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     Eliquis®

    apixabana

     Apresentações:

    Eliquis® (apixabana) é apresentado na forma farmacêutica de comprimidos revestidos de 2,5 mg ou 5 mg em
    embalagens contendo 20 ou 60 comprimidos.
    USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido revestido de Eliquis® contém o equivalente a 2,5 mg ou 5 mg de apixabana. Excipientes: lactose anidra, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, dióxido de titânio, triacetina, óxido férrico (amarelo) para comprimidos de 2,5 mg ou óxido férrico (vermelho) para comprimidos de 5 mgII.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Eliquis® (apixabana) comprimidos revestidos é indicado para: prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos anormais dentro dos vasos sanguíneos): artroplastia (cirurgia para colocação de prótese) eletiva de quadril ou de joelho Prevenção da formação de coágulos sanguíneos anormais dentro dos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa) e que podem se mover e atingir os pulmões (embolia pulmonar) ou outros órgãos em pacientes adultos que foram submetidos à artroplastia de quadril ou de joelho. Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não valvar) Redução do risco de derrame cerebral (AVC), formação de coágulos em outros vasos sanguíneos do corpo (embolia sistêmica) e morte em pacientes adultos com arritmia do coração (fibrilação atrial não valvar). Tratamento de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos
    sanguíneos) Tratamento da trombose venosa profunda (TVP – formação de um coágulo sanguíneo em um vaso profundo) e embolia pulmonar (EP – entupimento de um vaso do pulmão por um coágulo). Prevenção da TVP e EP recorrentes.

     Como este medicamento funciona?

    A substância ativa de Eliquis® é a apixabana, um inibidor potente do fator Xa (um dos fatores que participam no
    processo de coagulação do sangue), que previne o desenvolvimento de trombos (coágulos), ou seja, impede a  coagulação do sangue dentro dos vasos. Eliquis® é rapidamente absorvido com tempo médio de início de ação
    entre 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Eliquis® é contraindicado caso você apresente hipersensibilidade (reação alérgica) à apixabana ou a qualquer
    componente da fórmula. Eliquis® é contraindicado caso você apresente risco de sangramento clinicamente
    relevante e doença hepática (do fígado) associada a outros problemas na coagulação do sangue.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    (Leia também as respostas das Questões 3 e 8).
    Assim como com outros anticoagulantes, se você tomar Eliquis® deve ser cuidadosamente monitorado em
    relação aos sinais de sangramento. Eliquis® deve ser usado com precaução em condições de risco aumentado de
    hemorragia, tais como: distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos (indivíduos que nascem com esses
    distúrbios); úlceras no estômago ou intestinos; endocardite bacteriana (infecção causada por bactérias que atinge
    partes do coração); doenças relacionadas às plaquetas (diminuição no número ou na sua função); história de
    acidente vascular cerebral hemorrágico (derrame); aumento grave da pressão arterial não controlada e cirurgia
    cerebral recente, da coluna vertebral ou oftalmológica (nos olhos). A administração de Eliquis® deve ser
    interrompida se ocorrer hemorragia grave (vide item 9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que
    a indicada deste medicamento?). Em caso de complicações hemorrágicas, o tratamento deve ser interrompido e a origem do sangramento investigado. Eliquis® é contraindicado caso você apresente doença do fígado associada a problemas na coagulação do sangue e risco de sangramento clinicamente relevante (vide item 3. Quando não devo usar este medicamento?). Eliquis® não é recomendado caso você apresente diminuição grave na função do fígado (insuficiência hepática) e deve ser usado com cautela caso essa insuficiência seja leve ou moderada (vide item 6. Como devo usar este medicamento?). Caso você vá ser submetido à anestesia, punção ou colocação de cateteres na coluna (espinhal ou epidural), avise seu médico. O uso de Eliquis® não é recomendado em pacientes com diminuição da função dos rins (insuficiência renal com depuração de creatinina menor que 15 mL/min) e pacientes em diálise renal, e deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal grave. A segurança e eficácia de Eliquis® não foram estudadas em pacientes com válvulas cardíacas protéticas (válvulas artificiais do coração), com ou sem fibrilação atrial, portanto o uso de Eliquis® não é recomendado nesse pacientes. A eficácia e segurança de Eliquis® em crianças menores de 18 anos de idade ainda não foram estabelecidas. Não existem dados disponíveis e, portanto, não está recomendado o seu uso. Eliquis® não é recomendado durante a gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. A decisão deve ser tomada pelo seu médico entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com Eliquis®. Eliquis® não tem influência, ou é desprezível, sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Eliquis® contém LACTOSE. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase ou má-absorção de glicose-galactose não devem tomar este medicamento. Idade avançada pode aumentar o risco de sangramento. Eliquis® não é recomendado caso você esteja recebendo tratamento com as seguintes drogas: antifúngicos azólicos (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, voriconazol e posaconazol) e inibidores da protease do HIV (por exemplo, ritonavir). Nenhum ajuste da dose para Eliquis® é necessário quando coadministrado com diltiazem, naproxeno, claritromicina, amiodarona, verapamil e quinidina. O uso concomitante de Eliquis® com medicamentos como, por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou erva de São João, deve ser comunicado ao seu médico pois deve ser utilizado com cautela. No caso de tratamento de trombose venosa profunda (TVP – formação de um coágulo sanguíneo num vaso profundo) e embolia pulmonar (EP – entupimento de um vaso do pulmão por um coágulo), a utilização concomitante de Eliquis® com tais medicamentos não é recomendada. Comunique também ao seu médico se estiver em uso de anti-inflamatórios não esteroidais e/ou inibidores da agregação plaquetária (por exemplo, AAS – ácido acetilsalicílico), porque estes medicamentos normalmente aumentam o risco de hemorragia.
    O uso de Eliquis® juntamente com outros anticoagulantes (por exemplo, heparina não fracionada e derivados de
    heparina), fondaparinux, inibidores diretos da trombina (por exemplo, desirudina), agentes trombolíticos (estreptoquinase, uroquinase, alteplase), antagonistas do receptor GPIIb/IIIa (abciximabe, eptifibatida, tirofibana), clopidogrel, dipiridamol, dextrana, sulfimpirazona, antagonistas da vitamina K e outros) não é recomendado. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Comprimidos de 2,5 mg: comprimidos revestidos amarelos, redondos, biconvexos com “893” gravado de um
    lado e “2½” do outro lado. Comprimidos de 5 mg: comprimidos revestidos rosas, ovais, biconvexos com “894” gravado de um lado e “5” do outro lado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento? 

    Uso em Adultos:
    Cada comprimido revestido de Eliquis® contém o equivalente a 2,5 mg ou 5 mg de apixabana.
    Eliquis® deve ser utilizado por via oral, engolido com água, com ou sem alimentos. Não há estudos dos efeitos de Eliquis® comprimidos revestidos administrado por vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral. Prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões): artroplastia (cirurgia) eletiva de quadril ou de joelho A dose recomendada de Eliquis® é de 2,5 mg duas vezes ao dia, por via oral.
    Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos
    do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não valvar) A dose recomendada de Eliquis® é de 5 mg duas vezes ao dia, por via oral. Idade, peso corporal, creatinina sérica: o ajuste da dose deverá ser feito em pacientes com pelo menos 2 das características a seguir: idade ? 80 anos, peso corporal ? 60 kg ou creatinina sérica ? 1,5 mg/dL (133 micromoles/L) e a dose recomendada de Eliquis® é de 2,5 mg duas vezes ao dia. Tratamento de trombose venosa profunda (TVP – formação de um coágulo sanguíneo em um vaso profunda) e embolia pulmonar (EP – entupimento de um vaso do pulmão por um coágulo). A dose recomendada de Eliquis® é de 10 mg duas vezes ao dia, por via oral, durante 7 dias, seguida de dose de 5mg duas vezes ao dia, por via oral. Prevenção de TVP e EP recorrentes. A dose recomendada de Eliquis® é de 2,5 mg duas vezes ao dia, por via oral, após pelo menos 6 meses de tratamento para a TVP ou EP. Uso em Crianças e Adolescentes: não existem dados disponíveis. Uso em Idosos: nenhum ajuste de dose é necessário. Idade avançada pode aumentar o risco de sangramento. Gênero (sexo): nenhum ajuste de dose é necessário. Insuficiência Renal: Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada. Em pacientes com insuficiência renal grave, o uso deve ser criteriosamente avaliado pelo médico. Em pacientes com depuração de creatinina menor que 15 mL/min ou em diálise, o uso não é recomendado.
    Insuficiência Hepática: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes com insuficiência hepática leve ou
    moderada e não é recomendado para casos de insuficiência hepática grave. Cirurgia e Procedimentos Invasivos: Eliquis® deve ser descontinuado pelo menos 48 horas antes do horário marcado para a cirurgia ou procedimentos invasivos com risco moderado ou alto de sangramento não controlável ou clinicamente significante. Eliquis® deve ser descontinuado pelo menos 24 horas antes do horário marcado para a cirurgia ou procedimentos invasivos com um risco baixo de sangramento ou caso o sangramento não seja em área crítica e seja de fácil controle. Se a cirurgia ou procedimento invasivo não pode ser adiado, os devidos cuidados devem ser tomados em relação ao risco aumentado de sangramento. Esse risco de sangramento deve ser considerado em relação à urgência da intervenção.
    Evite interrupções na terapia, mas caso o tratamento com Eliquis® precise ser temporariamente descontinuado
    por qualquer razão, retome-o o mais breve possível, de acordo com orientações do seu médico. Caso seja necessário trocar sua medicação de varfarina ou outro antagonista de vitamina K para Eliquis® ou viceversa, converse com seu médico. Descontinuar anticoagulantes, incluindo Eliquis®, devido a sangramentos ativos, cirurgias com horário marcado ou procedimentos invasivos, coloca os pacientes em risco aumentado de trombose. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você se esqueça de tomar Eliquis® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar e
    depois continue com o esquema de doses duas vezes ao dia. Caso no momento em que for tomar a medicação se
    lembrar que não tomou a dose anterior, não dobre a dose atual como compensação da dose esquecida. Evite
    falhas na terapia e, se a anticoagulação com Eliquis® precisar ser descontinuada por qualquer motivo, reinicie a
    terapia o mais breve possível. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    (Leia também as respostas das Questões 3 e 4). Prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões): artroplastia (cirurgia) eletiva de quadril ou de joelho As reações adversas em pacientes no período pós-operatório de cirurgia ortopédica em estudos clínicos estão
    listadas a seguir: Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue), hemorragia (sangramento), náusea (enjoo) e manchas arroxeadas no corpo. Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição na
    quantidade de plaquetas (células do sangue que ajudam na coagulação), queda da pressão arterial, sangramento
    nasal, hemorragias gastrintestinais (incluindo vômitos com sangue e presença de sangue nas fezes), testes de
    sangue anormais da função do fígado com alterações nas enzimas hepáticas (entre elas: aumentos das
    transaminases, da fosfatase alcalina, das bilirrubinas, da gama-glutamiltransferase), presença de sangue na urina,
    hemorragia pós-cirurgia incluindo no local da incisão. Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações alérgicas, hemorragia ocular (sangue nos olhos ou na membrana que cobre os olhos), eliminação de sangue através da tosse, hemorragia retal, sangramento gengival, hemorragia muscular.
    Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos
    do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não valvar) As reações adversas em pacientes com fibrilação atrial não valvar em estudos clínicos estão listadas a seguir: Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hemorragia ocular (sangue nos olhos ou na membrana que cobre os olhos), sangramento nasal, hemorragias gastrintestinais (incluindo vômitos com sangue e fezes escuras devido a presença de sangue), hemorragia retal, sangramento gengival, sangue na urina, hematoma (acúmulo de sangue) e manchas arroxeadas no corpo. Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (incluindo hipersensibilidade medicamentosa, como erupção cutânea e reação alérgica grave), hemorragia cerebral, outras hemorragias intracranianas ou intraespinhais (na coluna), hemorragia intra-abdominal,
    eliminação de sangue através da tosse, evacuação intestinal com sangue vivo e hemorragia retal, hemorragia
    bucal, hemorragia urogenital (sangramento vaginal anormal). Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hemorragia do trato respiratório (incluindo sangramento dentro do pulmão e sangramento na laringe e faringe), hemorragia retroperitonial (sangramento dentro da cavidade abdominal).
    Tratamento de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões) As reações adversas em pacientes em tratamento de tromboembolismo venoso estão listadas a seguir: Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hematoma, epistaxe
    (sangramento nasal), sangramento gengival, hematúria (sangue na urina), menorragia (sangramento vaginal fora
    do período menstrual), contusão. Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hemorragia conjuntiva (membrana que cobre o olho), hemoptise (tosse com sangue), hemorragia no trato gastrintestinal (incluindo retal e hemorroidal), hematoquezia/ hematêmese (vômitos com sangue), equimose (manchas arroxeadas), hemorragia cutânea (sangramento na pele), prurido (coceira), hemorragia vaginal, metrorragia (sangramento menstrual excessivo ou sangramento vaginal fora do período menstrual), hematoma no local da injeção ou da venopunção, sangue presente na urina, positivo para sangue oculto nas fezes, hemorragia da lesão, hemorragia pós procedimento, hematoma traumático. Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia hemorrágica, diátese hemorrágica (tendência a sangramento), hematoma espontâneo, hemorragia cerebral, acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, hemorragia ocular (incluindo retinal, escleral e vítrea), hemorragia auditiva, hemorragia pericárdica (membrana que envolve o coração), hemorragia, hematoma intra-abdominal, choque hemorrágico (queda acentuada da pressão arterial decorrente de colapso do sistema circulatório), hemorragia no alvéolo pulmonar, melena (fezes escuras devido a presença de sangue), hemorragia no trato gastrintestinal (incluindo anal, da úlcera gástrica, bucal, da parede abdominal, no esôfago [síndrome de Mallory-Weiss], gástrica, da úlcera péptica e do intestino delgado), petéquia (hematomas puntiformes na pele), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), tendência aumentada ao sangramento, vesícula hemorrágica (bolha de sangue na pele ou na camada abaixo da pele), hemorragia da úlcera cutânea, hemorragia muscular, hemorragia do trato urinário, menometrorragia (sangramento menstrual excessivo ou sangramento vaginal fora do período menstrual), hemorragia uterina/ genital, hematoma na mama, hematospermia (sangue no esperma), hemorragia pós-menopausa, hemorragia no local da injeção, hematoma no local da infusão, sangue oculto, positivo para eritrócitos na urina, hematoma periorbital, pseudoaneurisma vascular, hematoma subcutâneo, hematoma durante procedimento, hematoma pós-procedimento, hematúria (sangue na urina) pós-procedimento, hematoma e hemorragia intracraniana, hematoma renal. Atenção: este produto é um medicamento novo que possui nova indicação e nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Não há antídoto para Eliquis®. Uma superdose com Eliquis® pode resultar em um maior risco de sangramento. O
    carvão ativado pode ser considerado em episódios de superdose com Eliquis®. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais 

    MS – 1.0216.0252
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP nº 27071
    Registrado e Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado por: Bristol-Myers Squibb Manufacturing Company
    State Road 3, Km 77,5
    Humacao – Porto Rico
    Embalado por: Bristol-Myers Squibb S.r.l.
    Loc. Fontana Del Ceraso
    Anagni (Frosinone) – Itália

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  •  ACCUVIT

    polivitamínico e polimineral

     Apresentações:

    Frascos contendo 30 comprimidos revestidos.
    USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido revestido de ACCUVIT contém:
    ácido ascórbico …………………………………………………………………………………… 300 mg
    acetato de racealfatocoferol …………………………………………………………………. 100 UI
    betacaroteno ………………………………………………………………………………………. 10.000 UI
    zinco (como óxido de zinco) ……………………………………………………………….. 25 mg
    cobre (como óxido cúprico) …………………………………………………………………. 2 mg
    riboflavina …………………………………………………………………………………………. 50 mg
    selênio (como selenato de sódio) ………………………………………………………….. 0,1 mg
    Excipientes: amido, celulose microcristalina, dióxido de titânio, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de silício, crospovidona, corante amarelo FDC nº 6 laca de alumínio, laurilsulfato de sódio, aroma de laranja, talco, macrogol, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado e petrolato líquido.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    ACCUVIT é indicado como suplemento vitamínico e mineral com ação antioxidante, que previne danos nas células, combatendo assim o excesso de radicais livres. ACCUVIT também é indicado em dietas restritivas e inadequadas de vitaminas C e E.

     Como este medicamento funciona?

    ACCUVIT é um complexo vitamínico que contém componentes capazes de prevenir danos a células, combatendo assim o excesso de radicais livres. Ele é rico em vitaminas e nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do nosso corpo. Ao suplementar a dieta com vitaminas e minerais adicionais, os multivitamínicos podem ser uma ferramenta valiosa para aqueles com desbalanceamento na dieta, ou que tenham necessidades nutricionais diferenciadas.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    ACCUVIT é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) aos componentes de sua fórmula, e nos casos de hipoprotrombinemia ou deficiência de vitamina K, anemia por deficiência de ferro, de litíase oxálica e úrica (cálculos renais ou pedras nos rins), insuficiência renal (deficiência no funcionamento do(s) rim (s)), doenças relacionadas à retenção de ferro (hemocromatose, talassemia, anemia sideroblástica e depranocítica).

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Durante o tratamento com ACCUVIT pode-se eventualmente observar uma coloração amarela mais intensa da urina, devido à presença de riboflavina. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Nos casos de deficiência de glicose-6-fosfatodesidrogenase, o uso deste medicamento pode provocar hemólise. O ácido ascórbico proporciona uma maior absorção de alumínio, componente presente nos antiácidos, determinando aumento dos níveis sanguíneos do mesmo. O ácido ascórbico poderá ter sua absorção diminuída quando administrado concomitantemente com ácido acetilsalicílico. O ácido ascórbico interage com diversos fármacos, se estiver fazendo uso de algum deles, consulte seu médico: varfarina, salicilatos, cianocobalamina (vitamina B12), dissulfiram, desferroxamina, mexiletina, barbitúricos, anticoncepcionais orais, tetraciclina, corticosteroides, ácido acetilsalicílico, primidona, calcitonina, paracetamol, flufenazina. O ácido ascórbico pode ter sua absorção diminuída quando utilizado concomitantemente com aminoácidos contendo hidróxido de alumínio. O uso de ácido ascórbico concomitante com derivados da cumarina pode aumentar o risco de
    sangramentos, principalmente em pacientes que ingerem 300 UI/dia ou mais. A colestiramina, colestipol e orlistate podem interferir na absorção de vitamina E. A vitamina E reduz a absorção de vitamina K. A interação entre vitamina E e ferro diminui a absorção destas substâncias quando administradas em associação. Exames laboratoriais: o ácido ascórbico pode interferir em diversos exames, entre eles: a dosagem de açúcar, glicemia, glicosúria, transaminases, creatinina, desidrogenase lática, ácido úrico, bilirrubina, carbamazepina, acetaminofeno e sangue oculto em fezes. Deve-se informar ao médico o uso de ácido ascórbico antes desses exames, e recomenda-se interromper seu uso. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
    medicamento.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. ACCUVIT são comprimidos revestidos de cor laranja. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento? 

    A dose recomendada é de um comprimido ao dia, ou de acordo com as orientações do seu médico. Você deve ingerir os comprimidos inteiros, sem mastigar, com água. A dose máxima diária não deverá ultrapassar 1 comprimido. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Retomar o tratamento de acordo com a dose recomendada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Podem ocorrer distúrbios gastrintestinais, tais como: náuseas, vômitos e/ou diarreias. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Medidas de suporte podem ser necessárias, tais como: lavagem gástrica, se necessário, e administração de um emético. Podem ser empregados agentes quelantes e são preconizadas medidas gerais de suporte visando combater desidratação, acidose e o choque. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

     Dizeres Legais

    MS – 1.0573.0206
    Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann – CRF-SP nº 30.138
    Fabricado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Guarulhos – SP
    Registrado por: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 20º andar
    São Paulo – SP
    CNPJ 60.659.463/0029-92
    Indústria Brasileira

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    Platamine® CS

    carboplatina

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Platamine® CS
    Nome genérico: carboplatina

     Apresentações:

    Platamine® CS solução injetável 10 mg/mL em embalagens contendo 1 frasco-ampola de 5 mL (50 mg), 15 mL (150 mg) ou 45 mL (450 mg). VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INJETÁVEL APENAS POR VIA INTRAVENOSA USO ADULTO CUIDADO: AGENTE CITO TÓXICO

     Composição:

    Cada mL de Platamine® CS solução injetável contém 10 mg de carboplatina. Excipiente: água para injetáveis. MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.

     Informações ao Paciente:

    Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com emprego específico em neoplasias malignas e deve ser manipulado apenas por pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo médico assistente, conforme necessário.

     Para que este medicamento é indicado?

    A carboplatina, princípio ativo de Platamine® CS, faz parte da segunda geração de derivados da cisplatina que mostram atividade antineoplásica contra uma série de malignidades. Platamine® CS (carboplatina) está indicado no tratamento de estados avançados do carcinoma de ovário de origem epitelial (incluindo tratamentos de segunda linha e paliativo em pacientes que já tenham recebido medicamentos contendo cisplatina). Está também indicado no tratamento do carcinoma de pequenas células de pulmão, nos carcinomas espinocelulares de cabeça e pescoço e nos carcinomas de cérvice uterina.

     Como este medicamento funciona?

    Platamine® CS é um medicamento usado no tratamento do câncer. A carboplatina se liga ao DNA alterando sua configuração e inibindo sua síntese, desta forma impedindo o tumor de proliferar.

     Quando não devo usar este medicamento?

    A administração de Platamine® CS está contraindicada a pacientes com insuficiência renal grave, mielodepressão grave e/ou na presença de sangramento volumoso. Está também contraindicada a pacientes com hipersensibilidade à carboplatina ou a outros compostos contendo platina (por exemplo, cisplatina) e a pacientes grávidas ou que estejam amamentando.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Gerais Platamine® CS deve apenas ser administrado sob constante supervisão de médicos experientes em terapia citotóxica. Monitoração cuidadosa da toxicidade é mandatória, particularmente no caso de administração de altas doses. A carboplatina é um fármaco altamente tóxico, com estreito índice terapêutico e é improvável que ocorra efeito terapêutico sem alguma evidência de toxicidade. Função da Medula Óssea Platamine® CS age na medula óssea suprimindo a produção das células do sangue (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas). Esta supressão depende da dose (quanto maior a dose, menos células no sangue). Por este motivo exames de sangue (hemograma) devem ser realizados em intervalos frequentes (por exemplo, semanalmente) em pacientes que estão recebendo carboplatina. Pacientes com insuficiência renal, em uso de outros medicamentos que também suprimem a medula ou em radioterapia tem maior risco de toxicidade grave. A dose de Platamine® CS para estes pacientes deve ser ajustada. O tratamento da toxicidade pela carboplatina pode requerer uso de antibióticos, transfusões de sangue e derivados, entre outros. Função Renal: A carboplatina é excretada principalmente na urina e a função do rim deve ser monitorada em pacientes que estejam recebendo este medicamento. Se o paciente apresenta função do rim prejudicada pode ser necessário ajuste de dose. A terapia prévia com cisplatina (um quimioterápico) ou concomitante com outros fármacos tóxicos ao rim pode aumentar o risco de toxicidade renal. Sistema Nervoso Central / Funções Auditivas: Devem ser realizadas regularmente avaliações do sistema nervoso antes e após o tratamento, particularmente em pacientes previamente tratados com cisplatina (um quimioterápico) e em pacientes com mais de 65 anos de idade. A carboplatina pode causar toxicidade auditiva cumulativa. Audiogramas devem ser realizados antes do início da terapia e durante o tratamento ou quando houver sintomas auditivos. A perda auditiva importante pode requerer modificações da dose ou descontinuação da terapia. Efeitos gastrointestinais: A carboplatina pode induzir vômitos. A incidência e gravidade dos vômitos pode ser reduzida pelo pré-tratamento com antieméticos (remédios que impedem o vômito) ou através da administração da carboplatina em infusão intravenosa (na veia) por 24 horas, ou como administração intravenosa (na veia) em doses fracionadas em 5 dias consecutivos ao invés de uma infusão única. Reações de hipersensibilidade Assim como com outros compostos contendo complexos de platina, reações alérgicas à carboplatina foram relatadas. Os pacientes devem ser monitorados quanto a possíveis reações alérgicas anafilactóides (reação semelhante à anafilaxia), e equipamento e medicações apropriados devem estar prontamente disponíveis para tratar tais reações sempre que Platamine® CS for administrado. Mutagenicidade e carcinogenicidade Estudos em animais demonstraram que a carboplatina é mutagênica e teratogênica. A carboplatina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas. Não foi estudado o potencial carcinogênico da carboplatina, embora compostos com mecanismo de ação semelhante tenham sido relatados como carcinogênicos. Efeitos Imunossupressores / Aumento da suscetibilidade a infecções: Administração de vacinas vivas ou vivas-atenuadas em pacientes imune comprometidos (com defesas diminuídas) por agentes quimioterápicos incluindo carboplatina pode resultar em infecções sérias ou fatais. Vacinação com vacinas atenuadas deve ser evitada em pacientes recebendo Platamine® CS. Vacinas mortas ou inativas podem ser administradas, entretanto, a resposta a estas vacinas pode ser diminuída. Uso em Crianças: Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças. Uso em Idosos: Dos 789 pacientes inicialmente tratados no estudo de terapia combinada (NCIC e SWOG), 395 pacientes foram tratados com carboplatina em combinação com a ciclofosfamida. Destes, 141 tinham mais que 65 anos de idade e 22 deles tinham 75 anos ou mais. Neste estudo a idade não foi um fator prognóstico de sobrevivência. Em relação à segurança, pacientes idosos tratados com a carboplatina estavam mais propensos a desenvolver trombocitopenia grave quando comparados aos pacientes mais jovens. Em dados combinados de 1942 pacientes (414 com 65 anos ou mais) que receberam a carboplatina como agente único para diferentes tipos de tumores, uma incidência similar dos eventos adversos foi observada nos pacientes com 65 anos ou mais e em pacientes com idade inferior a 65 anos. Outras experiências de relatos clínicos não identificaram respostas diferentes entre os pacientes idosos e os mais jovens, mas a sensibilidade maior de alguns pacientes idosos não pode ser descartada. A função renal deve ser considerada na seleção da dose da carboplatina devido à função renal dos idosos muitas vezes estar diminuída (vide item 6. Como devo usar este medicamento?). Uso Durante a Gravidez: A carboplatina pode causar danos ao feto quando administrado a mulheres grávidas. Platamine® CS deve ser utilizado em mulheres grávidas apenas em situações de risco de morte ou diante da impossibilidade de uso de medicamentos seguros ou quando outros medicamentos são ineficazes. Caso Platamine® CS seja utilizado durante a gravidez, ou se a paciente engravidar durante o tratamento, a paciente deverá ser alertada sobre os riscos potenciais para o feto. As mulheres em idade fértil devem ser alertadas a evitar a gravidez durante o tratamento com Platamine® CS. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Uso durante a Lactação: Não está claramente estabelecido se a carboplatina ou seus metabólitos contendo platina são excretados no leite materno. No entanto, devido ao risco potencial de reações adversas sérias em lactentes caso o fármaco passe para o leite, a amamentação deve ser descontinuada durante a terapia. Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas. O efeito da carboplatina sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas não foi sistematicamente avaliado. A tampa de borracha de fechamento do frasco contém látex natural.

     Interações Medicamentosas:

    Platamine® CS é, na maioria das vezes, utilizado em combinação com fármacos antineoplásicos (quimioterápicos) que possuem efeitos citotóxicos similares. Nessas circunstâncias, é provável a ocorrência de toxicidade auditiva. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Outras informações podem ser fornecidas pelo seu médico. Para maiores informações consulte seu médico ou a bula com Informações técnicas aos profissionais de saúde.

     Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Platamine® CS deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de 25°C), protegido da luz. Não congelar. O medicamento é de uso único e qualquer solução não utilizada deve ser devidamente descartada. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução límpida, coloração incolor a amarelo pálido, livre de partículas visíveis.

     Como devo usar este medicamento?

    Precauções no Preparo e Administração Platamine® CS é um medicamento de USO RESTRITO A HOSPITAIS OU AMBULATÓRIOS ESPECIALIZADOS, portanto deve ser preparado e administrado exclusivamente por profissionais
    treinados em ambiente hospitalar ou ambulatorial. Posologia: Platamine® CS pode ser administrado tanto como agente único ou em combinação com outros medicamentos antineoplásicos. Platamine® CS deve ser utilizado apenas por via intravenosa e deve ser administrado por infusão IV por um período de no mínimo 15 minutos. Platamine® CS é um medicamento de uso restrito a hospitais. O esquema posológico e o plano de tratamento deverão ser determinados exclusivamente pelo médico responsável de acordo com o tipo de neoplasia e a resposta ao tratamento. Para maiores informações sobre a posologia do medicamento, consulte o seu médico ou a bula específica para o profissional de saúde. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como esse é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se você faltar a uma sessão programada de quimioterapia com esse medicamento, você deve procurar o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Muitos efeitos colaterais do tratamento com Platamine® CS são inevitáveis devido as suas ações farmacológicas. No entanto, os efeitos adversos são geralmente reversíveis se detectados precocemente. As reações adversas como relatadas para os vários sistemas são as seguintes: Tumores benignos, malignos e inespecíficos: raros casos de desenvolvimento de leucemias mielóides agudas e síndromes mielodisplásicas (tipos de câncer do sangue) foram observados em pacientes que foram tratados com carboplatina, principalmente quando tratados em combinação com outros agentes que potencialmente podem causar estas doenças. Sangue e sistema linfático: a principal toxicidade da carboplatina é a supressão da medula óssea (diminuição da função da medula óssea), que é manifestada pela trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos) e/ou anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue: hemácias). A mielosupressão (diminuição da função da medula óssea) é relacionada à dose. Transfusões podem ser necessárias particularmente em pacientes sob terapia prolongada (exemplo: mais de 6 ciclos). Sequelas clínicas tais como febre, infecções e hemorragia (perda excessiva de sangue) podem ser observadas. Metabolismo e nutrição: podem ocorrer anormalidades dos eletrólitos, hipocalemia (potássio sanguineo baixo), hipocalcemia, hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue) e/ou hipomagnesia (redução da concentração de magnésio no sangue). Sistema nervoso: neuropatias periféricas (disfunção dos neurônios que pode levar a perda sensorial, atrofia e fraqueza muscular, e decréscimos nos reflexos profundos) podem ocorrer. O efeito, mais comum em pacientes acima de 65 anos de idade, parece ser cumulativo, ocorrendo principalmente em pacientes recebendo terapia prolongada e/ou naqueles que receberam terapia anterior com cisplatina (um quimioterápico). Olhos: anormalidades visuais, com perda visual transitória (que pode ser completa para luz e cores) ou outros distúrbios podem ocorrer em pacientes tratados com carboplatina. Melhora e/ou recuperação total da visão geralmente ocorre dentro de semanas após a interrupção do fármaco. Cegueira cortical (no cérebro) foi relatada em pacientes com alteração de função renal recebendo altas doses de carboplatina. Ouvido e Labirinto: tinido (zumbido no ouvido) e perda auditiva foram relatados em pacientes recebendo carboplatina. O risco de ototoxicidade pode ser aumentado pela administração concomitante de outros fármacosototóxicos (com toxicidade auditiva) (por exemplo, aminoglicosídeos). Cardíaco: insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) , doença arterial coronariana isquêmica (por exemplo: infarto do miocárdio, parada cardíaca, angina e isquemia do miocárdio). Vascular: eventos cerebrovasculares. Gastrintestinal: náuseas (enjoo) e/ou vômitos, que são geralmente leves a moderados em relação à gravidade, podem ocorrer dentro de 6 a 12 horas após a administração de Platamine® CS, podendo persistir por até 24 horas ou mais. Outras reações gastrintestinais como mucosite (úlceras na mucosa dor órgãos do aparelho digestivo), diarreia, constipação (prisão de ventre) e dor abdominal também foram relatadas. Hepatobiliar: podem ocorrer elevações leves e geralmente transitórias nas concentrações de fosfatase alcalina sérica (enzima encontrada em diversos órgãos e tecidos), aspartato aminotransferase (AST ou TGO: enzima do fígado) ou bilirrubina (substância resultante da destruição e metabolização da célula sanguínea). Anormalidades substanciais nos testes de funções hepáticas foram relatadas por pacientes tratados com carboplatina que receberam altas doses de carboplatina e transplante autólogo de medula óssea. Sistema imune: reações alérgicas a carboplatina têm sido relatadas. E incluem: reações de anafilaxia/anafilactóides (reações alérgicas graves), hipotensão (pressão baixa), broncoespasmos (chiado no peito) e pirexia. Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em poucos minutos após administração intravenosa da carboplatina. Pele e tecido subcutâneo: podem ocorrer raramente dermatites esfoliativas (descamação da pele). Casos de rash (vermelhidão da pele) eritematoso, pruridos (coceiras), urticária (alergia da pele) e alopecia (perda de cabelo) relacionados ao uso de carboplatina têm sido observados. Musculoesquelético e de tecido conectivo: Mialgia (dor muscular)/artralgia (dor nas articulações). Renal e urinário: insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins) tem sido raramente reportada. Síndrome hemolítico
    – urêmica ( doença grave que se caracteriza por diminuição aguda da função dos rins, anemia e diminuição das plaquetas–responsáveis pela coagulação do sangue). Geral: astenia (fraqueza), sintomas semelhantes à gripe e reações no local da injeção. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há antídoto conhecido para a superdosagem com carboplatina. Portanto, todas as medidas possíveis devem ser tomadas para se evitar a superdosagem, o que inclui estar ciente do perigo potencial de superdosagem, cálculo cuidadoso da dose a ser administrada e disponibilidade de recursos diagnósticos e terapêuticos adequados. Super dosagem aguda com carboplatina pode resultar em aumento dos seus efeitos tóxicos esperados (por exemplo, mielossupressão grave, vômitos e náuseas intratáveis, toxicidade neurosensorial grave, insuficiências renal e hepática, etc.) Pode ocorrer óbito. A hemodiálise é efetiva e, mesmo assim, parcialmente, até 3 horas após a administração, uma vez que ocorre ligação rápida e extensiva da platina às proteínas plasmáticas. Sinais e sintomas de superdosagem devem ser tratados com medidas de suporte. O uso de carboplatina em doses acima das recomendadas tem sido relacionado com perda de visão. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS–1.0216.0197
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli-CRF-SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer (Perth) Pty Ltd
    Bentley–Austrália
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    USO RESTRITO A HOSPITAIS.

    CUIDADO: AGENTE CITO TÓXICO

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 04/04/201

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     Efexor®

     

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Efexor®XR
    Nome genérico: cloridrato de venlafaxina

     Apresentações:

    Efexor®XR 37,5 mg, 75 mg ou 150 mg em embalagens contendo 7, 14 ou 30 cápsulas de liberação controlada.

     Via de Administração:

    Uso Oral
    Uso Adulto

     Composição:

    Cada cápsula de Efexor® XR 37,5 mg, Efexor®XR 75 mg e Efexor®XR 150 mg contém 37,5 mg, 75 mg e 150 mg de venlafaxina, respectivamente. Excipientes: celulose microcristalina, hipromelose, etilcelulose, tinta opacode vermelha (apenas para cápsulas de 37,5mg e 75 mg) e tinta branca Tek-Print (apenas para cápsulas de 150 mg). Composição da cápsula: óxido férrico vermelho, óxido férrico amarelo, óxido férrico preto (apenas para cápsulas de 37,5 mg), dióxido de titânio e gelatina.

     Informações ao Paciente:

     

     Para que este medicamento é indicado?

    Efexor®XR (cloridrato de venlafaxina) está indicado para o tratamento da depressão, incluindo depressão com ansiedade associada e; para prevenção de recaída e recorrência da depressão. Também está indicado para o tratamento, incluindo tratamento em longo prazo, do transtorno de ansiedade generalizada, do transtorno de ansiedade social (também conhecido como fobia social) e do transtorno do pânico.

     Como este medicamento funciona?

    A venlafaxina (substância presente no Efexor®XR) e a O-desmetilvenlafaxina (metabólito ativo da venlafaxina), são inibidores da recaptação neuronal de serotonina, norepinefrina e dopamina, ou seja, Efexor®XR aumenta a quantidade de determinadas substâncias (serotonina, norepinefrina e dopamina) no sistema nervoso levando à melhora sintomática dentro das indicações presentes nessa bula (vide item 1. Para que este medicamento foi indicado?). Tempo estimado para início da ação terapêutica do medicamento é de 3 a 4 dias.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Efexor®XR não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a qualquer componente da formulação e, por pacientes recebendo antidepressivos da classe dos inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), como por exemplo tranilcipromina, selegilina, rasagilina e linezolida. O tratamento com o Efexor®XR não deve ser iniciado no período de, no mínimo, 14 dias após a descontinuação do tratamento com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO). Efexor® XR deve ser descontinuado por, no mínimo, 7 dias antes do início do tratamento com qualquer inibidor da monoaminoxidase. Este medicamento é contraindicado para uso em menores de 18 anos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Recomenda-se que o uso de Efexor®XR não seja interrompido bruscamente. A dose deve ser reduzida progressivamente de acordo com as instruções do seu médico. As cápsulas de Efexor®XR contêm pequenos grânulos que liberam o medicamento lentamente no intestino. A parte destes grânulos que não é absorvida pelo organismo é eliminada e pode ser vista nas fezes. Pacientes tratados devem ser apropriadamente monitorados e atentamente observados quanto à piora clínica e risco de suicídio. Pacientes, familiares e cuidadores devem ficar alerta e informar ao médico sobre aparecimento de ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, agressividade, impulsividade, outras alterações incomuns de comportamento, piora da depressão e ideação suicida, principalmente no início do tratamento ou durante qualquer alteração de dose. Embora o uso de Efexor®XR não tenha demonstrado intensificar as alterações mentais e motoras causadas pelo álcool, pacientes devem evitar consumir bebidas alcoólicas enquanto em tratamento com Efexor®XR. Efexor®XR deve ser usado com cuidado em pacientes portadores de insuficiência renal (prejuízo na função dos rins) ou hepática (prejuízo na função do fígado). Siga rigorosamente a orientação do seu médico. Foi observada elevação da pressão arterial em alguns pacientes usando altas doses de Efexor®XR e, por este motivo, deve-se fazer monitoramento regular da pressão arterial e acompanhamento médico. Pode ocorrer midríase (dilatação da pupila) associada ao tratamento com a Efexor®XR. Recomenda-se acompanhamento rigoroso dos pacientes com pressão intraocular (do olho) elevada ou com risco de glaucoma (aumento rápido, abrupto, da pressão ocular). Gravidez: a segurança do uso de Efexor®XR durante a gravidez em humanos ainda não foi estabelecida. Efexor® XR só deve ser administrado a mulheres grávidas se os benefícios esperados superarem os riscos possíveis. Se Efexor®XR for usado durante a gravidez, o recém-nascido deve ser monitorado pelo médico pelo risco de apresentar complicações. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Lactação: Se você está amamentando ou pretende amamentar, não é recomendado usar Efexor®XR, já que ele é excretado pelo leite e a segurança deste medicamento para as mulheres e crianças não é conhecida. Uso em Idosos: não há recomendação específica para ajuste de dose do Efexor®XR de acordo com a idade do paciente. Efeitos sobre as atividades que requerem concentração: Efexor®XR pode prejudicar o julgamento, o raciocínio ou as habilidades motoras. Até que você saiba como Efexor®XR te afeta, tenha cuidado ao realizar atividades que requeiram concentração, tais como dirigir ou operar máquinas. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Abuso e dependência: Estudos clínicos não evidenciaram comportamento de busca por drogas, desenvolvimento de tolerância, ou elevação indevida de dose
    da venlafaxina durante o período de uso. Atenção: Este medicamento contém corantes que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

     Interações medicamentosas:

    Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. O uso concomitante (no mesmo período de tempo) de Efexor®XR com medicamentos que aumentam a predisposição ao sangramento pode aumentar o risco de sangramentos espontâneos. O uso de Efexor®XR com outros medicamentos que podem aumentar a quantidade de serotonina no organismo (outros antidepressivos, antipsicóticos e antagonistas da dopamina) pode aumentar o risco de aparecimento das síndromes erotoninérgica (reação do corpo ao excesso de serotonina que se manifesta por inquietação, alteração do comportamento, rigidez muscular, aumento da temperatura, aumento da velocidade dos reflexos e tremores; que pode ser fatal), o uso com cetoconazol (antifúngico) pode aumentar a quantidade de Efexor® XR no sangue. O uso de Efexor®XR com antidepressivos do tipo IMAO pode levar a reações sérias, com possíveis alterações rápidas dos sinais vitais e do estado mental (vide item 3. Quando não devo usar este medicamento?). O Efexor®XR pode interferir nos resultados dos testes de urina para avaliar a presença de substâncias como fenciclidina e anfetaminas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

      Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Efexor® XR deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: Efexor®XR 37,5 mg: cápsula gelatinosa duran3, com capa na cor cinza clara opaca e corpo na cor pêssego opaca, impresso com um “W” na capa e “37.5” no corpo em tinta vermelha, contendo esferas brancas a quase brancas de cerca de 1 mm de diâmetro. Efexor®XR 75 mg: cápsula gelatinosa duran1, com capa e corpo na cor pêssego clara opaca, impresso com um “W” na capa e “75” no corpo em tinta vermelha, contendo esferas brancas a quase brancas de cerca de 1 mm de diâmetro. Efexor®XR 150 mg : cápsula gelatinosa duran0, oblonga, com capa e corpo na cor laranja escura opaca, impresso com um “W” na capa e “150” no corpo em tinta branca, contendo esferas brancas a quase brancas de cerca de 1 mm de diâmetro.

      Como devo usar este medicamento?

    Recomenda-se a administração de Efexor®XR junto com alimentos, aproximadamente no mesmo horário todos os dias. As cápsulas devem ser tomadas inteiras com algum líquido e não devem ser divididas, trituradas, mastigadas ou dissolvidas, ou podem ser administradas cuidadosamente abrindo-se a cápsula e espalhando todo o conteúdo em uma colher de purê de maçã. Esta mistura de medicamento e alimento deve ser engolida imediatamente sem mastigar e deve ser seguida de um copo de água para assegurar que você engoliu todo o medicamento. Depressão Maior A dose inicial recomendada para Efexor®XR é de 75 mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75 mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225 mg/dia. Transtorno de Ansiedade Generalizada. A dose inicial recomendada para Efexor®XR é de 75 mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75 mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225 mg/dia. Fobia Social. A dose inicial recomendada para Efexor®XR é de 75 mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Não há evidências de que doses maiores proporcionem algum benefício adicional. Transtorno do Pânico Recomenda-se que a dose de 37,5 mg/dia de Efexor ®XR seja usada por 7 dias. Depois, a dose deve ser aumentada para 75 mg/dia. Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75 mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225 mg/dia. Descontinuando o uso de Efexor®XR, Recomenda-se que Efexor®XR não seja interrompido bruscamente. A dose deve ser reduzida progressivamente de acordo com as instruções do seu médico. O período necessário para descontinuação gradativa pode depender da dose, da duração do tratamento e de cada paciente individualmente. Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: Adose diária total de Efexor®XR deve ser reduzida em 25% a 50% nos pacientes com insuficiência renal com taxa de filtração glomerular (TFG) de 10 a 70 mL/min. A dose diária total de Efexor®XR deve ser reduzida em até 50% nos pacientes em hemodiálise. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática. A dose diária total de Efexor®XR deve ser reduzida em até 50% em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em alguns pacientes, reduções maiores que 50% podem ser adequadas. Uso em Crianças: Não há experiência suficiente com o uso de Efexor®XR em pacientes com menos de 18 anos de idade. Uso em Idosos: Não há recomendação específica para ajuste da dose do Efexor®XR de acordo com a idade do paciente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça-se de tomar Efexor®XR no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer o resultado do tratamento.Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

      Quais os males que este medicamento pode me causar?

    As reações adversas estão relacionadas abaixo de acordo com as categorias de frequência: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, dor de cabeça, tontura, sedação, náusea, boca seca, constipação, hiperidrose (suor excessivo). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição do apetite, sonhos anormais, nervosismo, diminuição da libido, agitação, anorgasmia (falta de prazer sexual ou orgasmo), acatisia (incapacidade de se manter quieto), tremor, parestesia (dormência e formigamento), disgeusia (alteração do paladar), deficiência visual, distúrbio de acomodação, midríase (pupila dilatada), tinido (zumbido no ouvido), taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), palpitação, hipertensão (pressão alta), ondas de calor, dispneia (falta de ar), bocejos, diarreia, vômito, erupção cutânea (lesão na pele), prurido (coceira), suor noturno, hipertonia (aumento da contração muscular), hesitação urinária, retenção urinária, polaciúria (aumento da frequência urinária), disfunção erétil, ejaculação anormal, fadiga, astenia (fraqueza), calafrios, perda de peso, aumento de peso. Reação incomum: (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): estado de confusão, mania, hipomania, despersonalização, alucinação, orgasmo anormal, bruxismo, apatia (ausência de emoção), síncope (desmaio), mioclonia (espasmos musculares), distúrbio do equilíbrio, coordenação anormal, discinesia (movimentos involuntários, principalmente dos músculos da boca, língua e face, ocorrendo exteriorização da língua e movimentos de um canto a outro da boca), hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao levantar), hipotensão (pressão baixa), sangramento gastrointestinal, teste de função hepática anormal, urticária (alergia de pele), alopecia (perda de cabelo), equimose (manchas arroxeadas), reação de fotossensibilidade (sensibilidade à luz), incontinência urinária (dificuldade em controlar a urina), metrorragia (sangramento vaginal fora do período menstrual), menorragia(sangramento menstrual excessivo ou prolongado), aumento do colesterol no sangue, fratura óssea. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agranulocitose (ausência de células de defesa: neutrófilos, basófilos e eosinófilos), anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos do sangue), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), reação anafilática, secreção inapropriada do hormônio antidiurético (alteração na secreção do hormônio ADH), hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue), delírio, síndrome neuroléptica maligna (contração muscular grave, febre, aceleração dos batimentos do coração, tremor), síndrome da serotonina (alterações do estado mental, dos movimentos entre outras), convulsão, distonia (contração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), glaucoma de ângulo fechado, torsade de pointes, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular, eletrocardiograma com prolongamento do intervalo QT, doença pulmonar intersticial, eosinofilia pulmonar, pancreatite (inflamação no pâncreas), hepatite (inflamação do fígado), Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave), necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), rabdomiólise (destruição das células musculares). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue), prolactina aumentada no sangue, discinesia tardia, hemorragia da mucosa, tempo de sangramento aumentado. Os seguintes sintomas foram relatados em associação com a repentina interrupção ou redução de dose ou retirada de tratamento: hipomania, ansiedade, agitação, nervosismo, confusão, insônia ou outros distúrbios do sono, fadiga (sensação de cansaço), sonolência, parestesia (formigamento), tontura, convulsão, vertigem, cefaleia (dor de cabeça), sintomas de gripe, tinido, coordenação e equilíbrio prejudicados, tremor, sudorese, boca seca, anorexia, diarreia, náusea e vômito. Em estudos anteriores à comercialização, a maioria das reações à interrupção foi leve e resolvida sem tratamento. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

      O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste      medicamento?

    Recomendam-se medidas gerais de suporte e tratamento sintomático, além de monitorização do ritmo cardíaco e dos sinais vitais. Não se recomenda a indução de vômitos quando houver risco de aspiração. Pode haver indicação para lavagem gástrica caso essa lavagem seja realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. A administração de carvão ativado também pode limitar a absorção do fármaco. É provável que diurese forçada, diálise, hemoperfusão e ex-sanguíneo transfusão não apresentem benefícios. Não são conhecidos antídotos específicos do Efexor®XR. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS-1.2110.0074
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura
    – CRF-SP n9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860
    CEP 04717-904
    – São Paulo–SP–Brasil
    CNPJ nº. 61.072.393/0001-33
    Fabricado por: Pfizer Ireland Pharmaceuticals Newbridge-County Kildare
    -Irlanda Importado e Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi-SP
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Ùlcera 28.06.2016 No Comments

    label-gotas-e-um-medicamento-destinado-ao-tratamento-das-doenças-associadas-ao-aumento-da-secreção-gastrica

     

     

     

     

     

    Label Gotas

    cloridrato de ranitidina

    Apresentações:

    Solução oral 40 mg/ml: frascos com 30 e 45 ml + conta-gotas
    Uso Oral
    Uso Pediátrico Acima de 1 mês de idade

    Composição:

    Cada ml (= 20 gotas) de solução oral de Label Gotas contém: cloridrato de ranitidina (equivalente a 40 mg de ranitidina base)…………………………44,643 mg. Excipientes: água purificada, ácido ascórbico, aroma de cereja, corante caramelo, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado, glicerol, metabissulfito de sódio, metilparabeno, propilparabeno, sucralose e sorbitol. Cada gota contém 2mg de ranitidina.

    Informações ao Pacientes:

    Para que este medicamento é indicado?

    Label Gotas é um medicamento destinado ao tratamento das doenças associadas ao aumento da secreção gástrica tais como: úlceras de estômago ou de duodeno, incluídas as associadas ao uso de medicamentos anti-inflamatórios não-esteroidais e as que ocorrem após realização de cirurgias com internação hospitalar, esofagite de refluxo (doença causada pelo refluxo ácido proveniente do estômago para o esôfago), além de também poder ser utilizado na prevenção de úlceras motivadas por estresse em pacientes em estado grave.

    Como este medicamento funciona?

    Label Gotas contém ranitidina, um medicamento que atua reduzindo a quantidade de ácido produzido no estômago proporcionando não só a melhora dos sintomas relacionados a tais distúrbios como também, favorecendo a cicatrização de úlceras do estômago e do duodeno e, prevenindo também suas complicações. Além disso, a ação do medicamento se faz na redução da ocorrência de lesões provocadas pela secreção ácida sobre o esôfago, como ocorre nos casos de refluxo gastroesofágico (refluxo de secreção ácida do estômago para o esôfago). Mesmo que haja melhora após alguns dias, não pare de usar o medicamento até o fim do tratamento determinado pelo médico, ou a dor e o desconforto podem voltar. A ação do medicamento é rápida, ocorrendo em cerca de 11 a 22 minutos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Label Gotas não deve ser utilizado em pacientes que tenham histórico de hipersensibilidade (alergia) à medicação ou medicações que pertencem à mesma classe de medicamentos (cimetidina e famotidina) e também aos componentes de sua formulação. Este medicamento é contraindicado para menores de 1 mês de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    O uso de ranitidina deve ser evitado em pacientes com história de uma doença rara chamada porfiria, visto que há raros relatos de crises de porfiria aguda precipitados pelo uso de ranitidina. Se o paciente é portador de doenças que afetem os rins, avise o médico antes de iniciar o tratamento, pois pode ser necessária a adequação de doses. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. Este medicamento não contém açúcar. A ranitidina pode apresentar as seguintes interações medicamentosas: Antiácidos ou doses altas de sucralfato podem reduzir a absorção de Label Gotas. O sucralfato deve ser tomado após um intervalo de 2 horas para não afetar esta absorção. O cetoconazol tem sua absorção diminuída e deve-se usar Label Gotas somente 2 horas após a administração de cetoconazol. Na relação a seguir são listadas as principais interações relacionadas ao uso de Label Gotas, de acordo com sua gravidade.

    Interações do Medicamento:

    a) Severidade Maior
    Diminui a concentração no sangue dos medicamentos atazanavir, fosamprenavir e dasatinibe.
    b) Severidade Moderada
    Reduz a absorção no intestino dos medicamentos cetoconazol e itraconazol. Aumenta a concentração no sangue dos medicamentos metformina e procainamida. O uso simultâneo com midazolam, risedronato e risperidona altera a velocidade e o grau de absorção destes medicamentos.
    c) Severidade Menor
    Altera a coagulação do sangue se usado com ácido acetilsalicílico. Reduz a efetividade dos medicamentos bisacodil e trinatereno. Aumenta a concentração no sangue dos medicamentos diltiazem e teofilina. Aumenta a absorção do medicamento glipzida. Aumenta a concentração no sangue do medicamento fenitoína.
    INTERAÇÕES MEDICAMENTO – SUBSTÂNCIA QUÍMICA
    Aumenta a velocidade e o grau de absorção do álcool pelo sangue.
    INTERAÇÕES MEDICAMENTO – ALIMENTO
    Reduz a efetividade do Label Gotas se usado simultaneamente com Cranberry.
    INTERAÇÕES MEDICAMENTO – EXAMES LABORATORIAIS
    Altera exame de coagulação do sangue se usado com acenocoumarol, dicumarol e varfarina. Pode resultar num exame falso-negativo quando realizado o teste de detecção respiratória para H. pylori. Pode resultar num exame falso-positivo quando realizado o teste de detecção de proteínas na urina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Label Gotas é uma solução oral de coloração caramelo, límpida, com odor e sabor cereja. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Úlcera duodenal: A dose recomendada de ranitidina para cicatrização em crianças a partir de 1 mês de idade, com úlceras duodenais ativas é de 2 a 4 mg/Kg de 12 em 12 horas. A dose máxima é 300 mg/dia.
    Tratamento de manutenção de úlcera duodenal: A dose recomendada de ranitidina para o tratamento de manutenção de cicatrização de úlceras duodenais em crianças a partir de 1 mês de idade é de 2 a 4 mg/Kg em dose única diária. A dose máxima é 150 mg/dia.
    Esofagite erosiva e Doença do Refluxo Gastroesofágico: A dose recomendada para estas condições é 2,5 a 5 mg/Kg de 12 em 12 horas.
    Úlcera gástrica: A dose recomendada de ranitidina para cicatrização em crianças com úlceras gástricas é de 2 a 4 mg/Kg de 12 em 12 horas. A dose máxima é 300 mg/dia.
    Tratamento de Manutenção de úlcera gástrica: A dose recomendada de ranitidina para o tratamento de manutenção de cicatrização de úlceras gástricas em crianças é de 2 a 4 mg/Kg em dose única diária . A dose máxima é 150 mg/dia.
    Insuficiência renal: Em pacientes com insuficiência renal severa (clearance de creatinina abaixo de 50 ml/min) poderá ocorrer acúmulo de ranitidina, como resultado de elevadas concentrações plasmáticas. A hemodiálise reduz os níveis circulantes de ranitidina. Recomenda-se uma dose diária de 150 mg à noite, por quatro a oito semanas. Em pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica, 150 mg de ranitidina devem ser tomados imediatamente após a diálise.
    Insuficiência hepática: Em pacientes com cirrose hepática compensada, não é necessário o ajuste de doses, contudo deve ser monitorizada a função hepática com dosagem de transaminases. No caso de aumento de níveis de transaminases durante o tratamento com ranitidina, a medicação deverá ser descontinuada.

    Modo de Usar:

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de esquecimento da tomada da medicação, você deverá aguardar o horário da próxima dose e administrar a dose prevista para aquele horário. As doses nunca deverão ser dobradas em função de esquecimento de uso da medicação. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    O uso de Label Gotas em geral é bem tolerado, porém como ocorre em todos os medicamentos, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais. Caso ocorram manifestações sugestivas de hipersensibilidade (reação alérgica) como inchaço de pálpebras, face, lábios, boca ou língua, erupções cutâneas ou fissuras na pele, em qualquer lugar do corpo, febre, chiado no peito com sensação de dispneia (dificuldade respiratória), procure seu
    médico imediatamente e suspenda o tratamento até que seja feita a avaliação desses sintomas. Caso ocorram náuseas, vômitos, perda de apetite, icterícia (pele e olhos amarelados) e urina de coloração escura, você deverá informar seu médico antes de prosseguir o tratamento.
    ? Sistema Nervoso Central: prostração, tontura, sonolência, insônia, vertigem, borramento visual e distúrbios reversíveis da coordenação motora. Em pacientes idosos com doenças sérias foram relatados raros casos de confusão mental, agitação e depressão.
    ? Cardiovascular: alterações nos batimentos cardíacos.
    ? Gastrintestinal: pancreatite, colestase hepatocelular, hepatite.
    ? Musculoesqueléticas: dores nos músculos e articulações.
    ? Dermatológicas: rash cutâneo, incluindo casos de eritema multiforme, vermelhidão na pele e queda de pelos.
    Reação alérgica com inchaço dos olhos.
    ? Respiratórias: dificuldade para respirar.
    ? Renais: alteração da função ou inflamação nos rins.
    ? Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
    ? Hematológicas: diminuição reversível das células do sangue.
    Reações com incidência não determinada:
    ? Gastrintestinal: constipação, diarreia, náuseas/vômitos, desconforto abdominal/dor. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Devido à elevada especificidade de ação da ranitidina, não se prevê a ocorrência de problemas significativos com eventual superdosagem. Recomenda-se a monitorização da função hepática e dos parâmetros hematológicos. O nível de consciência deve ser monitorado, podendo haver alterações principalmente em pacientes idosos. Se necessário, deve-se instituir terapia sintomática e de suporte, assim como a remoção da ranitidina por indução de êmese ou lavagem gástrica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0573.0437
    Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann – CRF-SP nº 30.138
    Label Gotas_BU_VP 08
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • naglazyme-é-indicado-para-a-terapia-de-reposição-enzimatica-em-longo-prazoNaglazyme®

    Denominação genérica dos princípios ativos: galsulfase

    Apresentação:

    Solução Injetável

    Via de administração:

    Uso somente como infusão intravenosa

    Apresentações comercializadas:

    Frasco-ampola de vidro incolor de 5 ml, contendo 5 mg de galsulfase por 5 ml [expresso em conteúdo proteico], acondicionado em embalagem de cartolina.
    Uso pediátrico e adulto.

    Composição:

    Princípio ativo: a concentração nominal de galsulfase é de 1 mg/mL (expressa como concentração proteica). Excipientes: cloreto de sódio; fosfato de sódio monobásico monoidratado; fosfato de sódio dibásico heptaidratado; polissorbato 80, água para injeção. Volume líquido: 5 ml.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    NAGLAZYME é indicado para a terapia de reposição enzimática de longo prazo, em pacientes com diagnóstico confirmado de mucopolissacaridose tipo VI (MPSVI, deficiência de N-acetilgalactosamina 4-sulfatase (rhASB), síndrome de Maroteaux-Lamy). Como para todas as alterações genéticas lisossomais, é muito importante, principalmente na ocorrência da MPS VI na forma grave, iniciar o tratamento o mais cedo possível, antes do aparecimento das manifestações clínicas irreversíveis da doença.

    Como este medicamento funciona?

    NAGLAZYME é uma terapia de reposição enzimática, a qual fornece aos pacientes a enzima cuja produção é deficiente. O princípio ativo de NAGLAZYME, galsulfase, é uma cópia da enzima humana N-acetilgalactosamina -sulfatase. NAGLAZYME auxilia na quebra dos glicosaminoglicanos (GAGs) e interrompe seu acúmulo nas células. Esta ação melhora os sintomas da mucopolissacaridose tipo VI (MPS VI), incluindo a capacidade dos pacientes de se
    movimentarem. A galsulfase é produzida por um método chamado de “tecnologia de DNA recombinante”, isto é, a galsulfase é produzida por uma célula que recebeu um gene (DNA), que torna esta célula capaz de produzir a enzima.

    Quando não devo usar este medicamento?

    NAGLAZYME está contraindicado em casos de hipersensibilidade (alergia) ao medicamento ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e precauções: Se você for tratado com NAGLAZYME (galsulfase), você pode desenvolver reações associadas à infusão. Uma reação associada à infusão é qualquer efeito colateral que ocorre durante a infusão ou até o final do dia da infusão. Entre imediatamente em contato com o seu médico se apresentar tal reação. -Se você tiver uma reação alérgica, o seu médico pode reduzir ou interromper a sua infusão. O seu médico pode também administrar outros medicamentos para controlar quaisquer reações alérgicas. -Se você tiver febre, ou se você tiver dificuldade de respirar antes da administração desse medicamento, converse com seu médico pois ele irá avaliar a necessidade de postergar a infusão de NAGLAZYME. -NAGLAZYME não foi estudado em pacientes com problemas no rim ou no fígado. Avise seu médico se você tiver insuficiência renal (nos rins) ou hepática (no fígado). -Converse com o seu médico se você apresentar dor muscular, dormência nos seus braços ou pernas, ou quaisquer problemas no intestino ou na bexiga, pois essas reações podem ser causadas por pressão sobre a medula espinhal.

    Interações medicamentosas:

    Avise seu médico se você estiver usando ou usou recentemente algum outro medicamento, incluindo medicamentos isentos de prescrição médica.

    Gravidez e amamentação:

    NAGLAZYME não deve ser administrado durante a gravidez ao menos que seja claramente necessário. Converse com seu médico antes de usar qualquer medicamento. Não se sabe se galsulfase é excretado no leite; portanto, deve-se interromper a amamentação durante o tratamento com NAGLAZYME. Converse com seu médico antes de usar qualquer medicamento. Uso pediátrico: Não há evidência de considerações especiais quando o NAGLAZYME for administrado à população pediátrica. Uma das questões essenciais consiste em tratar crianças, com idades inferiores a 5 anos, que sofram de uma forma grave da doença, embora não tenham sido incluídos no estudo principal de fase 3 doentes com idades inferiores a 5 anos. São limitados os disponíveis para pacientes com menos de 1 ano de idade. Uso geriátrico: Os estudos clínicos realizados com NAGLAZYME não incluíram pacientes com idade acima de 29 anos. Não se sabe se pacientes com mais idade teriam a mesma resposta. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Não foram conduzidos estudos com NAGLAZYME referente aos efeito s sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Esse medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    NAGLAZYME deve ser armazenado sob refrigeração (entre 2°C e 8°C). NÃO CONGELAR OU AGITAR ESTE MEDICAMENTO. PROTEGER DA LUZ. NAGLAZYME não deve ser usado após o prazo de validade informado na embalagem. Este produto não contém conservantes. A solução diluída deve ser usada imediatamente. Se o uso imediato não for possível, a solução diluída deve ser armazenada entre 2°C e 8°C. O armazenamento após a diluição não deve exceder 48 horas entre o momento do preparo e o término da administração. Não armazene a solução diluída à temperatura ambiente, a não ser durante a infusão. Antes de retirar NAGLAZYME do frasco, inspecione visualmente para verificar se há material particular e/ou alteração na coloração. A solução de NAGLAZYME deve ser transparente a levemente opalescente e incolor a amarelo claro. Pode haver algumas partículas translúcidas. A solução não deve ser utilizada caso apresente alteração na coloração ou se houver material particular. Após preparo, manter a solução diluída entre 2°C e 8°C por até 48 horas. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Seu médico ou enfermeira irá administrar NAGLAZYME em você. A dose que você irá receber é baseada no seu peso corporal. A dose recomendada é de 1 mg/kg de peso corporal, administrada uma vez por semana através de gotejamento na veia (infusão intravenosa). Cada infusão irá durar aproximadamente 4 horas. Durante a primeira hora a velocidade da infusão será lenta (aproximadamente 2,5% da solução total), sendo o volume de solução restante (aproximadamente 97,5%) administrado durante as próximas 3 horas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você perdeu uma infusão de NAGLAZYME, você deve entrar em contato com seu médico. Se você tiver dúvidas sobre o uso deste medicamento, converse com seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, NAGLAZYME pode causar reações adversas, embora estas não se manifestem em todas as pessoas. As reações adversas foram observadas principalmente durante a administração do medicamento aos pacientes ou logo após à infusão (“reações à infusão”). As reações adversas mais graves foram inchaço da face e febre (muito comuns); apneia (espaçamento anormal entre as respirações), dificuldade em respirar, asma e urticárias (comuns); e inchaço da língua e garganta e reações alérgicas graves ao medicamento (frequência desconhecida). Se você apresentar qualquer uma dessas reações, avise imediatamente seu médico. Poderá ser necessário o uso de outros medicamentos para prevenir uma reação alérgica (exemplo: anti-histamínico, e/ou corticosteroide) ou para reduzir a febre (antipirético), que devem ser administrados de 30 a 60 minutos antes do início da próxima infusão de NAGLAZYME. Os sintomas mais comuns de reações infusionais incluem febre, calafrios, erupção cutânea, urticária e falta de ar. As reações adversas mais comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) são: garganta inflamada, gastroenterite, reflexos deficientes, dor de cabeça, inflamação do olho (conjuntivite), visão turva, dificuldade de ouvir, hipertensão (pressão alta), congestão nasal, umbigo proeminente, vômito, náusea, coceira, dor (incluindo dor de ouvido, abdominal, articular e no peito) e mal-estar. As reações adversas comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) são: tremor, hipotensão (pressão arterial baixa), tosse, respiração ofegante e vermelhidão na pele. Outras reações de frequência desconhecida são: choque, formigamento, redução da frequência cardíaca, aumento da frequência cardíaca, pele azulada, palidez da pele, diminuição da oxigenação sanguínea, respiração acelerada. Se você apresentar qualquer um desses sintomas, ou outros sintomas que não encontram-se listados nesta bula, avise imediatamente o seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    NAGLAZYME é administrado sob supervisão de um enfermeiro ou médico, que irá verificar se foi administrada a dose correta e irá agir caso haja necessidade. Não existe documentação relativa à superdose com o uso de NAGLAZYME. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS: 1.7333.0001.001-6
    Farmacêutico Responsável: Eduardo Oliveira Thompson
    CRF-SP No. 14.568
    Registrado por: BioMarin Brasil Farmacêutica Ltda
    Rua James Joule No. 92; cj.: 42
    São Paulo, São Paulo
    CEP.: 04576-080
    CNPJ: 08.002.360/0001-34
    Serviço de Atendimento ao Cliente
    Telefone: 0800-722-0350
    Fabricado por: BioMarin Pharmaceutical Inc.
    105 Digital Drive
    Novato, CA 94949,
    Estados Unidos da América
    Importado e comercializado no Brasil por:
    BioMarin Brasil Farmacêutica Ltda
    Rua James Joule No. 92; cj.: 42
    São Paulo, São Paulo
    CEP.: 04576-080
    CNPJ: 08.002.360/0001-34

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    EACA®Balsâmico

    Ácido épsilon aminocapróico, benzoato de sódio, guaifenesina, cloreto de amônio.

    Apresentações:

    Xarope – frasco contendo 100 ml.
    VIA ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS

    Composição:

    Cada ml de xarope contém: ácido épsilon aminocapróico……………………25 mg
    benzoato de sódio ………………………………… 50 mg
    guaifenesina ……………………………………….. 10 mg
    cloreto de amônio ………………………………… 10 mg
    veículo(*) q.s.p. ……………………………………. 1 ml
    (*) veículo: sacarina, metilparabeno, essência de cereja, essência de framboesa, corante caramelo, xarope simples.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    EACA®Balsâmico destina-se à expectoração das secreções dos brônquios e ao alívio da tosse.

    Como este medicamento funciona?

    EACA®Balsâmico tem ação fluidificante, expectorante e anti-inflamatória. Desta forma, torna as secreções brônquicas menos espessas, facilita a eliminação dessas secreções e auxilia na redução dos processos inflamatórios brônquicos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    EACA® Balsâmico é contraindicado para pessoas com alergia aos componentes da fórmula.

    Uso durante a amamentação:

    Não foram realizados estudos específicos para determinar a segurança do uso de EACA®Balsâmico por mulheres que estejam amamentando e, também, não há informações sobre sua eliminação no leite materno. Portanto, EACA®Balsâmico é contraindicado para mulheres que estejam amamentando.

    Renais crônicos:

    Em pessoas com insuficiência renal crônica, o cloreto de amônio pode se acumular no organismo. Portanto, EACA®
    Balsâmico é contraindicado para pessoas com insuficiência renal crônica.

    Insuficiência hepática severa:

    EACA®Balsamico:
    Em pessoas com insuficiência hepática severa, o cloreto de amônio pode se acumular no organismo. Portanto, EACA ®Balsâmico é contraindicado para pessoas com insuficiência hepática severa.

    Distúrbios metabólicos:

    Por conter cloreto de amônio em sua fórmula, EACA®Balsâmico é contraindicado para pessoas com hiperamonemia (aumento da amônia no sangue) ou acidose metabólica (situação em que o sangue se torna mais ácido).

    Distúrbios da coagulação:

    Por conter ácido épsilon-aminocapróico em sua fórmula, EACA®Balsâmico, é contraindicado para pessoas que estejam apresentando, no momento, doenças caracterizadas pelo aumento da coagulação do sangue, como trombose, embolia ou coagulação intravascular disseminada, ou pela diminuição da circulação do sangue, como infarto, isquemia ou vasculopatia oclusiva aguda.

    Crianças com menos de 2 anos de idade:

    EACA®Balsâmico é contraindicado para crianças com menos de 2 anos de idade. Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e Advertências

    Gerais: Não há advertências ou recomendações especiais para o uso de EACA®Balsâmico nas doses recomendadas. Entretanto, por conter ácido épsilon-aminocapróico em sua fórmula, pessoas que já tiveram trombose, que tenham outras doenças que aumentam o risco para trombose ou que tenham familiares com trombose e pessoas que estejam eliminando sangue junto com a urina só devem usar EACA®Balsâmico com acompanhamento médico. Esta recomendação é importante porque o ácido épsilon-aminocapróico favorece a coagulação do sangue, podendo aumentar a frequência de tromboses ou coágulos na bexiga e rins.

    Uso durante a gravidez:

    Embora se tenha conhecimento do uso de seus componentes por mulheres grávidas, não foram realizados estudos específicos para determinar a segurança do uso de EACA®Balsâmico por Modelo de Texto de Bula: EACA Balsâmico.Mulheres grávidas. Portanto, mulheres grávidas só devem usar EACA®Balsâmico com acompanhamento
    médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Idosos:

    Pessoas idosas podem ter maior tendência para trombose. Portanto, pessoas idosas só devem usar EACA®Balsâmico
    com acompanhamento médico.

    Crianças com mais de 2 anos de idade:

    Não há advertências ou recomendações especiais para o uso de EACA®Balsâmico por crianças com mais de 2 anos de idade.

    Reação alérgica intensa (anafilaxia):

    Raramente pode ocorrer reação alérgica intensa (inchaço dos olhos, lábios e língua; vermelhidão / placas avermelhadas intensas, em todo o corpo, e/ou dificuldade para respirar). Entretanto, nesse caso, procure o Serviço Médico imediatamente. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas: EACA®Balsâmico não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    Até o momento, não existem relatos de casos de alteração dos efeitos de EACA®Balsâmico por outros medicamentos ou que ele altere o efeito de outros. Exames laboratoriais: EACA®Balsâmico pode alterar o resultado de exames, alterando a coloração do teste do ácido vanilmandélico, para dosagem de catecolaminas, ou promovendo resultado falso-elevado do ácido 5-hidroxiindolacético, em determinados testes para a dosagem da serotonina. Portanto, informe ao seu médico se você está fazendo uso de EACA®Balsâmico.

    Alimentos:

    Até o momento, não existem relatos de casos de alteração dos efeitos de EACA®Balsâmico por alimentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    EACA®Balsâmico, deve ser guardado na sua embalagem original, conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Nestas condições, este medicamento possui prazo de validade de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da data de fabricação. Número do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

    Características físicas e organolépticas:

    EACA®Balsâmico, é um líquido límpido de cor castanha, livre de partícula em suspensão. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo o medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de Uso: EACA®Balsâmico, deve ser usado na dose e horários receitados pelo seu médico.

    Adultos:

    Administrar 10 ml (uma colher de sobremesa), de quatro em quatro horas, a critério médico.

    Crianças:

    Crianças de 2 até 10 anos: Administrar 5 ml (uma colher de chá), de quatro em quatro horas, a critério médico.

    Insuficiência Renal:

    Este produto é contraindicado para pessoas com insuficiência renal crônica.

    Idosos:

    A dose para pessoas idosas pode ser a mesma recomendada para adultos mais jovens. Entretanto, com acompanhamento médico. (Ver PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS). Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar EACA®Balsâmico, no horário receitado pelo seu médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar a dose esquecida. O esquecimento da dose pode, entretanto, comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações adversas: De modo geral, EACA®Balsâmico é bem tolerado. Entretanto, as reações adversas observadas com o uso dos componentes de sua fórmula, por ordem de incidência, foram:
    • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas, vômitos e diarreia.
    • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça e reações alérgicas na pele (vermelhidão/placas avermelhadas, coceira).
    • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, redução do apetite e rinite ou asma alérgicas.
    • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica intensa (inchaço dos olhos, lábios e língua; vermelhidão/placas avermelhadas intensas, em todo o corpo, e/ou dificuldade para respirar). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe à empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Até o momento, não existem relatos de casos de superdosagem. Entretanto, é provável que os sintomas incluam náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e tontura. Nesse caso, procure o serviço médico imediatamente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    M.S nº 1.5651.0051
    Farm. Responsável: Ana Luísa Coimbra de Almeida
    CRF/RJ nº 13227
    Fabricado por: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA Ltda.
    Rua Jaime Perdigão, 431/445 – Ilha do Governador
    Rio de Janeiro – RJ – BRASIL
    CNPJ 05.254.971/0008-58
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Registrado Por: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA Ltda.
    Estrada Governador Chagas Freitas, 340 – Ilha do Governador
    Rio de Janeiro – RJ – BRASIL
    CNPJ 05.254.971/0001-81
    (LOGO) Serviço de Atendimento ao Cliente
    0800 282 9911
    www.zydusbrasil.com.br

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  • ecalta-é-indicado-para-o-tratameto-da-candidiaseEcalta®

    anidulafungina

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Ecalta®
    Nome genérico:  anidulafungina

    Apresentações:

    Ecalta® pó liofilizado de 100 mg embalagem contendo 1 frasco – ampola.
    Via de Administração: Somente Para Infusão Intravenosa.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada frasco – ampola de Ecalta® contém o equivalente a 100 mg de anidulafungina. Excipientes: frutose, manitol, polissorbato 80, ácido tartárico, hidróxido de sódio a, ácido clorídrico a. a = para ajuste de pH.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ecalta® (anidulafungina) é indicado para o tratamento da candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida ) invasiva em pacientes adultos, incluindo candidemia (presença do fungo Cândida infectando o sangue).

    Como este medicamento funciona?

    A anidulafungina é a substância ativa de Ecalta®. A anidulafungina pertence à classe de antifúngicos chamada de equinocandinas, utilizada para tratar infecções fúngicas graves, e é um lipopeptídeo (tipo de substância que aumenta a disponibilidade de outras substâncias insolúveis em água) sintetizado a partir de um produto da fermentação do Aspergillus nidulans (tipo de fungo). Ecalta® inibe seletivamente a enzima 1,3 – ? – D glucana sintase que é um componente essencial na parede das células dos fungos. Ecalta® demonstrou atividade fungicida (capaz de matar o fungo) contra espécies de Cândida (tipo de fungo) e atividade contra regiões do crescimento celular ativo da hifa (uma das formas do fungo) do Aspergillus fumigatus.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Ecalta® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) a anidulafungina, a outras equinocandinas (classe de antifúngicos)  (por exemplo, a caspofungina) ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Reações anafiláticas (reação alérgica grave), incluindo choque (reação alérgica grave, com queda da pressão arterial), foram reportadas devido ao uso de Ecalta®. Se estas reações ocorrerem, Ecalta® deve ser descontinuado e um tratamento apropriado deve ser administrado. Eventos adversos relacionados com infusão de Ecalta® foram reportados, incluindo: rash (vermelhidão da pele), urticária (alergia da pele), rubor (vermelhidão), prurido (coceira), dispneia (falta de ar), broncoespasmo (chiado no peito) e hipotensão (pressão baixa). Os eventos adversos relacionados à infusão são infrequentes quando a taxa de infusão da anidulafungina não excede 1,1 mg/minuto. Caso aja alteração nos testes que avaliam a função hepática (do fígado) ela deve ser monitorada periodicamente. Se for observada uma piora dessa função seu médico avaliará se os benefícios do uso de Ecalta® superam os riscos desse problema, ou não. Atenção: Ecalta® contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em diabéticos. Uso durante a Gravidez: Ecalta® não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que indicado pelo seu médico. Informe imediatamente seu médico se engravidar durante o tratamento com Ecalta®. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista. Uso durante a Lactação (amamentação): não se sabe se Ecalta® é excretado no leite materno humano, portanto Ecalta® só deve ser utilizado durante a amamentação após avaliação médica. Não foram realizados estudos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas. Não é recomendado o uso de Ecalta® em pacientes com idade inferior a 18 anos, a menos que o médico julgue que seu potencial benefício justifica o risco.

    Interações Medicamentosas:

    O uso concomitante dos medicamentos listados a seguir não demonstrou qualquer interação medicamentosa quando usados ao mesmo tempo que Ecalta®: ciclosporina, voriconazol, tacrolimos, anfotericina B lipossomal e rifampicina. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Ecalta® deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. Solução Reconstituída: se não utilizada imediatamente, a solução reconstituída deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C) por até uma hora. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução reconstituída de Ecalta® foi demonstrada por 1 hora a 5°C.Solução para Infusão: a solução para infusão deve ser armazenada entre 2 e 8°C e deve ser administrada dentro
    de 24 horas. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução para infusão de Ecalta® foi demonstrada por 24 horas a 5°C. Do ponto de vista microbiológico, Ecalta® deve ser utilizado imediatamente. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: sólido liofilizado branco a quase branco. Após Reconstituição: solução límpida incolor, essencialmente livre de material estranho.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de Usar: Ecalta® sempre será preparado e administrado por um médico ou por um profissional de saúde especializado. Somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a medicação. Ecalta® deve ser utilizado somente por infusão intravenosa (dentro da veia). Ecalta® deve ser reconstituído em água para injeção e ser subseqüentemente diluído com APENAS cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/ml (5%). A compatibilidade da anidulafungina reconstituída com substâncias intravenosas, aditivos ou medicamentos diferentes de cloreto de sódio para infusão 9 mg/ml (0,9%) ou de glicose para infusão 50 mg/ml (5%) não foi estabelecida. Instruções para Reconstituição: reconstitua assepticamente cada frasco-ampola com 30 ml de água para injeção para fornecer uma concentração de 3,33 mg/mL. A solução reconstituída deve ser límpida e livre de partículas visíveis. A solução reconstituída deve ser diluída dentro de 1 hora. Instruções para Diluição e Infusão: transfira assepticamente o conteúdo do frasco-ampola reconstituído em uma bolsa IV (ou frasco) contendo cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/ml  (5%), o que levará a uma solução com concentração de 0,77 mg/mL de anidulafungina. A tabela a seguir apresenta os volumes requeridos para cada dose. Diluição Requerida para Administração de Ecalta®. cloreto de sódio para infusão 9 mg/ml (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). B concentração da infusão de 0,77 mg/ml Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e descoloração antes da administração, sempre que a solução e a embalagem permitirem. Caso material particulado ou descoloração sejam identificados, descarte a solução. A taxa de infusão não deve exceder 1,1 mg/minuto (equivalente a 1,4 mL/minuto). Se a solução para infusão não for utilizada imediatamente, deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. A solução para infusão deve ser administrada dentro de 24 horas. Este medicamento é para uso único. Os resíduos devem ser descartados conforme regulamentação local.

    Incompatibilidades:

    Ecalta® não deve ser misturado ou coadministrado com outros medicamentos ou eletrólitos, com exceção dos mencionados anteriormente (vide item 6. Como devo usar este medicamento? – seção Modo de Usar ).

    Posologia:

    Cada frasco-ampola de Ecalta® contém 100 mg de anidulafungina e é apenas para dose única. Ecalta® deve ser administrado uma vez ao dia por infusão intravenosa. O tratamento é composto por uma dose de ataque de 200 mg no dia 1, seguida por dose de manutenção de 100mg ao dia até seu final. Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A terapia antifúngica deve continuar por no mínimo 14 dias após a última cultura positiva (presença de fungo no sangue). Uso na Insuficiência Renal e Hepática: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (falência da função do fígado) leve, moderada ou grave. Também não é necessário ajuste em pacientes com qualquer grau de insuficiência renal (falência da função dos rins), incluindo aqueles submetidos a diálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Nesse caso Ecalta® pode ser administrado independente do horário da hemodiálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente).Outras Populações Especiais: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes adultos com base no sexo, peso, raça, idade ou ao fato de ser portador do vírus HIV.Uso em Crianças e Adolescentes: a experiência em crianças é limitada. Até que dados adicionais estejam disponíveis, a utilização em pacientes com idade inferior a 18 anos não é recomendada, a menos que o potencial benefício justifique o risco. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha seu caso. Se você não receber uma dose deste medicamento, procure o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos relacionados ao Ecalta® estão listados a seguir e foram relatados com as frequências correspondentes a comum (? 1/100 – 1 em 100 infusões ou pacientes, ? 1/10 – 1 em 10 infusões ou pacientes) e incomum (? 1/1000 – 1 em 1000 infusões ou pacientes, < 1/100 – 1 em 100 infusões ou pacientes). Os eventos adversos relacionados à infusão de Ecalta® foram: rash, urticária, rubor, prurido, dispneia, broncoespasmo e hipotensão. Comum (? 1/100 e ? 1/10): trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), coagulopatia (alteração da capacidade de coagulação), hipercalemia (concentração superior ao normal de íons de potássio no sangue), hipocalemia (presença de concentração inferior ao normal de potássio no sangue), hipomagnesemia (concentração sanguínea inferior ao normal de magnésio), convulsão, cefaleia (dor de cabeça) , rubor, diarreia, elevação da quantidade de enzimas do fígado circulantes no sangue (gama-glutamiltransferase, fosfatase alcalina, aspartato aminotransferase ( AST ), alanina aminotransferase ( ALT ), rash, prurido, aumento da quantidade de bilirrubina (substância metabolizada no fígado, compondo a bile), elevação da creatinina no sangue (substância que é retirada do corpo pelo rim), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca) no eletrocardiograma. Incomum (? 1/1000 e < 1/100): fun-gemia (infecção fúngica disseminada pela corrente sanguínea), candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida ), colite (inflamação do cólon) causada por Clostridium
    , candidíase oral, trombocitemia (aumento do número de plaquetas no sangue), hiperglicemia (aumento da taxa de açúcar no sangue), hipercalcemia (concentração anormalmente elevada de compostos de cálcio no sangue), hipernatremia (concentração sanguínea anormalmente elevada de íons de sódio), dor nos olhos, perturbação visual, visão borrada, alterações no ritmo cardíaco (fibrilação atrial, arritmia sinus, extra-sístole ventricular, bloqueio do ramo direito ), trombose (formação de trombo – coágulo – dentro de um vaso sanguíneo), hipertensão (pressão alta), fogacho, dor abdominal superior, vômito, incontinência fecal, náusea, constipação (prisão de ventre), testes de função hepática anormais, colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), elevação das enzimas hepáticas e transaminases, urticária, prurido generalizado, dor nas costas, dor no local da infusão, elevação da amilase (enzima digestiva) no sangue, redução do magnésio no sangue, redução do potássio no sangue, eletrocardiograma anormal, elevação da lipase (enzima do pâncreas), elevação da contagem de plaquetas, elevação da ureia no sangue. Frequência desconhecida: bronco espasmo (chiado no peito), choque anafilático e reação anafilática. Na avaliação de segurança da população em estudos clínicos, os seguintes eventos adversos adicionais, todos incomuns ( ? 1/1000, < 1/100), foram observados: neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), anemia (insuficiência de hemoglobina nos glóbulos sanguíneos), hiperuricemia (aumento da concentração do ácido úrico no sangue), hipocalcemia (níveis anormalmente baixos de cálcio no sangue), hiponatremia (concentração. anormalmente baixa de íons de sódio no sangue), hipoalbuminemia (quantidade anormalmente pequena de albumina no sangue), hipofosfatemia (concentração anormalmente baixa de fosfatos no sangue), ansiedade, delírio, estado de confusão, alucinação auditiva, ansiedade, parestesia (dormência e formigamento), mielinólise ontina central (perda localizada de mielina, substância que envolve os neurônios, na metade da base da ponte, uma parte do cérebro), disgeusia (alteração do paladar), síndrome de Guillain-Barré (síndrome neurológica), tremor, alteração na percepção visual de profundidade, surdez unilateral, flebite (inflamação da veia), tromboflebite (inflamação venosa com formação de trombo–coágulo) superficial, hipotensão, linfangite (inflamação de vasos linfáticos), dispepsia (má digestão), boca seca, úlcera esofágica (lesão no esôfago), necrose hepática (morte de células do fígado), edema angioneurótico (reação de hipersensibilidade – alergia – que leva a um inchaço de todo o corpo), hiperidrose (suores excessivos), mialgia (dor muscular), monoartrite (inflamação de uma articulação – junta), insuficiência renal (parada das funções do rim), hematúria (eliminação de sangue na urina), pirexia (febre), calafrio, edema periférico (inchaço nos membros), reação no local da injeção, elevação da creatina fosfoquinase no sangue e da lactato desidrogenase (enzimas presentes em várias células do corpo) no sangue, redução na contagem de linfócitos. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Medidas de suporte gerais devem ser utilizadas quando necessário pelo seu médico. Ecalta® não é dialisável (ou seja, não é retirada pela diálise). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0219
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad
    – CRF- SP n° 43746
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070
    – Guarulhos–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Fabricado e Embalado por: Pharmacia & Upjohn Co.Kalamazoo, Michigan
    – EUA
    Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000
    –Itapevi
    –SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  • saciette-e-indicado-como-terapia-adjuvante-como-parte-de-um-programa-de-gerenciamento-de-perda-de-pesoSaciette®

    cloridrato de sibutramina monoidratado

    Identificação do Medicamento:

    Nome genérico: cloridrato de sibutramina monoidratado.

    Apresentações:

    Saciette® é apresentado na forma de cápsulas contendo 10mg e 15 mg de cloridrato de sibutramina monoidratado, armazenadas em embalagens contendo 30 e 60 cápsulas.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada cápsula de Saciette® 10 mg contém: cloridrato de sibutramina monoidratado …………………………………………………………………………………..10 mg excipientes * q.s.p………………………………………………
    ………………………………………………………………1 cápsula* celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio e lactose. Cada cápsula de Saciette® 15 mg contém: cloridrato de sibutramina monoidratado …………………………………………………………………………………..15 mg excipientes* q.s.p………………………………………………………………………………………………………………1 cápsula* celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio e lactose. Alerta: ler atentamente a bula para informações detalhadas; Esse medicamento é contraindicado em pacientes com índice de massa corpórea (IMC) menor que 30 Kg/m2; Esse medicamento é contraindicado em pacientes com história de doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, taquicardia, doença arterial obstrutiva periférica, arritmia ou doença cerebrovascular e pacientes com histórico de diabetes mellitus tipo 2 com pelo menos 1 outro fator de risco, mas sem histórico de doença de artérias coronarianas, doença cerebrovascular, ou doença vascular periférica preexistente; Em um estudo conduzido após aprovação do produto, com 10.744 pacientes com sobrepeso ou obesos, 55 anos de idade ou mais, com alto risco cardiovascular, tratados com sibutramina, observou-se aumento de 16% no risco de infarto do miocárdio não fatal, acidente vascular cerebral não fatal, parada cardíaca ou morte cardiovascular comparados com placebo (taxa de risco de 1,162 (IC 95% 1,029, 1,311; p=0,015).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Saciette® é indicado como terapia adjuvante como parte de um programa de gerenciamento de peso recomendado para pacientes com um índice de massa corpórea (IMC) maior ou igual a 30 kg/m2.

    Como este medicamento funciona?

    Saciette® é um medicamento de uso oral para o tratamento da obesidade (excesso de peso), que leva à perda de peso através de um duplo mecanismo: redução da ingestão de alimentos pelo aumento da saciedade e diminuição da fome; e prevenção do declínio do gasto energético que segue a perda de peso. Saciette® deve ser usado como parte de um programa de perda de peso, supervisionado pelo seu médico, que deve incluir uma dieta com redução de calorias e atividade física apropriada. Cada pessoa responde diferentemente ao tratamento com Saciette® quando usado como parte de um programa de perda de peso. Seu médico deverá ser notificado no caso de variações das respostas iniciais esperadas, para que ele possa reavaliar sua situação. Seu médico pode, por exemplo, indicar um aumento ou uma redução na dose de Saciette®, conforme necessidade. O medicamento pode ser detectado no sangue em concentração máxima após 3 horas da sua administração e após 14 a 16 horas pode ser detectado apenas 50% da dose absorvida. O tempo estimado para início do efeito terapêutico da medicação (perda de peso) é de no mínimo 15 dias, podendo haver variações individuais.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Saciette® é contraindicado para uso por: – Pacientes com histórico de diabetes mellitus tipo 2 com pelo menos 1 outro fator de risco, isto é, hipertensão (pressão alta) controlada por medicação, dislipidemia (aumento dos níveis de colesterol e/ou triglicérides), prática atual do tabagismo ou nefropatia diabética com evidência de microalbuminúria (perda anormal de proteína pelos rins); – Pacientes com história de doença arterial coronariana (angina, história de infarto do miocárdio), insuficiência cardíaca congestiva, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), doença arterial obstrutiva periférica, arritmia ou doença cerebrovascular (acidente vascular cerebral ou ataque isquêmico transitório); – Pacientes com hipertensão (pressão alta) controlada inadequadamente (> 145/90 mmHg) (ver “O que devo saber antes de usar este medicamento?”) Caso exista história de anorexia nervosa (transtorno alimentar), bulimia nervosa (vômitos auto-induzidos após a alimentação) ou outras desordens na alimentação, e conhecimento, intenção ou suspeita de gravidez e amamentação, o médico deverá ser informado para orientação cuidadosa. Além disso, epilepsia ou crises convulsivas prévias, glaucoma (doença ocular) e outras doenças também devem ser informadas. Saciette® deve ser utilizado com cautela em pacientes com glaucoma ou epilepsia. Causas orgânicas de obesidade (como por exemplo, hipotireoidismo não tratado) devem ser excluídas antes da prescrição de Saciette®. A sibutramina aumenta substancialmente a pressão arterial e/ou frequência cardíaca em alguns pacientes. A monitorização da pressão arterial e frequência cardíaca é necessária durante o tratamento com Saciette. Nos primeiros 3 meses de tratamento, a pressão arterial e a frequência cardíaca devem ser verificadas a cada 2 semanas. Entre 4 e 6 meses estes parâmetros devem ser verificados uma vez por mês e em seguida, periodicamente, a intervalos máximos de 3 meses. O tratamento deve ser descontinuado em pacientes que tenham um aumento, após duas medições consecutivas, da frequência cardíaca de repouso de ? 10 bpm ou pressão arterial sistólica/diastólica de ? 10 mmHg. Em pacientes hipertensos bem controlados, se a pressão arterial exceder a 145/90 mmHg em duas leituras consecutivas, o tratamento deve ser descontinuado (ver “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Em pacientes com a síndrome da apneia do sono (paradas curtas da respiração durante o sono), cuidados especiais devem ser tomados na monitorização da pressão arterial. Casos de psicose, mania, pensamentos suicidas e suicídio foram relatados em pacientes tomando sibutramina. Se estes eventos ocorrerem, o tratamento com sibutramina deve ser descontinuado. Casos de depressão foram relatados em pacientes tomando sibutramina. Se este evento ocorrer durante o tratamento com sibutramina, a descontinuação deve ser considerada.

    Hipertensão Pulmonar:

    Embora a sibutramina não tenha sido associada à hipertensão pulmonar (elevação da pressão na circulação pulmonar), determinados agentes redutores de peso de ação central que causam a liberação de serotonina nas terminações nervosas (mecanismo de ação diferente da sibutramina) foram associados à hipertensão pulmonar.

    Distúrbios Hemorrágicos:

    Em comum com outros agentes que inibem a recaptação de serotonina (por exemplo, sertralina e fluoxetina), existe um risco potencial no aumento de hemorragias em pacientes tomando sibutramina. Saciette® deve ser usado com cautela em pacientes com predisposição a hemorragias e aqueles que tomam concomitantemente medicamentos conhecidos por afetar a hemostasia e função plaquetária. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Cuidados e advertências para populações especiais.

    Sexo:

    Os dados disponíveis até o momento são relativamente limitados e não fornecem evidências de uma diferença clinicamente relevante nos efeitos da sibutramina em homens e mulheres.

    Pacientes idosos:

    Embora o perfil farmacocinético observado em indivíduos idosos sadios (idades entre 61 a 77 anos) não mostre diferenças que possam ser de relevância clínica em comparação ao observado em indivíduos sadios mais jovens, Saciette® é contraindicado em pacientes com idade superior a 65 anos (ver “Contraindicações”).

    Insuficiência renal:

    Saciette® deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência renal leve a moderada, e não deve ser utilizada em pacientes com insuficiência renal grave, incluindo pacientes em estágio avançado e que realizam diálise.

    Insuficiência hepática:

    Saciette® deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada, e não deve ser administrada em pacientes com insuficiência hepática grave.

    Uso em crianças:

    O Saciette® não deve ser usado em crianças e adolescentes (ver “Quando não devo usar este medicamento?”).

    Uso Durante a Gravidez e Lactação:

    Embora os estudos em animais tenham mostrado que a sibutramina não é teratogênica, a segurança do seu uso durante a gestação humana não foi estabelecida e, por esta razão, o emprego de Saciette® durante a gestação não é recomendado. Mulheres com potencial para engravidar devem empregar medidas de contracepção adequadas durante o tratamento com Saciette®. Informe ao seu médico se engravidar ou se pretende engravidar durante o tratamento.Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Período de Amamentação:

    Não é conhecido se a sibutramina ou seus metabólitos são excretados no leite materno, portanto, o emprego de Saciette® durante a lactação não é recomendado. Informe a seu médico se estiver amamentando. Este medicamento pode causar doping. Interações medicamentosas, alimentares e com testes laboratoriais Não é recomendado o uso de bebidas alcoólicas juntamente com Saciette®. Informe seu médico, especificamente, se estiver tomando ou se for tomar medicamentos como inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), medicamentos de ação central, inibidores da recaptação de serotonina, inibidores do cito-cromo P450 (cetoconazol, eritromicina e a cimetidina), agentes redutores do peso, descongestionantes nasais, antidepressivos, antitussígenos, antigripais, antialérgicos que contenham efedrina ou pseudoefedrina, medicamentos para enxaqueca ou outros medicamentos que não precisam de receita médica para serem adquiridos. O uso de Saciette® com estes medicamentos não é recomendado. Saciette® não altera a eficácia dos contraceptivos orais. Alterações reversíveis de enzimas hepáticas foram observadas nos testes laboratoriais em estudos clínicos. A presença de alimento no tubo digestório não altera a ação do medicamento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. Atenção: não armazenar este produto em locais quentes e úmidos (ex: banheiro, cozinha, carros etc). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Aspecto do Medicamento:

    Saciette® é apresentado na forma de cápsula gelatinosa dura, opaca, bicolor (azul/branco), preenchidas com pó granular fino branco a quase branco. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Saciette® deve ser utilizado apenas sob orientação médica. A dose inicial recomendada é de 1 cápsula de 10 mg por dia, administrada por via oral, ingeridas pela manhã, com um pouco de líquido, antes ou após a alimentação. Caso não ocorra perda de pelo menos 2 kg nas primeiras 4 semanas de tratamento, o médico deve reavaliar o tratamento, que pode incluir um aumento da dose para 15 mg ou a suspensão do tratamento com sibutramina. O tratamento deve ser suspenso em pacientes que não apresentarem perda de pelo menos 2kg após 4 semanas de tratamento com a dose de 15mg/dia. Sempre que houver mudança na dose proposta para o tratamento, deve-se ter atenção para o controle da frequência cardíaca e da pressão arterial Caso ocorra elevação de pressão arterial ou da frequência cardíaca, o médico deverá ser avisado. Doses acima de 15 mg ao dia não são recomendadas.Sibutramina deve ser administrada por período de até 2 anos. O tratamento deve ser suspenso em pacientes que não atingirem a perda de peso adequada, por exemplo, aqueles cuja perda de peso se estabiliza em menos que 5% do peso inicial ou cuja perda de peso após 3 meses do início da terapia for de menos que 5% do peso inicial. O tratamento deve ser suspenso em pacientes que readquirirem 3 kg ou mais após a perda de peso obtida anteriormente (ver “Advertências e Precauções”). Em pacientes com doenças associadas à obesidade, é recomendado que o tratamento com sibutramina
    somente seja mantido se a perda de peso gerada pelo medicamento estiver associada a outros benefícios clínicos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    No caso de esquecimento de uma dose, o comprimido deve ser ingerido em outro horário do mesmo dia, sem prejuízo do tratamento. Caso haja esquecimento de tomar o comprimido de Saciette®, a dose não deve ser dobrada no dia seguinte. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Durante estudos clínicos a maior parte das reações adversas relatadas ocorreu no início do tratamento com sibutramina (durante as primeiras quatro semanas). Sua gravidade e frequência diminuíram no decorrer do tempo e os efeitos, em geral, não foram graves, não levaram a descontinuação do tratamento e foram reversíveis. No caso de reações alérgicas, interrompa o tratamento com Saciette® e informe prontamente o ocorrido ao seu médico. Os efeitos adversos que podem estar relacionados à sibutramina estão dispostos por sistema de frequência (muito comuns > 1/10; comuns > 1/100 e < 1/10): Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Constipação (redução da frequência de evacuações), boca seca e insônia. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Taquicardia (aumento da frequência cardíaca), palpitações, aumento da pressão arterial/hipertensão, vasodilatação (vermelhidão, ondas de calor), náuseas, piora da hemorroida, delírios, parestesia (sensações na pele como frio, calor, formigamento, pressão), dor de cabeça, ansiedade, sudorese (suor intenso) e alterações do paladar. Aumento da Pressão Arterial e Frequência Cardíaca em Estudos Clínicos Comercialização. Foram observados um aumento médio da pressão arterial sistólica e diastólica de repouso na variação entre 2 – 3 mmHg e aumento médio na frequência cardíaca de 3 a 7 batimentos por minuto. Aumento superior da pressão sanguínea e frequência cardíaca foi observado em alguns pacientes. Aumentos clinicamente relevantes na pressão sanguínea e frequência cardíaca tendem a ocorrer no início do tratamento (nas primeiras 4 a 12 semanas). A terapia deve ser descontinuada nestes casos (ver “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Dados clínicos de estudos comercialização. Os seguintes eventos adversos foram observados em estudos clínicos para obesidade e na experiência de comercialização, e estão relacionados por órgão/ sistema: Sistema Hematológico e Linfático: trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas) Sistema Imunológico: foram relatadas reações de hipersensibilidade alérgica variando desde leves erupções cutâneas e urticária até angioedema (inchaço e vermelhidão similar a urticária, porém por baixo da pele) e anafilática (reações alérgicas diversas). Transtornos Psiquiátricos: foram relatados casos de psicose, mania, ideias suicidas e suicídio em pacientes tratados com sibutramina. Se algum destes eventos ocorrer com o tratamento de sibutramina, o medicamento deverá ser descontinuado. Casos de depressão foram observados em pacientes tratados com sibutramina. Se este evento ocorrer durante o tratamento com sibutramina, deve-se considerar a descontinuação do tratamento. Sistema Nervoso: convulsões, alteração transitória de memória recente. Distúrbios Oculares: turvação visual. Distúrbios Cardíacos: fibrilação atrial (tipo de arritmia cardíaca). Sistema Gastrointestinal: diarreia e vômitos. Pele e Tecido Subcutâneo: alopecia (redução total ou parcial de pelos), erupções cutâneas e urticária. Rins/Alterações Urinárias: retenção urinária e nefrite intersticial aguda (redução da função renal). Sistema Reprodutor: ejaculação a normal (orgasmo), impotência, distúrbios do ciclo menstrual, metrorragia (sangramento do útero fora do ciclo menstrual normal). Alterações Laboratoriais: aumentos reversíveis das enzimas hepáticas. informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A experiência de superdosagem com sibutramina é limitada. Os efeitos adversos comumente associados à superdosagem são taquicardia (aumento da frequência cardíaca), hipertensão (pressão alta), dor de cabeça e tontura.
    O tratamento deve consistir no emprego de medidas gerais para o manuseio da superdosagem: monitorização respiratória, caso haja necessidade; monitorização cardíaca e dos sinais vitais, além das medidas gerais de suporte. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS 1.1013.0253
    Farmacêutica Responsável: Valéria Medeiros Miqueloti
    CRF/SP
    nº 51.263
    Fabricado por: Glenmark Generics Ltd. – Colvale, Goa, Índia.
    Sob licença de: Glenmark Pharmaceuticals Ltd.
    Importado por: Glenmark Farmacêutica Ltda.
    Rua Frei Liberato de Gries, 548 São Paulo-SP
    CNPJ- 44.363.661/0001-57

    Venda Sob Prescrição Médica.

    O Abuso Deste Medicamento Pode Causar Dependência

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  • recalpex-e-indicado-no-tratamento-dos-estados-de-hipovitaminose-do-complexob-e-suas-manifestaçõesRecalpex

     

    Identificação do Medicamento:

    Recalpex, Cloridrato de tiamina,Fosfato sódico riboflavin, Cloridrato de piridoxina, Cianocobalamina, Nicotinamida
    Dexpantenol.

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Solução Oral – Frasco com 150 ml.
    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO
    “Contém 0,4% de etanol”
    Composição: Cada 15 ml de solução oral contém: * Adulto **Criança ***Criança **** Criança
    Cloridrato de tiamina (vit. B1) …………….. 15,00 mg 6.250 % 9.000% 7.500% 5.000%
    Fosfato sódico riboflavina (vit. B2)………. 2,00 mg 769,233% 1.200% 1.000% 666,67%
    Cloridrato de piridoxina (vit. B6) ………… 4,95 mg 1.903,85% 2.970% 2.970% 1.485%
    Cianocobalamina (vit. B12)………………… 49,95 mcg 10.406,25% 16.650% 12.487,50% 8.325%
    Nicotinamida (vit. B3)……………………….. 45,00 mg 1.406,25% 2.250% 1.687,50% 1.125%
    Dexpantenol (vit. B5) ……………………… 12,675 mg 1.353,80% 2.030,54% 1.353.69% 1.015,27%
    Veículo q.s.p………………………………………… 15,00 ml
    Veículo: sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, álcool etílico, benzoato de sódio, EDTA dissódico, essência de laranja e água purificada. IDR – Ingestão Diária Recomendada
    * *Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para adulto.
    ** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças (valores calculados em relação a faixa etária de 1 a 3 anos).
    *** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças (valorescalculados em relação a faixa etária de 1 a 3 anos).
    *** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças (valores calculados em relação a faixa etária de 4 a 6 anos).
    **** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças
    (valores calculados em relação a faixa etária de 7 a 10 anos).

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento é indicado? 

    RECALPLEX é indicado no tratamento dos estados de hipovitaminoses do complexo B e suas manifestações:
    anemias carenciais devidas a dietas restritivas e inadequadas no período de gestação e aleitamento para crianças em fase de crescimento. É importante que sua alimentação seja adequada, balanceada e contenha as fontes de nutrientes necessárias para o organismo.

    Como este medicamento funciona? 

    RECALPLEX possui em sua fórmula diversos componentes do Complexo B, corrigindo de maneira completa e rápida, quadros clínicos decorrentes de carência de alguns de seus elementos. As vitaminas do complexo B, como quase todas as vitaminas, não podem ser produzidas pelo organismo, portanto, devem ser ingeridas através de uma alimentação balanceada.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Contra-Indicação:
    Não são conhecidas, até o momento, contra-indicações do uso do produto. Entretanto, o uso de RECALPLEX deve ser evitado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da fórmula ou em presença de insuficiência renal. Pacientes parkinsonianos em tratamento com levodopa não devem tomar este produto. A associação levodopa com beserazida ou cardiodopa não sofrem interferência dessa vitamina. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Informe ao médico se estiver amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Precauções:
    O produto é em geral, bem tolerado, porém não deve ser utilizado em casos de alergia a qualquer um dos componentes da fórmula. A piridoxina ( vitamina B6 ), em doses altas e períodos prolongados, pode ocasionar neuropatia sensorial. Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante ou após o tratamento. Informe ao médico se estiver amamentando. Este medicamento contém álcool.

    Advertências:
    A alteração da coloração amarela da urina devido à presença da vitamina B2 ( riboflavina ) no RECALPLEX, não é
    prejudicial à saúde.
    Pacientes idosos:
    Não existem restrições do uso em pacientes idosos, desde que respeitadas as condições gerais do paciente e as
    precauções do produto.

    Interações Medicamentosas:
    Medicamentos contento salicilatos, colchicina, aminoglicosídeos, clorafenicol, anticonvulsivantes, assim como suplementos de potássio, podem diminuir a absorção intestinal de vitamina B12. O uso concomitante de carbamazepina e nicotinamida ( vitamina B3 ) pode causar um aumento da quantidade de carbamazepina no sangue.
    Pacientes parkinsonianos em tratamento com levodopa não devem tomar este produto. A associação levodopa com
    beserazida ou carbidopa não sofre interferência dessa vitamina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, e como por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser conservado em sua embalagem original em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Armazenado nestas condições o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação indicada na embalagem. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas e organolépticas do produto: Solução límpida de coloração amarela, isenta de partículas estranhas, com sabor e odor característico de laranja. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das criança.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia
    Crianças: 2 a 3 colheres de sopa (15 ml) diariamente, ou segundo prescrição médica.
    Adultos: 3 a 5 colheres de sopa (15 ml) diariamente, ou segundo prescrição médica.
    RECALPLEX deve ser ingerido com água ou um pouco de líquido.
    Cuidados de administração: Tomar o medicamento de preferência durante as refeições.
    Durante o tratamento, recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do
    farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a
    necessidade de suplementação. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações-Adversas:
    RECALPLEX geralmente é muito bem tolerado, porém reações alérgicas é relacionadas a sensibilidade aos componentes da fórmula não são impossíveis de ocorrer. Caso ocorram reações desagradáveis com o uso do produto, informe seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém tomar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Superdosagem:
    Não há relatos de superdosagem com RECALPLEX.
    Não existe antídoto específico. A ingestão de grande quantidade de RECALPLEX deve ser tratada com a imediata eliminação do produto, através da indução do vômito e lavagem gástrica. Além disso, quando indicado, devem ser tomadas medidas auxiliares de apoio, tais como reposição de fluidos e eletrólitos, manutenção das vias aéreas livres e monitorização do funcionamento dos órgãos vitais. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

    III – DIZERES LEGAIS

    Registro MS 1.0715.0035.001-5
    Farm. Resp.: Wilson Colombo – CRF – SP nº 7.878 Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica Cazi Química Farmacêutica Indústria e Comércio Ltda.
    Rua Antônio Lopes, 17 – Jandira – SP
    CEP 06612-090 – Tel. (11) 4707-5155
    CNPJ nº 44.010.437/0001-81
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800-7706632
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em ( 20/06/2011)

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