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    CICLOXX®

    meloxicam

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: CICLOXX® Nome genérico: meloxicam

     Apresentações:

    CICLOXX® 15mg em embalagens contendo 10 comprimidos. USO ORAL, USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS

     Composição:

    Cada comprimido de CICLOXX® contém 15 mg de meloxicam. Excipientes: celulose microcristalina, lactose, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, crospovidona e álcool etílico.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    CICLOXX® (meloxicam) é indicado para o  tratamento dos sintomas da artrite reumatoide e osteoartrite (doenças das articulações), aliviando a dor e a inflamação.

     Como este medicamento funciona?

    CICLOXX® apresenta propriedades anti-inflamatórias contra dor e febre. Ele age inibindo preferencialmente o funcionamento da enzima responsável  pela inflamação, COX-2, e da COX-1 em menor extensão. O tempo médio para o início da ação é de 80 a 90 minutos após a ingestão.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar CICLOXX® se tiver alergia a qualquer componente da fórmula, se teve asma, pólipos nasais (obstrução), inchaço da língua, lábios e garganta ou placas elevadas na pele, geralmente com coceira, após o uso de ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios. Você também não deve usar CICLOXX® se tiver úlcera ou perfuração gastrintestinal ativa ou recente; doença inflamatória intestinal ativa (doença de Chron ou colite ulcerativa); sangramento gastrointestinal ativo, sangramento cerebrovascular recente ou distúrbios de sangramento sistêmico estabelecidos; mau funcionamento grave do fígado e dos rins (não dialisáveis); mau funcionamento grave e não controlado do coração e intolerância à galactose (contém lactose). CICLOXX® é contraindicado para tratamento da dor após cirurgia de revascularização do miocárdio ou angioplastia. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. Este medicamento é contraindicado durante a gravidez e amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Podem ocorrer ulceração, perfuração ou sangramento do aparelho digestivo (podendo ser fatal), a qualquer momento, durante o tratamento com CICLOXX®, mesmo que você não tenha sintomas prévios ou antecedentes de problemas digestivos graves. As consequências desse tipo de evento são mais graves em idosos. Se você tiver antecedentes de doenças do aparelho digestivo deve ter cuidado ao usar CICLOXX®. Caso apresente sintomas digestivos, você deve ser monitorado durante o uso de CICLOXX®. Se ocorrer úlcera ou sangramento das vias digestivas, o tratamento deve ser interrompido. Também se deve ter cautela com pacientes que estejam em tratamento com anticoagulantes (medicamentos para “afinar” o sangue). Foram relatados raramente casos de reações graves da pele, algumas delas fatais, que incluem dermatite esfoliativa (pele avermelhada, escamativa, espessa), síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica (manifestações graves da pele com aparecimento de bolhas, febre, dor, mal-estar geral e outros sintomas). Supõe-se que o maior risco dessas reações ocorra durante o início do tratamento, geralmente no primeiro mês. Caso ocorra lesão na pele ou mucosa (como a boca) ou outro sinal de alergia, o tratamento com CICLOXX® deve ser imediatamente interrompido. O uso de CICLOXX® pode aumentar o risco de formação grave de trombos dentro dos vasos sanguíneos, bem como de infarto e derrame, que podem ser fatais. Esse risco pode aumentar se o tratamento for prolongado ou no caso de o paciente apresentar fatores de risco ou problemas de coração e circulação. Pacientes idosos, desidratados, com insuficiência cardíaca congestiva (mau funcionamento do coração), cirrose hepática (substituição das células saudáveis do fígado por tecido fibroso sem função), síndrome nefrótica (doença dos rins com perda de proteínas pela urina), mau funcionamento dos rins, em tratamento com diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida), inibidores da ECA (como captopril, enalapril) e outros medicamentos para controlar a pressão arterial (como telmisartana, valsartana), ou com baixo volume sanguíneo após cirurgia de grande porte, têm risco de complicações renais com o uso de CICLOXX® e devem ser monitorados no início do tratamento. Em casos raros, CICLOXX® pode provocar doenças renais. Se você tem insuficiência renal grave e está em tratamento com hemodiálise, a dose de CICLOXX® não deve ser maior que 7,5 mg por dia. Se você estiver debilitado ou desnutrido, pode ter menor tolerância ao produto e precisará de supervisão adequada. Idosos precisam de cuidado especial, pois as funções dos rins, do fígado e do coração podem estar alteradas. CICLOXX® pode causar retenção de água e sais minerais, ocasionando inchaço, e diminuir o efeito dos diuréticos, desencadeando ou piorando o mau funcionamento do coração, ou ainda, pressão alta em pacientes com predisposição. Se você estiver usando CICLOXX®, os sintomas iniciais de uma infecção poderão passar despercebidos. CICLOXX® comprimidos 7,5 mg e 15 mg contêm 50 mg de lactose por dose máxima diária recomendada. Por isso, se você tiver condição hereditária rara de intolerância à galactose, p. ex. galactosemia, não deverá tomar este medicamento. Durante o tratamento você poderá apresentar reações indesejadas, relacionadas ao sistema nervoso, como visão borrada, tontura, vertigem ou sonolência. Portanto, você deve ter cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas e evitar tais tarefas potencialmente arriscadas caso você apresente estas reações. Fertilidade, Gravidez e Lactação. Você não deve tomar CICLOXX® se estiver tentando engravidar ou em investigação de infertilidade, pois o medicamento pode prejudicar sua fertilidade. Este medicamento é contraindicado durante a gravidez e amamentação. O uso de CICLOXX® durante a gravidez pode causar aumento do risco de aborto, malformação do bebê, aumento do sangramento e inibição das contrações uterinas na mãe. Você não deve usar CICLOXX® durante a amamentação, pois existe a possibilidade deste medicamento passar para o leite materno. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

     Interações Medicamentosas:

    Podem ocorrer interações no uso de CICLOXX® com os seguintes medicamentos: – Outros medicamentos que atuam nas prostaglandinas ( como corticoides e ácido acetilsalicílico): podem aumentar o risco de úlceras e sangramento gastrintestinais. Você não deve usar CICLOXX® juntamente com outros anti- inflamatórios (como ácido acetilsalicílico, diclofenaco de sódio, nimesulida); – Anticoagulantes orais (como varfarina), heparina parenteral (como enoxaparina), trombolíticos (como estreptoquinase): podem aumentar o risco de sangramento. Caso seja imprescindível a utilização deste tipo de medicamento, esta só deve ser feita com rigoroso companhamento médico dos seus efeitos na coagulação. - Antiplaquetários (como dipiridamole, ticlopidina, clopidogrel) e inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS – medicamentos para depressão – como fluoxetina, paroxetina, sertralina): aumento do risco de sangramento, via inibição da função das plaquetas. – Lítio (usado para tratamento psiquiátrico): pode haver aumento das concentrações de lítio no sangue, podendo chegar a níveis tóxicos. Se essa combinação for necessária, as concentrações plasmáticas de lítio devem ser cuidadosamente monitoradas durante o início, ajuste e interrupção da administração de CICLOXX®; – Metotrexato (usado, por exemplo, para tratar artrites): pode haver aumento da concentração sanguínea de metotrexato; por isso não é recomendado o uso com altas doses de metotrexato (maior que 15 mg) ou em pacientes com doses mais baixas, mas com problemas da função renal. Se o uso combinado for realmente necessário, o médico deve monitorar a contagem de células sanguíneas e a função renal. O uso concomitante no período de 3 dias pode aumentar a toxicidade do metotrexato; – Anticoncepcionais: pode ocorrer a diminuição da eficácia do DIU (dispositivo intrauterino); – Diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida): pode aumentar o risco de problemas renais graves em pacientes desidratados. Se o uso for combinado, o médico deve monitorar a função renal antes de iniciar o tratamento. – Anti - hipertensivos (para pressão alta, como atenolol, captopril, enalapril, isossorbida, anlodipino): pode haver diminuição do efeito dos anti-hipertensivos; –Medicamento usado na pressão alta e problemas cardíacos (antagonistas da ECA, como captopril, enalapril, e bloqueadores do receptor de angiotensina II, como telmisartana, valsartana): pode aumentar o risco de lesão renal em pacientes com a função renal comprometida; Colestiramina (para controle do colesterol): aumenta a eliminação de CICLOXX®, podendo diminuir o efeito deste; – Ciclosporina (usada em certas doenças reumáticas e após transplantes): pode ocorrer aumento da toxicidade nos rins pela ciclosporina. Durante o tratamento em conjunto, o médico deve monitorar a função renal; -Pemetrexede: em casos de insuficiência renal moderada, se uma combinação de meloxicam com pemetrexede for necessária, o médico deve monitorar cuidadosamente os pacientes, especialmente para uma menor produção de células sanguíneas (mielosupressão) e reações adversas gastrointestinais. O uso de meloxicam com medicamentos antidiabéticos orais (sulfonilureias, nateglinida) pode levar ao aumento destes fármacos e do meloxicam no organismo. O médico deve monitorar cuidadosamente os pacientes que utilizam meloxicam com sulfonilureias ou nateglinida, pois pode ocorrer hipoglicemia. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    DURANTE O CONSUMO, ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30ºC). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Comprimido circular de cor amarela clara. Os comprimidos de meloxicam não apresentam características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outros comprimidos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos de CICLOXX® devem ser ingeridos com um pouco de água ou algum outro líquido, juntamente com alimentos. A dose total diária deve ser tomada como uma dose única. A dose diária máxima recomendada é de 15 mg. Você deve seguir as doses recomendadas pelo seu médico. De modo geral são recomendadas as seguintes dosagens: Artrite reumatoide: 15 mg por dia. Conforme a resposta ao tratamento, seu médico poderá diminuir a dose para 7,5 mg por dia. Osteoartrite dolorosa: 7,5 mg por dia. Caso necessário seu médico poderá aumentar a dose para 15 mg por dia. Adolescentes: A dose máxima recomendada para adolescentes de 12 a 18 anos de idade é de 0,25 mg/kg e não deve ultrapassar 15 mg. CICLOXX® comprimidos é contraindicado em crianças menores de 12 anos de idade, por que ele não permite a dosagem adequada em crianças desta faixa etária. Em pacientes com maior risco de ter reações indesejáveis, como por exemplo, histórico de doenças do trato digestivo ou que apresentam risco de doenças do coração, o tratamento pode ser iniciado com 7,5 mg ao dia. O médico não precisa reduzir a dose em pacientes com insuficiência renal branda ou moderada. CICLOXX® é contraindicado em pacientes com insuficiência renal grave, que não fazem diálise. Em pacientes com insuficiência renal terminal em hemodiálise, a dose diária não deve exceder 7,5 mg. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    – Reações comuns: cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, dispepsia (indigestão), diarreia, náusea (enjoo) e vômitos. – Reações incomuns: anemia, hipersensibilidade imediata (alergia), tontura, vertigem (sensação de rotação), sonolência, aumento da pressão arterial, rubor facial (vermelhidão da face), hemorragia gastrintestinal oculta ou macroscópica (sangramento do aparelho digestivo, podendo ser fatal), gastrite (azia, dor e queimação do estômago), estomatite (inflamação da boca e gengiva), constipação (prisão de ventre), flatulência (gases), eructação (arrotos), exames da função hepática e renal anormais (por exemplo, aumento da transaminase ou bilirrubina; aumento da creatinina e/ou ureia séricas), edema angioneurótico (inchaço da língua, lábios e garganta), rash (vermelhidão, descamação na pele), prurido (coceira), distúrbios miccionais (problemas relacionados à dificuldade para urinar), edema (inchaço), atraso na ovulação. – Reações raras: alteração de contagem de células do sangue, como diminuição dos glóbulos brancos (leucopenia) e plaquetas (trombocitopenia), alteração do humor, distúrbio visual (inclusive visão embaçada), conjuntivite (inflamação no olho), zumbido, palpitações, asma (em indivíduos alérgicos ao ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios), úlcera de estômago ou duodeno (podendo ser fatal), colite (inflamação do intestino grosso) e esôfago (esofagite), necrólise epidérmica tóxica (problemas graves da pele com surgimento de bolhas e dor, febre, mal-estar geral), urticária (placas elevadas na pele, geralmente com coceira). – Reações muito raras: perfuração de úlceras localizadas no estômago ou no intestino (podendo ser fatal), hepatite (inflamação do fígado), dermatite bolhosa e eritema multiforme (bolhas e ulcerações na pele e mucosa), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins). – Reações com frequência desconhecida: reação anafilática, reação anafilactoide (reação alérgica), confusão mental e desorientação, reação de fotossensibilidade (aumento da sensibilidade à luz), infertilidade feminina (dificuldade de engravidar). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Embora não exista experiência de superdosagem aguda com CICLOXX®, pode-se esperar que os sinais e sintomas das reações adversas, mencionados no item anterior ocorram de modo mais pronunciado. Podem ocorrer sangramento gastrintestinal, pressão alta, interrupção do funcionamento dos rins, reações alérgicas graves, dificuldade respiratória e até coma; entretanto, são raros. Deve-se procurar orientação médica. Se o paciente estiver consciente, pode ser útil provocar o vômito. Não se conhece um antídoto específico para CICLOXX®. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS-1.2110.0284 Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP nº9258 Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1860 CEP 04717-904-São Paulo–SP CNPJ nº 61.072.393/0001-33 Fabricado e Embalado por: Laboratório Teuto Brasileiro S/A VP 7-D, Módulo 11, Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140-Anápolis–GO CNPJ nº 17.159.229/0001-76 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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     Feldene®

    piroxicam

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Feldene® Nome genérico: piroxicam

     Apresentações:

    Feldene® 20 mg em embalagens contendo 10 ou 15 cápsulas. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS

     Composição:

    Cada cápsula de Feldene® 20 mg contém o equivalente a 20 mg de piroxicam. Excipientes: amido de milho, lactose monoidratada, estearato de magnésio e laurilsulfato de sódio.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Feldene® (piroxicam) cápsula é um anti-inflamatório não esteroide (AINE), indicado para uma variedade de condições que requeiram atividade anti-inflamatória e/ou analgésica, tais como: artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações – "juntas" – causada por reação autoimune, situação em que o sistema de defesa agride por engano o próprio corpo), osteoartrite (processo de lesão das juntas), espondilite anquilosante (artrite da coluna vertebral que leva a um processo de rigidez), distúrbios musculoesqueléticos agudos (que afetam músculos, tendões ou ligamentos), gota aguda (artrite associada a deposição de cristais de ácido úrico nas articulações, juntas), dor pós-operatória e pós-traumática (pós-lesões por impacto) e para o tratamento da dismenorreia primária (cólica menstrual) em pacientes maiores de 12 anos. Também é indicado por sua ação analgésica (redução ou desaparecimento da dor).

     Como este medicamento funciona?

    Feldene® é um anti-inflamatório não esteroide (AINE,medicamento que bloqueia a inflamação e que não é derivado de hormônios ) que possui também propriedades analgésicas (que reduz ou elimina a dor) e antipiréticas (reduz a febre).

     Quando não devo usar este medicamento?

    Não use Feldene® se: (1) já apresentou úlcera gastrointestinal ( ferida no estômago e/ou na parte inicial do intestino), hemorragia ou perfuração gastrintestinal (no estômago e intestino observados através de sangue vivo ou “pisado” – com coloração marrom escura - no vômito e/ou fezes); (2) apresenta úlcera péptica ativa (ferida atual no estômago e/ou na parte inicial do intestino); (3) apresenta hipersensibilidade (alergia) conhecida ao piroxicam ou a outros componentes da fórmula. (4) usando ácido acetilsalicílico ou outro anti-inflamatório não hormonal (que não é derivado de hormônio) e desenvolveram sintomas de asma (doença respiratória onde a respiração é difícil, curta e ofegante), pólipo nasal (massa de tecido mucoso dentro do nariz), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) ou urticária (alergia da pele); (5) para tratar a dor da cirurgia para revascularização do miocárdio (cirurgia que corrige obstruções das coronárias – vasos que levam sangue para o músculo do coração – através de ponte de veia safena ou de artéria mamária); (6) insuficiência renal (diminuição da função dos rins), hepática. (diminuição da função do fígado) ou cardíaca (diminuição da capacidade de bombeamento do coração) graves. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe ao seu médico todas as medicações que está usando para que ele avalie se uma nova medicação interferirá na ação da outra; isso se chama interação medicamentosa. Evite o uso de Feldene®: (1) junto com outros anti-inflamatórios não hormonais incluindo inibidores da COX-2. (medicamento que inibe a substância que desencadeia o processo de resposta inflamatória do corpo). O uso concomitante de dois AINEs sistêmicos podem aumentar a frequência de úlceras gastrintestinais e sangramento, e (2) se ao usar um anti-inflamatório ou ácido acetilsalicílico (medicamento que bloqueia a inflamação e que não é derivado de hormônios ) você apresentou rinite (inflamação da mucosa nasal) ou broncoespasmo (crise de chiado) grave. Pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico não devem usar Feldene®. Avise o seu médico se você tem ou teve estas condições. Feldene® interfere no efeito antiplaquetário (evita a agregação de plaquetas no sangue) do ácido acetilsalicílico em baixa dosagem e pode, assim, interferir no tratamento profilático da doença cardiovascular com ácido acetilsalicílico. Além disso, deve -se evitar o uso de Feldene® junto com os seguintes medicamentos: (1) ácido acetilsalicílico;(2)anticoagulantes (medicamentos usados para reduzir a capacidade do sangue de coagular, conhecidos como “medicamentos para afinar o sangue”); (3) anti-hipertensivos (medicamentos para controle da “pressão alta”); (4) corticosteroides (anti-inflamatórios hormonais); (5) ciclosporina, metotrexato e tacrolimo (medicamentos que alteram a resposta do sistema de defesa); (6) lítio (medicamento utilizado para doenças psiquiátricas); (7) colestiramina (medicamento que age reduzindo o colesterol), (vide questão4. O que devo saber antes de usar este medicamento? e questão 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?). A dose de Feldene® pode necessitar de ajustes em portadores de alteração da função do fígado, se você tem qualquer problema no fígado, avise seu médico. Efeitos Cardiovasculares(CV): anti-inflamatórios aumentam o risco de (1) eventos trombóticos (“entupimento” dos vasos sanguíneos) cardiovasculares (CV) (no coração e vasos sanguíneos), o que aumenta o risco de infarto do miocárdio (“entupimento” dos vasos que levam sangue ao músculo do coração que é lesado e/ou morre) e acidente vascular cerebral (AVC ou “derrame cerebral”), que podem ser fatais; (2) aparecimento de hipertensão (“pressão alta”) ou piora da hipertensão já existente; (3) retenção de líquidos levando a piora da função cardíaca (capacidade do coração fazer circular o sangue no corpo) em portadores de insuficiência cardíaca congestiva (diminuição da função do músculo do coração, que não consegue bombear o sangue para ser usado pelo organismo). Se você tem doença cardiovascular (CV), insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão deve ser cuidadosamente monitorada pelo seu médico. O risco pode aumentar com a duração do uso. Para reduzir os riscos potenciais recomenda-se que a dose de Feldene® seja a menor dose capaz de gerar o efeito desejado e o tratamento dure o menor tempo possível. Retenção de Líquido e Edema: observada retenção de líquido e edema em alguns pacientes recebendo anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo Feldene®. Portanto, Feldene® de ve ser utilizado com cautela em pacientes com comprometimento da função cardíaca e outras condições que predisponham, ou piorem pela retenção de líquidos. Efeitos Gastrointestinais: anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo Feldene®, podem causar reações adversas gastrointestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado (parte do intestino que vai do estômago até o intestino grosso) ou grosso (parte do final do tubo digestivo), que pode ser fatal. O uso de doses diárias acima de 20 mg de Feldene® leva a um aumento do risco de efeitos colaterais gastrointestinais. Os pacientes com maior risco de desenvolverem este tipo de complicação gastrointestinal com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes utilizando ácido acetilsalicílico, corticosteroides, inibidores seletivos de recaptação da serotonina, pacientes que ingiram álcool ao mesmo tempo em que Feldene® ou pacientes com história anterior ou ativa de doença gastrointestinal, como ulceração, sangramento ou doenças inflamatórias gastrointestinais. Efeitos Renais: raramente os anti-inflamatórios não esteroides podem lesar os rins por diminuição da produção de substâncias (prostaglandinas) responsáveis por controlar a quantidade de sangue que chega até ele e pela intensidade da inflamação. Suspender a medicação pode reverter a reação. O risco é maior em portadores de alterações na função renal como os com síndrome nefrótica ( doença dos rins que gera perda de proteína na urina) e doença renal aparente (qualquer doença do rim), além dos portadores de insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática (doença que destrói as células do fígado substituindo-as por cicatrizes), pacientes de risco devem ser monitorados. (vide questão 3. Quando não devo usar este medicamento? e questão 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?). Reações Cutâneas: foram relatadas muito raramente em associação ao uso de AINEs, incluindo Feldene®, reações cutâneas graves , algumas fatais, incluindo dermatite esfoliativa (descamação da pele), síndrome de Stevens -Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele). Os pacientes parecem estar sob maior risco de desenvolverem estas reações no início do tratamento; o início da reação ocorre, na maioria dos casos, no primeiro mês de tratamento. Feldene® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (lesão avermelhada na pele), lesão da mucosa (algum problema nas áreas do corpo que tem mucosa: olhos, boca, nariz, ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia)). Efeitos Oftalmológicos: devido aos relatos de alterações oculares (alterações na visão ao se usar um AINES) encontradas com AINEs, é recomendado que pacientes com propensão (tendência a poder desenvolver uma determinada situação) a desenvolverem estas alterações, façam avaliação oftalmológica (avaliação dos olhos com o médico), durante o tratamento com Feldene®. Uso com Anticoagulantes Orais: O uso concomitante de AINEs, incluindo Feldene®, com anticoagulantes orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal e não gastrointestinal e deve ser administrado e monitorado a critério médico. Geral: O uso de AINEs, incluindo Feldene®, pode causar infertilidade temporária em algumas mulheres (dificuldade de engravidar por um determinado tempo). Alguns estudos sugerem que o uso de Feldene® pode aumentar o risco de aborto espontâneo no início da gravidez. Feldene® deve ser evitado durante o terceiro trimestre da gravidez. Se usado durante o segundo ou terceiro trimestre da gravidez, os AINEs podem causar disfunção renal fetal que pode resultar na redução do volume de líquido amniótico ou oligoidrâmnio em casos graves. Tais efeitos podem ocorrer logo após o início do tratamento e são geralmente reversíveis. As mulheres grávidas utilizando Feldene® devem ser cuidadosamente monitoradas quanto ao volume de líquido amniótico. Primeiro e segundo trimestre de gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Terceiro trimestre de gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Se você está amamentando ou pretende amamentar, não é recomendado usar Feldene®, já que ele é excretado pelo leite e a segurança deste medicamento em crianças amamentadas não é conhecida. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

     Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Feldene® cápsula deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: cápsula de gelatina de coloração vermelho escuro contendo pó branco a levemente amarelado/amarronzado.

     Como devo usar este medicamento?

    Cada cápsula de Feldene® contém o equivalente a 20 mg de piroxicam. Feldene®, na forma oral (cápsulas), deve ser engolido inteiro com um pouco de água. A dosagem de Feldene® deve obedecer a recomendação para cada indicação do produto, entretanto, Feldene® não deve ser utilizado por mais de 14 dias para tratamentos em condições agudas. Artrite reumatoide, osteoartrite (artrose, doença articular degenerativa) e espondilite anquilosante: A dose inicial recomendada é de 20 mg ao dia, em dose única. A maioria dos pacientes pode ser mantida com 20 mg ao dia (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? – Efeitos Gastrintestinais). Gota aguda: Feldene® não deve ser usado como tratamento de primeira escolha de gota aguda quando um AINE é indicado. Pelo mesmo motivo, não deve ser usado no tratamento de gota aguda em pacientes com maior risco de desenvolver eventos adversos gastrointestinais. Iniciar a terapia com uma única dose de 40 mg ao dia, seguida nos próximos 4 a 6 dias por 40 mg/dia, em dose única ou fracionada. Feldene® não é indicado para o tratamento prolongado da gota. Distúrbios músculo esqueléticos agudos: Feldene® não deve ser usado como tratamento de primeira escolha de distúrbios musculoesqueléticos agudos quando um AINE é indicado. Pelo mesmo motivo, não deve ser usado no tratamento de distúrbios musculoesqueléticos agudos em pacientes com maior risco de desenvolver eventos adversos gastrointestinais. Deve -se iniciar a terapia com 40 mg ao dia, nos primeiros 2 dias, em dose única ou fracionada. Para os 7 a 14 dias restantes, a dose deve ser reduzida para 20 mg ao dia. Dor pós -traumática aguda e pós-operatória aguda: A dose recomendada é de 20 mg/dia em dose única. Dismenorreia primária aguda: Feldene® não deve ser usado como tratamento de primeira escolha de dismenorreia quando um AINE é indicado. Pelo mesmo motivo, não deve ser usado no tratamento de dismenorreia em pacientes com maior risco de desenvolver eventos adversos gastrointestinais. Assim que surgirem os sintomas, iniciar com a dose recomendada de 40 mg em dose única diária nos dois primeiros dias e, se necessário, 20 mg/dia em dose única diária por mais 1 ou até 3 dias se necessário. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. A dose total de Feldene® administrada sob a forma combinada de cápsulas, comprimidos solúveis, comprimidos sublinguais, supositórios e injeções intramusculares não deve exceder a dose máxima diária recomendada nas indicações. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso o paciente se esqueça de tomar Feldene® no horário estabelecido, deve tomá-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Feldene® em geral é bem tolerado. Sintomas gastrintestinais são os mais frequentemente encontrados, apesar de na maioria dos casos não interferir no curso da terapêutica. Distúrbios sanguíneo (sangue) e linfático (linfa): anemia (diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos do sangue responsáveis pelo transporte de oxigênio), anemia aplástica (anemia por diminuição da produção de glóbulos vermelhos), anemia hemolítica (anemia por aumento da velocidade de destruição de glóbulos vermelhos), eosinofilia (aumento de um tipo de célula branca de defesa do sangue chamada eosinófilo), leucopenia (diminuição do número de células brancas de defesa do sangue, chamadas de leucócitos) e trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas, células de coagulação do sangue). Distúrbios do sistema imunológico: anafilaxia (reação alérgica grave, que gera resposta em todo o corpo e pode até levar à incapacidade de respirar) e "doença do soro" (reação alérgica parecida com a que acontece após aplicação de substância biológica, ou seja, produzida por um organismo vivo). Distúrbios do metabolismo e nutricional: anorexia (falta de apetite), hiperglicemia (aumento da quantidade de açúcar no sangue), hipoglicemia (diminuição da quantidade de açúcar no sangue) e retenção de líquidos (acúmulo de líquidos no organismo). Distúrbios psiquiátricos: depressão, pesadelos, alucinações, insônia, confusão mental (apresenta pensamentos ou fala confusas), alterações de humor e irritação. Distúrbio do sistema nervoso: meningite asséptica (inflamação da membrana que envolve o cérebro e a medula, chamada de meninge, que acontece na ausência de micro-organismos), tontura, dor de cabeça, parestesia (sensação formigamento, queimação, ardor e coceira em uma região que não tem lesão visível), sonolência (sono) e vertigem (tontura). Distúrbios oftálmicos: visão turva (visão com dificuldade para ficar nítida/clara), irritações oculares (do olho) e edema (inchaço) dos olhos. Distúrbios do ouvido e labirinto: disfunção auditiva (alteração da capacidade de ouvir) e tinido (zumbido no ouvido). Distúrbios cardíacos: palpitações (quando a pessoa passa a sentir os batimentos do coração). Distúrbios vasculares: vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo) e hipertensão (pressão alta). Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal: bronco espasmo (crise de chiado no peito), dispneia (falta de ar) e epistaxe (sangramento nasal). Distúrbios gastrointestinais: desconforto e/ou dor abdominal (na barriga), , constipação (prisão de ventre), diarreia , desconforto epigástrico (sensação de queimação ou de peso que pode aparecer após ingerir alimentos), flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), gastrite (lesão do estômago), sangramento gastrintestinal (no estômago e intestino que podem ser observados através de sangue vivo ou “pisado” – com coloração marrom escura – no vômito e/ou fezes), pancreatite (inflamação do pâncreas), indigestão, náuseas (enjoo), perfuração, estomatite (inflamação da mucosa da boca que gera várias lesões conhecidas popularmente como aftas), úlcera (ferida no estômago) e vômitos (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?). Distúrbios hepatobiliar es (fígado/bile): casos fatais de hepatite (inflamação do fígado) e icterícia ( coloração amarelada de pele e mucosas sinalizando alteração da função do fígado). Procure imediatamente seu médico se observar icterícia durante o uso de Feldene®. Distúrbios mamários e do sistema reprodutivo: diminuição reversível da fertilidade feminina (diminuição reversível da capacidade da mulher engravidar). Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: alopecia (perda de cabelos), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), vários graus de reação alérgica na pele que podem ser observadas desde vermelhidão, coceira até aparecimento de regiões em que as células morrem gerando complicações graves, passando por lesões descamativas, bolhosas e inchaços (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?). Distúrbios renais e urinários: síndrome nefrótica (doença dos rins que gera perda de proteína na urina), glomerulonefrite (inflamação das células renais responsáveis pela filtração, glomérulos), nefrite intersticial (tipo de inflamação nos rins) e insuficiência renal (diminuição da função dos rins). Distúrbios Gerais: edema (inchaço, principalmente no tornozelo) e mal-estar. Exames laboratoriais: anticorpos antinucleares (ANA) positivos (indicativos de doença autoimune), elevações reversíveis de nitrogênio da ureia sanguínea e da creatinina (substâncias encontradas na urina), diminuição na hemoglobina e no hematócrito (exame que fornece uma estimativa do número de glóbulos vermelhos no sangue) sem associação evidente com sangramento gastrintestinal, aumento dos níveis de transaminase (enzima presente nas células do fígado), aumento ou diminuição de peso. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de superdose com Feldene® recomenda-se tratamento sintomático (dos sintomas) e de suporte. Não há antídotos específicos. Estudos indicam que a administração de carvão ativado pode resultar em uma redução na absorção ou reabsorção do piroxicam, reduzindo assim a quantidade total de fármaco ativo (medicamento funcionando no corpo) disponível. Embora não haja estudos até o momento, hemodiálise (diálise sanguínea),provavelmente, não é útil na tentativa de eliminar o piroxicam já que grande porcentagem do fármaco se liga às proteínas plasmáticas (proteínas do sangue). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS– 1.0216.0013 Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli - CRF -SP Nº 27071 Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda. Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5 CEP 06696-000- Itapevi– SP CNPJ nº 46.070.868/0036-99 Fabricado e Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda. Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5 CEP 06696-000– Itapevi– SP Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Prostata 27.06.2016 No Comments

    xatral-od-é-destinado-ao-tratamento-dos-sintomas-funcionais-da-hiperplosia-prostatica-benigna-doença-que-se-caracterixa-pelo-aumento-da-prostata

                                   

    Xatral® OD

    cloridrato de alfuzosina

    Apresentação:

    Comprimidos de liberação prolongada 10 mg: embalagem com 30. Uso Oral. Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de liberação prolongada contém 10 mg de cloridrato de alfuzosina. Excipientes: manitol, celulose microcristalina, hipromelose, povidona K30, dióxido de silício coloidal hidratado, óleo de rícino hidrogenado, óxido férrico amarelo, estearato de magnésio, etilcelulose.

    Para que este medicamento é indicado? 

    Este medicamento é destinado ao tratamento dos sintomas funcionais da hiperplasia prostática benigna (doença que se caracteriza pelo aumento do tamanho da próstata). Também é destinado ao tratamento adjuvante (auxiliar) do cateterismo vesical (introdução de uma sonda até a bexiga a fim de retirar a urina) nos quadros de retenção urinária aguda (incapacidade da bexiga de esvaziar-se, parcial ou completamente), relacionada com a hiperplasia benigna da próstata.

    Como este medicamento funciona?

    XATRAL OD é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada cloridrato de alfuzosina que tem a capacidade de promover o alívio dos sintomas da hiperplasia benigna da próstata, que é uma doença que se caracteriza pelo aumento do tamanho da próstata. Este medicamento também é preconizado como tratamento auxiliar do cateterismo da bexiga nos quadros de retenção urinária aguda, relacionada com a hiperplasia benigna da próstata. Tempo médio de início de ação: aproximadamente 9 horas após a administração.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    XATRAL OD não deve ser utilizado nos seguintes casos: se você apresenta hipersensibilidade (alergia ou intolerância) a alfuzosina ou a qualquer componente da fórmula ou caso você esteja utilizando outros bloqueadores alfa-1 (medicamento utilizado para diminuir a pressão arterial) ou caso tenha insuficiência do fígado.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    É necessário cautela quando do uso de XATRAL OD caso você apresente pronunciada resposta hipotensiva (com queda da pressão arterial) a outro bloqueador alfa-1. Caso você tenha coronariopatia (doença que atinge as artérias do coração, as coronárias, levando ao estreitamento das mesmas), o tratamento específico para insuficiência coronariana deve ser continuado. Caso a angina pectoris (dor no peito, relacionada à doença das artérias coronárias) reapareça ou agrave, XATRAL OD deve ser interrompido. Durante a cirurgia de catarata, observou-se Síndrome da Íris Flácida Intra-Operatória (relaxamento da pupila prejudicando a cirurgia de catarata) (IFIS, uma variante da síndrome da pupila pequena) em alguns pacientes em tratamento ou previamente tratados com alguns bloqueadores alfa-1. Embora o risco deste evento pareça ser muito baixo, é importante você informar o seu cirurgião oftalmológico se você está tomando ou já tomou algum antihipertensivo bloqueador alfa-1, caso seja necessário submeter-se a cirurgia de catarata. Converse com seu médico caso você esteja utilizando medicamentos anti-hipertensivos (medicamentos que tratam a pressão alta), pois pode ocorrer entre as poucas horas após a administração do medicamento hipotensão postural (queda súbita de pressão arterial quando um indivíduo assume a posição ereta) com ou sem sintomas [vertigem (tontura), fadiga (cansaço), sudorese (aumento do suor)]. Em tais casos, você deve deitar-se até o completo desaparecimento dos sintomas. Estes efeitos são usualmente transitórios, ocorrem no início do tratamento e 2 usualmente não impedem a continuação do tratamento. Foi relatada pronunciada queda na pressão sanguínea em acompanhamento pós-comercialização em pacientes com fatores de risco pré-existentes (tais como doenças cardíacas subjacentes e/ou tratamentos concomitantes com medicamento anti-hipertensivo). O risco de desenvolvimento de hipotensão e reações adversas relacionadas pode ser maior em pacientes idosos. O médico deve informá-lo sobre a possível ocorrência de tais eventos. É necessário cautela quando estiver usando XATRAL OD caso você apresente hipotensão ortostática sintomática (queda súbita de pressão arterial quando um indivíduo assume a posição ereta) ou caso você esteja usando medicamento anti-hipertensivo ou nitratos (medicamentos usados para dor no peito) (vide “INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS”). Converse com seu médico caso você apresente prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que quando aumentado associa-se ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita) congênito ou adquirido ou caso esteja tomando medicamentos que prolongam o intervalo QT. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros. Não esmague, mastigue ou triture a pó, pois estas ações podem levar a uma inapropriada liberação e absorção da droga e, portanto, a possíveis reações adversas precoces. Apesar de não terem sido detectados casos de oclusão intestinal (obstrução do intestino) com o uso de XATRAL OD, existe esta possibilidade pela presença de óleo de rícino como excipiente do produto. Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Não há dados disponíveis no efeito de dirigir veículos. Reações adversas, tais como: vertigem (tontura) e astenia (fraqueza) podem ocorrer essencialmente no início do tratamento. Isto deve ser considerado quando na condução de veículos e operação de máquinas.

    Gravidez:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Populações especiais.

    Crianças:

    A eficácia do medicamento não foi demonstrada em estudo com crianças entre 2 a 16 anos, portanto XATRAL OD não é indicado para uso na população pediátrica.

    Interações Medicamentosas:

    Para evitar possíveis interações entre vários medicamentos, você deve informar ao médico sobre qualquer outro tratamento que esteja usando, especialmente com medicamentos anti-hipertensivos (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”), nitratos, cetoconazol, itraconazol e ritonavir (potentes inibidores da CYP3A4) desde que os níveis sanguíneos de alfuzosina estejam aumentados. Não se aconselha a associação com outros bloqueadores do receptor alfa 1 (vide “QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    XATRAL OD deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do Medicamento:

    Comprimido redondo, biconvexo de três camadas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento? 

    Você deve tomar o comprimido com líquido, por via oral. Hiperplasia prostática benigna: 1 comprimido por dia, após uma refeição. Tratamento adjuvante do cateterismo vesical nos quadros de retenção urinária aguda, relacionada com a hiperplasia benigna da próstata: 1 comprimido de 10 mg por dia, a ser tomado imediatamente após a refeição da noite, a partir do primeiro dia do cateterismo uretral. O tratamento deve ser administrado durante 3 a 4 dias, sendo 2 a 3 dias enquanto o cateter estiver sendo utilizado e 1 dia depois da retirada deste. Não há estudos dos efeitos de XATRAL OD administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). Frequência desconhecida (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Distúrbios do Sistema Nervoso Comum: desmaio/tontura, dor de cabeça. Incomum: vertigem (tontura), síncope (desmaio). Distúrbios Cardíacos Incomum: taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco). Muito Rara: angina pectoris (dor no peito, relacionada à doença das artérias coronárias) em pacientes com doença arterial coronariana pré-existente (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Frequência desconhecida: fibrilação atrial. Distúrbios Vasculares Incomum: hipotensão (postural), vermelhidão (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Distúrbios Visuais: Frequência desconhecida: Síndrome da Íris Flácida Intra-Operatória (relaxamento da pupila prejudicando a cirurgia de catarata) (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal Incomum: rinite. Distúrbios Gastrintestinais Comum: náusea, dor abdominal. Incomum: diarreia. Frequência desconhecida: vômito. Distúrbios Hepato-biliares Frequência desconhecida: dano hepatocelular (dano nas células do fígado), doença hepato-colestática (hepatite com intensa coloração amarelada da pele, boca e olhos, febre e coceira intensa). Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomum: rash (erupções cutâneas), prurido (coceira e/ou ardência). Muito Rara: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica). Distúrbios gerais Comum: astenia (fraqueza). Incomum: edema (inchaço), dor no peito. Distúrbios no sistema Reprodutivo e desordens na mama. Frequência desconhecida: priapismo (ereção persistente e dolorosa do pênis). Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático. Frequência desconhecida: trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas). Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada neste medicamento?

    Em caso de superdose, você deve ser hospitalizado, mantido deitado e deve ser administrado tratamento convencional para hipotensão (pressão baixa). A alfuzosina é altamente ligada às proteínas plasmáticas (proteína no sangue), portanto, a diálise (filtração do sangue) pode não ser efetiva. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MS 1.1300.1018 Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo CRF-SP n° 9.815 Registrado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP CNPJ 02.685.377/0001-57 Indústria Brasileira Fabricado por: Sanofi Winthrop Industrie  Avenue Gustave Eiffel - Tours – França

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  • zanidip-e-destinado-ao-tratamento-da-hipertensão-arterial-leve-e-moderadaZANIDIP®

    cloridrato de lercanidipino

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos 10 mg: embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Comprimidos revestidos 20 mg: embalagem contendo 30 comprimidos. Uso adulto acima de 18 anos Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido revestido de 10 mg contém: cloridrato de lercanidipino................................ 10 mg (correspondente a 9,4 mg de lercanidipino) excipientes q.s.p. ....................................................................................... 1 comprimido (lactose monoidratada, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, povidona, estearato de magnésio, hipromelose, talco, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro amarelo). Cada comprimido revestido de 20 mg contém: cloridrato de lercanidipino .................. 20 mg (correspondente a 18,8 mg de lercanidipino) excipientes q.s.p. .......................................................................................1 comprimido (lactose monoidratada, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, povidona, estearato de magnésio, hipromelose, talco, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro vermelho).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    ZANIDIP é destinado ao tratamento da hipertensão arterial leve a moderada, também conhecida como pressão alta.

    Como este medicamento funciona?

    A substância ativa do ZANIDIP possui a propriedade de baixar a pressão alta (anti-hipertensiva). Após sua ingestão oral, este medicamento tem um tempo médio de início de ação anti-hipertensiva máxima entre 1,5 e 3 horas, persistindo por 24 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    ZANIDIP não deve ser utilizado se você: - For alérgico ao lercanidipino ou a qualquer ingrediente da formulação, ou ainda se teve reações alérgicas a fármacos estritamente relacionados ao ZANIDIP como anlodipino, nicardipino, felodipino, isradipino, nifedipino ou lacidipino; - Estiver grávida ou amamentando, ou caso você este ja desejando engravidar e não estiver usando algum método contraceptivo; - Achar que pode estar grávida. Nesse caso, consulte seu médico; - Sofrer de certas doenças do coração: disfunção cardíaca descontrolada; obstrução do fluxo sanguíneo que sai do coração; angina instável (angina de repouso ou angina prévia progressiva); no período de um mês após a ocorrência de ataque cardíaco; - Tiver problemas hepáticos (fígado) ou renais (rins) graves; - Tomar medicamentos que são inibidores da isoenzima CYP3A4: medicamentos antifúngicos (como cetoconazol ou itraconazol); antibióticos macrolídeos (como eritromicina ou troleandomicina); antivirais (como ritonavir); - Utilizar ciclosporina; - Ingerir grapefruit “fruta” (toranja) ou suco de grapefruit. Relatar ao seu médico se você apresenta alguma das condições listadas a seguir: - Outras condições cardíacas específicas ou se você possui marca-passo; - Problemas renais ou hepáticos, ou se você faz diálise; - Se você tem intolerância à lactose, galactosemia ou síndrome de má absorção de glicose/galactose, pois os comprimidos de ZANIDIP 10 mg contém 30 mg de lactose e os de 20 mg contém 60 mg. O uso de ZANIDIP com outros medicamentos pode fazer com que o efeito destes ou do ZANIDIP aumente ou diminua. Fale para seu médico caso esteja tomando: - medicamentos que são inibidores da isoenzima CYP3 A4 (citados anteriormente); - beta-bloqueadores (medicamentos para a pressão alta), diuréticos (medicamento que aumenta o volume de urina) ou inibidores da ECA (medicamentos para tratamento da hipertensão), apesar destes poderem ser administrados seguramente com ZANIDIP; - cimetidina (mais de 800 mg, um medicamento para úlceras, indigestão ou pirose (queimação)); - digoxina (um medicamento para o tratamento de problemas cardíacos); - midazolam (um medicamento que induz o sono); - rifampicina (um medicamento para tratamento da tuberculose); - astemizol ou terfenadina (medicamentos para alergias); - amiodarona ou quinidina (medicamentos para tratam ento do ritmo cardíaco acelerado); - fenitoína ou carbamazepina (medicamentos para epilepsia); - ou medicamentos que reduzem as chances de rejeiçã o de órgãos transplantados (como por exemplo, ciclosporina). A ingestão de bebidas alcoólicas durante o seu tratamento com ZANIDIP pode aumentar os efeitos deste medicamento; portanto, você deve evitar ou reduzir estritamente o limite do seu consumo de bebidas alcoólicas. Este medicamento deve ser administrado exclusivamente por via oral. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento é contraindicado para menores de 1 8 anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Embora estudos de controle hemodinâmico tenham revelado que lercanidipino não é prejudicial às funções ventriculares, pacientes com disfunção do ventrículo esquerdo requerem atenção especial. Foi sugerido que a utilização das di-hidropiridinas de curta ação pode estar associada com o aumento do risco cardiovascular em pacientes com doenças cardíacas isquêmicas. Apesar de possuir ação de longa duração, é solicitado precaução nestes pacientes. Algumas di-hidropiridinas podem raramente provocar angina pectoris (dor no peito). Muito raramente pacientes com angina pectoris preexistente podem apresentar aumento na frequência, duração ou gravidade destes ataques. Casos isolados de infarto do miocárdio podem ser observados. A prática clínica indica que é improvável que ZANIDIP prejudique a habilidade do paciente de dirigir veículos e/ou operar máquinas. Porém, os pacientes que estejam fazendo uso de ZANIDIP devem tomar cuidado, pois podem apresentar vertigem, tontura, fraqueza, fadiga e, em raros casos, sonolência. Cuidados especiais devem ser necessários quando o tratamento é iniciado em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada ou com insuficiência hepática. O efeito anti-hipertensivo pode ser intensificado em pacientes com insuficiência hepática e, consequentemente, um ajuste na dose deve ser considerado. Não é recomendado o uso de ZANIDIP em pacientes com insuficiência hepática ou renal grave. Embora as informações sobre os efeitos clínicos e a experiência clínica sugiram que não é necessário um ajuste da dose diária, deve-se tomar um cuidado especial ao iniciar o tratamento em idosos. ZANIDIP não deve ser administrado durante a gravidez ou em mulheres férteis a menos que seja empregado método adequado de contracepção. A passagem para o leite materno pode ser esperada. Por esta razão, este medicamento não deve ser administrado em mães que estejam amamentando. Fale para seu médico caso esteja tomando: - medicamentos que são inibidores da isoenzima CYP3 A4 (citados anteriormente); - beta-bloqueadores (medicamentos para a pressão alta), diuréticos (medicamento que aumenta o volume de urina) ou inibidores da ECA (medicamentos para tratamento da hipertensão), apesar destes poderem ser administrados seguramente com ZANIDIP; - cimetidina (mais de 800 mg, um medicamento para úlceras, indigestão ou pirose (queimação)); - digoxina (um medicamento para o tratamento de problemas cardíacos); - midazolam (um medicamento que induz o sono); - rifampicina (um medicamento para tratamento da tuberculose); - astemizol ou terfenadina (medicamentos para alergias); - amiodarona ou quinidina (medicamentos para tratam ento do ritmo cardíaco acelerado); - fenitoína ou carbamazepina (medicamentos para epilepsia); - ou medicamentos que reduzem as chances de rejeição de órgãos transplantados (como por exemplo, ciclosporina). A ingestão de bebidas alcoólicas durante o seu tratamento com ZANIDIP pode aumentar os efeitos deste medicamento; portanto, você deve evitar ou reduzir estritamente o limite do seu consumo de bebidas alcoólicas. Este medicamento deve ser administrado exclusivamente por via oral. Quando usado nas doses recomendadas, o risco de interação com outros medicamentos é baixo. Mesmo assim, é importante informar a seu médico sobre o uso concomitante de qualquer destas medicações, pois pode haver redução do metabolismo de ZANIDIP e aumento de sua ação anti-hipertensiva causando queda mais acentuada da pressão arterial. Além disso, a administração conjunta com medicamentos citados pode interferir na ação dos mesmos, aumentando ou reduzindo sua eficácia. Portanto, procure sempre informar ao seu médico sobre todos os medicamentos em uso para que ele determine a segurança do uso de ZANIDIP e oriente quanto a eventuais ajustes necessários para cada situação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Este medicamento contém LACTOSE. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    ZANIDIP deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Características do medicamento ZANIDIP 10 mg: comprimido revestido, circular, amarelo claro, convexo e liso nas duas faces. ZANIDIP 20 mg: comprimido revestido, circular, rosa, convexo e liso nas duas faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    ZANIDIP deve ser tomado de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Usualmente, a dose diária é de um comprimido revestido de 10 mg, que deve ser administrado sempre no mesmo horário, preferencialmente pela manhã pelo menos 15 minutos antes do café da manhã, porque refeições muito gordurosas aumentam significantemente o nível sanguíneo do lercanidipino. Quando necessário, seu médico deverá solicitar que você aumente a dose diária para um comprimido revestido de ZANIDIP 20 mg. A dose máxima recomendada de ZANIDIP é de 20 mg/dia, ou seja, um comprimido de 20 mg por dia. Nas situações descritas a seguir, o início e ajuste de dose devem ser ainda mais cautelosos. Caso você tenha mais do que 65 anos, recomenda-se iniciar o tratamento com 10 mg e aguardar pelo menos quatro semanas para ajuste da dose. Este ajuste sempre deve ser feito obedecendo rigorosamente as orientações do seu médico. Nos casos onde existe insuficiência renal (deficiência no funcionamento dos rins) ou nos casos de insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) de leve a moderada a ação anti-hipertensiva de ZANIDIP pode ser intensificada levando a queda mais intensa da pressão e possível presença de sintomas como náuseas, vômitos e tonteira. Caso você seja portador de insuficiência renal ou hepática classificadas como grave, não deve fazer uso de ZANIDIP. Caso você tenha menos de 18 anos, não deve ingerir este medicamento. Os comprimidos deverão ser engolidos preferencialmente com um pouco de água. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso esqueça-se de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. E não exceda a dose recomendada para cada dia. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento pode causar algumas reações inesperadas. Caso você tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento e informar seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Cerca de 1,8 % dos pacientes tratados apresentaram reações adversas de leves a graves. - Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): não há relatos de reações muito comuns para este medicamento. - Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): não há relatos de reações comuns para este medicamento. - Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça, vertigem (tontura), inchaço das pernas ou tornozelos, palpitações, vermelhidão no rosto e no pescoço, dor no peito. - Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): mal estar, dor muscular, sonolência, enjoo, erupção cutânea, sensação de empachamento, diarreia, dor abdominal, vômitos, aumento do volume da urina, fraqueza e fadiga, pressão baixa levando a vertigens ou mesmo desmaios. - Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): inchaço nas gengivas, aumentos reversíveis e isolados das enzimas do fígado, aumento da frequência urinária. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você ingerir mais do que a dose prescrita pelo médico ou em caso de overdose, procure ajuda médica imediatamente e, se possível, leve com você seus comprimidos ou a embalagem do medicamento. Em vista do prolongado efeito farmacológico de lercanidipino, será necessária a monitorização por serviço médico durante um período no mínimo de 24 horas. A dose excessiva pode fazer com que a pressão sanguínea torne-se muito baixa, e o coração comece a bater irregularmente ou rapidamente. Isto pode levar também a um estado de inconsciência. Se você tomar uma dose muito grande deste medicamento acidentalmente, deve procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente. O apoio médico imediato é fundamental para adultos e crianças, mesmo se os sinais e sintomas de intoxicação não estiverem presentes. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Farm. Resp.: Dra. Conceição Regina Olmos CRF-SP nº 10.772 MS - 1.0181.0454 Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Macedo Costa, 55 - Campinas - SP CNPJ 50.929.710/0001-79 Indústria Brasileira Sob licença de: Recordati Industria Chimica e Farmaceutica S.p.A

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  • Epelin®

    fenitoína

    Identificação do Produto

    epelin-indicado-para-o-controle-de-crises-convulsivasNome comercial: Epelin® Nome genérico: fenitoína

    Apresentações:

    Epelin® suspensão oral (20 mg/mL) em frascos contendo 60 mL ou 120 mL e em frascos contendo 60 mL ou 120 mL + copo medida. Via de Administração: Oral Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada 5 mL (1/2 copo-medida) de Epelin® suspensão oral contém 100 mg de fenitoína. Excipientes: sacarose, benzoato de sódio, carmelose sódica, silicato de alumínio e magnésio coloidal, glicerol, polissorbato 40, vanilina, aroma artificial de banana, óleo essencial de laranja, álcool etílico, ácido cítrico hidratado, corante amarelo FDC nº 6 e água purificada.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Epelin® (fenitoína) suspensão oral é indicado para o controle de crises convulsivas e para a prevenção e tratamento de crises convulsivas que ocorrem durante ou após uma neurocirurgia. Também é utilizado no tratamento da enxaqueca, de dores do nervo trigêmio na face e para alguns quadros de delírios e alucinações, no tratamento de algumas alterações do ritmo do coração, na intoxicação por digitálicos (tipo de medicamento para doenças do coração) e tratamento pós-infarto do miocárdio.

    Como este medicamento funciona?

    O Epelin age na parte motora do cérebro onde inibe as atividades que desencadeiam crises convulsivas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Epelin® não deve ser utilizado por pacientes com alergia à fenitoína ou a outras hidantoínas ou a qualquer componente da fórmula. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Epelin® não é eficaz para todos os tipos de crises convulsivas, por isso, para seu uso é mandatório a avaliação e correta prescrição de um profissional médico. Epelin® não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A paciente deve informar imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Uso durante a Lactação:

    Recomenda-se que mulheres em tratamento com Epelin® não amamentem, uma vez que o fármaco aparentemente é excretado no leite materno. Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em diabéticos. Tanto a ingestão aguda como o uso crônico de álcool devem ser evitados durante o tratamento com Epelin. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. A Síndrome de Hipersensibilidade a Anticonvulsivantes (SHA), é uma síndrome rara, que é potencialmente fatal e pode ocorrer em alguns pacientes que tomam medicação anticonvulsivante. É caracterizada por febre, vermelhidão da pele, ínguas e outras alterações como, com frequência, no fígado. Pacientes com alto risco de desenvolver SHA incluem os de raça negra, pacientes que têm histórico de SHA na família ou que tiveram a experiência desta síndrome no passado, e pacientes com sistema de defesa debilitado. A síndrome DRESS (erupção à droga com eosinofilia e sintomas sistêmicos) é uma reação alérgica grave a medicamentos, caracterizada por lesões na pele, febre, ínguas, e envolvimento de órgãos internos. Casos de DRESS tem sido relatados em pacientes sob uso de fenitoína. Seu médico deve ser informado se houver qualquer suspeita destes casos. É possível que durante o tratamento com Epelin o paciente tenha pensamento e comportamento suicida. Se isso ocorrer, informe seu médico assim que possível. Uma boa higiene dentária deve ser enfatizada durante o tratamento com Epelin®, a fim de minimizar o aumento do volume da gengiva e suas complicações. Quando em tratamento, Epelin® não deve ser descontinuado abruptamente devido à possibilidade de aumento na frequência e na gravidade de crises. Quando, pelo julgamento do médico, for necessário a redução da dose, descontinuação ou substituição por outro medicamento, isto deve ser feito gradualmente seguindo corretamente a orientação médica. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Epelin® suspensão oral deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz. Não congelar. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: suspensão laranja com odor característico de laranja e baunilha.

    Como devo usar este medicamento?

    Epelin deve ser usado apenas por administração oral. A dose deve ser individualizada para obter benefício máximo, e somente o médico é capacitado e autorizado a prescrever este medicamento. É importante respeitar estritamente a dose prescrita e informar ao seu médico sobre qualquer condição clínica que o impossibilite de tomar o medicamento por via oral como prescrito (por ex. cirurgias). Pode-se utilizar um dosador ou instrumento para medir precisamente a dose a ser administrada. Não se recomenda fazer alterações de dose (aumentar ou diminuir) em intervalos de tempo inferiores a 7 a 10 dias.

    AGITE BEM ANTES DE USAR.

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer se eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Epelin no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    O uso de Epelin® pode levar ao aparecimento de reações indesejáveis. As manifestações mais comuns observadas com o tratamento com Epelin® são referentes ao sistema nervoso central e geralmente estão relacionadas à dose. Estas incluem: nistagmo (movimento involuntário dos olhos), ataxia (dificuldade para coordenar os movimentos), fala empastada, coordenação reduzida e confusão mental. Também foram observados, vertigem (tontura), insônia, nervosismo transitório, abalos motores (tremores), dor de cabeça, parestesia (sensações de formigamento) e sonolência. Também houve relatos raros de discinesia induzida pela fenitoína, incluindo coreia, distonia, tremor e asterixe, similar àqueles induzidos pela fenotiazina e outros fármacos neurolépticos. Foi observada uma polineuropatia periférica predominantemente sensitiva em pacientes recebendo tratamento com Epelin® em longo prazo. Outras reações indesejáveis relatadas foram: reação anafilactoide (reação alérgica grave), anafilaxia (reação alérgica grave), acentuação das características faciais, aumento dos lábios, hiperplasia gengival (aumento das gengivas), hipertricose e doença de Peyronie, insuficiência hepática aguda (falência da função do fígado), hepatite tóxica (inflamação do fígado causada por medicamento ), comprometimento hepático (do fígado), náuseas, vômitos, constipação (prisão de ventre), complicações hematopoiéticas (complicações na formação, desenvolvimento e maturação das células do sangue), algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas em associação à administração de Epelin®. Estas incluíram trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), granulocitopenia (diminuição de um tipo de células de defesa: granulócitos), agranulocitose e pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue) com ou sem supressão da medula óssea. Também ocorreu anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue: hemácias) macrocítica e megaloblástica. Foram relatadas linfadenopatias, incluindo hiperplasia benigna do linfonodo, pseudolinfoma, linfoma e doença de Hodgkin. Síndrome de hipersensibilidade. (reação alérgica)/reação medicamentosa com eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula de defesa do sangue chamado eosinófilo) e sintomas sistêmicos (no organismo como um todo), lúpus eritematoso sistêmico, periarterite nodosa e anormalidades imunoglobulínicas, manifestações dermatológicas (da pele), às vezes acompanhadas de febre, incluíram erupções cutâneas (lesão na pele) escarlatiniformes ou morbiliformes. A erupção cutânea morbiliforme (semelhante ao sarampo) é a mais comum; outros tipos de dermatite (reação alérgica da pele) são observadas mais raramente. Outras formas mais sérias que podem ser fatais incluíram dermatites bolhosa, esfoliativa (descamação da pele) ou purpúrica (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), lúpus eritematoso, síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele), alteração do paladar. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior que a indicada deste medicamento?

    Caso alguém use uma quantidade maior que a indicada de Epelin os sintomas iniciais são movimentação involuntária dos olhos, dificuldade para coordenar os movimentos e dificuldade em articular palavras. Outros sinais são tremor, aumento da intensidade dos reflexos, sonolência, tontura, cansaço e lentidão de reações, fala empastada, visão embaçada, enjoo e vômitos. Em alguns casos mais graves pode ocorrer queda da pressão arterial, coma e risco de morte por redução da função respiratória. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0085 Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746 Fabricado e Embalado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A., Guarulhos – SP Registrado e Distribuído por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA. Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555 CEP 07112-070 – Guarulhos – SP CNPJ nº 46.070.868/0001-69 Indústria Brasileira. Fale Pfizer 0800-7701575 www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

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  • Ansiedade 21.03.2014 No Comments
    lorax-e-indicado-para-o-controle-dos-disturbios-de-ansiedade

    Lorax®

    lorazepam

    Apresentações:

    Lorax® 1 ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente. Uso Oral Uso Adulto e Pediátrico a partir de 12 anos de idade.

    Composição:

    Princípio ativo: lorazepam. Cada comprimido de Lorax® 1mg contém 1mg de lorazepam. Cada comprimido de Lorax® 2mg contém 2mg de lorazepam. Excipientes:lactose, celulose microcristalina, polacrilina potássica, estearato de magnésio e adicionalmente, o comprimido de 2 mg contém o corante amarelo FD&C nº 5 (tartrazina).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Lorax® é indicado para: 1. Controle dos distúrbios de ansiedade ou para alívio, a curto prazo, dos sintomas da ansiedade ou da ansiedade associada com sintomas depressivos. A ansiedade ou tensão associadas ao estresse da vida cotidiana não requer, usualmente, tratamento com um ansiolítico (classe medicamentosa do Lorax). Seu médico deve, periodicamente, reavaliar a utilidade da droga, considerando cada paciente individualmente. 2. Tratamento do componente ansiedade em estados psicóticos e depressão intensa, quando estiver indicada terapia adjuvante  complementar). 3. Como medicação pré-operatória, tomada na noite anterior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico.

    Como este medicamento funciona?

    Lorax® (lorazepam) é um medicamento do grupo dos benzodiazepínicos. Como todo benzodiazepínico, o mecanismo de ação de Lorax® permanece desconhecido. Acredita-se que age em diversos receptores específicos em diferentes locais do Sistema Nervoso Central, diminuindo, assim, a geração do estímulo nervoso dos neurônios (células do sistema nervoso), melhorando a ansiedade. A ação do medicamento inicia, aproximadamente, 30 minutos após sua ingestão. Lorax® está indicado no controle da ansiedade. Não está indicado no tratamento da depressão primária e de doenças psiquiátricas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Lorax® está contraindicado para pacientes com alergia aos benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) ou a qualquer componente de sua fórmula. Este medicamento é contraindicado para menores que 12 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe seu médico sobre o diagnóstico ou tratamento de glaucoma (aumento da pressão intra ocular) agudo, caso seja de seu conhecimento. O uso de Lorax pode provocar depressão respiratória potencialmente fatal. Em pacientes idosos ou debilitados, a dose diária inicial não deve exceder 2 mg, para evitar sedação excessiva ou falta de coordenação dos movimentos do corpo. Há relatos de perturbação da memória associados ao uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Reações alérgicas graves foram relatadas com o uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Casos envolvendo a língua, glote ou laringe, necessitando de atendimento médico de emergência, foram relatados em pacientes após a utilização das primeiras ou subseqüentes doses de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Pacientes que desenvolveram reações alérgicas após o tratamento com benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) não deverão ser submetidos a um novo tratamento com esse tipo de medicamento. Na concentração de Lorax® 2 mg: “Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. O uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) pode causar dependência. Portanto, Lorax® só deve ser utilizado sob rigorosa orientação médica. Lorax deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória [p.ex., Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Síndrome da Apnéia do Sono]. Indivíduos propensos ao abuso, tais como os dependentes de drogas ou álcool, devem evitar o uso de benzodiazepínicos,incluindo Lorax®, devido a sua predisposição para desenvolvimento de dependência.

    Interações Medicamentosas:

    Lorax® , aumenta o efeito de sedação (sonolência) de bebidas alcoólicas, barbitúricos e outros medicamentos que produzam depressão do Sistema Nervoso Central. Os pacientes em tratamento com Lorax® devem evitar ingestão alcoólica. O uso de medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central, quando necessário, deve ser feito com cautela e em doses reduzidas, de acordo com a orientação do médico responsável. Interações com Exames Laboratoriais O uso de Lorax associado com pirimetamina (medicamento utilizado no tratamento da malária e outras doenças infecciosas) pode alterar testes de função hepática (do fígado). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Lorax® 1 mg são brancos, redondos, com bordas chanfradas e apresentam um vinco central em uma das faces. Os comprimidos de Lorax® 2 mg são amarelos, redondos, com bordas chanfradas e apresentam um vinco central em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Lorax® comprimidos deve ser administrado por via oral.

    Dosagem:

    Lorax® deve ser utilizado na menor dose e menor prazo possível, de acordo com estrita orientação de seu médico. A interrupção do uso de Lorax® deve ser feita gradualmente. Somente seu médico deve aumentar a dose ou interromper o tratamento. A dose média diária para tratamento da ansiedade é 2 a 3 mg, administrada em doses divididas. Entretanto pode-se chegar a limites compreendidos entre 1 e 10 mg ao dia. Para insônia devida à ansiedade ou distúrbio situacional transitório, uma única dose diária de 1 a 2 mg pode ser administrada, geralmente ao deitar. Para pacientes idosos ou debilitados, recomenda-se uma dose inicial de 1 ou 2 mg/dia (em doses divididas), que será ajustada segundo as necessidades e a tolerância do paciente. Como medicação pré-operatória, recomenda-se uma dose de 2 a 4 mg de Lorax® na noite anterior à cirurgia e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico. A dose diária é estabelecida pelo seu médico, segundo necessidade de cada paciente. O período de tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação da necessidade da manutenção do tratamento.

    Pacientes idosos e debilitados:

    para pacientes idosos e debilitados, a dose inicial deve ser reduzida em aproximadamente 50% e a posologia deve ser ajustada conforme a necessidade e a tolerabilidade do paciente. Uso em pacientes com insuficiência hepática (diminuição da função do fígado): a posologia para pacientes com insuficiência hepática grave pode ser ajustada cuidadosamente de acordo com a resposta do paciente. Doses mais baixas podem ser suficientes nesses pacientes. Uso em pacientes com insuficiência renal (diminuição da função dos rins): não há recomendação específica de posologia para pacientes com insuficiência renal.

    Como Usar:

    Lorax® comprimidos deve ser administrado por via oral conforme a prescrição de seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de usar Lorax no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Lorax® pode causar reações desagradáveis tais como: Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sensação de cansaço, sonolência. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alteração do caminhar e da coordenação, confusão, depressão, tontura, fraqueza muscular. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas, alteração do desejo sexual, impotência, orgasmo diminuído. Frequência indeterminada: reações alérgicas (de pele e inchaços de mucosas e vias aéreas internas), aumento da quantidade de urina, diminuição do sódio no sangue, temperatura corporal baixa, queda da pressão arterial, náusea, intestino preso, aumento de enzimas produzidas pelo fígado, diminuição de plaquetas e/ou glóbulos brancos (células da defesa) e/ou vermelhos no sangue, trem ores, vertigem (tontura), distúrbios visuais (incluindo visão dupla e visão turva), fala arrastada, dor de cabeça, convulsões, amnésia, desinibição, euforia, coma, tentativa/ideação suicida, atenção / concentração prejudicada, desordem no equilibro, ansiedade, agitação, excitação, hostilidade, agressão, raiva, distúrbios do sono/insônia, excitação sexual, alucinações, depressão respiratória, falta de ar, falta de ar durante o sono, piora de doença pulmonar obstrutiva e queda de cabelo. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Na experiência pós-comercialização, ocorreu superdosagem com Lorax predominantemente em administração concomitante a álcool e/ou outros medicamentos. Sintomas: Os sintomas podem variar em termos de gravidade e incluem sonolência, confusão mental, vagarosidade, dificuldade para falar, alteração do caminhar, depressão do Sistema Nervoso Central, sensação de corpo “mole”, queda de pressão arterial, depressão respiratória, diminuição do batimento cardíaco, coma e morte. Tratamento: Procurar um hospital imediatamente após a ingestão de maior quantidade de comprimidos de Lorax®. Não se recomenda a indução de vômitos caso haja risco do paciente aspirar o conteúdo do vômito para o pulmão. Pode haver indicação de lavagem gástrica se esse procedimento for realizado logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Porém, isso só deve ser feito em hospital e por um médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS – 1.2110.0035 Farm. Resp.: Edina S. M. Nakamura - CRF- SP n°9258 Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1860 São Paulo – SP – Brasil CNPJ nº. 61.072.393/0001-33 Fabricado, Embalado e Distribuído por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda. Rodovia Castelo Branco, km 32,5 - Itapevi - SP - Brasil CNPJ nº 61.072.393/0039-06 Indústria Brasileira

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  • yomax-indicado-no-tratamento-das-disfunções-sexuais-masculinas-de-origem-psicogenica

    Yomax®

    cloridrato de ioimbina

    Forma Farmacêutica:

    Comprimidos

    Apresentações:

    Comprimidos de 5,4 mg. Caixa contendo 60 comprimidos. Uso Oral Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém: cloridrato de ioimbina ..................................5,4mg. Excipientes* qsp...........................................1comprimido*Excipientes: estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento e indicado?

    YOMAX® (cloridrato de ioimbina) é indicado no tratamento das disfunções sexuais masculinas, de origem psicogênica.

    Como este medicamento funciona?

    YOMAX® é um medicamento utilizado principalmente por urologistas no tratamento e/ou no diagnóstico de certos tipos de ereção masculina. Pode ser utilizado também em certos casos de hipotensão.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar YOMAX® se tiver hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para pacientes com disfunção renal ou hepática,angina pectoris, hipertensão e doenças cardíacas. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Pacientes recebendo ioimbina devem estar sob supervisão de especialistas habituados ao seu uso. Não utilizar YOMAX® (cloridrato de ioimbina) em pacientes com distúrbios psiquiátricos ou cardiorrenais,e com história de úlcera gastroduodenal. Recomenda-se a monitorização periódica quanto a pressão arterial e frequência cardíaca. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    YOMAX® (cloridrato de ioimbina) deve ser mantido em temperatura ambiente (entre l5°C e 30°C) e ao abrigo da luz e da umidade. O prazo de validade de YOMAX® é de 24 meses após a data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Yomax® é um comprimido circular, branco, biconvexo, com vinco simples em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral. YOMAX®: Um comprimido de três vezes ao dia. Se ocorrerem reações como náusea, tontura ou nervosismo, a dosagem pode ser reduzida para 1/2 comprimido, três vezes ao dia. Posteriormente, a dose deve ser aumentada gradualmente para 1 comprimido três vezes ao dia. O tratamento não deve ser superior a 10 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar os sintomas. Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve tomar assim que lembrar. E não exceda a dose recomendada para cada dia. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou do cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis inesperadas como hipertensão e taquicardia, aumento da atividade motora, irritabilidade, e nervosismo. Foram relatadas como ocorrências raras: náusea ou vômito, cefaleia, transpiração, erupção cutânea, rubor e tremor. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Centro de Atendimento ao Consumidor (CAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Doses diárias de 20 a 30 mg podem aumentar a frequência cardíaca e a pressão sanguínea e produzir rinorreia e piloereção. Sintomas mais severos, ligados a dosagens muito altas (l,8g) podem incluir incoordenação, parestesias, tremores e estados dissociativos. A intoxicação deve ser tratada pelo restabelecimento do equilíbrio líquido e pela administração parenteral de adrenérgicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº 1.0118.0120 Farmacêutica Responsável: Renata Maurano Oetterer Rocha - CRF SP nº 52341 Registrado e Fabricado por APSEN FARMACÊUTICA S/A Rua La Paz, nº 37/67 - São Paulo -SP CNPJ 62.462.015/0001-29 INDÚSTRIA BRASILEIRA Centro de Atendimento ao Consumidor: 0800 16 5678 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • wintomylon-indicado-para-o-tratamento-das-infecções-urinarias-e-intestinais-causadas-por-germes-gram-negativos

    Wintomylon®

    ácido nalidíxico

    Apresentação:

    Suspensão oral 50 mg/ml: frasco com 60 ml. Uso Oral. Uso Adulto e Pediátrico Acima de 3 Meses

    Composição:

    WINTOMYLON suspensão 50mg/mL. Cada mL de WINTOMYLON contém 50 mg de ácido nalidíxico. Excipientes: sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, butilparabeno, carbômer 934P, aroma de framboesa, sacarina sódica di-hidratada, corante vermelho FD&C 40, corante vermelho D&C 33, hidróxido de sódio e água purificada.

    Para que este medicamento é indicado?

    WINTOMYLON é indicado para o tratamento das infecções urinárias e intestinais causadas por germes Gram-negativos sensíveis ao ácido nalidíxico incluindo a maioria das cepas de Proteus spp. Klebsiella, Enterobacter e E. coli(tipos de bactérias).

    Como este medicamento funciona?

    WINTOMYLON é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada ácido nalidíxico. Esta substância é prescrita pelo médico para combater alguns tipos de infecções, principalmente infecções urinárias e intestinais.

    Quando não devo usar este medicamento?

    WINTOMYLON está contraindicado em pacientes com hipersensibilidade (alergia ou intolerância) manifesta ao ácido nalidíxico e compostos relacionados, bem como naqueles com histórico de crise convulsiva e em casos de porfiria (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas). Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e Precauções

    WINTOMYLON deve ser administrado com cautela aos pacientes com doença no fígado, arteriosclerose cerebral grave (endurecimento das paredes das artérias) ou deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (doença hereditária que frequentemente desencadeia anemia). O tratamento deve ser interrompido em caso de sinais ou sintomas sugestivos de aumento da pressão intra-craniana (dentro do crânio), de psicose ou de outras manifestações tóxicas. Pacientes que fazem uso do ácido nalidíxico devem ser aconselhados a evitar exposição à luz solar direta; ocorrendo sensibilização, a terapia deverá ser descontinuada. Culturas e testes de sensibilidade devem ser repetidos caso a resposta clínica seja insatisfatória, ou caso ocorra uma recidiva. Se houver desenvolvimento de resistência ao ácido nalidíxico, ela geralmente surge nas primeiras 48 horas. A resistência cruzada entre o ácido nalidíxico e outros derivados quinolônicos como o ácido oxolínico e a cinoxacina, têm sido obervada. Efeito no tendão: Foram relatadas alterações no tendão incluindo ruptura de tendão com o uso de ácido nalidíxico. Se há suspeita de tendinite (inflamação no tendão), o tratamento com ácido nalidíxico deve ser interrompido imediatamente.

    Gravidez e amamentação:

    A segurança do uso do ácido nalidíxico durante a gravidez não foi ainda estabelecida. Assim, WINTOMYLON só deve ser usado durante a gravidez caso os benefícios potenciais ultrapassem os riscos potenciais, especialmente durante o primeiro trimestre (o ácido nalidíxico atravessa a placenta e mostrou ser absorvido por cartilagens em crescimento em várias espécies animais) e também durante o último mês de gravidez devido ao risco potencial para o recém-nascido. A exposição ao ácido nalidíxico in utero pode levar à presença de concentrações significativas do ácido nalidíxico no recém-nascido logo após o nascimento. O ácido nalidíxico é excretado no leite materno e por isso está contraindicado durante a lactação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Populações especiais

    Pacientes idosos:

    O uso de WINTOMYLON em pacientes idosos que em geral já apresentam comprometimento de órgãos deve ser cuidadosamente monitorado. Uso em crianças pré-púberes: O ácido nalidíxico e drogas a ele relacionadas podem produzir erosões na cartilagem de articulações de suporte, além de outros sinais de artroplastia (operação de uma articulação para restituir-lhe o quanto possível a mobilidade e a função) em animais jovens , na maioria das espécies testadas. Sugere-se, pois, até o esclarecimento da significância clínica deste achado, que a administração do fármaco a crianças pré-púberes seja seguida de observação médica cuidadosa. Surgindo sintomas de dores nas articulações, o tratamento deve ser interrompido. Pacientes com insuficiência dos rins e do fígado. Nos tratamentos por tempo superior a duas semanas,devem ser realizados testes periódicos das funções do fígado e do rim,bem como hemograma (exame que avalia as células sanguíneas, as da série branca e vermelha, contagem de plaquetas, e os índices hematológicos). Pacientes com redução acentuada da função dos rins devem ser tratados com cautela, podendo haver necessidade de reduzir a dose (Vide Posologia).

    Interações Medicamentosas:

    O ácido nalidíxico pode aumentar os efeitos de anticoagulantes orais, tais como a warfarina ou a bis-hidroxicumarina, pelo deslocamento de quantidade significativa desses medicamentos dos sítios de ligação na albumina (principal proteína do sangue) sérica. Deve ser realizada monitoração apropriada do tempo de protrombina (medida laboratorial para avaliar a coagulação) e eventual ajuste da dose do anticoagulante. A ação do ácido nalidixico pode ser inibida por certos agentes bacteriostáticos (substâncias que diminuem ou inibem o crescimento bacteriano) como tetraciclina, cloranfenicol e nitrofurantoína, sendo esta última um antagonista do ácido nalidíxico in vitro. A probenecida (substância utilizada para aumentar a durabilidade do efeito medicamentoso) pode reduzir a eficácia do ácido nalidíxico nas infecções urinárias, e aumentar o risco de toxicidade sistêmica. Toxicidade gastrintestinal séria pode estar associada com o uso concomitante de ácido nalidíxico e melfalan.

    Medicamento-exame laboratorial e não laboratorial:

    Os pacientes que tomam WINTOMYLON podem apresentar uma reação falsamente positiva para glicose urinária em testes baseados na redução do cobre. Os testes específicos para glicose baseados em reações enzimáticas, porém, não costumam apresentar reação falsamente positiva. Pacientes em tratamento com WINTOMYLON podem apresentar alteração nos valores de esteróides urinários,17-ceto e cetogênicos, em testes baseados na presença de ácido vanililmandélico na urina. O teste de Porter-Silber poderá ser utilizado como alternativa para a dosagem de 17-hidroxicorticosteróides. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    WINTOMYLON suspensão deve ser mantido em sua embalagem original. Evitar calor excessivo (temperatura superior a 40ºC) e proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento:

    Suspensão viscosa de coloração rosa, que pode apresentar ou não partículas brancas em sua composição,com odor característico de framboesa. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de usar:

    WINTOMYLON deve ser tomado por via oral de preferência 1 hora antes das refeições, com estômago vazio. WINTOMYLON suspensão oral deve ser agitado para garantir a homogeneização.

    Posologia:

    Adultos (inclusive idosos):

    1 grama (20 mL de suspensão oral) 4 vezes ao dia.Para manutenção do tratamento prolongado a dose pode ser reduzida para 500 mg (10 mL de suspensão oral) 4 vezes ao dia. Não há estudos dos efeitos de WINTOMYLON administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo seu médico.

    Populações especiais:

    Crianças com mais de 3 meses: 55 mg/kg/dia dividida em 4 tomadas. Para manutenção do tratamento prolongado a dose pode ser reduzida para 33 mg/kg/dia dividida em 4 tomadas. As doses mencionadas correspondem, aproximadamente, às seguintes medidas domésticas: Peso Medida doméstica: 6 - 10 kg ½ a 1 colher das de café (1,25 – 2,5mL) - 4 vezes ao dia 11 - 17 kg 1 a 2 colheres das de café (2,5 – 5,0 mL) - 4 vezes ao dia 18 - 26kg 1 a 1 ½ colher das de chá (5,0 – 7,5 mL)- 4 vezes ao dia 27 - 39kg 1 ½ a 2 colheres de chá (7,5 – 10 mL ) - 4 vezes ao dia.

    Pacientes com insuficiência dos rins:

    Quando a depuração da creatinina (teste da função renal) for igual ou inferior a 20mL/minuto, administrar a metade das doses recomenda das acima. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este me esquecer de usar este medicamento?

    Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). As reações adversas observadas após administração oral de WINTOMYLON incluem: Efeitos no Sistema Nervoso Central: sonolência, tontura, fraqueza, cefaleia (dor de cabeça) e vertigem (tontura). Foram relatados raros casos de psicose tóxica ou de breves convulsões, geralmente após doses excessivas. Em geral, as convulsões ocorreram em pacientes com fatores predisponentes, tais como epilepsia ou arteriosclerose (endurecimento das paredes das artérias) cerebral. Foram ocasionalmente observados, em lactentes e em crianças que recebiam doses terapêuticas de ácido nalidíxico,aumento de pressão intracraniana (dentro do crânio) com abaulamento da fontanela (moleira) anterior, edema papilar e dor de cabeça. Raros casos de paralisia do sexto par craniano (nervos cranianos) foram reportados. Embora os mecanismos destas reações sejam desconhecidos, os sinais e sintomas em geral desaparecem rapidamente, sem sequelas, quando o tratamento é descontinuado.

    Efeitos visuais:

    Perturbações visuais subjetivas e reversíveis têm ocorrido raramente (na maioria das vezes durante os primeiros dias de tratamento). Essas reações incluem aumento de sensibilidade à luz, modificação da percepção das cores,dificuldade de acomodação visual, diminuição de acuidade visual, visão dupla. Tais efeitos geralmente desaparecem com a redução da dose ou com a suspensão da terapia.

    Efeitos gastrintestinais:

    Caracterizados por dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia.

    Efeitos alérgicos:

    Erupções na pele, prurido (coceira e/ou ardência), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), eosinofilia (aumento do número de um tipo de leucócito do sangue chamado eosinófilo), dor e rigidez articular e, raramente, angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), choque anafilático (reação alérgica grave) e reação anafilactóide.

    Efeitos na pele:

    Reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz) representadas por eritema (vermelhidão) e bolhas na pele exposta à luz solar direta, geralmente desaparecem entre 2 semanas e 2 meses após a suspensão do tratamento, mas lesões bolhosas podem continuar aparecendo em caso de novas exposições à luz solar ou de traumas cutâneos, durante até 3 meses.

    Outros efeitos:

    Ocorrem alterações no tendão incluindo ruptura de tendão, colestase (redução do fluxo biliar, quer por diminuição ou mesmo interrupção do mesmo), parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira,percebidos na pele e sem motivo aparente), acidose metabólica (excesso de acidez no sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue) ou anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos) algumas vezes associada a uma deficiência na atividade da glicose-6-fosfato desidrogenase. Informe seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do qua a indicada deste medicamento?

    Manifestações:

    Psicose tóxica, convulsões, aumento da pressão intracraniana (dentro do crânio) ou acidose metabólica (excesso de acidez no sangue) podem ocorrer nos pacientes que façam uso de concentrações maiores do que as preconizadas. Vômitos, náusea e sonolência podem também ocorrer em seguida à dose excessiva.

    Tratamento:

    As reações são de curta duração, pois o medicamento é rapidamente eliminado. Sendo, porém a intoxicação identificada em suas manifestações iniciais recomenda-se proceder à lavagem gástrica. Caso a absorção já tenha ocorrido,recomenda-se administração de líquidos em abundância, além de aplicação de medidas de suporte, tais como oxigênio e respiração artificial, se necessários. Embora terapêutica anticonvulsivante não tenha sido necessária nos poucos casos relatados de intoxicação, poderá ser indicada nos casos mais graves. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA. MS 1.1300.0984 Farm. Resp.: Antonia A. Oliveira CRF-SP nº 5.854 Registrado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP CNPJ 02.685.377/0001-57 Fabricado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP CNPJ 02.685.377/0008-23 ® Marca Registrada Indústria Brasileira

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  • neovermin-indicado-para-otratamento-das-infestações-causadas-por-microrganismos

    Neovermin

    mebendazol e tiabendazol

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    Comprimidos: Embalagens com 6, 12 e 480* comprimidos. Suspensão Oral: Embalagens contendo 1 e 50* frasco com 30 mL. Uso Adulto e Pediátrico,(Crianças acima de 5 anos),Uso Oral

    Composições:

    Cada comprimido contém: mebendazol.....................................................................................................100mg tiabendazol......................................................................................................166mg excipientes q.s.p....................................................................................1 comprimido (amido de milho, polivinilpirrolidona, sacarina só dica, celulose microcristalina,croscarmelose sódica e estearato de magnésio). Cada 5mL de suspensão oral contém: mebendazol.....................................................................................................100mg,tiabendazol........................................................................................... ............166mg,veículo q.s.p.........................................................................................................5mL,(carboximetilcelulose, silicato de alumínio e magnésio, metilparabeno,propilparabeno, sacarina sódica, ciclamato de sódio, álcool etílico 96° GL, sorbitol,ácido benzóico, silicone anti-espumante, essência de tutti-frutti e água purificada).

    Informações ao Paciente:

    - Neovermin® tem ação antiparasitária. - Conservar em temperatura ambiente (15° a 30° C).Proteger da luz e umidade.

    Prazo de validade:

    Não use medicamento com o prazo de validade vencido; poderá ocorrer diminuição significativa do seu efeito terapêutico. - "Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término". "Informe seu médico se está amamentando". Neovermin® é contra-indicado para mulheres grávidas ou em fase de amamentação. - "Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento". - Os comprimidos podem ser mastigados e engolidos com água. - "Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico". - "Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:cansaço, dores de cabeça, tonturas ou problemas de visão". - Não administrar Neovermin® juntamente com: cimetidina, teofilina e derivados da xantina. - O uso em crianças menores de 5 anos deve ser feito somente a critério médico. - Contra-indicado para pacientes hipersensíveis a quaisquer dos componentes da fórmula. Gravidez e lactação. - "Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento".

    Informações Para Profissional de Saúde:

    Neovermin® possui em sua composição, mebendazol e tiabendazol, dois anti-helmínticos com ação específica sobre diversos nematódeos e alguns cestódeos. A associação dos dois componentes ativos permite o tratamento de verminoses múltiplas com um só medicamento. O mebendazol, é absorvido pelo trato gastrintestinal, e atinge o pico plasmático entre 40 e 50 minutos após administração oral; após administração de 100 mg, 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos produz níveis plasmáticos em torno de 0,03 mcg/mL; cerca de 2% da dose administrada é excretada na urina e o restante é excretado nas fezes,inalterado ou na forma de metabólito primário (2-amino). Seu mecanismo de ação se deve ao fato de inibir a formação dos microtúbulos citoplasmáticos dos vermes,causando diminuição da captação de glicose e dos estoques de glicogênio que são fontes de energia para o verme. O tiabendazol, é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal e atinge o pico plasmático cerca de 1 a 2 horas após administração oral; é quase completamente metabolizado a 5-hidroxi e aparece na urina na forma de conjugados; dentro de 48 horas após a administração pode ser recuperada 5% da dose nas fezes e 90% na urina. Seu mecanismo de ação ainda não está bem definido, mas admite-se que atua inibindo o sistema enzimático fumarato-redutas e do microrganismo,interferindo na sua fonte de energia.

    Indicações:

    - Neovermin® está indicado para o tratamento das infestações causadas pelos seguintes microrganismos: Enterobiusvermiculares, Trichuris trichiura, Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale e Ancylostoma brasiliensis, Necator americanus, Strongyloides stercoralis, Trichinella spirallis (larva migrans cutânea e muscular), Taenia solium e Taenia saginata,Echinococcus granulosus e Mutilocularis e Dracunculus sp.

    Contra-Indicações:

    - Neovermin® Está Contra-Indicado para mulheres gravidas ou em fase de lactação, e para pacientes com hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da formula.

    Precauções:

    Neovermin® deve ser administrado com cautela em pacientes portadores de insuficiência renal e/ou hepática. De acordo com a literatura científica, não existem estudos concluídos que assegurem o uso de Neovermin® em crianças menores de 5 anos, portanto, recomenda-se nestes casos uma criteriosa avaliação médica da relação risco/benefício antes da prescrição. Alguns pacientes podem apresentar leucopenia e hiperglicemia transitória.

    Interações Medicamentosas:

    - O uso concomitante de Neovermin® com cimetidina provoca um aumento da concentração plasmática de mebendazol. Devido a presença do tiabendazol na fórmula de Neovermin®, o seu uso concomitante com teofilina potencializa os efeitos desta. Quando for administrar Neovermin® em pacientes que fazem uso de medicamentos derivados da xantina é necessário um prévio monitoramento sangüíneo para ajuste da posologia. O uso concomitante entre mebendazol e metronidazol deve ser evitado, pois resultados obtidos em estudos de caso de controle sugerem uma possível relação com a Síndrome de Stevens Johnson / necrólise epidérmica tóxica.

    Reações Adversas:

      As reações adversas mais comuns são dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia. Existem alguns relatos de um pequeno número de pacientes que apresentaram fadiga, dor de cabeça,bradicardia, vertigem, hipotensão e hiperglicemia durante o uso de medicamentos contendo tiabendazol.

    Posologia:

    * Suspensão Oral: - Crianças menores de 5 anos: a critério médico. - Crianças de 5 a 10 anos: 5 mL, 2 vezes ao dia durante 3 dias. * Comprimidos: - Crianças de 5 a 10 anos: 1 comprimido, 2 vezes ao dia durante 3 dias. - Crianças de 11 a 15 anos: 1 comprimido, 3 vezes ao dia durante 3 dias. * Infestações por cestódeos: - Adultos: 2 comprimidos por vez, 2 vezes ao dia durante 3 dias. * Infestações por nematódeos: - Adultos: 1 comprimido por vez, 2 vezes ao dia durante 3 dias.

    Superdose:

    - Nestes casos recomenda-se lavagem gástrica e orientação médica.

    Como Evitar a Verminose:

    1. Beba somente água filtrada ou fervida. 2. Lave cuidadosamente as frutas e verduras e cozinhe bem os alimentos. 3. Coma apenas carne bem passada. 4. Ande sempre com os pés calçados. 5. Lave as mãos antes das refeições e após usar os sanitários. 6. Conserve sempre as unhas cortadas e limpas. 7. Mantenha as instalações sanitárias em boas condições de higiene. 8. Siga corretamente estes conselhos, evitando que os vermes atinjam toda a família.

    Pacientes Idosos:

    - O uso em pacientes idosos (acima de 60 anos) requer prescrição e acompanhamento médico.

    Dizeres Legais

    Registro M.S. nº 1.0465.0020 Farm. Resp.: Dr. Marco Aurélio Limirio G. Filho - CRF-GO nº 3.524 Nº do lote, prazo de validade e data de fabricação: VIDE CARTUCHO VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Prezado Cliente: Você acaba de receber um produto Neo Química. Em caso de alguma dúvida quanto ao produto, lote, data de fabricação,ligue para nosso SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor. Laboratório Neo Química Com. e Ind. Ltda. VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4 - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-020 www.neoquimica.com.br C.N.P.J.: 29.785.870/0001-03 - Indústria Brasileira SAC 0800-9799900

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  • propil-remedio-tratamento-hipertireoidismoPropil

    propiltiouracila

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Propil* 100 mg em embalagem contendo 30 comprimidos. Uso adulto e pediátrico Uso oral

    Composição:

    Cada comprimido de Propil* contém 100 mg de propiltiouracila.Excipientes: amidoglicolato de sódio, povidona, estearato de magnésio, amido de milho e carbonato de cálcio.

    Informações ao Paciente:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento de hipertireoidismo. Propil* deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Caso seja indicado o uso do Propil* durante a gravidez, o mesmo deve ser feito somente sob rigoroso acompanhamento médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez. Propil* é contra-indicado a mulheres que estejam amamentando. Informe ao médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Propil* pode interagir com outros fármacos, tais como anticoagulantes,medicamentos que afetam a função da medula óssea ou do fígado, amiodarona,glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Propil*. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Propil*, tais como: náusea, vômito, prurido (coceira), sonolência,vertigem, febre, dor de garganta, erupções cutâneas, dores de cabeça, mal-estar,dores articulares, alterações da sensibilidade (por exemplo, formigamentos), perda do paladar, queda anormal de cabelos, dores musculares, inchaço, neurite (inflamação nos nervos), alterações da coloração da pele, icterícia (pele amarelada), alterações das glândulas salivares e dos linfonodos (vide “Reações Adversas”). Recomenda-se cautela aos pacientes em uso concomitante com outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose (alteração no número de células de defesa presentes no sangue). Propil* é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação,uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Informações Técnicas:

    Propriedades Farmacodinâmicas:

    A propiltiouracila é um derivado tioamídico. Inibe a síntese dos hormônios da tireoide que são substratos para a tireóide peroxidase, resultando no desvio do iodo na síntese dos hormônios tireoidianos. Inibe também a conversão periférica de T4 para T3, ação que pode contribuir na eficácia do tratamento de hipertireoidismo.

    Propriedades Farmacocinéticas:

    A propiltiouracila é bem absorvida por via oral. A absorção ocorre dentro de 20 a 30 minutos após a dose administrada. A biodisponibilidade está entre 65 a 75%. A ligação protéica é alta (80%). A propiltiouracila possui biotransformação hepática, sendo que 33% sofre metabolismo de primeira passagem. A concentração plasmática máxima é atingida em 1,99 + 0,26 horas por via oral. O efeito máximo para normalizar as concentrações plasmáticas de T3 e T4, é alcançado, em média, em 17 semanas. A excreção é menor que 1% na urina. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 2 horas.

    Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento clínico do hipertireoidismo. Pode também ser usado para melhorar o hipertireoidismo na preparação para a tireoidectomia subtotal ou terapia com iodo radioativo. Indicado também quando a tireoidectomia for contra-indicada ou não recomendável.

    Contra-Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação, uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Advertências e Precauções:

    Os pacientes em tratamento com Propil* (propiltiouracila) devem ser monitorados e informados da necessidade de relatarem imediatamente qualquer ocorrência como febre,dores de garganta, erupções cutâneas, cefaléias ou mal-estar. Em tais casos, uma contagem total e diferencial de leucócitos deve ser realizada para se detectar agranulocitose. Recomenda-se observação freqüente do tempo de protrombina nos pacientes em tratamento com Propil*, especialmente antes da realização de cirurgias, pois este fármaco pode causar hipoprotrombinemia e sangramento.

    Uso durante a Gravidez:

    Propil*é efetivo no tratamento do hipertireoidismo durante a gravidez e seu uso deve ser feito de forma criteriosa. Propil*atravessa a barreira placentária, podendo causar bócio e até cretinismo no feto em desenvolvimento; por isso, uma dose suficiente, porém não excessiva, deve ser administrada. É importante usar a menor dos e possível durante a gravidez e avaliar a função tireoidiana do recém-nascido cuidadosamente. A disfunção tireoidiana tende a diminuir com o decorrer da gestação, podendo-se assim, reduzir a dosagem. Quando Propil* for utilizado na gravidez ou se a paciente engravidar durante o tratamento,ela deve ser informada sobre os possíveis riscos que o fármaco poderá causar ao feto. Propil* é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez. Portanto,este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez.

    Uso durante a Lactação:

    As pacientes em tratamento com Propil*não devem amamentar seus bebês, uma vez que o fármaco é excretado pelo leite materno.

    Interações Medicamentosas:

    Atenção particular deve ser dada àqueles pacientes em uso concomitante de outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose. O uso concomitante com amiodarona, glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio pode diminuir a resposta ao Propil*(propiltiouracila).Propil* potencializa a ação dos anticoagulantes e o risco de hemorragias é maior nas associações com medicamentos mielodepressores e hepatotóxicos. Interações em Testes Laboratoriais Os resultados dos diagnósticos sofrem interferência com iodeto de sódio (123I,131I) ou com pertecnetato de sódio (Tc 99m). As concentrações plasmáticas de TGO (Transaminase Glutâmica Oxalacética), TGP (Transaminase Glutâmica Pirúvica), fosfatase alcalina, bilirrubina e lactato desidrogenase podem estar elevadas. O tempo de protrombina é aumentado.

    Reações Adversas:

    As reações adversas ocorrem em menos de 1% dos pacientes tratados.As reações leves incluem: erupções cutâneas, urticária, náusea, vômito, artralgia,parestesia, perda do paladar, queda anormal de cabelos, mialgia, cefaleia, prurido,sonolência, neurite, edema, vertigem, pigmentação da pele, icterícia, sialoadenopatia e linfadenopatia. As reações adversas mais graves são ainda menos freqüentes e incluem: agranulocitose,uma síndrome semelhante ao lúpus, hepatite, periarterite, hipoprotrombinemia,trombocitopenia, sangramento e febre. É interessante notar que aproximadamente 10% dos pacientes com hipertireoidismo não-tratado podem apresentar leucopenia.

    Posologia:

    Uso em Adultos:

    A dose inicial é de 1 comprimido a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 300mg (3 comprimidos). Em pacientes com hipertireoidismo grave, grandes bócios, ou ambos, a dose inicial poderá ser de 2 comprimidos a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 600 mg (6 comprimidos). A dose de manutenção para a maioria dos pacientes é de 100 a 200 mg por dia, (1-2 comprimidos) em doses fracionadas.

    Uso em Crianças:

    Para crianças de 6 a 10 anos de idade, a dose inicial é de 50 a 150 mg por dia, em doses fracionadas. Para crianças acima de 10 anos, a dose inicial é de 150 a 300 mg por dia, em doses fracionadas. A dose de manutenção será determinada de acordo com a resposta do paciente.

    Superdosagem:

    Até o momento, não foram evidenciados dados referentes à superdosagem. No caso de ocorrência de superdosagem, são indicadas lavagem gástrica e medidas gerais de suporte.

    MS - 1.0216.0148 Farmacêutica Responsável: Raquel Oppermann – CRF-SP n° 36144 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Número de lote e data de fabricação: vide embalagem externa. LABORATÓRIOS PFIZER LTDA. Av. Monteiro Lobato, 2270 CEP 07190-001 – Guarulhos – SP CNPJ nº 46.070.868/0001-69 Indústria Brasileira. * marca depositada Fale Pfizer 0800-16-7575

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