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     Fenitoína

     Apresentação:

    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico. Comprimido 100mg. Embalagens contendo 20, 25, 30, 50 e 100 comprimidos.

     Composição:

    Cada comprimido contém: fenitoína ………… 100mg. Excipiente q.s.p. ………… 1 comprimido. Excipientes: álcool etílico, amido, estearato de magnésio, talco, povidona e manitol.

     Para que este medicamento é indicado?

    Crises convulsivas epilépticas e parciais. Crises convulsivas por traumatismo cranioencefálico, secundárias e neurocirurgia. Tratamento das crises convulsivas. Desde sua introdução até o momento numerosos aspectos de sua atividade terapêutica e tolerância pelo organismo têm sido estudados. Em decorrência disso, estabeleceram-se normas para sua administração, vigilância do aparecimento de efeitos secundários e indicações em algumas afecções não relacionadas com a epilepsia.

     Como este medicamento funciona?

    Ação do medicamento: A fenitoína é um medicamento utilizado em pacientes portadores de crises convulsivas generalizadas e todas as formas de crises parciais epilépticas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Contraindicações e riscos de Fenitoína: INDIVÍDUOS QUE TENHAM APRESENTADO REAÇÕES INTENSAS AO MEDICAMENTO OU A OUTRAS HIDANTOÍNAS. PACIENTES QUE APRESENTAM SÍNDROME DE ADAM-STOKES, BLOQUEIO A-V DE 2º E 3º GRAUS, BLOQUEIO SINOATRIAL E BRADICARDIASINUSAL.

     O que devo saber antes de usar este medicamento?

    PRECAUÇÕES: A FENITOÍNA DEVE SER ADMINISTRADA COM CAUTELA EM CASOS DE DISCRASIAS SANGUÍNEAS, DOENÇA CARDIOVASCULAR, DIABETES MELLITUS, FUNÇÕES HEPÁTICA, RENAL OU TIREOIDIANA PREJUDICADAS. DROGAS ANTIEPILÉPTICAS NÃO DEVEM SER ABRUPTAMENTE DESCONTINUADAS, DEVIDO AO POSSÍVEL AUMENTO NA FREQUÊNCIA DE CRISES, INCLUINDO STATUS EPILEPTICUS. QUANDO A CRITÉRIO MÉDICO HOUVER NECESSIDADE DE REDUÇÃO DA DOSE, DESCONTINUAÇÃO OU SUBSTITUIÇÃO POR UMA TERAPIA ALTERNATIVA, ESTA DEVE SER FEITA GRADUALMENTE. ENTRETANTO, NO EVENTO DE REAÇÃO ALÉRGICA OU REAÇÃO DE HIPERSENSIBILIDADE, UMA RÁPIDA SUBSTITUIÇÃO PARA UMA TERAPIA ALTERNATIVA PODE SER NECESSÁRIA. NESTE CASO, A TERAPIA ALTERNATIVA DEVE SER UMA DROGA ANTIEPILÉPTICA NÃO PERTENCENTE ÀCLASSE DAS HIDANTOÍNAS. HOUVE UM NÚMERO DE RELATOS QUE INDICOU A EXISTÊNCIA DE UMA RELAÇÃO ENTRE A ADMINISTRAÇÃO DE FENITOÍNA E O DESENVOLVIMENTO DE LINFA DENOPATIA (LOCAL OU GENERALIZADA), INCLUINDO HIPERPLASIA DE NÓDULO LINFÁTICO BENIGNO, PSEUDOLINFOMA, LINFOMA E DOENÇA DE HODGKIN. EMBORA NÃO SE TENHA ESTABELECIDO UMA RELAÇÃO CAUSAEFEITO, A OCORRÊNCIA DE LINFADENOPATIA INDICA A NECESSIDADE EM DIFERENCIÁ-LA DE OUTROS TIPOS DE PATOLOGIA DE NÓDULO LINFÁTICO. O ENVOLVIMENTO DOS NÓDULOS LINFÁTICOS PODE OCORRER COM OU SEM SINTOMAS E SINAIS SEMELHANTES AS PATO L OGIAS SANGUÍNEAS, COMO: FEBRE, RASH E COMPROMETIMENTO HEPÁTICO.DEVE OCORRER ACOMPANHAMENTO MÉDICO POR PERÍODO PROLONGADO EM TODOS OS CASOS DE LINFADENOPATIA E TODO ADVERTÊNCIAS E ESFORÇO DEVE SER EMPREGADO PARA SE ALCANÇAR O CONTROLE DAS CRISES UTILIZANDO-SE DROGAS ANTIEPILÉPTICAS ALTERNATIVAS.
    A INGESTÃO AGUDA DE ÁLCOOL PODE AUMENTAR AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS DE FENITOÍNA, ENQUANTO QUE O SEU USO CRÔNICO PODE DIMINUÍ-LAS. DEVIDO A RELATOS ISOLADOS ASSOCIANDO A FENITOÍNA COM EXACERBAÇÃO DE PORFIRIA, DEVE-SE TER CAUTELA QUANDO DA UTILIZAÇÃO DESTE MEDICAMENTO POR PACIENTES PORTADORES DESTADOENÇA. O FÍGADO É O PRINCIPAL ÓRGÃO DE BIOTRANSFORMAÇÃO DA FENITOÍNA; PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA, IDOSOS, OU AQUELES QUE ESTÃO GRAVEMENTE DOENTES PODEM DEMONSTRAR SINAIS PRECOCES DE TOXICIDADE. UMA PEQUENA PORCENTAGEM DE INDIVÍDUOS QUE FORAM TRATADOS COM FENITOÍNA APRESENTARAM LENTA METABOLIZAÇÃO DO MEDICAMENTO. O LENTO METABOLISMO PODE SER JUSTIFICADO PELADISPONIBILIDADE ENZIMÁTICALIMITADA E FALTA DE INDUÇÃO, O QUE PARECE SER GENETICAMENTE DETERMINADO. A FENITOÍNA DEVE SER DESCONTINUADA SE OCORRER O APARECIMENTO DE RASH CUTÂNEO. SE O RASH FOR ESFOLIATIVO, PURPÚRICO OU BOLHOSO, OU SE HOUVER SUSPEITA DE LÚPUS ERITEMATOSO, SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON, OU NECRÓLISE EPIDÉRMICA, O USO DESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER RETOMADO E A TERAPIA ALTERNATIVA DEVE SER CONSIDERADA. SE O RASH FOR DO TIPO MODERADO (SARAMPO ESCARLATINIFORME), A TERAPIA PODE SER RETOMADA APÓS O RASH TER DESAPARECIDO COMPLETAMENTE. CASO O RASH REAPAREÇA AO REINICIAR O TRATAMENTO, A FENITOÍNA ESTÁ CONTRAINDICADA. ADICIONALMENTE, DEVE-SE TER CAUTELA AO UTILIZAR MEDICAMENTOS COM ESTRUTURAS SIMILARES (EX. BARBITÚRICOS, SUCCINIMIDAS, OXAZOLIDINEDIONAS E OUTROS COMPONENTES RELACIONADOS) NESTES MESMOS PACIENTES. RELATOU-SE HIPERGLICEMIA RESULTANTE DE EFEITO INIBITÓRIO DA FENITOÍNA NA LIBERAÇÃO DE INSULINA. A FENITOÍNA PODE TAMBÉM AUMENTAR AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS DE GLICOSE EM PACIENTES DIABÉTICOS. A OSTEOMALÁCIA FOI ASSOCIADA AO TRATAMENTO COM FENITOÍNAE É CONSIDERADACOMO PROVOCADA PELA INTERFERÊNCIA DA FENITOÍNA NO METABOLISMO DA VITAMINA D. PROCEDIMENTOS ADEQUADOS DE DIAGNÓSTICO DEVEM SER REALIZADOS NESTES CASOS. A FENITOÍNA NÃO É EFICAZ NO TRATAMENTO DE CRISES DE AUSÊNCIA (PEQUENO MAL). SE OCORRER EM CRISES TÔNICO-CLÔNICAS (GRANDE MAL) E DE AUSÊNCIA (PEQUENO MAL), É NECESSÁRIO INSTITUIR TERAPIA COMBINADA. OS NÍVEIS PLASMÁTICOS DE FENITOÍNA MANTIDOS ACIMA DO INTERVALO CONSIDERADO COMO ÓTIMO PODEM PRODUZIR ESTADO CONFUSIONAL COMO: DELÍRIO, PSICOSE OU ENCEFALOPATIA, OU RARAMENTE, DISFUNÇÃO CEREBELAR IRREVERSÍVEL. CONSEQUENTEMENTE RECOMENDA-SE A MONITORAÇÃO DOS NÍVEIS PLASMÁTICOS AOS PRIMEIROS SINAIS DE TOXICIDADE AGUDA. A REDUÇÃO DA DOSE DE FENITOÍNA ESTÁ INDICADA SE OS NÍVEIS PLASMÁTICOS DE FENITOÍNA FOREM EXCESSIVOS; CASO OS SINTOMAS PERSISTAM, A ADMINISTRAÇÃO DE FENITOÍNADEVE SER DESCONTINUADA. Interações medicamentosas: Etanol: Existe evidência de que o etanol induz a produção de enzimas microssômicas hepáticas resultando em metabolismo realçado da fenitoína. Os pacientes epilépticos que ingerem muito álcool devem ser rigorosamente observados quanto ao decréscimo dos efeitos anticonvulsionantes. Barbituratos: Pacientes mantidos com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína se o barbiturato for retirado. O fenobarbital pode reduzir a absorção oral da fenitoína. Cloranfenicol: Pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser rigorosamente observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína. A dose anticonvulsiva deve ser reduzida, se necessário. A possibilidade de se usar um antibiótico alternativo deve ser considerada. O cloranfenicol diminui o metabolismo da fenitoína. Corticosteroides: Se necessário o uso de corticosteroides em pacientes recebendo anticonvulsivantes, deve-se estar alerta para o caso de uma resposta terapêutica inadequada ao corticosteroide. Dissulfiram: Esta droga inibe o metabolismo hepático da fenitoína. Os níveis sanguíneos de fenitoína são aumentados e a excreção urinária diminuída dentro das quatro horas da administração da primeira dose de dissulfiram. Os pacientes que recebem as duas drogas devem ser monitorados. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns pacientes. Isoniazida: Pacientes recebendo ambas as drogas devem ser rigorosamente observados quanto a sinais de toxicidade pela fenitoína. A quantidade da dose anticonvulsivante deve ser reduzida, se necessário. Fenilbutazona: Esta droga e um de seus metabólitos competem com a fenitoína no metabolismo hepático. Além disso, estudos in vitro demonstraram que a fenilbutazona pode deslocar a fenitoína da fixação às proteínas plasmáticas. Pacientes recebendo ambas as drogas devem ser observados quanto a sinais de intoxicação pela fenitoína. Salicilatos: Podem deslocar a fenitoína por fixação da proteína plasmática, aumentando assim a concentração da fenitoína livre (ativa) no plasma. Altas doses de salicilatos devem ser administradas com cautela a pacientes em tratamento com fenitoína, especialmente se os pacientes parecerem propensos à intoxicação. Sulfonamidas: Podem inibir o metabolismo da fenitoína e também deslocá-la por mecanismos de fixação às proteínas plasmáticas. Folatos: Afenitoína tem potencial em diminuir os níveis plasmáticos de folato. Gravidez e Amamentação: Um número de relatos indica uma associação entre o uso de drogas antiepilépticas por mulheres epilépticas e uma maior incidência de efeitos teratogênicos em crianças nascidas destas mulheres. Os relatos indicam que uma maior incidência dos efeitos teratogênicos nas crianças de mulheres tratadas com medicamentos epilépticos não podem ser considerados como adequados para provar uma relação causa-efeito definitiva. O médico deve aconselhar as mulheres epilépticas durante a gravidez e avaliar a relação risco/benefício.
    A grande maioria das mulheres epilépticas tratadas com medicamento antiepiléptico geram fetos normais. Deve-se estar atento ao fato de que o tratamento antiepiléptico não deve ser interrompido em pacientes nas quais o medicamento previne a ocorrência de crises epilépticas maiores, devido à alta possibilidade de precipitação do estado epiléptico acompanhado de hipóxia e ameaça à vida. Em casos particulares nos quais a gravidade e frequência das crises são tais que a retirada do medicamento não representa ameaça séria ao paciente, deve-se considerar a interrupção do tratamento antes ou durante a gravidez, embora não exista segurança que mesmo crises epilépticas menores não representem algum perigo ao desenvolvimento fetal. Ocorre aumento na frequência das crises epilépticas durante a gravidez em uma grande proporção de pacientes, devido a alteração na absorção ou metabolismo de fenitoína. Deve-se realizar monitoração frequente dos níveis plasmáticos de fenitoína em mulheres grávidas utilizado-se a mesma como guia para um ajuste posológico adequado. Contudo, após o parto, provavelmente será indicado o retorno à posologia original. Relatou-se a deficiência da coagulação neonatal nas primeiras 24 horas após o parto em crianças nascidas de mães em tratamento com fenobarbital e/ou fenitoína. A Vitamina K tem mostrado prevenir ou corrigir esta deficiência, sendo recomendada a sua administração à mãe antes do parto, e ao recém nascido após o parto. A lactação não é recomendada a lactantes que estejam utilizando esse medicamento, pois a fenitoína parece ser secretada em pequenas concentrações no leite materno. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Não há contraindicação relativa a faixas etárias.Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Fenitoína. Cuidados de conservação e uso: DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30°C). PROTEGER DALUZ E UMIDADE. Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação (VIDE CARTUCHO). Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Aspecto físico: Este medicamento apresenta-se na forma de comprimido circular branco.

     Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso: Posologia: O efeito da droga depende do estabelecimento de um teor sanguíneo de no mínimo 10 a 15 microgramas por mililitro. Por isso o estabelecimento das doses requer, algumas vezes, ajuste individual. Em geral, esses níveis eficazes são obtidos em crianças com doses proporcionalmente maiores do que nos adultos. Assim, em pacientes com peso corpóreo abaixo de 30kg podem ser necessárias doses diárias oscilando entre 10 e 15 miligramas por kg de peso. Já em pacientes com mais de 30kg podem ser necessárias doses menores da ordem de 5 a 10mg/kg.Com esse esquema posológico, pela via oral, os níveis eficazes se estabelecem em média após uma semana. As doses orais devem ser tomadas preferencialmente durante ou após as refeições. A interrupção do tratamento deve ser feita de forma gradual. Em geral, as doses habituais de fenitoína comprimidos são as seguintes: Pacientes com mais de 30kg de peso: 2 a 5 comprimidos diários, geralmente repartidos em duas ou três tomadas. Pacientes com menos de 30kg de peso: 1 a 2 comprimidos diários, geralmente repartidos em duas ou três tomadas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações Adversas: INFORME SEU MÉDICO CASO VOCÊ OBSERVE ALTERAÇÕES NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL, NO SISTEMA CARDIOVASCULAR, PROBLEMAS GASTRINTESTINAIS , MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS, BEM COMO QUAISQUER OUTROS SINAIS OU SINTOMAS.

     O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Conduta em caso de superdose: A dose letal média, em adultos é estimada em 2 a 5g. Em crianças, ainda é desconhecida. Os sintomas cardiais iniciais são: nistagmo, ataxia e disartria. O paciente torna-se comatoso com pupilas não responsivas e ocorre uma hipotensão. Outros sinais são: tremores, hiper-reflexia, letargia, fala arrastada, náuseas, vômitos. Amorte é devida à depressão respiratória e apneia. O tratamento é inespecífico desde que não há um antídoto conhecido. O funcionamento adequado dos sistemas respiratórios e circulatório deve ser monitorizado e, se necessário, deverão ser instituídas medidas suportivas adequadas. Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. Pode ser necessário o uso de oxigênio, vasopressores e ventilação assistida para depressões do SNC, respiratória e cardiovascular. Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise desde que a fenitoína não é completamente ligada às proteínas plasmáticas. Transfusões sanguíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em crianças. Conduta em caso de superdose: A dose letal média, em adultos é estimada em 2 a 5g. Em crianças, ainda é desconhecida. Os sintomas cardiais iniciais são: nistagmo, ataxia e disartria. O paciente torna-se comatoso com pupilas não responsivas e ocorre uma hipotensão.
    Outros sinais são: tremores, hiper-reflexia, letargia, fala arrastada, náuseas, vômitos. Amorte é devida à depressão respiratória e apneia. O tratamento é inespecífico desde que não há um antídoto conhecido. O funcionamento adequado dos sistemas respiratórios e circulatório deve ser monitorizado e, se necessário, deverão ser instituídas medidas suportivas adequadas. Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. Pode ser necessário o uso de oxigênio, vasopressores e ventilação assistida para depressões do SNC, respiratória e cardiovascular. Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise desde que a fenitoína não é completamente ligada às proteínas plasmáticas. Transfusões sanguíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em crianças.

     Dizeres Legais:

    Nº do lote e data de fabricação: VIDE CARTUCHO

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

    Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva

    CRF-GO nº 2.659

    M.S. nº 1.0370.0473

    LABORATÓRIO

    TEUTO BRASILEIRO S/A

    CNPJ – 17.159.229/0001-76

    Indústria Brasileira

    VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA

    CEP 75132-140 -Anápolis – GO

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  • Menodoron-medicamento-disturbios-menstruais-imagem

    Menodoron

    Identificação do Medicamento:

    Achillea millefolium, Capsella bursa-pastoris, Origanum majorana, Quercus robur, Urtica dioica

    Medicamento Antroposófico

    Apresentação:

    Solução oral de Achillea millefolium D1, Capsella bursa-pastoris D1, Origanum majorana D1, Quercur robur D1, Urtica dioica D1.
    Embalagem: frasco de vidro âmbar com 50 mL
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 1 g de MENODORON solução oral contém:
    Achillea millefollium D1…………………………………………………………………. 200,0 mg
    Capsella bursa-pastoris D1……………………………………………………………. .150,0 mg
    Origanum majorana D1……………………………………………………………………250,0 mg
    Quercur robur D1…………………………………………………………………………. .300,0 mg
    Urtica dioica D1………………………………………………………………………………100,0 mg
    Graduação alcoólica: 41%
    Cada 1mL de MENODORON equivale a 20 gotas e contém 933,0 mg.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento  é indicado?

    MENODORON é um medicamento antroposófico indicado como tratamento auxiliar dos distúrbios menstruais que se manifestam por fluxo menstrual excessivo ou insuficiente, hemorragias uterinas fora da menstruação, cólicas menstruais, desconfortos menstruais e inchaço.
    A indicação deste medicamento somente poderá ser alterada a critério do prescritor.

    Como este medicamento funciona?

    MENODORON, como um medicamento produzido e indicado de acordo com o conhecimento Antroposófico, age em primeira linha através do estímulo das forças autocurativas do organismo e serve para a harmonização de distúrbios da saúde abaixo relacionados.
    De acordo com os conhecimentos antroposóficos em relação ao ser humano e à natureza espera-se que MENODORON atue no tratamento auxiliar dos distúrbios menstruais que se manifestam por fluxo menstrual excessivo ou insuficiente, dismenorréia, menorragia, polimenorréia, metrorragias profusas e debilitantes, e edema.

    Quando não devo usar este medicamento?

    MENODORON é contraindicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Até o momento, não foi relatada a necessidade de precaução, se administrado conforme a posologia sugerida. As orientações e recomendações previstas na bula estão relacionadas à via de administração indicada. O uso por outras vias não sugeridas por esta bula pode envolver risco e deve estar sob a responsabilidade do prescritor. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Atenção: Este medicamento contém ÁLCOOL. Atenção: Este medicamento possui teor alcoólico de 41%.

    Gravidez e lactação:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    Até o momento não houve relatos de interações medicamentosas.

    Pacientes idosos:

    O produto é indicado para mulheres no período fértil, não sendo recomendado seu uso por pacientes idosos.

    Onde e por quanto tempo devo guardar este medicamento?

    Antes e depois da abertura da embalagem, o produto deve ser armazenado à temperatura ambiente (15-30ºC), em local seco e protegido da luz e radiação eletromagnética, como por exemplo: televisão, forno de microondas, computador, raios X, aparelho celular, caixa acústica etc.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido.
    Prazo de validade deste medicamento: 24 meses. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.
    MENODORON é uma solução límpida a moderadamente turva, de coloração castanho-amarronzada, com odor alcoólico e amadeirado.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Tomar 15 a 30 gotas em um pouco de água, 3 vezes ao dia, durante pelo menos 3 meses ou conforme critério médico. Suspender durante a menstruação. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. Mantenha sempre a dose e a freqüência indicadas pelo prescritor ou o modo de tomar sugerido nesta bula. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista o aparecimento de sintomas novos, agravação de sintomas atuais ou retorno de sintomas antigos. O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar sintomas. Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    O que devo fazer quando esquecer de tomar este medicamento?

    Caso você se esqueça de usar o medicamento, não duplique a quantidade de medicamento na próxima tomada.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Até o momento, não foi relatado nenhum caso de reação adversa durante a sua utilização; caso ocorra, suspenda a administração do produto e procure orientação médica. Informe ao seu prescritor o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Em caso de sintomas que causem mal estar durante o tratamento, procure seu médico ou farmacêutico.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Até o momento, não foram relatados ou verificados casos de superdosagem durante o tratamento com o produto. Entretanto, caso ocorra ingestão acidental excessiva, deve-se procurar um serviço médico ou entrar em contato com um médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se precisar de mais orientações sobre como proceder.

    Dizeres Legais

    MENODORON – Solução Oral – M.S. 1.0061.0051.002-1
    Farm. Resp.: Sherlise de Cassia Vieira Marcelino
    CRF-SP nº 13.096
    Fabricado, embalado e distribuído por:
    WELEDA DO BRASIL – LABORATÓRIO E FARMÁCIA LTDA.
    Rua Brig. Henrique Fontenelle, 33
    CEP.: 05125-000 – São Paulo – SP
    CNPJ: 56.992.217/0001-80
    Indústria Brasileira
    S.A.C. – 0800 55 32 66
    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Laxante 28.11.2012 No Comments

    NATURETTI®
    Senna alexandrina Miller + Cassia fistula
    28,9 mg + 19,5 mg
    Espécie vegetal e parte da planta utilizada
    Espécie vegetal: Senna alexandrina Miller (sene), Cassia fistula (cássia).
    Partes utilizadas: folhas (sene); fruto (cássia).

    Apresentações :

    Cápsulas 28,9 mg + 19,5 mg: embalagem com 16 ou 90.
    USO ORAL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 8 ANOS

    Composição :

    Cada cápsula* de NATURETTI contém:
    Senna alexandrina Miller, extrato ácido (sene)…………………………………… 28,9 mg
    Cassia fistula, extrato seco (cássia) …………………………………………………..19,5 mg
    excipientes: tamarindo, coentro, alcaçuz e celulose microcristalina.
    *Contém 13,2 mg de senosídeos.

    1. Para quê esse medicamento é indicado ?

    NATURETTI é um medicamento fitoterápico indicado para o tratamento da prisão de ventre crônica ou momentânea devido a viagens, menstruação, dietas, cirurgias e alteração de hábitos alimentares.

    2. Como este medicamento funciona ?

    NATURETTI combina a ação de princípios ativos vegetais que provocam estímulos no tubo digestivo,auxiliando na regulação da função intestinal como laxativo, de maneira suave e gradual.

    Tempo médio de início de ação:

    Antraquinonas ativas são liberadas no cólon a partir de senosídeos por bactérias colônicas e seus efeitos ocorrem geralmente entre 6 a 12 horas após ingestão oral.

    3. Quando não devo usar este medicamento ?

    NATURETTI é contraindicado em casos de alergia a algum componente da fórmula e em casos de obstrução intestinal, retocolites (doença inflamatória intestinal), doença de Crohn (doença crônica inflamatória intestinal) ou qualquer outra contraindicação ao uso de laxantes.

    4. O Que devo saber antes de usar este medicamento ?

    Advertências e Precauções :

    Suspender a medicação em caso de superdose e corrigir as possíveis disfunções hidroeletrolíticas (perda de água e sais minerais) decorrentes desta.

    Gravidez e amamentação :

    NATURETTI deve ser utilizado com cautela em mulheres grávidas.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Interações Medicamentosas :

    Utilizar NATURETTI com cautela em pacientes em uso de antiarrítmicos (medicamentos que tratam quadros de alterações nos batimentos cardíacos) tipo quinidina, amiodarona, vincamina e digitálicos, anfotericina B (antifúngico) e diuréticos hipocalemiantes (medicamento indicado para reduzir a pressão sanguínea, e que diminuem a concentração de potássio no sangue).
    Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    5. Onde e por quanto tempo posso guardar este medicamento ?

    NATURETTI deve ser mantido em sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC) e protegido da luz.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento :

    Cápsula transparente contendo pó de cor creme esverdeado apresentando pontos escuros.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    6. Como devo usar este medicamento ?

    Modo de usar :

    As cápsulas de NATURETTI devem ser administradas por via oral.

    Posologia :

    Adultos e crianças acima de 8 anos: 1 cápsula ao deitar. Em algumas pessoas pode ser necessário o uso de 2 cápsulas por dia (o aumento da dosagem deve ser acompanhado pelo médico).
    Não há estudos dos efeitos de NATURETTI administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.

    Pacientes idosos :

    Os pacientes idosos devem iniciar o tratamento utilizando metade da dose recomendada para adultos.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    7. O Que fazer quando esquecer de tomar este medicamento ?

    Caso esqueça-se de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.
    Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

    8. Quais os males que este medicamento pode causar ?

    Ocasionalmente pode ocorrer diarréia, cólicas abdominais ou vômitos que desaparecem com a suspensão do uso ou simples redução da dose.
    Informe seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
    Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    9. O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada nesse medicamento  ?

    A superdose pode ocasionar diarréia e conseqüentemente perda hidroeletrolítica (perda do equilíbrio de água e eletrólitos no corpo).
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres legais :

    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
    MS 1.1300.0192
    Farm. Resp: Antônia A. Oliveira
    CRF-SP nº 5.854
    Registrado e Fabricado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Rua Conde Domingos Papais, 413
    CEP 08613-010 – Suzano – SP
    CNPJ 02.685.377/0008-23
    Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada

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  • Sarnicida 28.11.2012 No Comments

     

     

     

     

    MITICOÇAN
    benzoato de benzila
    Miticoçan Emulsão tópica: caixa com 1 frasco com 100 ml.

     

     

     

    USO TÓPICO
    USO ADULTO e PEDIÁTRICO

    Composição :

    Cada ml de Miticoçan emulsão tópica contém:
    benzoato de benzila …………………………………………………………………………. 0,2 mL
    Excipientes: ácido esteárico, trolamina, simeticona e água purificada.

    Informações ao Paciente :

    Para que este remédio é indicado ?

    Miticoçan é um medicamento à base de benzoato de benzila, utilizado no tratamento dos piolhos, lêndeas e da sarna.

    Como este medicamento funciona ?

    O benzoato de benzila presente na emulsão tópica e juntamente com a trolamina garante perfeita penetração na pele facilitando a retirada dos parasitas. Seu efeito é rápido e seguro, fazendo com que desapareçam prontamente todos os sintomas, inclusive a coceira, permitindo a cura com um único tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento ?

    Você não deve usar Miticoçan caso tenha alergia conhecida ao benzoato de benzila ou aos outros componentes do produto. Não aplicar o produto na pele com feridas e queimaduras.

    O que devo saber antes de usar este medicamento ?

    Miticoçan destina-se ao uso externo e não deve ser ingerido nunca, pois poderá ocorrer intoxicação.
    Miticoçan não deve ser aplicado no rosto, olhos e mucosas, nem em locais da pele onde haja feridas.
    Caso isso ocorra, lavar com água abundantemente. O produto deve ser utilizado com cuidado em pessoas que já apresentaram alergias a outros produtos de aplicação na pele. Miticoçan pode irritar a pele e mucosas, não sendo recomendado o uso de outras substâncias que também
    possam irritar a pele. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Não existe uma evidência suficiente que confirme a ocorrência de interações clinicamente relevantes. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento ?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.
    Miticoçan (emulsão tópica)_BU 01_VP 2
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Miticoçan emulsão tópica: emulsão líquida, viscosa de cor branca, leitosa, estável e com odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento ?

    Miticoçan pode ser utilizado no tratamento de piolhos, lêndeas e da sarna por adultos e crianças.
    Para crianças até dois anos, aconselha-se dissolver o produto na proporção de 1 parte do produto para 2 partes de água.
    Crianças maiores que 2 anos e menores de 12 anos, aconselha-se dissolver um 1 parte do produto para 1 de água. Esta orientação é para reduzir o risco de irritação. Para adultos, não é necessário dissolver. Não é necessário utilizar todo o volume em uma única aplicação. Além disso, aconselha-se a fazer uma prova de toque (passar o medicamento) em uma pequena área antes de utilizar o produto. Caso ocorra ardência ou
    vermelhidão, o produto não deve ser usado. Tratamento de piolhos e lêndeas: após lavar os cabelos, esfregar o produto sobre as regiões afetadas.
    Aplicar somente o suficiente para umedecer (molhar levemente) o cabelo. Envolver a cabeça com toalha e deixar agir por aproximadamente 3 minutos. Os piolhos mortos e as lêndeas devem ser retirados com um pente fino. Se necessário, a aplicação deve ser repetida. Normalmente o tratamento só deve durar dois dias, pois várias aplicações do produto podem passar a ter papel irritante e aumentar o número das lesões,
    ao invés de curativo. Tratamento da sarna: fazer uma aplicação, de preferência à noite, após o banho (banhos quentes são contra-indicados). O produto deve ser aplicado sobre a pele ainda úmida, especialmente nos locais onde a sarna é mais comum como entre os dedos, axilas (debaixo do braço), barriga e nádegas. Deixar secar,realizar em seguida uma nova aplicação e vestir-se ou deitar-se, sem enxugar o corpo. Na manhã seguinte,tomar novo banho e mudar as roupas do corpo e da cama, que devem ser lavadas e passadas em seguida.
    Se necessário, o tratamento deve ser repetido após 24 horas, ou a critério médico.
    Caso você utilize este medicamento por uma via não recomendada, poderá não obter o efeito desejado e ainda poderão ocorrer reações desagradáveis. O limite máximo diário de uso é de 1 aplicação por dia.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
    Agite antes de usar.

    O que devo fazer quando esquecer de tomar este medicamento ?

    Retomar o tratamento conforme orientação médica. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar ?

    Existem casos de aparecimento de irritação da pele e bolhas na pele no local da aplicação do benzoato de benzila durante o tratamento de sarna. Pode ocorrer irritação dos olhos após o uso do benzoato de benzila. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento ?

    Recomenda-se procurar o serviço médico o mais rápido possível, para observação e medicação apropriada conforme a gravidade do quadro clínico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    Dizeres legais :

    MS – 1.0573.0334
    Farmacêutico Responsável: Wilson R. Farias – CRF-SP nº 9.555
    Fabricado por:
    Biosintética Farmacêutica Ltda
    São Paulo – SP
    Registrado por:
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira

    Siga corretamente o modo de usar; não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica

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