mostrou ser absorvido por cartilagens em crescimento em várias espécies animais) e também durante o último mês de gravidez devido ao risco potencial para o recém-nascido. A exposição ao ácido nalidíxico in utero pode levar à presença de concentrações significativas do ácido nalidíxico no recém-nascido logo após o nascimento. O ácido nalidíxico é excretado no leite materno e por isso está contraindicado durante a lactação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Populações especiais

    Pacientes idosos:

    O uso de WINTOMYLON em pacientes idosos que em geral já apresentam comprometimento de órgãos deve ser cuidadosamente monitorado. Uso em crianças pré-púberes: O ácido nalidíxico e drogas a ele relacionadas podem produzir erosões na cartilagem de articulações de suporte, além de outros sinais de artroplastia (operação de uma articulação para restituir-lhe o quanto possível a mobilidade e a função) em animais jovens , na maioria das espécies testadas. Sugere-se, pois, até o esclarecimento da significância clínica deste achado, que a administração do fármaco a crianças pré-púberes seja seguida de observação médica cuidadosa. Surgindo sintomas de dores nas articulações, o tratamento deve ser interrompido. Pacientes com insuficiência dos rins e do fígado. Nos tratamentos por tempo superior a duas semanas,devem ser realizados testes periódicos das funções do fígado e do rim,bem como hemograma (exame que avalia as células sanguíneas, as da série branca e vermelha, contagem de plaquetas, e os índices hematológicos). Pacientes com redução acentuada da função dos rins devem ser tratados com cautela, podendo haver necessidade de reduzir a dose (Vide Posologia).

    Interações Medicamentosas:

    O ácido nalidíxico pode aumentar os efeitos de anticoagulantes orais, tais como a warfarina ou a bis-hidroxicumarina, pelo deslocamento de quantidade significativa desses medicamentos dos sítios de ligação na albumina (principal proteína do sangue) sérica. Deve ser realizada monitoração apropriada do tempo de protrombina (medida laboratorial para avaliar a coagulação) e eventual ajuste da dose do anticoagulante. A ação do ácido nalidixico pode ser inibida por certos agentes bacteriostáticos (substâncias que diminuem ou inibem o crescimento bacteriano) como tetraciclina, cloranfenicol e nitrofurantoína, sendo esta última um antagonista do ácido nalidíxico in vitro. A probenecida (substância utilizada para aumentar a durabilidade do efeito medicamentoso) pode reduzir a eficácia do ácido nalidíxico nas infecções urinárias, e aumentar o risco de toxicidade sistêmica. Toxicidade gastrintestinal séria pode estar associada com o uso concomitante de ácido nalidíxico e melfalan.

    Medicamento-exame laboratorial e não laboratorial:

    Os pacientes que tomam WINTOMYLON podem apresentar uma reação falsamente positiva para glicose urinária em testes baseados na redução do cobre. Os testes específicos para glicose baseados em reações enzimáticas, porém, não costumam apresentar reação falsamente positiva. Pacientes em tratamento com WINTOMYLON podem apresentar alteração nos valores de esteróides urinários,17-ceto e cetogênicos, em testes baseados na presença de ácido vanililmandélico na urina. O teste de Porter-Silber poderá ser utilizado como alternativa para a dosagem de 17-hidroxicorticosteróides. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    WINTOMYLON suspensão deve ser mantido em sua embalagem original. Evitar calor excessivo (temperatura superior a 40ºC) e proteger da luz.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento:

    Suspensão viscosa de coloração rosa, que pode apresentar ou não partículas brancas em sua composição,com odor característico de framboesa. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de usar:

    WINTOMYLON deve ser tomado por via oral de preferência 1 hora antes das refeições, com estômago vazio. WINTOMYLON suspensão oral deve ser agitado para garantir a homogeneização.

    Posologia:

    Adultos (inclusive idosos):

    1 grama (20 mL de suspensão oral) 4 vezes ao dia.Para manutenção do tratamento prolongado a dose pode ser reduzida para 500 mg (10 mL de suspensão oral) 4 vezes ao dia. Não há estudos dos efeitos de WINTOMYLON administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo seu médico.

    Populações especiais:

    Crianças com mais de 3 meses: 55 mg/kg/dia dividida em 4 tomadas. Para manutenção do tratamento prolongado a dose pode ser reduzida para 33 mg/kg/dia dividida em 4 tomadas. As doses mencionadas correspondem, aproximadamente, às seguintes medidas domésticas: Peso Medida doméstica: 6 – 10 kg ½ a 1 colher das de café (1,25 – 2,5mL) – 4 vezes ao dia 11 – 17 kg 1 a 2 colheres das de café (2,5 – 5,0 mL) – 4 vezes ao dia
    18 – 26kg 1 a 1 ½ colher das de chá (5,0 – 7,5 mL)- 4 vezes ao dia 27 – 39kg 1 ½ a 2 colheres de chá (7,5 – 10 mL ) – 4 vezes ao dia.

    Pacientes com insuficiência dos rins:

    Quando a depuração da creatinina (teste da função renal) for igual ou inferior a 20mL/minuto, administrar a metade das doses recomenda das acima. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este me esquecer de usar este medicamento?

    Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). As reações adversas observadas após administração oral de WINTOMYLON incluem: Efeitos no Sistema Nervoso Central: sonolência, tontura, fraqueza, cefaleia (dor de cabeça) e vertigem (tontura). Foram relatados raros casos de psicose tóxica ou de breves convulsões, geralmente após doses excessivas. Em geral, as convulsões ocorreram em pacientes com fatores predisponentes, tais como epilepsia ou arteriosclerose (endurecimento das paredes das artérias) cerebral. Foram ocasionalmente observados, em lactentes e em crianças que recebiam doses terapêuticas de ácido nalidíxico,aumento de pressão intracraniana (dentro do crânio) com abaulamento da fontanela (moleira) anterior, edema papilar e dor de cabeça. Raros casos de paralisia do sexto par craniano (nervos cranianos) foram reportados. Embora os mecanismos destas reações sejam desconhecidos, os sinais e sintomas em geral desaparecem rapidamente, sem sequelas, quando o tratamento é descontinuado.

    Efeitos visuais:

    Perturbações visuais subjetivas e reversíveis têm ocorrido raramente (na maioria das vezes durante os primeiros dias de tratamento). Essas reações incluem aumento de sensibilidade à luz, modificação da percepção das cores,dificuldade de acomodação visual, diminuição de acuidade visual, visão dupla. Tais efeitos geralmente desaparecem com a redução da dose ou com a suspensão da terapia.

    Efeitos gastrintestinais:

    Caracterizados por dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia.

    Efeitos alérgicos:

    Erupções na pele, prurido (coceira e/ou ardência), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), eosinofilia (aumento do número de um tipo de leucócito do sangue chamado eosinófilo), dor e rigidez articular e, raramente, angioedema (inchaço
    em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), choque anafilático (reação alérgica grave) e reação anafilactóide.

    Efeitos na pele:

    Reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz) representadas por eritema (vermelhidão) e bolhas na pele exposta à luz solar
    direta, geralmente desaparecem entre 2 semanas e 2 meses após a suspensão do tratamento, mas lesões bolhosas podem continuar aparecendo em caso de novas exposições à luz solar ou de traumas cutâneos, durante até 3 meses.

    Outros efeitos:

    Ocorrem alterações no tendão incluindo ruptura de tendão, colestase (redução do fluxo biliar, quer por diminuição ou mesmo interrupção do mesmo), parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira,percebidos na pele e sem motivo aparente), acidose metabólica (excesso de acidez no sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue) ou anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos) algumas vezes associada a uma deficiência na atividade da glicose-6-fosfato desidrogenase. Informe seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do qua a indicada deste medicamento?

    Manifestações:

    Psicose tóxica, convulsões, aumento da pressão intracraniana (dentro do crânio) ou acidose metabólica (excesso de acidez no sangue) podem ocorrer nos pacientes que façam uso de concentrações maiores do que as preconizadas. Vômitos, náusea e sonolência podem também ocorrer em seguida à dose excessiva.

    Tratamento:

    As reações são de curta duração, pois o medicamento é rapidamente eliminado. Sendo, porém a intoxicação identificada em suas manifestações iniciais recomenda-se proceder à lavagem gástrica. Caso a absorção já tenha ocorrido,recomenda-se administração de líquidos em abundância, além de aplicação de medidas de suporte, tais como oxigênio e respiração artificial, se necessários. Embora terapêutica anticonvulsivante não tenha sido necessária nos poucos casos relatados de intoxicação, poderá ser indicada nos casos mais graves. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
    MS 1.1300.0984
    Farm. Resp.: Antonia A. Oliveira
    CRF-SP nº 5.854
    Registrado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
    CNPJ 02.685.377/0001-57
    Fabricado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
    CNPJ 02.685.377/0008-23
    ® Marca Registrada
    Indústria Brasileira

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  • neovermin-indicado-para-otratamento-das-infestações-causadas-por-microrganismos

    Neovermin

    mebendazol e tiabendazol

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    Comprimidos: Embalagens com 6, 12 e 480* comprimidos. Suspensão Oral: Embalagens contendo 1 e 50* frasco com 30 mL.
    Uso Adulto e Pediátrico,(Crianças acima de 5 anos),Uso Oral

    Composições:

    Cada comprimido contém: mebendazol………………………………………………………………………………………..100mg
    tiabendazol…………………………………………………………………………………………166mg
    excipientes q.s.p…………………………………………………………………………1 comprimido (amido de milho, polivinilpirrolidona, sacarina só dica, celulose microcristalina,croscarmelose sódica e estearato de magnésio). Cada 5mL de suspensão oral contém: mebendazol………………………………………………………………………………………..100mg,tiabendazol……………………………………………………………………………….
    …………166mg,veículo q.s.p……………………………………………………………………………………………5mL,(carboximetilcelulose, silicato de alumínio e magnésio, metilparabeno,propilparabeno, sacarina sódica, ciclamato de sódio, álcool etílico 96° GL, sorbitol,ácido benzóico, silicone anti-espumante, essência de tutti-frutti e água purificada).

    Informações ao Paciente:

    - Neovermin® tem ação antiparasitária.
    - Conservar em temperatura ambiente (15° a 30° C).Proteger da luz e umidade.

    Prazo de validade:

    Não use medicamento com o prazo de validade vencido; poderá ocorrer diminuição significativa do seu efeito terapêutico.
    - “Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término”. “Informe seu médico se está amamentando”. Neovermin® é contra-indicado para mulheres grávidas ou em fase de amamentação.
    - “Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento”.
    - Os comprimidos podem ser mastigados e engolidos com água.
    - “Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico”.
    - “Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:cansaço, dores de cabeça, tonturas ou problemas de visão”.
    - Não administrar Neovermin® juntamente com: cimetidina, teofilina e derivados da xantina.
    - O uso em crianças menores de 5 anos deve ser feito somente a critério médico.
    - Contra-indicado para pacientes hipersensíveis a quaisquer dos componentes da fórmula. Gravidez e lactação.
    - “Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento”.

    Informações Para Profissional de Saúde:

    Neovermin® possui em sua composição, mebendazol e tiabendazol, dois anti-helmínticos com ação específica sobre diversos nematódeos e alguns cestódeos. A associação dos dois componentes ativos permite o tratamento de verminoses múltiplas com um só medicamento. O mebendazol, é absorvido pelo trato gastrintestinal, e atinge o pico plasmático entre 40 e 50 minutos após administração oral; após administração de 100 mg, 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos produz níveis plasmáticos em torno de 0,03 mcg/mL; cerca de 2% da dose administrada é excretada na urina e o restante é excretado nas fezes,inalterado ou na forma de metabólito primário (2-amino). Seu mecanismo de ação se deve ao fato de inibir a formação dos microtúbulos citoplasmáticos dos vermes,causando diminuição da captação de glicose e dos estoques de glicogênio que são fontes de energia para o verme. O tiabendazol, é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal e atinge o pico plasmático cerca de 1 a 2 horas após administração oral; é quase completamente metabolizado a 5-hidroxi e aparece na urina na forma de conjugados; dentro de 48 horas após a administração pode ser recuperada 5% da dose nas fezes e 90% na urina. Seu mecanismo de ação ainda não está bem definido, mas admite-se que atua inibindo o sistema enzimático fumarato-redutas e do microrganismo,interferindo na sua fonte de energia.

    Indicações:

    - Neovermin® está indicado para o tratamento das infestações causadas pelos seguintes microrganismos: Enterobiusvermiculares, Trichuris
    trichiura, Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale e Ancylostoma brasiliensis, Necator americanus, Strongyloides stercoralis, Trichinella spirallis (larva migrans cutânea e muscular), Taenia solium e Taenia saginata,Echinococcus granulosus e Mutilocularis e Dracunculus sp.

    Contra-Indicações:

    - Neovermin® Está Contra-Indicado para mulheres gravidas ou em fase de lactação, e para pacientes com hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da formula.

    Precauções:

    Neovermin® deve ser administrado com cautela em pacientes portadores de insuficiência renal e/ou hepática. De acordo com a literatura científica, não existem estudos concluídos que assegurem o uso de Neovermin® em crianças menores de 5 anos, portanto, recomenda-se nestes casos uma criteriosa avaliação médica da relação risco/benefício antes da prescrição. Alguns pacientes podem apresentar leucopenia e hiperglicemia transitória.

    Interações Medicamentosas:

    - O uso concomitante de Neovermin® com cimetidina provoca um aumento da concentração plasmática de mebendazol. Devido a presença do tiabendazol na fórmula de Neovermin®, o seu uso concomitante com teofilina potencializa os efeitos desta. Quando for administrar Neovermin® em pacientes que fazem uso de medicamentos derivados da xantina é necessário um prévio monitoramento sangüíneo para ajuste da posologia.
    O uso concomitante entre mebendazol e metronidazol deve ser evitado, pois resultados obtidos em estudos de caso de controle sugerem uma possível relação com a Síndrome de Stevens Johnson / necrólise epidérmica tóxica.

    Reações Adversas:

     

    As reações adversas mais comuns são dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia. Existem alguns relatos de um pequeno número de pacientes que apresentaram fadiga, dor de cabeça,bradicardia, vertigem, hipotensão e hiperglicemia durante o uso de medicamentos contendo tiabendazol.

    Posologia:

    * Suspensão Oral: – Crianças menores de 5 anos: a critério médico.
    - Crianças de 5 a 10 anos: 5 mL, 2 vezes ao dia durante 3 dias.
    * Comprimidos: – Crianças de 5 a 10 anos: 1 comprimido, 2 vezes ao dia durante 3 dias.
    - Crianças de 11 a 15 anos: 1 comprimido, 3 vezes ao dia durante 3 dias.
    * Infestações por cestódeos: – Adultos: 2 comprimidos por vez, 2 vezes ao dia durante 3 dias.
    * Infestações por nematódeos: – Adultos: 1 comprimido por vez, 2 vezes ao dia durante 3 dias.

    Superdose:

    - Nestes casos recomenda-se lavagem gástrica e orientação médica.

    Como Evitar a Verminose:

    1. Beba somente água filtrada ou fervida.
    2. Lave cuidadosamente as frutas e verduras e cozinhe bem os alimentos.
    3. Coma apenas carne bem passada.
    4. Ande sempre com os pés calçados.
    5. Lave as mãos antes das refeições e após usar os sanitários.
    6. Conserve sempre as unhas cortadas e limpas.
    7. Mantenha as instalações sanitárias em boas condições de higiene.
    8. Siga corretamente estes conselhos, evitando que os vermes atinjam toda a família.

    Pacientes Idosos:

    - O uso em pacientes idosos (acima de 60 anos) requer prescrição e acompanhamento médico.

    Dizeres Legais

    Registro M.S. nº 1.0465.0020
    Farm. Resp.: Dr. Marco Aurélio Limirio G. Filho – CRF-GO nº 3.524
    Nº do lote, prazo de validade e data de fabricação: VIDE CARTUCHO
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Prezado Cliente: Você acaba de receber um produto Neo Química.
    Em caso de alguma dúvida quanto ao produto, lote, data de fabricação,ligue para nosso SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor.
    Laboratório Neo Química Com. e Ind. Ltda.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – GO – CEP 75132-020
    www.neoquimica.com.br
    C.N.P.J.: 29.785.870/0001-03 – Indústria Brasileira
    SAC 0800-9799900

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  • propil-remedio-tratamento-hipertireoidismoPropil

    propiltiouracila

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Propil* 100 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    Uso adulto e pediátrico
    Uso oral

    Composição:

    Cada comprimido de Propil* contém 100 mg de propiltiouracila.Excipientes: amidoglicolato de sódio, povidona, estearato de magnésio, amido de milho e carbonato de cálcio.

    Informações ao Paciente:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento de hipertireoidismo. Propil* deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Caso seja indicado o uso do Propil* durante a gravidez, o mesmo deve ser feito somente sob rigoroso acompanhamento médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez. Propil* é contra-indicado a mulheres que estejam amamentando. Informe ao médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Propil* pode interagir com outros fármacos, tais como anticoagulantes,medicamentos que afetam a função da medula óssea ou do fígado, amiodarona,glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Propil*. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Propil*, tais como: náusea, vômito, prurido (coceira), sonolência,vertigem, febre, dor de garganta, erupções cutâneas, dores de cabeça, mal-estar,dores articulares, alterações da sensibilidade (por exemplo, formigamentos), perda do paladar, queda anormal de cabelos, dores musculares, inchaço, neurite (inflamação nos nervos), alterações da coloração da pele, icterícia (pele amarelada), alterações das glândulas salivares e dos linfonodos (vide “Reações Adversas”). Recomenda-se cautela aos pacientes em uso concomitante com outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose (alteração no número de células de defesa presentes no sangue). Propil* é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação,uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Informações Técnicas:

    Propriedades Farmacodinâmicas:

    A propiltiouracila é um derivado tioamídico. Inibe a síntese dos hormônios da tireoide que são substratos para a tireóide peroxidase, resultando no desvio do iodo na síntese dos hormônios tireoidianos. Inibe também a conversão periférica de T4 para T3, ação que pode contribuir na eficácia do tratamento de hipertireoidismo.

    Propriedades Farmacocinéticas:

    A propiltiouracila é bem absorvida por via oral. A absorção ocorre dentro de 20 a 30 minutos após a dose administrada. A biodisponibilidade está entre 65 a 75%. A ligação protéica é alta (80%). A propiltiouracila possui biotransformação hepática, sendo que 33% sofre metabolismo de primeira passagem. A concentração plasmática máxima é atingida em 1,99 + 0,26 horas por via oral. O efeito máximo para normalizar as concentrações plasmáticas de T3 e T4, é alcançado, em média, em 17 semanas. A excreção é menor que 1% na urina. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 2 horas.

    Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento clínico do hipertireoidismo. Pode também ser usado para melhorar o hipertireoidismo na preparação para a tireoidectomia subtotal ou terapia com iodo radioativo. Indicado também quando a tireoidectomia for contra-indicada ou não recomendável.

    Contra-Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação, uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Advertências e Precauções:

    Os pacientes em tratamento com Propil* (propiltiouracila) devem ser monitorados e informados da necessidade de relatarem imediatamente qualquer ocorrência como febre,dores de garganta, erupções cutâneas, cefaléias ou mal-estar. Em tais casos, uma contagem total e diferencial de leucócitos deve ser realizada para se detectar agranulocitose. Recomenda-se observação freqüente do tempo de protrombina nos pacientes em
    tratamento com Propil*, especialmente antes da realização de cirurgias, pois este fármaco pode causar hipoprotrombinemia e sangramento.

    Uso durante a Gravidez:

    Propil*é efetivo no tratamento do hipertireoidismo durante a gravidez e seu uso deve ser feito de forma criteriosa. Propil*atravessa a barreira placentária, podendo causar bócio e até cretinismo no feto em desenvolvimento; por isso, uma dose suficiente, porém não excessiva, deve ser
    administrada. É importante usar a menor dos e possível durante a gravidez e avaliar a função tireoidiana do recém-nascido cuidadosamente. A disfunção tireoidiana tende a diminuir com o decorrer da gestação, podendo-se assim, reduzir a dosagem. Quando Propil* for utilizado na gravidez ou se a paciente engravidar durante o tratamento,ela deve ser informada sobre os possíveis riscos que o fármaco poderá causar ao feto. Propil* é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez. Portanto,este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez.

    Uso durante a Lactação:

    As pacientes em tratamento com Propil*não devem amamentar seus bebês, uma vez que o fármaco é excretado pelo leite materno.

    Interações Medicamentosas:

    Atenção particular deve ser dada àqueles pacientes em uso concomitante de outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose.
    O uso concomitante com amiodarona, glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio pode diminuir a resposta ao Propil*(propiltiouracila).Propil*
    potencializa a ação dos anticoagulantes e o risco de hemorragias é maior nas associações com medicamentos mielodepressores e hepatotóxicos.
    Interações em Testes Laboratoriais Os resultados dos diagnósticos sofrem interferência com iodeto de sódio (123I,131I) ou com pertecnetato de sódio (Tc 99m). As concentrações plasmáticas de TGO (Transaminase Glutâmica Oxalacética), TGP (Transaminase Glutâmica Pirúvica), fosfatase alcalina, bilirrubina e lactato desidrogenase podem estar elevadas. O tempo de protrombina é aumentado.

    Reações Adversas:

    As reações adversas ocorrem em menos de 1% dos pacientes tratados.As reações leves incluem: erupções cutâneas, urticária, náusea, vômito, artralgia,parestesia, perda do paladar, queda anormal de cabelos, mialgia, cefaleia, prurido,sonolência, neurite, edema, vertigem, pigmentação da pele, icterícia, sialoadenopatia e linfadenopatia. As reações adversas mais graves são ainda menos freqüentes e incluem: agranulocitose,uma síndrome semelhante ao lúpus, hepatite, periarterite, hipoprotrombinemia,trombocitopenia, sangramento e febre. É interessante notar que aproximadamente 10% dos pacientes com hipertireoidismo não-tratado podem apresentar leucopenia.

    Posologia:

    Uso em Adultos:

    A dose inicial é de 1 comprimido a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 300mg (3 comprimidos). Em pacientes com hipertireoidismo grave, grandes bócios, ou ambos, a dose inicial poderá ser de 2 comprimidos a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 600 mg (6 comprimidos). A dose de manutenção para a maioria dos pacientes é de 100 a 200 mg por dia, (1-2 comprimidos) em doses fracionadas.

    Uso em Crianças:

    Para crianças de 6 a 10 anos de idade, a dose inicial é de 50 a 150 mg por dia, em doses fracionadas. Para crianças acima de 10 anos, a dose inicial é de 150 a 300 mg por dia, em doses fracionadas. A dose de manutenção será determinada de acordo com a resposta do paciente.

    Superdosagem:

    Até o momento, não foram evidenciados dados referentes à superdosagem. No caso de ocorrência de superdosagem, são indicadas lavagem gástrica e medidas gerais de suporte.

    MS – 1.0216.0148
    Farmacêutica Responsável: Raquel Oppermann – CRF-SP n° 36144
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    Número de lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
    LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Monteiro Lobato, 2270
    CEP 07190-001 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    * marca depositada
    Fale Pfizer 0800-16-7575

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  • torsilax-e-indicado-para-o-reumatismo-nas-suas-formas-inflamatória-degenerativas-agudas-e-cronicas

    Torsilax

    Cafeína, Paracetamol, Diclofenaco Sódico e Carisoprodol.

    Indicação

    Para quê serve Torsilax?

    Torsilax é indicado para o reumatismo nas suas formas inflamatório-degenerativas agudas e crônicas, crises agudas de gota, estados inflamatórios agudos, pós-traumáticos e pós-cirúrgicos. Exacerbações agudas de artrite reumatóide nos tecidos extra-articulares. Coadjuvantes em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.

    Uso adulto – Uso oral

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contraindicado para pacientes com antecedentes de hipersensibilidade ao Carisoprodol, diclofenaco sódico, paracetamol, cafeína ou a outros componentes da fórmula; nos pacientes as máticos nos quais crises de asma, urticária e rinite aguda são precipitadas pelo ácido acetilsalicílico e outras drogas inibidoras da prostaglandina-sintetase; úlcera péptica em atividade; insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave; Discrasias sanguineas; diáteses hemorrágicas (Trombocitopenia, distúrbios da coagulação), Porfiria; Hipertensão grave. Torsilax contêm diclogenaco, que é contraindicado para crianças menores de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

    Como usar Torsilax?

    Como regra geral, a dose mínima diária indicada é de 1 comprimido a cada 12 horas.Aconselha-se individualizar a posologia, adaptando-a ao quadro clínico apresentado, à idade do paciente e às suas condições gerais. Deve-se administrar doses menores e eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deve exceder 10 dias. Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar) às refeições, com um pouco de líquido. O intervalo entre as doses deve ser ajustado em pacientes com insuficiência renal.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Ocasionalmente podem ocorrer epigastralgia, náuseas, vômitos, diarréia, cefaléia, tonteira, vertigem, reações exantemáticas e erupções cutâneas.De possível ocorrência, porém raros, são fenômenos de sangramento gastrintestinal, úlcera péptica, sonolência, urticária, distúrbios da função hepática, incluindo hepatite com ou sem icterícia, edema e reações de hipersensibilidade (broncoespasmo, reações sistêmicas anafiláticas e hipotensão). Ainda: tinido, insônia, irritabilidade, convulsões, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e Lyell, síndrome nefrótica, trombocitopenia, agranulocitose, anemia aplásica e anemia hemolítica. O uso prolongado pode provocar necrose papilar renal.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Exatidão de diagnóstico e estreita vigilância médica são essenciais em pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais, com história que sugira ulceração gastrintestinal, com colite ulcerativa ou com Doença de Crohn, bem como em pacientes com insuficiência hepática grave.Atenção especial deve ser dada ao se utilizar preparados contendo diclofenaco sódico em casos de comprometimento das funções cardíaca ou renal, em pacientes tratados com diuréticos e naqueles em recuperação de longas cirurgias.Recomenda-se cautela ao utilizar o produto em pacientes idosos (acima de 60 anos), devendo-se levar em conta as condições clínicas destes pacientes.Durante tratamento prolongado (superior a 10 dias) com o produto, recomenda-se proceder contagem de células sangüíneas e monitoração das funções hepática e renal.Torsilax na gravidez: preparados contendo diclofenaco sódico somente devem ser empregados durante a gravidez quando houver indicação formal, utilizando-se a menor dose eficaz.Essa orientação aplica-se particularmente, aos três últimos meses de gravidez, pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial. Após dose diária de 150 mg divididas em três tomadas, o diclofenaco sódico é excretado no leite materno, podendo provocar efeitos indesejáveis no lactente. A segurança e eficácia do diclofenaco – independente da formulação farmacêutica – não foi ainda estabelecida em crianças.Assim sendo, com exceção de casos de artrite juvenil crônica, o uso do diclofenaco não é recomendado em crianças menores de 14 anos. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade sendo descritos casos de erupções cutâneas, urticária, eritema pigmentar fixo, angioedema e choque anafilático.Lesões eritematosas na pele e febre, assim como hipoglicemia e icterícia ocorrem raramente.Embora a incidência seja extremamente rara, há relatos de êxito letal devido a fenômenos hepatotóxicos provocados pelo paracetamol.Em pessoas com comprometimento metabólico ou mais suscetíveis, pode ocorrer acidúria piroglutâmica.Deve ser administrado com cautela em pacientes mal nutridos ou alcoolistas.

    Interações Medicamentosas

    O diclofenaco sódico pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais e da heparina, aumentando o risco de hemorragia pela inibição da função plaquetária; pode aumentar o efeito hipoglicemiante das sulfonamidas e aumentar a toxicidade hematológica do metotrexato; administrado concomitantemente com a digoxina ou formulações contendo lítio, pode ocorrer elevação das suas concentrações plasmáticas; pode inibir a atividade dos diuréticos(atividade diurética e anti-hipertensiva). A hepatotoxicidade potencial do paracetamol pode ser aumentada pela administração concomitante com os barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, rifampicina e sulfimpirazona; bem como a ingestão crônica e excessiva de álcool. Tais reações são decorrentes de indução do sistema microssomal hepático por esses fármacos. A administração concomitante de glicocorticóides e outros agentes antiinflamatórios não esteroidais (AINEs) pode levar ao agravamento de reações adversas gastrintestinais.A biodisponibilidade do produto é alterada pelo ácido acetilsalicílico quando estes compostos são administrados conjuntamente.Álcool, anestésicos gerais, antidepressivos tricíclicos, outros depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), sulfato de magnésio parenteral, hipnoanalgésicos, inibidores da monoaminooxidase (IMAO) podem acarretar aumento dos efeitos depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) quando administrados juntamente com carisoprodol.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os sinais e sintomas iniciais que se seguem à ingestão da dose maciça, possivelmente hepatotóxica, devido ao paracetamol são: náuseas, vômitos, sudorese intensa e mal-estar geral. A cafeína só produz efeitos tóxicos (primordialmente excitação do SNC, taquicardia e extra-sístoles) quando em dosagens extremamente elevadas. Os efeitos tóxicos do carisoprodol podem resultar em torpor, coma, choque e depressão respiratória, sendo indicadas as medidas gerais de tratamento sintomático e de suporte, valendo-se do mesmo para intoxicação aguda com agentes antiinflamatórios não-esteroidais (AINES). O estômago deve ser imediatamente esvaziado, seja por lavagem gástrica ou por indução ao vômito com xarope de ipeca. Os níveis plasmáticos de paracetamol devem ser determinados e as provas de função hepática devem ser realizadas e repetidas a cada 24 horas até normalização. Independente da dose maciça ingerida, administrar imediatamente o antídoto considerado eficaz, a acetilcisteína a 20% desde que não tenha decorrido mais de 16 horas da ingestão. A acetilcisteína deve ser administrada por via oral, na dose de ataque de 140mg/kg de peso, seguida a cada 4 horas por uma dose de manutenção 70 mg/Kg/peso, até um máximo de 17 doses, conforme a evolução do caso.A n-acetilcisteína a 20% deve ser administrada após diluição a 5% em água, suco ou refrigerante, preparado no momento da administração.O paciente deve ser acompanhado com medidas gerais de suporte, incluindo manutenção do equilíbrio idroeletrolítico,correção da hipoglicemia, administração de vitamina K (quando necessário) entre outras.

    Composição:

    Cada comprimido contém:
    cafeína………………………………………………………………………………30mg
    carisoprodol…………………………………………………………………………125mg
    diclofenaco sódico…………………………………………………………………….50mg
    paracetamol………………………………………………………………………….300mg
    excipientes q.s.p………………………………………………………………………1 comprimido
    (celulose microcristalina, glicolato amido sódico, polivinilpirrolidona, corante amarelo FDC nº 06, croscarmelose sódica, dióxido de silício e estearato de magnésio).

    Apresentação:

    Comprimido: Embalagens contendo 30 e 100 comprimidos.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (15° a 30° C).Proteger da luz e umidade.Número do lote – Data de fabricação – Vencimento: vide cartucho.

     

    Laboratório

    Neo Química

    SAC: 0800 97 99 900

    Dizeres Legais

    Registro M.S. nº 1.0465.0220
    Farm. Responsável: Dr. Marco Aurélio Limirio G. Filho – CRF-GO nº 3.524

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  • pletil-no-tratamento-e-prevenção-de-infecções-apos-cirurgia-por-bacteria

    Pletil®

    tinidazol

    Identificação do Medicamento:

    Nome Comercial:

    Pletil®

    Nome Genérico:

    tinidazol

    Apresentações:

    Pletil® comprimidos revestidos de 500 mg em embalagens contendo 4 ou 8 comprimidos.

    Via de Administração :

    Oral
    Uso adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Pletil® 500 mg; contém o equivalente a 500 mg de tinidazol. Excipientes: amido pré-gelatinizado, estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, Opadry® clear e dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento é Indicado?

    Pletil® é um medicamento indicado para a prevenção de infecções após cirurgias causadas por bactérias anaeróbias (que não precisam de oxigênio para sobreviver) e para o tratamento de diversas infecções causadas por bactérias sensíveis ao tinidazol, tais como: vaginite inespecífica (infecção da vagina causada por microorganismos, principalmente a Gardnerella vaginallis e micoplasmas); tricomoníase urogenital masculina e feminina (doença sexualmente transmissível, causada pelo Trichomonas vaginalis que pode causar corrimento de cor verde-amarelada e odor desagradável); giardíase (infecção intestinal causada pela Giardia lamblia , que pode levar a diarreia, dor abdominal, náuseas – enjoos e vômitos) amebíase intestinal (infecção intestinal causada pela Entamoeba histolytica que pode levar a diarreia) e amebíase extra intestinal (infecção causada pela Entamoeba histolytica em órgãos que não são o intestino), especialmente abscesso hepático (cavidade com pus em seu interior no fígado) amebiano; infecções intraperitoneais (dentro do peritônio – o peritônio é uma membrana que recobre os órgãos dentro do abdome) como peritonite (infecção da membrana do peritônio) e abscessos (cavidades com pus no seu interior); infecções ginecológicas como endometrite (infecção do endométrio – camada interna do útero), endomiometrite (infecção do endométrio e do miométrio – camada muscular na região intermediária da parede do útero), abscesso tubo-ovariano (cavidade com pus no seu interior na tuba uterina e no ovário); septicemia bacteriana (infecção generalizada causada por bactérias); infecções de cicatrizes no pós-operatório; infecções da pele e tecidos moles (pele, músculos, tendões, ligamentos, gordura); infecções do trato respiratório superior (parte do trato respiratório que vai do nariz até a traqueia, englobando garganta) e inferior (brônquios e pulmão), pneumonia, empiema (acúmulo de pus dentro de uma cavidade natural, por ex. empiema pleural – acúmulo de pus entre os pulmões e a parede do tórax); abscesso pulmonar (cavidade com pus no seu interior nos pulmões).

    Como Este Medicamento Funciona?

    Pletil® é um medicamento que age contra alguns tipos de microorganismos (bactérias e protozoários), através da penetração dessa substância no interior da célula (“corpo” do microorganismo) destruindo a mesma ou impedindo sua multiplicação. O tempo médio estimado de início de ação do medicamento é inferior a 2 horas.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento?

    Pletil® não deve ser utilizado por mulheres no primeiro trimestre (do 1º ao 3º mês) da gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Pletil® não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando. Informe ao seu médico se estiver amamentando.Pletil® não deve ser utilizado por pacientes que apresentaram ou ainda apresentam discrasias sanguíneas (alterações dos componentes do sangue), doenças neurológicas e por pacientes com história de hipersensibilidade (alergia) ao tinidazol ou a qualquer componente da fórmula.

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?

    O uso de Pletil® junto com bebidas alcoólicas pode levar ao aparecimento de cólicas abdominais, rubor (vermelhidão na pele), vômito e taquicardia (aceleração dos batimentos do coração). Recomenda-se não tomar bebidas alcoólicas durante o tratamento e 72 horas após o término do tratamento com Pletil®. Não há estudos adequados sobre o efeito de Pletil® no desenvolvimento do feto (bebê) nos primeiros 3 meses de gravidez, mas é conhecido que o tinidazol atravessa a placenta. Uma vez que os efeitos de compostos desta classe no desenvolvimento fetal ainda não são definitivamente conhecidos, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Embora não existam evidências de que Pletil® seja prejudicial durante os últimos estágios da gravidez, seu uso nos dois últimos trimestres requer que o médico avalie os potenciais benefícios do tratamento contra os possíveis riscos para a mãe e para o feto. Comunique ao seu médico se estiver grávida. Não foi estudado o efeito de tinidazol na habilidade de dirigir e usar máquinas. Não existe evidência que sugira que Pletil® possa afetar estas habilidades. Caso ocorram reações tais como, tontura, vertigem e ataxia (falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio), neuropatia periférica (alteração da sensibilidade) e raramente convulsões ou qualquer reação neurológica anormal, o tratamento deverá ser descontinuado e o médico informado imediatamente. Sempre avise ao seu médico sobre todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Pletil® pode interagir com anticoagulantes (remédios que reduzem a capacidade do sangue coagular) potencializando os efeitos destes medicamentos e com dissulfiram (medicamento usado para evitar o uso de álcool etílico) causando confusão e delírios. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Pletil® (tinidazol) comprimidos revestidos deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade..Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Características do produto: comprimidos revestidos circulares de cor branca, biconvexos e com superfícies lisas. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Recomenda-se tomar Pletil® durante ou após as refeições. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. A dose de Pletil® depende da patologia (doença) que está sendo tratada. Profilaxia (prevenção) Prevenção de infecções pós-operatórias: Dose única de 2 g, cerca de 12 horas antes da cirurgia.

    Tratamento:

    Infecções anaeróbias (causadas por bactérias anaeróbias, aquelas que não precisam de oxigênio para sobreviver): Dose inicial de 2 g no primeiro dia, seguida de 1 g/dia em dose única, ou 500 mg duas vezes ao dia. A duração do tratamento de 5 a 6 dias é geralmente adequada, no entanto, de acordo com o critério médico, a duração da terapêutica poderá variar , particularmente quando a erradicação (eliminação) da infecção em certas
    áreas for mais difícil. Sempre siga as recomendações do seu médico. A observação clínica e laboratorial regular é recomendada e considerada necessária quando a terapia durar mais de 7 dias.

    Vaginite inespecífica:

    É tratada com sucesso com dose única oral de 2 g. Maiores taxas de cura são obtidas com doses únicas diárias de 2 g durante 2 dias consecutivos (dose total de 4 g).

    Tricomoníase urogenital:

    Dose oral única de 2 g. Quando a infecção por Trichomonas vaginalis for confirmada, é recomendado tratamento simultâneo do parceiro sexual.
    Giardíase Dose oral única de 2 g.

    Amebíase intestinal:

    Dose oral única diária de 2 g por 2 a 3 dias. Ocasionalmente, quando as três doses únicas diárias forem ineficientes, o tratamento pode ser continuado por até 6 dias.

    Amebíase extra intestinal:

    Dose única diária de 2 g durante 3 dias consecutivos. Em casos de abscesso hepático amebiano (cavidade com pus no seu interior, no fígado, causada pela Entamoeba histolytica) pode ser necessária a aspiração do pus, além do tratamento com Pletil®. A dosagem total varia de 4,5 a 12 g, dependendo da virulência (agressividade) da Entamoeba histolytica. O tratamento deve ser iniciado com dose oral única diária de 1,5 a 2 g durante 3 dias. Ocasionalmente, quando as três doses únicas diárias forem ineficientes, o tratamento pode ser continuado por até 6 dias.Uso na Insuficiência Renal (diminuição da função dos rins). O ajuste da dose em pacientes com insuficiência renal (falência da função dos rins) geralmente não é necessário. No entanto, pelo tinidazol ser facilmente removido por hemodiálise (procedimento de filtragem mecânica do sangue que simula os rins), os pacientes podem necessitar de uma dose adicional de tinidazol para compensar. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Pletil® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    As reações adversas (males causados pelo uso do medicamento) relatadas foram geralmente pouco frequentes,leves e transitórias (passageiras).As reações adversas relatadas durante o tratamento com Pletil® foram: Sistema Nervoso Autônomo: rubor (vermelhidão da pele) Geral: febre e fadiga (cansaço) Sistema Nervoso Central e Periférico: ataxia (falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio), convulsão (raro), tontura,cefaleia (dor de cabeça), hipoestesia (redução da sensibilidade), parestesia (sensibilidade alterada aos estímulos externos – tato, calor, etc), neuropatia periférica (alteração da condução da informação através dos nervos), distúrbios sensoriais (alteração da sensibilidade), vertigem (sensação de que o corpo está girando). Gastrintestinal: dor abdominal, anorexia (falta de apetite), diarreia, língua pilosa (aumento das papilas ou células da língua que ficam com aspecto peludo), glossite (inchaço da língua), náusea (enjoo), estomatite (inflamação da boca como, por exemplo, aftas), vômito. Hematopoiético: leucopenia (redução do número de células brancas de defesa do sangue chamadas de leucócitos) transitória. Pele e anexos: reações de hipersensibilidade ocasionalmente graves podem ocorrer em raros casos sob a forma de rash cutâneo (lesões avermelhadas e elevadas na pele), prurido (coceira), urticária (lesões alérgicas na pele geralmente avermelhadas, elevadas que coçam muito) e edema angioneurótico (reação alérgica que leva ao edema – inchaço – de várias regiões do corpo, inclusive as mucosas do nariz, boca e do trato respiratório, podendo gerar falta de ar grave). Órgãos dos sentidos: sensação de sabor metálico. Sistema Urinário: urina escura. Pode haver interferência em alguns testes laboratoriais, por exemplo, de enzimas hepáticas (substâncias produzidas pelo fígado) Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior Do Que a Indicada Deste Medicamento?

    Há poucos relatos de superdosagem em humanos com Pletil®. Se ocorrer superdosagem, procure um médico imediatamente. Não há antídoto específico para o tratamento da superdosagem com Pletil®. O tratamento é sintomático e de suporte. Pode ser útil lavagem gástrica. O tinidazol é facilmente dialisável (retirado do organismo através de diálise, procedimento mecânico que faz a filtragem do sangue). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0164
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Registrado e Fabricado por:
    LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/jan/2013

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    Stugeron®

    cinarizina
    comprimidos

    Apresentações

    Comprimidos de 25 mg de cinarizina em embalagem com 30 comprimidos.
    Comprimidos de 75 mg de cinarizina em embalagem com 30 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de 25 mg contém 25 mg de cinarizina. Excipientes: amido, lactose, óleo vegetal hidrogenado, povidona, sacarose e talco.Cada comprimido de 75 mg contém 75 mg de cinarizina. Excipientes: amido, corante amarelo crepúsculo, estearato de magnésio, lactose, povidona, sacarose e talco.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento é Indicado ?

    Distúrbios circulatórios cerebrais: Prevenção e tratamento dos sintomas de espasmo vascular cerebral e arteriosclerose como tontura, zumbido no ouvido, cefaleia vascular, falta de sociabilidade e irritabilidade, fadiga (cansaço), distúrbios do sono como despertar precoce, depressão de involução, perda de memória, falta de concentração, incontinência e outros distúrbios devidos à idade. Sequelas de traumas crânio-encefálicos. Sequelas funcionais pós-apopléticas. Enxaqueca (dor de cabeça).Distúrbios circulatórios periféricos: Prevenção e tratamento dos sintomas que acompanham os distúrbios circulatórios periféricos (arteriosclerose, tromboangeite obliterante, moléstia de Raynaud, diabete, acrocianose, etc), tais como: claudicação intermitente, distúrbios tróficos, pré-gangrena, úlceras varicosas, parestesia, câimbra noturna,extremidades frias.Distúrbios do equilíbrio: Prevenção e tratamento dos sintomas dos distúrbios do equilíbrio (arteriosclerose labiríntica, irritabilidade do labirinto, Síndrome de Menière), tais como vertigem, tontura, zumbido, nistagmo, náuseas e vômitos.Prevenção dos distúrbios de movimento.

    Como Este Medicamento Funciona ?

    A cinarizina inibe as contrações das células musculares lisas dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do transporte de íons de cálcio entre as membranas da célula (canais de cálcio). Além deste antagonismo direto ao cálcio, a cinarizina diminui a atividade de contração das substâncias que agem nos vasos sanguíneos, como a norepinefrina e a serotonina, através do bloqueio do receptor dos canais de cálcio. O bloqueio da entrada de cálcio nas células é tecido-seletivo, e resulta em propriedades antivasoconstritoras, sem efeito na pressão sanguínea e na frequência cardíaca.
    A cinarizina pode melhorar, também, a microcirculação deficiente através do aumento da deformabilidade dos glóbulos vermelhos do sangue e diminuição da viscosidade sanguínea. Stugeron® aumenta a resistência celular a hipoxia (deficiência de oxigênio). A cinarizina inibe a estimulação do sistema vestibular, resultando em supressão do nistagmo (movimentos rápidos e não controlados dos olhos) e outros distúrbios autonômicos. Episódios agudos de vertigem podem ser prevenidos ou reduzidos pela cinarizina. O controle dos sintomas é observado progressivamente com o decorrer de algumas semanas de tratamento.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento ?

    Não tome Stugeron® se você tiver hipersensibilidade (alergia) conhecida a cinarizina ou aos excipientes da fórmula.

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento ?

    Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Se você tiver Doença de Parkinson, informe seu médico. Ele decidirá se você pode usar Stugeron®. Stugeron® , como os outros anti-histamínicos, pode causar desconforto gástrico. A administração do medicamento após as refeições pode diminuir a irritação gástrica. Stugeron® pode causar sonolência, especialmente no início do tratamento. Portanto, deve-se tomar cuidado com o uso concomitante de álcool, depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) ou antidepressivos tricíclicos. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas Especialmente no começo do tratamento,Stugeron®
    pode causar sonolência, que pode diminuir sua atenção e reduzir sua capacidade de dirigir. Assim, você deve ter cuidado ao operar máquinas ou dirigir enquanto estiver usando Stugeron®. Gravidez e amamentação: Não se aconselha o uso do Stugeron® durante a gestação. Se você estiver grávida ou planeja engravidar, informe seu médico. Ele decidirá se você pode tomar Stugeron®. Se você estiver tomando Stugeron®, você não deve amamentar porque pequena quantidade do medicamento pode ser liberada no leite. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Ingestão concomitante com outras substâncias Álcool, depressores do SNC e antidepressivos tricíclicos.Medicamentos para depressão e medicamentos que possam prejudicar suas reações (remédios para dormir,tranquilizantes e analgésicos fortes) podem ter efeito calmante aumentado quando ingeridos com Stugeron®. Álcool e Stugeron® quando ingeridos concomitantemente têm seu efeito sedativo potencializado. Portanto, você deve limitar a quantidade de bebida alcoólica ingerida enquanto estiver usando Stugeron®. Interferência diagnóstica Devido ao seu efeito anti-histamínico,Stugeron® pode impedir reações positivas aos indicadores de reatividade dérmica se utilizado por até quatro dias antes do teste cutâneo. Se você tomou Stugeron ® 4 dias antes da realização destes testes, informe seu médico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento ?

    Você deve conservar este medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Aspecto Físico: Comprimidos brancos e circulares. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como Devo Usar Este Medicamento ?

    Stugeron® deve ser tomado por via oral.
    Distúrbios circulatórios cerebrais: 1 comprimido de 25 mg 3 vezes ao dia, ou 1 comprimido de 75 mg diariamente.
    Distúrbios circulatórios periféricos: 2 a 3 comprimidos de 25 mg 3 vezes ao dia, ou 2 a 3 comprimidos de 75 mg ao dia.
    Distúrbios do equilíbrio: 1 comprimido de 25 mg 3 vezes ao dia, ou 1 comprimido de 75 mg diariamente.
    Distúrbios do movimento: 1 comprimido de 25 mg meia hora antes de viajar e repetindo cada 6 horas.
    Stugeron® deverá ser tomado, preferivelmente, após as refeições.
    A dose máxima recomendada não deve exceder 225 mg.
    Como o efeito de Stugeron® sobre vertigens é dose dependente, a dose deve ser aumentada progressivamente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento ?

    Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome a próxima dose conforme planejado e continue o tratamento como orientado pelo médico. Não dobre a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Me Ajudar ?

    Neste item de bula são apresentadas as reações adversas. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso da cinarizina, com base na avaliação abrangente da informação disponível dos eventos adversos. Uma relação causal com a cinarizina não pode ser estabelecida de forma confiável em casos individuais. Além do mais, como os estudos clínicos são conduzidos sob condições amplamente variáveis, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um fármaco não podem ser comparadas diretamente com as taxas nos estudos clínicos de outro fármaco e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de estudos clínicos As seguintes reações adversas foram relatadas por ? 1% dos indivíduos tratados com Stugeron® em 3 estudos clínicos em pacientes com doenças circulatórias periféricas, 1 com doenças circulatórias cerebrais, 2 com vertigem e 1 com enjoo: sonolência (8,3%). As seguintes reações adversas foram relatadas por ? 1% dos indivíduos tratados com Stugeron® em outros estudos clínicos para doenças circulatórias periféricas, doenças circulatórias cerebrais e vertigem: náuseas (1,5%); aumento de peso (2,1%). As seguintes reações adversas foram relatadas por ? 1% dos indivíduos tratados com Stugeron® em estudos clínicos: náuseas (1,5%); aumento de peso (2,1%). As seguintes reações adversas foram relatadas por <1% dos indivíduos tratados com Stugeron® em 2 estudos clínicos: hipersonia; letargia; desconforto estomacal; vômito; dor abdominal superior; dispepsia; hiperidrose;fadiga. As reações adversas identificadas durante a experiência de pós-comercialização com a cinarizina estão listadas a seguir:Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do Sistema Nervoso: discinesia, síndrome extrapiramidal, parkinsonismo, tremor. Distúrbios de Pele e Tecido Subcutâneo: ceratose liquenoide, líquen plano, lúpus eritematoso cutâneo subagudo. Distúrbios Musculoesqueléticas, de Tecido Conectivo e Ossos: rigidez muscular. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior Do Que a Indicada Deste Medicamento ?

    Sinais e Sintomas:Ingerindo Stugeron® em excesso, os seguintes sinais ou sintomas podem ocorrer: alterações do nível de consciência desde sonolência até perda de consciência, vômito, fraqueza muscular ou falta de coordenação e convulsões. Óbito associado à superdose de cinarizina foi relatado.

    Tratamento:Não há antídoto específico. Em caso de superdose, o tratamento é sintomático e de suporte. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Bula Submetida em 02/05/2013

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.1236.0002
    Farm. Resp.: Marcos R. Pereira – CRF – SP nº 12304
    Registrado por: JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
    Rua Gerivatiba, 207, São Paulo – SP
    CNPJ 51.780.468/0001-87
    Importado por: Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda
    Rodovia Presidente Dutra, km 154
    São José dos Campos – SP
    CNPJ 51.780.468/0002-68
    Indústria Brasileira ®
    Marca Registrada
    SAC 0800 7011851
    www.janssen.com.brVenda sob prescrição médica.

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    CORUS
    losartana potássica
    25 mg e 50 mg
    Comprimidos revestidos

    Formas Farmaceuticas e Apresentações :

    Comprimidos revestidos de 25 mg: embalagem com 28 comprimidos.
    Comprimidos revestidos de 50 mg: embalagem com 28 comprimidos.

    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição :

    Cada comprimido revestido de 25 mg contém:

    losartana potássica……………………………………………………………………………. 25,00 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, talco, amido, dióxido de silício, croscarmelose sódica,
    estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, corante amarelo FDC
    nº. 5 laca de alumínio.

    Cada comprimido revestido de 50 mg contém:

    losartana potássica……………………………………………………………………………. 50,00 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, talco, amido, dióxido de silício, croscarmelose sódica,
    estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente :

    Ação esperada do medicamento: o medicamento está indicado para o tratamento da hipertensão arterial.
    Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC),protegido da luz e umidade.
    Prazo de validade: desde que sejam observados os cuidados de armazenamento,CORUS (losartana potássica) 25 mg apresenta prazo de validade de 36 meses e CORUS (losartana potássica) 50 mg apresenta prazo de validade de 24 meses. Não utilize o medicamento após o término do prazo de validade.

    Gravidez e lactação:

    A losartana potássica está contra-indicada para uso durante a gravidez e lactação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
    tratamento ou após o seu término. Quando a gravidez for detectada, o uso da losartana potássica deve ser descontinuado o mais breve possível.
    Informar ao médico se está amamentando.
    Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.

    Contra-indicações e precauções:

    Contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a losartana potássica ou a outros componentes da fórmula. Não deve ser
    usado durante a gravidez e lactação. Avise seu médico se você tiver alguma doença de fígado, rins ou insuficiência cardíaca. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    CORUS 25 MG CONTÉM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE
    CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA
    BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETIL
    SALICÍLICO.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
    PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informações Técnicas :

    Modo de Ação :
    CORUS (losartana potássica) possui como princípio ativo a losartana potássica. Trata-se de um agente anti-hipertensivo, antagonista específico de receptor (AT1) da angiotensina II, não peptídico e altamente seletivo, que não interfere na resposta à bradicinina (enquanto os inibidores de enzima de conversão de angiotensina intensificam esta resposta, o que pode levar à tosse em aproximadamente 20% dos pacientes). Diminui a
    pressão sangüínea sem alterar o ritmo circadiano, a variabilidade da pressão sangüínea ou o ritmo do pulso. Não afeta o clearance de creatinina, o volume urinário, nem a excreção de sódio ou potássio.
    Quando administrado oralmente, a losartana potássica controla a pressão sangüínea por 24 horas, sem induzir à hipotensão nas primeiras horas da terapia. Isso permite que o medicamento seja administrado somente uma vez ao dia.
    A losartana potássica e seu principal metabólito ativo bloqueiam os efeitos vasoconstritores e secretores da aldosterona da angiotensina II por bloqueio seletivo da sua ligação aos receptores AT1 encontrados em vários tecidos. Estudos in vitro demonstram que a losartana potássica é um inibidor competitivo do receptor AT1,efetuando uma ligação reversível.
    A losartana potássica e seu metabólito principal não inibem a enzima conversora de angiotensina (ECA), nem se ligam ou bloqueiam outros receptores hormonais ou canais iônicos conhecidos como importantes na regulação do sistema cardiovascular.

    Farmacodinâmica :

    Dados analisados sugerem que a maioria das ações dos inibidores da ECA se deve ao bloqueio da síntese da angiotensina II. A losartana potássica tem afinidade pelos receptores específicos da angiotensina II; inibe competitivamente a resposta contrátil do músculo vascular liso e as respostas pressoras a angiotensina II administrada em forma exógena in vivo; diminui a pressão sangüínea na hipertensão angiotensina II-dependente,
    bloqueando-a em seu receptor.
    A angiotensina II é um poderoso vasoconstritor e, em concentrações fisiológicas, aumenta a absorção tubular de sódio. A losartana potássica bloqueia os efeitos renais produzidos por ela.
    As concentrações plasmáticas de aldosterona caem após a administração da losartana potássica. Apesar deste efeito na secreção de aldosterona, a variação observada nos níveis de potássio plasmático é muito pequena.
    O mecanismo primário do efeito anti-hipertensivo da losartana potássica é o bloqueio do efeito vasoconstritor da angiotensina II, demonstrado pela afinidade de união, tanto em modelos animais de hipertensão induzida experimentalmente, como em pacientes com hipertensão essencial.
    Os inibidores da ECA e a losartana potássica (antagonista da angiotensina II) parecem ter efeitos hemodinâmicos sistêmicos e regionais similares. O efeito da inibição da ECA e o bloqueio da angiotensina sobre os diferentes componentes do sistema reninaangiotensina também são comparáveis, exceto por um aumento marcante nos níveis de angiotensina II no plasma durante o bloqueio dos receptores AT2 da angiotensina II. Esse aumento pode conduzir, teoricamente, a uma estimulação excessiva dos receptores AT2,porém, até o momento, a função fisiológica destes receptores permanece desconhecida.
    Observou-se também um aumento da excreção de ácido úrico com a administração da losartana potássica.
    Os estudos comparativos preliminares com inibidores da ECA demonstraram que a eficácia anti-hipertensiva da losartana potássica é comparável à do enalapril. Esses estudos também sugerem que, contrariamente aos inibidores da ECA, a losartana potássica não produz tosse, nem angioedema. A losartana potássica não afeta a resposta à bradicinina, enquanto os inibidores da ECA aumentam a resposta à bradicinina. Em estudos realizados no homem, a losartana potássica não demonstrou efeito no índice de filtração glomerular, no fluxo plasmático renal ou na fração de filtração. Não produziu alterações significativas em estudos de múltiplas doses nas concentrações de prostaglandinas renais, triglicérides de jejum,colesterol total ou HDL-colesterol, bem como na glicemia.
    Doses de 50 e 100 mg de losartana potássica, quando administradas duas vezes ao dia,produzem resposta terapêutica mais adequada.
    Pacientes de ambos os sexos e de idade inferior ou superior a 65 anos apresentam a mesma resposta clínica ao medicamento. Entretanto, pacientes de raça negra apresentam menor resposta a monoterapia com losartana potássica. O seu efeito se faz presente já na primeira semana de tratamento mas, em alguns estudos, o efeito máximo ocorreu entre 3 a 6 semanas.

    Farmacocinética :

    A losartana potássica sofre um metabolismo de primeira passagem no fígado pela ação das enzimas do sistema citocromo P450. A oxidação do grupo 5-hidroximetil no anel imidazol resulta no metabólito ativo, que é responsável pela maior parte da ação de antagonismo do receptor de angiotensina II conseqüente ao tratamento com losartana potássica. A meia-vida terminal da losartana potássica é de cerca de 2 horas e a de seu
    metabólito é de 6 a 9 horas. A farmacocinética da losartana potássica e seu metabólito principal é linear com doses de até 200 mg por via oral. Nem a losartana potássica nem seu metabólito ativo se acumulam no plasma após dose única diária repetida.
    A losartana potássica é bem absorvida por via oral e sua biodisponibilidade é de aproximadamente 33%. Cerca de 14% da dose administrada por via oral é convertida no metabólito ativo. As concentrações máximas da losartana potássica e de seu metabólito ativo atingem a concentração máxima em 1 hora e em 3-4 horas, respectivamente.
    Porquanto as concentrações máximas de losartana potássica e seu metabólito ativo sejam iguais, a área sob a curva de concentração pelo tempo (AUC) do metabólito é cerca de 4 vezes maior que a de losartana potássica. O alimento diminui a absorção da losartana potássica e reduz sua concentração máxima, mas tem pequeno efeito na sua AUC ou na AUC de seu metabólito ativo.
    Ambos, losartana potássica e seu metabólito ativo, ligam-se altamente à proteína plasmática, primariamente albumina, com frações plasmáticas livres de 1,3% e 0,2%,respectivamente. Em ratos, a losartana potássica atravessa de modo pobre a barreira hemato-encefálica. Em cerca de 1% dos indivíduos estudados, a conversão de losartana potássica para seu metabólito ativo em vez de corresponder a 14% da dose, índice tido
    como normal, atingiu menos que 1%.
    O volume de distribuição da losartana potássica é de 34 litros e de seu metabólito ativo de 12 litros. O clearance plasmático total da losartana potássica e de seu metabólito ativo é de cerca 600 ml/min e 50 ml/min, respectivamente, com clearance renal de cerca de 75
    ml/min e 25 ml/min, respectivamente. Quando a losartana potássica é administrada por via oral, cerca de 4% da dose é excretada na forma inalterada na urina e cerca de 6% excretada como metabólito ativo. Excreção biliar contribui para excreção de losartana
    potássica e seus metabólitos. Após administração oral, 35% é eliminada pela urina e 60% nas fezes.
    As concentrações plasmáticas de losartana potássica e seu metabólito ativo são similares em idosos e jovens hipertensos de ambos os sexos. As concentrações plasmáticas da losartana potássica são duas vezes mais elevadas em mulheres hipertensas que em homens hipertensos, mas as concentrações do metabólito ativo são similares em ambos os sexos.

    Pacientes com Insuficiência Renal:

    As concentrações plasmáticas da losartana potássica não estão alteradas em pacientes com clearance de creatinina superior a 30
    ml/min. Em pacientes cujo clearance de creatinina é menor, as AUC são cerca de 50% maiores e podem duplicar nos pacientes com insuficiência renal que necessitam de hemodiálise. As concentrações plasmáticas do metabólito ativo não são significativamente alteradas em pacientes com comprometimento da função renal.
    Nem a losartana potássica ou seu metabólito ativo podem ser removidos por hemodiálise.
    Pacientes com Insuficiência Hepática: Em pacientes com cirrose hepática leve ou moderada, as concentrações plasmáticas da losartana potássica e seu metabólito ativo estão 5 vezes e 1,7 vezes, respectivamente, maiores que no adulto jovem normal. O clearance nestes pacientes é cerca de 50% menor e a biodisponibilidade oral é cerca de duas vezes maior. Neste tipo de paciente assim como nos pacientes volume-depletados,
    recomenda-se iniciar a terapêutica com a menor dose (25 mg), embora seu uso não seja recomendado na insuficiência hepática grave.

    Indicações :

    Este medicamento está indicado para o tratamento da hipertensão arterial como monoterapia ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos.

    Contra – Indicações :

    É contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à losartana potássica
    ou aos demais componentes da fórmula. Durante a gravidez e lactação.

    Precauções e Advertências :

    O uso de fármacos que agem diretamente no sistema renina-angiotensina durante o 2º ou 3º trimestre de gravidez pode causar alterações fetais, inclusive morte. Vários casos já foram relatados na literatura médica, em pacientes usando inibidores da ECA, durante o 2º ou 3º trimestre de gravidez. Estas alterações fetais incluem: hipotensão neonatal,hipoplasia craniana neonatal, anúria, insuficiência renal reversível ou irreversível e morte. Oligohidrâmnio também tem sido relatado. Em geral, está associado a malformações crânio-faciais. Essas reações adversas não parecem estar relacionadas ao uso dos fármacos no primeiro trimestre da gravidez. Assim, quando a gravidez for detectada, de imediato a medicação deve ser suspensa ou substituída. Recomenda-se precaução na administração para pacientes com insuficiência renal ou hepática grave.
    Recomenda-se precaução no início do tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca ou depletados de sódio (em tratamento com diuréticos ou com dietas hipossódicas restritas), pois pode produzir um quadro de hipotensão severa.
    Recomenda-se administrar com precaução em pacientes com enfermidade cérebrovascular ou cardiopatia isquêmica, nos quais o quadro pode se agravar como conseqüência de uma hipotensão severa.
    Os pacientes devem ser advertidos sobre a necessidade de consultar seu médico em qualquer situação que possa indicar depleção de volume (vertigem, tontura) ou que possa provocá-la (transpiração excessiva, desidratação, diarréia, vômitos).
    A losartana potássica apresenta um efeito uricosúrico potente.
    Nos pacientes submetidos à cirurgia maior ou durante a anestesia com fármacos que produzam hipotensão, a losartana potássica pode bloquear a ação da angiotensina II formada como conseqüência da liberação compensadora de renina. Caso ocorra hipotensão, esta pode ser corrigida mediante a expansão de volume.

    Gravidez e Lactação :

    A losartana potássica está contra-indicada na vigência de gravidez e, quando esta for detectada, seu uso deve ser descontinuado o mais breve possível. Como não se tem conhecimento se a losartana potássica é excretada no leite humano, deve-se optar pela descontinuação do uso do fármaco ou da amamentação quando o fármaco for vital para a mãe.

    Interações Medicamentosas :

    Os efeitos anti-hipertensivos da losartana potássica podem ser aumentados por fármacos hipotensores que aumentam a liberação de renina, evidenciando o efeito sinérgico da absorção dos fármacos.
    Tem-se descrito efeitos natriuréticos e efeitos depletores de potássio para a losartana potássica. Portanto, recomenda-se controle periódico dos níveis de potássio em pacientes em tratamento com diuréticos.
    Tem-se relatado toxicidade ao lítio em pacientes em tratamento com fármacos que aumentam a eliminação de sódio.
    A losartana potássica tem sido administrada conjuntamente com diuréticos tiazídicos,antagonistas de cálcio e beta-bloqueadores, sem se observar interações adversas clinicamente significativas.
    O cetoconazol e o sulfafenasol são potentes inibidores do sistema citocromo P450 de metabolização. Não se sabe se o uso concomitante destes fármacos pode produzir alguma influência no efeito da losartana potássica.

    Reações  Adversas :

    O medicamento é geralmente bem tolerado. Ocasionalmente, tem-se reportado mal-estar epigástrico, diarréia, mialgia, cãibras musculares, tonturas, insônia, congestão nasal,astenia, fraqueza, edema ou inchaço local, náuseas e faringites, cefaléia, hipotensão
    ortostática. Todos estes efeitos foram geralmente leves e não levaram à interrupção do tratamento.
    Durante os ensaios clínicos pré-comercialização do fármaco ocorreram 2 casos de angioedema (caracterizados por inchaço de lábios e pálpebras), que não puderam ser associados diretamente ao uso de losartana potássica, mas tiveram uma relação causal sugerida.
    Excepcionalmente, tem-se observado aumento leve e transitório das transaminases, da uréia e da creatinina.

    Posologia :

    A dose inicial usual de CORUS (losartana potássica) é de 50 mg uma vez ao dia, ou 25 mg em pacientes com possível depleção de volume intravascular (por exemplo, pacientes em tratamento com diuréticos), e em pacientes com histórico clínico de insuficiência
    hepática. CORUS (losartana potássica) pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia com doses diárias variando de 25 a 100 mg.
    Se o efeito anti-hipertensivo durante a fase de vale não for adequado usando-se o esquema de dose única diária, um esquema de duas doses diárias pode ser instituído usando-se a mesma dose total ou aumentando-se a dose.
    Se a pressão sangüínea não for controlada com o uso da losartana potássica isolada,outros processos podem ser adicionados ao esquema posológico (p. ex.: diuréticos).

    Conduta na Superdosagem :

    Não existem antecedentes de superdose com losartana potássica. Não obstante, a manifestação mais provável é a hipotensão e a taquicardia; bradicardia poderia ocorrer pela estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipotensão sintomática, o tratamento de suporte deve ser instituído. Nem a losartana potássica nem seu metabólito ativo podem ser removidos por hemodiálise.

    Pacientes Idosos :

    Nos estudos clínicos não houve diferença no perfil de segurança e eficácia da losartana potássica relacionadas à idade.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS – 1.1213.0179
    Farm. Resp.: Alberto Jorge Garcia Guimarães – CRF-SP nº 12.449
    Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
    Rodovia Presidente Dutra km 222,2
    07034-904 – Guarulhos – SP
    Fone: (11) 6461-6000 Fax: (11) 6440-7392

    Biosintética Farmacêutica Ltda.
    Av. das Nações Unidas, 22.428
    São Paulo – SP
    CNPJ nº 53.162.095/0001-06
    Indústria Brasileira
    <logo CAC>
    CAC: 0800-7016900

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  • CELESTONE® SOLUSPAN
    acetato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona
    Suspensão injetável

    Forma/Farmaceutica / Apresentação
    Uso Adulto e Pediátrico

    Cada ml de CELESTONE Soluspan contém 3 mg de acetato de betametasona em suspensão e 3,945 mg de fosfato dissódico de betametasona em solução, equivalente a 3 mg de betametasona.

    Componentes inativos

    fosfato de sódio dibásico, fosfato de sódio monobásico,edetato dissódico, cloreto de benzalcônio, água para injeção. Cartucho com 1 ampola de 1 ml.

    Informação ao Paciente

    O início da ação de CELESTONE Soluspan ocorre 30 minutos após sua administração, podendo seu efeito manter-se por até 4 semanas.

    Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz. O prazo de validade encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento inutilize o produto. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

    Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Celestone Soluspan não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.
    Agite antes de usar.

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como dor de cabeça, vertigem,alterações menstruais, suor em abundância, urticária, fraqueza muscular, aumento da pressão arterial, depressão, irritabilidade e stress.

    Outras possíveis reações desagradáveis estão descritas no item REAÇÕES ADVERSAS.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Evite alimentos com alta concentração de sal, ácido acetilsalicílico e diuréticos que causem perda de potássio.

    CELESTONE Soluspan está contra-indicado em pacientes com infecções fúngicas e em pacientes com hipersensibilidade à betametasona (vide item PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS).
    Uso concomitante de corticosteróide e vacina de rotavírus aumenta o risco de infecção pela vacina de vírus vivo.

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informação Técnica

    CELESTONE Soluspan é uma associação de ésteres solúveis e pouco solúveis de betametasona que produz potentes efeitos antiinflamatórios, anti-reumáticos e antialérgicos no tratamento de afecções responsivas aos corticosteróides. A atividade terapêutica imediata é obtida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a administração. A manutenção da atividade é devida ao acetato de betametasona, que, por ser pouco solúvel, é absorvido lentamente, controlando os sintomas por longo período.

    Os glicocorticóides, como as betametasonas, causam diversos e intensos efeitos metabólicos,modificando a resposta imunológica orgânica a diversos estímulos. A betametasona possui alta atividade glicocorticóide e baixa atividade mineralocorticóide.

    Indicações

    CELESTONE Soluspan é indicado para a terapia de doenças de intensidade moderada a grave,doenças agudas e crônicas autolimitadas, responsivas aos corticosteróides sistêmicos, sendo especialmente útil em pacientes que não podem usar este tipo de medicamento por via oral. Os corticosteróides são medicamentos adjuvantes e não substitutivos da terapia convencional.

    As vias de administração recomendadas são:

    1. Intramuscular em afecções alérgicas, dermatológicas, reumáticas e outras responsivas aos corticosteróides sistêmicos, incluindo bursite.

    2. Injeção direta nos tecidos moles em bursites e afecções inflamatórias associadas aos tendões (tenossinovite) e aos músculos (fibrosite e miosite).

    3. Intra e periarticular em artrite reumatóide e osteoartrite.

    4. Intralesional em diversas afecções dermatológicas.

    5. Injeção local em algumas afecções inflamatórias dos pés.

    Afecções osteoarticulares – Osteoartrite pós-trauma, sinovite osteoartrítica, artrite reumatóide, bursite aguda e subaguda, epicondilite, tenossinovite aguda inespecífica, miosite,fibrosite, tendinite, artrite gotosa aguda, artrite psoríaca, dor lombar, ciática, coccigodinia, torcicolo, cisto ganglionar.

    Doenças do colágeno Lúpus eritematoso sistêmico, escleroderma, dermatomiosite.

    Estados alérgicos – Estado de mal asmático, asma, rinite alérgica sazonal ou perene,bronquite alérgica grave, dermatite de contato, dermatite atópica, reação de hipersensibilidade a fármacos e a picadas de insetos.

    Afecções dermatológicas – Lesões hipertróficas, localizadas e infiltradas de líquen plano,placas psoríacas, granuloma anular e neurodermatite (líquen simples crônico), quelóides, lúpus eritematoso discóide, necrobiose lipoídica diabeticorum, alopecia areata.

    Afecções no pé – Bursite sob calo durum, calo mole e esporão do calcâneo; bursite sobre hálux rigidus e sobre digiti quinti varus; cisto sinovial; tenossinovite; periostite do cubóide; artrite gotosa aguda e metatarsalgia.

    Uso antes do parto na prevenção da síndrome da angústia respiratória em prematuros – Quando se torna necessária a indução do trabalho de parto antes da 32a semana de gestação, ou quando o nascimento antes desta semana se torna inevitável devido a complicações obstétricas, recomenda-se a administração de 2 ml (12 mg) de CELESTONE Soluspan por via intramuscular pelo menos 24 horas antes da hora prevista do parto. Uma segunda dose (2 ml) deve ser administrada após 24 horas, caso o parto não tenha ocorrido.

    CELESTONE Soluspan também pode ser usado como tratamento profilático caso o feto apresente baixo índice de lecitina/esfingomielina (ou teste de estabilidade de espuma diminuído no líquido amniótico). O esquema posológico recomendado é o mesmo descrito acima.

    Os corticosteróides não estão indicados no tratamento da síndrome da membrana hialina após o nascimento.

    Doenças neoplásicas – CELESTONE Soluspan é indicado no tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos e leucemia aguda em crianças.

    Contra-Indicação

    CELESTONE Soluspan é contra-indicado em pacientes com infecções sistêmicas por fungos, em pacientes com hipersensibilidade ao acetato de betametasona e ao fosfato dissódico de betametasona,outros corticosteróides ou qualquer componente deste produto.O uso concomitante de corticosteróide e vacina de rotavírus aumenta o risco de infecção pela vacina de vírus vivo.

    Precauçãoes e Advertências

    CELESTONE Soluspan NÃO deverá ser usado por via intravenosa ou subcutânea. Técnica asséptica rigorosa é essencial para o uso de CELESTONE Soluspan. Agite antes de usar.

    CELESTONE Soluspan contém 2 ésteres de betametasona, um dos quais, o fosfato dissódico de betametasona, é rapidamente absorvido após a injeção. O potencial para efeito sistêmico produzido por esta fração solúvel do produto deve ser considerado pelo médico quando da sua utilização.

    Uma vez que o uso profilático de corticosteróides, após a 32a semana de gestação, é ainda discutível, a relação risco/benefício deve ser considerada para a mãe e o feto quando do seu uso após este período gestacional.
    Os corticosteróides não estão indicados no tratamento da síndrome da membrana hialina após o nascimento e não devem ser administrados às grávidas com pré-eclâmpsia, eclâmpsia ou com evidência de lesão na placenta.

    CELESTONE Soluspan deve ser administrado por via intramuscular e com cautela em pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática.

    A administração de corticosteróides por via intramuscular deve ser profunda e em músculos grandes para evitar atrofia do tecido.

    A administração intra-articular, intralesional e em tecidos moles pode produzir efeitos tanto locais quanto sistêmicos.

    Para se excluir a possibilidade de processos infecciosos é necessária a realização de exame do líquido sinovial. A injeção local em uma articulação infectada deve ser evitada. Um marcado aumento da dor e inchaço local, restrição de movimento articular, febre e mal-estar sugerem a presença de artrite infecciosa. Caso a infecção se confirme, um tratamento antimicrobiano adequado deverá ser instituído.

    Não se deve injetar corticosteróides em articulações instáveis, regiões infectadas e espaços intervertebrais. Injeções repetidas em articulações com osteoartrite podem aumentar a destruição articular. Deve-se evitar as injeções com corticosteróides diretamente nas substâncias dos tendões devido a relatos de rupturas tardias do tendão.

    Após terapia corticosteróide intra-articular, cuidados devem ser tomados pelo paciente para evitar o uso excessivo da articulação no qual o efeito benéfico tenha sido obtido. Em raras ocasiões têm ocorrido reações anafiláticas em pacientes recebendo corticoterapia parenteral. Medidas de precauções adequadas devem ser adotadas antes da administração, especialmente quando o paciente apresentar histórico de alergia a qualquer outro fármaco. Em casos de corticoterapia prolongada, a transferência da terapêutica parenteral para oral deve ser considerada depois de se avaliar os possíveis benefícios contra os riscos potenciais do fármaco.

    Ajustes posológicos poderão ser necessários com a remissão ou exacerbação da doença, a resposta individual do paciente ao tratamento e exposição a estresse emocional e/ou físico, como infecção grave, cirurgia ou traumatismo.

    Acompanhamento médico poderá ser necessário por até um ano após o término de tratamento prolongado ou com doses elevadas.

    Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem ocorrer durante seu uso. Quando os corticosteróides são usados, pode ocorrer diminuição da resistência e incapacidade em localizar a infecção .

    O uso prolongado de corticosteróides pode causar catarata subcapsular posterior (principalmente em crianças), glaucoma com possibilidade de dano no nervo óptico e ativação de infecções oculares secundárias por fungos e vírus.

    Doses médias e elevadas de corticosteróides podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água, e aumento da excreção de potássio. Estes efeitos são observados com menor freqüência com derivados sintéticos, exceto quando usados em altas doses. Deve-se considerar uma dieta de restrição de sal e suplementação de potássio. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio.

    Durante a corticoterapia, os pacientes não deverão ser vacinados contra varicela.

    Outras formas de imunização também não deverão ser realizadas, especialmente quando em uso de altas doses de corticosteróides, devido ao risco de complicações neurológicas e deficiência na resposta imunológica. Entretanto, os processos de imunização podem ser realizados nos pacientes que estão fazendo uso de corticosteróides como terapia substitutiva, por exemplo na doença de Addison.

    Pacientes que estejam fazendo uso de doses imunossupressoras de corticosteróides devem ser alertados para evitar exposição a varicela (catapora) ou sarampo e, se expostos, devem procurar atendimento médico; aspecto de particular importância em crianças.

    A corticoterapia na tuberculose ativa deve ser restrita aos casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nos quais o corticosteróide é associado a esquema antituberculoso adequado.

    Se houver prescrição de corticosteróides para pacientes com tuberculose latente ou reatividade à tuberculina, torna-se necessária observação criteriosa para o risco de reativação da doença. Durante tratamentos prolongados com corticosteróides, os pacientes devem receber quimioprofilaxia.

    Se a rifampicina for usada na terapia quimioprofilática, seu efeito de aumento da depuração hepática dos corticosteróides deve ser considerado. Pode ser necessário ajuste de dose do corticosteróide.

    Deve-se utilizar a menor dose possível de corticosteróide para controlar a doença sob tratamento. Quando for possível uma diminuição da dose, esta deverá ser gradual.

    Insuficiência adrenal secundária, de origem medicamentosa, pode resultar da retirada rápida do corticosteróide, podendo ser minimizada mediante a redução gradativa da posologia. Esta insuficiência relativa pode persistir por meses após descontinuação da terapia. Portanto, caso ocorra estresse durante este período, a corticoterapia deve ser reinstituída. Se o paciente já se encontra sob este tratamento, pode haver necessidade de elevação da dose. Uma vez que a secreção de mineralocorticóides pode estar comprometida, deve-se administrar concomitantemente sal e/ou mineralocorticóides.

    O efeito corticosteróide acha-se potencializado nos pacientes com hipotireoidismo ou cirrose.

    Recomenda-se precaução no uso de corticosteróides em pacientes com herpes simples ocular, devido ao risco de perfuração de córnea.

    Problemas psicológicos podem aparecer com terapia corticosteróide, que pode agravar quadros prévios de instabilidade emocional ou tendências psicóticas.

    Os corticosteróides devem ser usados com cautela em colite ulcerativa inespecífica,se houver probabilidade iminente de perfuração, abscessos ou outra infecção piogênica; diverticulite; anastomoses intestinais recentes; úlcera péptica ativa ou latente; insuficiência renal; hipertensão; osteoporose e miastenia gravis.

    Como as complicações das terapias glicocorticóides dependem da dose, do tipo e da duração do tratamento, a relação risco/benefício deverá ser analisada para cada paciente.

    A administração de corticosteróides pode prejudicar a média de crescimento e inibir a produção endógena de corticosteróides em bebês e crianças. Portanto o crescimento e o desenvolvimento desses pacientes sob terapia corticosteróide prolongada devem ser monitorados.

    O tratamento com corticosteróides pode alterar a motilidade e o número de espermatozóides em alguns pacientes.

    Deve-se aconselhar pacientes em terapia prolongada a evitar imunização devido à potencial imunossupressão associada ao uso do medicamento.

    Deve-se instruir os pacientes a relatar sinais/sintomas de hiperglicemia. A glicemia deve ser monitorada mais atentamente.

    Exames oftalmológicos devem ser realizados durante terapia prolongada. Os pacientes devem relatar alterações de visão.

    USO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO

    Não foram realizados estudos controlados sobre a reprodução humana com corticosteróides. O uso destes fármacos durante a gravidez ou por mulheres em idade fértil requer a análise dos benefícios para a mãe e o feto.

    O uso profilático de corticosteróides após a 32a semana de gestação ainda é discutível, devendo haver criterioso julgamento médico quanto aos benefícios e riscos potenciais para a mãe e o feto.

    Os corticosteróides não são indicados no tratamento da síndrome da membrana hialina após o nascimento.

    No tratamento profilático da síndrome da membrana hialina em prematuros, os corticosteróides não devem ser administrados a grávidas com pré-eclâmpsia,eclâmpsia ou sinais de lesão placentária.

    Bebês de mães que receberam doses substanciais de corticosteróides durante a gravidez devem ser cuidadosamente observados para sinais de hipoadrenalismo. As crianças, cujas mães receberam betametasona durante a gravidez, tiveram uma inibição transitória do hormônio de crescimento fetal e provavelmente dos hormônios pituitários que regulam a produção de corticosteróides pelas zonas definitiva e fetal da glândula adrenal fetal. Entretanto a supressão não interfere com a resposta pituitária adrenocortical ao estresse após o nascimento.

    Os corticosteróides atravessam a barreira placentária e aparecem no leite materno. Recém-nascidos e crianças de pacientes que utilizaram corticosteróides na gravidez devem ser examinados com cuidado pela possibilidade rara de ocorrência de catarata congênita.

    As mulheres que utilizaram corticosteróides durante a gestação devem ser observadas durante e após o parto para algum sinal de insuficiência adrenal devido ao estresse do parto.

    Devido ao potencial de efeitos adversos indesejáveis de CELESTONE Soluspan em lactentes, deve-se considerar a descontinuação da amamentação ou do fármaco,levando em conta a importância do fármaco para a mãe.

    Interações Medicamentosa

    O uso concomitante de fenobarbital, fenitoína, rifampicina ou efedrina pode acelerar o metabolismo corticosteróide, reduzindo seus efeitos terapêuticos.

    Efeitos corticosteróides excessivos podem ocorrer em pacientes em tratamento com corticosteróides e estrogênios.

    O uso de corticosteróide associado a diuréticos depletores de potássio pode intensificar a hipopotassemia. O uso de corticosteróides associado a glicosídeos cardíacos pode aumentar a possibilidade de arritmias ou intoxicação digitálica associada à hipopotassemia. Os corticosteróides podem aumentar a depleção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os pacientes sob terapia com alguma dessas associações medicamentosas, a concentração de eletrólitos séricos, principalmente potássio, deve ser cuidadosamente monitorada.

    O uso concomitante de corticosteróides e anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou reduzir os efeitos anticoagulantes, necessitando de ajuste posológico.

    Os efeitos combinados de antiinflamatórios não hormonais ou álcool com glicocorticóides podem resultar em maior ocorrência ou aumento da gravidade da ulceração gastrintestinal.
    Os corticosteróides podem reduzir as concentrações sangüíneas de salicilatos. O ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cuidado em associação com corticosteróides em pacientes hipoprotrombinêmicos.

    Quando os corticosteróides são administrados a diabéticos, podem ser necessários ajustes posológicos do medicamento antidiabético.

    O tratamento glicocorticóide concomitante pode inibir a resposta à somatotropina.

    O uso concomitante de corticosteróide e vacinas podem ocasionar resposta inadequada à vacina. Uso concomitante de corticosteróide e vacina de rotavírus aumenta o risco de infecção pela vacina de vírus vivo.

    O uso concomitante com fluoroquinolonas pode aumentar o risco de ruptura de tendão.

    O uso concomitante com carbamazepina ou priomidona pode reduzir a eficácia da betametasona. O uso concomitante com contraceptivos pode aumentar o efeito dos corticóides.

    O uso concomitante com alocurônio, atracúrio, cisatracúrio, mivacúrio, pancurônio, pipecurônio,rucorônio ou vecurônio pode reduzir a eficácia desses medicamentos além de ocasionar fraqueza muscular prolongada e miopatia.

    Reações Adversas

    As reações adversas de CELESTONE Soluspan, que são as mesmas relatadas para outros corticosteróides, relacionam dose e duração da terapia. Habitualmente essas reações podem ser revertidas ou minimizadas por redução da dose; sendo esta conduta geralmente preferível à interrupção do tratamento com o fármaco.

    Distúrbios hidreletrolíticos – Retenção de sódio, perda de potássio, alcalose hipopotassêmica, retenção de líquido, insuficiência cardíaca congestiva em pacientes suscetíveis e hipertensão.

    Musculoesqueléticas – Fraqueza muscular, miopatia, perda de massa muscular,agravamento de miastenia gravis, osteoporose, fraturas de compressão vertebral,necrose assética do fêmur e da cabeça do úmero, fraturas patológicas de ossos longos, ruptura dos tendões e instabilidade articular (por repetidas injeções intraarticulares).

    Gastrintestinais – Soluço, úlcera péptica (com possibilidade de perfuração e hemorragia), pancreatite, distensão abdominal e esofagite ulcerativa.

    Dermatológicas – Retardo da cicatrização, atrofia cutânea, pele frágil e fina, petéquias e equimoses, eritema facial, aumento da sudorese, inibição da reatividade aos testes cutâneos, dermatite alérgica, urticária e edema angioneurótico.

    NeurológicasConvulsões, aumento de pressão intracraniana com papiledema (Pseudotumor cerebral) geralmente após o tratamento, vertigens e cefaléia.

    Endócrinas – Irregularidade menstrual, síndrome de Cushing, inibição do crescimento fetal intra-uterino ou infantil, diminuição da resposta adrenal e pituitária prinicipalmente em períodos de estresse, como trauma, cirurgia ou doença associada, intolerância aos carboidratos, manifestação de diabetes mellitus latente e aumento da necessidade de insulina e hipoglicemiantes orais em diabéticos.

    Oftalmológicas – Catarata subcapsular posterior, aumento da pressão intra-ocular,glaucoma e exoftalmia.

    Metabólicas – Balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo protéico.

    Psiquiátricas – Euforia, mudança de humor, depressão grave a manifestações psicóticas, alteração da personalidade e insônia.

    Outras – Anafilaxia ou hipersensibilidade e reações do tipo choque ou hipotensão.

    Outras reações adversas associadas à corticoterapia parenteral incluem raros casos de cegueira, relacionada com o tratamento intralesional na região da face e cabeça; hiperpigmentação ou hipopigmentação, atrofia subcutânea e cutânea, abscesso estéril; artralgia (após injeção intra-articular) e artropatia de Charcot.

    Interações com testes laboratoriais – Os corticosteróides podem alterar o teste do “nitroblue tetrazolium” para infecções bacterianas, produzindo resultados falsonegativos.

    Posologia

    AS NECESSIDADES POSOLÓGICAS SÃO VARIÁVEIS E DEVEM SER INDIVIDUALIZADAS SEGUNDO A DOENÇA ESPECÍFICA, SUA GRAVIDADE E RESPOSTA DO PACIENTE AO TRATAMENTO.

    Administração sistêmica

    – O tratamento das afecções que necessitam dos efeitos dos corticosteróides sistêmicos pode ser cuidadosamente controlado por injeções intramusculares de CELESTONE Soluspan. Sua ação rápida e prolongada torna-o adequado para o início do tratamento em afecções agudas nas quais o controle da inflamação deve ser rapidamente atingido e mantido. A ação prolongada do medicamento colabora na prevenção da
    recrudescência decorrente da manutenção irregular dos efeitos corticosteróides.

    O tratamento é iniciado com uma injeção intramuscular de 1 ml de CELESTONE Soluspan na maioria dos casos e repetida semanalmente ou mais freqüentemente, quando necessário. Em doenças menos graves, em geral doses menores são suficientes. Em doenças graves, como estado de mal asmático ou lúpus eritematoso sistêmico, inicialmente poderão ser necessários 2 ml.

    A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja observada.
    Caso não ocorra uma resposta clínica satisfatória após razoável período de tempo, o tratamento com CELESTONE Soluspan deverá ser descontinuado e substituído por outro tratamento adequado.

    Administração local

    – Caso haja necessidade de co-administração, CELESTONE Soluspan pode ser misturado (na seringa e não no frasco) com lidocaína a 1% ou 2%, cloridrato de procaína ou anestésicos locais similares, com fórmulas que não contenham parabenos. Anestésicos que contenham metilparabeno, fenol etc., devem ser evitados. A dose necessária de CELESTONE Soluspan é inicialmente retirada do frasco para a seringa, em seguida o anestésico local é aspirado para a seringa e esta é, então, ligeiramente agitada.

    Em bursites (subdeltóide, subacromial e pré-patelar), uma injeção intrabúrsica de 1 ml promove alívio da dor e restaura a amplitude do movimento em poucas horas. Injeções intrabúrsicas em intervalos de 1 a 2 semanas em geral são necessárias na bursite aguda recorrente e nas exacerbações de bursites crônicas.

    Em tendinites, miosites, fibrosites, tenossinovites, peritendinites e estados inflamatórios periarticulares, recomendam-se três ou quatro injeções locais de 1 ml cada, a intervalos de uma ou duas semanas na maioria dos casos. A injeção deve ser aplicada nas bainhas dos tendões afetados e não no interior destes.

    Em condições inflamatórias periarticulares, a região dolorosa deve ser infiltrada. Em gânglios de cápsulas articulares, injeta-se 0,5 ml diretamente nos cistos.

    Na artrite reumatóide e osteoartrite, o alívio da dor, do edema e da rigidez pode ser atingido em 2 a 4 horas após a injeção intra-articular. A dose varia de 0,25 ml a 2 ml, de acordo com o tamanho da articulação: articulações muito grandes (quadril): 1 ml a 2 ml; articulações grandes (joelhos, tornozelos e ombros): 1 ml; articulações médias (cotovelo e punho): 0,5 ml a 1 ml; e pequenas articulações (mão e tórax): 0,25 ml a 0,5 ml. O alívio em geral se estende de 1 a 4 ou mais semanas. Utiliza-se técnica estéril com agulha de calibres 24 a 29 em seringa vazia para aspiração e introdução na cavidade sinovial. Retiram-se algumas gotas do líquido sinovial para confirmar se a agulha está na articulação. A seringa de aspiração é substituída pela seringa que contém CELESTONE Soluspan e a injeção é então aplicada na articulação.

    No tratamento intralesional, injeta-se 0,2 ml de CELESTONE Soluspan por via intradérmica (não subcutânea), utilizando-se seringa de tuberculina com agulha de calibre 25 x 1,27 cm. Deve-se ter o cuidado de injetar um depósito uniforme do medicamento por via intradérmica. A quantidade semanal total injetada em todas as áreas não deve exceder a 1 ml.

    CELESTONE Soluspan também é eficaz no tratamento das afecções do pé responsivas aos corticosteróides. Bursite sob calo durum (corno cutâneo) tem sido controlada com duas injeções sucessivas de 0,25 ml cada. Em condições como o hálux rigidus (deformidade na flexão do grande artelho), digiti quinti varus (desvio interno do quinto dedo) e artrite gotosa aguda; o início do alívio é rápido. Uma seringa de tuberculina com agulha de calibre 25 x 1,90 cm é adequada para a maioria das injeções nos pés. Nesses casos, recomendam-se doses de 0,25 ml a 0,5 ml a intervalos de 3 a 7 dias. Na artrite gotosa aguda, podem ser necessárias doses de até 1 ml.

    Após a obtenção de resposta favorável, a dose de manutenção adequada deve ser determinada por decréscimo da dose inicial em pequenas frações a intervalos de tempo adequados, até que a dose mais baixa para manter uma resposta clínica ideal seja determinada.

    A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença pode implicar em aumento da dose de CELESTONE Soluspan. Caso o medicamento seja descontinuado após tratamento prolongado, a dose deve ser reduzida gradativamente.

    Superdosagem

    Sintomas – Superdoses agudas com glicocorticóides, incluindo a betametasona, não causam situações de risco de vida. Exceto em casos de doses extremas, é improvável que a administração de glicocorticóides por poucos dias produza resultados nocivos na ausência de contra-indicações específicas, como nos pacientes com diabetes mellitus, glaucoma, úlcera péptica ativa ou naqueles medicados com digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos depletores de potássio.

    Tratamento – Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteróides ou dos efeitos nocivos à saúde concomitantes a enfermidades ou interação de fármacos devem ser manipulados apropriadamente.
    Deve-se manter ingestão adequada de líquidos e monitorar os eletrólitos no soro e na urina,com particular atenção para o balanço de sódio e potássio. Tratar os desequilíbrios eletrolíticos,se necessário.
    MS 1.0093.0123
    Farm. Resp.: Lucia Lago Hammes – CRF RJ 2804

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    O número do lote, a data da fabricação e o término do prazo de validade estão gravados na embalagem externa deste produto.

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