•  

     

     

     Besilato de Anlodipino

    Medicamento genérico – Lei nº 9.787, de 1999

     Identificação do Medicamento 

    Nome genérico: besilato de anlodipino

     Apresentações:

    besilato de anlodipino 5 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    besilato de anlodipino 10 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido de besilato de anlodipino 5 mg ou 10 mg contém besilato de anlodipino equivalente a 5 mg ou
    10 mg de anlodipino base, respectivamente. Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico anidro, amidoglicolato de sódio e estearato de magnésio.

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado?

    O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão
    (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de
    sangue no coração). O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

     Como este medicamento funciona? 

    O besilato de anlodipino interfere no movimento do cálcio para dentro das células cardíacas e da musculatura dos
    vasos sanguíneos. Como resultado dessa ação, o anlodipino relaxa os vasos sanguíneos que irrigam o coração e o
    resto do corpo, aumentando a quantidade de sangue e oxigênio para o coração, reduzindo a sua carga de trabalho
    e, por relaxar os vasos sanguíneos, permite que o sangue passe através deles mais facilmente.
    A pressão arterial alta impõe ao coração e às artérias (vasos sanguíneos) uma sobrecarga de trabalho que, em
    longo prazo, faz com que o coração e as artérias não funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos
    vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, resultando em acidentes cérebro-vasculares (derrames),
    insuficiência cardíaca e renal (alteração na função do coração e dos rins). Pressão alta também pode aumentar o
    risco de infarto (ataque cardíaco). Se a pressão arterial for controlada, esses problemas podem não ocorrer ou
    pode haver menor possibilidade de que ocorram.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Não use besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que
    pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula. * O besilato de anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de
    origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado
    com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema
    pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões). Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas: é improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. Uso Durante a Gravidez e Amamentação: a segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.
    Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou
    cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.
    O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a
    eliminação de urina), alfa-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da
    angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual) (medicamentos
    para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são
    derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).
    Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou
    indometacina às proteínas sanguíneas. A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina. A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendado uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina. A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela. Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino. Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado. Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimus, temsirolimus e everolimus são substratos da CYP3A. O Norvasc® é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o Norvasc® pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR . A interação com exames laboratoriais é desconhecida. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e
    umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto:
    besilato de anlodipino 5 mg: comprimido branco, arredondado, gravado “NVC5” de um lado e “Pfizer” do outro.
    besilato de anlodipino 10 mg: comprimido branco, em formato de esmeralda, gravado “NVC10” de um lado e
    “Pfizer” do outro.

     Como devo usar este medicamento? 

    O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem
    alimentos. No tratamento da hipertensão e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino é de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu médico para a dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente. Seu médico provavelmente não fará ajuste de dose de besilato de anlodipino na administração concomitante com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), beta-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), porque não há interferência desses medicamentos na ação de besilato de anlodipino. Uso em Pacientes Idosos: não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orientações dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos. Uso em Crianças: a eficácia e a segurança de besilato de anlodipino não foram estabelecidas em crianças. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática: a administração de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?). Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino não é dialisável. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você se esqueça de tomar besilato de anlodipino no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que
    lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a
    próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     
    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    O besilato de anlodipino é bem tolerado. Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina,
    os efeitos colaterais mais comumente observados foram: Distúrbios do Sistema nervoso: dores de cabeça, tontura, sonolência. Distúrbios Cardíacos: palpitações. Distúrbios Vasculares: rubor (vermelhidão). Distúrbios Gastrintestinais: dor abdominal, náusea (enjoo). Distúrbios gerais e condições do local de administração: edema (inchaço), fadiga (cansaço). Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino. Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem: Distúrbios do Sistema Sanguíneo e Linfático: leucopenia (redução de células de defesa no sangue),
    trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas). Distúrbios do Metabolismo e Nutrição: hiperglicemia (aumento de glicose no sangue). Distúrbios Psiquiátricos: insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado. Distúrbios do Sistema Nervoso: hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.
    Distúrbios Visuais: deficiência visual. Distúrbios do Ouvido e Labirinto: tinido (zumbido no ouvido).
    Distúrbios Vasculares: hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).
    Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinal: tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa
    nasal). Distúrbios Gastrintestinais: mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo
    gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.
    Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo: alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de
    sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele,
    urticária (alergia da pele). Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular). Distúrbios Renais e Urinários: poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite). Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas: ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência). Distúrbios gerais e condições do local de administração: astenia (fraqueza), mal estar, dor. Investigações: aumento/redução de peso. Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço
    das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas
    vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo). Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino. O besilato de anlodipino assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados: infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Se você tomar uma dose excessiva de besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica
    (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa
    vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo
    choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado
    imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial
    que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do
    estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular,
    incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção
    para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor
    (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial,
    desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a
    administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma
    vez que besilato de anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0238
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27.071
    Registrado e Fabricado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , , , , , ,

  • Glaucoma 11.08.2014 No Comments

    nyolol-gel-atua-na-redução-da-pressão-intraocular-nos-casos-de-hipertensão-ocular-e-glaucomaNyolol®Gel

    maleato de timolol

    Apresentações:

    Gel oftálmico
    Nyolol®gel 0,1 %: frasco conta-gotas contendo 5 mL.
    Via Tópica Ocular
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada mL do gel contém 1,37 mg de maleato de timolol (equivalente a 1 mg de timolol). Excipientes: cloreto de benzalcônio (conservante), carbopol, lisina monoidratada, álcool polivinílico, acetato triidratado de sódio, sorbitol e água para injetáveis.

    Informações ao Paciente

    Para quê este medicamento é indicado?

    Nyolol® gel tem como substância ativa o maleato de timolol que atua na redução da pressão intraocular nos casos de hipertensão ocular e glaucoma de ângulo aberto crônico.

    Como este medicamento funciona?

    O timolol é um beta-bloqueador não seletivo que não tem nenhuma atividade de estimulação cardíaca, depressão cardíaca direta ou anestésica local (estabilização de membrana) significante. Quando aplicada topicamente nos olhos,Nyolol® gel reduz tanto a pressão elevada dentro do olho quanto a normal. Embora todo o mecanismo de ação do maleato de timolol não seja conhecido, acredita-se que a pressão dentro do olho é reduzida pela diminuição da produção do humor aquoso (líquido no interior do olho). Nyolol®gel pode também ter um efeito menor no sistema de drenagem do humor aquoso. Diferente dos medicamentos que diminuem a pressão do olho,o maleato de timolol reduz a pressão intraocular com pequeno efeito no tamanho da pupila ou da acuidade visual. Portanto, distúrbio de visão ou cegueira noturna não ocorre assim como com o uso de mióticos. Em pacientes com catarata, o prejuízo da visão, causada pela opacidade da lente do cristalino quando a pupila está contraída, é evitada. O início da redução da pressão intraocular após administração ocular de maleato de timolol geralmente pode ser detectado dentro de 30 minutos após o gotejamento nos olhos. O efeito máximo é alcançado dentro de aproximadamente 2 horas após administração e redução significante da pressão ocular pode ser mantida por períodos de 24 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Nyolol®gel é contraindicado em pacientes com: Asma brônquica, Histórico de broncoespasmo ou Doença pulmonar obstrutiva grave Bradicardia sinusal, Síndrome do nódulo sinusal (incluindo bloqueio sino-auricular), Bloqueio atrioventricular, Insuficiência cardíaca manifesta,Choque cardiogênico.  Transtorno circulatório periférico grave (Doença de Raynaud ?s) e transtornos periféricos. Angina de Prinzmetal. Feocromocitoma não-tratada,Hipotensão,Transtornos da córnea,Hipersensibilidade ao maleato de timolol ou a qualquer componente da formulação ou agentes beta-bloqueadores, Rinite alérgica grave ou hiper-reatividade brônquica.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se outros antiglaucomatosos de aplicação tópica forem indicados, deve haver um intervalo de pelo menos 5 minutos entre a instilação das medicações (veja o item “Como devo usar este medicamento?”). Nyolol®gel contém cloreto de benzalcônio como conservante. O cloreto de benzalcônio pode causar irritação ocular e é conhecido por descolorir lentes de contato gelatinosas. Portanto, evite contato com lentes de contato gelatinosas. Remova as lentes de contato antes da aplicação do medicamento e espere pelo menos 15 minutos para recolocar. Assim como com qualquer outro tratamento de glaucoma, exames regulares da pressão intraocular e da córnea são recomendados. Efeitos na habilidade de dirigir ou utilizar máquinas.Nenhum estudo sobre o efeito deste medicamento na habilidade de dirigir foi realizado. Deve-se considerar que distúrbios visuais ocasionalmente podem ocorrer incluindo vários tipos de alterações visuais, episódios frequentes de visão borrada leve e transiente e episódios ocasionais de tontura e fadiga quando dirigir veículos ou operar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Nyolol®gel não deve ser utilizado durante a gravidez a não ser que os benefícios sejam superiores aos riscos. A substância ativa, maleato de timolol é absorvida pelo sistema circulatório e excretado no leite. A amamentação não é recomendada durante o tratamento com Nyolol®gel. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento pode causar doping. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Nyolol®gel deve ser conservado sob refrigeração ( temperatura entre 2 e 8 °C) e protegido da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 30 dias.

    Aspecto físico:

    Gel praticamento incolor. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Adulto: a dose recomendada é instilar 1 gota de Nyolol®gel no olho afetado 1 vez ao dia, preferencialmente pela manhã.
    Pacientes idosos: a posologia indicada acima pode ser usada para pacientes idosos.
    Para todas as idades: Como a resposta ao tratamento pode levar algumas semanas para estabilização, a pressão intraocular deve ser checada após cerca de 2 a 4 semanas de tratamento com Nyolol®gel. Se for necessário, Nyolol®gel pode ser usado concomitantemente a mióticos, epinefrina, análogos da prostaglandina, alfa-2-agonitas e/ou inibidores da anidrase carbônica. Para evitar que a substância ativa seja removida dos olhos, um intervalo de pelo menos 5 minutos entre a instilação de diferentes medicações é necessário, e Nyolol®gel deve ser o último a ser administrado. Substituição de um tratamento anterior Quando Nyolol®gel for administrado em substituição à outra solução oftálmica beta -bloqueadora, descontinue este medicamento após um dia completo de tratamento e inicie o tratamento com Nyolol®gel no dia seguinte. Instile 1 gota de Nyolol®gel no olho afetado 1 vez ao dia, preferencialmente pela manhã. Quando Nyolol®gel for administrado em substituição a uma solução oftálmica antiglaucomatosa não beta-bloqueadora, continue com o agente já utilizado por um dia e adicione 1 gota de Nyolol ®gel 1 vez ao dia. No dia seguinte, descontinue o agente antiglaucomatoso previamente utilizado e continue com Nyolol®gel. Modo de usar Nyolol®gel é para ser instilado sobre o olho. As medicações para glaucoma devem ser utilizadas continuamente a menos que o médico determine o contrário. Para aplicação de uma dose correta, segure o frasco na posição vertical durante a administração. O produto permanece estéril até que o lacre de fechamento seja rompido. Feche o frasco imediatamente após o uso. Não utilizar o produto por mais de 30 dias após a abertura do frasco. A absorção sistêmica pode ser reduzida com o uso de medicamentos nasais para coriza ou fechamento das pálpebras por 5 minutos. Estas ações podem resultar na diminuição dos efeitos adversos sistêmicos e aumento da atividade local. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de usar Nyolol®gel, use-o logo que se lembrar (uma dose diária). Não tome uma dose extra para compensar a dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Algumas reações indesejáveis foram observadas nos estudos clínicos com o maleato de timolol e podem ocorrer durante seu uso, tais como: hiperemia suave, sensação de corpo estranho, dor aguda/queimação imediatamente após a instilação no olho. Foram observadas reações cardíacas e respiratórias, incluindo broncoespasmo fatal em pacientes asmáticos e, raramente, morte em associação com insuficiência cardíaca. Ocasionalmente pode ocorrer: dor de cabeça, astenia, cansaço, dores no peito, náusea, síncope, lentidão dos batimentos cardíacos, dispneia, conjuntivite, ceratite, alterações na refração (em alguns dos casos devido ao cessar da terapia miótica), depressão, tontura, exacerbação de sinais e sintomas de miastenia gravis. Raramente pode ocorrer: hipotensão, palpitações, arritmias, insuficiência cardíaca congestiva, bloqueio atrioventricular, parada cardíaca, isquemia cerebral, distúrbio vascular cerebral, erupção cutânea, coceira, alopécia, broncoespasmo (particularmente em pacientes com condições broncoespasmódicas pré-existentes), insuficiência respiratória, inflamação das pálpebras, queda das pálpebras superiores, visão dupla, sensibilidade da córnea reduzida. Informe ao seu médico, cirurgião -dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há dados específicos disponíveis referentes a esta formulação. Os sintomas mais comuns causados por superdose de um beta-bloqueador são bradicardia sintomática, hipotensão, broncoespasmo e insuficiência cardíaca aguda. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS–1.0068.0884
    Farm.Resp.: Virginia da Silva Giraldi-CRF-SP 15.779
    Importado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Prof. Vicente Rao, 90 São Paulo-SP
    CNPJ: 56.994.502/0001-30
    Indústria brasileira
    Fabricado por: Excelvision AG-Hettlingen-Suíça ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça.
    Venda sob prescrição médica

    Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

  • lacipil-e-indicado-para-o-tratamento-pressão-alta

    Lacipil®

    lacidipino

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Lacipil® 4 mg é apresentado sob a forma de comprimidos revestidos, em cartuchos que contêm 14 comprimidos.
    Uso Adulto

    Composição:

    lacidipino……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….. 4 mg excipientes* ……………………………………………..q.s.p. ………………………………………………….1 comprimido *excipientes:polivinilpirrolidona, lactose, estearato de magnésio, hipromelose e dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: Lacipil® é indicado para o tratamento de pressão alta.

    Cuidados de armazenamento:

    Mantenha o produto em sua embalagem original, em temperatura ambiente (temperatura entre 15°C e 30ºC).Se for necessário ingerir metade do comprimido de 4 mg,a outra metade deve ser guardada na embalagem de alumínio original e utilizada no prazo máximo de 48 horas.

    Prazo de Validade:

    O prazo de validade é de 2 anos, contados a partir da data de fabricação, que se encontra impressa na embalagem externa do produto, junto com o número do lote. Não use medicamentos que estejam fora do prazo de validade, pois o efeito desejado pode não ser obtido.

    Gravidez e lactação:

    Lacipil® somente deverá ser usado na gravidez ou lactação se os benefícios potenciais para a mãe forem maiores do que qualquer possibilidade de risco para o feto ou recém-nascido.Informe seu médico da ocorrência de gravidez ou se está amamentando, na vigência do tratamento ou após o término.

    Cuidados de Administração:

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do Tratamento:

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    Reações Adversas:

    Informe seu médico do aparecimento de reações desagradáveis como dor de cabeça, tonteira, palpitações, vermelhidão, inchaço e coceira na pele, desconforto estomacal, enjôo,aumento da freqüência urinária e fraqueza.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão Concomitante Com Outras Substâncias:

    Informe seu médico de qualquer outro medicamento que você use antes do início ou durante o tratamento.

    Contra-indicações e Precauções:

    O uso de Lacipil® é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula e a pacientes com estenose aórtica grave.O produto não deve ser usado por crianças.

    NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO.PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    Informações Técnicas:

    Características químicas e farmacológicas

    Propriedades Farmacodinâmicas:

    O lacidipino, substância ativa de Lacipil®, é um antagonista do cálcio específico e potente, com seletividade predominante sobre os canais de cálcio no músculo liso vascular. Sua ação principal consiste em dilatar as arteríolas periféricas, reduzindo a resistência vascular periférica e baixando a pressão arterial. Após a administração oral de 4 mg de lacidipino,observou-se um prolongamento mínimo do intervalo QT.No quarto ano de um estudo duplo-cego, randomizado, a eficácia primária na aterosclerose foi medida pela espessura da íntima média (IMT) da carótida por ultra-sonografia. Os resultados nos pacientes tratados com lacidipino mostraram efeito significativo nas variáveis de IMT, consistente com os efeitos antiaterogênicos.

    Farmacocinética:

    Absorção: O lacidipino é rapidamente, porém pouco absorvido no trato gastrintestinal após a administração oral e sofre extenso metabolismo de primeira passagem no fígado. A biodisponibilidade absoluta alcança uma média de cerca de 10%. As concentrações plasmáticas máximas são atingidas entre 30 e 150 minutos. Metabolismo:Existem quatro principais metabólitos que possuem uma pequena atividade farmacodinâmica. A
    droga é eliminada principalmente por metabolismo hepático (envolvendo o citocromo P450 3A4, ou CYP3A4). Não existem evidências de que o lacidipino cause indução ou inibição das enzimas hepáticas.Eliminação:Aproximadamente 70% da dose administrada são eliminados como metabólito nas fezes e o restante como metabólito na urina.A meia-vida terminal média do lacidipino varia entre 13 e 19 horas no estado de equilíbrio.

    Indicações:

    Lacipil® está indicado para tratamento da hipertensão, isolado ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos, como os betabloqueadores, os diuréticos e os inibidores da ECA.

    Contra-indicações:

    Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.Assim como outras diidropiridonas,Lacipil® é contra-indicado a pacientes com estenose aórtica grave.

    Precauções e Advertências:

    Foi demonstrado em estudos específicos que o lacidipino não afeta a função espontânea do nódulo sinusal nem causa condução prolongada no nódulo atrioventricular. No entanto,o potencial teórico que um antagonista de cálcio apresenta de afetar a atividade dos nódulos sinusal e atrioventricular deve ser considerado, principalmente em pacientes com anormalidades preexistentes na atividade desses nódulos.O lacidipino afeta a contratilidade do miocárdio em voluntários sadios e em animais de laboratório. Conforme tem sido relatado sobre outros antagonistas dos canais de cálcio diidropiridínicos, o lacidipino deve ser utilizado com cautela em pacientes com prolongamento do intervalo QT congênito ou adquirido.O lacidipino também deve ser usado com cautela em pacientes tratados concomitantemente com medicações que prolongam o intervalo QT, como antiarrítmicos de classes I e III, antidepressivos tricíclicos, alguns antipsicóticos, antibióticos (p. ex. eritro micina) e alguns anti-histamínicos (p. ex. terfenadina). Assim como outros antagonistas do s canais de cálcio, o lacidipino deve ser usado com cautela em pacientes com baixas reservas cardíacas e naqueles com angina instável.Lacipil® deve ser utilizado com cautela em pacientes que sofreram infarto do miocárdio recentemente. Também deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática, uma vez que o efeito anti-hipertensivo pode ser aumentado.Não existem indícios de que o lacidipino diminua a tolerância a glicose ou altere o controle do diabetes. Os comprimidos de Lacipil® devem ser protegidos da luz; portanto, não devem ser retirados da embalagem de alumínio até o momento de ser utilizados.Se o paciente ingerir metade do comprimido de 4 mg, a outra metade deve ser guardada na embalagem de alumínio original e administrada no prazo máximo de 48 horas. Os comprimidos de Lacipil® devem ser estocados em temperatura ambiente (temperatura entre 15°C e 30ºC).

    Gravidez/lactação:

    Não existem dados sobre a segurança do uso do lacidipino na gravidez.Estudos em animais não mostraram efeitos teratogênicos ou deterioração do crescimento.Lacipil® somente deverá ser usado na gravidez ou lactação se os benefícios potenciais para a mãe forem maiores do que qualquer possibilidade de risco para o feto ou o recém-nascido.Deve ser considerado que o lacidipino pode causar relaxamento da musculatura uterina no final da gravidez.Estudos de transferência pelo leite em animais mostraram que o lacidipino (ou seus metabólitos) tem probabilidade de ser excretado no leite.

    Interações Medicamentosas:

    A administração concomitante de Lacipil® com outros agentes anti-hipertensivos, como diuréticos,betabloqueadores e inibidores da ECA, pode resultar em um efeito hipotensivo aditivo. No entanto,não foram identificados problemas específico s de interação envolvendo outros agentes anti-hipertensivos, como betabloqueadores e diuréticos,ou a digoxina, a tolbutamida e a varfarina.É possível que a concentração plasmática de
    Lacipil® possa ser aumentada pela administração simultânea de cimetidina.O lacidipino possui alta ligação protéica (>95%) com a albumina e a glicoproteína alfa1.Assim como outros diidropiridínicos,Lacipil® não deve ser administrado com sucos cítricos, uma vez que a biodisponibilidade pode ser alterada.Em estudos clínicos envolvendo pacientes com transplante renal tratados com ciclosporina, o lacidipino reverteu a diminuição do fluxo plasmático renal e a taxa de filtração glomerular induzida pela ciclosporina.O lacidipino é metabolizado pelo citocromo CYP3A4. Dessa forma, os inibidores ou ativadores desse citocromo administrados concomitantemente podem interagir com o metabolismo e a eliminação do
    lacidipino.

    Reações Adversas:

    Dados obtidos de grandes estudos clínicos foram usados para determinar a freqüência dessas reações.Têm sido utilizados os seguintes parâmetros para classificação das reações adversas: Muito comum: ?10%  Comum: ?1% e < 10% Incomum: ?0,1% e < 1% Rara: ?0,01% e < 0,1% Muito rara: < 0,01% Lacipil® é normalmente bem tolerado. Alguns indivíduos podem apresentar efeitos adversos pouco importantes relacionados com a sua conhecida ação farmacológica de vasodilatação periférica. Tais efeitos, indicados por rash,são normalmente transitórios e desaparecem com a permanência do tratamento com o lacidipino na mesma dosagem. Distúribos do sistema nervoso Comuns: dor de cabeça, vertigem.Muito rara:tremor Distúrbios cardíacas Comum: palpitação. Incomum: piora da angina subjacente. Assim como com outros diidropiridínicos, reportou-se a piora da angina subjacente num pequeno número de pacientes, especialmente no início do tratamento. Isso é mais comum em pacientes com doença cardíaca isquêmica sintomática. Distúrbios vasculares Comum: rubor. Distúrbios gastrintestinais Comuns: desconforto estomacal, náusea.Incomum : hiperplasia gengival. Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Comum: rash cutâneo (incluindo eritema e coceira). Raros: angioedema, urticária. Desordens renais e urinárias Comum: poliúria. Desordens gerais Comuns: astenia, edema. Investigações Comum: aumento reversível da fosfatase alcalina (aumentos clinicamente significativos são incomuns).

    Posologia e Modo de Usar:

    A dose inicial é de 2 mg uma vez ao dia e deve ser tomada na mesma hora todos os dias, de preferência pela manhã,com ou sem alimentos. O tratamento da hipertensão deve ser adaptado à gravidade do caso e estar de acordo com a resposta individual.A dose pode ser aumentada para 4 mg e, se necessário, para até 6 mg, após ter decorrido tempo suficiente para alcançar o efeito farmacológico desejado. Na prática, esse tempo não deve ser inferior a 3 a 4 semanas, a não ser quando a condição clínica do paciente requer um aumento de dosagem mais rapidamente.O tratamento pode ser continuado indefinidamente, conforme orientação médica. Insuficiência hepática Pacientes com insuficiência hepática não necessitam de ajuste nas doses.Insuficiência renal Como o lacidipino não é excretado pelos rins, não são necessárias alterações nas dosagens em pacientes com insuficiência renal.Crianças Não existe experiência de uso de Lacipil® em crianças.Pacientes idosos não necessitam de ajustes nas doses.

    Superdosagem:

    Não foram relatados casos de superdosagem de Lacipil®.O problema mais previsível seria uma vasodilatação periférica prolongada associada com hipotensão e taquicardia.Teoricamente poderia ocorrer bradicardia ou condução atrioventricular prolongada.Não existe antídoto específico. Em caso de superdosagem deve ser realizado o procedimento habitual para controlar a função cardíaca, adotando-se ainda medidas de suporte.Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Fabricado por: Glaxo Wellcome S.A. – Aranda de Duero – Burgos – Espanha
    Importado, embalado e distribuído por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
    Estrada dos Bandeirantes, n°8464 – Rio de Janeiro – RJ.
    CNPJ: 33.247.743/0001-10
    Indústria brasileira
    M.S: 1.0107.0179
    Farm. Resp.: Milton de Oliveira CRF-RJ nº 5522
    BL_Lacipil_GDS14_IPI05_V2.doc

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • Famotidina 18.01.2013 No Comments

    Famox-indicado-para-ulcera-duodenal-e-gastrica-benigna-e-prevenção-de-ulceração-duodenal

    FAMOX

    famotidina
    Comprimidos de 20 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Comprimidos de 40 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Uso Adulto

    Uso Oral

    Composições completas:

    Cada comprimido 20 mg contém:
    famotidina ….. …………………………………………………………………………………………….. 20 mg
    Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio,corante amarelo FD&C nº. 5 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico diidratado, manitol e talco.
    Cada comprimido 40 mg contém:
    famotidina ………………………………………………………………………………………………….. 40 mg
    Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio,corante amarelo FD&C nº. 6 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico diidratado e manitol.

    Informação ao Paciente:

    FAMOX inibe a secreção do ácido e pepsina do estômago, reduzindo as sensações de ardência e dor epigástrica. Assim como ocorre ocasionalmente com outros medicamentos de ação similar o alívio pode não ser imediato. O desaparecimento dos sintomas nem sempre significa cura, a qual ocorre, geralmente após semanas de tratamento. FAMOX quando conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC) e ao abrigo da luz e umidade, apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. FAMOX deve ser administrado diariamente, prolongando-se o tratamento por várias semanas. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. São raras as ocorrências de reações adversas, tais como: diarréia, dor de cabeça e/ou cansaço. FAMOX 20 mg contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas
    ao ácido acetilsalicílico. FAMOX é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula.
    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a lactação.

    Informação Técnica:

    A famotidina é um antagonista dos receptores H2 de histamina de longa duração e alta eficácia na inibição da secreção gástrica. A famotidina reduz o conteúdo de ácido e pepsina,assim como o volume de secreção gástrica basal ou estimulada e é altamente eficaz no tratamento da úlcera duodenal. A famotidina não é absorvida completamente no TGI quando administrada por via oral. Sua biodisponibilidade é de 40-50%. A inibição da secreção do ácido gástrico ocorre 1 hora após a administração oral. O pico da inibição ocorre entre 1 a 4 horas após a administração oral. A
    duração da inibição da secreção do ácido gástrico e a inibição máxima produzida pela famotidina é dose dependente. A duração da inibição basal e da secreção noturna, após administração oral de uma única dose, é de 10 a 12 horas. A inibição da secreção estimulada por alimentos geralmente persiste por 8-10 horas quando administrada pela manhã, porém esta inibição é dissipada com 6-8 horas após a administração oral de 20 mg.
    Após administração oral, a famotidina é bem distribuída, aparecendo em altas concentrações nos rins, fígado, pâncreas e glândula submandibular. A famotidina encontra-se entre 15-20 % ligada a proteínas. A eliminação da famotidina ocorre entre 2,5-4 horas em adultos com função renal normal. A famotidina é metabolizada no fígado e excretada principalmente na urina, via filtração glomerular e secreção tubular. proximadamente 25-30% da dose é excretada nas primeiras 24 horas e 13-49% em até 72 horas. A famotidina não é removida por hemodiálise.

    Indicações:

    É indicado para úlcera duodenal e gástrica benigna e prevenção de recidivas de ulceração duodenal. Condições de hipersecreção, tais como esofagite de refluxo, gastrite e síndrome de Zollinger-Ellison.

    Contra-indicações:

    Famox é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a qualquer dos componentes de sua fómula,Famox é contra-indicado durante á gravidez e á lactação.

    Precauções:

    À malignidade gástrica deve ser excluida antes do inicio da terapia de úlcera gástrica com famox,não exclui a presença de malignidade gástrica. Como famox é parcialmente metabolizado no figado e excretado primariamente pelos rins,deve-se ter cautela na admnistração do famox a pacientes com disfunção hepática ou renal. À redução da posologia deve ser considerada,se a depuração de creatinina for menor que 30ml/min. Não foi observado qualquer aumento na incidência ou mudança no tipo de reações adversas nos pacientes idosos. Não é necessário alterar a posologia com base apenas na idade. à segurança e eficácia em crianças ainda não foram estabelecidas.

    Advertências:

    FAMOX 20 mg contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

    Interações medicamentosas:

    FAMOX não interage com o sistema enzimático de metabolismo de drogas ligado ao citocromo P-450; portanto, espera-se que drogas como varfarina, propranolol, teofilina e diazepam, que são metabolizadas através desse sistema, não interajam com FAMOX. FAMOX aumenta o pH gástrico e pode, através deste mecanismo, diminuir a absorção de algumas drogas, tais como: cefpodoxima, domperidona, itraconazol e cetoconazol e/ou melfalano. FAMOX não tem sua farmacocinética significativamente alterada, se administrado concomitantemente com nifedipina, fenitoína e/ou varfarina. A concentração sérica de FAMOX pode ser aumentada, se administrado concomitantemente com probenecida. A famotidina pode aumentar a concentração plasmática de pentoxifilina, por aumentar o pH gástrico. O metabolismo de teofilina pode ser reduzido pela famotidina.

    Reações adversas:

    Famox é de um modo geral bem tolerado.Raramente,foram relatadas diarréias,cefaléia,tonturas e constipação. Outras reações adversas,ainda menos frequentemente relatadas,incluiram boca seca,náuseas e/ou vômitos,enxaqueca,desconforto ou distensão abdominal,anorexia e/ou fadiga.

    Outras reações adversas que poderão ocorrer:

    Efeitos dermatológicos:

    “Rash” cutâneo e/ou urticaria foram raramente relatados.

    Efeitos neurológicos:

    Cefaléia e/ou ansiedade.

    Efeitos cardiovasculares:

    Palpitações,bradicardia e/ou bradiarritmias.

    Efeitos hematológicos raros:

    Neutropenia e/ou trombocitopenia.

    Efeitos endocrinológicos:

    Hiperprolactinemia e/ou galactorréia.

    Outros efeitos:

    Elevações de bilirrubinas e fosfatase alcalina,hematomegalia e/ou ictericia colestática.

    Posologia:

    Úlcera duodenal:

    Terapia inicial:

    A dose recomendada de FAMOX é de 1 comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada. Na maioria dos casos de úlcera duodenal, a cura ocorre dentro de 4 semanas, com este regime posológico. Nos casos em que a cura completa não se verifica após 4 semanas, o tratamento deve ser continuado por um período adicional de 4 semanas.

    Terapia de manutenção:

    Para prevenção da recorrência da ulceração duodenal, recomenda-se que a terapia com FAMOX seja mantida com um comprimido de 20 mg/dia, ao deitar por um período determinado a critério médico.

    Úlcera gástrica benigna:

    A dose recomendada de FAMOX é de um comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada.

    Síndrome de Zollinger-Ellison:

    Pacientes, sem terapia anti-secretória anterior, devem ser tratados, inicialmente, com uma dose de 20 mg, a cada 6 horas. A posologia deve ser ajustada às necessidades individuais do paciente e deve ser mantida enquanto houver indicação clínica. Doses de até 800 mg/dia têm sido usadas, por até 1 ano, sem o desenvolvimento de reações adversas significativas ou taquifilaxia. Os pacientes que estavam recebendo outro antagonista H2 podem passar diretamente para o uso de FAMOX com uma dose inicial mais alta do que aquela recomendada para casos novos; esta dose inicial dependerá da gravidade da condição e da última dose de antagonista H2, previamente utilizada. Ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal grave,Nestes pacientes (depuração de creatinina abaixo de 30 ml/min) a dose de FAMOX deve ser reduzida para 20 mg, ao deitar.

    Conduta na superdosagem:

    Não há experiência, até o momento, com superdosagem. Devem ser empregadas as medidas habituais para remoção do material não-absorvido do tratamento gastrintestinal,monitorização clínica e medidas de suporte.

    Pacientes idosos:

    As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas aos pacientes idosos,observando-se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens “Precauções e Advertências” e “Contra-indicações”.

    MS – 1.0573.0144
    Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP n°. 9555
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira
    Famox BU08

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • FLANAX® 275 mg
    naproxeno sódico

    Identificação do Medicamento :

    Nome comercial:

    Flanax®

    Denominação genérica:

    Naproxeno sódico

    Forma farmacêutica, via de administração e apresentações

    Uso Oral :

    Cartucho contendo 4, 8, 10, 15 ou 20 comprimidos revestidos.
    Caixa contendo 60, 80 ou 100 comprimidos revestidos.
    Display contendo 60, 80 ou 100 comprimidos revestidos.

    Uso Adulto :

    Composição:
    Cada comprimido de 275 mg contém:
    naproxeno sódico ……………………………….. 275 mg
    Excipientes: celulose microcristalina, povidona, estearato de magnésio, opadry Y-S-1-4215, talco e água purificada.

    Informações ao Paciente :

    Como este medicamento funciona ?

    O naproxeno sódico, substância ativa do Flanax® é um antiinflamatório (reduz a inflamação) com ação analgésica (alívio da dor) e antitérmica (reduz a febre).

    Indicações do medicamento :

    Flanax® é indicado para alívio da dor causada por inflamação nos casos de: dor decorrente da prática esportiva e/ou traumatismos (contusões, entorses, distensões, cotovelo do tenista), dor muscular, dor articular, dor nas costas, dor na perna, dor na coluna vertebral, dor ciática, dor de garganta, torcicolo,tendinite, bursite, dor varicosa e outras dores.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Flanax® é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno sódico, úlcera péptica gástrica ou duodenal ativa e sangramento gastrintestinal ativo. Devido à possibilidade de reação cruzada, Flanax® não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não esteroidais ou analgésicos induzam asma, rinite,pólipos nasais ou urticária.
    Este medicamento é contra-indicado na faixa etária inferior a 2 anos.
    Deve-se ter cautela com o uso de Flanax® em pacientes idosos. Informe ao seu médico caso você tenha problemas no coração, fígado, rim ou doenças gastrintestinais. Pacientes em dietas com restrição de sódio: levar em consideração que 1 comprimido de 275 mg de Flanax® contém 25 mg de sódio (aproximadamente 1 mEq). Não é recomendada a administração de Flanax® com antiácidos ou colestiraminas, anticoagulantes do
    tipo cumarínicos, hidantoínas, sulfonamidas, sulfoniluréias, probenecida, metotrexato, beta bloqueadores, furosemida, lítio e varfarina.
    Alguns pacientes podem apresentar sonolência, tontura, vertigem, insônia ou depressão. Estes devem ter cautela ao realizar atividades que requerem atenção. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Como devo usar este medicamento ?

    Comprimidos de 275 mg: tomar 1 comprimido, 1 a 2 vezes ao dia ou a critério médico.
    O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar.
    Não é recomendado o uso de Flanax® por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista.  Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

    Reações adversas :

    Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis tais como: náuseas, dor abdominal, dores no estômago, diarréia, azia, dor de cabeça, enxaqueca, zumbido, tonturas,sonolência, sudorese, prurido, alterações na audição e visão, falta de ar, inchaço,palpitações e sede,bem como quaisquer outros sinais ou sintomas.

    O que fazer se alguém usar este medicamento de uma só vez ?

    Em caso de ingestão, acidental ou proposital, de quantidade excessiva de naproxeno sódico procurar serviço de urgência onde possa ser realizado esvaziamento gástrico e empregadas as medidas usuais de suporte.

    Onde e como devo guardar este medicamento ?

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C), protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Informações técnicas aos profissionais de saúde :

    Caracteristicas farmacólógicas :
    O naproxeno sódico é um antiinflamatório não esteróide com propriedades analgésicas e antipiréticas.
    O naproxeno sódico age inibindo a síntese de prostaglandinas, no entanto, não se conhece exatamente o mecanismo de ação antiinflamatória.
    O naproxeno sódico é rápida e completamente absorvido no trato gastrintestinal após administração oral; conseqüentemente, níveis plasmáticos significantes e alívio da dor são obtidos dentro de 30 minutos após sua administração. Picos plasmáticos são atingidos em 1-2 horas, dependendo da ingestão de alimentos. Em níveis terapêuticos, mais de 99% do naproxeno sódico está ligado à albumina sérica. Níveis plasmáticos de equilíbrio são atingidos após 3-4 dias. O naproxeno sódico atinge o líquido sinovial e cruza a barreira placentária. naproxeno sódico é metabolizado no fígado. Aproximadamente 95% da dose ingerida é eliminada pela urina e 3%, ou menos, pelas fezes. A taxa de excreção de metabólitos quase coincide com a taxa de eliminação do naproxeno sódico do plasma. A meia-vida de eliminação do naproxeno sódico é de aproximadamente 14 horas, independente da forma química ou da formulação.

    Situações clinicas especiais :

    Pode haver acúmulo do fármaco em pacientes com insuficiência renal, já que o naproxeno sódico é excretado primariamente por esta via. A eliminação do naproxeno sódico é menor em pacientes com insuficiência renal severa; porém, pacientes com depuração de creatinina menor que 10 ml/min apresentam depuração de naproxeno sódico maior que o estimado pelo grau de insuficiência renal.
    O perfil farmacocinético do naproxeno sódico em crianças de 5-16 anos é semelhante ao de adultos,embora a depuração seja geralmente maior nas crianças. Não foram realizados estudos farmacocinéticos em crianças menores de 5 anos.

    Resultados de eficácia :

    Os aspectos farmacológicos, a eficácia e a segurança do naproxeno estão compilados na versão da literatura cuja referência é abaixo descrita.
    Peter A. Todd and Stephen P. Clissod. Naproxen – A reappraisal of its pharmacology and therapeutic use in rheumatic diseases and pain states. Drugs 40(1): 91-137, 1990

    Indicações :

    Inflamação das vias aéreas superiores: agente antiinflamatório, analgésico, antipirético que pode ser usado como medicação complementar a terapêutica específica (ex: dor de garganta) Afecções periarticulares e musculoesqueléticas: mialgia, artralgia, dor ciática, dor na perna, bursite, tendinite, torcicolo, lombalgia, quadros dolorosos da coluna vertebral.

    Traumatismos:

    Entorses, distensões, contusões, lesões oriundas da prática esportiva inclusive cotovelo do tenista. Afecções vasculares: dor varicosa, flebites superficiais, inflamações varicosas, hematoma.

    Contra Indicações :

    Flanax® é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno sódico, úlcera péptica gástrica ou duodenal ativa e sangramento gastrintestinal ativo. Este medicamento é contra-indicado na faixa etária inferior a 2 anos.
    Devido à possibilidade de reação cruzada, Flanax® não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não esteróides ou analgésicos induzam asma, rinite,pólipos nasais ou urticária.

    Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto :

    O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar. Depois de aberto, este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C),protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.

    Posologia :

    Comprimidos de 275 mg: tomar 1 comprimido, 1 a 2 vezes ao dia ou a critério médico. Não é recomendado o uso de Flanax® por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica.

    Advertências :

    Deve-se ter cautela com o uso de Flanax® em pacientes com doenças gastrintestinais, insuficiências cardíaca, hepática ou renal e em idosos.
    Pacientes em dieta com restrição de sódio: levar em consideração que 1 comprimido de 275 mg de Flanax® contém 25 mg de sódio (aproximadamente 1 mEq). É recomendado que os pacientes idosos utilizem a menor dose eficaz.
    Flanax® deve ser administrado sob supervisão médica a pacientes com doenças gastrintestinais.
    O uso de Flanax® pode causar dano à mucosa gastrintestinal, desde irritação até sangramento,ulceração e perfuração, a qualquer momento, com ou sem sinais de alerta. A incidência e a severidade destas complicações pode aumentar com o aumento da dose e da duração do tratamento.
    Flanax® deve ser administrado sob supervisão médica a pacientes com insuficiência renal ou litíase urinária, bem como por pacientes que apresentem redução no fluxo sangüíneo renal (hipovolemia,insuficiência cardíaca, disfunção hepática, depleção salina, usuários de diuréticos e idosos). Nesses pacientes, recomenda-se monitorização da creatinina sérica e/ou da depuração de creatinina, pois a utilização de Flanax® ou outros antiinflamatórios não esteroidais pode causar redução dose dependente da formação de prostaglandina renal, precipitando descompensação renal ou insuficiência renal.
    Flanax® não é recomendado a pacientes com depuração de creatinina inferior a 20 ml/min.
    Flanax® diminui a agregação plaquetária e prolonga o tempo de sangramento e deve ser administrado sob supervisão médica nos pacientes com distúrbios da coagulação ou em tratamento com medicamentos que interfiram na coagulação sangüínea.
    Não é recomendada a associação de Flanax® com antiinflamatórios não esteroidais, pelo motivo de riscos cumulativos induzindo sérios efeitos adversos. Alguns pacientes podem apresentar sonolência, tontura, vertigem, insônia ou depressão. Estes devem ter cautela ao realizar atividades que requerem atenção. Flanax® não é recomendado durante a gravidez, pois inibe a síntese de prostaglandinas, podendo causar efeitos adversos na circulação do feto além de inibir a contração uterina, aumentando o risco de hemorragia uterina. Como ocorre passagem de naproxeno ao leite materno, não é recomendado o uso deste produto durante a amamentação.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco :

    Flanax® é contra-indicado a crianças menores de 2 anos.
    Pacientes idosos podem estar sob risco maior de apresentar efeitos indesejados. A depuração do naproxeno é reduzida nestes pacientes, portanto, é recomendado que os pacientes idosos utilizem a menor dose eficaz.

    Interações medicamentosas :

    A administração concomitante com alimentos, antiácidos ou colestiramina pode retardar a absorção de naproxeno, no entanto, não afeta sua ação. O bicarbonato de sódio aumenta a velocidade de absorção do naproxeno e o carbonato de magnésio, óxido de magnésio e hidróxido de alumínio diminui. Devido ao alto grau de ligação de naproxeno às proteínas plasmáticas, os pacientes que recebem simultaneamente drogas que também se ligam a albumina como anticoagulantes do tipo cumarínicos,sulfonamidas ou sulfoniluréias, outros antiinflamatórios não esteroidais, ácido acetilsalicílico,hidantoínas, devem ser avaliados para um possível ajuste de dose.
    Em estudos clínicos, não se tem observado interações com naproxeno e anticoagulantes do tipo cumarínico, não obstante, aconselha-se cautela, já que se tem observado interações com outros agentes não esteroidais desta classe.
    O naproxeno pode aumentar a fração livre da varfarina, interferir na função plaquetária, inibir o efeito natriurético da furosemida, inibir a depuração renal de lítio, reduzir o efeito anti-hipertensivo do propranolol e outros beta-bloqueadores.
    A probenecida, administrada concomitantemente, prolonga a meia vida e eleva os níveis plasmáticos do naproxeno.
    A administração concomitante de Flanax® e metotrexato deve ser feita com cautela, porque tem-se relatado que o naproxeno reduz a secreção tubular do metotrexato em modelo animal, e assim possivelmente aumenta sua toxicidade.
    Se a concentração plasmática de naproxeno for superior a 75 mcg/ml pode haver aumento da concentração de carbamazepina livre.

    Interferências com testes laboratoriais :

    Sugere-se que a terapêutica com Flanax® seja temporariamente descontinuada 48 horas antes da realização de provas de função supra-renal, porque Flanax® pode interferir em algumas provas relativas aos esteróides 17-cetogênicos. Do mesmo modo, Flanax® pode interferir em algumas análises urinárias para o ácido 5-hidroxiindolacético. O naproxeno diminui a agregação plaquetária,aumentando o tempo de sangramento. Esse efeito deve ser levado em consideração na determinação do tempo de sangramento.

    Reações adversas a medicamentos :

    As seguintes ocorrências são as mais comumente relatadas: dor abdominal, constipação, diarréia,náuseas, estomatite, azia, dispnéia, sede, sonolência, vertigens, enxaquecas, tontura, erupções cutâneas, prurido, sudorese, distúrbios auditivos e visuais, tinitus, palpitações, edemas e dispepsia,púrpura.

    Também foram relatados os seguintes efeitos adversos:

    – Funções gastrintestinais: estomatite ulcerativa, esofagite, sangramento e/ou perfuração esofágica,ulceração gastrintestinal péptica e não péptica, hematêmese, melena, anormalidades na função hepática, hepatite, icterícia, pancreatite, colite.
    – Funções renais: hematúria, hiperpotassemia, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, doenças renais,insuficiência renal, necrose renal papilar, aumento da creatinina sérica.
    – Funções hematológicas: agranulocitose, anemia aplástica e hemolítica, eosinofilia, leucopenia,trombocitopenia.
    – Funções no sistema nervoso central: meningite asséptica, disfunção cognitiva, convulsões,depressões, incapacidade de concentração, insônia, mialgia, mal estar, fraqueza muscular,anormalidades do sono.
    – Funções dermatológicas: alopécia, necrólise epidermal, eritema multiforme e nodoso, liquen planus,rash cutâneo, Síndrome de Stevens-Johnson, urticária, reações fotossensitivas, epidermólise bolhosa.
    – Funções respiratórias: asma, pneumonite eosinofílica.
    – Funções cardiovasculares: insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, edema pulmonar e vasculite.
    Podem ocorrer reações anafiláticas, edema angioneurótico, pirexia.
    Podem ocorrer também reações tais como: opacidade corneana, papilite, neurite óptica retrobulbar e papiledema.

    Superdose :

    Superdosagem significativa do medicamento pode ser caracterizada por sonolência, vertigem, dor epigástrica, desconforto abdominal, náuseas, vômitos, alterações transitórias na função hepática,hipoprotrombinemia, disfunção renal, acidose metabólica, apnéia e desorientação.
    O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto os níveis plasmáticos devem ser avaliados antecipadamente. Existem alguns relatos de convulsões, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal com naproxeno.
    Se um paciente ingerir grande quantidade de naproxeno, acidental ou propositadamente, deve-se proceder a esvaziamento gástrico e empregar as medidas usuais de suporte.
    Estudos em animais indicam que a pronta administração de 50 a 100 g de carvão ativado durante 15 minutos até 2 horas após a ingestão substancial da droga tenderia a reduzir acentuadamente a absorção do medicamento.
    Hemodiálise não diminui a concentração plasmática de Flanax®, devido ao elevado grau de ligação protéica.

    Armazenagem :

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C), protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.

    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Lote, datas de fabricação e validade: vide cartucho

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,