• foto-agulhas-de-acucar

    As picadas de agulha podem estar com os dias contados. Cientistas da King’s College London, da Inglaterra, estão desenvolvendo vacinas especiais que dispensam a necessidade de injeção.

    A inovação trabalha com um disco desidratado de pequenas agulhas feitas de açúcar que perfuram levemente a pele e se dissolvem.

    A tecnologia é potente o suficiente para driblar o sistema imunológico da pele e entrar no corpo. Além de ser menos invasiva do que as injeções, a vacina desidratada também possui a vantagem de poder ser mantida na temperatura ambiente.

    Os pesquisadores pretendem utilizar o experimento no combate a doenças como HIV, malária e tuberculose.

    A pesquisa foi financiada pela Gates Foundation, mantida por Bill Gates.

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  • vacina--prevenir-o-doenca-AlzheimerUm grupo de cientistas espanhóis desenvolveram a primeira vacina capaz de prevenir o Alzheimer e reverter suas manifestações quando a doença já estiver desenvolvida, como evidenciaram os testes realizados em ratos de laboratório.

    O doutor Ramón Cacabelos, diretor do projeto, apresentou nesta quinta-feira, em entrevista coletiva, a vacina EB-101 e a documentação científica pela qual já obteve a patente para sua fabricação nos Estados Unidos, onde o grupo de cientistas está administrando, com várias multinacionais, o início dos estudos clínicos em humanos.

    Os pesquisadores estão preparados para começar, em três ou quatro meses, estes testes clínicos, que podem durar de seis a oito anos, mas tudo dependerá dos requerimentos feitos pela administração reguladora dos remédios nos Estados Unidos (FDA).

    Por enquanto, com os testes que foram realizados em ratos, os pesquisadores consideram que esta estratégia pode duplicar a esperança de vida dos pacientes com Alzheimer (atualmente podem viver de três a oito anos).

    No entanto, para os doutores, o mais importante não é prolongar a vida, mas melhorar as condições e a dignidade das pessoas que sofrem com a doença.

    Se estima que haja cerca de 36 milhões de pessoas com a doença e a previsão é de que em 2030 esse número chegue a 66 milhões e, em 2050, a cerca de 115 milhões.

    Os médicos colocam as esperanças nesta vacina e em outras que estão sendo pesquisadas em outras partes do mundo, como nos Estados Unidos, Israel, Japão e China, embora os especialistas espanhóis consideram que a vacina criada por eles oferece maior eficácia e segurança por ser a única com um processo inovador diferente do resto.

    Segundo Cacabelos, os testes foram feitos em ratos portadores das principais mutações genéticas responsáveis pela doença em seres humanos, o que evidenciam uma maior eficácia.

    No modelo preventivo de vacina, foi comprovado que os animais imunizados não desenvolviam a doença ao longo da vida, não sofriam transtornos imunológicos e não apresentaram reações vasculares hemorrágicas no cérebro.

    No modelo terapêutico e nos animais que apresentavam sinais de degeneração cerebral, ficou evidente que a vacina deteve o processo degenerativo e reduziu de forma “espetacular” os traços patogênicos que caracterizam o cérebro do doente (depósitos de beta-amilóide, novelos de neurogibrilares e reações neuroinflamatórias mediadas pelas células gliais).

    Perante os resultados, os pesquisadores destacam a importância da prevenção porque esta doença costuma se manifestar a partir dos 60 ou 65 anos, embora na realidade está minando o cérebro desde os 30 ou 35 anos.

    Desta forma, há 30 ou 40 anos para interceptar seu curso, um período no qual os pesquisadores concentram seus esforços para proteger esse cérebro vulnerável desde idades adiantadas da vida para que não degenere e atrase e, inclusive, evite a aparição da doença.

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  • Doenças, HPV 11.01.2013 No Comments

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a indicação da vacina contra o papilomavírus humano (HPV) para a prevenção do câncer anal. A aplicação é recomendada para ambos os sexos, na faixa etária de 9 a 26 anos.

    A vacina, disponível somente em clínicas particulares de saúde, já era usada também para prevenir o câncer de colo de útero, vaginal e verrugas genitais.

    De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram registradas 274 mortes por câncer anal no Brasil em 2010, sendo 98 em homens e 176 em mulheres. Os tumores aparecem no canal e nas bordas externas do ânus. Os no canal do ânus são mais frequentes em mulheres, e nas bordas, nos homens. É uma doença considerada rara e com grande possibilidade de cura quando detectado em estágio inicial. Representa 1% a 2% de todos os tumores do cólon e de 2% a 4% de todos os tipos de câncer do intestino grosso.

    Alterações intestinais, presença de sangue nas fezes, dor, coceira, secreções incomuns são os sinais mais comuns. Segundo o Inca, exames que avaliam o reto e o ânus (como o toque retal) são eficazes para identificar a doença precocemente. As pessoas com mais de 50 anos, fumantes, infectadas pelo HPV e com feridas no ânus são as mais suscetíveis à esse tipo de câncer. De acordo com o Inca, os tumores anais estão relacionados a doenças sexualmente transmissíveis, como HIV, gonorreia e clamídia.

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  • Antiviral 09.01.2013 No Comments

    Relenza - indicado-para-o-tratamento-da-gripe-causada-pelo-virús-influenza-dos-tipos-A-e-B

    Relenza®

    zanamivir

    Apresentação:

    Relenza® é apresentado como um pó para inalação oral, acondicionado em Rotadisk®. O Rotadisk® é um disco em folha dupla de alumínio, com quatro bolhas. Cada uma armazena uma mistura de pó micronizado que contém 5 mg de zanamivir. A embalagem contém cinco Rotadisk® acompanhados de um Diskhaler®. Uso Oral,Uso Adulto e Pediátrico a partir de 5 Anos

    Composição:

    Cada dose contém:
    zanamivir…………………………………………………5 mg
    excipiente: lactose (contém proteína do leite)

    Para que este medicamento é indicado?

    Relenza® é indicado para o tratamento ou para a prevenção da gripe causada pelo vírus influenza dos tipos A e B. Relenza® reduz os sintomas da gripe e ajuda você a se recuperar mais rápido. Além disso, previne que você fique gripado durante um surto de gripe.

    Como este medicamento funciona?

    Relenza® pertence a um grupo de medicamentos chamados antivirais. A substância ativa de Relenza®, o zanamivir,atua reduzindo a multiplicação do vírus influenza no sistema respiratório, limitando a liberação e a disseminação desse vírus. Relenza® reduz a gravidade e a duração dos sintomas da gripe e ajuda você a se recuperar mais rápido – embora isso não impeça que você contamine outras pessoas.
    Relenza® não é um substituto da vacina contra a gripe. Converse com seu médico para saber se você precisa se vacinar contra a gripe.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Relenza® não é indicado para pacientes que são alérgicos ao zanamivir ou a lactose (excipiente do medicamento).

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se sua resposta a qualquer uma das perguntas a seguir for SIM, converse com seu médico antes de tomar este medicamento:
    - Você é alérgico a Relenza® ou zanamivir?
    - Você é alérgico a lactose ou proteínas do leite?
    - Você está grávida ou tentando engravidar?
    - Você está amamentando?
    - Você sofre de asma ou outros problemas respiratórios (por exemplo: enfisema, doença pulmonar obstrutiva crônica DPOC ou bronquite crônica)?
    - Você normalmente usa inaladores para problemas respiratórios?
    - A criança que utilizará o medicamento tem menos de 5 anos de idade?
    A gripe pode causar mudanças repentinas no comportamento, como deixar a pessoa confusa, afetar sua capacidade de reação, provocar alucinações (ver, ouvir ou sentir coisas que não existem), ou, ainda, desmaios. Os pais devem ficar bastante atentos a estes sintomas em crianças e adolescentes que estão com gripe. Estes sintomas podem aparecer independentemente do paciente estar tomando ou não Relenza®.
    Não use Relenza® caso você apresente mudanças repentinas no comportamento, tenha alucinações ou convulsões. Se você tiver algum desses sintomas, consulte seu médico imediatamente. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Relenza® não deve prejudicar sua habilidade de dirigir e utilizar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    Se você está grávida, pretende ficar grávida ou está amamentanto, converse com seu médico antes de tomar Relenza®. A segurança do uso de Relenza® durante a gravidez não foi estabelecida. Seu médico irá avaliar se você poderá usar ou não o medicamento durante a gravidez. Não é aconselhável o uso de Relenza® em mulheres que estão amamentando, pois o zanamivir pode ser secretado no leite. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    Não são conhecidos outros medicamentos que afetem a ação de Relenza® ou que possam fazer com que ele deixe de funcionar adequadamente. Contudo, é importante que você informe seu médico sobre todos os medicamentos que estiver usando, incluindo aqueles vendidos sem receita.
    Relenza® contém um açúcar chamado lactose, que pode conter proteína do leite. Se você tem intolerância à lactose ou à proteína do leite, não use Relenza®. Se você utiliza medicamentos inalatórios para asma ou outro problema respiratório, continue usando-os normalmente.
    Se, conforme a orientação de seu médico, você for usar Relenza® no mesmo horário de um desses medicamentos inalatórios, utilize a outra medicação alguns minutos antes de Relenza®. Se lhe receitaram uma vacina contra a gripe, não se preocupe: você pode tomá-la a qualquer momento, mesmo que use Relenza® para prevenir uma gripe. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de armazenamento:

    Mantenha o produto na embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15°C e 30ºC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Aspectos físicos / Características organolépticas:

    Relenza® é uma mistura em pó seco de cor esbranquiçada. Não contém corantes artificiais. O pó está no interior das quatro “bolhas” do disco prateado denominado Rotadisk®. Em cada “bolha” há uma dose de 5 mg de Relenza®. O medicamento contido nas “bolhas” do Rotadisk® é aspirado pela boca por meio de um dispositivo plástico chamado Diskhaler®. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso:

    Somente utilize Relenza® com o dispositivo Diskhaler® que acompanha o produto (veja Instruções de Uso). Relenza® tem dois esquemas de dosagem diferentes, dependendo do motivo pelo qual foi indicado:
    - Quando Relenza® é usado para tratar a gripe, a dosagem recomendada é de quatro inalações por dia, duas por vez, em dois horários fixos, durante cinco dias. Isto significa que você fará duas inalações seguidas em um horário e duas em outro.
    - Quando Relenza® é usado para prevenir a gripe, a dosagem recomendada é de duas inalações diárias, que devem ser feitas no mesmo horário e pelo período indicado por seu médico. É muito importante usar o medicamento como recomendado por seu médico. Outros medicamentos inalatórios, como, por exemplo, para asma, que devam ser tomados aproximadamente no mesmo horário que Relenza® devem ser administrados antes de Relenza®. Se você utiliza um medicamento inalatório para alívio da asma ou de outros problemas respiratórios, certifique-se de que ele esteja à mão, pois, embora muito raramente, você poderá precisar usá-lo após Relenza®.

    Instruções de uso:

    O medicamento em pó é inalado pela boca até os pulmões. O dispositivo Diskhaler® deve ser carregado com o disco que contém o medicamento em bolhas individuais, o Rotadisk®. A bolha é aberta quando as suas duas superfícies são perfuradas.
    Leia essas instruções, passo a passo e cuidadosamente, antes de inalar a primeira dose. Se mesmo após ler as instruções até o fim você não sentir segurança em usar o dispositivo Diskhaler®, peça auxílio a seu médico ou farmacêutico para que ele as leia junto com você.
    O Diskhaler® possui três partes. Não o utilize até que tenha terminado de ler estas instruções de uso. O Rotadisk® encaixa-se no Diskhaler®.
    O Rotadisk® é encaixado ao disco perfurado do Diskhaler®. Cada uma das quatro bolhas do Rotadisk® contém uma dose (5 mg) de Relenza®.

    Importante:

    Não perfure nenhuma bolha do Rotadisk® antes de encaixá-lo ao disco perfurado do Diskhaler®. Você pode manter o Rotadisk® no Diskhaler® entre as tomadas de dose, mas não perfure nenhuma das bolhas até que chegue o momento de inalar a dose. Mantenha o Diskhaler® limpo. Após o uso, limpe/seque o bocal com um pano limpo e deixe o aparelho tampado até a próxima vez que for utilizá-lo.

    Posologia:

    Relenza® tem dois esquemas de dosagem diferentes, dependendo do motivo pelo qual foi indicado.

    Tratamento da gripe:

    A dosagem recomendada de Relenza® para o tratamento da gripe consiste em duas administrações duas vezes ao dia (duas doses de 5 mg a cada vez), por cinco dias, de forma que é fornecida uma dose diária total de 20 mg. Para que se obtenha o máximo benefício, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível (de preferência dentro de dois dias) após o início dos sintomas. Relenza® deve ser administrado nos mesmos horários de manhã e à noite (por exemplo, às 8 horas da manhã e às 8 da noite). Mesmo que não seja possível adotar o esquema manhã-noite, o medicamento deve ser inalado com intervalo de 12 horas entre as doses e duas vezes por dia. Se isso não for possível (por exemplo, se você tomar a primeira dose durante a tarde), a segunda dose deve ser tomada no mesmo dia com um intervalo mínimo de 2 horas entre elas.
    É importante que você use Relenza® regularmente. Mesmo que já se sinta bem antes de terminar o tratamento,deve mantê-lo até o fim, conforme receitado por seu médico.

    Prevenção da gripe:

    A dosagem recomendada de Relenza® para a profilaxia (prevenção) da gripe consiste em duas inalações (de 5 mg cada uma) uma vez ao dia, durante 10 dias, de forma que é fornecida uma dose diária total de 10 mg. A terapia pode ser aumentada por até um mês se o período exposição de risco se estender além de 10 dias. O curso completo de terapia profilática prescrito deve ser concluído. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O que devo fazer quando esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de inalar uma dose, não se preocupe. Inale-a assim que se lembrar e então continue com as doses seguintes. Não inale uma dose dupla para repor a dose perdida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    A maioria das pessoas que usam Relenza® não apresentam nenhum problema. Porém, como acontece com todos os medicamentos, alguns indivíduos podem apresentar reações indesejáveis. Se você tiver qualquer uma das reações adversas relacionadas abaixo, ou outro sintoma indesejável, após o uso de Relenza®, suspenda o uso do medicamento e avise seu médico imediatamente. Reaçõe muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
    - Reações alérgicas, como inchaço da face, boca ou garganta; falta de ar; chiado no peito; alergias ou coceira na pele Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se acidentalmente você usar uma grande quantidade de Relenza®, é pouco provável que isso cause algum problema sério. Contudo, se tiver alguma preocupação, entre em contato com seu médico ou farmacêutico para aconselhamento adicional. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    Dizeres Legais

    Reg. MS: 1.0107.0263
    Farm. Resp.: Milton de Oliveira
    CRF-RJ Nº 5522
    Fabricado por: Glaxo Wellcome Production – Evreux – França,
    Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
    Estrada dos Bandeirantes, 8464 – Rio de Janeiro – RJ
    CNPJ: 33.247.743/0001-10

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 18/03/2010

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  • Emagrecer ainda é um grande desafio para boa parte da população. Mas, a ciência está trabalhando a favor dos gordinhos. Segundo o site Science 2.0, uma nova vacina emagrecedora foi testada com sucesso nos Estados Unidos e promete fazer a diferença na hora de perder alguns quilinhos.

    O teste foi feito por uma empresa norte-americana chamada Braasch Biotech LLC. Primeiramente a vacina foi testada em ratos e fez com que o organismo dos bichinhos criasse anticorpos contra a somatostatina, um componente que inibe dois hormônios e, consequentemente, contribui com o aumento de peso: o hormônio do crescimento (GH) e o de um fator de crescimento semelhante a insulina, o IGF-1.

    Essas duas substâncias são importantes pois aumentam o metabolismo e contribuem com a perda de peso. Ao causar uma reação alérgica contra a somatostatina, os cientistas conseguiram acelerar o metabolismo ao provocar os dois hormônios.

    Os testes foram feitos em dois grupos de dez ratos cada. Ambos receberam alimentação rica em gordura durante oito semanas antes do teste para que chegassem obesos no início dos exames. No primeiro e no 22º dia, dez roedores receberam a vacina, enquanto o outro grupo tomou apenas uma solução salina do medicamento. Quatro dias depois da vacinação, os primeiros ratos já apresentavam uma queda de 10% do peso em relação ao outro grupo. No fim do estudo, que durou seis semanas a partir dos testes iniciais, a queda de 10% se manteve, sem alterar os níveis normais de hormônios.

    A vacina agora vai passar por um teste que irá analisar seus efeitos a longo prazo para saber se poderá ser usada em seres humanos.

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  • Sem categoria 05.05.2012 No Comments

     

     

     

     

    Neste sábado (5), começa a 14ª edição da Campanha de Vacinação Contra a Gripe em todo o país. A vacinação acontece até o dia 25 de maio em 65 mil postos de saúde, além de postos móveis que serão instalados durante a campanha. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% de 30,1 milhões de pessoas consideradas vulneráveis à manifestação grave da gripe.

    Semelhante à campanha do ano passado, devem se vacinar nesse prazo idosos, crianças de seis meses a menos de dois anos, grávidas, indígenas e profissionais de saúde.

    A dose trivalente imuniza contra gripes sazonais e a influenza A (H1N1), popularmente conhecida como “gripe suína“.

    A novidade deste ano é que cerca de 500 mil detentos também tomarão a vacina. A medida visa a evitar a proliferação da doença entre a população que vive aglomerada, já que o vírus da gripe é de fácil transmissão.

    Doentes crônicos e imunodeprimidos, como portadores do HIV, também poderão ser vacinados mediante apresentação de receita médica em qualquer posto de saúde.

    A mesma vacina também pode ser encontrada em laboratórios particulares, onde podem recorrer as pessoas fora do grupo priorizado pela campanha. Nestes locais, a vacina pode ter grande variação de preço, de R$ 50 a R$ 119.

    “Qualquer indivíduo maior que seis meses pode receber a vacina contra a gripe, a não ser que já tenha apresentado uma reação alérgica grave à vacina ou algum de seus componentes. Deve-se evitar também a vacinação em pessoas que estão com doenças agudas febris moderadas ou graves, nestes casos recomenda-se adiar a vacinação até a melhora do quadro”, afirmou Claudia Figueiredo Mello, infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, localizado em São Paulo.

    Abaixo, tire suas dúvidas sobre a vacina e sobre gripe com informações do Ministério da Saúde e da coordenadora de imunizações da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.

    1) Contra quais gripes a vacina protege?

    Para 2012, a vacina influenza é trivalente. Isto é, composta por três vírus inativados: vírus similar ao vírus influenza A (H1N1), vírus similar ao vírus influenza A (H3N2) e vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane. Ela protege contra as formas mais comuns da gripe nesta temporada e contra o vírus da gripe A (conhecida popularmente como “gripe suína”).

    2) Quem deve tomar a vacina?

    Na Campanha Nacional de Vacinação de 2012, a vacina contra gripe estará disponível gratuitamente para:
    - pessoas acima de 60 anos;
    - crianças de 6 meses a menores de 2 anos;
    - gestantes
    - trabalhadores das unidades de saúde que fazem atendimento aos pacientes com o vírus da gripe;
    - indígenas;
    - detentos;
    - pacientes com doenças crônicas e imunodeprimidos que apresentarem receita médica em qualquer posto de saúde.

    3) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses grupos?

    Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como uma pneumonia, e morrer pela doença.

    4) Onde será realizada a vacinação?

    Em 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados pelo país. Estes postos estão situados em Unidades Básicas de Saúde.

    5) Quem se vacinou no ano passado, precisa se vacinar de novo?

    Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após tomar a vacina. E também porque a sua composição é feita conforme os vírus que circularam no ano anterior.

    6) O que é influenza?

    A “influenza” é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e inverno.

    7) Gripe e resfriado são a mesma coisa?

    Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus Influenza (tipos A, B e C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado pelo Rhinovírus (com seus vários tipos), sendo que a transmissão entre as pessoas se dá através das vias respiratórias.
    Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores, com congestão nasal, coriza, tosse, rouquidão, febre variável, mal-estar, dor no corpo e na cabeça. Mas, enquanto a gripe deixa a pessoa de cama, geralmente o resfriado não passa de tosse e coriza. A vacina não protege contra resfriados.

    8.) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?

    A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.

    9) A vacina contra gripe imuniza contra resfriado?

    Não. A vacina influenza protege contra os vírus da Influenza que estão circulando no país e pode mudar a cada ano.

    10) A vacina tem alguma contraindicação?

    A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.

    11) Posso ficar gripado (a) depois de me vacinar?

    Não, isso é um mito. A vacina contra a influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
    Na época em que a vacina é aplicada, circulam diversos vírus respiratórios diferentes, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem acabar infectadas por não estarem ainda imunizadas.
    A pessoa pode também pegar um resfriado, já que a vacina não protege contra resfriados.

    12) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?

    Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de seis a 12 meses.

    13) Fora do período da campanha é possível me vacinar?

    Não pelo SUS. Após a campanha só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas específicas.

    14) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito que um antigripal?

    Não. A vacina previne contra a gripe e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença. Mas clínicas as privadas poderão disponibilizar a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    15) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?

    Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável a busca de avaliação médica antes de efetuar a vacinação.

    16) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?

    Não é obrigatório, mas é necessário para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação. Para quem não apresentá-la no momento da vacinação, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.

    17) Pessoas que usam corticoide podem ser vacinadas?

    Sim, o uso não impede a vacinação.

    18) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?

    Uma portaria do Ministério da Saúde de 2011 declarou que o doador fica inapto para fazer a doação pelo período de um mês a partir da data que foi vacinado contra a Influenza. Depois do prazo, pode fazê-la.

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  • remédio 06.06.2011 No Comments

    Quatro grandes empresas farmacêuticas anunciaram, nesta segunda-feira, que farão cortes significativos no preço de venda de suas vacinas para países em desenvolvimento.

    GSK, Merck, Johnson & Johson e Sanofi-Aventis concordaram em vender as vacinas a preço de custo após negociações com a Aliança Global por Vacinas e Imunização (Gavi, na sigla em inglês).

    O órgão, criado durante o Fórum Econômico de Davos, na Suíça, em 2000, reúne empresas e representantes do setor público de diversos países para patrocinar programas de vacinação em massa em países em desenvolvimento.

    O laboratório britânico GSK (GlaxoSmithKline) se comprometeu a reduzir o preço de sua vacina contra rotavírus em 67%. Ela passará a ser vendida por US$ 2,50 (cerca de R$ 4) para países pobres.

    A diarreia provocada pelo rotavírus mata mais de 500 mil crianças por ano em todo o mundo.

    As vacinas serão subsidiadas pela cobrança de preços mais altos a países mais ricos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a mesma vacina custará US$ 50 (R$ 78).

    “O que precisamos é de um retorno para investir na nova geração de vacinas e drogas, e isso tem que vir do lucro que obtemos com remédios e vacinas“, disse Andrew Witty, o diretor executivo da GSK, à BBC.


    “Mas é óbvio que, as pessoas que estão no Quênia ou em uma favela de Malawi ou em algum lugar assim, não têm capacidade de contribuir, então elas tem que ser ajudadas pela contribuição de países médios e ricos.”

    A Gavi se comprometeu a financiar a introdução de vacinas contra o rotavírus em 40% dos países mais pobres do mundo até 2015, mas ainda precisava angariar US$ 3,7 bilhões (R$ 5,8 bilhões) além da quantia já obtida para atingir o objetivo.

    Por isso, a organização pediu cortes nos preços e doações para empresas farmacêuticas e governos.

    Fonte BBC

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  • Pesquisador desenvolve vacina para tratamento mais eficiente e menos agressivo de alergia.

    O tratamento de alergias a gato e ao pólen de tasneira pode se tornar mais eficiente e seguro em pouco tempo, se as pesquisas realizadas pelo imunologista Mark Larché funcionarem. Ele está testando um método de vacinação que acredita causar menos danos aos pacientes que a imunoterapia, comumente usada para tratar esses casos.

    A imunoterapia é considerada uma abordagem eficiente, mas um tanto quanto arriscada, que envolve dar a uma pessoa doses crescentes da mesma coisa a que ela é alérgica, na esperança de torná-la imune. Este tratamento envolve aplicação de injeções três vezes por semana por cerca de sete meses, sendo repetida por cinco anos ou mais. E porque essa opção envolve a exposição ao alérgeno atual, sempre há um risco de reações alérgica, que vão desde inchaços a choques anafiláticos.

    - A imunoterapia funciona – diz Andrew Saxon, imunologista da Universidade da Califórnia. – O problema global é que há riscos, isso sem mencionar que é cara e demorada.

    Em vez de usar o alérgeno inteiro, Larché coloca apenas partes dele em sua vacina. Na teoria, isso é suficiente para fazer o organismo perceber a presença da substância, mas não basta para causar uma reação alérgica. Em vez de meses de imunoterapia, ele planeja a aplicação uma vez por mês, por quatro meses. Já que o tratamento é muito novo, não se sabe se uma reaplicação uma vez ao ano seria necessária para manter os benefícios.

    A vacina representa um avanço animador para um problema médico comum e crescente, de acordo com Alessandro Sette, imunologista do Instituto de La Jolla para Alergia e Imunologia.

    - Se funcionar, nos levará a algo mais seguro e menos agressivo.

    Larché acredita que sua primeira vacina pode chegar ao mercado em 2014. Ele já testou a versão para gatos em 350 pessoas e planeja testá-la em outras centenas de voluntários ainda este ano. Mais 300 pacientes alérgicos receberam a versão para tasneira. Até agora, os beneficiários relataram que, após a vacinação, os sintomas – quando dentro de um local onde há circulação de alérgenos – caem quase pela metade.

    A ideia por trás das vacinas é mudar a resposta imunológica das pessoas a um alérgeno, como a proteína Fel d 1 que os gatos espalham a sua volta quando estão se lambendo. A resposta certa é tolerância – células do sistema imunológico reconhecem o alérgeno, mas decidem que isso não é uma ameaça. Mas no caso de uma alergia, essas células detectam a presença da substância e a atacam com anticorpos. Isto leva a uma resposta intolerante: espirros, coriza e inflamações na pele.

    Os anticorpos atacam apenas se eles veem o alérgeno inteiro. Larché cria artificialmente pequenos pedaços do alérgeno fabricando filamentos de proteínas, chamados de peptídeos. Eles são reconhecidos por tolerantes células do sistema imunológico, mas ignoradas pelas que desencadeiam a alergia. Ao ativar as células corretas, os peptídeos parecem voltar a treinar o corpo para ter uma resposta mais amena.


    Os cientistas ainda não sabem como isso acontece. Larché examina amostras de sangue de seus pacientes antes e depois da vacinação num esforço contínuo para entender o processo.

    Larché primeiro trabalhou com alergias a gato, porque elas são um problema relativamente simples. A maioria das pessoas que espirra quando está perto desses animais é alérgica a uma proteína específica, Fel d 1. O que desencadeia a alergia a pólen da tasneira também é uma proteína, chamada de Amb a 1, que faz os açúcares caírem. Os ácaros da poeira, pelo contrário, têm mais de dez proteínas que podem causar problemas. O desafio será conceber a mistura certa de peptídeos para cada situação, observa Saxon.

    O imunologista também trabalha no desenvolvimento de vacinas para outros tipos de alergia e espera que a mesma estratégia funcione em doenças em que o sistema imunológico ataque outras partes do corpo, como o diabetes tipo 1 e a artrite reumatoide.

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  • Com novo tipo de vacina, a imunidade já começa nos pulmões.
    Técnica funcionou em camundongos e ainda não está pronta para humanos.

    Vacinas aplicadas pelo nariz podem ser mais eficientes no combate por doenças que são contraídas também por via nasal, como a gripe, a pneumonia e até mesmo eventuais ameaças de bioterrorismo. E elas podem se tornar realidade em breve, segundo uma pesquisa apresentada na Conferência de Primavera da Sociedade Geral de Microbiologia dos EUA por Dennis Metzger, professor da Faculdade de Medicina de Albany.

    Em experiências com camundongos, os cientistas introduziram por via nasal uma mistura entre a vacina normal e uma substância chamada interleucina-12, um agente imunizador natural. Eles obtiveram alto nível de proteção nos animais contra o vírus da gripe, a bactéria da pneumonia e a Yersinia pestis, uma potencial ameaça biológica. Obter essa proteção era um desafio, já que as superfícies com mucosa normalmente apresentam baixa resposta imunológica.


    Metzger afirma que as vacinas normais não são tão eficazes, uma vez que não conseguem proteger o ponto por onde os agentes da doença entram no corpo. “A vacinação intranasal contorna esse problema, criando imunidade no pulmão. Isso previne contra a infecção inicial, assim como contra outras complicações sistêmicas”, defende.

    Segundo o pesquisador, a capacidade de prevenir contra infecções pode ser especialmente útil no caso de uma ameaça bioterrorista ou de uma pandemia de alguma variação do vírus da gripe.

    Depois dos bons resultados em camundongos, o próximo passo dos testes com a vacina intranasal deve ser em seres humanos.

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