• Insulina 10.09.2014 No Comments

    wosulin-indicado-para-tratamentos-de-todos-os-pacientes-com-diabetes-tipo-01-e-tipo-02Wosulin®

    Insulina Humana

    Identificação do Medicamento

    Apresentação:

    Suspensão injetável em frasco-ampola de vidro incolor em embalagem com 1 unidade de 3 mL, 5 mL ou 10 mL ou embalagens com 1 ou 5 carpules com 3 mL.

    ADMINISTRAÇÃO POR VIA SUBCUTÂNEA*

    * Administração intramuscular e intravenosa apenas para apresentação em frasco-ampola e mediante acompanhamento de um médico.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 1 ml da suspensão de WOSULIN contém 100 U.I. de insulina humana (recombinante). Excipientes: m-cresol, glicerol (98%), hidróxido de sódio, ácido clorídrico, óxido de zinco, ácido cítrico monoidratado, citrato trissódico diidratado, água para injeções.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    WOSULIN é indicado para: Tratamento de todos os pacientes com diabetes tipo 1. Tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 os quais não são adequadamente controlados por dieta e/ou agentes hipoglicêmicos orais. para o início da estabilização de diabetes em pacientes com cetoacidose diabética, síndrome não cetótica hiperosmolar, e durante períodos de estresse, tais como infecções graves e grandes cirurgias em pacientes diabéticos.

    Como este medicamento funciona?

    WOSULIN contém como princípio ativo a insulina humana, que é um hormônio que regula os níveis de glicose (açúcar) no sangue, e por isso é utilizada para controlar a diabetes melito. WOSULIN começa a agir dentro de 30 minutos depois da injeção, o efeito máximo acontece entre 1 a 3 horas e a ação dura cerca de 4 a 6 horas, após injeção.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O uso de WOSULIN é contraindicado nos seguintes casos: – se você apresentar hipoglicemia (falta de açúcar no sangue); – se você for alérgico à insulina ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Ao fazer uso de outro tipo ou marca de insulina, consulte o seu médico, pois pode ser necessária uma adequação de dose. Se você usar uma dose que não é a adequada ou descontinuar o tratamento, especialmente se for diabético do tipo insulino-dependente, pode ocorrer episódio de hiperglicemia e cetoacidose diabética, condições que são potencialmente letais. A necessidade de insulina pode ser aumentada durante enfermidades ou distúrbios emocionais. Se você alterar o nível de atividade física ou dieta usual, consulte o seu médico, pois pode ser também necessário uma adequação da dose de insulina. Você pode necessitar de uma dose maior de insulina caso esteja utilizando alguns medicamentos, como corticosteroides (hormônio), isoniazidas, certas drogas que diminuem a quantidade de lipídios (ex.: niacina), estrógenos, anticoncepcionais orais, fenotiazinas e terapia de reposição da tireoide. Pode ser necessário diminuir a dose de insulina na presença de drogas como agentes hipoglicêmicos, salicilatos (ex.: aspirina), antibiótico a base de sulfa, certos antidepressivos (inibidores da monoamina oxidase), certas angiotensinas convertendo inibidores de enzima, bloqueadores beta-adrenérgicos, inibidores de função pancreática (ex.: octreoide) e álcool. Se você apresentar um quadro de hipoglicemia, sua capacidade de se concentrar pode ser comprometida, isso pode constituir um risco em situações onde esta capacidade é de extrema importância, como, por exemplo, dirigir um carro ou operar máquinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve armazenar a insulina sob refrigeração (na geladeira), entre 2ºC a 8ºC, por 24 meses. Não congelar. Não utilizar o produto caso tenha sido congelado. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O frasco-ampola ou carpule depois de aberto, quando mantido em geladeira em temperatura entre 2ºC a 8ºC poderá ser utilizado em até 6 semanas. Não congelar. Não expor o produto ao calor excessivo ou diretamente á luz do sol. WOSULIN é uma solução de insulina humana, de origem DNA recombinante, (solúvel/neutra), límpida e incolor (ou quase incolor). As preparações de insulina que foram congeladas não devem ser usadas. As soluções de WOSULIN não devem ser usadas caso não estejam límpidas e incolores. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de administração: A apresentação de WOSULIN em frasco-ampola deve ser administrada por via subcutânea, intramuscular ou intravenosa, e a apresentação em carpule apenas por via subcutânea. Para evitar lipodistrofia, o local de aplicação subcutânea deve ser frequentemente alterado. Qualquer aplicação de insulina deve ser seguida por uma refeição ou lanche, contendo carboidratos, dentro de 30 minutos. Uma vez aberta (quando o lacre ou a tampa já tiver sido perfurado com uma agulha), WOSULIN é mantido em temperatura ambiente. Insulina gelada (em baixa temperatura) pode ser irritante na aplicação. Deste modo, os pacientes devem ser solicitados “rolar” o frasco entre as mãos por 10 vezes previamente ao passar para a seringa (após o frasco descansar por 30 minutos em temperatura ambiente caso este estivesse armazenado na refrigeração). No caso do carpule, remover a agulha após cada aplicação, caso contrário mudanças de temperatura pode ocasionar o gotejamento de líquido da agulha e a concentração da insulina podendo aumentar. Não preencher o carpule. – Frasco-ampola 1. Inspecionar o frasco-ampola para qualquer cristalização ou descoloração. Caso presente, descartar e abrir novo frasco-ampola. 2. Lavar as mãos. 3. Rolar o frasco-ampola 10 vezes; excesso de agitação pode danificar a insulina e causar precipitação. 4. Limpar a parte de cima do frasco com álcool ou algodão embebido em álcool. 5. Empurrar o êmbolo para cima e então acertar o número de unidades a serem retiradas. Inserir a agulha dentro do frasco e empurrar o êmbolo para esvaziar o ar de dentro do frasco. 6. Empurrar o êmbolo para baixo para o número prescrito de unidades. Mover 1 a 2 unidades extras para compensar as bolhas de insulina a serem empurradas para fora. Cada paciente deve estar consciente que injetar ar no tecido subcutâneo não causa danos outros a não ser o decréscimo da dose pretendida. 7. Pinçar levemente a pele, segurar a seringa como um lápis, inserir a agulha ao local indicado e empurrar o êmbolo vagarosamente. Esperar por 5 segundos e retirar a seringa. 8. Não massagear a área. Notar qualquer vazamento de insulina. – Carpule 1. Desinfetar a superfície de borracha do cartucho de insulina com álcool, Inserir o cartucho na WOSULIN PEN conforme descrito no manual de instruções da WOSULIN PEN. Antes de inserir o cartucho, inspecionar o cartucho após a remoção da embalagem selada para verificar se não há cristais, grumos, ou coloração. Caso esteja presente, descartar e utilizar um cartucho novo. 2.Após o encaixe da agulha, indicar 2 unidades no seletor de dose para remover qualquer ar que possa estar na agulha. 3. Lavar as mãos e limpar a pele com álcool onde a injeção será aplicada. 4. Com uma mão, pinçar levemente a pele, inserir a agulha ao local indicado como recomendado pelo seu médico ou educador. Aperte e segure o botão de liberação da WOSULIN PEN. Conte até dez e retire a agulha. Não massagear a área de aplicação, pois isto pode causar gotejamento posterior de insulina. 5. Descartar a agulha da maneira recomendada. 6. Para informações adicionais, ler o manual de instrução da WOSULIN PEN.

    Posologia:

    A dose de WOSULIN é determinada pelo médico, de acordo com a necessidade do paciente. A dose usual de insulina pode ser afetada pelas mudanças de alimentação, atividade física e esquema de trabalho. Contudo, as instruções médicas devem ser cuidadosamente seguidas. Com WOSULIN é importante usar uma seringa na qual a concentração desejada esteja marcada, ex.: preparações de insulina U-40 ou U-100. Falha no uso adequado da seringa pode levar a um erro de dose, causando sérios problemas tais como hipoglicemia grave ou hiperglicemia. O intervalo médio da necessidade de insulina diária total para manutenção em pacientes diabéticos do tipo 1 está entre o intervalo de 0,5 e 1,0 U.I./kg. Além disso, na resistência à insulina, a necessidade diária de insulina pode ser substancialmente maior. Em pacientes com diabetes tipo 2,as necessidades de insulina são menores, ex.: aproximadamente de 0,3 a 0,6 U.I./kg/dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer uma dose, procure o seu médico para instruções. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Se você sentir reações desagradáveis informe seu médico. A hipoglicemia é a reação adversa mais comum na terapia com insulinas, e ela pode ocorrer por causa de: – uso de grandes quantidades de insulina. – refeições atrasadas (fora de horário)/ ou falha de uma das refeições. – infecção intercorrente ou enfermidades. – exercícios extenuantes. – doenças da glândula adrenal, pituitária ou tireoide, ou doença renal ou hepática progressiva também podem levar à hipoglicemia. A administração concomitante (ao mesmo tempo) com outras drogas que abaixam a glicose sanguínea tais como hipoglicêmicos orais, salicilatos (por exemplo: aspirina), antibióticos à base de sulfa e certos antidepressivos podem levar a hipoglicemia. Os sintomas de hipoglicemia leve para moderada podem ocorrer repentinamente e podem incluir: suores, vertigens, palpitações, tremor, fome, inquietude, formigamento nas mãos, pés, lábios ou língua, aturdimento, incapacidade para concentração, cefaleia (dor de cabeça), sonolência, distúrbios do sono, ansiedade, visão turva, linguagem titubeante, humor depressivo, irritabilidade, comporta mento anormal, movimento instável e mudanças de personalidade. Sinais de hipoglicemia grave podem incluir: desorientação , coma, convulsões e morte. Por este razão é importante que você procure assistência médica imediatamente. Hipoglicemia de leve a moderada pode ser tratada pela ingestão de açúcar. Você deve sempre ter rápida fonte de açúcar tais como doces ou tabletes de glicose. Hipoglicemia mais grave pode requerer a assistência de outra pessoa. Em algumas pessoas pode ocorrer reação alérgica, como vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção, geralmente estes sintomas desaparecem dentro de alguns dias. Outras reações alérgicas mais sérias podem ocorrer, procure o seu médico imediatamente se apresentar os seguintes sintomas: exantema sobre todo o corpo, respiração curta, respiração ofegante, redução na pressão sanguínea, pulso rápido, ou suores, estes casos mais sérios podem significar risco de vida. Lipodistrofia (espessamento da pele ou marcas no local de injeção) podem ocorrer no local da aplicação após longo tempo de uso. A fim de evitar reação adversa, você deve alternar o local das injeções dentro da mesma área. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Você pode apresentar estado hipoglicêmico como resultado de um excesso de insulina, relacionado à ingestão de comida, ao gasto de energia ou ambos. Episódios moderados de hipoglicemia podem ser tratados frequentemente com glicose via oral. Por isso é recomendado que o paciente diabético constantemente carregue consigo torrões de açúcar, doces, bolachas ou suco de frutas adoçado. Episódios mais graves de hipoglicemia como coma, convulsões ou danos neurológicos podem ser tratados com glucagon (hormônio) por via intramuscular/subcutânea ou glicose intravenosa concentrada. Glicose deve ser também administrada por via intravenosa, caso o paciente não responda ao glucagon dentro de 10 a 15 minutos. Ingestões sustentadas de carboidratos e observação podem ser necessárias porque a hipoglicemia pode ocorrer novamente após a recuperação clínica aparente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    USO RESTRITO A HOSPITAIS
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    M.S. 1.2361.0066
    Responsável Técnico: Lenita A. Alves Gnochi CRF-SP: 14.054
    Fabricado por: Wockhardt Limited. – Aurangabad – Índia
    Registrado por: Meizler UCB Biopharma S.A.
    Alameda Araguaia, 3833 – Tamboré
    CEP: 06455-000 – Barueri – SP
    C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14
    0302016001R2 Rev. Junho 2014

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  • apevinat-bc-indicado-como-estimulante-do-apetite

    Apevinat BC

    cloridrato de ciproeptadina + cloridrato de tiamina+ fosfato sódico de riboflavina +nicotinamida + cloridrato de piridoxina + ácido ascórbico

    Apresentações

    Forma farmacêutica: xarope
    Concentração dos princípios ativos: cloridrato de ciproeptadina 0,800 mg/mL (equivalente a 0,71 mg de ciproeptadina/mL) + cloridrato de tiamina 0,120 mg/mL (equivalente a 0,09 mg de tiamina/mL) + fosfato sódico de riboflavina 0,20 0 mg/mL (equivalente a 0,15 mg de riboflavina/mL) + nicotinamida 1,334 mg/mL + cloridrato de piridoxina 0,134 mg/mL (equivalente a 0,11 mg de piridoxina/mL) + ácido ascórbico 4,334 mg/mL

    Apresentação:

    Cartucho contendo frasco de vidro âmbar com 200 mL do xarope.
    Uso Oral
    Uso Pediátrico de 7 A 14 anos

    Composição:

    Cada mL do xarope contém:
    cloridrato de ciproeptadina (equivalente a 0,71 mg de ciproeptadina) …………………..0,800 mg
    cloridrato de tiamina (equivalente a 0,09 mg de tiamina) …………………………………… 0,120 mg
    fosfato sódico de riboflavina (equivalente a 0,15 mg de riboflavina) …………………….. 0,200mg
    nicotinamida ………………………………………………………………………………………………. 1,334 mg
    cloridrato de piridoxina (equivalente a 0,11 mg de piridoxina) ……………………………..0,1 34 mg
    ácido ascórbico ……………………………………………………………………………………………  4,334 mg
    veículo* q.s.p. …………………………………………………………………………………………………1 mL * citrato de sódio, ciclamato de sódio, metilparabeno, propilparabeno, propilenoglicol, aroma de cereja, aroma de caramelo, sacarose e água purificada.

    Componentes:

    Apevinat BC

    Posologia:

    Ingestão Diária Recomendada (IDR) – Resolução RDC Nº 269/2005
    Crianças de 7 a 14 anos 15 mL

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é indicado como estimulante do apetite, para pacientes que apresentam falta de apetite.

    Como este medicamento funciona?

    O medicamento APEVINAT BC é formado por uma associação entre o cloridrato de ciproeptadina, vitaminas do complexo B e vitamina C. O componente cloridrato de ciproeptadina é responsável pela ação estimulante do apetite, enquanto as vitaminas presentes na formulação do medicamento são importantes para a correção de deficiência destas vitaminas, frequentemente observadas em pacientes com perda de apetite.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com glaucoma (aumento da pressão interna dos olhos), predisposição à retenção urinária, portadores de úlcera péptica (no estômago ou intestino) estenosante ou obstrução piloro-duodenal (entre estômago e intestino),hipertrofia prostática (aumento do tamanho da próstata) e obstrução do colo vesical. Também é contraindicado para pessoas em ataque agudo de asma e que apresentam hipersensibilidade (alergia) à ciproeptadina. Este medicamento é contraindicado para menores de 7 anos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou do cirurgião-dentista. Atenção diabéticos: contém açúcar. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e Precauções

    Nos casos de grave perda de apetite, suas causas devem ser pesquisadas, com o objetivo de excluir a possibilidade de outras doenças graves.Em tratamentos prolongados, a contagem de células sanguíneas deve ser monitorada. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou do cirurgião-dentista. Atenção diabéticos: contém açúcar. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

    Interações Medicamentosas

    Quando utilizados concomitantemente, os inibidores da monoaminoxidase prolongam e intensificam os efeitos anticolinérgicos dos anti-histamínicos, como o cloridrato de ciproeptadina. Este medicamento não deve ser administrado concomitantemente a bebidas alcoólicas ou outros depressores do Sistema Nervoso Central. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro  medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.APEVINAT BC é apresentado sob a forma de líquido viscoso, de coloração amarela e odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto,consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Uso Oral

    Ingerir 5 mL do xarope, 3 vezes ao dia, de meia a uma hora antes das refeições. Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a recomendada,pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo provocar danos à saúde. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento,procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos colaterais relatados com maior frequência são sonolência e letargia (sono profundo e duradouro). A sonolência, quando ocorre, é comum no início do tratamento e desaparece 3 a 4 dias de administração contínua do medicamento. Também podem ocorrer secura da boca e das mucosas,tontura, desmaio, cefaleia (dor de cabeça), náuseas (enjoo) e manifestações alérgicas cutâneas. Além disso, o uso deste medicamento pode ocasionar,ainda que raramente, fadiga (cansaço),distúrbios de coordenação, tremor, insônia (alteração ou ausência de sono), vômitos e estimulação do Sistema Nervoso Central, que se manifesta com nervosismo, inquietude,agitação, irritabilidade, confusão e alucinações visuais. Foram relatadas também a ocorrência de mal-estar epigástrico (região superior do abdômen),diarreia, palpitações, parestesias (distúrbios de sensibilidade), visão turva e trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A administração de altas doses e por períodos prolongados de piridoxina (vitamina B6) pode levar ao aparecimento de síndrome de neuropatia sensorial, que inclui sintomas como alterações de sensibilidade, fraqueza muscular, dor óssea, contrações musculares involuntárias e dormência nas extremidades. Em casos da ingestão de altas dosagens, recomenda-se promover a indução do vômito, com o uso de ipeca, caso isto ocorra naturalmente. Se, mesmo assim, o paciente não vomitar, deve ser realizada lavagem gástrica. Em caso de uso de grande quantidade deste  medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    M.S.: 1.4493.0019
    Farmacêutica Responsável: Letícia Mello Rechia – CRF/SC 6967
    Airela Indústria Farmacêutica Ltda
    Rodovia SC 440, Km 1, nº 500 – Bairro: Ilhota
    Pedras Grandes – Santa Catarina – CEP 88720-000
    CNPJ: 01.858.973/0001-29

    INDÚSTRIA BRASILEIRA

    SIA: 0800.646.2010
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo
    os sintomas procure
    orientação médica.
    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em (dia/mês/ano).

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  • AIDS, Doenças 24.08.2012 No Comments

    Infecções oportunistas recorrentes, complicações pulmonares, erupções cutâneas espalhadas por todo o corpo. O quadro é típico da síndrome da imunodeficiência humana (Aids), mas há um detalhe desconcertante: os pacientes não têm HIV. Para completar a confusão, apenas asiáticos e seus descendentes são afetados por um mal que, desde 2004, vem desafiando os cientistas. Ontem, a revista The New England Journal of Medicine fez a primeira descrição da doença misteriosa, que tem um quadro clínico muito semelhante ao da Aids, mas não é transmissível nem contagiosa.

    Ainda sem nome, a síndrome foi investigada por cientistas do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, que conduziu uma pesquisa em hospitais da Tailândia e de Taiwan, envolvendo 203 pessoas doentes e saudáveis. Dessas, 97 estavam infectadas por diversos agentes externos, incluindo micobactérias não tuberculosas (MNTs), uma classe de micro-organismos que se torna extremamente agressiva quando o sistema imunológico está debilitado. Cinquenta e oito participantes tinham tuberculose, doença comum no sudeste asiático, e 45 não possuíam problema de saúde — eles entraram nos testes apenas como grupo de controle.

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  • Sem categoria 04.01.2012 No Comments

    No Dia Nacional do Hemofílico, lembrado nesta quarta-feira (4), o coordenador-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, garantiu que o estoque de remédios para tratar pacientes com a doença está garantido para 2012. “Não vai faltar medicação, com certeza”, disse.

    Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou, para este ano, 650 milhões de doses foram adquiridas, contra 300 milhões em 2011 e 270 milhões no ano anterior. Segundo Genovez, o estoque atual representa três doses para cada brasileiro. A pasta já fez licitação para a compra de mais 1,2 bilhão de unidades.

    “O maior avanço que a gente conseguiu este ano foi regularizar a compra e a distribuição de medicamentos. É um medicamento caro, a dependência externa é total, já que nós dependemos de companhias internacionais para o fornecimento; e a matéria-prima usada é finita, feita a partir de plasma humano”, disse.

    O coordenador lembrou também que, com as compras do medicamento regularizadas, o ministério conseguiu iniciar o tratamento de profilaxia primária – indicado como prevenção aos sangramentos, mas apenas para pacientes que nunca tiveram hemorragias graves e, portanto, não têm sequelas da doença.

    “Não existe exclusão. Mas, para um indivíduo que já está com a articulação perdida, não adianta fazer profilaxia. Vamos tratá-lo sob demanda. É isso que mandam os guias internacionais”, explicou. Pacientes com sangramento de repetição nas articulações, por exemplo, também podem ter acesso à profilaxia primária, desde que tenham indicação médica.

    É o caso do estudante de oceanografia Iury Simões, de 19 anos, morador de Fortaleza. Ele recebeu o diagnóstico de que tem hemofilia tipo A grave e, por causa da doença, produz menos de 1% do fator 8 – necessário para a coagulação do sangue.

    “Meu corpo fica suscetível a hemorragias constantes. Tomo o remédio toda semana, mesmo sem hemorragia”, contou. O estudante defende que a prevenção esteja disponível para todos os pacientes. “Somos pessoas normais, temos que estudar, trabalhar e nos divertir. Não podemos ficar só em hospitais.”

    O auxiliar administrativo Maximiliano Anarelli de Souza, de 34 anos, luta para conseguir a medicação indicada para a doença. Diagnosticado com hemofilia tipo A leve, ele só tem direito ao remédio quando sofre alguma hemorragia e precisa percorrer 180 quilômetros para buscar uma única dose.

    “Tenho que ir a Belo Horizonte de mês em mês, ou a cada dois meses. O ideal seria ir, no mínimo, a cada seis meses. Daria para ter uma vida normal. A gente acaba perdendo aula, trabalho.”

    O pequeno José Aparecido Vieira, de 11 anos, sonha em ser arquiteto e garante que a doença não vai atrapalhar seus planos. “Gosto de desenhar e de fazer cálculo”, disse.

    “Só tenho que tomar o remédio quando me machuco. Não é difícil e nunca me empatou [atrapalhou] em nada”, completou. Com hemofilia tipo A leve, o aluno do 7º ano toma a medicação apenas quando sofre algum corte ou precisa arrancar um dente.

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  • Pesquisador desenvolve vacina para tratamento mais eficiente e menos agressivo de alergia.

    O tratamento de alergias a gato e ao pólen de tasneira pode se tornar mais eficiente e seguro em pouco tempo, se as pesquisas realizadas pelo imunologista Mark Larché funcionarem. Ele está testando um método de vacinação que acredita causar menos danos aos pacientes que a imunoterapia, comumente usada para tratar esses casos.

    A imunoterapia é considerada uma abordagem eficiente, mas um tanto quanto arriscada, que envolve dar a uma pessoa doses crescentes da mesma coisa a que ela é alérgica, na esperança de torná-la imune. Este tratamento envolve aplicação de injeções três vezes por semana por cerca de sete meses, sendo repetida por cinco anos ou mais. E porque essa opção envolve a exposição ao alérgeno atual, sempre há um risco de reações alérgica, que vão desde inchaços a choques anafiláticos.

    – A imunoterapia funciona – diz Andrew Saxon, imunologista da Universidade da Califórnia. – O problema global é que há riscos, isso sem mencionar que é cara e demorada.

    Em vez de usar o alérgeno inteiro, Larché coloca apenas partes dele em sua vacina. Na teoria, isso é suficiente para fazer o organismo perceber a presença da substância, mas não basta para causar uma reação alérgica. Em vez de meses de imunoterapia, ele planeja a aplicação uma vez por mês, por quatro meses. Já que o tratamento é muito novo, não se sabe se uma reaplicação uma vez ao ano seria necessária para manter os benefícios.

    A vacina representa um avanço animador para um problema médico comum e crescente, de acordo com Alessandro Sette, imunologista do Instituto de La Jolla para Alergia e Imunologia.

    – Se funcionar, nos levará a algo mais seguro e menos agressivo.

    Larché acredita que sua primeira vacina pode chegar ao mercado em 2014. Ele já testou a versão para gatos em 350 pessoas e planeja testá-la em outras centenas de voluntários ainda este ano. Mais 300 pacientes alérgicos receberam a versão para tasneira. Até agora, os beneficiários relataram que, após a vacinação, os sintomas – quando dentro de um local onde há circulação de alérgenos – caem quase pela metade.

    A ideia por trás das vacinas é mudar a resposta imunológica das pessoas a um alérgeno, como a proteína Fel d 1 que os gatos espalham a sua volta quando estão se lambendo. A resposta certa é tolerância – células do sistema imunológico reconhecem o alérgeno, mas decidem que isso não é uma ameaça. Mas no caso de uma alergia, essas células detectam a presença da substância e a atacam com anticorpos. Isto leva a uma resposta intolerante: espirros, coriza e inflamações na pele.

    Os anticorpos atacam apenas se eles veem o alérgeno inteiro. Larché cria artificialmente pequenos pedaços do alérgeno fabricando filamentos de proteínas, chamados de peptídeos. Eles são reconhecidos por tolerantes células do sistema imunológico, mas ignoradas pelas que desencadeiam a alergia. Ao ativar as células corretas, os peptídeos parecem voltar a treinar o corpo para ter uma resposta mais amena.


    Os cientistas ainda não sabem como isso acontece. Larché examina amostras de sangue de seus pacientes antes e depois da vacinação num esforço contínuo para entender o processo.

    Larché primeiro trabalhou com alergias a gato, porque elas são um problema relativamente simples. A maioria das pessoas que espirra quando está perto desses animais é alérgica a uma proteína específica, Fel d 1. O que desencadeia a alergia a pólen da tasneira também é uma proteína, chamada de Amb a 1, que faz os açúcares caírem. Os ácaros da poeira, pelo contrário, têm mais de dez proteínas que podem causar problemas. O desafio será conceber a mistura certa de peptídeos para cada situação, observa Saxon.

    O imunologista também trabalha no desenvolvimento de vacinas para outros tipos de alergia e espera que a mesma estratégia funcione em doenças em que o sistema imunológico ataque outras partes do corpo, como o diabetes tipo 1 e a artrite reumatoide.

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  • O que garante que você está tomando a medicação correta?

    Este domingo o Fantástico apresenta uma denúncia grave que diz respeito à sua saúde. Nossos repórteres comprovam que farmácias em vários estados brasileiros pagam comissões altas aos médicos que encaminham seus pacientes para comprar remédios. O que garante que você está tomando a medicação correta?

    Fonte Fantástico

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