•  Identificação do Medicamento

    Nome genérico: anidulafungina

     Apresentação:

    A anidulafungina pó liofilizado de 100 mg em embalagem contendo 1 frasco-ampola.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada frasco-ampola de anidulafungina contém o equivalente a 100 mg de anidulafungina.
    Excipientes: frutose, manitol, polissorbato 80, ácido tartárico, hidróxido de sódioa
    , ácido clorídricoa. a = para ajuste de pH.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    A anidulafungina é indicada para o tratamento da candidíase (infecção causada pelo fungo Candida) invasiva em
    pacientes adultos, incluindo candidemia (presença do fungo Candida infectando o sangue).

     Como este medicamento funciona? 

    A anidulafungina pertence à classe de antifúngicos chamada de equinocianas, utilizada para tratar infecções
    fúngicas graves, e é um lipopeptídeo (tipo de substância que aumenta a disponibilidade de outras substâncias
    insolúveis em água) sintetizado a partir de um produto da fermentação do Aspergillus nidulans (tipo de fungo).
    A anidulafungina inibe seletivamente a enzima 1,3-?-D glucana sintase que é um componente essencial na
    parede das células dos fungos. A anidulafungina demonstrou atividade fungicida (capaz de matar o fungo) contra
    espécies de Candida (tipo de fungo) e atividade contra regiões do crescimento celular ativo da hifa (uma das
    formas do fungo) do Aspergillus fumigatus.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    A anidulafungina é contraindicada a pacientes com hipersensibilidade (alergia) a anidulafungina, a outras
    equinocandinas (classe de antifúngicos) (por exemplo, a caspofungina) ou a qualquer outro componente da
    fórmula.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Reações anafiláticas (reação alérgica grave), incluindo choque (reação alérgica grave, com queda da pressão
    arterial), foram reportadas devido ao uso de anidulafungina. Se estas reações ocorrerem, a anidulafungina deve
    ser descontinuada e um tratamento apropriado deve ser administrado.
    Eventos adversos relacionados com infusão da anidulafungina foram reportados, incluindo: rash (vermelhidão da
    pele), urticária (alergia da pele), rubor (vermelhidão), prurido (coceira), dispneia (falta de ar), broncoespasmo
    (chiado no peito) e hipotensão (pressão baixa). Os eventos adversos relacionados à infusão são infrequentes
    quando a taxa de infusão da anidulafungina não excede 1,1 mg/minuto.
    Caso haja alteração nos testes que avaliam a função hepática (do fígado) ela deve ser monitorada
    periodicamente. Se for observada uma piora dessa função seu médico avaliará se os benefícios do uso de
    anidulafungina superam os riscos desse problema, ou não.
    Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de
    Diabetes.
    Uso durante a Gravidez:
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Uso durante a Lactação (amamentação): não se sabe se a anidulafungina é excretada no leite materno
    humano, portanto a anidulafungina só deve ser utilizada durante a amamentação após avaliação médica.
    Não foram realizados estudos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas.
    Não é recomendado o uso de anidulafungina em pacientes com idade inferior a 18 anos, a menos que o médico
    julgue que seu potencial benefício justifica o risco.
    Interações Medicamentosas – O uso concomitante dos medicamentos listados a seguir não demonstrou
    qualquer interação medicamentosa quando usados ao mesmo tempo que a anidulafungina: ciclosporina,
    voriconazol, tacrolimo, anfotericina B lipossomal e rifampicina. Sempre avise ao seu médico todas as
    medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as
    medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    A anidulafungina deve ser conservada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. Solução Reconstituída: se não utilizada imediatamente, a solução reconstituída deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C) por até uma hora. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução reconstituída de anidulafungina foi demonstrada por 1 hora a 5°C. Solução para Infusão: a solução para infusão deve ser armazenada entre 2 e 8°C e deve ser administrada dentro de 24 horas. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução para infusão de anidulafungina foi demonstrada por 24 horas a 5°C. Do ponto de vista microbiológico, a anidulafungina deve ser utilizada imediatamente. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
    alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    Características do produto: sólido liofilizado branco a quase branco.
    Após Reconstituição: solução límpida incolor, essencialmente livre de material estranho.

     Como devo usar este medicamento? 

    Modo de Usar:
    A anidulafungina sempre será preparada e administrada por um médico ou por um profissional de saúde
    especializado. Somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a
    medicação. A anidulafungina deve ser utilizada somente por infusão intravenosa (dentro da veia).
    A anidulafungina deve ser reconstituída em água para injeção e ser subseqüentemente diluída com APENAS
    cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). A compatibilidade da
    anidulafungina reconstituída com substâncias intravenosas, aditivos ou medicamentos diferentes de cloreto de
    sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%) não foi estabelecida.
    Instruções para Reconstituição: reconstitua assepticamente cada frasco-ampola com 30 mL de água para injeção
    para fornecer uma concentração de 3,33 mg/mL. A solução reconstituída deve ser límpida e livre de partículas
    visíveis. A solução reconstituída deve ser diluída dentro de 1 hora.
    Instruções para Diluição e Infusão: transfira assepticamente o conteúdo do frasco-ampola reconstituído em uma
    bolsa IV (ou frasco) contendo cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL
    (5%), o que levará a uma solução com concentração de 0,77 mg/mL de anidulafungina. A tabela a seguir
    apresenta os volumes requeridos para cada dose.
    Diluição Requerida para Administração de anidulafungina
    Dose Número de embalagens requeridas. Volume reconstituído total requerido. Volume de infusão. Volume de
    infusão total B. Taxa de infusão; Duração mínima da infusão 100 mg 1 30 mL 100 mL 130 mL 1,4 mL/min 90 min
    200 mg 2 60 mL 200 mL 260 mL 1,4 mL/min 180 min. A cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). B concentração da infusão de 0,77 mg/mL. Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e descoloração antes da administração, sempre que a solução e a embalagem permitirem. Caso material particulado ou descoloração sejam identificados, descarte a solução. A taxa de infusão não deve exceder 1,1 mg/minuto (equivalente a 1,4 mL/minuto). Se a solução para infusão não for utilizada imediatamente, deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. A solução para infusão deve ser administrada dentro de 24 horas. Este medicamento é para uso único. Os resíduos devem ser descartados conforme regulamentação local.
    Incompatibilidades:
    A anidulafungina não deve ser misturada ou coadministrada com outros medicamentos ou eletrólitos, com
    exceção dos mencionados anteriormente (vide item 6. Como devo usar este medicamento? – seção Modo de
    Usar).
    Posologia:
    Cada frasco-ampola contém 100 mg de anidulafungina e é apenas para dose única. A anidulafungina deve ser administrada uma vez ao dia por infusão intravenosa. O tratamento é composto por uma dose de ataque de 200 mg no dia 1, seguida por dose de manutenção de 100 mg ao dia até seu final. Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A terapia antifúngica deve continuar por no mínimo 14 dias após a última cultura positiva (presença de fungo no sangue). Uso na Insuficiência Renal e Hepática: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (falência da função do fígado) leve, moderada ou grave. Também não é necessário ajuste em pacientes com qualquer grau de insuficiência renal (falência da função dos rins), incluindo aqueles submetidos a diálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Nesse caso a anidulafungina pode ser administrada independente do horário da hemodiálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Outras Populações Especiais: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes adultos com base no sexo, peso, raça, idade ou ao fato de ser portador do vírus HIV. Uso em Crianças e Adolescentes: a experiência em crianças é limitada. Até que dados adicionais estejam disponíveis, a utilização em pacientes com idade inferior a 18 anos não é recomendada, a menos que o potencial benefício justifique o risco.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    O plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha seu caso. Se você não receber uma dose deste
    medicamento, procure o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose
    pode comprometer a eficácia do tratamento.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos relacionados à anidulafungina estão listados a seguir e foram relatados com as frequências
    correspondentes a comum (entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) e incomum (entre
    0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Os eventos adversos relacionados à infusão de anidulafungina foram: rash (erupção cutânea), urticária, rubor, prurido, dispneia, broncoespasmo e hipotensão.
    Reação Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia
    (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), coagulopatia (alteração da capacidade de
    coagulação), hipercalemia (concentração superior ao normal de íons de potássio no sangue), hipocalemia
    (presença de concentração inferior ao normal de potássio no sangue), hipomagnesemia (concentração sanguínea
    inferior ao normal de magnésio), convulsão, cefaleia (dor de cabeça), rubor, diarreia, elevação da quantidade de
    enzimas do fígado circulantes no sangue (gama-glutamiltransferase, fosfatase alcalina, aspartato
    aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT)), rash (erupção cutânea), prurido, aumento da
    quantidade de bilirrubina (substância metabolizada no fígado, compondo a bile), elevação da creatinina no
    sangue (substância que é retirada do corpo pelo rim), redução na contagem de plaquetas, prolongamento do
    intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca) no eletrocardiograma. Reação Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): fungemia (infecção fúngica disseminada pela corrente sanguínea), candidíase (infecção causada pelo fungo Candida), colite (inflamação do cólon) causada por Clostridium, candidíase oral, trombocitemia (aumento do número de plaquetas no sangue), hiperglicemia (aumento da taxa de açúcar no sangue), hipercalcemia (concentração anormalmente elevada de compostos de cálcio no sangue), hipernatremia (concentração sanguínea anormalmente elevada de íons de sódio), dor nos olhos, perturbação visual, visão borrada, alterações no ritmo cardíaco (fibrilação atrial, arritmia sinus, extra-sístole ventricular, bloqueio do ramo direito), trombose (formação de trombo – coágulo – dentro de um vaso sanguíneo), hipertensão (pressão alta), fogacho, dor abdominal superior, vômito, incontinência fecal, náusea, constipação (prisão de ventre), testes de função hepática anormais, colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), elevação das enzimas hepáticas e transaminases, urticária, prurido generalizado, dor nas costas, dor no local da infusão, elevação da amilase (enzima digestiva) no sangue, redução do magnésio no sangue, redução do potássio no sangue, eletrocardiograma anormal, elevação da lipase (enzima do pâncreas), elevação da contagem de plaquetas, elevação da ureia no sangue.
    Frequência desconhecida: broncoespasmo (chiado no peito), choque anafilático e reação anafilática. Na
    avaliação de segurança da população em estudos clínicos, os seguintes eventos adversos adicionais, todos
    incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento), foram observados:
    neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), leucopenia (redução de células
    de defesa no sangue), anemia (insuficiência de hemoglobina nos glóbulos sanguíneos), hiperuricemia (aumento
    da concentração do ácido úrico no sangue), hipocalcemia (níveis anormalmente baixos de cálcio no sangue),
    hiponatremia (concentração anormalmente baixa de íons de sódio no sangue), hipoalbuminemia (quantidade
    anormalmente pequena de albumina no sangue), hipofosfatemia (concentração anormalmente baixa de fosfatos
    no sangue), ansiedade, delírio, estado de confusão, alucinação auditiva, tontura, parestesia (dormência e
    formigamento), mielinólise pontina central (perda localizada de mielina, substância que envolve os neurônios, na
    metade da base da ponte, uma parte do cérebro), disgeusia (alteração do paladar), síndrome de Guillain-Barré
    (síndrome neurológica), tremor, alteração na percepção visual de profundidade, surdez unilateral, flebite
    (inflamação da veia), tromboflebite (inflamação venosa com formação de trombo – coágulo) superficial,
    hipotensão, linfangite (inflamação de vasos linfáticos), dispepsia (má digestão), boca seca, úlcera esofágica
    (lesão no esôfago), necrose hepática (morte de células do fígado), edema angioneurótico (reação de
    hipersensibilidade – alergia – que leva a um inchaço de todo o corpo), hiperidrose (suores excessivos), mialgia
    (dor muscular), monoartrite (inflamação de uma articulação – junta), insuficiência renal (parada das funções do
    rim), hematúria (eliminação de sangue na urina), pirexia (febre), calafrio, edema periférico (inchaço nos
    membros), reação no local da injeção, elevação da creatina fosfoquinase no sangue e da lactato desidrogenase
    (enzimas presentes em várias células do corpo) no sangue, redução na contagem de linfócitos.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
    uso do medicamento.
    Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Medidas de suporte gerais devem ser utilizadas quando necessário pelo seu médico. A anidulafungina não é
    dialisável (ou seja, não é retirada pela diálise). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais:

    MS – 1.2110.0298
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP nº 9258
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado por:
    Pharmacia and Upjohn Company LLC
    Kalamazoo, Michigan – EUA
    Importado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • magnevistan- é-um-meio-de-contraste-usado-para-tomografia-por-ressonancia-magnetica-do-cerebroMagnevistan®

    gadopentetato de dimeglumina

    Apresentações:

    Solução injetável
    Cartucho com 10 frascos-ampola de 10, 15 ou 30 ml
    Caixa com 10 frascos-ampola de 100 ml
    Via Intravenosa
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada ml de Magnevistan®, contém 0,5 mol de gadopentetato de dimeglumina (equivalente a 469 mg de gadopentetato de dimeglumina). Excipiente: água para injetáveis.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Este produto é para uso diagnóstico somente. Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) é um meio de contraste usado, como auxiliar no diagnóstico médico, em tomografia por ressonância magnética do cérebro, espinha, vasos sanguíneos e outras regiões do corpo.

    Como este medicamento funciona?

    A tomografia por ressonância magnética é um tipo de diagnóstico por imagem baseado nas imagens formadas após a detecção de água nos tecidos normais e anormais. Isto é feito através de um complexo sistema de ondas magnéticas e de rádio. Computadores registram a atividade e geram a imagem. Converse com seu médico para obter mais esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não há contraindicação para o uso de Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e Precauções: A administração do produto requer cuidados especiais. Portanto, informe seu médico sobre qualquer doença atual ou anterior. A avaliação risco/benefício deve ser considerada em cada caso. Informe ao médico a ocorrência das seguintes situações: – alergia conhecida ao Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina);- alergia (por exemplo: alergia a frutos do mar, febre do feno e urticária) ou asma brônquica; – reação anterior a meios de contraste; – doença renal; – doença circulatória ou do coração; – distúrbios cerebrais com convulsões; – tratamento com betabloqueadores (medicamentos utilizados no tratamento da pressão alta e outras doenças cardíacas); Existem relatos de fibrose nefrogênica sistêmica (FNS) associada ao uso de agentes de contraste contendo gadolínio, incluindo Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina), em pacientes com: – insuficiência renal aguda ou crônica grave ou – insuficiência renal aguda de qualquer gravidade devido à síndrome hepatorrenal ou no período perioperatório de transplante de fígado. Neste pacientes, Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) somente pode ser utilizado após cuidadosa avaliação de risco/benefício.

    Gravidez e Lactação:

    – Gravidez
    Não foram conduzidos estudos adequados e bem controlados com gadopentetato em mulheres grávidas. Estudos em animais com doses clinicamente relevantes não indicaram toxicidade reprodutiva após administração repetida. O risco potencial para humanos é desconhecido. Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) somente deve ser administrado a mulheres grávidas após análise criteriosa da relação risco/benefício. “Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    – Lactação
    O gadopentetato é transferidopara o leite materno humano em quantidade mínima (no máximo 0,04% da dose administrada por via intravenosa). Há evidência de dados pré-clínicos que a absorção através do trato gastrintestinal é pobre, aproximadamente 4%. Em doses clínicas, nenhum efeito está previsto no lactente e Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) pode ser usado durante a amamentação.

    Interações medicamentosas:

    Não foram conduzidos estudos de interações com outros medicamentos. – Interferência em testes diagnósticos. A determinação de ferro no sangue pode apresentar resultados baixos falsos, em até 24 horas após o exame com Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina). Efeito na habilidade de dirigir ou operar máquinas Não é conhecido o efeito na habilidade para dirigir ou operar máquinas. “Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. “Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O produto deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30ºC). Proteger da luz. Não congelar. Após abertura do frasco, Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) permanece quimicamente, fisicamente e microbiologicamente estável em temperatura não superior a 30ºC por 24 horas, e deve ser descartado após esse período. “Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.” “Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”

    Características organolépticas:

    Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) é uma solução límpida, incolor a amarelo pálido. “Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto,
    consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.” “Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance
    das crianças.”

    Como devo usar este medicamento?

    Método de administração: O produto deve ser administrado somente por via intravenosa. O médico deverá observar as normas habituais relacionadas à segurança para ressonância magnética, por exemplo, exclusão de marcapasso cardíaco e clipes vasculares ferromagnéticos. Siga as orientações fornecidas antes e após a realização do exame.
    Regime de dose: Recomendações gerais de dose. Adultos – Ressonância magnética cranial e espinal Em geral, a administração de 0,2 mL de Magnevistan® por kg de peso corpóreo (equivalente a 0,1 mol de gadopentetato de dimeglumina por kg de peso corpóreo) é suficiente para obter um bom contraste e responder à questão clínica. Dose única máxima: 0,6 mL (para adultos) ou 0,4 ml (para crianças) de Magnevistan® por kg de peso corpóreo. – Ressonância magnética do corpo inteiro – Em geral, a administração de 0,2 mL de Magnevistan® por kg de peso corpóreo é suficiente para obter um bom contraste e responder à questão clínica. Dose única máxima: 0,6 mL (para adultos) ou 0,4 ml (para crianças) de Magnevistan® por kg de peso corpóreo. Informações adicionais para populações especiais: – População pediátrica. Todas indicações: Crianças: 0,2 mL de Magnevistan® por kg de peso corpóreo Dose única máxima: 0,4 mL de Magnevistan® por kg de peso corpóreo. Crianças abaixo de dois anos de idade: a experiência é limitada em RM do corpo inteiro. Em crianças abaixo de dois anos de idade, a dose requerida deve ser administrada manualmente para evitar ferimento. – População idosa (65 anos de idade ou mais) Nenhum ajuste de dose é considerado necessário em pacientes idosos (65 anos de idade ou mais). Em estudos clínicos, não foram observadas diferenças na segurança e eficácia geral entre pacientes idosos (65 anos de idade ou mais) e pacientes jovens. Outra experiência clínica relatada não identificou diferenças na resposta entre pacientes idosos e jovens. – Pacientes com insuficiência hepática. Uma vez que o gadopentetato é eliminado exclusivamente na forma inalterada através dos rins, nenhum ajuste de dose é considerado necessário em pacientes com insuficiência hepática moderada. Não estão disponíveis dados em pacientes com insuficiência hepática grave. – Pacientes com insuficiência renal Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) somente deve ser utilizado após cuidadosa avaliação risco/benefício, considerando inclusive a possibilidade de métodos de imagem alternativos, e em doses não maiores que 0,2 mL por kg de peso corpóreo em pacientes com: insuficiência renal aguda ou crônica grave ou insuficiência renal aguda de qualquer gravidade devido à síndrome hepatorrenal ou no período perioperatório de transplante de fígado. Instruções de uso/manuseio: Durante o manuseio não é necessária proteção da luz. O produto deve ser inspecionado visualmente antes do uso. Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) não deve ser utilizado em casos de coloração intensa, presença de material particulado ou defeito no frasco. A solução de Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) só deve ser retirada do frasco imediatamente antes do uso. A tampa de borracha do frasco nunca deve ser perfurada mais do que uma vez. A quantidade de meio de contraste não utilizada em um processo exploratório deve ser descartada. No caso de frascos para infusão contendo 100 ml, o meio de contraste deve ser administrado através de procedimentos aprovados que assegurem a esterilidade do meio de contraste. Caso seja utilizado um equipamento, as instruções do fabricante devem ser seguidas. Em crianças abaixo de dois anos de idade, a dose requerida deve ser administrada manualmente para evitar ferimento. O volume de Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) não utilizado do frasco aberto deve ser descartado ao final do dia de exame s (no máximo de 24 horas). Devido à ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento não deve ser misturado com outras medicações.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Resumo do perfil de segurança: O perfil de segurança geral de Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) está baseado em dados de acompanhamento pós-comercialização e de mais de 11.000 pacientes em estudos clínicos. As reações adversas mais frequentemente observadas (?0,4%) em pacientes recebendo Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) nos estudos clínicos são:
    – diversas reações no local da injeção;
    dor de cabeça;
    – náusea.
    A maioria das reações adversas nos estudos clínicos foram de intensidade leve a moderada. No geral, as reações adversas mais graves em pacientes recebendo Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) são: – fibrose nefrogênica sistêmica; – reações anafilactoides / choque anafilactoide. Reações tardias anafilactoides / de hipersensibilidade (após horas até vários dias) foram raramente observadas (veja “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Descrição de reações adversas selecionadas: Em pacientes com insuficiência renal dependentes de diálise, foram observadas frequentemente reações tardias e transitórias semelhantes a processos inflamatórios, tais como febre, calafrios e aumento da proteína Creativa. Estes pacientes realizaram exame de ressonância magnética com Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) no dia anterior à hemodiálise. “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Até o momento não foram observados ou relatados no uso clínico quaisquer sinais de intoxicação devido à inadvertida superdose do produto. Em caso de inadvertida superdose, a função renal de ver ser monitorada em pacientes com disfunção renal. Magnevistan® (gadopentetato de dimeglumina) pode ser removido do organismo por hemodiálise. “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.”

    MS -1.7056.0065
    Farm. Resp.: Dra. Dirce Eiko Mimura
    CRFSP n° 16532
    Fabricado por: Bayer Pharma AG
    Berlim – Alemanha
    Importado por: Bayer S.A.
    Rua Domingos Jorge, 1.100
    04779-900 – Socorro – São Paulo – SP
    C.N.P.J. nº 18.459.628/0001-15
    www.bayerhealthcare.com.br
    SAC 0800 7021241
    sac@bayer.com
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Colesterol 25.01.2013 No Comments

    lipidil-indicado-para-o-tratamento-de-colesterol-alto

    Lipidil®

    Fenofibrato micronizado
    Cápsula 200 mg.
    Cartucho com 30 cápsulas.
    Uso oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada cápsula contém:
    Fenofibrato micronizado………………………………………………………………………………
    200 mg
    Excipientes qsp……………………………………………………………………………………….
    1 cápsula
    Excipientes: laurilsulfato de sódio, lactose, amido de milho, crospovidona, estearato de magnésio.
    Contém 30 cápsulas.

    Informações ao Paciente:

    Em adultos LIPIDIL® é indicado na hipercolesterolemia tipo IIa e IIb e/ou hipertrigliceridemia endógena (tipo IV) ou associada (tipos IIb e III): · quando a dieta, rigorosamente seguida demonstrou ser ineficaz, · quando o colesterol sanguíneo, após a dieta, permanece alto e/ou há fatores de risco envolvidos.

    Contra-Indicações:

    LIPIDIL® nunca deve ser usado em insuficiência hepática e renal graves; crianças; associação com inibidores da HMG Co-redutase ou outros fibratos, a não ser quando sob prescrição médica (ver Interações medicamentosas).

    Precauções:

    Gravidez:

    Os fibratos não estão indicados para mulheres grávidas, a não ser nos casos de hipertrigliceridemia severa (> 10 g/l), não corrigida pela dieta, sob risco de provocar pancreatite aguda.. Lactação: recomenda-se às mulheres que realmente necessitem receber o medicamento após o parto, que não amamentem.

    Precauções Especiais:

     

    Se após um período de 3-6 meses de tratamento, não se evidenciar uma queda satisfatória nos níveis sangüíneos de lipídeos, deve-se avaliar a conveniência de uma terapia suplementar ou substitutiva. Tem sido relatados aumentos transitórios nas transaminases de alguns pacientes. É aconselhável controlar trimestralmente as transaminases séricas durante o primeiro ano de tratamento e avaliar a conveniência de suspender o mesmo, quando a atividade da TGP superar a taxa de 100 mU, ou interromper o tratamento nos casos em que o aumento nos níveis de aspartato-aminotransferase (AST) e de alanino-aminotransferase (ALT) supere em 3 vezes o limite máximo de variação normal.Interações medicamentosas: Associações indesejáveis: outros fibratos e inibidores da HMG CoA-redutase por risco de exacerbação dos efeitos adversos sobre os músculos. Fenofibrato micronizado potencializa a ação dos anticoagulantes orais e aumenta o risco de hemorragias por ruptura da ligação dos mesmos às proteínas plasmáticas. Recomenda-se reduzir a dose do anticoagulante para 1/3 da usual e monitorar o nível de protrombina mais freqüentemente, sob controle laboratorial adequado, durante o tratamento e até 8 dias após sua interrupção. Efeitos colaterais: Problemas gastrintestinais, como digestão difícil, reações alérgicas cutâneas, elevação transitória das transaminases, dores musculares.

    Posologia e modo de usar:

    1 cápsula ao dia, durante o almoço ou jantar. LIPIDIL®, associado a uma dieta apropriada, constitui um tratamento sintomático de longa duração, que deve ser regularmente monitorado. Conservar o medicamento em temperatura ambiente (15º a 30ºC), proteger da luz e umidade.
    Desde que seguidos os cuidados de conservação, o prazo de validade de LIPIDIL® é de 36 meses, a contar da data de fabricação (vide embalagem externa).

    Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde:

    Caracteristicas Farmacólogicas:

    O padrão global de efeito do fenofibrato é uma normalização dos valores lipídicos anormais com uma redução na relação de lipoproteínas de densidade baixa e muito baixa para lipoproteínas de alta densidade com alterações correspondentes nos níveis de apolipoproteínas A e B.
    Vários estudos clínicos publicados demonstraram que o fenofibrato produz redução do colesterol total, colesterol LDL, apolipoproteína B e triglicérides totais e VLDL nos pacientes tratados. Adicionalmente, o tratamento com fenofibrato resultou em um aumento do HDL colesterol e de apoproteínas A1 e A2. Após administração oral, o fenofibrato é bem absorvido pelo trato gastrintestinal, sendo 60% da dose eliminada pela urina e 25% nas fezes. O pico plasmático ocorre de 6 a 8 horas após a administração; a absorção é aumentada com a ingestão concomitante de alimentos (35%). O equilíbrio do steady-stade é alcançado cinco dias após o início de tratamento e não mostrou um acúmulo da droga no organismo.A ligação às proteínas séricas é de aproximadamente 99%. Após administração oral, a substância é rapidamente hidrolizada pelas esterases, resultando no metabólito ativo, ácido fenofíbrico. Após conjugação com o ácido glicurônico, é excretado na urina. O ácido fenofíbrico é eliminado com uma meia-vida de 20 horas, permitindo a administração única diária.

    Resultados de Eficácia:

    Vários estudos publicados referem que a redução de triglicerídeos conseguida com o uso de fenofibrato é de aproximadamente 30%, em média. Quanto mais alto o nível inicial de triglicerídeos, maior será a queda relativa com o tratamento farmacológico, podendo alcançar até 60%. A elevação do HDL-colesterol provocada fenofibrato é da ordem de mais de 10%. Em pacientes com aumento de LDL-colesterol, o fenofibrato, em doses de 200 mg, consegue diminuir essa fração de modo diferenciado, ao redor de 28%. Essas reduções podem depender da sensibilidade da resposta terapêutica de cada paciente. Seu uso pode ser útil nos casos de intolerância às vastatinas. Foi relatada ação dos fibratos sobre valores aumentados de Lp(a), obtendo-se redução de 26% a 39%.

    Indicações:

    Em adultos LIPIDIL® é indicado na hipercolesterolemia tipo IIa e IIb e/ou hipertrigliceridemia endógena (tipo IV) ou associada (tipos IIb e III):
    – quando a dieta, rigorosamente seguida demonstrou ser ineficaz,- quando o colesterol sanguíneo, após a dieta, permanece alto e/ou há fatores de risco envolvidos.

    Contra-Indicações:

    LIPIDIL® é contra indicado em: pacientes com insuficiência hepática e renal graves; crianças, associação com inibidores da HMG Co-redutase ou outros fibratos, a não ser quando sob prescrição médica.

    Gravidez e lactação:

    Os fibratos não estão indicados para mulheres grávidas, a não ser nos casos de hipertrigliceridemia severa (> 10 g/l), não corrigida pela dieta, sob risco de provocar pancreatite aguda. Recomenda-se às mulheres que realmente necessitem receber o medicamento após o parto, que não amamentem.

    Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto:

    Mantenha o produto em local seco e fresco, ao abrigo da luz e umidade.
    Desde que seguidos os cuidados de conservação, o prazo de validade de LIPIDIL® é de 36 meses, a contar da data de fabricação (vide embalagem externa).

    Posologia:

    1 cápsula ao dia, durante o almoço ou jantar. LIPIDIL®, associado a uma dieta apropriada, constitui um tratamento sintomático de longa duração, que deve ser regularmente monitorado.

    Advertências:

    LIPIDIL® é contra indicado em: pacientes com insuficiência hepática e renal graves; crianças, associação com inibidores da HMG Co-redutase ou outros fibratos, a não ser quando sob prescrição médica. Gravidez e lactação: os fibratos não estão indicados para mulheres grávidas, a não ser nos casos de hipertrigliceridemia severa (> 10 g/l), não corrigida pela dieta, sob risco de provocar pancreatite aguda. Recomenda-se às mulheres que realmente necessitem receber o medicamento após o parto, que não amamentem. Se após um período de 3-6 meses de tratamento, não se evidenciar uma queda satisfatória nos níveis sangüíneos de lipídeos, deve-se avaliar a conveniência de uma terapia suplementar ou substitutiva.Tem sido relatados aumentos transitórios nas transaminases de alguns pacientes. É aconselhável controlar trimestralmente as transaminases séricas durante o primeiro ano de tratamento e avaliar a conveniência de suspender o mesmo, quando a atividade da TGP superar a taxa de 100 mU, ou interromper o tratamento nos casos em que o aumento nos níveis de aspartato-aminotransferase (AST) e de alanino-aminotransferase (ALT) supere em 3 vezes o limite máximo de variação normal. “Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”

    Uso em idosos,crianças e outros grupos de risco:

    O uso do fenofibrato não foi avaliado em pacientes pediátricos. O fenofibrato pode ser utilizado em pacientes idosos desde que seguidas as orientações acima descritas.O fenofibrato é contra-indicado em pacientes portadores de insuficiência hepática e/ou renal graves.

    Interações Medicamentosas:

    Associações indesejáveis: outros fibratos e inibidores da HMG CoA-redutase por risco de exacerbação dos efeitos adversos sobre os músculos.
    Fenofibrato micronizado potencializa a ação dos anticoagulantes orais e aumenta o risco de hemorragias por ruptura da ligação dos mesmos às proteínas plasmáticas. Recomenda-se reduzir a dose do anticoagulante para 1/3 da usual e monitorar o nível de protrombina mais freqüentemente, sob controle laboratorial adequado, durante o tratamento e até 8 dias após sua interrupção.

    Reações Adversas a Medicamentos:

    Como ocorre com todos os medicamentos redutores do colesterol e triglicérides, o fenofibrato pode causar problemas gastrintestinais, como má digestão, reações alérgicas cutâneas, elevação transitória das transaminases, dores musculares. Nos estudos clínicos publicados a incidência de reações colaterais foi ao redor de 2% quando comparado ao grupo placebo. Efeitos colaterais graves como aumento dos testes de função hepática foram reportados por 7,5% dos pacientes, o que levou à descontinuação do tratamento em 1,6% dos casos avaliados em estudos clínicos duplo-cego, versus placebo. “ATENÇÃO: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.”

    Superdose:

    Não há tratamento específico para casos de superdosagem com fenofibrato. Cuidados gerais do paciente são indicados, incluindo a monitorização dos sinais vitais e a observação do quadro clínico. Caso indicado, a eliminação do fármaco não absorvido pode ser alcançada por emese ou lavagem gástrica, precauções usuais devem ser observadas para manter as vias aéreas. O fenofibrato se liga altamente às proteínas plasmáticas, deste modo, a hemodiálise não é considerada.

    Armazenagem:

    Conservar o medicamento em temperatura ambiente (15º a 30ºC), proteger da luz e umidade.
    Desde que seguidos os cuidados de conservação, o prazo de validade de LIPIDIL® é de 36 meses, a contar da data de fabricação (vide embalagem externa).

    N° do lote, fabricação e validade: vide cartucho.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Fabricado por: Laboratoires Fournier SA – Fontaine-les-Dijon – França
    Importado e embalado por:
    FARMALAB INDUSTRIAS QUÍMICAS E FARMACÊUTICAS LTDA.
    Uma Empresa do grupo Chiesi Farmaceutici S.p.A.
    Rua Dr. Giacomo Chiesi, nº 151 – km 39,2 da Estrada dos Romeiros
    Santana do Parnaíba – S.P.
    ® Marca Registrada – Indústria Brasileira
    Farmacêutica Responsável: C.M.H. Nakazaki – CRF-SP nº 12.448
    SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) : 0800 114525
    Reg. M.S.: 1.0058.0102

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  • Famotidina 18.01.2013 No Comments

    Famox-indicado-para-ulcera-duodenal-e-gastrica-benigna-e-prevenção-de-ulceração-duodenal

    FAMOX

    famotidina
    Comprimidos de 20 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Comprimidos de 40 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Uso Adulto

    Uso Oral

    Composições completas:

    Cada comprimido 20 mg contém:
    famotidina ….. …………………………………………………………………………………………….. 20 mg
    Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio,corante amarelo FD&C nº. 5 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico diidratado, manitol e talco.
    Cada comprimido 40 mg contém:
    famotidina ………………………………………………………………………………………………….. 40 mg
    Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio,corante amarelo FD&C nº. 6 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico diidratado e manitol.

    Informação ao Paciente:

    FAMOX inibe a secreção do ácido e pepsina do estômago, reduzindo as sensações de ardência e dor epigástrica. Assim como ocorre ocasionalmente com outros medicamentos de ação similar o alívio pode não ser imediato. O desaparecimento dos sintomas nem sempre significa cura, a qual ocorre, geralmente após semanas de tratamento. FAMOX quando conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC) e ao abrigo da luz e umidade, apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. FAMOX deve ser administrado diariamente, prolongando-se o tratamento por várias semanas. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. São raras as ocorrências de reações adversas, tais como: diarréia, dor de cabeça e/ou cansaço. FAMOX 20 mg contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas
    ao ácido acetilsalicílico. FAMOX é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula.
    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a lactação.

    Informação Técnica:

    A famotidina é um antagonista dos receptores H2 de histamina de longa duração e alta eficácia na inibição da secreção gástrica. A famotidina reduz o conteúdo de ácido e pepsina,assim como o volume de secreção gástrica basal ou estimulada e é altamente eficaz no tratamento da úlcera duodenal. A famotidina não é absorvida completamente no TGI quando administrada por via oral. Sua biodisponibilidade é de 40-50%. A inibição da secreção do ácido gástrico ocorre 1 hora após a administração oral. O pico da inibição ocorre entre 1 a 4 horas após a administração oral. A
    duração da inibição da secreção do ácido gástrico e a inibição máxima produzida pela famotidina é dose dependente. A duração da inibição basal e da secreção noturna, após administração oral de uma única dose, é de 10 a 12 horas. A inibição da secreção estimulada por alimentos geralmente persiste por 8-10 horas quando administrada pela manhã, porém esta inibição é dissipada com 6-8 horas após a administração oral de 20 mg.
    Após administração oral, a famotidina é bem distribuída, aparecendo em altas concentrações nos rins, fígado, pâncreas e glândula submandibular. A famotidina encontra-se entre 15-20 % ligada a proteínas. A eliminação da famotidina ocorre entre 2,5-4 horas em adultos com função renal normal. A famotidina é metabolizada no fígado e excretada principalmente na urina, via filtração glomerular e secreção tubular. proximadamente 25-30% da dose é excretada nas primeiras 24 horas e 13-49% em até 72 horas. A famotidina não é removida por hemodiálise.

    Indicações:

    É indicado para úlcera duodenal e gástrica benigna e prevenção de recidivas de ulceração duodenal. Condições de hipersecreção, tais como esofagite de refluxo, gastrite e síndrome de Zollinger-Ellison.

    Contra-indicações:

    Famox é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a qualquer dos componentes de sua fómula,Famox é contra-indicado durante á gravidez e á lactação.

    Precauções:

    À malignidade gástrica deve ser excluida antes do inicio da terapia de úlcera gástrica com famox,não exclui a presença de malignidade gástrica. Como famox é parcialmente metabolizado no figado e excretado primariamente pelos rins,deve-se ter cautela na admnistração do famox a pacientes com disfunção hepática ou renal. À redução da posologia deve ser considerada,se a depuração de creatinina for menor que 30ml/min. Não foi observado qualquer aumento na incidência ou mudança no tipo de reações adversas nos pacientes idosos. Não é necessário alterar a posologia com base apenas na idade. à segurança e eficácia em crianças ainda não foram estabelecidas.

    Advertências:

    FAMOX 20 mg contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

    Interações medicamentosas:

    FAMOX não interage com o sistema enzimático de metabolismo de drogas ligado ao citocromo P-450; portanto, espera-se que drogas como varfarina, propranolol, teofilina e diazepam, que são metabolizadas através desse sistema, não interajam com FAMOX. FAMOX aumenta o pH gástrico e pode, através deste mecanismo, diminuir a absorção de algumas drogas, tais como: cefpodoxima, domperidona, itraconazol e cetoconazol e/ou melfalano. FAMOX não tem sua farmacocinética significativamente alterada, se administrado concomitantemente com nifedipina, fenitoína e/ou varfarina. A concentração sérica de FAMOX pode ser aumentada, se administrado concomitantemente com probenecida. A famotidina pode aumentar a concentração plasmática de pentoxifilina, por aumentar o pH gástrico. O metabolismo de teofilina pode ser reduzido pela famotidina.

    Reações adversas:

    Famox é de um modo geral bem tolerado.Raramente,foram relatadas diarréias,cefaléia,tonturas e constipação. Outras reações adversas,ainda menos frequentemente relatadas,incluiram boca seca,náuseas e/ou vômitos,enxaqueca,desconforto ou distensão abdominal,anorexia e/ou fadiga.

    Outras reações adversas que poderão ocorrer:

    Efeitos dermatológicos:

    “Rash” cutâneo e/ou urticaria foram raramente relatados.

    Efeitos neurológicos:

    Cefaléia e/ou ansiedade.

    Efeitos cardiovasculares:

    Palpitações,bradicardia e/ou bradiarritmias.

    Efeitos hematológicos raros:

    Neutropenia e/ou trombocitopenia.

    Efeitos endocrinológicos:

    Hiperprolactinemia e/ou galactorréia.

    Outros efeitos:

    Elevações de bilirrubinas e fosfatase alcalina,hematomegalia e/ou ictericia colestática.

    Posologia:

    Úlcera duodenal:

    Terapia inicial:

    A dose recomendada de FAMOX é de 1 comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada. Na maioria dos casos de úlcera duodenal, a cura ocorre dentro de 4 semanas, com este regime posológico. Nos casos em que a cura completa não se verifica após 4 semanas, o tratamento deve ser continuado por um período adicional de 4 semanas.

    Terapia de manutenção:

    Para prevenção da recorrência da ulceração duodenal, recomenda-se que a terapia com FAMOX seja mantida com um comprimido de 20 mg/dia, ao deitar por um período determinado a critério médico.

    Úlcera gástrica benigna:

    A dose recomendada de FAMOX é de um comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada.

    Síndrome de Zollinger-Ellison:

    Pacientes, sem terapia anti-secretória anterior, devem ser tratados, inicialmente, com uma dose de 20 mg, a cada 6 horas. A posologia deve ser ajustada às necessidades individuais do paciente e deve ser mantida enquanto houver indicação clínica. Doses de até 800 mg/dia têm sido usadas, por até 1 ano, sem o desenvolvimento de reações adversas significativas ou taquifilaxia. Os pacientes que estavam recebendo outro antagonista H2 podem passar diretamente para o uso de FAMOX com uma dose inicial mais alta do que aquela recomendada para casos novos; esta dose inicial dependerá da gravidade da condição e da última dose de antagonista H2, previamente utilizada. Ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal grave,Nestes pacientes (depuração de creatinina abaixo de 30 ml/min) a dose de FAMOX deve ser reduzida para 20 mg, ao deitar.

    Conduta na superdosagem:

    Não há experiência, até o momento, com superdosagem. Devem ser empregadas as medidas habituais para remoção do material não-absorvido do tratamento gastrintestinal,monitorização clínica e medidas de suporte.

    Pacientes idosos:

    As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas aos pacientes idosos,observando-se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens “Precauções e Advertências” e “Contra-indicações”.

    MS – 1.0573.0144
    Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP n°. 9555
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira
    Famox BU08

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    CORUS
    losartana potássica
    25 mg e 50 mg
    Comprimidos revestidos

    Formas Farmaceuticas e Apresentações :

    Comprimidos revestidos de 25 mg: embalagem com 28 comprimidos.
    Comprimidos revestidos de 50 mg: embalagem com 28 comprimidos.

    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição :

    Cada comprimido revestido de 25 mg contém:

    losartana potássica……………………………………………………………………………. 25,00 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, talco, amido, dióxido de silício, croscarmelose sódica,
    estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, corante amarelo FDC
    nº. 5 laca de alumínio.

    Cada comprimido revestido de 50 mg contém:

    losartana potássica……………………………………………………………………………. 50,00 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, talco, amido, dióxido de silício, croscarmelose sódica,
    estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente :

    Ação esperada do medicamento: o medicamento está indicado para o tratamento da hipertensão arterial.
    Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC),protegido da luz e umidade.
    Prazo de validade: desde que sejam observados os cuidados de armazenamento,CORUS (losartana potássica) 25 mg apresenta prazo de validade de 36 meses e CORUS (losartana potássica) 50 mg apresenta prazo de validade de 24 meses. Não utilize o medicamento após o término do prazo de validade.

    Gravidez e lactação:

    A losartana potássica está contra-indicada para uso durante a gravidez e lactação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
    tratamento ou após o seu término. Quando a gravidez for detectada, o uso da losartana potássica deve ser descontinuado o mais breve possível.
    Informar ao médico se está amamentando.
    Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.

    Contra-indicações e precauções:

    Contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a losartana potássica ou a outros componentes da fórmula. Não deve ser
    usado durante a gravidez e lactação. Avise seu médico se você tiver alguma doença de fígado, rins ou insuficiência cardíaca. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    CORUS 25 MG CONTÉM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE
    CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA
    BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETIL
    SALICÍLICO.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
    PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informações Técnicas :

    Modo de Ação :
    CORUS (losartana potássica) possui como princípio ativo a losartana potássica. Trata-se de um agente anti-hipertensivo, antagonista específico de receptor (AT1) da angiotensina II, não peptídico e altamente seletivo, que não interfere na resposta à bradicinina (enquanto os inibidores de enzima de conversão de angiotensina intensificam esta resposta, o que pode levar à tosse em aproximadamente 20% dos pacientes). Diminui a
    pressão sangüínea sem alterar o ritmo circadiano, a variabilidade da pressão sangüínea ou o ritmo do pulso. Não afeta o clearance de creatinina, o volume urinário, nem a excreção de sódio ou potássio.
    Quando administrado oralmente, a losartana potássica controla a pressão sangüínea por 24 horas, sem induzir à hipotensão nas primeiras horas da terapia. Isso permite que o medicamento seja administrado somente uma vez ao dia.
    A losartana potássica e seu principal metabólito ativo bloqueiam os efeitos vasoconstritores e secretores da aldosterona da angiotensina II por bloqueio seletivo da sua ligação aos receptores AT1 encontrados em vários tecidos. Estudos in vitro demonstram que a losartana potássica é um inibidor competitivo do receptor AT1,efetuando uma ligação reversível.
    A losartana potássica e seu metabólito principal não inibem a enzima conversora de angiotensina (ECA), nem se ligam ou bloqueiam outros receptores hormonais ou canais iônicos conhecidos como importantes na regulação do sistema cardiovascular.

    Farmacodinâmica :

    Dados analisados sugerem que a maioria das ações dos inibidores da ECA se deve ao bloqueio da síntese da angiotensina II. A losartana potássica tem afinidade pelos receptores específicos da angiotensina II; inibe competitivamente a resposta contrátil do músculo vascular liso e as respostas pressoras a angiotensina II administrada em forma exógena in vivo; diminui a pressão sangüínea na hipertensão angiotensina II-dependente,
    bloqueando-a em seu receptor.
    A angiotensina II é um poderoso vasoconstritor e, em concentrações fisiológicas, aumenta a absorção tubular de sódio. A losartana potássica bloqueia os efeitos renais produzidos por ela.
    As concentrações plasmáticas de aldosterona caem após a administração da losartana potássica. Apesar deste efeito na secreção de aldosterona, a variação observada nos níveis de potássio plasmático é muito pequena.
    O mecanismo primário do efeito anti-hipertensivo da losartana potássica é o bloqueio do efeito vasoconstritor da angiotensina II, demonstrado pela afinidade de união, tanto em modelos animais de hipertensão induzida experimentalmente, como em pacientes com hipertensão essencial.
    Os inibidores da ECA e a losartana potássica (antagonista da angiotensina II) parecem ter efeitos hemodinâmicos sistêmicos e regionais similares. O efeito da inibição da ECA e o bloqueio da angiotensina sobre os diferentes componentes do sistema reninaangiotensina também são comparáveis, exceto por um aumento marcante nos níveis de angiotensina II no plasma durante o bloqueio dos receptores AT2 da angiotensina II. Esse aumento pode conduzir, teoricamente, a uma estimulação excessiva dos receptores AT2,porém, até o momento, a função fisiológica destes receptores permanece desconhecida.
    Observou-se também um aumento da excreção de ácido úrico com a administração da losartana potássica.
    Os estudos comparativos preliminares com inibidores da ECA demonstraram que a eficácia anti-hipertensiva da losartana potássica é comparável à do enalapril. Esses estudos também sugerem que, contrariamente aos inibidores da ECA, a losartana potássica não produz tosse, nem angioedema. A losartana potássica não afeta a resposta à bradicinina, enquanto os inibidores da ECA aumentam a resposta à bradicinina. Em estudos realizados no homem, a losartana potássica não demonstrou efeito no índice de filtração glomerular, no fluxo plasmático renal ou na fração de filtração. Não produziu alterações significativas em estudos de múltiplas doses nas concentrações de prostaglandinas renais, triglicérides de jejum,colesterol total ou HDL-colesterol, bem como na glicemia.
    Doses de 50 e 100 mg de losartana potássica, quando administradas duas vezes ao dia,produzem resposta terapêutica mais adequada.
    Pacientes de ambos os sexos e de idade inferior ou superior a 65 anos apresentam a mesma resposta clínica ao medicamento. Entretanto, pacientes de raça negra apresentam menor resposta a monoterapia com losartana potássica. O seu efeito se faz presente já na primeira semana de tratamento mas, em alguns estudos, o efeito máximo ocorreu entre 3 a 6 semanas.

    Farmacocinética :

    A losartana potássica sofre um metabolismo de primeira passagem no fígado pela ação das enzimas do sistema citocromo P450. A oxidação do grupo 5-hidroximetil no anel imidazol resulta no metabólito ativo, que é responsável pela maior parte da ação de antagonismo do receptor de angiotensina II conseqüente ao tratamento com losartana potássica. A meia-vida terminal da losartana potássica é de cerca de 2 horas e a de seu
    metabólito é de 6 a 9 horas. A farmacocinética da losartana potássica e seu metabólito principal é linear com doses de até 200 mg por via oral. Nem a losartana potássica nem seu metabólito ativo se acumulam no plasma após dose única diária repetida.
    A losartana potássica é bem absorvida por via oral e sua biodisponibilidade é de aproximadamente 33%. Cerca de 14% da dose administrada por via oral é convertida no metabólito ativo. As concentrações máximas da losartana potássica e de seu metabólito ativo atingem a concentração máxima em 1 hora e em 3-4 horas, respectivamente.
    Porquanto as concentrações máximas de losartana potássica e seu metabólito ativo sejam iguais, a área sob a curva de concentração pelo tempo (AUC) do metabólito é cerca de 4 vezes maior que a de losartana potássica. O alimento diminui a absorção da losartana potássica e reduz sua concentração máxima, mas tem pequeno efeito na sua AUC ou na AUC de seu metabólito ativo.
    Ambos, losartana potássica e seu metabólito ativo, ligam-se altamente à proteína plasmática, primariamente albumina, com frações plasmáticas livres de 1,3% e 0,2%,respectivamente. Em ratos, a losartana potássica atravessa de modo pobre a barreira hemato-encefálica. Em cerca de 1% dos indivíduos estudados, a conversão de losartana potássica para seu metabólito ativo em vez de corresponder a 14% da dose, índice tido
    como normal, atingiu menos que 1%.
    O volume de distribuição da losartana potássica é de 34 litros e de seu metabólito ativo de 12 litros. O clearance plasmático total da losartana potássica e de seu metabólito ativo é de cerca 600 ml/min e 50 ml/min, respectivamente, com clearance renal de cerca de 75
    ml/min e 25 ml/min, respectivamente. Quando a losartana potássica é administrada por via oral, cerca de 4% da dose é excretada na forma inalterada na urina e cerca de 6% excretada como metabólito ativo. Excreção biliar contribui para excreção de losartana
    potássica e seus metabólitos. Após administração oral, 35% é eliminada pela urina e 60% nas fezes.
    As concentrações plasmáticas de losartana potássica e seu metabólito ativo são similares em idosos e jovens hipertensos de ambos os sexos. As concentrações plasmáticas da losartana potássica são duas vezes mais elevadas em mulheres hipertensas que em homens hipertensos, mas as concentrações do metabólito ativo são similares em ambos os sexos.

    Pacientes com Insuficiência Renal:

    As concentrações plasmáticas da losartana potássica não estão alteradas em pacientes com clearance de creatinina superior a 30
    ml/min. Em pacientes cujo clearance de creatinina é menor, as AUC são cerca de 50% maiores e podem duplicar nos pacientes com insuficiência renal que necessitam de hemodiálise. As concentrações plasmáticas do metabólito ativo não são significativamente alteradas em pacientes com comprometimento da função renal.
    Nem a losartana potássica ou seu metabólito ativo podem ser removidos por hemodiálise.
    Pacientes com Insuficiência Hepática: Em pacientes com cirrose hepática leve ou moderada, as concentrações plasmáticas da losartana potássica e seu metabólito ativo estão 5 vezes e 1,7 vezes, respectivamente, maiores que no adulto jovem normal. O clearance nestes pacientes é cerca de 50% menor e a biodisponibilidade oral é cerca de duas vezes maior. Neste tipo de paciente assim como nos pacientes volume-depletados,
    recomenda-se iniciar a terapêutica com a menor dose (25 mg), embora seu uso não seja recomendado na insuficiência hepática grave.

    Indicações :

    Este medicamento está indicado para o tratamento da hipertensão arterial como monoterapia ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos.

    Contra – Indicações :

    É contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à losartana potássica
    ou aos demais componentes da fórmula. Durante a gravidez e lactação.

    Precauções e Advertências :

    O uso de fármacos que agem diretamente no sistema renina-angiotensina durante o 2º ou 3º trimestre de gravidez pode causar alterações fetais, inclusive morte. Vários casos já foram relatados na literatura médica, em pacientes usando inibidores da ECA, durante o 2º ou 3º trimestre de gravidez. Estas alterações fetais incluem: hipotensão neonatal,hipoplasia craniana neonatal, anúria, insuficiência renal reversível ou irreversível e morte. Oligohidrâmnio também tem sido relatado. Em geral, está associado a malformações crânio-faciais. Essas reações adversas não parecem estar relacionadas ao uso dos fármacos no primeiro trimestre da gravidez. Assim, quando a gravidez for detectada, de imediato a medicação deve ser suspensa ou substituída. Recomenda-se precaução na administração para pacientes com insuficiência renal ou hepática grave.
    Recomenda-se precaução no início do tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca ou depletados de sódio (em tratamento com diuréticos ou com dietas hipossódicas restritas), pois pode produzir um quadro de hipotensão severa.
    Recomenda-se administrar com precaução em pacientes com enfermidade cérebrovascular ou cardiopatia isquêmica, nos quais o quadro pode se agravar como conseqüência de uma hipotensão severa.
    Os pacientes devem ser advertidos sobre a necessidade de consultar seu médico em qualquer situação que possa indicar depleção de volume (vertigem, tontura) ou que possa provocá-la (transpiração excessiva, desidratação, diarréia, vômitos).
    A losartana potássica apresenta um efeito uricosúrico potente.
    Nos pacientes submetidos à cirurgia maior ou durante a anestesia com fármacos que produzam hipotensão, a losartana potássica pode bloquear a ação da angiotensina II formada como conseqüência da liberação compensadora de renina. Caso ocorra hipotensão, esta pode ser corrigida mediante a expansão de volume.

    Gravidez e Lactação :

    A losartana potássica está contra-indicada na vigência de gravidez e, quando esta for detectada, seu uso deve ser descontinuado o mais breve possível. Como não se tem conhecimento se a losartana potássica é excretada no leite humano, deve-se optar pela descontinuação do uso do fármaco ou da amamentação quando o fármaco for vital para a mãe.

    Interações Medicamentosas :

    Os efeitos anti-hipertensivos da losartana potássica podem ser aumentados por fármacos hipotensores que aumentam a liberação de renina, evidenciando o efeito sinérgico da absorção dos fármacos.
    Tem-se descrito efeitos natriuréticos e efeitos depletores de potássio para a losartana potássica. Portanto, recomenda-se controle periódico dos níveis de potássio em pacientes em tratamento com diuréticos.
    Tem-se relatado toxicidade ao lítio em pacientes em tratamento com fármacos que aumentam a eliminação de sódio.
    A losartana potássica tem sido administrada conjuntamente com diuréticos tiazídicos,antagonistas de cálcio e beta-bloqueadores, sem se observar interações adversas clinicamente significativas.
    O cetoconazol e o sulfafenasol são potentes inibidores do sistema citocromo P450 de metabolização. Não se sabe se o uso concomitante destes fármacos pode produzir alguma influência no efeito da losartana potássica.

    Reações  Adversas :

    O medicamento é geralmente bem tolerado. Ocasionalmente, tem-se reportado mal-estar epigástrico, diarréia, mialgia, cãibras musculares, tonturas, insônia, congestão nasal,astenia, fraqueza, edema ou inchaço local, náuseas e faringites, cefaléia, hipotensão
    ortostática. Todos estes efeitos foram geralmente leves e não levaram à interrupção do tratamento.
    Durante os ensaios clínicos pré-comercialização do fármaco ocorreram 2 casos de angioedema (caracterizados por inchaço de lábios e pálpebras), que não puderam ser associados diretamente ao uso de losartana potássica, mas tiveram uma relação causal sugerida.
    Excepcionalmente, tem-se observado aumento leve e transitório das transaminases, da uréia e da creatinina.

    Posologia :

    A dose inicial usual de CORUS (losartana potássica) é de 50 mg uma vez ao dia, ou 25 mg em pacientes com possível depleção de volume intravascular (por exemplo, pacientes em tratamento com diuréticos), e em pacientes com histórico clínico de insuficiência
    hepática. CORUS (losartana potássica) pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia com doses diárias variando de 25 a 100 mg.
    Se o efeito anti-hipertensivo durante a fase de vale não for adequado usando-se o esquema de dose única diária, um esquema de duas doses diárias pode ser instituído usando-se a mesma dose total ou aumentando-se a dose.
    Se a pressão sangüínea não for controlada com o uso da losartana potássica isolada,outros processos podem ser adicionados ao esquema posológico (p. ex.: diuréticos).

    Conduta na Superdosagem :

    Não existem antecedentes de superdose com losartana potássica. Não obstante, a manifestação mais provável é a hipotensão e a taquicardia; bradicardia poderia ocorrer pela estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipotensão sintomática, o tratamento de suporte deve ser instituído. Nem a losartana potássica nem seu metabólito ativo podem ser removidos por hemodiálise.

    Pacientes Idosos :

    Nos estudos clínicos não houve diferença no perfil de segurança e eficácia da losartana potássica relacionadas à idade.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS – 1.1213.0179
    Farm. Resp.: Alberto Jorge Garcia Guimarães – CRF-SP nº 12.449
    Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
    Rodovia Presidente Dutra km 222,2
    07034-904 – Guarulhos – SP
    Fone: (11) 6461-6000 Fax: (11) 6440-7392

    Biosintética Farmacêutica Ltda.
    Av. das Nações Unidas, 22.428
    São Paulo – SP
    CNPJ nº 53.162.095/0001-06
    Indústria Brasileira

    CAC: 0800-7016900

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