• EVOTECAN®

    cloridrato de topotecana

    Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Evotecan®
    Nome genérico: cloridrato de topotecana

    Apresentação:

    Pó liofilizado injetável. Embalagem com 1 (um) frasco-ampola contendo 4 mg de princípio ativo.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

    Composição:

    Cada frasco-ampola de EVOTECAN® injetável contém:
    topotecana (sob a forma de cloridrato) ……………………………………………………… 4,0 mg
    excipientes* …………………………………………………………………….. q.s.p. 1 frasco-ampola
    * manitol, ácido tartárico e ácido clorídrico ou hidróxido de sódio (para ajuste de pH).
    MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento foi indicado? 

    EVOTECAN® (cloridrato de topotecana) é indicado para o tratamento de câncer metastático de ovário, após
    falha da quimioterapia inicial ou subsequente, e de câncer de pulmão de pequenas células sensíveis, após falha
    da quimioterapia de primeira linha. EVOTECAN®, em combinação com cisplatina, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de colo de útero confirmado de estágio IV-B, recorrente ou persistente, não suscetível ao tratamento com cirurgia e/ou radioterapia.

    Como este medicamento funciona? 

    A topotecana, principal composto de EVOTECAN®, age contra o tumor bloqueando a ação de uma enzima
    chamada topoisomerase I, que tem importância no crescimento celular. Ao inibir essa enzima, a topotecana
    causa danos nas células cancerígenas, impedindo o crescimento do tumor.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    EVOTECAN® é contraindicado para pacientes com história de reações graves de hipersensibilidade (alergia) à
    topotecana ou a qualquer um de seus componentes. EVOTECAN® não deve ser usado em pacientes que estejam
    grávidas ou amamentando nem naqueles que apresentaram grave depressão da medula óssea (produção
    diminuída de células sanguíneas) antes de iniciar o tratamento. Consulte seu médico para avaliar seu caso.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
    imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O tratamento com EVOTECAN® deve ser iniciado, sob a supervisão de um médico com experiência no uso de
    medicamentos quimioterápicos contra câncer. Converse atentamente com seu médico antes de usar EVOTECAN® se: – Você tem algum problema no fígado;
    – Você tem algum problema respiratório ou nos pulmões;
    – Você está grávida, pretende ficar grávida ou está amamentando.
    Durante o tratamento seu médico deverá solicitar exames de sangue regularmente, inclusive de contagem de
    plaquetas, para monitorar o efeito das doses que você toma, e ajustá-las se necessário. Ajustes de dose podem ser necessários se EVOTECAN® for administrado junto com outros agentes com potencial tóxico (ver o subitem Interações Medicamentosas). Consulte seu médico para obter mais informações. Não existem ainda informações científicas suficientes sobre o uso em crianças. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Se você sentir cansaço e fraqueza persistentes, tenha cuidado para dirigir e operar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    EVOTECAN® mostrou ter efeito nocivo para o embrião e o feto em estudos pré-clínicos. Assim como ocorre com outros medicamentos quimioterápicos citotóxicos (ou seja, nocivos para as células), EVOTECAN® pode causar danos ao feto quando administrada a mulheres grávidas. Você deve evitar engravidar durante a terapia com EVOTECAN® e informar ao médico imediatamente caso isso ocorra. EVOTECAN® também é contraindicado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Interações medicamentosas:

    Certos medicamentos e alimentos interagem com EVOTECAN®, ou seja, interferem na sua ação. Pode ser que
    você não deva usá-los enquanto estiver em tratamento com EVOTECAN®. São eles:
    – outros agentes citotóxicos (como paclitaxel ou etoposídeo);
    – agentes que contêm platina (como cisplatina ou carboplatina);
    – inibidores de ABCB1 e ABCG2 (como elacridar).
    Por isso, se você toma ou tomou recentemente algum outro medicamento, informe isso a seu médico; fale
    inclusive dos que você usa sem receita médica. Ele vai examinar suas medicações para ter certeza de que você
    não usa nada que não poderia usar durante o tratamento com EVOTECAN®. Se precisar de alguma dessas
    medicações e não houver substituto disponível, você deve discutir isso com seu médico.
    Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você faz uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de armazenamento.
    Os frascos fechados de EVOTECAN® são estáveis por 24 meses a contar da data de sua fabricação, quando
    armazenados em temperaturas entre 10°C e 25°C, protegidos da luz e em suas embalagens originais.
    Após preparo da reconstituição em água para injetáveis, as soluções de EVOTECAN® são físicoquimicamente
    estáveis por 24 horas em temperatura de 25°C e protegidas da luz. Após diluição em soro fisiológico ou glicosado 5% como indicado, as soluções de EVOTECAN® são física e quimicamente estáveis por 24 horas em temperatura de 25°C, sem proteção da luz. Do ponto de vista microbiológico, a preparação da infusão deve ser utilizada imediatamente. Caso esta preparação não seja utilizada imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições anteriores ao uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não seria maior que 24 horas a temperatura ambiente a contar da reconstituição, ocorrida nas condições assépticas validadas e controladas.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Aspectos físicos/Características organolépticas:

    O frasco-ampola contém pó de coloração entre o amarelo claro a amarelo esverdeado. Após a reconstituição, a
    coloração da solução varia entre incolor e ligeiramente amarelada.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso
    Uso intravenoso.
    Posologia
    EVOTECAN® é um medicamento citotóxico e injetável e, por isso, deve ser administrado por um profissional
    habilitado, conforme recomendações descritas na bula do profissional de saúde. Seu médico saberá a melhor
    forma de administrar o medicamento e as dosagens mais adequadas para a sua condição.
    EVOTECAN® é normalmente infundido na veia do paciente por um período de 30 minutos. A posologia
    recomendada de EVOTECAN® é: Para casos de Carcinoma ovariano ou carcinoma de pulmão de pequenas células
    A dose diária recomendada de EVOTECAN® é de 1,5 mg/m² por 5 dias consecutivos. Para casos de Carcinoma de colo de útero. A dose recomendada de EVOTECAN® é de 0,75 mg/m² por três dias.
    Normalmente, este padrão de tratamento é repetido a cada três semanas. O tratamento pode variar, dependendo
    dos resultados dos exames de sangue. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todo medicamento, EVOTECAN® pode provocar efeitos indesejáveis. Os efeitos colaterais abaixo têm sido associados ao uso de EVOTECAN®. Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção; anemia; neutropenia e neutropenia febril (diminuição do número de neutrófilos, que são um tipo de células brancas de defesa presentes no sangue); leucopenia (diminuição do número de leucócitos, que são células brancas de defesa presentes no sangue); trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas, que são células responsáveis pela coagulação do sangue); perda de apetite; diarreia; náusea e vômito; dor abdominal; prisão de ventre; estomatite (inflamação da mucosa da boca); queda de cabelo; fraqueza; cansaço; pirexia (estado febril). Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção
    generalizada; pancitopenia (redução global do número de células sanguíneas); hipersensibilidade da pele
    (inclusive rash); hiperbilirrubinemia; mal-estar e indisposição. Reação rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): doença pulmonar intersticial. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,001% dos pacientes que utilizam este medicamento): extravasamento. Reação desconhecida: sangramento grave (associado à trombocitopenia). Avise seu médico imediatamente se você apresentar um ou mais desses sintomas. Se qualquer um deles se agravar ou se você observar algum sintoma que não tenha sido relacionado aqui, informe seu médico. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
    do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Sinais e sintomas:
    Superdose (até 10 vezes a dose prescrita) tem sido relatada em pacientes tratados com EVOTECAN® intravenoso.
    A principal complicação da superdose é a diminuição da produção de células sanguíneas na medula (supressão
    da medula óssea). Os sinais e sintomas observados para superdose são consistentes com as reações adversas
    conhecidas associadas com EVOTECAN® (ver Reações Adversas). Além disso, foram relatadas elevação das
    enzimas hepáticas e mucosite após superdose. Tratamento: Não há antídoto conhecido para a superdose de EVOTECAN®. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2110.0344
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9.258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado por: Fármaco Uruguayo S.A.
    Avenida Dámaso Antonio Larrañaga, 4479
    Montevidéu, Uruguai
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi/SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Antiácido 12.07.2017 No Comments

     

     

     

     JOFIX

    cloridrato de ondansetrona

     Forma Farmacêutica e Apresentações: 

    Comprimido de desintegração oral 4 mg. Caixa com 10 comprimidos.
    Comprimido de desintegração oral 8 mg. Caixa com 10 comprimidos.
    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS.

     Composição:

    Cada comprimido de 4 mg contém:
    ondansetrona ………………………………………………………………………. 4 mg
    (equivalente a 5 mg de cloridrato de ondansetrona). Excipientes: manitol, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, corante óxido de ferro vermelho, aroma de morango e aspartamo.
    Cada comprimido de 8 mg contém: ondansetrona ………………………………………………………………………. 8 mg
    (equivalente a 10 mg de cloridrato de ondansetrona) Excipientes: manitol, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, aroma de morango e aspartamo.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado? 

    O seu médico lhe receitou Jofix para prevenir e tratar suas náuseas e vômitos.

     Como este medicamento funciona?

    A substância ativa de Jofix é a ondansetrona. O mecanismo de ação dessa substância não foi completamente
    caracterizado. A ação do medicamento inicia-se aproximadamente 1 hora e meia após a ingestão.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar o Jofix se for alérgico a qualquer um de seus componentes (veja o item COMPOSIÇÃO).
    Recomenda-se a administração desse medicamento para crianças acima de 2 anos de idade.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Advertências:
    Fenilcetonúricos – os comprimidos de desintegração oral contem pequena quantidade de fenilalanina, um componente do aspartamo, portanto devem ser administrados com cautela nesses pacientes. Fenilcetonúricos: contém fenilalanina. Atenção: Este medicamento contém corantes que podem, eventualmente, causar reações alérgicas. Gravidez – este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Lactação – recomenda-se cautela no uso de ondansetrona em mulheres que estão amamentando. Pediatria – é recomendado a administração de Jofix em crianças acima de 2 anos de idade.
    Geriatria (idosos) – não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos, embora observe-se uma redução na
    depuração e um aumento na meia-vida de eliminação em pacientes acima de 75 anos de idade. Em estudos
    clínicos de pacientes com câncer, a segurança e eficácia foram comprovadas mesmo em pacientes acima de
    65 anos. Insuficiência hepática/renal – em pacientes com insuficiência hepática (função alterada do fígado) grave,
    não se recomenda exceder a dose diária 8 mg. Não se considera que a insuficiência renal (função alterada do rim) influencie significativamente na eliminação ondansetrona do organismo. Portanto, não é necessário ajuste de dose nesses pacientes. A ondansetrona, princípio ativo de Jofix, é metabolizada por enzimas do fígado, portanto, drogas indutoras ou inibidoras dessas enzimas podem alterar a sua eliminação. De acordo com os dados disponíveis, não há
    necessidade de ajuste de dose desses medicamentos em caso de uso ao mesmo tempo. Não são conhecidos relatos de interferência da ondansetrona em testes laboratoriais. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar esse medicamento?

    Mantenha Jofix guardado em lugar fresco, temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz e da umidade.
    Este medicamento é valido por 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas e organolépticas: Comprimido de 4 mg: Rosa com manchas vermelhas, circular, biplano e liso. Possui sabor e aroma de morango. Comprimido de 8 mg: Branco a quase branco, circular, biplano e liso. Possui sabor e aroma de morango. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

     Como devo usar este medicamento?

    Você deve remover o comprimido de Jofix da embalagem, com as mãos secas, e colocar imediatamente na
    ponta da língua para que este se dissolva em segundos, engula com saliva. Não é necessário ingerir com
    líquidos. Este medicamento deve ser administrado somente pela via recomendada para evitar riscos desnecessários.
    Prevenção de náusea e vômito em geral: Uso adulto: 2 comprimidos de 8 mg. Uso pediátrico: Para pacientes maiores de 11 anos, recomenda-se a dose de 1 a 2 comprimido de 4 mg. Para crianças de 2 a 11 anos: recomenda-se a dose de 1 comprimido de 4 mg. Prevenção de náusea e vômito no pós-operatório: Utilizar a mesma dose descrita em todas as idades. Administrar 1 hora antes da indução da anestesia. Prevenção de náusea e vômito em geral associado a quimioterapia: – Quimioterapia altamente emetogênica (que provoca vômito): Uso adulto: dose única de 24 mg de ondansetrona (3 comprimidos de 8 mg) administrado 30 minutos antes do início da quimioterapia do dia.
    – Quimioterapia moderadamente emetogênica (que provoca vômito): Uso adulto: 8 mg de ondansetrona (1 comprimido de 8 mg), 2 vezes ao dia. A primeira dose deve ser administrada 30 minutos antes do início da quimioterapia emetogênica (que provoca vômito), com dose subsequente 8 horas após a primeira dose. Recomenda-se administrar 8 mg de ondansetrona, 2 vezes ao dia (a cada 12 horas), durante 1 a 2 dias após término da quimioterapia. Uso pediátrico: Para pacientes com 11 anos ou mais, recomenda-se a mesma dose proposta para adultos. Para crianças de 2 a 11 anos de idade recomenda-se administrar 4 mg de ondansetrona (1 comprimido de 4
    mg), 3 vezes ao dia (a cada 8 horas) durante 1 a 2 dias após término da quimioterapia. Prevenção de náusea e vômito associado a radioterapia, tanto em irradiação total do corpo, fração de alta dose única ou frações diárias no abdome:
    Uso adulto: 8 mg de ondansetrona (1 comprimido de 8 mg), 3 vezes ao dia. Para irradiação total do corpo: 8 mg de ondansetrona (1 comprimido de 8 mg), 1 a 2 horas antes de cada fração de radioterapia aplicada em cada dia.
    Para radioterapia do abdome em dose única elevada: 8 mg de ondansetrona (1 comprimido de 8 mg), 1 a 2
    horas antes da radioterapia, com doses subsequentes a cada 8 horas após a primeira dose, durante 1 a 2 dias
    após o término da radioterapia. Para radioterapia do abdome em doses fracionadas diárias: 8 mg de ondansetrona (1 comprimido de 8mg), 1 a 2 horas antes da radioterapia, com doses subsequentes a cada 8 horas após a primeira dose, a cada dia de aplicação da radioterapia. Uso pediátrico: Para crianças com 2 a 11 anos de idade, recomenda-se a dose de 4 mg de ondansetrona (1 comprimido de 4 mg), 3 vezes ao dia. A primeira deve ser administrada 1 a 2 horas antes do início da radioterapia, com doses subsequentes a cada 8 horas após a primeira dose. Recomenda-se administrar 4 mg de ondansetrona, 3 vezes ao dia (a cada 8 horas) durante 1 a 2 dias após término da radioterapia. Para pacientes com 11 anos ou mais, recomenda-se a mesma dose proposta para adultos. Pacientes com insuficiência renal (função defeituosa do rim): não é necessário ajuste de dose, recomenda-se a mesma dose para a população em geral. Pacientes com insuficiência hepática (função defeituosa do fígado): em pacientes com insuficiência
    hepática grave, a dose total diária não deve exceder 8 mg. Pacientes idosos: recomenda-se a mesma dose para adultos. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve tomar Jofix conforme a receita médica. Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose
    seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose. Em caso de dúvida, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos inesperados ou indesejáveis, denominados, reações adversas.
    As reações adversas que podem ocorrer são: Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia, prisão de ventre, dor de cabeça; Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cansaço; Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): ferida, mal-estar. Se ocorrerem sintomas como sensação de intranquilidade, agitação, vermelhidão na face, palpitações, coceira, pulsação no ouvido, tosse, espirro, dificuldade de respirar, entre 1 e 15 minutos da administração do medicamento, é necessário procurar auxílio médico com urgência. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Você deve procurar atendimento médico, levando consigo a bula do medicamento ingerido. Além das reações adversas listadas, os seguintes sintomas foram descritos nos casos de superdose: cegueira repentina de 2 a 3 minutos de duração, prisão de ventre grave, pressão baixa e fraqueza. Em todos os casos, os eventos foram completamente resolvidos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
    a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

     DIZERES LEGAIS

    MS 1.1861.0281
    Farm. Resp.: Dra. Lucineia Nascimento N. de S. Machado.
    CRF-SP nº 31.274
    Registrado por: Ativus Farmacêutica Ltda.
    Rua Emílio Mallet, 317 • Sala 1005 • Tatuapé
    CEP: 03320-000 • São Paulo-SP • CNPJ: 64.088.172/0001-41
    Fabricado por: Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
    Rua Solange Aparecida Montan, 49 • Jandira-SP • CEP: 06610-015
    CNPJ 49.475.833/0014-12 • Indústria Brasileira.
    Comercializado por: Arese Pharma Ltda.
    Rua Marginal à Rodovia Dom Pedro I, 1081 • Caixa Postal: 4117
    CEP:13273-902 • Valinhos-SP • CNPJ: 07.670.111/0001-54

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  • zoloft-e-indicado-para-o-tratamento-da-depresao-acompanhada-por-sintomas-de-ansiedade

     

     

     

     

     

     

    Zoloft®

    cloridrato de sertralina

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Zoloft®
    Nome genérico: cloridrato de sertralina

    Apresentações:

    Zoloft® 50mg em embalagens contendo 10, 20 ou 28 comprimidos revestidos. Zoloft® 100 mg em embalagens contendo 14 ou 30 comprimidos revestidos.
    Via de Administração: Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico* Acima de 6 Anos de Idade *apenas para o tratamento do transtorno obsessivo compulsivo.

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Zoloft® 50 mg ou 100 mg contém cloridrato de sertralina equivalente a 50 mg ou 100 mg de sertralina base, respectivamente. Excipientes: fosfato de cálcio dibásico diidratado, hiprolose, esteara to de magnésio, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, Opadry® branco (hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e polissorbato 80) e Opadry® transparente (hipromelose, macrogol).

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Zoloft® (cloridrato de sertralina) é indicado para o tratamento da depressão acompanhada por sintomas de ansiedade, do transtorno obsessivo compulsivo em adultos e crianças, do transtorno do pânico, do transtorno do estresse pós-traumático, da fobia social ou transtorno de ansiedade social e da síndrome da tensão pré-menstrual e/ou transtorno disfórico pré-menstrual.

    Como este medicamento funciona?

    Zoloft® age sobre uma substância encontrada no cérebro, chamada de  serotonina, aumentando sua disponibilidade e com isso aliviando os sintomas depressivos e ansiosos, típicos dos transtornos para os quais é indicado. Zoloft® começa agir em 7 dias. O tempo necessário para se observar melhora clínica pode variar e depende das características do paciente e do tipo de transtorno em tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Zoloft® não deve ser usado se você tiver história de alergia à sertralina ou a outros componentes da fórmula; se você estiver usando antidepressivos chamados de inibidores da monoaminoxidase (IMAO); ou se você tiver usando pimozida. Este medicamento não deve ser usado por crianças menores de 6 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. O uso de medicamentos que aumentam a disponibilidade da serotonina, tal qual Zoloft® faz, pode levar à ocorrência da chamada síndrome serotoninérgica–caracterizada por alterações do estado mental e dos movimentos, entre outras manifestações, ou da síndrome neuroléptica maligna–caracterizada por contração muscular grave, febre, aceleração dos batimentos do coração, alteração no eletrocardiograma e tremor. O risco de ocorrência destas síndromes é maior quando Zoloft® é utilizado junto a outros medicamentos que também leva m ao aumento da disponibilidade da serotonina. Entre tais medicamentos estão os inibidores da enzima monoaminoxidase (IMAO), cujos exemplos são a selegilina, a moclobemida, a linezolida e azul de metileno , alguns medicamentos antipsicóticos, antagonistas da dopamina, e outras drogas como triptofanos, fenfluramina, fentanila e seus análogos, tramadol, dextrometorfano, tapentadol, petidina, metadona, pentazocina e erva de São João. Informe seu médico se você faz uso de algum desses medicamentos ou de qualquer outro. Se você está tomando um outro antidepressivo, não deve substituí-lo por Zoloft® sem adequada avaliação médica.Variações de níveis de glicose no sangue podem ocorrer em alguns pacientes usando Zoloft®. Pacientes diabéticos devem ser monitorados cuidadosamente quanto aos níveis de açúcar no sangue. Você deve notificar seu médico se você tem diabetes. Há relatos de resultado falso positivo no exame de urina para pesquisa de benzodiazepínicos (um tipo de calmante controlado com tarja preta na caixa ) em pacientes tomando sertralina. Isso se deve à falta de especificidade dos testes. Os resultados falso-positivos podem ser esperados por vários dias após o término do tratamento com sertralina. Outros testes confirmatórios poderão distinguir a sertralina na urina. Estudos  epidemiológicos mostram um risco aumentado de fraturas ósseas em pacientes que usam sertralina. O mecanismo que leva a esse risco não é totalmente conhecido. A sertralina, pode ocasionar midríase (dilatação da pupila) e deve ser usado com cuidado em pacientes com glaucoma de ângulo fechado ou história de glaucoma. Esta dilatação pode resultar em aumento da pressão intraocular e glaucoma de ângulo fechado, especialmente em pacientes pré- dispostos. Pacientes usuários de sertralina e seus familiares devem ser esclarecidos pelos seus médicos sobre a possibilidade de agravamentos dos sintomas de depressão e pensamentos suicidas especialmente no início da terapia ou em mudanças de dose. Informe seu médico se você tem algum outro problema de saúde, estando ou não em tratamento no momento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Zoloft® não deve ser usado durante a amamentação sem orientação médica. Os médicos devem monitorar pacientes pediátricos em tratamento em longo prazo. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Zoloft® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: Zoloft® 50 mg : comprimido branco, revestido, em formato de cápsula, de um lado gravado “Pfizer” e do outro lado sulcado e gravado ”ZLT” e “50”. Zoloft® 100 mg: comprimido branco, revestido, em formato de cápsula, de um lado gravado “Pfizer” e do outro lado sulcado e gravado ”ZLT” e “100”.

    Como devo usar este medicamento?

    Zoloft® deve ser tomado por via oral, em dose única diária pela manhã ou à noite, com ou sem alimentos, preferencialmente no mesmo horário todos os dias. A dose máxima recomendada é de 200 mg/dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a  duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer-se de tomar Zoloft® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações indesejáveis podem ocorrer com o uso de Zoloft®. Os eventos adversos associados ao tratamento com Zoloft® em pacientes participantes de estudos clínicos controlados e/ou em experiências pós-comercialização são os seguintes: Reações muito comuns (ocorre em ? 1/10 dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, sonolência, tontura, dor de cabeça, diarreia, boca seca, náusea (enjoo), distúrbios da ejaculação e fadiga (cansaço). Reações comuns (ocorre entre ? 1/100 e < 1/10 dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição ou aumento do apetite, sintomas de depressão, diminuição do desejo sexual , agitação, ansiedade, formigamento, aumento da tensão muscular, tremor, contrações musculares involuntárias, deficiência visual, zumbido, palpitações, rubor, bocejo, vômito, dor abdominal, prisão de ventre, dispepsia ( má digestão), rash, hiperidrose ( suor excessivo ), artralgia (dor nas articulações), disfunção sexual, menstruação irregular, dor no peito, mal-estar. Reações incomuns ( ocorre entre ? 1/1. 000 e < 1/100 dos pacientes que utilizam este medicamento ):hipersensibilidade (reação alérgica), hipotireoidismo (diminuição da produção do hormônio da tireoide), alucinação, agressividade ,euforia, confusão mental, bruxismo (ranger os dentes), coma, convulsões, síncope (desmaio), distúrbios extrapiramidais (tremores grosseiros, movimentos lentos), hipercinesia ( atividade muscular excessiva), acatisia (dificuldade em ficar no mesmo lugar ou necessidade de movimentar as pernas), enxaqueca, hipoestesia (diminuição da sensibilidade), midríase (dilatação das pupilas), edema periorbital (inchaço ao redor dos olhos), taquicardia (aumento da frequência cardíaca), hemorragia, hipertensão (pressão alta), broncospasmo (contração dos brônquios e bronquíolos), epistaxe (sangramento do nariz), hemorragia gastrointestinal, urticária, púrpura (manchas roxas pequenas na pele ou mucosas, prurido (coceira), alopecia ( queda de cabelo), espasmos musculares, urina presa, urina solta, distúrbios da marcha, edema facial (inchaço no rosto), edema periférico (inchaço nas extremidades do corpo), febre, astenia (fraqueza), aumento da ALT ou TGP (enzima do fígado), aumento da AST ou TGO ( enzima do fígado), diminuição ou aumento do peso, exames laboratoriais anormais. Reações raras ( ocorre entre ? 1/10. 000 e <1/1. 000 dos pacientes que utilizam este medicamento ): leucopenia (redução do número de glóbulos brancos ou células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das plaquetas), reação anafilactoide (reação alérgica), secreção inapropriada de hormônio antidiurético (que diminui a produção de urina), hiperprolactinemia (aumento da concentração do hormônio prolactina no sangue), diabetes mellitus, hiponatremia (diminuição dos níveis de sódio no sangue), hipoglicemia, hiperglicemia (diminuição ou aumento dos níveis de açúcar no sangue, respectivamente ), distúrbio psicótico (alucinação e delírio), pesadelos, síndrome do aumento da serotonina, distonia (movimentos involuntários), torsade de pointes (tipo grave de arritmia do coração) , vasoconstrição cerebral (incluindo síndrome da vasoconstrição cerebral reversível ou síndrome de Call Fleming ), pancreatite (inflamação no pâncreas), lesão hepática, necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, angioedema (inchaço de origem vascular), rash esfoliativo (manchas vermelhas com descamação da pele), reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), trismo ( dificuldade para abrir a boca), hematúria ( sangue na urina), enurese, priapismo (ereção peniana espontânea, sem estímulo persistente e dolorosa) , galactorreia (secreção de leite), ginecomastia (aumento das mamas no homem), síndrome de abstinência medicamentosa,prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma (alteração do eletrocardiograma), teste de função plaquetária anormal, colesterol sanguíneo aumentado, fratura. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Procure um médico imediatamente. Sintomas de superdose incluem: sonolência, enjoo e vômito, aumento dos batimentos do coração, tremor, agitação e tontura. Coma pode ocorrer, mas é raro. Mortes devido à superdose de sertralina foram relatadas principalmente em associação a outros medicamentos e/ou álcool. Não existem antídotos específicos e a indução de vômito não é recomendada. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS-1.0216.0004
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF – SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Zoloft® 50 mg
    Fabricado e Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    Indústria Brasileira.
    Zoloft® 100 mg
    Fabricado e Embalado por: Pfizer S.A. de C.V.
    Toluca, Estado do México – México
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

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    Rabinefil®

    sulfato de vimblastina

    Identificação de Medicamento

    Apresentação:

    Rabinefil® – (sulfato de vimblastina) é um pó Liofilizado para Solução Injetável.
    Esta embalagem contém um frasco ampola.

    Composição:

    Cada frasco-ampola contém: sulfato de vimblastina……………………………….10 mg.
    Aparência: é um pó branco a branco-amarelado, liofilizado, amorfo, sem excipientes. O pH após reconstituição está na faixa de 3,5 a 5. Uso Exclusivo Por Via Intravenosa – Uso Restrito a Hospitais – Uso Adulto e Pediátrico – Medicamento Similar Equivalente ao Medicamento de Referência

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Rabinefil® é indicado no tratamento de:
    • Doença de Hodgkin generalizada
    • Linfoma linfocítico
    • Linfoma histiocítico
    • Micoses fungoides
    • Carcinoma avançado dos testículos
    • Sarcoma de Kaposi.
    • Doença de Letterer-Siwe (histiocitose X)
    • Coriocarcinoma resistente a outros agentes quimioterápicos
    • Carcinoma de mama que não responde a cirurgia e a
    terapia hormonal.

    Como este medicamento funciona?

    Rabinefil® é um medicamento denominado antineoplásico, usado em pacientes com câncer, que bloqueia a divisão das células. O tempo de resposta para o tratamento vai variar do tipo e da fase da doença a ser tratada e da combinação de medicamentos utilizados.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com granulo citopenia (diminuição dos números de granu lócitos no sangue), a menos que seja resultante da doença que está sendo tratada, ou em pacientes com infecções bacterianas vigentes. Uso na gravidez: categoria de risco D. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O Rabinefil® possui restrições de uso e reações adversas com gravidade diferenciadas. ( Ver item QUAIS MALES ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?), converse com seu médico para saber dos benefícios e riscos do uso do produto. Rabinefil® não deve ser administrado por via intratecal, pois pode levar à morte. Se ocorrer administração acidental por esta via, as medidas adequadas devem ser adotadas imediatamente. Pacientes com função hepática (do fígado) diminuída devem receber doses menores. Rabinefil® pode ter sua toxicidade aumentada em pacientes com insuficiência hepática. Toxicidade neurológica: embora não comum ou permanente, pode ser um incômodo. Rabinefil® não pode ser usado em paciente com contagem de leucócitos abaixo de 3000/mm2. Nesse casos o paciente deve tomar antibióticos profilaticamente até normalização da contagem de leucócitos para aplicação de próxima dose. Idosos sofrendo de caquexia (saúde geral debilitada) ou feridas na superfície da pele devem evitar o uso de sulfato de vimblastina, pois poderá haver uma resposta leucopenia (diminuição dos glóbulos branco s) mais acentuada à droga. Há risco de varicela (catapora) ou herpes zoster grave em pacientes previamente expostos a esses patógenos. Em pacientes com infiltração de células malignas na medula óssea, as contagens de glóbulos brancos e plaquetas podem cair precipitadamente após doses moderadas de sulfato de vimblastina, sendo desaconselhável o uso posterior do medicamento em tais pacientes. Pacientes com disfunção pulmonar pré-existente pode m estar particularmente suscetíveis às reações adversas pulmonares da vimblastina. Rabinefil® pode levar a dispenia aguda (falta de ar) e bronco espasmo grave (dificuldade para respirar), ocorrendo com maior frequência se o uso for concomitante à mitomicina-C, particularmente em pacientes com disfunção pulmonar pré-existente. Pode ocorrer dispneia progressiva. Rabinefil® não deve ser readministrado nesses pacientes. Recomenda-se cautela na administração de sulfato de vimblastina em pacientes com isquemia cardíaca. Pacientes que passaram por tratamento anterior com droga citotóxica ou radioterapia devem ser avaliados com cautela antes de receberem Rabinefil®. O tratamento pode levar a um aumento do ácido úrico do paciente e acarretar problemas aos rins. Para evitar problemas nos rins o paciente deve ser hidratado e o ácido úrico deve ser medido periódica mente. Se ocorrer contaminação acidental dos olhos, pode o correr irrigação grave. O olho deve ser lavado imediatamente com água. Os efeitos imunossupressores (redução da imunidade) do sulfato de vimblastina podem resultar em um aumento na incidência de infecções bacterianas, maior tempo para cura e sangramento gengival. Qualquer procedimento dental deve ser completado antes do tratamento ou retomado depois que a contagem sanguínea tenha retornado ao normal. Usar apropriadamente o fio dental e escova. O sulfato de vimblastina pode causar estomatite, causando considerável desconforto. Não há evidência de que o sulfato de vimblastina seja carcinogênico (cause câncer) em seres humanos. Uso na gravidez: categoria de risco D. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. O Rabinefil® pode trazer riscos para o feto se usado durante a gravidez ou se a paciente engravidar enquanto estiver usando o produto. Uso na amamentação: não amamentar se você estiver em tratamento com Rabinefil®. Uso em crianças: em estudos realizados até o momento não foram constatados problemas com relação ao uso deste medicamento por crianças. Uso em idosos: apesar de não existirem muitos estudos apropriados sobre a ação do sulfato de vimblastina em pacientes idosos, a resposta leucopênica (diminuição dos glóbulos brancos) pode ser maior em pacientes idosos que sofrem de desnutrição ou úlceras na pele. Interações medicamentosas O Rabinefil® interage com os seguintes medicamentos e/ou pode:
    • Diminuir a ação de vacinas de vírus mortos (como as vacinas para hepatite A e B, poliomielite e gripe)
    • Aumentar os riscos de reações adversas a vacinas de vírus vivos.
    • Aumentar as taxas de ácido úrico, sendo necessário ajuste de doses de: alopurinol, colchicina, probenecida e sulfimpirazona.
    • Ter efeitos aditivos depressores da medula óssea com: outros depressores de medula óssea (ex.: outros antineoplá
    sicos como idarrubicina, etoposideo), terapia radioativa.
    • Ter seu efeito leucopênio (diminuição de glóbulos brancos do sangue) e trombocitopênico (diminuição das plaquetas do sangue) aumentados por: medicamentos que causam alteração no sangue (ex.: carbamazepina, cloranfenicol, hidroxicloroquina).
    • Ter o início de ação antecipado ou a gravidade das reações adversas aumentada por: drogas conhecidamente inibidores do citocromo P450, sub-família CYP3A (ex. cetoconazol, eritromicina).
    • Sofrer ou provocar aumento das reações adversas respiratórias com: mitomicina-C. Aumentar a frequência e a intensidade de convulsões com: fenitoína. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Antes de aberto, Rabinefil® deve ser mantido em sai embalagem original em geladeira (2ºC a 8ºC) e protegido da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Estabilidade após reconstituição (ver item: COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? ): Após reconstituição com 10 mL de Cloreto de Sódio 0,9%, não armazenar, o medicamento deve ser utilizado imediatamente. Características físicas e organolépticas: Aspecto físico do pó: pó branco ou branco-amarelado, liofilizado. Características da solução após reconstituição: solução incolor. Antes de usar: observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Rabinefil® é de uso injetável, exclusivamente por via intravenosa, e deve ser aplicado por serviços especializados sob monitoração do médico. Posologia ATENÇÃO: as doses são dadas em termos de sulfato de vimblastina. Dose inicial: 3,7 mg/m2 de superfície corporal por semana. Doses subsequentes: deve-se realizar aumentos sequenciais de 1,8 a 1,9 mg/m2 de superfície corporal a intervalos semanais como delineado a seguir: ATENÇÃO: a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser administrada até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm3, mesmo passados 7 dias. Os aumentos de 1,8 a 1,9 mg/m² de superfície corporal, como os delineados acima, podem ser realizados até uma das seguintes situações: – Atingir a dose máxima de 18,5 mg/m2 de superfície corporal; ou – Contagem de leucócitos cair para 3.000 por mm3; ou – Diminuição do tamanho do tumor. Manutenção: quando a dose de sulfato de vimblastina que produzir a leucopenia 3.000 mm³ tiver sido estabelecida, a dos e de manutenção será a dose imediatamente menor e deverá ser administrada a intervalos semanais. Assim, o paciente estará recebendo a dose máxima que não causa leucopenia. NOTA: a dose seguinte de sulfato de vimblastina não dever á ser administrada até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm
    3, mesmo passados 7 dias. Adultos com bilirrubina sérica direta acima de 3 mg/dL: é recomendada uma redução de 50% na dose de sulfato de vimblastina. Não é recomendada nenhuma modificação de dose para pacientes com insuficiência renal, pois o metabolismo e a excreção de sulfato de vimblastina se dão por via hepática. CRIANÇAS Dose inicial: 2,5 mg/m² de superfície corporal por semana. Doses subsequentes: deve-se realizar aumentos seqüenciais de 1,25 mg/m² de superfície corporal a intervalos semanais como delineado a seguir: NOTA: a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser administrada até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm3, mesmo passados 7 dias. Os aumentos de 1,25 mg/m² de superfície corporal, como os delineados acima, podem ser realizados até uma das seguintes situações: – Atingir a dose máxima de 7,5 mg/m2 de superfície corporal; ou – Contagem de leucócitos cair para 3.000 por mm3; ou – Diminuição do tamanho do tumor. Manutenção: quando a dose de sulfato de vimblastina que produzir a leucopenia 3.000 mm³ tiver sido estabelecida, a dos e de manutenção será a dose imediatamente menor e deverá ser administrada a intervalos semanais. Assim, o paciente estará recebendo a dose máxima que não causa leucopenia. NOTA: a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser administrada até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm
    3 , mesmo passados 7 dias. Crianças com bilirrubina sérica direta acima de 3 mg/dL é recomendada uma redução de 50% na dose de sulfato de vimblastina. Não é recomendada nenhuma modificação de dose para pacientes com insuficiência renal, pois o  metabolismo e a excreção de sulfato de vimblastina se dão por via hepática.

    Duração do Tratamento:

    A duração do tratamento será determinada pelo médico. A terapia de manutenção varia de acordo com a doença que esteja sendo tratada e a combinação de agentes antineoplásicos que esteja sendo usada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Modo de Usar:

    Rabinefil® deve ser administrado somente por via intravenosa e por pessoas experientes na administração de medicamentos antineoplásicos. ATENÇÃO: A ADMINISTRAÇÃO INTRATECAL É FATAL. SOMENTE PARA USO INTRAVENOSO. RABINEFIL® 10MG – VIA INTRAVENOSA DIRETA. Reconstituição: Diluente: Cloreto de Sódio 0,9%. Volume: 10 mL. Aparência da solução reconstituída: incolor. Estabilidade após reconstituição: não armazenar, deve ser utilizado imediatamente. Tempo de Injeção: 1 minuto. RABINEFIL® 10MG – INFUSÃO INTRAVENOSA Atenção: sempre que possível evitar a infusão intravenosa, produto vesicante. Reconstituição: Diluente: Cloreto de Sódio 0,9%. Volume: 10 mL. Aparência da solução reconstituída: incolor. Estabilidade após reconstituição: não armazenar, deve ser utilizado imediatamente. Diluição: Diluente: Cloreto de Sódio 0,9%. Volume: máximo 100 mL. Aparência da solução reconstituída: incolor. Estabilidade após reconstituição: não armazenar, deve ser utilizado imediatamente. Tempo de Infusão: máximo de 30 minutos.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Entre em contato com seu médico para verificar a situação da sua doença e como retomar o tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Em geral, as reações adversas relativas ao uso de sulfato de vimblastina parecem estar relacionadas à dose empregada. Geralmente as reações adversas duram menos de 24 horas, com exceção de queda de cabelo, leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos) e manifestações neurológicas. Reações adversas neurológicas não são comuns, porém , quando ocorrem duram frequentemente mais de 24 horas. A leucopenia , a reação adversa mais comum, é geralmente o fator limitante da dose. As seguintes reações adversas podem ocorrer: Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição dos glóbulos brancos, celulite no local da injeção, queda de cabelo, constipação (prisão de ventre), mal-estar, dor nos ossos, dor no local do tumor, dor na mandíbula. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia, diminuição das plaquetas, inflamação na veia (em caso de extravasamento), falta de apetite, náusea e vômito (controlados com facilidade por agentes antieméticos), dor abdominal, feridas na boca, faringite, diarreia, formigamento dos dedos, perda dos reflexos tendinosos profundos, neurite periférica (lesão dos nervos), depressão mental, dor de cabeça, convulsões, surdez total ou parcial, dificuldades com o equilíbrio incluindo tontura, nistagmo (movimento involuntário dos olhos) e vertigem, aumento da pressão, fraqueza, feridas na pele, aumento do ácido úrico, íleo paralítico (parada do intestino), enterocolite hemorrágica (inflamação do intestino), sangramento de úlcera péptica já existente, sangramento retal, dispneia aguda (respiração curta ou difícil) e broncoespasmo grave, nefropatia úrica (doença no rim), síndrome atribuída à secreção inapropriada do hormônio antidiurético (ocorreu com doses maiores do que as recomendadas) e fenômeno de Raynaud (em pacientes tratados com sulfato de vimblastina combinado com bleomicina e cisplatina para câncer dos testículos). Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): foi relatado um único caso de sensibilidade à luz associada a este produto. Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através de seu serviço de atendimento.

    Que fazer se alguém usar uma quantidade maior que a indicada deste medicamento?

    Sinais e sintomas: Após a administração de doses elevadas, os pacientes podem apresentar exacerbação de reações relacionadas ao sulfato de vimblastina e descritas em QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR ?”. Pode ser observada neurotoxicidade. A toxicidade pode ser aumentada quando há insuficiência hepática. O efeito principal de doses excessivas de sulfato de vimblastina será mielossupressão (diminuição na produção de células sanguíneas pela medula), que poderá ser gravíssima. Tratamento: Pocurar um hospital ou centro de controle de intoxicação para tratamento dos sintomas. Os cuidados de suporte são os seguintes: 1) Prevenção das reações adversas que resultarem da síndrome de secreção aumentada do hormônio antidiurético (isso incluiria restrição do volume diário de líquido ingerido, e talvez a administração de um diurético atuante sobre a alça de Henle e o túbulo distal); 2) Administração de um anticonvulsivante; 3) Prevenção de íleo paralítico; 4) Monitoração do sistema cardiovascular; 5) Determinação diária do hemograma para orientação em relação à necessidade de transfusão de sangue e avaliação do risco de infecção. Não há informação com relação à eficácia da diálise, nem de colestiramina para o tratamento de superdosagem. Quando o sulfato de vimblastina for ingerido, deve-se: • Proteger a passagem de ar do paciente e garantir a ventilação e perfusão. • Monitorar meticulosamente e manter dentro dos níveis aceitáveis os sinais vitais do paciente, os gases do sangue, eletrólitos séricos. • A absorção pelo trato gastrintestinal pode ser diminuída administrando carvão ativado. Doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a eliminação de algumas drogas que foram ingeridas. Proteger a passagem de ar do paciente quando empregar o carvão ativado. Superdosagem proveniente da infusão consecutiva diária prolongada pode ser mais tóxica do que a mesma dose total dada por uma injeção intravenosa rápida. A dose letal média intravenosa para camundongos é de 10 mg/kg e para ratos é de 2,9 mg/kg. A dose letal média oral para ratos é de 7 mh/kg. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Reg. M.S. nº: 1.0041.0144
    Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia
    CRF-SP 34.871
    Fabricado por: Fresenius Kabi SA
    Buenos Aires – Argentina
    Importado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda.
    Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
    C.N.P.J. 49.324.221/0001-04
    SAC: 0800 707 3855

    USO RESTRITO A HOSPITAIS
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    Magnostase®

    cloridrato de loperamida

    Apresentação:

    Comprimido
    Embalagens contendo 12 ou 200 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém: cloridrato de loperamida…………………………………………………………………………………………………………..2mg
    excipiente q.s.p………………………………………………………………………………………………………….1 comprimido
    (lactose monoidratada, amido, celulose micro cristalina, dióxido de silício e estearato de magnésio).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de sintomas como: – diarreia aguda sem causa específica, sem caráter infeccioso; – diarreias crônicas espoliativas, associadas às doenças inflamatórias como Doença de Crohn e retocolite ulcerativa; – nas ileostomias e colostomias, que são cirurgias realizadas em partes do intestino denominadas íleo e cólon, respectivamente, com excessiva perda de água e eletrólitos.

    Como este medicamento funciona?

    Na diarreia, o MAGNOSTASE® faz com que as fezes fiquem mais sólidas e diminui a frequência de evacuações. MAGNOSTASE® tem seu início de ação desde a primeira tomada, ocorrendo uma redução gradual da diarreia. Estudos clínicos têm demonstrado que o início da ação da loperamida no controle da diarreia aguda ocorre dentro das primeiras 1 a 2 horas seguidas da primeira dose.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não utilize MAGNOSTASE® em crianças. Não tome MAGNOSTASE® se você for alérgico ao cloridrato de loperamida, que é o componente ativo do MAGNOSTASE®, ou a qualquer outro componente da fórmula. MAGNOSTASE® não deve ser usado nos casos de diarreia em que as fezes contenham sangue ou pus ou sejam acompanhadas de febre. Não use MAGNOSTASE® se você estiver com constipação (“prisão de ventre “) ou estiver com o abdome distendido. Também não deve ser utilizado se você tiver inflamação no intestino delgado, sem uma indicação específica do seu médico.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Embora MAGNOSTASE® seja um medicamento para tratar os sintomas da diarreia ele não trata a sua causa. A causa da diarreia sempre que possível deve ser tratada. Quando você está com diarreia, há uma grande perda de líquidos através das fezes, que devem ser repostos através da ingestão de mais líquidos do que você normalmente toma. Caso a diarreia aguda inesperada (diarreia que aparece repentinamente) não melhore dentro de um período de 48 horas, ou se houver o aparecimento de febre, pare de tomar o medicamento e entre em contato com seu médico. Se ocorrer constipação (“prisão de ventre”) durante o tratamento, o mesmo deverá ser suspenso. Caso a “prisão de ventre” seja intensa, avise seu médico. Se você tem AIDS e está sendo tratado com MAGNOSTASE® para diarreia e apresentar qualquer sinal de abdome distendido, pare de tomar MAGNOSTASE® imediatamente e avise seu médico. Foram observados casos isolados de constipação com risco aumentado de megacolo tóxico (dilatação e aumento do tamanho de uma porção do intestino denominada cólon) em pacientes com AIDS e colite infecciosa causada por vírus ou bactérias tratados com o cloridrato de loperamida.

    Disfunção Hepática:

    Informe seu médico se você tem problemas no fígado, pois você poderá necessitar de um acompanhamento médico mais rigoroso. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Não há contraindicações em tomar MAGNOSTASE® se você dirige ou opera máquinas, a menos que você esteja sentindo cansaço, tontura ou sonolência.

    Gravidez e Amamentação:

    Não se recomenda o uso de MAGNOSTASE® durante a gravidez ou no período de amamentação, pois pequenas quantidades de MAGNOSTASE® podem aparecer no leite humano. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Ingestão concomitante com outros medicamentos. Informe seu médico se você estiver tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento. Estes medicamentos incluem aqueles sem prescrição médica ou fitoterápicos. Particularmente, informe seu médico se você estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos:
    – ritonavir (usado no tratamento de HIV);
    – quinidina (usado no tratamento de arritmias do coração);
    – desmopressina via oral (usada no tratamento de micção excessiva);
    – itraconazol ou cetoconazol (usado no tratamento de infecções fúngicas);
    – genfibrozila (usada para baixar os níveis de colesterol).
    É esperado que os medicamentos com propriedades farmacológicas semelhantes possam potencializar o efeito da loperamida e aqueles medicamentos que aceleram o trânsito intestinal possam diminuir seu efeito. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 a 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original. MAGNOSTASE® apresenta-se como comprimido circular, semi abaulado, sulcado, branco e isento de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    MAGNOSTASE® comprimidos deve ser utilizado somente em adultos. Os comprimidos devem ser tomados com líquido. O seguinte esquema médico é recomendado: Diarreia aguda: a dose inicial sugerida é de 2 comprimidos (4mg), seguidos de 1 comprimido (2mg) após cada subsequente evacuação líquida, até uma dose diária máxima de 8 comprimidos (16mg), ou a critério médico. Diarreia crônica: a dose diária inicial é de 2 comprimidos (4mg). Esta dose deve ser ajustada, até que 1 a 2 evacuações sólidas ao dia sejam obtidas, o que é conseguido, em geral, com uma dose diária média que varia entre 1 a 6 comprimidos (2 mg a 12 mg). A dose diária máxima não deve ultrapassar 8 comprimidos (16mg). Duração do tratamento: Se você apresentar fezes sólidas ou endurecidas, ou se você já estiver há 24 horas sem evacuar, não tome mais o medicamento. Lesão dos rins: não é necessário ajustar a dose se você tiver algum a lesão nos rins. Lesão do fígado: MAGNOSTASE® deve ser usado com cuidado se você tiver alguma lesão no fígado. Pacientes idosos: Não é necessário ajustar a dose para idosos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando esquecer de tomar esse medicamento?

    MAGNOSTASE® deve ser tomado regularmente para uso crônico ou como base necessária para diarreia aguda. Se você tomar somente durante a diarreia, o esquecimento de dose não é um problema. Se MAGNOSTASE® está sendo tomado regularmente, as doses de MAGNOSTASE® não devem ser esquecidas. Se uma dose for esquecida, tome-a assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da próxima dose, pule esta dose e tome a próxima dose conforme prescrito. Não dobre a dose de MAGNOSTASE® ao menos que seu médico tenha orientado. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como com qualquer medicamento, MAGNOSTASE® pode causar eventos adversos, entretanto não são todas as pessoas que apresentam estes eventos. A segurança do cloridrato de loperamida para o tratamento da diarreia aguda e da diarreia crônica foi avaliada em estudos clínicos. As reações adversas observadas nestes estudos estão descritas a seguir. As reações adversas relatadas por ? 1% dos pacientes tratados com MAGNOSTASE® que participaram de estudos clínicos de diarreia aguda foram: constipação (prisão de ventre), flatulência (gases), dor de cabeça, náusea. As reações adversas ao medicamento relatadas por < 1% dos pacientes tratados com MAGNOSTASE® no conjunto de dados de estudos clínicos para diarreia aguda foram: tontura, boca seca, dor abdominal, vômito, desconforto e distensão (inchaço) do abdomen, dor na parte superior do abdome, erupção cutânea. As reações adversas relatadas por ? 1% dos pacientes tratados com MAGNOSTASE® que participaram de estudos clínicos de diarreia crônica foram: flatulência (gases), constipação (prisão de ventre), náusea, tontura. As reações adversas ao medicamento relatadas por < 1% dos pacientes tratados com MAGNOSTASE® nos estudos clínicos de diarreia crônica foram: dor de cabeça, dor ou desconforto no abdome, boca seca, dispepsia (indigestão). Experiência pós-comercialização As primeiras reações adversas identificadas durante a experiência pós-comercialização com o cloridrato de loperamida estão descritas a seguir: Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Distúrbios do Sistema Imunológico: alergia; reação anafiláticia (incluindo choque anafilático) e reação anafilactoide (que são reações alérgicas graves). Distúrbios do Sistema Nervoso: incapacidade de se movimentar de maneira coordenada, níveis diminuídos de consciência, hipertonia (rigidez muscular), perda de consciência, sonolência, estupor (diminuição acentuada da reação aos estímulos do ambiente). Distúrbios dos Oftalmológicos: miose (contração da pupila dos olhos). Distúrbios Gastrointestinais: íleo, incluindo íleo paralítico (obstrução do intestino devido a paralisia da parede intestinal), megacolo, incluindo megacolo tóxico (dilatação e aumento do tamanho de uma porção do intestino denominada cólon). Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo: angioedema (inchaço de início repentino da pele, mucosas, vísceras e cérebro), erupção bolhosa (incluindo Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e eritema multiforme), prurido (coceira), urticária (vermelhidão da pele). Distúrbios Renais e Urinários: retenção urinária (dificuldade para urinar). Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração: fadiga (cansaço extremo). Pare de tomar MAGNOSTASE® e informe seu médico imediatamente se você notar ou suspeitar de qualquer um dos seguintes eventos. Você poderá precisar de atendimento médico com urgência. – inchaço repentino da face, lábios ou garganta, encurtamento da respiração, urticária, irritação intensa, vermelhidão ou bolhas na pele. Estes podem ser sinais de hipersensibilidade intensa ou reação alérgica; – cansaço ao extremo, estar incapaz de se movimentar de maneira coordenada, perda de consciência, rigidez muscular, sonolência, diminuição acentuada da reação aos estímulos do ambiente. – dor de estômago intensa, estômago distendido, inchaço ou febre podem ser resultantes de intestino obstruído ou distendido. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se por acidente, você ingeriu MAGNOSTASE® em quantidades muito grandes, procure logo um médico, principalmente se os seguintes sintomas aparecerem: rigidez muscular, movimentos sem coordenação, sonolência, miose (contração das pupilas), diminuição dos movimentos da respiração, dificuldade para urinar ou íleo (obstrução do intestino). As crianças são mais sensíveis que os adultos ao MAGNOSTASE®. Se ocorrer ingestão acidental por crianças e algum dos sintomas descritos anteriormente aparecerem, procure um médico imediatamente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais:

    Registro M.S. nº 1.5584.0142
    Farm. Responsável: Dr Marco Aurélio Limirio G. Filho CRF-GO nº 3524
    Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE CARTUCHO.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Magnostase® – Comprimido
    Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – GO – CEP 75132-020
    CNPJ: 05.161.069/0001-10 – Indústria Brasileira

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  • femurid-é-um-suplemento-vitaminico-e-mineral-destinado-a-prevenção-e-ao-tratamento-auxiliar-da-desmineralização-ossea-pre-e-pos-menopausaFemurid®

    carbonato de cálcio
    colecalciferol (vit. D)

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos com carbonato de cálcio 1.250 mg (correspondente a 500 mg de cálcio elementar) e colecalciferol 210 U.I. Frasco na apresentação de 60 comprimidos revestidos e embalagens hospitalares com 10, 25 e 50 frascos com 60 comprimidos revestidos cada. Uso Oral,Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: carbonato de cálcio (correspondente a 500 mg de cálcio elementar) ………………………. 1.250 MG colecalciferol (vitamina D) ………………………………………………………………………………… 210 U.I. Excipientes: crospovidona, povidona, butilidroxitolueno, edetato de sódio, ácido tânico, amido pré-gelatinizado, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool etílico, advantia preferred HS, dióxido de titânio e água de osmose reversa.

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento é indicado? 

    FEMURID® é um suplemento vitamínico e mineral destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausal.

    Como este medicamento funciona? 

    FEMURID® é um suplemento vitamínico e mineral que se destina à reposição de cálcio e vitamina D (que ajuda na absorção do cálcio) no caso de deficiência dos mesmos.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Você não deve usar FEMURID® caso tenha alergia aos componentes da fórmula, aumento dos níveis de cálcio no sangue, problemas graves nos rins, sarcoidose (doença inflamatória que pode acometer órgãos como os pulmões, fígado e gânglios linfáticos) e eliminação excessiva de cálcio na urina. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com problemas renais graves.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Se você tiver algum dos seguintes problemas de saúde, você deverá utilizar este medicamento sob supervisão médica: hipercalciúria leve (eliminação leve de cálcio pela urina), bem como insuficiência renal (problemas nos rins) crônica, ou quando há propensão à formação de cálculos renais. Informe seu médico para que ele realize o controle da eliminação urinária de cálcio e, se necessário, reduza a dose ou interrompa o tratamento. Você pode ter a absorção de cálcio reduzida caso tenha níveis baixos ou não tenha ácido clorídrico no estômago. Nestes casos, tome Femurid® durante as refeições.

    Gravidez e Amamentação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término ou se está amamentando. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando somente devem consumir este produto sob orientação do nutricionista ou médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
    do cirurgião-dentista.

    Populações especiais:

    O uso prolongado de cálcio em idosos pode provocar prisão de ventre. A vitamina D não deve ser administrada em pacientes com altos níveis de cálcio no sangue e deve ser administrada com cautela em crianças (devido à maior sensibilidade aos seus efeitos), em pacientes com insuficiência dos rins ou cálculos, ou em pacientes com doença cardíaca, que apresentam maior risco de dano ao órgão caso ocorra aumento dos níveis sanguíneos de cálcio. As concentrações de fosfato no sangue devem ser controladas durante o tratamento com vitamina D, para reduzir o risco de calcificação em outras áreas. Seu médico poderá realizar o controle regular da concentração de cálcio em pacientes recebendo vitamina D, especialmente no início do tratamento e caso surjam sintomas sugestivos de toxicidade.

    Interações medicamentosas:

    A administração simultânea com medicamentos que contenham ferro, etidronato, fenitoína ou tetraciclinas deve ser evitada, pois a absorção dos mesmos é prejudicada. Nestes casos, os medicamentos devem ser ingeridos obedecendo-se um intervalo de tempo de pelo menos 2-3 horas. Em pacientes que utilizam digitálicos, altas doses de cálcio podem aumentar o risco de alterações do ritmo cardíaco. Diuréticos tiazídicos aumentam o risco de elevar os níveis de cálcio no sangue se administrados juntamente com a vitamina D e cálcio. Nestes casos, aconselha-se o controle das concentrações de cálcio no sangue. Informe seu médico. Alguns antiepilépticos (ex: carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e primidona) podem aumentar a necessidade de vitamina D.

    Medicamento-substâncias químicas:

    O consumo excessivo de álcool, cafeína ou tabaco pode reduzir a quantidade de cálcio absorvida.

    Medicamento-exames laboratoriais:

    Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de FEMURID® em exames laboratoriais.

    Medicamento-alimento:

    A absorção intestinal de cálcio pode ser diminuída pela ingestão simultânea de certos alimentos, tais como espinafre, ruibarbo, farelo de trigo e outros cereais. O uso excessivo e prolongado de suplementos de cálcio com leite ou derivados deve ser evitado. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, Femurid® deve ser mantido em sua embalagem original e conservado em temperatura ambiente (15 a 30o C).

    Aspecto físico:

    Os comprimidos revestidos de Femurid® são oblongos lisos, branco a bege. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral, durante as refeições ou conforme orientação médica. Risco de uso por via de administração não recomendada Não há estudos dos efeitos de FEMURID® administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

    Posologia:

    Tomar 3 comprimidos de Femurid® ao dia, durante as refeições ou conforme recomendação médica. Doses maiores devem ser ingeridas de acordo com a prescrição do seu médico. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso se esqueça de tomar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). O uso prolongado de cálcio em idosos pode provocar prisão de ventre. A ingestão excessiva de vitamina D pode causar o aumento dos níveis de cálcio no sangue e seus efeitos associados, incluindo maior excreção de cálcio pela urina, calcificação em outras áreas e dano cardiovascular e nos rins. É conhecido que a suplementação da dieta com vitamina D pode ser prejudicial para pessoas que já recebem ingestão adequada por meio da própria dieta alimentar e da exposição à luz solar, visto que a diferença entre as concentrações terapêutica e tóxica é relativamente pequena. Em casos raros, podem ocorrer distúrbios gastrintestinais leves. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Os sintomas que aparecem quando alguém usa uma quantidade maior do que a indicada de Femurid® são: reações gastrintestinais (somente em pacientes que recebem altas doses de vitamina D), sinais e sintomas da elevação de cálcio no sangue, ou seja, diminuição do apetite, enjoo, vômito, prisão de ventre, dor abdominal, fraqueza muscular, aumento na freqüência das micções, sede, sonolência e confusão; em casos severos, coma ou alterações do ritmo cardíaco. Caso você use uma quantidade maior do que a indicada de Femurid® interrompa o tratamento; no aumento severo dos níveis de cálcio no sangue, instituir infusão de solução de cloreto de sódio, forçar a micção e administrar fosfato oral. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
    médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. 1.0385.0101
    Farm. Resp.: Alexandre Madeira de Oliveira – CRF/SC no 3684
    LABORATÓRIO FARMACÊUTICO ELOFAR LTDA.
    Rua Tereza Cristina, 67 – Florianópolis – Santa Catarina – CEP 88070-790
    CNPJ: 83.874.628/0001-43 – INDÚSTRIA BRASILEIRA
    S.A.C. 0800-600-1344 – sac@elofar.com.br – www.elofar.com.br
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

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  • Diabetes 06.11.2014 No Comments

    janumet-ajuda-a-reduzir-os-niveis-de-açucar-no-sangue

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Janumet®

    (fosfato de sitagliptina/cloridrato de metformina), MSD

    Apresentações:

    JANUMET® é apresentado em comprimidos revestidos de 50/500 mg, 50/850 mg ou 50/1.000 mg em caixas com 28 e 56 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Ingredientes ativos:
    JANUMET® comprimido contém 64,25 mg de fosfato de sitagliptina e cloridrato de metformina, equivalente a: 50 mg de sitagliptina como base livre e 500 mg de cloridrato de metformina (JANUMET® 50 mg/500 mg), 850 mg de cloridrato de metformina (JANUMET® 50 mg/850 mg) ou 1.000 mg de cloridrato de metformina (JANUMET® 50 mg/1.000 mg).
    Ingredientes inativos:
    Celulose microcristalina, povidona, laurilsulfato de sódio, estearil fumarato de sódio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, óxido férrico vermelho e óxido férrico preto.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Seu médico prescreveu JANUMET® para ajudar a reduzir os seus níveis de açúcar no sangue. JANUMET® deverá ser associado à dieta e a um programa de exercícios recomendados pelo seu médico.

    O que é diabetes tipo 2?

    O diabetes tipo 2 é uma condição na qual seu organismo não produz insulina em quantidade suficiente, e a insulina produzida não age tão bem como deveria. Seu organismo também pode produzir muito açúcar. Quando isto ocorre, o açúcar (glicose) no sangue aumenta e pode causar problemas de saúde. O principal objetivo do tratamento do diabetes é normalizar os níveis de açúcar no sangue. A redução e o controle dos níveis de açúcar no sangue podem ajudar a prevenir ou retardar as complicações do diabetes, como doença cardíaca, doença renal, perda da visão e amputação de membros. Níveis altos de açúcar no sangue podem ser reduzidos por meio de dieta e exercícios e com o uso de alguns medicamentos.

    Como este medicamento funciona?

    JANUMET® é um comprimido que contém dois medicamentos, o fosfato de sitagliptina e a metformina, que diminuem o açúcar no sangue. O fosfato de sitagliptina pertence a uma classe de medicamentos denominados inibidores da DPP-4 (inibidores da dipeptidil peptidase-4) e o cloridrato de metformina é um membro da classe das biguanidas. Esses dois componentes atuam juntos para controlar os níveis de açúcar no sangue em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. O diabetes tipo 2 era denominado diabetes mellitus não dependente de insulina. JANUMET® diminui os níveis de açúcar no sangue em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. JANUMET® ajuda a melhorar os níveis de insulina após uma refeição. JANUMET® ajuda o organismo a responder melhor à insulina. JANUMET® diminui a quantidade de açúcar produzida pelo organismo.
    É incomum que JANUMET® cause níveis baixos de açúcar no sangue (hipoglicemia).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar JANUMET® se: tiver diabetes mellitus tipo 1; tiver certos problemas nos rins; tiver insuficiência cardíaca congestiva, uma doença cardíaca tratada com medicamentos; for alérgico ao fosfato de sitagliptina, ao cloridrato de metformina ou a qualquer outro componente de JANUMET® (veja COMPOSIÇÃO); apresentar acidez metabólica ou cetoacidose diabética (aumento de acetona no sangue ou urina); se tiver recebido ou vá receber uma injeção de corante ou agente de contraste para exame radiológico. Converse com seu médico sobre quando parar e quando reiniciar seu tratamento.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Você deve informar ao seu médico se você: tem problemas nos rins; tem problemas no fígado; tem problemas cardíacos; tem mais de 80 anos de idade. Pacientes com idade superior a 80 anos não devem tomar JANUMET®, a menos que a função dos seus rins seja verificada e esteja normal; bebe muita bebida alcoólica (bebe contínua ou excessivamente durante curtos períodos); está grávida ou pretende engravidar; está amamentando; tem ou teve alguma reação alérgica a sitagliptina, a metformina, ou a JANUMET®; está tomando qualquer medicamento obtido com receita médica; está tomando medicamentos vendidos sem receita (de venda livre); está tomando qualquer suplemento fitoterápico (medicamentos feitos a partir de plantas). Casos de inflamação do pâncreas (pancreatite) foram relatados em pacientes que recebiam JANUMET®. A pancreatite pode ser uma condição médica grave e potencialmente fatal. Pare de tomar JANUMET® e informe seu médico caso você apresente dor de estômago grave e persistente, acompanhada ou não de vômitos, pois você pode estar com pancreatite.

    Gravidez e amamentação:

    Mulheres grávidas ou que pretendem engravidar devem consultar seu médico antes de tomar JANUMET®. O uso de JANUMET® não é recomendado durante a gravidez. Ainda não se sabe se JANUMET® passa para o leite materno; por isso, você não deve usar JANUMET® se estiver amamentando ou se planeja amamentar. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou do cirurgião-dentista.

    Crianças:

    JANUMET® não foi estudado em indivíduos com menos de 18 anos de idade.

    Idosos:

    Devido a metformina que compõe o medicamento, JANUMET® deve ser usado com cautela em pacientes idosos. A seleção das doses deve ser feita com cautela, baseada no monitoramento cuidadoso e regular da função renal. Dirigir veículos ou operar máquinas: não existem informações sugestivas de que JANUMET® afete sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    JANUMET® pode afetar a ação de outros medicamentos e alguns medicamentos podem afetar a ação de JANUMET®. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conserve em temperatura ambiente (temperatura entre 15ºC e 30oC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aparência: – JANUMET® 50 mg/500 mg: comprimido revestido, de cor rosa claro, com formato de cápsula, gravado “575′” em uma face. – JANUMET® 50 mg/850 mg: comprimido revestido, de cor rosa, com formato de cápsula, gravado “515” em uma face. – JANUMET® 50 mg/1.000 mg: comprimido revestido, de cor vermelha, com formato de cápsula, gravado “577” em uma face. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Uso oral
    Dosagem
    Tome JANUMET® exatamente como seu médico prescreveu. Seu médico lhe dirá quantos comprimidos de JANUMET® você deve tomar e com qual frequência. Seu médico pode precisar aumentar a dose do medicamento para controlar o açúcar em seu sangue. Seu médico pode prescrever JANUMET® isoladamente ou junto com uma sulfonilureia, uma glitazona ou com insulina (medicamentos para reduzir o açúcar no sangue). Continue a tomar JANUMET® durante o tempo prescrito pelo seu médico. Assim, você continuará a controlar os níveis de açúcar no sangue. Você pode precisar parar de tomar JANUMET® por um curto período. Peça instruções ao seu médico se você: tiver um distúrbio que possa estar associado com desidratação (grande perda de líquidos do organismo), como alguma doença que cause vômitos, diarreia ou febre ou se você bebe muito menos líquidos do que seria desejável; planeja ser submetido a uma cirurgia; recebeu ou vai receber uma injeção de corante ou agente de contraste para exame radiológico.

    Como usar:

    Tome JANUMET® durante as refeições, para diminuir a possibilidade de distúrbios estomacais. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer se eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se esquecer uma dose, tome-a assim que lembrar. Caso não se lembre até o horário da próxima dose, pule a dose esquecida e continue tomando a dose usual. Não tome uma dose de JANUMET® em dobro. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Em casos raros, a metformina, um dos componentes de JANUMET®, pode causar um efeito adverso grave, chamado acidose láctica. A acidose láctica é uma emergência médica que pode causar a morte e deve ser tratada em ambiente hospitalar. A acidose láctica é causada pela produção excessiva de ácido láctico em seu organismo. Pare de tomar JANUMET® se apresentar os seguintes sintomas de acidose láctica: muita fraqueza ou cansaço; dor muscular incomum (anormal); dificuldade para respirar; dor de estômago com náuseas e vômitos ou diarreia; frio, especialmente nos braços e pernas; tonturas ou desmaios; frequência cardíaca lenta ou irregular; alteração repentina do seu quadro clínico. A probabilidade de acidose láctica é ainda maior se você: tiver problemas nos rins; tiver insuficiência cardíaca congestiva que exija tratamento com medicamentos;beber muito álcool (frequente ou excessivamente durante curtos períodos); estiver desidratado (tiver perdido grande quantidade de líquidos do organismo), o que pode acontecer se você tiver alguma doença que cause febre, vômitos ou diarreia e também se você transpirar muito ao praticar exercícios, por exemplo, e não ingerir líquidos em quantidade suficiente; tiver sido submetido a certos exames radiológicos que utilizem injeção de corantes ou agentes de contraste; tiver sido submetido a uma cirurgia; tiver sofrido um ataque cardíaco (infarto), infecção grave ou derrame (acidente vascular cerebral); tiver 80 anos de idade ou mais e sua função renal não tiver sido examinado. Os eventos adversos comuns em pacientes que receberam apenas metformina incluem náuseas, vômitos e diarreia. Essas reações adversas ocorrem mais frequentemente no início do tratamento e desaparecem espontaneamente na maioria dos casos. As reações adversas comuns em pacientes que tomam apenas sitagliptina incluem coriza e dor de garganta, infecção do trato respiratório superior e dor de cabeça. As reações adversas observadas nos estudos clínicos com a combinação de sitagliptina com metformina (fármacos de JANUMET®) foram geralmente semelhantes às da metformina isoladamente. A administração de JANUMET® com as refeições pode ajudar a reduzir as reações adversas estomacais. No entanto, se você apresentar algum problema estomacal incomum e/ou inesperado, converse com seu médico. Problemas estomacais que se desenvolvem mais tarde durante o tratamento podem indicar algo mais grave. Quando JANUMET® é utilizado com uma sulfonilureia ou insulina, podem ocorrer baixos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia) devido à sulfonilureia ou insulina. Doses menores da sulfonilureia ou insulina podem ser necessárias. Além disso, quando JANUMET® é utilizado com uma sulfonilureia, pode ocorrer constipação (prisão de ventre). Quando JANUMET® foi utilizado em combinação com rosiglitazona, uma glitazona, as seguintes reações adversas foram relatadas: cefaleia, baixos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), diarreia, infecção respiratória superior, náuseas, tosse, infecção fúngica cutânea, inchaço das mãos ou pernas e vômitos. Reações adversas adicionais foram relatadas com o uso de JANUMET® ou de sitagliptina, um dos medicamentos de JANUMET®. Essas reações adversas foram relatadas quando JANUMET® ou sitagliptina foram usados sozinhos e/ou junto com outros medicamentos para o diabetes: Reações alérgicas, que podem ser graves, incluindo erupção cutânea, urticária e inchaço da face,lábios, língua e garganta que pode causar dificuldade para respirar ou engolir. Se você apresentar uma reação alérgica, pare de tomar JANUMET® e procure seu médico imediatamente. Ele poderá lhe receitar um medicamento para tratar a reação alérgica e um medicamento diferente para o diabetes. Inflamação do pâncreas. Problemas renais (algumas vezes com necessidade de diálise). Constipação (prisão de ventre). Vômitos. Dor nas articulações. Dores musculares. Dor no braço ou perna. Dor nas costas. Outras reações adversas não listadas acima também podem ocorrer em alguns pacientes. Informe a seu médico caso desenvolva alguma reação adversa incomum ou se alguma outra reação adversa não desaparecer ou piorar. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você tomar mais do que a dose prescrita de JANUMET® , entre em contato com seu médico imediatamente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS – 1.0029.0177
    Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243
    Registrado e importado por: Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 815 – Sousas, Campinas/SP
    CNPJ: 45.987.013/0001-34 – Indústria Brasileira
    MSD On Line
    0800-0122232
    E-mail: online@merck.com
    www.msdonline.com.br
    Fabricado por: Patheon Puerto Rico, Inc.
    State Road 670, Km 2.7 – ManatíPorto Rico
    Embalado por: Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1.161 – Sousas, Campinas/SP
    JANUMET_BU 08_042012_VP®
    Marca registrada de Merck Sharp & Dohme Corp.,uma subsidiária de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Antiácido 04.02.2014 No Comments

    sal-de-andrews-indicado-como-antiacido-para-o-alivio-de-azia-ma-digestão-e-execesso-de-acidez-no-estomago-como-laxante

    Sal de Andrews®

    sulfato de magnésio

    Apresentação:

    Pó efervescente em envelopes de 5g
    Uso oral – Uso adulto

    Composição:

    Cada 5g de pó efervescente contém: sulfato de magnésio (0,8825g), bicarbonato de sódio, ácido cítrico, carbonato de sódio e sacarina sódica.

    Para que este medicamento é indicado?

    Sal de Andrews® é indicado como antiácido, para alívio de azia, má digestão e excesso de acidez no estômago, e como laxante, para alívio da prisão de ventre.

    Como este medicamento funciona?

    Os componentes do Sal de Andrews® neutralizam a acidez estomacal. Como laxante, o Sal de Andrews® age aumentando a quantidade de água no interior do intestino, ajudando assim a amolecer as fezes e a promover movimentação intestinal.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar este medicamento se tiver história de alergia a quaisquer componentes da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Você deve consultar um médico antes de tomar este medicamento se você tiver doença nos rins, no coração, ou pressão alta, se estiver grávida ou amamentando, ou se estiver fazendo uso de tetraciclina. Se você tem pressão alta, você deve saber que este medicamento contém sódio; caso siga uma dieta com restrição de sódio,você não deve tomar múltiplas doses deste medicamento, a menos que orientado por um médico. Caso você sinta dor abdominal persistente ou se precisar deste medicamento como laxante diariamente, você deve consultar o médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você esta fazendo uso de outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve conservar Sal de Andrews® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use este medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Sal de Andrews® é um pó branco efervescente solúvel em água. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Como antiácido: Você deve dissolver o conteúdo de 1 envelope (5g) de Sal de Andrews® em um copo pequeno de água (200 mL), esperar completar a efervescência e beber de uma vez, podendo repetir até 4 vezes ao dia. Como laxante: Você deve dissolver o conteúdo de 2 envelopes (10g) de Sal de Andrews® em um copo pequeno de água (200mL), esperar completar a efervescência e beber de uma vez, antes do café da manhã ou à noite, antes de dormir. Siga corretamente o modo de usar. Em casos de dúvidas sobre esse medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você pode tomar este medicamento assim que se lembrar,sempre respeitando a dose diária recomendada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento é em geral bem tolerado, se for utilizado nas doses recomendadas. Entretanto, o uso prolongado pode ocasionar diarreia e, caso você tenha doença grave nos rins, pode ocasionar sintomas do excesso de magnésio (como, por exemplo, náusea, vômito, vermelhidão da pele, sede, pressão baixa, sonolência, confusão mental, fala arrastada, fraqueza muscular, lentidão dos batimentos cardíacos, coma e infarto). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você tomar uma dose excessiva deste medicamento, você pode apresentar diárreia e, caso você tenha doença grave nos rins, você pode apresentar sintomas do excesso de magnésio (como, por exemplo, náusea, vômito, vermelhidão da pele, sede, pressão baixa, sonolência, confusão mental, fala arrastada, fraqueza muscular, lentidão dos batimentos cardíacos, coma e infarto). Neste caso, o médico deverá ser consultado para tratamento dos sintomas e suporte adequado. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    MS. 1.0107.0128
    Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira – CRF-RJ Nº 18875
    Fabricado por: GlaxoSmithKline Argentina S.A., Buenos
    Aires – Argentina. Importado por: GlaxoSmithKline Brasil
    Ltda. Estrada dos Bandeirantes, 8464, Rio de Janeiro – RJ –
    CNPJ 33.247.743/0001-10 SAC 0800 021 15 29

    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    

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  • Laxante 23.07.2013 No Comments

     

    benestare-indicado-para-o-tratamento-da-constipação-prisao-de-ventre-ou-diarreia

    Benestare®

    policarbofila cálcica

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos de 625 mg: embalagens com 14 e 30 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto acima de 12 Anos

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: policarbofila cálcica…………………………………..625 mg (equivalente a 500 mg de policarbofila base) excipientes q.s.p. ……………………………..1 comprimido (amido, carbômer, croscarmelose sódica, beenato de glicerila, dióxido de silício, estearato de magnésio,povidona, dióxido de titânio, macrogol, hipromelose e polissorbato 80)

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    É indicado para o tratamento da constipação (prisão de ventre) ou diarreia, associadas a condições com o constipação crônica, diverticulose (tipo de hérnia na parede do intestino que pode ter como consequência uma inflamação local) e síndrome do intestino irritável (caracterizada por dor abdominal com cólica,distensão abdominal por gases, constipação ou diarreia).

    Como este medicamento funciona?

    BENESTARE é um medicamento que tem como substância ativa a policarbofila cálcica, que tem a capacidade de absorver a água no intestino e com isso altera a consistência das fezes.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não use BENESTARE no caso de reação alérgica à policarbofila ou a qualquer componente de sua formulação. Pessoas sabidamente alérgicas têm mais chance de apresentar alergia a outras novas medicações. Os sinais mais comuns de reação alérgica são manchas avermelhadas na pele e/ou coceiras.Este medicamento é contraindicado para menores de 1 2 anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Uma vez que BENESTARE não é absorvido pelo trato digestivo, não interfere em outras doenças preexistentes. Não deve ser usado, e ntretanto, se houver suspeita de obstrução no trato digestivo. Deve ser tomado com a quantidade de líquido indicada (vide “Como devo usar este medicamento? ”) para evitar a possibilidade de engasgos ou obstrução na garganta ou no esôfago. Não use BENESTARE se tiver dificuldade para engolir. Avise seu médico antes de usar este medicamento caso você apresente dor abdominal, náusea ou vômito;alguma alteração repentina no hábito intestinal que persista por um período maior do que duas semanas. Pare de usar BENESTARE e procure um médico se observar sangramento retal ou se não apresentar sinais de atividade intestinal após seu uso ou após o uso de algum outro laxante (isto pode ser indicativo de sinais de uma condição mais séria). Não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos , pacientes com insuficiência renal ou hepática, pois BENESTARE não é absorvido pelo organismo.

    Mulheres grávidas:

    A constipação é um problema frequente na gravidez,como BENESTARE não é absorvido pelo trato digestivo, pode ser considerado seguro nesse período e durante a amamentação. Mesmo assim, só use o medicamento na gravidez sob supervisão do seu médico. Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista. Quaisquer medicações laxativas podem interferir na absorção de outros medicamentos. Tome BENESTARE pelo menos uma hora antes ou duas horas depois de usar outras medicações, como micofenolato de mofetila e antibióticos como tetraciclina ou ciprofloxacino. Converse com seu médico ou farmacêutico para saber se você utiliza algum medicamento que contenha esta s substâncias. BENESTARE não interfere na absorção de alimentos ou bebidas. Uma dieta balanceada, rica em fibras, maior ingestão de água e exercícios físicos regulares são auxiliares no tratamento da constipação. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    BENESTARE deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade. Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

    Características do medicamento:

    Este medicamento se apresenta na forma de comprimido revestido branco, oblongo, sulcado em uma das faces e com a gravação “Medley” na outra. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Sempre tome os comprimidos de BENESTARE com água, via oral. Tome cada dose acompanhada por um copo com aproximadamente 200 mL de água, de preferência durante ou após as refeições. A ingestão insuficiente de líquidos com a medicação pode causar engasgo e obstrução do esôfago. Durante o tratamento, recomenda-se ingerir pelo menos um a dois litros de água por dia. Não tome mais do que 12 comprimidos em um período de 24 horas. BENESTARE pode ser usado seguramente por longos períodos, mas só utilize o medicamento por mais de sete dias quando for recomendado pelo seu médico.

    Constipação:

    A dose inicial recomendada é de um a dois comprimidos a cada 12 horas, tomados preferencialmente durante ou após as refeições. É possível que a ingestão no período pré-prandial (antes da ingestão de alimento) reduza o apetite.

    Diarreia:

    A dose recomendada é de dois comprimidos revestidos quatro vezes ao dia ou conforme o necessário. Na ocorrência de diarreia severa, a dos e pode ser repetida a cada meia hora até que seja atingida a dose máxima. A dose máxima diária recomendada a critério médico é de 12 comprimidos (6 g). Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomár se estiver próximo ao horário da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu
    esquema normal. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações adversas decorrentes do uso de tais como sensação de plenitude, náuseas, vômitos,cólicas abdominais leves,distensão abdominal e flatulência (gases). Na ocorrência de sangramento retal ou se o intestino não apresentar sinais de atividade após o uso deste medicamento,suspenda seu uso e procure seu médico.Informe ao seu médico, cirurgião-dentista pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se ocorrer a ingestão acidental de uma quantidade excessiva de em 24 horas), é recomendado procurar auxílio médico imediato.Não há descrição de intoxicação pelo uso da policarbofila, uma vez que não há absorção pelo tubo digestivo. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
    Farm. Resp.: Dra. Miriam Onoda Fujisawa
    CRF-SP nº 10.640
    MS – 1.0181.0568
    Medley Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Macedo Costa, 55 – Campinas
    CNPJ 50.929.710/0001-79
    Indústria Brasileira
    IB100413

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  • Pramipexol-indicado-para-o-tratamento-dos-sinais-e-sintomas-da-doença-de-parkinson

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Pramipexol

    dicloridrato de pramipexol

    Identificação do Medicamento

    Apresentações

    Comprimidos de 0,125 mg em embalagens com 30, 60 comprimidos e 100, 200 (embalagem hospitalar) comprimidos
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém 0,125 mg de dicloridrato de pramipexol, equivalente a 0,088 mg de pramipexol. Excipientes: manitol, croscarmelose sódica, dióxido de silício, povidona , ácido esteárico e água purificada.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson sem causa conhecida, podendo ser usado isoladamente ou em associação com levodopa. Também é indicado para tratamento dos sintomas da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) sem causa conhecida.

    Como este medicamento funciona?

    Atua no cérebro aliviando os problemas motores relacionados com a doença de Parkinson e também protege os neurônios dos efeitos nocivos da levodopa. Ainda não se conhece o mecanismo de ação sobre a Síndrome das Pernas Inquietas (SPI).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar se tiver alergia ao pramipexol (substância ativa) ou a qualquer componente da fórmula.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você tiver problemas nos rins, seu médico deverá reduzir a dose. Caso tenha doença cardiovascular grave, será necessário monitorar a sua pressão arterial, principalmente no início do tratamento, devido ao risco de queda da pressão ao levantar-se rapidamente.Existe a possibilidade de surgirem comportamentos a normais, como compulsão alimentar, por compras,sexo e jogos. Nestes casos, o médico poderá decidir se diminui a dose ou mesmo se interrompe o tratamento. Você e seu médico devem monitorar a ocorrência de melanoma (um tipo de câncer de pele) durante o uso, pois estudos demonstraram que pacientes com doença de Parkinson têm cerca de 2 a 6 vezes mais chance de desenvolver essa doença. Na doença de Parkinson, após a interrupção abruptado tratamento foram relatados sintomas da síndrome neuroléptica maligna (contrações musculares intensas, alterações na dosagem de enzima e febre alta resistente). Casos da literatura indicaram que o tratamento com medicamentos com ação similar  pode resultar em início dos sintomas da síndrome das pernas inquietas em horário mais cedo que o habitual e sua propagação para outras extremidades, pode causar alucinações e confusão, com maio r frequência em pacientes com doença de Parkinson em estágio avançado em tratamento associado com levodopa. Atenção: sua capacidade para dirigir pode ficar prejudicada caso tenha alucinações visuais. O seu uso pode causar sonolência e sono súbito durante suas atividades diárias (como conversas e refeições). A sonolência pode ser frequente e ter consequências potencialmente sérias. Por isso, você não deve dirigir carros nem operar nenhuma outra máquina até que tenha experiência suficiente para estimar se terá algum prejuízo do seu desempenho mental e/ou motor. Você não deve dirigir nem participar de atividades potencialmente perigosas se tiver sonolência ou adormecer subitamente durante as atividades diárias, em qualquer momento do tratamento. Caso ocorram,procure seu médico. Não causou malformações em proles de coelhos e ratos, mas foi tóxica aos embriões de ratos quando a mãe recebeu doses consideradas tóxicas.

    Gravidez e Amamentação:

    Só deve ser utilizado durante a gravidez se os benefícios potenciais justificarem os riscos para o bebê. Ainda não foi avaliado se é excretado pelo leite materno. Se você estiver amamentando não deve usar, pois pode haver inibição da produção de leite. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações Medicamentosas:

    Se você estiver tomando medicamentos como cimetidina e amantadina, o médico provavelmente reduzirá a dose, pois o efeito pode ser aumentado,causando movimentos repetitivos involuntários,agitação ou alucinações. Se você tiver doença de Parkinson e estiver em fase de aumento da dose, recomenda-se que o médico diminua a dose de levodopa e mantenha a do se de outros medicamentos contra a doença de Parkinson. Se você estiver tomando outro medicamento sedativo ou usa álcool, deve ter cautela, pois o efeito sedativo  pode aumentar. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Mantenha em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC), protegido da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.O comprimido é na cor branca circular, biconvexo e monossectado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com água, com ou sem alimentos. Tome o medicamento conforme orientação de seu médico.

    Doença de Parkinson

    A dose diária total deve ser dividida em três tomadas diárias.
    • Tratamento inicial: a dose deve ser aumentada gradualmente a partir de uma dose inicial de 0,375 mg/dia, subdividida em três doses diárias, e deve ser aumentada a cada 5 a 7 dias. Desde que não haja reações adversas, a dose deve ser aumentada até que se atinja o máximo efeito terapêutico Esquema de dose ascendente ,Semana Dose Dose diária total 1 0,125 mg, 3 x ao dia 0,375 mg.Se houver necessidade de aumentar a dose, seu médico poderá acrescentará semanalmente 0,75 mg à dose diária até atingir a dose máxima de 4,5 mg/dia.• Tratamento de manutenção: a dose individual deve situar-se entre 0,375 mg/dia e a dose máxima de 4,5 mg/dia. Em caso de interrupção do tratamento, a dose deve ser diminuída em 0,75 mg por dia até que a dose diária atinja 0,75 mg. Depois disso, a dose deve ser reduzida em 0,375 mg por dia. Caso você também esteja tomando levodopa, recomenda-se que seu médico reduza a dose de levodopa,tanto durante o aumento da dose como no tratamento de manutenção. Se você tiver problemas nos rins, seu médico poderá adaptar a dose. Síndrome das Pernas Inquietas. A dose inicial recomendada  é 0,125 mg uma vez ao dia, 2 a 3 horas antes de dormir. Para pacientes com sintomatologia adicional, a dose deve ser aumentada ou ajustada a cada 4-7 dias, no máximo de 0,75 mg por dia. Esquema de dose ascendente  Etapa Dose diária (única) da noite 1 0,125 mg 2 (se necessário) 0,25 mg 3 (se necessário) 0,50 mg 4 (se necessário) 0,75 mg O tratamento pode ser interrompido sem redução gradativa da dose. No entanto, estudos demonstraram que pode ocorrer retorno dos sintomas da SPI. Se você tiver problemas nos rins, seu médico poderá adaptar a dose. A segurança e eficácia  não foram estabelecidas em crianças e adolescentes até 18 anos.Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem conhecimento do seu médico.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis inesperadas.
    Doença de Parkinson: – Reações muito comuns: tontura, movimentos repetitivos involuntários, sonolência, enjoo.
    – Reações comuns: comportamentos anormais (refletindo sintomas de transtornos do controle dos impulsos e comportamento compulsivo), sonhos anormais, confusão, alucinações, insônia, dor de cabeça,distúrbios visuais incluindo visão dupla, visão embaçada e redução da visão, pressão baixa, prisão de ventre, vômito, fraqueza, inchaço nas pernas e pés,perda de peso com perda de apetite.
    – Reações incomuns: pneumonia, compulsão por compras, por sexo, por jogo, amnésia, delírio aumento ou diminuição do desejo sexual, paranoia, hiperatividade, início repentino do sono, desmaios, falta de ar,soluços, coceira, vermelhidão e descamação da pele,reações alérgicas, aumento de peso.
    – Reações com frequência desconhecida: secreção inad.equada do hormônio antidiurético, compulsão alimentar, alimentação excessiva, perda da função do coração.
    Síndrome das Pernas Inquietas:
    – Reação muito comum: enjoo.
    – Reações comuns: sonhos anormais, insônia, tontura, dor de cabeça, sonolência, prisão de ventre,vômito, fraqueza.
    – Reações incomuns: confusão, alucinações, aumento ou diminuição do desejo sexual, inquietação,movimentos repetitivos involuntários, início repentino do sono, desmaios, distúrbios visuais incluindo visão dupla,visão embaçada e redução da visão, pressão baixa, falta de ar, soluços, coceira, vermelhidão e descamação da pele, reações alérgicas, inchaço nas pernas e pés, perda de peso com perda de apetite,aumento de peso.
    – Reações com frequência desconhecida: pneumonia, secreção inadequada do hormônio antidiurético,comportamentos anormais (refletindo sintomas de transtornos do controle dos impulsos e comportamento compulsivo), compulsão alimentar, por compras, por sexo, por jogo, delírio, alimentação excessiva,paranoia, amnésia, hiperatividade perda da função do coração. Em alguns pacientes pode ocorrer hipotensão no início do tratamento, principalmente quando o aumento da dose é muito rápido. Há alguns relatos de episódios de sono sem sinais de alerta, como sonolência, principalmente em pacientes tomando doses acima de 1,5 mg/dia de dicloridrato de pramipexol, e não se evidenciou uma relação com a duração do tratamento. Na maioria dos casos sobre os quais se obtiveram informações, os episódios não se repetiram após a redução da dose ou a interrupção do tratamento. A ocorrência de jogo patológico, libido aumentada e hipersexualidade geralmente é reversível com a redução da dose ou descontinuação do tratamento. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há experiência clínica com casos de dose excessiva, mas se espera que ocorram eventos adversos como enjoo, vômitos, hiperatividade, alucinações, agitação e pressão baixa. Não se conhece nenhum antídoto. Podem ser necessários medicamentos específicos e medidas gerais de suporte como lavagem gástrica, reposição de líquidos pela veia e monitoração por eletrocardiograma. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2675.0167
    Farm. Resp.: Dra. Ana Paula Cross Neumann – CRF-SP 33512
    Registrado por: NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA
    Av. Ceci, 820 Bairro Tamboré
    CEP 06.460-120 – Barueri/SP
    CNPJ: 72.593.791/0001-11
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Fabricado por: EMS S/A
    Hortolândia /SP
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
    SAC 0800-0262274
    www.novaquimicafarma.com.br

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