• juliet-e-usado-para-evitar-a-gravidez-01

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Juliet

    desogestrel

    Apresentações:

    Juliet (desogestrel) 0,075 mg. Embalagem contendo 28 ou 84 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de 0,075 mg contém: desogestrel …………………………………………………………………………… 0,075 mg ,excipientes q.s.p……………………………………………….. 1 comprimido revestido (lactose monoidratada, amido, povidona K30, ácido esteárico, racealfatocoferol, dióxido de silício, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, polissorbato 80).

    Informações ao Paciente:

    Leia cuidadosamente esta bula antes de iniciar o tratamento com esse medicamento. Guarde esta bula. Você pode precisar ler as informações novamente em outra ocasião. Esta bula fornecerá informações sobre os benefícios e riscos do Juliet (Juliet (desogestrel)). Ela também a orientará sobre como você deve tomar Juliet (desogestrel) corretamente e quando deve informar ao seu médico sobre condições relacionadas com sua saúde. Se tiver alguma dúvida, peça auxílio ao seu médico ou farmacêutico. Esse medicamento foi receitado para você e não deve ser fornecido a outras pessoas, pois pode ser prejudicial a elas, mesmo que os sintomas que elas apresentem sejam iguais aos seus. Se algum dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você apresentar algum efeito colateral que não esteja mencionado nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

    Para que este medicamento é indicado?

    Juliet (desogestrel) é usado para evitar a gravidez.

    Como este medicamento funciona?

    Juliet (desogestrel) contém uma pequena quantidade de um tipo de hormônio sexual feminino, o progestagênio Juliet (desogestrel). Por esse motivo, Juliet (desogestrel) é chamado de pílula com progestagênio isolado, ou minipílula. Diferentemente das pílulas combinadas, as minipílulas não contêm um hormônio estrogênio associado ao progestagênio. A maioria das minipílulas age principalmente impedindo a entrada das células do esperma no útero, mas nem sempre impedem a maturação do óvulo, que é a ação principal das pílulas combinadas. Juliet (desogestrel) é diferente das outras minipílulas porque apresenta uma dose que, na maioria dos casos, é alta o suficiente para impedir a maturação dos óvulos. Consequentemente, Juliet (desogestrel) proporciona eficácia contraceptiva elevada. Ao contrário das pílulas combinadas, Juliet (desogestrel) pode ser utilizado por mulheres que não toleram os estrogênios ou que estejam amamentando. Uma desvantagem é que pode ocorrer sangramento vaginal com intervalos irregulares durante o uso de Juliet (desogestrel), assim como pode não ocorrer nenhum sangramento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres: com alergia a qualquer ingrediente da fórmula de Juliet (desogestrel). com trombose, que é a formação de um coágulo em um vaso sanguíneo [por exemplo, das pernas (trombose venosa profunda) ou dos pulmões (embolia pulmonar)]. que já teve icterícia (cor amarela da pele) ou doença grave no fígado e se a função do fígado ainda não tiver normalizado, que tem ou suspeita que tem um câncer sensível aos esteróides sexuais, tais como determinados tipos de câncer de mama, com qualquer sangramento vaginal de origem desconhecida. Se você apresentar qualquer uma dessas condições, informe ao seu médico antes de iniciar o uso de Juliet (desogestrel). Ele poderá lhe aconselhar a utilizar um método não hormonal para o planejamento familiar. Se qualquer uma dessas condições aparecer pela primeira vez enquanto estiver tomando Juliet (desogestrel), consulte seu médico imediatamente. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou que suspeitam que possam estar grávidas.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Juliet (desogestrel), como todos os anticoncepcionais hormonais, não protege contra infecções por HIV (AIDS) ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. Informe ao seu médico antes de iniciar o uso de Juliet (desogestrel) se você: já teve câncer de mama; tem câncer no fígado, uma vez que um possível efeito de Juliet (desogestrel) não pode ser excluído; já teve formação de coágulo em um vaso sanguíneo (trombose); tem diabetes; tem epilepsia (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem tuberculose (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem pressão sanguínea alta; tem ou teve cloasma (manchas marrom-amareladas na pele, particularmente no rosto); neste caso, evite muita exposição ao sol ou raios ultravioleta. Se Juliet (desogestrel) for utilizado na presença de uma dessas condições, seu médico deverá observá-la cuidadosamente e poderá lhe explicar o que fazer. Redução da massa óssea: Os estrogênios são importantes para manter a estrutura de seus ossos. Durante o uso de Juliet (desogestrel), a concentração do estrogênio natural estradiol no seu sangue é comparável à observada na primeira metade do seu ciclo natural, mas é diminuída em comparação com a segunda metade do ciclo. Não se sabe se isso afeta ou não a estrutura de seus ossos.
    Câncer de mama: Examine regularmente suas mamas e consulte o seu médico assim que possível, se você sentir qualquer caroço (nódulo) nas suas mamas. O câncer de mama tem sido encontrado um pouco mais frequentemente em mulheres que tomaram pílulas do que naquelas da mesma idade que não as tomaram. Quando a mulher para de tomar a pílula, o risco diminui gradativamente, de modo que 10 anos depois de interromper o tratamento com pílulas, o risco é o mesmo que aquele apresentado por mulheres que nunca tomaram pílulas. O câncer de mama é raro abaixo dos 40 anos de idade, mas o risco aumenta à medida que a mulher fica mais velha. Portanto, o número adicional de cânceres de mama diagnosticados é maior em mulheres que usam pílula em idade mais avançada. O tempo de tratamento com pílulas é menos importante. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 20 anos de idade, haverá 1 caso adicional de câncer de mama encontrado até 10 anos depois de interrompido o tratamento, além dos 4 casos normalmente diagnosticados nesse grupo etário. Da mesma forma, a cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 30 anos, haverá 5 casos adicionais de câncer de mama além dos 44 casos normalmente diagnosticados. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 40 anos, haverá 20 casos adicionais de câncer de mama além dos 160 casos normalmente diagnosticados. Acredita-se que o risco de câncer de mama em usuárias de pílulas que contenham apenas progestagênio, assim como desogestrel, é semelhante àquele das mulheres que usam a pílula combinada, mas a evidência é menos conclusiva. Parece que os cânceres de mama nas mulheres que tomam pílulas se espalham menos do que os encontrados nas que não as tomam. Não se sabe se a diferença no risco de câncer de mama é causada pela pílula. Pode ser que as mulheres sejam examinadas com maior frequência, de modo que o câncer de mama é descoberto mais precocemente.Se você notar possíveis sinais de uma trombose, consulte imediatamente o seu médico (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Quando você deve consultar o seu médico?”). Trombose é a formação de um coágulo que pode bloquear um vaso sanguíneo. A trombose às vezes ocorre nas veias profundas da perna (trombose venosa profunda). Se o coágulo se rompe e se desloca da veia onde foi formado, pode atingir e bloquear as artérias dos pulmões, causando a então chamada “embolia pulmonar”. Consequentemente, podem ocorrer situações fatais. A trombose venosa profunda raramente ocorre. Ela pode se desenvolver se você estiver tomando pílulas ou não. Ela também pode ocorrer se você engravidar. O risco é maior em usuárias de pílulas do que em não usuárias. Acredita-se que o risco com pílulas contendo somente progestagênio, como é o caso de desogestrel, seja mais baixo do que em mulheres que usam pílulas combinadas contendo também estrogênios. Sangramento vaginal: Durante o tratamento com Juliet (desogestrel), pode ocorrer sangramento vaginal em intervalos irregulares. Pode ser mínimo, não necessitando do uso de absorvente, ou maior, mais parecido a um período menstrual curto, requerendo uso de absorvente. Você pode também não apresentar nenhum sangramento. Os sangramentos irregulares não são sinais de redução da proteção contraceptiva do Juliet (desogestrel). Em geral, não é necessário tomar nenhuma providência; apenas continue a tomar o Juliet (desogestrel) normalmente. Entretanto, se o sangramento for abundante ou prolongado, consulte seu médico. Cistos ovarianos: Durante o tratamento com anticoncepcionais hormonais de baixa dose, podem se desenvolver pequenas bolsas contendo líquido nos ovários, chamados de cistos ovarianos. Geralmente, eles desaparecem espontaneamente. Algumas vezes, eles causam dores abdominais leves. Apenas raramente, podem causar problemas mais graves. Exames médicos periódicos: Enquanto estiver usando Juliet (desogestrel), seu médico solicitará seu retorno regularmente às consultas. Em geral, a frequência e o tipo de avaliação clínica dependerão de sua condição clínica individual. Consulte seu médico imediatamente se você: sentir dor intensa ou inchaço nas pernas, dores inexplicáveis no peito, dificuldade para respirar, tiver tosse anormal, especialmente se expelir sangue (possivelmente indicando uma trombose); tiver dor intensa e repentina de estômago ou ficar com aspecto de que tem icterícia (coloração amarela da pele, possivelmente indicando problemas no fígado ); sentir nódulos nas suas mamas (possivelmente indicando câncer de mama ); tiver dor intensa ou repentina no abdome ou na área do estômago (possivelmente indicando uma gravidez ectópica, que é uma gravidez fora do útero);
    precisar ser imobilizada, ou se for submetida a cirurgia (avise o seu médico com pelo quatro semanas de antecedência); tiver sangramento vaginal anormal, intenso; suspeitar que está grávida. Lactação: Juliet (desogestrel)
    pode ser utilizado durante a amamentação, pois não influencia na produção ou na qualidade do leite materno. Entretanto, pequenas quantidades da substância ativa de Juliet (desogestrel) passam para o leite. A saúde de crianças amamentadas durante 7 meses por mães que tomaram desogestrel foi avaliada até os 2,5 anos de idade. Não foram observados efeitos sobre o crescimento e desenvolvimento dessas crianças. Se estiver amamentando e desejar tomar desogestrel, consulte o seu médico. Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas Não há indicações de qualquer efeito do uso de Juliet (desogestrel) sobre o estado de alerta e concentração. Informação importante sobre alguns ingredientes de Juliet (desogestrel) contém lactose (açúcar do leite). Se você sabe que tem intolerância a alguns açúcares, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com Juliet (desogestrel). Pacientes idosas: Juliet (desogestrel) é medicamento de uso exclusivo em pacientes em idade gestacional. Não se destina a uso em pacientes com idade ? 60 anos. Ingestão concomitante com outras substâncias Informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento ou produtos fitoterápico, incluindo os medicamentos obtidos sem prescrição médica. Alguns medicamentos podem impedir que Juliet (desogestrel) funcione adequadamente. Entre eles estão incluídos os utilizados para tratamento da: epilepsia (por ex., primidona, fenitoína, carbamazepina, oxcarbazepina, felbamato e fenobarbital); tuberculose (por ex., rifampicina, rifabutina); infecções por HIV (por ex., ritonavir) ou outras doenças infecciosas (por ex.,griseofulvina); mal estar gástrico (carvão medicinal); depressão (à base da planta Erva de São João – Hypericum perforatum ou St. John’s wort). O seu médico pode lhe dizer se é necessário que adote precauções anticoncepcionais adicionais e, em caso afirmativo, por quanto tempo. Juliet (desogestrel) também pode interferir no funcionamento de determinados medicamentos, ocasionando um aumento (por ex., medicamentos contendo ciclosporina) ou diminuição do efeito. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Juliet (desogestrel) é um comprimido revestido, circular, branco. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    A cartela de Juliet (desogestrel) contém 28 comprimidos. Na parte da frente da cartela estão impressas setas entre os comprimidos. Se você virar a sua cartela e olhar a parte de trás, verá que os dias da semana estão impressos na cartela. Cada dia corresponde a um comprimido. A cada nova cartela de Juliet (desogestrel) , inicie pelo comprimido da 1ª linha (linha de cima) marcado com o dia da semana correspondente. Não comece a tomar por um comprimido
    qualquer. Por exemplo, se você iniciar sua nova cartela em uma quarta-feira, você deve tomar o comprimido da primeira fileira marcado na parte de trás da cartela com “QUA”. Continue a tomar um comprimido por dia até terminar a cartela, sempre seguindo a direção indicada pelas setas. Assim, você pode verificar facilmente se tomou o comprimido do dia. Tome o seu comprimido diariamente, aproximadamente no mesmo horário. Engula seu comprimido inteiro, com o auxílio de um copo de água. Pode ocorrer algum sangramento durante o uso de Juliet (desogestrel), mas você deve continuar a tomar os seus comprimidos normalmente. Quando terminar uma cartela, deve ser iniciada uma nova cartela de Juliet (desogestrel) no dia seguinte, sem interrupção e sem esperar a menstruação. Começando a tomar sua primeira cartela de Juliet (desogestrel). Se não tiver utilizado nenhum anticoncepcional hormonal no último mês. Espere pelo início de sua menstruação. No 1º dia de sua menstruação, tome o 1º comprimido de Juliet (desogestrel). Você não precisa tomar precauções anticonceptivas adicionais. Você também poderá iniciar entre o 2º e o 5º dia de sua menstruação, mas, neste caso, certifique-se de usar um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Se você tomou uma pílula combinada, ou usou um anel vaginal ou um adesivo na pele Você pode começar a tomar Juliet (desogestrel) no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido de sua cartela, ou no dia da retirada do seu anel vaginal ou do adesivo (ou seja, sem fazer nenhum intervalo). Caso a cartela de pílulas atual contenha comprimidos inativos, você pode começar a tomar Juliet (desogestrel) no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido ativo (caso você não tenha certeza sobre qual é este comprimido, pergunte ao seu médico ou farmacêutico). Seguindo essas instruções, não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Você também pode iniciar no mais tardar no intervalo sem o uso do comprimido, anel ou adesivo, ou no intervalo do placebo do seu método anticonceptivo atual. Se você usar esse método, certifique-se de usar durante o primeiro ciclo, um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Se você tomou outra pílula à base de progestagênio isolado (minipílula) Você pode parar de tomar a minipílula em qualquer dia e começar a tomar Juliet (desogestrel) imediatamente. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional.
    Se você utilizou um método anticonceptivo injetável, implante ou um dispositivo intrauterino que libera progestagênio – DIU Comece a tomar Juliet (desogestrel) no dia em que deveria tomar a próxima injeção ou no dia em que remover o implante ou o DIU. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Após o parto: Você pode iniciar o uso de Juliet (desogestrel) entre o 21º e o 28º dia após o parto. Se iniciar mais tarde, certifique-se de usar no primeiro ciclo um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Entretanto, se já teve uma relação sexual, deve ser afastada a possibilidade de você estar grávida antes de iniciar o uso do Juliet (desogestrel). Informações adicionais sobre mulheres que estão amamentando encontram-se em outro item desta bula (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Lactação”). Você pode, também, obter informações com seu médico. Após um aborto Seu médico vai orientá-la sobre o assunto. Se você tiver distúrbios gastrintestinais (por ex., vômitos ou diarreia grave)
    Siga as instruções para comprimidos esquecidos (veja item “7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Se vomitar ou usar carvão ativado dentro de 3-4 horas após ter tomado o seu comprimido de Juliet (desogestrel) , ou se tiver diarreia grave, o componente ativo pode não ter sido absorvido completamente. Interrupção de tratamento: Você pode parar de tomar Juliet (desogestrel) a qualquer momento. A partir do dia em que parar de tomar os comprimidos, você não mais estará protegida contra a gravidez. Se tiver qualquer outra dúvida sobre o uso desse produto, consulte o seu médico ou farmacêutico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se o tempo de atraso da tomada do comprimido for de até 12 horas da hora em que toma normalmente, a confiabilidade de Juliet (desogestrel) está mantida. Tome o comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Se o tempo de atraso for maior que 12 horas, a confiabilidade de Juliet (desogestrel) pode ter sido reduzida. Quanto mais comprimidos consecutivos forem esquecidos, maior o risco de redução da eficácia contraceptiva. Tome o último comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Use um método anticonceptivo adicional (método de barreira) também nos próximos 7 dias de tratamento. Se esquecer 1 ou mais comprimidos na primeira semana de tratamento e tiver tido relações sexuais na semana anterior ao esquecimento dos comprimidos, a possibilidade de gravidez deve ser considerada. Nesse caso consulte o seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como qualquer medicamento, Juliet (desogestrel) pode causar reações adversas, embora nem todas as mulheres as apresentem. As reações adversas graves associadas com o uso das pílulas anticonceptivas são descritas nos itens “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Câncer de mama e Trombose”. Leia esses itens para informações adicionais e consulte o seu médico se necessário. As reações a seguir foram relatadas por pacientes que estavam tomando Juliet (desogestrel): Reações comuns (ocorrem em mais do que 1% das pacientes que utilizam este medicamento): espinhas (acne), dor nas mamas, diminuição da libido, dor de cabeça, menstruação irregular ou ausência de menstruação, alterações de humor, náuseas e aumento de peso. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): dificuldade em usar lentes de contato, queda de cabelo, infecção vaginal, menstruação dolorosa, aparecimento de cistos no ovário, cansaço e vômito. Reações raras (ocorrem em menos do que 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): vermelhidão
    na pele, urticária, eritema nodoso (nódulos vermelho-azulados dolorosos na pele). Além desses efeitos colaterais, pode ocorrer secreção das mamas. Se alguma dessas reações adversas se tornar grave, ou se você apresentar qualquer reação adversa que não esteja mencionada nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de efeitos perigosos graves se tomar muitos comprimidos de Juliet (desogestrel) de uma vez. Podem ocorrer sintomas como náusea e vômito e, ainda, um leve sangramento vaginal em mulheres ou jovens. Para maiores informações consulte o médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Venda Sob Prescrição Médica

    Reg. MS – 1.0047.0518
    Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher CRF-PR nº 17.379
    Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 21/03/2014.
    Registrado, Fabricado e Embalado por: Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rod. Celso Garcia Cid (PR – 445), Km 87, Cambé – PR
    CNPJ: 61.286.647/0001-16 – Indústria Brasileira
    Ou Embalado por: Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda.
    Diadema – São Paulo
    Comercializado por:
    Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
    Rua Michigan, 735 São Paulo – SP – CEP 04566-905
    CNPJ: 56.998.701/0001-16

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  • ecalta-é-indicado-para-o-tratameto-da-candidiaseEcalta®

    anidulafungina

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Ecalta®
    Nome genérico:  anidulafungina

    Apresentações:

    Ecalta® pó liofilizado de 100 mg embalagem contendo 1 frasco – ampola.
    Via de Administração: Somente Para Infusão Intravenosa.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada frasco – ampola de Ecalta® contém o equivalente a 100 mg de anidulafungina. Excipientes: frutose, manitol, polissorbato 80, ácido tartárico, hidróxido de sódio a, ácido clorídrico a. a = para ajuste de pH.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ecalta® (anidulafungina) é indicado para o tratamento da candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida ) invasiva em pacientes adultos, incluindo candidemia (presença do fungo Cândida infectando o sangue).

    Como este medicamento funciona?

    A anidulafungina é a substância ativa de Ecalta®. A anidulafungina pertence à classe de antifúngicos chamada de equinocandinas, utilizada para tratar infecções fúngicas graves, e é um lipopeptídeo (tipo de substância que aumenta a disponibilidade de outras substâncias insolúveis em água) sintetizado a partir de um produto da fermentação do Aspergillus nidulans (tipo de fungo). Ecalta® inibe seletivamente a enzima 1,3 – ? – D glucana sintase que é um componente essencial na parede das células dos fungos. Ecalta® demonstrou atividade fungicida (capaz de matar o fungo) contra espécies de Cândida (tipo de fungo) e atividade contra regiões do crescimento celular ativo da hifa (uma das formas do fungo) do Aspergillus fumigatus.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Ecalta® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) a anidulafungina, a outras equinocandinas (classe de antifúngicos)  (por exemplo, a caspofungina) ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Reações anafiláticas (reação alérgica grave), incluindo choque (reação alérgica grave, com queda da pressão arterial), foram reportadas devido ao uso de Ecalta®. Se estas reações ocorrerem, Ecalta® deve ser descontinuado e um tratamento apropriado deve ser administrado. Eventos adversos relacionados com infusão de Ecalta® foram reportados, incluindo: rash (vermelhidão da pele), urticária (alergia da pele), rubor (vermelhidão), prurido (coceira), dispneia (falta de ar), broncoespasmo (chiado no peito) e hipotensão (pressão baixa). Os eventos adversos relacionados à infusão são infrequentes quando a taxa de infusão da anidulafungina não excede 1,1 mg/minuto. Caso aja alteração nos testes que avaliam a função hepática (do fígado) ela deve ser monitorada periodicamente. Se for observada uma piora dessa função seu médico avaliará se os benefícios do uso de Ecalta® superam os riscos desse problema, ou não. Atenção: Ecalta® contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em diabéticos. Uso durante a Gravidez: Ecalta® não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que indicado pelo seu médico. Informe imediatamente seu médico se engravidar durante o tratamento com Ecalta®. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista. Uso durante a Lactação (amamentação): não se sabe se Ecalta® é excretado no leite materno humano, portanto Ecalta® só deve ser utilizado durante a amamentação após avaliação médica. Não foram realizados estudos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas. Não é recomendado o uso de Ecalta® em pacientes com idade inferior a 18 anos, a menos que o médico julgue que seu potencial benefício justifica o risco.

    Interações Medicamentosas:

    O uso concomitante dos medicamentos listados a seguir não demonstrou qualquer interação medicamentosa quando usados ao mesmo tempo que Ecalta®: ciclosporina, voriconazol, tacrolimos, anfotericina B lipossomal e rifampicina. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Ecalta® deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. Solução Reconstituída: se não utilizada imediatamente, a solução reconstituída deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C) por até uma hora. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução reconstituída de Ecalta® foi demonstrada por 1 hora a 5°C.Solução para Infusão: a solução para infusão deve ser armazenada entre 2 e 8°C e deve ser administrada dentro
    de 24 horas. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução para infusão de Ecalta® foi demonstrada por 24 horas a 5°C. Do ponto de vista microbiológico, Ecalta® deve ser utilizado imediatamente. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: sólido liofilizado branco a quase branco. Após Reconstituição: solução límpida incolor, essencialmente livre de material estranho.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de Usar: Ecalta® sempre será preparado e administrado por um médico ou por um profissional de saúde especializado. Somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a medicação. Ecalta® deve ser utilizado somente por infusão intravenosa (dentro da veia). Ecalta® deve ser reconstituído em água para injeção e ser subseqüentemente diluído com APENAS cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/ml (5%). A compatibilidade da anidulafungina reconstituída com substâncias intravenosas, aditivos ou medicamentos diferentes de cloreto de sódio para infusão 9 mg/ml (0,9%) ou de glicose para infusão 50 mg/ml (5%) não foi estabelecida. Instruções para Reconstituição: reconstitua assepticamente cada frasco-ampola com 30 ml de água para injeção para fornecer uma concentração de 3,33 mg/mL. A solução reconstituída deve ser límpida e livre de partículas visíveis. A solução reconstituída deve ser diluída dentro de 1 hora. Instruções para Diluição e Infusão: transfira assepticamente o conteúdo do frasco-ampola reconstituído em uma bolsa IV (ou frasco) contendo cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/ml  (5%), o que levará a uma solução com concentração de 0,77 mg/mL de anidulafungina. A tabela a seguir apresenta os volumes requeridos para cada dose. Diluição Requerida para Administração de Ecalta®. cloreto de sódio para infusão 9 mg/ml (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). B concentração da infusão de 0,77 mg/ml Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e descoloração antes da administração, sempre que a solução e a embalagem permitirem. Caso material particulado ou descoloração sejam identificados, descarte a solução. A taxa de infusão não deve exceder 1,1 mg/minuto (equivalente a 1,4 mL/minuto). Se a solução para infusão não for utilizada imediatamente, deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. A solução para infusão deve ser administrada dentro de 24 horas. Este medicamento é para uso único. Os resíduos devem ser descartados conforme regulamentação local.

    Incompatibilidades:

    Ecalta® não deve ser misturado ou coadministrado com outros medicamentos ou eletrólitos, com exceção dos mencionados anteriormente (vide item 6. Como devo usar este medicamento? – seção Modo de Usar ).

    Posologia:

    Cada frasco-ampola de Ecalta® contém 100 mg de anidulafungina e é apenas para dose única. Ecalta® deve ser administrado uma vez ao dia por infusão intravenosa. O tratamento é composto por uma dose de ataque de 200 mg no dia 1, seguida por dose de manutenção de 100mg ao dia até seu final. Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A terapia antifúngica deve continuar por no mínimo 14 dias após a última cultura positiva (presença de fungo no sangue). Uso na Insuficiência Renal e Hepática: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (falência da função do fígado) leve, moderada ou grave. Também não é necessário ajuste em pacientes com qualquer grau de insuficiência renal (falência da função dos rins), incluindo aqueles submetidos a diálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Nesse caso Ecalta® pode ser administrado independente do horário da hemodiálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente).Outras Populações Especiais: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes adultos com base no sexo, peso, raça, idade ou ao fato de ser portador do vírus HIV.Uso em Crianças e Adolescentes: a experiência em crianças é limitada. Até que dados adicionais estejam disponíveis, a utilização em pacientes com idade inferior a 18 anos não é recomendada, a menos que o potencial benefício justifique o risco. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha seu caso. Se você não receber uma dose deste medicamento, procure o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos relacionados ao Ecalta® estão listados a seguir e foram relatados com as frequências correspondentes a comum (? 1/100 – 1 em 100 infusões ou pacientes, ? 1/10 – 1 em 10 infusões ou pacientes) e incomum (? 1/1000 – 1 em 1000 infusões ou pacientes, < 1/100 – 1 em 100 infusões ou pacientes). Os eventos adversos relacionados à infusão de Ecalta® foram: rash, urticária, rubor, prurido, dispneia, broncoespasmo e hipotensão. Comum (? 1/100 e ? 1/10): trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), coagulopatia (alteração da capacidade de coagulação), hipercalemia (concentração superior ao normal de íons de potássio no sangue), hipocalemia (presença de concentração inferior ao normal de potássio no sangue), hipomagnesemia (concentração sanguínea inferior ao normal de magnésio), convulsão, cefaleia (dor de cabeça) , rubor, diarreia, elevação da quantidade de enzimas do fígado circulantes no sangue (gama-glutamiltransferase, fosfatase alcalina, aspartato aminotransferase ( AST ), alanina aminotransferase ( ALT ), rash, prurido, aumento da quantidade de bilirrubina (substância metabolizada no fígado, compondo a bile), elevação da creatinina no sangue (substância que é retirada do corpo pelo rim), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca) no eletrocardiograma. Incomum (? 1/1000 e < 1/100): fun-gemia (infecção fúngica disseminada pela corrente sanguínea), candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida ), colite (inflamação do cólon) causada por Clostridium
    , candidíase oral, trombocitemia (aumento do número de plaquetas no sangue), hiperglicemia (aumento da taxa de açúcar no sangue), hipercalcemia (concentração anormalmente elevada de compostos de cálcio no sangue), hipernatremia (concentração sanguínea anormalmente elevada de íons de sódio), dor nos olhos, perturbação visual, visão borrada, alterações no ritmo cardíaco (fibrilação atrial, arritmia sinus, extra-sístole ventricular, bloqueio do ramo direito ), trombose (formação de trombo – coágulo – dentro de um vaso sanguíneo), hipertensão (pressão alta), fogacho, dor abdominal superior, vômito, incontinência fecal, náusea, constipação (prisão de ventre), testes de função hepática anormais, colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), elevação das enzimas hepáticas e transaminases, urticária, prurido generalizado, dor nas costas, dor no local da infusão, elevação da amilase (enzima digestiva) no sangue, redução do magnésio no sangue, redução do potássio no sangue, eletrocardiograma anormal, elevação da lipase (enzima do pâncreas), elevação da contagem de plaquetas, elevação da ureia no sangue. Frequência desconhecida: bronco espasmo (chiado no peito), choque anafilático e reação anafilática. Na avaliação de segurança da população em estudos clínicos, os seguintes eventos adversos adicionais, todos incomuns ( ? 1/1000, < 1/100), foram observados: neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), anemia (insuficiência de hemoglobina nos glóbulos sanguíneos), hiperuricemia (aumento da concentração do ácido úrico no sangue), hipocalcemia (níveis anormalmente baixos de cálcio no sangue), hiponatremia (concentração. anormalmente baixa de íons de sódio no sangue), hipoalbuminemia (quantidade anormalmente pequena de albumina no sangue), hipofosfatemia (concentração anormalmente baixa de fosfatos no sangue), ansiedade, delírio, estado de confusão, alucinação auditiva, ansiedade, parestesia (dormência e formigamento), mielinólise ontina central (perda localizada de mielina, substância que envolve os neurônios, na metade da base da ponte, uma parte do cérebro), disgeusia (alteração do paladar), síndrome de Guillain-Barré (síndrome neurológica), tremor, alteração na percepção visual de profundidade, surdez unilateral, flebite (inflamação da veia), tromboflebite (inflamação venosa com formação de trombo–coágulo) superficial, hipotensão, linfangite (inflamação de vasos linfáticos), dispepsia (má digestão), boca seca, úlcera esofágica (lesão no esôfago), necrose hepática (morte de células do fígado), edema angioneurótico (reação de hipersensibilidade – alergia – que leva a um inchaço de todo o corpo), hiperidrose (suores excessivos), mialgia (dor muscular), monoartrite (inflamação de uma articulação – junta), insuficiência renal (parada das funções do rim), hematúria (eliminação de sangue na urina), pirexia (febre), calafrio, edema periférico (inchaço nos membros), reação no local da injeção, elevação da creatina fosfoquinase no sangue e da lactato desidrogenase (enzimas presentes em várias células do corpo) no sangue, redução na contagem de linfócitos. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Medidas de suporte gerais devem ser utilizadas quando necessário pelo seu médico. Ecalta® não é dialisável (ou seja, não é retirada pela diálise). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0219
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad
    – CRF- SP n° 43746
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070
    – Guarulhos–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Fabricado e Embalado por: Pharmacia & Upjohn Co.Kalamazoo, Michigan
    – EUA
    Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000
    –Itapevi
    –SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  • haloven-usado-para-tratar-pessoas-com-cancer-de-mamaHalaven®

    mesilato de eribulina

    Apresentações:

    Cartucho contendo 1 frasco de uso único de mesilato de eribulina para injeção, 1 mg/2ml.
    Uso Adulto
    Uso Intravenoso

    Composição:

    HALAVEN é uma solução límpida, incolor, estéril para administração intravenosa. Cada frasco contém 1 mg de mesilato de eribulina, equivalente a 0,88 mg de eribulina, como uma solução 0,5 mg/ml em etanol: água (5:95).

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    HALAVEN é um medicamento sob prescrição médica usado para tratar pessoas com câncer de mama: que esteja localmente avançado, ou que tenha se espalhado para outras partes do seu corpo, e que já receberam certos tipos de medicamentos anticâncer após seu câncer de mama ter se espalhado.

    Como este medicamento funciona?

    A eribulina inibe a fase de crescimento dos microtúbulos (uma estrutura da célula) levando ao bloqueio da divisão ce
    lular que por último provoca a morte da célula.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Até este momento, não há contraindicação descrita para este medicamento.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Médico deverá testar regularmente seu sangue para verificar as suas contagens sanguíneas antes de você receber cada dose de HALAVEN.
    • HALAVEN pode causar uma diminuição na contagem de células brancas do sangue (neutropenia).
    Isto pode levar você a contrair infecções graves que podem levar à morte. Você pode precisar de tratamento em um hospital com medicamentos antibióticos.
    • Ligue para seu médico imediatamente se você desenvolver qualquer um destes sintomas de infecção enquanto estiver recebendo HALAVEN: – febre (temperatura acima de 38°C) – calafrios – tosse – queimação ou dor quando você urinar.
    • HALAVEN pode causar dormência, formigamento, ou queimação em suas mãos e pés (neuropatia). Diga a seu médico se você tiver quaisquer destes sintomas. O que eu devo contar para meu médico antes de receber HALAVEN?
    Antes de você receber HALAVEN, diga para seu médico se você:
    • tem problemas de fígado ou rins.
    • tem problemas do coração, incluindo um problema chamado “síndrome congênita do QT longo.”
    • está grávida ou planeja ficar grávida.
    HALAVEN pode causar dano ao seu feto.
    Converse com seu médico sobre os métodos de controle de natalidade para prevenir gravidez enquanto você receber HALAVEN. Diga a seu médico imediatamente se você ficar grávida enquanto estiver recebendo HALAVEN.
    • está amamentando ou planejando amamentar. Não se sabe se HALAVEN passa para seu leite.
    Você e seu médico devem decidir se você tomará HALAVEN ou amamentará. Você não deve fazer os dois. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe seu médico imediatamente em caso de suspeita de gravidez. Conte para seu médico sobre todos os medicamentos que você toma, incluindo medicamentos de prescrição e não prescrição, vitaminas e suplementos herbais.Saiba os medicamentos que você toma. Mantenha uma lista dos seus medicamentos para mostrar ao seu médico ou farmacêutico quando você receber a prescrição de um novo medicamento. Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenar em temperatura ambiente ( 15°–30° C). Não congelar. Armazenar os frascos em suas embalagens originais. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Armazenar HALAVEN não diluído na seringa por até 4 horas em temperatura ambiente ou por até 24 horas sob refrigeração (2-8°C). Armazenar soluções diluídas de HALAVEN por até 4 horas em temperatura ambiente ou até 24 horas sob refrigeração. Descartar porções não usadas do frasco. HALAVEN é uma solução límpida, incolor, estéril para administração intravenosa. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    • HALAVEN é injetado diretamente na sua veia.
    • HALAVEN é dado em “ciclos” de tratamento, com cada ciclo durando 21 dias.
    • Você receberá uma injeção uma vez a cada semana por duas semanas em uma fila (dia 1 e dia 8 de um ciclo de tratamento).
    • Seu médico pode precisar diminuir sua dose de HALAVEN ou alterar a frequência de recebimento, dependendo dos resultados do seu teste sanguíneo. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como este medicamento será administrado em um hospital ou clínica, por favor, preste atenção ao esquema semanal de doses. Se você pular uma dose ligue para seu médico imediatamente para remarcar sua próxima dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    HALAVEN pode causar graves efeitos colaterais, incluindo:
    • HALAVEN pode causar uma diminuição na contagem de células brancas do sangue (neutropenia). Isto pode fazer você contrair infecções graves que podem levar à morte Você pode precisar de tratamento em um hospital com medicamentos antibióticos.
    • Ligue para seu médico imediatamente se você desenvolver qualquer um destes sintomas de infecção enquanto estiver recebendo HALAVEN: – febre (temperatura acima de 38°C).- calafrios – tosse – queimação ou dor quando você urinar.
    • HALAVEN pode causar dormência, formigamento, ou queimação em suas mãos e pés (neuropatia). Diga a seu médico se você tiver quaisquer destes sintomas.
    • HALAVEN pode causar alterações na sua frequência cardíaca (chamado prolongamento QTc). Isto pode causar batimentos cardíacos irregulares que podem levar você à morte. Seu médico decidirá se você vai precisar de monitoramento cardíaco (eletrocardiograma ou ECG), ou testes de sangue durante seu tratamento com HALAVEN para verificar este problema.
    Os efeitos colaterais mais comuns de HALAVEN incluem:
    • fraqueza ou cansaço
    perda de cabelo
    • náusea
    • constipação
    Informe ao seu médico, cirurgião – dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu Serviço de Atendimento (SAC). Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião -dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Superdose de HALAVEN foi relatada em aproximadamente 4 vezes a dose recomendada, que resultou em neutropenia de Grau 3 durando sete dias e uma reação de hipersensibilidade de Grau 3 durando apenas um dia. Não existe antídoto conhecido para superdose de HALAVEN. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento , procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.7310.0001.001 – 4
    Farmacêutico Responsável:
    Luiz Rogério M. Silva – CRF – SP 22.132
    Importado e Distribuído por: Eisai Laboratórios Ltda.,
    Av. Dr. Cardoso de Melo, 1628/1644, São Paulo – SP – CEP 04548-005.
    CNPJ: 08.416.362/0001-70 Fabricado por: Eisai Inc.,900 Davis Drive, Research Triangle Park, NC 27709 – EUA.
    Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): 0800-762-5381
    Uso restrito a hospitais
    Venda sob prescrição médica
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 15/01/2015

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    Salazoprin

    Sulfassalazina
    Comprimidos revestidos 500 mg.

    Identificação do Medicamento:

    Salazoprin
    Sulfassalazina

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimidos revestidos gastro-resistentes de 500 mg. Caixa com 20 comprimidos Uso Oral, Uso Adulto.

    Composição:

    Cada comprimido revestido (gastro-resistente) contém:
    Sulfassalazina…………………………………………………. 500 mg
    Excipiente q.s.p……………………………………… 1 comprimido
    Excipientes: lactose monoidratada, povidona, croscarmelose sódica, talco, estearato de magnésio, álcool etílico, opadry enteric yp-6-7007 (polivinilacetato fosfato, ácido esteárico purificado, talco e trietilcitrato), dióxido de titânio, corante amarelo nº 10 laca, corante vermelho 40 laca, álcool isopropílico e cloreto de metileno.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado para os seguintes casos:
    Gastroenterologia: tratamento da retocolite ulcerativa inespecífica, tratamento da colite ulcerativa média ou moderada, terapia adjuvante na colite ulcerativa severa e na doença de Crohn. Reumatologia: tratamento da artrite reumatoíde e espondilite anquilosante. SALAZOPRIN em comprimidos revestidos gastro-resistentes é indicado particularmente aos pacientes que não podem tomar comprimidos simples devido à intolerância gastrointestinal, e naqueles em que há evidência de que a intolerância não é primariamente devida a níveis sanguíneos elevados de sulfapiridina e de seus derivados, como por exemplo, pacientes sofrendo náuseas, vômitos, etc., quando tomando as primeiras doses da droga ou naqueles em que a redução da dosagem não alivia os efeitos colaterais gastrointestinais.

    Como este medicamento funciona?

    O modo e ação do SALAZOPRIN (sulfassalazina) encontra-se ainda sob investigação. SALAZOPRIN atua na parede intestinal como um anti-inflamatório local. Age nos sintomas das doenças inflamatórias intestinas crônicas (retocolite ulcerativa e doença de Crohn). A sulfassalazina também tem sido descrita como um excelente veículo por transportar seus principais metabólitos – Sulfapiridina e Ácido 5- aminosalicílico – até o colo, onde tem sido reporta da a ação local de ambos. Estudos clínicos recentes utilizando a administração retal de sulfassalazina e de seus metabólitos, indicaram que a maior ação terapêutica se deve ao ácido 5-aminosalicílico.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar SALAZOPRIN nos seguintes casos:
    Hipersenbilidade à sulfassalazina, seus metabólitos , sulfonamidas ou salicilatos. Na obstrução urinária ou intestinal.
    Pacientes com porfiria não devem receber sulfonamidas pois há relatos de que estas drogas podem precipitar um ataque agudo. Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos. A sulfassalazina está classificada na categoria B de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências: Somente após uma avaliação crítica deve-se usar SALAZOPRIN em pacientes com dano hepático, renal ou com discrasias sanguíneas. Mortes associadas ao uso de sulfassalazina foram reportadas em relação a reações de hipersensibilidade, agranulocitose, anemia aplástica, outras discrasias sanguíneas, dano renal ou hepático, alterações musculares irreversíveis ou do sistema nervoso central e alveolite fibrosa. A presença de evidências clínicas de dor de garganta, febre, púrpura ou icterícia podem ser indicações de problemas sanguíneos sérios. Contagem sanguínea completa e análise de urina com exame microscópico cuidadoso devem ser realizados frequentemente nos pacientes em tratamento com SALAZOPRIN. Oligospermia e infertilidade foram observadas em homens em tratamento com sulfassalazina. A interrupção do uso da droga pode reverter estes efeitos. Precauções Gerais: SALAZOPRIN deve ser administrado com cuidado em pacientes com alergia severa ou asma bronquial. A administração adequada de líquidos deve ser mantida de modo a prevenir a cristalúria e a formação de cálculos. Pacientes com deficiência de glicose-6 fosfato desidrogenase, devem ser observados cuidadosamente quanto a sinais de anemia hemolítica. Esta reação é frequentemente dose-relacionada. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente caso ocorram reações tóxicas ou hipersensibilidade. Nos casos isolados em que comprimidos de SALAZOPRIN não se desintegrarem e forem expelidos inteiros, pode ser devido a falta de esterases intestinais nesses pacientes. Nestes casos, a administração dos comprimidos revestidos deve ser interrompida imediatamente. Exames de laboratório: O progresso da doença durante o tratamento deve ser avaliado por critérios clínicos, incluindo a presença de febre, alteração de peso, grau e frequência da diarréia e sangramento, tanto quanto por sigmoidosco pia e avaliação das amostras por biópsia. A determinação dos níveis plasmáticos de sulfassalazina pode ser realizada, desde que, concentrações maiores do que 50 mcg/ml podem estar associadas com o aumento da incidência de reações adversas. Pacientes em tratamento com SALAZOPRIN devem ser submetidos frequentemente à contagem sanguínea completa e análise de urina com exame microscópio cuidadoso. Gravidez: Estudos de reprodução realizados em ratas e coelhas com doses acima de 6 vezes a dose em humanos, não revelaram evidências de alterações na fertilidade ou danos ao feto. Entretanto, não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Nesses casos, o produto só deve ser usado se a avaliação médica concluir que é absolutamente necessário. Estudos de reprodução realizados em ratas e coelhas com doses acima de 6 vezes a dose em humanos, não revelaram evidências de alterações na fertilidade ou danos ao feto. Entretanto, não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Nesses casos, o produto só deve ser usado se a avaliação médica concluir que é absolutamente necessário. Estudos sobre os efeitos da sulfassalazina no crescimento e maturação funcional de crianças cujas mães receberam a droga durante a gravidez, também não foram realizados. A sulfassalazina e a sulfapiridina atravessam a barreira placentária. Embora a sulfapiridina tenha mostrado pobre capacidade de deslocar a bilirrubina, deve ser considerado o potencial de icterícia nuclear do recém-nascido. Um caso de agranulocitose foi relatado em criança cuja mãe tomou sulfassalazina e prednisona durante a gravidez. A sulfassalazina está classificada na categoria B de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Amamentação: As sulfonamidas são excretadas no leite materno. No recém-nascido, elas competem com a bilirrubina pelos sítios de ligação com as proteínas plasmáticas e podem causar icterícia nuclear. Não se recomenda o uso da sulfassalazina durante a amamentação. Uso Pediátrico: Não foi estabelecida a segurança e eficácia da droga em crianças com idade inferior a 2 anos. Geriatria: Nos idosos, a possível ocorrência de reações adversas severas exige observação e avaliação cuidadosa do estado geral do paciente, e controle frequente durante o tratamento. Interações medicamentosas Foram relatadas diminuição da absorção de ácido fólico e de digoxina quando administradas concomitantemente com sulfassalazina. Interações medicamento-exame laboratorial A presença de sulfassalazina ou de seus metabólitos nos fluídos orgânicos, não foram reportados como passíveis de interferir com os exames de laboratório. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve manter SALAZOPRIN em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegidos da luz e umidade. O prazo de validade de SALAZOPRIN é de 24 meses após a data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. SALAZOPRIN comprimido revestido de 500 mg é oblongo, de cor amarelo-ocre claro, de superfície lisa, ligeiramente amarelo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Como devo usar este medicamento?

    Uso Adulto
    A dosagem de SALAZOPRIN deve ser ajustada de acordo com as reações e tolerâncias individuais. O produto deve ser administrado em doses divididas igualmente a cada período de 24 horas, por via oral; os intervalos entre as doses noturnas não devem exceder 8 horas. Sempre que possível, os comprimidos devem ser administrados após as refeições com copo cheio de água. Experiências sugerem que com dosagens diárias de 4g ou mais, a incidência de reações adversas tende a crescer. Portanto, pacientes que estejam recebendo essa dosagem devem ser cuidadosamente observados e advertidos sobre o aparecimento dessas reações. Vários regimes de dessensibilização foram relatados como efetivos em diferentes grupos de pacientes. Sobre a reinstituição da terapia, os regimes compreendem a uma dose diária total de 50 a 250 mg que devem ser dobradas a cada 4 a 7 dias até que se alcance o nível terapêutico desejado. Se houver recorrência dos sintomas de sensibilidade , a administração do produto deve ser descontinuada. A dessensibilização não deve ser tentada nos pacientes com história de agranulocitose ou que tenham sofrido reação anafilactóide durante ou previamente ao curso do tratamento com SALAZOPRIN. Doses Usuais: Tratamento Inicial Iniciar com 3 a 4 g diários em doses divididas igualmente, por via oral. Em alguns casos é mais prudente iniciar o tratamento com dosagem menor, por exemplo, 1 a 2 g diários, para diminuir efeitos gastrointestinais adversos. Se as doses diárias necessárias para alcançar os efeitos desejados excederem 4 g, deve-se considerar o risco de toxicidade aumentado. Tratamento de Manutenção: Administrar 2 g diários, por via oral. A resposta ao tratamento e os ajustes da dosagem devem ser determinados através de exames periódicos. Geralmente é necessário continuar a administração, mesmo quando os sintomas clínicos, incluindo diarreia, já estiverem controlados. Quando o exame endoscópico confirmar uma melhora satisfatória, a dosagem é reduzida ao nível de manutenção. Se a diarreia ocorrer, a dosagem deve ser elevada para os níveis efetivos anteriores. Se os sintomas ocorrerem após os primeiros dias de tratamento, serão devidos provavelmente ao aumento dos níveis plasmáticos totais de sulfapiridina, e podem ser aliviados com a administração da metade da dose, a qual pode ser aumentada gradualmente após alguns dias. Se os sintomas persistem, a droga deve ser descontinuada por 5 a 7 dias, reinstituindo-se o tratamento com a menor dose diária. Limite máximo diário: para adultos é de 12 g ao dia ou 500 mg a cada hora. Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar os sintomas. Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar SALAZOPRIN no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Você não deve alterar as dosagens ou os intervalos da administração de SALAZOPRIN. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou do cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Durante o tratamento com SALAZOPRIN, podem ocorrer as seguintes reações indesejáveis: Reações adversas mais comuns são: anorexia, cefaleia, náuseas, vômitos, distensão abdominal e oligospermia aparentemente reversível. Estas reações ocorrem em cerca de um terço dos pacientes. Reações adversas menos frequentes são: rash cutâneo, prurído, urticária, febre, anemia decorrente da presença de corpos de Heinz, anemia hemolítica e cianose, que podem ocorrer numa frequência de 1 para cada 30 pacientes ou menos. A experiência sugere que com uma dosagem diária de 4 g ou mais, ou com um nível de sulfapiridina total no soro de cerca de 50 mcg/ml, a incidência de reações adversas tende a aumentar. A lista seguinte inclui algumas reações adversas que não foram especificamente reportadas com a droga, entretanto a similaridade farmacológica entre as sulfonamidas requer que essas reações sejam consideradas quando for administrada a sulfassalazina. Reações que podem ocorrer, raramente, em cerca de 11000 pacientes são: DISCRASIAS SANGUÍNEAS: anemia aplástica, agranulocitose, leucopenia, anemia megaloblástica (microcítica), púrpura, trombocitopenia, hipoprotrombinemia, metemoglobinemia, neutropenia congênita e síndrome mielodisplástica. REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE: eritema multiforme ( síndrome de Stevens-Johnson), dermatite esfoliativa, necrólise epidermal (Síndrome de Lyell) com comprometimento da córnea, anafilaxia, síndrome da doença do soro, pneumonia com ou sem eosinofilia, vasculite, alveolite fibrosa, pleurite, pericardite, miocardite alérgica, poliarterite nodosa, L.E síndrome, hepatite ou necrose hepática, parapsoríase varioliforme aguda, artralgia, rabdomiólise, fotosensibilização, edema periorbital, alopécia. REAÇÕES GASTROINTESTINAIS: hepatite, pancreatite, diarreia sanguinolenta, diminuição da absorção de ácido fólico e da digoxina, estomatite, diarreia, dores abdominais e enterocolite neutropênica. REAÇÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: mielite transversa, convulsões, meningite, lesões transitórias da coluna espinhal posterior, neuropatia periférica, depressão mental, vertigem, perda da audição, insônia, ataxia, alucinações, tinito e sonolência. REAÇÕES RENAIS: nefrose tóxica com oligúria e anúria, nefrite, síndrome nefrótica, hermatúria, cristalúria, proteinúria, e síndrome hemolítica-urêmica. OUTRAS: descoloração da urina e da pele. As sulfonamidas exibem certas similaridades química s com alguns produtores de bócio, com diuréticos (azetazolamida e tiazidas) e com agentes hipoglicêmicos orais. Raramente, pode ocorrer bócio, diurese e hipoglicemia em pacientes recebendo sulfonamidas. Pode ocorrer sensibilidade cruzada com estes agentes. Os ratos parecem ser especialmente suscentíveis aos efeitos bociogênicos das sulfonamidas e a administração prolongada produziu malignidade da tireóide nestas espécies. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Centro de Atendimento ao Consumidor (CAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada maior do que a indicada deste medicamento?

    Há evidência de que a incidência e a gravidade da toxicidade estão diretamente relacionadas com a concentração plasmática total de sulfapiridina. Sintomas de superdosagem podem incluir náuseas, vômitos, distensão gástrica e dores abdominais. Em casos mais avançados, podem ser observados sintomas do sistema nervoso central como sonolência, convulsões, etc. A concentração plasmática de sulfapiridina pode ser usada para monitorar o progresso da recuperação da superdosagem. A experiência sugere que, com uma dosagem diária de 4 g ou mais, ou com níveis totais de sulfapiridina plasmática de cerca de 50 mcg/ml, a incidência das reações adversas tendem a aumentar. Não foi possível determinar a LD 50 oral em animais de laboratório, como camundongos, pois, a maior dose diária, pode ser administrada (12 g/kg) sem provocar a morte. Doses de 16 g por dia foram administradas a pacientes sem causar mortalidade. Conduta em casos de superdose É indicada a lavagem gástrica ou emese seguida de catárticos. Alcalinizar a urina. Se a função hepática for normal, administrar fluidos. Se houver anúria, restringir fluidos e sais e tratar adequadamente. Nos casos de bloqueio renal completo por cristais, pode ser indicada a caracterização dos ureteres. O baixo peso molecular da sulfassalazina e de seus metabólitos pode facilitar a sua remoção por diálise. Nos casos de agranulocitose, o tratamento deve ser imediatamente interrompido e o paciente hospitalizado, instituindo-se terapia apropriada. Nos casos de reações de hipersensibilidade, o tratamento deve ser interrompido imediatamente. Estas reações podem ser controladas por anti-histamínicos e, se necessário, por corticosteróides sistêmicos. Quando o médico decidir autorizar a reinstituição do tratamento, os procedimentos de dessensibilização
    devem ser instituídos em aproximadamente duas semanas após a interrupção do SALAZOPRIN e, após o desaparecimento dos sintomas (ver Posologia e Modo de Usar). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº 1.0715.0106.003-0
    Farmacêutico Responsável: Wilson Colombo – CRF-SP 7878

    CAZI QUÍMICA FARMACÊUTICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA

    Rua Antonio Lopes, 134 – Jandira – São Paulo – CEP: 06612-090
    CNPJ: 44.010.437/0001-81 – Tel. (11) 4707-5155
    Indústria Brasileira SAC 0800-7706632

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    pilula-anticoncepcional-mais-moderna-quadriplica-risco-de-trombose-diz-estudo-imagem-01Pílulas anticoncepcionais previnem gravidez indesejada e ajudam no tratamento de doenças como a síndrome do ovário policístico. Mas um risco associado ao seu uso preocupa a cada dia mais mulheres. A relação entre tipo de pílula anticoncepcional e risco de trombose foi recentemente avaliada por pesquisadores britânicos. Veja a seguir o que eles descobriram.

    Anticoncepcionais e trombose:

    Um estudo publicado pelo British Medical Journal analisou a ação de diferentes tipos de progesterona – um dos hormônios presentes nas pílulas – na ocorrência de trombose. Os pesquisadores analisaram dois bancos de dados médicos de mulheres com idade entre 15 e 49 anos com trombose prévia entre 2001 e 2013. Ao todo foram analisados 10562 casos de trombose.

     

     

    Depois de ajustar outros fatores de risco, como tabagismo, consumo de álcool e índice de massa corporal, os pesquisadores notaram que os anticoncepcionais mais novos apresentam riscos maiores de trombose e suas consequências, como o AVC (Acidente Vascular Encefálico). O risco associado às drogas desogestrel, gestodeno, drospirenona, ciproteron era 2 vezes maior que o risco relacionado aos anticoncepcionais chamados de segunda geração, como levonorgestrel, noretisterona e norgestimato e 4 vezes maior em comparação com as mulheres que não tomam pílula. Apesar dos achados, os pesquisadores afirmam que o risco absoluto ainda é baixo e que os contraceptivos orais são extremamente seguros.

    pilula-anticoncepcional-mais-moderna-quadriplica-risco-de-trombose-diz-estudo-imagem-02Composição da pílula anticoncepcional:

    Saiba quais os remédios anticoncepcionais que fazem parte do grupo “mais moderno”, que oferece maior risco de trombose, e quais são os da “segunda geração”, menos arriscados.

    Pílulas Modernas Desogestrel:

    O tipo de progesterona influencia no aparecimento de tromboses.

    As pílulas Femina, Cerazzete, Mercilon, Gracial, Minian e Primera contêm essa progesterona.

    Gestodeno

    Micropil, Ginesse, Femiane, Diminut, Harmonet e Tamisa têm gestodeno.

    Drospirenona

    Yasmin, Yaz e Elani ciclo possuem a substância.

    Ciproterona

    Está na Selene, Diane 35, Diclin e Artemidis.

    Pílulas de segunda geração:

    Levonorgestrel

    Microvlar, Level e Ciclo 21 levam levonorgestrel na composição.

    Noretisterona

    As pílulas Norestin e Micronor têm essa progesterona.

    Norgestimato

    Triafemi, cilest, tricilest e effiprev.

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  • Laxante 03.07.2015 No Comments

    lacto-purga-é-indicado-para-o-tratamento-da-prisão-de-ventre-no-preparo-do-paciente-para-exames-diagnosticos-e-antes-ou-apos-procedimentos-cirurgicosLacto Purga®

    bisacodil

    Apresentações:

    Embalagens contendo 25 blisters com 6 comprimidos revestidos. Embalagem contendo 16 comprimidos revestidos.
    Via de Administração: Oral
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 4 anos

    Composição:

    bisacodil………………………………………………………………………………………………………………………………….5mg excipiente q.s.p. ………………………………………………………………………………………….1 comprimido revestido(lactose monoidratada, celulose micro cristalina, estearato de magnésio, talco, dióxido de titânio,co polímero de ácido metacrílico e metacrilato de metila, citrato de trietila, macro gol e corante óxido de ferro amarelo).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    LACTO PURGA® é indicado para o tratamento da prisão de ventre; no preparo do paciente para exames diagnósticos, e antes ou após procedimentos cirúrgicos. É indicado também em casos em que é necessário facilitar a evacuação.

    Como este medicamento funciona?

    LACTO PURGA® é um laxante de ação local, atua diretamente na parede do intestino. LACTO PURGA® estimula o movimento intestinal e promove acúmulo de água dentro do intestino, facilitando a eliminação das fezes. O início da ação ocorre após 6-12 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar LACTO PURGA® se tiver íleo paralítico (intestino para de funcionar), obstrução intestinal, ou condições abdominais agudas (como apendicite, inflamação aguda do intestino) e dor abdominal grave com enjoo e vômitos, que podem indicar problemas graves. Você também não deve tomar LACTO PURGA® se tiver intensa desidratação, alergia ao bisacodil ou a qualquer dos componentes da fórmula e intolerância a galactose.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    LACTO PURGA® não deve ser utilizado diariamente por período prolongado sem investigação da causa da prisão de ventre. O uso por longo tempo pode provocar a perda de líquidos, sais minerais e a diminuição de potássio no sangue. A perda de líquidos pelo intestino pode levar a desidratação, tendo como sintomas sede e baixa produção de urina. Pacientes com mau funcionamento dos rins e idosos com perda de líquidos devem interromper o uso de LACTO PURGA® e procurar orientação médica. Pode ocorrer surgimento de sangue nas fezes, que normalmente é leve e desaparece espontaneamente. Podem ocorrer tonturas ou desmaios que podem estar relacionados ao esforço para evacuar ou à dor por causa da dificuldade para evacuar, e não necessária mente ao medicamento. Não use LACTO PURGA® em crianças sem orientação do médico. Crianças com 10 anos ou menos com constipação crônica persistente só devem ser tratadas sob supervisão médica. Se você tiver espasmo abdominal (cólicas abdominais ), deve evitar atividades perigosas, como dirigir automóveis ou operar máquinas.

    Intolerância a lactose:

    Cada comprimido revestido contém 61,93mg de lactose monoidratada. Na dose máxima recomendada para adultos e crianças acima de 10 anos (2 comprimidos revestidos), você pode chegar a tomar 123,86mg de lactose ou até 247,72 mg em preparo para exames diagnósticos em adultos (4 comprimidos revestidos).

    Gravidez e amamentação:

    LACTO PURGA® só deve ser administrado durante a gravidez sob recomendação médica. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. LACTO PURGA® não passa para o leite materno e pode ser usado durante a amamentação.

    Interações Medicamentosas:

    Doses excessivas de LACTO PURGA® junto com diuréticos (aumenta a produção de urina, como a furosemida), ou adrenocorticoides (como a dexametasona) podem aumentar o risco de perda de sais minerais. A perda de sais minerais pode aumentar a sensibilidade aos glicosídeos cardíacos (como os digitálicos). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. LACTO PURGA® apresenta-se como comprimido revestido circular, biconvexo, liso, amarelo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Recomenda-se a seguinte posologia, a menos que o médico prescreva outra dose: No tratamento da constipação. Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros por via oral com quantidade suficiente de líquido; recomenda-se a ingestão à noite para que se obtenha evacuação na manhã seguinte. Os comprimidos revestidos não devem ser ingeridos com produtos que reduzem a acidez no trato gastrointestinal superior, como leite, antiácidos (p. ex. hidróxido de alumínio e de magnésio) ou inibidores da bomba de prótons (p. ex. omeprazol) para que não
    perca o revestimento entérico prematuramente.

    Adultos e crianças acima de 10 anos:

    1 a 2 comprimidos revestidos (5-10mg).

    Crianças de 4 a 10 anos:

    1 comprimido revestido (5mg). Em procedimentos diagnósticos e no pré-operatório: No preparo para procedimentos diagnósticos, no tratamento pré e pós-operatório e em condições que exigem evacuação facilitada, LACTO PURGA®
    só deve ser utilizado sob supervisão médica. Para que se obtenha uma completa evacuação intestinal, a dose de LACTO PURGA® recomendada é:

    Adultos:

    2 a 4 comprimidos revestidos na noite anterior ao exame, por via oral, e um laxante de alívio imediato (supositório) na manhã do exame.

    Crianças acima de 4 anos:

    1 comprimido revestido ao anoitecer, por via oral, e um laxante de alívio imediato (supositório infantil) na manhã do exame. Crianças com 10 anos ou menos com constipação crônica persistente só devem ser tratadas sob supervisão médica. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se esquecer de alguma dose durante tratamento da constipação, continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    – Reações comuns: cólicas abdominais, dor abdominal, diarreia, náusea (enjoo).
    – Reações incomuns: tontura, sangue nas fezes (hematoquezia), vômitos, desconforto abdominal, desconforto anorretal (na região do ânus).
    – Reação rara: reação anafilática (reação alérgica grave), edema angioneurótico (inchaço dos lábios, língua e garganta), hipersensibilidade (alergia), desidratação, síncope (desmaio), colite (inflamação no intestino)Lacto Purga®. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso alguém tome uma dose muito alta de LACTO PURGA®, pode ocorrer diarreia, cólicas e perda importante de líquidos, potássio e outros sais minerais. O uso a longo prazo em altas doses pode causar diarreia crônica, dor abdominal, diminuição do potássio no sangue, produção excessiva do hormônio aldosterona, causando aumento da pressão arterial e cálculo renal. Há casos de lesão grave dos rins, alteração na acidez do sangue e fraqueza muscular p
    or causa da diminuição do potássio. Logo após a ingestão é possível diminuir a absorção da medicação com indução de vômito ou lavagem gástrica. Pode haver necessidade de reposição da perda de líquidos e sais, principalmente em idosos ou nos mais jovens. O uso de medicamentos para cólicas pode ser útil. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
    de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS:

    Registro M.S. nº 1.7817.0015
    Farm. Responsável: Fernando Costa Oliveira – CRF-GO nº 5.220
    Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE CARTUCHO
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
    Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri – SP – CEP 06460-120
    C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07
    Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – G
    O – CEP 75132-020

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  • paclimeiz-tem-as-seguintes-indicações-carcinoma-tumor-maligno-de-ovátioPACLIMEIZ®

    6 mg/mL
    paclitaxel
    Solução Injetável

    Identificação do Medicamento

    Apresentação:

    Solução concentrada para infusão intravenosa de 6 mg/mL em 1 frasco-ampola de 5 ou 16,67 mL.
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada mL da solução para infusão contém 6 mg de paclitaxel. Excipiente: ácido cítrico anidro, cremophor ELP (óleo de rícino polioxietileno) e álcool etílico.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    PACLIMEIZ tem as seguintes indicações: Carcinoma (tumor maligno) de Ovário PACLIMEIZ é indicado como primeira e segunda linha de tratamento do carcinoma avançado de ovário, quando indicado como primeira linha de tratamento, PACLIMEIZ é utilizado em combinação com outro medicamento com composto de platina.

    Câncer de Mama:

    PACLIMEIZ é utilizado como tratamento adjuvante do câncer de mama, ou seja, é utilizado posterior ao tratamento principal. Como tratamento de primeira linha é utilizado após recidiva da doença dentro de 6 meses de terapia adjuvante e como tratamento de segunda linha é utilizado após falha da quimioterapia combinada para doença metastática, onde ocorre a disseminação da doença de um órgão para outro. Também é utilizado na terapia de primeira linha em câncer avançado ou metastático de mama, em combinação com trastuzumab, em pacientes com super expressão do HER-2 em níveis de 2+ e 3+ como determinado por imunohistoquímica. Câncer de Não-pequenas Células de Pulmão. PACLIMEIZ é indicado para o tratamento do câncer de não-pequenas células do pulmão em pacientes que não são candidatos a cirurgia e/ou radioterapia com potencial de cura, como tratamento de primeira linha em combinação com um composto de platina ou como agente único. Sarcoma de Kaposi. PACLIMEIZ é indicado como tratamento de segunda linha no sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS.

    Como este medicamento funciona?

    PACLIMEIZ contém paclitaxel, substância que possui atividade antitumoral. O paclitaxel é um agente que promove as reorganizações de funções que são essenciais para formação celular e também induz a formação anormal de estruturas durante o ciclo celular exercendo assim a atividade antitumoral.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Caso você apresente histórico de reações graves de hipersensibilidade ao paclitaxel ou ao óleo de rícino polioxietilado
    você não deve utilizar PACLIMEIZ. PACLIMEIZ não deve ser administrado em pacientes com tumores sólidos que apresentem as seguintes alterações nos exames laboratoriais: contagem de neutrófilos basal < 1.500 células/mm³ ou pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS com contagem de neutrófilos basal ou subsequente < 1.000 células/mm³.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    PACLIMEIZ deve ser administrado sob a supervisão de um médico com experiência na utilização de agentes quimioterápicos. Anafilaxia (reações alérgicas) e Reações Graves de Hipersensibilidade. Você poderá apresentar anafilaxia e reações graves de hipersensibilidade que são caracterizadas por falta de ar, hipotensão (diminuição da pressão arterial), angioedema ou urticária generalizada. Raras reações fatais ocorreram em alguns pacientes, apesar do pré-tratamento. Como pré-tratamento, o seu médico poderá indicar difenidramina, medicamentos corticos teróides e da classe dos antagonistas H2. Em caso de reação de hipersensibilidade grave, a infusão de PACLIMEIZ deve ser descontinuada imediatamente e o paciente não deve receber novo tratamento de PACLIMEIZ. Mielodepressão (diminuição da atividade da medula óssea) A principal toxicidade dependente da dose e do esquema posológico durante tratamento com PACLIMEIZ é a diminuição da atividade da medula óssea, principalmente a neutropenia, que é diminuição das células brancas do sangue. Seu médico poderá solicitar a monitorização frequente do hemograma (exame sanguíneo) durante o tratamento com PACLIMEIZ.

    Cardiovasculares:

    Você poderá apresentar diminuição da pressão arterial, aumento da pressão arterial e diminuição dos batimentos cardíacos durante a administração de PACLIMEIZ. Os pacientes geralmente permanecem se m sintomas e não requerem tratamento. Já em casos graves, poderá ser necessária a interrupção ou a descontinuação das infusões de PACLIMEIZ de acordo com a avaliação do seu médico.

    Sistema Nervoso:

    Você poderá apresentar neuropatia periférica, que é uma doença do sistema nervoso, e normalmente não é grave. Seu médico poderá recomendar redução da dose de PACLIMEIZ nos ciclos subsequentes. PACLIMEIZ contém álcool (etanol) desidratado. Devem ser considerados os possíveis efeitos do álcool no sistema nervoso central e seus outros efeitos, em todos os pacientes. Crianças podem ser mais sensíveis aos efeitos do álcool que os adultos.

    Reação no Local da Injeção:

    Seu médico deverá monitorar de perto o local da infusão quanto a uma possível infiltração durante a administração da droga.

    Uso em crianças:

    A segurança e a eficácia de PACLIMEIZ em pacientes pediátricos não foram estabelecidas. Em um estudo clínico conduzido com crianças, ocorreram casos de toxicidade do sistema nervoso central (SNC).

    Uso em idosos:

    Pacientes idosos podem apresentar com maior frequência eventos cardíacos, neuropatia e diminuição da função da
    medula óssea.

    Insuficiência Hepática:

    Pacientes com insuficiência no fígado podem apresentar maior risco de toxicidade. O ajuste de dose poderá ser recomendado e seu médico poderá recomendar monitoração quanto ao desenvolvimento de supressão profunda da medula óssea.

    Gravidez:

    PACLIMEIZ poderá causar danos ao feto quando administrado durante a gestação. Mulheres em idade reprodutiva devem evitar a gravidez durante a terapia com o paclitaxel. Se PACLIMEIZ for utilizado durante a gestação ou se a paciente ficar grávida enquanto em tratamento com a droga, a paciente deverá ser informada sobre os perigos potenciais. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Lactação – mulheres que estejam amamentando Recomenda-se a interrupção da amamentação enquanto durar a terapia com PACLIMEIZ.

    Interações medicamentosas:

    PACLIMEIZ possui interações com cisplatina; medicamentos indutores e inibidores hepáticos e com doxorrubicina.Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use o medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O armazenamento do produto deve ser realizado sob refrigeração, em temperatura entre 2°- 8°C, em sua embalagem
    original. Os frascos-ampola fechados são estáveis por 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem, quando armazenados nas condições indicadas. Os frascos-ampola de PACLIMEIZ quando utilizados como multi-dose se mantém estáveis por 28 dias (após a sua primeira utilização) se mantidos em temperaturas de 2°C a 25
    °C e em seus cartuchos originais para proteger da luz. Sob-refrigeração pode ocorrer à precipitação de componentes da solução, porém estes se dissolvem em temperatura ambiente com ou sem agitação. Nesta circunstância a qualidade do produto não é afetada. O congelamento não afeta o produto. Se a solução permanecer turva ou um precipitado insolúvel se formar, o frasco-ampola deverá ser descartado. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Depois de preparado (em temperatura ambiente até 25ºC), este medicamento pode ser utilizado em 24 horas.

    Características físicas e organoléptica:

    PACLIMEIZ concentrado para injeção é uma solução viscosa, clara, incolor a levemente amarelada, essencialmente livre de material particulado por inspeção visual. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Pelo fato deste produto ser de uso restrito em ambiente hospitalar ou em ambulatório especializado, com indicação específica e manipulação apenas por pessoal treinado, o item Como usar não consta nesta bula, uma vez que as informações serão fornecidas pelo médico, conforme necessário.

    Posologia:

    Antes da administração de PACLIMEIZ você será pré-medicado para diminuir o risco da ocorrência de reações graves de hipersensibilidade.

    Carcinoma de Ovário:

    Na terapia combinada, para pacientes que não receberam tratamento anterior, o regime posológico recomendado a cada 3 semanas é a administração intravenosa de 175 mg/m2 de PACLIMEIZ por 3 horas, seguida pela administração de um composto de platina. Alternativamente, PACLIMEIZ pode também ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2 por 24 horas, seguida por um composto de platina, a cada 3 semanas. Na monoterapia, em pacientes anteriormente tratados com quimioterapia, o esquema recomendado corresponde a 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

    Câncer de Mama:

    Na terapia adjuvante: 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas por 4 ciclos em sequência à terapia-padrão combinada. Monoterapia, terapia de primeira linha após recidiva dentro de um período de 6 meses da terapia adjuvante: 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas. Terapia de primeira linha em câncer avançado ou metastático de mama: em combinação com trastuzumabe, a dose recomendada de PACLIMEIZ é 175 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com um intervalo de três semanas entre os ciclos. A infusão de PACLIMEIZ deve ser iniciada no dia seguinte da primeira dose de trastuzumabe ou imediatamente após as doses subsequentes de trastuzumabe, caso a dose precedente de trastuzumabe tenha sido bem tolerada. Monoterapia, terapia de segunda linha após falha da quimioterapia combinada para doença metastática: 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

    Câncer de Não-Pequenas Células do Pulmão:

    Terapia combinada: Para pacientes não tratados anteriormente, a dose de PACLIMEIZ recomendada com 3 semanas de intervalo entre os ciclos é de 175 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, seguida por um composto de platina. Alternativamente, PACLIMEIZ pode ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2 por 24 horas, seguido por um composto de platina, com intervalo de 3 semanas entre os ciclos. Monoterapia: PACLIMEIZ 175 – 225 mg/m2 administrado intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas. Sarcoma de Kaposi Relacionado à AIDS. Terapia de segunda linha: A dose de PACLIMEIZ recomendada é de 135 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 3 semanas entre os ciclos, ou 100 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 2 semanas entre os ciclos (intensidade da dose 45 – 50 mg/m2 /semana). PACLIMEIZ também pode ser administrado em uma dose de 80 mg/m2 semanalmente para tratamento de câncer de ovário, câncer de mama e sarcoma de Kaposi, como terapia de segunda linha, levando- se sempre em conta que todos os pacientes devem ser pré-medicados antes da administração de PACLIMEIZ. Esta posologia parece estar associada a uma menor mielotoxicidade com eficácia terapêutica similar à administração a cada 21 dias.

    Insuficiência do fígado:

    Pacientes com insuficiência do fígado podem apresentar risco de toxicidade aumentado. O ajuste de dose é recomendado. Os pacientes devem ser bem monitorados quanto ao desenvolvimento de depressão profunda da medula óssea.

    Condições de manuseio e dispensação:

    Procedimentos para manuseio, dispensação e descarte adequado de drogas antineoplásicas devem ser considerados.

    Risco de uso por via não recomendada:

    Para segurança e eficácia desta apresentação, PACLIMEIZ não deve ser administrado por vias não recomendadas. A
    administração deve ser somente pela via intravenosa. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A frequência e a gravidade dos eventos adversos são geralmente similares entre os pacientes que receberam PACLIMEIZ para o tratamento do câncer de ovário, mama, carcinoma de não-pequenas células de pulmão ou sarcoma de Kaposi. Entretanto, pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS podem sofrer com maior frequência e gravidade toxicidade hematológica, infecções (incluindo infecções oportunistas) e neutropenia febril. Estes pacientes necessitam de uma redução na intensidade da dose e de cuidados de suporte. Nos estudos clínicos, pacientes tratados com PACLIMEIZ apresentaram reações de hipersensibilidade, alterações cardiovasculares (como diminuição da frequência cardíaca, diminuição da pressão arterial e alterações no eletrocardiograma), neuropatia (doença do sistema nervoso), sintomas gastrointestinais (como náuseas, vômitos, diarreia e mucosite), dores musculares, dores articulares, queda de cabelo, alterações no fígado, reações no local da injeção e reações adversas relacionadas à medula óssea, como alterações das células brancas do sangue, trombocitopenia, anemia, infecções e hemorragia. Como resultado da reação de hipersensibilidade, você poderá apresentar alterações transitórias na pele e ou edema, e em uma menor frequência poderá apresentar alterações nas unhas. Raramente, você poderá apresentar reações pulmonares e anormalidades cutâneas, como erupção, prurido e síndrome de Stevens-Johnson.
    A frequência dos eventos adversos listada abaixo é definida usando o seguinte: muito comum (?10%); comum (? 1%, < 10%); incomum (? 0,1%, < 1%); rara (?0,01%, < 0,1%); muito raro (< 0,01%); não conhecido (não pode ser estimado com base nos dados disponíveis).

    Infecções e infestações:

    – Muito comum: infecção – Incomum: choque séptico – Rara: pneumonia, sepse. Desordens do sangue e do sistema linfático: – Muito comum: mielossupressão, neutropenia, anemia, trombocitopenia, leucopenia, febre, sangramento
    – Rara: neutropenia febril – Muito rara: leucemia mieloide aguda, síndrome mielodisplásica. Desordens do sistema imunológico: – Muito comum : reações menores de hipersensibilidade (principalmente vermelhidão e erupção cutânea)  – Incomum: reações significantes de hipersensibilidade requerendo tratamento (exemplo: hipotensão, edema angioneurótico, desconforto respiratório, urticária generalizada, edema, dor nas costas, calafrios) – Raro: reações anafiláticas (seguida de morte) – Muito rara: choque anafilático. Desordens no metabolismo e nutrição: – Muito rara: anorexia. – Não conhecido: síndrome de lise tumoral. Desordens psiquiátricas: – Muito rara: estado de confusão. Desordens do sistema nervoso: – Muito comum: neurotoxicidade (principalmente: neuropatia periférica) – Raro: neuropatia motora (com fraqueza menor distal resultante) – Muito rara: neuropatia autonômica (resultando em íleo paralítico e hipotensão ortostática), epilepsia do tipo grande mal, convulsões, encefalopatia, tontura, dor de cabeça, ataxia Desordens nos olhos: – Muito rara: distúrbios reversíveis do nervo óptico e/ou visuais (escotomas cintilantes) particulamente em pacientes que tenham recebido doses maiores que as r ecomendadas, fotopsia, embaçamento visual – Não conhecido: edema macular. Desordens no ouvido e labirinto: – Muito rara: perda da audição, tinitus vertigem, ototoxicidade. Desordens cardíacas: – Muito comum: ECG anormal – Comum: bradicardia
    – Incomum: cardiomiopatia, taquicardia ventricular assintomática, taquicardia com bigeminismo, bloqueio AV e síncope, infarto do miocárdio. – Muito rara: fibrilação atrial, taquicardia supraventricular. Desordens vasculares: – Muito comum: hipotensão – Incomum: hipertensão, trombose, tromboflebite – Muito rara: choque. Desordens respiratórias, torácicas e do mediastino: – Rara: dispneia, efusão pleural, insuficiência respiratória, pneumonia intersticial, fibrose pulmonar, embolia pulmonar. – Muito rara: tosse. Desordens gastrointestinais: – Muito comum: náusea, vômito, diarreia, inflamação mucosal (mucosite) – Rara: obstrução intestinal, perfuração intestinal, colite isquêmica, pancreatite – Muito rara: trombose mesentérica, colite pseudomembranosa, esofagite, constipação, ascite (barriga d`água). Desordens hepato-biliares: – Muito rara: necrose hepática (seguida de morte), encefalopatia hepática (seguida de morte). Desordens do tecido subcutâneo e da pele: – Muito comum: alopecia – Comum: alterações transientes e moderadas na pele e unhas. – Rara: prurido, erupção cutânea, eritema, flebite, celulite, esfoliação da pele, necrose e fibrose, radiation recall – Muito rara: Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidermal, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, urticária, oncólise (pacientes em tratamento devem usar protetor solar nas mãos e nos pés) – Não conhecido: esclerodermia, lúpus eritematoso cutâneo;. Desordens musculo-esqueléticas, nos ossos e tecidos de conexão: – Muito comum: artralgia, mialgia – Não conhecido: lúpus eritematoso sistêmico Desordens gerais e condições do local da administração: – Comum: reações no local da injeção (incluindo edema, dor, eritema, endurecimento localizados, o extrvasamento pode resultar em celulite) – Rara: astenia, mal estar, pirexia, desidratação, edema. Investigações: – Comum: elevação grave no AST (SGOT), elevação grave na fosfatase alcalina – Incomum: elevação grave na bilirrubina – Rara: aumento da creatinina no sangue Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não existe antídoto conhecido que possa ser utilizado em caso de superdose. As complicações principais de uma superdose consistem em depressão da medula óssea, toxicidade neurológica e inflamação da mucosa. A superdosagem em pacientes pediátricos pode estar associada com a toxicidade aguda ao etanol. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Registro no M.S. n.º: 1.2361.0075
    Farmacêutica Responsável: Lenita A. Alves Gnochi CRF-SP: 14.054
    Fabricado por: Laboratórios IMA S.A.I.C. – Buenos Aires – Argentina.
    Embalado por: Laboratórios Richmond S.A.C.I.F. – Buenos Aires – Argentina.
    Registrado, Importado e Distribuído por: Meizler UCB Biopharma S/A.
    Endereço: Alameda Araguaia, 3833 – Tamboré
    CEP.: 06455-000 – Barueri – SP
    C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

     

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  • frutose-5-injetavel-este-medicamento-e-destinado-ao-tratamento-de-reposição-energetica-e-reidrataçãoFrutose 5%

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Solução injetável Frutose 50mg/ml
    Sistema Fechado – Caixa contendo 20 bolsas de polietileno – 500mL – Caixa contendo 20 bolsas de pvc – 500mL.
    Via de Administração: Intravenosa e individualizada.
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada ml contém: Frutose (DCB 04321) …………………………………………….50mg
    Excipiente: água para injetáveis
    Conteúdo calórico: 170 Kcal/L
    Osmolaridade: 277,5 mOsm/L

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de reposição energética e reidratação.

    Como este medicamento funciona?

    A solução de frutose é um medicamento de reposição energética e hídrica, que no organismo sofre biotransformação hepática por fosforilação, sendo parcialmente convertida em glicogênio e glicose hepáticas; outros metabólitos são ácido lático e ácido pirúvico. Provavelmente uma parte do glicogênio se dirige ao tecido adiposo, aí sofrendo metabolização. Devido ao seu rápido metabolismo no fígado, a frutose tem pouco efeito no nível de açúcar no sangue. Metaboliza-se mais rapidamente que a dextrose. Em conseqüência, pode ser usada em infusão intravenosa em concentração mais elevada do que a dextrose, sem ocasionar hipertonicidade do plasma. Assim, quando a finalidade principal da infusão de açúcar é a alimentação, mais que a hidratação ou a diurese osmótica, a frutose é conveniente. Em contraste com a dextrose, ela não requer insulina para sua utilização e conversão em glicogênio.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não deve ser administrado em pacientes com gota e em pacientes com intolerância familiar à frutose. Em condições de hiperidratação ou envenenamento por metanol este medicamento não deve ser administrado. Gravidez: Categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Utilizar com precaução em pacientes com diabetes mellitus ou insuficiência renal, bem como em pacientes portadores de doença hepática grave. Se ocorrer reação adversa, deve-se suspender a infusão. Pode causar sobrecarga de fluido ou soluto, acarretando diluição de concentrações de eletrólitos séricos, hidratação excessiva, estados congestos ou edema pulmonar. Agir com precaução na aplicação de carboidratos na presença de acidose por lactato.

    Pacientes Idosos:

    A solução de frutose 5% não apresenta contra indicações ou efeitos colaterais quando usada por pacientes com mais de 65 anos de idade, desde que atendidas as indicações e posologia descritas na bula ou a critério médico. Frutose 5%
    Gravidez: Categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

    Interações Medicamentosas:

    São desconhecidas interações entre a frutose 5% e outros medicamentos até o momento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Mantenha o produto em temperatura ambiente ( entre 15ºC a 30ºC), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Após aberto, usar imediatamente. Depois de aberto este medicamento, por ser de caráter estéril, não se pode em hipótese alguma a guarda e conservação das soluções utilizadas, devendo as mesmas serem descartadas. Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primária. Não utilizar se detectadas partículas ou algum tipo de precipitado. Este medicamento é um líquido, límpido, incolor e inodoro. Isento de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    O modo correto de aplicação e administração do medicamento é pela via intravenosa. Via de administração: intravenosa e individualizada. Uso adulto e pediátrico. Infusão de 1,5mL da solução por kg de peso corporal por hora, contendo 70 gotas por minuto. A dose depende da idade, peso e quadro clínico do paciente. Não se estabeleceram a segurança e eficácia em crianças com menos de 12 anos de idade. Duração do tratamento a critério médico. o caso de bolsas Istarbag, pequenas gotículas entre a bolsa e a sobre bolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou o cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Resposta febril, infecção no local da injeção, trombose venosa ou flebite (inflamação das veias) e extravasamento. Acidose lática (acúmulo de ácido lático), hiperuricemia (elevação do ácido úrico do sangue). Infusão rápida de grandes quantidades pode aumentar as concentrações séricas de ácido úrico. Nos pacientes com intolerância hereditária à glicose causa hipoglicemia, náusea, vômito, tremores, convulsões e coma. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
    leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº: 1.0311.0042
    USO RESTRITO A HOSPITAIS
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Resp. Técnico: Viviane Desideri-CRF-GO nº 2362

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    nactali-é-usado-para-evitar-gravidez

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Nactali

    desogestrel

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos contendo 75 mcg de desogestrel. Embalagens com 28 ou 84 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém 75 mcg de desogestrel. Excipientes: lactose monoidratada, amido, povidona, ácido esteárico, racealfatocoferol, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    *Leia cuidadosamente esta bula antes de iniciar o tratamento com esse medicamento.
    *Guarde esta bula. Você pode precisar ler as informações novamente em outra ocasião.
    *Esta bula fornecerá informações sobre os benefícios e riscos do Nactali. Ela também a orientará sobre como você deve tomar Nactali corretamente e quando deve informar ao seu médico sobre condições relacionadas com sua saúde. Se tiver alguma dúvida, peça auxílio ao seu médico ou farmacêutico.
    *Esse medicamento foi receitado para você e não deve ser fornecido a outras pessoas, pois pode ser prejudicial a elas, mesmo que os sintomas que elas apresentem sejam iguais aos seus.
    *Se algum dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você apresentar algum efeito colateral que não esteja mencionado nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

    Para que este medicamento é indicado?

    Nactali é usado para evitar a gravidez.

    Como este medicamento funciona?

    Nactali contém uma pequena quantidade de um tipo de hormônio sexual feminino, o progestagênio desogestrel. Por esse motivo, Nactali é chamado de pílula com progestagênio isolado, ou minipílula. Diferentemente das pílulas combinadas, as minipílulas não contêm um hormônio estrogênio associado ao progestagênio. A maioria das minipílulas, age principalmente impedindo a entrada das células do esperma no útero, mas nem sempre impedem a maturação do óvulo, que é a ação principal das pílulas combinadas. Nactali é diferente das outras minipílulas porque apresenta uma dose que, na maioria dos casos, é alta o suficiente para impedir a maturação dos óvulos. Consequentemente, Nactali proporciona eficácia contraceptiva elevada. Ao contrário das pílulas combinadas, Nactali pode ser utilizado por mulheres que não toleram os estrogênios ou que estejam amamentando. Uma desvantagem é que pode ocorrer sangramento vaginal com intervalos irregulares durante o uso de Nactali, assim como pode não ocorrer nenhum sangramento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres: com alergia a qualquer ingrediente da fórmula. com trombose, que é a formação de um coágulo em um vaso sanguíneo [por exemplo, das pernas (trombose venosa profunda) ou dos pulmões (embolia pulmonar)]. que já teve icterícia (cor amarela da pele) ou doença grave no fígado
    e se a função do fígado ainda não tiver normalizado. que tem ou suspeita que tem um câncer sensível aos esteroides sexuais, tais como determinados tipos de câncer de mama. com qualquer sangramento vaginal de origem desconhecida Se você apresentar qualquer uma dessas condições, informe ao seu médico antes de iniciar o uso de Nactali. Ele poderá lhe aconselhar a utilizar um método não hormonal para o planejamento familiar. Se qualquer uma dessas condições aparecer pela primeira vez enquanto estiver tomando Nactali, consulte seu médico imediatamente. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou que suspeitam que possam estar grávidas.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Nactali, como todos os anticoncepcionais hormonais, não protege contra infecções por HIV (AIDS) ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. Informe ao seu médico, antes de iniciar o uso de Nactali se você: já teve câncer de mama; tem câncer no fígado, uma vez que um possível efeito de Nactali não pode ser excluído; já teve formação de coágulo em um vaso sanguíneo (trombose); tem diabetes; sofre de epilepsia (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem tuberculose (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem pressão sanguínea alta; tem ou teve cloasma (manchas marrom-amareladas na pele, particularmente no rosto); neste caso, evite muita exposição ao sol ou raios ultravioleta. Se Nactali for utilizado na presença de uma dessas condições, seu médico deverá observá-la cuidadosamente e poderá lhe explicar o que fazer.

    Redução da massa óssea:

    Os estrogênios são importantes para manter a estrutura de seus ossos. Durante o uso de Nactali, a concentração do estrogênio natural estradiol no seu sangue é comparável à observada na primeira metade do ciclo natural, mas é diminuída em comparação com a segunda metade do seu ciclo. Não se sabe se isso afeta ou não a estrutura de seus ossos.

    Câncer de mama:

    Examine regularmente suas mamas e consulte o seu médico assim que possível, se você sentir qualquer caroço (nódulo) nas suas mamas. O câncer de mama tem sido encontrado um pouco mais frequentemente em mulheres que tomaram pílulas do que naquelas da mesma idade que não as tomaram. Quando a mulher para de tomar a pílula, o risco diminui gradativamente, de modo que 10 anos depois de interromper o tratamento com pílulas, o risco é o mesmo que aquele apresentado por mulheres que nunca tomaram pílulas. O câncer de mama é raro abaixo dos 40 anos de idade, mas o risco aumenta à medida que a mulher fica mais velha. Portanto, o número adicional de cânceres de mama diagnosticados é maior em mulheres que usam pílula em idade mais avançada. O tempo de tratamento com pílulas é menos importante. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas para ram de tomá-las por volta dos 20 anos de idade, haverá 1 caso adicional de câncer de mama encontrado até 10 anos depois de interrompido o tratamento, além dos 4 casos normalmente diagnosticados nesse grupo etário. Da mesma forma, a cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 30 anos, haverá 5 casos adicionais de câncer de mama além dos 44 casos normalmente diagnosticados. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 40 anos, haverá 20 casos adicionais de câncer de mama além dos 160 casos normalmente diagnosticados. Acredita-se que o risco de câncer de mama em usuárias de pílulas que contenham apenas progestagênio, como Nactali, é semelhante aquele das mulheres que usam a pílula combinada, mas a evidência é menos conclusiva. Parece que os cânceres de mama nas mulheres que tomam pílulas se espalham menos do que os encontrados nas que não as tomam. Não se sabe se a diferença no risco de câncer de mama é causada pela pílula. Pode ser que as mulheres sejam examinadas com maior frequência, de modo que o câncer de mama é descoberto mais precocemente.

    Trombose:

    Se você notar possíveis sinais de uma trombose, consulte imediatamente o seu médico (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Quando você deve consultar o seu médico?”). Trombose é a formação de um coágulo que pode bloquear um vaso sanguíneo. A trombose às vezes ocorre nas veias profundas da perna (trombose venosa profunda). Se o coágulo se rompe e se desloca da veia onde foi formado, pode atingir e bloquear as artérias dos pulmões, causando a então chamada “embolia pulmonar”. Consequentemente, podem ocorrer situações fatais. A trombose venosa profunda raramente ocorre. Ela pode se desenvolver se você estiver tomando pílulas ou não. Ela também pode ocorrer se você engravidar. O risco é maior em usuárias de pílulas do que em não usuárias. Acredita-se que o risco com pílulas contendo somente progestagênio, como é o caso de Nactali, seja mais baixo do que em mulheres que usam pílulas combinadas contendo também estrogênios.

    Sangramento vaginal:

    Durante o tratamento com Nactali, pode ocorrer sangramento vaginal em intervalos irregulares. Pode ser mínimo, não necessitando do uso de absorvente, ou maior, mais parecido a um período menstrual curto, requerendo uso de absorvente. Você pode também não apresentar nenhum sangramento. Os sangramentos irregulares não são sinais de redução da proteção contraceptiva do Nactali. Em geral, não é necessário tomar nenhuma providência; apenas continue a tomar o Nactali normalmente. Entretanto, se o sangramento for abundante ou prolongado, consulte seu médico.

    Cistos ovarianos:

    Durante o tratamento com anticoncepcionais hormonais de baixa dose, podem se desenvolver pequenas bolsas contendo líquido nos ovários, chamados de cistos ovarianos. Geralmente, eles desaparecem espontaneamente. Algumas vezes, eles causam dores abdominais leves. Apenas raramente, podem causar problemas mais graves.

    Exames médicos periódicos:

    Enquanto estiver usando Nactali, seu médico solicitará seu retorno regularmente às consultas. Em geral, a frequência e o tipo de avaliação clínica dependerão de sua condição clínica individual. Consulte seu médico imediatamente se você: sentir dor intensa ou inchaço nas pernas, dores inexplicáveis no peito, dificuldade para respirar, tiver tosse anormal, especialmente se expelir sangue (possivelmente indicando uma trombose); tiver dor intensa e repentina de estômago ou ficar com aspecto de que tem icterícia (coloração amarela da pele, possivelmente indicando problemas no fígado); sentir nódulos nas suas mamas (possivelmente indicando câncer de mama); tiver dor intensa ou repentina no abdome ou na área do estômago (possivelmente indicando uma gravidez ectópica, que é uma gravidez fora do útero); precisar ser imobilizada, ou se for submetida a cirurgia (avise o seu médico com pelo menos quatro semanas de antecedência); tiver sangramento vaginal anormal, intenso; suspeitar que está grávida.

    Quando você deve consultar o seu médico?

    Lactação:

    Nactali pode ser utilizado durante a amamentação, pois não influencia na produção ou a qualidade do leite materno. Entretanto, pequenas quantidades da substância ativa de Nactali passam para o leite. A saúde de crianças amamentadas durante 7 meses por mães que tomaram desogestrel foi avaliada até os 2,5 anos de idade. Não foram observados efeitos sobre o crescimento e desenvolvimento dessas crianças. Se estiver amamentando e desejar tomar desogestrel, consulte o seu médico. Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas: não há indicações de qualquer efeito do uso de Nactali sobre o estado de alerta e concentração. Informação importante sobre alguns ingredientes de Nactali: contém lactose (açúcar do leite). Se você sabe que tem intolerância a alguns açúcares, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com Nactali.

    Pacientes idosas:

    Nactali é medicamento de uso exclusivo em pacientes em idade gestacional. Não se destina a uso em pacientes com idade = 60 anos. Ingestão concomitante com outras substâncias: informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento ou produtos fitoterápico, incluindo os medicamentos obtidos sem prescrição médica. Alguns medicamentos podem impedir que Nactali funcione adequadamente. Entre eles estão incluídos os utilizados para tratamento da: epilepsia (por ex., primidona, fenitoína, carbamazepina, oxcarbazepina, felbamato e fenobarbital); tuberculose (por ex., rifampicina, rifabutina); infecções por HIV (por ex., ritonavir) ou outras doenças infecciosas (por ex., griseofulvina); mal estar gástrico (carvão medicinal); depressão (à base da planta Erva de São João – Hypericum perforatum ou St. John’s wort). O seu médico pode lhe dizer se é necessário que adote precauções anticoncepcionais adicionais e, em caso afirmativo, por quanto tempo. Nactali também pode interferir no funcionamento de determinados medicamentos, ocasionando um aumento (por ex., medicamentos contendo ciclosporina) ou diminuição do efeito. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30°C), protegido da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos são revestidos, circulares, biconvexo, lisos e de cor branca. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Cada cartela de Nactali contém 28 comprimidos. Se você olhar a parte de trás de sua cartela, verá que os dias da semana estão impressos na cartela. Cada dia corresponde a um comprimido. A cada nova cartela de Nactali, inicie pelo comprimido da 1ª linha (linha de cima) marcado com o dia da semana correspondente. Não comece a tomar por um comprimido qualquer. Por exemplo, se você iniciar sua nova cartela em uma quarta-feira, você deve tomar o comprimido da primeira fileira marcado na parte de trás da cartela com “QUA”. Continue a tomar um comprimido por dia até terminar a cartela, sempre seguindo a direção indicada pelas setas. Assim, você pode verificar facilmente se tomou o comprimido do dia olhando a parte de trás de sua cartela. Tome o seu comprimido diariamente, aproximadamente no mesmo horário. Engula seu comprimido inteiro, com o auxílio de um copo de água. Pode ocorrer algum sangramento durante o uso do Nactali, mas você deve continuar a tomar os seus comprimidos normalmente. Quando terminar uma cartela, deve ser iniciada uma nova cartela de Nactali no dia seguinte – sem interrupção e sem esperar a menstruação. Começando a tomar sua primeira cartela de Nactali. Se não tiver utilizado nenhum anticoncepcional hormonal no último mês: espere pelo início de sua menstruação. No 1° dia de sua menstruação, tome o 1° comprimido de Nactali. Você não precisa tomar precauções anticonceptivas adicionais. Você também poderá iniciar entre o 2° e o 5° dia de sua menstruação, mas, neste caso, certifique-se de usar um método anticonceptivo adicional (método de barreira durante os primeiros 7 dias de tratamento). Se você tomou uma pílula combinada, ou usou um anel vaginal ou um adesivo na pele: você pode começar a tomar Nactali no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido de sua cartela, ou no dia da retirada do seu anel vaginal ou do adesivo (ou seja, sem fazer nenhum intervalo). Caso a cartela de pílulas atual contenha comprimidos inativos, você pode começar
    a tomar Nactali no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido ativo ( caso você não tenha certeza sobre qual é este comprimido, pergunte ao seu médico ou farmacêutico). Seguindo essas instruções, não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Você também pode iniciar no mais tardar no intervalo sem o uso do comprimido, anel ou adesivo, ou no intervalo do placebo do seu método anticonceptivo atual. Se você usar esse método, certifique-se de usar durante o primeiro ciclo, um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Se você tomou outra pílula à base de progestagênio isolado (minipílula): você pode parar de tomar a minipílula em qualquer dia e começar a tomar Nactali imediatamente. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Se você utilizou um método anticonceptivo injetável, implante ou um dispositivo intrauterino que libera progestagênio–DIU: comece a tomar Nactali no dia em que deveria tomar a próxima injeção ou no dia em que remover o implante ou o DIU. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Após o parto: você pode iniciar Nactali entre o 21º e o 28º dia após o parto. Se iniciar mais tarde, certifique-se de usar no primeiro ciclo um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Entretanto, se já teve uma relação sexual, deve ser afastada a possibilidade de você estar grávida antes de iniciar o uso do Nactali. Informações adicionais sobre mulheres que estão amamentando encontram-se em outro item desta bula (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Lactação”) . Você pode, também, obter informações com seu médico.

    Após um aborto:

    Seu médico vai orientá-la sobre o assunto. Se você tiver distúrbios gastrintestinais (por ex., vômitos ou diarreia grave): siga as instruções para comprimidos esquecidos (veja item “7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Se vomitar ou usar carvão ativado dentro de 3-4 horas após ter tomado o seu comprimido de Nactali, ou se tiver diarreia grave, o componente ativo pode não ter sido absorvido completamente.

    Interrupção de tratamento:

    Você pode parar de tomar Nactali a qualquer momento. A partir do dia em que parar de tomar os comprimidos, você não mais estará protegida contra a gravidez. Se tiver qualquer outra dúvida sobre o uso desse produto, consulte o seu
    médico ou farmacêutico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se o tempo de atraso da tomada do comprimido for de até 12 horas da hora em que toma normalmente, a confiabilidade de Nactali está mantida. Tome o comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Se o tempo de atraso for maior que 12 horas, a confiabilidade de Nactali pode ter sido reduzida. Quanto mais comprimidos consecutivos forem esquecidos, maior o risco de redução da eficácia contraceptiva. Tome o último comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Use um método anticonceptivo adicional (método de barreira) também nos próximos 7 dias de tratamento. Se esquecer 1 ou mais comprimidos na primeira semana de tratamento e tiver tido relações sexuais na semana anterior ao esquecimento dos comprimidos, a possibilidade de gravidez deve ser considerada. Nesse caso consulte o seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como qualquer medicamento, Nactali pode causar reações adversas, embora nem todas as mulheres as apresentem. As reações adversas graves associadas com o uso das pílulas anticonceptivas são descritas nos itens “4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Câncer de mama e Trombose”. Leia esses itens para informações adicionais e consulte o seu médico se necessário. As reações a seguir foram relatadas por pacientes que estavam tomando desogestrel: Reações comuns (ocorrem em mais do que 1% das pacientes que utilizam este medicamento): espinhas (acne), dor nas mamas, diminuição da libido, dor de cabeça, menstruação irregular ou ausência de menstruação, alterações de humor, náuseas e aumento de peso. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): dificuldade em usar lentes de contato, queda de cabelo, infecção vaginal, menstruação dolorosa, aparecimento de cistos no ovário, cansaço e vômito Reações raras (ocorrem em menos do que 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): vermelhidão na pele, urticária, eritema nodoso (nódulos vermelho-azulados dolorosos na pele). Além desses efeitos colaterais, pode ocorrer secreção das mamas. Se alguma dessas reações adversas se tornar grave, ou se você apresentar qualquer reação adversa que não esteja mencionada nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de efeitos perigosos graves se tomar muitos comprimidos de desogestrel de uma vez. Podem ocorrer sintomas como náusea e vômito e, ainda, um leve sangramento vaginal em mulheres ou jovens. Para maiores informações consulte o médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. MS nº: 1.0033.0171
    Farmacêutica Responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF -SP nº: 25.125
    Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
    CNPJ: 61.230.314/0001-75
    Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP
    Indústria Brasileira
    www.libbs.com.br
    Venda sob prescrição médica.

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  • micotiazol-indicado-como-antimicotico-para-uso-topico-em-infecções-dermatologicas-menoresMicotiazol

    Identificação do Medicamento:

    Micotiazol
    ácido benzóico
    ácido salicílico
    iodo metálico

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Solução Tópica – Frascos com 30 ml e 50 ml.
    Uso Tópico
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ml contém:
    Ácido benzóico……………………. 20 mg
    Ácido salicílico …………………… 20 mg
    Iodo metálico ……………………. 2,5 mg
    Licor de Hoffman q.s.p. ……….. 1,0 mL
    (éter etílico, álcool etílico 96º)

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Micotiazol é indicado como antimicótico para uso tópico em infecções dermatológicas menores.

    Como este medicamento funciona?

    Micotiazol reúne em sua fórmula substâncias que se associam e tornam o mesmo eficaz no tratamento das infecções micóticas da pele.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contra-indicação:

    Micotiazol não deve ser usado por pacientes com história de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. O medicamento não deve ser usado durante ou após a gravidez e lactação, devido ao risco de hipotireoidismo no feto e no lactente. Não usar sobre grandes áreas por tempo prolongado, em curativos oclusivos. Não usar o produto em ferimentos, queimaduras, porque podem ocorrer absorção e irritação. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez durante ou após o tratamento, ou se estiver amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções:

    Micotiazol não deve ser usado em feridas ou queimaduras graves porque causa absorção e irritação. Recomenda-se precauções se forem utilizados fármacos que contenham ácido acetilsalicílico ou salicílicos. Evitar o contato com os olhos e demais mucosas, caso ocorra contato, lavar com água corrente por 15 minutos. Nos casos de insuficiência renal ou hepática, deverá haver monitoramento médico.

    Interações medicamentosas:

    Recomenda-se precauções se forem utilizados fármacos que contenham ácido acetilsalicílico ou salicílicos. Deve-se evitar o uso simultâneo de outros medicamentos tópicos que contenham esfoliantes, álcool, sabões abrasivos, produtos que ressequem a pele, a não ser com indicação do médico. Recomenda-se precauções ao serem utilizados o
    ácido acetilsalicílico e outros salicílicos. Substâncias tais como amônia, sais de ferro, bismuto, cobre, chumbo, mercúrio, clorato de potássio, ácidos minerais, sulfato de quinino e outros sais de alcaloides não devem ser usa dos durante o tratamento por serem físico-quimicamente incompatíveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Informar seu médico a ocorrência de gravidez durante ou após o tratamento. Informe ao médico se estiver amamentando.

    Pacientes idosos:

    Não existem relatos dos efeitos do produto em pacientes idosos. Pacientes que apresentam doenças vasculares são mais susceptíveis a desenvolver inflamações ou ulcerações das extremidades.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser conservado em sua embalagem original em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Armazenado nestas condições o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade de 36 meses a partir da data de fabricação indicada na embalagem. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

    Características físicas e organolépticas do produto:

    Solução límpida de coloração castanha escura, odor característico de iodo e éter, isento de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia e Modo de usar:

    Seu uso é somente externo. Embeber um algodão com a solução de Micotiazol e passar três vezes ao dia sobre as partes afetadas. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações adversas:

    As reações adversas mais frequentes incluem em irritação cutânea, sinais de salicismo (tontura, dor de cabeça contínua, confusão, respiração rápida), coceira e vermelhidão da pele.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Superdosagem:

    Se houver ingestão acidental, pode ocorrer dor abdominal, anúria, diarreia, sede intensa, náuseas, vômitos, dor de cabeça contínua, confusão, tontura. No caso de aplicação tópica excessiva, deve-se remover o produto da pele com solução de álcool a 70% ou lavar as áreas com água em abundância por 15 minutos. Na ingestão do produto recomenda-se administrar solução de água com amido (15mg de amido para 500 ml de água) para promover a absorção do iodo. Medidas de suporte devem ser usadas para manter as funções vitais do paciente, manter a oxigenação, administrar anti-histamínicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais:

    Registro MS 1.0715.0014.003-0
    Farm. Resp.: Wilson Colombo – CRF – SP nº 7.878
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Cazi Química Farmacêutica Indústria e Comércio Ltda.
    Rua Antônio Lopes, 17 – Jandira – SP
    CEP 06612-090 – Tel. (11) 4707-5155
    CNPJ nº 44.010.437/0001-81
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800-7706632
    Esta bula foi aprovada em 23/05/2013

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