• acebrofilina-e-indicada-como-broncodilatador-mucolitico-e-expectorante

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Acebrofilina

    Forma Farmacêutica e Apresentações da Acebrofilina
    Xarope Adulto (10mg/ml): Embalagens contendo 1 e 50* frascos com 120mLXarope Pediátrico (5mg/mL): Embalagens contendo 1 e 50* frascos com 120 ml
    Uso Adulto e Pediátrico Uso Oral

    Composição:

    Cada ml do xarope adulto contém: acebrofilina ………………..10mg. veículo q.s.p. ………………..1mL (sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, ciclamato de sódio, sacarina sódica, glicerol, essência de framboesa, corante vermelho bordeaux, corante azul FDC nº1 e água purificada). Cada ml do xarope pediátrico contém: acebrofilina ………………..5mg. veículo q.s.p. ………………..1mL (sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, ciclamato de sódio, sacarina sódica, glicerol, essência de framboesa, corante vermelho bordeaux e água purificada).

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: A acebrofilina tem ação reguladora do muco, broncodilatadora e expectorante. Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente entre 15° e 30° C. Proteger da luz. Prazo de validade: 24 meses. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser prejudicial à sua saúde. Gravidez e lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término”. “Informe seu médico se está amamentando. O uso da acebrofilina durante o primeiro trimestre de gravidez deve ser evitado. Cuidados de Administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como náusea ou tontura.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: A ingestão concomitante com outros medicamentos só deve ser feita sob orientação médica. Contra-indicações e precauções: A acebrofilina é contra-indicada em pacientes com reconhecida hipersensibilidade à droga ou a outros componentes da fórmula, aos derivados da xantina e em casos de
    hipertensão. Em pacientes que apresentem cardiopatias, hipertensão, hipoxemia severa e úlcera péptica, o produto deve ser usado com cautela. Este medicamento é contra-indicado em crianças menores de dois anos de idade. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SE PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informações Técnicas:

    A acebrofilina possui vários mecanismos, pelos quais exerce seu efeito terapêutico. É uma molécula que possuiação broncodilatadora, mucorreguladora e expectorante. Atua fragmentando e descarregando a organização filamentosa do muco, de forma a diminuir sua viscosidade e adesividade e tornando mais fluidas as secreções do aparelho respiratório. Por sua ação broncodilatadora, a acebrofilina inibe o broncoespasmo, a dispnéia e os sibilos, melhorando a função respiratória com o aumento do fluxo respiratório. Estimula a síntese e secreção do surfactante alveolar, favorecendo a expulsão das secreções bronquiais melhorando portanto, a capacidade de ventilação. A meia-vida plasmática da acebrofilina varia de 3 a 5 horas após a administração oral. Quando administrada por via oral em indivíduos adultos e sadios, proporciona altas concentrações do princípio ativo no plasma, persistindo por algumas horas.

    Indicações:

    A acebrofilina para o tratamento sintomático das patologias agudas e crônicas do aparelho respiratório caracterizadas por fenômenos de hipersecreção, traqueobronquites, rinofaringites, laringotraqueítes, pneumoconioses e bronquiectasias, bem como nas patologias pulmonares acompanhadas de broncoespasmo, tais como: bronquite aguda, bronquite obstrutiva ou asmatiforme, asma brônquica e enfisema pulmonar.

    Contra-Indicações:

    ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASOS DE RECONHECIDA HIPERSENSIBILIDADE AO
    PRINCÍPIO ATIVO OU A OUTROS COMPONENTES DA FÓRMULA, AOS DERIVADOS DA XANTINA E EM
    CASOS DE HIPERTENSÃO. ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS DE IDADE.

    Precauções e Advertências:

    Este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem cardiopatias, hipertensão,hipoxemia severa e úlcera péptica. Gravidez: Evitar o uso deste medicamento durante o primeiro trimestre da gravidez.

    Interações Medicamentosas:

    Ocorre interação deste medicamento com outros derivados da xantina e com beta-bloqueadores.

    Reações Adversas:

    Algumas reações de desconforto gastrintestinal (náusea) e, ocasionalmente tonturas, foram relatadas.Interrompendo o uso do medicamento, esses sintomas desaparecem rapidamente.

    Posologia:

    Adultos: xarope (10mg/mL): 10mL do xarope, 2 vezes ao dia.
    Crianças: xarope (5mg/mL)
    • 2 a 3 anos: 2mg/Kg/dia do xarope pediátrico dividido em 2 tomadas.
    • 3 a 6 anos: 5 mL do xarope pediátrico, 2 vezes ao dia.
    • 6 a 12 anos: 10 mL do xarope pediátrico, 2 vezes ao dia.

    Superdosagem:

    Em casos de superdose, recomenda-se induzir o vômito ou utilizar um agente laxante ou carvão ativado, quando não ocorre convulsão. Em caso de convulsão, deve-se assegurar a manutenção da respiração e administrar oxigênio e diazepam por via I.V., hidratando o paciente e monitorando a pressão arterial.

    Paciente Idosos:

    Para o uso deste medicamento em idosos, não há recomendações especiais.
    Laboratório – NEO QUIMICA
    Rua VPR 1, Quadra 2-A, Mód. 4
    Anápolis/GO – CEP: 75133600
    Tel: (62 )316-1055
    Fax: (62 )316-1022

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  • Laxante 03.07.2015 No Comments

    lacto-purga-é-indicado-para-o-tratamento-da-prisão-de-ventre-no-preparo-do-paciente-para-exames-diagnosticos-e-antes-ou-apos-procedimentos-cirurgicosLacto Purga®

    bisacodil

    Apresentações:

    Embalagens contendo 25 blisters com 6 comprimidos revestidos. Embalagem contendo 16 comprimidos revestidos.
    Via de Administração: Oral
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 4 anos

    Composição:

    bisacodil………………………………………………………………………………………………………………………………….5mg excipiente q.s.p. ………………………………………………………………………………………….1 comprimido revestido(lactose monoidratada, celulose micro cristalina, estearato de magnésio, talco, dióxido de titânio,co polímero de ácido metacrílico e metacrilato de metila, citrato de trietila, macro gol e corante óxido de ferro amarelo).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    LACTO PURGA® é indicado para o tratamento da prisão de ventre; no preparo do paciente para exames diagnósticos, e antes ou após procedimentos cirúrgicos. É indicado também em casos em que é necessário facilitar a evacuação.

    Como este medicamento funciona?

    LACTO PURGA® é um laxante de ação local, atua diretamente na parede do intestino. LACTO PURGA® estimula o movimento intestinal e promove acúmulo de água dentro do intestino, facilitando a eliminação das fezes. O início da ação ocorre após 6-12 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar LACTO PURGA® se tiver íleo paralítico (intestino para de funcionar), obstrução intestinal, ou condições abdominais agudas (como apendicite, inflamação aguda do intestino) e dor abdominal grave com enjoo e vômitos, que podem indicar problemas graves. Você também não deve tomar LACTO PURGA® se tiver intensa desidratação, alergia ao bisacodil ou a qualquer dos componentes da fórmula e intolerância a galactose.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    LACTO PURGA® não deve ser utilizado diariamente por período prolongado sem investigação da causa da prisão de ventre. O uso por longo tempo pode provocar a perda de líquidos, sais minerais e a diminuição de potássio no sangue. A perda de líquidos pelo intestino pode levar a desidratação, tendo como sintomas sede e baixa produção de urina. Pacientes com mau funcionamento dos rins e idosos com perda de líquidos devem interromper o uso de LACTO PURGA® e procurar orientação médica. Pode ocorrer surgimento de sangue nas fezes, que normalmente é leve e desaparece espontaneamente. Podem ocorrer tonturas ou desmaios que podem estar relacionados ao esforço para evacuar ou à dor por causa da dificuldade para evacuar, e não necessária mente ao medicamento. Não use LACTO PURGA® em crianças sem orientação do médico. Crianças com 10 anos ou menos com constipação crônica persistente só devem ser tratadas sob supervisão médica. Se você tiver espasmo abdominal (cólicas abdominais ), deve evitar atividades perigosas, como dirigir automóveis ou operar máquinas.

    Intolerância a lactose:

    Cada comprimido revestido contém 61,93mg de lactose monoidratada. Na dose máxima recomendada para adultos e crianças acima de 10 anos (2 comprimidos revestidos), você pode chegar a tomar 123,86mg de lactose ou até 247,72 mg em preparo para exames diagnósticos em adultos (4 comprimidos revestidos).

    Gravidez e amamentação:

    LACTO PURGA® só deve ser administrado durante a gravidez sob recomendação médica. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. LACTO PURGA® não passa para o leite materno e pode ser usado durante a amamentação.

    Interações Medicamentosas:

    Doses excessivas de LACTO PURGA® junto com diuréticos (aumenta a produção de urina, como a furosemida), ou adrenocorticoides (como a dexametasona) podem aumentar o risco de perda de sais minerais. A perda de sais minerais pode aumentar a sensibilidade aos glicosídeos cardíacos (como os digitálicos). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. LACTO PURGA® apresenta-se como comprimido revestido circular, biconvexo, liso, amarelo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Recomenda-se a seguinte posologia, a menos que o médico prescreva outra dose: No tratamento da constipação. Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros por via oral com quantidade suficiente de líquido; recomenda-se a ingestão à noite para que se obtenha evacuação na manhã seguinte. Os comprimidos revestidos não devem ser ingeridos com produtos que reduzem a acidez no trato gastrointestinal superior, como leite, antiácidos (p. ex. hidróxido de alumínio e de magnésio) ou inibidores da bomba de prótons (p. ex. omeprazol) para que não
    perca o revestimento entérico prematuramente.

    Adultos e crianças acima de 10 anos:

    1 a 2 comprimidos revestidos (5-10mg).

    Crianças de 4 a 10 anos:

    1 comprimido revestido (5mg). Em procedimentos diagnósticos e no pré-operatório: No preparo para procedimentos diagnósticos, no tratamento pré e pós-operatório e em condições que exigem evacuação facilitada, LACTO PURGA®
    só deve ser utilizado sob supervisão médica. Para que se obtenha uma completa evacuação intestinal, a dose de LACTO PURGA® recomendada é:

    Adultos:

    2 a 4 comprimidos revestidos na noite anterior ao exame, por via oral, e um laxante de alívio imediato (supositório) na manhã do exame.

    Crianças acima de 4 anos:

    1 comprimido revestido ao anoitecer, por via oral, e um laxante de alívio imediato (supositório infantil) na manhã do exame. Crianças com 10 anos ou menos com constipação crônica persistente só devem ser tratadas sob supervisão médica. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se esquecer de alguma dose durante tratamento da constipação, continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    – Reações comuns: cólicas abdominais, dor abdominal, diarreia, náusea (enjoo).
    – Reações incomuns: tontura, sangue nas fezes (hematoquezia), vômitos, desconforto abdominal, desconforto anorretal (na região do ânus).
    – Reação rara: reação anafilática (reação alérgica grave), edema angioneurótico (inchaço dos lábios, língua e garganta), hipersensibilidade (alergia), desidratação, síncope (desmaio), colite (inflamação no intestino)Lacto Purga®. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso alguém tome uma dose muito alta de LACTO PURGA®, pode ocorrer diarreia, cólicas e perda importante de líquidos, potássio e outros sais minerais. O uso a longo prazo em altas doses pode causar diarreia crônica, dor abdominal, diminuição do potássio no sangue, produção excessiva do hormônio aldosterona, causando aumento da pressão arterial e cálculo renal. Há casos de lesão grave dos rins, alteração na acidez do sangue e fraqueza muscular p
    or causa da diminuição do potássio. Logo após a ingestão é possível diminuir a absorção da medicação com indução de vômito ou lavagem gástrica. Pode haver necessidade de reposição da perda de líquidos e sais, principalmente em idosos ou nos mais jovens. O uso de medicamentos para cólicas pode ser útil. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
    de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS:

    Registro M.S. nº 1.7817.0015
    Farm. Responsável: Fernando Costa Oliveira – CRF-GO nº 5.220
    Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE CARTUCHO
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
    Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri – SP – CEP 06460-120
    C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07
    Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – G
    O – CEP 75132-020

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  • fabrazyme-e-indicado-para-o-uso-no-tratamento-de-longo-prazo-da-reposição-enzimatica-em-pacientes-com-diagnosrtico-confirmado-da-doença-de-fabryFabrazyme®

    beta-agalsidase

    Identificação do Medicamento:

    Nome do produto: FABRAZYME®
    Nome genérico: beta – agalsidase

    Apresentações:

    FABRAZYME 35 mg,pó liofilizado para solução injetável – frasco – ampola contendo 37 mg de beta – agalsidase, com uma dose extraível de 35mg após a reconstituição.
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto acima de 16 anos.

    Composição:

    Cada frasco – ampola de FABRAZYME 35 mg contém 37 mg de beta – agalsidase, com uma dose extraível de 35 mg após a reconstituição.

    Excipientes:

    Manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado e fosfato de sódio dibásico heptaidratado.

    Informações ao Paciente:

    Solicitamos ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor consultar seu médico.

    Para que este medicamento é indicado?

    FABRAZYME é indicado para o uso no tratamento de longo prazo da reposição enzimática em pacientes com diagnóstico confirmado de doença de Fabry.

    Como este medicamento funciona?

    FABRAZYME é usado como terapia de reposição enzimática na doença de Fabry, onde o nível de atividade da enzima
    ? – galactosidase está ausente ou inferior ao normal. Se você sofre da doença de Fabry, uma substância gordurosa, chamada globotriaosilceramida (GL-3), não é removida das células do seu corpo e começa a se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos dos seus órgãos. FABRAZYME atua na reposição da enzima ausente, ajudando a restaurar a quantidade de atividade enzimática para remover o GL-3 das células.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não use FABRAZYME se tiver sofrido qualquer reação alérgica, com risco de morte, à beta – agalsidase ou a qualquer componente do medicamento. Verifique com o seu médico, antes de usar FABRAZYME (beta-agalsidase), se você tem alergia à substância beta – agalsidase ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Como em qualquer medicamento como Fabrazyme, pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com a terapia de reposição enzimática. A maioria dos pacientes desenvolve anticorpo contra a beta – agalsidase. Se você desenvolver anticorpos contra a beta-agalsidase, você terá um risco maior reações alérgicas. Os anticorpos podem diminuir com o tempo e é improvável que impeçam a ação de FABRAZYME. Se você tiver uma reação alérgica durante a administração de FABRAZYME o seu médico poderá diminuir a velocidade de infusão, parar temporariamente a infusão e / ou tratar os sintomas com outros medicamentos (anti-histamínicos, ibuprofeno, paracetamol e /ou corticosteroides) para ajudar a reduzir alguns dos efeitos colaterais. Se reações alérgicas graves ou com risco de morte ocorrerem, a administração de FABRAZYME deve ser interrompida imediatamente e um tratamento adequado terá que ser iniciado pelo seu médico. Os riscos e benefícios da re-administração de FABRAZYME devem ser considerados após uma reação alérgica grave ou com risco de morte.Seu médico poderá coletar amostras de sangue para realizar exames complementares em caso de ocorrência de eventos adversos graves.
    Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir veículos ou utilizar maquinaria pesada com FABRAZYME. Não há experiência do uso de FABRAZYME em mulheres grávidas. Não se sabe se FABRAZYME é secretado no leite humano. Converse com o seu médico antes de tomar este medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista. A segurança e a eficácia de FABRAZYME não foram estabelecidas em pacientes menores de 16 anos, com mais de 65 anos e em pacientes com problemas no fígado, dessa forma, avise seu médico se você estiver dentro de uma dessas condições.

    Interações medicamentosas:

    Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa e interação com plantas medicinais. Informe o seu médico se você estiver usando quaisquer outros medicamentos ou plantas medicinais, devido ao risco potencial de interferência com beta – agalsidase. Interações com alimentos e bebidas são improváveis. Não foram realizados estudos formais de interação com alimento. FABRAZYME não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma infusão. Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-substância química (álcool e nicotina). Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-exame laboratorial e não laboratorial. Não foram realizados estudos formais de interação medicamentos – doenças. Até o momento não há informações de que FABRAZYME (beta-agalsidase) possa causar doping. Consulte seu médico para maiores informações.Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar FABRAZYME sob refrigeração, em temperatura entre 2°- 8°C. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. A solução de FABRAZYME reconstituída e diluída deve ser utilizada imediatamente. Este produto não contém conservantes. Se o uso imediato não for possível, a solução reconstituída e diluída pode ser armazenada por até 24 horas a 2°-8°C. FABRAZYME é um pó ou sólido compactado liofilizado estéril branco a quase branco, para reconstituição com água estéril para injeção. A solução resultante é límpida, livre de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    FABRAZYME é administrado através de um equipamento para dispensação gota a gota em um vaso sanguíneo (por infusão intravenosa). FABRAZYME somente é usado sob a supervisão de um médico com conhecimento do tratamento da doença de Fabry.

    Reconstituição e diluição:

    1. O seu médico determinará o número de frascos baseado no seu peso corporal e na dose recomendada de 1,0 mg/kg. Os frascos de FABRAZYME e de diluente devem ser deixados à temperatura ambiente (23ºC-27ºC) antes da reconstituição (aproximadamente 30 minutos).

    2. Seu médico deverá reconstituir cada frasco de FABRAZYME 35 mg injetando lentamente 7,2 mL de água estéril para injeção, USP/EP, deixando a água cair pela parede interior de cada frasco e não diretamente sobre o pó liofilizado. Os frascos devem ser girados e inclinados suavemente. Não inverter ou agitar o frasco. Cada frasco produzirá uma solução límpida e incolor de 5,0 mg/mL.

    3. Os frascos reconstituídos devem ser inspecionados visualmente pelo seu médico quanto à presença de partículas e alteração de cor. A solução reconstituída não deve ser utilizada se houver partículas em suspensão ou alteração de cor.

    4. Após a reconstituição, seu médico deve diluir prontamente os frascos. Se os frascos não forem diluídos prontamente poderá ocorrer a formação de partículas.

    5. FABRAZYME reconstituído deverá ser diluído em solução para infusão de cloreto de sódio 9mg/ml (0,9%), imediatamente após a reconstituição, para uma concentração final entre 0,05 mg/ml e 0,7mg/ml. Seu médico irá determinar o volume total de solução para infusão de cloreto de sódio 0,9% (entre 50 e 500 ml), com base na dose individual. Para doses menores que 35 mg deverá ser usado um mínimo de 50mL, para doses de 35 a 70 mg utilizar um mínimo de 100 mL, para doses de 70 a 100 mg utilizar um mínimo de 250 mL e para doses maiores que 100 mg utilizar apenas 500 mL. Para minimizar a interface ar / líquido, o espaço de ar dentro da bolsa de infusão deverá sereliminado, antes de adicionar FABRAZYME reconstituído. Seu médico deve certificar-se de que a solução reconstituída de FABRAZYME foi injetada diretamente na solução de cloreto de sódio 0,9%. Qualquer frasco com solução reconstituída não utilizada deverá ser descartada pelo seu médico.

    6. A bolsa de infusão deverá ser invertida suavemente ou massageada levemente para misturar a solução, evitando agitação vigorosa.

    7. FABRAZYME não deve ser administrado na mesma linha intravenosa com outros produtos.

    8. A solução diluída pode ser filtrada durante a administração através de um filtro em linha de 0,2 ?m de baixa ligação proteica.

    Posologia e Administração:

    A dose recomendada de FABRAZYME para adultos com mais de 16 anos é de 1 mg / kg de peso corporal, uma vez a cada 2 semanas como uma infusão intravenosa. Nenhuma alteração na dose é necessária para pacientes com doença renal. Seu médico saberá informar a duração do tratamento com FABRAZYME. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você perdeu a infusão de FABRAZYME converse com o seu médico. A próxima dose não será dobrada para compensar a dose perdida ou parcialmente administrada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, FABRAZYME pode causar efeitos colaterais, embora não ocorram em todas as pessoas. Nos estudos clínicos, os eventos adversos mais frequentemente reportáveis ocorreram durante ou no dia da infusão. Se você sentir quaisquer efeitos colaterais graves ou efeitos colaterais não mencionados, informe ao seu médico imediatamente. Em estudos clínicos, os efeitos colaterais mencionados a seguir foram relatados como estando relacionados com a administração de FABRAZYME. A maioria destes eventos adversos relacionados ao medicamento foram considerados como sendo de intensidade leve ou moderada. Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Estômago e intestinos – náuseas, vômitos. – Distúrbios gerais e condições do local de administração – calafrios, febre, sensação de frio. – Sistema nervoso – dor de cabeça, sensação de formigamento. Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Coração – batimento acelerado do coração, batimento irregular do coração. – Olhos – produção aumentada de lágrima. – Estômago e intestinos – dor abdominal, desconforto abdominal, desconforto no estômago, perda da sensibilidade oral. – Distúrbios gerais e condições do local de administração – fadiga, desconforto no peito, sensação de calor, inchaço nas extremidades, dor, fraqueza, dor no peito, inchaço facial, aumento da temperatura corporal e mal-estar. – Exames – aumento da pressão sanguínea, aumento da temperatura corporal, aumento dos batimentos do coração, diminuição da pressão sanguínea. – Músculos, ossos e tecido conjuntivo – dor nas extremidades, dor nos músculos, dor nas costas, contrações musculares, dor nas juntas, tensão muscular, rigidez muscular e nas juntas. – Sistema nervoso – tonturas, sonolência, perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo, ardência, cansaço. – Sistema respiratório – falta de ar, congestão nasal, aperto na garganta, chiado, tosse, dificuldade respiratória aumentada. – Pele e tecido subcutâneo – coceira, doença da pele (urticária), erupção cutânea, vermelhidão da pele, coceira generalizada, inchaço repentino da face e garganta, inchaço facial. – Sistema vascular – sensação de calor, pressão sanguínea alta, palidez, pressão sanguínea baixa e ondas de calor. Desde que FABRAZYME foi lançado no mercado, os efeitos colaterais que foram observados incluem: sensação de calor e frio, mal-estar, dores musculares e nas juntas, inchaço, congestão e corrimento nasal e baixos níveis de oxigênio. Uma vez que FABRAZYME é administrado em uma veia (via intravenosa), alguns pacientes tiveram reações no local onde FABRAZYME foi aplicado. Houve um relato de reação na pele devido à inflamação dos pequenos vasos sanguíneos. Um pequeno número de pacientes apresentou reações alérgicas graves que, em alguns casos foram consideradas potencialmente fatais. Os sinais e sintomas de possíveis reações alérgicas graves incluem inchaço localizado na face ou pescoço, urticária generalizada estreitamento das vias aéreas e pressão sanguínea baixa. Informe ao seu médico, cirurgião – dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de superdose com FABRAZYME. Doses de até 3, 0 mg / kg de peso corporal foram testadas em estudos clínicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS 1.2543.0016.
    Farm. Resp.: Bruna Belga Cathala – CRF – SP nº: 42.670, Fabricado
    para: Genzyme Corporation-Cambridge, MA, EUA
    Por: Hospira Inc.- McPherson, KS, EUA
    Embalado por: Genzyme Corporation – Northborough, MA, EUA
    Importado por: Genzyme do Brasil Ltda.
    Rua Padre Chico, 224
    São Paulo-SP – CEP – 05008-010
    CNPJ: 68.132.950/0001-03
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800 77 123 73
    www.genzyme.com.br
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    FABRAZYME é marca registrada da Genzyme Corporation

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  • haar-inter-e-destinado-ao-tratamento-e-profilaxia-de-hipovitaminoses-A-B6-D3

    Haar Intern

    Acetato de Retinol 3000UI
    Cloridrato de Piridoxina 10 mg
    Cloridrato de Colecalciferol 200UI

    Apresentações:

    Polivitamínico. Embalagem contendo 60 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém: Acetato de Retinol (Vitamina A)………………..3000UI
    Cloridrato de Piridoxina (Vitamina B6)……….10 mg
    Cloridrato de Colecalciferol (Vitamina D3)…200 UI
    Excipientes: estearato de magnésio, talco, amido de milho, fosfato bicálcico,hidroxipropilmetilcelulose, corante vermelho nº 3 laca, dióxido de titânio, polietilenoglicol 6000.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento e profilaxia de hipovitaminoses A, B6 e D3.

    Como este medicamento funciona?

    Atua em ação conjunta conforme as propriedades funcionais de cada vitamina, responsáveis pelos efeitos benéficos no aporte de hipovitaminoses A,B6 e D3. A vitamina A (acetato de retinol) é essencial para a função normal da retina, além de estar envolvida no crescimento dos ossos, funções ovarianas e testiculares, desenvolvimento embrionário e na regulação do desenvolvimento e diferenciação do tecido epitelial atuando na manutenção da pele e mucosas. O colecalficerol (vitamina D) contribui para a manutenção dos ossos, pois é necessário para a absorção do cálcio nos ossos. Importante para a manutenção dos níveis adequados de cálcio e fósforo do sangue. A vitamina B6 (piridoxina) atua principalmente no metabolismo dos aminoácidos e dos carboidratos. Está, também, envolvida na formação do GABA,no Sistema Nervoso Central, sendo que este atua na regulação das atividades neuronais. Além disso é necessária para a formação da hemoglobina.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O uso do produto é contra indicado em pacientes com antecedentes de hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula e no tratamento de hipovitaminoses específicas graves. Haar intern não deve ser utilizado em pessoas com hipervitaminose A, hipercalcemia e síndrome da má absorção. Também está contraindicado em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico. Parkinsonianos em tratamento com levodopa pura não devem fazer uso de Haar Intern, pois a vitamina B6 presente na formulação interfere com o tratamento específico. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Gravidez:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

    Interações medicamentosas:

    A interação entre Haar Intern e os medicamentos a seguir são desaconselhadas. Procure o médico para maiores esclarecimentos. Haar Intern interage com: amiodarona; anticoagulantes cumarínicos ou indandiônicos; anticoncepcionais orais; estrogênios; cetoconazol; corticosteróides; derivados do retinol; fenitoína; fenobarbital; levodopa; cloranfenicol; etionamida; hidralazina; imunossupressores; isoniazida; penicilamina;digitálicos; antiácidos contendo alumínio e magnésio; anticonvulsivantes hidantoínicos e barbitúricos; prepara ções contendo altas doses de cálcio; diuréticos tiazídicos; colestiramina; neomicina; orlistat; óleo mineral; minociclina e teofilina.

    Interações com exames laboratoriais:

    As vitaminas A e D podem apresentar resultados falso positivos para as determinações de colesterol sérico. As vitaminas A e B6 também podem
    apresentar resultados falso negativos para as determinações de bilirrubina com reagente de Ehrlich. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em sua embalagem original, à temperatura ambiente (entre 15° e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Observada a correta armazenagem, a validade é de 24 meses, a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. HAAR INTERN é um comprimido revestido na cor vermelha rosada intensa. Núcleo na cor bege claro e odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Deve ser administrado 1 comprimido pela manhã e 1 à noite, ingeridos com auxílio de um pouco de líquido. Risco de uso por via de administração não recomendada: Não há estudos dos efeitos de Haar Intern administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Quando houver esquecimento, tomar uma dose normal no próximo horário, não sendo necessário suprir a dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea, vômito,diarreia, constipação, sensação de calor e rubor na face e reações de natureza alérgica. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se o produto for ingerido em grandes quantidades,alguns sintomas de superdose podem ocorrer como: visão turva, tonturas, sonolência, dor de cabeça, insônia, irritabilidade, falta de coordenação muscular, náusea, insônia, e vômito. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

    DIZERES LEGAIS

    Reg. M.S. nº 1.1695.0030.001-0
    Responsável Técnico: Glauco Fernandes Miranda
    CRF – RS nº5252
    LABORATÓRIO FARMACÊUTICO VITAMED LTDA
    Rua Flávio Francisco Bellini, 459 – Caxias do Sul – RS – CEP: 95098-170
    CNPJ nº 29.346.301/0001-53
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Sac: Tel: (54) 4009-3200
    sac@vitamed.com.br
    WWW.vitamed.com.br
    Nº do lote, data de fabricação, prazo de
    validade: Vide cartucho

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    Tetmosol®

    Sulfiram
    Uso Tópico

    Formas farmacêuticas e apresentações:

    Sabonete. Embalagem com 1 sabonete contendo 80 g.
    Solução para uso tópico. Embalagem com 1 frasco contendo 100 ml.
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada sabonete de TETMOSOL contém: sul firam ……………………………………….. 4 g
    Excipientes q.s.p. …………………………. 1 sabonete
    Excipientes: base para sabão e óleo de citronela.
    Cada frasco de TETMOSOL Solução contém: sul firam ……………………………………….. 22,25 g
    Excipientes q.s.p. …………………………. 100 ml
    Excipientes: álcool etílico, acetona e ricinoleato de poliglicerol.

    Informações ao paciente:

    Ação esperada do medicamento: A eliminação do piolho, da sarna e do carrapato.
    Cuidados de armazenamento: TETMOSOL Sabonete : Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC).
    TETMOSOL Solução: Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC). Proteger da luz. Não colocar TETMOSOL Solução próximo ao fogo, produto inflamável. Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Cuidados de administração: Antes de ser usado,TETMOSOL Solução deve ser diluído. Para utilização em crianças,diluir 1 parte de TETMOSOL Solução em três partes iguais de água. Para utilização em adultos,diluir 1 parte de TETMOSOL Solução em duas partes iguais de água. Ver as instruções para aplicação em “Posologia”. A solução diluída e não utilizada deve ser desprezada. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Raramente podem ocorrer tontura, cansaço, dor de cabeça e irritações na pele.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: 

    Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com tetmosol. Não inicie o tratamento se tiver ingerido bebidas alcoólicas nos últimos dois dias. Também não tome bebidas alcoólicas durante dois dias após término do tratamento.

    Contraindicaçõese precauções:

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. TETMOSOL Solução e Sabonete são contra-indicados em todos os casos de hipersensibilidade a qualquer componente de sua fórmula. TETMOSOL Solução é inflamável. Utilize o produto longe do fogo. Evite contato do produto com os olhos e a boca. TETMOSOL Solução e Sabonete são de uso exclusivamente tópico. TETMOSOL Solução não deve ser ingerido. Pode ocorrer o aparecimento de manchas em cabelos claros. Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: Nenhuma precaução especial é requerida.

    Informações Técnicas

    Características:

    TETMOSOL é uma preparação para uso tópico que apresenta comprovada ação na erradicação da escabiose (sarna), pediculose (piolho) e ftiríase (chato e carrapato). O sulfiram apresenta baixa absorção pela pele e,quando isto ocorre, é rapidamente excretado, não metabolizado, pelas vias urinárias.

    Indicações:

    TETMOSOL é indicado para o tratamento e profilaxia da escabiose. TETMOSOL é indicado também para o tratamento de pediculose e ftiríase.

    Contraindicação:

    TETMOSOL é contra-indicado para pacientes que já tenham apresentado resposta idiossincrática à sua aplicação.

    Precauções e advertências:

    A solução é inflamável e não deve ser manipulada perto de chamas. Pode ocorrer o aparecimento de manchas em cabelos claros. Uso durante a gravidez e lactação. Não há necessidade de cuidados especiais.

    Interações Medicamentosas:

    Devido à íntima relação entre o sulfiram e o dissulfiram, é aconselhável a abstenção de álcool 48 horas antes e 48 horas depois da aplicação de TETMOSOL. As soluções de sulfiram podem causar manchas amarelas nos materiais que estiveram em contato com a preparação.

    Reações Adversas:

    Alguns efeitos podem ocorrer com TETMOSOL. Alguns casos de erupções eritêmicas foram reportados mas estes são raros o suficiente para serem considerados como respostas idiossincráticas. Raramente podem ocorrer tonturas, fadiga, cefaleia e dermatoses.

    Posologia e modo de usar:

    Escabiose Adultos:

    Antes da aplicação, diluir uma parte de TETMOSOL Solução em duas partes iguais de água.

    Crianças:

    Antes da aplicação, diluir uma parte de TETMOSOL Solução em três partes iguais de água. O corpo do paciente deve ser previamente lavado com água e sabonete comum e, após enxaguá-lo e secá-lo totalmente, aplicar a solução nas áreas afetadas deixando-a secar. Aproximadamente dez minutos são necessários para que a solução seque naturalmente e em seguida o paciente pode se vestir. Em alguns casos este procedimento pode ser repetido sucessivamente por dois ou três dias. TETMOSOL Sabonete pode substituir o sabonete comum na profilaxia da escabiose. Após o banho com TETMOSOL Sabonete, deve-se deixar o corpo secar naturalmente, ou então secar-se com uma toalha sem esfregá-la no corpo. TETMOSOL Sabonete deve ser usado diariamente, até que não haja mais o risco de infestações. Pediculose e ftiríase Lavar a área infestada com TETMOSOL Sabonete, enxaguar e aplicar com uma esponja a solução de TETMOSOL previamente diluída, ou seja, para uma parte de TETMOSOL Solução,juntar 2 (ADULTOS) ou 3 (CRIANÇAS) vezes a mesma quantidade de água. Depois de 8 horas, lavar a área infestada para remover o líquido aplicado. Em seguida, passar um pente fino para remover os parasitas. Após sete dias, repetir o tratamento a critério médico. Deve-se tratar todos os familiares para se evitar a transmissão dos parasitas.

    Superdosagem:

    Em caso de ingestão acidental de TETMOSOL Solução indica-se tratamento sintomático. A pressão sanguínea deve ser controlada e pode haver necessidade de oxigênio se houver excessiva dispnéia. Outro tratamento que se julgou útil inclui estimulantes cardíacos, ferro intravenoso, ácido ascórbico e nicotinamida,adenina e tiossulfato de sódio intravenoso. É improvável que a aplicação excessiva de TETMOSOL Sabonete resulte em efeitos adversos. No caso da substância do sabonete ser ingerida acidentalmente deve-se instituir tratamento sintomático.

    Recomendação:

    LAVAR ADEQUADAMENTE E PASSAR A FERRO AS ROUPAS DE CAMA, TOALHAS E AS ROUPAS DE USO PESSOAL DIARIAMENTE.

    Pacientes Idosos:

    Não há recomendações especiais relacionadas a essa faixa etária.
    MS – 1.1618.0038
    Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho – CRF-SP nº 19.097
    TETMOSOL Solução Fabricado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.
    Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP –
    CEP 06707-000
    CNPJ 60.318.797/0001-00
    Indústria Brasileira
    TETMOSOL Sabonete Produzido por: Ind. e
    Com. Zambon-Bernardi
    Ltda. – São Paulo – SP
    Embalado por:
    AstraZeneca do Brasil Ltda.
    Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP –
    CEP 06707-000
    CNPJ 60.318.797/0001-00
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Nº do lote, data de fabricação e
    data de validade: vide cartucho.
    Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo de empresas AstraZeneca.
    TET001
    Logo do SAC: 0800-0145578

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    capilarema-indicado-para-resolver-problemas-de-circulação-dos-vasos-sanguineos-aliviando-os-sintomas

    Capilarema®

    aminaftona

    Apresentações:

    Comprimidos simples de 75 mg – cartucho contendo 30 ou 60 comprimidos.
    Via Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de Capilarema ® contém:
    aminaftona ……………………75 mg
    Excipientes q.s.p. ………… 1 comprimido
    Excipientes: celulose microfina, povidona, amido de milho e estearato de magnésio.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento è Indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de situações nas quais as estruturas e funções dos vasos sanguíneos estão alteradas, seja por causa de uma doença, de um trauma ou uma cirurgia.Capilarema® normaliza estes vasos sanguíneos, aliviando os sintomas (sensação de peso nas pernas,dor, dificuldade para caminhar, inchaço, cãibras, sensação de dor e comichão, coceira) e diminuir a obstrução e melhorar a chegada do sangue em quantidade suficiente para oxigenar os músculos. Também pode ser usado como agente preventivo onde os vasos e tecidos possam estar comprometidos devido à fragilidade dos vasos sanguíneos.

    Como Este Medicamento Funciona?

    CAPILAREMA® normaliza a permeabilidade e aumenta a resistência dos vasos capilares diminuindo os sintomas decorrentes da insuficiência vascular periférica, que é causada por uma obstrução das artérias dos membros, impedindo a chegada do sangue em quantidade suficiente para oxigenar os músculos. É estimado um tempo inferior a 30 dias para o início da ação farmacológica do medicamento.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento?

    Você não deve tomar Capilarema® se tiver alergia ao aminaftona ou aos outros componentes da fórmula. Este medicamento é contra-indicado para uso por pessoas com diminuição de uma enzima chamada glicose-6-fosfato-desidrogenase.

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?

    Não foi demonstrada qualquer ação danosa ao feto. A sua urina poderá ter uma coloração ligeiramente vermelha, pois a maior parte da eliminação do aminaftona ocorre pela urina. É muito importante que você informe ao seu médico o s problemas de saúde que você tenha e todos os medicamentos que estiver utilizando. Capilarema® comprimidos não contém açúcar, podendo ser utilizado por pacientes diabéticos. Não foram efetuados estudos sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas. Não há estudos dos efeitos de Capilarema® administrado por vias não recomendadas, portanto,para sua segurança e eficácia, utilize somente por via oral.

    Gravidez:

    Não há informações disponíveis para aminaftona em pacientes grávidas. Capilarema portanto, não é recomendado para uso durante a gravidez.

    Lactação:

    Desconhece-se se aminaftona é excretado no leite humano, que é, portanto, contra-indicado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. (Categoria de risco na gravidez: categoria B) Capilarema® pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções do produto. Não são conhecidas quaisquer restrições ao uso de Capilarema® juntamente com outros medicamentos e alimentos. A aminaftona não interage com os derivados de cumarina, nem com as
    substâncias antifibrinolíticas. Experimentalmente foi observada uma inibição parcial da atividade heparínica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Você deve conservar Capilarema® em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e da umidade. Dentro destas condições o seu prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use  medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Capilarema® são de cor bege, circular, plano e liso. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos por via oral, sem mastigar e com líquido suficiente para engolir. Para uma dose de ataque: 2 comprimidos, 2 vezes ao dia, durante 5 dias ou a critério médico. Para uma dose de manutenção: 1 comprimido, 2 vezes ao dia ou a critério médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento?

    Você pode tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    A aminaftona é geralmente bem tolerada. Este medicamento pode causar reações desagradáveis ocasionais não graves, de leve intensidade como: enjôos, azias, tonturas e dores de cabeça. As reações adversas a este medicamento muito raramente foram relatadas, entre os quais casos extremamente raros de crise hemolítica em indivíduos com glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD),através do qual o medicamento é contra-indicado. As reacções adversas notificadas, vindos principalmente de ensaios clínicos, estão listadas abaixo por classe de sistema de órgãos e frequência. A frequência é definida como: muito frequentes (?1/10), frequentes (?1/100, <1/10), frequentes (?1/1000, <1/100), raros (?1/10 000, Doenças do sangue e do sistema linfático Muito raros: anemia hemolítica (em indivíduos com deficiência de G6PD).Doenças do sistema imunitário muito raros: hipersensibilidade. Doenças do sistema nervoso pouco frequentes: tonturas, dor de cabeça. Doenças gastrointestinais frequentes: Dispepsia. Pouco frequentes: dor abdominal superior, náuseas. Da pele e distúrbios do tecido subcutâneo: Muito raros: erupções na pele, comichão. A aminaftona pode levar a crise hemolítica em indivíduos com defeito genético de glicose-6-fosfato-desidrogenase nos eritrócitos – favismo (vide contra-indicações). Eventos adversos específicos podem ocorrer ocasionalmente, como com qualquer outro medicamento. Informe o seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior do Que a Indicada Deste Medicamento?

    Não existem relatos de intoxicação por superdosagem de Capilarema. Em caso de administrar uma dose maior que a recomendada em bula acidentalmente, deve procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente. O apoio médico imediato é fundamental, mesmo se os sinais e sintomas de intoxicação não estejam presentes. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. Nº 1.0146.0010.
    Farmacêutica Responsável: Dra. Regina A. Tenório SantAnna – CRF-SP 48.907
    LABORATÓRIOS BALDACCI S.A.
    Rua Pedro de Toledo, 520 – São Paulo – SP
    CNPJ 61.150.447/0001-31
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    “Esta bula foi aprovada pela Anvisa em (20/05/2013)
    ” AR-202301

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  • Katadolon-indicado-para-dores-deorigem-neurologica-nevraugias-e-neurites

    Katadolon®

    maleato de flupirtina

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Cápsulas: Caixa com 12 cápsulas
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição Completa:

    Cada cápsula contém:
    maleato de flupirtina……………………………………………………………………………….100 mg
    Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, estearato de magnésio, copovidona e dióxido de silício coloidal.

    Informações ao Paciente:

    Katadolon® (maleato de flupirtina) deve ser utilizado somente sob orientação médica.

    O que é e para que serve Katadolon® (maleato de flupirtina)?

    Katadolon® (maleato de flupirtina) possui atividade analgésica, atuando de forma prolongada.Seu efeito não diminui com o decorrer do tratamento.

    Como Katadolon® (maleato de flupirtina) deve ser guardado?

    Katadolon® (maleato de flupirtina) deve ser mantido em sua embalagem original para uma boa conservação. Conservar em temperatura ambiente (15 – 30ºC). Proteger da luz e umidade.

    Qual o prazo de validade de Katadolon® (maleato de flupirtina)?

    Prazo de validade: 36 meses após a data de fabricação impressa na embalagem do produto.Ao utilizar o medicamento, confira sempre seu prazo de validade.NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.Além de não obter o efeito desejado, as substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde.

    Katadolon® (maleato de flupirtina) pode ser utilizado durante a gravidez e amamentação?

    Katadolon® (maleato de flupirtina) não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação,exceto sob orientação médica.
    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
    Informe seu médico se está amamentando.

    Como Katadolon® (maleato de flupirtina) deve ser utilizado?

    O período de utilização de Katadolon® (maleato de flupirtina) não deve ultrapassar 4 semanas, a não ser que seja receitado de forma diferente. Siga a orientação do seu médico,respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.Os pacientes com mais de 65 anos devem seguir o esquema posológico diferenciado indicado no item POSOLOGIA. As cápsulas de KATADOLON® (maleato de flupirtina) deverão ser ingeridas com líquido.

    O Tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina) pode ser interrompido?

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente ele poderá avaliar a evolução do tratamento e decidir quando e como este poderá ser interrompido.

    Quais são as possíveis reações adversas com o uso de Katadolon® (maleato de flupirtina)?

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como por exemplo: Muito freqüentes: cansaço, sobretudo no início do tratamento.Freqüentes: tonturas, azia, náuseas/vômitos, úlceras estomacais, prisão de ventre, distúrbios do sono, sudorese exagerada, perda do apetite, depressão, tremor, dor de cabeça, dor estomacal,boca seca, agitação/nervosismo, flatulência e diarréia.Eventuais: confusão mental, distúrbios visuais e reações alérgicas. As reações alérgicas, em alguns casos com elevação da temperatura corpórea, podem se manifestar, por exemplo, como rash cutâneo, urticária e prurido.Muito raros: efeitos colaterais afetando o fígado.Os efeitos colaterais costumam depender das doses administradas. Em alguns casos,desaparecem no decorrer do tratamento ou são reversíveis ao término da terapia.

    Katadolon® (maleato de flupirtina) pode ser ingerido com alimentos?

    Não há até o momento relatos sobre a interferência de alimentos ingeridos concomitantemente com o maleato de flupirtina.

    Durante o tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina) pode-se tomar bebidas alcoólicas?

    A utilização conjunta de Katadolon® (maleato de flupirtina) e bebidas alcoólicas deve ser evitada.

    Katadolon® (maleato de flupirtina) pode ser utilizado com outros medicamentos?

    O maleato de flupirtina pode potencializar o efeito do álcool e de medicamentos com propriedade sedativa ou relaxante muscular. A administração concomitante de medicamentos que contenham paracetamol e carbamazepina deverá ser evitada. Medicamentos que podem interagir com maleato de flupirtina: varfarina, diazepam e derivados cumarínicos. Maiores informações veja: Interações Medicamentosas.

    Quando Katadolon® (maleato de flupirtina) não deve ser utilizado?

    Katadolon® (maleato de flupirtina) não deve ser utilizado por pacientes: alérgicos a qualquer componente da fórmula; com risco de perturbação cerebral funcional de origem hepática; pacientes com obstrução biliar; pacientes com histórico de doença hepática e abuso do álcool;pacientes com astenia muscular (miastenia grave).Não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação.

    Quando a administração de Katadolon® (maleato de flupirtina) requer cuidados especiais?

    Ao iniciar o tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina), informe seu médico sobre as seguintes situações:- histórico clínico, ou seja: doenças que tem ou teve e tratamentos que segue (remédios que toma, dietas, etc.);- ocorrência de gravidez (antes do início ou durante o tratamento) e período de amamentação,pois a utilização do medicamento é contra-indicada nestes casos;- alergias que sofre, especialmente relativas ao emprego de medicamentos.Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    O Tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina) pode ser interrompido?

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente ele poderá avaliar a evolução do tratamento e decidir quando e como este poderá ser interrompido.

    Quais são as possíveis reações adversas com o uso de Katadolon® (maleato de flupirtina)?

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como por exemplo: Muito freqüentes: cansaço, sobretudo no início do tratamento.
    Freqüentes: tonturas, azia, náuseas/vômitos, úlceras estomacais, prisão de ventre, distúrbios do sono, sudorese exagerada, perda do apetite, depressão, tremor, dor de cabeça, dor estomacal,boca seca, agitação/nervosismo, flatulência e diarréia.Eventuais: confusão mental, distúrbios visuais e reações alérgicas. As reações alérgicas, em alguns casos com elevação da temperatura corpórea, podem se manifestar, por exemplo, como rash cutâneo, urticária e prurido.Muito raros: efeitos colaterais afetando o fígado.Os efeitos colaterais costumam depender das doses administradas. Em alguns casos,desaparecem no decorrer do tratamento ou são reversíveis ao término da terapia.

    Pacientes Diabéticos podem fazer uso de Katadolon® (maleato de flupirtina)?

    Katadolon® (maleato de flupirtina) não possui açúcar. Se você for diabético, certifique-se com seu médico sobre o uso do produto.

    O Produto afeta a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas?

    Algumas pessoas em tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina) podem apresentar diminuição da capacidade de atenção. Nestes casos, deve-se evitar atividades como a condução de veículos e máquinas.

    Em caso de ingestão excessiva do produto, que providências tomar?

    Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um pronto-socorro informando a quantidade ingerida e os sintomas.

     

    Não Tome Remédio sem o Conhecimento de seu Médico,pode ser prejudicial á sua Saúde

    Todo Medicamento Deve Ser Mantido Fora do Alcance das Crianças .

    Informações Técnicas

    Katadolon® (maleato de flupirtina) contém como princípio ativo o maleato de flupirtina,analgésico que atua no sistema nervoso central, apesar de não possuir as características dos opiáceos. Atua aliviando a dor de forma prolongada, sendo em geral muito bem tolerado; seu efeito analgésico não diminui durante o tratamento. Nas pesquisas até agora realizadas, não foram detectados riscos de hábito e dependência do tipo opiáceo. As funções respiratória e cardiocirculatória não são afetadas.

    Farmacocinética:

    Após administração oral, cerca de 90% do maleato de flupirtina é absorvido no trato gastrintestinal, de forma que sua atividade analgésica se inicia em cerca de 20 a 30 minutos,perdurando por 3 a 5 horas. Sua metabolização ocorre principalmente no fígado (75%). Seu metabólito M1 (acetil metabólito) tem cerca de ¼ de eficácia analgésica da flupirtina. O metabólito M2 (ácido p-hipúrico fluorídrico) é biologicamente inativo. Sessenta e nove por cento de seus metabólitos são excretados pelos rins, compostos por: 27% inalterado, 28% metabólito M1, 12% metabólito M2 e o restante metabólitos auxiliares de estrutura ainda não-esclarecida. Uma parte da dosagem é eliminada pela vesícula biliar e pelas fezes. A meia-vida é de aproximadamente 10 horas. Os níveis plasmáticos são proporcionais às doses. O maleato de flupirtina não demonstrou evidências de mutagenicidade e carcinogenicidade.Estudos em camundongos e ratos não evidenciaram malformações.

    Indicações:

    Katadolon® (maleato de flupirtina) deve ser utilizado durante períodos curtos, não devendo ultrapassar 4 semanas (a não ser que receitado de forma diferente), nas seguintes indicações:
    – dores de origem neurológica (nevralgia e neurites);
    – dores por doenças articulares degenerativas e músculo-esqueléticas;
    – dores por doenças neoplásicas;
    – cefaléias ( de origem vascular e enxaquecas);
    – episódios dolorosos pós- operatórios;
    – dores por ferimentos, queimaduras, cauterizações;
    dismenorréias;
    – odontalgias.

    Contra-Indicações:

    Hipersensibilidade conhecida ao maleato de flupirtina e a qualquer componente da fórmula.Katadolon® (maleato de flupirtina) não deve ser administrado em pacientes com risco de encefalopatia de origem hepática e em pacientes com obstrução biliar, pois nestes pacientes pode ocorrer perturbação motora com aparecimento ou agravamento de alteração da função cerebral.Devido ao efeito relaxante muscular do maleato de flupirtina, os pacientes com astenia muscular (miastenia grave) não devem ser tratados com Katadolon® (maleato de flupirtina).Pacientes com histórico de doença hepática e abuso do álcool não devem utilizar Katadolon® (maleato de flupirtina).Apesar de não haver evidências de teratogenicidade em estudos animais, o uso de Katadolon® (maleato de flupirtina), da mesma forma que outros medicamentos, não deve ser indicado durante a gestação, a menos que os benefícios previstos compensem os possíveis riscos. Lactantes em tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina) não devem amamentar durante este período. De acordo com as pesquisas realizadas até o momento, um percentual reduzido do maleato de flupirtina passa para o leite materno.

    Precauções:

    Em pacientes com função hepática ou renal diminuída, deve-se realizar o controle,respectivamente, das enzimas hepáticas e da taxa de creatinina.
    Em pacientes com mais de 65 anos ou com função renal nitidamente diminuída ou com leucopenia, é necessário um ajuste da dose (veja também orientação sobre a posologia e modo de usar).

    Alterações em Exames Laboratoriais:

    Durante o tratamento com Katadolon® (maleato de flupirtina) podem ocorrer resultados falso-positivos para bilirrubinas, urobilinogênio e proteína no exame de urina. Do mesmo modo, pode ocorrer alteração no resultado da determinação quantitativa das bilirrubinas séricas.

    Interações Medicamentosas:

    O maleato de flupirtina pode potencializar o efeito do álcool e de medicamentos com propriedades sedativas ou relaxante muscular.Com base na elevada ligação com a albumina por parte da flupirtina, é preciso contar com a eliminação de outros medicamentos administrados concomitantemente e que tenham forte ligação com a albumina a partir da ligação protéica. Da mesma forma, foram realizados experimentos in vitro com diazepam, varfarina, ácido acetilsalicílico, benzilpenicilina, digitoxina, glibenclamida,propanolol e clonidina. Só no caso da varfarina e diazepam, a eliminação de ligação com a albumina chegou a uma escala tal que, em doses concomitantes do maleato de flupirtina, uma potencialização no efeito desses fármacos deve ser considerada.Por isso, recomenda-se, no caso de um tratamento concomitante entre o maleato de flupirtina e derivados cumarínicos, monitorar periodicamente o tempo de protrombina, a fim de poder excluir um possível efeito, ou, se necessário, reduzir a dose da cumarina. Quanto a outros medicamentos que interferem na coagulação (AAS e assemelhados), não há referências a interações.Na utilização concomitante do maleato de flupirtina com outros medicamentos, que também são decompostos predominantemente pelo fígado, dever ão ser realizados controles prévios e regulares da função hepática. A combinação do maleato de flupirtina com outros medicamentos que contenham paracetamol e carbamazepina deverá ser evitada.

    Reações Adversas:

    Muito freqüentes : (?10%): cansaço (cerca de 15% dos pacientes), sobretudo no início do tratamento.Freqüentes : (?1% – 10%): tontura, azia, náuseas/vômitos, úlcera estomacal, prisão de ventre,distúrbios do sono, sudorese exagerada, perda do apetite, depressão, tremor, cefaléia, gastralgia,boca seca, agitação/nervosismo, flatulência e diarréia.Eventuais (?0,1% – < 1%): confusão mental, distúrbios visuais e reações alérgicas. As reações alérgicas, em alguns casos com elevação da temperatura corpórea, podem se manifestar, por exemplo, como rash cutâneo, urticária e prurido.Muito raros (<0,01 %): relatos advindos da experiência de utilização na prática, contém muito raramente e em casos isolados, efeitos colaterais afetando o fígado:aumento das transaminases (que geralmente regridem após redução de dosagens ou interrupção do tratamento com o maleato de flupirtina), hepatite medicamentosa (aguda ou crônica, com ou sem icterícia, com ou sem colestase). Nestes casos isolados com sintomas clínicos, havia antecedentes de hepatopatia ou havia sido administrada outra medicação hepatotóxica.Os efeitos colaterais costumam depender das doses administradas. Em alguns casos,desaparecem no decorrer do tratamento ou são reversíveis ao término da terapia.Efeito sobre a habilidade de operar máquinas e dirigir veículos.Dependendo da dose administrada e da sensibilidade do paciente, este medicamento pode alterar a atenção e os reflexos. Pacientes que sentirem sonolência ou vertigem durante o tratamento com maleato de flupirtina, não deverão conduzir veículos nem operar máquinas, principalmente em caso de administração concomitante ao uso de álcool.

    Posologia e Modo de Usar:

    A dosagem deve ser adaptada à origem e intensidade da dor e à sensibilidade individual.Cápsulas: 1 cápsula, 3 a 4 vezes ao dia.Em estados dolorosos mais intensos, pode-se elevar a dose para 2 cápsulas, 3 vezes ao dia.Aconselha-se não superar a dose diária de 600 mg ( 6 cápsulas) de maleato de flupirtina.Em pacientes com mais de 65 anos, a posologia é de apenas 1 cápsula pela manhã e à tarde, no início do tratamento. Dependendo da intensidade da dor e da tolerabilidade individual, a dose poderá ser aumentada.Em pacientes com insuficiência renal ou com leucopenia, não deve ser ultrapassada a dose diária de 300 mg (3 cápsulas) de Katadolon® (maleato de flupirtina). Caso sejam necessárias doses mais elevadas, esses pacientes deverão ficar sob controle médico.Katadolon® (maleato de flupirtina) deve ser usado até a regressão das queixas, mas no máximo por 4 semanas, a não ser que seja receitado de forma diferente.Em tratamentos prolongados devem ser realizados controles regulares das enzimas hepáticas (transaminases), a partir do início da segunda semana do tratamento.

    Cuidados na Administração:

    As cápsulas não podem ser partidas e devem ser ingeridas com líquido. Em casos excepcionais, a cápsula pode ser aberta e ingerida/administrada somente o seu conteúdo (por exemplo, por meio de sonda).Em razão do gosto excessivamente amargo,recomenda-se, em caso de administração oral do conteúdo da cápsula, a neutralização do gosto com alimentos apropriados, por exemplo, bananas.

    Superdosagem:

    Foram relatados, até o momento, casos isolados de superdosagem (ingestão intencional), nos quais a ingestão de até 5 g de maleato de flupirtina provocou os seguintes sintomas: náuseas,prostração, taquicardia, compulsão pelo vinho, tontura, alteração do nível de consciência e boca seca.Após emese ou terapia com diurese forçada, carvão ativado e infusões eletrolíticas, o bem-estar foi restabelecido em um período de 6 a 12 horas. Não foi registrado risco de vida em nenhum dos casos.Com base nos resultados obtidos, a partir de experimentos realizados com animais, poderão ser observadas manifestações do sistema nervoso central, bem como com uma hepatotoxicidade potencial em razão de um maior desgaste metabólico do fígado. O tratamento deverá ser sintomático. Não se conhecem antídotos.Em doses elevadas, há relatos isolados de urina com coloração esverdeada, desprovidos de qualquer relevância clínica.

    Pacientes Idosos:

    Em pacientes com mais de 65 anos, a posologia é de apenas 1 cápsula pela manhã e à tarde, no início do tratamento.Dependendo da intensidade da dor e da tolerabilidade individual, a dose poderá ser aumentada,levando-se em consideração as demais observações descritas anteriormente.Em pacientes com mais de 65 anos ou com função renal nitidamente diminuída ou com leucopenia, é necessário um ajuste da dose.

    MS – 1.0573.0315
    Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP n°. 9555
    Sob licença de Viatris GmbH & Co. KG – Frankfurt, Alemanha
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2 – Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91 – Indústria Brasileira
    Logo CAC
    Número de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    INDOCID®

    (indometacina), MSD

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    INDOCID® é apresentado sob a forma farmacêutica de:Cápsulas: Caixa contendo frasco com 30 cápsulas de 25 mg ou 50 mg.
    Supositório: Caixa contendo 10 supositórios de 100 mg.

    Composição:

    Cada cápsula de INDOCID® contém 25 mg ou 50 mg de indometacina.Excipientes: lecitina, lactose, dióxido de silício coloidal e estearato de magnésio.Cada supositório de INDOCID® contém 100 mg de indometacina.Excipientes: hidroxianizol butilado, hidroxitolueno butilado, ácido etilenodiamino tetracético, glicerina,polietileno glicol e água purificada.
    Uso Adulto

    Informações ao Paciente:

    INDOCID® é um medicamento antiinflamatório com efeito analgésico e anti-febril.Mantenha a embalagem fechada, conservar em temperatura ambiente, protegida da luz e umidade. Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto.
    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Para minimizar a possibilidade de distúrbios
    gastrintestinais é recomendado que INDOCID® seja tomado com alimentos ou com antiácidos. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. As contra-indicações ao uso de INDOCID® são hipersensibilidade aos componentes do produto, uso na gravidez e na amamentação.

    NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA
    SAÚDE.

    Informação Técnica:

    INDOCID® é um medicamento antiinflamatório não esteróide altamente eficaz, com pronunciadas atividades analgésicas e antipiréticas.A indometacina é uma potente inibidora da síntese de prostaglandinas in vitro. As concentrações alcançadas durante o tratamento demonstraram ser eficazes in vivo. A indometacina tem mostrado ser um eficaz agente antiinflamatório, apropriado para uso a longo prazo na artrite reumatóide, na espondilite anquilosante e na osteoartrite. A indometacina proporciona alívio dos sintomas, porém não altera o curso progressivo da doença
    subjacente.INDOCID® tem se mostrado eficaz no alívio da dor, na redução da febre, do edema, da hiperemia e da hiperestesia da artrite gotosa aguda. O efeito inibitório da prostaglandina proporcionado por INDOCID® mostrou ser útil no alívio da dor e dos sintomas associados à dismenorréia.

    Indicações:

    •Nos estados ativos de: artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil moderada a severa, osteartrite,artropatia degenerativa do quadril, espondilite anquilosante e artrite gotosa aguda.
    •Distúrbios músculo-esqueléticos agudos, como bursite, tendinite, sinovite, tenossinovite, capsulite do ombro, entorses e distensões.
    Lombalgia (comumente referida como lumbago), febre (como adjunto a curto prazo da terapia específica),inflamação, dor, trismo e edema após procedimentos odontológicos.
    •Inflamação, dor e edema após procedimentos cirúrgicos ortopédicos e procedimentos não cirúrgicos associados com redução e imobilização de fraturas ou deslocamentos.
    • Dor e sintomas associados da dismenorréia primária.

    Contra-Indicações:

    INDOCID® não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente deste produto.Pacientes com crises asmáticas agudas, urticária ou rinite precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou outro antiinflamatório não esteróide. Assim como outros agentes antiinflamatórios, a indometacina pode mascarar os sinais e sintomas da úlcera péptica. Como a indometacina “per se” pode causar ulceração péptica ou irritação no trato gastrointestinal, ela não deve ser administrada a pacientes com doença péptica ativa ou com história recorrente de ulceração gastrointestinal. INDOCID® supositórios são contra-indicados em pacientes com história de proctite ou sangramento retal recente.
    Uso na gestação e em nutrizes: A administração de INDOCID® não é recomendada durante a gestação ou lactação. INDOCID® é secretado no leite materno. Os efeitos conhecidos dos medicamentos desta classe nos fetos humanos durante o 3º trimestre da gravidez são obstrução dos ductos arteriosos, disfunção plaquetária com conseqüente hemorragia, disfunção ou insuficiência renal com oligohidrâmnio, hemorragia ou perfuração gastrointestinal e mudanças degenerativas miocárdicas.

    Precauções:

    Com o avançar da idade, parece aumentar a possibilidade de reações adversas , INDOCID® deve ser usado com maior cuidado nos pacientes idosos. Não foram estabelecidas as condições de segurança para uso em crianças com menos de dois anos de idade. As crianças devem ser rigorosamente acompanhadas. Devem ser realizadas avaliações periódicas da função hepática em intervalos apropriados. Casos de hepatoxicidade, incluindo óbitos, foram relatados. Efeitos no sistema nervoso central: Cefaléia, algumas vezes acompanhada por aturdimento ou tonturas,pode ocorrer geralmente no início do tratamento com indometacina. Embora a gravidade desses efeitos raramente requeira interrupção da terapia, se a cefaléia persistir, apesar da redução posológica, a terapia com indometacina deve ser interrompida. Os pacientes devem ser alertados que poderão ter tonturas e nesse caso não devem dirigir veículos motorizados e devem evitar atividades potencialmente perigosas que
    requeiram estado de alerta. A indometacina deve ser usada com cautela em pacientes com distúrbios psiquiátricos, epilepsia ou parkinsonismo, já que pode, em alguns casos, tender a agravar essas afecções. Efeitos gastrintestinais: Por causa da ocorrência e, às vezes, da severidade das reações gastrintestinais, os riscos de continuar a terapia com INDOCID® em face desses sintomas devem ser confrontados com os possíveis benefícios para cada paciente.Ulcerações únicas ou múltiplas, incluindo perfuração e hemorragia do esôfago, estômago, duodeno ou intestino delgado foram relatados ocorrer com INDOCID®. Foram relatados óbitos em alguns casos.Raramente ulceração intestinal tem sido associada com estenose e obstrução. Hemorragia gastrintestinal sem ulceração bem definida e perfuração de lesões pré-existentes no sigmóide (divertículo, carcinoma, etc)tem ocorrido. Aumento da dor abdominal em pacientes com colite ulcerativa ou desenvolvimento de colite ulcerativa e ileíte regional tem sido relatado como ocorrência rara. Os efeitos gastrintestinais podem ser reduzidos pela administração de formulações orais do medicamento imediatamente após refeições, com alimentos ou com antiácidos.Efeitos cardiovasculares: Foi observada a retenção hídrica e edema periférico em alguns pacientes usando INDOCID®. Portanto, assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides, INDOCID® deve ser usado com cautela em pacientes com disfunção cardíaca, hipertensão, ou outras condições que predisponham a retenção hídrica.Supositórios: Tem sido relatados ocasionalmente tenesmo e irritação da mucosa retal com o uso de INDOCID® supositórios.

    Infecções:

    Igualmente a outros medicamentos antiinflamatórios, analgésicos e antipiréticos, a indometacina possui o potencial de mascarar os sinais e sintomas que comumente acompanham as doenças infecciosas.O médico deve estar alerta sobre essa possibilidade para evitar demora indevida no início do tratamento apropriado da infecção. A indometacina deve ser usada com cautela em pacientes com infecção existente,porém não controlada.

    Efeitos oculares:

    Depósitos na córnea e distúrbios na retina, inclusive na mácula, foram observados em alguns pacientes que receberam terapia prolongada com INDOCID®. O médico deve estar alerta para a possível associação entre estas alterações observadas e a terapia com INDOCID®, contudo, tem sido
    observadas alterações oculares semelhantes em pacientes com artrite reumatóide que não receberam indometacina. É recomendável interromper a terapia se tais alterações forem observadas. Visão embaçada pode ser um sintoma significativo e indica a necessidade de detalhado exame oftalmológico. Já que essas alterações podem ser assintomáticas, o exame oftalmológico a intervalos periódicos é recomendável em pacientes sob terapia prolongada.

    Agregação plaquetária:

    INDOCID®, como ocorre com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, pode inibir a agregação plaquetária. Esse efeito é de duração mais curta do que o observado com ácido acetilsalicílico e geralmente desaparece em 24 horas após a interrupção de INDOCID®. INDOCID® tem
    mostrado prolongar o tempo de sangramento (porém dentro da faixa normal) em pacientes normais. Como esse efeito pode estar exacerbado em pacientes com defeitos hemostáticos subjacentes, INDOCID® deve ser usado com cautela em pessoas com problemas de coagulação.

    Função renal:

    Assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides, houve relatos de nefrite intersticial aguda com hematúria, proteinúria e,ocasionalmente, síndrome nefrótica em pacientes recebendo indometacina a longo prazo. Em pacientes com fluxo plasmático renal reduzido, quando as prostaglandinas renais têm um papel importante na manutenção da perfusão renal, a administração de um antiinflamatório não-esteróide pode precipitar a descompensação renal. Pacientes com maiores riscos são aqueles com disfunção hepática ou renal, diabetes mellitus, idade avançada, depleção de volume extracelular,insuficiência cardíaca congestiva, infecção ou uso concomitante de qualquer droga nefrotóxica.Antiinflamatórios não-esteróides devem ser dados com cautela e a função renal monitorizada em qualquer paciente que possa ter reserva renal diminuída. A descontinuação do antiinflamatório é geralmente seguida de reversão ao estado pré-tratamento. Aumentos na concentração do potássio sérico, incluindo hipercalemia, foram observados em alguns pacientes sem disfunção renal. Em pacientes com função renal normal, estes efeitos foram atribuídos a um estado de hipoaldosteronismo-hiporreninêmico (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Como INDOCID® é eliminado primariamente pelos rins, os pacientes com função renal gravemente alterada devem ser monitorizados cuidadosamente; uma posologia diária menor deve ser usada para evitar o acúmulo excessivo de droga.

    Exames Laboratoriais:

    Como ocorre com outros antiinflamatórios não-esteróides, podem ocorrer elevações limítrofes de um ou mais testes hepáticos. Elevações significativas (3 vezes o limite superior do normal) de TGP (ALT) ou TGO (AST) ocorreram em ensaios clínicos controlados em menos de 1% dos pacientes recebendo terapia com antiinflamatórios não-esteróides. Um paciente com sintomas e/ou sinais indicando disfunção hepática, ou no qual ocorreu teste hepático anormal, deve ser avaliado quanto à evidência de desenvolvimento de reação mais severa, durante terapia com INDOCID®. Se os testes hepáticos anormais persistirem ou piorarem, se sinais e sintomas clínicos coerentes com hepatopatia se desenvolverem, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (p. ex., eosinofilia, exantema, etc.), a terapia deve ser interrompida.Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão de Dexametasona (TSD) em pacientes tratados com INDOCID®. Desta maneira, resultados do TSD deverão ser interpretados com cautela nestes pacientes.

    Interações Medicamentosas:

    Ácido acetilsalicílico: o uso concomitante com ácido acetilsalicílico ou outros salicilatos não é recomendado.Estudos clínicos controlados demonstraram que o uso concomitante de INDOCID® e ácido acetilsalicílico não aumenta o efeito terapêutico quando comparado ao uso isolado de INDOCID®. Além disso, em um destes estudos clínicos, a incidência de reações adversas gastrintestinais foi significativamente mais elevada com a terapia concomitante. Em um estudo em voluntários normais, foi demonstrado que a administração simultânea de 3,6 g de ácido salicílico por dia diminui os níveis sanguíneos de indometacina em aproximadamente 20 %.

    Diflunisal:

    O uso combinado de INDOCID® e diflunisal foi associado a hemorragia gastrintestinal fatal. A administração conjunta de diflunisal e INDOCID® resulta em aumento de 30 – 35% nos níveis plasmáticos de indometacina e diminuição concomitante da depuração renal de indometacina e seu conjugado. Portanto,INDOCID® e diflunisal não devem ser usados concomitantemente.

    Anticoagulantes:

    Estudos clínicos tem mostrado que INDOCID® não influenciou a hipoprotrombinemia produzida por anticoagulantes em pacientes e em indivíduos normais. Entretanto, quando qualquer outro medicamento, inclusive INDOCID®, for acrescentado ao tratamento de pacientes sob terapia anticoagulante,o paciente deve ser cuidadosamente observado quanto a alterações do tempo de protrombina.

    Probenecida:

    Quando INDOCID® é administrado a pacientes que estão recebendo probenecida, é provável que os níveis plasmáticos de indometacina aumentem. Portanto, posologia diária total menor de INDOCID® pode produzir efeitos terapêuticos satisfatórios. Nessas circunstâncias aumentos na dose de INDOCID® devem ser cautelosos.

    Metotrexato:

    Deve-se ter precaução quando INDOCID® for administrado simultaneamente com metotrexato.Tem sido relatado que INDOCID® diminui a secreção tubular de metotrexato e potencializa sua toxicidade.

    Lítio:

    Indometacina 50 mg três vezes por dia produziu elevação clinicamente relevante do lítio plasmático e redução no clearance renal do lítio em pacientes psiquiátricos e em pessoas normais, com concentração plasmática de lítio estabilizada. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese de prostaglandinas. Como conseqüência, quando a indometacina e o lítio são administrados simultaneamente, o paciente deve ser cuidadosamente observado quanto aos sinais de toxicidade do lítio. (Consultar as informações dos preparados de lítio antes de usar essa terapia simultânea). Além disso, a freqüência do controle das concentrações séricas de lítio deve ser aumentada quando for dado início ao tratamento medicamentoso
    combinado.

    Diuréticos:

    Em alguns pacientes, a administração de INDOCID® pode reduzir os efeitos diuréticos,natriuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos de alça, poupadores de potássio e tiazídicos. Portanto,quando INDOCID® e diuréticos forem usados concomitantemente, o paciente deve ser observado com cautela, a fim de se determinar se o efeito desejado do diurético é obtido.INDOCID® reduz a atividade plasmática basal da renina (PRA) e também as elevações da PRA induzidas pela administração de furosemida ou pela depleção de sal ou volume. Estes fatos devem ser considerados
    quando se avalia a atividade plasmática da renina em pacientes hipertensos. Insuficiência renal aguda reversível foi relatada em dois de quatro voluntários normais que tiveram triantereno adicionado a um esquema de manutenção de INDOCID®. INDOCID® e triantereno não devem ser administrados concomitantemente. INDOCID® e diuréticos poupadores de potássio podem, isoladamente, estar associados a aumentos dos
    níveis plasmáticos de potássio. Os efeitos potenciais de INDOCID® e diuréticos poupadores de potássio na cinética do potássio e função renal devem ser considerados quando estes agentes forem administrados concomitantemente. A maior parte dos efeitos acima descritos relacionados aos diuréticos tem sido, pelo menos em parte, atribuídos a mecanismos envolvendo a inibição da síntese de prostaglandinas pelo INDOCID®.

    Ciclosporina:

    A administração de medicamentos antiinflamatórios não esteróides concomitantemente com a ciclosporina tem sido associada ao aumento da toxicidade induzida pela ciclosporina, possivelmente atribuída a um decréscimo da síntese renal da prostaciclina.Antiinflamatórios não esteróides devem ser usados com precauções em pacientes que estejam usando ciclosporina e a função renal deve ser monitorada cuidadosamente.

    Digoxina:

    INDOCID® utilizado concomitantemente com a digoxina, tem sido reportado aumentar a concentração de digoxina no soro e aumento de sua meia vida. Portanto, quando INDOCID® e digoxina são administrados concomitantemente, o nível de digoxina no soro deve ser rigorosamente monitorizado.Medicações Anti-hipertensivas: a co-administração de INDOCID® e alguns agentes anti-hipertensivos tem resultado em atenuação aguda do efeito hipotensivo destes últimos, atribuída, pelo menos em parte, à inibição da síntese de prostaglandinas pela indometacina. O prescritor deve, portanto, ter cuidado quando estiver considerando a administração de INDOCID® a um paciente que já esteja tomando um dos seguintes agentes anti-hipertensivos: um agente bloqueador alfa-adrenérgico (como prazosin), um inibidor de uma enzima conversora da angiotensina (como captopril ou lisinopril), um agente bloqueador beta-adrenérgico,um diurético (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Diuréticos) ou hidralazina.

    Fenilpropanolamina:

    Crises hipertensivas tem sido reportadas atribuídas exclusivamente à fenilpropanolamina oral e raramente à fenilpropanolamina administrada com INDOCID®. Este efeito aditivo é provavelmente atribuído, pelo menos em parte, à inibição da síntese de prostaglandina pela indometacina.
    Devem ser tomadas precauções quando INDOCID® e fenilpropanolamina são administrados concomitantemente.

    Reações Adversas:

    Sistema nervoso central: as reações adversas no sistema nervoso central associados à indometacina são cefaléia, tonturas,aturdimento,depressão, vertigem e fadiga (incluindo mal estar e dispersão). Reações relatadas infrequentemente compreendem confusão mental, ansiedade, síncope, sonolência, convulsões,coma, neuropatia periférica, fraqueza muscular, movimentos musculares involuntários, insônia e distúrbios psiquiátricos como despersonalização, surtos psicóticos e raramente parestesias, disartria, piora de epilepsia e parkinsonismo. Estes geralmente são transitórios e desaparecem frequentemente com a continuação do tratamento ou com redução da posologia. Entretanto, a severidade deles pode,ocasionalmente, requerer interrupção da terapia.

    Gastrintestinais:

    As reações gastrintestinais que ocorrem mais freqüentemente são náusea, anorexia,vômito, desconforto epigástrico, dor abdominal, constipação e diarréia. Outras reações que podem surgir são ulceração única ou múltipla de esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado ou grosso, incluindo perfuração e hemorragia, tendo sido relatados alguns óbitos; hemorragia do trato gastrintestinal sem ulceração definida; e dor abdominal aumentada, quando usado em pacientes com colite ulcerativa preexistente. Raramente foi relatada ulceração intestinal seguida por estenose e obstrução. Reações que ocorrem infrequentemente: estomatite, gastrite, flatulência, sangramento do cólon sigmóide-oculto ou de um
    divertículo; e perfuração de lesões de sigmóide preexistentes (divertículos, carcinoma).Outras reações adversas gastrintestinais que podem ou não ser causados pela indometacina compreendem colite ulcerativa e ileíte regional. Estudos no homem utilizando hemácias marcadas com cromo radiativo indicam que a posologia oral mais alta recomendada de indometacina (50 mg, quatro vezes ao dia) produz menos perda de sangue nas fezes que doses médias de ácido acetilsalicílico (600 mg, quatro vezes ao dia).

    Hepáticos:

    Reações hepáticas relatadas em raras ocasiões durante a terapia com indometacina são icterícia e hepatite. Alguns casos fatais foram reportados.
    Cardiovasculares-renais: reações cardiovasculares e renais que podem ocorrer infrequentemente na terapia com indometacina compreendem edema, elevação da pressão sangüínea, taquicardia, dor torácica, arritmia,palpitações, hipotensão, insuficiência cardíaca congestiva, elevação do nitrogênio ureico e hematúria.

    Hipersensibilidade:

    Reações de hipersensibilidade relatadas frequentemente são prurido, urticária, angiíte,eritema nodoso, exantemas, dermatite exfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme,necrólise tóxica de epiderme, perda de cabelo, distúrbios respiratórios agudos, rápida queda na pressão arterial assemelhando-se ao choque, anafilaxia aguda, edema angioneurótico, dispnéia repentina, asma e edema pulmonar.

    Hematológicos:

    Reações hematológicas que podem ocorrer infrequentemente durante a terapia com indometacina são leucopenia, petéquias ou equimoses, púrpura, anemia aplástica, anemia hemolítica,trombocitopenia e coagulação intra-vascular disseminada.Raramente têm sido relatadas agranulocitose e depressão da medula óssea, porém não foi estabelecida clara relação com indometacina. Alguns pacientes podem manifestar anemia secundária a sangramento gastrintestinal manifesto ou oculto.Portanto, são recomendadas determinações sangüíneas.

    Oculares:

    Visão embaçada, diplopia, dor orbital e periorbital podem ocorrer infrequentemente. Depósitos corneanos e distúrbios retinianos, inclusive os da mácula, têm sido relatados em alguns pacientes com artrite reumatóide sob terapia prolongada com INDOCID®. Alterações oculares semelhantes têm sido observadas em alguns pacientes com essa doença que não receberam INDOCID®.

    Otológicos:

    Zumbidos, distúrbios auditivos e raramente surdez tem sido relatados.

    Geniturinário:

    Raramente relatados proteinúria, síndrome nefrótica, nefrite intersticial e insuficiência renal.Outros: reações adversas variadas relatadas raramente durante a terapia com indometacina compreendem sangramento vaginal, hiperglicemia e glicosúria, hipercalemia, rubor e transpiração, epistaxes, alterações de mamas, incluindo aumento e hiperestesia ou ginecomastia; estomatite ulcerativa.As seguintes reações adversas locais foram associadas com o uso de INDOCID® supositórios: tenesmo,proctite, sangramento retal, ardor, dor, desconforto, prurido.

    Posologia e Administração:

    INDOCID® é disponível nas seguintes formas posológicas, para proporcionar máxima flexibilidade:
    • Cápsulas contendo 25 mg e 50 mg para administração por via oral.
    • Supositórios de 100 mg.
    A posologia recomendada de INDOCID® é de 50 mg a 200 mg diariamente e deve ser ajustada individualmente de acordo com a resposta e a tolerabilidade do paciente. Ao contrário de outros antiinflamatórios potentes, não é necessária dose inicial “de ataque” de INDOCID®. Nos distúrbios reumáticos crônicos, o procedimento de iniciar a terapia com baixas doses, aumentá-la gradualmente quando necessário e mantê-la por período adequado (é recomendado até 1 mês) proporcionará máximo benefício e minimizará reações adversas. Em pacientes com dor noturna persistente e/ou rigidez matinal,pode ser útil a dose de até 100 mg ao deitar-se para proporcionar alívio. Raramente é necessário exceder a
    posologia de 200 mg por dia. No tratamento da artrite gotosa aguda, a posologia diária recomendada é de 150 mg a 200 mg em doses fracionadas até que todos os sinais e sintomas desapareçam.Na dismenorréia primária, a posologia recomendada é de 75 mg diariamente em dose única ou dividida,administrada no início das cólicas ou do sangramento e continuado pelo período em que os sintomas geralmente perduram.
    Para minimizar a possibilidade de distúrbios gastrintestinais é recomendado que INDOCID® seja tomado com alimentos, leite ou com antiácidos.
    Artrite reumatóide juvenil (Uso pediátrico): Para crianças com dois anos de idade ou mais com artrite reumatóide juvenil, INDOCID® pode ser iniciado na posologia de 2 mg/kg/dia divididos em duas a três vezes por dia e aumentado semanalmente, se necessário, até o máximo de 4 mg/Kg/dia. A dose máxima diária não deve exceder a 200 mg ou 4 mg/kg, seja qual for o menor. Com a redução dos sintomas, a posologia diária total deve ser reduzida para o menor nível requerido para o controle sintomático, ou descontinuada.

    Superdosagem:

    Os seguintes sintomas podem ser observados após superdosagem: náuseas, vômitos, cefaléia intensa,aturdimento, confusão mental,desorientação ou letargia. Têm havido relatos de parestesias, tonturas e convulsões.O tratamento é sintomático e de suporte. O estômago deve ser esvaziado rapidamente, se a ingestão for recente. Se não ocorrerem vômitos espontaneamente, o paciente deve ser induzido a vomitar com xarope
    de ipeca. Se o paciente não conseguir vomitar, deve ser realizada lavagem gástrica. Com o estômago vazio,deve-se administrar 25 a 50 g de carvão ativado. Dependendo das condições do paciente, cuidados médicos e de enfermagem podem ser necessários. O paciente deve ser observado por vários dias, pois ulcerações gastrointestinais e hemorragias têm sido descritas como reações adversas da indometacina. O uso de antiácidos pode ser útil.

    “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”
    Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho
    Registro no M.S.: 1.0029.0170
    Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243
    INDOCID® supositórios:
    Produzido por:
    Merck Sharp & Dohme (Itália) S.p.A.
    Via Emilia, 21
    27100 Pavia, Itália
    Embalado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1161 – Sousas – Campinas – SP
    CNPJ 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira
    INDOCID® 25mg e 50mg:
    Produzido por:
    Merck Sharp & Dohme – Shotton Lane – Cramlington
    Northumberland NE23 3JU – United Kingdom
    Embalado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1161 – Sousas – Campinas – SP
    CNPJ 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira
    Importado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 815 – Sousas – Campinas – SP
    CNPJ 45.987.013/0001-34 – Indústria Brasileira
    ® Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA.
    IPC 0192
    MSD On Line 0800-0122232
    E-mail: online@merck.com
    www.msdonline.com.br

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