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    Giarlam®

    furazolidona

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    GIARLAM® COMPRIMIDO: cartucho contendo 14 comprimidos.
    GIARLAM® SUSPENSÃO ORAL: cartucho contendo frasco com 70 mL,acompanhado de copo-medida de 10 mL.
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO
    VIA ORAL

    Composição:

    Giarlam® Comprimido.
    Giarlam® Suspensão furazolidona 200 mg 10 mg Excipientes/ Veículos q.s.p. 1 comprimido* 1 mL***(acetoftalato de celulose, amido de milho, macrogol, celulose microcristalina,estearato de magnésio, polimetacrílicocopoliacrilato de etila, fosfato de cálcio dibásico, glicerol, gelatina, lactose, croscarmelos e sódica, povidona,polissorbato 80)**(sacarose, sacarina sódica, monoetanolamina, carbômer 934P, polissorbato 80, simeticona, metilparabeno, propilparabeno, álcool etílico, aroma de caramelo, água purificada).

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: GIARLAM® é um medicamento com ações antiparasitária e antibacteriana utilizado no tratamento da giardíase e diarréias infecciosas. GIARLAM®, associado a outros medicamentos, também é utilizado no tratamento da gastrite e úlceras gastrintestinais.

    Cuidados de Armazenamento:

    GIARLAM® deve ser conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30o C) protegido da luz e umidade, na sua embalagem original até o término de seu uso.

    Prazo de validade:

    Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. O número do lote, as datas de fabricação e validade estão impressos no cartucho do produto.

    Gravidez e lactação:

    Informe ao médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando.

    Cuidados de Administração:

    GIARLAM® COMPRIMIDO deve ser ingerido antes das refeições, com o auxílio de água. Para a administração correta de GIARLAM®, leia atentamente o item Instruções de uso, contido na parte final desta bula. A administração de GIARLAM® SUSPENSÃO a pacientes diabéticos deve ser cautelosa devido à presença de açúcar no medicamento (250 mg de açúcar/mL). Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações Adversas:

    GIARLAM® é um medicamento bem tolerado,apresentando baixa incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia. Os efeitos adversos freqüentemente observados são náuseas, vômitos,cefaléia (dor de cabeça). Ocasionalmente, pode ocorrer sonolência, fadiga, ex antema (manchas na pele). Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Durante o tratamento com GIARLAM®, não devem ser ingeridas bebidas alcoólicas. Alimentos que contenham tiramina como queijos, ovos, defumados e chocolate não devem ser consumidos durante o tratamento com GIARLAM® , pois, a administração conjunta pode levar a crise hipertensiva.

    Contra-indicações e precauções:

    GIARLAM® não deve ser utilizado por pacientes alérgicos à furazolidona ou a qualquer componente da fórmula, que apresentam deficiência da glicose 6-fosfato desidrogenase ou em crianças com menos de um mês de idade. O tratamento com GIARLAM® pode ocasionar coloração amarelo-escura a marrom na urina, devido a furazolidona, não tendo significância clínica. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Informações Técnicas:

    Características do fármaco: A furazolidona é um quimioterápico da classe dos nitrofuranos. Apresenta ações antiprotozoária e antibacteriana de
    amplo espectro contra Giardia lamblia, Escherichia coli, Enterobacter aerogenes, Proteus sp.,Salmonella sp., Shigella sp., Vibrio cholerae,enterococos e estafilococos. A furazolidona, associada a um inibidor da bomba de prótons e um antibiótico,também demonstra atividade na erradicação do Helicobacter pylori, sendo,portanto empregada em esquemas terapêuticos da gastrite e da úlcera péptica. Age através da formação de radicais livres altamente reativos, os quais têm maior afinidade pelas células bacterianas que a dos mamíferos, interferindo com os sistemas enzimáticos dos microorganismos. A furazolidona não altera a flora intestinal como observado com outros quimioterápicos e antibióticos de amplo espectro, os quais estão associados ao aparecimento de superinfecções devido à interferência na flora normal. Portanto, a possibilidade de desenvolvimento de microorganismos resistentes é mínima com o uso da furazolidona. Após a administração oral, a furazolidona é pouco absorvida pelo trato gastrintestinal. É rápida e amplamente metabolizada no intestino. Apresenta biotransformação hepática, sendo excretada com seus metabólitos principalmente pela urina, com menos de 2% eliminados pelas fezes.

    Indicações:

    GIARLAM® é indicado no tratamento da giardíase, da enterite e disenteria causadas por microorganismos sensíveis à furazolidona.

    Contra-indicações:

    Em casos de hipersensibilidade à furazolidona ou a qualquer componente da fórmula. Tiramina ou alimentos que contenham tiramina como queijos, ovos,defumados, chocolate não devem ser consumidos durante o tratamento com GIARLAM®, pois a administração conjunta pode levar a crise hipertensiva devido a furazolidona ser um inibidor da monoamino oxidase. Pacientes que estejam em uso de antidepressivos tricíclicos, inibidores da monoamino oxidase, antiparkinsonianos, aminas simpatomiméticas devem ser avaliados quanto ao risco/benefício da suspensão de
    stes medicamentos durante 2 a 3 semanas antes de iniciar o tratamento com a furazolidona. Bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas durante o tratamento com a furazolidona e somente consumidas 4 dias após o término. O uso concomitante pode levar a reação do tipo dissulfiram, caracterizada por rubor facial, cefaléia,paladar metálico, hipertermia, dificuldade respiratória. glicose 6-fosfato desidrogenase: Deve ser avaliado o risco/benefício da administração da furazolidona em pacientes com deficiência da glicose 6-fosfato desidrogenase, devido à possibilidade de oc
    orrer anemia hemolítica. A utilização da furazolidona em recém-nascidos com menos de 30 dias é contra-indicada, devido à possibilidade de ocorrer anemia hemolítica, pois,nesta fase, os sistemas enzimáticos encontram-se imaturos.

    Gravidez e lactação:

    Não foram relatadas evidências de efeitos teratogênicos com o uso da furazolidona em estudos realizados com animais. Estudos clínicos em mulheres grávidas com a utilização da furazolidona não foram realizados. O medicamento não deve ser administrado durante a gestação,somente sob estrito acompanhamento médico, quando os benefícios para a mãe justificarem o potencial de risco para o feto. Não há relatos sobre a eliminação da furazolidona através do leite materno. A administração deve ser cautelosa e sob orientação médica se o fármaco for utilizado durante a lactação.

    Precauções:

    A presença de sacarose na formulação de GIARLAM® SUSPENSÃO deve ser considerada na administração do medicamento a pacientes diabéticos (250 mg de açúcar/ mL).

    Diagnósticos clínicos e laboratoriais específicos:

    Devem ser realizados para a identificação do parasita e conseqüente escolha correta do fármaco para uma terapêutica eficaz da parasitose. O paciente deve ser instruído sobre os métodos de profilaxia da parasitose,como condições básicas de higiene pessoal e ambiental.

    Reações adversas:

    GIARLAM® é um medicamento bem tolerado, apresentando baixa incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia. Os efeitos adversos freqüentemente observados são náuseas, vômitos,cefaleia. Ocasionalmente, pode ocorrer sonolência, fadiga, ex antema. Raras vezes foram relatados casos de hipotensão, febre, artralgia, urticária. Foi observado que a furazolidona pode causar hemólise intravascular reversível em uma pequena porcentagem de determinados grupos étnicos,devido a uma característica genética do metabolismo das células vermelhas dessas populações. Em caso de suspeita de hemólise,recomenda-se a interrupção imediata do medicamento e procura de orientação médica. Devido à característica específica da furazolidona,a administração do fármaco causa coloração amarelo-escura a marrom na urina, não tendo significância clínica.

    Interações medicamentosas:

    Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, clomipramina, imipramina,maprotilina),inibidores da monoamino oxidase (tranilcipromina,pargilina),
    antiparkinsonianos (levodopa),anorexígenos (anfetaminas), simpatomiméticos (efedrina, epinefrina, fenilefrina, fenilpropanolamina): a administração concomitante com a furazolidona pode causar crise hipertensiva. Insulina e hipoglicemiantes orais: a furazolidona pode aumentar o efeito hipoglicêmico.

    Posologia e Administração:

    A dose recomendada de GIARLAM® é a seguinte: Giarlam® Comprimido Giarlam® Suspensão. Adultos e crianças acima de 12 anos de idade.
    1 comprimido, 2 vezes ao dia (a cada 12 horas), durante 7 dias. 20 mL da suspensão,2 vezes ao dia (a cada 12 horas),durante 7 dias. Crianças acima de 6 até 12 anos de idade. meio comprimido, 2 vezes ao dia (a cada 12 horas), durante 7 dias. 10 mL da suspensão,2 vezes ao dia (a cada 12 horas),durante 7 dias. Crianças de 1 mês até 6 anos de idade. ____________ 5 mL da suspensão,2 vezes ao dia (a cada 12 horas),durante 7 dias.
    Pode ser necessária a redução da dose, principalmente em crianças, se ocorrerem efeitos como náuseas e vômitos. Alguns pacientes podem requerer um período maior de tratamento que o recomendado, ou seja, de 8 a 10 dias.Instruções de uso GIARLAM® COMPRIMIDO deve ser ingerido antes das refeições,com o auxílio de água. Agite bem o frasco de GIARLAM® SUSPENSÃO antes da administração. Para a utilização posológica correta, as doses de GIARLAM® SUSPENSÃO devem ser administradas utilizando-se o copo-medida contido na embalagem do produto. O copo-medida possui indicações visuais de doses, as quais devem ser seguidas de acordo com a prescrição médica. Copo-medida 10 mL.

    Superdosagem:

    Os principais sintomas de intoxicação aguda são náuseas, vômitos, arritmia,taquicardia, hipotensão ou hipertensão, agitação, tremor, irritabilidade,convulsões, delírio, hipertermia. O tratamento deve ser sintomático e de suporte, consistindo na realização de lavagem gástrica, administração de carvão ativado e catártico e monitorização dos sistemas cardiovascular, respiratório e da pressão arterial. Em caso de superdose procure orientação médica imediatamente.

    Pacientes Idosos:

    Devem seguir a mesma posologia indicada para adultos.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Lote, Fabricação e Validade: Vide Cartucho.
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 191 291
    Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti.
    CRF-SP no 7758
    GIARLAM® COMPRIMIDO 200 mg: Registro MS nº 1.0550.0044.002-0
    GIARLAM® SUSPENSÃO 10 mg/mL: Registro MS nº 1.0550.0044.001-1
    UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
    Rua do Cruzeiro, 374 – São Bernardo do Campo – SP
    CNPJ 48.396.378/0001-82 – Indústria Brasileira

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  • bactobran-indicado-para-o-tratamento-topico-de-infecçoes-na-pele

    Bactroban®

    mupirocina

    Identificação do medicamento:

    Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas.
    Pomada a 2% (20 mg/g) para uso tópico.
    Embalagem contendo tubo de 15g.

    Composição:

    Cada grama de pomada contém: mupirocina ………………………………………………………………………………………………………………………………………………….. 20 mg excipiente ……………………………………………………………….q.s.p………………………………………………………………………………. 1 g Excipiente: polietilenoglicol. Uso adulto e pediátrico.

    Informações ao paciente:

    Como este medicamento funciona?

    Bactroban® pomada possui em sua formulação o ingrediente ativo mupirocina. A mupirocina elimina germes contaminantes da pele, pois é um antibiótico tópico.

    Por que este medicamento foi indicado?

    Bactroban® pomada é indicado para o tratamento tópico de infecções na pele (como impetigo, foliculite e furunculose), causadas por microorganismos sensíveis à mupirocina.

    Riscos do medicamento:

    Contra-indicações:

    Bactroban® pomada é contra-indicado caso você possua história de alergia aos componentes da fórmula. (ver Composição)

    Advertências e precauções:

    Assim como ocorre com outras pomadas a base de polietilenoglicol,Bactroban® deve ser usado com precaução em pacientes que apresentam problemas nos rins. Bactroban® não é indicado para o uso nos olhos ou no interior do nariz. Quando Bactroban® for usado na face deve-se ter cuidado com os olhos.

    Interações Medicamentosas:

    Não foram relatadas interações com medicamentos, alimentos ou exames laboratoriais.

    Gravidez e Lactação:

    O uso de Bactroban® pomada não é recomendado durante a gravidez ou em mulheres que estejam amamentando. Caso ocorra gravidez durante ou logo após o tratamento com Bactroban® pomada suspenda a medicação e comunique imediatamente ao seu médico. Não há informações sobre a excreção de mupirocina pelo leite. Se um mamilo rachado tiver que ser tratado, deve ser cuidadosamente lavado antes da amamentação. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica. Não existem contra-indicações relativas a faixas etárias. Informe ao seu médico o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.

    Como devo usar este medicamento?

    Aspecto Físico:

    Bactroban® pomada é uma pomada branca. Características organolépticas ,Não se aplica.

    Modo de uso:

    O produto deve ser aplicado na área afetada. A área afetada pode ser coberta com um curativo não-oclusivo ou oclusivo, conforme orientação.Ao fim do tratamento, o restante do produto deve ser descartado. Posologia: crianças/adultos/idosos Aplicar na área afetada, até três vezes ao dia por até 10 dias. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do
    medicamento.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    As reações adversas mais comumente observadas foram:

    ardência, coceira, vermelhidão, sensação de picada e ressecamento localizado na área de aplicação; também foram relatadas reações alérgicas aos componentes da formulação. Muito raramente foram relatadas reações alérgica s generalizadas devido aos componentes da formulação.

    O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma vez só?

    Não são conhecidos casos de superdosagem durante a terapia tópica com Bactroban® pomada.

    Onde e como devo guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC),Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Informações técnicas aos profissionais de saúde:

    Características farmacológicas,Propriedades farmacodinâmicas: A mupirocina é um agente antibacteriano tópico, que mostra atividade contra os organismos responsáveis pela maior parte da infecções de pele, como Staphylococcus aureus,incluindo cepas resistentes a meticilina, outros stafilococus e streptococus. É também ativo contra certos patógenos gram-negativos, como Haemophilus influenzae.

    Propriedades farmacocinéticas:

    Absorção: A mupirocina é absorvida através da pele intacta, porém a taxa de absorção sistêmica parece ser baixa. Excreção: Por ser absorvido sistemicamente Bactroban® é rapidamente metabolizado ao seu metabólito inativo (ácido mônico) e rapidamente excretado pelos rins.

    Resultados de eficácia:

    Bactroban® pomada apresentou eficácia clínica de 97% quando utilizado em pacientes com infecções cutânes primárias (impetigo, foliculite, furunculose e ectima) e 89% em pacientes com infecções secundárias em lesões eczematosas. Em lesões traumáticas com infecção secundária a eficácia foi de 96,2% na erradicação bacteriana. Bactroban® pomada reduziu a incidência de infecção na incisão cutânes de 50% para 4,8% quando utilizado profilaticamente em gastrostomias endoscópicas percutâneas.

    Indicações:

    Bactroban® pomada é indicado para o tratamento de infecções bacterianas na pele como: impetigo, foliculite e furunculose.

    Contra indicações:

    Bactroban® pomada é contra-indicado a pacientes com história de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da formulação.

    Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto:

    Bactroban® pomada deve ser aplicado na área afetada. A área afetada pode ser coberta com um curativo não-oclusivo ou oclusivo, se desejado.
    Ao fim do tratamento, o restante do produto deve ser descartado.

    Posologia:

    Crianças e adultos:

    Bactroban® pomada deve ser aplicado na área afetada até 3 vezes ao dia, por até 10 dias.

    Advertências:

    Bactroban® não é indicado para o uso oftálmico ou intra-nasal. Quando Bactroban® for usado na face deve-se ter cuidado com os olhos. O polietilenoglicol pode ser absorvido através de feridas abertas na pele e é excretado pelos rins. Assim como ocorre com outras pomadas a base de polietilenoglicol,Bactroban® deve ser usado com precaução em pacientes que possuem insuficiência renal moderada ou grave.

    Gravidez e lactação:

    Dados adequados sobre o uso durante a gravidez em humanos não estão disponíveis. Desta forma, as evidências de segurança são inadequadas para recomendar o uso de Bactroban® durante a gravidez. Entretanto, estudos em animais não revelaram efeitos teratogênicos associados a mupirocina. Dados adequados em humanos e animais durante a lactação não estão disponíveis.

    Categoria de risco “B” na gravidez:

    Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco:

    Não existem restrições específicas pacientes idosos. Devem ser consideradas as mesmas precauções para pacientes adultos.

    Interações medicamentosas:

    Não foram relatadas interações medicamentosas com o uso da mupirocina.

    Reações adversas a medicamentos:

    As reações adversas estão classificadas por sistema orgânico e freqüência. A freqüência é definida como: muito comum (>1/10),comum (>1/100, <1/10), incomum (>1/1000, <1/100), raro (>1/10000, <1/1000) e muito raro (<1/10000). Reações adversas comuns e incomuns foram determinadas a partir de um conjunto de dados de segurança de 12 estudos clínicos envolvendo uma população total de 1573 pacientes. Reações adversas raras foram primeiramente determinadas a partir de dados pós comercialização e portanto estão relacionadas a freqüência de casos reportados e não a freqüência real observa dana população.

    Distúrbios do sistema imune Muito raro:

    Reações alérgicas sistêmicas têm sido reportadas com Bactroban® pomada.

    Distúrbios cutâneos e subcutâneos Comum:

    ardência localizada na área da aplicação Incomum : prurido, eritema, sensação de picada e ressecamento na área da aplicação. Reações de sensibilização cutânea à mupirocina ou à base da pomada.

    Superdose:

    Não são conhecidos casos de superdosagem durante a terapia tópica com Bactroban® pomada.

    Armazenagem:

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC)

    Dizeres legais:

    Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    Fabricado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
    Estrada dos Bandeirantes, 8.464 – Rio de Janeiro – RJ
    CNPJ: 33.247.743/0001-10
    Indústria Brasileira.
    MS: 1.0107.0078
    Farm. Resp.: Milton de Oliveira CRF-RJ Nº 5522
    Version number: MDS006/IPI02
    Date of issue: 26 February 2004
    BL_bactr_pom_MDS06_IPI02_v6

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  • tetmosol-e-indicado-para-o-tratamento-e-profilaxia-da-escabiose

    Tetmosol®

    Sulfiram
    Uso Tópico

    Formas farmacêuticas e apresentações:

    Sabonete. Embalagem com 1 sabonete contendo 80 g.
    Solução para uso tópico. Embalagem com 1 frasco contendo 100 ml.
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada sabonete de TETMOSOL contém: sul firam ……………………………………….. 4 g
    Excipientes q.s.p. …………………………. 1 sabonete
    Excipientes: base para sabão e óleo de citronela.
    Cada frasco de TETMOSOL Solução contém: sul firam ……………………………………….. 22,25 g
    Excipientes q.s.p. …………………………. 100 ml
    Excipientes: álcool etílico, acetona e ricinoleato de poliglicerol.

    Informações ao paciente:

    Ação esperada do medicamento: A eliminação do piolho, da sarna e do carrapato.
    Cuidados de armazenamento: TETMOSOL Sabonete : Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC).
    TETMOSOL Solução: Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC). Proteger da luz. Não colocar TETMOSOL Solução próximo ao fogo, produto inflamável. Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Cuidados de administração: Antes de ser usado,TETMOSOL Solução deve ser diluído. Para utilização em crianças,diluir 1 parte de TETMOSOL Solução em três partes iguais de água. Para utilização em adultos,diluir 1 parte de TETMOSOL Solução em duas partes iguais de água. Ver as instruções para aplicação em “Posologia”. A solução diluída e não utilizada deve ser desprezada. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Raramente podem ocorrer tontura, cansaço, dor de cabeça e irritações na pele.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: 

    Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com tetmosol. Não inicie o tratamento se tiver ingerido bebidas alcoólicas nos últimos dois dias. Também não tome bebidas alcoólicas durante dois dias após término do tratamento.

    Contraindicaçõese precauções:

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. TETMOSOL Solução e Sabonete são contra-indicados em todos os casos de hipersensibilidade a qualquer componente de sua fórmula. TETMOSOL Solução é inflamável. Utilize o produto longe do fogo. Evite contato do produto com os olhos e a boca. TETMOSOL Solução e Sabonete são de uso exclusivamente tópico. TETMOSOL Solução não deve ser ingerido. Pode ocorrer o aparecimento de manchas em cabelos claros. Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: Nenhuma precaução especial é requerida.

    Informações Técnicas

    Características:

    TETMOSOL é uma preparação para uso tópico que apresenta comprovada ação na erradicação da escabiose (sarna), pediculose (piolho) e ftiríase (chato e carrapato). O sulfiram apresenta baixa absorção pela pele e,quando isto ocorre, é rapidamente excretado, não metabolizado, pelas vias urinárias.

    Indicações:

    TETMOSOL é indicado para o tratamento e profilaxia da escabiose. TETMOSOL é indicado também para o tratamento de pediculose e ftiríase.

    Contraindicação:

    TETMOSOL é contra-indicado para pacientes que já tenham apresentado resposta idiossincrática à sua aplicação.

    Precauções e advertências:

    A solução é inflamável e não deve ser manipulada perto de chamas. Pode ocorrer o aparecimento de manchas em cabelos claros. Uso durante a gravidez e lactação. Não há necessidade de cuidados especiais.

    Interações Medicamentosas:

    Devido à íntima relação entre o sulfiram e o dissulfiram, é aconselhável a abstenção de álcool 48 horas antes e 48 horas depois da aplicação de TETMOSOL. As soluções de sulfiram podem causar manchas amarelas nos materiais que estiveram em contato com a preparação.

    Reações Adversas:

    Alguns efeitos podem ocorrer com TETMOSOL. Alguns casos de erupções eritêmicas foram reportados mas estes são raros o suficiente para serem considerados como respostas idiossincráticas. Raramente podem ocorrer tonturas, fadiga, cefaleia e dermatoses.

    Posologia e modo de usar:

    Escabiose Adultos:

    Antes da aplicação, diluir uma parte de TETMOSOL Solução em duas partes iguais de água.

    Crianças:

    Antes da aplicação, diluir uma parte de TETMOSOL Solução em três partes iguais de água. O corpo do paciente deve ser previamente lavado com água e sabonete comum e, após enxaguá-lo e secá-lo totalmente, aplicar a solução nas áreas afetadas deixando-a secar. Aproximadamente dez minutos são necessários para que a solução seque naturalmente e em seguida o paciente pode se vestir. Em alguns casos este procedimento pode ser repetido sucessivamente por dois ou três dias. TETMOSOL Sabonete pode substituir o sabonete comum na profilaxia da escabiose. Após o banho com TETMOSOL Sabonete, deve-se deixar o corpo secar naturalmente, ou então secar-se com uma toalha sem esfregá-la no corpo. TETMOSOL Sabonete deve ser usado diariamente, até que não haja mais o risco de infestações. Pediculose e ftiríase Lavar a área infestada com TETMOSOL Sabonete, enxaguar e aplicar com uma esponja a solução de TETMOSOL previamente diluída, ou seja, para uma parte de TETMOSOL Solução,juntar 2 (ADULTOS) ou 3 (CRIANÇAS) vezes a mesma quantidade de água. Depois de 8 horas, lavar a área infestada para remover o líquido aplicado. Em seguida, passar um pente fino para remover os parasitas. Após sete dias, repetir o tratamento a critério médico. Deve-se tratar todos os familiares para se evitar a transmissão dos parasitas.

    Superdosagem:

    Em caso de ingestão acidental de TETMOSOL Solução indica-se tratamento sintomático. A pressão sanguínea deve ser controlada e pode haver necessidade de oxigênio se houver excessiva dispnéia. Outro tratamento que se julgou útil inclui estimulantes cardíacos, ferro intravenoso, ácido ascórbico e nicotinamida,adenina e tiossulfato de sódio intravenoso. É improvável que a aplicação excessiva de TETMOSOL Sabonete resulte em efeitos adversos. No caso da substância do sabonete ser ingerida acidentalmente deve-se instituir tratamento sintomático.

    Recomendação:

    LAVAR ADEQUADAMENTE E PASSAR A FERRO AS ROUPAS DE CAMA, TOALHAS E AS ROUPAS DE USO PESSOAL DIARIAMENTE.

    Pacientes Idosos:

    Não há recomendações especiais relacionadas a essa faixa etária.
    MS – 1.1618.0038
    Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho – CRF-SP nº 19.097
    TETMOSOL Solução Fabricado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.
    Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP -
    CEP 06707-000
    CNPJ 60.318.797/0001-00
    Indústria Brasileira
    TETMOSOL Sabonete Produzido por: Ind. e
    Com. Zambon-Bernardi
    Ltda. – São Paulo – SP
    Embalado por:
    AstraZeneca do Brasil Ltda.
    Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP -
    CEP 06707-000
    CNPJ 60.318.797/0001-00
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Nº do lote, data de fabricação e
    data de validade: vide cartucho.
    Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo de empresas AstraZeneca.
    TET001
    Logo do SAC: 0800-0145578

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  • biamodil-d-indicado-nas-infecções-oculares-causadas-por-microorgamismos-susceptiveis

    Biamotil-d®

    cloridrato de ciprofloxacino
    dexametasona

    Formas farmacêuticas e apresentações:

    Solução Oftálmica: frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril.
    Pomada Oftálmica: tubo contendo 3,5 g de pomada oftálmica estéril.
    Uso Adulto

    Composições:

    Solução Oftálmico
    Cada ml contém: 3,5 mg de cloridrato de ciprofloxacino e 1,0 mg de dexametasona.
    Veículo: edetato dissódico, ácido bórico, povidona, polissorbato 80, cloreto de benzalcônio e água purificada q.s.p.
    Pomada Oftálmico
    Cada g contém: 3,5 mg de cloridrato de ciprofloxacino e 1,0 mg de dexametasona.Veículo: vaselina sólida, óleo mineral,clorbutanol e cera microcristalina.

    Informação ao Paciente:

    • Ação esperada do medicamento: ação bactericida específica e antiinflamatória.
    • Cuidados de armazenamento: o produto deve ser armazenado a temperatura ambiente (entre 15 ? C e 30? C) e ao abrigo da luz. Para manter a esterilidade, evite o contato da ponta do frasco ou do tubo com outras superfícies. Após o uso,mantenha o produto bem fechado.
    • Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Após a abertura do frasco ou do tubo, o produto deve ser utilizado no prazo máximo de 30 dias.
    • Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.Informe ao médico se está amamentando.
    • Cuidados de administração: aplique a dose recomendada no saco conjuntival, evitando tocar a ponta do frasco ou tubo nos tecidos oculares. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    • Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    • Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
    • Contra-indicações e precauções: informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informação Técnica:

    O ciprofloxacino é um antibiótico pertencente ao grupo das quinolonas. Age através do bloqueio da DNA girase, com efeito bactericida contra amplo espectro de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. A dexametasona é um glicocorticóide sintético que inibe a resposta inflamatória induzida por agentes de natureza mecânica, química ou imunológica, aliviando os sintomas de prurido, ardor, vermelhidão e edema.

    Indicações:

    Infecções oculares causadas por microrganismos susceptíveis e quando for necessária a ação antiinflamatória da dexametasona. Blefarites, blefaroconjuntivites e conjuntivites causadas por germes sensíveis, incluíndo Staphylococcus aureus,Staphylococcus epidermidise Estreptococos pneumonia.

    Contra-indicações:

    Hipersensibilidade aos componentes da fórmula, ou a outros derivados quinolônicos. Infecções por herpes simples (ceratite dendrítica), vaccinia, varicela e outras doenças virais da córnea e conjuntiva. Afecções micóticas e tuberculose das estruturas oculares. Glaucoma. Doenças com adelgaçamento da córnea e esclera.

    Precauções e Advertências:

    O uso prolongado do ciprofloxacino pode ocasionalmente favorecer a infecção por microrganismos não sensíveis, inclusive fungos. Recomenda-se examinar periodicamente o paciente pela biomicroscopia com lâmpada de fenda e, quando apropriado, utilizando coloração de fluoresceína. Em tratamentos prolongados é aconselhável o controle freqüente da pressão intra-ocular. O uso do produto deve ser interrompido ao primeiro sinal de rash cutâneo ou qualquer outra reação de hipersensibilidade. O produto somente deverá ser utilizado na gravidez ou no período de amamentação quando, a critério médico, o benefício para a mãe justificar o risco potencial para o feto ou a criança. O uso prolongado de dexametasona pode resultar em opacificação do cristalino (catarata), aumento da pressão intra-ocular em pacientes sensíveis e infecções secundárias.

    EXCLUSIVAMENTE PARA USO TÓPICO OFTÁLMICO. NÃO UTILIZAR PARA INJEÇÃO NO OLHO.

    Em pacientes recebendo terapia sistêmica com quinolonas,foram relatadas reações de hipersensibilidade sérias e ocasionalmente fatais, algumas após a primeira dose. Algum as reações foram acompanhadas de colapso cardiovascular,perda de consciência, parestesia, edema faríngeo ou facial, dispnéia, urticária e prurido. Apenas alguns pacientes possuíam história de reações de hipersensibilidade. Reações anafiláticas sérias requerem tratamento de emergência com epinefrina e outras medidas de ressuscitamento, incluíndo oxigênio, administração intravenosa de fluídos e anti-histamínicos,corticosteróides, aminas pressoras e ventilação, conforme indicação clínica.

    Interações Medicamentosas:

    Não foram realizados estudos específicos com o ciprofloxacino oftálmico. Sabe-se, entretanto que a administração sistêmica de algumas quinolonas pode provocar elevação das concentrações plasmáticas de teofilina, interferir no metabolismo da cafeína, aumentar o efeito do anticoagulante oral warfarina e seus derivados e produzir elevação transitória da creatininasérica em pacientes sob tratamento com ciclosporina.

    Reações Adversas:

    A reação adversa mais comum foi ardência ou desconforto local. Outras reações, ocorrendo em menos que 10% dos pacientes incluíram formação de crostas na margem da pálpebra, sensação de corpo estranho, prurido, hiperemia conjuntival e mau gosto na boca após a instilação. Em menos de 1% dos pacientes, ocorreram manchas na córnea,ceratopatia/ceratite, reações alérgicas, edema de pálpebra,lacrimejamento, fotofobia,infiltrado corneano, náusea e diminuição na acuidade visual.

    Posologia:

    Solução oftálmica:

    Instilar 1 ou 2 gotas a cada quatro horas por um período aproximado de 7 dias. Durante as primeiras 24 a 48 horas, a posologia pode ser aumentada para 1 ou 2 gotas a cada 2 horas, de acordo com o critério médico.

    Pomada oftálmica:

    Aplicar uma pequena quantidade no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes por dia, ou a critério médico. Para maior comodidade, a solução oftálmica poderá ser utilizada durante o dia e a pomada oftálmica à noite, ao deitar-se. No tratamento de blefarites, aplicar 1 cm da pomada no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes ao dia, ou a critério médico,recomendando-se reduzir gradativamente a posologia em tratamentos prolongados.

    Superdosagem:

    Em geral, superdosagens não provocam problemas agudos. Se, acidentalmente, for ingerido, beber bastante líquido para diluir, ou procurar orientação médica.

    Pacientes Idosos:

    Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias.

    Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0063
    Farm. Resp.: Dra. Flávia Regina Pegorer CRF-SP nº 18.150
    Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia
    Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA
    Av. Guarulhos, 3.272 – CEP 07030-000 – Guarulhos – SP
    CNPJ 43.426.626/0009-24
    Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada
    Texto adaptado à portaria 110/97
    71898BR10X – Laetus: 158

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  • syntocinon-e-indicado-na-indução-do-parto-ou-estimulo-das-contrações

    Syntocinon®

    ocitocina

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Solução injetável. Embalagem com 50 ampolas de 1 mL.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ampola de 1 mL contém 5 UI de ocitocina.Excipientes:acetato de sódio, clorobutanol, álcool etílico, ácido acético e água.Uso restritos a hospitais.

    Cuidados de armazenamento:

    O produto deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2 e 8°C).

    Prazo de validade:

    A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Informações Técnicas:

    Farmacodinâmica:

    Grupo farmacoterapêutico: hormônios do lobo posterior da hipófise (código ATC H01B B02). A substância ativa de SYNTOCINON é um nonapeptídio sintético idêntico à ocitocina, um hormônio liberado pelo lobo posterior da hipófise. Exerce efeito estimulador sobre a musculatura lisa do útero,particularmente ao se aproximar à fase final da gravidez, durante o trabalho de parto, após o parto e no puerpério, ou seja, nos momentos em que o número de receptores específicos de ocitocina no miométrio está aumentado. Quando administrado por infusão intravenosa em doses baixas, SYNTOCINON provoca contrações uterinas rítmicas que não se podem distinguir em frequência, intensidade e duração das observadas durante o parto espontâneo. Na infusão de doses mais altas, ou quando administrado por injeção única,o fármaco é capaz de causar tetanias uterinas que se mantêm. Além de seu efeito sobre o útero, a ocitocina contrai as células mioepiteliais que circundam os alvéolos mamários, ocasionando assim a secreção de leite e facilitando a lactação. Sendo sintético, SYNTOCINON não contém vasopressina, porém mesmo em sua forma pura, a ocitocina possui alguma atividade antidiurética intrínseca fraca do tipo da vasopressina. Outro efeito farmacológico observado com altas doses de ocitocina, particularmente quando administrada por injeção intravenosa rápida, consiste em um efeito relaxante temporário e direto sobre a musculatura vascular lisa, resultando em breve hipotensão, rubor e taquicardia reflexa (veja “Precauções e advertências”).

    Farmacocinética:

    Níveis plasmáticos e início/duração do efeito Infusão intravenosa. Quando se administra SYNTOCINON por infusão intravenosa contínua em doses adequadas para a indução do parto ou estímulo das contrações, a resposta uterina se estabelece gradativamente e alcança um estado de equilíbrio geralmente dentro de 20 a 40 minutos. Os níveis plasmáticos correspondentes da ocitocina são comparáveis aos medidos durante o primeiro estágio do parto espontâneo. Por exemplo, em 10 mulheres grávidas a termo recebendo 4 miliunidades por minuto por infusão intravenosa, os níveis plasmáticos de ocitocina foram de 2 a 5 microunidades/mL. Com a interrupção da infusão, ou depois de uma redução substancial da velocidade de infusão, como por exemplo, no caso de um superestímulo, a atividade uterina diminui rapidamente, mas pode continuar em nível inferior adequado. Injeção intravenosa e intramuscular. Quando administrada por via intravenosa ou intramuscular para a prevenção ou tratamento da hemorragia pós-parto, SYNTOCINON age rapidamente, com um período de latência inferior a 1 minuto por injeção intravenosa, e de 2 a 4 minutos por via intramuscular. A resposta ocitócica mantém-se por 30 a 60 minutos após a administração intramuscular, podendo ser mais breve com a injeção intravenosa.

    Distribuição:

    A ocitocina é distribuída através de fluidos extracelulares, atingindo o feto em uma quantidade mínima. O volume de distribuição no estado de equilíbrio, determinado em 6 homens sadios depois da administração de SYNTOCINON por injeção intravenosa, foi de 12,2 L ou 0,17 L/kg. A ligação com proteínas plasmáticas é muito baixa. A ocitocina pode ser encontrada em pequenas quantidades no leite materno.

    Biotransformação:

    A ocitocinase, uma glicoproteína aminopeptidase, é produzida durante a gravidez, está presente no plasma e é capaz de degradar a ocitocina. A atividade enzimática aumenta gradualmente até se aproximar o termo da gestação, momento no qual aumenta bruscamente. A partir daí, a atividade enzimática diminui após o parto. Durante esse período, a atividade enzimática na placenta e no tecido uterino é também alta. Há pouca ou nenhuma degradação da ocitocina no plasma de homens, de mulheres não-grávidas ou do sangue do cordão umbilical.

    Eliminação:

    A facilidade relativa com que podem ser reguladas a velocidade e a força das contrações uterinas através da infusão intravenosa de SYNTOCINON, deve-se à curta meia-vida da ocitocina. Os valores relatados por diversos pesquisadores oscilam entre 3 a 20 minutos. O metabolismo da ocitocina
    plasmática ocorre principalmente no fígado e rins. A taxa de depuração metabólica é de cerca de 20 mL/kg por minuto em homens e em mulheres grávidas. Menos de 1% da dose administrada é excretada de forma inalterada na urina. Dados de segurança pré-clínicos,Dados pré-clinicos para ocitocina não revelaram riscos para humanos baseados em estudos convencionais de dose única de toxicidade aguda, genotoxicidade e mutagenicidade. Foram observados efeitos (peda fetal em ratos) em um estudo pré-clínico, mas somente em exposições consideradas suficientemente excessivas em relação a exposição humana máxima, com pequena relevância para o uso clínico.

    Toxicidade aguda:

    Estudos de toxicidade de dose única de ocitocina em ratos e camundongos foram conduzidos com administração oral, intravenosa e subcutânea. A toxicidade aguda oral (e subcutânea) foi de 20,5 mg/kg de peso corporal em ratos e excedeu em 514 mg/kg de peso corporal em camundongos. Por via intravenosa a dose letal de ocitocina foi de 2,3 mg/kg de peso corporal em ratos e 5,8 mg/kg de peso corporal em camundongos. Deste modo, a dose letal intravenosa de ocitocina em camundongos excedeu a dose intravenosa usual em hum anos por um fator maior que mil.

    Mutagenicidade:

    Foi realizado um estudo in vitro de genotoxicidade e mutagenidade com ocitocina. Testes foram negativos para aberrações cromossômicas e trocas entre cromátides-irmãs em culturas de linfócitos periféricos humanos. Nenhuma mudança significativa no índice mitótico foi observada. A ocitocina não possui propriedade genotóxica. Carcinogenicidade, teratogenicidade e toxicidade reprodutiva O tratamento de ratas em inicio de gestação, com ocitocina em doses milhares de vezes maiores do que a dose usada para induzir partos em humanos, causou perda fetal em um estudo, mas sua relevância é desconhecida. Não estão disponíveis estudos padrões de teratogenicidade, performance reprodutiva e carcinogenicidade com a ocitocina.

    Indicações:

    Antes do parto

    Indução do parto por razões médicas, como por exemplo, em casos de gestação pós-termo, ruptura prematura das membranas, hipertensão induzida pela gravidez (pré-eclâmpsia); • Estímulo das contrações em casos selecionados de inércia uterina; • SYNTOCINON também pode ser indicado nos estágios iniciais da gravidez como terapia auxiliar do abortamento incompleto, inevitável ou retido.

    Pós-Parto

    •Durante a operação cesárea depois da retirada da criança; • Prevenção e tratamento da atonia uterina e hemorragia pós-parto.

    Contraindicações:

    Conhecida hipersensibilidade à ocitocina ou a qualquer excipiente de SYNTOCINON. Hipertonia uterina, sofrimento fetal quando a expulsão não é eminente. Qualquer estado em que, por razões fetais ou maternas, se desaconselha ou está contra-indicado o parto espontâneo e/ou o parto vaginal seja contra-indicado: por exemplo, desproporção céfalo-pélvica significativa, má apresentação fetal; placenta prévia e vasos prévios, descolamento prematuro da placenta, apresentação ou prolapso do cordão umbilical; distensão uterina excessiva ou diminuição da resistência uterina à ruptura, como por exemplo, em gestações múltiplas, poli-hidrâmnios, grande multiparidade e na presença de cicatriz uterina resultante de intervenções cirúrgicas, inclusive da operação cesárea clássica.

    Precauções e advertências:

    A indução do parto por meio da ocitocina somente deverá ser efetuada quando estiver estritamente indicada por razões médicas e não por conveniência. A administração deve ser feita somente em condições hospitalares e sob controle médico qualificado. SYNTOCINON não deve ser usado por períodos prolongados em pacientes com inércia uterina resistente à ocitocina, toxemia pré-eclâmptica grave ou distúrbios cardiovasculares graves. SYNTOCINON não deverá ser administrado por infusão intravenosa em bolo,uma vez que pode causar hipotensão aguda de curta duração acompanhada de rubor e taquicardia reflexa. SYNTOCINON deverá ser utilizado com cautela em pacientes com predisposição à isquemia miocárdica devido à doença cardiovascular pré-existente (como cardiomiopatia hipertrófica, doença cardíaca valvular e/ou doença cardíaca isquêmica incluindo vasoespasmo arterial coronariano), para evitar alterações significantes na pressão arterial e frequência cardíaca nestes pacientes. SYNTOCINON deverá ser utilizado com cautela nos pacientes com conhecida síndrome do QT longo ou sintomas relacionados e nos pacientes em uso de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc. Quando SYNTOCINON é administrado para a indução e estímulo do trabalho de parto: • Somente deve ser administrado sob infusão intravenosa e nunca por injeção subcutânea,intramuscular ou intravenosa em bolo. • Administração de ocitocina em doses excessivas resulta em uma superestimulação uterina, podendo causar estresse, asfixia e morte fetal, ou conduzir a hipertonia, contrações tetânicas ou ruptura uterina. É importante monitorar cuidadosamente a frequência cardíaca fetal e da motilidade uterina (frequência, intensidade e duração das contrações) a fim de poder ajustar a dose à resposta individual. • Requer-se atenção particular em presença de desproporção céfalo-pélvica limite, de inércia uterina secundária, de graus leves ou moderados de hipertensão induzida pela gravidez ou cardiopatias,assim como em pacientes com mais de 35 anos de idade ou com antecedentes de operação cesárea do segmento uterino inferior. • Em circunstâncias raras, a indução farmacológica do parto usando agentes uterotônicos, incluindo a ocitocina, aumenta o risco de coagulação intravascular disseminada pós-parto (CIVD). Esse risco é relacionado à própria indução farmacológica e não em particular ao agente uterotônico. O risco aumenta se a mulher possuir fatores de risco adicionais para CIVD tais como idade iual ou superior a 35 anos, complicações durante a gestação e período de gestação maior que 40 semanas. Nesses casos, a ocitocina ou qualquer outro fármaco deve ser usado com cautela e o médico deve estar atento aos sinais de CIVD. No caso de morte fetal intra-uterina e/ou na presença de mecônio no líquido amniótico, deve-se evitar um trabalho de parto tumultuado, pois pode provocar embolia por líquido amniótico. Como a ocitocina possui uma leve atividade antidiurética, a sua administração intravenosa prolongada em doses altas, junto com grandes volumes de líquido, como pode ocorrer no tratamento do abortamento inevitável ou incompleto com feto morto, ou no tratamento da hemorragia pós-parto, pode provocar intoxicação hídrica associada à hiponatremia. A combinação do efeito diurético da ocitocina com a infusão I.V. pode causar sobrecarga volumétrica provocando edema pulmonar agudo hemodinâmico sem hiponatremia. A fim de evitar essa complicação rara, deverão ser observadas as seguintes precauções sempre que se administrar altas doses de ocitocina durante tempo prolongado: deve-se utilizar um diluente que contenha eletrólitos (não a glicose); o volume do líquido infundido deve ser mantido baixo (infundindo-se a ocitocina a uma concentração mais alta que a recomendada para a indução do parto ou o estímulo das contrações); a ingestão oral de líquidos deve ser restringida; deve-se manter um controle do balanço hídrico e avaliar os eletrólitos séricos quando se suspeita de um desequilíbrio eletrolítico.

    Gravidez:

    Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com a ocitocina. Quando a ocitocina é utilizada conforme indicação, baseado na ampla experiência com esse fármaco, na sua estrutura química e nas propriedades farmacológicas, não se espera a presença de riscos de anormalidades fetais.

    Lactação:

    A ocitocina pode ser encontrada no leite materno em pequenas quantidades. Porém, não se espera que a ocitocina cause efeitos nocivos em neonatos, uma vez que passa pelo trato alimentar onde sofre rápida inativação. Efeitos na habilidade de dirigir e/ou operar máquinas SYNTOCINON pode induzir o parto, portanto deve-se ter cautela ao dirigir ou operar máquinas. Mulheres com contrações uterinas não devem dirigir ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    As prostaglandinas podem potencializar o efeito uterotônico da ocitocina e vice-versa; portanto, a administração concomitante requer um controle muito cuidadoso. Alguns anestésicos por inalação, como por exemplo o ciclopropano ou o halotano, podem acentuar o efeito hipotensor da ocitocina e reduzir sua ação ocitócica. Também se observou que seu uso simultâneo com a ocitocina pode causar alterações do ritmo cardíaco.
    A ocitocina deverá ser administrada com cautela em pacientes fazendo o uso de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc. Quando administrada durante ou após a anestesia epidural, a ocitocina pode potencializar o efeito pressórico dos agentes vasoconstritores simpaticomiméticos.

    Reações adversas:

    Quando se utiliza a ocitocina por infusão I.V. para a indução do parto ou para o estímulo das contrações, a sua administração em doses excessivas produz um superestímulo uterino que pode causar sofrimento fetal, asfixia e morte, ou pode conduzir a hipertonia, tetania ou ruptura uterinas.
    Tem-se observado intoxicação hídrica associada à hiponatremia materna e neonatal em casos onde foram administradas altas doses de ocitocina junto a grandes quantidades de líquido sem eletrólitos por longos períodos de tempo (veja “Precauções e advertências”). A combinação do efeito antidiurético da ocitocina com a infusão I.V. pode causar sobrecarga volumétrica levando à forma hemodinâmica do edema pulmonar agudo sem hiponatremia (veja “Precauções e advertências”). A injeção intravenosa rápida em bolo de ocitocina em doses de até algumas UI pode provocar
    hipotensão aguda de curta duração acompanhada de rubor e taquicardia reflexa (veja “Precauções e advertências”). Essas alterações hemodinâmicas rápidas podem resultar em isquemia miocárdica,particularmente em pacientes com doença cardiovascular pré-existente.
    A injeção intravenosa rápida em bolo de ocitocina em doses de até algumas UI também pode provocar o prolongamento do intervalo QT.
    Em circunstâncias raras (faixa de incidência < 0,0006), a indução farmacológica do parto usando agentes uterotônicos, incluindo a ocitocina, aumenta o risco de coagulação intravascular disseminada pós-parto (veja “Precauções e advertências”). Em qualquer modo de administração, a ocitocina pode causar as seguintes reações adversas: As reações adversas (Tabela 1) estão listadas por ordem de frequência, a mais frequente primeiro,usando a seguinte convenção: muito comum (?1/10); comum (?1/100, < 1/10); incomum (?1/1.000, <1/100); raro (?1/10.000, <1/1.000), muito raro (< 1/10.000), incluindo reportes isolados. Tabela 1 Distúrbios do sistema imunológico Raro: Reação anafilática associada a dispnéia, hipotensão ou choque Distúrbios do sistema nervoso Comum: Cefaléia Distúrbios cardíacos Comum: Taquicardia, bradicardia Incomum:
    Arritmia Distúrbios gastrintestinais Comum: Náusea, vômito Distúrbios do tecido subcutâneo e pele Raro: Erupções Posologia

    Indução do parto ou estímulo das contrações:

    SYNTOCINON deve ser administrado sob infusão intravenosa gota a gota ou, de preferência, por meio de uma bomba de infusão de velocidade variável. Para a infusão gota a gota recomenda-se adicionar 5 UI de SYNTOCINON em 500 mL de solução eletrolítica fisiológica (como cloreto de sódio 0,9%). Para as pacientes nas quais se deve evitar uma infusão de cloreto de sódio, pode-se utilizar solução de glicose a 5% como diluente (veja “Precauções e advertências”). A fim de garantir uma mistura uniforme da solução, a bolsa ou frasco deve ser colocado de cabeça para baixo várias vezes antes do uso. A velocidade inicial de infusão deverá ser regulada para 1 a 4 miliunidades/minuto (2 a 8 gotas/minuto). Pode-se aumentar gradativamente em intervalos não inferiores a 20 minutos, até se estabelecer um padrão de contrações análogo ao do parto normal. Na gravidez próxima ao termo, isto pode ser frequentemente obtido com uma velocidade de infusão inferior a 10 miliunidades/minuto (20 gotas/minuto), sendo a velocidade máxima recomendada de 20 miliunidades/minuto (40 gotas/minuto). Nos raros casos em que se necessitem doses mais elevadas, como pode acontecer no tratamento da morte fetal intra-uterina ou para a indução do parto em um estágio precoce da gravidez, quando o útero é menos sensível à ocitocina, aconselha-se utilizar uma solução mais concentrada de SYNTOCINON,por exemplo, 10 UI em 500 mL. Quando se utiliza uma bomba de infusão acionada por motor que libera volumes menores do que os administrados por infusão gota a gota, deve-se calcular a concentração adequada para a infusão dentro dos limites posológicos recomendados, de acordo com as especificações da bomba. A frequência, intensidade e duração das contrações, assim como a frequência cardíaca fetal, devem ser cuidadosamente observadas durante a infusão. Uma vez alcançado um nível adequado de atividade uterina, pode-se quase sempre reduzir a velocidade da infusão. Em caso de hiperatividade uterina e/ou sofrimento fetal, a infusão deve ser imediatamente interrompida. Se, em mulheres que estejam a termo ou quase a termo, não forem estabelecidas contrações regulares após a infusão de uma quantidade total de 5 UI, recomenda-se cessar a indução do parto, podendo-se repetir no dia seguinte com uma velocidade inicial de 1 a 4 miliunidades/minuto. Nota: A infusão acidental perivenosa da ocitocina é inofensiva.

    Operação cesárea:

    5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos), imediatamente após a retirada do feto.

    Prevenção da hemorragia uterina pós-parto:

    a dose usual é de 5 UI, por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou de 5 a 10 UI I.M., após a expulsão da placenta.Nas pacientes a quem se administra SYNTOCINON para a indução do parto ou estímulo das contrações, deve-se continuar a infusão a uma velocidade acelerada durante o terceiro estágio do parto e durante mais algumas horas.

    Tratamento da hemorragia uterina pós-parto:

    5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou 5 a 10 UI I.M., seguida, nos casos graves,de infusão intravenosa de uma solução com 5-20 UI de ocitocina em 500 mL de um diluente eletrolítico,a uma velocidade necessária para controlar a atonia uterina.Abortamento incompleto, inevitável ou retido: 5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou 5 a 10 UI I.M. seguida, se necessário, por uma infusão intravenosa a uma velocidade de 20 a 40 miliunidades/minuto ou mais.

    Superdose:

    Os sintomas e as consequências da superdose são os mencionados nos itens “Precauções e advertências” e “Reações adversas”. Além disso, como consequência do super estímulo uterino,observou-se abrupção da placenta e/ou embolia do líquido amniótico.

    Tratamento:

    Quando ocorrerem sinais ou sintomas de superdose durante a administração I.V. contínua de SYNTOCINON, a infusão deve ser interrompida
    imediatamente devendo-se administrar oxigênio à mãe. Em caso de intoxicação hídrica, é necessário restringir a administração de líquidos, promover a diurese, corrigir o desequilíbrio eletrolítico e controlar as convulsões que possam eventualmente ocorrer, mediante o uso criterioso de diazepam.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Reg. MS – 1.0068.0034
    Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira – CRF-SP 23.873
    Fabricado por: Novartis Farmacéutica S.A. de C.V.
    Cidade do México – México
    Importado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Ibirama, 518 – Complexos 441/3
    Taboão da Serra – SP
    CNPJ: 56.994.502/0098-62
    Indústria Brasileira
    ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça
    Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
    BPI 16.02.09
    2009-PSB/GLC-0181-s

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    Neovermin

    mebendazol e tiabendazol

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    Comprimidos: Embalagens com 6, 12 e 480* comprimidos. Suspensão Oral: Embalagens contendo 1 e 50* frasco com 30 mL.
    Uso Adulto e Pediátrico,(Crianças acima de 5 anos),Uso Oral

    Composições:

    Cada comprimido contém: mebendazol………………………………………………………………………………………..100mg
    tiabendazol…………………………………………………………………………………………166mg
    excipientes q.s.p…………………………………………………………………………1 comprimido (amido de milho, polivinilpirrolidona, sacarina só dica, celulose microcristalina,croscarmelose sódica e estearato de magnésio). Cada 5mL de suspensão oral contém: mebendazol………………………………………………………………………………………..100mg,tiabendazol……………………………………………………………………………….
    …………166mg,veículo q.s.p……………………………………………………………………………………………5mL,(carboximetilcelulose, silicato de alumínio e magnésio, metilparabeno,propilparabeno, sacarina sódica, ciclamato de sódio, álcool etílico 96° GL, sorbitol,ácido benzóico, silicone anti-espumante, essência de tutti-frutti e água purificada).

    Informações ao Paciente:

    - Neovermin® tem ação antiparasitária.
    - Conservar em temperatura ambiente (15° a 30° C).Proteger da luz e umidade.

    Prazo de validade:

    Não use medicamento com o prazo de validade vencido; poderá ocorrer diminuição significativa do seu efeito terapêutico.
    - “Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término”. “Informe seu médico se está amamentando”. Neovermin® é contra-indicado para mulheres grávidas ou em fase de amamentação.
    - “Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento”.
    - Os comprimidos podem ser mastigados e engolidos com água.
    - “Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico”.
    - “Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:cansaço, dores de cabeça, tonturas ou problemas de visão”.
    - Não administrar Neovermin® juntamente com: cimetidina, teofilina e derivados da xantina.
    - O uso em crianças menores de 5 anos deve ser feito somente a critério médico.
    - Contra-indicado para pacientes hipersensíveis a quaisquer dos componentes da fórmula. Gravidez e lactação.
    - “Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento”.

    Informações Para Profissional de Saúde:

    Neovermin® possui em sua composição, mebendazol e tiabendazol, dois anti-helmínticos com ação específica sobre diversos nematódeos e alguns cestódeos. A associação dos dois componentes ativos permite o tratamento de verminoses múltiplas com um só medicamento. O mebendazol, é absorvido pelo trato gastrintestinal, e atinge o pico plasmático entre 40 e 50 minutos após administração oral; após administração de 100 mg, 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos produz níveis plasmáticos em torno de 0,03 mcg/mL; cerca de 2% da dose administrada é excretada na urina e o restante é excretado nas fezes,inalterado ou na forma de metabólito primário (2-amino). Seu mecanismo de ação se deve ao fato de inibir a formação dos microtúbulos citoplasmáticos dos vermes,causando diminuição da captação de glicose e dos estoques de glicogênio que são fontes de energia para o verme. O tiabendazol, é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal e atinge o pico plasmático cerca de 1 a 2 horas após administração oral; é quase completamente metabolizado a 5-hidroxi e aparece na urina na forma de conjugados; dentro de 48 horas após a administração pode ser recuperada 5% da dose nas fezes e 90% na urina. Seu mecanismo de ação ainda não está bem definido, mas admite-se que atua inibindo o sistema enzimático fumarato-redutas e do microrganismo,interferindo na sua fonte de energia.

    Indicações:

    - Neovermin® está indicado para o tratamento das infestações causadas pelos seguintes microrganismos: Enterobiusvermiculares, Trichuris
    trichiura, Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale e Ancylostoma brasiliensis, Necator americanus, Strongyloides stercoralis, Trichinella spirallis (larva migrans cutânea e muscular), Taenia solium e Taenia saginata,Echinococcus granulosus e Mutilocularis e Dracunculus sp.

    Contra-Indicações:

    - Neovermin® Está Contra-Indicado para mulheres gravidas ou em fase de lactação, e para pacientes com hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da formula.

    Precauções:

    Neovermin® deve ser administrado com cautela em pacientes portadores de insuficiência renal e/ou hepática. De acordo com a literatura científica, não existem estudos concluídos que assegurem o uso de Neovermin® em crianças menores de 5 anos, portanto, recomenda-se nestes casos uma criteriosa avaliação médica da relação risco/benefício antes da prescrição. Alguns pacientes podem apresentar leucopenia e hiperglicemia transitória.

    Interações Medicamentosas:

    - O uso concomitante de Neovermin® com cimetidina provoca um aumento da concentração plasmática de mebendazol. Devido a presença do tiabendazol na fórmula de Neovermin®, o seu uso concomitante com teofilina potencializa os efeitos desta. Quando for administrar Neovermin® em pacientes que fazem uso de medicamentos derivados da xantina é necessário um prévio monitoramento sangüíneo para ajuste da posologia.
    O uso concomitante entre mebendazol e metronidazol deve ser evitado, pois resultados obtidos em estudos de caso de controle sugerem uma possível relação com a Síndrome de Stevens Johnson / necrólise epidérmica tóxica.

    Reações Adversas:

     

    As reações adversas mais comuns são dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia. Existem alguns relatos de um pequeno número de pacientes que apresentaram fadiga, dor de cabeça,bradicardia, vertigem, hipotensão e hiperglicemia durante o uso de medicamentos contendo tiabendazol.

    Posologia:

    * Suspensão Oral: – Crianças menores de 5 anos: a critério médico.
    - Crianças de 5 a 10 anos: 5 mL, 2 vezes ao dia durante 3 dias.
    * Comprimidos: – Crianças de 5 a 10 anos: 1 comprimido, 2 vezes ao dia durante 3 dias.
    - Crianças de 11 a 15 anos: 1 comprimido, 3 vezes ao dia durante 3 dias.
    * Infestações por cestódeos: – Adultos: 2 comprimidos por vez, 2 vezes ao dia durante 3 dias.
    * Infestações por nematódeos: – Adultos: 1 comprimido por vez, 2 vezes ao dia durante 3 dias.

    Superdose:

    - Nestes casos recomenda-se lavagem gástrica e orientação médica.

    Como Evitar a Verminose:

    1. Beba somente água filtrada ou fervida.
    2. Lave cuidadosamente as frutas e verduras e cozinhe bem os alimentos.
    3. Coma apenas carne bem passada.
    4. Ande sempre com os pés calçados.
    5. Lave as mãos antes das refeições e após usar os sanitários.
    6. Conserve sempre as unhas cortadas e limpas.
    7. Mantenha as instalações sanitárias em boas condições de higiene.
    8. Siga corretamente estes conselhos, evitando que os vermes atinjam toda a família.

    Pacientes Idosos:

    - O uso em pacientes idosos (acima de 60 anos) requer prescrição e acompanhamento médico.

    Dizeres Legais

    Registro M.S. nº 1.0465.0020
    Farm. Resp.: Dr. Marco Aurélio Limirio G. Filho – CRF-GO nº 3.524
    Nº do lote, prazo de validade e data de fabricação: VIDE CARTUCHO
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Prezado Cliente: Você acaba de receber um produto Neo Química.
    Em caso de alguma dúvida quanto ao produto, lote, data de fabricação,ligue para nosso SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor.
    Laboratório Neo Química Com. e Ind. Ltda.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – GO – CEP 75132-020
    www.neoquimica.com.br
    C.N.P.J.: 29.785.870/0001-03 – Indústria Brasileira
    SAC 0800-9799900

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  • propil-remedio-tratamento-hipertireoidismoPropil

    propiltiouracila

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Propil* 100 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    Uso adulto e pediátrico
    Uso oral

    Composição:

    Cada comprimido de Propil* contém 100 mg de propiltiouracila.Excipientes: amidoglicolato de sódio, povidona, estearato de magnésio, amido de milho e carbonato de cálcio.

    Informações ao Paciente:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento de hipertireoidismo. Propil* deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Caso seja indicado o uso do Propil* durante a gravidez, o mesmo deve ser feito somente sob rigoroso acompanhamento médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez. Propil* é contra-indicado a mulheres que estejam amamentando. Informe ao médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Propil* pode interagir com outros fármacos, tais como anticoagulantes,medicamentos que afetam a função da medula óssea ou do fígado, amiodarona,glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Propil*. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Propil*, tais como: náusea, vômito, prurido (coceira), sonolência,vertigem, febre, dor de garganta, erupções cutâneas, dores de cabeça, mal-estar,dores articulares, alterações da sensibilidade (por exemplo, formigamentos), perda do paladar, queda anormal de cabelos, dores musculares, inchaço, neurite (inflamação nos nervos), alterações da coloração da pele, icterícia (pele amarelada), alterações das glândulas salivares e dos linfonodos (vide “Reações Adversas”). Recomenda-se cautela aos pacientes em uso concomitante com outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose (alteração no número de células de defesa presentes no sangue). Propil* é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação,uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Informações Técnicas:

    Propriedades Farmacodinâmicas:

    A propiltiouracila é um derivado tioamídico. Inibe a síntese dos hormônios da tireoide que são substratos para a tireóide peroxidase, resultando no desvio do iodo na síntese dos hormônios tireoidianos. Inibe também a conversão periférica de T4 para T3, ação que pode contribuir na eficácia do tratamento de hipertireoidismo.

    Propriedades Farmacocinéticas:

    A propiltiouracila é bem absorvida por via oral. A absorção ocorre dentro de 20 a 30 minutos após a dose administrada. A biodisponibilidade está entre 65 a 75%. A ligação protéica é alta (80%). A propiltiouracila possui biotransformação hepática, sendo que 33% sofre metabolismo de primeira passagem. A concentração plasmática máxima é atingida em 1,99 + 0,26 horas por via oral. O efeito máximo para normalizar as concentrações plasmáticas de T3 e T4, é alcançado, em média, em 17 semanas. A excreção é menor que 1% na urina. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 2 horas.

    Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento clínico do hipertireoidismo. Pode também ser usado para melhorar o hipertireoidismo na preparação para a tireoidectomia subtotal ou terapia com iodo radioativo. Indicado também quando a tireoidectomia for contra-indicada ou não recomendável.

    Contra-Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação, uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Advertências e Precauções:

    Os pacientes em tratamento com Propil* (propiltiouracila) devem ser monitorados e informados da necessidade de relatarem imediatamente qualquer ocorrência como febre,dores de garganta, erupções cutâneas, cefaléias ou mal-estar. Em tais casos, uma contagem total e diferencial de leucócitos deve ser realizada para se detectar agranulocitose. Recomenda-se observação freqüente do tempo de protrombina nos pacientes em
    tratamento com Propil*, especialmente antes da realização de cirurgias, pois este fármaco pode causar hipoprotrombinemia e sangramento.

    Uso durante a Gravidez:

    Propil*é efetivo no tratamento do hipertireoidismo durante a gravidez e seu uso deve ser feito de forma criteriosa. Propil*atravessa a barreira placentária, podendo causar bócio e até cretinismo no feto em desenvolvimento; por isso, uma dose suficiente, porém não excessiva, deve ser
    administrada. É importante usar a menor dos e possível durante a gravidez e avaliar a função tireoidiana do recém-nascido cuidadosamente. A disfunção tireoidiana tende a diminuir com o decorrer da gestação, podendo-se assim, reduzir a dosagem. Quando Propil* for utilizado na gravidez ou se a paciente engravidar durante o tratamento,ela deve ser informada sobre os possíveis riscos que o fármaco poderá causar ao feto. Propil* é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez. Portanto,este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez.

    Uso durante a Lactação:

    As pacientes em tratamento com Propil*não devem amamentar seus bebês, uma vez que o fármaco é excretado pelo leite materno.

    Interações Medicamentosas:

    Atenção particular deve ser dada àqueles pacientes em uso concomitante de outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose.
    O uso concomitante com amiodarona, glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio pode diminuir a resposta ao Propil*(propiltiouracila).Propil*
    potencializa a ação dos anticoagulantes e o risco de hemorragias é maior nas associações com medicamentos mielodepressores e hepatotóxicos.
    Interações em Testes Laboratoriais Os resultados dos diagnósticos sofrem interferência com iodeto de sódio (123I,131I) ou com pertecnetato de sódio (Tc 99m). As concentrações plasmáticas de TGO (Transaminase Glutâmica Oxalacética), TGP (Transaminase Glutâmica Pirúvica), fosfatase alcalina, bilirrubina e lactato desidrogenase podem estar elevadas. O tempo de protrombina é aumentado.

    Reações Adversas:

    As reações adversas ocorrem em menos de 1% dos pacientes tratados.As reações leves incluem: erupções cutâneas, urticária, náusea, vômito, artralgia,parestesia, perda do paladar, queda anormal de cabelos, mialgia, cefaleia, prurido,sonolência, neurite, edema, vertigem, pigmentação da pele, icterícia, sialoadenopatia e linfadenopatia. As reações adversas mais graves são ainda menos freqüentes e incluem: agranulocitose,uma síndrome semelhante ao lúpus, hepatite, periarterite, hipoprotrombinemia,trombocitopenia, sangramento e febre. É interessante notar que aproximadamente 10% dos pacientes com hipertireoidismo não-tratado podem apresentar leucopenia.

    Posologia:

    Uso em Adultos:

    A dose inicial é de 1 comprimido a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 300mg (3 comprimidos). Em pacientes com hipertireoidismo grave, grandes bócios, ou ambos, a dose inicial poderá ser de 2 comprimidos a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 600 mg (6 comprimidos). A dose de manutenção para a maioria dos pacientes é de 100 a 200 mg por dia, (1-2 comprimidos) em doses fracionadas.

    Uso em Crianças:

    Para crianças de 6 a 10 anos de idade, a dose inicial é de 50 a 150 mg por dia, em doses fracionadas. Para crianças acima de 10 anos, a dose inicial é de 150 a 300 mg por dia, em doses fracionadas. A dose de manutenção será determinada de acordo com a resposta do paciente.

    Superdosagem:

    Até o momento, não foram evidenciados dados referentes à superdosagem. No caso de ocorrência de superdosagem, são indicadas lavagem gástrica e medidas gerais de suporte.

    MS – 1.0216.0148
    Farmacêutica Responsável: Raquel Oppermann – CRF-SP n° 36144
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    Número de lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
    LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Monteiro Lobato, 2270
    CEP 07190-001 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    * marca depositada
    Fale Pfizer 0800-16-7575

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  • torsilax-e-indicado-para-o-reumatismo-nas-suas-formas-inflamatória-degenerativas-agudas-e-cronicas

    Torsilax

    Cafeína, Paracetamol, Diclofenaco Sódico e Carisoprodol.

    Indicação

    Para quê serve Torsilax?

    Torsilax é indicado para o reumatismo nas suas formas inflamatório-degenerativas agudas e crônicas, crises agudas de gota, estados inflamatórios agudos, pós-traumáticos e pós-cirúrgicos. Exacerbações agudas de artrite reumatóide nos tecidos extra-articulares. Coadjuvantes em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.

    Uso adulto – Uso oral

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contraindicado para pacientes com antecedentes de hipersensibilidade ao Carisoprodol, diclofenaco sódico, paracetamol, cafeína ou a outros componentes da fórmula; nos pacientes as máticos nos quais crises de asma, urticária e rinite aguda são precipitadas pelo ácido acetilsalicílico e outras drogas inibidoras da prostaglandina-sintetase; úlcera péptica em atividade; insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave; Discrasias sanguineas; diáteses hemorrágicas (Trombocitopenia, distúrbios da coagulação), Porfiria; Hipertensão grave. Torsilax contêm diclogenaco, que é contraindicado para crianças menores de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

    Como usar Torsilax?

    Como regra geral, a dose mínima diária indicada é de 1 comprimido a cada 12 horas.Aconselha-se individualizar a posologia, adaptando-a ao quadro clínico apresentado, à idade do paciente e às suas condições gerais. Deve-se administrar doses menores e eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deve exceder 10 dias. Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar) às refeições, com um pouco de líquido. O intervalo entre as doses deve ser ajustado em pacientes com insuficiência renal.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Ocasionalmente podem ocorrer epigastralgia, náuseas, vômitos, diarréia, cefaléia, tonteira, vertigem, reações exantemáticas e erupções cutâneas.De possível ocorrência, porém raros, são fenômenos de sangramento gastrintestinal, úlcera péptica, sonolência, urticária, distúrbios da função hepática, incluindo hepatite com ou sem icterícia, edema e reações de hipersensibilidade (broncoespasmo, reações sistêmicas anafiláticas e hipotensão). Ainda: tinido, insônia, irritabilidade, convulsões, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e Lyell, síndrome nefrótica, trombocitopenia, agranulocitose, anemia aplásica e anemia hemolítica. O uso prolongado pode provocar necrose papilar renal.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Exatidão de diagnóstico e estreita vigilância médica são essenciais em pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais, com história que sugira ulceração gastrintestinal, com colite ulcerativa ou com Doença de Crohn, bem como em pacientes com insuficiência hepática grave.Atenção especial deve ser dada ao se utilizar preparados contendo diclofenaco sódico em casos de comprometimento das funções cardíaca ou renal, em pacientes tratados com diuréticos e naqueles em recuperação de longas cirurgias.Recomenda-se cautela ao utilizar o produto em pacientes idosos (acima de 60 anos), devendo-se levar em conta as condições clínicas destes pacientes.Durante tratamento prolongado (superior a 10 dias) com o produto, recomenda-se proceder contagem de células sangüíneas e monitoração das funções hepática e renal.Torsilax na gravidez: preparados contendo diclofenaco sódico somente devem ser empregados durante a gravidez quando houver indicação formal, utilizando-se a menor dose eficaz.Essa orientação aplica-se particularmente, aos três últimos meses de gravidez, pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial. Após dose diária de 150 mg divididas em três tomadas, o diclofenaco sódico é excretado no leite materno, podendo provocar efeitos indesejáveis no lactente. A segurança e eficácia do diclofenaco – independente da formulação farmacêutica – não foi ainda estabelecida em crianças.Assim sendo, com exceção de casos de artrite juvenil crônica, o uso do diclofenaco não é recomendado em crianças menores de 14 anos. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade sendo descritos casos de erupções cutâneas, urticária, eritema pigmentar fixo, angioedema e choque anafilático.Lesões eritematosas na pele e febre, assim como hipoglicemia e icterícia ocorrem raramente.Embora a incidência seja extremamente rara, há relatos de êxito letal devido a fenômenos hepatotóxicos provocados pelo paracetamol.Em pessoas com comprometimento metabólico ou mais suscetíveis, pode ocorrer acidúria piroglutâmica.Deve ser administrado com cautela em pacientes mal nutridos ou alcoolistas.

    Interações Medicamentosas

    O diclofenaco sódico pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais e da heparina, aumentando o risco de hemorragia pela inibição da função plaquetária; pode aumentar o efeito hipoglicemiante das sulfonamidas e aumentar a toxicidade hematológica do metotrexato; administrado concomitantemente com a digoxina ou formulações contendo lítio, pode ocorrer elevação das suas concentrações plasmáticas; pode inibir a atividade dos diuréticos(atividade diurética e anti-hipertensiva). A hepatotoxicidade potencial do paracetamol pode ser aumentada pela administração concomitante com os barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, rifampicina e sulfimpirazona; bem como a ingestão crônica e excessiva de álcool. Tais reações são decorrentes de indução do sistema microssomal hepático por esses fármacos. A administração concomitante de glicocorticóides e outros agentes antiinflamatórios não esteroidais (AINEs) pode levar ao agravamento de reações adversas gastrintestinais.A biodisponibilidade do produto é alterada pelo ácido acetilsalicílico quando estes compostos são administrados conjuntamente.Álcool, anestésicos gerais, antidepressivos tricíclicos, outros depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), sulfato de magnésio parenteral, hipnoanalgésicos, inibidores da monoaminooxidase (IMAO) podem acarretar aumento dos efeitos depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) quando administrados juntamente com carisoprodol.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os sinais e sintomas iniciais que se seguem à ingestão da dose maciça, possivelmente hepatotóxica, devido ao paracetamol são: náuseas, vômitos, sudorese intensa e mal-estar geral. A cafeína só produz efeitos tóxicos (primordialmente excitação do SNC, taquicardia e extra-sístoles) quando em dosagens extremamente elevadas. Os efeitos tóxicos do carisoprodol podem resultar em torpor, coma, choque e depressão respiratória, sendo indicadas as medidas gerais de tratamento sintomático e de suporte, valendo-se do mesmo para intoxicação aguda com agentes antiinflamatórios não-esteroidais (AINES). O estômago deve ser imediatamente esvaziado, seja por lavagem gástrica ou por indução ao vômito com xarope de ipeca. Os níveis plasmáticos de paracetamol devem ser determinados e as provas de função hepática devem ser realizadas e repetidas a cada 24 horas até normalização. Independente da dose maciça ingerida, administrar imediatamente o antídoto considerado eficaz, a acetilcisteína a 20% desde que não tenha decorrido mais de 16 horas da ingestão. A acetilcisteína deve ser administrada por via oral, na dose de ataque de 140mg/kg de peso, seguida a cada 4 horas por uma dose de manutenção 70 mg/Kg/peso, até um máximo de 17 doses, conforme a evolução do caso.A n-acetilcisteína a 20% deve ser administrada após diluição a 5% em água, suco ou refrigerante, preparado no momento da administração.O paciente deve ser acompanhado com medidas gerais de suporte, incluindo manutenção do equilíbrio idroeletrolítico,correção da hipoglicemia, administração de vitamina K (quando necessário) entre outras.

    Composição:

    Cada comprimido contém:
    cafeína………………………………………………………………………………30mg
    carisoprodol…………………………………………………………………………125mg
    diclofenaco sódico…………………………………………………………………….50mg
    paracetamol………………………………………………………………………….300mg
    excipientes q.s.p………………………………………………………………………1 comprimido
    (celulose microcristalina, glicolato amido sódico, polivinilpirrolidona, corante amarelo FDC nº 06, croscarmelose sódica, dióxido de silício e estearato de magnésio).

    Apresentação:

    Comprimido: Embalagens contendo 30 e 100 comprimidos.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (15° a 30° C).Proteger da luz e umidade.Número do lote – Data de fabricação – Vencimento: vide cartucho.

     

    Laboratório

    Neo Química

    SAC: 0800 97 99 900

    Dizeres Legais

    Registro M.S. nº 1.0465.0220
    Farm. Responsável: Dr. Marco Aurélio Limirio G. Filho – CRF-GO nº 3.524

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  • venalot-e-indicado-para-varizes-hemorroidas-ulceras-das-pernas-e-flebites

    Venalot

    Cumarina e Troxerrutina

    Indicação

    Para quê serve Venalot?

    Síndromes varicosas, varizes, hemorróidas, úlceras das pernas.Flebites, tromboflebites, periflebites, síndromes pós-flebíticas.Estases linfáticas, linfangites, linfadenites, linfedemas.Estases venosas, edemas, arterites.Profilaxia da trombose pré e pós-operatória e na gravidez.Profilaxia e tratamento de edemas e estases linfáticas pós-operatórias e pós-traumáticas.Braquialgias, cervicalgias, lombalgias.

    Como funciona este medicamento?

    Melhora da circulação periférica venosa e linfática, diminuindo também o inchaço decorrente de problemas dos vasos linfáticos e venosos.A cumarina é rapidamente absorvida e biotransformada, após administração oral.Seu principal metabólito ativo, 7-hidroxicumarina, possui um tempo de meia-vida de alguns minutos.O metabólito principal é ligado ao ácido glicurônico e eliminado na urina.A biodisponibilidade plasmática da cumarina, após administração de 6 drágeas de Venalot, é de 0,84%, comparada com a administração intravenosa de 90 mg.Isto se deve provavelmente, a eliminação pré-sistêmica, que é marcante na administração oral.

    Como usar Venalot?

    Os estudos clínicos recentes têm demonstrado a eficácia do produto com doses diárias que variam entre uma e seis drágeas (2 drágeas, 3 vezes ao dia). A posologia média recomendada é de 1 drágea, 3 vezes ao dia; qualquer mudança nesta posologia ficará à critério médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como problemas no estômago e intestinos, dor de cabeça e vermelhidão da pele.Têm sido relatados casos isolados de hepatites acompanhadas ou não de icterícia, que foram reversíveis com a descontinuação do tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula e por portadores de hepatopatias graves, ou pacientes que já tenham apresentado doenças hepáticas.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Venalot na gravidez e lactação:Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.Informe ao médico se estiver amamentando.O uso durante o primeiro trimestre da gestação e por períodos prolongados com doses altas deve ser avaliado pelo seu médico.O uso do medicamento deve ser interrompido e o médico informado, se houver o aparecimento de sintomas como náuseas acompanhadas por urticária, urina escura ou amarelamento da pele e/ou do globo ocular.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.Atenção diabéticos: contém açúcar.Este produto contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

    Interações Medicamentosas:

    Não existem restrições quanto a ingestão de alimentos e bebidas. A administração simultânea de drogas que prejudicam a função hepática, pode levar ao aumento de possíveis reações hepáticas.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

    Composição:

    Cada drágea contém: Cumarina (Benzopirona) ………………………………………………………………… 15 mg

    Troxerrutina ………………………………………………………………………….. 90 mg

    Excipientes q.s.p. ………………………………………………………………… 1 drágea

    Excipientes: sacarose, estearato de magnésio, ácido metacrílico copolímero , lactose, talco, ácido esteárico, corante amarelo tartrazina CI19140, carbonato de cálcio, dióxido de silício, dióxido de titânio, goma arábica, metilparabeno.

    Apresentação:

    Drágea. Embalagens com 20 e 60 unidades.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).

     

    Número do lote – Data de fabricação – Vencimento: vide cartucho.

    Laboratório

    Nycomed GmbH Oranienburg-Alemanha

    SAC: 0800-7710345

    MS – 1.0639.0117

    Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF-SP 14.828

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  • pasalix-e-destinado-para-o-tratamento-da-ansiedade-e-da-insonia

    Pasalix

    Classe terapêutica dos Fitoterápicos.
    Princípios Ativos Passiflora incarnata L, Crataegus oxyacantha L e Salix alba L.

    Indicação

    Para quê serve Pasalix?

    Pasalix é destinado para o tratamento da ansiedade e da insônia. Uso adulto acima de 12 anos – Uso oral

    Como funciona este medicamento?

    A Passiflora incarnata provoca sedação e diminui a ansiedade.O Crataegus oxyacantha também tem ação sedativa no cérebro.A Salix alba tem ação analgésica,antipirética (controle da febre) e anti-inflamatória (diminui a inflamação).A associação destes 3 extratos fitoterápicos alivia quadros de ansiedade e melhora a qualidade do sono.

    Como usar Pasalix?

    1 a 2 comprimidos revestidos, 1 ou 2 vezes ao dia.Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Distúrbios Cardiovasculares e Respiratórios.Efeitos colaterais incomuns: taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos) e dispneia (dificuldade respiratória).Distúrbios Gastrintestinais Efeitos colaterais comuns: dor de estômago e náuseas (enjoo).Efeito colateral incomum: flatulência (gases).Distúrbios Inespecíficos.Efeitos colaterais comuns: sudorese (suor excessivo) e prurido (coceira).Distúrbios do Sistema Nervoso.Efeitos colaterais comuns: sedação e tontura.Efeito colateral muito raro: alteração do nível de consciência.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar Pasalix se tiver hipersensibilidade (alergia) ao látex (reação cruzada com Passiflora incarnata).Não tomar Pasalix se você tiver alergia ao ácido acetilsalicílico; se estiver com úlceras gastrintestinais; déficits de coagulação e hemorragias ativas e durante o tratamento com derivados de ácido acetilsalicílico, anticoagulantes ou digitálicos.Pasalix na gravidez: informe ao seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após seu término.Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Assim como todos os medicamentos, informe ao seu médico todas as plantas medicinais e fitoterápicos que estiver tomando.Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais quando administradas ao mesmo tempo.Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso.Não ingerir doses maiores do que as recomendadas.O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.O uso deste medicamento pode prejudicar a habilidade para operar máquinas ou dirigir veículos.Não há restrições específicas para o uso de Pasalix em idosos e grupos especiais, desde que observadas as contraindicações e advertências comuns ao medicamento.

    Interações Medicamentosas

    Deve-se evitar o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Pasalix.Poderá haver interação de Pasalix com outras drogas cardiovasculares devido à ação de Crataegus ?oxyacantha, que é desaconselhável com o uso de digitálicos.Devido à presença do Salix alba, deve-se evitar o uso de Pasalix com derivados de ácido acetilsalicílico ou anticoagulantes.O uso de outros medicamentos com ação sedativa deve ser comunicado ao médico.O uso concomitante de Salix alba e suplemento contendo ferro deve ser avaliado pelo médico para ajuste de dose do suplemento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os sintomas de toxicidade aguda observados em animais que receberam Crataegus oxyacantha foram bradicardia e depressão respiratória, podendo levar à parada cardíaca com paralisia respiratória.Os sinais de toxicidade associados com Salix alba podem ser irritação gástrica e renal, sangramento nas fezes, zumbido, náuseas e vômitos.Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você pode tomar a dose deste medicamento assim que se lembrar.Não exceda a dose recomendada para cada dia.

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: Extrato seco de Passiflora incarnata L. ……………………………………………….100 mg. Extrato seco de Crataegus oxyacantha L………………………………………………. 30 mg .Extrato seco de Salix alba L …………………………………………………………………. 100 mg. Excipientes: lactose, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, talco, estearato de magnésio, corante lacca alumínio amarelo, dióxido de titânio, dióxido de silício, copolímero ácido metacrílico, polietilenoglicol, polissorbato, simeticone e trietilcitrato.

    Apresentação:

    Comprimidos revestidos em embalagem com 20 comprimidos.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve conservar Pasalix em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade. Este medicamento tem validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

    Aspecto fisico:

    Os comprimidos revestidos de Pasalix são redondos, de coloração laranja.

     

    Laboratório:Laboratório Marjan

    Dizeres Legais

    Reg. M.S. nº: 1.0155.0098

    Farmacêutica Responsável: Regina Helena Vieira de Souza Marques CRF/SP nº 6394

    SAC: 0800 554 545

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