• Maior variação encontrada foi no preço da Dipirona Sódica.
    Entre remédios de referência, diferença máxima foi de 91%.

    A diferença de preços entre os medicamentos genéricos pode chegar a até 295,92% e a 91,69%, no caso dos medicamentos de referência, é o que revela pesquisa divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Procon-SP.

    O estudo constatou ainda que os medicamentos genéricos são, em média, 52,88% mais baratos que os remédios de referência.

    A Dipirona Sódica em gotas foi o genérico que mais variou de preço, podendo custar de R$ 0, 98 a R$ 3,88. Entre os remédios de referência, o preço de um creme dermatológico pode ir de R$ 4,21 a R$ 8,07.

    O Procon-SP recomenda a pesquisa de preços antes de efetuar qualquer compra. “O levantamento reforça a importância de o consumidor pesquisar antes de ir às compras, comparando os preços em diversos estabelecimentos, inclusive entre lojas de uma mesma rede, que podem apresentar variações significativas”.

    O comunicado reforça, ainda, que antes da pesquisa de preço é interessante que o consumidor consulte a lista de Preço Máximo ao Consumidor (PMC) dos medicamentos
    disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

    O levantamento do Procon-SP foi feito nos dias 30 de junho e 1.º de julho, envolvendo 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 52 medicamentos.

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  • Cuidado! O Roacutan é um remédio fortíssimo e deve ser usando somente se for receitado por um médico especialista em doenças de pele, ou seja, um dermatologista.

    O Roacutan, também conhecido como isotretinoína, seu nome genérico, é fabricado pela Roche. O medicamente serve para tratar casos mais graves de acne, controlar a pele muito oleosa e alguns usam até para o rejuvenescimento.

    O Roacutan é realmente eficiente, todos os meus amigos que fizeram o uso do medicamento, foram a um dermatologista e usaram corretamente, acabaram com as espinhas e cravos.

    Mas, cuidado com os efeitos colaterais do Roacutan:

    O roacutan pode causar má formação em fetos. (Grávidas não podem tomar!)

    Sol? Nem pensar. Se estiver tomando, proteja sua pele ao extremo.

    Alterações em algumas enzimas do fígado, provocando até insuficiência hepática.

    Ressecamento labial com descamação. Ressecamento do nariz e olhos.

    Bebidas alcoólicas? Nem pensar. Elas podem diminuir os efeitos do remédio e comprometer o seu fígado.

    Roacutan (isotretinoína) é a cura da acne? É o fim dos cravos e espinhas?

    Calma! Estudos comprovam que 90% das pessoa que tomam Roacutan para o tratamento de acnes conseguem controlar as indesejáveis espinhas e cravos. Mas, 10% precisam repetir o tratamento.

    O difícil é encarar os efeitos colaterais. Será que vale a pena? Você já tomou? Conte para nós sua experiência com o Roacutan.

    Quanto custa o Roacutan?

    O preço do Roacutan fica em média de R$ 100,00.

    IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO – ROACUTAN

    Nome genérico
    Isotretinoína

    Forma farmacêutica e apresentação – ROACUTAN

    Gravidez proibida!
    Cápsulas de 20,0 mg – caixas com 30
    cápsulas
    Risco de malformação!

    USO ADULTO

    Composição – ROACUTAN

    Roacutan® tem como princípio ativo o ácido 13- cis-retinóico (isotretinoína). Cápsulas de 20,0
    mg de isotretinoína.

    INFORMAÇÃO AO PACIENTE – ROACUTAN

    Roacutan® contém em sua fórmula uma substância derivada da vitamina A – a isotretinoína.
    Roacutan® deve ser usado somente para o tratamento da acne cística severa e acne conglobata resistentes a outras formas de tratamento.

    Como usar Roacutan® – ROACUTAN

    Roacutan® só deve ser usado quando receitado por médico, especialista em doenças da pele (dermatologista). Além disso, as precauções especiais que são necessárias quando da utilização do Roacutan® requerem acompanhamento médico constante. Roacutan® não deve ser dado a qualquer outra pessoa.

    Roacutan® ocasiona, em geral, vários efeitos colaterais, que exigem acompanhamento permanente. Assim, informe seu médico:

    se estiver tomando outros remédios, em especial remédios que contenham vitamina A ou tetraciclina (antibiótico). Não use e não misture remédios por conta própria;

    se é portador de doenças graves do fígado, dos rins ou apresenta altas taxas de lipídios (gordura) no sangue;

    se após tomar Roacutan®, você apresentar secura nos lábios, vermelhidão dos olhos, rachaduras na pele. O médico lhe dirá a maneira de atenuar estes efeitos indesejáveis

    (às vezes, no início do tratamento, observa- se uma piora passageira nas lesões da pele. Este fenômeno é normal);se sentir dor de cabeça freqüente e intensa, perturbações da visão, ou ainda, dores musculares ou articulares (dores nas juntas);

    se ocorrer queda de cabelos e as unhas tornarem- se quebradiças (este fenômeno é passageiro e seus cabelos reaparecerão normalmente após o tratamento).

    Restrições de uso do Roacutan® – ROACUTAN

    Roacutan® é teratogênico, isto é, pode ocasionar graves defeitos físicos ao feto quando ocorrer gravidez durante o seu uso ou mesmo até um mês após sua interrupção. Por este motivo, Roacutan® não deve ser tomado por mulheres grávidas ou que possam engravidar. Caso ocorra gravidez, apesar de todas as precauções, durante o tratamento com Roacutan® ou no mês seguinte após sua interrupção, o médico deverá ser imediatamente informado.
    Roacutan® pode passar para o leito materno e, por este motivo, mulheres que estão amamentando não devem tomar este medicamento.

    A dose – ROACUTAN

    Somente seu médico sabe a dose ideal para o seu caso. Não mude as doses por sua conta.
    As cápsulas de Roacutan® devem ser engolidas, sem mastigar, durante as refeições.

    Quando suspender o tratamento – ROACUTAN

    Seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Siga corretamente as suas instruções.

    Prazo de validade – ROACUTAN

    Este medicamento possui prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem externa do produto). O uso de qualquer remédio com prazo de validade vencido não é aconselhável.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÃO TÉCNICA – ROACUTAN

    Propriedades e efeitos – ROACUTAN

    A isotretinoína, substância ativa de Roacutan®, é um estereoisômero sintético do ácido all- trans-retinóico (tretinoína).
    O mecanismo de ação do Roacutan® ainda não foi elucidado em detalhes, mas já se estabeleceu que a melhora observada no quadro clínico da acne severa está associada com a supressão dose- dependente da atividade da glândula sebácea e com a redução no tamanho das glândulas sebáceas demonstradas histologicamente. Estabeleceu-se, inclusive, o efeito antiinflamatório dérmico da isotretinoína.

    Farmacocinética – ROACUTAN

    As concentrações plasmáticas podem ser previstas baseando- se na farmacocinética linear.

    Absorção – ROACUTAN

    Foram alcançados picos de concentrações plasmática (Cmax) de aproximadamente 250 ng/ml em voluntários sadios e em pacientes com acne cística de uma a quatro horas (Tmax) após a administração de 80- 100 mg de isotretinoína.
    A isotretinoína administrada às refeições eleva sua biodisponibilidade ao dobro com relação à isotretinoína administrada em jejum, provavelmente como resultado de uma absorção mais facilitada deste medicamento altamente lipofílico. Além disso, houve uma diminuição global nas oscilações da disponibilidade sistêmica quando a isotretinoína foi ingerida com a alimentação.

    Distribuição – ROACUTAN

    A isotretinoína é altamente ligada às proteínas plasmáticas (99,9%), com o resultado da fração
    livre ativa da droga inferior a 0,1% do total em uma ampla variedade de concentrações terapêuticas. A albumina é aparentemente a principal proteína de ligação.
    O volume de distribuição da isotretinoína é desconhecido no homem, uma vez que não se dispõe da mesma para administração intravenosa.

    A isotretinoína atravessa a barreira placentária em quantidades que levam a deformidades congênitas.

    Devido à sua lipofilia, há uma alta probabilidade de que a isotretinoína seja excretada no leite materno. Este medicamento, portanto, é contra- indicado a lactantes.

    Metabolismo – ROACUTAN

    O principal metabólito sangüíneo da isotretinoína é o 4- oxi-isotretinoína, que se forma rapidamente após a administração oral da droga. In vivo, a isotretinoína também se isomeriza para tretinoína (ácido all- trans retinóico) através de uma via metabólica alternativa. A glucuronidação dos metabólitos não foi demonstrada de forma definitiva no homem, mas foi bastante sugestiva nos experimentos com animais. As investigações em seres humanos e em cães apontam uma recirculação êntero-hepática da isotretinoína, o que contribui com as variabilidades interindividuais nas concentrações plasmáticas observadas.

    Eliminação – ROACUTAN

    A isotretinoína é aparentemente eliminada quase que exclusivamente através do metabolismo hepático e excreção biliar.
    Após a administração oral da isotretinoína, a meia- vida de eliminação da droga inalterada variou de 7 a 39 horas (média: aproximadamente 20 horas) tanto nos voluntários sadios quanto nos pacientes portadores de acne cística.

    A meia- vida de eliminação do metabólito 4-oxi nos pacientes com acne cística é levemente superior (25 horas; variação: 17-50 horas) à da substância ativa.

    Farmacocinética em situações excepcionais – ROACUTAN

    Sendo a isotretinoína contra- indicada a pacientes com insuficiência renal ou hepática, não há informações sobre a farmacocinética da droga nessa população.

    Indicações – ROACUTAN

    Para formas severas de acne nódulo- cística resistentes a terapêuticas anteriores, em particular acne cística e acne conglobata, principalmente quando as lesões envolvem o tronco.
    Roacutan® deve ser prescrito somente por médicos dermatologistas experientes no uso de retinóides sistêmicos e que compreendem os riscos da teratogenicidade de Roacutan® quando utilizado na gravidez.

    Posologia – ROACUTAN

    A terapêutica deve ser iniciada com 0,5 mg/kg diários. O agravamento da acne durante um curto período de tempo no início do tratamento é relativamente comum. A eficácia e efeitos colaterais variam de acordo com o paciente; depois de mais ou menos quatro semanas, portanto, a dose da terapêutica de manutenção deve ser ajustada na variação de 0,1- 1,0 mg/kg diários, conforme as necessidades individuais. A dose máxima de 1 mg/kg diários somente deve ser administrada por um período de tempo limitado. O tratamento geralmente dura um total de 16 semanas. Ao se avaliar os resultados da terapêutica, deve- se levar em consideração que é normal uma melhora continuada após a interrupção do tratamento.
    Por esta razão, deve haver um intervalo de, pelo menos, oito semanas antes de se retomar o tratamento, que deve novamente seguir as orientações acima mencionadas.

    As cápsulas são ingeridas durante as refeições.

    Terapêutica tópica concomitante – ROACUTAN

    A administração concomitante de outros agentes antiacne ceratolíticos e esfoliativos não é indicada. A terapêutica com radiação de luz ultravioleta também não é indicada. Os pacientes devem evitar exposição ao sol. A terapêutica adjuvante com uma droga antiacne tópica suave pode ser aplicada, caso seja necessário.

    Restrições de uso – ROACUTAN

    Contra-indicações – ROACUTAN

    Roacutan® é contra- indicado nos seguintes casos: gravidez (vide abaixo), insuficiência renal e hepática, hipervitaminose A, pacientes com valores lipídicos sangüíneos excessivamente elevados, hipersensibilidade à droga.

    Precauções – ROACUTAN

    A função hepática deve ser examinada antes e um mês após o início do tratamento e subseqüentemente em intervalos trimestrais.
    Os lipídeos séricos (valores em jejum) também devem ser examinados (antes e um mês após o início da terapêutica e também no final de cada período de três a quatro meses de tratamento). Em pacientes de alto risco (com diabetes, obesidade, alcoolismo ou distúrbios do metabolismo lipídico) que se submetem ao tratamento com Roacutan®, pode haver a necessidade de exames mais freqüentes. Em pacientes portadores ou com suspeita de diabetes, recomenda- se a verificação freqüente dos níveis da glicose sangüínea. Embora não se tenha estabelecido nenhuma relação causal, foram relatados altos níveis de glicose no sangue em jejum e novos casos de diabetes foram diagnosticados durante a terapêutica com Roacutan®.

    Casos raros de hipertensão intracraniana benigna foram relatados após o uso de Roacutan® e das tetraciclinas. O tratamento complementar com tetraciclinas é, portanto, contra- indicado.

    A doação de sangue de pacientes em tratamento ou que foram recentemente tratados com Roacutan® a mulheres com risco de gravidez é contra- indicada.

    Gravidez – ROACUTAN

    Roacutan® é altamente teratogênico. É, portanto, contra- indicado não só para mulheres grávidas ou que possam vir a engravidar enquanto estiverem sob tratamento, mas para todas as mulheres com potencial de engravidar. Existe um risco extremamente alto de nascimento de uma criança deformada no caso de gravidez durante a administração de Roacutan® em qualquer quantidade, mesmo durante curtos períodos. Todos os fetos expostos podem potencialmente ser afetados.
    Roacutan® é contra- indicado a mulheres com potencial de engravidar, a menos que a paciente do sexo feminino satisfaça todas as seguintes condições:

    seja portadora de acne cística desfiguradora resistente às terapêuticas convencionais;

    seja confiável na compreensão e cumprimento das instruções;

    seja capaz de cumprir as medidas anticoncepcionais obrigatórias;

    seja informada por seu médico sobre o perigo de engravidar durante e um mês após tratamento com Roacutan® e seja advertida sobre a possibilidade de uma falha do método anticoncepcional;

    a paciente confirme que compreendeu as precauções;

    a paciente apresente um teste de gravidez negativo duas semanas antes de iniciar a terapêutica. Recomenda- se a repetição mensal do teste de gravidez;

    a paciente utilize um anticoncepcional eficaz, sem interrupção, durante um mês antes do início da terapêutica com Roacutan®, durante a terapêutica e um mês após a descontinuação da terapêutica;

    a paciente inicie a terapêutica com Roacutan® somente no segundo ou terceiro dia do próximo período menstrual normal;

    no caso de repetição do tratamento, ela deverá normalmente utilizar as mesmas medidas anticoncepcionais ininterruptas um mês antes, durante e um mês após a terapêutica com Roacutan®.

    Inclusive, pacientes do sexo feminino que normalmente não utilizam métodos anticoncepcionais devido à infertilidade, devem ser aconselhadas a fazer o mesmo, enquanto estiverem recebendo Roacutan®, seguindo as recomendações acima.

    Caso ocorra gravidez, apesar dessas precauções, na vigência do tratamento com Roacutan® ou no mês seguinte, há um grande risco de malformação muito severa do feto (envolvendo em particular o sistema nervoso central, o coração e os grandes vasos sangüíneos). Há também um risco elevado de aborto espontâneo.

    Foram documentadas grandes anormalidades fetais humanas associadas à administração de Roacutan®, as quais incluíram: hidrocefalia, microcefalia, anormalidades no ouvido externo (micropina, canais auditivos externos pequenos ou ausentes), microftalmia, anormalidades cardiovasculares, dismorfia facial, anormalidades na glândula do timo, deficiência do hormônio paratiroidal e malformação cerebelar.

    Lactantes – ROACUTAN

    Roacutan® não deve ser administrado em lactantes.

    Efeitos indesejáveis – ROACUTAN

    A maioria dos efeitos colaterais de Roacutan® estão associados à dosagem. Na dosagem apropriada, a tolerabilidade da droga é geralmente aceitável, visto a severidade da doença. Os sintomas mais freqüentemente observados são os relacionados à hipervitaminose A, i.e. secura das mucosas, que pode ser aliviada nos lábios através da aplicação de um ungüento gorduroso; a secura da mucosa nasal pode levar à epistaxe e a secura da mucosa faríngea à rouquidão. A secura dos olhos pode causar conjuntivite e opacidade da córnea. A conjuntivite pode apresentar melhora através de um ungüento suave. A intolerância a lentes de contato pode obrigar o paciente a usar óculos durante o tratamento. Casos isolados de fotofobia, distúrbios de adaptação ao escuro (visão noturna prejudicada) e catarata lenticular foram relatados, bem como vasculite ( p. ex. granulomatose de Wegener), diminuição na contagem de hemácias e leucócitos (p. ex. anemia e neutropenia), elevações e diminuições na contagem de plaquetas, taxa de sedimentação elevada, audição prejudicada em determinadas freqüências e infecções locais ou sistêmicas causadas por microorganismos Gram- positivos (Staphylococcus aureus).
    Além disso, podem ocorrer exantema, prurido, dermatite facial, sudorese, granuloma piogênico, paroníquia, distrofia ungüeal e aumento na formação de tecidos de granulação. Foram relatados casos raros de queda persistente de cabelos. A alopécia reversível foi observada, assim como dores musculares e articulares e, mais raramente, doença inflamatória intestinal (p. ex. colite, ileíte, hemorragia), hiperuricemia e distúrbios psíquicos ou do SNC (p. ex. distúrbios de comportamento, depressão e convulsões).

    Alterações ósseas e hiperostose ocorreram em crianças (p. ex. fechamento epifisário prematuro) e em adultos durante períodos prolongados com doses elevadas de Roacutan®.

    Uma hiperostose mínima foi ocasionalmente observada nos pacientes com acne cística tratados com Roacutan® em ciclos únicos. Devido à possível ocorrência dessas alterações ósseas, uma avaliação cuidadosa da relação risco/benefício deve ser conduzida em todos os pacientes e a administração de Roacutan® deve restringir- se a casos severos.

    Foram observados casos isolados de hipertensão intracraniana benigna e distúrbios da visão, e ocasionalmente, náuseas e cefaléia.

    Elevações transitórias e reversíveis da transaminase, bem como alguns casos de hepatite associados à administração de Roacutan® foram observados. Em muitos desses casos, as alterações estiveram dentro da variação normal e os valores retornaram aos níveis basais durante o tratamento. Em outros casos, entretanto, foi necessário reduzir a
    dosagem ou descontinuar o tratamento com Roacutan®. Foram também observadas elevações nos níveis séricos de triglicerídeos e colesterol, bem como diminuições no HDL, em particular com altas dosagens e em pacientes predispostos (com antecedente familiar de distúrbios metabólicos dos lipídeos, diabetes, obesidade ou alcoolismo). Essas alterações estão associadas à dose e os valores retornaram ao normal quando da redução da dosagem ou descontinuação da droga. Todo paciente deve ser advertido sobre a possível ocorrência de efeitos colaterais.

    Interações – ROACUTAN

    Terapêutica concomitante de Roacutan® e vitamina A deve ser evitada, pois os sintomas de hipervitaminose A podem ser intensificados. Uma vez que as tetraciclinas podem também causar uma elevação na pressão intracraniana, sua combinação com Roacutan® é contra- indicada.
    Não foram observadas até hoje interações entre Roacutan® e outras drogas (p. ex. anticoncepcionais orais).

    Conduta na superdosagem – ROACUTAN

    Embora a toxicidade aguda de Roacutan® seja baixa, sinais de hipervitaminose A podem aparecer em casos de sobredosagem acidental. Tais sintomas são reversíveis. Contudo, a lavagem estomacal pode ser indicada nas duas primeiras horas após a ingestão.
    ATENÇÃO: ESTE É UM NOVO MEDICAMENTO. EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM
    INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER
    REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

    Fonte BULAS

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  • Patente vence no próximo dia 20 e empresas poderão produzir genéricos.
    Remédio também vai ganhar embalagem com apenas um comprimido.

    A pouco mais de dez dias de perder a patente no Brasil, o Viagra vai ficar até 50% mais barato no país, informou nesta terça-feira (8) a Pfizer, dona da marca.
    Segundo a empresa, as farmácias que receberem o produto a partir desta terça já terão o Viagra com o valor reduzido.

    Com o preço mais baixo, o medicamento deve ficar mais barato até que as versões genéricas, que serão lançadas no próximo dia 20 e devem custar até 35% menos que o preço anterior da medicação, conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos).

    Até agora, cada comprimido do Viagra custava algo em torno de R$ 30, dependendo do estado brasileiro. Agora ele passa a sair por cerca de R$ 15. A Pfizer também anunciou o lançamento da embalagem com apenas um comprimido. Anteriormente, o Viagra era vendido em caixas com a partir de duas unidades.

    O Brasil é o primeiro dos 120 países em que o Viagra é comercializado a dar a patente como vencida. Em 28 de abril, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu que a patente do medicamento vencerá em junho deste ano, como previsto pela legislação brasileira — que prevê a proteção da propriedade industrial de remédios por 20 anos após o primeiro registro. O Viagra, segundo o STJ, foi registrado em junho de 1990 na Inglaterra.

    A Pfizer afirma que o pedido feito na Inglaterra não foi concluído e que o registro só foi formalizado em 1991, na União Europeia. Por isso, a fabricante pedia uma extensão de um ano nesse prazo, até 2011. Nos Estados Unidos e na Europa a patente deve vencer nessa data.

    A farmacêutica ainda pode recorrer da decisão, segundo o diretor de negócios da empresa, Adilson Montaneira, mas isso ainda está sob estudo. “Ainda estamos esperando. Temos que avaliar o teor da decisão para poder depois tomar uma nova decisão [sobre recorrer]. Você precisa ter um embasamento legal. Mas independente disso a decisão de abaixar o preço está tomada”, afirmou ele ao G1.

    Segundo Montaneira, a Pfizer espera perder 30% do mercado de medicamentos para disfunção erétil no próximo ano, devido à concorrência dos genéricos — o que é abaixo dos 70% previstos quando um remédio perde a patente, segundo ele.

    A companhia, segundo ele, pretende manter o mesmo nível de investimentos no produto que tinha anteriormente. “Temos estudos que nos ajudaram a tomar essa decisão que nos levam a acreditar que esse mercado deve de duplicar a triplicar nos próximos anos. E a decisão nossa visa capturar uma parte importante desse crescimento do mercado”, afirma Montaneira.

    Apesar das facilidades no preço e na apresentação, a Pfizer ressalta que o Viagra deve ser tomado com recomendação médica. “A recomendação da Pfizer e a minha e a de todos os médicos é que o Viagra é um remédio e deve ter prescrição médica”, afirma o diretor médico da empresa, João Fittipaldi.

    Fonte G1

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  • Pesquisa diz que remédios genéricos custam, em média, 52,27% menos.
    Medicamentos de referência variam até 135,81%, aponta Fundação Procon.

    Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que os medicamentos genéricos custam, em média, 52,27% menos que os remédios de referência. De uma farmácia para outra, no entanto, o preço de um mesmo genérico pode variar até 523,81% e de um mesmo medicamento de referência, 135,81%.

    O levantamento foi feito em 15 farmácias de médio e grande porte da capital paulista entre os dias 3 e 5 deste mês e considerou o preço de 52 medicamentos.

    Entre os genéricos, o que apresentou a maior diferença de preço de uma loja para outra (523,81%) foi o diclofenaco sódico 50 mg, com 20 comprimidos. O mais barato custa R$ 1,89. O mais caro, R$ 11,79. Entre os de referência, a maior diferença (135,81%) foi observada no Gardenal 100 mg, do laboratório Sanofi-Aventis, com 20 comprimidos. O preço mais baixo encontrado foi de R$ 2,29 e o mais alto, de R$ 5,40.

    Uma drogaria da zona leste da cidade foi o estabelecimento que apresentou a maior quantidade de produtos com o menor preço, 23 dos 45 encontrados. Para economizar, o Procon recomenda que o consumidor pesquise preços e consulte a lista de Preço Máximo ao Consumidor (PMC) disponível no site da Agência Nacional de Vigilância sanitária (Anvisa).

    Fonte G1

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