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    Narcaricina®

    benzbromarona

     Apresentação:

    Comprimidos – 100 mg – Embalagem contendo 30 comprimidos.
    USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido de Narcaricina® contém 100 mg de benzbromarona. Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal e amidoglicolato de sódio.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Narcaricina® (benzbromarona) é indicado para o tratamento de gota e hiperuricemia (aumento de ácido
    úrico no sangue).

     Como este medicamento funciona?

    Narcaricina® (benzbromarona) atua na inibição da reabsorção de ácido úrico no túbulo renal proximal,
    localizado nos rins. Desta forma, diminui a quantidade de ácido úrico no sangue, promovendo uma
    regressão dos depósitos de ácido úrico, como na gota.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Narcaricina® (benzbromarona) é contraindicado em pacientes com insuficiência renal de média ou grave
    intensidade. Deve-se evitar o uso de Narcaricina® (benzbromarona) durante a gestação e amamentação.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Narcaricina® (benzbromarona) não contém açúcar. Se você for diabético, certifique-se com seu médico
    sobre o uso do produto. Em casos de ataques agudos de gota, deve ser primeiramente solucionada a crise para depois iniciar o tratamento com Narcaricina® (benzbromarona). Gravidez e lactação A utilização de Narcaricina® (benzbromarona) durante a gravidez e amamentação deve ser evitada. Informe o médico em caso de ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término e se está amamentando.
    Interações Medicamentosas: O uso de salicilatos, por exemplo, antitérmicos ou analgésicos a base de ácido acetilsalicílico, podem neutralizar o efeito de Narcaricina® (benzbromarona). Narcaricina® (benzbromarona) usada junto com medicamentos anticoagulantes orais pode apresentar aumento da ação anticoagulante. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Narcaricina® (benzbromarona) deve ser mantida em sua embalagem original até a sua total utilização.
    Conservar em temperatura ambiente (15 – 30ºC). Protegida da luz e umidade. Nestas condições, o prazo
    de validade da Narcaricina® (benzbromarona) é de 60 meses após a data de fabricação impressa na
    embalagem do produto. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Narcaricina® é um comprimido branco ou quase branco, redondo e sulcado ao meio.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
    observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

     Como devo usar este medicamento?

    Narcaricina® (benzbromarona) deve ser tomado 1 comprimido pela manhã, após o desjejum, ou de
    acordo com as informações fornecidas por seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Deve-se respeitar os horários e doses estipulados pelo seu médico. Caso esqueça de tomar alguma dose,
    retomar imediatamente o tratamento com a dose recomendada, respeitando os horários previamente
    estabelecidos. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    O uso de Narcaricina® (benzbromarona) pode desencadear as seguintes reações:
    diarreia;
    – mau funcionamento do fígado;
    – mal-estar;
    falta de apetite.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
    pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Entre imediatamente em contato com seu médico ou procure um pronto-socorro informando a quantidade
    exata ingerida do produto, horário da ingestão e os sintomas que estiver apresentando. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS 1.0038.0103
    Responsável Técnico: Dr.ª Marcia Rosangela da Silva
    CRF-SP n.º 55.733
    Registrado por: Brasterápica Indústria Farmacêutica Ltda
    Rua Professora Gina Lima Silvestre, 84 – Atibaia/SP
    CNPJ 46.179.008/0001-68
    Indústria Brasileira
    SAC 0800-177887
    sac@brasterapica.com.br
    Fabricado por: Brasterápica Indústria Farmacêutica Ltda
    Rua Olegário Cunha Lobo, 25 – Atibaia/SP

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  • evodazin-e-indicado-no-tratamento-de-melanoma-maligno-mestastatico

     

     

     

     

     

     

    Evozadin®

    dacarbazina

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: EVODAZIN®
    Nome genérico: dacarbazina

    Forma Farmacêutica e Apresentações:

    PóLiófilo Injetável.
    Embalagem contendo 1 frasco – ampola com 100 mg ou 200 mg de dacarbazina.
    Via de Administração: Uso Intravenoso
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 2 anos de Idade.

    Composição:

    Cada frasco – ampola contém: EVODAZIN® 100mg.
    EVODAZIN® 200mg da carbazina 100mg 200mg. Excipientes* q.s.p. 1 frasco – ampola 1 frasco – ampola *Excipientes: ácido cítrico e manitol.

     Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    EVODAZIN® (dacarbazina) é indicado no tratamento de melanoma maligno metastático. Além disto, EVODAZIN®
    (dacarbazina) é indicado na doença de Hodgkin, como uma terapia de segunda linha, quando em combinação com outros agentes eficazes.

    Como este medicamento funciona?

    A dacarbazina é um agente antineoplásico que pertence a um grupo de fármacos conhecido por agentes alquilantes. A dacarbazina exerce seus efeitos, causando uma reação química que provoca danos ao material genético (DNA) das células tumorais, o que resulta em morte celular.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deverá usar este medicamento em caso de hipersensibilidade conhecida à dacarbazina e/ou aos demais componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos de idade. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    É recomendado que EVODAZIN® (dacarbazina) seja administrado sob supervisão de um médico qualificado com experiência no uso de agentes de quimioterapia do câncer. No tratamento de cada paciente, o médico deve estudar cuidadosamente a possibilidade de atingir o benefício terapêutico contra o risco de toxicidade. A dacarbazina não deve ser administrada por via oral, subcutânea, ou intramuscular, pois pode causar lesões e dor intensa nos locais de aplicação. A depressão da medula óssea é a toxicidade mais comum com dacarbazina e envolve primariamente os glóbulos brancos e as plaquetas, embora a anemia possa ocorrer algumas vezes. A diminuição do número de glóbulos brancos e de plaquetas pode ser suficientemente grave para causar a morte. Uma depressão da medula óssea requer cuidadosa monitorização dos níveis sanguíneos dos glóbulos brancos, dos glóbulos vermelhos e das plaquetas. Essa toxicidade pode justificar uma suspensão temporária, ou interrupção da terapia, com EVODAZIN® (dacarbazina). Efeitos tóxicos sobre o fígado acompanhados por trombose da veia hepática e morte das células do fígado resultando em morte do paciente já foram relatados. A incidência de tais reações foi baixa, aproximadamente 0,01% dos pacientes tratados. Esta toxicidade foi observada principalmente quando a dacarbazina foi administrada concomitantemente com outros fármacos antineoplásicos; entretanto, foi também relatada em alguns pacientes tratados somente com dacarbazina. Pode ocorrer uma intensa reação alérgica após administração de EVODAZIN® (dacarbazina). Hospitalização não é sempre necessária, porém, exames laboratoriais adequados devem estar disponíveis. O extravasamento subcutâneo da droga, durante a administração intravenosa (IV) pode resultar em dano ao tecido e dor severa. Dor local, sensação de ardência e irritação no local da injeção podem ser aliviados por aplicação local de compressa quente. A capacidade da dacarbazina induzir câncer foi estudada em ratos e camundongos. Alguns tipos de tumores no coração, incluindo fibrosarcomas e sarcomas, foram induzidos pela dacarbazina em ratos. Em camundongos, a administração de dacarbazina resultou na ocorrência de um outro tipo de tumor, o angiosarcomas, no baço.A dacarbazina pode induzir malformações em ratos, quando administrada em doses 20 (vinte) vezes a dose diária humana no 12º dia de gestação. Não existiram estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. A dacarbazina somente deve ser usada durante a gravidez se o benefício justificar o risco potencial para o feto. Não se sabe se este fármaco é excretado no leite humano. Devido a vários fármacos serem excretados no leite humano e ao potencial para formação de tumores, demonstrado pela dacarbazina em estudos em animais, deve ser tomada uma decisão entre continuar a amamentação, ou descontinuação do fármaco, levando-se em conta a importância do tratamento para a mãe.Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Efeitos na capacidade de dirigir ou operar máquinas. A dacarbazina pode influenciar a habilidade de dirigir ou operar máquinas devido a seus efeitos sobre o sistema nervoso central e por seu potencial de causar náuseas e vômitos.

    Interações Medicamentosas:

    Recomenda-se cautela quando dacarbazina for administrada com algum desses medicamentos: digoxina (medicamento usado por quem tem insuficiência cardíaca), anticoagulantes orais, fenitoína (medicamento anticonvulsivante), suxametônio (um relaxante muscular), vacinas, levodopa (um medicamento usado no tratamento da Doença de Parkinson), paclitaxel, teniposídeo, topotecana e vinorelbina (fármacos antineoplásicos). Também deve ser evitado o consumo de erva de São João durante o tratamento com dacarbazina (pode causar reações de sensibilidade à luz).

    Interações com alimentos e testes laboratoriais:

    Foram relatados poucos casos de anormalidades nos testes de função dos rins e do fígado em seres humanos. Uso em pacientes idosos: EVODAZIN® (dacarbazina) pode ser usado por pessoas acima de 65 (sessenta e cinco) anos de idade desde que sejam observadas as precauções comuns ao produto. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamentos sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto sob refrigeração entre 2 e 8°C e acondicionado em sua embalagem original, protegido da luz.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após o preparo da solução (reconstituição), esta deve ser mantida sob refrigeração (2 a 8°C) dentro de 24 horas e protegida da luz. Após diluição com glicose a 5% ou soro fisiológico 0,9%, o produto é estável química e fisicamente por 12 horas se mantido em temperatura ambiente ou 48 horas sob refrigeração (2 a 8°C), protegido da luz. Do ponto de vista microbiológico, a preparação da infusão deve ser utilizada imediatamente. Caso esta preparação não seja utilizada imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições anteriores ao uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não seria maior que 12 horas à temperatura ambiente ou 48 horas sob refrigeração a contar da diluição, ocorrida nas condições assépticas validadas e controladas. Este produto apresenta-se sob a forma de pó liofilizado branco, isento de partículas estranhas. Após reconstituição, apresenta-se sob a forma de solução incolor a levemente amarelada isenta de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    A administração de EVODAZIN® (dacarbazina) é realizada em ambiente hospitalar, sob supervisão médica. Os frascos ampolas de 100 mg e 200 mg devem ser reconstituídos com 9,9 mL e 19,7 mL de água para injeção, respectivamente (volumes finais de 10mL e 20 mL, respectivamente). A solução resultante contém dacarbazina na concentração de 10 mg/ mL com pH de 3 a 4. A dose calculada da solução é retirada com uma seringa e administrada somente por via intravenosa. A solução reconstituída pode ser diluída posteriormente com 200 a 500 mL de soro glicosado 5% ou soro fisiológico 0,9% e administrado como uma infusão IV, durante um período de 30 (trinta) a 60 (sessenta) minutos. Infusões rápidas podem causar irritação venosa. A concentração da solução de dacarbazina infundida não pode ser maior do que 10 mg/mL. A dacarbazina não deve ser administrada por via oral, subcutânea ou intramuscular, pois pode causar lesões e dor intensa nos locais de aplicação. A reconstituição e o manuseio da dacarbazina devem ser feitos por profissional de saúde especializado na manipulação de fármacos antineoplásicos. Dosagem Melanoma maligno: a dosagem recomendada é de 2 a 4,5 mg/kg/dia IV por 10(dez) dias. O tratamento pode ser repetido em intervalos de 4 (quatro) semanas. Uma dosagem recomendada alternativa é de 250 mg/m 2 dias IV por 5 (cinco) dias. O tratamento pode ser repetido a cada 3(três) semanas. Doença de Hodgkin: Uso Adulto: a dosagem recomendada de dacarbazina no tratamento da Doença de Hodgkin é 150 mg/m 2 por 5 (cinco) dias, em combinação com outros fármacos eficazes. O tratamento pode ser repetido a cada 4 (quatro) semanas. Uma dosagem recomendada alternativa é de 375 mg/m 2, em combinação com outras doses eficazes, nos dias 1 e 15 do curso de tratamento. O tratamento deve ser repetido a cada 4 (quatro) semanas, contando a partir do dia 1 de tratamento. Uso pediátrico (acima de dois anos de idade): A dosagem recomendada de dacarbazina no tratamento da Doença de Hodgkin na população pediátrica é de 375mg/m2, em combinação com outras doses eficazes, nos dias 1 e 15 do curso de tratamento. O tratamento deve ser repetido a cada 4 (quatro) semanas, contando a partir do dia 1 de tratamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    A utilização deste medicamento será em ambiente hospitalar, orientado e executado por profissionais especializados e não dependerá da conduta do paciente. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    As reações tóxicas mais frequentemente observa das são sintomas de falta de apetite, náusea e vômito. Raramente, em casos de náusea, ou vômito houve necessidade de descontinuação da terapia. Algumas sugestões incluem a restrição ao paciente da ingestão de alimentos por 4 (quatro)–6 (seis) horas antes do tratamento. Os pacientes podem experimentar sintomas parecidos com a gripe, com febre a 39ºC, dores musculares e mal-estar. Estes sintomas geralmente acontecem após administração de uma dose única elevada, podem persistir por vários dias e podem ocorrer com tratamentos sucessivos. Queda de cabelo, vermelhidão no rosto e sensação de adormecimento facial foram observadas após a administração de EVODAZIN® (dacarbazina). Raramente, podem ocorrer reações de sensibilidade à luz; entretanto, estas anormalidades foram observadas mais frequentemente nos estudos em animais. Manchas vermelhas ou erupções na pele foram verificadas com menor frequência após administração de EVODAZIN® (dacarbazina). Os efeitos adversos da dacarbazina são apresentados em ordem de gravidade decrescente na tabela abaixo: Frequência das Reações Adversas Muito comuns > 1/10 (> 10%) Falta de apetite Náuseas e vômitos Comuns (frequentes)> 1/100 e < 1/10 (> 1% e < 10%) Diminuição do número de glóbulos vermelhos, de glóbulos brancos e de plaquetas.5 LL – PLD_Bra_ Dacarb_ 12Jul2016_ v1_EVZPOI_01_VP 05/Jul/2016 Incomuns (infrequentes ) > 1/1.000 e < 1/100 (> 0,1% e < 1 %) Sintomas semelhantes à gripe Queda de cabelo-Aumento da pigmentação- Reações de sensibilidade à luz Raras > 1/10.000 e < 1.000 (> 0,01% e < 0,1%) Irritação no local da aplicação-Manchas vermelhas e erupções na pele-Reações alérgicas graves-Insuficiência renal-Elevação das enzimas hepáticas-Trombose da veia hepática e morte das células do fígado-Diarreia-Vermelhidão facial-Diminuição do número de células do sangue-Agranulocitose (diminuição grave do número de glóbulos brancos)-Dor de cabeça-Diminuição da visão-Desânimo Convulsões-Sensação de formigamento facial-Muito raras < 1/10.000 (< 0,01 %)nforme a seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através de seu serviço de atendimento.

    O Que  fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A superdose de dacarbazina caracteriza-se por sintomas semelhantes aos eventos adversos causados por este medicamento, porém de intensidade mais grave: reações alérgicas, depressão da medula óssea, náuseas e vômitos, diarreia, falta de apetite, queda de cabelos, vermelhidão facial e sensação de formigamento. O tratamento da superdose deve ser feito com terapia de suporte e monitorização da contagem das células sanguíneas. O tempo para ocorrência das contagens mais baixas de leucócitos e plaquetas é de 4 (quatro) semanas. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem, ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS-1.6250.0016
    Farmacêutica Responsável: Alba Valeria dos Santos–CRF- SP n° 51258
    Registrado por: Hospira Produtos Hospitalares Ltda.
    Av. Eng. Luis Carlos Berrini, 901–1° andar
    CEP 04571-010-São Paulo–SP
    CNPJ: 06.283.144/0001-89
    Fabricado por: Fármaco Uruguayo S.A.
    Avenida Dámaso Antonio Larrañaga, 4479
    Montevidéu, Uruguai
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  • vietrcal-c- prevenção-de-estados-patologicos-como-a-osteoporose-a-fraqueza-muscularVitercal C

    ácido ascórbico
    carbonato de cálcio

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Vitercal C
    Nome genérico: ácido ascórbico (DCB 00104) + carbonato de cálcio (DCB 01748)

    Apresentação:

    Comprimido efervescente – 500mg + 600mg – Embalagem contendo um tubo com 10 comprimidos efervescentes.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.

    Composição:

    Cada comprimido efervescente de VITERCAL C contém: % IDR* ácido ascórbico ………………………… 500 mg……………………………………………………………. 2.222,22% carbonato de cálcio …………………… 600 mg……………………………………………………………. 48,05% Excipientes q.s.p. …………………………………………………………………………………………………. 1 comprimido (ácido cítrico, benzoato de sódio, água deionizada, bicarbonato de sódio, ciclamato de sódio, corante amarelo crepúsculo, simeticona, aroma de laranja, petrolato líquido, macrogol, sacarina sódica, sacarose e álcool etílico). Cada comprimido fornece 240 mg de cálcio elementar. *Ingestão diária recomendada

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado? 

    Prevenção de estados patológicos como a osteoporose e a fraqueza muscular. É indicado também para correção de estados carenciais de vitamina C e cálcio; estimulante das defesas orgânicas nas épocas de maior perigo de infecções; necessidades aumentadas de Vitamina C e/ou cálcio, que ocorrem em estados normais, como: gestação, lactação, crescimento, atividades esportivas, trabalho intenso e patológico como: doenças infecciosas e convalescença.

    Como este medicamento funciona? 

    VITERCAL C corrige os estados de carência de vitamina C e cálcio, estimula as defesas orgânicas nas épocas de maior perigo de infecção, supre as necessidades aumentadas de vitamina C e/ou cálcio que ocorrem em estados normais e patológicos.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    VITERCAL C não deve ser tomado por pessoas com cálculos renais, cálcio aumentado na urina ou no sangue, insuficiência renal ou alergia a qualquer um dos excipientes. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Pacientes diabéticos, hipoglicêmicos, hipertensos e cardíacos devem procurar orientação médica antes de tomar o produto, por causa do seu conteúdo de hidratos de carbono e sódio. Se o paciente já estiver usando remédios com ferro ou tetraciclina, deve tomar VITERCAL C 2 ou 3 horas antes ou depois desses medicamentos, pois o cálcio pode interferir na absorção deste. Pacientes em uso de remédios à base de digitálicos não devem tomar VITERCAL C, pois o cálcio aumenta a toxicidade dos digitálicos. O paciente deverá comunicar ao médico o uso de VITERCAL C, caso lhe seja recomendado fazer exames laboratoriais, pois a vitamina C pode interferir com os resultados de vários exames. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. O ácido ascórbico atravessa a barreira placentária, podendo causar escorbuto rebote no recém-nascido. Pequenas quantidades do ácido ascórbico e de seus produtos de metabolismo passam para o leite materno. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    VITERCAL C deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da umidade. O prazo de validade de VITERCAL C é de 36 meses a partir da data de fabricação, desde que observados os cuidados de conservação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 10 dias. VITERCAL C é um comprimido circular plano de coloração laranja e sabor laranja. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento? 

    De um a dois comprimidos ao dia. Dissolver o comprimido em meio copo com água e beber imediatamente após o término da diluição. A ingestão juntamente com alimentos não prejudica a absorção de VITERCAL C. Quando administrado por via de administração não recomendada, pode não ser obtido o efeito terapêutico desejado. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Em algumas pessoas podem ocorrer transtornos gastrintestinais (azia e diarreia) de pequena intensidade. Em pessoas predispostas, o uso de altas doses de vitamina C pode ocasionar cálculos urinários de oxalato ou urato e o cálcio pode ocasionar cálculos de cálcio. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Interrompa o tratamento e procure um médico ou um hospital mais próximo. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS 1.7794.0019
    Farm. Resp.: Humberto Ferreira Vieira – CRF/GO: 5204
    Fabricado por: CIFARMA – Científica Farmacêutica Ltda.
    Av. das Indústrias, 3651 – Bicas
    CEP: 33040-130 – Santa Luzia / MG
    CNPJ: 17.562.075/0003-20 – Indústria Brasileira
    Registrado por: MABRA Farmacêutica Ltda.
    Rod. BR 153, Km 5,5, Bloco ‘A’ – Jardim Guanabara
    CEP: 74675-090 – Goiânia / GO
    CNPJ: 17.562.075/0001-69 – Indústria Brasileira
    CAC: 0800 707 1212

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

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  • recalpex-e-indicado-no-tratamento-dos-estados-de-hipovitaminose-do-complexob-e-suas-manifestaçõesRecalpex

     

    Identificação do Medicamento:

    Recalpex, Cloridrato de tiamina,Fosfato sódico riboflavin, Cloridrato de piridoxina, Cianocobalamina, Nicotinamida
    Dexpantenol.

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Solução Oral – Frasco com 150 ml.
    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO
    “Contém 0,4% de etanol”
    Composição: Cada 15 ml de solução oral contém: * Adulto **Criança ***Criança **** Criança
    Cloridrato de tiamina (vit. B1) …………….. 15,00 mg 6.250 % 9.000% 7.500% 5.000%
    Fosfato sódico riboflavina (vit. B2)………. 2,00 mg 769,233% 1.200% 1.000% 666,67%
    Cloridrato de piridoxina (vit. B6) ………… 4,95 mg 1.903,85% 2.970% 2.970% 1.485%
    Cianocobalamina (vit. B12)………………… 49,95 mcg 10.406,25% 16.650% 12.487,50% 8.325%
    Nicotinamida (vit. B3)……………………….. 45,00 mg 1.406,25% 2.250% 1.687,50% 1.125%
    Dexpantenol (vit. B5) ……………………… 12,675 mg 1.353,80% 2.030,54% 1.353.69% 1.015,27%
    Veículo q.s.p………………………………………… 15,00 ml
    Veículo: sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, álcool etílico, benzoato de sódio, EDTA dissódico, essência de laranja e água purificada. IDR – Ingestão Diária Recomendada
    * *Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para adulto.
    ** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças (valores calculados em relação a faixa etária de 1 a 3 anos).
    *** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças (valorescalculados em relação a faixa etária de 1 a 3 anos).
    *** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças (valores calculados em relação a faixa etária de 4 a 6 anos).
    **** Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à ingestão diária recomendada para crianças
    (valores calculados em relação a faixa etária de 7 a 10 anos).

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento é indicado? 

    RECALPLEX é indicado no tratamento dos estados de hipovitaminoses do complexo B e suas manifestações:
    anemias carenciais devidas a dietas restritivas e inadequadas no período de gestação e aleitamento para crianças em fase de crescimento. É importante que sua alimentação seja adequada, balanceada e contenha as fontes de nutrientes necessárias para o organismo.

    Como este medicamento funciona? 

    RECALPLEX possui em sua fórmula diversos componentes do Complexo B, corrigindo de maneira completa e rápida, quadros clínicos decorrentes de carência de alguns de seus elementos. As vitaminas do complexo B, como quase todas as vitaminas, não podem ser produzidas pelo organismo, portanto, devem ser ingeridas através de uma alimentação balanceada.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Contra-Indicação:
    Não são conhecidas, até o momento, contra-indicações do uso do produto. Entretanto, o uso de RECALPLEX deve ser evitado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da fórmula ou em presença de insuficiência renal. Pacientes parkinsonianos em tratamento com levodopa não devem tomar este produto. A associação levodopa com beserazida ou cardiodopa não sofrem interferência dessa vitamina. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Informe ao médico se estiver amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Precauções:
    O produto é em geral, bem tolerado, porém não deve ser utilizado em casos de alergia a qualquer um dos componentes da fórmula. A piridoxina ( vitamina B6 ), em doses altas e períodos prolongados, pode ocasionar neuropatia sensorial. Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante ou após o tratamento. Informe ao médico se estiver amamentando. Este medicamento contém álcool.

    Advertências:
    A alteração da coloração amarela da urina devido à presença da vitamina B2 ( riboflavina ) no RECALPLEX, não é
    prejudicial à saúde.
    Pacientes idosos:
    Não existem restrições do uso em pacientes idosos, desde que respeitadas as condições gerais do paciente e as
    precauções do produto.

    Interações Medicamentosas:
    Medicamentos contento salicilatos, colchicina, aminoglicosídeos, clorafenicol, anticonvulsivantes, assim como suplementos de potássio, podem diminuir a absorção intestinal de vitamina B12. O uso concomitante de carbamazepina e nicotinamida ( vitamina B3 ) pode causar um aumento da quantidade de carbamazepina no sangue.
    Pacientes parkinsonianos em tratamento com levodopa não devem tomar este produto. A associação levodopa com
    beserazida ou carbidopa não sofre interferência dessa vitamina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, e como por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser conservado em sua embalagem original em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Armazenado nestas condições o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação indicada na embalagem. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas e organolépticas do produto: Solução límpida de coloração amarela, isenta de partículas estranhas, com sabor e odor característico de laranja. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das criança.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia
    Crianças: 2 a 3 colheres de sopa (15 ml) diariamente, ou segundo prescrição médica.
    Adultos: 3 a 5 colheres de sopa (15 ml) diariamente, ou segundo prescrição médica.
    RECALPLEX deve ser ingerido com água ou um pouco de líquido.
    Cuidados de administração: Tomar o medicamento de preferência durante as refeições.
    Durante o tratamento, recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do
    farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a
    necessidade de suplementação. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações-Adversas:
    RECALPLEX geralmente é muito bem tolerado, porém reações alérgicas é relacionadas a sensibilidade aos componentes da fórmula não são impossíveis de ocorrer. Caso ocorram reações desagradáveis com o uso do produto, informe seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém tomar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Superdosagem:
    Não há relatos de superdosagem com RECALPLEX.
    Não existe antídoto específico. A ingestão de grande quantidade de RECALPLEX deve ser tratada com a imediata eliminação do produto, através da indução do vômito e lavagem gástrica. Além disso, quando indicado, devem ser tomadas medidas auxiliares de apoio, tais como reposição de fluidos e eletrólitos, manutenção das vias aéreas livres e monitorização do funcionamento dos órgãos vitais. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

    III – DIZERES LEGAIS

    Registro MS 1.0715.0035.001-5
    Farm. Resp.: Wilson Colombo – CRF – SP nº 7.878 Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica Cazi Química Farmacêutica Indústria e Comércio Ltda.
    Rua Antônio Lopes, 17 – Jandira – SP
    CEP 06612-090 – Tel. (11) 4707-5155
    CNPJ nº 44.010.437/0001-81
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800-7706632
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em ( 20/06/2011)

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  • Cálcio 24.07.2014 No Comments

    calcichell-e-indicado-como-complemento-nutricional-e-terapeuticoCalcichell

    Cálcio aminoácido quelato

    Apresentações:

    Pó Oral Instantâneo: Caixa com 4, 8,15 e 30 envelopes contendo 3,5g de pó oral (250mg de cálcio elementar como cálcio aminoácido quelato).
    Pó Oral Instantâneo: Caixa com 4, 8,15 e 30 envelopes contendo 7,0g de pó oral (500mg de cálcio elementar como cálcio aminoácido quelato).
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Pó Oral Instantâneo: cada envelope de 3,5g contém: cálcio elementar (como cálcio aminoácido quelato) …………………………………………………………… 250,00mg
    Excipientes: ácido cítrico,bicarbonato de sódio,aspartamo e manitol. Pó Oral Instantâneo: cada envelope de 7,0g contém: cálcio elementar (como cálcio aminoácido quelato) ……………………………………………………………. 500,00mg
    Excipientes: ácido cítrico, bicarbonato de sódio, aspartamo e manitol.

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é indicado como complemento nutricional e terapêutico, podendo ser utilizado em situações de prevenção da baixa densidade óssea (nas crianças), hipocalcemia (diminuição do cálcio no sangue em recém-nascidos e adolescentes), raquitismo (enfraquecimento ósseo), prevenção de cáries dentárias, complemento nutricional para uma adequada formação óssea, tratamento auxiliar para desmineralização óssea e osteomalácia (perda de massa e força óssea), suplemento de cálcio na gestação e lactação.

    Como este medicamento funciona?

    Participa da formação do tecido ósseo e da dentina durante o período de crescimento, além de intervir ativamente em outros processos de vital importância para o corpo humano.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com antecedentes de hipersensibilidade (alergia) ao cálcio aminoácido quelato ou qualquer constituinte da fórmula e nos casos de aumento de cálcio no sangue e na urina. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Este medicamento contém aspartamo. Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Evitar que se ultrapasse a dosagem maior que 4000 mg/dia, uma vez que podem produzir cálculo (pedra) renal em pessoas suscetíveis, hipercalcemia (aumento de cálcio no sangue) , síndrome do leite álcali, deficiência de ferro e constipação intestinal (laxativo). A utilização deste medicamento em pacientes que estão sendo medicados com bloqueadores dos canais de cálcio deve ser criteriosamente avaliado pelo médico, pois, pode haver interferência na eficácia destes medicamentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde ,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) e protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O medicamento é um pó de coloração branca, com odor característico e sem sabor. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Tomar sempre junto às principais refeições, já que o cálcio é melhor absorvido em meio ácido.

    Lactentes (0 a 11 meses):

    Recomenda-se a ingestão diária de 500 mg de cálcio.

    Crianças de 1 a 10 anos:

    Recomenda-se a ingestão diária de 750 mg de cálcio.

    Adultos:

    Recomenda-se a ingestão diária de 1500 mg de cálcio. As doses sugeridas podem ser aumentadas a critério médico, de acordo com a necessidade do paciente. Siga corretamente o modo de usar. Em casos de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Até o momento não se tem relatos de reações adversas. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A ingestão de grandes quantidades deste medicamento pode, eventualmente, causar sintomas gerais gastrintestinais e riscos de hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue). É recomendado o esvaziamento gástrico seguido de hiper-hidratação para diminuir a absorção e acelerar, posteriormente, a eliminação do excesso de cálcio absorvido. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    M.S. nº 1.1861.0055
    Farm. Resp.: Dra. Amanda Públio Lee – CRF – SP nº 37.152
    Registrado por: Ativus Farmacêutica Ltda
    Rua Emílio Mallet, 317 • Sala 1005 • Tatuapé • CEP: 03320-000 • São Paulo-SP
    CNPJ: 64.088.172/0001-41
    Fabricado por: Ativus
    Farmacêutica Ltda
    Rua Fonte Mécia, 2.050 •
    Caixa Postal 489 •
    CEP: 13273-900• Valinhos – SP
    CNPJ: 64.088.172/0003-03 • Indústria Brasileira
    Comercializado por: Arese Pharma Distr. de Med. Ltda – ME.
    Rua José Leal Fontoura, 332 • Sala 1 • Centro • CEP: 83414-190 • Colombo-PR
    CNPJ: 14.812.380/0001-73 • SAC: 0800 770 79 70
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica

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  • Keroxime-e-um-antibiotico-substancia-que-mata-bacterias-ou-impede-sua multiplicação-de-largo-espectro

    Keroxime®

    cefuroxima sódica

    Apresentação:

    Keroxime® (cefuroxima) 750 mg: frasco-ampola contendo 750 mg de cefuroxima na forma de pó para solução injetável. Embalagem contendo 50 frascos-ampola. Via Intramuscular ou Intravenosa. Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Keroxime® (cefuroxima) 750 mg: cada frasco-ampola contém 789 mg de cefuroxima sódica equivalente a 750 mg de cefuroxima. Cada frasco-ampola contém aproximadamente 42 mg de sódio (1,8 mEq).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Keroxime® é um antibiótico (substância que mata bactérias e/ou impede sua multiplicação) de largo espectro,indicado para o tratamento de infecções, antes mesmo da identificação da bactéria ou quando esta se mostra suscetível à cefuroxima.
    As indicações incluem:
    – Infecções respiratórias, como: bronquites aguda e crônica, alargamento ou distorção dos brônquios, pneumonia bacteriana, infecção pulmonar com formação de cavidade e infecções pós-operatórias do tórax.
    – Infecções do ouvido, nariz e garganta, como: sinusite, infecção nas amídalas, faringite e otite média.
    – Infecções do sistema urinário, como: infecção do trato urinário aguda e crônica que atinge o rim, infecção na bexiga e presença, sem sintomas, de bactéria na urina.
    – Infecções de tecidos moles, como: celulite (inflamação do tecido celular subcutâneo), infecção de pele causada por bactérias e infecções de feridas.
    – Infecções de juntas e ossos, como: inflamação óssea e das articulações.
    – Infecções ginecológicas, obstétricas e doenças inflamatórias pélvicas.
    Gonorreia, particularmente quando a penicilina não é adequada.
    – Outras infecções, incluindo sepse (resposta inflamatória do corpo à infecção no sangue por microrganismos),meningite e peritonite (inflamação do peritônio, membrana que reveste internamente o abdômen).
    – Prevenção contra infecção nas cirurgias abdominal, pélvica, ortopédica, cardíaca, pulmonar, esofágica e vascular,nas quais existe elevado risco de infecção.

    Como este medicamento funciona?

    A cefuroxima, substância ativa de Keroxime®, atua eliminando as bactérias e impedindo sua multiplicação. Como Keroxime® é rapidamente absorvido, espera-se que o início de ação do medicamento seja imediatamente após a sua administração.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar este medicamento caso tenha hipersensibilidade (alergia) a antibióticos cefalosporínicos (derivados de fungos do gênero Cephalosporium). Converse com seu médico antes de utilizar Keroxime®.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você já teve reação alérgica à penicilina ou a outros betalactâmicos, comunique seu médico. Informe seu médico caso você faça uso de outros medicamentos, como furosemida ou outros diuréticos. A função dos rins deve ser monitorada nestes pacientes, nos idosos e naqueles com disfunção renal pré-existente. Assim como acontece com outros antibióticos, o uso de Keroxime® pode resultar no crescimento de
    Candida (tipo de fungo). Seu uso prolongado pode também resultar no crescimento de outros microrganismos não suscetíveis, o que pode requerer a interrupção do tratamento. Em situações muito raras, medicamentos como Keroxime® podem causar inflamação do colón (intestino grosso),causando diarreia, geralmente com sangue e muco, dor estomacal e febre. Caso você apresente esses sintomas,procure o seu médico imediatamente. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Não foram reportados. Gravidez e lactação,Embora não haja evidência de efeitos nocivos ao feto com o uso de Keroxime®, deve-se ter precaução, como com qualquer medicamento, quando de seu uso em mulheres nos estágios iniciais da gestação. A cefuroxima é excretada no leite materno, portanto, deve-se administrar Keroxime® com cautela em mulheres que estejam amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    Assim como acontece com outros antibióticos,Keroxime® pode afetar a flora intestinal, resultando em redução da eficácia dos medicamentos para evitar gravidez. Pode ser observada ligeira interferência nos métodos baseados na redução do cobre, sem induzir, contudo, a resultados falso-positivos, como pode ocorrer com outras cefalosporinas. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de armazenamento: Os frascos devem ser armazenados na embalagem original a temperatura ambiente (15ºC a 30ºC) e protegidos da luz. Número do lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Depois de preparado, este medicamento pode ser utilizado em até 3 (três) horas, se conservado em temperatura
    ambiente (15ºC a 30ºC), e por até 48 horas, se mantido sob refrigeração (2ºC a 8ºC). Após preparo, manter em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC) por até 3 (três) horas ou manter sob refrigeração (2ºC a 8ºC) por até 48 horas.

    Aspectos físicos / Características organolépticas:

    Pó branco a ligeiramente amarelado. Durante o período de conservação, a cor das soluções ou das suspensões pode tornar-se mais intensa. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso: Administração intramuscular (pelo músculo): adicionar ao Keroxime® 3 mL de água para injetáveis. Agitar delicadamente até que se forme uma suspensão opaca. Administração intravenosa (pela veia): dissolver Keroxime® em 8 mL de água para injetáveis. Infusão intravenosa: dissolver Keroxime® em 8 mL de água para injetáveis. A seguir, a solução reconstituída deve ser adicionada a 50 ou 100 mL de um líquido para infusão compatível. Estas soluções podem ser administradas diretamente na veia ou introduzidas em uma entrada apropriada do equipamento de perfusão, caso o paciente esteja recebendo líquidos por via parenteral. Posologia: Recomendações gerais Adultos: muitas infecções respondem ao tratamento com 750 mg de Keroxime® três vezes ao dia (de 8 em 8 horas), através de injeções intramusculares ou intravenosas. Para infecções de maior gravidade, a dose poderá ser elevada para 1,5 g três vezes ao dia (de 8 em 8 horas), por via intravenosa. A frequência das injeções intramusculares ou intravenosas pode ser aumentada, se necessário, para quatro administrações diárias (a cada 6 horas), somando doses diárias totais de 3g a 6 g. Lactentes e crianças: 30 a 100 mg/kg/dia, divididos em três ou quatro doses. A dose de 60 mg/kg/dia é normalmente satisfatória para a maioria das infecções. Recém-nascidos: 30 a 100 mg/kg/dia divididos em duas ou três doses. Nas primeiras semanas de vida, a meia-vida sérica da cefuroxima (tempo necessário para que metade da substância seja removida do organismo) pode ser três a cinco vezes a observada no adulto. Gonorreia: Adultos: administrar uma dose única de 1,5 g, em duas injeções por via intramuscular de 750 mg em locais de aplicação diferentes, como, por exemplo, em cada nádega. Meningite: Keroxime® é adequado como terapia única na meningite bacteriana devido à suscetibilidade das linhagens. Adultos: 3 g I.V. de 8 em 8 horas. Lactentes e crianças: 150-250 mg/kg/dia I.V. divididos em três ou quatro doses. Recém-nascidos: 100 mg/kg/dia I.V. .Na prevenção da infecção: A dose usual é 1,5 g por via intravenosa com a indução da anestesia para cirurgias abdominais, pélvicas e ortopédicas. Esta dose pode ser suplementada com duas doses de 750 mg I.M. 8 (oito) e 16 horas após a primeira dose. Em cirurgias cardíacas, pulmonares, esofágicas e vasculares, a dose usual é 1,5 g I.V. com a indução da anestesia e complementada com 750 mg I.M. três vezes ao dia nas próximas 24 a 48 horas. Na cirurgia de substituição completa de articulação, o pó seco pode ser misturado com o conteúdo do material utilizado para a cirurgia (metacrilato) antes de adicionar o monômero líquido. Na terapia sequencial: Adultos: a duração, tanto da terapia parenteral quanto da oral, é determinada pela gravidade da infecção e pelo estado clínico do paciente. Pneumonia: 1,5 g de Keroxime®, duas ou três vezes ao dia, por via intramuscular ou intravenosa, por um período de 48-72h,seguida por uma dose de 500 mg duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas), do éster axetilcefuroxima, por via oral,por um período de 7-10 dias. Exacerbações agudas de bronquite crônica 750 mg de Keroxime® , duas ou três vezes ao dia, por via intramuscular ou intravenosa, por um período de 48-72h;seguida por 500 mg duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) do éster axetilcefuroxima, por via oral, por 5-10 dias. Na insuficiência renal (dos rins). A exemplo dos demais antibióticos eliminados pelos rins, nos pacientes portadores de insuficiência renal importante recomenda-se reduzir a dose de Keroxime® a fim de compensar a excreção mais lenta. Não é necessário reduzir a dose padrão (750 mg; 1,5 g três vezes ao dia – de 8 em 8 horas). Nos casos de insuficiência renal importante (velocidade de eliminação de creatinina de 10 – 20 mL/min), são recomendados 750 mg duas vezes ao dia e, nos casos de insuficiência renal grave (velocidade de eliminação de creatinina < 10 mL/min), uma única dose diária de 750 mg será satisfatória. Nos pacientes sob hemodiálise deve-se administrar uma dose suplementar de 750 mg I.M ou I.V ao final de cada procedimento. Em adição ao uso parenteral, a cefuroxima pode ser incorporada ao fluido de diálise peritoneal (geralmente 250 mg para cada dois litros de fluido de diálise). Para pacientes com falência renal em hemodiálise arteriovenosa contínua ou hemofiltração de alto fluxo em unidades de terapia intensiva, são apropriadas doses de 750 mg duas vezes ao dia. Para hemofiltração de baixo fluxo siga a dosagem recomendada para insuficiência renal. Posologia de Keroxime® para adultos com insuficiência renal clearance de creatinina. Dose máxima,10-20 mL/min (insuficiência renal importante) 750 mg duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) (insuficiência renal grave) 750 mg uma vez ao dia (a cada 24 horas). Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Keroxime® só deve ser utilizado sob supervisão médica. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    As categorias de frequência utilizadas para classificar as reações adversas abaixo são estimativas, já que para a maioria das reações não existem dados suficientes disponíveis para se calcular a incidência. Além disso, a incidência das reações adversas associadas ao Keroxime® pode variar de acordo com a indicação. Dados de estudos clínicos foram usados para determinar a frequência das reações adversas de muito comum a raras. As frequências utilizadas para todos os outros efeitos indesejáveis (por exemplo, os que ocorrem <1/1000),foram determinadas principalmente utilizando-se dados de pós-comercialização, e se referem à taxa de relatos em vez da frequência real. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição das células de defesa do organismo (neutrófilos), aumento da quantidade de eosinófilos (células brancas) no sangue; aumento transitório das enzimas do fígado (pode ocorrer, particularmente em pacientes com doença no fígado pré-existente, mas não existem evidências de dano ao órgão); reações no local da injeção, que podem incluir dor e formação de pequeno coágulo no local (dor no local de administração da injeção intramuscular é mais provável em altas doses. Entretanto, é improvável que este seja um motivo para descontinuar o tratamento). Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição das células brancas do sangue (células de defesa), redução da quantidade de células vermelhas do sangue, teste de Coomb’s positivo; erupção na pele, coceira; desconforto no estômago e/ou intestino; aumento transitório da bilirrubina (pode ocorrer, particularmente em pacientes com doença no fígado pré-existente, mas não existem evidências de dano ao órgão). Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): crescimento de Candida (tipo de fungo); redução do número de células de coagulação (plaquetas); febre medicamentosa. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): número inadequado de glóbulos vermelhos circulantes; processo inflamatório dos rins, reação alérgica severa, inflamação dos vasos sanguíneos da pele; irritação do intestino; distúrbio da pele resultante de reação alérgica, reação cutânea grave tóxica, Síndrome de Stevens-Johnson; elevações na creatinina sérica, elevações no nitrogênio (ureia) sanguíneo, redução da velocidade de eliminação de creatinina pela urina. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A superdosagem de cefalosporinas pode causar irritação cerebral e levar a convulsões. Os níveis de Keroxime® no organismo podem ser reduzidos através do procedimento de diálise (filtragem) no peritônio ou no sangue. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Registro MS nº 1.5562.0011
    Farm. Resp.:Sidnei Bianchini Junior – CRF-SP n° 63.058
    Antibióticos do Brasil Ltda
    Rod. Professor Zeferino Vaz – SP-332, Km 135 – Cosmópolis – SP.
    CNPJ 05.439.635/0001-03
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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    labirin-e-destinado-ao-tratamento-sintomatico-da-tontura

    Labirin®

    dicloridrato de betaistina

    Forma Farmacêutica:

    Comprimidos

    Apresentações:

    Comprimidos de 24 mg.
    Caixa com 30 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém:
    24 mg dicloridrato de betaistina ………………24mg Excipientes* qsp ………………………….1 comprimido*Excipientes: Lactose, Amido, Polivinilpirrolidona K30, Fosfato tricálcico, Dióxido de silício coloidal,Estearato de magnésio, Croscarmelose sódica.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento é Indicado?

    Este medicamento é destinado ao: – Tratamento sintomático da tontura – Tratamento da Síndrome de Menière caracterizada pelos sintomas: vertigem (com náusea e vômito),perda de audição e zumbido.

    Como Este Medicamento Funciona?

    LABIRIN® (dicloridrato de betaistina) melhora os sintomas de vertigem e zumbido. Esta melhora pode ser observada após algumas semanas de tratamento.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento?

    Você não deve utilizar LABIRIN® nos seguintes casos: alergia à betaistina ou a algum dos componentes da formulação,úlceras do estômago ou do duodeno e em pacientes que sofram de Feocromocitoma.

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?

    Nos asmáticos a administração de LABIRIN® exige um acompanhamento cuidadoso devido ao risco de ocorrer broncoconstrição (falta de ar).
    Os comprimidos devem ser administrados junto às refeições para prevenir a ocorrência de cólicas gástricas.

    Gravidez e Amamentação:

    Não é recomendado o uso de betaistina durante a gestação e a lactação. Não foram descritas, até o momento, alterações na fertilidade ou potencial carcinogênico, embora a droga esteja sendo utilizada há cerca de 30 anos na Europa. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista.

    Pacientes Idosos:

    As doses e cuidados para pacientes idosos são as mesmas recomendadas para os adultos.

    Interações medicamentosas:

    Não há relatos de interações medicamentosas em seres humanos. Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Você deve manter os comprimidos em sua embalagem original,na temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC),protegidos da luz e umidade. O prazo de validade de LABIRIN® é de 24 meses após a data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. LABIRIN® comprimido de
    24mg é circular branco e levemente amarelado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Uso Adulto:

    A dose recomendada é de 1 comprimido de 24 mg, por via oral, a cada 24 horas (24 mg/dia). A administração deve ser feita, de preferência, após a ingestão de alimentos.

    Limite máximo diário:

    A dose máxima é de 48 mg/dia em doses divididas.

    Duração do tratamento:

    A duração recomendada do tratamento é de 2 a 3 meses a ser repetido de acordo com a melhora dos sintomas. A betaistina não é indicada para um tratamento de crises, mas para um tratamento prolongado,a ser mantido ou interrompido de acordo com a melhora da doença. Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O tratamento com LABIRIN® pode durar meses, de forma contínua ou descontínua Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar os sintomas. Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    Pacientes Idosos:

    As doses e cuidados para pacientes idosos são as mesmas recomendadas para os adultos.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento?

    Você deve tomar,sempre,um comprimido no horário previsto. Caso esqueça uma dose, não tome dois comprimidos de uma só vez para evitar dores estomacais. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou do cirurgião – dentista.

    Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    Durante o tratamento com LABIRIN® podem ocorrer reações indesejáveis, sendo as mais comuns: dores de estômago, náuseas e vômitos. Você deve tomar cuidado especial caso tenha sofrido de úlcera péptica. Muito raramente podem ocorrer reações como diarréia, dor de cabeça e sonolência. Informe ao seu médico, cirurgião – dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento,entrando em contato através do Centro de Atendimento ao Consumidor(CAC). “ATENÇÃO: Este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou
    desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião – dentista.”

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior Do Que A Indicada Deste Medicamento?

    Alguns pacientes apresentaram sintomas leves como náusea, sonolência e dor abdominal. Outras complicações mais sérias como convulsão, problemas cardíacos e pulmonares foram observados em casos de dosagem intencional, combinada com outros medicamentos em altas dosagens.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº 1.0118.0596
    Farmacêutica Responsável: Renata Maura no Oetterer Rocha – CRF SP nº 52341
    Registrado e Fabricado por APSEN FARMACÊUTICA S/A
    Rua La Paz, nº 37/67 – São Paulo – SP
    CNPJ 62.462.015/0001 – 29
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Centro de Atendimento ao Consumidor: 0800 16 5678
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    INDOCID®

    (indometacina), MSD

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    INDOCID® é apresentado sob a forma farmacêutica de:Cápsulas: Caixa contendo frasco com 30 cápsulas de 25 mg ou 50 mg.
    Supositório: Caixa contendo 10 supositórios de 100 mg.

    Composição:

    Cada cápsula de INDOCID® contém 25 mg ou 50 mg de indometacina.Excipientes: lecitina, lactose, dióxido de silício coloidal e estearato de magnésio.Cada supositório de INDOCID® contém 100 mg de indometacina.Excipientes: hidroxianizol butilado, hidroxitolueno butilado, ácido etilenodiamino tetracético, glicerina,polietileno glicol e água purificada.
    Uso Adulto

    Informações ao Paciente:

    INDOCID® é um medicamento antiinflamatório com efeito analgésico e anti-febril.Mantenha a embalagem fechada, conservar em temperatura ambiente, protegida da luz e umidade. Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto.
    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Para minimizar a possibilidade de distúrbios
    gastrintestinais é recomendado que INDOCID® seja tomado com alimentos ou com antiácidos. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. As contra-indicações ao uso de INDOCID® são hipersensibilidade aos componentes do produto, uso na gravidez e na amamentação.

    NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA
    SAÚDE.

    Informação Técnica:

    INDOCID® é um medicamento antiinflamatório não esteróide altamente eficaz, com pronunciadas atividades analgésicas e antipiréticas.A indometacina é uma potente inibidora da síntese de prostaglandinas in vitro. As concentrações alcançadas durante o tratamento demonstraram ser eficazes in vivo. A indometacina tem mostrado ser um eficaz agente antiinflamatório, apropriado para uso a longo prazo na artrite reumatóide, na espondilite anquilosante e na osteoartrite. A indometacina proporciona alívio dos sintomas, porém não altera o curso progressivo da doença
    subjacente.INDOCID® tem se mostrado eficaz no alívio da dor, na redução da febre, do edema, da hiperemia e da hiperestesia da artrite gotosa aguda. O efeito inibitório da prostaglandina proporcionado por INDOCID® mostrou ser útil no alívio da dor e dos sintomas associados à dismenorréia.

    Indicações:

    •Nos estados ativos de: artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil moderada a severa, osteartrite,artropatia degenerativa do quadril, espondilite anquilosante e artrite gotosa aguda.
    •Distúrbios músculo-esqueléticos agudos, como bursite, tendinite, sinovite, tenossinovite, capsulite do ombro, entorses e distensões.
    Lombalgia (comumente referida como lumbago), febre (como adjunto a curto prazo da terapia específica),inflamação, dor, trismo e edema após procedimentos odontológicos.
    •Inflamação, dor e edema após procedimentos cirúrgicos ortopédicos e procedimentos não cirúrgicos associados com redução e imobilização de fraturas ou deslocamentos.
    • Dor e sintomas associados da dismenorréia primária.

    Contra-Indicações:

    INDOCID® não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente deste produto.Pacientes com crises asmáticas agudas, urticária ou rinite precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou outro antiinflamatório não esteróide. Assim como outros agentes antiinflamatórios, a indometacina pode mascarar os sinais e sintomas da úlcera péptica. Como a indometacina “per se” pode causar ulceração péptica ou irritação no trato gastrointestinal, ela não deve ser administrada a pacientes com doença péptica ativa ou com história recorrente de ulceração gastrointestinal. INDOCID® supositórios são contra-indicados em pacientes com história de proctite ou sangramento retal recente.
    Uso na gestação e em nutrizes: A administração de INDOCID® não é recomendada durante a gestação ou lactação. INDOCID® é secretado no leite materno. Os efeitos conhecidos dos medicamentos desta classe nos fetos humanos durante o 3º trimestre da gravidez são obstrução dos ductos arteriosos, disfunção plaquetária com conseqüente hemorragia, disfunção ou insuficiência renal com oligohidrâmnio, hemorragia ou perfuração gastrointestinal e mudanças degenerativas miocárdicas.

    Precauções:

    Com o avançar da idade, parece aumentar a possibilidade de reações adversas , INDOCID® deve ser usado com maior cuidado nos pacientes idosos. Não foram estabelecidas as condições de segurança para uso em crianças com menos de dois anos de idade. As crianças devem ser rigorosamente acompanhadas. Devem ser realizadas avaliações periódicas da função hepática em intervalos apropriados. Casos de hepatoxicidade, incluindo óbitos, foram relatados. Efeitos no sistema nervoso central: Cefaléia, algumas vezes acompanhada por aturdimento ou tonturas,pode ocorrer geralmente no início do tratamento com indometacina. Embora a gravidade desses efeitos raramente requeira interrupção da terapia, se a cefaléia persistir, apesar da redução posológica, a terapia com indometacina deve ser interrompida. Os pacientes devem ser alertados que poderão ter tonturas e nesse caso não devem dirigir veículos motorizados e devem evitar atividades potencialmente perigosas que
    requeiram estado de alerta. A indometacina deve ser usada com cautela em pacientes com distúrbios psiquiátricos, epilepsia ou parkinsonismo, já que pode, em alguns casos, tender a agravar essas afecções. Efeitos gastrintestinais: Por causa da ocorrência e, às vezes, da severidade das reações gastrintestinais, os riscos de continuar a terapia com INDOCID® em face desses sintomas devem ser confrontados com os possíveis benefícios para cada paciente.Ulcerações únicas ou múltiplas, incluindo perfuração e hemorragia do esôfago, estômago, duodeno ou intestino delgado foram relatados ocorrer com INDOCID®. Foram relatados óbitos em alguns casos.Raramente ulceração intestinal tem sido associada com estenose e obstrução. Hemorragia gastrintestinal sem ulceração bem definida e perfuração de lesões pré-existentes no sigmóide (divertículo, carcinoma, etc)tem ocorrido. Aumento da dor abdominal em pacientes com colite ulcerativa ou desenvolvimento de colite ulcerativa e ileíte regional tem sido relatado como ocorrência rara. Os efeitos gastrintestinais podem ser reduzidos pela administração de formulações orais do medicamento imediatamente após refeições, com alimentos ou com antiácidos.Efeitos cardiovasculares: Foi observada a retenção hídrica e edema periférico em alguns pacientes usando INDOCID®. Portanto, assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides, INDOCID® deve ser usado com cautela em pacientes com disfunção cardíaca, hipertensão, ou outras condições que predisponham a retenção hídrica.Supositórios: Tem sido relatados ocasionalmente tenesmo e irritação da mucosa retal com o uso de INDOCID® supositórios.

    Infecções:

    Igualmente a outros medicamentos antiinflamatórios, analgésicos e antipiréticos, a indometacina possui o potencial de mascarar os sinais e sintomas que comumente acompanham as doenças infecciosas.O médico deve estar alerta sobre essa possibilidade para evitar demora indevida no início do tratamento apropriado da infecção. A indometacina deve ser usada com cautela em pacientes com infecção existente,porém não controlada.

    Efeitos oculares:

    Depósitos na córnea e distúrbios na retina, inclusive na mácula, foram observados em alguns pacientes que receberam terapia prolongada com INDOCID®. O médico deve estar alerta para a possível associação entre estas alterações observadas e a terapia com INDOCID®, contudo, tem sido
    observadas alterações oculares semelhantes em pacientes com artrite reumatóide que não receberam indometacina. É recomendável interromper a terapia se tais alterações forem observadas. Visão embaçada pode ser um sintoma significativo e indica a necessidade de detalhado exame oftalmológico. Já que essas alterações podem ser assintomáticas, o exame oftalmológico a intervalos periódicos é recomendável em pacientes sob terapia prolongada.

    Agregação plaquetária:

    INDOCID®, como ocorre com outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, pode inibir a agregação plaquetária. Esse efeito é de duração mais curta do que o observado com ácido acetilsalicílico e geralmente desaparece em 24 horas após a interrupção de INDOCID®. INDOCID® tem
    mostrado prolongar o tempo de sangramento (porém dentro da faixa normal) em pacientes normais. Como esse efeito pode estar exacerbado em pacientes com defeitos hemostáticos subjacentes, INDOCID® deve ser usado com cautela em pessoas com problemas de coagulação.

    Função renal:

    Assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides, houve relatos de nefrite intersticial aguda com hematúria, proteinúria e,ocasionalmente, síndrome nefrótica em pacientes recebendo indometacina a longo prazo. Em pacientes com fluxo plasmático renal reduzido, quando as prostaglandinas renais têm um papel importante na manutenção da perfusão renal, a administração de um antiinflamatório não-esteróide pode precipitar a descompensação renal. Pacientes com maiores riscos são aqueles com disfunção hepática ou renal, diabetes mellitus, idade avançada, depleção de volume extracelular,insuficiência cardíaca congestiva, infecção ou uso concomitante de qualquer droga nefrotóxica.Antiinflamatórios não-esteróides devem ser dados com cautela e a função renal monitorizada em qualquer paciente que possa ter reserva renal diminuída. A descontinuação do antiinflamatório é geralmente seguida de reversão ao estado pré-tratamento. Aumentos na concentração do potássio sérico, incluindo hipercalemia, foram observados em alguns pacientes sem disfunção renal. Em pacientes com função renal normal, estes efeitos foram atribuídos a um estado de hipoaldosteronismo-hiporreninêmico (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). Como INDOCID® é eliminado primariamente pelos rins, os pacientes com função renal gravemente alterada devem ser monitorizados cuidadosamente; uma posologia diária menor deve ser usada para evitar o acúmulo excessivo de droga.

    Exames Laboratoriais:

    Como ocorre com outros antiinflamatórios não-esteróides, podem ocorrer elevações limítrofes de um ou mais testes hepáticos. Elevações significativas (3 vezes o limite superior do normal) de TGP (ALT) ou TGO (AST) ocorreram em ensaios clínicos controlados em menos de 1% dos pacientes recebendo terapia com antiinflamatórios não-esteróides. Um paciente com sintomas e/ou sinais indicando disfunção hepática, ou no qual ocorreu teste hepático anormal, deve ser avaliado quanto à evidência de desenvolvimento de reação mais severa, durante terapia com INDOCID®. Se os testes hepáticos anormais persistirem ou piorarem, se sinais e sintomas clínicos coerentes com hepatopatia se desenvolverem, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (p. ex., eosinofilia, exantema, etc.), a terapia deve ser interrompida.Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão de Dexametasona (TSD) em pacientes tratados com INDOCID®. Desta maneira, resultados do TSD deverão ser interpretados com cautela nestes pacientes.

    Interações Medicamentosas:

    Ácido acetilsalicílico: o uso concomitante com ácido acetilsalicílico ou outros salicilatos não é recomendado.Estudos clínicos controlados demonstraram que o uso concomitante de INDOCID® e ácido acetilsalicílico não aumenta o efeito terapêutico quando comparado ao uso isolado de INDOCID®. Além disso, em um destes estudos clínicos, a incidência de reações adversas gastrintestinais foi significativamente mais elevada com a terapia concomitante. Em um estudo em voluntários normais, foi demonstrado que a administração simultânea de 3,6 g de ácido salicílico por dia diminui os níveis sanguíneos de indometacina em aproximadamente 20 %.

    Diflunisal:

    O uso combinado de INDOCID® e diflunisal foi associado a hemorragia gastrintestinal fatal. A administração conjunta de diflunisal e INDOCID® resulta em aumento de 30 – 35% nos níveis plasmáticos de indometacina e diminuição concomitante da depuração renal de indometacina e seu conjugado. Portanto,INDOCID® e diflunisal não devem ser usados concomitantemente.

    Anticoagulantes:

    Estudos clínicos tem mostrado que INDOCID® não influenciou a hipoprotrombinemia produzida por anticoagulantes em pacientes e em indivíduos normais. Entretanto, quando qualquer outro medicamento, inclusive INDOCID®, for acrescentado ao tratamento de pacientes sob terapia anticoagulante,o paciente deve ser cuidadosamente observado quanto a alterações do tempo de protrombina.

    Probenecida:

    Quando INDOCID® é administrado a pacientes que estão recebendo probenecida, é provável que os níveis plasmáticos de indometacina aumentem. Portanto, posologia diária total menor de INDOCID® pode produzir efeitos terapêuticos satisfatórios. Nessas circunstâncias aumentos na dose de INDOCID® devem ser cautelosos.

    Metotrexato:

    Deve-se ter precaução quando INDOCID® for administrado simultaneamente com metotrexato.Tem sido relatado que INDOCID® diminui a secreção tubular de metotrexato e potencializa sua toxicidade.

    Lítio:

    Indometacina 50 mg três vezes por dia produziu elevação clinicamente relevante do lítio plasmático e redução no clearance renal do lítio em pacientes psiquiátricos e em pessoas normais, com concentração plasmática de lítio estabilizada. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese de prostaglandinas. Como conseqüência, quando a indometacina e o lítio são administrados simultaneamente, o paciente deve ser cuidadosamente observado quanto aos sinais de toxicidade do lítio. (Consultar as informações dos preparados de lítio antes de usar essa terapia simultânea). Além disso, a freqüência do controle das concentrações séricas de lítio deve ser aumentada quando for dado início ao tratamento medicamentoso
    combinado.

    Diuréticos:

    Em alguns pacientes, a administração de INDOCID® pode reduzir os efeitos diuréticos,natriuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos de alça, poupadores de potássio e tiazídicos. Portanto,quando INDOCID® e diuréticos forem usados concomitantemente, o paciente deve ser observado com cautela, a fim de se determinar se o efeito desejado do diurético é obtido.INDOCID® reduz a atividade plasmática basal da renina (PRA) e também as elevações da PRA induzidas pela administração de furosemida ou pela depleção de sal ou volume. Estes fatos devem ser considerados
    quando se avalia a atividade plasmática da renina em pacientes hipertensos. Insuficiência renal aguda reversível foi relatada em dois de quatro voluntários normais que tiveram triantereno adicionado a um esquema de manutenção de INDOCID®. INDOCID® e triantereno não devem ser administrados concomitantemente. INDOCID® e diuréticos poupadores de potássio podem, isoladamente, estar associados a aumentos dos
    níveis plasmáticos de potássio. Os efeitos potenciais de INDOCID® e diuréticos poupadores de potássio na cinética do potássio e função renal devem ser considerados quando estes agentes forem administrados concomitantemente. A maior parte dos efeitos acima descritos relacionados aos diuréticos tem sido, pelo menos em parte, atribuídos a mecanismos envolvendo a inibição da síntese de prostaglandinas pelo INDOCID®.

    Ciclosporina:

    A administração de medicamentos antiinflamatórios não esteróides concomitantemente com a ciclosporina tem sido associada ao aumento da toxicidade induzida pela ciclosporina, possivelmente atribuída a um decréscimo da síntese renal da prostaciclina.Antiinflamatórios não esteróides devem ser usados com precauções em pacientes que estejam usando ciclosporina e a função renal deve ser monitorada cuidadosamente.

    Digoxina:

    INDOCID® utilizado concomitantemente com a digoxina, tem sido reportado aumentar a concentração de digoxina no soro e aumento de sua meia vida. Portanto, quando INDOCID® e digoxina são administrados concomitantemente, o nível de digoxina no soro deve ser rigorosamente monitorizado.Medicações Anti-hipertensivas: a co-administração de INDOCID® e alguns agentes anti-hipertensivos tem resultado em atenuação aguda do efeito hipotensivo destes últimos, atribuída, pelo menos em parte, à inibição da síntese de prostaglandinas pela indometacina. O prescritor deve, portanto, ter cuidado quando estiver considerando a administração de INDOCID® a um paciente que já esteja tomando um dos seguintes agentes anti-hipertensivos: um agente bloqueador alfa-adrenérgico (como prazosin), um inibidor de uma enzima conversora da angiotensina (como captopril ou lisinopril), um agente bloqueador beta-adrenérgico,um diurético (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Diuréticos) ou hidralazina.

    Fenilpropanolamina:

    Crises hipertensivas tem sido reportadas atribuídas exclusivamente à fenilpropanolamina oral e raramente à fenilpropanolamina administrada com INDOCID®. Este efeito aditivo é provavelmente atribuído, pelo menos em parte, à inibição da síntese de prostaglandina pela indometacina.
    Devem ser tomadas precauções quando INDOCID® e fenilpropanolamina são administrados concomitantemente.

    Reações Adversas:

    Sistema nervoso central: as reações adversas no sistema nervoso central associados à indometacina são cefaléia, tonturas,aturdimento,depressão, vertigem e fadiga (incluindo mal estar e dispersão). Reações relatadas infrequentemente compreendem confusão mental, ansiedade, síncope, sonolência, convulsões,coma, neuropatia periférica, fraqueza muscular, movimentos musculares involuntários, insônia e distúrbios psiquiátricos como despersonalização, surtos psicóticos e raramente parestesias, disartria, piora de epilepsia e parkinsonismo. Estes geralmente são transitórios e desaparecem frequentemente com a continuação do tratamento ou com redução da posologia. Entretanto, a severidade deles pode,ocasionalmente, requerer interrupção da terapia.

    Gastrintestinais:

    As reações gastrintestinais que ocorrem mais freqüentemente são náusea, anorexia,vômito, desconforto epigástrico, dor abdominal, constipação e diarréia. Outras reações que podem surgir são ulceração única ou múltipla de esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado ou grosso, incluindo perfuração e hemorragia, tendo sido relatados alguns óbitos; hemorragia do trato gastrintestinal sem ulceração definida; e dor abdominal aumentada, quando usado em pacientes com colite ulcerativa preexistente. Raramente foi relatada ulceração intestinal seguida por estenose e obstrução. Reações que ocorrem infrequentemente: estomatite, gastrite, flatulência, sangramento do cólon sigmóide-oculto ou de um
    divertículo; e perfuração de lesões de sigmóide preexistentes (divertículos, carcinoma).Outras reações adversas gastrintestinais que podem ou não ser causados pela indometacina compreendem colite ulcerativa e ileíte regional. Estudos no homem utilizando hemácias marcadas com cromo radiativo indicam que a posologia oral mais alta recomendada de indometacina (50 mg, quatro vezes ao dia) produz menos perda de sangue nas fezes que doses médias de ácido acetilsalicílico (600 mg, quatro vezes ao dia).

    Hepáticos:

    Reações hepáticas relatadas em raras ocasiões durante a terapia com indometacina são icterícia e hepatite. Alguns casos fatais foram reportados.
    Cardiovasculares-renais: reações cardiovasculares e renais que podem ocorrer infrequentemente na terapia com indometacina compreendem edema, elevação da pressão sangüínea, taquicardia, dor torácica, arritmia,palpitações, hipotensão, insuficiência cardíaca congestiva, elevação do nitrogênio ureico e hematúria.

    Hipersensibilidade:

    Reações de hipersensibilidade relatadas frequentemente são prurido, urticária, angiíte,eritema nodoso, exantemas, dermatite exfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme,necrólise tóxica de epiderme, perda de cabelo, distúrbios respiratórios agudos, rápida queda na pressão arterial assemelhando-se ao choque, anafilaxia aguda, edema angioneurótico, dispnéia repentina, asma e edema pulmonar.

    Hematológicos:

    Reações hematológicas que podem ocorrer infrequentemente durante a terapia com indometacina são leucopenia, petéquias ou equimoses, púrpura, anemia aplástica, anemia hemolítica,trombocitopenia e coagulação intra-vascular disseminada.Raramente têm sido relatadas agranulocitose e depressão da medula óssea, porém não foi estabelecida clara relação com indometacina. Alguns pacientes podem manifestar anemia secundária a sangramento gastrintestinal manifesto ou oculto.Portanto, são recomendadas determinações sangüíneas.

    Oculares:

    Visão embaçada, diplopia, dor orbital e periorbital podem ocorrer infrequentemente. Depósitos corneanos e distúrbios retinianos, inclusive os da mácula, têm sido relatados em alguns pacientes com artrite reumatóide sob terapia prolongada com INDOCID®. Alterações oculares semelhantes têm sido observadas em alguns pacientes com essa doença que não receberam INDOCID®.

    Otológicos:

    Zumbidos, distúrbios auditivos e raramente surdez tem sido relatados.

    Geniturinário:

    Raramente relatados proteinúria, síndrome nefrótica, nefrite intersticial e insuficiência renal.Outros: reações adversas variadas relatadas raramente durante a terapia com indometacina compreendem sangramento vaginal, hiperglicemia e glicosúria, hipercalemia, rubor e transpiração, epistaxes, alterações de mamas, incluindo aumento e hiperestesia ou ginecomastia; estomatite ulcerativa.As seguintes reações adversas locais foram associadas com o uso de INDOCID® supositórios: tenesmo,proctite, sangramento retal, ardor, dor, desconforto, prurido.

    Posologia e Administração:

    INDOCID® é disponível nas seguintes formas posológicas, para proporcionar máxima flexibilidade:
    • Cápsulas contendo 25 mg e 50 mg para administração por via oral.
    • Supositórios de 100 mg.
    A posologia recomendada de INDOCID® é de 50 mg a 200 mg diariamente e deve ser ajustada individualmente de acordo com a resposta e a tolerabilidade do paciente. Ao contrário de outros antiinflamatórios potentes, não é necessária dose inicial “de ataque” de INDOCID®. Nos distúrbios reumáticos crônicos, o procedimento de iniciar a terapia com baixas doses, aumentá-la gradualmente quando necessário e mantê-la por período adequado (é recomendado até 1 mês) proporcionará máximo benefício e minimizará reações adversas. Em pacientes com dor noturna persistente e/ou rigidez matinal,pode ser útil a dose de até 100 mg ao deitar-se para proporcionar alívio. Raramente é necessário exceder a
    posologia de 200 mg por dia. No tratamento da artrite gotosa aguda, a posologia diária recomendada é de 150 mg a 200 mg em doses fracionadas até que todos os sinais e sintomas desapareçam.Na dismenorréia primária, a posologia recomendada é de 75 mg diariamente em dose única ou dividida,administrada no início das cólicas ou do sangramento e continuado pelo período em que os sintomas geralmente perduram.
    Para minimizar a possibilidade de distúrbios gastrintestinais é recomendado que INDOCID® seja tomado com alimentos, leite ou com antiácidos.
    Artrite reumatóide juvenil (Uso pediátrico): Para crianças com dois anos de idade ou mais com artrite reumatóide juvenil, INDOCID® pode ser iniciado na posologia de 2 mg/kg/dia divididos em duas a três vezes por dia e aumentado semanalmente, se necessário, até o máximo de 4 mg/Kg/dia. A dose máxima diária não deve exceder a 200 mg ou 4 mg/kg, seja qual for o menor. Com a redução dos sintomas, a posologia diária total deve ser reduzida para o menor nível requerido para o controle sintomático, ou descontinuada.

    Superdosagem:

    Os seguintes sintomas podem ser observados após superdosagem: náuseas, vômitos, cefaléia intensa,aturdimento, confusão mental,desorientação ou letargia. Têm havido relatos de parestesias, tonturas e convulsões.O tratamento é sintomático e de suporte. O estômago deve ser esvaziado rapidamente, se a ingestão for recente. Se não ocorrerem vômitos espontaneamente, o paciente deve ser induzido a vomitar com xarope
    de ipeca. Se o paciente não conseguir vomitar, deve ser realizada lavagem gástrica. Com o estômago vazio,deve-se administrar 25 a 50 g de carvão ativado. Dependendo das condições do paciente, cuidados médicos e de enfermagem podem ser necessários. O paciente deve ser observado por vários dias, pois ulcerações gastrointestinais e hemorragias têm sido descritas como reações adversas da indometacina. O uso de antiácidos pode ser útil.

    “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”
    Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho
    Registro no M.S.: 1.0029.0170
    Farmacêutico Responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243
    INDOCID® supositórios:
    Produzido por:
    Merck Sharp & Dohme (Itália) S.p.A.
    Via Emilia, 21
    27100 Pavia, Itália
    Embalado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1161 – Sousas – Campinas – SP
    CNPJ 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira
    INDOCID® 25mg e 50mg:
    Produzido por:
    Merck Sharp & Dohme – Shotton Lane – Cramlington
    Northumberland NE23 3JU – United Kingdom
    Embalado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1161 – Sousas – Campinas – SP
    CNPJ 45.987.013/0003-04 – Indústria Brasileira
    Importado por:
    Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 815 – Sousas – Campinas – SP
    CNPJ 45.987.013/0001-34 – Indústria Brasileira
    ® Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA.
    IPC 0192
    MSD On Line 0800-0122232
    E-mail: online@merck.com
    www.msdonline.com.br

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  • Laxante 06.12.2012 No Comments

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    TAMARINE®
    Cassia angustifolia Vahl + Associações

    Apresentação :

    Cápsulas
    Embalagem contendo 20 cápsulas.
    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

    Composição :

    Cada cápsula contém:
    Cassia angustifolia Vahl. …………………………………………………………………… 240,00 mg
    (equivalente à 6 mg de senosídeos)
    Tamarindus indica L. ……………………………………………………………………… 11,70 mg
    (equivalente à 0,0585 mg de ácido tartárico)
    Cassia fistula L. ………………………………………………………………………. 11,70 mg
    (equivalente à 0,0065 mg de ácido transcinâmico)
    Coriandrum sativum L. ………………………………………………………………………. 5,40 mg
    (equivalente à 0,0008 mg de ácido clorogênico)
    Excipiente q.s.p. ………………………………………………………………………………… 270,00 mg
    (estearato de magnésio)
    Extrato Seco de Cassia angustifolia Vahl

    Nomenclatura Botânica Oficial:

    Cassia angustifolia Vahl

    Família:

    Fabaceae

    Nomenclatura Popular:

    Sena

    Parte da planta utilizada:

    Folhas
    Extrato Seco de Tamarindus indica L.

    Nomenclatura Botânica Oficial:

    Tamarindus indica L.

    Família:

    Fabaceae, Caesalpiniaceae

    Nomenclatura Popular:

    Tamarindo

    Parte da planta utilizada:

    Fruto
    Extrato Seco de Cassia fistula L.

    Família:

    Fabaceae, Caesalpinioideae

    Nomenclatura Popular:

    Canafístula

    Parte da planta utilizada:

    Fruto
    Extrato Seco de Coriandrum sativum L.

    Família:

    Apiaceae

    Nomenclatura Popular:

    Coentro

    Parte da planta utilizada:

    Fruto

    Informações ao Paciente :

    Para que este medicamento é indicado ?

    As indicações de TAMARINE® são amplas: é indicado para o tratamento de intestino preso, tanto crônico como secundário e na preparação para os exames radiológicos e endoscópicos. Indicações terapêuticas complementares: constipação decorrente de viagens prolongadas,
    período menstrual, gestação, dietas pós-operatórias e acidentes vasculares cerebrais.

    Como este medicamento funciona ?

    TAMARINE® é uma associação de diferentes plantas medicinais com efeito laxativo que provoca uma ativação fisiológica das secreções das mucosas do trato digestivo, guardando todas as características da função intestinal normal sem nenhum sinal de irritação.

    Quando não devo usar este medicamento ?

    TAMARINE® é contra-indicado nas reticolites (inflamação aguda do intestino) e doença de Crohn (doença crônica inflamatória intestinal). Também é contra-indicado em síndromes dolorosas abdominais de causa desconhecida.
    Você não deve utilizar este medicamento se apresentar hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula.
    “Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.”

    O que devo saber antes de usar este medicamento ?

    O uso de TAMARINE® em crianças só deve ser feito quando houver indicação médica. Como ocorre com todos os laxativos, o seu uso freqüente e/ou prolongado pode levar à dependência desta medicação e a perda da função intestinal normal, assim como a diarréia com a perda de água e
    eletrólitos (sódio, potássio, etc), especialmente potássio. Recomenda-se usar esses medicamentos apenas ocasionalmente, preferencialmente não mais do que durante alguns dias ou 1 semana, salvo prescrição médica diferente. Pacientes idosos devem iniciar o tratamento utilizando metade da dose recomendada para adultos. “Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.”

    Interação medicamentosa:

    Usar o produto com cautela em pacientes em uso de antiarrítmicos tipo quinidina, amiodarona, vincamina, digitálicos, anfotericina B e diuréticos hipocalemiantes (furosemida e hidroclortiazida). Não há relatos de interações com alimentos.

    Onde e por quanto tempo devo guardar este medicamento ?

    TAMARINE® cápsulas deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30º C) em local seco e ao abrigo da luz.
    “Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”
    “Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”

    Tamarine capsulas :

    Apresenta-se na forma de cápsula gelatinosa nº 1 de cor verde (tampa) e branca (corpo) contendo pó fina de cor verde acastanhado de forte odor característico.
    “Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”
    “Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento ?

    Uso Oral

    Adultos:

    1 a 2 cápsulas ao dia após a última refeição ou a critério médico.

    Crianças menores de 12 anos:

    A exclusivo critério médico.
    Nota: a individualidade da dose é aconselhável, podendo a mesma ser aumentada nos casos de obstipação rebelde.
    “Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião – dentista.” O uso de laxantes estimulantes deve ser feito com cautela, por isso, recomenda-se a utilização deste medicamento até que haja o alívio dos sintomas da constipação intestinal. No uso contínuo deste produto, recomenda-se não exceder o período de 7 dias sempre respeitando a dosagem recomendada. Períodos maiores de uso deste medicamento somente através de orientação médica “Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado”.

    O que devo fazer quando esquecer de tomar este medicamento ?

    No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação para o alívio dos sintomas da constipação, não devendo, portanto, dobrar a dose porque esqueceu de tomar a dose anterior.
    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgiãodentista.”

    Quais os males que este medicamento pode me causar ?

    Por ser um laxante estimulante do intestino, alguns sintomas são muito comuns, tais como, cólicas e gases intestinais.
    Outros efeitos secundários podem ocorrer, desde que respeitada a dose recomendada, são eles: diarréia, dor no estômago, refluxo, vômitos e irritação. Procure um médico na ocorrência de sintomas raros, tais como, sangue nas fezes, cólicas severas,fraqueza e hemorragia retal.
    “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicaento ?

    Se a ingestão do medicamento for alta, ou seja, bem maior do que a recomendada deve-se procurar socorro médico a fim de aliviar os efeitos causados pelo medicamento.
    “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.” Ligue para 0800 722 6001,se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Reg. MS – 1.7287.0053
    Farm. Resp.: Carlos Takashi Maki – CRF-SP nº 5606
    HYPERMARCAS S/A.
    Av. Fernando Cerqueira César Coimbra, 1000 – Tamboré – Barueri – São Paulo
    CEP 06465-0908
    CNPJ nº 61.082.426/0002-07
    Indústria Brasileira
    Marca registrada
    Atendimento ao Consumidor: 080077 17017 (Ligação Gratuita)
    “Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação
    médica”.
    “Esta bula foi aprovada pela Anvisa”

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