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    Famox

    famotidina

    Comprimidos de 20 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Comprimidos de 40 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido 20 mg contém:
    famotidina ….. …………………………………………………………………………………………….. 20 mg. Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, corante amarelo FDC nº. 5 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, manitol e talco.
    Cada comprimido 40 mg contém:
    famotidina ………………………………………………………………………………………………….. 40 mg. Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, corante amarelo FDC nº. 6 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado e manitol.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado? 

    Este medicamento é indicado para úlcera duodenal e gástrica benigna e prevenção de recidivas de ulceração duodenal. Condições de hipersecreção, tais como esofagite de refluxo, gastrite e síndrome de Zollinger-Ellison.

    Como este medicamento funciona?

    Famox inibe a secreção do ácido e pepsina do estômago, reduzindo as sensações de ardência e dor epigástrica. Assim como ocorre ocasionalmente com outros medicamentos de ação similar o alívio pode não ser imediato. O desaparecimento dos sintomas nem sempre significa cura, a qual ocorre, geralmente após semanas de tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Famox é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula. Famox é contraindicado durante a gravidez e a lactação. Famox 20 mg contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

    Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    A malignidade gástrica deve ser excluída antes do início da terapia de úlcera gástrica com Famox. A melhora dos sintomas com o tratamento com Famox para úlcera gástrica, não exclui a presença de malignidade gástrica. Como Famox é parcialmente metabolizado no fígado e excretado primariamente pelos rins, deve-se ter cautela na administração do Famox a pacientes com alteração da função do fígado ou do rim. Não foi observado qualquer aumento na incidência ou mudança no tipo de reações adversas nos pacientes idosos. Não é necessário alterar a posologia com base apenas na idade. A segurança e eficácia em crianças ainda não foram estabelecidas. Interação Medicamento-Medicamento: A literatura cita as seguintes interações, apesar de não possuírem significância clínica relevante: O uso de Famox pode diminuir a absorção de algumas drogas, como: cefpodoxima, domperidona, itraconazol e cetoconazol e/ou melfalano. A concentração sérica de Famox pode ser aumentada, se administrado concomitantemente com probenecida. Famox pode aumentar a concentração plasmática de pentoxifilina. Drogas como varfarina, propranolol, teofilina e diazepam, não interagem com Famox. Famox não é significativamente alterado se administrado concomitantemente com nifedipina e/ou fenitoína. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Famox 20 mg é um comprimido amarelo, redondo com logotipo em uma das faces, livre de defeitos. Famox 40 mg é um comprimido alaranjado, redondo com logotipo em uma das faces, livre de defeitos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    A dose recomendada de Famox é de 1 comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada. Na maioria dos casos de úlcera duodenal, a cura ocorre dentro de 4 semanas, com este regime posológico. Nos casos em que a cura completa não se verifica após 4 semanas, o tratamento deve ser continuado por um período adicional de 4 semanas.
    Terapia de manutenção:
    Para prevenção da recorrência da ulceração duodenal, recomenda-se que a terapia com Famox seja mantida com um comprimido de 20 mg/dia, ao deitar por um período determinado a critério médico.
    Úlcera gástrica benigna:
    A dose recomendada de Famox é de um comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada.
    Síndrome de Zollinger-Ellison:
    Pacientes, sem terapia antissecretória anterior, devem ser tratados, inicialmente, com uma dose de 20 mg, a cada 6 horas. A posologia deve ser ajustada às necessidades individuais do paciente e deve ser mantida enquanto houver indicação clínica. Os pacientes que estavam recebendo outro antagonista H2 podem passar diretamente para o uso de Famox com uma dose inicial mais alta do que aquela recomendada para casos novos; esta dose inicial dependerá da gravidade da condição e da última dose de antagonista H2, previamente utilizada. Ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal grave. Nestes pacientes (depuração de creatinina abaixo de 30 ml/min) a dose de Famox deve ser reduzida para 20 mg ao deitar. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar uma das doses no horário habitual, a recomendação é aguardar o próximo horário e tomar a próxima dose da maneira que estava prevista. Em nenhuma hipótese deverá ser dobrada a dose da medicação por esquecimento de uma das tomadas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação comum (> 1% e < 10%): Dor de cabeça, diarreia, constipação e tontura. A literatura cita ainda as seguintes reações adversas, sem frequência conhecidas: Síndrome de Stevens-Johnson, “Rash” cutâneo e/ou urticária (aparecimento de manchas ou pápulas na pele e/ou coceira), exantema (manchas avermelhadas), ansiedade, palpitações, bradicardia e/ou bradiarritmias (diminuição da frequência cardíaca), pneumonia intersticial, neutropenia e/ou trombocitopenia (diminuição do número de neutrófilos e/ou do número de plaquetas), hiperprolactinemia e/ou galactorréia (aumento da produção do hormônio prolactina e/ou produção de leite pelas glândulas mamárias em indivíduos que não estão amamentando), boca seca, náuseas e/ou vômitos, desconforto ou distensão abdominal, anorexia (redução ou perda do apetite), fadiga, hepatomegalia (aumento do tamanho do fígado), icterícia colestática (coloração amarelada da pele) e elevações de bilirrubinas e fosfatase alcalina. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há experiência, até o momento, com superdosagem. Devem ser empregadas as medidas habituais para remoção do material não absorvido do tratamento gastrintestinal, monitorização clínica e medidas de suporte. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0573.0144
    Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann
    CRF-SP nº. 30138
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 23/10/2014.

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  • ranidin-é-indicado-para-o-tratamento-de-ulceras-de-estomago-ou-duodeno

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ranidin®

    cloridrato de ranitidina
    Comprimido revestido

    Identificação do Produto:

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimido revestido 150 mg: embalagem contendo 20 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: cloridrato de ranitidina…………………………………………………………………………………………………………………168 mg*
    *Equivalente a 150 mg de ranitidina base.
    *Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de
    silício, hipromelose, macro gol,dióxido de titânio , amido, polidextrose, talco, maltodextrina, triglicerídeos de cadeia média e álcool polivilínico.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    RANIDIN é indicado para:
    – tratamento de úlceras de estômago ou de duodeno, incluídas as associadas ao uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (em alguns casos seu médico pode prescrever RANIDIN com antibióticos);
    –  prevenção de úlceras que surgem como efeito colateral de agentes anti-inflamatórios não esteroidais, como
    alguns medicamentos para tratamento de artrite;
    –  prevenção de sangramentos decorrentes de úlcera péptica;
    –  tratamento de úlcera duodenal associada à infecção pela bactéria Helicobacter pylori;
    –  tratamento de problemas causados pelo refluxo (retorno) de ácido do estômago para o esôfago (esofagite), e
    outras condições que, como essa, causam dor ou desconforto, algumas vezes conhecidos como indigestão, dispepsia (dificuldade na digestão dos alimentos) ou azia;
    –  tratamento de úlceras pós- operatórias;
    –  tratamento de uma doença conhecida como Síndrome de Zollinger
    –  Ellison, caracterizada por úlceras graves, extrema acidez gástrica e tumores das células do pâncreas secretoras de gastrina (hormônio presente na secreção gástrica);
    –  tratamento de dispepsia episódica crônica, doença caracterizada por dor epigástrica (na parte alta do abdômen)
    ou retroesternal (atrás do osso esterno, que fica no meio do peito) associada às refeições ou a distúrbios do sono;
    –  prevenção de úlcera causada por estresse em pacientes em estado grave;
    –  prevenção de uma doença conhecida como Síndrome de Mendelson, caracterizada por distúrbios pulmonares
    produzidos pela aspiração de secreção gástrica pelo trato respiratório.

    Como este medicamento funciona?

    RANIDIN contém ranitidina, substância que reduz a quantidade de ácido produzida no estômago. Isso favorece a cicatrização da gastrite e das úlceras pépticas do estômago e do duodeno, além de prevenir complicações. Após alguns dias de tratamento, você já deverá se sentir bem melhor. Mas não pare de usar RANIDIN antes do fim do período determinado pelo seu médico, pois a dor e o desconforto poderão voltar.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contraindicações:

    Se você responder “sim” a qualquer uma das perguntas abaixo, avise seu médico ANTES de usar este medicamento.
    –  Já lhe disseram que você é alérgico a RANIDIN, ranitidina ou qualquer outro ingrediente de RANIDIN (ver item “Composição”)?
    –  Você está grávida ou pretende engravidar logo?
    –  Você está amamentando?

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e advertências:

    O tratamento com ranitidina pode mascarar sintomas relacionados ao carcinoma gástrico (tipo de tumor no estômago) e, assim, retardar o diagnóstico dessa doença.Em caso de suspeita de úlcera gástrica deve ser excluída a possibilidade de doença maligna antes de se instituir a terapia com RANIDIN. Caso você tenha insuficiência renal (mal funcionamento dos rins), converse com o seu médico. Ele pode alterar a sua dosagem. Deve-se evitar o uso de ranitidina em pacientes com história de porfiria aguda, visto que há relatos, embora raros, de crises desta doença causadas pela ranitidina. É recomendado o acompanhamento regular dos pacientes que estão em tratamento concomitante com anti-inflamatórios não esteroidais e ranitidina, especialmente dos idosos e daqueles com histórico de úlcera péptica. Em idosos, e em pacientes com doença pulmonar crônica, com diabetes ou imunodeprimidos, pode haver aumento do risco de desenvolver pneumonia comunitária. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A ranitidina pode interagir com outros medicamentos. Por isso, seu médico pode recomendar ajuste na dosagem
    do medicamento afetado ou a interrupção do tratamento com RANIDIN. Converse com o seu médico caso você esteja fazendo uso dos seguintes medicamentos:
    –  diazepam, triazolam e midazolam ( utilizados para tratar ansiedade e dificuldade de dormir );
    –  lidocaína, um anestésico;
    –  fenitoína, utilizada para controlar alguns tipos de convulsão (epilepsia);
    –  propranolol, utilizado para tratar hipertensão (pressão alta);
    –  teofilina, utilizada no tratamento da asma;
    –  procainamida
    –  acetilprocainamida, utilizadas no tratamento da arritmia cardíaca;
    –  glipizida, utilizada no tratamento da diabetes;
    –  cetoconazol, utilizado no tratamento de infecções causadas por fungos;
    –  atazanavir e delavirdina, utilizados no tratamento da AIDS; – gefitinibe, utilizado no tratamento do câncer;
    –  sucralfato, utilizado no tratamento de úlceras no estômago. Não existem contraindicações relativas a faixas etárias.
    Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15 ° e 30°C); proteger da luz e umidade. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Aspecto físico:

    Comprimido revestido de cor branca, circular, contendo núcleo branco. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso: O comprimido de RANIDIN deve ser engolido inteiro, com um copo de água.
    Posologia
    Adultos
    Úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna.
    Tratamento agudo (durante a crise): A dose-padrão usual para tratamento agudo de úlcera gástrica benigna e úlcera duodenal é de 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Na maioria dos casos de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas. Em alguns pacientes, esse período pode se estender até oito semanas. Na úlcera duodenal, com 300 mg, duas vezes ao dia, durante quatro semanas obtêm-se taxas de cicatrização maiores do que com 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite), durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado a maior incidência de efeitos colaterais. Tratamento de longo prazo: No tratamento de longo prazo, a dose geralmente utilizada é de 150 mg à noite. O tabagismo (hábito de fumar) está relacionado à maior frequência de reincidência de úlcera duodenal. Em pacientes fumantes que não conseguem evitar fumar durante o tratamento, uma dose de 300 mg a noite proporciona benefício terapêutico adicional sobre o regime de doses de 150 mg. Úlcera péptica associada ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais. No caso de úlceras que se desenvolvem durante a terapia com anti-inflamatórios não esteroidais ou associadas ao uso continuado dessas drogas, podem ser necessárias de oito a doze semanas de tratamento com ranitidina. Para a prevenção de úlceras duodenais associadas ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais, podem ser administrados concomitantemente 150 mg de ranitidina, duas vezes ao dia. Para o tratamento agudo dessa condição, devem ser usados 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Úlcera duodenal associada à infecção por Helicobacter pylori.A dose de 300 mg à noite (ou 150 mg, duas vezes ao dia) de ranitidina pode ser administrada em associação com 750 mg de amoxicilina oral, três vezes ao dia, e 500 mg de metronidazol, três vezes ao dia, por duas semanas. Terminado esse período, a terapia deve ser continuada por mais duas semanas apenas com RANIDIN. Esse regime reduz significativamente a recidiva de úlcera duodenal. Úlcera pós-operatória. A dose-padrão é de 150 mg, duas vezes ao dia. Na maioria dos casos, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas, mas em alguns pacientes esse período pode se estender até oito semanas. Refluxo gastroesofágico. Tratamento agudo: Na esofagite de refluxo recomenda-se a dose de 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg a noite) durante oito semanas. Esse período pode se estender até 12 semanas, se necessário. Em pacientes com esofagite de moderada a grave, a dose pode ser aumentada para 150 mg, administrados quatro vezes ao dia, por até 12 semanas. Tratamento de longo prazo: A dose oral recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia. Alívio dos sintomas: Recomenda-se o regime de 150 mg, duas vezes ao dia, durante duas semanas. O tratamento pode ser continuado por mais duas semanas nos pacientes que não respondem adequadamente à terapia inicial. Síndrome de Zollinger-Ellison. A dose inicial recomendada é de 150 mg, três vezes ao dia, e, se necessário, pode ser aumentada. Doses diárias de até 6 g têm sido bem toleradas. Dispepsia episódica crônica. A dose-padrão recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia, por até seis semanas. Qualquer paciente que não responda à terapia ou que tenha recidiva logo após o tratamento deve ser investigado. Prevenção da síndrome de Mendelson ( pneumonia por bronco aspiração ). Deve-se utilizar 150 mg duas horas antes da anestesia e, preferivelmente, 150 mg na noite anterior. Alternativamente, o uso de cloridrato de ranitidina injetável pode ser considerado. Em pacientes em trabalho de parto, a dose recomendada é de 150 mg a cada seis horas. Porém, se for necessária anestesia geral, recomenda-se que adicionalmente seja administrado um antiácido (por exemplo, citrato de sódio). Prevenção da hemorragia decorrente de úlcera de estresse em pacientes gravemente doentes ou na prevenção da hemorragia recorrente (que reaparece) em pacientes com sangramento devido à ulceração péptica. O uso da dose de 150 mg por via oral, duas vezes ao dia, pode substituir o de cloridrato de ranitidina injetável logo que o paciente possa ingerir alimentos normalmente. Crianças: A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é de 2 a 4 mg/kg, duas vezes ao dia. Pode-se chegar ao máximo de 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal: Pode ocorrer acúmulo de ranitidina, resultando em elevadas concentrações no organismo, nos pacientes com insuficiência renal. Nestes casos, a dose diária de ranitidina deve ser de 150 mg. Pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica de vem ingerir uma dose de 150 mg de ranitidina imediatamente após a diálise. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de uma dose, tome-a o quanto antes e prossiga com o horário normal das demais doses. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A maioria dos pacientes que usa este medicamento não encontra problemas. Mas, como ocorre com todos os medicamentos, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais. Se você tiver algum dos sintomas abaixo logo após fazer uso de RANIDIN, PARE o tratamento e procure seu médico imediatamente. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – respiração ofegante, dor ou aperto, de início repentino, no peito; – inchaço de pálpebras, face, lábios, boca ou língua; – febre; – erupções cutâneas ou fissuras na pele, em qualquer lugar do corpo; – sensação de fraqueza, especialmente ao ficar em pé. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – choque anafilático (reações alérgicas graves). Conforme relatos, os eventos acima ocorreram após uma única dose. Comunique seu médico o quanto antes caso sinta qualquer dos sintomas abaixo. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – redução dos batimentos cardíacos ou batimento irregular; – tontura; – sensação de cansaço; – fraqueza; – reação na pele, ocasionalmente grave (placas roxas/vermelhas ou erupções); – falta de ar e fadiga. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – visão turva; – náuseas, vômitos, perda de apetite (mais severa que a usual), icterícia (pele e olhos amarelados) e urina de coloração escura. Esses sintomas podem indicar que você está com hepatite (inflamação do fígado); – confusão mental; – impotência sexual reversível; – diarreia; – queda de cabelo; – dor de forte intensidade no estômago ou mudança no tipo de dor que você costuma sentir; – infecções recorrentes; – hematomas (manchas roxas na pele); – dor de cabeça; – dores musculares ou nas juntas; – problemas nos rins (os sintomas que indicam isso são: mudança na quantidade e na cor da urina, náuseas, vômitos, confusão, febre e erupções); – sensação de depressão; – alucinações; – movimentos musculares anormais ou tremor; – crescimento ou alargamento das mamas; – secreção de leite pelas mamas. Avise seu médico que você toma RANIDIN caso vá fazer um exame de sangue, urina ou outros. O cloridrato de ranitidina pode alterar o resultado de alguns exames. Se em algum momento você experimentar sintomas que não consegue entender, consulte seu médico. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Devido à elevada especificidade de ação da ranitidina, não está prevista a ocorrência de problemas de maior gravidade no caso de eventual superdose de RANIDIN. Se houver superdose, procure socorro médico o mais rápido possível. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Registro MS–1.0497.
    0160UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
    Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
    Embu-Guaçu–SP – CEP: 06900-000
    CNPJ: 60.665.981/0001-18
    Indústria Brasileira
    Farm. Resp.: Florentino de Jesus Krencas
    CRF-SP: 49136
    Fabricado na unidade fabril: Trecho 1, conjunto 11, lote 6/12
    Polo de Desenvolvimento JK.
    Brasília–DF – CEP: 72549-555
    CNPJ 60.665.981/0007-03
    Indústria Brasileira
    SAC 0800 11 1559

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  • prazol-e-um-medicamento-indicado-no-tratamento-de-ulceras

    PRAZOL

    lansoprazol

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    Prazol®
    30 mg cápsula gelatinosa dura com microgrânulos de liberação retardada: embalagens com 7 e 14 cápsulas. Prazol® 15 mg cápsula gelatinosa dura com microgrânulos de liberação retardada: embalagens com 7, 14 e 28 cápsulas.
    Uso oral – Uso adulto

    Composições:

    Cada cápsula de Prazol® 15 mg contém:
    lansoprazol ………………………………………………………………………………………………………………… 15 mg
    Excipientes (amido, carbonato de magnésio, copolímero de ácido metacrílico, dióxido de silício coloidal, dióxido de titânio, iprolose,hipromelose, polissorbato 80, macrogol, povidona, sacarose,silicato de magnésio) q.s.p. ………………………………………………………………..
    …………………… 1 cápsula.
    Cada cápsula de Prazol® 30 mg contém:
    lansoprazol ………………………………………………………………………………………………………………… 30 mg
    Excipientes (amido, carbonato de magnésio, copolímero de ácido metacrílico, dióxido de silíciocoloidal, dióxido de titânio, hiprolose, hipromelos
    e, polissorbato 80, polietilenoglicol 6000,polividona, sacarose, silicato de magnésio) q.s.p. ……………………………………………………… 1 cápsula.

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento:
    Os sinais de melhora nos sintomas podem ocorrer em um prazo variável de dias, após início do tratamento. Seu médico é a pessoa adequada para dar-lhe maiores informações sobre o tratamento; siga sempre suas orientações.
    Cuidados de armazenamento:
    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 – 30° C),protegido da luz e umidade.

    Prazo de Validade:

    Guardado nas condições acima, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de 24 meses, a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa do produto. Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido, pois pode ser prejudicial à saúde.

    Gravidez e Lactação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.
    Este medicamento não deve ser tomado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, a não ser que o médico indique.

    Cuidados de Administração:

    Siga as orientações de seu médico, respeitando sempre as doses, os horários e a duração do tratamento.Este medicamento deve ser tomado pela manhã, em jejum. As cápsulas devem ser engolidas inteiras; não abra ou mastigue as cápsulas. Não devem ser tomadas doses superiores às
    recomendadas pelo médico.

    Interrupção do Tratamento:

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.A interrupção repentina deste medicamento não causa efeitos desagradáveis, nem riscos; apenas cessará o efeito terapêutico.

    Reações Adversas:

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. As reações desagradáveis que podem ocasionalmente ocorrer são:
    diarréia, prisão de ventre, tontura, náusea e dor de cabeça.
    “TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.”

    Ingestão Com Outras Substâncias:

    Os antiácidos não interferem no efeito do Prazol. (Ver também Interações Medicamentosas).

    Contra-indicações e Precauções:

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
    “NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO.
    PODE SER P ERIGOSO PARA SUA SAÚDE.”

    Informações Técnicas:

    Características:

    Lansoprazol é um benzimidazol substituído, uma categoria de substâncias antisecretoras que não apresentam propriedades anticolinérgicas ou antagônicas de receptores H2 da histamina, mas que suprimem a secreção gástrica por inibição específica do sistema da enzima (H+, K+) ATPase, na superfície secretora das células parietais gástricas. Como esse sistema enzimático é conhecido como a bomba ácida (de prótons), do interior das células parietais, lansoprazol é caracterizado como inibidor da bomba de ácido, ou bomba de prótons, do estômago, bloqueando o passo final da secreção ácida. Esse efeito é dose-dependente e leva à inibição da secreção ácida gástrica, tanto basal quanto estimulada, independentemente do estímulo. A inibição da secreção ácida gástrica persiste por até 36 horas após uma dose única. Assim, a meia-vida de eliminação plasmática de lansoprazol não reflete a duração da sua supressão da secreção ácida gástrica. Quimicamente,lansoprazol é 2 – [ [ [ 3 – metil – 4 – (2,2,2-trifluoroetoxi) – 2 piridil] metil] sulfinil] benzimidazol. As cápsulas contém microgrânulos com cobertura entérica, pois o lansoprazol é lábil em meio ácido, de forma que a liberação e a absorção do fármaco inicia-se somente no duodeno.

    Farmacocinética:

    A absorção é rápida, com atingimento de pico médio plasmático entre 1,5 e 2,2 horas, em jejum. A alimentação reduz o pico de concentração e a absorção em aproximadamente 50%. Em indivíduos sãos, a média da meia-vida plasmática é de 1,19 a 1,6 horas. A farmacocinética do lansoprazol não se altera com doses múltiplas e não ocorre acúmulo. A ligação protéica do lansoprazol é de 97%. A ligação à proteínas plasmáticas é constante acima da faixa de concentrações de 0,05 a 5 ? g/mL. O lansoprazol é extensivamente metabolizado no fígado. Dois metabólitos foram identificados em quantidades mensuráveis no plasma (derivados sulfinil hidroxilados e sulfonas). Estes metabólitos têm muito pouca ou nenhuma atividade antisecretora.O lansoprazol é transformado em duas espécies ativas, as quais inibem a secreção ácida pela (H+,K+)-ATPase dentro dos canalículos das células parietais, mas que não estão presentes na circulação sistêmica. A meia-vida de eliminação plasmática do lansoprazol não reflete a duração da supressão da secreção ácida gástrica. Assim, a meia-vida de eliminação plasmática é de menos que 2 horas, enquanto que o efeito inibidor ácido dura mais que 24 horas. A eliminação ocorre principalmente por metabolização e excreção biliar; a eliminação urinária é de somente 15% da dose administrada, com menos de 1% da forma inalterada do fármaco administrado. Uma comparação entre a farmacocinética de lansoprazol em indivíduos sãos e em pacientes com cirrose hepática indica Tmax discretamente aumentado, Cmax e AUC significativamente
    aumentadas. A depuração de lansoprazol tem certa diminuição no idoso, com AUC e meia-vida aumentando até aproximadamente duas vezes os valores de adultos jovens normais. A meia-vida média em idosos é, entretanto, de 2,9; assim, com doses múltiplas, não há acúmulo de lansoprazol.
    A Cmax no idoso não se altera. A DL 50 , em administração aguda a camundongos e ratos, por via intraperitonial, foi de 5000mg/kg; entretanto, por vias oral e subcutânea não pode ser determinada,pois não houve mortes de animais com doses de até 5000mg/kg, que foi a maior dose possível na prática. Doses de até 2000mg/kg não produziram alterações tóxicas em cães beagle.

    Indicações:

    Prazol® 30 mg: Para cicatrização e alívio sintomático de esofagite de refluxo (incluindo úlcera de Barrett e casos de resposta insatisfatória a antagonistas de receptores histamínicos H2), de úlcera duodenal e de úlcera gástrica, em tratamento de curto prazo (ver Posologia).Para tratamento a longo prazo (ver Posologia) de pacientes hipersecretores, portadores ou não de Síndrome de Zollinger-Ellison. Dados clínicos atuais indicam que lansoprazol foi seguro e eficaz nessas desordens em tratamentos de até 2,6 anos de duração.Prazol® 15 mg:Está indicado para a manutenção da cicatrização de esofagite de refluxo erosiva,de úlcera duodenal e de úlcera gástrica (ver Posologia).

    Contra-Indicações:

    Em hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol ou a qualquer componente da fórmula.

    Precauções:

    Gerais: Prazol® (lansoprazol) cápsula deve ser ingerido pela manhã, em jejum. Os pacientes devem ser advertidos para que não abram ou mastiguem as cápsulas; elas devem ser deglutidas inteiras, para preservar a cobertura entérica dos grânulos. Por ser eliminado predominantemente por via biliar, o perfil farmacocinético de lansoprazol pode ser modificado por insuficiência hepática moderada a severa, bem como em idosos (ver Precauções – Uso em idosos). Deve-se ter cautela na prescrição de Prazol® a pacientes idosos com disfunção hepática.

    Uso na gravidez:

    Estudos em animais não mostraram potencial teratogênico para lansoprazol.Entretanto, não existem estudos adequados ou bem controlados na gestação humana. Prazol® somente deve ser administrado durante a gravidez se , em criteriosa avaliação médica, os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto.

    Uso na amamentação:

    Não é conhecido se lansoprazol é excretado pelo leite materno. Como vários fármacos são excretados pelo leite materno,deve-se ter cautela na administração de Prazol® a mulheres no período de amamentação.

    Uso em pediatria:

    Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.

    Uso em idosos:

    Em idosos, Tmax e AUC são o dobro do que aqueles em voluntários jovens. A posologia inicial não necessita ser modificada em idosos, mas doses subsequentes superiores a 30mg ao dia não devem ser administradas, a menos que supressão adicional da secreção ácida gástrica seja necessária. Deve-se ter cautela quando o fármaco for administrado a idosos com disfunção hepática (ver Precauções-Gerais).

    Interações Medicamentosas:

    O lansoprazol é metabolizado pelo sistema do citocromo P 450. Estudos clínicos mostraram que lansoprazol não tem interações clínicas com varfarina, antipirina, indometacina, aspirina,ibuprofeno, fenitoína, prednisona, antiácidos a base de hidróxido de alumínio e magnésio, ou diazepam, em indivíduos sãos. Quando lansoprazol é administrado concomitantemente com teofilina, um pequeno aumento (10%) na depuração de teofilina foi observado. Devido à pequena magnitude e à direção desse efeito sobre a depuração da teofilina, dificilmente esta interação representará preocupação do ponto de vista clínico.Mesmo assim alguns casos individuais podem necessitar titulação adicional da dose de teofilina, quando lansoprazol for iniciado ou interrompido, para assegurar níveis sanguíneos clinicamente efetivos. Administração concomitante de lansoprazol e sucralfato retarda a absorção de lansoprazol.

    Reações Adversas/Colaterais:

    Os eventos adversos mais frequentemente relatados em estudos de curto prazo (até 8 semanas de duração) e consideradas possíveis ou prováveis de estarem relacionados com o uso de lansoprazol,foram: diarréia, cefaléia, tontura, náusea e constipação.As seguintes reações adversas foram relatadas em estudos com pacientes que receberam 15 mg ou 30 mg de lansoprazol, durante 12 meses, para tratamento de manutenção de esofagite erosiva cicatrizada e úlceras gástricas e duodenais cicatrizadas:
    -gerais: dor abdominal, cefaléia, síndrome gripal, ferimentos acidentais, dor, dor no peito,infecção;
    -sistema digestivo: diarréia, anomalias gastrointestinais (pólipos), vômitos, alterações dentárias,náusea, gastroenterites, alterações retais;
    -sistema músculo-esquelético: artralgia.

    Alterações de Exames Laboratoriais:

    As seguintes alterações nos parâmetros laboratoriais foram relatadas como eventos adversos:
    Testes da função hepática anormais, transaminase glutamicoxalacética (TGO ou aspartato aminotransferase) aumentada, transaminase glutamico
    pirúvica (TGP ou alanina aminotransferase)aumentada, creatinina aumentada, fosfatase alcalina aumentada, globulinas aumentadas, gama
    glutamil transpeptidase (GGTP) aumentada, células brancas aumentadas/diminuídas/anormais,taxa AG anormal, células vermelhas, bilirrubinemia,eosinofilia, hiperlipemia anormais, eletrólitos aumentados/diminuídos, plaquetas aumentadas/diminuídas/anormais e níveis de gastrina aumentados. Foram relatadas anormalidades laboratoriais isoladas adicionais: Nos estudos com placebo controlado, quando a transa
    minase glutaminocoxalacética (TGO ou aspartato aminotransferase) e a transaminase glutam icopirúvica (TGP ou alanina aminotransferase)
    foram avaliadas, 0,4% (1/250) dos pacientes sob placebo e 0,3% (2/795) dos pacientes sob lansoprazol apresentaram elevações enzimáticas maio
    res que 3 vezes o limite superior normal ao final do tratamento. Nenhum destes pacientes relataram icterícia a qualquer momento do estudo.

    Posologia:

    Tratamento de esofagite de refluxo, incluindo úlcera de Barrett: 30 mg ao dia, por quatro a oito semanas.
    Tratamento de úlcera duodenal: 30 mg ao dia, por duas a quatro semanas.
    Tratamento de úlcera gástrica: 30 mg ao dia, por quatro a oito semanas.
    Tratamento de manutenção da cicatrização de esofagite de refluxo, de úlcera duodenal e de úlcera gástrica: 15 mg uma vez ao dia.
    Tratamento da Síndrome de Zollinger-Ellison: dose inicial de 60 mg ao dia, por três a seis dias.A dose deve ser então titulada ascendentemente, até
    conseguir-se um paciente assintomático com secreção ácida basal inferior a 10 mEq/h em pacientes com Síndrome de Zollinger-Ellison não
    gastrectomizados e em hipersecretores sem a Síndrome. Em pacientes com a Síndrome,previamente gastrectomizados, a secreção ácida basal recomendada como alvo é igual ou inferior a 5 mEq/h. Se o paciente requerer 120 mg ou mais de lansoprazol ao dia, as doses devem ser divididas em duas tomadas equivalentes.Uma vez que o alvo seja atingido, o paciente deve ser monitorado, para determinar se a dose deve ser ajustada para mais ou para menos.

    Modo de usar:

    As cápsulas de Prazol® devem ser ingeridas pela manhã, em jejum. No caso de duas tomadas diárias indicadas para doses de 120 mg
    ou mais, na Síndrome de Zollinger-Ellison, a segunda tomada também deve ser em jejum. As cápsula s devem ser ingeridas inteiras; o paciente
    deve ser advertido para não abrir ou mastigar as cápsulas (ver Precauções). Pacientes com Insuficiência renal/idosos/disfunção hepática:
    Não é necessário ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal. Não é necessário ajuste da dose inicial para idosos e portadores de disfunção hepática leve a moderada.

    Consultar Precauções –

    Uso em Idosos para dosagem em idosos com disfunção hepática.

    Superdose:

    Até o momento não há informação disponível sobre superdose em humanos. Em ratos e camundongos, a administração oral de doses até 5000
    mg/kg (aproximadamente 250 vezes a dose em humanos), não resultou em morte de animais, mas somente afetou a cor da urina em camundongos. O lansoprazol não é removido da circulação por hemodiálise.

    Pacientes Idosos:

    As taxas de cicatrização de úlceras em pacientes idosos são similares àquelas em um grupo mais jovem. As taxas de incidência de eventos adversos e de anormalidades de testes laboratoriais são também similares àquelas vistas em pacientes mais jovens. O regime de dose inicial não precisa ser alterado nos pacientes idosos, mas doses subseqüentes maiores que 30 mg por dia não devem ser administradas, a menos que seja necessária uma supressão ácida gástrica adicional.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade:
    vide cartucho.
    Farm. Resp.: Dra Clarice Mitie Sano Yui
    CRF-SP nº 5.115
    MS – 1.0181.0214 SIM
    – Serviço de Informações MEDLEY –0800-13.0666
    www.medley.com.br
    Medley S.A. Indústria Farmacêutica
    Rua Macedo Costa, n.º 55 – Campinas-SP
    C.N.P.J. 50.929.710/0001-79
    Indústria Brasileira

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  • foto-antiacido-antiflatulento-riopan-plusRIOPAN® PLUS

    magaldrato, dimeticona
    Antiácido e antiflatulento.

    Formas farmacêuticas, apresentações e via de administração:

    Comprimido mastigável. Embalagens com 20 unidades (sabor menta). Uso oral.
    Suspensão. Frascos com 240 ml (sabor menta). Uso oral – Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido mastigável contém:
    Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)……………………………….. 800 mg
    Dimeticona…………………………………………………………………………………100 mg
    Excipiente aromatizado q.s.p…………………………………………………. 1 comprimido
    Excipientes: sorbitol, macrogol, dióxido de silício, lactose, metilcelulose, aroma de menta, araquidato de cálcio, amido de milho e álcool isopropílico.
    Cada 5 ml (1 colher das de chá) da suspensão contém:
    Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)………………………………… 400 mg
    Dimeticona…………………………………………………………………………………. 50 mg
    Veículo aromatizado q.s.p………………………………………………………………… 5 ml
    Excipientes: goma arábica, hipromelose, óleo de hortelã-menta, mentol, ciclamato de sódio, sulfato de prata, gliconato de clorexidina e água purificada.
    * Contendo no mínimo 80% de magaldrato anidro.

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento
    Antiácido e antiflatulento.

    Cuidados de armazenamento:

    Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Manter o frasco de Riopan® Plus suspensão ao abrigo da luz, dentro da embalagem do produto. Uma vez aberto, o conteúdo do frasco permanece estável por 6 semanas. Evite o congelamento da suspensão.

    Prazo de validade:

    O prazo de validade é de 24 meses a partir da data da fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Riopan® Plus suspensão é branco acinzentado, com sabor e odor característicos de menta. Riopan® Plus comprimidos mastigáveis são redondos, de cor branca a levemente amarelado, odor de menta.

    Gravidez e lactação:

    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.Durante a gravidez, Riopan® Plus deve ser usado apenas por curto período de tempo, a fim de evitar sobrecarga de alumínio para o feto.Estudos em animais demonstraram que sais de alumínio têm efeitos prejudiciais na descendência.Os compostos de alumínio passam para o leite. Devido à baixa absorção, acredita-se não haver risco para o recém nascido.

    Cuidados de administração:

    Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos por inteiro, mas sim dissolvidos inteiramente na boca. Agite o frasco da suspensão antes de usar.O medicamento deve ser ingerido de preferência 1 hora após as principais refeições e antes de deitar.Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como diarréia ou constipação.Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão). Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer redução de fosfato.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Deve-se evitar a administração junto com outros medicamentos como tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida e clorpromazina pelo risco de redução da absorção destas substâncias. A ingestão destes medicamentos deverá ocorrer com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração do Riopan® Plus.A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    Contra-indicações e precauções:

    O produto não deve ser usado por pacientes com insuficiência renal ou com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a 2 semanas.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    Riscos da automedicação:

    Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Informações Técnicas

    Características:

    O magaldrato (aluminato de magnésio hidratado), princípio ativo do Riopan® Plus, não é uma simples mistura física dos dois componentes, magnésio e alumínio, mas sim uma monosubstância em que estes elementos são ligados de maneira a formar uma entidade química. Conforme comprovado experimentalmente, a atividade adsorvente e neutralizante deste composto é bastante elevada, superando consideravelmente a proporcionada por uma simples mistura.Uma vez que a ativação intragástrica do Riopan® Plus (liberação dos hidróxidos de alumínio e magnésio) é proporcional ao grau de acidez gástrica, o seu efeito neutralizante se adapta automaticamente às necessidades momentâneas de cada caso, evitando-se a neutralização total ou até a formação de um meio gástrico alcalino, indesejável por várias razões. Por esta auto-regulação, o pH obtido pelo Riopan® Plus oscila dentro da faixa ideal de pH, de 3,5 a 5,0, não ultrapassando este último valor, mesmo com administrações repetidas e prolongadas. Ao mesmo tempo, o Riopan® Plus adsorve e inativa a lisolecitina e os ácidos biliares que, através do refluxo duodeno-gástrico, desempenham papel importante como fatores etiopatogênicos da úlcera péptica e da esofagite.A dimeticona, por sua vez, age fisicamente reduzindo a tensão superficial das bolhas de gás ou espuma, formadas por razões diversas no tubo digestivo, eliminando-as. Não sendo absorvida, a tolerância da dimeticona é excelente, não tendo sido relatados quaisquer efeitos colaterais com o seu uso, mesmo por tempo prolongado.

    Propriedades farmacodinâmicas:

    A ação do magaldrato está baseada na neutralização do ácido gástrico. Também ocorre ligação “dose-dependente” e “pH-dependente” a ácidos biliares e lisolecitina. A atividade antiácida é atribuída à ligação de prótons aos íons sulfato e hidróxido da camada intersticial entrelaçada, fazendo com que a estrutura entrelaçada se decomponha durante a neutralização.800 mg de magaldrato neutralizam cerca de 18-25 mval de ácido clorídrico.

    Propriedades farmacocinéticas:

    O magaldrato não é absorvido no trato gastrintestinal. Durante o processo de neutralização pequenas quantidades de íons magnésio e alumínio são liberadas, e durante o trânsito intestinal, são convertidas em fosfatos solúveis e excretados pela evacuação. A mesma proporção de cátions é absorvida. Um pequeno aumento no nível de alumínio sérico pode ocasionalmente ser encontrado estável em pessoas com rins saudáveis.

    Dados de segurança pré-clínica:

    A toxicidade aguda para antiácidos não foi determinada devido à baixa absorção (10% para magnésio e cerca de 1% para alumínio) e excreção renal relativamente rápida.Em pacientes com a função renal prejudicada, podem ocorrer altos níveis plasmáticos e teciduais de alumínio (depósitos de alumínio predominantemente no nervo e no tecido ósseo) e fenômenos de superdose.No tratamento a longo prazo com antiácidos contendo alumínio, pode ocorrer redução na absorção de fosfato.O potencial mutagênico do magaldrato ainda não foi suficientemente investigado. Para compostos de alumínio não há evidência relevante de potencial mutagênico.Não há estudos sobre potencial carcinogênico do magaldrato.Não há estudos sobre embriotoxicidade do magaldrato em animais. Não há evidência de algum risco ou má formação em humanos.
    Efeitos embriotóxicos e fetotóxicos foram observados com outros compostos de alumínio. Estudos em ratos mostraram aumento da mortalidade pós-natal e desenvolvimento neuromotor retardado.

    Indicações:

    Na hiperacidez gástrica e na flatulência decorrentes de qualquer etiologia. Azia, esofagite de refluxo, gastrite aguda e crônica, úlcera gástrica e duodenal. Distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café.Riopan® Plus está especialmente indicado quando estes distúrbios acima se acompanham de retenção de gases, eructações freqüentes, meteorismo, aerofagia ou distensão abdominal.

    Contra-indicações:

    Insuficiência renal. Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.

    Precauções e advertências:

    Riopan® Plus não deve ser usado em crianças menores de 12 anos de idade, pois não existe experiência suficiente no tratamento desta faixa etária com o produto.Sendo bem tolerado e ainda livre da sacarose e pobre em sódio, Riopan® Plus pode ser administrado inclusive a pacientes diabéticos ou hipertensos.A não ser em indicações muito especiais, sob cuidadosa supervisão médica, aconselha-se não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão (20 colheres das de chá) por dia ou administrar esta dose diária máxima durante período superior a 2 semanas.Se os sintomas persistirem por mais de 2 semanas durante o tratamento, o exame clínico pode ser conduzido de modo a excluir alguma doença malígna.O pH elevado do suco gástrico aumenta o risco de colonização da mucosa gástrica por organismos patogênicos, os quais podem, por exemplo, em pacientes sujeitos à ventilação artificial, levar a uma maior incidência da ocorrência de pneumonia nosocomial.
    Pacientes portadores de nefropatias: não devem fazer uso prolongado da referida dose máxima, exceto sob expressa recomendação e vigilância médica.Pacientes com função renal prejudicada (clearance de creatinina <30 ml/min): somente devem fazer uso de Riopan® Plus com regular monitoramento dos níveis séricos de magnésio e alumínio. O nível sérico de alumínio não deve ultrapassar 40 ng/ml.Pacientes que necessitam de diálise: deve ser dada particular atenção a esses pacientes devido à possível relação entre elevados níveis de alumínio sérico e o desenvolvimento de encefalopatias. No tratamento a longo prazo, as concentrações de alumínio no sangue devem ser avaliadas regularmente, e não devem exceder 40 ng/ml.

    Suspensão:

    Agitar o frasco antes de usar.

    Comprimidos mastigáveis:

    Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos, mas sim dissolvidos inteiramente na boca.Um comprimido mastigável de Riopan® Plus contém cerca de 1,014 g de sorbitol, e portanto, até 6,2 g de sorbitol pode ser ingerido diariamente quando as instruções posológicas são observadas.

    Alerta para pacientes diabéticos:

    O comprimido mastigável de Riopan® Plus contém amido de milho.

    Interações medicamentosas:

    Da mesma forma que outras preparações antiácidas, o Riopan® Plus pode reduzir a absorção de medicamentos, como as tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida, e clorpromazina. Portanto, a administração de outros medicamentos deve ser feita com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração de Riopan® Plus.A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.

    Reações adversas:

    Raramente, podem ocorrer casos leves e transitórios de diarréia ou constipação, e de litíase renal.Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão).Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer depleção de fosfato.

    Posologia:

    Em casos de distúrbios gástricos leves, como distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café, especialmente quando associados à quadros de flatulência e distensão abdominal por excesso de gases, recomenda-se tomar 1 comprimido ou 2 colheres das de chá (10 ml) da suspensão quando da ocorrência de sintomas, quatro vezes ao dia, de preferência 1 hora após as refeições e ao deitar, ou a critério médico. Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a duas semanas.Em casos de gastrite ou úlcera gástrica, 1 comprimido, ou 2 colheres das de chá (10 ml), 4 vezes ao dia (sempre 1 hora após as principais refeições e antes de deitar). Esta medicação deve ser mantida durante no mínimo, 4 semanas. Quando necessário, esta dose pode ser aumentada a até 10 comprimidos ou 20 colheres das de chá (100 ml) da suspensão ao dia.Conforme indica a experiência, a úlcera duodenal requer doses maiores e medicação regular.Nestes casos recomenda-se, salvo prescrição médica diferente, 1 a 2 comprimidos ou 2 a 4 colheres das de chá (10 a 20 ml) da suspensão, 7 vezes ao dia (1 e 3 horas após as principais refeições e antes de deitar). Estudos recentes mostram que doses muito menores de magaldrato (3,2 g/dia, divididos em 2 a 3 tomadas), são tão eficazes no tratamento da úlcera duodenal quanto as altas doses tradicionalmente usadas. Este tratamento deve ser continuado até no mínimo, 4 semanas após o desaparecimento dos sintomas subjetivos.

    Superdose:

    Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

    Pacientes idosos:

    Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
    MS – 1.0639.0112
    Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF – SP nº 14.828
    N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.
    EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
    SAC: 0800-7710345
    www.nycomed.com.br
    Sob licença de
    Nycomed GmbH
    Alemanha
    Nycomed Pharma Ltda.
    Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5
    Jaguariúna – SP
    CNPJ 60.397.775/0008-40
    Indústria Brasileira
    RIPL_0505_1007

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    FOTILAN

    Panax ginseng

    Identificação do Medicamento:

    Nomenclatura botânica:

    Panax ginseng C.A Meyer

    Família:

    Araliaceae

    Nome Popular:

    Ginseng

    Parte da planta utilizada:

    Raiz

    “Medicamento fitoterápico registrado com base no uso tradicional.”“Não é recomendado o uso por período prolongado enquanto estudos clínicos amplos sobre segurança não forem realizados”.

    Apresentação:

    Comprimidos Revestidos
    Comprimidos revestidos de 100 mg – caixa com 4, 8, 30 e 60 comprimidos revestidos.
    Cada comprimido revestido contém:
    Extrato seco de Panax ginseng 27% ………………………………………………………………………………………………………….100mg
    (equivalente a 27mg de ginsenosídeos totais)
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Comprimidos Revestidos
    Cada comprimido revestido contém:
    Extrato seco de Panax ginseng 27% ………………………………………………………………………………………………………….100mg
    (equivalente a 27mg de ginsenosídeos totais)
    Excipientes: Celulose + Lactose, Celulose Microcristalina, Dióxido de Silício Coloidal, Croscarmelose Sódica,Estearato de Magnésio, Álcool Isopropílico, Talco, Dióxido de Titânio, Copolímero Básico Metacrílico E100,Polietilenoglicol 6000, Corante Lacca Alumínio amarelo nº10, Corante Lacca Alumínio amarelo nº6 e Água de Osmose.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    FOTILAN (Panax ginseng) está indicado nos estados de fadiga física ou mental e como adaptógeno.

    Como este medicamento funciona?

    FOTILAN (Panax ginseng) é formulado com o extrato seco de Panax ginseng. É uma planta originária da Ásia (China,Indochina, Koréia, Vietnam e Japão). A parte da planta utilizada é a raiz onde, dentre vários constituintes, estão os chamados ginsenosídeos, derivados do protopanaxatriol. Dentre todos os ginsenosídeos, o principal é o ginsenosídeo Rg1. Acredita-se que eles, os ginsenosídeos, estimulem a secreção de hormônios adrenocorticotróficos levando ao aumento do cortisol. O extrato seco de Panax ginseng age sobre a flora intestinal humana promovendo o crescimento de bactérias bífidas (benéficas) enquanto inibe seletivamente certas cepas de clostridium.As saponinas presentes no Panax ginseng atribui-se a melhora do aprendizado e da resistência imunológica, assim como o aumento da pressão sanguínea e a estimulação do sistema nervoso central.

    Quando não devo usar este medicamento?

    FOTILAN (Panax ginseng) é contra-indicado para pacientes com antecedentes alérgicos ao Ginseng. Este medicamento é contra-indicado para uso por pacientes que apresentem quadros de hipertensão ou doenças do coração, insuficiência renal, infecções agudas, asma, insônia ou esquizofrenia. Este medicamento é contra-indicado para uso por pacientes que apresentem tumores sensíveis à estimulação hormonal
    como os tumores de mama, útero e ovários, e deve ser evitado em doenças sensíveis à estimulação hormonal, como endometriose e útero fibrinóide. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentem doenças do sistema auto-imune como Esclerose Múltipla, Artrite Reumatóide, Lupus Eritematoso Sistêmico e outras, assim como em pacientes que tenham recebido transplante. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentem sangramentos anômalos ou em pacientes em uso de medicações que alterem a coagulação (ex. clopidogrel, dipiridamol, aspirina e warfarin). Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que façam uso de medicamentos inibidores da MAO,medicamentos anticoagulantes, ou estimulantes, incluindo descongestionantes e cafeína. FOTILAN (Panax ginseng) está contra-indicado em mulheres grávidas ou amamentando, por não existirem estudos que comprovem sua segurança nestes períodos. Também está contra-indicado nos casos de sangramentos uterinos. FOTILAN (Panax ginseng) deve ser evitado em crianças menores de 12 anos.Uso em idosos, deve-se prestar atenção para possíveis interações entre as medicações já em uso ou ainda com as doenças preexistentes como explicitado acima.“Este medicamento é contra-indicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando.” “Este medicamento é contra-indicado para menores de 12 anos.” “Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação medica ou do cirurgião dentista.”

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    A administração em mulheres que estejam sob terapia estrogênica deve ser cautelosa. Seu uso é desaconselhado em pacientes com antecedentes de úlcera duodenal, gastrite por refluxo, doença diverticular e quadros disentéricos. Seu uso prolongado ou em doses elevadas pode se associar a uma Síndrome (Síndrome do Abuso do Ginseng) com diarréia, hipertensão, ansiedade, erupções dermatológicas e insônia. Pode causar taquicardia, palpitações e oscilações da pressão (hipotensão ou hipertensão) inclusive influenciadas pelas mudanças posturais, assim pessoas muito sensíveis a essas alterações (como as que já tiveram algum AVC (acidente vascular cerebral) ou doenças cardíacas devem evitá-lo.
    Pode alterar o controle da glicemia (açúcar no sangue). Use com cuidado em casos de diabetes pelo risco aumentado de episódios de hipoglicemia.Descontinue FOTILAN (Panax ginseng) pelo menos 14 dias antes de algum procedimento odontológico ou cirúrgico.Em caso de tratamento dentário atenção, FOTILAN (Panax ginseng) pode causar sangramento dentário por sua possível ação antiplaquetária.Cuidado no uso de vasoconstrictores em anestésicos locais, pois pode ocorrer interação com a epinefrina e levonordefrina resultando em aumento da pressão arterial, use vasoconstrictor com cuidado. Não se recomenda o uso de FOTILAN (Panax ginseng) junto com substâncias estimulantes como a cafeína, contida em algumas bebidas.  O consumo de bebidas alcoólicas também não é recomendado.FOTILAN (Panax ginseng) está contra-indicado em mulheres grávidas ou amamentando, por não existirem estudos que comprovem sua segurança nestes períodos. Também está contra-indicado nos casos de sangramentos uterinos. FOTILAN (Panax ginseng) deve ser evitado em crianças menores de 12 anos.
    Deve-se prestar atenção para possíveis interações entre as medicações já em uso ou ainda com as doenças preexistentes como explicitado acima.
    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.Informe ao médico se estiver amamentando.
    FOTILAN (Panax ginseng) pode interagir com anti-hipertensivos, anticoagulantes (como warfarin), aspirina ou medicamentos contendo aspirina, antiinflamatórios não hormonais, agentes antiplaquetários (ex. ticlopidina, clopidogrel,dipiridamol), estimulantes do sistema nervoso central, simpaticomiméticos, terapias hormonais, álcool, inibidores da monoaminooxidase, substratos do citocromo P450, estrógenos e imunossupressores. FOTILAN (Panax ginseng) contém pequenas quantidades de estrona, estradiol e esterol o que pode provocar ginecomastias (crescimento das mamas, assim não deve ser associado às drogas que produzem o mesmo efeito). Também interage com medicamentos anti-hipertensivos como Bloqueadores de Canais de Cálcio, Nifedipina,Griseofulvina e Metildopa devido à ação sobre o aparelho cardiovascular. Também interage com drogas antidepressivas. Pode haver potencialização da ação de medicamentos inibidores da Monoaminooxidase quando administrada concomitantemente com FOTILAN (Panax ginseng). Em exames laboratoriais, FOTILAN (Panax ginseng) pode alterar algumas provas de coagulação ou os níveis de açúcar no sangue. “Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação medica ou do cirurgião dentista.” “Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento”.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em sua embalagem original, protegendo da luz, calor e umidade, em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem. FOTILAN (Panax ginseng) encontra-se na forma de comprimidos arredondados, revestidos, de cor amarelo-claro e inodoros.“Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”“Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.” “Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento?

    Comprimidos revestidos 100mg: deve ser utilizado por via oral na dose de 1 comprimidos revestidos 1 vez ao dia .Utilizar por no máximo três meses.”Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado”.“Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.”

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou cirurgião- dentista”.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    FOTILAN (Panax ginseng) é bem tolerado. As reações adversas mais comuns são transtornos gastrintestinais leves e transitórios (náuseas e diarréias), insônia, ansiedade, dores de cabeça e taquicardia leve. Em mulheres observaram-se casos de dores nas mamas (mastalgia) e sangramentos uterinos, devido às alterações hormonais. Seu uso é desaconselhado em pacientes com antecedentes de úlcera duodenal, gastrite por refluxo, doença diverticular e quadros disentéricos. FOTILAN (Panax ginseng) pode alterar o controle glicêmico e deve ser usado com cuidado em pacientes diabéticos.FOTILAN (Panax ginseng) pode causar taquicardia e oscilações da pressão arterial, influenciadas pelas mudanças posturais. Pacientes hipertensos ou recebendo medicação anti-hipertensiva devem usá-lo com cuidado, assim como os pacientes sob risco de hipotensão, incluindo os indivíduos em uso de medicação anti-hipertensiva ou agentes que predisponham a hipotensão ortostática (postural), indivíduos idosos, ou naqueles que não tolerariam episódios transitórios de hiper ou hipotensão (ex: AVC anteriores ou doenças cardiovasculares). Se você tem problemas cardiovasculares consulte seu médico, pois o uso excessivo poderia levar a alterações eletrolíticas, como diminuição do potássio, aumentando, o risco de efeitos adversos da associação com outras drogas que você esteja usando.“Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso ocorra administração acidental de uma superdose de FOTILAN (Panax ginseng), procure orientação médica. A conduta é de esvaziamento do estômago e controle da freqüência cardíaca e respiratória. Em dois casos de superdosagem do extrato seco de Panax ginseng foram relatados distúrbios da acomodação visual,midríase (dilatação das pupilas) e sintomas sistêmicos que incluíram tontura e diminuição do nível de consciência associado com a hiperexcitabilidade dos nervos simpáticos. “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.”

    Dizeres Legais

    Registro M.S: 1.1861.0003
    Responsável Técnico: Dra. Amanda Públio da Silva – CRF: 37.152
    Fabricado por:
    Ativus Farmacêutica Ltda.
    Rua: Fonte Mécia n° 2050 – CEP: 13270-000 – Caixa Postal 489 – Valinhos-SP
    CNPJ: 64.088.172/0001-41
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800 771 20 10
    E-mail: cellofarm@cellofarm.com.br

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