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     Gelfoam®

    hemostático absorvível
    Gelfoam® é apresentado em embalagem contendo 1 ou 6 esponja(s) estéril(eis) de gelatina
    absorvível, tamanho 100, aproximadamente (80 x 125 mm (100 cm2
    ) x 10 mm).
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada esponja estéril de gelatina absorvível é composta por pele de porco purificada.
    Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com
    emprego específico em procedimentos cirúrgicos e deve ser manipulado apenas por
    pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo médico
    assistente, conforme necessário.
    Gelfoam® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido
    da luz e umidade. Após a abertura da embalagem, o conteúdo fica sujeito à
    contaminação. Recomenda-se que Gelfoam® seja usado logo depois da abertura da
    embalagem, desprezando-se qualquer parte não utilizada.
    ATENÇÃO: se o envelope estiver rasgado ou furado, a esponja não deve ser usada,
    pois não se pode assegurar sua esterilidade. O produto não deve ser reesterilizado.
    O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
    produtos com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para a saúde.

     Informações ao Paciente:

    Gelfoam® é uma esponja hemostática de gelatina estéril absorvível, insolúvel em água, feito
    a partir de gelatina de pele de porco purificada, e capaz de absorver até 45 vezes o seu
    peso em sangue. A capacidade absortiva da gelatina é dada em função do seu tamanho
    físico, aumentando proporcionalmente ao aumento do tamanho da esponja de gelatina.
    O mecanismo de ação deste hemostático se dá através de suporte mecânico. Quando
    aplicados em superfícies hemorrágicas, Gelfoam® impede o sangramento através da
    formação de um coágulo artificial, além de produzir uma matriz mecânica que auxilia na
    coagulação. Supõe-se que o efeito coagulante da esponja absorvível se dá através da liberação de
    tromboplastina das plaquetas, que ocorre através do choque das plaquetas com as paredes
    dos interstícios da esponja. A tromboplastina reage com protrombina e cálcio para produzir
    trombina, e esta sequencia inicia a reação de coagulação. Sugere-se que a formação
    fisiológica de trombina na esponja é suficiente para formar um coágulo, através da ação do fibrinogênio presente no sangue. A característica esponjosa da gelatina absorvível acelera a
    formação de coágulo, além de fornecer suporte estrutural para sua formação.
    Foi reportado que a gelatina absorvível se liquefaz em 1 semana ou menos, e é
    completamente absorvida entre 4 e 6 semanas, sem acarretar formação excessiva de tecido
    cicatricial. Experiências com gelatina absorvível em cirurgias ginecológicas não
    demonstraram tecido cicatricial excessivo atribuído à absorção da gelatina absorvível
    perceptível em apalpações de exames pós-operatórios.

     Dados de segurança pré-clínicos:

    Hemostáticos que agem em superfícies, quando aplicados em superfícies hemorrágicas,
    provem uma matriz mecânica que facilita a coagulação, evitando o sangramento. Devido ao
    seu volume, os hemostáticos de superfície diminuem o fluxo sanguíneo, protegendo o
    coágulo em formação e fornecendo uma armação para o depósito de células sanguíneas.
    Em estudos em rins caninos, foi reportado que Gelfoam® auxiliou na cicatrização sem
    induzir a presença de marcadores de inflamação ou reações com corpo-estranho. Em
    fígados caninos, a gelatina absorvível ofereceu uma capa protetora e suporte estrutural para
    o processo reparativo. Em músculos de ratos, Gelfoam® não apresentou reação tecidual
    significativa.

     Incompatibilidades:

    Pode ocorrer incompatibilidades físicas e químicas com substâncias que podem ser
    administradas em conjunto com Gelfoam® (por exemplo produtos para diluição e
    reconstituição previamente ao uso parenteral).

     Indicações:

    Gelfoam® é indicado em procedimentos cirúrgicos, como auxiliar na obtenção de
    hemostasia quando o controle do sangramento por ligadura ou procedimentos
    convencionais é ineficaz ou impraticável.
    O gotejamento capilar ou a hemorragia venosa podem ser controlados instantaneamente.
    No caso de hemorragia arterial intensa, a pressão do fluxo impede a esponja de permanecer
    firmemente adaptada e a hemorragia pode continuar.
    Gelfoam® apresenta grande poder hemostático quando aplicada à superfície hemorrágica
    após saturação com solução fisiológica salina ou simplesmente comprimida e aplicada seca.
    O uso de Gelfoam® está indicado nos seguintes campos da cirurgia:
    Neurocirurgia: Gelfoam® auxilia o estancamento do gotejamento da dura-máter sob os
    bordos do osso; na reconstituição de seios venosos durais aos quais não possam ou não
    devam ser aplicadas ligaduras; no controle de hemorragias epidurais incômodas na
    laminectomia ou em operações de discos herniados; no controle de hemorragias ósseas.
    Otorrinolaringologia: para eliminar hemorragias pós-operatórias nas ressecções
    submucosas, a esponja pode ser umedecida com solução fisiológica salina. Para prevenir a
    hemorragia após remoção de pólipos nasais ou para o controle de epistaxes espontâneas, tiras da esponja seca podem ser colocadas no nariz e mantidas no lugar durante alguns
    segundos (o tampão desaparece em quatro ou cinco dias).
    Cirurgia óssea: Gelfoam® umedecido com solução fisiológica salina pode ser empregado
    para controlar a hemorragia do tecido ósseo. Ao contrário da cera óssea, ela é facilmente
    absorvida e não interfere com o processo de cura.
    Tumores malignos: a hemorragia pode ser estancada facilmente com Gelfoam® saturado
    com solução fisiológica salina e mantida no lugar.
    Cirurgia abdominal: Gelfoam® seco ou saturado com solução fisiológica salina é eficaz
    para estancar a hemorragia de superfícies viscerais postas a nu, particularmente do leito da
    vesícula biliar, do baço e do fígado.
    Cirurgia ginecológica: a tamponagem com Gelfoam® auxilia o controle da hemorragia
    provocada por carcinoma de cérvix, da hemorragia vaginal secundária após histerectomia
    abdominal, durante operações de plástica vaginal e dissecções pélvicas extensas.
    Cirurgia anorretal: Gelfoam® é bem tolerado e eficaz no controle da hemorragia anal
    quando aplicado como curativo hemostático.
    Cirurgia urológica: Gelfoam® implantado nas incisões da nefrotomia controla a hemorragia
    sem interferir com a cicatrização. É também eficaz para controlar a hemorragia na cavidade
    prostática, na prostatectomia suprapúbica e retropúbica. CONTRAINDICAÇÕES
    Gelfoam® não deve ser usado no fechamento de incisões de pele, pois pode interferir
    na cicatrização.
    Não utilize Gelfoam® em pacientes com alergia conhecida ao colágeno de porco.

     Advertências e Precauções:

    Armazenar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Manter
    a embalagem fechada. Após a abertura da embalagem, o conteúdo está sujeito à
    contaminação. Utilizar Gelfoam® logo após a abertura da embalagem.
    Este produto não deve ser reesterilizado pelo calor, pois o aquecimento pode alterar o
    tempo de reabsorção. A utilização de óxido de etileno não é recomendada para a
    reesterilização, pois ele pode se alojar nos interstícios da esponja. Embora não tenha sido
    relatado para Gelfoam®, este gás é tóxico para os tecidos e em quantidades mínimas pode
    causar queimaduras ou irritação.
    Para evitar contaminações, utilize técnicas estéreis para abrir e retirar Gelfoam® de sua
    embalagem. Se a embalagem estiver rasgada ou furada, a esponja não deve ser usada.
    Este produto é embalado de forma estéril, para uso único e não reprocessar. A reutilização
    de Gelfoam® pode resultar na transmissão de patógenos transmissíveis por sangue
    (incluindo HIV e hepatite), colocando em risco a saúde de pacientes e de profissionais da
    saúde. A aderência às técnicas estéreis quando da utilização deste produto é essencial.Gelfoam® não deve ser utilizado no compartimento intravascular devido ao risco de embolia.
    O posicionamento do paciente de forma que a pressão venosa periférica fique negativa
    durante a realização de procedimentos foi indicado como fator que contribui para a
    ocorrência de eventos tromboembólicos com risco de vida.

     Precauções Gerais:

    Não é recomendado o uso de Gelfoam® na presença de infecções.
    Gelfoam® deve ser utilizado com cautela em áreas contaminadas do corpo. Relatou-se
    síndrome de choque tóxico quando do uso do produto em áreas contaminadas (exemplo,
    cirurgia nasal e cirurgia da mastóide, em mastoidite).
    Se sinais de infecção ou abscesso se desenvolverem no local onde foi colocado o produto,
    pode ser necessária uma nova cirurgia para remover o material infectado e permitir a
    drenagem.
    Por absorver fluido, Gelfoam® pode se expandir em tamanho e comprimir estruturas
    vizinhas. Portanto, quando colocado em cavidades ou espaços tissulares fechados,
    recomenda-se uma compressão mínima preliminar do produto, além de cuidados para evitar
    a expansão excessiva.
    Gelfoam® não deve ser empregado para debelar hemorragias do pós-parto ou menorragias.

     Reações Adversas:

    Foi relatada febre, sem infecção local evidente, associada com o uso de Gelfoam®.
    Gelfoam® pode formar local de nidificação de infecção e abscesso.
    Relatou-se granuloma de células-gigantes no local da implantação de produtos à base de
    gelatina absorvível no cérebro.
    Há relatos de compressão do cérebro e coluna vertebral como resultado de acúmulo de
    fluido estéril no local da implantação de produtos à base de gelatina absorvível.
    Reações de corpo estranho, encapsulação de fluido e formação de hematoma foram
    relatadas em associação com o uso do produto.
    Os seguintes tipos de eventos neurológicos foram relatados quando Gelfoam® foi utilizado
    durante cirurgias de laminectomia: paresia / paralisia (exemplo: “pé caído”, quadriplegia,
    dificuldade na marcha); parestesia / neuralgia (exemplo: síndrome de cauda equina, ciática);
    inflamação (exemplo: meningite, ventriculite, aracnoidite); disfunção neurológica autonômica
    (exemplo: disfunção da bexiga e intestinal, disfunção sexual); vazamento de fluido
    cerebroespinhal; estenose espinhal.
    Fibrose excessiva e fixação prolongada de tendão foram observadas quando produtos à
    base de gelatina absorvível foram usados em junção de tendão, no reparo de tendões
    rompidos. Síndrome de choque tóxico foi observada em associação com o uso do produto durante
    cirurgia em áreas contaminadas (exemplo, cirurgia nasal e cirurgia de mastoide, em
    mastoidite).
    Febre, falha de absorção e perda de audição foram observadas em associação com o uso
    do produto durante a timpanoplastia.
    Segue abaixo tabela apresentado as reações adversas de Gelfoam® e suas respectivas
    frequências de ocorrência:

     Instruções de Uso:

    Utilize-se de técnica estéril.
    Gelfoam® deve ser cortado no tamanho desejado (espessura, comprimento e largura) e
    utilizado na menor quantidade necessária para obtenção da hemostasia. Quando utilizado a
    seco, Gelfoam® deve ser comprimido antes da aplicação. Quando utilizado com solução
    salina, Gelfoam® deve ser imerso na solução, retirado, espremido entre os dedos enluvados
    para remover as bolhas de ar presentes nas malhas, e recolocado na solução salina, e aí
    deixado até ser necessário. A gelatina deve retornar ao seu tamanho e formato originais
    quando reimersa na solução salina.
    Mantenha a esponja no local com pressão moderada até que seja obtida a hemostasia.
    Em geral, a esponja de gelatina estanca a hemorragia na primeira tentativa, caso contrário,
    deve-se fazer uma aplicação adicional utilizando-se novos pedaços de esponja.
    Estancada a hemorragia, os pedaços de Gelfoam® devem ser deixados no local, caso
    contrário a hemorragia poderá recomeçar.
    Como a esponja de gelatina causa uma infiltração celular apenas um pouco maior do que a
    do coágulo sanguíneo, a ferida poderá ser fechada sobre ela.
    Quando aplicado à mucosa sangrando, Gelfoam® permanecerá no local até se liquefazer.
    Uso em Pacientes Idosos: Aos pacientes idosos aplicam-se todas as recomendações acima descritas.

     Dizeres Legais:

    Empregando a técnica estéril, abra o envelope para retirar a esponja estéril.Registro ANVISA nº 80184490065
    Farmacêutica Responsável: Adriana L. N. Heloany – CRF-SP N° 21250
    VENDA EXCLUSIVA A HOSPITAIS OU AMBULATÓRIOS ESPECIALIZADOS.
    Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
    Fabricado e Embalado por:
    Pharmacia & Upjohn Co.
    Kalamazoo, Michigan – EUA
    Importado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Distribuído por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    LL-IFU_INSTGFM_12

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    frademicina-e-indicada-no-tratamento-de-infecções-graves-causadas-por-bacterias-aerobias-gram-positivas

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     Frademicina®

    cloridrato de lincomicina

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Frademicina®
    Nome genérico: cloridrato de lincomicina

     Apresentações:

    Frademicina® solução injetável de 300 mg (300 mg/mL) em embalagem contendo 1 ampola de 1 mL. Frademicina® solução injetável de 600 mg (300 mg/mL) em embalagem contendo 1 ampola de 2 mL.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO OU USO INTRAMUSCULAR
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 1 MÊS DE IDADE)

     Composição:

    Cada ampola de 1 mL de Frademicina® contém o equivalente a 300 mg de cloridrato de lincomicina. Cada ampola de 2 mL de Frademicina® contém o equivalente a 600 mg de cloridrato de lincomicina. Excipientes: álcool benzílico, água para injetáveis. A quantidade de álcool benzílico em cada mL é de 9,45 mg.

     Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Frademicina® (cloridrato de lincomicina) é indicada no tratamento de infecções graves causadas por bactérias aeróbias Gram-positivas (tipo de microrganismo), incluindo estreptococos, estafilococos (inclusive estafilococos produtores de penicilinase) e pneumococos.

     Como este medicamento funciona?

    Frademicina® é um antibiótico (medicamento que combate infecções)  bacteriostático (que impede que as bactérias produzam proteínas que são a base do seu crescimento e reprodução).

     Quando não devo usar este medicamento?

    Leia também as respostas das Questões 4 e 8. Frademicina® é contraindicada a pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à lincomicina, à clindamicina ou a qualquer outro componente do produto. Este medicamento é contraindicado para menores de 1 mês de idade.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Leia também as respostas das Questões 3 e 8. Você deve saber que a maioria dos antibióticos, inclusive Frademicina®, pode levar ao aparecimento de colite pseudomembranosa, (infecção do intestino por bactéria da espécie C. dificille) um tipo potencialmente grave de diarreia. Avise seu médico se apresentar diarreia durante e após o tratamento com Frademicina®. Frademicina® deve ser utilizada durante a gravidez e durante a amamentação apenas se claramente necessário, pois é necessário avaliar se o risco de eventos adversos graves no feto compensam os benefícios do tratamento da mãe com essa medicação. Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas O efeito de Frademicina® na habilidade de dirigir ou de operar máquinas não foi estudado, mas, considerando suas propriedades farmacodinâmicas e perfil de segurança como um todo, é improvável que haja efeitos sobre essas habilidades.Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião–dentista. Frademicina® contêm álcool benzílico que tem sido associado com eventos adversos graves , incluindo a “Síndrome de Gasping” (alteração do ritmo respiratório) e morte em pacientes pediátricos. Frademicina® é excretada pelo leite materno, como há riscos de eventos adversos graves em lactentes. Frademicina® não deve ser utilizada no tratamento de meningite (infecção das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central, cérebro e medula espinal), pois não penetra adequadamente no sistema nervoso central. Pacientes com disfunção renal e hepática precisam de uso cauteloso de Frademicina® que exige a avaliação dos níveis sanguíneos da medicação e ajuste da dose. Se você tem qualquer um desses problemas comunique ao seu médico ou ao cirurgião-dentista. A dose de Frademicina® deve ser determinada cuidadosamente em pacientes com disfunção renal grave ou disfunção hepática e os níveis séricos de Frademicina® devem ser monitorados durante a terapia com altas doses. Durante terapia prolongada, recomenda-se monitorar as funções renal, hepática e hematológica. Frademicina® pode interagir com eritromicina (tipo de antibiótico), pois um pode inibir a ação do outro e, com bloqueadores da transmissão neuromuscular (entre nervos e músculos), pois pode potencializar os seus efeitos. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Frademicina® deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegida da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.  Características do produto: solução límpida, incolor e estéril.

     
    Como devo usar este medicamento?

    Frademicina® pode ser usada em injeções intramuscular (dentro do músculo) ou intravenosa (dentro das veias). Frademicina® não deve ser administrada na forma de “bolus” (de uma vez), e sim lentamente. Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A dose recomendada de Frademicina® para adultos é de 600 mg (2 ml) a cada 24 horas por via intramuscular ou 600-1000 mg por via intravenosa a cada 8 ou 12 horas. Dependendo da gravidade da infecção a dose intramuscular pode chegar a 600 mg a cada 12 horas (ou mais frequente). Em infecções que ameacem a vida, doses de até 8 g diárias têm sido administradas por via intravenosa. A dose recomendada de Frademicina® para crianças acima de 1 mês de idade é de 10mg para cada quilo de peso a cada 24 horas, por via intramuscular. Em infecções graves a dose pode ser de de10 mg para cada quilo de peso a cada 12 horas; ou mais frequentemente. Por via intravenosa a dose é de 10 a 20 mg por quilo de peso por dia, dependendo da gravidade da infecção. A dose de Frademicina® precisa ser ajustada se você tiver insuficiência (redução da função) hepática (do fígado) ou renal (dos rins). Se você tem qualquer um desses problemas comunique ao seu médico. Instruções para preparo da medicação: diluição e índices de infusão. Doses de até 1 g devem ser diluídas em pelo menos 100 mL de uma solução adequada, e administradas por infusão de, pelo menos, 1 hora de duração.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O plano de tratamento por via intravenosa e intramuscular é definido pelo médico que acompanha o seu caso. Se você esquecer de aplicar Frademicina® no horário estabelecido pelo seu médico, aplique-o assim que lembrar. Porém, se o horário estiver muito próximo do da próxima dose contate o médico para redefinir o plano de tratamento. Neste caso, não aplique o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Leia as respostas das Questões 3 e 4. Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis ao usar Frademicina®: Reações Comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia, náusea (enjoo) e vômito; Reações Incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento ): infecção vaginal, rash (erupção cutânea) e urticária (alergia da pele); Reação Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento ): prurido (coceira); Reações com frequência não conhecida: colite pseudomembranosa (infecção do intestino por bactéria da espécie C. difficile ), colite por Clostridium difficile, pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), agranulocitose (ausência de células de defesa: neutrófilos, basófilos e eosinófilos), anemia a plástica ( diminuição da produção de glóbulos vermelhos do sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), leucopenia ( redução de células de defesa no sangue), púrpura trombocitopênica (doença que causa diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), reação anafilática (reações alérgicas graves ), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), doença do soro (reação alérgica após infusão de substância biológica), parada cardiorrespiratória após administração intravenosa muito rápida, hipotensão ( pressão baixa ) após administração parenteral muito rápida, tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulos) relatada com injeção intravenosa, esofagite (inflamação do esôfago) relatada com preparação oral, desconforto abdominal, icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares), anormalidades nos testes de função hepática (elevação da transaminase sérica que é uma substância produzida pelo fígado), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), dermatite bolhosa (inflamação da pele com presença de bolhas), dermatite esfoliativa (descamação da pele), eritema multiforme ( manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), abscesso estéril no local da injeção, enduração, dor e irritação no local da injeção, todos em caso de injeção intramuscular. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Diálise (filtração do sangue) por qualquer via não é eficaz para remoção da Frademicina® do sangue. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS- 1.0216.0130
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF -SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000
    – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070– Guarulhos– SP
    Indústria Brasileira.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

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