• enemaplex-é-destinado-para-o-alivio-da-cosntipação-intestinalEnemaplex

    fosfato de sódio mono-básico monoidratado + fosfato de sódio dibásico heptaidratado

    Forma farmacêutica e apresentações:

    Solução de enema – 160 mg/ml+60 mg/ml,Caixa contendo frasco plástico de 130 ml com bico aplicador lubrificado.
    Uso Retal
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    cada 100 ml contém: fosfato de sódio mono básico monoidratado…………………………16 g
    fosfato de sódio dibásico heptaidratado……………………………….6 g
    água para injeção q.s.p……………………………………………………..100 ml
    Excipientes: benzoato de sódio, metilparabeno e água para injeção.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado para o alívio da constipação intestinal no pré-parto, pós-parto, pré-operatório, pós-operatório e preparação de exames retais.

    Como este medicamento funciona?

    Os componentes da fórmula constituem uma solução hiper-tônica, o que promove a passagem de água para o interior do intestino, ocasionando amolecimento do bolo fecal e distensão intestinal. O estímulo ao peristaltismo provoca como reflexo a defecação. O tempo médio estimado para início da ação do medicamento ocorre de 2 a 5 minutos após a aplicação.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado em pacientes sob dieta com isenção completa de sódio; em casos de apendicite; em crianças portador as de megacolo congênito; em pacientes com falha coronária congestiva, ascites, angina do peito instável, retenção gástrica, obstrução total do intestino ou obstrução aguda ou obstrução, constipação crônica, perfuração intestinal, colite aguda, ou síndrome de hipomotilidade. É contraindicado em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O uso prolongado do produto pode ocasionar um desequilíbrio eletrolítico dos níveis de fosfato, potássio e cálcio. Pacientes com distúrbios eletrolíticos, como hipernatremia, hiperfosfatemia, hipocalemia, ou hipocalcemia, devem primeiro serem tratados para manter a homeostase, e, posteriormente, utilizar o Enemaplex. PRODUTO DE USO EXCLUSIVO RETAL. NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Reações de hipersensibilidade (reações alérgicas) podem ocorrer em indivíduos suscetíveis. Uso em idosos e outros grupos de risco.

    Pacientes idosos:

    Deve-se realizar acompanhamento médico quando administrar Enemaplex em pacientes idosos. Deve-se avaliar a função renal antes da administração de Enemaplex em pacientes idosos. O fosfato de sódio é eliminado pelo rim e o risco de reações adversas pode aumentar em pacientes com função renal comprometida.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe seu médico caso esteja amamentando. ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.

    Interações medicamentosas:

    O uso concomitante do Enemaplex com outros produtos contendo fosfato de sódio, como enemas e laxantes, deve ser evitada. Tal combinação pode ocasionar em desidratação severa, distúrbios eletrolíticos e arritmias cardíacas. Pode ocorrer diminuição da absorção gastrointestinal de alimentos e outros medicamentos devido ao aumento peristáltico e diarreia induzida pelo agente purgativo. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (15 – 30ºC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Enemaplex é uma solução límpida, incolor com cheiro característico e isenta de partículas visíveis. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Retirar a tampa protetora do bico, aplicar e introduzir no ânus do paciente. Infundir a solução com pressão suave do frasco, de acordo com
    a recomendação médica. Após o término da infusão, retirar o bico aplicador e inutilizar o material. A medicação deve ser administrada exclusivamente pela via retal, sob o risco de danos de eficácia terapêutica.

    Posologia:

    Adultos: utilizar um frasco (dose única) do Enemaplex por dia.
    Crianças: conforme orientação médica.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os
    sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Este medicamento é de aplicação única. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Podem ocorrer as seguintes reações adversas com o uso de Enemaplex: náusea, vômito, dilatação abdominal, dor abdominal, vertigem e dores de cabeça. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A utilização de doses superiores à recomendada pode ocasionar distúrbios eletrolíticos, como hiperfosfatemia, hipocalcemia, hipernatremia, hipocalemia, desidratação e hipovolemia. Estes distúrbios eletrolíticos podem acarretar em arritmias cardíacas e morte. Pacientes que receberem superdosagem do Enemaplex devem ser monitorados e tratados até a homeostase. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. 1.0041.0132
    Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia – CRF-SP 34871
    Fabricado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda
    Aquiraz – CE
    Registrado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda.
    Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
    C.N.P.J. 49.324.221/0001-04 – Indústria Brasileira
    SAC 0800 7073855
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/01/2013

    Tags: , , , , , , , , , , , , ,

  • zopix-indicado-para-o-tratamento-agudo-e-de-manutenção-da-esquizofrenia-com-transtornos-mentaisZopix

    olanzapina
    Uso Oral
    Uso Adulto Acima de 18 Anos

    Apresentações:

    ZOPIX comprimido revestido de 2,5 mg, 5 mg e 10 mg em embalagens contendo 7, 14, 28, 56, 60 e 500 comprimidos revestidos.

    Composição:

    Cada comprimido revestido de 2,5 mg contém: olanzapina…………………………………………………………………………..2,5 mg
    Cada comprimido revestido de 5 mg contém: olanzapina…………………………………………………………………………..5 mg
    Cada comprimido revestido de 10 mg contém: olanzapina…………………………………………………………………………..10 mg
    Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona , dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, poloxâmer, talco + dióxido de titânio + álcool polivinílico + macrogol, água de osmose reversa.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    ZOPIX é indicado para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais (psicoses) onde sintomas positivos (ex.: delírios, alucinações, alterações de pensamento, hostilidade e desconfiança) e/ou sintomas negativos (ex.: afeto diminuído, isolamento emocional/social e pobreza de linguagem) são proeminentes. ZOPIX alivia também os sintomas afetivos secundários na esquizofrenia e transtornos relacionados. ZOPIX é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo nos pacientes que responderam ao tratamento inicial. ZOPIX, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, é indicado para o tratamento de episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar, com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem ciclagem rápida. ZOPIX é indicado para prolongar o tempo entre os episódios e reduzir as taxas de recorrência dos episódios de mania, mistos ou depressivos no transtorno bipolar.

    Como este medicamento funciona?

    ZOPIX é um medicamento classificado como antipsicótico e que age no Sistema Nervoso Central, propiciando a melhora dos sintomas em pacientes com esquizofrenia e outros transtornos mentais (psicoses), e dos episódios maníacos (euforia) e mistos do transtorno afetivo bipolar. Além disso, nos pacientes com transtorno afetivo bipolar, previne novas fases de mania e depressão. O mecanismo de ação de ZOPIX no tratamento da esquizofrenia e no tratamento de episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar é desconhecido. Quando ZOPIX é utilizado por via oral (pela boca), em doses diárias entre 5 e 20 mg, para o tratamento da esquizofrenia e outras condições relacionadas, ou em doses diárias de pelo menos 15 mg para o tratamento de mania (ou episódios mistos) associada à transtorno bipolar, você e/ou o seu médico podem verificar uma melhora inicial nos sintomas gerais destas condições na primeira semana de tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    ZOPIX não deve ser usado por pacientes alérgicos à olanzapina ou a qualquer um dos componentes da formulação do medicamento.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências/Precauções

    O desenvolvimento de síndrome neuroléptica maligna (SNM), um conjunto de sintomas complexos e potencialmente fatal, foi associada com ZOPIX. Portanto, o aparecimento de sinais e/ou sintomas associados a essa síndrome exige descontinuação do tratamento com ZOPIX. O uso de ZOPIX foi associado ao desenvolvimento de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários). Caso o paciente desenvolva sinais e /ou sintomas dessa doença, o médico deverá considerar o ajuste da dose ou a interrupção do tratamento com ZOPIX. ZOPIX deve ser utilizado cuidadosamente nos seguintes tipos de pacientes: pacientes com histórico de convulsões ou que estão sujeitos a fatores que possam desencadear convulsões, direta ou indiretamente; pacientes com aumento da próstata; alteração do funcionamento de uma parte do intestino (íleoparalítico); glaucoma de ângulo estreito (uma doença caracterizada por episódios súbitos de aumento de pressão dentro do olho, geralmente em um dos olhos) ou condições relacionadas; pacientes que tenham alterações na contagem de células sanguíneas; pacientes com história de depressão/toxicidade da medula óssea induzida por drogas; pacientes com depressão da medula óssea causada por doença concomitante; radioterapia ou quimioterapia; pacientes com TGP e/ou TGO (enzimas do fígado) elevadas; pacientes com sinais e sintomas de insuficiência hepática ou outras doenças que atinjam o fígado, diminuindo a sua função e pacientes que estejam em tratamento com medicamentos que são tóxicos ao fígado. Em pacientes diabéticos, ou com predisposição a esta doença, em tratamento com ZOPIX, recomenda-se o acompanhamento médico devido ao aumento da frequência desta doença em pacientes com esquizofrenia. ZOPIX não é aprovado para tratamento de pacientes idosos com psicose associada à demência. Em pacientes idosos, com psicose associada à demência, a eficácia de ZOPIX não foi estabelecida e, durante estudos clínicos com ZOPIX, ocorreram eventos adversos cerebrovasculares (ex.: derrame cerebral). Entretanto, todos os pacientes que apresentaram estes tipos de eventos tinham fatores de riscos pré-existentes conhecidos para os mesmos. Foi observado um aumento na ocorrência de mortes nesta população em especial, contudo também havia fatores de risco pré-existentes para o aumento da mortalidade. Outros eventos observados nesta classe de pacientes foram: marcha anormal, quedas, incontinência urinária e pneumonia. Recomenda-se que a pressão arterial em pacientes acima de 65 anos e sob tratamento com ZOPIX seja medida periodicamente. Deve-se ter cautela quando ZOPIX for prescrito com drogas que sabidamente alteram o eletrocardiograma, indicando alteração da condução de impulsos nervosos para o coração, especialmente em pacientes idosos. Como com outras drogas de ação no Sistema Nervoso Central (SNC), ZOPIX deve ser usado com cuidado em pacientes idosos com demência. ZOPIX pode causar hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar) associada com vertigem, aceleração ou lentidão dos batimentos cardíacos, e em alguns pacientes, síncope (desmaio), especialmente durante o período inicial de titulação da dose. Os riscos de hipotensão ortostática e síncope podem ser diminuídos ao se adotar uma terapia inicial com 5 mg de ZOPIX administrada uma vez ao dia. Se ocorrer hipotensão, uma titulação mais gradual para a dose alvo deve ser considerada. Foram observadas alterações indesejáveis dos lipídios (triglicérides e/ou colesterol) em pacientes tratados com ZOPIX. Portanto, recomenda-se monitoramento clínico adequado. Em dados pós-comercialização relatados com ZOPIX, o evento morte cardíaca repentina presumida (MCR) foi reportado muito raramente em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos atípicos, incluindo ZOPIX. Devido ao fato de ZOPIX poder causar sonolência, os pacientes devem ser alertados quando operarem máquinas, incluindo automóveis, enquanto estiverem em tratamento com ZOPIX. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Não há estudos adequados e bem controlados com ZOPIX em mulheres grávidas. A paciente deve notificar seu médico se ficar grávida ou se pretender engravidar durante o tratamento com ZOPIX. Dado que a experiência em humanos é limitada, esta droga deve ser usada na gravidez somente se os benefícios possíveis justificarem os riscos potenciais para o feto. Em um estudo em mulheres saudáveis, lactantes, ZOPIX foi excretado no leite materno. Portanto, as pacientes devem ser aconselhadas a não amamentarem no caso de estarem recebendo ZOPIX. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem intolerância à lactose.

    Interações Medicamentosas:

    ZOPIX poderá interagir com os seguintes medicamentos: inibidores ou indutores das isoenzimas do citocromo P450, inibidores do CYP1A2, carbamazepina, carvão ativado, fluoxetina, fluvoxamina e lorazepam. Devido à possibilidade de ZOPIX diminuir a pressão sanguínea, o mesmo deve ser administrado com cuidado a pacientes que estejam sob tratamento com medicamentos para controlar a pressão alta. Deve – se ter cuidado adicional quando ZOPIX for administrado em combinação com drogas que agem no Sistema Nervoso Central, incluindo o álcool. O hábito de fumar pode interferir no tratamento com ZOPIX. A absorção da olanzapina não é afetada por alimentos. Entre em contato com o seu médico se está utilizando, pretende utilizar ou parou de utilizar um medicamento com ou sem prescrição médica, incluindo fitoterápicos, uma vez que existe potencial de interação com outros medicamentos. Nenhum estudo clínico foi conduzido para avaliar possíveis interações entre ZOPIX e testes laboratoriais e não laboratoriais. Não há conhecimento de interações entre ZOPIX e testes laboratoriais e não laboratoriais. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    ZOPIX deve ser guardado à temperatura ambiente (15a 30ºC), em sua embalagem original, protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspecto físico: ZOPIX é apresentado em: Comprimidos revestidos, na concentração de 2,5 mg,5 mg e 10 mg. O comprimido revestido de ZOPIX tem cor branca, é circular e biconvexo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Como usar ZOPIX deve ser administrado por via oral, podendo ser tomado independentemente das refeições. Não administrar mais que a quantidade total de ZOPIX recomendada pelo médico para períodos de 24 horas.

    Dosagem:

    Dose para pacientes com esquizofrenia e transtornos relacionados: A dose inicial recomendada de ZOPIX é de 10 mg, administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg. O aumento de dose diária acima daquela de rotina (10 mg) só é recomendado após avaliação médica. Dose para pacientes com mania aguda associada ao transtorno bipolar: A dose inicial recomendada de ZOPIX é de 15 mg, administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada uma vez ao dia em combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima daquela sugerida diariamente só é recomendado
    após avaliação médica e geralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a 24 horas.

    Prevenção de recorrência do transtorno bipolar:

    Para pacientes que já estavam recebendo ZOPIX para tratamento de episódio maníaco, devem inicialmente continuar o tratamento com mesma dose. A dose inicial recomendada é de 10 mg/dia para os pacientes que já estão em remissão. A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 a 20 mg/dia. Considerações gerais sobre a administração de ZOPIX em populações especiais: Dose para pacientes idosos: Uma dose inicial mais baixa de 5 mg/dia pode ser considerada para pacientes idosos ou quando fatores clínicos justificarem. Dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) ou renal (mau funcionamento dos rins): Uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com insuficiência hepática moderada ou renal grave e aumentada somente com cautela. Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexo feminino, idoso e não fumante) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina. O uso de ZOPIX em monoterapia não foi estudado em i
    ndivíduos menores de 13 anos de idade. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do ntratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose de ZOPIX, deverá tomá-la assim que lembrar. Se estiver quase no horário da próxima dose, apenas omita a dose esquecida e tome a próxima dose no horário correto. Não tome duas doses de ZOPIX no mesmo horário. Não administrar mais que a quantidade total de ZOPIX recomendada pelo médico para períodos de 24 horas. Para prevenir eventos adversos graves, não pare de tomar ZOPIX repentinamente. Você pode apresentar suor, náusea e vômito, se você parar repentinamente de tomar ZOPIX. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Foram relatadas as seguintes reações adversas durante os estudos clínicos e/ou durante a experiência obtida após a comercialização de ZOPIX: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho de peso, hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar), sonolência, aumento da prolactina (hormônio da lactação) aumento das taxas de colesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores limítrofes para elevados). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): astenia (fraqueza), pirexia (febre), fadiga (cansaço), constipação (prisão de ventre), boca seca, aumento do apetite, edema periférico (inchaço), artralgia (dor nas articulações), acatisia (inquietação motora), tontura, elevação de TGO e/ou TGP (enzimas do fígado), aumento da fosfatase alcalina (enzima presente predominantemente no fígado), glicosúria (presença de glicose na urina), aumento da gama-glutamiltransferase (enzima dos rins, fígado e vias biliares), aumento do ácido úrico (substância produzida naturalmente pelo organismo), leucopenia (diminuição de células brancas do sangue), eosinofilia (aumento de um tipo de célula branca no sangue) e aumento das taxas de colesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores normais para elevados).
    Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): fotossensibilidade (sensibilidade à luz), bradicardia (lentidão dos batimentos cardíacos), distensão abdominal, amnésia (perda de memória) e epistaxe (sangramento pelo nariz). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hepatite, hiperglicemia (aumento da taxa de glicose no sangue ), convulsões e erupção cutânea (feridas na pele). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
    reação alérgica [ex.: reação anafilática (reação alérgica grave generalizada), angioedema (coceira seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele), prurido (coceira) ou urticária (erupção da pele com coceira)], reações após suspensão do medicamento [ex.: diaforese (sudorese), náusea (vontade de vomitar) e vômito], tromboembolismo venoso (obstrução de veia por coágulo), pancreatite (inflamação do pâncreas), trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue), icterícia (coloração amarelada da pele, mucosas e secreções), coma diabético, cetoacidose diabética, hipercolesterolemia (aumento da taxa de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (aumento da taxa de triglicérides no sangue), rabdomiólise (lesão muscular grave), alopecia (perda de cabelos) , priapismo (ereção persistente do pênis acompanhada de dor), aumento de bilirrubina total (condição que pode indicar um problema no fígado), incontinência urinária, retenção urinária e aumento dos níveis de creatinofosfoquinase sanguínea (proteína encontrada especialmente no músculo). Eventos adversos observados em pacientes idosos com psicose associada à demência: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): marcha anormal e quedas. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): incontinência urinária e pneumonia. Eventos adversos observados durante os estudos clínicos em pacientes com psicose induzida por alguns tipos de medicamentos associada com doença de Parkinson: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): piora dos sintomas parkinsonianos e alucinações. Eventos adversos observados em pacientes com mania recebendo terapia combinada com lítio ou valproato: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho de peso, boca seca, aumento de apetite e tremores. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbio da fala. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdose com olanzapina incluem taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), agitação/agressividade, disartria (alteração na articulação das palavras), vários sintomas extrapiramidais (ex.: tremores, movimentos involuntários) e redução do nível de consciência, variando de sedação ao coma. Outras ocorrências significantes do ponto de vista médico incluem delirium (confusão menta), convulsão, possível síndrome neuroléptica maligna (uma complicação rara, porém potencialmente fatal caracterizada por excessiva elevação da temperatura do corpo, rigidez muscular e alteração do nível de consciência, associados à disfunção autonômica [pressão sanguínea instável, suor em excesso e aumento dos batimentos cardíacos), depressão respiratória, aspiração, hipertensão ou hipotensão (aumento ou diminuição da pressão sanguínea), arritmias cardíacas (alteração dos batimentos cardíacos) e parada
    cardiorrespiratória. Casos fatais foram relatados com superdoses agudas tão baixas quanto 450 mg de olanzapina por via oral, porém também foram relatados casos de sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de olanzapina por via oral.

    Tratamento da superdose:

    Não existe antídoto específico para olanzapina. A indução de vômito não é recomendada. Em caso de suspeita, procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo. Não tentar dar qualquer medicamento para o paciente intoxicado sem o conhecimento de um médico, pois isso pode piorar o quadro. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais:

    Registro M.S. nº. 1.3569.0581
    Farm. Resp. Dr. Adriano Pinheiro Coelho CRF SP 22.883
    Registrado por: EMS Sigma Pharma Ltda
    Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, s/n°, Km 08 – Chácara Assay
    CEP 13186-901, Hortolândia – SP
    CNPJ: 00.923.140/0001-31
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Fabricado por: EMS S/A
    Hortolândia – SP
    Esse produto é controlado pela Portaria n° 344 de 1
    2/05/1998 – Lista C1
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

    Tags: , , , , , , , , , , ,

  • Amebicida 11.06.2014 No Comments

    kitnos-e-indicado-em-todas-as-formas-de-parasitismoKitnos®

    etofamida

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Kitnos®
    Nome genérico: etofamida

    Apresentação:

    Kitnos® comprimidos de 500 mg em embalagem contendo 6 comprimidos.
    Via de Administração: Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de Kitnos® contém o equivalente a 500 mg de etofamida. Excipientes: metilcelulose, corante amarelo tartrazina (FD&C nº 5), amido de milho, celulose microcristalina e estearato de magnésio.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Kitnos® (etofamida) é indicado em todas as formas de parasitismo (infestação pela ameba), aguda ou crônica, por Entamoeba histolytica (conhecida popularmente como ameba).

    Como este medicamento funciona?

    Kitnos® é um medicamento amebicida (capaz de matar amebas) que age apenas dentro do intestino, local onde estão as formas trofozoítas das amebas.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Kitnos® (etofamida) é indicado em todas as formas de parasitismo (infestação pela ameba), aguda ou crônica, por Entamoeba histolytica (conhecida popularmente como ameba).

    Como este medicamento funciona?

    Kitnos® é um medicamento amebicida (capaz de matar amebas) que age apenas dentro do intestino, local onde estão as formas trofozoítas das amebas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Kitnos® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade (reação alérgica) à etofamida ou a qualquer componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Você deve saber que, como qualquer outro medicamento, Kitnos® não é recomendado nos três primeiros meses de gravidez. Nos casos de amebíase extraintestinal (presença de ameba em locais fora do intestino), Kitnos® só deverá ser administrado em associação com outros medicamentos que agem nesses locais. Kitnos® trata infecções que são transmitidas por meio da contaminação de alimentos por fezes humanas, para evitar esse tipo de problema sempre lave muito bem as mãos após usar o banheiro e antes de comer. Também é importante lavar os alimentos. Não são conhecidas interações de Kitnos® com outros medicamentos. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Kitnos® comprimidos deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido redondo de cor amarela, biconvexo, de bordas retas com a inscrição K500 de um lado e liso do outro.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar 2 comprimidos ao dia de Kitnos®, por via oral, após as refeições, durante três dias consecutivos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Kitnos no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Kitnos® é muito bem tolerado. Podem ocorrer, ocasionalmente, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), urticária (alergia da pele) e prurido (coceira) que desaparecem logo após o término do tratamento. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não são conhecidos efeitos da superdose de Kitnos®. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0142
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Fabricado e embalado por: Pfizer S.R.L.
    Buenos Aires – Argentina
    Registrado, importado e distribuído por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em (11/jan/2013)

    Tags: , , , , , ,

  • Sem categoria 03.06.2014 No Comments

    omegaven-é-destinado-a-suplementação-de-nutrição-parental-com-acidos-graxos-omega-3Omegaven®

    100 mg/ mL
    Emulsão injetável
    Omegaven® óleo de peixe

    Forma farmacêutica e apresentações:

    Emulsão injetável – 100 mg/ mL
    Frasco de vidro com 50 mL ou 100 mL
    Caixa com 10 frascos de vidro com 50 ou 100 mL
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 100 ml contém: óleo de peixe altamente refinado 10,0 g (10%) contendo: ácido eicosapentaenóico (EPA) 1,25 – 2,82 g, ácido docosahexaenóico (DHA) 1,44 – 3,09 g, ácido mirístico 0,1 – 0,6 g, ácido palmítico 0,25 – 1,0 g, ácido palmitoléico 0,3 – 0,9 g, ácido esteárico 0,05 – 0,2 g, ácido oléico 0,6 – 1,3 g, ácido linoléico 0,1 – 0,7 g, ácido linolênico, ? 0,2 g,ácido octadecatetraenóico 0,05 – 0,65 g, ácido eicosaenóico 0,05 – 0,3 g, ácido araquidônico 0,1 – 0,4 g, ácido docosaenóico ? 0,15 g, ácido docosapentaenóico 0,15 – 0,45 g racealfatocoferol 0,015 – 0,0296 g,Excipientes q.s.p 100,0 mL, Excipientes: glicerol, lecitina de ovo, hidróxido de sódio, oleato de sódio e água para injeção. Energia total: 470 kJ/100 mL = 112 kcal/100 mL Valor de pH: 7,5 a 8,7,Acidez de titulação: < 1 mmol HCl/L, Osmolaridade teórica: 273 mOsm/L.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado à suplementação de nutrição parenteral com ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa, especialmente o ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexaenóico, quando a nutrição oral ou enteral é impossível, insuficiente ou contraindicada.

    Como este medicamento funciona?

    Os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa em Omegaven® são parcialmente incorporados no plasma e nos lipídios teciduais. O ácido docosahexaenóico é um importante elemento estrutural nos fosfolipídios da membrana, enquanto o ácido eicosapentaenóico é um precursor na síntese de uma classe especial de eicosanóides (prostaglandinas, tromboxanos, leucotrienos e outros mediadores lipídicos). O aumento da síntese dessas substâncias mediadoras derivadas do ácido eicosapentaenóico pode ajudar a promover efeitos antiagregantes e anti inflamatórios, e está associada com efeitos imunomoduladores. O óleo de peixe utilizado é um triglicéride puro. O racealfatocoferol é adicionado ao óleo de peixe como um antioxidante durante a última etapa de fabricação e a fim de aumentar a estabilidade da matéria-prima. A quantidade eliminada de triglicerídeos oxidados é inferior a 1,5 %, não havendo prejuízo à saúde. A quantidade de lecitina de ovo é limitada a 12g/L de emulsão, visto que quantidades maiores poderiam aumentar o conteúdo de fósforo e colesterol no soro, o que é fisiologicamente indesejável. O glicerol contido em Omegaven® destina-se à produção de energia através da glicólise ou é re-esterificado junto com os ácidos graxos livres no fígado para formar triglicerídeos. O glicerol também é utilizado para isotonizar e estabilizar a emulsão óleo-em-água. Omegaven® contém também fosfolipídios do ovo, que são hidrolisados ou incorporados nas membranas celulares, onde são esse nciais para a manutenção da integridade da membrana.

    Propriedades farmacocinéticas:

    As partículas lipídicas infundidas com Omegaven® são similares aos quilomicrons fisiológicos em tamanho e eliminação. Em voluntários sadios do sexo masculino, foi calculada uma meia-vida de triglicerídios para Omegaven de 54 minutos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado em casos de: – Comprometimento do metabolismo lipídico – Distúrbios hemorrágicos graves – Diabetes mellitusinstável. Certas afecções agudas e fatais à vida, tais como: – Colapso e choque – Infarto do miocárdio recente – Acidente vascular cerebral – Embolia – Estado de coma não definido Contraindicações gerais para nutrição parenteral: – Hipocalemia – Hiperidratação – Desidratação hipotônica – Metabolismo instável – Acidose. Devido à falta de estudos clínicos, Omegaven® não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal ou hepática graves. Omegaven® não deve ser usado em prematuros, recém-nascidos, bebês e crianças, devido à experiência limitada. Omegaven® não deve ser administrado a pacientes alérgicos à peixe ou à proteína do ovo.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O nível de triglicérides séricos deve ser monitorizado diariamente. Devem ser regularmente realizadas avaliações nos perfis de glicose sangüínea, metabolismo ácido-básico, eletrólitos séricos, equilíbrio hídrico, hemograma e tempo de sangramento em pacientes tratados com anticoagulantes. A concentração de triglicérides séricos não deve exceder 3 mmol/L durante a administração de emulsões gordurosas.

    Gravidez e lactação:

    Não há evidência sobre a segurança desta medicação durante a gravidez ou amamentação. Esta medicação não deve ser usada durante a gravidez ou a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiâo-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A infusão de Omegaven® pode causar prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Portanto, Omegaven® deve ser administrado com cautela em pacientes que requerem tratamento com anticoagulantes, mesmo com relação a uma possível redução de anticoagulantes. Quando Omegaven® for administrado com outras soluções de infusão (p.ex., soluções de aminoácido,) através de uma linha comum de infusão (desvio, tubo Y), a compatibilidade das soluções/emulsões deve ser assegurada.

    Incompatibilidades:

    Podem ocorrer incompatibilidades durante a adição de cátions polivalentes, por exemplo, cálcio, especialmente quando combinado com heparina. Omegaven® pode ser assepticamente misturado com emulsões lipídicas, bem com vitaminas lipossolúveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura não superior a 25º C. Não congelar. A estabilidade química e física em uso das misturas contendo Omegaven® foi demonstrada durante 24 horas a 25º C. Do ponto de vista microbiológico, misturas com emulsões lipídicas ou emulsões lipídicas contendo vitaminas lipossolúveis devem ser utilizadas imediatamente. Caso não sejam utilizadas imediatamente, o tempo de armazenamento em uso e as condições antes do uso são de responsabilidade do usuário. Somente se a preparação for realizada em condições assépticas validadas e controladas, as condições de armazenamento podem ser baseadas nos dados de estabilidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. megaven® é uma emulsão branca e homogênea. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia: A medicação deve ser administrada exclusivamente pela via que consta em bula, sob o risco de danos de eficácia terapêutica. Dose diária 1 mL até no máx. 2 mL de Omegaven/kg = 0,1 g até no máx. 0,2 g de óleo de peixe/kg = 70 mL até no máx. 140 mL de Omegaven ® para um paciente 70 kg. Velocidade máxima de infusão: A velocidade de infusão não deve exceder 0,5 mL de Omegaven® /kg/hora, correspondendo a 0,05 g de óleo de peixe/kg /hora. A velocidade de infusão máxima deve ser estritamente seguida, caso contrário pode ser observado um aumento acentuado na concentração de triglicérides séricos. Omegaven® deve ser administrado simultaneamente com outras emulsões lipídicas. Com base na ingestão total diária de lipídios recomendada de 1 – 2 g/kg,, a porção de óleo de peixe de Omegaven® deve constituir 10 – 20% dessa ingestão.

    Método de administração:

    Para infusão por meio da veia central ou periférica. Agitar antes de usar. Duração da administração.A duração da administração não deve exceder 4 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Este medicamento é de uso restrito a hospitais. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): a infusão de Omegaven® pode levar a prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Em casos raros, os pacientes podem apresentar gosto de peixe na boca. Efeitos indesejáveis observados durante a administração de emulsões lipídicas: – Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal, náusea, vômito, elevação na temperatura corporal,tremores, calafrios, cansaço, hipertrigliceridemia e dor de cabeça; – Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia, hemólise, reticulocitose, reações anafiláticas,aumento transitório no teste de função hepática, priapismo, rash, urticária e efeitos circulatórios (p. ex. aumento / redução da pressão arterial). Devem ser observados possíveis sinais de sobrecarga metabólica. A causa pode ser genética (metabolismos individualmente diferentes) e relacionada a diferentes doenças prévias com rapidez variada e após diferentes doses, mas esses sinais têm sido observados principalmente com o uso de emulsões lipídicas de semente de algodão. A sobrecarga metabólica pode causar os seguintes sintomas: – Hepatomegalia com ou sem icterícia; – Uma alteração ou redução de alguns parâmetros de coagulação (p.ex., tempo de sangramento, tempo de coagulação, tempo de protrombina, contagem de plaquetas); – Esplenomegalia; – Anemia, leucopenia, trombocitopenia; – Sangramentos e tendência a sangramento; – Testes de função hepática anormais;
    – Febre ; – Hiperlipidemia; – Cefaléia, dores de estômago, fadiga; – Hiperglicemia. Caso esses efeitos colaterais ocorram ou no caso do nível de triglicérides durante a infusão de lipídios aumentar acima de 3 mmol/L, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida com posologia reduzida. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do qua a indicada deste medicamento?

    Pode ocorrer superdose levando à síndrome de sobrecarga lipídica quando o nível de triglicérides durante a infusão de lipídios eleva-s
    e acima de 3 mmol/L, acentuadamente, como resultado de velocidade muito rápida de infusão, ou cronicamente, nas velocidades de infusão recomendadas em associação com uma alteração na condição clínica do paciente, por exemplo, comprometimento da função renal por infecção. A superdose pode levar a efeitos colaterais. Nesses casos, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida em dose reduzida. A administração de lipídios também deve ser interrompida se ocorrer um aumento acentuado nos níveis de glicose sangüínea durante a infusão de Omegaven®. Uma superdose grave de Omegaven®, sem administração simultânea de uma solução de carboidrato, pode levar à acidose metabólica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S.
    1.0041.9942
    Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia
    CRF-SP 34871
    Fabricado por: Fresenius Kabi Austria GmbH
    Graz – Áustria
    Importado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda
    Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
    CNPJ: 49.324.221/0001-04
    SAC: 0800 704 3855
    Uso restrito a hospitais
    Venda sob prescrição médica
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/01/2013

    Tags: , , , , , , , , ,

  • hypot-indicado-para-tratamento-de-hipopotassemia-e-intoxicações-digitalicasHypot®

    cloreto de potássio
    100 mg/mL (10%) e 191 mg/mL (19,1%)
    Solução Injetável

    Apresentações:

    Solução injetável, estéril e apirogênica. Hypot®10%
    Caixa com 200 ampolas plásticas de 10 mL
    Caixa com 100 ampolas plásticas de 10 mL
    Caixa com 100 ampolas de vidro incolor de 10 mL
    Hypot®19,1%
    Caixa com 200 ampolas plásticas de 10 mL
    Caixa com 100 ampolas plásticas de 10 mL
    Caixa com 100 ampolas de vidro incolor de 20 mL
    Caixa com 100 ampolas de vidro incolor de 10 mL
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Hypot®10%
    Cada ml da solução injetável contém: cloreto de potássio…………………………………………… 100 mg
    água para injetáveis q.s.p……………………………………. 1 mL
    Conteúdo eletrolítico potássio (K+) ………………………………………….1,34 mEq/mL cloreto (Cl-) …………………………………………… 1,34 mEq/mL
    Hypot ® 19,1%
    Cada mL da solução injetável contém: cloreto de potássio…………………………………………… 191 mg
    água para injetáveis q.s.p……………………………………. 1 mL
    Conteúdo eletrolítico potássio (K+) ……………………………………….. 2,559 mEq/mL cloreto (Cl-) ………………………………………….2,559 mEq/mL

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Hypot® é indicado para tratamento de hipopotassemia e intoxicações digitálicas.

    Como este medicamento funciona?

    Hypot® promove a reposição dos íons cloreto e potássio ao organismo, necessários a condução dos impulsos nervosos e contração muscular adequada.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não use Hypot® se você já teve alguma reação alérgica a qualquer substância da formulação ou se estiver fazendo uso de diuréticos. O cloreto de potássio também não deve ser utilizado em casos de:
    – Insuficiência renal grave;
    – Hipercalemia;
    – Desidratação aguda;
    – Choque térmico;
    – Politraumatismo;
    – Doença de Addison.

    O Que devo saber antes de utilizar este medicamento?

    Você deve tomar os seguintes cuidados antes de administrar este medicamento: – verificar o prazo de validade; – não utilizá-lo se o recipiente estiver violado e se a solução apresentar turvação; – descartar imediatamente o volume não usado após abertura da ampola; Como medida de precaução deve-se levar em consideração a relação risco-benefício quando existirem os seguintes problemas médicos: acidose metabólica com oligúria, azotemia, bloqueio cardíaco grave ou completo,desidratação aguda, diarréia prolongada ou grave, doença de Addison não tratada, hipoadrenalismo, insuficiência renal crônica, motilidade gastrintestinal anormal, obstrução gastrintestinal, oligúria, problemas médicos associados com traumas, sensibilidade ao potássio, ulceração gastrointestinal. Não se recomenda o uso de cloreto de potássio em pacientes em uso de digitálicos com bloqueio cardíaco grave ou completo. O cloreto de potássio pode interagir com diversos medicamentos causando os seguintes efeitos: – pode intensificar os efeitos antiarrítmicos da quinidina; – adrenocorticóides podem diminuir os efeitos do cloreto de potássio; – anticolinérgicos ou outros fármacos com atividade anticolinérgica podem aumentar a gravidade das lesões gastrintestinais produzidas apenas pelo cloreto de potássio; – antiinflamatórios não-esteroidais podem aumentar o risco de efeitos colaterais gastrintestinais e causar hiperpotassemia; – sais de cálcio podem precipitar arritmias cardíacas; – ciclosporina pode causar hiperpotassemia devido ao hipoaldosteronismo; diuréticos tiazídicos podem aumentar o risco de hiperpotassemia; – heparina aumenta o risco de hemorragia gastrintestinal; – uso crônico ou abuso de laxativos pode reduzir as concentrações séricas de potássio; – substitutos de sal ou inibidores da ECA (ex.: captopril, enalapril, lisinopril) podem causar hipopotassemia; – sangue oriundo de bancos de sangue, diuréticos poupadores de potássio, leite com baixo teor salino e outros fármacos contendo potássio promovem acúmulo de potássio com possível hiperpotassemia resultante, sobretudo em pacientes com insuficiência renal.

    Uso na gravidez e lactação:

    Hypot® somente deve ser utilizado durante o primeiro trimestre de gravidez e no período de amamentação, se isto for justificado pelos benefícios terapêuticos previstos.

    Uso em pacientes idosos:

    Hypot® poderá ser utilizado por pacientes acima de 65 anos, desde que observadas as precauções relacionadas ao uso do produto. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve conservar o Hypot® em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Solução límpida, incolor e isenta de partículas em suspensão. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia:

    Adultos:

    – 20 a 40 mEq (1,49g a 2,89g) por dia para prevenir depleção de potássio.
    – 40 a 100 mEq (2,89g a 7,55g) por dia como reposição em 3 ou 4 doses fracionadas.

    Crianças:

    – 1 a 3 mEq (75,5mg a 226,5mg) por Kg corporal por dia, em várias doses fracionadas.

    Modo de Usar:

    Instruções para a abertura da ampola plástica de Hypot® Segure a ampola na posição vertical e dê leves batidas na parte superior da ampola. Dessa forma, você irá remover a porção de líquido localizada em seu colo. Caso fique retida uma pequena quantidade de líquido, isto não prejudicará o volume a ser utilizado. Com a ampola na posição vertical, dobre o gargalo para frente (45º) e para trás (45º). Segure firmemente o twist-off (aletas laterais) e gire-o no sentido anti-horário , até abrir completamente a ampola plástica. Insira a seringa a ser utilizada na abertura da ampola plástica. Inverta a ampola plástica e retire o seu conteúdo, puxando o êmbolo da seringa adequadamente. É comum permanecer um discreto volume de líquido no interior da ampola. Quando esvaziada, remova a ampola da seringa, mantendo o seu êmbolo puxado. Instruções para a abertura da ampola de vidro de Hypot®.1. Fazer o líquido eventualmente contido na parte superior da ampola passar para a parte inferior por meio de movimentos circulares ou pequenos golpes de dedo. 2. Segurando firmemente o corpo da ampola numa mão, aplicar com a outra uma força sobre a parte superior, em direção contrária ao ponto (ou seja, para baixo), até o rompimento do gargalo da ampola. 3. Após aberta a ampola, proceda da mesma forma como na ampola plástica para retirar a solução da mesma. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    As seguintes reações podem surgir com o uso de Hypot®: -Hiperpotassemia, – Hemorragia, – Ulceração ou perfuração gastrintestinal; – Irritação do trato alimentar; – Diarréia, náusea, desconforto abdominal, vômito; – Exantema. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento entrando em contato através do serviço de atendimento ao consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    As manifestações da administração de uma dosagem maior de cloreto de potássio incluem fraqueza muscular, parestesias, paralisias, queda de pressão, arritmias e parada cardíaca. Aumento nos níveis de potássio no sangue podem se desenvolver de forma rápida e sem sintomas. O tratamento consiste no uso de gliconato de cálcio, glicose e insulina e, quando indicado, bicarbonato de sódio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    USO RESTRITO A HOSPITAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    DIZERES LEGAIS

    M.S. 1.0387.0001
    Farm. Resp.: Dra. Sinara P. A. Lopes
    CRF MG 8993
    Hypofarma-Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda
    R. Dr. Irineu Marcellini, 303-Ribeirão das Neves –MG
    C.N.P.J.: 17.174.657/0001-78
    Indústria Brasileira
    SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR: 08007045144
    COD.: 1209.0117-999 Versão B

    Tags: , , , , , ,

  • indux-e-utilizado-no-tratamento-da-infertilidade-e-adjuvante-de-diagnosticoIndux

    Citrato de Clomifeno

    Indicação:

    Para quê serve Indux?

    Indux é utilizado no tratamento da infertilidade e adjuvante de diagnóstico.

    Uso adulto – Uso oral

    Como funciona este medicamento?

    Quando administrado por via oral e rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Sofre recirculação enter-hepática. Sofre bio-transformação hepática. Sua meia-vida plasmática é de 5 a 7 dias. A ovulação ocorre geralmente 4 a 10 dias (média de 7 dias) após o último dia de tratamento. É eliminado principalmente pelas fezes. Cerca de 50% da dose ingerida são excretados em cinco dias, mas o fármaco restante e/ou seus metabólicos aparecem nas fezes durante até 6 semanas após a administração.

    Como usar Indux?

    O tratamento com Indux consiste de 3 ciclos, que podem ser contínuos ou alternados a critério médico. Após o tratamento a paciente deve tentar a gravidez. Entretanto, se a paciente ficar grávida durante o tratamento deve-se interromper a medicação (vide contra-indicações). A dose recomendada para o primeiro ciclo do tratamento é de 50mg (1 comprimido) ao dia durante 5 dias. Em pacientes amenorreicas o tratamento pode ser iniciado em qualquer período do cliclo menstrual. Se for programada indução de metrorragia por progestínio ou se ocorrer menstruação espontânea. Indux deve ser administrado a partir do 5° dia de ciclo. Se a ovulação ocorrer com essa posologia, não há vantagem em aumentar a dose nos dois ciclos seguintes. Se a ovulação não ocorrer após o primeiro ciclo do tratamento, deve ser instituído um segundo ciclo com 100 mg ao dia durante 5 dias, após 30 dias do tratamento anterior. O aumento da posologia não deve ultrapassar a dose e a duração de 100 mg/dia por 5 dias. A maioria das pacientes responsivas ao citrato de clomifeno ovulam após o primeiro ciclo do tratamento e 3 ciclos são suficientes para uma avaliação da terapêutica. Se não ocorrer menstruação ovulatória neste período de tempo, o diagnóstico deve ser revisto. A continuidade do tratamento após 3 ciclos não é recomendável nas pacientes que não manifestaram evidência de ovulação. Dado que não foi demonstrada a inocuidade relativa ao tratamento cíclico prolongado, não se recomenda continuar o tratamento depois de 6 ciclos (incluindo 3 ciclos ovulatórios).

    Efeitos Colaterais:

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como abdominal, aumento do volume abdominal, aumento do peso e das ondas de calor. Informe seu médico a ocorrência de turvação da visão e de outras anomalias visuais durante o tratamento com citrato de clomifeno.

    Contraindicações:

    Quando não devo usar este medicamento?

    Indux não deve ser utilizado por pacientes com problemas hepáticos, hemorragia anormal do útero, cistos nos ovários, alergia ao citrato de clomifeno ou se já teve tumores endócrino-dependentes. Indux é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidades ao citrato de clomifeno ou aos componentes das fórmulas.

    Advertências e Precauções:

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Indux na gravidez e lactação:

    Com relação ao uso durante a gravidez não existem estudos controlados com citrato de clomifeno em humanos. No entanto, tem sido relatadas mal formações congênitas e morte fetal associada à sua administração, embora uma relação causal direta não tenha sido estabelecida. Foram relatadas anomalias fetais em roedores (coelhos e ratos) quando o citrato de clomifeno foi administrato em altas doses durante o período gestacional. Para evitar a administração inadvertida de citrato de clomifeno durante o início da gravidez, deve-se determinar a temperatura corporal basal em todos os ciclos de tratamento e a paciente deve ser cuidadosamente observada para determinar se há ou não sinais de ovulação. Se a temperatura basal é bifásica e não é seguida por menstruação, a paciente deve ser reexaminada para verificar se a ocorrência de gravidez (utilizando um teste seletivo quantitativo) e/ou presença de cisto ovariano.

    Pacientes idosos:

     

    Não há informações disponíveis sobre a relação entre a idade e os efeitos do citrato de clomifeno em pacientes idosos.

    Interações Medicamentosas:

    Uso concomitante com outras substâncias somente com orientação médica. O uso conjunto de folitrofina beta e citrato de clomifeno pode melhorar a resposta folicular. Após a dessensibilização hipofisária mediante a utilização de um agonista GnRH, pode ser necessária uma dose maior de folitrofina bata para produzir uma resposta folicular adequada.

    Superdosagem:

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de intoxicação aguda com citrato de clomifeno. Sinais e sintomas de superdosagem podem ser náuseas e vômitos, flushes vasomotores, turvação na visão, escotomas cintilantes, aumento do ovário com dor pélvica ou abdominal. Intensa hiperestimulação do ovário pode ser acompanhada por ganho de peso e ascite. Mulheres em idade fértil que tenham tomado uma superdosagem e citrato de clomifeno devem ser observadas durante 2 ou 3 semanas em relação à possibilidade de uma hipertrofia ovariana.

    Composição:

    Cada comprimido contém:

    Citrato de clomifeno …………………………………50 mg

    Excipiente …………………………………………..1 comp.

    (amido, lactose monoidratada, óxido de ferro amarelo, amidoglicolato de sódio, estereato de magnésio).

    Apresentação:

    Comprimido 50 mg, caixa com 10 comprimidos.

    Armazenamento:

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Manter à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e manter em lugar seco.

     

    Laboratório

    EMS, genéricos, Ltda.

    Telefone: (19) 3887.9800

     

    Tags: , , , , , , , ,

  • sorcal-indicado-no-tratamento-de-insuficiencia-renalSorcal®

    poliestirenossulfonato de cálcio

    Apresentação:

    Caixa com 60 envelopes contendo 30 g de pó cada.
    Uso Oral ou Retal
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Princípio ativo: poliestirenossulfonato de cálcio. Cada grama de Sorcal® contém 890 mg (889,945 mg) de poliestirenossulfonato de cálcio, que corresponde a aproximadamente 4,0 +/- 0,4 mEq (3,6 – 4,4 mEq) de cálcio. Excipientes: sacarose (açúcar) e ácido cítrico.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Sorcal® (poliestirenossulfonato de cálcio) está indicado no tratamento da hiperpotassemia (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante) em casos de insuficiência renal (diminuição da função dos rins).

    Como este medicamento funciona?

    Sorcal® é uma resina que funciona trocando o cálcio presente em sua composição pelo potássio do organismo. Sorcal® age no intestino grosso liberando parcialmente o cálcio e recebendo o potássio que, então, é eliminado juntamente com as fezes.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Sorcal® não deve ser utilizado por pacientes com problemas das paratireoides (glândulas que produzem paratormônio – hormônio que regula o metabolismo do cálcio), problemas de doenças no sangue (mieloma múltiplo), sarcoidose (doença sem causa conhecida na qual acumulam-se granulomas – pequenos nódulos – nos tecidos) ou carcinoma metastático que possam apresentar insuficiência renal e elevada taxa de cálcio no sangue. Os pacientes com cálculo renal ou elevada taxa de cálcio no sangue de qualquer origem também não devem utilizar Sorcal®.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Como a diminuição efetiva do potássio sérico (no sangue) com Sorcal® pode levar de horas a dias, o tratamento apenas com esta droga pode ser insuficiente para corrigir rapidamente a hiperpotassemia (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante) severa associada à destruição tecidual massiva (por exemplo, queimaduras e insuficiência renal) ou a hiperpotassemia intensa considerada emergência médica. Portanto, outras medidas definitivas, incluindo diálise, devem sempre ser consideradas e podem ser imperativas. Pode ocorrer séria deficiência de potássio durante o tratamento com Sorcal®. O efeito deve ser cuidadosamente controlado por determinações frequentes do potássio sérico (no sangue) dentro de cada período de 24 horas. Uma vez que a deficiência intracelular de potássio nem sempre é reflexo dos níveis séricos (no sangue) de potássio, o nível em que o tratamento com Sorcal® deve ser interrompido deve ser determinado individualmente para cada paciente. A condição clínica do paciente e o eletrocardiograma são importantes auxiliares na determinação da interrupção do tratamento. Os sinais clínicos precoces de hipopotassemia (diminuição de potássio no sangue) grave incluem um padrão de confusão com irritabilidade e retardo dos processos de pensamento, alterações no eletrocardiograma, arritmias (alteração do ritmo cardíaco). Os efeitos tóxicos dos digitálicos (tipo de classe medicamentosa utilizada para tratamento de problemas cardíacos) podem, provavelmente, estar exacerbados. A hipopotassemia (diminuição de potássio no sangue) severa pode também manifestar-se por fraqueza muscular grave, algumas vezes estendendo-se para paralisia franca. Devido a ação de Sorcal®, magnésio e sódio podem ser perdidos durante o tratamento. Em vista disso, os pacientes recebendo Sorcal® devem ser monitorizados quanto a todos os possíveis distúrbios dos componentes minerais do nosso corpo. Podem ocorrer hipercalcemia (aumento do cálcio no sangue) e hipercalciúria (aumento do cálcio na urina) com o uso de Sorcal®. Isto é mais provável em pacientes com hipoparatireoidismo (doença que causa diminuição da função das glândulas paratireoides) qu
    e estejam recebendo altas doses de vitamina D, ou em pacientes com comprometimento da função renal, em tratamento de diálise ou não. Os sintomas de hipercalcemia (aumento do cálcio no sangue) incluem perda do apetite, náusea, vômito, constipação (prisão de ventre), dor abdominal, boca seca, sede e poliúria (aumento do volume urinário). Sorcal® pode ser utilizado em qualquer faixa etária, devendo o médico considerar os principais aspectos clínico-fisicos inerentes a cada faixa etária, levando sempre em consideração a relação risco/benefício. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Os pacientes em tratamento com Sorcal® devem evitar ingestão de antiácidos e laxantes. Pacientes utilizando Sorcal® devem informar seu médico sempre que necessitarem adicionalmente de outra medicação, pois pode haver interação entre os remédios, diminuindo ou aumentando de forma indesejável o efeito dos mesmos. Sorcal® não deve ser administrado com suco de frutas. Sorcal® só deve ser utilizado sob orientação médica. Para obter o máximo de eficácia, utilize a medicação na dose correta e pelo período de tratamento estipulados pelo seu médico. Sorcal® pode ser utilizado por crianças e adultos. Seu médico está apto a fornecer a dosagem de acordo com a sua faixa etária ou a de seu filho. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. A suspensão da droga deve ser preparada no momento do uso e não deve ser guardada. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Sorcal® apresenta-se como pó fino âmbar, com odor não detectável, inodoro. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Sorcal® pode ser administrado por via oral ou através da introdução do medicamento por via retal, denominada de enemas de retenção (via retal). Sempre que possível, deve-se dar preferência à via oral uma vez que os resultados são mais evidentes. A suspensão da droga deve ser preparada no momento do uso e não deve ser guardada.

    Forma de Administração do Medicamento

    As recomendações de como administrar o medicamento descritas abaixo constituem orientação geral. As necessidades precisas devem ser decididas face a determinações regulares das quantidades dos minerais do corpo.
    1. Via Oral
    – Adultos, incluindo idosos: 15 g, três ou quatro vezes ao dia.
    – Crianças: 1 g por quilograma de peso por dia, administrada em doses divididas, em hiperpotassemia aguda (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante). A dose pode ser reduzida para 0,5 g por quilograma de peso por dia, em doses divididas para tratamento de manutenção. Cada dose deve ser administrada na forma de suspensão em pequena quantidade de água. A quantidade de líquido usualmente varia de 20 a 100 ml, dependendo da dose. A suspensão pode também ser preparada adicionando-se 3 a 4 ml de líquido por grama de resina. O sorbitol pode ser administrado, a fim de evitar constipação. A resina não deve ser administrada em sucos de frutas que tenham um alto conteúdo de potássio. Se houver dificuldade na deglutição, a resina pode ser administrada através de sonda gástrica de 2 a 3 mm de diâmetro e, se desejado, misturada a uma dieta apropriada para insuficiência renal.
    2. Via Retal
    – Adultos, incluindo idosos: Em casos onde vômitos tornem a administração oral difícil, Sorcal® pode ser administrado por via retal na forma de suspensão de 30 g de resina em veículo aquoso (p. ex. 200 ml de metilcelulose a 1% ou 100 ml de sorbitol); como enema de retenção, diariamente. Cada dose é administrada como suspensão aquecida (à temperatura corporal). A suspensão deve ser levemente agitada durante a administração. Nos estágios iniciais, a administração por via retal associada à via oral pode ajudar a diminuir mais rapidamente os níveis séricos de potássio. Inicialmente se ambas as vias forem usadas, provavelmente será desnecessário continuar a administração retal após a resina oral ter atingido o reto. Se possível, o enema deve ser retido pelo menos por 9 horas, e então seguido por um enema de lavagem. Após um enema de lavagem inicial, uma sonda de borracha macia de tamanho grande (French 28) é inserida via retal por cerca de 20 cm, com a extremidade atingindo o sigmoide e fixada nessa posição. A resina é então suspensa em quantidade apropriada de veículo aquoso à temperatura corporal e introduzida por gravidade, enquanto as partículas são mantidas em suspensão por agitação. A suspensão é lavada com
    50 a 100 ml de líquido, seguido do clampeamento da sonda, mantendo-a no local. Se ocorrer refluxo, os quadris devem ser elevados com travesseiros ou o paciente deve ficar temporariamente em posição genupeitoral. Pode-se utilizar uma suspensão um pouco mais densa; entretanto, deve-se evitar formação da pasta, que reduzirá a superfície de troca, sendo inefetiva se depositada na ampola retal. A suspensão deve ser mantida no cólon sigmoide por várias horas, se possível. Então, o cólon é lavado com solução que não contém cálcio, à temperatura corporal, a fim de remover a resina. Dois litros de solução para lavagem podem ser necessários. O retorno é drenado constantemente através de uma conexão em Y.
    – Crianças: Quando recusada por boca, ou em caso de vômito, a resina pode ser administrada por via retal, usando uma dose no mínimo igual à que deveria ser administrada por via oral, diluída na mesma proporção descrita para adultos. A intensidade e duração da terapia dependem da severidade e persistência da hiperpotassemia (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante). Sorcal® não deve ser aquecido, pois suas propriedades de troca podem ser alteradas. A suspensão da droga deve ser preparada no momento do uso e não deve ser guardada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de utilizar Sorcal no horário estabelecido pelo seu médico, utilize-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de utilizar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não utilize o medicamento em dobro para compensar doses esquecida Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações ocorreram em mais de 1% dos pacientes que utilizaram a medicação: Sorcal® pode causar o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: irritação gástrica (do estômago), falta de apetite, náusea, vômito, constipação (prisão de ventre) e diarreia. Pode ocasionar distúrbios eletrolíticos, ou seja, alterações nas concentrações de íons na corrente sanguínea. Baixa concentração sanguínea de potássio, de sódio e de magnésio e retenção de cálcio também poderá ocorrer. Altas doses em pessoas idosas podem causar impactação fecal. Para evitar que esta reação ocorra, converse com seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Em caso de superdosagem, deve-se recorrer ao uso de laxantes ou lavagens retais para remover o medicamento do organismo e impedir constipação ou impactação fecal. A superdosagem pode causar hipercalcemia e/ou hipopotassemia. Nestes casos, devem ser tomadas as medidas apropriadas para normalizar os níveis de potássio e cálcio na corrente sanguínea. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS – 1.2110.0022
    Farm. Resp.: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860
    São Paulo – SP – Brasil
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado por: Allphamed Pharbil Arzneimittel GmbH Göttingen – Alemanha
    Importado, embalado e distribuído por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Castelo Branco, km 32,5
    Itapevi – SP – Brasil
    CNPJ nº 61.072.393/0039-06
    Indústria Brasileira
    Logotipo do Serviço de Atendimento ao Consumidor – 08000 160625

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em [dia, mês, ano].
    SRCPOS_02

    Tags: , , , , , , , , , , ,

  • restasis-indicado-para-aumentar-a-produção-de-lagrimas-em-pacientes-cuja-produção-e-supostamente-suprimidaRestasis®

    0,5 mg de ciclosporina

    Apresentação:

    Emulsão Oftálmica Estéril
    Caixa contendo 30 flaconetes de dose única. Cada flaconete contém 0,4 ml de emulsão oftálmica estéril de ciclosporina (0,5 mg/ml).
    Via de Administração: Tópica Ocular
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ml contém: 0,5 mg de ciclosporina. Veículo: glicerina, óleo de rícino, polissorbato 80, carbômer 1342, água purificada e hidróxido de sódio para ajuste do pH.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Restasis® emulsão oftálmica é indicada para aumentar a produção de lágrimas em pacientes cuja produção é supostamente suprimida devido à inflamação ocular associada à ceratoconjuntivite seca (síndrome do olho seco). O aumento da produção de lágrimas não foi observado em pacientes recebendo medicamentos tópicos oculares anti-inflamatórios ou usando tampões para ocluir o sistema de drenagem lacrimal.

    Como este medicamento funciona?

    Restasis® é uma emulsão que contém ciclosporina. Quando administrada sistematicamente, a ciclosporina é capaz de diminuir ou impedir reações do sistema imune. Em pacientes com produção de lágrimas diminuída devido à inflamação ocular (nos olhos) juntamente com ceratoconjuntivite seca (síndrome crônica do olho seco), acredita-se que a ciclosporina aumente a produção de anticorpos. O mecanismo de ação exato não é conhecido.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Restasis® é contraindicado para pessoas que apresentam alergia conhecida à ciclosporina ou a qualquer um dos demais componentes da fórmula do produto. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam infecção ativa nos olhos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Para não contaminar evite contato do flaconete com qualquer superfície. Não permita que o flaconete entre em contato direto com os olhos. RESTASIS® é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular. RESTASIS® emulsão oftálmica, não foi estudado em pacientes com história de ceratite herpética (infecção da córnea devida ao vírus do herpes). Uso durante a Gravidez e Lactação.

    Gravidez:

    Considerando que não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres durante a gestação, RESTASIS® emulsão oftálmica, deve ser utilizado durante a gravidez apenas se os potenciais benefícios para a mãe justificarem os potenciais riscos para o feto.

    Lactação:

    A ciclosporina administrada por via sistêmica é excretada pelo leite humano, mas não foram realizados estudos sobre a excreção no leite humano após administração tópica ocular. Embora as concentrações sanguíneas não sejam detectáveis após aplicação tópica, recomenda-se cautela ao administrar RESTASIS® emulsão oftálmica a mulheres que estejam amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso em crianças:

    A segurança e eficácia de RESTASIS® emulsão oftálmica não foi estabelecida em pacientes pediátricos.

    Uso em idosos:

    Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia deste medicamento entre pacientes mais jovens e idosos.

    Pacientes que utilizam lentes de contato:

    RESTASIS® não deve ser utilizado durante o uso de lentes de contato. Caso você esteja utilizando lentes de contato, estas devem ser retiradas antes da aplicação de RESTASIS® em um ou ambos os olhos, e recolocadas depois de 15 minutos após a administração do colírio.

    Pacientes que fazem uso de mais de um medicamento oftálmico:

    Se você for utilizar RESTASIS® com outros colírios, aguarde um intervalo de 5 minutos entre a aplicação de cada medicamento. Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Como acontece com qualquer tratamento ocular, se ocorrer visão turva passageira no momento do gotejamento, você deve esperar até que a visão normalize antes de conduzir ou utilizar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    Não foram realizados estudos específicos de RESTASIS® para avaliar a interação com outros medicamentos. Não são esperadas interações medicamentosas com o uso de RESTASIS® e medicamentos sistêmicos, uma vez que, após aplicação oftálmica, não foi observada absorção sistêmica detectável de RESTASIS®. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    RESTASIS® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C). Você deve manter os flaconetes na cama plástica. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, deve ser utilizado imediatamente. RESTASIS® é uma emulsão uniforme branca, opaca ou ligeiramente translúcida. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos. Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize RESTASIS® caso haja sinais de violação e/ou danificações no lacre do frasco. Inverter o flaconete algumas vezes para obter uma emulsão uniforme, opaca e branca antes de usar. Para abrir, girar totalmente a ponteira. Não puxar. Não encoste o flaconete nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer, para evitar a contaminação do flaconete e do colírio. A emulsão contida no flaconete deve ser utilizada imediatamente após sua abertura. A dose usual para tratamento do olho seco é de 1 gota no(s) olho(s) afetado(s) duas vezes ao dia, com intervalo aproximado de 12 horas entre as aplicações. O conteúdo do flaconete deve ser descartado imediatamente depois do uso do produto. Não reutilizar. Não descontinue o tratamento prematuramente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve retornar a utilização deste medicamento assim que se lembrar seguindo normalmente os intervalos de horários entre as aplicações até o final do dia. No dia seguinte, retornar aos horários regulares. A dose não deve ultrapassar duas gotas diárias em cada olho(s) afetado(s). Em caso de dúvidas, procure a orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como acontece com qualquer medicamento, podem ocorrer reações indesejáveis com a aplicação de RESTASIS® emulsão oftálmica. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ardor ocular. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), irritação nos olhos, sensação de corpo estranho nos olhos, hiperemia conjutival (vermelhidão nos olhos), dor nos olhos, pontadas nos olhos, secreção nos olhos, fotofobia (sensibilidade anormal à luz), prurido (coceira) nos olhos, distúrbios visuais (visão turva) e olho seco. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, ceratite ulcerativa (inflamação da córnea), edema (inchaço) na pálpebra, eritema (vermelhidão) da pálpebra, aumento do lacrimejamento, náuseas e erupção cutânea. Outras reações adversas foram reportadas após a comercialização de RESTASIS® e podem potencialmente ocorrer são: inchaço dos olhos, hipersensibilidade, danos superficiais ao olho (por exemplo em casos em que a ponta do flaconete entra em contato com o olho), prurido, urticária. Raros casos incluíram também angioedema grave, inchaço da face, inchaço da língua, edema faringeal e dispneia. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não foram reportados casos de superdosagem. É pouco provável que ocorra superdosagem após administração ocular de RESTASIS®. Devido à baixa concentração sistêmica de ciclosporina após tratamento tópico com RESTASIS®, a probabilidade de ocorrer intoxicação sistêmica por superdosagem tópica em humanos é muito baixa. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0160
    Farm. Resp.: Elizabeth Mesquita
    CRF-SP nº 14.337

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , , , , , , ,

  • ludiomil-ajuda-a-aliviar-os-sintomas-da-depressão-tais-como-ansiedade-tristeza-perda-de-interesse

    Ludiomil®

    cloridrato de maprotilina

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos de 25 ou 75 mg. Embalagens com 20 comprimidos revestidos.
    Via Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Ludiomil® contém 25 ou 75 mg de cloridrato de maprotilina. Excipientes: lactose, amido, fosfato de cálcio tribásico, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, ácido esteárico, polissorbato 80, hipromelose, óxido férrico amarelo, óxido férrico
    vermelho e dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ludiomil® pertence ao grupo de medicamentos chamado antidepressivos tetracíclicos. É utilizado para tratar doenças de depressão e distúrbios do humor.

    Como este medicamento funciona?

    Ludiomil® ajuda a aliviar os sintomas de depressão, tais como ansiedade, tristeza, perda de interesse, dificuldade em realizar tarefas diárias, nervosismo e sentimentos de fracasso ou culpa. Melhora também sintomas físicos causados pela depressão, tais como falta de energia, fadiga, sono leve, tontura, dor de cabeça, indigestão e dor.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não tome Ludiomil®: Se você for alérgico (hipersensível) à maprotilina ou a qualquer outro componente de Ludiomil® listados no início desta bula. Se você já teve reação alérgica a algum medicamento utilizado no tratamento da depressão (antidepressivos tricíclicos). Se você sofre ataques epilépticos (convulsões). Se você tem doença séria do coração ou se você teve recentemente um ataque cardíaco. Se você tem problemas sérios no fígado ou rim. Se você tem pressão ocular alta (glaucoma de ângulo estreito). Se você tem dificuldade de urinar (retenção urinária). Se você já estiver tomando um antidepressivo do tipo conhecido como inibidor da monoamino oxidase (inibidor da MAO). Se você tiver ingerido grande quantidade de bebida alcoólica ou substâncias que influenciam sua condição mental (ex.: agentes hipnóticos ou  psicotrópicos).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Tenha cuidado especial com Ludiomil®: Se você estiver pensando em suicídio. Se você estiver tomando medicamento para tratar batimentos cardíacos irregulares (ex.: quinidina). Se você tem alguma doença cardíaca ou se você já teve no passado. Se você tem doença cardiovascular. Se você sofre de um distúrbio chamado esquizofrenia ou de um distúrbio do humor chamado mania. Se você sofre de constipação frequente e grave. Se você tem hipertireoidismo ou se estiver tomando preparações de hormônios tireoidianos. Se você usa lentes de contato. Se você já teve aumento da pressão ocular (glaucoma). Se você já teve dificuldade em urinar (retenção urinária). Se você tem intolerância a alguns açúcares (ex.: lactose). Se algum destes itens acima se aplicar a você, informe ao seu médico antes de tomar Ludiomil®. Se durante o tratamento você tiver constipação, informe o seu médico. Durante o tratamento, informe o seu médico se você sentir febre e/ou dor de garganta, particularmente durante os primeiros meses de tratamento. Se você sentir em algum momento que não vale mais a pena viver, você deve procurar um médico imediatamente. É importante que o seu médico verifique o seu progresso regularmente para permitir o ajuste de doses e contribuir para a redução de efeitos indesejáveis. Seu médico pode requerer exames de sangue para acompanhar o funcionamento do seu fígado ou rins, antes do início e durante o tratamento. Ludiomil® pode causar a sensação de boca seca, a qual pode aumentar o risco de deterioração dos dentes. Portanto,durante o tratamento de longa duração, você deve ir ao dentista regularmente. Antes de se submeter a uma cirurgia ou tratamento dentário, informe o médico ou dentista que você está tomando Ludiomil®. Ludiomil® pode tornar a sua pele mais sensível à luz do sol. Mesmo uma pequena exposição ao sol pode causar erupção cutânea, coceira, vermelhidão e/ou descoloração. Evite a exposição direta a o sol e use roupas que cubram bem o corpo e óculos de sol. Ludiomil® pode causar batimentos cardíacos rápidos, lentos ou irregulares. Durante o tratamento, seu médico pode medir sua pressão sanguínea e função cardíaca. Ludiomil® pode causar hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue) quando usado em combinação com medicamento antidiabético. Portanto, se você for diabético, deve monitorar atentamente o nível de glicose no sangue.

    Informação para familiares e cuidadores:

    Você deve monitorar se o seu paciente em depressão demonstra sinais de mudanças de comportamento tais como excitação exagerada, agitação, agressão, distúrbios do sono, distúrbios de atenção, ansiedade, inquietação, vendo coisas ou ouvindo sons que não existem, mantendo crenças falsas e fixas, piora da depressão ou pensamento no suicídio. Você deve reportar qualquer um desses sintomas ao médico do paciente, especialmente se eles forem graves, com início repentino ou se forem sintomas novos (não ocorridos antes). Você deve avaliar a emergência de tais sintomas baseado no dia-a-dia, especialmente durante o início do tratamento com antidepressivos e quando a dose é aumentada ou diminuída, uma vez que essas alterações podem ser abruptas. Sintomas como esses podem estar associados a um aumento do risco de pensamento no suicídio ou comportamento suicida e indicam a necessidade de monitoramento próximo do paciente e, possivelmente
    , alterações na medicação.

    Pacientes idosos (com 60 anos de idade ou mais):

    Pacientes idosos requerem doses mais baixas do que outros pacientes adultos. Os efeitos adversos são mais prováveis de ocorrer em pacientes idosos. Seu médico irá informá-lo sobre qualquer recomendação especial que for necessária e também se houver a necessidade de dosagem cuidadosa ou uma observação mais atenciosa.

    Crianças e adolescentes (com menos de 18 anos de idade):

    O uso de Ludiomil® em crianças e adolescentes não é recomendado.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez, na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando. Ludiomil® não deve ser usado durante a gravidez a não ser que seja especificamente prescrito pelo seu médico. Informe o seu médico imediatamente se você engravidar durante o tratamento com Ludiomil®. A maprotilina, a substância ativa de Ludiomil®, passa para o leite materno. Você não deve amamentar durante o tratamento com Ludiomil® Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Dirigir veículos ou operar máquinas Ludiomil® pode deixar o paciente sonolento ou menos alerta. Se isso ocorrer com você, não dirija, não opere máquinas e não faça qualquer outra atividade que requeira atenção integral. Tomar bebida alcóolica pode aumentar a sonolência. Ingestão concomitante com outras substâncias Informe seu médico sobre qualquer outro medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Alguns medicamentos podem interagir com Ludiomil®. Eles incluem: Outros antidepressivos conhecidos como inibidores da MAO e ISRSs (ex.: moclobemida, fluoxetina, fluvoxamina,paroxetina, sertralina, citalopram). Medicamentos utilizados no controle da pressão sanguínea ou função cardíaca (ex.: guanetidina, betanidina,reserpina, clonidina, alfa- metildopa, quinidina, propafenona, propranolol). Medicamentos usados no tratamento de diabetes (ex.: sulfonilureias orais ou insulina). Medicamentos usados na prevenção da psicose (antipsicóticos, tais como tioridazina). Medicamentos usados na prevenção da coagulação sanguínea (anticoagulantes, tais como cumarina, varfarina). Medicamentos que agem no sistema nervoso (ex.: atropina, adrenal
    ina, noradrenalina, isoprenalina, efedrina,fenilefrina). Medicamentos usados no tratamento da doença de Parkinson (ex.: biperidona). Antiepilépticos (ex.: carbamazepina, fenitoína, fenobarbital). Sedativos (ex.: benzodiazepinas, barbitúricos). Medicamentos usados no tratamento do distúrbio de déficit de atenção/hiperatividade, tais como metilfenidato. Medicamentos usados no tratamento da asma ou alergias (anti-histamínicos). Medicamentos usados no tratamento da úlcera/azia, tais como cimetidina. Um medicamento chamado terbinafina usado oralmente para tratar infecções fúngicas da pele, cabelo ou unhas. Preparações de hormônios da tireoide. Certifique-se de que seu médico foi informado sobre estes ou qualquer outro medicamento que esteja tomando. Uma vez que vários medicamentos interagem com Ludiomil®, pode ser necessário o ajuste de dose ou a interrupção de um dos medicamentos. Informe o seu médico se você ingere bebida alcoólica regularmente. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Os comprimidos revestidos devem ser mantidos a temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Ludiomil® 25 mg:

    Aspecto Físico:

    comprimido revestido redondo, salmão, biconvexo. Ludiomil® 75 mg:

    Aspecto Físico:

    comprimido revestido redondo, vermelho-amarronzado, ligeiramente biconvexo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Dosagem: Seu médico irá decidir a dose mais adequada, dependendo da sua idade e da gravidade de seus sintomas. A dose diária será normalmente entre 75 e 150 mg. Não tome mais Ludiomil® do que foi instruído pelo seu médico, e não tome com mais frequência ou por mais tempo do que foi prescrito pelo seu médico. Quando e como tomar Os comprimidos revestidos de Ludiomil® devem ser ingeridos com quantidade de líquido suficiente. Sempre tome Ludiomil® exatamente como foi instruído pelo seu médico. Se você tiver dúvidas, pergunte ao seu médico. Se você tiver a impressão de que o efeito de Ludiomil® está muito forte ou muito fraco, converse com o seu médico sobre isso.

    Duração do tratamento:

    Os pacientes geralmente precisam tomar Ludiomil® por algumas semanas antes deles começarem a sentir uma melhora. Não pare de tomar o medicamento sem antes consultar o seu médico. Seu médico pode querer reduzir a dose gradualmente antes de interromper o tratamento. Isso serve para prevenir uma possível piora das suas condições e reduzir o risco de ocorrência dos sintomas da descontinuação do tratamento, tais como dor de cabeça, náusea, vômito, dores abdominais, diarreia, insônia, nervosismo e ansiedade. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de tomar uma dose de Ludiomil®, tome a dose esquecida assim que se lembrar. E depois volte ao esquema habitual. Caso o horário da próxima dose esteja muito próximo, não tome a dose esquecida e tome a próxima dose do esquema habitual. Não tome o dobro da dose para compensar a dose esquecida. Se você tiver dúvidas sobre isso, pergunte ao seu médico. Não pare de tomar o medicamento sem antes consultar o seu médico. Seu médico pode querer reduzir a dose gradualmente antes de interromper o tratamento. Isso serve para prevenir uma possível piora das suas condições e reduzir o risco de ocorrência dos sintomas da descontinuação do tratamento, tais como dor de cabeça, náusea, vômito, dores abdominais, diarreia, insônia, nervosismo e ansiedade. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Alguns pacientes podem ter efeitos indesejáveis durante o tratamento com Ludiomil®. Estes efeitos são geralmente leves a moderados e temporários. Alguns efeitos podem ser sérios: Excitação exagerada (mania, hipomania), piora da depressão, sintomas psicóticos. Convulsões. Batimento cardíaco rápido, ritmo cardíaco anormal (rápido, lento, irregular), perda parcial ou completa da consciência (síncope). Inflamação do fígado (hepatite) com ou sem o amarelamento da pele e branqueamento dos olhos (icterícia). Reações alérgicas da pele, tais como sangramento ou hematoma sob a pele; reação grave na pele caracterizada por manchas vermelhas, formação de bolhas ou outras reações espalhadas pela pele. Inflamação nos pulmões (sintomas podem incluir tosse, dificuldade de respirar e chiados). Se você experimentar quaisquer sintomas descritos acima, procure o seu médico imediatamente, pois o seu tratamento poderá ser alterado. Efeitos adversos muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Sonolência, tontura, dor de cabeça. Tremores, contração muscular anormal. Boca seca. Cansaço. Efeitos adversos comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Aumento de apetite. Incapacidade de sentar ereto, agitação, ansiedade, distúrbios do sono, distúrbios de atenção, distúrbios da libido. Sedação, distúrbios de memória, distúrbios da fala, sensação de entorpecimento ou formigamento. Problemas nos olhos. Náusea, vômito, desconforto abdominal, constipação. Aumento da sensibilidade da pele ao sol, aumento da sudorese. Dificuldade de urinar. Problemas de ereção. Aumento de peso. Fraqueza muscular. Tontura ao levantar, rubor. Efeitos adversos raros (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Confusão, estado repentino de confusão grave, ver ou sentir coisas ou ouvir sons que não existem, nervosismo. Falta de coordenação e instabilidade. Efeitos adversos muito raros (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Sentir que está fora do seu corpo (despersonalização). Movimentos e coordenação anormais. Prejuízo do paladar. Zumbido (“
    tinnitus”). Dificuldade em respirar, tosse, congestão nasal. Manchas roxas. Diarreia. Inflamação da mucosa da boca. Coceira. Inchaço do peito
    , secreção anormal do leite materno. Inchaço dos tecidos resultante do acúmulo excessivo de água (edema). Desmaio. Cáries dentais. Pacientes com 50 anos ou mais que tomam medicamentos deste grupo são mais propensos a sofrer fraturas ósseas. Seu médico pode também notar pressão alta ou aumento das enzimas do fígado (raro). Além disso, seu médico pode notar anormalidades no seu sangue (muito raro). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você tomar uma grande quantidade de Ludiomil® acidentalmente ou se alguém tomar a sua medicação por engano ou por acidente, procure orientação médica imediatamente. E leve a caixa do medicamento junto. Nestas situações, os seguintes efeitos adversos geralmente aparecem dentro de algumas horas: sonolência, inconsciência, convulsões, baixa pressão arterial (hipotensão), batimentos cardíacos acelerados, retardados ou irregulares, inquietação, agitação, perda da coordenação muscular e rigidez muscular, respiração curta, vômito, febre, choque, insuficiência cardíaca, coloração azulada principalmente da pele, dilatação da pupila, transpiração, pouca ou nenhuma urina. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS-1.0068.0087
    Farm. Resp.: Virginia da Silva Giraldi-CRF-SP 15.779
    Registrado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Prof. Vicente Rao,90 São Paulo–SP
    CNPJ: 56.994.502/0001-30
    Indústria Brasileira
    Fabricado por: Novartis Biociências S.A., Taboão da Serra, SP.
    ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça
    Venda sob prescrição médica
    Só pode ser vendido com retenção da receita.

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • orgalutran-e-indicado-para-prevenir-o-aumento-precoce-do-hormonio-fertilizante-durante-o-tratamento-infertilidade

    Orgalutran®

    (acetato de ganirrelix)

    Apresentações:

    Solução injetável de – 0,25 mg em embalagem com 1 seringa preenchida descartável contendo 0,5 mL de solução.
    Uso Subcutâneo
    Uso Adulto

    Composição:

    ORGALUTRAN® 0,25 mg/0,5 mL: Cada seringa (0,5 mL) contém 0,25 mg de acetato de ganirrelix (calculado como base livre). Excipientes: manitol, ácido acético e hidróxido de sódio (para ajuste de pH) e água para injeção.

    Informações ao Paciente:

    Recomenda-se a leitura cuidadosa desta bula antes de iniciar o tratamento com esse medicamento. Guarde esta bula. Você pode precisar ler as informações novamente em outra ocasião. Se você tiver alguma dúvida, peça auxílio ao seu médico ou farmacêutico. Esse medicamento foi receitado para você e não deve ser fornecido a outras pessoas, pois pode ser prejudicial a elas, mesmo que os sintomas que elas apresentem sejam iguais aos seus. Se algum dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você apresentar algum efeito colateral que não seja mencionado nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

    Para que este medicamento é indicado?

    ORGALUTRAN® é indicado para prevenir o aumento precoce do hormônio luteinizante durante o tratamento da infertilidade.

    Como este medicamento funciona?

    ORGALUTRAN® contém a substância ganirrelix, que inibe as ações do hormônio de liberação natural de gonadotrofinas (GnRH). O GnRH regula a liberação das gonadotrofinas [hormônio luteinizante (LH) e hormônio estimulante do folículo (FSH)]. As gonadotrofinas  desempenham um papel importante na fertilidade e reprodução humana. Nas mulheres, o FSH é necessário para o crescimento e desenvolvimento dos folículos nos ovários. Os folículos são pequenas bolsas redondas que contém as células ovo (óvulos). O LH é necessário para liberar os óvulos maduros dos folículos e ovários (isto é a ovulação). ORGALUTRAN® inibe a ação do GnRH, resultando em supressão da liberação especialmente de LH. Em mulheres submetidas às técnicas de reprodução assistida (TRA), incluindo a fertilização invitro (FIV) e outros métodos, ocasionalmente a ovulação pode ocorrer muito precocemente causando uma redução significativa da possibilidade de engravidar. ORGALUTRAN® é utilizado para prevenir um aumento precoce do hormônio luteinizante que poderia causar liberação prematura do óvulo. ORGALUTRAN® é utilizado para prevenir a luteinização prematura durante a estimulação ovariana controlada pelas técnicas de reprodução assistida. Nos estudos clínicos ORGALUTRAN® foi utilizado com o hormônio estimulante do folículo recombinante.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres: alérgicas (hipersensíveis) ao ganirrelix ou a qualquer um dos componentes de sua fórmula. alérgicas (hipersensíveis) ao hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) ou a qualquer outro análogo do GnRH. com doenças moderadas ou graves dos rins ou fígado. Se alguma dessas condições se aplicar ao seu caso, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com esse medicamento. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Tenha cuidado especial com ORGALUTRAN® se você tiver uma alergia ou uma condição alérgica ativa. Neste caso, avise seu médico. Seu médico decidirá, dependendo da gravidade, se é necessário um monitoramento adicional durante o tratamento. Casos de reações alérgicas foram relatados, até mesmo após a primeira dose. O protetor da agulha desse medicamento contém látex natural, que pode ocasionar reações alérgicas. Durante ou após a estimulação hormonal dos ovários, pode se desenvolver a síndrome de hiperestimulação ovariana, que é relacionada com o procedimento de estimulação com gonadotrofinas; leia a bula do medicamento contendo gonadotrofina prescrito para você. A incidência de gestações ectópicas (gravidez fora do útero) pode ser aumentada em mulheres submetidas ao tratamento de reprodução assistida. Seu médico irá realizar uma ultrassonografia logo no início da gravidez para confirmar se a mesma é intrauterina. A incidência de malformações congênitas após técnicas de reprodução assistida pode ser levemente mais elevada do que após uma gravidez espontânea. Acredita-se que essa incidência discretamente mais elevada possa estar relacionada às características dos pacientes submetidos a tratamentos de infertilidade (por exemplo, a idade da mulher, características do esperma) e à incidência mais elevada de gestações múltiplas após técnicas de reprodução assistida. A incidência de má formações congênitas após técnicas de reprodução assistida utilizando ORGALUTRAN® não é diferente daquela observada após o uso de outros análogos do GnRH durante as técnicas de reprodução assistida. A eficácia e segurança de ORGALUTRAN® não foram estabelecidas em mulheres com peso abaixo de 50kg ou acima de 90 kg. Consulte o seu médico para obter mais informações. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco ORGALUTRAN® é medicamento de uso adulto, não sendo indicado para uso pediátrico ou geriátrico. Interferência na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas. Os efeitos de ORGALUTRAN® sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas não foram estudados.

    Interações medicamentosas:

    Informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou, recentemente, tomou algum outro medicamento, mesmo aqueles obtidos sem prescrição. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. ORGALUTRAN® é uma solução aquosa clara e incolor. A solução é estéril, pronta para uso, e deve ser administrada subcutaneamente. O protetor da agulha contém látex natural. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Sempre use ORGALUTRAN® exatamente conforme instruções do seu médico. Se tiver alguma dúvida, converse com ele. ORGALUTRAN® é utilizado como parte do tratamento com técnicas de reprodução assistida (TRA) incluindo a fertilização in vitro (FIV). A estimulação dos ovários com o hormônio estimulante dos folículos (FSH) pode se iniciar no 2º ou 3º dia da sua menstruação. ORGALUTRAN® (0,25 mg) deve ser injetado sob a pele uma vez ao dia, iniciando no 6º dia da administração do FSH. Com base na sua resposta ao FSH, o seu médico poderá decidir iniciar a administração em outro dia. ORGALUTRAN® e o FSH devem ser administrados aproximadamente ao mesmo tempo. Entretanto, as preparações não devem ser misturadas e devem ser utilizados em locais de injeção diferentes. O tratamento diário com  ORGALUTRAN® deve ser continuado até o dia em que estejam presentes folículos em número suficiente e tamanho adequado. O amadurecimento final do óvulo nos folículos pode ser induzido pela administração de gonadotrofina coriônica humana (hCG). O intervalo entre duas injeções de ORGALUTRAN® , bem como o tempo entre a última injeção de ORGALUTRAN® e a injeção de hCG, não deve ser maior do que 30 horas, pois pode ocorrer ovulação prematura (isto é, a liberação dos óvulos). Portanto, quando ORGALUTRAN® for injetado pela manhã, o tratamento com ORGALUTRAN® deve ser continuado durante o período de tratamento com gonadotrofina, incluindo o dia de desencadeamento da ovulação. Quando ORGALUTRAN® for injetado à tarde, a sua última injeção deve ser administrada na tarde anterior ao dia de desencadeamento da ovulação. ORGALUTRAN® já vem em seringas contendo a solução injetável e deve ser injetado lentamente sob a pele, preferivelmente na parte superior da perna. Verifique a solução antes do uso; não a utilize caso contenha partículas ou esteja turva. Se você decidir pela autoaplicação das injeções ou que as mesmas sejam aplicadas pelo seu parceiro, siga as instruções cuidadosamente. Não misture ORGALUTRAN® com outros medicamentos. A seringa é descartável e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada. Preparando o local da injeção Lave bem as mãos com água e sabão. Passe um pedaço de algodão ou gaze embebido em um antisséptico (por ex., álcool) no local da injeção, para remover qualquer bactéria da superfície. Limpe aproximadamente 5 cm ao redor do ponto onde a agulha será introduzida e deixe o antisséptico secar por, pelo menos, um minuto antes de aplicar a injeção.

    Inserindo a agulha:

    Remova a tampa da agulha. Pince uma grande área de pele com o dedo indicador e o polegar. Introduza a agulha na base da pele pinçada em um ângulo de 45 graus em relação à superfície da pele. Varie o local a cada injeção.

    Verificando a posição da agulha:

    Puxe o êmbolo para trás cuidadosamente para verificar se a agulha está bem posicionada. Qualquer quantidade de sangue que entre na seringa indica que a agulha penetrou em um vaso sanguíneo. Caso isso ocorra, não injete ORGALUTRAN®: remova a seringa, cubra o local da injeção com uma mecha de algodão umedecida com o antisséptico e pressione. O sangramento deve parar em um ou dois minutos. Não utilize essa seringa e descarte-a de maneira adequada. Comece novamente com outra seringa.

    Injetando a solução:

    Uma vez que a agulha esteja posicionada corretamente, pressione o êmbolo devagar e firmemente, de modo que a solução seja injetada corretamente e a pele não seja danificada.

    Removendo a seringa:

    Puxe a seringa para fora rapidamente e pressione o local com uma mecha de algodão umedecida em antisséptico. A seringa deve ser utilizada uma única vez e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Não aplique o dobro da dose para compensar uma dose esquecida. Caso você perceba que esqueceu uma dose, aplique-a logo que possível. Caso tenha passado mais de 6 horas do horário habitual da injeção (de modo que o intervalo entre a última injeção e a esquecida seja maior que 30 horas) administre a dose esquecida assim que possível e contate seu médico para informações adicionais. Se você tiver a impressão de que o efeito do ORGALUTRAN® é muito forte ou muito fraco, informe ao seu médico imediatamente. Se você tiver mais alguma dúvida sobre como usar esse produto, pergunte ao seu médico ou farmacêutico. Em caso de dúvidas, procure seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como todos os medicamentos, ORGALUTRAN® pode causar reações adversas, embora nem todas as pacientes as apresentem Em aproximadamente 1 em 10 pacientes, ORGALUTRAN® pode causar reação na pele no local da injeção (predominantemente vermelhidão, com ou sem inchaço). As reações locais geralmente desaparecem dentro de 4 horas após a administração. Muito raramente, em menos de 1 em 10.000 pacientes, foram observadas reações mais espalhadas, possivelmente alérgicas (incluindo vários sintomas tais como erupção cutânea, inchaço no rosto e falta de ar), até mesmo após a primeira dose. Efeitos indesejáveis como dor de cabeça, náusea e mal-estar podem ocorrer. Estes efeitos ocorrem em menos do que 1 em 100 pacientes. Além disso, foram relatados efeitos indesejáveis relacionados ao tratamento de hiperestimulação controlada dos ovários (como, por exemplo, dor pélvica, distensão abdominal, síndrome da hiperestimulação ovariana, gravidez nas trompas (ectópica) e aborto). Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de quaisquer reações adversas que não constam nesta bula. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Descontinue temporariamente o tratamento com ORGALUTRAN® e contate seu médico. A superdose em humanos pode resultar em prolongamento da duração da ação. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
    leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS 1.0171.0097
    Farm. Resp.: Cristina Matushima – CRF-SP nº 35.496
    Registrado e importado por: Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua João Alfredo, 353 – São Paulo – SP
    CNPJ 03.560.974/0001-18 – Indústria Brasileira
    Fabricado por: Vetter Pharma-Fertigung GmbH & Co. KG, Ravensburg, Alemanha
    Embalado por: Merck Sharp Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1.161 – Sousas, Campinas/SP
    RA 2450 CCPPI 4 (ref 5) ORGALUTRAN_BU 04_VP

    Venda sob prescrição médica

    Central de Relacionamento com o Cliente Schering-Plough 0800-7042590
    centralderelacionamento@spcorp.com

    Tags: , , , , , , , , , , ,