•  

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     Zoltec® Fluconazol

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Zoltec®
    Nome genérico: fluconazol

     Apresentação:

    Zoltec®solução para infusão intravenosa de 2 mg/mL em embalagens contendo 6 bolsas plásticas com 100 mL
    (Sistema Viaflex). VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAVENOSA (SOLUÇÃO PARA INFUSÃO – SISTEMA VIAFLEX)
    SISTEMA FECHADO – SOLUÇÃO PARA INFUSÃO INTRAVENOSA.
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada mL da solução para infusão intravenosa de Zoltec® contém o equivalente a 2 mg de fluconazol.
    Excipientes: cloreto de sódio e água para injeção.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Zoltec®(fluconazol) solução para infusão intravenosa é indicado para o tratamento de infecções fúngicas causadas pelos seguintes fungos:
    1-Cryptococcus neoformans , incluindo as infecções na meninge (membrana que envolve o sistema nervoso
    central, cérebro e medula), pulmões e pele em pacientes sem e com imunossupressão (alteração do sistema de
    defesa), tais como os portadores do vírus HIV e os submetidos a transplantes de órgãos. Zoltec® também está
    indicado para o tratamento de manutenção que previne a recidiva (recaída na doença, depois de achar que já
    estava curado) da infecção por esse fungo em portadores do vírus HIV.
    2- membros do gênero Candida, incluindo as infecções sistêmicas (em todo o organismo) e na mucosa (membrana que reveste os órgãos) em pacientes com e sem imunossupressão, internados em unidades de terapia intensiva ou em tratamento citotóxico (tóxico para as células, geralmente usados para o tratamento de câncer). Zoltec®
    é indicado para a profilaxia (prevenção) de infecções fúngicas em pacientes com imunossupressão devido
    à infecção pelo vírus HIV e pelo tratamento (quimioterapia ou radioterapia) de doenças malignas (tumores).

     Como este medicamento funciona?

    Zoltec® impede o crescimento de fungos por inibir que esses microrganismos sintetizem compostos (esteroides)
    necessários à sua sobrevivência. Se não houver melhora nos sintomas após alguns dias, procure seu médico.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Zoltec® não deve ser utilizado se você tem hipersensibilidade (alergia) ao fluconazol ou a compostos azólicos
    (classe química do fluconazol) ou ainda, a qualquer componente da fórmula. Não tome Zoltec® com terfenadina
    (medicamento antialérgico), cisaprida, astemizol, eritromicina, pimozida e quinidina, porque pode ser perigoso e
    provocar alterações do ritmo do coração. Para mais informações, leia as questões “ 4. O que devo saber antes de
    usar este medicamento? ” e “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você possui doenças graves, como problemas cardíacos, dos rins e/ou fígado, comunique o seu médico antes
    de iniciar o tratamento com Zoltec®. Pacientes portadores do vírus HIV têm mais chances de desenvolver reações na pele e alergias. Caso apareça alguma lesão, pare de tomar o medicamento e procure o médico. Zoltec® é metabolizado (transformado para ser excretado) pelo fígado, o que aumenta os riscos de problemas nesse órgão. Se aparecerem sintomas como náuseas, vômitos e icterícia – coloração amarelada da pele – avise imediatamente o seu médico. Insuficiência (redução da função) adrenal (suprarenal) tem sido relatada em pacientes recebendo outros azóis (por exemplo, cetoconazol). Casos reversíveis de insuficiência adrenal foram relatados em pacientes recebendo fluconazol. Informe imediatamente o seu médico em caso de suspeita de gravidez. O uso durante a gravidez deve ser
    evitado, exceto em pacientes com infecções fúngicas graves ou potencialmente fatais, nas quais o Zoltec®
    pode ser usado se o benefício superar o possível risco para o feto. Devem ser consideradas medidas contraceptivas
    eficazes nas mulheres em idade fértil que devem continuar durante todo o período de tratamento e durante
    aproximadamente uma semana (5 a 6 meia-vidas) após a dose final. Houve relatos de aborto espontâneo e
    anormalidades congênitas em lactentes cujas mães foram tratadas com 150 mg de Zoltec® como dose única ou
    repetida no primeiro trimestre. Zoltec® é encontrado no leite materno, portanto só deve ser usado por mulheres que estejam amamentando sob orientação médica. A amamentação não é recomendada após o uso repetido ou após altas doses de fluconazol. Os benefícios para o desenvolvimento e saúde da amamentação devem ser considerados junto com a necessidade clínica da mãe por Zoltec® e quaisquer potenciais efeitos adversos na criança amamentada a partir de Zoltec® ou a partir de condições maternas fundamentais. Avise seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Ao dirigir veículos ou operar máquinas deve-se levar em consideração que ocasionalmente podem ocorrer tonturas ou convulsões. Sempre avise ao seu médico sobre todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa: – anticoagulantes (por exemplo, varfarina): o uso com Zoltec® pode intensificar a ação dessas medicações aumentando o risco de sangramentos; – benzodiazepínicos podem ter sua concentração no sangue aumentada, assim como seus efeitos psicomotores (na coordenação dos movimentos e no nível de consciência);
    – cisaprida, astemizol, pimozida, quinidina, eritromicina e terfenadina são contraindicados para uso concomitante
    com Zoltec®. Podem gerar alterações do ritmo cardíaco; – celecoxibe e ciclosporina podem ter sua concentração sanguínea (quantidade da medicação no sangue) aumentada; – tacrolimo usado com Zoltec® pode resultar em nefrotoxicidade (lesões nos rins); – amiodarona administrada concomitantemente com Zoltec® pode aumentar o prolongamento intervalo do QT. Deve-se ter cautela se o uso concomitante de Zoltec® e amiodarona for necessário, especialmente com alta dose de Zoltec® (800mg); – hidroclorotiazida pode aumentar as concentrações sanguínea
    s (quantidade da medicação no sangue) de fluconazol; – teofilina: o uso com fluconazol pode aumentar as concentrações sanguíneas (quantidade da medicação no sangue) de teofilina; – tofacitinibe, voriconazol, fenitoína, zidovudina, saquinavir, sirolimo, alcaloides da vinca, metadona, carbamazepina, antidepressivos tricíclicos
    (como a amitriptilina, por exemplo), anti-inflamatórios não esteroidais, bloqueadores do canal de cálcio, losartana,
    fentanila, halofantrina e outros medicamentos metabolizados (transformados) pelo fígado podem ter sua concentração sanguínea aumentada; – ciclofosfamida usada com Zoltec® pode aumentar a quantidade de creatinina (substância produzida pelo rim) e bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado); – alfentanila usada com Zoltec®
    pode ter redução em sua eliminação; – medicamentos inibidores da HMG-CoA redutase (p.ex.: sinvastatina, atorvastatina) usados com Zoltec® podem aumentar o risco do paciente evoluir com dor muscular (miopatia) e morte das células musculares (rabdomiólise); – inibidores moderados de CYP3A4, tais como o Zoltec®, aumentam as concentrações plasmáticas (no sangue) de olaparibe. O uso concomitante não é recomendado. Se a combinação não puder ser evitada, limitar a dose de olaparibe a 200 mg duas vezes ao dia. – Zoltec® aumenta o metabolismo
    da prednisona quando utilizados concomitantemente; – vitamina A usada com Zoltec® aumenta o risco de pseudotumor intracraniano (aumento da pressão dentro do crânio, sem lesão), que reverte com a suspensão dos medicamentos; – rifabutina usada com Zoltec® pode gerar lesões nos olhos chamadas uveítes; – rifampicina pode reduzir a quantidade de Zoltec® no sangue; – sulfonilureias (medicamento usado para reduzir a quantidade de glicose – açúcar – no sangue) usadas com Zoltec® podem ter o tempo de duração dos seus efeitos aumentados.
    Para mais informações, leia as questões “ 3. Quando não devo usar este medicamento? ” e “8. Quais os males que
    este medicamento pode me causar?”. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a
    sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Zoltec® solução para infusão intravenosa, apresentado em bolsas plásticas (Sistema Viaflex), deve ser mantido
    em temperatura entre 5 e 25°C. A infusão não deve ser congelada ou exposta ao calor excessivo. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
    Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução incolor
    , clara, essencialmente livre de matéria estranha.

     Como devo usar este medicamento?

    Zoltec® solução para infusão intravenosa deve ser injetado na veia através de infusão. A dose diária de Zoltec®
    solução para infusão intravenosa deve ser baseada na natureza e gravidade da infecção fúngica (causada por fungos). Isto deve ser decidido pelo seu médico. Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: o médico pode precisar ajustar a dose de acordo com a capacidade de filtração dos rins. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como Zoltec® solução para infusão intravenosa é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de
    tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se o paciente não receber uma dose deste medicamento, o médico deve redefinir a programação do tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião
    -dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os seguintes efeitos indesejáveis foram observados e relatados durante o tratamento com Zoltec® com as
    seguintes frequências: Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    : cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, diarreia, náuseas (enjoos), vômitos, aumento de algumas substâncias do fígado no sangue (alanina aminotransferase, aspartato aminotransferase, fosfatase alcalina) e rash cutâneo
    (vermelhidão da pele). Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, sonolência, convulsões, tontura, parestesia (dormência e formigamento), alteração do sabor, vertigem
    (tontura), dispepsia (má digestão), flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), boca seca, colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares), aumento da bilirrubina (substância produzida pelo fígado), prurido (coceira), urticária (alergia da pele), aumento da sudorese (transpiração), erupção medicamentosa (aparecimento de lesões na pele devido ao uso do medicamento), mialgia (dor muscular), fadiga (cansaço), mal-estar, astenia (fraqueza) e febre. Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agranulocitose (desaparecimento da célula de defesa granulócito), leucopenia (redução de células de defesa – leucócitos – no sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), anafilaxia (reação alérgica grave), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), hipertrigliceridemia (aumento da quantidade de triglicérides – um tipo de gordura –no sangue), hipercolesterolemia (colesterol alto), hipocalemia (redução da quantidade de potássio no sangue), tremores,
    Torsade de Pointes, prolongamento QT (alterações do ritmo do coração), toxicidade hepática (do fígado), incluindo casos raros de fatalidades, insuficiência hepática (falência da função do fígado), necrose hepatocelular (morte de células do fígado), hepatite (inflamação do fígado), danos hepatocelulares (lesões das células do fígado), necrólise epidérmica tóxica (destruição e morte de células da pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), pustulose exantematosa generalizada aguda (aparecimento de lesões vermelhas e cheias de pús na pele), dermatite esfoliativa (descamação da pele), edema facial (inchaço no rosto), alopecia (perda de
    cabelo). Reações com frequências não conhecidas (não podem ser estimadas a partir de dados disponíveis): reação ao medicamento com eosinofilia (aumento do número de eosinófilos, que são células sanguíneas de defesa a
    infecções) e sintomas sistêmicos (de vários órgãos e/ou tecidos) (DRESS). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    O uso de doses muito altas de Zoltec® pode causar alucinações e comportamento paranoide (sensação de
    perseguição). Quando ocorrer uso de quantidade excessiva de Zoltec® procure rapidamente socorro médico. O tratamento sintomático poderá ser adotado, com medidas de suporte , diurese forçada e hemodiálise se necessário.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais

    MS– 1.2110.0424
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904- São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado por: Baxter Hospitalar Ltda.
    São Paulo – SP
    OU Fabricado por: Baxter Hospitalar Ltda.
    São Paulo – SP
    Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501,km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi– SP
    Indústria Brasileira
    Sistema Viaflex –
    Marca Registrada de Baxter International Inc.

    USO RESTRITO A HOSPITAIS. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    Tags: , , , , , , , , , ,

  •  

     

     

     Besilato de Anlodipino

    Medicamento genérico – Lei nº 9.787, de 1999

     Identificação do Medicamento 

    Nome genérico: besilato de anlodipino

     Apresentações:

    besilato de anlodipino 5 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    besilato de anlodipino 10 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido de besilato de anlodipino 5 mg ou 10 mg contém besilato de anlodipino equivalente a 5 mg ou
    10 mg de anlodipino base, respectivamente. Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico anidro, amidoglicolato de sódio e estearato de magnésio.

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado?

    O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão
    (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de
    sangue no coração). O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

     Como este medicamento funciona? 

    O besilato de anlodipino interfere no movimento do cálcio para dentro das células cardíacas e da musculatura dos
    vasos sanguíneos. Como resultado dessa ação, o anlodipino relaxa os vasos sanguíneos que irrigam o coração e o
    resto do corpo, aumentando a quantidade de sangue e oxigênio para o coração, reduzindo a sua carga de trabalho
    e, por relaxar os vasos sanguíneos, permite que o sangue passe através deles mais facilmente.
    A pressão arterial alta impõe ao coração e às artérias (vasos sanguíneos) uma sobrecarga de trabalho que, em
    longo prazo, faz com que o coração e as artérias não funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos
    vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, resultando em acidentes cérebro-vasculares (derrames),
    insuficiência cardíaca e renal (alteração na função do coração e dos rins). Pressão alta também pode aumentar o
    risco de infarto (ataque cardíaco). Se a pressão arterial for controlada, esses problemas podem não ocorrer ou
    pode haver menor possibilidade de que ocorram.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Não use besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que
    pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula. * O besilato de anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de
    origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado
    com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema
    pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões). Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas: é improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. Uso Durante a Gravidez e Amamentação: a segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.
    Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou
    cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.
    O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a
    eliminação de urina), alfa-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da
    angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual) (medicamentos
    para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são
    derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).
    Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou
    indometacina às proteínas sanguíneas. A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina. A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendado uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina. A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela. Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino. Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado. Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimus, temsirolimus e everolimus são substratos da CYP3A. O Norvasc® é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o Norvasc® pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR . A interação com exames laboratoriais é desconhecida. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e
    umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto:
    besilato de anlodipino 5 mg: comprimido branco, arredondado, gravado “NVC5” de um lado e “Pfizer” do outro.
    besilato de anlodipino 10 mg: comprimido branco, em formato de esmeralda, gravado “NVC10” de um lado e
    “Pfizer” do outro.

     Como devo usar este medicamento? 

    O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem
    alimentos. No tratamento da hipertensão e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino é de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu médico para a dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente. Seu médico provavelmente não fará ajuste de dose de besilato de anlodipino na administração concomitante com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), beta-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), porque não há interferência desses medicamentos na ação de besilato de anlodipino. Uso em Pacientes Idosos: não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orientações dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos. Uso em Crianças: a eficácia e a segurança de besilato de anlodipino não foram estabelecidas em crianças. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática: a administração de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?). Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino não é dialisável. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você se esqueça de tomar besilato de anlodipino no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que
    lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a
    próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     
    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    O besilato de anlodipino é bem tolerado. Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina,
    os efeitos colaterais mais comumente observados foram: Distúrbios do Sistema nervoso: dores de cabeça, tontura, sonolência. Distúrbios Cardíacos: palpitações. Distúrbios Vasculares: rubor (vermelhidão). Distúrbios Gastrintestinais: dor abdominal, náusea (enjoo). Distúrbios gerais e condições do local de administração: edema (inchaço), fadiga (cansaço). Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino. Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem: Distúrbios do Sistema Sanguíneo e Linfático: leucopenia (redução de células de defesa no sangue),
    trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas). Distúrbios do Metabolismo e Nutrição: hiperglicemia (aumento de glicose no sangue). Distúrbios Psiquiátricos: insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado. Distúrbios do Sistema Nervoso: hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.
    Distúrbios Visuais: deficiência visual. Distúrbios do Ouvido e Labirinto: tinido (zumbido no ouvido).
    Distúrbios Vasculares: hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).
    Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinal: tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa
    nasal). Distúrbios Gastrintestinais: mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo
    gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.
    Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo: alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de
    sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele,
    urticária (alergia da pele). Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular). Distúrbios Renais e Urinários: poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite). Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas: ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência). Distúrbios gerais e condições do local de administração: astenia (fraqueza), mal estar, dor. Investigações: aumento/redução de peso. Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço
    das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas
    vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo). Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino. O besilato de anlodipino assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados: infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Se você tomar uma dose excessiva de besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica
    (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa
    vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo
    choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado
    imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial
    que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do
    estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular,
    incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção
    para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor
    (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial,
    desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a
    administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma
    vez que besilato de anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0238
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27.071
    Registrado e Fabricado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , , , , , ,

  • revatio-e-indicado-para-o-tratamento-da-hipertensao-arterial-pulmonar

     

     

     

     

     

     

     

     

    Revatio®

    citrato de sildenafila

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Revatio®
    Nome genérico: citrato de sildenafila

    Apresentação:

    Revatio® 20 mg em embalagens contendo 90 comprimidos revestidos.
    Via de Administração: Uso Oral ,Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Revatio® contém citrato de sildenafila equivalente a 20 mg de sildenafila base.
    Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico ( anidro ), croscarmelose sódica, estearato de magnésio, Opadry® branco (hipromelose, lactose monoidratada, triacetato de glicerol e dióxido de titânio),
    Opadry® transparente (hipromelose e triacetato de glicerol).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Revatio® (citrato de sildenafila) é indicado para o tratamento da hipertensão arterial pulmonar (elevação da pressão arterial nas artérias dos pulmões). Revatio® demonstrou melhorar a capacidade para realização de exercícios, retardar a piora clínica e reduzir a pressão arterial pulmonar média.

    Como este medicamento funciona?

    Revatio® pertence a um grupo de medicamentos denominado inibidores da fotodesintegração tipo 5 (tipo de enzima) e é utilizado no tratamento da hipertensão arterial pulmonar (elevação da pressão arterial nas artérias dos pulmões).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Revatio® é contraindicado caso você apresente hipersensibilidade (reação alérgica) à sildenafila ou a qualquer componente da fórmula. Não utilize Revatio® se você estiver tomando medicamentos contendo qualquer tipo de nitrato (classe de medicamento utilizado para dilatar as artérias do coração) ou doadores de óxido nítrico, como o nitrato de amila. Estes medicamentos são frequentemente administrados para alívio da angina do peito (ou “dor no peito de origem cardíaca”). A coadministração de inibidores da PDE5, incluindo Revatio®, com estimuladores da guanilato ciclase, tais como riociguat e, está contraindicada, uma vez que pode potencialmente levar a hipotensão sintomática. Informe ao seu médico se estiver tomando qualquer um destes medicamentos. Se não tiver certeza, pergunte a seu médico.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Você deve saber que Revatio® apresenta propriedades vasodilatadoras, resultando em reduções leves e transitórias da pressão arterial. Verifique com o seu médico se você apresenta alguma condição que poderia ser afetada de forma adversa por efeitos vasodilatadores. Foram relatados eventos cardiovasculares graves pós -comercialização, incluindo infarto (morte celular), morte cardíaca repentina, arritmia (alteração do ritmo) cardíaca, hemorragia cerebral e ataque isquêmico transitório cerebral ( defeito neurológico causado por uma diminuição do suprimento sanguíneo em algum local do cérebro ) de curta duração, que ocorreram durante o uso de sildenafila para tratamento de problemas de ereção. Não é possível determinar se esses eventos estão relacionados diretamente ao uso de sildenafila, a atividade sexual, a pacientes que tenham doença cardiovascular anteriormente ao tratamento com a sildenafila, a combinação desses fatores ou a outros fatores. Existem raros relatos pós -comercialização de  diminuição ou perda da visão e da audição. Seu médico deve discutir com você sobre o aumento do risco de desenvolver tais sintomas caso você já os tenha apresentado anteriormente. Consulte imediatamente seu médico caso você note perda repentina da visão ou da audição. A administração concomitante com alfa-bloqueadores (medicamento para tratamento de pressão alta e aumento da próstata) pode resultar em hipotensão (pressão baixa). O seu médico deve orientá-lo em caso de sintomas de hipotensão postural. Não se recomenda a utilização de Revatio
    ® caso você apresente doença pulmonar venoclusiva (uma causa rara de hipertensão pulmonar decorrente de alterações das veias dos pulmões). O uso do Revatio® não é recomendado para pacientes com insuficiência hepática (do fígado) grave, hipotensão (pressão baixa – pressão arterial < 90/50 mmHg), história recente de acidente vascular cerebral (derrame cerebral) ou infarto do miocárdio e distúrbios da retina degenerativos hereditários, como retinite pigmentosa (doença degenerativa do olho caracterizada por atrofia e alterações pigmentares na retina). Informe ao seu médico caso apresente distúrbios hemorrágicos (sangramentos) ou úlcera péptica ativa (ferida no estômago ou porção inicial do intestino), pois não existem informações de segurança sobre a administração do Revatio® a estes pacientes. O Revatio® deve ser utilizado com cautela em pacientes com deformação anatômica do pênis (como angulação, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie) ou em pacientes que apresentam condições que podem predispô-los a priapismo (ereção anormal, persistente e geralmente dolorosa decorrente de processo patológico como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia). Nestes casos, somente seu médico deverá decidir sobre o tratamento com Revatio®. Ereções prolongadas e priapismo (ereção anormal, persistente e geralmente dolorosa) foram reportados com o uso de Revatio® na experiência pós-comercialização. Em um caso de ereção que persistir por mais de 4 horas, você deve procurar assistência médica imediatamente. Foi observado um aumento na incidência de epistaxe (sangramento nasal) em pacientes com hipertensão arterial pulmonar decorrente de doença do tecido conjuntivo. Foi observada uma incidência maior de epistaxe em pacientes que receberam antagonistas da vitamina K (anticoagulantes orais como a varfarina, femprocumona ou acenocumarol). Revatio® potencializa o efeito hipotensor (redutor da pressão arterial) dos nitratos (classe de medicamento utilizado para dilatar as artérias do coração) (vide item 3. Quando não devo usar este medicamento?). A administração concomitante do Revatio® com ritonavir não é recomendada. Os profissionais de saúde devem usar seu julgamento médico para avaliar a resposta clínica quando Revatio® é coadministrado com bosentana na Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) (elevação da pressão arterial nas artérias dos pulmões) primária. O uso combinado de Revatio® e bosentana em pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) (elevação da pressão arterial nas artérias dos pulmões) associada com doença do tecido conjuntivo (DTC) (doenças dos tecidos do organismo que são responsáveis por ligar, nutrir, proteger e sustentar outros tecidos) não é recomendado. Não tome Revatio® se estiver em terapia com cetoconazol ou itraconazol para tratamento de infecções fúngicas e/ou ritonavir para tratamento de HIV. Informe seu médico se estiver recebendo alfa-bloqueadores para tratamento de pressão alta ou problemas da próstata, cimetidina ou nicorandil. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Deve-se ter cautela quando Revatio® é administrado à lactante. Como tonturas e visão alterada foram relatados nos ensaios clínicos com Revatio®, os pacientes devem estar cientes de como eles podem ser afetados por Revatio® antes de dirigir ou operar máquinas . O efeito de Revatio® na habilidade de dirigir e operar máquinas ainda não foi estudado. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião–dentista. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Revatio® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimidos revestidos, biconvexos, redondos, brancos a esbranquiçados, com impressão em baixo relevo, em um dos lados com “RVT 20” e do outro lado Pfizer.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar Revatio® por via oral, com ou sem alimentos. Uso em Adultos: a dose recomendada é de 20 mg 3 vezes ao dia. Os comprimidos devem ser tomados por via oral a cada 6 a 8 horas aproximadamente, com ou sem alimentos. Somente seu médico poderá determinar a dose de Revatio®. Uso em Pacientes Idosos: não são necessários ajustes de dose em pacientes idosos. Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: não são necessários ajustes de dose em pacientes com insuficiência renal, incluindo insuficiência renal grave. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática: não são necessários ajustes de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a  moderada. Revatio® não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática grave. Uso em pacientes utilizando outros medicamentos: podem ser necessários ajustes de dose para a administração concomitante de Revatio® com eritromicina, saquinavir, claritromicina, telitromicina e nefazodona. A administração concomitante de medicamentos como cetoconazol, itraconazol, ritonavir com Revatio® não é recomendada. Não existem dados para apoiar o aumento da dose de Revatio® em combinação com bosentana (outro medicamento para tratamento da hipertensão pulmonar). Podem ser necessários ajustes de dose do Revatio® ao se administrar junto com  medicamentos como cetoconazol, itraconazol e ritonavir, entre outros. Embora não exista um prazo determinado para o tratamento com Revatio®, devido a sua indicação, ele costuma ser utilizado por períodos prolongados. Siga as orientações de seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Revatio® no horário estabelecido pelo seu médico, tome -o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), rubor (vermelhidão), diarreia, dispepsia (má digestão), dor nas extremidades. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): gripe, insônia (dificuldade para dormir) , distúrbios visuais, visão turva, epistaxe (sangramento nasal), tosse, congestão nasal, mialgia (dor muscular), dor nas costas, pirexia (febre). Experiência comercialização. Distúrbios do sistema reprodutivo: priapismo, aumento de ereção. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em casos de superdose devem ser adotadas medidas de suporte padrões, conforme necessário. Nestes casos, procure imediatamente um médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS- 1.0216.0193
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    Indústria Brasileira.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , ,

  •  

     

     

     

     

    nactali-é-usado-para-evitar-gravidez

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Nactali

    desogestrel

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos contendo 75 mcg de desogestrel. Embalagens com 28 ou 84 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém 75 mcg de desogestrel. Excipientes: lactose monoidratada, amido, povidona, ácido esteárico, racealfatocoferol, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    *Leia cuidadosamente esta bula antes de iniciar o tratamento com esse medicamento.
    *Guarde esta bula. Você pode precisar ler as informações novamente em outra ocasião.
    *Esta bula fornecerá informações sobre os benefícios e riscos do Nactali. Ela também a orientará sobre como você deve tomar Nactali corretamente e quando deve informar ao seu médico sobre condições relacionadas com sua saúde. Se tiver alguma dúvida, peça auxílio ao seu médico ou farmacêutico.
    *Esse medicamento foi receitado para você e não deve ser fornecido a outras pessoas, pois pode ser prejudicial a elas, mesmo que os sintomas que elas apresentem sejam iguais aos seus.
    *Se algum dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você apresentar algum efeito colateral que não esteja mencionado nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

    Para que este medicamento é indicado?

    Nactali é usado para evitar a gravidez.

    Como este medicamento funciona?

    Nactali contém uma pequena quantidade de um tipo de hormônio sexual feminino, o progestagênio desogestrel. Por esse motivo, Nactali é chamado de pílula com progestagênio isolado, ou minipílula. Diferentemente das pílulas combinadas, as minipílulas não contêm um hormônio estrogênio associado ao progestagênio. A maioria das minipílulas, age principalmente impedindo a entrada das células do esperma no útero, mas nem sempre impedem a maturação do óvulo, que é a ação principal das pílulas combinadas. Nactali é diferente das outras minipílulas porque apresenta uma dose que, na maioria dos casos, é alta o suficiente para impedir a maturação dos óvulos. Consequentemente, Nactali proporciona eficácia contraceptiva elevada. Ao contrário das pílulas combinadas, Nactali pode ser utilizado por mulheres que não toleram os estrogênios ou que estejam amamentando. Uma desvantagem é que pode ocorrer sangramento vaginal com intervalos irregulares durante o uso de Nactali, assim como pode não ocorrer nenhum sangramento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres: com alergia a qualquer ingrediente da fórmula. com trombose, que é a formação de um coágulo em um vaso sanguíneo [por exemplo, das pernas (trombose venosa profunda) ou dos pulmões (embolia pulmonar)]. que já teve icterícia (cor amarela da pele) ou doença grave no fígado
    e se a função do fígado ainda não tiver normalizado. que tem ou suspeita que tem um câncer sensível aos esteroides sexuais, tais como determinados tipos de câncer de mama. com qualquer sangramento vaginal de origem desconhecida Se você apresentar qualquer uma dessas condições, informe ao seu médico antes de iniciar o uso de Nactali. Ele poderá lhe aconselhar a utilizar um método não hormonal para o planejamento familiar. Se qualquer uma dessas condições aparecer pela primeira vez enquanto estiver tomando Nactali, consulte seu médico imediatamente. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou que suspeitam que possam estar grávidas.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Nactali, como todos os anticoncepcionais hormonais, não protege contra infecções por HIV (AIDS) ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. Informe ao seu médico, antes de iniciar o uso de Nactali se você: já teve câncer de mama; tem câncer no fígado, uma vez que um possível efeito de Nactali não pode ser excluído; já teve formação de coágulo em um vaso sanguíneo (trombose); tem diabetes; sofre de epilepsia (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem tuberculose (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem pressão sanguínea alta; tem ou teve cloasma (manchas marrom-amareladas na pele, particularmente no rosto); neste caso, evite muita exposição ao sol ou raios ultravioleta. Se Nactali for utilizado na presença de uma dessas condições, seu médico deverá observá-la cuidadosamente e poderá lhe explicar o que fazer.

    Redução da massa óssea:

    Os estrogênios são importantes para manter a estrutura de seus ossos. Durante o uso de Nactali, a concentração do estrogênio natural estradiol no seu sangue é comparável à observada na primeira metade do ciclo natural, mas é diminuída em comparação com a segunda metade do seu ciclo. Não se sabe se isso afeta ou não a estrutura de seus ossos.

    Câncer de mama:

    Examine regularmente suas mamas e consulte o seu médico assim que possível, se você sentir qualquer caroço (nódulo) nas suas mamas. O câncer de mama tem sido encontrado um pouco mais frequentemente em mulheres que tomaram pílulas do que naquelas da mesma idade que não as tomaram. Quando a mulher para de tomar a pílula, o risco diminui gradativamente, de modo que 10 anos depois de interromper o tratamento com pílulas, o risco é o mesmo que aquele apresentado por mulheres que nunca tomaram pílulas. O câncer de mama é raro abaixo dos 40 anos de idade, mas o risco aumenta à medida que a mulher fica mais velha. Portanto, o número adicional de cânceres de mama diagnosticados é maior em mulheres que usam pílula em idade mais avançada. O tempo de tratamento com pílulas é menos importante. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas para ram de tomá-las por volta dos 20 anos de idade, haverá 1 caso adicional de câncer de mama encontrado até 10 anos depois de interrompido o tratamento, além dos 4 casos normalmente diagnosticados nesse grupo etário. Da mesma forma, a cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 30 anos, haverá 5 casos adicionais de câncer de mama além dos 44 casos normalmente diagnosticados. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 40 anos, haverá 20 casos adicionais de câncer de mama além dos 160 casos normalmente diagnosticados. Acredita-se que o risco de câncer de mama em usuárias de pílulas que contenham apenas progestagênio, como Nactali, é semelhante aquele das mulheres que usam a pílula combinada, mas a evidência é menos conclusiva. Parece que os cânceres de mama nas mulheres que tomam pílulas se espalham menos do que os encontrados nas que não as tomam. Não se sabe se a diferença no risco de câncer de mama é causada pela pílula. Pode ser que as mulheres sejam examinadas com maior frequência, de modo que o câncer de mama é descoberto mais precocemente.

    Trombose:

    Se você notar possíveis sinais de uma trombose, consulte imediatamente o seu médico (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Quando você deve consultar o seu médico?”). Trombose é a formação de um coágulo que pode bloquear um vaso sanguíneo. A trombose às vezes ocorre nas veias profundas da perna (trombose venosa profunda). Se o coágulo se rompe e se desloca da veia onde foi formado, pode atingir e bloquear as artérias dos pulmões, causando a então chamada “embolia pulmonar”. Consequentemente, podem ocorrer situações fatais. A trombose venosa profunda raramente ocorre. Ela pode se desenvolver se você estiver tomando pílulas ou não. Ela também pode ocorrer se você engravidar. O risco é maior em usuárias de pílulas do que em não usuárias. Acredita-se que o risco com pílulas contendo somente progestagênio, como é o caso de Nactali, seja mais baixo do que em mulheres que usam pílulas combinadas contendo também estrogênios.

    Sangramento vaginal:

    Durante o tratamento com Nactali, pode ocorrer sangramento vaginal em intervalos irregulares. Pode ser mínimo, não necessitando do uso de absorvente, ou maior, mais parecido a um período menstrual curto, requerendo uso de absorvente. Você pode também não apresentar nenhum sangramento. Os sangramentos irregulares não são sinais de redução da proteção contraceptiva do Nactali. Em geral, não é necessário tomar nenhuma providência; apenas continue a tomar o Nactali normalmente. Entretanto, se o sangramento for abundante ou prolongado, consulte seu médico.

    Cistos ovarianos:

    Durante o tratamento com anticoncepcionais hormonais de baixa dose, podem se desenvolver pequenas bolsas contendo líquido nos ovários, chamados de cistos ovarianos. Geralmente, eles desaparecem espontaneamente. Algumas vezes, eles causam dores abdominais leves. Apenas raramente, podem causar problemas mais graves.

    Exames médicos periódicos:

    Enquanto estiver usando Nactali, seu médico solicitará seu retorno regularmente às consultas. Em geral, a frequência e o tipo de avaliação clínica dependerão de sua condição clínica individual. Consulte seu médico imediatamente se você: sentir dor intensa ou inchaço nas pernas, dores inexplicáveis no peito, dificuldade para respirar, tiver tosse anormal, especialmente se expelir sangue (possivelmente indicando uma trombose); tiver dor intensa e repentina de estômago ou ficar com aspecto de que tem icterícia (coloração amarela da pele, possivelmente indicando problemas no fígado); sentir nódulos nas suas mamas (possivelmente indicando câncer de mama); tiver dor intensa ou repentina no abdome ou na área do estômago (possivelmente indicando uma gravidez ectópica, que é uma gravidez fora do útero); precisar ser imobilizada, ou se for submetida a cirurgia (avise o seu médico com pelo menos quatro semanas de antecedência); tiver sangramento vaginal anormal, intenso; suspeitar que está grávida.

    Quando você deve consultar o seu médico?

    Lactação:

    Nactali pode ser utilizado durante a amamentação, pois não influencia na produção ou a qualidade do leite materno. Entretanto, pequenas quantidades da substância ativa de Nactali passam para o leite. A saúde de crianças amamentadas durante 7 meses por mães que tomaram desogestrel foi avaliada até os 2,5 anos de idade. Não foram observados efeitos sobre o crescimento e desenvolvimento dessas crianças. Se estiver amamentando e desejar tomar desogestrel, consulte o seu médico. Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas: não há indicações de qualquer efeito do uso de Nactali sobre o estado de alerta e concentração. Informação importante sobre alguns ingredientes de Nactali: contém lactose (açúcar do leite). Se você sabe que tem intolerância a alguns açúcares, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com Nactali.

    Pacientes idosas:

    Nactali é medicamento de uso exclusivo em pacientes em idade gestacional. Não se destina a uso em pacientes com idade = 60 anos. Ingestão concomitante com outras substâncias: informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento ou produtos fitoterápico, incluindo os medicamentos obtidos sem prescrição médica. Alguns medicamentos podem impedir que Nactali funcione adequadamente. Entre eles estão incluídos os utilizados para tratamento da: epilepsia (por ex., primidona, fenitoína, carbamazepina, oxcarbazepina, felbamato e fenobarbital); tuberculose (por ex., rifampicina, rifabutina); infecções por HIV (por ex., ritonavir) ou outras doenças infecciosas (por ex., griseofulvina); mal estar gástrico (carvão medicinal); depressão (à base da planta Erva de São João – Hypericum perforatum ou St. John’s wort). O seu médico pode lhe dizer se é necessário que adote precauções anticoncepcionais adicionais e, em caso afirmativo, por quanto tempo. Nactali também pode interferir no funcionamento de determinados medicamentos, ocasionando um aumento (por ex., medicamentos contendo ciclosporina) ou diminuição do efeito. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30°C), protegido da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos são revestidos, circulares, biconvexo, lisos e de cor branca. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Cada cartela de Nactali contém 28 comprimidos. Se você olhar a parte de trás de sua cartela, verá que os dias da semana estão impressos na cartela. Cada dia corresponde a um comprimido. A cada nova cartela de Nactali, inicie pelo comprimido da 1ª linha (linha de cima) marcado com o dia da semana correspondente. Não comece a tomar por um comprimido qualquer. Por exemplo, se você iniciar sua nova cartela em uma quarta-feira, você deve tomar o comprimido da primeira fileira marcado na parte de trás da cartela com “QUA”. Continue a tomar um comprimido por dia até terminar a cartela, sempre seguindo a direção indicada pelas setas. Assim, você pode verificar facilmente se tomou o comprimido do dia olhando a parte de trás de sua cartela. Tome o seu comprimido diariamente, aproximadamente no mesmo horário. Engula seu comprimido inteiro, com o auxílio de um copo de água. Pode ocorrer algum sangramento durante o uso do Nactali, mas você deve continuar a tomar os seus comprimidos normalmente. Quando terminar uma cartela, deve ser iniciada uma nova cartela de Nactali no dia seguinte – sem interrupção e sem esperar a menstruação. Começando a tomar sua primeira cartela de Nactali. Se não tiver utilizado nenhum anticoncepcional hormonal no último mês: espere pelo início de sua menstruação. No 1° dia de sua menstruação, tome o 1° comprimido de Nactali. Você não precisa tomar precauções anticonceptivas adicionais. Você também poderá iniciar entre o 2° e o 5° dia de sua menstruação, mas, neste caso, certifique-se de usar um método anticonceptivo adicional (método de barreira durante os primeiros 7 dias de tratamento). Se você tomou uma pílula combinada, ou usou um anel vaginal ou um adesivo na pele: você pode começar a tomar Nactali no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido de sua cartela, ou no dia da retirada do seu anel vaginal ou do adesivo (ou seja, sem fazer nenhum intervalo). Caso a cartela de pílulas atual contenha comprimidos inativos, você pode começar
    a tomar Nactali no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido ativo ( caso você não tenha certeza sobre qual é este comprimido, pergunte ao seu médico ou farmacêutico). Seguindo essas instruções, não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Você também pode iniciar no mais tardar no intervalo sem o uso do comprimido, anel ou adesivo, ou no intervalo do placebo do seu método anticonceptivo atual. Se você usar esse método, certifique-se de usar durante o primeiro ciclo, um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Se você tomou outra pílula à base de progestagênio isolado (minipílula): você pode parar de tomar a minipílula em qualquer dia e começar a tomar Nactali imediatamente. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Se você utilizou um método anticonceptivo injetável, implante ou um dispositivo intrauterino que libera progestagênio–DIU: comece a tomar Nactali no dia em que deveria tomar a próxima injeção ou no dia em que remover o implante ou o DIU. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Após o parto: você pode iniciar Nactali entre o 21º e o 28º dia após o parto. Se iniciar mais tarde, certifique-se de usar no primeiro ciclo um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Entretanto, se já teve uma relação sexual, deve ser afastada a possibilidade de você estar grávida antes de iniciar o uso do Nactali. Informações adicionais sobre mulheres que estão amamentando encontram-se em outro item desta bula (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Lactação”) . Você pode, também, obter informações com seu médico.

    Após um aborto:

    Seu médico vai orientá-la sobre o assunto. Se você tiver distúrbios gastrintestinais (por ex., vômitos ou diarreia grave): siga as instruções para comprimidos esquecidos (veja item “7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Se vomitar ou usar carvão ativado dentro de 3-4 horas após ter tomado o seu comprimido de Nactali, ou se tiver diarreia grave, o componente ativo pode não ter sido absorvido completamente.

    Interrupção de tratamento:

    Você pode parar de tomar Nactali a qualquer momento. A partir do dia em que parar de tomar os comprimidos, você não mais estará protegida contra a gravidez. Se tiver qualquer outra dúvida sobre o uso desse produto, consulte o seu
    médico ou farmacêutico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se o tempo de atraso da tomada do comprimido for de até 12 horas da hora em que toma normalmente, a confiabilidade de Nactali está mantida. Tome o comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Se o tempo de atraso for maior que 12 horas, a confiabilidade de Nactali pode ter sido reduzida. Quanto mais comprimidos consecutivos forem esquecidos, maior o risco de redução da eficácia contraceptiva. Tome o último comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Use um método anticonceptivo adicional (método de barreira) também nos próximos 7 dias de tratamento. Se esquecer 1 ou mais comprimidos na primeira semana de tratamento e tiver tido relações sexuais na semana anterior ao esquecimento dos comprimidos, a possibilidade de gravidez deve ser considerada. Nesse caso consulte o seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como qualquer medicamento, Nactali pode causar reações adversas, embora nem todas as mulheres as apresentem. As reações adversas graves associadas com o uso das pílulas anticonceptivas são descritas nos itens “4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Câncer de mama e Trombose”. Leia esses itens para informações adicionais e consulte o seu médico se necessário. As reações a seguir foram relatadas por pacientes que estavam tomando desogestrel: Reações comuns (ocorrem em mais do que 1% das pacientes que utilizam este medicamento): espinhas (acne), dor nas mamas, diminuição da libido, dor de cabeça, menstruação irregular ou ausência de menstruação, alterações de humor, náuseas e aumento de peso. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): dificuldade em usar lentes de contato, queda de cabelo, infecção vaginal, menstruação dolorosa, aparecimento de cistos no ovário, cansaço e vômito Reações raras (ocorrem em menos do que 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): vermelhidão na pele, urticária, eritema nodoso (nódulos vermelho-azulados dolorosos na pele). Além desses efeitos colaterais, pode ocorrer secreção das mamas. Se alguma dessas reações adversas se tornar grave, ou se você apresentar qualquer reação adversa que não esteja mencionada nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de efeitos perigosos graves se tomar muitos comprimidos de desogestrel de uma vez. Podem ocorrer sintomas como náusea e vômito e, ainda, um leve sangramento vaginal em mulheres ou jovens. Para maiores informações consulte o médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. MS nº: 1.0033.0171
    Farmacêutica Responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF -SP nº: 25.125
    Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
    CNPJ: 61.230.314/0001-75
    Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP
    Indústria Brasileira
    www.libbs.com.br
    Venda sob prescrição médica.

    Tags: , , , , , , , , , , , ,

  • femurid-é-um-suplemento-vitaminico-e-mineral-destinado-a-prevenção-e-ao-tratamento-auxiliar-da-desmineralização-ossea-pre-e-pos-menopausaFemurid®

    carbonato de cálcio
    colecalciferol (vit. D)

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos com carbonato de cálcio 1.250 mg (correspondente a 500 mg de cálcio elementar) e colecalciferol 210 U.I. Frasco na apresentação de 60 comprimidos revestidos e embalagens hospitalares com 10, 25 e 50 frascos com 60 comprimidos revestidos cada. Uso Oral,Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: carbonato de cálcio (correspondente a 500 mg de cálcio elementar) ………………………. 1.250 MG colecalciferol (vitamina D) ………………………………………………………………………………… 210 U.I. Excipientes: crospovidona, povidona, butilidroxitolueno, edetato de sódio, ácido tânico, amido pré-gelatinizado, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool etílico, advantia preferred HS, dióxido de titânio e água de osmose reversa.

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento é indicado? 

    FEMURID® é um suplemento vitamínico e mineral destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausal.

    Como este medicamento funciona? 

    FEMURID® é um suplemento vitamínico e mineral que se destina à reposição de cálcio e vitamina D (que ajuda na absorção do cálcio) no caso de deficiência dos mesmos.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Você não deve usar FEMURID® caso tenha alergia aos componentes da fórmula, aumento dos níveis de cálcio no sangue, problemas graves nos rins, sarcoidose (doença inflamatória que pode acometer órgãos como os pulmões, fígado e gânglios linfáticos) e eliminação excessiva de cálcio na urina. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com problemas renais graves.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Se você tiver algum dos seguintes problemas de saúde, você deverá utilizar este medicamento sob supervisão médica: hipercalciúria leve (eliminação leve de cálcio pela urina), bem como insuficiência renal (problemas nos rins) crônica, ou quando há propensão à formação de cálculos renais. Informe seu médico para que ele realize o controle da eliminação urinária de cálcio e, se necessário, reduza a dose ou interrompa o tratamento. Você pode ter a absorção de cálcio reduzida caso tenha níveis baixos ou não tenha ácido clorídrico no estômago. Nestes casos, tome Femurid® durante as refeições.

    Gravidez e Amamentação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término ou se está amamentando. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando somente devem consumir este produto sob orientação do nutricionista ou médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
    do cirurgião-dentista.

    Populações especiais:

    O uso prolongado de cálcio em idosos pode provocar prisão de ventre. A vitamina D não deve ser administrada em pacientes com altos níveis de cálcio no sangue e deve ser administrada com cautela em crianças (devido à maior sensibilidade aos seus efeitos), em pacientes com insuficiência dos rins ou cálculos, ou em pacientes com doença cardíaca, que apresentam maior risco de dano ao órgão caso ocorra aumento dos níveis sanguíneos de cálcio. As concentrações de fosfato no sangue devem ser controladas durante o tratamento com vitamina D, para reduzir o risco de calcificação em outras áreas. Seu médico poderá realizar o controle regular da concentração de cálcio em pacientes recebendo vitamina D, especialmente no início do tratamento e caso surjam sintomas sugestivos de toxicidade.

    Interações medicamentosas:

    A administração simultânea com medicamentos que contenham ferro, etidronato, fenitoína ou tetraciclinas deve ser evitada, pois a absorção dos mesmos é prejudicada. Nestes casos, os medicamentos devem ser ingeridos obedecendo-se um intervalo de tempo de pelo menos 2-3 horas. Em pacientes que utilizam digitálicos, altas doses de cálcio podem aumentar o risco de alterações do ritmo cardíaco. Diuréticos tiazídicos aumentam o risco de elevar os níveis de cálcio no sangue se administrados juntamente com a vitamina D e cálcio. Nestes casos, aconselha-se o controle das concentrações de cálcio no sangue. Informe seu médico. Alguns antiepilépticos (ex: carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e primidona) podem aumentar a necessidade de vitamina D.

    Medicamento-substâncias químicas:

    O consumo excessivo de álcool, cafeína ou tabaco pode reduzir a quantidade de cálcio absorvida.

    Medicamento-exames laboratoriais:

    Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de FEMURID® em exames laboratoriais.

    Medicamento-alimento:

    A absorção intestinal de cálcio pode ser diminuída pela ingestão simultânea de certos alimentos, tais como espinafre, ruibarbo, farelo de trigo e outros cereais. O uso excessivo e prolongado de suplementos de cálcio com leite ou derivados deve ser evitado. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, Femurid® deve ser mantido em sua embalagem original e conservado em temperatura ambiente (15 a 30o C).

    Aspecto físico:

    Os comprimidos revestidos de Femurid® são oblongos lisos, branco a bege. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral, durante as refeições ou conforme orientação médica. Risco de uso por via de administração não recomendada Não há estudos dos efeitos de FEMURID® administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

    Posologia:

    Tomar 3 comprimidos de Femurid® ao dia, durante as refeições ou conforme recomendação médica. Doses maiores devem ser ingeridas de acordo com a prescrição do seu médico. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso se esqueça de tomar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). O uso prolongado de cálcio em idosos pode provocar prisão de ventre. A ingestão excessiva de vitamina D pode causar o aumento dos níveis de cálcio no sangue e seus efeitos associados, incluindo maior excreção de cálcio pela urina, calcificação em outras áreas e dano cardiovascular e nos rins. É conhecido que a suplementação da dieta com vitamina D pode ser prejudicial para pessoas que já recebem ingestão adequada por meio da própria dieta alimentar e da exposição à luz solar, visto que a diferença entre as concentrações terapêutica e tóxica é relativamente pequena. Em casos raros, podem ocorrer distúrbios gastrintestinais leves. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Os sintomas que aparecem quando alguém usa uma quantidade maior do que a indicada de Femurid® são: reações gastrintestinais (somente em pacientes que recebem altas doses de vitamina D), sinais e sintomas da elevação de cálcio no sangue, ou seja, diminuição do apetite, enjoo, vômito, prisão de ventre, dor abdominal, fraqueza muscular, aumento na freqüência das micções, sede, sonolência e confusão; em casos severos, coma ou alterações do ritmo cardíaco. Caso você use uma quantidade maior do que a indicada de Femurid® interrompa o tratamento; no aumento severo dos níveis de cálcio no sangue, instituir infusão de solução de cloreto de sódio, forçar a micção e administrar fosfato oral. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
    médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. 1.0385.0101
    Farm. Resp.: Alexandre Madeira de Oliveira – CRF/SC no 3684
    LABORATÓRIO FARMACÊUTICO ELOFAR LTDA.
    Rua Tereza Cristina, 67 – Florianópolis – Santa Catarina – CEP 88070-790
    CNPJ: 83.874.628/0001-43 – INDÚSTRIA BRASILEIRA
    S.A.C. 0800-600-1344 – sac@elofar.com.br – www.elofar.com.br
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

    Tags: , , , , , , , , ,

  • elani-28-e-destinado-a-contracepção-em-regime-continuo

    Elani® 28

    drospirenona + etinilestradiol

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos com 3 mg de drospirenona e 0,03 mg de etinilestradiol. Embalagens contendo 1 cartela ou 3 cartelas com 28 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém 3 mg de drospirenona e 0,03 mg de etinilestradiol. Excipientes: lactose, povidona, amido, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, corante vermelho Ponceau e corante amarelo crepúsculo.

    Informações ao Paciente:

    Os contraceptivos orais,também conhecidos como anticoncepcionais são utilizados para evitar a gravidez. Estes contraceptivos são mais efetivos (produzem um efeito melhor) que outros métodos contraceptivos não cirúrgicos. Quando utilizados corretamente, sem que nenhum comprimido seja esquecido, a chance de ocorrer gravidez é menor que 1,0% (uma gestação a cada 100 mulheres por ano de uso). O índice de falha durante o uso típico,incluindo mulheres que não seguiram corretamente as instruções de uso, é de cerca de 5,0% por ano. A chance de ocorrer gravidez aumenta a cada comprimido esquecido por você durante um ciclo menstrual.

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado à contracepção em regime contínuo.

    Como este medicamento funciona?

    Elani®28 contém dois hormônios femininos,a drospirenona (progestagênio) e o etinilestradiol (estrogênio) em pequenas concentrações, razão pela qual é considerado um contraceptivo combinado de baixa dose. Previne a gravidez por meio de diversos mecanismos, sendo que os mais importantes são a inibição da ovulação e a alteração no muco cervical (colo uterino). Também reduz a duração e a intensidade do sangramento , diminuindo o risco de anemia por deficiência de ferro. A cólica menstrual também pode se tornar menos intensa ou desaparecer completamente.Há evidências de que contraceptivos contendo doses de 0,05 mg de etinilestradiol demonstraram benefícios não contraceptivos como a diminuição de cistos nos ovários,menor frequência de gravidez fora do útero e de doenças benignas das mamas, assim como diminuição da incidência de câncer no ovário e no endométrio (tecido de revestimento do útero). Pode ser que esses resultados também se apliquem para os contraceptivos orais de baixa dose hormonal. A drospirenona, um dos hormônios deste medicamento possui propriedades especiais que produzem efeitos benéficos extraconceptivos como a prevenção do ganho de peso e outros sintomas relacionados à retenção de líquidos (como o aumento do volume abdominal e inchaço). Sua atividade antiandrogênica auxilia também na redução da acne (espinhas) e do excesso de oleosidade da pele e dos cabelos. Existem evidências de que a formulação contraceptiva com drospirenona utilizada em regime contínuo melhora o bem-estar e a qualidade de vida das usuárias; apresentando efeitos favoráveis sobre os sintomas físicos como alteração do humor, cefaleia, dismenorreia (cólicas), inchaço e sensibilidade nas mamas quando comparada ao uso em regime cíclico (com pausa entre as cartelas). Estudos com a associação contraceptiva contendo drospirenona em regime contínuo mostraram aumento da taxa de amenorreia (ausência ou parada anormal da menstruação) com o prolongamento do uso e alto grau de satisfação das usuárias com este regime contraceptivo.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar contraceptivo oral combinado nas condições a seguir; caso você apresente qualquer uma destas condições, informe seu médico, ele poderá receitar para você outro contraceptivo oral ou outro método contraceptivo (não hormonal):-História atual ou anterior de problemas circulatórios, especialmente os relacionados com a trombose (coágulo no sangue). A trombose pode ocorrer nos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa profunda), nos pulmões (embolia pulmonar), no coração (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo (vide item“O que devo saber antes de usar este medicamento”. – História atual ou anterior de derrame cerebral, causado por um coágulo de sangue ou por um rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro. – História atual ou anterior de sinais indicativos de ataque cardíaco (como angina ou dor no peito) ou de um derrame. – História de enxaqueca acompanhada, por exemplo,de sintomas visuais,dificuldades para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo. – Diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos – História atual ou anterior de inflamação do pâncreas, associada com níveis altos de triglicérides (um tipo de gordura) no sangue. – Icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas) ou doença grave do fígado . -História atual ou anterior de câncer que pode se desenvolver por causa de hormônios sexuais (por exemplo,câncer de mama ou do endométrio).- Mau funcionamento dos rins em casos graves ou agudos. – Presença ou antecedente de tumor no fígado . – Presença de sangramento vaginal sem explicação. – Ocorrência ou suspeita de gravidez. – Reação alérgica à drospirenona, etinilestradiol ou a qualquer componente de sua formulação. Se qualquer um desses casos ocorrer pela primeira vez com você, ao mesmo tempo que estiver tomando Elani®28, pare imediatamente de tomá-lo e consulte seu médico. Neste período, você deve usar outros métodos contraceptivos não hormonais, conforme orientação médica. Este medicamento é contraindicado para uso em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Este medicamento é contraindicado durante a gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Antes de iniciar o tratamento é aconselhável uma avaliação clínica pelo seu médico, que incluirá medida de pressão arterial, exame ginecológico, das mamas e papanicolaou, se necessário. Exames complementares poderão ser solicitados a critério médico; devendo ser excluída a possibilidade de gestação. Em tratamento prolongado recomenda – se controle médico semestral. Informe ao seu médico se você apresentar dores abdominais, não habituais, que não desapareçam espontaneamente em curto espaço de tempo, pois pode ser necessário interromper o tratamento. A medicação também deverá ser suspensa em caso de cirurgias programadas (quatro semanas antes da data prevista) ou imobilização forçada,decorrente, por exemplo, de acidentes ou operações. Se houver aumento da pressão arterial durante o tratamento, é provável que o médico peça para que você pare de usá-lo. Este medicamento (como outros contraceptivos orais) é indicado para prevenção da gravidez e não protege contra infecção por vírus HIV (AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis como clamídia, herpes genital, gonorreia, hepatite B, HPV e sífilis. Nesta bula estão descritas várias situações em que se deve interromper o uso de Elani®28 ou em que pode haver diminuição de sua eficácia. Nestas situações, você deve evitar relação sexual ou utilizar métodos adicionais contraceptivos não hormonais como, por exemplo, preservativo ou outro método de barreira. Não use os métodos de ritmo (tabelinha ou Ogino – Knaus) ou da temperatura. Antes de iniciar o tratamento, converse com o seu médico sobre os riscos e os benefícios desta terapia. Você deve falar com seu médico antes de usar este medicamento, pois o uso de contraceptivo combinado requer cuidadosa supervisão médica em certas condições: – Tabagismo,diabetes,excesso de peso,pressão alta.- Alterações cardíacas,inflamação das veias,veias varicosas.-Enxaqueca,epilepsia. – Doença do fígado ou da vesícula biliar. – Doença de Crohn ou colite ulcerativa. – Lúpus eritematoso sistêmico,síndrome hemolítico – urêmica,anemia falciforme. – Aumento do nível sanguíneo de potássio ou se você usar medicamentos que podem aumentar o nível sanguíneo de potássio. – Se você ou algum familiar direto tem, ou já apresentou, níveis altos de colesterol ou triglicérides no sangue. – Se qualquer familiar direto já teve trombose, ataque cardíaco,derrame ou
    câncer de mama. – Alguma condição que tenha surgido pela primeira vez, ou piorado, durante a gravidez ou com o uso prévio de hormônios sexuais como, por exemplo, perda de audição, porfiria,herpes gestacional,coreia de Sydenham e cloasma (nesse caso, evite a exposição excessiva ao sol ou à radiação ultravioleta). Se algum destes casos ocorrer pela primeira vez, reaparecer ou agravar – se enquanto você estiver tomando o contraceptivo, fale com seu médico.

    Contraceptivos e a trombose:

    A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo que pode interromper a passagem do sangue nos vasos e sua ocorrência é rara. O risco de tromboembolismo venoso é mais elevado durante o primeiro ano em usuárias pela primeira vez de contraceptivo, podendo ocorrer tanto entre usuárias como entre não usuárias de contraceptivos orais. O risco de ocorrência de trombose é maior entre as gestantes, seguido pelas usuárias e, posteriormente, pelas não usuárias de contraceptivos orais. O risco de ocorrência de trombose venosa profunda aumenta temporariamente, no caso de cirurgia ou durante imobilização prolongada. Em usuárias de contraceptivo, esse risco pode ser ainda maior. Os coágulos sanguíneos também podem ocorrer muito raramente nos vasos sanguíneos do coração (causando ataque cardíaco) ou do cérebro (causando derrame). O risco de ocorrência de um ataque cardíaco ou derrame aumenta com a idade e também aumenta entre usuárias fumantes. Pare o consumo de cigarros durante o uso de contraceptivos orais combinados, especialmente se tem mais de 35 anos de idade.

    Contraceptivos e o câncer:

    O câncer de mama é diagnosticado com uma frequência um pouco maior entre as usuárias dos contraceptivos orais do que entre as mulheres de mesma idade que não usam este método contraceptivo. Este pequeno aumento, no número de diagnósticos de câncer de mama, desaparece gradualmente durante os dez anos seguintes à descontinuação do uso do contraceptivo oral. No entanto, não se sabe se esta diferença é causada pelo contraceptivo. Pode ser que esta diferença esteja associada à maior frequência com que as usuárias de contraceptivos orais consultam seus médicos. Em casos raros, verificaram – se tumores benignos de fígado e, mais raramente,tumores malignos de fígado nas usuárias de contraceptivos orais. Consulte imediatamente o seu médico caso você sinta dor abdominal intensa. Observou – se que o câncer do colo uterino é mais frequente entre as mulheres que utilizam os contraceptivos orais durante um longo período. Este fato pode não estar relacionado ao uso do contraceptivo, mas com o comportamento sexual e a outros fatores. Consulte regularmente seu médico para que ele possa realizar os exames clínicos gerais e ginecológicos de rotina e confirmar se você pode continuar a usar Elani®28. Consulte seu médico assim que possível se perceber qualquer alteração na própria saúde, especialmente, quando envolver qualquer um dos itens mencionados anteriormente ou na presença de nódulo na mama; se você usa outros medicamentos concomitantemente; ou na presença de sangramento vaginal fora do habitual. Você deve parar de usar este medicamento e procurar seu médico imediatamente na presença dos possíveis sintomas indicativos de trombose,infarto do miocárdio ou derrame cerebral: tosse de origem desconhecida, dor intensa no peito que se irradia para o braço esquerdo, falta de ar,dor de cabeça
    mais forte, prolongada e fora do habitual ou enxaqueca,perda parcial ou completa da visão ou visão dupla,dificuldade ou impossibilidade de falar, mudança repentina da audição, olfato ou paladar,tontura ou desmaio,fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo, dor intensa no abdômen,inchaço ou dor intensa nas pernas. Sua eficácia e segurança foram estabelecidas para mulheres em idade fértil. A eficácia e segurança esperadas são as mesmas para adolescentes pós-púberes abaixo de 16 anos e para usuárias com 16 anos ou mais. O uso deste medicamento antes da menarca (1ª menstruação) não é indicado.

    Mulheres grávidas:

    Informe seu médico quanto à ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término, tendo em vista que Elani®28 não deve ser utilizado na gravidez e durante a amamentação. O uso de alguns medicamentos pode afetar a ação dos contraceptivos orais, reduzindo a eficácia em prevenir a gravidez. – Medicamentos para o tratamento da epilepsia, por exemplo,primidona,fenitoína,barbitúricos e carbamazepina. – Medicamentos para o tratamento da tuberculose,por exemplo,rifampicina e rifabutina. – Alguns antibióticos usados no tratamento de doenças infecciosas,por exemplo,penicilinas e tetraciclinas. – oxcarbazepina, topiramato, felbamato, – Medicamentos para o tratamento da AIDS – Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (por exemplo, ritonavir); – griseofulvina (antibiótico) ; e medicamentos que contenham erva-de – são -joão. Alguns medicamentos,por exemplo, cetoconazol,eritromicina, ciclosporina, podem inibir o metabolismo de Elani®28. As pacientes que utilizam tratamento concomitante com modafinila e contraceptivos devem ser advertidas a utilizar um método contraceptivo alternativo não hormonal. Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde – o em sua embalagem original. Os compri
    midos são redondos, revestidos e de cor rósea. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar um comprimido de Elani®28 todos os dias, com auxílio de um pouco de líquido, e de preferência no mesmo horário. Os intervalos entre as tomadas não devem passar de 24 horas, para que a máxima eficácia contraceptiva seja atingida. O tratamento deve ser mantido continuamente, sem pausa entre as cartelas. Eventualmente, uma pausa programada poderá ser orientada a critério do seu médico.

    Início do uso:

    Se você não utilizou nenhum outro contraceptivo hormonal no mês anterior, inicie o tratamento no primeiro dia da menstruação. Elani®28 é eficaz a partir do primeiro dia de tratamento, se os comprimidos forem tomados corretamente. Neste caso, não é necessário utilizar método contraceptivo adicional. Na troca de outro contraceptivo oral combinado para Elani®28:você deve começar a tomada de preferência no dia seguinte ao último comprimido ativo do contraceptivo oral combinado anterior ter sido ingerido ou, no máximo, no dia seguinte ao intervalo habitual sem comprimido ou com comprimido inerte do contraceptivo oral combinado anterior Certifique-se de não ultrapassar o período de 7 (sete) dias entre o último comprimido do contraceptivo oral combinado anterior e o primeiro comprimido de Elani®28. Neste caso, não é necessário utilizar método contraceptivo adicional. Na troca de adesivo transdérmico ou anel vaginal para Elani®28: você deve começar a tomada no dia da retirada ou, no máximo, no dia previsto para a próxima aplicação. Certifique – se de não ultrapassar o período de 7 (sete) dias entre a retirada do adesivo ou anel e o primeiro comprimido de Elani®28. Neste caso, não é necessário utilizar método contraceptivo adicional. Na troca de método apenas com progestagênio [minipílulas, injetável, implante ou sistema intrauterino (SIU) com liberação de levonorgestrel]: a
    minipílula pode ser interrompida em qualquer dia e você deve começar a tomar Elani®28 no dia seguinte. No caso de utilização de implante ou SIU, você deve começar a tomar Elani®28 no dia da remoção do implante ou do SIU. No caso de utilização de contraceptivo injetável, espere o dia programado para a próxima injeção. Em todas estas situações, você deve utilizar outro método não hormonal de contracepção (como por exemplo, preservativo) durante os sete primeiros dias de administração dos comprimidos de Elani®28 e seguir as orientações médicas. Uso do contraceptivo pós-parto e pós-aborto: este medicamento não deve ser utilizado antes de três semanas do período pós-parto ou pós-abortamento de segundo trimestre. O tratamento pode ser iniciado imediatamente após abortamento de primeiro trimestre sem necessidade de adotar medidas contraceptivas adicionais. Após parto, em mulheres que não estejam amamentando, ou após abortamento de segundo trimestre, é recomendável iniciar o tratamento no período de três a quatro semanas após o procedimento. No caso de começar em período posterior, deve ser utilizado adicionalmente um método de barreira nos sete dias iniciais de ingestão dos comprimidos. Se já tiver ocorrido relação sexual, deve ser certificada a não ocorrência de gravidez, antes de começar a tomar Elani®28 ou,então, você deve aguardar a primeira menstruação. Se você estiver amamentando, fale primeiramente com seu médico,pois este medicamento não deve ser utilizado durante a amamentação. O uso de contraceptivos orais no período imediatamente após o parto ou abortamento de segundo trimestre aumenta o risco de ocorrência de doenças tromboembólicas.

    O que fazer em caso de vômito ou diarreia intensa?

    Se ocorrer vômito ou diarreia intensa, as substâncias ativas do comprimido podem não ter sido absorvidas completamente. Se o vômito ocorrer no período de três a quatro horas após a ingestão do comprimido, é como se tivesse esquecido de tomá-lo; você deve seguir o mesmo procedimento para esquecimento de um comprimido. Consulte seu médico em quadros de diarreia intensa.

    O que fazer em caso de sangramentos inesperados?

    Como ocorre com todos os contraceptivos orais, pode surgir sangramento inesperado (mancha ou sangramento de escape) durante o tratamento.
    Este tipo de sangramento não tem maior significado e não interfere na eficácia do contraceptivo. Se o sangramento ocorrer durante o uso da primeira cartela de Elani®28, continue a tomar os comprimidos normalmente até o final da cartela, para não comprometer a eficácia do contraceptivo. Após o uso da primeira cartela, se o sangramento inesperado se tornar intenso ou persistir,tornando – se incômodo, pare de tomar os comprimidos por três dias e retorne ao tratamento tomando um comprimido no quarto dia. Se for necessária nova pausa, ela somente poderá ser feita após você ter tomado os comprimidos pelo menos por 21 dias consecutivamente. O número e a intensidade do sangramento melhoram, no geral, após quatro a cinco meses do início do tratamento.

    O que fazer se não ocorrer o sangramento num período de pausa programada eventual?

    Se você tomou todos os comprimidos sempre no mesmo horário e não houve vômito,diarreia intensa ou uso concomitante de outros medicamentos, é pouco provável que esteja grávida. Se não ocorrer sangramento durante um período de pausa programada eventual,você pode estar grávida; consulte imediatamente seu médico. Não inicie nova cartela até que a suspeita de gravidez seja afastada pelo seu médico. Como o sangramento regular mensal não ocorre com o uso de Elani®28, pode ser difícil reconhecer que você esteja grávida. Se você suspeitar de gravidez ou sentir sintomas como náuseas, vômitos, sensibilidade nas mamas incomum, você não deve tomar o medicamento até estar certa de que não está grávida. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O esquecimento sucessivo da tomada de comprimidos aumenta a possibilidade de você engravidar. Se você se esquecer de tomar um comprimido no horário habitual, mas o atraso for menor que 12 horas, você deve tomá-lo assim que se lembrar e os comprimidos seguintes no horário habitual. Se houver passado mais de 12 horas, sua proteção contraceptiva pode estar reduzida. Você deve tomar o comprimido esquecido assim que se lembrar, mesmo que signifique tomar dois comprimidos num único dia. Os comprimidos seguintes devem ser tomados no horário habitual. Adicionalmente, você deve utilizar método contraceptivo de barreira (por ex.: diafragma associado a um espermicida ou preservativo masculino) por sete dias. Não use os métodos de ritmo (tabelinha) ou da temperatura. Se você se esquecer de tomar dois comprimidos, a proteção contraceptiva pode estar reduzida. Você deve tomar dois comprimidos no dia que se lembrar e dois comprimidos no dia seguinte. Continue a tomar o resto dos comprimidos seguintes da cartela no horário habitual. Adicionalmente, você deve utilizar método contraceptivo de barreira diafragma associado a um espermicida ou preservativo masculino) por sete dias. Não use os métodos de ritmo (tabelinha) ou da temperatura. Se você se esquecer de tomar três ou mais comprimidos, sua proteção contraceptiva pode estar reduzida. Não tome os comprimidos esquecidos e continue tomando um comprimido diariamente até consultar seu médico e adicionalmente utilize método contraceptivo de barreira (por ex.: diafragma associado a um espermicida ou preservativo masculino) por sete dias; não use os métodos de ritmo (tabelinha) ou da temperatura. Se você tiver ainda alguma dúvida quanto ao procedimento sobre esquecimento de dose, faça uso de um dos métodos contraceptivos de barreira acima mencionados sempre que tiver relação sexual e continue tomando um comprimido diariamente até consultar seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):dor de cabeça, dor abdominal,náusea,sintomas semelhantes à gripe,acne (espinha),diarreia, lombalgia (dor nas costas na região lombar),infecções, faringite (inflamação da faringe), enxaqueca,vômito, sangramento irregular,tontura, nervosismo, vaginite (inflamação dos tecidos da vagina), sinusite, cistite (inflamação da bexiga), bronquite, gastrenterite (inflamação do estômago e intestino),comichão (coceira),aumento de peso, alteração da libido, depressão, mancha na pele,aumento da sensibilidade nas mamas. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): retenção de líquido,aumento das mamas, erupção cutânea, urticária. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): intolerância a lentes de contato; hipersensibilidade (alergia); diminuição do peso; aumento do desejo sexual (libido); secreção vaginal ou das mamas; eritema (inflamação na pele). Informe ao seu médico, cirurgião – dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Antes de procurar socorro médico, não tome nenhum tipo de substância para alívio dos sintomas. Se você sentir náuseas, vômitos ou tiver sangramento, podem ser sinais indicativos de superdose. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. MS nº: 1.0033.01 24 Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF – SP nº: 25.125 Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda. Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP CNPJ: 61.230.314/0001- 75 Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda. Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu–SP Indústria brasileira www.libbs.com.br Venda sob prescrição médica. Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 16/04/20

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  •  

    bisuran-indicado-para-o-tratamento-de-doenças-pulmonares

    Bisuran

    Cloridrato de bromexina

    Apresentações:

    Xarope 0,8 mg/mL. Caixa com 1 frasco contendo 80, 100 e 120 mL + copo medida
    Xarope 1,6 mg/mL. Caixa com 1 frasco contendo 80, 100 e 120 mL + copo medida
    Uso Adulto e Pediátrico Acima de 2 Anos
    Uso Oral

    Composição:

    Cada mL do xarope contem: cloridrato de bromexina………………………………………………………………………..0,8 mg veículo*q.s.p………………………………………………………………………………………….1 mL *sorbitol xarope, glicerina, hietelose, ácido benzóico, ácido tartarico anidro, ciclamato sódio, essência de morango, corante vermelho, água purificada. Cada mL do xarope contem: cloridrato de  bromexina………………………………………………………………………..1,6 mg veículo*q.s.p……………………………………………………………………………..
    …………..1 mL * sorbitol xarope, glicerol, hietelose, metabissulfito de sódio, ácido benzóico, ácido tartárico, mentol,essência de cereja, álcool etílico, água.

    Para que este medicamento é indicado?

    Bisuran é indicado para o tratamento de doenças broncopulmonares (dos brônquios e dos pulmões),ajudando a dissolver o catarro e facilitando a expectoração (eliminação do catarro).

    Como este medicamento funciona?

    Bisuran fluidifica e dissolve as secreções e facilita sua eliminação, aliviando a respiração. Seu início de ação começa em aproximadamente 5 horas após a administração oral.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar Bisuran se tiver alergia a bromexina (substância ativa) ou aos demais componentes da fórmula; e se tiver intolerância à frutose.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Há relatos de muitos poucos casos de lesões cutâneas graves (como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica) associadas a substâncias que facilitam a eliminação do catarro como a bromexina, que na maioria das vezes é explicada pela presença de outras doenças ou medicação concomitante. Durante a fase inicial dessas lesões,o paciente pode apresentar sintomas inespecíficos semelhantes ao de gripe como febre, dores no corpo,rinite, tosse e dor de garganta, e confundido por estes sintomas, pode ocorrer de iniciar o tratamento com medicação para tosse e resfriado. Assim, se aparecerem manchas na pele com placas elevadas, coceira e descamação na pele, por precaução, você deve interromper o tratamento e procurar um médico imediatamente. Pode ocorrer aumento da saída de secreções (catarro) dos pulmões durante o tratamento com Cloridrato de bromexina. Em doenças respiratórias de início recente, se os sintomas não melhorarem, ou piorarem, ao longo do
    tratamento, você deve procurar o médico. Bisuran contém sorbitol. Pacientes com intolerância à frutose não devem usar esse medicamento.Cloridrato de bromexina pode causar um leve efeito laxativo. Estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas não foram realizados com Cloridrato de bromexina. Bisuran não contém açúcar, portanto pode ser utilizado por diabéticos. Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

    Gravidez e Amamentação:

    Existem poucos dados sobre o uso de bromexina (substância ativa) em mulheres grávidas. Como prevenção, você deve evitar o uso de Bisuran durante a gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Não se sabe se a bromexina passa para o leite humano, mas o risco para o bebê em amamentação não pode ser excluído. Bisuran não deve ser usado durante a amamentação.

    Interações Medicamentosas:

    Não há indícios que sugiram interferência do uso de Bisuran com o de outros medicamentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você
    está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Mantenha em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Bisuran infantil é uma solução límpida, de coloração vermelha a alaranjada, transparente, isenta de impurezas, com sabor e odor característico de morango. Bisuran adulto é uma solução límpida, incolor, transparente, isenta de impurezas, com sabor e odor característico de cereja mentolada. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Use a marcação do copo-medida para obter a dose correta.

    Bisuran infantil:

    cada 1 ml contém 0,8 mg de cloridrato de bromexina. Crianças de 2 a 6 anos: 2,5 ml, 3 vezes ao dia Crianças de 6 a 12 anos: 5 ml, 3 vezes ao dia
    Adultos e adolescentes acima de 12 anos: 10 ml, 3 vezes ao dia.

    Bisuran adulto:

    cada 1 ml contém 1,6 mg de cloridrato de bromexina. Adultos e adolescentes acima de 12 anos: 5 ml, 3 vezes ao dia. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    – Reações incomuns: dor na parte superior do abdome, náusea (enjoo), vômitos, diarreia;
    – Reações raras: hipersensibilidade (alergia), erupção cutânea (manchas vermelhas na pele geralmente com coceira e descamação);
    – Reações com frequência desconhecida: reação anafilática (reação alérgica grave), choque anafilático (reação alérgica grave com choque), broncoespasmo (constrição dos canais que conduzem ar para os pulmões), edema angioneurótico (inchaço nos lábios,língua e garganta), urticária (reação na pele com vermelhidão e surgimento de placas), prurido (coceira). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os sintomas observados na superdosagem são semelhantes às reações descritas acima, e o tratamento dos sintomas pode ser necessário.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Registro M.S. nº. 1.0235.0893
    Farm. Resp.: Dr. Ronoel Caza de Dio
    CRF – SP nº 19.710
    EMS S/A
    Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, s/n°,Km 08
    Chácara Assay – Hortolândia – SP – CEP 13186-901
    CNPJ: 57.507.378/0003-65
    Indústria Brasileira

    Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

  • Cancidas®
    (acetato de caspofungina), MSD

    Apresentações :

    50 mg e 70 mg pó para solução para infusão intravenosa são apresentados em caixas com um frasco-ampola.
    USO INTRAVENOSO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 MESES

    Composição :

    Ingrediente ativo: CANCIDAS® 50 mg contém 55,5 mg de acetato de caspofungina, que equivale a 50 mg de base anidra livre de caspofungina e CANCIDAS® 70 mg contém 77,7 mg de acetato de caspofungina, que equivale a 70 mg de base anidra livre de caspofungina.
    Ingredientes inativos: sacarose, manitol, ácido acético e hidróxido de sódio (para ajustar o pH).

    Informações ao Paciente :

    Para que este remédio é indicado ?

    CANCIDAS® é indicado para tratar um dos vários tipos de infecções fúngicas descritos a seguir:
    • Uma infecção fúngica grave chamada candidíase invasiva: essa infecção é causada por células fúngicas (levedura) chamadas Candida. Normalmente essas leveduras encontram-se no trato digestivo e não causam infecção a menos que entrem na corrente sanguínea (neste caso, a infecção é chamada candidemia) ou em outros tecidos e órgãos, como revestimento do abdomen (peritonite), rins, fígado, ossos, músculos,
    articulações, baço ou olhos. Entre as pessoas que correm alto risco de apresentar candidíase invasiva, estão pacientes cirúrgicos e aqueles cujo sistema imunológico encontra-se deficiente.
    • Infecções fúngicas da boca, da garganta e do esôfago (tubo digestivo que liga a boca ao estômago): essas infecções são chamadas candidíase orofaríngea (boca e garganta) ou candidíase esofageana (esôfago) e também são causadas por Candida. Indivíduos saudáveis normalmente possuem Candida na boca e na garganta sem apresentar qualquer efeito da doença. Uma infecção ocorre quando a resistência do corpo à
    doença está baixa.
    • Uma infecção fúngica grave chamada aspergilose invasiva: essa infecção grave ocorre no nariz, nos seios nasais e nos pulmões e pode se espalhar para outras partes do corpo. Esse tipo de infecção é causado por vários fungos comuns encontrados no ambiente chamados Aspergillus. A maioria das infecções fúngicas por Aspergillus começa no sistema respiratório (nariz, seios nasais ou pulmões), porque os esporos do fungo
    encontram-se no ar que respiramos. Na maioria dos indivíduos saudáveis, a capacidade natural de combater a doença destrói os esporos e os remove do corpo. Algumas condições clínicas, entretanto, diminuem a resistência do corpo a doenças. Alguns medicamentos prescritos a pacientes que receberam transplante de órgãos ou de medula também fazem com que o organismo apresente menor resistência a doenças. São esses pacientes que mais provavelmente desenvolvem esse tipo de infecção.
    Além desses casos, seu médico pode lhe prescrever CANCIDAS® caso suspeite que você apresente infecção fúngica decorrente de quimioterapia ou outros tratamentos ou condições clínicas que podem diminuir a resistência do corpo à doença, porque reduzem a quantidade de alguns tipos de leucócitos. Além disso, se você apresentar febre persistente após quimioterapia ou em algumas das condições descritas acima e sua febre não baixar após tratamento com antibiótico, pode ser que você tenha uma infecção fúngica.

    Como este medicamento funciona ?

    CANCIDAS® é um antifúngico que interfere na produção de um componente (polissacarídeo glucana) da parede da célula fúngica, essencial à vida e ao crescimento do fungo. As células fúngicas expostas a CANCIDAS® apresentam paredes celulares incompletas ou defeituosas, tornando-as frágeis e incapazes de se desenvolver.

    Quando não devo usar este medicamento ?

    CANCIDAS® é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto (Veja o item COMPOSIÇÃO).

    O que devo saber antes de usar este medicamento ?

    Informe seu médico sobre qualquer condição médica e sobre qualquer tipo de alergia que esteja apresentando ou tenha apresentado.
    Gravidez e amamentação: informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Não há experiência clínica envolvendo mulheres grávidas. O acetato de caspofungina mostrou cruzar a barreira placentária em estudos com animais.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Não se sabe se essa medicação é excretada no leite humano, portanto mulheres que estejam recebendo CANCIDAS® não devem amamentar.

    Crianças:

    CANCIDAS foi aprovado para uso em crianças e adolescentes (pelo menos 3 meses de idade até 17 anos de idade) para todos os tipos de infecção descritos anteriormente. A dose utilizada em pacientes pediátricos pode diferir da dose utilizada em pacientes adultos. CANCIDAS não foi estudado adequadamente em bebês com menos de 3 meses de idade.

    Idosos:

    Não é necessário ajuste da dose para pacientes idosos.

    Uso em pacientes com insuficiência renal :

    Não é necessário ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal.

    Uso em pacientes com insuficiência hepática:

    Alguns pacientes com problemas hepáticos podem necessitar de ajuste de dose. Informe seu médico se apresenta ou já apresentou problemas hepáticos.

    Dirigir ou operar máquinas :

    Não existem informações sugestivas de que CANCIDAS® afete a capacidade de conduzir veículos ou operar máquinas (veja QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).

    Interações medicamentosas :

    A  maioria dos pacientes tratados com CANCIDAS® deve continuar recebendo os medicamentos para outras condições que apresente, sem necessidade de interrupção do tratamento. O médico irá determinar se devem ser feitos ajustes da dose de seus outros medicamentos. O uso concomitante de CANCIDAS® e ciclosporina não são recomendados, portanto seu médico deve ser informado se você estiver tomando ciclosporina. É particularmente importante informar seu médico se você está tomando medicações para o tratamento da AIDS
    (como efavirenz ou nevirapina), medicações anticonvulsivantes (para epilepsia, como fenitoína e carbamazepina), o corticosteroide dexametasona, o antibiótico rifampicina e o imunossupressor tacrolimo.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde como e por quanto tempo devo usar este medicamento ?

    Conservar sob refrigeração (temperatura entre 2°C e 8°C).
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após preparo, os frascos reconstituídos podem ser mantidos em temperatura até 25ºC por até 24 horas
    antes da preparação da solução para infusão. A solução final para infusão intravenosa deve ser usada em 24 horas se for mantida em temperatura até 25ºC ou em 48 horas se mantida sob refrigeração entre 2°C e 8°C.

    Aparência:

    CANCIDAS® é um pó de branco a esbranquiçado.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento ?

    CANCIDAS® deve ser administrado em dose única diária por infusão intravenosa lenta de aproximadamente 1 hora. O médico irá determinar a duração do tratamento e a quantidade diária de CANCIDAS® a ser administrada.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O que devo fazer quando esquecer de tomar este medicamento ?

    O esquema terapêutico e a dose serão determinados pelo seu médico, que irá monitorar sua resposta e condição clínica. Se acreditar que possa ter esquecido de receber uma dose, fale com seu médico imediatamente. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar ?

    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos adversos ou indesejados, denominados reações adversas. As reações adversas relacionadas a CANCIDAS® mais comuns (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) em adultos são febre e irritações da veia no local da infusão (prurido, vermelhidão, inchaço ou formação de coágulos). Outros efeitos indesejáveis relatados relacionados a esse medicamento em adultos incluem: cefaleia, dor, calafrios, batimentos cardíacos rápidos, sudorese, náusea, diarreia, vômito, rubor da face e do pescoço, erupção cutânea, coceira, dificuldade para respirar, inchaço nas mãos, tornozelos ou pés, prejuízo da função hepática e alterações de alguns testes laboratoriais (exames de sangue). Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) podem ocorrer outros efeitos além dos citados e, a exemplo do que ocorrem com qualquer medicação obtida somente com prescrição médica, alguns podem ser graves. Peça mais informações ao seu médico.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que á indicada deste medicamento ?

    O esquema terapêutico e a dose serão determinados pelo seu médico, que irá monitorar as suas condições clínicas e a resposta ao tratamento. Caso tenha recebido uma quantidade muito alta de CANCIDAS®, fale com seu médico imediatamente.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres legais :

    Registro MS – 1.0029.0033
    Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243
    Registrado e importado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 815 – Sousas, Campinas/SP
    CNPJ: 45.987.013/0001-34 – Brasil
    MSD On Line 0800-0122232
    e-mail: online@merck.com
    www.msdonline.com.br
    Fabricado por:
    Merck Sharp & Dohme Corp., uma subsidiária de Merck & Co., Inc.
    Sumneytown Pike
    West Point, PA, 19486, EUA
    Embalado por:
    Merck Sharp & Dohme B.V.
    Waarderweg 39
    2031 BN Haarlem
    Holanda
    ® Marca registrada de Merck Sharp & Dohme Corp., uma subsidiária de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station,
    NJ, EUA.
    WPPI 012008

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • Ergotrate®
    maleato de ergometrina

    Identificação do Produto :

    • Forma farmacêutica e apresentações:
    Solução injetável 0,2 mg/ml. Caixa com 100 ampolas de 1 ml.• Uso adulto. • Uso restrito a hospitais

    Composição:

    Solução Injetável
    Cada ampola de 1 ml contém:
    maleato de ergometrina ………………………… 0,2 mg
    Veículo: fenol, lactato de etila, ácido lático, água para injeção.

    Informações ao Paciente :

    • Ergotrate® é um medicamento à base de maleato de ergometrina, que produz uma contração tetânica (espasmo muscular) firme do útero dentro de poucos minutos, agindo na prevenção e tratamento da hemorragia pós-parto e pós-aborto.
    • Mantenha Ergotrate® injetável sob refrigeração em geladeira (temperatura entre 2º e 8ºC) e protegido da luz. Entretanto, Ergotrate® pode ser guardado na sala de parto à temperatura ambiente, lembrando que não é recomendado manter o produto em temperatura ambiente por mais de 60 dias.
    • Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação. Não utilize medicamentos com a validade vencida.
    • Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento com Ergotrate® ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.
    Esse medicamento não pode ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
    • Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento com Ergotrate®.
    • O medicamento pode ser administrado por via intramuscular e, em emergências,por via endovenosa.
    • Não interrompa o tratamento com Ergotrate® sem o conhecimento do seu médico. A doença e/ou seus sintomas poderão retornar.
    • Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: náuseas,vômito, alergia, elevação da pressão arterial. Se ocorrerem sintomas como sensação de intranqüilidade, agitação, vermelhidão na face, palpitações, coceira, pulsação no ouvido, tosse, espirro, dificuldade de respirar, entre 1 e 15 minutos da administração do medicamento, é necessário procurar auxílio médico com urgência.
    • Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    • Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento com Ergotrate®.
    • Contra-indicações: o produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Ergotrate® é contra-indicado para a indução do trabalho de parto e em casos de ameaça de aborto espontâneo.

    Precauções:

    Deve ser usado com cautela em caso de hipertensão arterial, doença cardíaca, shunt veno-arterial, estenose da válvula mitral, doença vascular obstrutiva,septicemia ou insuficiência hepática ou renal.
    • Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a saúde.

    Informações Técnicas :

    • Características: A ergometrina é a didroxi-isopropilamida do ácido lisérgico. É razoavelmente solúvel em água, sendo os seus sais muito solúveis. É obtida do esporão de centeio, tendo sido demonstrado que possui toda a atividade ocitócica
    desejável do próprio esporão de centeio.
    Ergotrate® (maleato de ergometrina) produz, dentro de 6 a 15 minutos, uma contração tetânica firme no útero após o parto. Após a contração tetânica inicial,sobrevem uma sucessão de pequenos relaxamentos e contrações. A duração do relaxamento aumenta gradativamente por um período de cerca de uma hora a uma hora e meia; porém, as contrações rítmicas vigorosas continuam por um período de
    três horas ou mais após a injeção. A contração inicial prolongada é necessária para controlar a hemorragia uterina.

    • Indicações:

    Ergotrate® é indicado na prevenção e tratamento da hemorragia pós-parto e pós-aborto, devido a atonia uterina.

    • Contra-indicações:

    O maleato de ergometrina é contra-indicado para indução do trabalho de parto e em casos de ameaça de aborto espontâneo.
    Não deve ser administrado àquelas pacientes que já tenham demonstrado alergia ou idiossincrasia ao medicamento.

    Precauções e Advertências:

    Gerais – Todas as drogas ocitócicas são potencialmente perigosas. Mães e filhos foram afetados até letalmente devido ao
    uso inapropriado dessas drogas.
    A hiperestimulação do útero durante o trabalho de parto pode levar à tetania uterina com acentuado distúrbio do fluxo sangüíneo útero-placentário, ruptura uterina,lacerações cervical e perineal, embolia do líquido amniótico e trauma da criança (hipoxia, hemorragia intracraniana). Devido a esses riscos, resultantes de altas doses, as drogas ocitócicas devem ser administradas sob condições de meticulosa observação. Em virtude de produzir uma alta tonicidade uterina, o maleato de ergometrina não é recomendado para uso rotineiro antes da expulsão da placenta, a menos que o obstetra seja versado na técnica descrita por Davis e outros, e disponha de instalações adequadas e pessoal treinado.
    Deve-se evitar o uso prolongado do maleato de ergometrina, bem como de todos os preparados do esporão de centeio. Se aparecerem sintomas de ergotismo, deve-se descontinuar o uso de maleato de ergometrina.
    Ergotrate® deve ser usado cautelosamente em pacientes com hipertensão arterial,doença cardíaca, shunt veno-atrial, estenose da válvula mitral, doença vascular obstrutiva, septicemia ou insuficiência hepática ou renal.
    As características e a quantidade de sangramento vaginal devem ser observadas. A hipocalcemia pode prejudicar a resposta à droga. Se a paciente não estiver tomando digitálicos, a administração cautelosa de gluconato de cálcio, por via endovenosa,pode produzir a ação ocitócica desejada.

    Gravidez :

    A ergometrina é contra-indicada durante a gravidez. Contrações tetânicas podem resultar em diminuição do fluxo sanguíneo uterino e sofrimento fetal. Esse medicamento não pode ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Lactação :

    Não foram relatados problemas em humanos. Entretanto, alcalóides do esporão de centeio são excretados no leite materno. Embora a inibição da lactação não tenha sido relatada para a ergometrina, outros alcalóides do esporão de centeio inibem a lactação. Estudos também têm demonstrado que a ergometrina interfere na secreção de prolactina (em menor grau que a bromocriptina) imediatamente após o
    parto. O uso prolongado pode resultar em diminuição ou retardo da lactação.

    Pediatria :

    O produto é de uso exclusivo em adultos, não sendo recomendado o uso em pediatria. A eliminação de ergometrina pode ser prolongada em recém nascidos. O uso indevido do medicamento na mãe, em dose ou duração excessiva,pode resultar em reações adversas graves ao recém-nascido.

    Geriatria (idosos) :

    Não há informações disponíveis sobre os efeitos da ergometrina em pacientes idosos.

    Insuficiência renal/hepática :

    Deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal.

    Interações Medicamentosas:

    Halotano – A vasoconstrição periférica pode ser potencializada pelo uso concomitante de anestésicos gerais. O uso concomitante de halotano em
    concentrações maiores que 1% pode interferir nas ações ocitócicas da ergometrina,diminuindo seu efeito e resultando em hemorragia uterina grave. Bromocriptina – A incidência de casos raros de hipertensão, AVC (acidente vascular cerebral), convulsão e infarto do miocárdio associada ao uso de bromocriptina no pós-parto pode ser aumentada com o uso concomitante de alcalóides do esporão de centeio.
    Nitratos ou outros agentes antianginosos – Os alcalóides do esporão de centeio podem induzir o vasoespasmo coronariano, diminuindo a eficácia dos nitratos e outros agentes antianginosos.

    Interferência em Exames Laboratoriais:

    A pressão arterial, pulso e a resposta uterina devem ser monitorados. Mudanças repentinas nos sinais vitais ou períodos freqüentes de relaxamento uterino devem ser anotados.

    Reações Adversas:

    Podem ocorrer náuseas e vômitos, porém são incomuns. Foram relatados fenômenos alérgicos, incluindo choque anafilático.
    Também foi relatado ergotismo (vasoconstrição severa levando a necrose).
    Elevações da pressão arterial, algumas vezes extremas, podem aparecer numa pequena percentagem de pacientes, mais freqüentemente em associação com anestesia regional (caudal ou raquidiana), com administração prévia de um vasoconstritor e com a utilização da via endovenosa para a administração do ocitócico. O mecanismo de tal hipertensão é obscuro, já que pode ocorrer na ausência de anestesia, vasoconstritores e ocitócicos. Essas elevações não são mais freqüentes com o maleato de ergometrina do que com outros ocitócicos.
    Geralmente desaparecem prontamente após injeção endovenosa de 15 mg de clorpromazina. O uso do maleato de ergometrina após o parto tem sido associado com raros casos de infarto do miocárdio.

    Posologia:

    Ergotrate® (maleato de ergometrina) é usado rotineiramente na prática obstétrica,pela via intramuscular. Por essa via, Ergotrate® produz uma firme contração no útero, dentro de alguns minutos. A administração endovenosa de Ergotrate® produz uma resposta mais rápida: todavia, devido à incidência mais alta de náuseas e outras reações adversas, recomenda-se que via endovenosa seja restrita à emergências, tal como hemorragia uterina excessiva.
    A dose usual intramuscular (ou endovenosa de emergência) é uma ampola de Ergotrate® 0,2 mg. No caso de hemorragia grave uterina, poderá ser necessária a repetição da dose; porém, raramente acima de uma ampola a cada duas ou quatro horas.
    Em algumas pacientes com deficiência de cálcio, o útero poderá deixar de responder ao maleato de ergometrina. Em tais casos, pode-se obter pronta resposta terapêutica pela cautelosa injeção de um sal de cálcio. O cálcio não deve ser administrado por via endovenosa a pacientes submetidas a tratamento digitálico.
    Ergotrate® também apresenta-se sob a forma de comprimidos para administração oral.

    Cuidados de armazenamento:

    Ergotrate® injetável deve ser mantido em geladeira (temperatura entre 2º e 8ºC) e protegido da luz, entretanto, pode ser guardado na
    sala de parto à temperatura ambiente, lembrando que não é recomendado manter o produto em temperatura ambiente por mais de 60 dias.

    Superdosagem:

    Sintomas: Os sintomas podem ter início minutos após a superdosagem com os derivados do esporão de centeio e podem incluir náusea, vômito, dor de cabeça,diarréia e cólica uterina em mulheres.
    Houve relato de um recém-nascido ter apresentado depressão respiratória, cianose e convulsões. A intensa vasoconstrição com ergotamina e outros derivados do esporão de centeio é muito menos freqüente com a ergometrina. Dor intensa no peito, isquemia cardíaca, infarto do miocárdio e morte podem ocorrer em pacientes com doença arterial coronariana.
    A toxicidade pode ocorrer com doses de 3 mg ou mais. Foi relatada morte de uma criança de 14 meses após uma dose de 12 mg. A dose de 25 mg administrada por vários dias foi fatal em um caso. A toxicidade e as concentrações séricas não se correlacionam bem. Não há informação disponível sobre a DL50.

    Tratamento:

    Para tratar a superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagens de múltiplas drogas, interação entre drogas e cinética inusitada da
    droga no paciente.
    Pacientes com superdosagem de derivados do esporão de centeio devem ser monitorados cuidadosamente. Deve ser estabelecida uma passagem segura de ar ao pulmões, e o eletrocardiograma monitorado a fim de determinar isquemia e ritmo cardíaco. A isquemia cardíaca pode ser tratada com nitroglicerina. Convulsões podem responder ao diazepam ou fenitoína. Se a vasoconstrição periférica for um problema, nitroprusseto de sódio ou fentolamina podem ser úteis. Proteger a passagem de ar para o paciente e garantir ventilação e perfusão.
    Monitorar meticulosamente e manter dentro dos limites aceitáveis os sinais vitais do paciente, os gases sanguíneos, eletrólitos séricos, etc. Se a ergometrina foi ingerida recentemente e não houve vômito, a absorção gastrintestinal pode ser diminuída administrando carvão ativado, que em muitas vezes é mais eficaz que êmese ou lavagem gástrica; considerar o carvão ativado ao invés de ou em adição ao esvaziamento gástrico. Doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a eliminação de algumas drogas que foram absorvidas. Proteger a passagem de ar ao
    paciente quando empregar o esvaziamento gástrico ou carvão ativado.
    Diurese forçada, diálise peritoneal, hemodiálise ou hemoperfusão com carvão ativado não foram estabelecidos como métodos benéficos para casos de superdosagem com ergometrina.

    Pacientes Idosos :

    Veja o item “geriatria” em “Precauções e Advertências”.
    Venda sob prescrição médica
    Registro MS – 1.0974.0169
    Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Junior – CRF-SP nº 5143
    Número do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho/rótulo.
    BIOLAB SANUS Farmacêutica Ltda.
    Av. Paulo Ayres, 280 – Taboão da Serra – SP
    CEP 06767-220 SAC 0800 724 6522
    CNPJ 49.475.833/0001-06
    Indústria Brasileira

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • Com novo tipo de vacina, a imunidade já começa nos pulmões.
    Técnica funcionou em camundongos e ainda não está pronta para humanos.

    Vacinas aplicadas pelo nariz podem ser mais eficientes no combate por doenças que são contraídas também por via nasal, como a gripe, a pneumonia e até mesmo eventuais ameaças de bioterrorismo. E elas podem se tornar realidade em breve, segundo uma pesquisa apresentada na Conferência de Primavera da Sociedade Geral de Microbiologia dos EUA por Dennis Metzger, professor da Faculdade de Medicina de Albany.

    Em experiências com camundongos, os cientistas introduziram por via nasal uma mistura entre a vacina normal e uma substância chamada interleucina-12, um agente imunizador natural. Eles obtiveram alto nível de proteção nos animais contra o vírus da gripe, a bactéria da pneumonia e a Yersinia pestis, uma potencial ameaça biológica. Obter essa proteção era um desafio, já que as superfícies com mucosa normalmente apresentam baixa resposta imunológica.

    Metzger afirma que as vacinas normais não são tão eficazes, uma vez que não conseguem proteger o ponto por onde os agentes da doença entram no corpo. “A vacinação intranasal contorna esse problema, criando imunidade no pulmão. Isso previne contra a infecção inicial, assim como contra outras complicações sistêmicas”, defende.

    Segundo o pesquisador, a capacidade de prevenir contra infecções pode ser especialmente útil no caso de uma ameaça bioterrorista ou de uma pandemia de alguma variação do vírus da gripe.

    Depois dos bons resultados em camundongos, o próximo passo dos testes com a vacina intranasal deve ser em seres humanos.

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,