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      Magnoston®

    sulfato de magnésio

     Apresentações:

    Solução injetável contendo sulfato de magnésio a 100 mg/mL ou 500 mg/mL em caixas com 50 ou 100 ampolas de
    10 mL. Uso Adulto

     Composição:

    Cada mL da solução injetável de 100 mg/mL contém:
    sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 0,81
    mEq de magnésio)………………………………………………..100 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.
    Cada mL da solução injetável de 500 mg/mL contém: sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 4,06 mEq de magnésio) ………………………………………………500 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.

     Informações Ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Magnoston® é indicado no tratamento e prevenção da deficiência de magnésio moderada e severa e para o controle
    imediato das crises convulsivas causadas por eclampsia.

     Como este medicamento funciona?

    O magnésio é um eletrólito essencial para a atividade de vários sistemas enzimáticos e desempenha um importante
    papel na transmissão neuroquímica e na excitabilidade muscular. O magnésio previne ou controla convulsões através do bloqueio da transmissão neuromuscular e pela diminuição da quantidade de acetilcolina liberada pelo nervo motor na placa motora terminal. O magnésio possui um efeito depressor do Sistema Nervoso Central (SNC), porém não afeta de maneira adversa a mãe, o feto ou o recém-nascido quando utilizado no tratamento da eclampsia ou da pré-eclampsia. A deficiência acentuada de magnésio causa principalmente sintomas neurológicos, tais como irritabilidade muscular e tremores. A terapêutica de reposição com sulfato de magnésio, por via parenteral, repara o déficit plasmático do eletrólito e cessa os sintomas de deficiência.

     Quando não devo usar este medicamento?

    O sulfato de magnésio é contraindicado em pacientes com bloqueio e/ou dano cardíaco, em estados de
    hipermagnesemia e na insuficiência respiratória grave.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências:
    O uso parenteral em presença de insuficiência renal pode levar à intoxicação com magnésio.
    Uso na gravidez e lactação:
    Como os estudos realizados em mulheres grávidas não excluem o risco de danos ao feto, o sulfato de magnésio
    parenteral deve ser utilizado na gravidez somente se estritamente necessário.
    Como o magnésio passa para o leite materno durante a administração parenteral de sulfato de magnésio, o
    medicamento deve ser utilizado com precaução em mulheres lactantes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco:
    O medicamento deve ser usado com precaução em idosos, gestantes e crianças.
    Precauções:
    Devido à sua exclusiva excreção renal, o sulfato de magnésio deve ser administrado com extrema cautela em
    pacientes com insuficiência renal.
    Níveis plasmáticos de magnésio anormalmente elevados podem causar rubor, sudorese, hipotensão, colapso
    circulatório e depressão do sistema nervoso central.
    A administração de magnésio pode causar hipermagnesemia fetal e neonatal.
    Se houver o uso concomitante de barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), as doses desses medicamentos devem ser ajustadas devido aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Durante todo o período de terapêutica parenteral com sais de magnésio, o paciente deve ser cuidadosamente
    monitorado. Uma preparação de sais de cálcio, como o gliconato, deve estar prontamente disponível para
    administração intravenosa como antídoto em caso de uma possível intoxicação com magnésio.
    Interações Medicamentosas:
    Depressores do SNC:
    – Quando barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), ou outros
    depressores do SNC são administrados em conjunção com o magnésio, suas dosagens devem ser ajustadas devido
    aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Agentes de bloqueio neuromuscular:
    – O sulfato de magnésio deve ser administrado com cautela, quando utilizado concomitantemente com medicamentos bloqueadores musculares (d-tubocurarina, decametônio, succinilcolina), devido ao risco de potencialização da atividade terapêutica desses medicamentos.
    Glicosídeos cardíacos:
    – A administração de sulfato de magnésio em pacientes digitalizados deve ser cautelosa, evitando-se os riscos de intoxicação pelo magnésio, especialmente devido aos maiores riscos de tratamento da intoxicação de magnésio pelos sais de cálcio nesses pacientes. Adicionalmente, o uso de sulfato de magnésio, por via parenteral, deve ser cuidadosamente monitorizado, devido ao risco de bloqueio cardíaco total que pode ocorrer em níveis variáveis de concentrações plasmáticas de magnésio.
    Antibióticos:
    – Alguns antibióticos, como a estreptomicina e a tobramicina, podem causar um bloqueio neuromuscular; esse efeito pode ser potencializado pelo uso concomitante de sulfato de magnésio.
    Testes laboratoriais:
    O sulfato de magnésio, quando administrado por via parenteral, pode alterar a visualização do sistema reticuloendotelial com enxofre coloidal marcado com “99 mTc”, pois produz um agrupamento das partículas coloidais com o comprometimento da circulação pulmonar, resultando em imagens com menor resolução
    das células reticuloendoteliais no fígado, no baço e na medula óssea. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se
    você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conserve o medicamento na embalagem original em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C.
    Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Características do medicamento: Magnoston® é uma solução incolor, inodora, isenta de partículas visíveis.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
    mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Magnoston® é apresentado em ampolas contendo 10 mL de solução incolor, estéril e apirogênica de sulfato de
    magnésio heptaidratado a 10% ou 50%, para administração parenteral (IM/IV). Magnoston® a 10% e 50% pode ser administrado através de injeção IV ou IM, diretamente ou diluído em solução apropriada. Para infusão IV, Magnoston® a 50% deve ser diluído em solução apropriada antes da administração. Este medicamento deve ser administrado, em ambiente hospitalar, por um profissional de saúde. Posologia: Uso como anticonvulsivante na eclampsia/pré-eclampsia. Diversos esquemas terapêuticos têm sido adotados para o tratamento da pré-eclampsia/eclampsia com o sulfato de magnésio. Um deles indica uma dose de ataque com 4 g de sulfato de magnésio (8 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 12 mL de água para injetáveis), administrado por via intravenosa lenta, em 15 a 20 minutos, e, a seguir, uma dose de manutenção de 2 g de sulfato de magnésio por hora, em infusão intravenosa (24 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 500 mL de soro glicosado a 5%, numa velocidade de 28 gotas/minuto ou 84 mL/hora, em bomba de infusão). A maioria dos estudos recomenda, como dose de manutenção, 1 a 3 gramas de sulfato de magnésio, em infusão intravenosa. ota: 1 g de sulfato de magnésio contém 8 mEq de magnésio. Outros esquemas terapêuticos são: Uso Intramuscular: de 1 a 5 g de sulfato de magnésio, em solução de 10% a 50%, 6 vezes ao dia, em cada nádega de forma alternada. Infusão intravenosa: 4 g de sulfato de magnésio em 250 mL de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9% administrada a uma velocidade que não ultrapasse 3-4 mL por minuto. Uso como restaurador de eletrólitos: Deficiência leve. Intramuscular: 1 g de sulfato de magnésio, em solução a 50%, administrado a cada 6 horas em 4 doses diárias. Deficiência severa Intramuscular: 250 mg de sulfato de magnésio ou 2 mEq de magnésio por kg de peso corporal/dia. Infusão intravenosa: 5 g de sulfato de magnésio ou 40 mEq de magnésio em 1 litro de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9%, administrados lentamente por um período de 3 horas. A prescrição máxima usual para adulto é de 40 g de sulfato de magnésio (320 mEq de magnésio) diários. Cuidados especiais de manuseio: Deve-se inspecionar visualmente, antes da administração, o conteúdo da ampola quanto à forma física, presença de material particulado, descoloração ou qualquer alteraçã
    o no aspecto do medicamento. Não utilize o produto se houver mudança de coloração ou material particulado presente, ou qualquer outra alteração que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
    interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico , ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos adversos da administração parenteral de magnésio usualmente são resultantes da intoxicação por
    magnésio. Estes incluem rubor, sudorese, hipotensão, bloqueio da transmissão neuromuscular com diminuição dos reflexos, hipotermia, hipotonia, colapso cardíaco, depressão respiratória e depressão do SNC podendo levar à parada respiratória. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A intoxicação por magnésio é manifestada por uma queda acentuada na pressão arterial e paralisia respiratória. A
    ausência do reflexo patelar é um sinal clínico útil na detecção do início da intoxicação por magnésio. A injeção intravenosa em bolus imediata de 10 a 20 mL de gliconato de cálcio a 10%, ou de qualquer outro sal de cálcio IV, é aplicada para antagonizar os efeitos da hipermagnesemia. A hipermagnesemia em neonatos pode requerer ressuscitação e ventilação assistida via intubação endotraqueal ou ventilação a pressão positiva intermitente, assim como a administração IV de cálcio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais

    Reg. MS nº 1.1637.0089
    Farm. Resp.: Eliza Yukie Saito CRF-SP nº 10.878
    Fabricado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0013-01
    Rua Adherbal Stresser, 84
    CEP 05566-000– São Paulo – SP
    Indústria Brasileira
    Registrado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0001-60
    Rodovia Raposo Tavares
    Km 30,5 n° 2833 – Prédio 100
    CEP 06705-030 Cotia – SP
    Indústria Brasileira
    www.blau.com.br

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     Frontal® XR

    alprazolam

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Frontal® XR
    Nome genérico: alprazolam

     Apresentações:

    Frontal® XR 0,5 mg, 1,0 mg ou 2,0 mg em embalagens contendo 30 comprimidos de liberação lenta.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS DE IDADE

     Composição:

    Cada comprimido de liberação lenta de Frontal® XR 0,5 mg, 1,0 mg ou 2,0 mg contém 0,5 mg, 1,0 mg ou 2,0mg de alprazolam, respectivamente. Excipientes de Frontal® XR 0,5 mg e 2,0 mg: lactose monoidratada, hipromelose, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio e corante FD&C azul nº 2. Excipientes de Frontal® XR 1,0 mg:
    lactose monoidratada , hipromelose, dióxido de silício coloidal e estearato de magnésio.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Frontal® XR (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Frontal®XR não deve ser administrado como substituição ao tratamento apropriado de psicose (quadro de delírios e alucinações). Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir) e/ou hiperatividade neurovegetativa ( respiração curta e superficial, sufocação, palpitações ou aumento dos batimentos do coração ,mãos frias e suadas, boca seca, tontura, enjoo, diarreia, gases, rubores (vermelhidão no rosto) , calafrios, necessidade de urinar mais vezes, dificuldades de engolir, mudanças do tom de voz, etc. ), resultando em manifestações corporais variadas. Frontal®XR também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições como a abstinência ao álcool, no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada com um ataque repentino de apreensão intensa, terror ou medo.

     
    Como este medicamento funciona?

    Frontal® XR contem alprazolam, um medicamento da classe dos benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso central. A maneira como Frontal® XR age não é totalmente conhecida. De forma geral, todos os benzodiazepínicos causam uma diminuição em várias funções do sistema nervoso central relacionado também à dose, que pode ir desde um comprometimento leve dos reflexos e desempenho diário até o sono provocado ou quadro de sedação. Após administração oral, alprazolam (princípio ativo de Frontal®XR) é rapidamente absorvido. A concentração máxima do medicamento no organismo ocorre 1h ou 2h após a administração. A biodisponibilidade ( dose administrada de um medicamento não alterado que atinge a circulação sistêmica) e a farmacocinética (caminho que o medicamento faz no organismo) de Frontal®XR comprimidos de liberação lenta é semelhante ao Frontal® comprimidos de liberação imediata com exceção de uma taxa mais lenta de absorção. Essa taxa de absorção mais lenta resulta em uma concentração do medicamento relativamente constante no organismo, que é mantida entre 5h a 11h após a tomada da medicação.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Se você alguma vez já apresentou reação alérgica ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos ou a qualquer componente da fórmula do produto, não use Frontal® XR. Frontal® XR também não deve ser usado caso você tenha miastenia gravis (uma doença de nervos e músculos que resulta em fraqueza muscular) ou glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos). Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

     

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Recomenda-se que a dose de Frontal® XR seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo se você achar que o medicamento não está mais fazendo efeito. A redução da dose do medicamento deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual. Os sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento incluem desde leve disforia (alterações de ânimo e irritabilidade) e insônia (dificuldade para dormir) até um conjunto de sintomas mais importantes, que inclui cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões (ataques epilépticos). Podem ocorrer também crises epilépticas (ataques epilépticos repetidos). Vide item 6.Como devo usar este medicamento? –Interrupção do Tratamento. Habituação (condição relacionada ao consumo repetido de um medicamento, observando-se o desejo de continuar seu uso, mas com pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose) e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com Frontal®XR. Assim como ocorre com todos benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização por tempo prolongado sendo ainda maior se você tem história de alcoolismo ou abuso de drogas. Seu médico deve avaliar periodicamente se o tratamento com Frontal®XR está sendo adequado para você. Transtornos do pânico têm sido associados a alguns tipos de transtornos depressivos e a relatos aumentados de suicídio no caso de pacientes que não são tratados. Dessa forma, deve-se ter o mesmo cuidado quando doses mais altas de Frontal® XR forem utilizadas no tratamento de transtornos do pânico, assim como se tem com o uso de psicotrópicos (medicamentos com ação sobre o psiquismo) para tratar pessoas com depressão ou pessoas em que há razões para se desconfiar de planos ou pensamentos não revelados de cometer suicídio. A administração de Frontal®XR a pacientes com tendência suicida ou gravemente deprimidos deve ser realizada com as devidas precauções, utilizando as doses apropriadas prescritas pelo médico. O uso de Frontal®XR não foi estabelecido em certos tipos de depressão (vide item 1. Para quê este medicamento é indicado?). Episódios de hipomania e mania (estados anormais de humor expansivo onde há excesso de autoconfiança, alegria, grandiosidade, desinibição, excesso de energia, falta de necessidade de sono, impulsividade, entre outros) têm sido relatados em associação com o uso de Frontal® XR em pessoas com depressão. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado caso você esteja amamentando. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Não consuma bebidas alcoólicas durante o tratamento com Frontal® XR. Não use outros remédios que diminuam o funcionamento do sistema nervoso central (como por ex.: calmantes, remédios ansiolíticos, remédios para insônia entre outros) durante o tratamento com Frontal® XR. Frontal® XR apresenta interações medicamentosas com uma variedade de outros medicamentos, por isso, informe seu médico se estiver tomando outros medicamentos durante o tratamento com Frontal® XR, tais como cetoconazol, itraconazol, nefazodona, fluvoxamina, cimetidina, fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais ,diltiazem, antibióticos macrolídeos (como eritromicina e troleandomicina), inibidores da protease do HIV ( um tipo de medicamento utilizado no tratamento da AIDS) e, especialmente se você for idoso (> 65 anos), digoxina. Frontal® XR apresenta interações quando administrado com álcool ou medicamentos que produzam depressão do sistema nervoso central por ex: calmantes, ansiolíticos, remédios para insônia, antiepilépticos, antialérgicos, entre outros que atuem sobre o sistema nervoso central, psicotrópicos, anticonvulsivantes e anti-histamínicos. Estudos in vitro de outros benzodiazepínicos que não Frontal® XR, sugerem uma possível interação medicamentosa com os seguintes agentes: ergotamina, ciclosporina, amiodarona, nicardipino e nifedipino. É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Frontal® XR. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Frontal®XR deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Características do produto:

    Frontal® XR 0,5 mg: comprimido azul redondo convexo, com a inscrição “P&U 57” num dos lados, plano no outro lado. Frontal® XR 1,0 mg: comprimido branco redondo convexo com a inscrição “P&U 59” num dos lados, plano no outro lado. Frontal® XR 2 mg: comprimido pentagonal azul com a inscrição “P&U 66” num dos lados, plano no outro lado.

     Como devo usar este medicamento?

    Uso em Adultos: A dose adequada de Frontal®XR deve ser individualizada e será estabelecida pelo seu médico com base na gravidade dos sintomas e na sua resposta ao tratamento. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Caso sejam necessárias doses mais elevadas, essas devem ser aumentadas com cuidado, a fim de evitar reações desagradáveis. Quando for necessário o aumento da dosagem diária, deve-se incrementar inicialmente a dose noturna. Em geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos (para doenças psiquiátricas) necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com ansiolíticos menores, antidepressivos ou hipnóticos (para dormir) ou aqueles que tiveram antecedente de alcoolismo crônico. Uso em Crianças: A segurança e a eficácia de Frontal® XR em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas. Uso em Pacientes Idosos ou Debilitados: Recomenda-se usar a menor dose eficaz para os pacientes idosos ou debilitados para evitar sedação (sonolência) excessiva ou ataxia–dificuldade para coordenar os movimentos. Interrupção do Tratamento: Para interromper o tratamento com Frontal® XR, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de Frontal® XR seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta (vide item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?). Dosagem Recomendada Indicação Dose inicial habitual* (se ocorrerem efeitos adversos, a dosagem deve ser diminuída) Intervalo da dose habitual Transtornos de ansiedade 1mg diariamente em uma ou duas doses 0,5 a 4 mg diariamente, em uma ou duas doses. Transtorno do pânico 0,5 a 1,0 mg administrados na hora de dormir ou 0,5 mg duas vezes ao dia. A dose deve ser ajustada à resposta do paciente, com aumentos não maiores que 1mg/dia a cada 3 a 4 dias. (Em estudos clínicos a dose média de manutenção esteve entre 5 e 6 mg/dia, administrados como uma única dose diária ou divididos em duas doses diárias, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de até 10 mg/dia). Pacientes Geriátricos ou na presença de condições debilitantes 0,5 a 1 mg diariamente em uma ou duas doses 0,5 a 1 mg/dia; pode ser gradualmente aumentada se necessário e tolerado. * Se ocorrerem efeitos colaterais a dose deve ser diminuída Se os comprimidos de Frontal® XR forem administrados uma vez ao dia é preferível que a dose seja administrada pela manhã. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar Frontal®XR no horário estabelecido, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos colaterais de Frontal®XR, se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Frontal® XR. Os eventos adversos associados ao tratamento com Frontal® XR em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e/ou em experiências pós-comercialização são os seguintes: Reações muito comuns (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam esse medicamento): depressão, sedação, sonolência, ataxia (dificuldade na coordenação motora), comprometimento da memória, disartria (fala empastada), tontura, cefaleia (dor de cabeça) , constipação, boca seca, fadiga (cansaço) e irritabilidade. Reações comuns: (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento): diminuição do apetite, confusão, desorientação (confusão mental), diminuição da libido (desejo sexual), ansiedade, insônia (dificuldade para dormir), nervosismo, aumento da libido (desejo sexual), perturbação do equilíbrio, coordenação anormal, distúrbios de atenção, hipersonia (aumento do sono), letargia (diminuição das funções vitais), tremor, visão turva, náusea, dermatite (inflamação da pele), disfunção sexual, diminuição do peso e aumento do peso. Reações incomuns: (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): mania (estado de euforia) (vide item 4-O que devo saber antes de usar este medicamento?), alucinações, raiva, agitação, anormal, amnésia, fraqueza muscular (dos músculos), incontinência urinária (dificuldade de controlar a urina e irregularidades menstruais. Frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): hiperprolactinemia (aumento da prolactina no sangue), hipomania, agressividade, hostilidade, pensamento anormal, hiperatividade psicomotora, desequilíbrio autonômico do sistema nervoso (manifestações do sistema nervoso autônomo, como aumento da frequência cardíaca, hipotensão ao ficar em pé, dilatação da pupila, entre outros), distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), alterações gastrintestinais (do sistema digestivo), hepatite (inflamação do fígado), função hepática anormal (problemas no fígado), icterícia (pele e mucosas amareladas), angioedema (inchaço das mucosas que pode acometer as vias aéreas), edema periférico (inchaço dos membros), retenção urinária, reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz) vertigem, síncope (desmaio), acatisia (necessidade de se mover continuamente) , rigidez,taquicardia/palpitações, alergia, congestão nasal, crises convulsivas ( ataque epiléptico), prurido (coceira), diplopia (visão dupla) e disartria (alteração na articulação das palavras) e aumento da pressão intraocular (aumento da pressão dentro do olho). Em muitos dos relatos de casos espontâneos de efeitos comportamentais adversos, os pacientes estavam recebendo outros fármacos (medicamentos) de ação no sistema nervoso central concomitantemente e/ou tinham doenças psiquiátricas subjacentes. Pacientes que apresentam um distúrbio de personalidade limítrofe, história de comportamento violento ou agressivo pregresso ou abuso de bebidas alcoólicas ou outras substâncias, podem ser pacientes de risco para esses eventos. Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos obsessivos durante a interrupção da administração de Frontal® XR em pacientes com distúrbio de estresse pós-traumático. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste  medicamento?

    No caso de superdose os seguintes sintomas podem ocorrer: sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória (redução da função do sistema respiratório que pode reduzir a quantidade de oxigênio no sangue e em todo corpo). Sequelas graves são raras exceto quando há ingestão de Frontal® XR junto com outros medicamentos e/ou álcool. O tratamento de superdose é principalmente de suporte para a função respiratória e cardiovascular. O valor da diálise não foi determinado. Como em todos os casos de superdose intencional de qualquer fármaco, deve-se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos. O flumazenil pode ser usado como um adjuvante para a administração das funções respiratórias e cardiovasculares associadas a superdose. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

      DIZERES LEGAIS

    MS–1.0216.0131
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF – SP Nº 27071
    Registrado e Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000–Itapevi–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado por: Sanico NV Turnhout–Bélgica
    Embalado por: Pfizer Italia S.r.L. Ascoli Piceno–Itália
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA

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  • Prostata 27.06.2016 No Comments

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    Xatral® OD

    cloridrato de alfuzosina

    Apresentação:

    Comprimidos de liberação prolongada 10 mg: embalagem com 30.
    Uso Oral. Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de liberação prolongada contém 10 mg de cloridrato de alfuzosina. Excipientes: manitol, celulose microcristalina, hipromelose, povidona K30, dióxido de silício coloidal hidratado, óleo de rícino hidrogenado, óxido férrico amarelo, estearato de magnésio, etilcelulose.

    Para que este medicamento é indicado? 

    Este medicamento é destinado ao tratamento dos sintomas funcionais da hiperplasia prostática benigna (doença que
    se caracteriza pelo aumento do tamanho da próstata). Também é destinado ao tratamento adjuvante (auxiliar) do cateterismo vesical (introdução de uma sonda até a bexiga a fim de retirar a urina) nos quadros de retenção urinária aguda (incapacidade da bexiga de esvaziar-se, parcial ou completamente), relacionada com a hiperplasia benigna da próstata.

    Como este medicamento funciona?

    XATRAL OD é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada cloridrato de alfuzosina que tem a capacidade de promover o alívio dos sintomas da hiperplasia benigna da próstata, que é uma doença que se caracteriza pelo aumento do tamanho da próstata. Este medicamento também é preconizado como tratamento auxiliar do cateterismo da bexiga nos quadros de retenção urinária aguda, relacionada com a hiperplasia benigna da próstata. Tempo médio de início de ação: aproximadamente 9 horas após a administração.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    XATRAL OD não deve ser utilizado nos seguintes casos: se você apresenta hipersensibilidade (alergia ou intolerância) a alfuzosina ou a qualquer componente da fórmula ou caso você esteja utilizando outros bloqueadores alfa-1 (medicamento utilizado para diminuir a pressão arterial) ou caso tenha insuficiência do fígado.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    É necessário cautela quando do uso de XATRAL OD caso você apresente pronunciada resposta hipotensiva (com queda da pressão arterial) a outro bloqueador alfa-1. Caso você tenha coronariopatia (doença que atinge as artérias do coração, as coronárias, levando ao estreitamento das mesmas), o tratamento específico para insuficiência coronariana deve ser continuado. Caso a angina pectoris (dor no peito, relacionada à doença das artérias coronárias) reapareça ou agrave, XATRAL OD deve ser interrompido. Durante a cirurgia de catarata, observou-se Síndrome da Íris Flácida Intra-Operatória (relaxamento da pupila prejudicando a cirurgia de catarata) (IFIS, uma variante da síndrome da pupila pequena) em alguns pacientes em tratamento ou previamente tratados com alguns bloqueadores alfa-1. Embora o risco deste evento pareça ser muito baixo, é importante você informar o seu cirurgião oftalmológico se você está tomando ou já tomou algum antihipertensivo bloqueador alfa-1, caso seja necessário submeter-se a cirurgia de catarata. Converse com seu médico caso você esteja utilizando medicamentos anti-hipertensivos (medicamentos que tratam a pressão alta), pois pode ocorrer entre as poucas horas após a administração do medicamento hipotensão postural (queda súbita de pressão arterial quando um indivíduo assume a posição ereta) com ou sem sintomas [vertigem (tontura), fadiga (cansaço), sudorese (aumento do suor)]. Em tais casos, você deve deitar-se até o completo desaparecimento dos sintomas. Estes efeitos são usualmente transitórios, ocorrem no início do tratamento e 2 usualmente não impedem a continuação do tratamento. Foi relatada pronunciada queda na pressão sanguínea em acompanhamento pós-comercialização em pacientes com fatores de risco pré-existentes (tais como doenças cardíacas subjacentes e/ou tratamentos concomitantes com medicamento anti-hipertensivo). O risco de desenvolvimento de hipotensão e reações adversas relacionadas pode ser maior em pacientes idosos. O médico deve informá-lo sobre a possível ocorrência de tais eventos. É necessário cautela quando estiver usando XATRAL OD caso você apresente hipotensão ortostática sintomática (queda súbita de pressão arterial quando um indivíduo assume a posição ereta) ou caso você esteja usando medicamento anti-hipertensivo ou nitratos (medicamentos usados para dor no peito) (vide “INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS”). Converse com seu médico caso você apresente prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que quando aumentado associa-se ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita) congênito ou adquirido ou caso esteja tomando medicamentos que prolongam o intervalo QT. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros. Não esmague, mastigue ou triture a pó, pois estas ações podem levar a uma inapropriada liberação e absorção da droga e, portanto, a possíveis reações adversas precoces. Apesar de não terem sido detectados casos de oclusão intestinal (obstrução do intestino) com o uso de XATRAL OD, existe esta possibilidade pela presença de óleo de rícino como excipiente do produto. Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Não há dados disponíveis no efeito de dirigir veículos. Reações adversas, tais como: vertigem (tontura) e astenia (fraqueza) podem ocorrer essencialmente no início do tratamento. Isto deve ser considerado quando na condução de veículos e operação de máquinas.

    Gravidez:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Populações especiais.

    Crianças:

    A eficácia do medicamento não foi demonstrada em estudo com crianças entre 2 a 16 anos, portanto XATRAL OD
    não é indicado para uso na população pediátrica.

    Interações Medicamentosas:

    Para evitar possíveis interações entre vários medicamentos, você deve informar ao médico sobre qualquer outro tratamento que esteja usando, especialmente com medicamentos anti-hipertensivos (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”), nitratos, cetoconazol, itraconazol e ritonavir (potentes inibidores da CYP3A4) desde que os níveis sanguíneos de alfuzosina estejam aumentados. Não se aconselha a associação com outros bloqueadores do receptor alfa 1 (vide “QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    XATRAL OD deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do Medicamento:

    Comprimido redondo, biconvexo de três camadas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento? 

    Você deve tomar o comprimido com líquido, por via oral. Hiperplasia prostática benigna: 1 comprimido por dia, após uma refeição. Tratamento adjuvante do cateterismo vesical nos quadros de retenção urinária aguda, relacionada com a hiperplasia benigna da próstata: 1 comprimido de 10 mg por dia, a ser tomado imediatamente após a refeição da noite, a partir do primeiro dia do cateterismo uretral. O tratamento deve ser administrado durante 3 a 4 dias, sendo 2 a 3 dias enquanto o cateter estiver sendo utilizado e 1 dia depois da retirada deste. Não há estudos dos efeitos de XATRAL OD administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). Frequência desconhecida (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Distúrbios do Sistema Nervoso Comum: desmaio/tontura, dor de cabeça. Incomum: vertigem (tontura), síncope (desmaio). Distúrbios Cardíacos Incomum: taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco). Muito Rara: angina pectoris (dor no peito, relacionada à doença das artérias coronárias) em pacientes com doença arterial coronariana pré-existente (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Frequência desconhecida: fibrilação atrial. Distúrbios Vasculares Incomum: hipotensão (postural), vermelhidão (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Distúrbios Visuais: Frequência desconhecida: Síndrome da Íris Flácida Intra-Operatória (relaxamento da pupila prejudicando a cirurgia de catarata) (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal Incomum: rinite. Distúrbios Gastrintestinais Comum: náusea, dor abdominal. Incomum: diarreia. Frequência desconhecida: vômito. Distúrbios Hepato-biliares Frequência desconhecida: dano hepatocelular (dano nas células do fígado), doença hepato-colestática (hepatite com intensa coloração amarelada da pele, boca e olhos, febre e coceira intensa). Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomum: rash (erupções cutâneas), prurido (coceira e/ou ardência). Muito Rara: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica). Distúrbios gerais Comum: astenia (fraqueza). Incomum: edema (inchaço), dor no peito. Distúrbios no sistema Reprodutivo e desordens na mama. Frequência desconhecida: priapismo (ereção persistente e dolorosa do pênis). Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático. Frequência desconhecida: trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas). Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada neste medicamento?

    Em caso de superdose, você deve ser hospitalizado, mantido deitado e deve ser administrado tratamento convencional para hipotensão (pressão baixa). A alfuzosina é altamente ligada às proteínas plasmáticas (proteína no sangue), portanto, a diálise (filtração do sangue) pode não ser efetiva. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

    DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    MS 1.1300.1018
    Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo
    CRF-SP n° 9.815
    Registrado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
    CNPJ 02.685.377/0001-57
    Indústria Brasileira
    Fabricado por: Sanofi Winthrop Industrie  Avenue Gustave Eiffel – Tours – França

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  • Colirio 06.02.2015 No Comments

    lerin-e-indicado-como-auxiliar-no-tratamento-das-conjuntivesLerin®

    cloridrato de nafazolina,fenolsulfonato de zinco

    Apresentações:

    Solução Oftálmica Estéril
    Frasco plástico conta-gotas contendo 24 ml de solução oftálmica estéril de cloridrato de nafazolina (0,5 mg/ml) e fenolsulfonato de zinco (1 mg/ml).
    Via de Administração Tópica Ocular
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ml (27 gotas) contém: 0,5 mg de cloridrato de nafazolina (0,018 mg/gota) e 1,0 mg de fenolsulfonato de zinco (0,037 mg/gota). Veículo: sulfato de berberina, clorobutanol, cloreto de benzalcônio, citrato de sódio diidratado, cloreto de sódio, glicerol, hipromelose, ácido clorídrico/ hidróxido de sódio e água purificada q.s.p.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado? 

    LERIN® é indicado como auxiliar no tratamento das conjuntivites.

    Como este medicamento funciona?

    LERIN® apresenta ação vasoconstritora (contração dos vasos sanguíneos), sedativa e descongestionante na hiperemia (vermelhidão) conjuntival.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    LERIN® é contraindicado para pessoas que apresentam alergia a qualquer um dos componentes da sua fórmula. LERIN® é contraindicado para uso por pessoas que apresentam glaucoma de ângulo estreito ou predisposição ao mesmo.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Para não contaminar o colírio evite o contato do conta-gotas com qualquer superfície. Não permita que a ponta do frasco entre em contato direto com os olhos. LERIN® é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular.

    Uso durante a Gravidez e Lactação

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Na ocorrência de gravidez ou se estiver amamentando, consulte o médico antes de fazer uso de medicamentos.

    Uso em idosos:

    Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias.

    Pacientes que utilizam lentes de contato:

    Tire as lentes antes de aplicar LERIN® em um ou ambos os olhos e aguarde pelo menos 15 minutos para recolocá-las.

    Interações medicamentosas:

    Não são conhecidas interações com outros medicamentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    LERIN® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e ao abrigo da luz.  Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 90 dias. LERIN® é uma solução estéril límpida amarelo-esverdeada. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento? 

    Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos.
    *Antes de usar o medicamento, confira o nome no rótulo para não haver enganos. Não utilize LERIN® caso haja sinais de violação e/ou danificações do frasco.
    *A solução já vem pronta para uso. Não encoste a ponta do frasco nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer para evitar a contaminação do frasco e do colírio.
    *Você deve aplicar o número de gotas da dose recomendada pelo seu médico em um ou ambos os olhos.
    *A dose usual é de 1 a 2 gotas aplicada no(s) olho(s) afetado(s), de 2 em 2 horas ou a critério médico.
    *Feche bem o frasco depois de usar.
    *Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico
    ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Você deve retornar a utilização do medicamento assim que se lembrar seguindo normalmente os intervalos de horários entre as aplicações até o final do dia. No dia seguinte, retornar aos horários regulares. Em caso de dúvidas, procure a orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Assim como qualquer medicamento, podem ocorrer reações indesejáveis com a aplicação de LERIN®. Em doses excessivas e uso prolongado, podem ocorrer os seguintes sintomas: hiperemia (vermelhidão) dos olhos, visão turva, pupilas dilatadas, dor de cabeça, nervosismo, náuseas e aumento da sudorese. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em geral, superdoses não provocam problemas agudos. Se uma dose muito grande for colocada acidentalmente no olho, você deve lavá-lo com água em abundância ou soro fisiológico. Se acidentalmente for ingerido, beba bastante líquido e procure orientação médica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0031

    Farm. Resp.: Elizabeth Mesquita

    CRF-SP nº 14.337

    Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia
    Registrado por: Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA
    Av. Dr. Cardoso de Melo, 1855
    Bloco 1 – 13º andar – Vila Olímpia
    São Paulo – CEP 04548-005
    CNPJ: 43.426.626/0001-77
    Fabricado por: Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA
    Guarulhos, São Paulo
    Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada de Allergan, Inc. SAC: 0800-14-4077
    Discagem Direta Gratuita
    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
    Papel Reciclável
    © 2013 Allergan, Inc

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  • plamet-indicado-para-alivio-dos-distrurbios-da-motilidade-gastro-intestinal

    Plamet®

    bromoprida

    Apresentações:

    Comprimidos com 10 mg de bromoprida. Embalagens contendo 20 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém 10 mg de bromoprida.
    Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, lactose,croscarmelose sódica, povidona, dióxido de silício.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado ?

    É indicado para alívio dos distúrbios da motilidade gastrointestinal,situações de refluxo gastroesofágico, náuseas,vômitos e disfagia (dificuldade de deglutição); durante a realização de alguns exames radiológicos (raiosX) do trato gastrintestinal.

    Como este medicamento funciona?

    Plamet® é um medicamento que estimula o movimento do tubo digestivo e reconstitui sua função fisiológica. Sua ação se inicia entre uma a duas horas após administração oral.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Em caso de alergia à bromoprida ou a qualquer componente de sua formulação.- Quando a estimulação da motilidade gastrintestinal for perigosa, como por exemplo, na presença de hemorragia, obstrução mecânica ou perfuração gastrintestinal. – Em pacientes epiléticos ou que estejam recebendo outros medicamentos que possam causar reações extrapiramidais (inquietação motora, agitação), uma vez que a frequência e a intensidade dessas reações podem ser aumentadas. – Em pacientes com feocromocitoma (tipo de tumor da glândula suprarrenal com crises súbitas de aceleração do coração, elevação da pressão arterial, dor de cabeça e sudorese), pois pode desencadear crise  hipertensiva.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Plamet® deve ser utilizado com cautela em gestantes, crianças, idosos, pessoas que sofrem de glaucoma, diabetes,doença de Parkinson, insuficiência renal e hipertensão arterial ( pressão alta). Também exige cautela se você apresentou algum tipo de sensibilidade quando usou algum medicamento com procaína (anestésico), procainamida (para tratar arritmias do coração) ou com neurolépticos (medicamentos para tratar alguns distúrbios do sistema nervoso). Uso em crianças: reações como inquietude, movimentos involuntários e fala enrolada podem ser mais frequentes em crianças e em adultos jovens, podendo ocorrer após uma dose única do medicamento. Uso em idosos: foi relatada a ocorrência de movimentos anormais ou perturbados (discinesia tardia) em idosos sob uso prolongado de bromoprida. Uso em pacientes portadores de diabetes: alterações no ritmo de esvaziamento gástrico podem dificultar o controle de diabetes. Informe seu médico se utiliza r insulina, pois a dose de insulina e o tempo de administração podem necessitar de ajustes em pacientes diabéticos. Uso em pacientes com insuficiência renal: devido às características da bromoprida (que é eliminada pelos rins na urina) na presença de insuficiência renal, o tratamento deve ser iniciado com cerca de metade da dose recomendada. Dependendo da eficácia clínica e das condições de segurança, a dose pode ser ajustada conforme critério de seu médico. Uso em pacientes com câncer de mama: a bromoprida pode aumentar os níveis de prolactina, o que deve ser considerado em pacientes com câncer de mama detectado previamente. Mulheres grávidas: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. – Os efeitos da bromoprida sob re os movimentos gastrintestinais podem ser antagonizados por medicamentos do tipo anticolinérgicos e analgésicos narcóticos, converse com seu médico para saber se você utiliza algum desses medicamentos. – Os efeitos sedativos da bromoprida podem ser potencializados quando tomada junto com álcool, sedativos, hipnóticos, narcóticos ou tranquilizantes. – O fato de a bromoprida liberar catecolaminas em pacientes com hipertensão essencial sugere que deva ser usada com cautela em pacientes sob tratamento com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) – A bromoprida pode diminuir a absorção de fármacos pelo estômago (por exemplo, digoxina) e acelerar daqueles que são absorvidos pelo intestino delgado (por exemplo, paracetamol, tetraciclina , levodopa ). – A bromoprida pode acelerar a absorção de substâncias pelo intestino delgado, como o etanol (álcool). Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Plamet® são circulares e de cor branca. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos de Plamet® devem ser ingeridos inteiros, sem mastigar, com auxílio de líquido, conforme orientação do médico. – Dosagem
    Tomar um comprimido (10 mg) de 12h – 12h ou de 8h – 8h, conforme orientação médica. A dose máxima por dia é de seis comprimidos ( 60 mg). Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal. Não tome duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): inquietação, sonolência, fadiga e lassidão (prostração, moleza). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, dor de cabeça, náuseas, sonolência, erupções cutâneas ou distúrbios intestinais. Certos tipos de reações são mais frequentes em crianças e em adultos jovens: reações extrapiramidais (inquietação motora, agitação); enquanto movimentos anormais ou perturbados são mais comuns em idosos sob tratamentos prolongados. Informe ao seu médico, cirurgião – dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Poderá ocorrer aumento das reações adversas descritas anteriormente, tais como sedação, vertigem, mal – estar e espasmos musculares localizados ou generalizados. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS nº: 1.0033.0028
    Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF – SP nº: 25.125
    Registrado por: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.
    Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
    CNPJ 61.230.314/0001-75
    Fabricado por: LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.
    Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu–SP
    Indústria brasileira
    www.libbs.com.br
    Venda sob prescrição médica.
    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 16/04/2013.

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  • anadron-indicado-no-tratamento-de-cancer-de-prostata

    Anandron

    nilutamida

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimidos de 50 mg
    Caixa com 50 e 60 comprimidos
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido de 50 mg contém:
    nilutamida…………………………………………………………………………50 mg
    excipientes q.s.p…………………………………………………………………1 comprimido
    (amido de milho, lactose, povidona, docusato sódico, estearato de magnésio e talco).

    Informação ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: ANANDRON (nilutamida) é um medicamento à base de nilutamida, indicado no tratamento de câncer de próstata. O medicamento é rápido e totalmente absorvido, quando sua administração se faz segundo as orientações médicas. Cuidados de armazenamento: ANANDRON (nilutamida) deve ser conservado ao abrigo da luz, umidade e calor excessivo (temperatura acima de 40ºC).

    Prazo de validade:

    Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Não utilize medicamentos com prazo de validade vencido, pode ser prejudicial à sua saúde.

    Cuidados de administração:

    Siga corretamente a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper ou modificar o tratamento sem conhecimento do seu médico, a fim de evitar a interrupção do bloqueio dos hormônios masculinos e conseqüentemente a piora da patologia básica.

    Reações adversas:

    Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dificuldade de adaptação visual ao escuro, dificuldade em respirar, tosse, dor no tórax, febre, náuseas, vômitos, impotência, diminuição do desejo sexual,ondas de calor, aumento do tamanho das mamas, intolerância ao álcool, bem como quaisquer outros sinais ou sintomas.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Informe seu médico caso você esteja utilizando fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diapezam, teofilina e antagonistas de vitamina K.
    Pode ocorrer intolerância ao álcool durante tratamento com ANANDRON (nilutamida), o que pode resultar em reações como mal-estar e rubor facial.

    Contra-indicações e precauções:

    ANANDRON (nilutamida) é contra-indicado aos pacientes que apresentam hipersensibilidade a nilutamida ou aos demais componentes da fórmula, problemas respiratórios ou hepáticos. Devido as suas indicações, ANANDRON (nilutamida) não deve ser prescrito para o tratamento de mulheres e crianças. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    Informe ao seu médico caso você tenha problemas respiratórios ou hepáticos. Informe também ao seu médico caso você apresente sintomas como: náusea, vômito, dor abdominal, bem como outros sinais ou sintomas. Durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve-se evitar a ingestão de álcool. Condutores de veículos e operadores de máquinas devem ser advertidos sobre o risco de alterações visuais e intolerância ao álcool quando da ingestão de nilutamida.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informação Técnica:

    Farmacodinâmica:

    ANANDRON (nilutamida) é um antiandrogênio específico não esteroidal.

    Farmacocinética:

    Administração de dose única:A absorção da nilutamida é rápida e completa. Circula essencialmente na forma inalterada.A sua ligação às proteínas plasmáticas (não saturável) é de 80-84%. No sangue, a nilutamida liga-se 36% aos eritrócitos.Estudos metabólicos em homens mostram que a nilutamida sofre biostransformação quase que total; 5 metabólitos foram identificados na urina, sendo que os quatro mais extensivos são os derivados aminados e hidroximetilados.A meia-vida de eliminação da nilutamida varia de 38-60 horas em indivíduos sadios e pacientes recebendo doses únicas de ANANDRON (nilutamida) de 100 mg a 300 mg. A eliminação de metabólitos é longa (55-126 horas). A nilutamida é eliminada principalmente por via renal na forma de conjugados do ácido glicurônico e de sulfato. A proporção de fármaco inalterado na urina é insignificante.

    Administração de doses múltiplas:

    O estado de equilíbrio é obtido entre 2 a 4 semanas, sem que se observe acúmulo do produto. As concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio são proporcionais às doses administradas e não estão relacionadas aos níveis de creatinina sérica ou ao número de administrações diárias.Após administração de 150 mg e 300 mg/dia de nilutamida foram obtidas concentrações plasmáticas de 3,5 + 0,2 mg/mL e 6,6 + 0,5 mg/mL, respectivamente.

    Indicação:

    Bloqueio da ação estimulante dos androgênios em câncer de próstata com invasão local e/ou metástases em co-prescrição com a castração cirúrgica ou química.

    Contra-Indicações:

    ANANDRON (nilutamida) está contra-indicado aos pacientes que apresentam hipersensibilidade a nilutamida ou aos demais componentes da fórmula. Também é contra-indicado aos pacientes que apresentam insuficiência hepática ou respiratória severas. Devido às suas indicações, ANANDRON (nilutamida) não deve ser prescrito para o tratamento de mulheres ou crianças.

    Precauções e Advertências:

    Em caso de piora da intensidade da dispnéia em pacientes com insuficiência respiratória o tratamento deve ser interrompido, recomendando-se a realização imediata de radiografia torácica. Avaliações das funções respiratória e hepática devem ser realizadas em todos os pacientes antes do início do tratamento. Os mesmos deverão ser orientados para comunicarem imediatamente ao médico quaisquer sintomas respiratórios ou sugestivos de alteração hepática. Em caso de aparecimento de dispnéia durante o tratamento, o mesmo deve ser interrompido, devendo-se realizar radiografia torácica. Em caso de ocorrência de pneumonite intersticial, o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser descontinuado. Em caso de insuficiência respiratória aguda deve-se recorrer imediatamente a uma unidade especializada, a fim de se realizar investigações e tratamento. Pode-se considerar a administração de corticóides em pacientes com problemas severos de troca de gases.
    Em caso de aparecimento de sinais ou sintomas clínicos indicativos de hepatite (náusea, vômito, dor abdominal ou icterícia), os níveis de transaminases (TGP/TGO) devem ser monitorizados. Se os níveis ultrapassarem três vezes o limite superior da normalidade, o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser descontinuado. Caso ocorram manifestações de intolerância como mal-estar e rubor facial, a ingestão de álcool deve ser evitada durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida). Síndrome da retirada do antiandrogênio: em pacientes sob tratamento com antiandrogênio que se apresentam com doença progressiva, a descontinuação do tratamento com antiandrogênio pode estar associada à resposta de eliminação. Efeito sobre a habilidade de dirigir veículos ou realizar tarefas que requeiram atenção: condutores de veículos e operadores de máquinas devem ser advertidos sobre o risco de alterações visuais e intolerância ao álcool quando da ingestão de nilutamida.

    Gravidez:

    Não relevante neste caso, visto que a indicação de nilutamida é para câncer de próstata.

    Lactação:

    Não relevante neste caso, visto que a indicação de nilutamida é para câncer de próstata.

    Interações Medicamentosas:

    Devido à sua ação sobre certas enzimas microssomais, ANANDRON (nilutamida) pode reduzir o metabolismo hepático de algumas substâncias como: antagonistas da vitamina K, fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diazepam e teofilina. Como resultado, os níveis plasmáticos destes fármacos ou de outros com metabolismo similar podem ser aumentados e, portanto, pode ser necessário realizar ajuste posológico.
    Quando antagonistas de vitamina K são administrados concomitantemente à nilutamida, os testes de coagulação sangüínea devem ser monitorizados (tempo de protrombina, RNI) e a dose de antagonistas da vitamina K deve ser ajustada, se necessário.
    Pode ocorrer intolerância ao álcool durante tratamento com nilutamida (ocorrendo reações do tipo mal-estar e rubor facial).

    Reações Adversas:

    Efeitos Visuais: foram relatadas reações de dificuldade de adaptação ao escuro (em aproximadamente 25% dos pacientes), sendo que raramente foi necessária a interrupção do tratamento. Estes sintomas, geralmente de intensidade moderada, podem diminuir ou desaparecer durante o tratamento, sendo reversíveis quando da interrupção do mesmo. O uso de óculos escuros pode diminuir tais sintomas. Efeitos Respiratórios: Foi relatada pneumonite intersticial com uma incidência de 1-2% nos estudos clínicos, sendo que o início ocorre geralmente nos três primeiros meses de tratamento. Os pacientes apresentam-se tipicamente com dispnéia progressiva e possivelmente tosse, dor torácica e/ou febre. Alterações intersticiais ou alvéolo-intersticiais são demonstradas por Raio-X. Muito raramente a pneumonite pode ser manifestada abruptamente ou progredir para insuficiência respiratória aguda (ver item Precauções). A descontinuação precoce de ANANDRON (nilutamida) com ou sem corticóides resulta tipicamente na regressão dos sintomas. Efeitos Hepáticos: foram relatados aumentos possivelmente transitórios nas transaminases durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida). Raramente ocorreram casos de hepatite do tipo mista ou hepatocelular e de hepatite fulminante, em casos isolados (ver item Precauções). Efeitos Hematológicos: muito raramente ocorreram casos de anemia aplástica, embora não esteja estabelecida uma relação com nilutamida. Efeitos Gastrintestinais: foram relatados náuseas e vômitos.
    Efeitos Endócrinos: foram relatados casos de impotência, diminuição da libido, ondas de calor, ginecomastia, sudorese e alopecia, como conseqüência do efeito terapêutico esperado. Intolerância ao álcool: mal-estar e rubor facial.

    Posologia:

    O tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser iniciado desde a castração, seja ela medicamentosa ou cirúrgica.A dose de ataque é de 300 mg/dia durante 4 semanas. Após este período, adotar a dose de manutenção de 150 mg/dia.A dose de manutenção pode ser adotada precocemente em caso de aparecimento de efeitos indesejáveis, particularmente de natureza digestiva e visual.

    Superdosagem:

    A utilização de doses superiores a 300 mg/dia, pode resultar em efeitos indesejáveis, tais como: alterações digestivas (náusea e vômito) e/ou vertigens, que cessam com a redução da dose ou interrupção do tratamento.

    Pacientes Idosos:

    Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes idosos.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS 1.1300.0212
    Farm Resp.: Antonia A. Oliveira
    CRF-SP: 5.854
    Fabricado por:
    Cardinal Health France 429 S.A.S.
    17, rue de Pontoise
    95520 OSNY – França
    Importado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda
    Rua Conde Domingos Papais, 413
    Suzano -SP
    CEP 08613-010
    C.N.P.J.: 02.685.377/0008-23
    IB250902F
    Atendimento ao Consumidor: 0800-703-0014
    www.sanofi-aventis.com.br
    N.º Lote, Data de Fabricação e Vencimento: vide cartucho

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  • Cancidas®
    (acetato de caspofungina), MSD

    Apresentações :

    50 mg e 70 mg pó para solução para infusão intravenosa são apresentados em caixas com um frasco-ampola.
    USO INTRAVENOSO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 MESES

    Composição :

    Ingrediente ativo: CANCIDAS® 50 mg contém 55,5 mg de acetato de caspofungina, que equivale a 50 mg de base anidra livre de caspofungina e CANCIDAS® 70 mg contém 77,7 mg de acetato de caspofungina, que equivale a 70 mg de base anidra livre de caspofungina.
    Ingredientes inativos: sacarose, manitol, ácido acético e hidróxido de sódio (para ajustar o pH).

    Informações ao Paciente :

    Para que este remédio é indicado ?

    CANCIDAS® é indicado para tratar um dos vários tipos de infecções fúngicas descritos a seguir:
    • Uma infecção fúngica grave chamada candidíase invasiva: essa infecção é causada por células fúngicas (levedura) chamadas Candida. Normalmente essas leveduras encontram-se no trato digestivo e não causam infecção a menos que entrem na corrente sanguínea (neste caso, a infecção é chamada candidemia) ou em outros tecidos e órgãos, como revestimento do abdomen (peritonite), rins, fígado, ossos, músculos,
    articulações, baço ou olhos. Entre as pessoas que correm alto risco de apresentar candidíase invasiva, estão pacientes cirúrgicos e aqueles cujo sistema imunológico encontra-se deficiente.
    • Infecções fúngicas da boca, da garganta e do esôfago (tubo digestivo que liga a boca ao estômago): essas infecções são chamadas candidíase orofaríngea (boca e garganta) ou candidíase esofageana (esôfago) e também são causadas por Candida. Indivíduos saudáveis normalmente possuem Candida na boca e na garganta sem apresentar qualquer efeito da doença. Uma infecção ocorre quando a resistência do corpo à
    doença está baixa.
    • Uma infecção fúngica grave chamada aspergilose invasiva: essa infecção grave ocorre no nariz, nos seios nasais e nos pulmões e pode se espalhar para outras partes do corpo. Esse tipo de infecção é causado por vários fungos comuns encontrados no ambiente chamados Aspergillus. A maioria das infecções fúngicas por Aspergillus começa no sistema respiratório (nariz, seios nasais ou pulmões), porque os esporos do fungo
    encontram-se no ar que respiramos. Na maioria dos indivíduos saudáveis, a capacidade natural de combater a doença destrói os esporos e os remove do corpo. Algumas condições clínicas, entretanto, diminuem a resistência do corpo a doenças. Alguns medicamentos prescritos a pacientes que receberam transplante de órgãos ou de medula também fazem com que o organismo apresente menor resistência a doenças. São esses pacientes que mais provavelmente desenvolvem esse tipo de infecção.
    Além desses casos, seu médico pode lhe prescrever CANCIDAS® caso suspeite que você apresente infecção fúngica decorrente de quimioterapia ou outros tratamentos ou condições clínicas que podem diminuir a resistência do corpo à doença, porque reduzem a quantidade de alguns tipos de leucócitos. Além disso, se você apresentar febre persistente após quimioterapia ou em algumas das condições descritas acima e sua febre não baixar após tratamento com antibiótico, pode ser que você tenha uma infecção fúngica.

    Como este medicamento funciona ?

    CANCIDAS® é um antifúngico que interfere na produção de um componente (polissacarídeo glucana) da parede da célula fúngica, essencial à vida e ao crescimento do fungo. As células fúngicas expostas a CANCIDAS® apresentam paredes celulares incompletas ou defeituosas, tornando-as frágeis e incapazes de se desenvolver.

    Quando não devo usar este medicamento ?

    CANCIDAS® é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto (Veja o item COMPOSIÇÃO).

    O que devo saber antes de usar este medicamento ?

    Informe seu médico sobre qualquer condição médica e sobre qualquer tipo de alergia que esteja apresentando ou tenha apresentado.
    Gravidez e amamentação: informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Não há experiência clínica envolvendo mulheres grávidas. O acetato de caspofungina mostrou cruzar a barreira placentária em estudos com animais.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Não se sabe se essa medicação é excretada no leite humano, portanto mulheres que estejam recebendo CANCIDAS® não devem amamentar.

    Crianças:

    CANCIDAS foi aprovado para uso em crianças e adolescentes (pelo menos 3 meses de idade até 17 anos de idade) para todos os tipos de infecção descritos anteriormente. A dose utilizada em pacientes pediátricos pode diferir da dose utilizada em pacientes adultos. CANCIDAS não foi estudado adequadamente em bebês com menos de 3 meses de idade.

    Idosos:

    Não é necessário ajuste da dose para pacientes idosos.

    Uso em pacientes com insuficiência renal :

    Não é necessário ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal.

    Uso em pacientes com insuficiência hepática:

    Alguns pacientes com problemas hepáticos podem necessitar de ajuste de dose. Informe seu médico se apresenta ou já apresentou problemas hepáticos.

    Dirigir ou operar máquinas :

    Não existem informações sugestivas de que CANCIDAS® afete a capacidade de conduzir veículos ou operar máquinas (veja QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).

    Interações medicamentosas :

    A  maioria dos pacientes tratados com CANCIDAS® deve continuar recebendo os medicamentos para outras condições que apresente, sem necessidade de interrupção do tratamento. O médico irá determinar se devem ser feitos ajustes da dose de seus outros medicamentos. O uso concomitante de CANCIDAS® e ciclosporina não são recomendados, portanto seu médico deve ser informado se você estiver tomando ciclosporina. É particularmente importante informar seu médico se você está tomando medicações para o tratamento da AIDS
    (como efavirenz ou nevirapina), medicações anticonvulsivantes (para epilepsia, como fenitoína e carbamazepina), o corticosteroide dexametasona, o antibiótico rifampicina e o imunossupressor tacrolimo.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde como e por quanto tempo devo usar este medicamento ?

    Conservar sob refrigeração (temperatura entre 2°C e 8°C).
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após preparo, os frascos reconstituídos podem ser mantidos em temperatura até 25ºC por até 24 horas
    antes da preparação da solução para infusão. A solução final para infusão intravenosa deve ser usada em 24 horas se for mantida em temperatura até 25ºC ou em 48 horas se mantida sob refrigeração entre 2°C e 8°C.

    Aparência:

    CANCIDAS® é um pó de branco a esbranquiçado.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento ?

    CANCIDAS® deve ser administrado em dose única diária por infusão intravenosa lenta de aproximadamente 1 hora. O médico irá determinar a duração do tratamento e a quantidade diária de CANCIDAS® a ser administrada.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O que devo fazer quando esquecer de tomar este medicamento ?

    O esquema terapêutico e a dose serão determinados pelo seu médico, que irá monitorar sua resposta e condição clínica. Se acreditar que possa ter esquecido de receber uma dose, fale com seu médico imediatamente. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar ?

    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos adversos ou indesejados, denominados reações adversas. As reações adversas relacionadas a CANCIDAS® mais comuns (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) em adultos são febre e irritações da veia no local da infusão (prurido, vermelhidão, inchaço ou formação de coágulos). Outros efeitos indesejáveis relatados relacionados a esse medicamento em adultos incluem: cefaleia, dor, calafrios, batimentos cardíacos rápidos, sudorese, náusea, diarreia, vômito, rubor da face e do pescoço, erupção cutânea, coceira, dificuldade para respirar, inchaço nas mãos, tornozelos ou pés, prejuízo da função hepática e alterações de alguns testes laboratoriais (exames de sangue). Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) podem ocorrer outros efeitos além dos citados e, a exemplo do que ocorrem com qualquer medicação obtida somente com prescrição médica, alguns podem ser graves. Peça mais informações ao seu médico.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que á indicada deste medicamento ?

    O esquema terapêutico e a dose serão determinados pelo seu médico, que irá monitorar as suas condições clínicas e a resposta ao tratamento. Caso tenha recebido uma quantidade muito alta de CANCIDAS®, fale com seu médico imediatamente.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres legais :

    Registro MS – 1.0029.0033
    Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243
    Registrado e importado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 815 – Sousas, Campinas/SP
    CNPJ: 45.987.013/0001-34 – Brasil
    MSD On Line 0800-0122232
    e-mail: online@merck.com
    www.msdonline.com.br
    Fabricado por:
    Merck Sharp & Dohme Corp., uma subsidiária de Merck & Co., Inc.
    Sumneytown Pike
    West Point, PA, 19486, EUA
    Embalado por:
    Merck Sharp & Dohme B.V.
    Waarderweg 39
    2031 BN Haarlem
    Holanda
    ® Marca registrada de Merck Sharp & Dohme Corp., uma subsidiária de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station,
    NJ, EUA.
    WPPI 012008

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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