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     Zoltec® Fluconazol

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Zoltec®
    Nome genérico: fluconazol

     Apresentação:

    Zoltec®solução para infusão intravenosa de 2 mg/mL em embalagens contendo 6 bolsas plásticas com 100 mL
    (Sistema Viaflex). VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAVENOSA (SOLUÇÃO PARA INFUSÃO – SISTEMA VIAFLEX)
    SISTEMA FECHADO – SOLUÇÃO PARA INFUSÃO INTRAVENOSA.
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada mL da solução para infusão intravenosa de Zoltec® contém o equivalente a 2 mg de fluconazol.
    Excipientes: cloreto de sódio e água para injeção.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Zoltec®(fluconazol) solução para infusão intravenosa é indicado para o tratamento de infecções fúngicas causadas pelos seguintes fungos:
    1-Cryptococcus neoformans , incluindo as infecções na meninge (membrana que envolve o sistema nervoso
    central, cérebro e medula), pulmões e pele em pacientes sem e com imunossupressão (alteração do sistema de
    defesa), tais como os portadores do vírus HIV e os submetidos a transplantes de órgãos. Zoltec® também está
    indicado para o tratamento de manutenção que previne a recidiva (recaída na doença, depois de achar que já
    estava curado) da infecção por esse fungo em portadores do vírus HIV.
    2- membros do gênero Candida, incluindo as infecções sistêmicas (em todo o organismo) e na mucosa (membrana que reveste os órgãos) em pacientes com e sem imunossupressão, internados em unidades de terapia intensiva ou em tratamento citotóxico (tóxico para as células, geralmente usados para o tratamento de câncer). Zoltec®
    é indicado para a profilaxia (prevenção) de infecções fúngicas em pacientes com imunossupressão devido
    à infecção pelo vírus HIV e pelo tratamento (quimioterapia ou radioterapia) de doenças malignas (tumores).

     Como este medicamento funciona?

    Zoltec® impede o crescimento de fungos por inibir que esses microrganismos sintetizem compostos (esteroides)
    necessários à sua sobrevivência. Se não houver melhora nos sintomas após alguns dias, procure seu médico.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Zoltec® não deve ser utilizado se você tem hipersensibilidade (alergia) ao fluconazol ou a compostos azólicos
    (classe química do fluconazol) ou ainda, a qualquer componente da fórmula. Não tome Zoltec® com terfenadina
    (medicamento antialérgico), cisaprida, astemizol, eritromicina, pimozida e quinidina, porque pode ser perigoso e
    provocar alterações do ritmo do coração. Para mais informações, leia as questões “ 4. O que devo saber antes de
    usar este medicamento? ” e “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você possui doenças graves, como problemas cardíacos, dos rins e/ou fígado, comunique o seu médico antes
    de iniciar o tratamento com Zoltec®. Pacientes portadores do vírus HIV têm mais chances de desenvolver reações na pele e alergias. Caso apareça alguma lesão, pare de tomar o medicamento e procure o médico. Zoltec® é metabolizado (transformado para ser excretado) pelo fígado, o que aumenta os riscos de problemas nesse órgão. Se aparecerem sintomas como náuseas, vômitos e icterícia – coloração amarelada da pele – avise imediatamente o seu médico. Insuficiência (redução da função) adrenal (suprarenal) tem sido relatada em pacientes recebendo outros azóis (por exemplo, cetoconazol). Casos reversíveis de insuficiência adrenal foram relatados em pacientes recebendo fluconazol. Informe imediatamente o seu médico em caso de suspeita de gravidez. O uso durante a gravidez deve ser
    evitado, exceto em pacientes com infecções fúngicas graves ou potencialmente fatais, nas quais o Zoltec®
    pode ser usado se o benefício superar o possível risco para o feto. Devem ser consideradas medidas contraceptivas
    eficazes nas mulheres em idade fértil que devem continuar durante todo o período de tratamento e durante
    aproximadamente uma semana (5 a 6 meia-vidas) após a dose final. Houve relatos de aborto espontâneo e
    anormalidades congênitas em lactentes cujas mães foram tratadas com 150 mg de Zoltec® como dose única ou
    repetida no primeiro trimestre. Zoltec® é encontrado no leite materno, portanto só deve ser usado por mulheres que estejam amamentando sob orientação médica. A amamentação não é recomendada após o uso repetido ou após altas doses de fluconazol. Os benefícios para o desenvolvimento e saúde da amamentação devem ser considerados junto com a necessidade clínica da mãe por Zoltec® e quaisquer potenciais efeitos adversos na criança amamentada a partir de Zoltec® ou a partir de condições maternas fundamentais. Avise seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Ao dirigir veículos ou operar máquinas deve-se levar em consideração que ocasionalmente podem ocorrer tonturas ou convulsões. Sempre avise ao seu médico sobre todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa: – anticoagulantes (por exemplo, varfarina): o uso com Zoltec® pode intensificar a ação dessas medicações aumentando o risco de sangramentos; – benzodiazepínicos podem ter sua concentração no sangue aumentada, assim como seus efeitos psicomotores (na coordenação dos movimentos e no nível de consciência);
    – cisaprida, astemizol, pimozida, quinidina, eritromicina e terfenadina são contraindicados para uso concomitante
    com Zoltec®. Podem gerar alterações do ritmo cardíaco; – celecoxibe e ciclosporina podem ter sua concentração sanguínea (quantidade da medicação no sangue) aumentada; – tacrolimo usado com Zoltec® pode resultar em nefrotoxicidade (lesões nos rins); – amiodarona administrada concomitantemente com Zoltec® pode aumentar o prolongamento intervalo do QT. Deve-se ter cautela se o uso concomitante de Zoltec® e amiodarona for necessário, especialmente com alta dose de Zoltec® (800mg); – hidroclorotiazida pode aumentar as concentrações sanguínea
    s (quantidade da medicação no sangue) de fluconazol; – teofilina: o uso com fluconazol pode aumentar as concentrações sanguíneas (quantidade da medicação no sangue) de teofilina; – tofacitinibe, voriconazol, fenitoína, zidovudina, saquinavir, sirolimo, alcaloides da vinca, metadona, carbamazepina, antidepressivos tricíclicos
    (como a amitriptilina, por exemplo), anti-inflamatórios não esteroidais, bloqueadores do canal de cálcio, losartana,
    fentanila, halofantrina e outros medicamentos metabolizados (transformados) pelo fígado podem ter sua concentração sanguínea aumentada; – ciclofosfamida usada com Zoltec® pode aumentar a quantidade de creatinina (substância produzida pelo rim) e bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado); – alfentanila usada com Zoltec®
    pode ter redução em sua eliminação; – medicamentos inibidores da HMG-CoA redutase (p.ex.: sinvastatina, atorvastatina) usados com Zoltec® podem aumentar o risco do paciente evoluir com dor muscular (miopatia) e morte das células musculares (rabdomiólise); – inibidores moderados de CYP3A4, tais como o Zoltec®, aumentam as concentrações plasmáticas (no sangue) de olaparibe. O uso concomitante não é recomendado. Se a combinação não puder ser evitada, limitar a dose de olaparibe a 200 mg duas vezes ao dia. – Zoltec® aumenta o metabolismo
    da prednisona quando utilizados concomitantemente; – vitamina A usada com Zoltec® aumenta o risco de pseudotumor intracraniano (aumento da pressão dentro do crânio, sem lesão), que reverte com a suspensão dos medicamentos; – rifabutina usada com Zoltec® pode gerar lesões nos olhos chamadas uveítes; – rifampicina pode reduzir a quantidade de Zoltec® no sangue; – sulfonilureias (medicamento usado para reduzir a quantidade de glicose – açúcar – no sangue) usadas com Zoltec® podem ter o tempo de duração dos seus efeitos aumentados.
    Para mais informações, leia as questões “ 3. Quando não devo usar este medicamento? ” e “8. Quais os males que
    este medicamento pode me causar?”. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a
    sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Zoltec® solução para infusão intravenosa, apresentado em bolsas plásticas (Sistema Viaflex), deve ser mantido
    em temperatura entre 5 e 25°C. A infusão não deve ser congelada ou exposta ao calor excessivo. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
    Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução incolor
    , clara, essencialmente livre de matéria estranha.

     Como devo usar este medicamento?

    Zoltec® solução para infusão intravenosa deve ser injetado na veia através de infusão. A dose diária de Zoltec®
    solução para infusão intravenosa deve ser baseada na natureza e gravidade da infecção fúngica (causada por fungos). Isto deve ser decidido pelo seu médico. Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: o médico pode precisar ajustar a dose de acordo com a capacidade de filtração dos rins. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como Zoltec® solução para infusão intravenosa é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de
    tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se o paciente não receber uma dose deste medicamento, o médico deve redefinir a programação do tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião
    -dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os seguintes efeitos indesejáveis foram observados e relatados durante o tratamento com Zoltec® com as
    seguintes frequências: Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    : cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, diarreia, náuseas (enjoos), vômitos, aumento de algumas substâncias do fígado no sangue (alanina aminotransferase, aspartato aminotransferase, fosfatase alcalina) e rash cutâneo
    (vermelhidão da pele). Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, sonolência, convulsões, tontura, parestesia (dormência e formigamento), alteração do sabor, vertigem
    (tontura), dispepsia (má digestão), flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), boca seca, colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares), aumento da bilirrubina (substância produzida pelo fígado), prurido (coceira), urticária (alergia da pele), aumento da sudorese (transpiração), erupção medicamentosa (aparecimento de lesões na pele devido ao uso do medicamento), mialgia (dor muscular), fadiga (cansaço), mal-estar, astenia (fraqueza) e febre. Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agranulocitose (desaparecimento da célula de defesa granulócito), leucopenia (redução de células de defesa – leucócitos – no sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), anafilaxia (reação alérgica grave), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), hipertrigliceridemia (aumento da quantidade de triglicérides – um tipo de gordura –no sangue), hipercolesterolemia (colesterol alto), hipocalemia (redução da quantidade de potássio no sangue), tremores,
    Torsade de Pointes, prolongamento QT (alterações do ritmo do coração), toxicidade hepática (do fígado), incluindo casos raros de fatalidades, insuficiência hepática (falência da função do fígado), necrose hepatocelular (morte de células do fígado), hepatite (inflamação do fígado), danos hepatocelulares (lesões das células do fígado), necrólise epidérmica tóxica (destruição e morte de células da pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), pustulose exantematosa generalizada aguda (aparecimento de lesões vermelhas e cheias de pús na pele), dermatite esfoliativa (descamação da pele), edema facial (inchaço no rosto), alopecia (perda de
    cabelo). Reações com frequências não conhecidas (não podem ser estimadas a partir de dados disponíveis): reação ao medicamento com eosinofilia (aumento do número de eosinófilos, que são células sanguíneas de defesa a
    infecções) e sintomas sistêmicos (de vários órgãos e/ou tecidos) (DRESS). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    O uso de doses muito altas de Zoltec® pode causar alucinações e comportamento paranoide (sensação de
    perseguição). Quando ocorrer uso de quantidade excessiva de Zoltec® procure rapidamente socorro médico. O tratamento sintomático poderá ser adotado, com medidas de suporte , diurese forçada e hemodiálise se necessário.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais

    MS– 1.2110.0424
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904- São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado por: Baxter Hospitalar Ltda.
    São Paulo – SP
    OU Fabricado por: Baxter Hospitalar Ltda.
    São Paulo – SP
    Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501,km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi– SP
    Indústria Brasileira
    Sistema Viaflex –
    Marca Registrada de Baxter International Inc.

    USO RESTRITO A HOSPITAIS. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  • Sem categoria 03.06.2014 No Comments

    omegaven-é-destinado-a-suplementação-de-nutrição-parental-com-acidos-graxos-omega-3Omegaven®

    100 mg/ mL
    Emulsão injetável
    Omegaven® óleo de peixe

    Forma farmacêutica e apresentações:

    Emulsão injetável – 100 mg/ mL
    Frasco de vidro com 50 mL ou 100 mL
    Caixa com 10 frascos de vidro com 50 ou 100 mL
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 100 ml contém: óleo de peixe altamente refinado 10,0 g (10%) contendo: ácido eicosapentaenóico (EPA) 1,25 – 2,82 g, ácido docosahexaenóico (DHA) 1,44 – 3,09 g, ácido mirístico 0,1 – 0,6 g, ácido palmítico 0,25 – 1,0 g, ácido palmitoléico 0,3 – 0,9 g, ácido esteárico 0,05 – 0,2 g, ácido oléico 0,6 – 1,3 g, ácido linoléico 0,1 – 0,7 g, ácido linolênico, ? 0,2 g,ácido octadecatetraenóico 0,05 – 0,65 g, ácido eicosaenóico 0,05 – 0,3 g, ácido araquidônico 0,1 – 0,4 g, ácido docosaenóico ? 0,15 g, ácido docosapentaenóico 0,15 – 0,45 g racealfatocoferol 0,015 – 0,0296 g,Excipientes q.s.p 100,0 mL, Excipientes: glicerol, lecitina de ovo, hidróxido de sódio, oleato de sódio e água para injeção. Energia total: 470 kJ/100 mL = 112 kcal/100 mL Valor de pH: 7,5 a 8,7,Acidez de titulação: < 1 mmol HCl/L, Osmolaridade teórica: 273 mOsm/L.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado à suplementação de nutrição parenteral com ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa, especialmente o ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexaenóico, quando a nutrição oral ou enteral é impossível, insuficiente ou contraindicada.

    Como este medicamento funciona?

    Os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa em Omegaven® são parcialmente incorporados no plasma e nos lipídios teciduais. O ácido docosahexaenóico é um importante elemento estrutural nos fosfolipídios da membrana, enquanto o ácido eicosapentaenóico é um precursor na síntese de uma classe especial de eicosanóides (prostaglandinas, tromboxanos, leucotrienos e outros mediadores lipídicos). O aumento da síntese dessas substâncias mediadoras derivadas do ácido eicosapentaenóico pode ajudar a promover efeitos antiagregantes e anti inflamatórios, e está associada com efeitos imunomoduladores. O óleo de peixe utilizado é um triglicéride puro. O racealfatocoferol é adicionado ao óleo de peixe como um antioxidante durante a última etapa de fabricação e a fim de aumentar a estabilidade da matéria-prima. A quantidade eliminada de triglicerídeos oxidados é inferior a 1,5 %, não havendo prejuízo à saúde. A quantidade de lecitina de ovo é limitada a 12g/L de emulsão, visto que quantidades maiores poderiam aumentar o conteúdo de fósforo e colesterol no soro, o que é fisiologicamente indesejável. O glicerol contido em Omegaven® destina-se à produção de energia através da glicólise ou é re-esterificado junto com os ácidos graxos livres no fígado para formar triglicerídeos. O glicerol também é utilizado para isotonizar e estabilizar a emulsão óleo-em-água. Omegaven® contém também fosfolipídios do ovo, que são hidrolisados ou incorporados nas membranas celulares, onde são esse nciais para a manutenção da integridade da membrana.

    Propriedades farmacocinéticas:

    As partículas lipídicas infundidas com Omegaven® são similares aos quilomicrons fisiológicos em tamanho e eliminação. Em voluntários sadios do sexo masculino, foi calculada uma meia-vida de triglicerídios para Omegaven de 54 minutos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado em casos de: – Comprometimento do metabolismo lipídico – Distúrbios hemorrágicos graves – Diabetes mellitusinstável. Certas afecções agudas e fatais à vida, tais como: – Colapso e choque – Infarto do miocárdio recente – Acidente vascular cerebral – Embolia – Estado de coma não definido Contraindicações gerais para nutrição parenteral: – Hipocalemia – Hiperidratação – Desidratação hipotônica – Metabolismo instável – Acidose. Devido à falta de estudos clínicos, Omegaven® não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal ou hepática graves. Omegaven® não deve ser usado em prematuros, recém-nascidos, bebês e crianças, devido à experiência limitada. Omegaven® não deve ser administrado a pacientes alérgicos à peixe ou à proteína do ovo.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O nível de triglicérides séricos deve ser monitorizado diariamente. Devem ser regularmente realizadas avaliações nos perfis de glicose sangüínea, metabolismo ácido-básico, eletrólitos séricos, equilíbrio hídrico, hemograma e tempo de sangramento em pacientes tratados com anticoagulantes. A concentração de triglicérides séricos não deve exceder 3 mmol/L durante a administração de emulsões gordurosas.

    Gravidez e lactação:

    Não há evidência sobre a segurança desta medicação durante a gravidez ou amamentação. Esta medicação não deve ser usada durante a gravidez ou a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiâo-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A infusão de Omegaven® pode causar prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Portanto, Omegaven® deve ser administrado com cautela em pacientes que requerem tratamento com anticoagulantes, mesmo com relação a uma possível redução de anticoagulantes. Quando Omegaven® for administrado com outras soluções de infusão (p.ex., soluções de aminoácido,) através de uma linha comum de infusão (desvio, tubo Y), a compatibilidade das soluções/emulsões deve ser assegurada.

    Incompatibilidades:

    Podem ocorrer incompatibilidades durante a adição de cátions polivalentes, por exemplo, cálcio, especialmente quando combinado com heparina. Omegaven® pode ser assepticamente misturado com emulsões lipídicas, bem com vitaminas lipossolúveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura não superior a 25º C. Não congelar. A estabilidade química e física em uso das misturas contendo Omegaven® foi demonstrada durante 24 horas a 25º C. Do ponto de vista microbiológico, misturas com emulsões lipídicas ou emulsões lipídicas contendo vitaminas lipossolúveis devem ser utilizadas imediatamente. Caso não sejam utilizadas imediatamente, o tempo de armazenamento em uso e as condições antes do uso são de responsabilidade do usuário. Somente se a preparação for realizada em condições assépticas validadas e controladas, as condições de armazenamento podem ser baseadas nos dados de estabilidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. megaven® é uma emulsão branca e homogênea. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia: A medicação deve ser administrada exclusivamente pela via que consta em bula, sob o risco de danos de eficácia terapêutica. Dose diária 1 mL até no máx. 2 mL de Omegaven/kg = 0,1 g até no máx. 0,2 g de óleo de peixe/kg = 70 mL até no máx. 140 mL de Omegaven ® para um paciente 70 kg. Velocidade máxima de infusão: A velocidade de infusão não deve exceder 0,5 mL de Omegaven® /kg/hora, correspondendo a 0,05 g de óleo de peixe/kg /hora. A velocidade de infusão máxima deve ser estritamente seguida, caso contrário pode ser observado um aumento acentuado na concentração de triglicérides séricos. Omegaven® deve ser administrado simultaneamente com outras emulsões lipídicas. Com base na ingestão total diária de lipídios recomendada de 1 – 2 g/kg,, a porção de óleo de peixe de Omegaven® deve constituir 10 – 20% dessa ingestão.

    Método de administração:

    Para infusão por meio da veia central ou periférica. Agitar antes de usar. Duração da administração.A duração da administração não deve exceder 4 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Este medicamento é de uso restrito a hospitais. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): a infusão de Omegaven® pode levar a prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Em casos raros, os pacientes podem apresentar gosto de peixe na boca. Efeitos indesejáveis observados durante a administração de emulsões lipídicas: – Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal, náusea, vômito, elevação na temperatura corporal,tremores, calafrios, cansaço, hipertrigliceridemia e dor de cabeça; – Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia, hemólise, reticulocitose, reações anafiláticas,aumento transitório no teste de função hepática, priapismo, rash, urticária e efeitos circulatórios (p. ex. aumento / redução da pressão arterial). Devem ser observados possíveis sinais de sobrecarga metabólica. A causa pode ser genética (metabolismos individualmente diferentes) e relacionada a diferentes doenças prévias com rapidez variada e após diferentes doses, mas esses sinais têm sido observados principalmente com o uso de emulsões lipídicas de semente de algodão. A sobrecarga metabólica pode causar os seguintes sintomas: – Hepatomegalia com ou sem icterícia; – Uma alteração ou redução de alguns parâmetros de coagulação (p.ex., tempo de sangramento, tempo de coagulação, tempo de protrombina, contagem de plaquetas); – Esplenomegalia; – Anemia, leucopenia, trombocitopenia; – Sangramentos e tendência a sangramento; – Testes de função hepática anormais;
    – Febre ; – Hiperlipidemia; – Cefaléia, dores de estômago, fadiga; – Hiperglicemia. Caso esses efeitos colaterais ocorram ou no caso do nível de triglicérides durante a infusão de lipídios aumentar acima de 3 mmol/L, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida com posologia reduzida. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do qua a indicada deste medicamento?

    Pode ocorrer superdose levando à síndrome de sobrecarga lipídica quando o nível de triglicérides durante a infusão de lipídios eleva-s
    e acima de 3 mmol/L, acentuadamente, como resultado de velocidade muito rápida de infusão, ou cronicamente, nas velocidades de infusão recomendadas em associação com uma alteração na condição clínica do paciente, por exemplo, comprometimento da função renal por infecção. A superdose pode levar a efeitos colaterais. Nesses casos, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida em dose reduzida. A administração de lipídios também deve ser interrompida se ocorrer um aumento acentuado nos níveis de glicose sangüínea durante a infusão de Omegaven®. Uma superdose grave de Omegaven®, sem administração simultânea de uma solução de carboidrato, pode levar à acidose metabólica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S.
    1.0041.9942
    Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia
    CRF-SP 34871
    Fabricado por: Fresenius Kabi Austria GmbH
    Graz – Áustria
    Importado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda
    Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
    CNPJ: 49.324.221/0001-04
    SAC: 0800 704 3855
    Uso restrito a hospitais
    Venda sob prescrição médica
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/01/2013

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  • anadron-indicado-no-tratamento-de-cancer-de-prostata

    Anandron

    nilutamida

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimidos de 50 mg
    Caixa com 50 e 60 comprimidos
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido de 50 mg contém:
    nilutamida…………………………………………………………………………50 mg
    excipientes q.s.p…………………………………………………………………1 comprimido
    (amido de milho, lactose, povidona, docusato sódico, estearato de magnésio e talco).

    Informação ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: ANANDRON (nilutamida) é um medicamento à base de nilutamida, indicado no tratamento de câncer de próstata. O medicamento é rápido e totalmente absorvido, quando sua administração se faz segundo as orientações médicas. Cuidados de armazenamento: ANANDRON (nilutamida) deve ser conservado ao abrigo da luz, umidade e calor excessivo (temperatura acima de 40ºC).

    Prazo de validade:

    Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Não utilize medicamentos com prazo de validade vencido, pode ser prejudicial à sua saúde.

    Cuidados de administração:

    Siga corretamente a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper ou modificar o tratamento sem conhecimento do seu médico, a fim de evitar a interrupção do bloqueio dos hormônios masculinos e conseqüentemente a piora da patologia básica.

    Reações adversas:

    Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dificuldade de adaptação visual ao escuro, dificuldade em respirar, tosse, dor no tórax, febre, náuseas, vômitos, impotência, diminuição do desejo sexual,ondas de calor, aumento do tamanho das mamas, intolerância ao álcool, bem como quaisquer outros sinais ou sintomas.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Informe seu médico caso você esteja utilizando fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diapezam, teofilina e antagonistas de vitamina K.
    Pode ocorrer intolerância ao álcool durante tratamento com ANANDRON (nilutamida), o que pode resultar em reações como mal-estar e rubor facial.

    Contra-indicações e precauções:

    ANANDRON (nilutamida) é contra-indicado aos pacientes que apresentam hipersensibilidade a nilutamida ou aos demais componentes da fórmula, problemas respiratórios ou hepáticos. Devido as suas indicações, ANANDRON (nilutamida) não deve ser prescrito para o tratamento de mulheres e crianças. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    Informe ao seu médico caso você tenha problemas respiratórios ou hepáticos. Informe também ao seu médico caso você apresente sintomas como: náusea, vômito, dor abdominal, bem como outros sinais ou sintomas. Durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve-se evitar a ingestão de álcool. Condutores de veículos e operadores de máquinas devem ser advertidos sobre o risco de alterações visuais e intolerância ao álcool quando da ingestão de nilutamida.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informação Técnica:

    Farmacodinâmica:

    ANANDRON (nilutamida) é um antiandrogênio específico não esteroidal.

    Farmacocinética:

    Administração de dose única:A absorção da nilutamida é rápida e completa. Circula essencialmente na forma inalterada.A sua ligação às proteínas plasmáticas (não saturável) é de 80-84%. No sangue, a nilutamida liga-se 36% aos eritrócitos.Estudos metabólicos em homens mostram que a nilutamida sofre biostransformação quase que total; 5 metabólitos foram identificados na urina, sendo que os quatro mais extensivos são os derivados aminados e hidroximetilados.A meia-vida de eliminação da nilutamida varia de 38-60 horas em indivíduos sadios e pacientes recebendo doses únicas de ANANDRON (nilutamida) de 100 mg a 300 mg. A eliminação de metabólitos é longa (55-126 horas). A nilutamida é eliminada principalmente por via renal na forma de conjugados do ácido glicurônico e de sulfato. A proporção de fármaco inalterado na urina é insignificante.

    Administração de doses múltiplas:

    O estado de equilíbrio é obtido entre 2 a 4 semanas, sem que se observe acúmulo do produto. As concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio são proporcionais às doses administradas e não estão relacionadas aos níveis de creatinina sérica ou ao número de administrações diárias.Após administração de 150 mg e 300 mg/dia de nilutamida foram obtidas concentrações plasmáticas de 3,5 + 0,2 mg/mL e 6,6 + 0,5 mg/mL, respectivamente.

    Indicação:

    Bloqueio da ação estimulante dos androgênios em câncer de próstata com invasão local e/ou metástases em co-prescrição com a castração cirúrgica ou química.

    Contra-Indicações:

    ANANDRON (nilutamida) está contra-indicado aos pacientes que apresentam hipersensibilidade a nilutamida ou aos demais componentes da fórmula. Também é contra-indicado aos pacientes que apresentam insuficiência hepática ou respiratória severas. Devido às suas indicações, ANANDRON (nilutamida) não deve ser prescrito para o tratamento de mulheres ou crianças.

    Precauções e Advertências:

    Em caso de piora da intensidade da dispnéia em pacientes com insuficiência respiratória o tratamento deve ser interrompido, recomendando-se a realização imediata de radiografia torácica. Avaliações das funções respiratória e hepática devem ser realizadas em todos os pacientes antes do início do tratamento. Os mesmos deverão ser orientados para comunicarem imediatamente ao médico quaisquer sintomas respiratórios ou sugestivos de alteração hepática. Em caso de aparecimento de dispnéia durante o tratamento, o mesmo deve ser interrompido, devendo-se realizar radiografia torácica. Em caso de ocorrência de pneumonite intersticial, o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser descontinuado. Em caso de insuficiência respiratória aguda deve-se recorrer imediatamente a uma unidade especializada, a fim de se realizar investigações e tratamento. Pode-se considerar a administração de corticóides em pacientes com problemas severos de troca de gases.
    Em caso de aparecimento de sinais ou sintomas clínicos indicativos de hepatite (náusea, vômito, dor abdominal ou icterícia), os níveis de transaminases (TGP/TGO) devem ser monitorizados. Se os níveis ultrapassarem três vezes o limite superior da normalidade, o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser descontinuado. Caso ocorram manifestações de intolerância como mal-estar e rubor facial, a ingestão de álcool deve ser evitada durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida). Síndrome da retirada do antiandrogênio: em pacientes sob tratamento com antiandrogênio que se apresentam com doença progressiva, a descontinuação do tratamento com antiandrogênio pode estar associada à resposta de eliminação. Efeito sobre a habilidade de dirigir veículos ou realizar tarefas que requeiram atenção: condutores de veículos e operadores de máquinas devem ser advertidos sobre o risco de alterações visuais e intolerância ao álcool quando da ingestão de nilutamida.

    Gravidez:

    Não relevante neste caso, visto que a indicação de nilutamida é para câncer de próstata.

    Lactação:

    Não relevante neste caso, visto que a indicação de nilutamida é para câncer de próstata.

    Interações Medicamentosas:

    Devido à sua ação sobre certas enzimas microssomais, ANANDRON (nilutamida) pode reduzir o metabolismo hepático de algumas substâncias como: antagonistas da vitamina K, fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diazepam e teofilina. Como resultado, os níveis plasmáticos destes fármacos ou de outros com metabolismo similar podem ser aumentados e, portanto, pode ser necessário realizar ajuste posológico.
    Quando antagonistas de vitamina K são administrados concomitantemente à nilutamida, os testes de coagulação sangüínea devem ser monitorizados (tempo de protrombina, RNI) e a dose de antagonistas da vitamina K deve ser ajustada, se necessário.
    Pode ocorrer intolerância ao álcool durante tratamento com nilutamida (ocorrendo reações do tipo mal-estar e rubor facial).

    Reações Adversas:

    Efeitos Visuais: foram relatadas reações de dificuldade de adaptação ao escuro (em aproximadamente 25% dos pacientes), sendo que raramente foi necessária a interrupção do tratamento. Estes sintomas, geralmente de intensidade moderada, podem diminuir ou desaparecer durante o tratamento, sendo reversíveis quando da interrupção do mesmo. O uso de óculos escuros pode diminuir tais sintomas. Efeitos Respiratórios: Foi relatada pneumonite intersticial com uma incidência de 1-2% nos estudos clínicos, sendo que o início ocorre geralmente nos três primeiros meses de tratamento. Os pacientes apresentam-se tipicamente com dispnéia progressiva e possivelmente tosse, dor torácica e/ou febre. Alterações intersticiais ou alvéolo-intersticiais são demonstradas por Raio-X. Muito raramente a pneumonite pode ser manifestada abruptamente ou progredir para insuficiência respiratória aguda (ver item Precauções). A descontinuação precoce de ANANDRON (nilutamida) com ou sem corticóides resulta tipicamente na regressão dos sintomas. Efeitos Hepáticos: foram relatados aumentos possivelmente transitórios nas transaminases durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida). Raramente ocorreram casos de hepatite do tipo mista ou hepatocelular e de hepatite fulminante, em casos isolados (ver item Precauções). Efeitos Hematológicos: muito raramente ocorreram casos de anemia aplástica, embora não esteja estabelecida uma relação com nilutamida. Efeitos Gastrintestinais: foram relatados náuseas e vômitos.
    Efeitos Endócrinos: foram relatados casos de impotência, diminuição da libido, ondas de calor, ginecomastia, sudorese e alopecia, como conseqüência do efeito terapêutico esperado. Intolerância ao álcool: mal-estar e rubor facial.

    Posologia:

    O tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser iniciado desde a castração, seja ela medicamentosa ou cirúrgica.A dose de ataque é de 300 mg/dia durante 4 semanas. Após este período, adotar a dose de manutenção de 150 mg/dia.A dose de manutenção pode ser adotada precocemente em caso de aparecimento de efeitos indesejáveis, particularmente de natureza digestiva e visual.

    Superdosagem:

    A utilização de doses superiores a 300 mg/dia, pode resultar em efeitos indesejáveis, tais como: alterações digestivas (náusea e vômito) e/ou vertigens, que cessam com a redução da dose ou interrupção do tratamento.

    Pacientes Idosos:

    Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes idosos.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS 1.1300.0212
    Farm Resp.: Antonia A. Oliveira
    CRF-SP: 5.854
    Fabricado por:
    Cardinal Health France 429 S.A.S.
    17, rue de Pontoise
    95520 OSNY – França
    Importado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda
    Rua Conde Domingos Papais, 413
    Suzano -SP
    CEP 08613-010
    C.N.P.J.: 02.685.377/0008-23
    IB250902F
    Atendimento ao Consumidor: 0800-703-0014
    www.sanofi-aventis.com.br
    N.º Lote, Data de Fabricação e Vencimento: vide cartucho

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  • Belara® comprimidos revestidos
    acetato de clormadinona e etinilestradiol

     

    APRESENTAÇÕES

    Comprimidos revestidos de 2 mg de acetato de clormadinona e 0,03 mg de etinilestradiol em embalagem com 1 cartela com 21 comprimidos.
    USO ORAL E USO ADULTO

     

    COMPOSIÇÃO

    Cada comprimido revestido contém 2 mg de acetato de clormadinona e 0,03 mg de etinilestradiol. Excipientes: amido, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, macrogol 6000,óxido de ferro vermelho, povidona, propilenoglicol, talco.

     

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE

     

    Belara® é indicado como anticoncepcional.

     

    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

    Belara® é um anticoncepcional hormonal que deve ser tomado por via oral que, ao ser tomado da forma indicada nesta bula, inibe a ovulação e previne a gravidez. Ocorre, também, modificação do muco cervical, com consequente redução da migração e alteração da motilidade dos espermatozoides. Quando Belara® é utilizado corretamente como contraceptivo, a chance de você engravidar é de 0,04% a cada ano
    de uso. A possibilidade de engravidar aumenta com o uso incorreto. A proteção contraceptiva tem início no primeiro dia de tomada e continua durante os intervalos de 7 dias livres de medicação. Os anticoncepcionais orais que contém 2 hormônios como Belara®, são também chamados de “contraceptivo oral combinado”(COC). Os 21 comprimidos presentes na embalagem possuem a mesma quantidade de hormônio e, portanto Belara® também é chamado de “preparação monofásica”. Anticoncepcionais orais como Belara®, não irão proteger você contra AIDS (infecção por HIV) ou outra doença sexualmente transmissível. Medidas como uso de camisinhas poderão ajudar na sua proteção contra essas doenças.

    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
    Antes de você começar a tomar Belara®, seu médico fará exames ginecológicos e gerais, descartará a possibilidade de gravidez e, baseando nas contraindicações e precauções, decidirá se o uso de Belara® é apropriado para você. Enquanto você estiver tomando o Belara®, esse exame deverá ser realizado anualmente, ou a critério de seu médico. você não deve usar Belara® se estiver grávida ou achar que está grávida;
    se você for alérgica (hipersensível) às substâncias ativas etinilestradiol ou acetato de clormadinona ou a qualquer um dos componentes do   Belara®;- se você observar os primeiros estágios ou sinais de um coágulo sanguíneo, inflamação das veias ou embolismo,como dor aguda súbita, dor no peito ou sensação de rigidez no peito; – se você for forçada a ficar parada por um longo período (por exemplo, descanso restrito à cama ou devido a uma imobilização com molde de gesso) ou se você pretender realizar uma cirurgia (pare de tomar o Belara® por, pelo menos, quatro semanas antes da data programada da cirurgia); se você tiver diabetes e o seu açúcar sanguíneo variar incontrolavelmente ou se você tiver alterações nos vasos sanguíneos;  se você tiver pressão alta difícil de controlar ou se sua pressão aumentar consideravelmente (valores constantemente acima de 140/90 mmHg);  se você tiver um distúrbio de coagulação do sangue (por exemplo, deficiência de proteína C); se você sofrer de inflamação do fígado (por exemplo, devido a um vírus) ou icterícia e seus valores hepáticos ainda não tiverem retornado ao normal;
    se você tiver coceira em todo o corpo ou sofrer de um distúrbio de fluxo da bile, especialmente se isso tiver ocorrido durante uma gravidez anterior ou tratamento com estrógenos;  se a bilirrubina (um produto da degradação de pigmento do sangue) em seu sangue estiver elevada, por exemplo,devido a um distúrbio de excreção congênito (síndrome de Dubin-Johnson ou de Rotor);se você tiver um tumor no fígado ou tiver tido algum anteriormente; se você tiver dor intensa no estômago, fígado aumentado ou observar sinais de sangramento no abdome;
    – se ocorrer porfiria (distúrbio do metabolismo do pigmento do sangue) pela primeira vez ou houver recorrência;
    – se você tiver ou tiver tido, ou se você for suspeita de ter um tumor maligno dependente de hormônios, por exemplo, câncer de mama ou útero;
    – se você sofrer de distúrbios graves do metabolismo de gorduras;
    – se você sofrer ou tiver sofrido de inflamação do pâncreas e isso estiver associado a aumento intenso das gorduras no sangue (triglicérides);
    – se você estiver sofrendo de enxaqueca pela primeira vez;
    – se você sofrer de dor de cabeça incomum, intensa, frequente ou de longa duração;
    – se você sofrer ou tiver sofrido de enxaqueca acompanhada de distúrbios de sensação, percepção e/ou movimento (enxaqueca complicada ou “enxaqueca com aura”);
    – se você tiver distúrbios da percepção repentinos (visão ou audição);
    – se você tiver distúrbios de movimento (principalmente, sinais de paralisia);
    – se você observar piora de crises epilépticas;
    – se você sofrer de depressão grave;
    – se você sofrer de um determinado tipo de surdez (otosclerose) que se tornou pior durante gestações anteriores;
    – se por algum motivo desconhecido você não menstruar;
    – se você tiver crescimento excessivo anormal da camada interior do útero (hiperplasia endometrial);
    – se por algum motivo desconhecido, ocorrer sangramento da vagina. Se uma dessas condições ocorrer durante a administração do Belara®, pare imediatamente de tomá-lo.Você não deve continuar tomando Belara® ou deve parar de tomá-lo imediatamente, se tiver um grave risco ou
    muitos riscos de distúrbios de coagulação sanguínea.

     

    O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

     

    Tabagismo

    O fumo (tabagismo) aumenta o risco de efeitos adversos graves ao coração e aos vasos sanguíneos durante o uso com anticoncepcionais. Esse risco aumenta com a idade e o consumo de cigarros, sendo muito pronunciado em mulheres acima dos 35 anos. As mulheres acima dos 35 anos, fumantes devem utilizar outros métodos contraceptivos.

     

    Pressão alta

    Tome cuidado em especial durante o uso de Belara® se você tiver pressão alta, níveis anormalmente elevados de gordura no sangue, sobrepeso ou diabetes. Nesses casos, o risco de efeitos adversos graves com o uso de contraceptivos orais combinados (como ataque cardíaco, embolismo, derrame ou tumores no fígado) está aumentado.

     

    Fatores de risco

    Se um dos fatores de risco a seguir se aplicar a você ou um deles aparecer ou se tornar piorar enquanto você estiver tomando Belara®, consulte imediatamente seu médico. Ele decidirá se você pode continuar tomando Belara® ou se deve parar de tomá-lo.
    – Bloqueio dos vasos sanguíneos ou outras doenças dos vasos sanguíneos
    Há evidência de que o risco de coágulos sanguíneos nas veias e artérias aumenta se você usar contraceptivos orais.
    Isso pode possivelmente causar ataque cardíaco, derrame, trombose venosa profunda e embolismo pulmonar. No entanto, esses eventos são raros durante a administração de contraceptivos orais. O risco de um coágulo de sangue bloquear as veias (tromboembolismo) é maior se forem usados contraceptivos orais combinados do que se não forem tomados. O risco adicional é maior durante o primeiro ano em que um COC é usado. O aumento do risco com o uso de um COC é inferior ao risco durante a gravidez, em que o risco estimado é de 60 casos por 100.000 gestações. Em 1 a 2% dos casos o bloqueio dos vasos é fatal. Não se tem conhecimento de como Belara® influencia o risco de tromboembolismo venoso, quando comparado com outros contraceptivos orais combinados.

     

    Consulte seu médico assim que possível se você observar sintomas de trombose ou embolismo pulmonar, como:

    – dor e/ou edema (inchaço) nos braços ou nas pernas;
    – dor intensa repentina no peito que pode ou não se irradiar para o braço esquerdo;
    – falta repentina de ar, tosse repentina de causa desconhecida;
    – dor de cabeça inesperada intensa ou de longa duração;
    – perda parcial ou total da visão, visão dupla, dificuldades de falar ou encontrar as palavras certas;
    – tontura, colapso (em alguns casos, juntos com uma crise epiléptica)
    – fraqueza repentina ou dormência considerável em um lado do corpo ou parte do corpo;
    – problemas de movimento;
    – dor repentina e insuportável no abdome.
    Se você observar um aumento na frequência ou intensidade de ataques de enxaqueca durante a administração do Belara® (que podem indicar um distúrbio no suprimento de sangue para o cérebro), consulte seu médico assim que possível. Ele poderá orientá-lo para parar de tomar imediatamente o Belara®.

     

    O risco de bloqueio dos vasos é aumentado pelos seguintes fatores:

    – idade;
    – tabagismo;
    – um histórico de bloqueio dos vasos na família (por exemplo, seus irmãos, irmãs ou pais tiveram trombose quando eram jovens). Se isso se aplicar a você, antes de você começar a tomar Belara®, seu médico poderá encaminhá-lo para um especialista (por exemplo, para verificar sua coagulação sanguínea);
    sobrepeso considerável, ou seja, índice de massa corporal acima de 30 kg/m²;
    – alteração anormal em proteínas e gorduras do sangue (disliproteinemia);
    – pressão alta;
    – doença de válvula cardíaca;
    – distúrbios do ritmo cardíaco (fibrilação atrial);
    – longos períodos de descanso, cirurgias de grande porte, lesões graves ou cirurgias nas pernas. Nesses casos,você deve informar seu médico assim que possível. Ele(a) orientará você para parar de tomar o Belara® pelo menos quatro semanas antes da cirurgia e lhe dirá quando você poderá começar a tomá-lo de novo (geralmente duas semanas depois você começar a caminhar novamente);
    – outras doenças afetando a circulação do sangue como diabete, lúpus eritematoso sistêmico (uma doença do sistema imunológico), síndrome hemolítico-urêmica (uma doença do sangue que danifica os rins), doença de Crohn ou colite ulcerativa (inflamação crônica do intestino) e anemia de células falciformes (doença do sangue). O tratamento adequado dessas doenças pode reduzir o risco de bloqueio dos vasos sanguíneos.

     

    Câncer

    Alguns estudos mostram que há um fator de risco paraer câncer de colo de útero, se mulheres cujo colo de útero estiver infectado por um determinado vírus transmitido sexualmente (HPV – papilomavírus humano) tomarem a pílula por muito tempo. No entanto, não está claro em que extensão esses resultados são afetados por outros fatores (por exemplo, diferenças no número de parceiros sexuais ou uso de métodos contraceptivos mecânicos). Os estudos relataram um risco levemente aumentado de câncer de mama em mulheres que estão atualmente
    usando COCs. Durante o curso de 10 anos após parar o uso de COC, esse risco aumentado retorna gradualmente ao risco de base relacionado à idade. Como o câncer de mama é raro em mulheres com menos de 40 anos de idade, o número em excesso de diagnósticos de câncer de mama em usuárias atuais e recentes de COC é menor em relação ao risco total de câncer de mama. Em casos raros ocorreram tumores no fígado benignos e mais raramente malignos, após o uso de contraceptivos orais. Esses podem causar hemorragia interna grave. Na hipótese de dor intensa na região do estômago que não desapareça por conta própria, você deve consultar seu médico.

     

    Outras Doenças

    Muitas mulheres têm um leve aumento na pressão arterial ao tomar contraceptivos orais. Se a sua pressão arterial for consideravelmente elevada ao usar o Belara®, seu médico orientará você a parar de tomar o Belara® e prescreverá um medicamento para abaixar a sua pressão. Assim que sua pressão arterial tiver retornado ao normal,você poderá começar a tomar Belara® novamente. Se você tiver sofrido de herpes durante uma gravidez prévia, isso poderá recorrer durante o uso de um contraceptivo oral. Se você tiver um determinado distúrbio nos valores de gordura no sangue (hipertrigliceridemia) ou isso tiver ocorrido em sua família, haverá um risco aumentado de uma inflamação do pâncreas. Se você tiver distúrbios agudos ou crônicos da função hepática, seu médico poderá lhe dizer interromper o uso de Belara® até que seus valores hepáticos retornem ao normal. Se você tiver sofrido de icterícia durante uma gravidez prévia ou ao usar um contraceptivo oral e isso reaparecer, seu médico orientará você a interromper o uso Belara®. Se você for diabética e sua glicose estiver sob controle e você tomar o Belara®, seu médico examinará você atentamente enquanto você estiver tomando Belara®. Pode ser necessário alterar seu tratamento para a diabetes.
    Manchas marrons incomuns podem aparecer em sua pele (cloasma), especialmente se você as tiver tido durante uma gestação anterior. Se você souber que tem uma predisposição, você deverá evitar a luz ultravioleta ou solar direta enquanto estiver tomando o Belara®.
    – Doenças que podem ser afetadas negativamente (supervisão médica especial também é necessária): se você sofrer de epilepsia; esclerose múltipla; cãibras musculares graves (tetania); enxaqueca; asma; se você tiver coração ou rins fracos; se você sofrer de Coreia de Sydenhams; for diabético; tiver uma doença no fígado; sofrer de distúrbios do metabolismo de gorduras; distúrbios do sistema imunológico; se você tiver consideravelmente acima do peso; tiver pressão alta; endometriose (o tecido que reveste a cavidade do seu útero, denominada endométrio, que está fora desta camada de revestimento); se você tiver veias varicosas ou inflamação das veias; tiver problemas de coágulos sanguíneos; doença nas mamas (mastopatia); se você tiver tido tumores benignos (mioma) do útero; tiver tido herpes (herpes gestacional) em uma gestação anterior; sofrer de depressão; sofrer de inflamação crônica do intestino (doença de Crohn, colite ulcerativa).

     

    Consulte seu médico se você tiver ou tiver tido anteriormente uma das doenças anteriores ou se uma delas ocorrer
    enquanto você estiver tomando o Belara®.

     

    Eficácia

    Se você não tomar regularmente o contraceptivo, tiver vômitos ou diarreia após a administração ou tomar determinados medicamentos ao mesmo tempo, o efeito contraceptivo poderá ser afetado. Em casos muito raros,distúrbios metabólicos podem prejudicar a eficácia contraceptiva.
    Mesmo se você tomar contraceptivos orais corretamente, isso não poderá garantir o controle total da concepção. A administração dos anticoncepcionais orais, incluindo o Belara®, não protege contra infecções por HIV (AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

     

    Sangramentos irregulares

    Especialmente nos primeiros meses do uso de contraceptivos orais, poderá ocorrer sangramento irregular da vagina (sangramento de escape/“spotting”, ou seja, perda se sangue fora do período esperado). Se esse sangramento irregular continuar ocorrendo durante três meses ou recorrer após ciclos anteriormente regulares, consulte seu médico. O “spotting” também pode ser um sinal de que o efeito contraceptivo está reduzido. Em alguns casos, o sangramento de privação poderá estar ausente após Belara® ter sido tomado por 21 dias. Se você tiver tomado Belara® de acordo com as instruções, é improvável que você esteja grávida. Se Belara® não foi tomado como instruído antes e o sangramento de privação estiver ausente pela primeira vez, a gravidez deve ser totalmente descartada antes da continuação do uso. Efeitos na capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas Não se sabe se os contraceptivos orais combinados sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas.

    Gravidez e amamentação
    Belara® não é indicado durante a gravidez. Se você ficar grávida enquanto estiver tomando Belara®, você deverá parar imediatamente de tomá-lo. Se você toma Belara® deverá se lembrar que a produção de leite poderá ser reduzida e sua qualidade ser afetada. Quantidades muito pequenas das substâncias ativas passam para o leite. Contraceptivos orais como o Belara® devem ser tomados apenas depois que você parar de amamentar. Informações importantes sobre um dos componentes do Belara®. O Belara® contém lactose monoidratada. Se você tiver sido informada por seu médico de que você tem intolerância a alguns açúcares, contate seu médico antes de tomar Belara®.

     

    Interações medicamentosas

    Informe seu médico ou farmacêutico se você estiver tomando ou tiver tomado recentemente outros medicamentos,incluindo medicamentos obtidos sem prescrição. O efeito contraceptivo de Belara® pode ser afetado se você tomar outras substâncias ativas ao mesmo tempo. Entre
    esses medicamentos estão aqueles para o tratamento de epilepsia (como carbamazepina, fenitoína e topiramato),para o tratamento de tuberculose (por exemplo, rifampicina, rifabutina), determinados antibióticos, como ampicilina,tetraciclinas e griseofulvina, barbitúricos, barbexaclona, primidona, modafinila, determinados medicamentos para o tratamento de infecção por HIV (por exemplo, ritonavir) e preparações contendo Erva de São João (Hypericum perforatum). Medicamentos que estimulam o movimento intestinal (por exemplo, metoclopramida) e carvão ativado podem afetar a absorção das substâncias ativas do Belara®. Você não deve tomar medicamentos fitoterápicos contendo a Erva de São João junto ao Belara®. Se você estiver tomando um medicamento com uma das substâncias ativas anteriores (exceto a Erva de São João) ou
    começar a tomar algum, você poderá continuar tomando Belara®. Durante o tratamento com esses medicamentos,você deverá usar métodos contraceptivos de barreira (por exemplo, preservativos). Se você tomar esses medicamentos, você também deverá usar métodos contraceptivos de barreira por, pelo menos, 7 ou até 28 dias após o término do tratamento. Se for necessário tratamento por um longo prazo com as substâncias ativas mencionadas anteriormente, você deverá usar métodos contraceptivos não hormonais. Peça orientação ao seu médico ou farmacêutico.
    Se o uso concomitante do medicamento ultrapassar o término dos comprimidos da cartela de COC, você deverá começar a próxima cartela na sequência, sem fazer o intervalo de comprimidos. Informe seu médico se você estiver tomando insulina ou outros medicamentos para abaixar a glicose. A dose desses medicamentos poderá precisar ser alterada. Ao usar contraceptivos orais, a excreção de diazepam, ciclosporina, teofilina ou prednisolona poderá ser reduzida,resultando em um efeito dessas substâncias ativas que poderá ser maior e mais duradouro. O efeito de preparações contendo clofibrato, paracetamol, morfina ou lorazepam poderá ser reduzido se tomadas ao mesmo tempo. Lembre-se de que os detalhes acima também se aplicam se você tiver tomado uma dessas substâncias ativas logo antes de começar a tomar o Belara®.
    Alguns exames laboratoriais relativos às funções hepáticas, adrenais e tireoide, determinadas proteínas do sangue,metabolismo de carboidratos e coagulação do sangue podem ser afetados pela administração de Belara®. Portanto,antes de realizar um exame de sangue, informe seu médico que você está tomando o Belara®. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     

    ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

    Os comprimidos de Belara® devem ser conservados em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

     

    Aspecto físico

    Os comprimidos de Belara® são redondos, biconvexos, de cor rosa-pálido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     

    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Como para todos os inibidores da ovulação, erros de tomada e de método podem ocorrer e, portanto, não pode se separar 100% de eficácia do método.

     

    Posologia

    Você deve tomar um comprimido de Belara® todos os dias, durante 21 dias, no mesmo horário, como por exemplo,logo antes do horário de dormir. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros. Após este período, uma pausa de 7 dias deve ser respeitada, reiniciando-se uma nova cartela no 8º dia.

     

    Como usar

    Na posição da cartela marcada com o dia da semana correspondente (por exemplo, “Dom” para domingo) pressione para fora o primeiro comprimido e tome-o sem mastigar. Você deverá tomar um outro comprimido todo dia na direção da seta, se possível no mesmo horário, de preferência à noite. Se possível, o intervalo entre a ingestão de dois comprimidos deverá ser sempre de 24 horas. Os dias impressos na cartela permitem que você verifique todos os dias se tomou o comprimido para aquele dia específico. Tome um comprimido diariamente por 21 dias consecutivos. Após isso, há uma pausa de sete dias. Normalmente,dois a quatro dias após tomar o último comprimido deverá começar o sangramento de privação semelhante ao seu período menstrual. Após a pausa de sete dias, continue tomando os comprimidos da próxima cartela do Belara®, não importando se o sangramento tiver parado ou não.

     

    Quando você pode começar a tomar o Belara®:

     

    – Se você não tiver tomado contraceptivos orais antes (durante o último ciclo menstrual):
    Tome o seu primeiro comprimido do Belara® no primeiro dia do seu próximo período menstrual. A contracepção se inicia no primeiro dia da administração e dura, inclusive, até a pausa de sete dias. Se seu período já tiver sido iniciado, tome o primeiro comprimido do segundo ao quinto dia da sua menstruação,não importando se o seu sangramento já tiver parado ou não. No entanto, nesse caso, durante os primeiros sete
    dias de administração (regra dos sete dias), você deverá usar métodos contraceptivos de barreira. Se sua menstruação tiver iniciado há mais de cinco dias, aguarde até sua próxima menstruação e então comece a tomar o Belara®.
    – Se você tiver tomado outro contraceptivo hormonal combinado antes:
    Tome todos os comprimidos da cartela anterior normalmente. Você deve começar a tomar Belara® no dia seguinte ao intervalo sem comprimidos ou com comprimido placebo, do contraceptivo hormonal combinado que você usava antes.
    – Se você tiver tomado um contraceptivo oral contendo apenas progesterona (minipílula):
    Quando for usado um contraceptivo oral que contém apenas progesterona, o sangramento de privação semelhante ao período menstrual poderá estar ausente. Tome o primeiro comprimido de Belara® um dia após ter tomado a última pílula contendo apenas progesterona (minipílula). Nesse caso, você deve usar métodos contraceptivos de barreira adicionais para os primeiros sete dias.
    – Se você tiver tomado injeções hormonais contraceptivas ou tiver usado um implante contraceptivo antes:
    Tome o primeiro comprimido de Belara® no dia em que o implante foi removido ou no dia em que a próxima injeção estava planejada. Nesse caso, você deve usar métodos contraceptivos adicionais para os primeiros sete dias.
    – Se você tiver tido um aborto nos primeiros três meses de gestação:
    Depois de um aborto, você poderá começar a tomar imediatamente o Belara®. Nesse caso, você não precisa usar métodos contraceptivos adicionais.
    – Se você tiver dado à luz ou tiver tido um aborto durante o período do terceiro ao sexto mês de gravidez:
    Se você não estiver amamentando, você poderá começar a tomar Belara® 21 a 28 dias após ter dado à luz. Você não precisa usar quaisquer outros métodos contraceptivos de barreira. No entanto, se tiverem se passado mais de 28 dias após você ter dado à luz, você deverá usar métodos
    contraceptivos de barreira durante os primeiros sete dias. Se você já tiver tido relação sexual, você deverá descartar a gravidez ou aguardar até sua próxima menstruação antes de começar a tomar Belara®.

     

    Lembre-se de que você não deve tomar o Belara® se estiver amamentando.

    Por quanto tempo você pode tomar o Belara®:
    Você pode tomar o Belara® por quanto tempo desejar, desde que isso não esteja limitado por riscos à sua saúde. Depois de parar de tomar Belara®, a sua próxima menstruação poderá atrasar em aproximadamente uma semana. O que você deve fazer na hipótese de ter vômitos ou diarreia ao tomar o Belara®: Se ocorrerem vômitos ou diarreia dentro de quatro após ter tomado um comprimido, é possível que as substâncias
    ativas do Belara® não tenham sido totalmente absorvidas. Essa situação é semelhante ao esquecimento tomar um comprimido e você precisará tomar um novo comprimido de uma nova cartela imediatamente. Se possível, tome o novo comprimido dentro de 12 horas após ingerir o último comprimido e continue tomando Belara® no horário regular. Se isso não for possível ou já tiver passado mais de 12 horas, siga a instrução em caso de esquecimento da dose ou contate seu médico.

     

    O que você deve fazer quando quiser parar de tomar este medicamento:

    Não pare o uso de Belara® antes de conversar com seu médico (a). Quando você para de tomar Belara®, logo seus ovários voltam à atividade normal e você poderá engravidar. Se você não quiser ficar grávida após parar de tomar Belara®, consulte seu médico(a) para que indique um outro método anticoncepcional. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
    interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     

    O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Se você esquecer de tomar o comprimido na hora usual, ele deve ser tomado dentro das próximas 12 horas, no máximo. Nesse caso, não são necessários outros métodos contraceptivos e você poderá continuar tomando os comprimidos como regularmente. Se o intervalo for superior a 12 horas, o efeito contraceptivo do Belara® não será mais garantido. Nesse caso, tome o comprimido esquecido imediatamente e continue tomando Belara® no horário regular. Isso poderá significar que você precise tomar dois comprimidos em um dia. Nesses casos, durante
    os próximos sete dias, você deverá usar métodos contraceptivos de barreira (por exemplo, preservativos). Se durante esses sete dias acabar a cartela em uso, comece a tomar imediatamente os comprimidos da próxima cartela do Belara®, ou seja, não deve haver uma pausa entre as cartelas (regra dos sete dias). Provavelmente, você não terá sangramento de privação até que a nova cartela tenha acabado. Mas, poderá haver um aumento no sangramento de escape ou “spotting” enquanto a nova cartela for usada. Quanto maior o número de comprimidos você tiver esquecido, maior será o risco de que a proteção contra gravidez seja reduzida. Se você tiver esquecido um ou mais comprimidos em uma semana e tiver tido relação sexual na semana antes do esquecimento, saiba que há um risco de gravidez. O mesmo se aplica se você tiver esquecido um ou
    mais comprimidos e não tiver sangramento durante o período de intervalo. Nesses casos, contate seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     

    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

    Como todos os medicamentos, o Belara® pode causar efeitos adversos, embora nem todas as mulheres os tenham. As frequências nas quais efeitos adversos têm sido relatados são definidas a seguir: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% das pacientes que utilizam este medicamento): náusea,sangramento vaginal, dor durante a menstruação, ausência de menstruação, sangramento de privação, “spotting”, dor de cabeça, dor nos seios. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% das pacientes que utilizam este medicamento): depressão,irritabilidade, nervosismo, tontura, enxaqueca (e/ou agravação desses), distúrbios visuais, vômitos, acne, dor no abdome, cansaço, sensação de peso nas pernas, acúmulo de água, aumento de peso, aumento da pressão arterial. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): dor de estômago,hipersensibilidade ao medicamento, incluindo reação cutânea; “barulhos” no estômago, diarreia, problemas de pigmentação, manchas marrons no rosto, perda de cabelo, pele seca, dor nas costas, problemas musculares, secreção das mamas, alterações benignas nos tecidos conectivos das mamas, infecção fúngica da vagina, diminuição da libido, tendência a suar, alterações nas gorduras sanguíneas, incluindo aumento nos triglicerídeos. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): conjuntivite,desconforto ao usar lentes de contato, surdez, tinido (zumbido), pressão sanguínea alta, pressão sanguínea baixa,colapso da circulação sanguínea, veias varicosas, trombose venosa, urticária, eczema, inflamação da pele, coceira,piora de psoríase, pelos excessivos no corpo ou rosto, aumento das mamas, inflamação da vagina, menstruação mais intensa e/ou mais demorada, síndrome pré-menstrual (problemas físicos e emocionais antes do início da menstruação), aumento do apetite. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamentos): eritema nodoso.
    Os contraceptivos orais combinados também estão relacionados a um aumento de riscos de doenças graves e efeitos adversos:
    – risco de bloqueio das veias e artérias;
    – risco de doenças do trato biliar;
    – risco de tumores (por exemplo, tumores hepáticos, que em casos isolados causam hemorragia na cavidade abdominal, com risco de vida, câncer de colo do útero ou mamas);
    – agravamento de inflamação crônica do intestino (doença de Crohn, colite ulcerativa).
    Leia com atenção as informações contidas nesta bula e, se necessário, peça orientação imediatamente ao seu médico. Se qualquer um dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você observar quaisquer efeitos colaterais não relacionados nesta bula, informe seu médico ou farmacêutico.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     

    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

     

    Sintomas

    Não há informações sobre os efeitos tóxicos sérios no caso de superdose. Os seguintes sintomas podem ocorrer: náusea, vômitos e, particularmente em meninas novas, sangramento vaginal discreto.

     

    Tratamento

    Não há antídoto; os sintomas devem ser tratados sintomaticamente. Pode ser necessária a monitoração do equilíbrio hidro-eletrolítico e da função hepática em casos raros. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    DIZERES LEGAIS
    MS 1.1236.3374
    Farm. Resp.: Marcos R. Pereira – CRF/SP nº 12.304
    Fabricado por:
    13
    Grünenthal GmbH
    Zweifaller Strasse, 112
    Stolberg, Alemanha
    Embalado (emb. primária) e licenciado por:
    Grünenthal GmbH
    Zieglerstrasse 6, 52078
    Aachen, Alemanha
    Importado e Embalado (emb. secundária) por:
    JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
    Rodovia Presidente Dutra, km 154 – São José dos Campos – SP
    CNPJ. 51.780.468/0002-68
    Indústria Brasileira.
    ® Marca Registrada
    SAC 0800.7011851
    www.janssen-cilag.com.br
    Venda sob Prescrição Médica.

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  • Primosiston®
    acetato de noretisterona
    etinilestradiol

    -Informação importante! Leia com atenção!

    Forma farmacêutica:
    Comprimido

    -Apresentação:

    Cartucho contendo 3 blísteres com 10 comprimidos
    Cartucho contendo frasco de vidro com 30 comprimidos

    -Uso Adulto

    Composição:Cada comprimido de Primosiston® contém 2 mg de acetato de noretisterona e 0,01 mg de etinilestradiol.Excipientes: lactose, amido, povidona, talco e estearato de magnésio

    -Informações à paciente:

    Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante ler as informações contidas na bula, verificar o prazo de validade, bem como o conteúdo e a integridade da embalagem. Mantenha a bula do produto sempre em mãos para qualquer consulta que se faça necessária.
    Ação esperada do medicamento: Primosiston é indicado no tratamento de hemorragia uterina disfuncional.
    Converse com o seu médico para obter maiores esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.

    -Cuidados de armazenamento:

    O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da umidade.

    -Prazo de validade:

    Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.
    Nunca use medicamento com prazo de validade vencido.

    -Gravidez e lactação:

    Informe ao seu médico se houver suspeita de gravidez durante ou após o tratamento. O produto é contra-indicado para mulheres grávidas.
    “Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término”.Informar ao médico se está amamentando, pois pequenas quantidades do medicamento podem ser transferidas para o leite e ingeridas pelo bebê durante a amamentação.

    -Cuidados de administração:

    “Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.”
    Os comprimidos devem ser ingeridos, sem mastigar, com pequena quantidade de líquido.

    -Interrupção do tratamento:

    “Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”

    -Reações adversas:

    “Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.”
    Ocasionalmente podem ocorrer dores de cabeça, desconforto gástrico, náusea e sensação de tensão nas mamas.
    Se você tem angioedema hereditário, estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os sintomas de angioedema.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    “Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.”
    PrimosistonÒ pode interferir na ação de antidiabéticos orais ou insulina. Medicamentos como PrimosistonÒ também podem interferir na eficácia de outros medicamentos, por exemplo, medicamentos contendo ciclosporina, ou o antiepilético lamotrigina.

    -Contra-indicações:

    Primosiston? é contra-indicado durante a gravidez, em casos de história de herpes durante gravidez anterior e hipersensibilidade aos componentes do medicamento.

    -Precauções:

    Antes de iniciar o tratamento devem ser realizados exames clínico e ginecológico minuciosos (incluindo as mamas e citologia cervical).
    A paciente deve ser cuidadosamente monitorada nos casos de distúrbios graves da função hepática, pele amarelada (icterícia) ou coceira persistente durante gravidez anterior, síndrome de Dubin-Johnson e de Rotor, processos tromboembólicos anteriores ou existentes (por exemplo, derrame, infarto do miocárdio), diabetes grave com alteração vascular e anemia falciforme.  Se você tem angioedema hereditário, estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os seus sintomas. Consulte seu médico imediatamente se você apresentar sintomas de angioedema, tais como: inchaço do rosto, língua e/ou garganta e/ou dificuldade para engolir ou urticária junto com dificuldade para respirar.
    Pacientes diabéticas devem ser mantidas sob cuidadosa supervisão médica. A medicação deve ser suspensa imediatamente se houver queixas de
    aparecimento pela primeira vez de dores de cabeça do tipo enxaqueca, ou dores de cabeça com freqüência e intensidade fora do habitual, perturbações repentinas dos sentidos (por exemplo, da visão, da audição), primeiros sinais e/ou sintomas de tromboflebite ou tromboembolismo (por exemplo, dores ou inchaço não-habituais nas pernas, dores do tipo pontada ao respirar ou tosse sem motivo aparente), sensação de dor e aperto no peito. Também em casos de cirurgias planejadas (6 semanas antes da data prevista) ou imobilização forçada decorrente, por exemplo, de acidentes, a medicação deve ser suspensa. Em caso de aparecimento de pele amarelada (icterícia), hepatite, coceira no corpo todo e aumento significativo da pressão sangüínea, também recomenda -se a interrupção do tratamento.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informações técnicas:

    -Características:

     Farmacodinâmica

    – Hemorragia uterina disfuncional

    A hemorragia uterina disfuncional, que é caracterizada primariamente pela ausência da ovulação, é devida a um distúrbio da função ovariana. Quando ocorre um distúrbio central, o folículo involui, não ocorrendo a formação do corpo lúteo e conseqüentemente a não-produção de progesterona. Sob a influência de estrogênios isolados ocorre a hiperproliferação do endométrio seguida de sangramento contínuo devido à proliferação anormal da mucosa. Esse fenômeno é visto principalmente no início e fim do período da maturidade sexual (sangramento na puberdade e pré-menopausa). Pode resultar em perda sangüínea substancial, ocasionando prejuízos (por exemplo, anemia ferropriva)
    para a saúde da mulher. Devido à sua intensa atividade progestogênica e atividade estrogênica paralela,Primosiston? alivia os distúrbios cíclicos dentro de poucos dias. O endométrio que estava alterado de forma anormal, é quase que completamente transformado e, quando cessa o efeito do medicamento, ocorre descamação e eliminação na forma de sangramento por privação semelhante à menstruação.

    – Antecipação da menstruação

    A administração prematura de Primosiston? suprime a ovulação. A descontinuação da terapia é seguida de sangramento por privação semelhante ao menstrual. O ciclo seguinte é novamente bifásico e sua duração é semelhante a dos ciclos anteriores ao tratamento.

    – Retardamento da menstruação

    Aproximadamente 14 dias após a ovulação ocorre a interrupção da produção de progestógeno e de estrogênio no corpo lúteo, promovendo o sangramento mensal. Primosiston? evita a descamação do endométrio resultante da ausência de estímulo ovariano, fazendo com que o próximo sangramento somente ocorra após a interrupção do tratamento.

    - Farmacocinética

    – acetato de noretisterona
    Após administração oral, o acetato de noretisterona (NETA) é rápida e completamente absorvido. Durante a absorção e no metabolismo de primeira passagem hepática, o acetato de noretisterona é hidrolizado à noretisterona, sua forma ativa, e ácido acético. Os níveis do pico plasmático da noretisterona são atingidos aproximadamente 2 horas após sua administração. A concentração diminui de maneira bifásica, com meias-vidas de 1 a 3 horas e aproximadamente 10 horas. Esses valores permanecem estáveis após repetidas ingestões, por vários meses. As concentrações plasmáticas individuais diferem de paciente para paciente. Este fato deve-se às diferenças na depuração hepática individual
    e na concentração de proteína de ligação específica – globulinas de ligação aos hormônios sexuais (SHBG). Aproximadamente 35% de noretisterona liga-se às SHBG e 61% à albumina. Correspondentemente, a fração livre de noretisterona no plasma é de 3 a 4 %.
    Após a ingestão de um comprimido de PrimosistonÒ, o pico da concentração plasmática de noretisterona atinge aproximadamente 10 ng/ml em 1,5 a 3,0 horas. A transformação da noretisterona em etinilestradiol “in vivo” tem sido descrita há muitos anos, mas não foi determinada quantitativamente. Estudos recentes demonstraram que o acetato de noretisterona é parcialmente metabolizado a etinilestradiol. A partir da administração oral de um miligrama de acetato de noretisterona a humanos é formado o etinilestradiol, em quantidade equivalente
    a uma dose oral de aproximadamente 6 mcg. Uma vez que a estrogenicidade da noretisterona já era conhecida e verificada na
    prática clínica, a recente descoberta das suas características metabólicas não modifica as recomendações de uso existentes.
    Devido aos processos metabólicos durante a primeira passagem hepática, a biodisponibilidade absoluta da noretisterona é de aproximadamente 60%. Entretanto, pode ocorrer variação significativa. Medicamentos indutores das enzimas hepáticas diminuem sua biodisponibilidade. A noretisterona atravessa as barreiras hematoencefálica e placentária.A noretisterona não é excretada na forma inalterada. É eliminada
    predominantemente na forma de metabólitos com anel-A reduzido e metabólitos hidroxilados, assim como seus conjugados (glicuronídeos e sulfatos), formados após sua biotransformação. Uma pequena fração de metabólitos bastante hidrossolúvel é eliminada lentamente do plasma (meia-vida de aproximadamente 42 a 82 horas). Essa fração é acumulada em 3 vezes após administração diária de noretisterona. A excreção dos metabólitos ocorre através da urina e fezes,em uma relação de 6:4, respectivamente. A meia-vida de eliminação renal é de 24 horas.

    – etinilestradiol

    O etinilestradiol é rápida e completamente absorvido, quando administrado por via oral. Após a ingestão de PrimosistonÒ o nível sérico máximo de etinilestradiol é de aproximadamente 20 a 25 pg/ml e pode ser alcançado em 1 a 2 horas. Em seguida, seu nível sérico diminui de maneira bifásica, com meias-vidas de 1 a 2 horas e de aproximadamente 20 horas. Por razões analíticas, esses parâmetros podem ser calculados apenas após a administração de altas doses. Foi determinado que o volume aparente de distribuição e a taxa de depuração sérica do etinilestradiol são de
    aproximadamente 5 l/kg e 5 ml/min/kg, respectivamente. O etinilestradiol apresenta alta ligação à albumina sérica, porém de forma não-específica. Aproximadamente 2% da substância não se apresenta ligada a proteína plasmática.Durante a absorção e metabolismo hepático de primeira passagem, o etinilestradiol é metabolizado, resultando em redução absoluta e variável da biodisponibilidade oral. O etinilestradiol não é excretado na forma inalterada,seus metabólitos são excretados por via urinária e biliar, em uma relação de 4:6,respectivamente. A meia-vida de eliminação é de aproximadamente 24 horas. De acordo com a meia-vida sérica da fase de disposição final e a ingestão diária do etinilestradiol, verificou-se que os níveis séricos alcançam o estado de equilíbrio após 3 a 4 dias da administração e são maiores (30 a 40%), quando
    comparados a uma única dose administrada. A biodisponibilidade absoluta do etinilestradiol está sujeita a considerável variação interindividual. Após administração oral, verificou-se que a biodisponibilidade média pode variar de 40 a 60 % da dose ingerida. A disponibilidade sistêmica do etinilestradiol pode ser influenciada quando o produto é administrado concomitantemente com outras drogas. No entanto, não foi verificada interação entre o etinilestradiol e doses elevadas de vitamina C. Durante o uso contínuo, o etinilestradiol induz a síntese hepática de globulinas
    de ligação aos hormônios sexuais (SHBG) e globulina de ligação a corticosteróides (CBG). No entanto, a extensão da indução de SHBG depende
    da estrutura química e da dose do progestógeno administrado concomitantemente ao etinilestradiol.

    - Dados de segurança pré-clínicos

    PrimosistonÒ comprimidos contém acetato de noretisterona e etinilestradiol. Uma vez que o acetato de noretisterona é hidrolisado in vivo a noretisterona, dados obtidos de estudos com noretisterona ou outro éster hidrolisável, por exemplo,enantato de noretisterona, foram também utilizados para caracterização toxicológica. Em experimentos com animais sobre a tolerância sistêmica após repetida administração de etinilestradiol e noretisterona ou seus ésteres não foi observado nenhum achado que poderia indicar um risco particular do uso de
    PrimosistonÒ em humanos. A princípio, entretanto, deve-se levar em consideração que esteróides sexuais podem estimular o crescimento de tecidos e tumores dependentes de hormônios. Estudos de efeitos genotóxicos in vitro e in vivo não indicaram um potencial mutagênico dos princípios ativos. Estudos de toxicidade reprodutiva com acetato de noretisterona assim como com enantato de noretindrona levaram a sinais de masculinização em fetos femininos quando administrados em altas doses na fase de desenvolvimento dos órgãos genitais externos. Uma vez que os estudos epidemiológicos mostram que este efeito é relevante para humanos após utilização em altas doses, deve-se considerar que PrimosistonÒ pode promover sinais de virilização em fetos femininos quando administrado durante a fase somática de diferenciação sexual a qual é dependente de hormônio (aproximadamente a partir do dia 45 da gestação). Além deste fato, não houve indicação de efeitos teratogênicos nos estudos pré-clínicos realizados com ésteres de noretisterona ou etinilestradiol.

    -Indicações:

    Hemorragia uterina disfuncional, antecipação e retardamento da menstruação.

    -Contra-indicações:

    Gravidez, antecedentes de herpes gravídico e hipersensibilidade aos componentes do medicamento.

    -Precauções e advertências:

    Antes de iniciar o tratamento, devem ser realizados exames clínico e ginecológico minuciosos (incluindo as mamas e citologia cervical). A
    existência de gravidez deve ser excluída. Deve-se avaliar a relação risco-benefício, e a paciente deve ser monitorada cuidadosamente, nos seguintes casos: distúrbios graves da função hepática, icterícia ou prurido persistente durante uma gravidez anterior,síndrome de Dubin-Johnson e de Rotor, diagnóstico ou história de processos tromboembólicos (por exemplo, acidente vascular cerebral,infarto do miocárdio), diabetes grave com alteração vascular, anemia falciforme. Em mulheres com angioedema hereditário, estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os sintomas de angioedema. Pacientes diabéticas devem ser mantidas sob cuidadosa supervisão médica. A medicação deve ser suspensa imediatamente se houver queixas de aparecimento pela primeira vez de cefaléia do tipo enxaqueca ou cefaléias com freqüência e intensidade fora do habitual, perturbações repentinas dos sentidos (por exemplo, distúrbios da visão ou audição); primeiros sinais e/ou sintomas de tromboflebites ou tromboembolismo (por exemplo,dores ou edema não-habituais nas pernas, dores do tipo pontada ao respirar ou tosse sem motivo aparente); sensação de dor e constrição do tórax. Também em casos de cirurgias planejadas (6 semanas antes da data prevista) ou imobilização forçada decorrente, por exemplo de acidentes, a medicação deve ser suspensa. Em caso de aparecimento de icterícia, hepatite, prurido generalizado e acentuada elevação da pressão arterial, também se recomenda a interrupção do tratamento.Deve-se considerar uma possível causa orgânica se o sangramento uterino persistir apesar do uso de PrimosistonÒ no tratamento de hemorragias disfuncionais.

    - Gravidez e lactação

    O uso de PrimosistonÒ está contra-indicado durante a gravidez. Pode ocorrer excreção com o leite materno de até 0,1% da dose diária materna
    de noretisterona e 0,02% de etinilestradiol.

    -Interações medicamentosas:

    A necessidade de hipoglicemiantes orais ou insulina pode ser alterada. Medicamentos hormonais combinados, como PrimosistonÒ, podem afetar o metabolismo de alguns outros fármacos. Conseqüentemente, as concentrações plasmática e tecidual podem aumentar(por exemplo,ciclosporina) ou diminuir (por exemplo, lamotrigina).

    -Reações adversas:

    Em raros casos podem ocorrer cefaléias, indisposição gástrica, náusea e sensação de tensão mamária. Em mulheres com angioedema hereditário, estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os sintomas de angioedema.

    -Posologia:

     Hemorragia uterina disfuncional
    A administração de 1 comprimido, 3 vezes ao dia, durante 10 dias cessa a hemorragia uterina em 1 a 4 dias, quando esta não está associada à lesão
    orgânica. Em casos individuais, a hemorragia diminui logo nos primeiros dias do início do tratamento e pode estender-se por 5 a 7 dias até parar completamente. A administração de PrimosistonÒ deve ser mantida de forma regular, mesmo após a hemorragia ter cessado, até o final do período de tratamento (10 dias). Aproximadamente 1 a 4 dias após suspensão da medicação ocorrerá sangramento por privação que, em intensidade e duração, corresponde à menstruação normal.

    – Sangramento leve durante o período de ingestão de Primosiston

    Ocasionalmente pode ocorrer um sangramento leve após a cessação inicial do sangramento. Nesses casos, a ingestão de PrimosistonÒ não deve ser interrompida.

    – Persistência da hemorragia, sangramento intenso de escape

    Se a hemorragia não cessar, apesar da ingestão regular de PrimosistonÒ, deve-se considerar uma causa orgânica. A paciente deve ser orientada a procurar imediatamente seu médico, pois na maioria das vezes novas medidas são necessárias. Isso também é aplicado aos casos nos quais, após a parada inicial da hemorragia, voltam a ocorrer sangramentos intensos durante o período de ingestão de PrimosistonÒ.

    – Profilaxia das recidivas

    Para evitar as recidivas da hemorragia disfuncional, é recomendado administrar PrimosistonÒ profilaticamente durante os próximos 3 ciclos, isto é, 1 comprimido,2 vezes ao dia, do 19º ao 26º dia do ciclo, considerando o primeiro dia do último sangramento como o primeiro dia do ciclo. O sangramento por privação ocorrerá alguns dias após a ingestão do último comprimido de PrimosistonÒ. Para avaliar a necessidade dessa medida, deve-se considerar a variação da temperatura corporal basal, a qual deve ser medida diariamente.  Antecipação e retardamento da menstruação
    Quando requerido por circunstâncias especiais, a menstruação pode ser retardada ou antecipada com o uso de PrimosistonÒ. No entanto, a antecipação é sempre preferencial, considerando-se que a possibilidade de ocorrência de gravidez é virtualmente excluída pela inibição da ovulação. Por outro lado, para o retardamento da menstruação, pode ser problemática a necessária exclusão de possibilidade de gestação no período de ingestão do medicamento.

    – Antecipação da menstruação

    A ingestão de 1 comprimido, 3 vezes ao dia, durante, no mínimo, 8 dias, a partir do 5º dia do ciclo (considerando o primeiro dia da menstruação como primeiro dia do ciclo), antecipará a menstruação para 2 a 3 dias após a suspensão da medicação.

    – Retardamento da menstruação

    Uma vez que o retardamento da menstruação requer que o uso de PrimosistonÒ seja feito em um período no qual não se pode excluir a gestação utilizando-se os métodos diagnósticos atualmente disponíveis, esse procedimento deve ser restrito àqueles casos nos quais não existe qualquer possibilidade de ocorrência de gravidez no ciclo em questão. A ingestão de 1 comprimido, 3 vezes ao dia, durante no máximo 10 a 14 dias,
    iniciando-se 3 dias antes da menstruação esperada, retardará a menstruação para 2 a 3 dias após a suspensão da medicação.

    -Superdose:

    Estudos de toxicidade aguda realizados com os componentes individuais ou em combinação indicam que o produto apresenta baixa toxicidade, mesmo após ingestão acidental de um múltiplo da dose requerida para terapia. Nesse caso,podem ocorrer os seguintes sintomas: náusea, vômito e, em jovens do sexo feminino, sangramento vaginal leve. Não há antídotos e o tratamento deve ser sintomático.
    Venda sob prescrição médica
    Lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
    VE0107-0306

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