• cicloxx-e-indicado-para-o-tratamento-dos-sintomas-da-artrite-reumatoide-e-osteoartrite

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    CICLOXX®

    meloxicam

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: CICLOXX®
    Nome genérico: meloxicam

     Apresentações:

    CICLOXX® 15mg em embalagens contendo 10 comprimidos.
    USO ORAL, USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS

     Composição:

    Cada comprimido de CICLOXX® contém 15 mg de meloxicam. Excipientes: celulose microcristalina, lactose, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, crospovidona e álcool etílico.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    CICLOXX® (meloxicam) é indicado para o  tratamento dos sintomas da artrite reumatoide e osteoartrite (doenças das articulações), aliviando a dor e a inflamação.

     Como este medicamento funciona?

    CICLOXX® apresenta propriedades anti-inflamatórias contra dor e febre. Ele age inibindo preferencialmente o funcionamento da enzima responsável  pela inflamação, COX-2, e da COX-1 em menor extensão. O tempo médio para o início da ação é de 80 a 90 minutos após a ingestão.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar CICLOXX® se tiver alergia a qualquer componente da fórmula, se teve asma, pólipos nasais (obstrução), inchaço da língua, lábios e garganta ou placas elevadas na pele, geralmente com coceira, após o uso de ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios. Você também não deve usar CICLOXX® se tiver úlcera ou perfuração gastrintestinal ativa ou recente; doença inflamatória intestinal ativa (doença de Chron ou colite ulcerativa); sangramento gastrointestinal ativo, sangramento cerebrovascular recente ou distúrbios de sangramento sistêmico estabelecidos; mau funcionamento grave do fígado e dos rins (não dialisáveis); mau funcionamento grave e não controlado do coração e intolerância à galactose (contém lactose). CICLOXX® é contraindicado para tratamento da dor após cirurgia de revascularização do miocárdio ou angioplastia. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. Este medicamento é contraindicado durante a gravidez e amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Podem ocorrer ulceração, perfuração ou sangramento do aparelho digestivo (podendo ser fatal), a qualquer momento, durante o tratamento com CICLOXX®, mesmo que você não tenha sintomas prévios ou antecedentes de problemas digestivos graves. As consequências desse tipo de evento são mais graves em idosos. Se você tiver antecedentes de doenças do aparelho digestivo deve ter cuidado ao usar CICLOXX®. Caso apresente sintomas digestivos, você deve ser monitorado durante o uso de CICLOXX®. Se ocorrer úlcera ou sangramento das vias digestivas, o tratamento deve ser interrompido. Também se deve ter cautela com pacientes que estejam em tratamento com anticoagulantes (medicamentos para “afinar” o sangue). Foram relatados raramente casos de reações graves da pele, algumas delas fatais, que incluem dermatite esfoliativa (pele avermelhada, escamativa, espessa), síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica (manifestações graves da pele com aparecimento de bolhas, febre, dor, mal-estar geral e outros sintomas). Supõe-se que o maior risco dessas reações ocorra durante o início do tratamento, geralmente no primeiro mês. Caso ocorra lesão na pele ou mucosa (como a boca) ou outro sinal de alergia, o tratamento com CICLOXX® deve ser imediatamente interrompido. O uso de CICLOXX® pode aumentar o risco de formação grave de trombos dentro dos vasos sanguíneos, bem como de infarto e derrame, que podem ser fatais. Esse risco pode aumentar se o tratamento for prolongado ou no caso de o paciente apresentar fatores de risco ou problemas de coração e circulação. Pacientes idosos, desidratados, com insuficiência cardíaca congestiva (mau funcionamento do coração), cirrose hepática (substituição das células saudáveis do fígado por tecido fibroso sem função), síndrome nefrótica (doença dos rins com perda de proteínas pela urina), mau funcionamento dos rins, em tratamento com diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida), inibidores da ECA (como captopril, enalapril) e outros medicamentos para controlar a pressão arterial (como telmisartana, valsartana), ou com baixo volume sanguíneo após cirurgia de grande porte, têm risco de complicações renais com o uso de CICLOXX® e devem ser monitorados no início do tratamento. Em casos raros, CICLOXX® pode provocar doenças renais. Se você tem insuficiência renal grave e está em tratamento com hemodiálise, a dose de CICLOXX® não deve ser maior que 7,5 mg por dia. Se você estiver debilitado ou desnutrido, pode ter menor tolerância ao produto e precisará de supervisão adequada. Idosos precisam de cuidado especial, pois as funções dos rins, do fígado e do coração podem estar alteradas. CICLOXX® pode causar retenção de água e sais minerais, ocasionando inchaço, e diminuir o efeito dos diuréticos, desencadeando ou piorando o mau funcionamento do coração, ou ainda, pressão alta em pacientes com predisposição. Se você estiver usando CICLOXX®, os sintomas iniciais de uma infecção poderão passar despercebidos. CICLOXX® comprimidos 7,5 mg e 15 mg contêm 50 mg de lactose por dose máxima diária recomendada. Por isso, se você tiver condição hereditária rara de intolerância à galactose, p. ex. galactosemia, não deverá tomar este medicamento. Durante o tratamento você poderá apresentar reações indesejadas, relacionadas ao sistema nervoso, como visão borrada, tontura, vertigem ou sonolência. Portanto, você deve ter cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas e evitar tais tarefas potencialmente arriscadas caso você apresente estas reações. Fertilidade, Gravidez e Lactação. Você não deve tomar CICLOXX® se estiver tentando engravidar ou em investigação de infertilidade, pois o medicamento pode prejudicar sua fertilidade. Este medicamento é contraindicado durante a gravidez e amamentação. O uso de CICLOXX® durante a gravidez pode causar aumento do risco de aborto, malformação do bebê, aumento do sangramento e inibição das contrações uterinas na mãe. Você não deve usar CICLOXX® durante a amamentação, pois existe a possibilidade deste medicamento passar para o leite materno. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

     Interações Medicamentosas:

    Podem ocorrer interações no uso de CICLOXX® com os seguintes medicamentos: – Outros medicamentos que atuam nas prostaglandinas ( como corticoides e ácido acetilsalicílico): podem aumentar o risco de úlceras e sangramento gastrintestinais. Você não deve usar CICLOXX® juntamente com outros anti- inflamatórios (como ácido acetilsalicílico, diclofenaco de sódio, nimesulida); – Anticoagulantes orais (como varfarina), heparina parenteral (como enoxaparina), trombolíticos (como estreptoquinase): podem aumentar o risco de sangramento. Caso seja imprescindível a utilização deste tipo de medicamento, esta só deve ser feita com rigoroso companhamento médico dos seus efeitos na coagulação. – Antiplaquetários (como dipiridamole, ticlopidina, clopidogrel) e inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS – medicamentos para depressão – como fluoxetina, paroxetina, sertralina): aumento do risco de sangramento, via inibição da função das plaquetas. – Lítio (usado para tratamento psiquiátrico): pode haver aumento das concentrações de lítio no sangue, podendo chegar a níveis tóxicos. Se essa combinação for necessária, as concentrações plasmáticas de lítio devem ser cuidadosamente monitoradas durante o início, ajuste e interrupção da administração de CICLOXX®; – Metotrexato (usado, por exemplo, para tratar artrites): pode haver aumento da concentração sanguínea de metotrexato; por isso não é recomendado o uso com altas doses de metotrexato (maior que 15 mg) ou em pacientes com doses mais baixas, mas com problemas da função renal. Se o uso combinado for realmente necessário, o médico deve monitorar a contagem de células sanguíneas e a função renal. O uso concomitante no período de 3 dias pode aumentar a toxicidade do metotrexato; – Anticoncepcionais: pode ocorrer a diminuição da eficácia do DIU (dispositivo intrauterino); – Diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida): pode aumentar o risco de problemas renais graves em pacientes desidratados. Se o uso for combinado, o médico deve monitorar a função renal antes de iniciar o tratamento. – Anti – hipertensivos (para pressão alta, como atenolol, captopril, enalapril, isossorbida, anlodipino): pode haver diminuição do efeito dos anti-hipertensivos; –Medicamento usado na pressão alta e problemas cardíacos (antagonistas da ECA, como captopril, enalapril, e bloqueadores do receptor de angiotensina II, como telmisartana, valsartana): pode aumentar o risco de lesão renal em pacientes com a função renal comprometida; Colestiramina (para controle do colesterol): aumenta a eliminação de CICLOXX®, podendo diminuir o efeito deste; – Ciclosporina
    (usada em certas doenças reumáticas e após transplantes): pode ocorrer aumento da toxicidade nos rins pela ciclosporina. Durante o tratamento em conjunto, o médico deve monitorar a função renal; -Pemetrexede: em casos de insuficiência renal moderada, se uma combinação de meloxicam com pemetrexede for necessária, o médico deve monitorar cuidadosamente os pacientes, especialmente para uma menor produção de células sanguíneas (mielosupressão) e reações adversas gastrointestinais. O uso de meloxicam com medicamentos antidiabéticos orais (sulfonilureias, nateglinida) pode levar ao aumento destes fármacos e do meloxicam no organismo. O médico deve monitorar cuidadosamente os pacientes que utilizam meloxicam com sulfonilureias ou nateglinida, pois pode ocorrer hipoglicemia. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    DURANTE O CONSUMO, ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30ºC). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Comprimido circular de cor amarela clara. Os comprimidos de meloxicam não apresentam características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outros comprimidos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos de CICLOXX® devem ser ingeridos com um pouco de água ou algum outro líquido, juntamente com alimentos. A dose total diária deve ser tomada como uma dose única. A dose diária máxima recomendada é de 15 mg. Você deve seguir as doses recomendadas pelo seu médico. De modo geral são recomendadas as seguintes dosagens: Artrite reumatoide: 15 mg por dia. Conforme a resposta ao tratamento, seu médico poderá diminuir a dose para 7,5 mg por dia. Osteoartrite dolorosa: 7,5 mg por dia. Caso necessário seu médico poderá aumentar a dose para 15 mg por dia. Adolescentes: A dose máxima recomendada para adolescentes de 12 a 18 anos de idade é de 0,25 mg/kg e não deve ultrapassar 15 mg. CICLOXX® comprimidos é contraindicado em crianças menores de 12 anos de idade, por que ele não permite a dosagem adequada em crianças desta faixa etária. Em pacientes com maior risco de ter reações indesejáveis, como por exemplo, histórico de doenças do trato digestivo ou que apresentam risco de doenças do coração, o tratamento pode ser iniciado com 7,5 mg ao dia. O médico não precisa reduzir a dose em pacientes com insuficiência renal branda ou moderada. CICLOXX® é contraindicado em pacientes com insuficiência renal grave, que não fazem diálise. Em pacientes com insuficiência renal terminal em hemodiálise, a dose diária não deve exceder 7,5 mg. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    – Reações comuns: cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, dispepsia (indigestão), diarreia, náusea (enjoo) e vômitos. – Reações incomuns: anemia, hipersensibilidade imediata (alergia), tontura, vertigem (sensação de rotação), sonolência, aumento da pressão arterial, rubor facial (vermelhidão da face), hemorragia gastrintestinal oculta ou macroscópica (sangramento do aparelho digestivo, podendo ser fatal), gastrite (azia, dor e queimação do estômago), estomatite (inflamação da boca e gengiva), constipação (prisão de ventre), flatulência (gases), eructação (arrotos), exames da função hepática e renal anormais (por exemplo, aumento da transaminase ou bilirrubina; aumento da creatinina e/ou ureia séricas), edema angioneurótico (inchaço da língua, lábios e garganta), rash (vermelhidão, descamação na pele), prurido (coceira), distúrbios miccionais (problemas relacionados à dificuldade para urinar), edema (inchaço), atraso na ovulação. – Reações raras: alteração de contagem de células do sangue, como diminuição dos glóbulos brancos (leucopenia) e plaquetas (trombocitopenia), alteração do humor, distúrbio visual (inclusive visão embaçada), conjuntivite (inflamação no olho), zumbido, palpitações, asma (em indivíduos alérgicos ao ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios), úlcera de estômago ou duodeno (podendo ser fatal), colite (inflamação do intestino grosso) e esôfago (esofagite), necrólise epidérmica tóxica (problemas graves da pele com surgimento de bolhas e dor, febre, mal-estar geral), urticária (placas elevadas na pele, geralmente com coceira). – Reações muito raras: perfuração de úlceras localizadas no estômago ou no intestino (podendo ser fatal), hepatite (inflamação do fígado), dermatite bolhosa e eritema multiforme (bolhas e ulcerações na pele e mucosa), insuficiência renal aguda (mau funcionamento dos rins). – Reações com frequência desconhecida: reação anafilática, reação anafilactoide (reação alérgica), confusão mental e desorientação, reação de fotossensibilidade (aumento da sensibilidade à luz), infertilidade feminina (dificuldade de engravidar). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Embora não exista experiência de superdosagem aguda com CICLOXX®, pode-se esperar que os sinais e sintomas das reações adversas, mencionados no item anterior ocorram de modo mais pronunciado. Podem ocorrer sangramento gastrintestinal, pressão alta, interrupção do funcionamento dos rins, reações alérgicas graves, dificuldade respiratória e até coma; entretanto, são raros. Deve-se procurar orientação médica. Se o paciente estiver consciente, pode ser útil provocar o vômito. Não se conhece um antídoto específico para CICLOXX®. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS-1.2110.0284
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP nº9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860
    CEP 04717-904-São Paulo–SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado por: Laboratório Teuto Brasileiro S/A
    VP 7-D, Módulo 11, Qd. 13 – DAIA
    CEP 75132-140-Anápolis–GO
    CNPJ nº 17.159.229/0001-76

    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , , , , , , ,

  • Prolactina 23.12.2016 No Comments

     dostinex-e-indicado-para-o-tratamento-de-aumento-de-prolactina-hormonios-responsavel-pela-producao-de-leite

     

     

     

     

     

     

     

    DOSTINEX®

    cabergolina

      Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Dostinex®
    Nome genérico: cabergolina

     Apresentações:

    Dostinex® 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL, USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido de Dostinex® contém o equivalente a 0,5 mg de cabergolina. Excipientes: leucina e lactose anidra.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Dostinex® (cabergolina) é indicado para: (1) tratamento de aumento de prolactina ( hormônio responsável pela produção de leite), bem como de disfunções associadas à hiperprolactinemia (aumento dos níveis de prolactina) , como amenorreia (ausência de menstruação), oligomenorreia (redução do fluxo ou da frequência da menstruação), anovulação ( ausência de ovulação ) e galactorreia (produção de leite fora do período de gestação e lactação ); (2) inibição da lactação fisiológica (interrupção da produção de leite em mães que não amamentaram), imediatamente após o parto; (3) supressão da lactação (interrupção da produção de leite em mães que já iniciaram a amamentação) já estabelecida. Dostinex® é indicado à pacientes com adenomas hipofisários (tumores benignos da hipófise) secretores de prolactina (micro e macroprolactinomas), hiperprolactinemia idiopática (aumento dos níveis no sangue de prolactina sem motivo aparente) ou síndrome da sela vazia (doença caracterizada pela ausência da hipófise, glândula produtora de prolactina) com hiperprolactinemia associada.

     Como este medicamento funciona?

    Dostinex® inibe a produção de prolactina de maneira potente e prolongada. Dostinex® é  uma medicação agonista (que tem a mesma ação) da dopamina, que age na hipófise impedindo que haja produção da prolactina.

     Quando não devo usar este medicamento?

    (leia também as respostas às questões 4 e 8) Dostinex® é contraindicado para pacientes: (1) com hipersensibilidade (reação alérgica) à cabergolina, a qualquer alcaloide do ergot ou a qualquer outro componente da fórmula; (2) com histórico de distúrbios fibróticos retroperitoneal, pulmonar e cardíaco (endurecimento de órgãos ou estruturas como o coração e pulmão), incluindo evidências de valvulopatias (doenças das válvulas do coração).

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    (leia também as respostas às questões 3 e 8). Não use Dostinex® caso deseje amamentar seus filhos, pois o uso do medicamento previne a lactação (amamentação). Em caso de falha da inibição ou da supressão da produção de leite não amamente o seu bebê. Muitos medicamentos são excretados no leite humano e há um risco potencial de Dostinex® causar graves reações adversas em crianças lactentes. Dostinex® é contraindicado para pacientes com alguns tipos de problemas cardíacos e/ou respiratórios (vide resposta do item 3). Informe ao seu médico se você tem ou teve sinais e/ou sintomas de problemas cardíacos ou respiratórios. Recomenda-se que seja realizada avaliação cardiovascular (do coração e dos vasos sanguíneos) nos pacientes que iniciarem o tratamento com Dostinex®. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra. Dostinex® pode levar a uma hipotensão postural (queda súbita da pressão arterial quando a pessoa se levanta de uma posição deitada ou sentada), por isso seu uso concomitante com outros fármacos hipotensores deve ser cuidadoso. Não se recomenda o uso de Dostinex® associado a outras medicações da sua classe (derivados do ergot), pois não estão disponíveis informações sobre interação entre os mesmos. Também não é recomendado o uso com medicações que tenham atividade como antagonista da dopamina (como as fenotiazinas, butirofenonas, tioxantinas, metoclopramida), pois esses podem diminuir o efeito redutor de prolactina do Dostinex®. Dostinex® não deve ser utilizado em associação a antibióticos macrolídeos (por exemplo, eritromicina), pois esses podem aumentar quantidade de Dostinex® no corpo. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.Informe ao seu médico ou cirurgião -dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Dostinex® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 25°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido branco, achatado, oblongo (oval alongado), gravado com “PU” e dividido  por uma ranhura de um lado; gravado com “700” e uma leve ranhura acima e abaixo do “0” central do lado oposto.

     Como devo usar este medicamento?

    Os frascos de Dostinex® contêm agente secante de sílica gel que não deve ser removido ou ingerido. Dostinex® deve ser administrado por via oral, preferencialmente com as refeições. Tratamento de distúrbios hiperprolactinêmicos: a dose terapêutica é normalmente 1 mg por semana, mas pode variar de 0,25 mg a 2 mg por semana, porém há casos com necessidade de até 4,5 mg por semana. Inicia-se com 0,5 mg por semana, administrado em uma ou duas (metade de um comprimido de 0,5 mg) doses por semana. De acordo com a eficácia a dose pode ser aumentada mensalmente (adicionando 0,5 mg à dose semanal). Recomenda-se que haja monitorização através da mensuração da prolactinemia (dosagem da prolactina) durante o aumento da dose para determinar a menor dose capaz de produzir a resposta adequada. Após atingir a dose adequada a normalização dos níveis de prolactina no sangue é obs
    ervada em 2 a 4 semanas. Inibição da lactação: 1 mg (dois comprimidos de 0,5 mg) administrado em dose única no primeiro dia pós-parto. Supressão da lactação: 0,25 mg (metade de um comprimido de 0,5 mg) a cada 12 horas por 2 dias (dose total de 1 mg). Em portadores de insuficiência hepática ( redução importante da função do fígado) recomenda-se que sejam usadas as menores doses do medicamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Dostinex® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    (leia também as respostas às questões 3 e 4) Inibição/Supressão da lactação: Os eventos adversos relatados foram transitórios e de grau leve a moderado quanto à gravidade. Os eventos adversos mais frequentes foram  tontura/vertigem, dor de cabeça, náusea (enjoo), dor abdominal, palpitações (batimento acelerado ou descompassado do coração), dor epigástrica (dor na parte superior e central do abdômen), sonolência, epistaxe (sangramento pelo nariz), hemianopsia (alteração da visão), hipotensão assintomática (redução da pressão arterial ) durante os primeiros 3-4 dias pós-parto, vômitos, síncope (desmaio), rubores (vermelhidão no corpo). Distúrbios Hiperprolactinêmicos: Os eventos adversos foram geralmente de grau leve a moderado quanto à gravidade, surgindo principalmente durante as primeiras duas semanas de terapia. Na maioria, desaparecendo com a continuação da terapia. Foram relatados eventos adversos graves, no mínimo uma vez durante a terapia. A remissão das reações adversas ocorre normalmente poucos dias após a suspensão de Dostinex®. Os eventos adversos mais comuns relatados em ordem decrescente de frequência foram: náusea, cefaleia, tontura/vertigem, dor abdominal/dispepsia (indigestão)/gastrite, astenia (fraqueza)/fadiga (cansaço), constipação (dificuldade para evacuar), vômitos, dor no peito, rubores, depressão e parestesia (sensação anormal na pele). Gerais: Os eventos adversos são geralmente relacionados à dose. O Dostinex® geralmente exerce um efeito hipotensivo (de pressão sanguínea baixa) em pacientes sob tratamento prolongado; entretanto, hipotensão postural ou desmaios foram relatados raramente. Foram relatados vasoespasmo digital (palidez nos dedos) e cãibras nas pernas. Alterações em testes laboratoriais padrões são incomuns durante a terapia prolongada com Dostinex®; uma diminuição nos valores de hemoglobina foi observada em mulheres com amenorreia (que não menstruavam) durante os primeiros meses após o retorno da menstruação. Experiência Pós Comercialização: Os seguintes eventos foram relatados em associação com Dostinex®
    : agressividade, alopecia (perda de pelos), aumento da creatinina fosfoquinase sanguínea (exame relacionado ao rim)
    , delírios, dispneia (dificuldade para respirar), edema, fibrose (formação de tecido cictricial), função hepática  normal (exame relacionado ao fígado), reação de hipersensibilidade, transtornos do controle de impulsos como hiper sexualidade, aumento da libido e jogo patológico, testes de função hepática anormais, transtorno psicótico, erupção cutânea (alteração na pele), distúrbio respiratório, insuficiência respiratória e valvulopatia (alteração na válvula do coração). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Sempre que um medicamento for usado em dose superior ao indicado pelo médico ele deve ser avisado para que possa monitorar o aparecimento de possíveis reações. No caso de uma superdose aguda, os seguintes sintomas podem ocorrer: náusea (enjoo), vômitos, queixas gástricas (como, por exemplo, dor abdominal), hipotensão postural, confusão/psicose (alteração mental, delírios) ou alucinações. Medidas gerais de suporte devem ser adotadas para remover qualquer medicamento não absorvido e para manter a pressão sanguínea, se necessário. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS- 1.0216.0140
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF -SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000- Itapevi– SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer Italia S.r.L.
    Ascoli Piceno –Itália
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi– SP
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Tags: , , , , , , , , , , ,

  • famox-é-indicado-para-ulcera-duodenal-e-gastrica-benigna

    Famox

    famotidina

    Comprimidos de 20 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Comprimidos de 40 mg: embalagem com 10 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido 20 mg contém:
    famotidina ….. …………………………………………………………………………………………….. 20 mg. Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, corante amarelo FDC nº. 5 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, manitol e talco.
    Cada comprimido 40 mg contém:
    famotidina ………………………………………………………………………………………………….. 40 mg. Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, corante amarelo FDC nº. 6 laca de alumínio, dióxido de silício, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado e manitol.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado? 

    Este medicamento é indicado para úlcera duodenal e gástrica benigna e prevenção de recidivas de ulceração duodenal. Condições de hipersecreção, tais como esofagite de refluxo, gastrite e síndrome de Zollinger-Ellison.

    Como este medicamento funciona?

    Famox inibe a secreção do ácido e pepsina do estômago, reduzindo as sensações de ardência e dor epigástrica. Assim como ocorre ocasionalmente com outros medicamentos de ação similar o alívio pode não ser imediato. O desaparecimento dos sintomas nem sempre significa cura, a qual ocorre, geralmente após semanas de tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Famox é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula. Famox é contraindicado durante a gravidez e a lactação. Famox 20 mg contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

    Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    A malignidade gástrica deve ser excluída antes do início da terapia de úlcera gástrica com Famox. A melhora dos sintomas com o tratamento com Famox para úlcera gástrica, não exclui a presença de malignidade gástrica. Como Famox é parcialmente metabolizado no fígado e excretado primariamente pelos rins, deve-se ter cautela na administração do Famox a pacientes com alteração da função do fígado ou do rim. Não foi observado qualquer aumento na incidência ou mudança no tipo de reações adversas nos pacientes idosos. Não é necessário alterar a posologia com base apenas na idade. A segurança e eficácia em crianças ainda não foram estabelecidas. Interação Medicamento-Medicamento: A literatura cita as seguintes interações, apesar de não possuírem significância clínica relevante: O uso de Famox pode diminuir a absorção de algumas drogas, como: cefpodoxima, domperidona, itraconazol e cetoconazol e/ou melfalano. A concentração sérica de Famox pode ser aumentada, se administrado concomitantemente com probenecida. Famox pode aumentar a concentração plasmática de pentoxifilina. Drogas como varfarina, propranolol, teofilina e diazepam, não interagem com Famox. Famox não é significativamente alterado se administrado concomitantemente com nifedipina e/ou fenitoína. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Famox 20 mg é um comprimido amarelo, redondo com logotipo em uma das faces, livre de defeitos. Famox 40 mg é um comprimido alaranjado, redondo com logotipo em uma das faces, livre de defeitos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    A dose recomendada de Famox é de 1 comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada. Na maioria dos casos de úlcera duodenal, a cura ocorre dentro de 4 semanas, com este regime posológico. Nos casos em que a cura completa não se verifica após 4 semanas, o tratamento deve ser continuado por um período adicional de 4 semanas.
    Terapia de manutenção:
    Para prevenção da recorrência da ulceração duodenal, recomenda-se que a terapia com Famox seja mantida com um comprimido de 20 mg/dia, ao deitar por um período determinado a critério médico.
    Úlcera gástrica benigna:
    A dose recomendada de Famox é de um comprimido de 40 mg/dia, ao deitar. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas, podendo ser abreviada se a endoscopia revelar que a úlcera foi curada.
    Síndrome de Zollinger-Ellison:
    Pacientes, sem terapia antissecretória anterior, devem ser tratados, inicialmente, com uma dose de 20 mg, a cada 6 horas. A posologia deve ser ajustada às necessidades individuais do paciente e deve ser mantida enquanto houver indicação clínica. Os pacientes que estavam recebendo outro antagonista H2 podem passar diretamente para o uso de Famox com uma dose inicial mais alta do que aquela recomendada para casos novos; esta dose inicial dependerá da gravidade da condição e da última dose de antagonista H2, previamente utilizada. Ajuste posológico para pacientes com insuficiência renal grave. Nestes pacientes (depuração de creatinina abaixo de 30 ml/min) a dose de Famox deve ser reduzida para 20 mg ao deitar. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar uma das doses no horário habitual, a recomendação é aguardar o próximo horário e tomar a próxima dose da maneira que estava prevista. Em nenhuma hipótese deverá ser dobrada a dose da medicação por esquecimento de uma das tomadas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação comum (> 1% e < 10%): Dor de cabeça, diarreia, constipação e tontura. A literatura cita ainda as seguintes reações adversas, sem frequência conhecidas: Síndrome de Stevens-Johnson, “Rash” cutâneo e/ou urticária (aparecimento de manchas ou pápulas na pele e/ou coceira), exantema (manchas avermelhadas), ansiedade, palpitações, bradicardia e/ou bradiarritmias (diminuição da frequência cardíaca), pneumonia intersticial, neutropenia e/ou trombocitopenia (diminuição do número de neutrófilos e/ou do número de plaquetas), hiperprolactinemia e/ou galactorréia (aumento da produção do hormônio prolactina e/ou produção de leite pelas glândulas mamárias em indivíduos que não estão amamentando), boca seca, náuseas e/ou vômitos, desconforto ou distensão abdominal, anorexia (redução ou perda do apetite), fadiga, hepatomegalia (aumento do tamanho do fígado), icterícia colestática (coloração amarelada da pele) e elevações de bilirrubinas e fosfatase alcalina. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há experiência, até o momento, com superdosagem. Devem ser empregadas as medidas habituais para remoção do material não absorvido do tratamento gastrintestinal, monitorização clínica e medidas de suporte. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0573.0144
    Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann
    CRF-SP nº. 30138
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 23/10/2014.

    Tags: , , , , , , , , ,

  • lactulose-indicado-para-tratar-os-sintomas-da-constipação-intestinal-prisão-de-ventreLactulona

    lactulose

    Apresentação:

    Lactulona (lactulose)
    Xarope 667 mg/ml sabor ameixa: frasco com 100, 120,150, 200, 250 e 480 ml.
    Xarope 667 mg/ml sabor salada de frutas: frasco com 100, 120, 150, 200, 250 e 480 ml.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada ml de Lactulona Xarope sabor ameixa contém:
    lactulose*…………………………………………………………………………………………………………………………..667mg excipientes** q.s.p………………………………………………………………………………………………………………….1 ml *cada ml contém 1340,00 mg de lactulose a 49,776% m/m, que corresponde a 667 mg de lactulose por ml. **aroma de ameixa. Cada ml de lactulona Xarope sabor salada de frutas contém: lactulose*……………………………………………………………………………………………………………………………667 mg excipientes** q.s.p………………………………………………………………………………………………………………….1 ml *cada ml contém 1340,00 mg de lactulose a 49,776% p/p, que corresponde a 667 mg de lactulose por ml. **aroma de salada de frutas.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Lactulona está indicado para tratar os sintomas da constipação intestinal (prisão de ventre) e para a prevenção e o tratamento de encefalopatia hepática, incluindo as etapas de pré-coma e coma hepático.

    Como este medicamento funciona?

    A ação esperada da lactulona é a de restabelecer a função regular do intestino, pois intensifica o acúmulo de água no bolo fecal. Os primeiros efeitos serão obtidos após a sua utilização por alguns dias seguidos (até quatro dias), especialmente em quem está substituindo um laxante pelo Lactulona. Seu efeito pode ser desejável também em pessoas com mau funcionamento do fígado, numa condição específica chamada “encefalopatia hepática”, melhorando seu nível de consciência.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Lactulona é contraindicado em: · Pessoas alérgicas ou sensíveis a qualquer um dos componentes da fórmula; · Casos de intolerância a açúcares como lactose, galactose e frutose; · Casos de gastrite, úlceras pépticas, apendicite,sangramento ou obstrução intestinal, diverticulite etc.; · Preparo intestinal de pessoas que serão submetida s a exames proctológicos (colonoscopia, retosigmoidoscopia) com o uso de eletrocautério.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Pressão alta: Pessoas com pressão alta e com desidratação devem ter cuidado na administração de Lactulona, pois tais condições podem ser agravadas com o uso desse medicamento. Diabetes: Além da lactulose, o medicamento contém pequenas quantidades de galactose e lactose. Isso deve ser levado em consideração especialmente ao se administrar a Lactulona a diabéticos, pelo fato de haver relatos de casos em que houve o aumento nos níveis sanguíneos de glicose (açúcar) com a administração do xarope. Os diabéticos devem consultar o médico assistente para reavaliar o controle da glicemia. Atenção diabéticos: contém açúcar. Encefalopatia hepática: Esses pacientes devem estar sob cuidados médicos constantes, pelo risco de acidose quando o Lactulona for usado em altas doses. Crianças e Idosos: O uso de Lactulona em crianças somente deve ser realizado com orientação médica, após a conclusão de que os sintomas intestinais não são decorrentes de outras doenças. Pacientes idosos debilitados em tratamento contínuo com Lactulona devem consultar periodicamente um médico para a avaliação dos sais do sangue (sódio, potássio, cloro e bicarbonato). Gestação: O uso de Lactulona em mulheres grávidas ou durante o aleitamento deve ser feito sob orientação médica. Informe ao seu médico se estiver grávida ou amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Exames laboratoriais: Informe o uso de Lactulona ao seu médico antes de se submeter a qualquer exame proctológico (colonoscopia, retosigmoidoscopia). Medicamentos: Os antibióticos podem diminuir a ação de Lactulona no intestino, reduzindo seus efeitos esperados. Lactulona não deve ser administrado juntamente com outros laxantes ou antiácidos, pois pode ocorrer aumento ou diminuição dos seus efeitos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC), proteger da luz e umidade. Número do lote, data de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original. Lactulona é um líquido viscoso, límpido, de cor amarelo, sabor e odor de ameixa ou de salada de frutas, isento de partículas e material estranho. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Lactulona pode ser administrado preferencialmente em uma única tomada pela manhã ou à noite, sozinho ou com alimentos, ou ainda misturado a suco de fruta, leite, iogurte, água ou qualquer líquido, ou conforme orientação médica.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer-se de tomar uma dose de Lactulona, deve tomá-la assim que possível, caso não esteja perto da próxima tomada. Se você já estiver perto do horário da próxima tomada deverá simplesmente continuar a administração no mesmo horário de costume, sem tomar duas doses para compensar aquela que foi esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    O uso de Lactulona em diabéticos pode alterar o controle da glicemia (açúcar), pois pode haver discreta absorção dos açúcares que a compõem. Além disso, o uso de Lactulona por períodos prolongados pode causar alteração dos sais do sangue, especialmente em idosos. O uso de doses altas de Lactulona em encefalopatia hepática pode causar aumento dos gases intestinais, flatulência, ruídos, arrotos, aumento da sede, normalmente transitórios. Náuseas e vômito têm sido relatados com pouca frequência. Caso ocorra diarreia em resposta à Lactulona, você deve consultar o seu médico para reavaliar o uso de Lactulona. Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se alguém tomar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento, procure auxílio médico. Esperam-se sintomas como diarreia, espasmos e cólicas abdominais, sede, fraqueza, fadiga e vômito. Como pode ocorrer uma desidratação, recomenda-se a ingestão de bastante líquido, principalmente em pacientes idosos e crianças. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Registro MS nº. 1.0583.0616
    Farm. Resp.: Dra. Maria Geisa Pimentel de Lima e Silva
    CRF-SP n°. 8.082
    Registrado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA.
    Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08
    Bairro Chácara Assay Hortolândia – SP – CEP: 13.186-901
    CNPJ: 45.992.062/0001-65
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Fabricado por: EMS S/A
    Hortolândia/SP
    SAC: 0800 – 191914
    www.germedpharma.com.br

    Tags: , , , , , , , , ,

  • ulcerocin-e-indicado-para-tratamento-de-ulceras-de-estomago-ou-de-duodenoUlcerocin®

    cloridrato de ranitidina
    Comprimidos revestidos

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos de 150 mg: embalagem com 20 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: cloridrato de ranitidina …………………. 168mg*. Excipientes**q.s.p.:………………………. 1comprimido *equivalente a 150 mg de ranitidina base **croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de titânio, dióxido de silício, polímero para revestimento e talco.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    ULCEROCIN® é indicado para:- tratamento de úlceras de estômago ou de duodeno, incluídas as associadas ao uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (em alguns casos seu médico pode prescrever ULCEROCIN® com antibióticos); – prevenção de úlceras que surgem como efeito colateral de agentes anti-inflamatórios não-esteroidais, como alguns medicamentos para tratamento de artrite; – prevenção de sangramentos decorrentes de úlcera péptica; – tratamento de úlcera duodenal associada à infecção pela bactéria Helicobacter pylori; – tratamento de problemas causados pelo refluxo (retorno) de ácido do estômago para o esôfago (esofagite), e outras condições que, como essa, causam dor ou desconforto, algumas vezes conhecidos como indigestão, dispepsia (dificuldade na digestão dos alimentos) ou azia; – tratamento de úlceras pós-operatórias; – tratamento de uma doença conhecida como síndrome de Zollinger-Ellison, caracterizada por úlceras graves, extrema acidez gástrica e tumores das células do pâncreas secretoras de gastrina (hormônio presente na secreção gástrica); – tratamento de dispepsia episódica crônica, doença caracterizada por dor epigástrica (na parte alta do abdômen) ou retroesternal (atrás do osso esterno, que fica no meio do peito) associada às refeições ou a distúrbios do sono; – prevenção de úlcera causada por estresse em pacientes em estado grave; – prevenção de uma doença conhecida como síndrome de Mendelson, caracterizada por distúrbios pulmonares produzidos pela aspiração de secreção gástrica pelo trato respiratório.

    Como este medicamento funciona?

    ULCEROCIN® contém ranitidina, substância que reduz a quantidade de ácido produzida no estômago. Isso favorece a cicatrização da gastrite e das úlceras pépticas do estômago e do duodeno, além de prevenir complicações. Após alguns dias de tratamento, você já deverá se sentir bem melhor. Mas não pare de usar ULCEROCIN® antes do fim do período determinado pelo seu médico, pois a dor e o desconforto poderão voltar.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contraindicações: Se você responder “sim” a qualquer uma das perguntas abaixo, avise seu médico a respeito disso antes de usar este medicamento. – Já lhe disseram que você é alérgico a ULCEROCIN®, ranitidina ou qualquer outro ingrediente de ULCEROCIN® (ver Composição)? – Você está grávida ou pretende engravidar logo? – Você está amamentando? Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não existem contraindicações relativas a faixas etárias.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e advertências:
    O tratamento com ranitidina pode mascarar sintomas relacionados ao carcinoma gástrico (tipo de tumor no estômago) e, assim, retardar o diagnóstico dessa doença. Em caso de suspeita de úlcera gástrica deve ser excluída a possibilidade de doença maligna antes de se instituir a terapia com ULCEROCIN®. Caso você tenha insuficiência renal (mau funcionamento dos rins), converse com o seu médico. Ele pode alterar a sua dosagem. Deve-se evitar o uso de ranitidina em pacientes com história de porfiria aguda, visto que há relatos,embora raros, de crises desta doença causadas pela ranitidina. É recomendado o acompanhamento regular dos pacientes que estão em terapia concomitante com anti-inflamatórios não-esteroides e ranitidina, especialmente dos idosos e daqueles com histórico de úlcera péptica. Em idosos, e em pacientes com doença pulmonar crônica, com diabetes ou imunodeprimidos, pode haver aumento do risco de desenvolver pneumonia comunitária. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Interações medicamentosas:
    A ranitidina pode interagir com outros medicamentos . Por isso, seu médico pode recomendar ajuste na dosagem do
    medicamento afetado ou a interrupção do tratamento com ULCEROCIN®. Converse com o seu médico caso você esteja fazendo uso de um ou mais dos seguintes medicamentos:
    – diazepam, triazolam e midazolam (utilizados para tratar ansiedade e dificuldade de dormir);
    – lidocaína, um anestésico;
    – fenitoína, utilizado para controlar alguns tipos de convulsão (epilepsia);
    – propanolol, utilizado para tratar hipertensão (pressão alta);
    – teofilina, utilizado no tratamento da asma;
    – procainamida e N-acetilprocainamida, utilizados no tratamento da arritmia cardíaca;
    – glipizida, utilizado no tratamento do diabetes;
    – cetoconazol, utilizado no tratamento de infecções causadas por fungos;
    – atazanavir e delavirdina, utilizados no tratamento da AIDS;
    – gefitinibe, utilizado no tratamento de câncer;
    – sucralfato, utilizado no tratamento de úlceras no estômago.
    Não existem contraindicações relativas a faixas etárias. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    ULCEROCIN® comprimidos deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso: O comprimido de ULCEROCIN® deve ser engolido inteiro, com um copo de água. Posologia Adultos:
    Úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna. Tratamento agudo (durante a crise): A dose-padrão usual para tratamento agudo de úlcera gástrica benigna e úlcera duodenal é de 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Na maioria dos casos de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas. Em alguns pacientes, esse período pode se estender até oito semanas. Na úlcera duodenal, com 300 mg, duas vezes ao dia, durante quatro semanas obtêm-se taxas de cicatrização maiores do que com 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite), durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado a maior incidência de efeitos colaterais. Tratamento de longo prazo: No tratamento de longo prazo, a dose geralmente utilizada é de 150 mg à noite. O tabagismo (hábito de fumar) está relacionado a maior frequência de reincidência de úlcera duodenal. Em pacientes fumantes que não conseguem evitar fumar durante o tratamento, uma dose de 300 mg à noite proporciona benefício terapêutico adicional sobre o regime de doses de 150 mg. Úlcera péptica associada ao uso de anti-inflamatórios esteroides.  No caso de úlceras que se desenvolvem durante a terapia com anti-inflamatórios não-esteroidais ou associadas ao uso continuado dessas drogas, podem ser necessárias de oito a doze semanas de tratamento com ranitidina. Para a prevenção de úlceras duodenais associadas ao uso de anti-inflamatórios não-esteroidais, podem ser administrados concomitantemente 150 mg de ranitidina, duas vezes ao dia. Para o tratamento agudo dessa condição, devem ser usados 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Úlcera duodenal associada à infecção por Helicobacter pylori. A dose de 300 mg à noite (ou 150 mg, duas vezes ao dia) de ranitidina pode ser administrada em associação com 750mg de amoxicilina oral, três vezes ao dia, e 500 mg de metronidazol, três vezes ao dia, por duas semanas. Terminado esse período, a terapia deve ser continuada por mais duas semanas apenas com ULCEROCIN®. Esse regime reduz significativamente a recidiva de úlcera duodenal. Úlcera pós-operatória: A dose-padrão é de 150 mg, duas vezes ao dia. Na maioria dos casos, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas, mas em alguns pacientes esse período pode se estender até oito semanas. Refluxo gastroesofágico: Tratamento agudo: Na esofagite de refluxo recomenda-se a dose de 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite) durante oito semanas. Esse período pode se estender até 12 semanas, se necessário. Em pacientes com esofagite moderada a grave, a dose pode ser aumentada para 150 mg, administrados quatro vezes ao dia, por até 12 semanas. Tratamento de longo prazo: A dose oral recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia. Alívio dos sintomas: Recomenda-se o regime de 150 mg, duas vezes ao dia, durante duas semanas. O tratamento pode ser continuado por
    mais duas semanas nos pacientes que não respondem adequadamente à terapia inicial. Síndrome de Zollinger-Ellison: A dose inicial recomendada é de 150 mg, três vezes ao dia, e, se necessário, pode ser aumentada. Doses diárias de até 6g têm sido bem toleradas. Dispepsia episódica crônica: A dose-padrão recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia, por até seis semanas. Qualquer paciente que não responda à terapia ou que tenha recidiva logo após o tratamento deve ser investigado. Prevenção da síndrome de Mendelson (pneumonite por broncoaspiração): Deve-se utilizar 150 mg duas horas antes da anestesia e, preferivelmente, 150 mg na noite anterior. Em pacientes em trabalho de parto, a dose recomendada é de 150 mg a cada seis horas. Porém, se for necessária anestesia geral, recomenda-se que adicionalmente seja administrado um antiácido (por exemplo, citrato de sódio). Profilaxia da hemorragia decorrente de estresse em pacientes gravemente enfermos/profilaxia de hemorragia recorrente em pacientes com sangramento devido à ulceração péptica. Crianças: A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é de 2 a 4 mg/kg, duas vezes ao dia. Pode-se chegar ao máximo de 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal: Pode ocorrer acúmulo de ranitidina, resultando em e levadas concentrações no organismo, nos pacientes com insuficiência renal. Nestes casos, a dose diária de ranitidina deve ser de 150 mg. Pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica devem ingerir uma dose de 150 mg de ranitidina imediatamente após a diálise. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de uma dose, tome-a o quanto antes e prossiga com o horário normal das demais doses. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A maioria dos pacientes que usa este medicamento não encontra problemas. Mas, como ocorre com todos os medicamentos, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais. Se você tiver algum dos sintomas abaixo logo após fazer uso de ULCEROCIN®, PARE o tratamento e procure seu médico imediatamente: Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – respiração ofegante, dor ou aperto, de início repentino, no peito; – inchaço de pálpebras, face, lábios, boca ou língua; – febre; – erupções cutâneas ou fissuras na pele, em qualquer lugar do corpo; – sensação de fraqueza, especialmente ao ficar em pé. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – choque anafilático (reações alérgicas graves). Conforme relatos, os eventos acima ocorreram após uma única dose. Comunique seu médico o quanto antes caso sinta qualquer dos sintomas abaixo: Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – redução dos batimentos cardíacos ou batimento irregular; – tontura; – sensação de cansaço; – fraqueza; – reação na pele, ocasionalmente grave (placas roxas/vermelhas ou erupções); – falta de ar e fadiga. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – visão turva; – náuseas, vômitos, perda de apetite (mais severa que a usual), icterícia (pele e olhos amarelados) e urina de coloração
    escura. Esses sintomas podem indicar que você está com hepatite (inflamação do fígado); – confusão mental; – impotência sexual reversível; – diarreia; – queda de cabelo; – dor de forte intensidade no estômago ou mudança no tipo de dor que você costuma sentir; – infecções recorrentes; – hematomas (manchas roxas na pele); – dor de cabeça; – dores musculares ou nas juntas; – problemas nos rins (os sintomas que indicam isso são: mudança na quantidade e na cor da urina, náuseas, vômitos, confusão, febre e erupções); – sensação de depressão; – alucinações; – movimentos musculares anormais ou tremor; – crescimento ou alargamento das mamas – secreção de leite pelas mamas. Avise seu médico que você toma ULCEROCIN® caso vá fazer um exame de sangue, urina ou outro. ULCEROCIN® pode alterar o resultado de alguns exames. Se em algum momento você experimentar sintomas que não consegue entender, consulte seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Devido à elevada especificidade de ação da ranitidina, não está prevista a ocorrência de problemas de maior gravidade no caso de eventual superdosagem de ULCEROCIN®. Se houver superdosagem, procure socorro médico o
    mais rápido possível. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

    Dizeres legais:

    Reg. MS 1.4381.0060
    Farm. Resp.: Charles Ricardo Mafra
    CRF-MG 10.883
    Fabricado por: CIMED Indústria de Medicamentos Ltda.
    Av. Cel. Armando Rubens Storino, 2750 – Pouso Alegre/MG
    CEP: 37550-000 – CNPJ: 02.814.497/0002-98

    Tags: , , , , , , , , , , , , ,

  • omeprazol-utilizado-para-previnir-ulcera-gastrite,refluxo-e-outros-problemas-gastricos

    Pesquisa norte-americana mostra relação entre o abuso do medicamento e a falta de vitamina B12. Muito utilizado para prevenir úlcera, gastrite, refluxo e outros problemas gástricos, o omeprazol traz riscos pouco esperados para aqueles que exageram na automedicação: a falta de vitamina B12 no organismo.

    Um estudo da operadora de plano de saúde norte-americana Kaiser Permanente avaliou a relação entre o consumo contínuo (por dois anos ou mais) de doses elevadas de omeprazol, que correspondem a 40 miligramas diários, e a falta de vitamina B12, que pode levar a problemas neurológicos graves, como demência e anemia. Durante 14 anos (de 1997 a 2011), os especialistas fizeram a comparação entre um grupo de 25.956 pacientes com diagnóstico de déficit de vitamina B12, com outro de 184.199 pessoas sem esse transtorno.

    O resultado, publicado na revista Journal of the American Medical Association, concluiu que as pessoas que tomaram omeprazol ou similar durante muito tempo tinham 65% mais chances de ter

    níveis baixos de vitamina B12. O estudo também mostrou que o risco para quem toma uma dose de 1,5 comprimidos por dia é 95% superior em comparação àqueles que usam uma dose reduzida pela metade dessa quantidade.

    Os pacientes que utilizam o medicamento mediante consultas profissional não precisam se preocupar. A pesquisa, no entanto, recomenda que as pessoas que se automedicam devem, ao menos, reduzir a quantidade de remédio pela metade, ou ao menos fazer pausas entre um período e outro de uso. Assim, parte da quantidade de vitamina B12 necessária poderia ser recuperada pelo organismo.

    Tags: , , , ,

  • giarlam-e-indicado-no-tratamento-da-giardiase-da-enterite-e-desinteria-causadas-por-microorganismos-sensiveis

    Giarlam®

    furazolidona

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    GIARLAM® COMPRIMIDO: cartucho contendo 14 comprimidos.
    GIARLAM® SUSPENSÃO ORAL: cartucho contendo frasco com 70 mL,acompanhado de copo-medida de 10 mL.
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO
    VIA ORAL

    Composição:

    Giarlam® Comprimido.
    Giarlam® Suspensão furazolidona 200 mg 10 mg Excipientes/ Veículos q.s.p. 1 comprimido* 1 mL***(acetoftalato de celulose, amido de milho, macrogol, celulose microcristalina,estearato de magnésio, polimetacrílicocopoliacrilato de etila, fosfato de cálcio dibásico, glicerol, gelatina, lactose, croscarmelos e sódica, povidona,polissorbato 80)**(sacarose, sacarina sódica, monoetanolamina, carbômer 934P, polissorbato 80, simeticona, metilparabeno, propilparabeno, álcool etílico, aroma de caramelo, água purificada).

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: GIARLAM® é um medicamento com ações antiparasitária e antibacteriana utilizado no tratamento da giardíase e diarréias infecciosas. GIARLAM®, associado a outros medicamentos, também é utilizado no tratamento da gastrite e úlceras gastrintestinais.

    Cuidados de Armazenamento:

    GIARLAM® deve ser conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30o C) protegido da luz e umidade, na sua embalagem original até o término de seu uso.

    Prazo de validade:

    Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. O número do lote, as datas de fabricação e validade estão impressos no cartucho do produto.

    Gravidez e lactação:

    Informe ao médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando.

    Cuidados de Administração:

    GIARLAM® COMPRIMIDO deve ser ingerido antes das refeições, com o auxílio de água. Para a administração correta de GIARLAM®, leia atentamente o item Instruções de uso, contido na parte final desta bula. A administração de GIARLAM® SUSPENSÃO a pacientes diabéticos deve ser cautelosa devido à presença de açúcar no medicamento (250 mg de açúcar/mL). Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações Adversas:

    GIARLAM® é um medicamento bem tolerado,apresentando baixa incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia. Os efeitos adversos freqüentemente observados são náuseas, vômitos,cefaléia (dor de cabeça). Ocasionalmente, pode ocorrer sonolência, fadiga, ex antema (manchas na pele). Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Durante o tratamento com GIARLAM®, não devem ser ingeridas bebidas alcoólicas. Alimentos que contenham tiramina como queijos, ovos, defumados e chocolate não devem ser consumidos durante o tratamento com GIARLAM® , pois, a administração conjunta pode levar a crise hipertensiva.

    Contra-indicações e precauções:

    GIARLAM® não deve ser utilizado por pacientes alérgicos à furazolidona ou a qualquer componente da fórmula, que apresentam deficiência da glicose 6-fosfato desidrogenase ou em crianças com menos de um mês de idade. O tratamento com GIARLAM® pode ocasionar coloração amarelo-escura a marrom na urina, devido a furazolidona, não tendo significância clínica. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Informações Técnicas:

    Características do fármaco: A furazolidona é um quimioterápico da classe dos nitrofuranos. Apresenta ações antiprotozoária e antibacteriana de
    amplo espectro contra Giardia lamblia, Escherichia coli, Enterobacter aerogenes, Proteus sp.,Salmonella sp., Shigella sp., Vibrio cholerae,enterococos e estafilococos. A furazolidona, associada a um inibidor da bomba de prótons e um antibiótico,também demonstra atividade na erradicação do Helicobacter pylori, sendo,portanto empregada em esquemas terapêuticos da gastrite e da úlcera péptica. Age através da formação de radicais livres altamente reativos, os quais têm maior afinidade pelas células bacterianas que a dos mamíferos, interferindo com os sistemas enzimáticos dos microorganismos. A furazolidona não altera a flora intestinal como observado com outros quimioterápicos e antibióticos de amplo espectro, os quais estão associados ao aparecimento de superinfecções devido à interferência na flora normal. Portanto, a possibilidade de desenvolvimento de microorganismos resistentes é mínima com o uso da furazolidona. Após a administração oral, a furazolidona é pouco absorvida pelo trato gastrintestinal. É rápida e amplamente metabolizada no intestino. Apresenta biotransformação hepática, sendo excretada com seus metabólitos principalmente pela urina, com menos de 2% eliminados pelas fezes.

    Indicações:

    GIARLAM® é indicado no tratamento da giardíase, da enterite e disenteria causadas por microorganismos sensíveis à furazolidona.

    Contra-indicações:

    Em casos de hipersensibilidade à furazolidona ou a qualquer componente da fórmula. Tiramina ou alimentos que contenham tiramina como queijos, ovos,defumados, chocolate não devem ser consumidos durante o tratamento com GIARLAM®, pois a administração conjunta pode levar a crise hipertensiva devido a furazolidona ser um inibidor da monoamino oxidase. Pacientes que estejam em uso de antidepressivos tricíclicos, inibidores da monoamino oxidase, antiparkinsonianos, aminas simpatomiméticas devem ser avaliados quanto ao risco/benefício da suspensão de
    stes medicamentos durante 2 a 3 semanas antes de iniciar o tratamento com a furazolidona. Bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas durante o tratamento com a furazolidona e somente consumidas 4 dias após o término. O uso concomitante pode levar a reação do tipo dissulfiram, caracterizada por rubor facial, cefaléia,paladar metálico, hipertermia, dificuldade respiratória. glicose 6-fosfato desidrogenase: Deve ser avaliado o risco/benefício da administração da furazolidona em pacientes com deficiência da glicose 6-fosfato desidrogenase, devido à possibilidade de oc
    orrer anemia hemolítica. A utilização da furazolidona em recém-nascidos com menos de 30 dias é contra-indicada, devido à possibilidade de ocorrer anemia hemolítica, pois,nesta fase, os sistemas enzimáticos encontram-se imaturos.

    Gravidez e lactação:

    Não foram relatadas evidências de efeitos teratogênicos com o uso da furazolidona em estudos realizados com animais. Estudos clínicos em mulheres grávidas com a utilização da furazolidona não foram realizados. O medicamento não deve ser administrado durante a gestação,somente sob estrito acompanhamento médico, quando os benefícios para a mãe justificarem o potencial de risco para o feto. Não há relatos sobre a eliminação da furazolidona através do leite materno. A administração deve ser cautelosa e sob orientação médica se o fármaco for utilizado durante a lactação.

    Precauções:

    A presença de sacarose na formulação de GIARLAM® SUSPENSÃO deve ser considerada na administração do medicamento a pacientes diabéticos (250 mg de açúcar/ mL).

    Diagnósticos clínicos e laboratoriais específicos:

    Devem ser realizados para a identificação do parasita e conseqüente escolha correta do fármaco para uma terapêutica eficaz da parasitose. O paciente deve ser instruído sobre os métodos de profilaxia da parasitose,como condições básicas de higiene pessoal e ambiental.

    Reações adversas:

    GIARLAM® é um medicamento bem tolerado, apresentando baixa incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia. Os efeitos adversos freqüentemente observados são náuseas, vômitos,cefaleia. Ocasionalmente, pode ocorrer sonolência, fadiga, ex antema. Raras vezes foram relatados casos de hipotensão, febre, artralgia, urticária. Foi observado que a furazolidona pode causar hemólise intravascular reversível em uma pequena porcentagem de determinados grupos étnicos,devido a uma característica genética do metabolismo das células vermelhas dessas populações. Em caso de suspeita de hemólise,recomenda-se a interrupção imediata do medicamento e procura de orientação médica. Devido à característica específica da furazolidona,a administração do fármaco causa coloração amarelo-escura a marrom na urina, não tendo significância clínica.

    Interações medicamentosas:

    Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, clomipramina, imipramina,maprotilina),inibidores da monoamino oxidase (tranilcipromina,pargilina),
    antiparkinsonianos (levodopa),anorexígenos (anfetaminas), simpatomiméticos (efedrina, epinefrina, fenilefrina, fenilpropanolamina): a administração concomitante com a furazolidona pode causar crise hipertensiva. Insulina e hipoglicemiantes orais: a furazolidona pode aumentar o efeito hipoglicêmico.

    Posologia e Administração:

    A dose recomendada de GIARLAM® é a seguinte: Giarlam® Comprimido Giarlam® Suspensão. Adultos e crianças acima de 12 anos de idade.
    1 comprimido, 2 vezes ao dia (a cada 12 horas), durante 7 dias. 20 mL da suspensão,2 vezes ao dia (a cada 12 horas),durante 7 dias. Crianças acima de 6 até 12 anos de idade. meio comprimido, 2 vezes ao dia (a cada 12 horas), durante 7 dias. 10 mL da suspensão,2 vezes ao dia (a cada 12 horas),durante 7 dias. Crianças de 1 mês até 6 anos de idade. ____________ 5 mL da suspensão,2 vezes ao dia (a cada 12 horas),durante 7 dias.
    Pode ser necessária a redução da dose, principalmente em crianças, se ocorrerem efeitos como náuseas e vômitos. Alguns pacientes podem requerer um período maior de tratamento que o recomendado, ou seja, de 8 a 10 dias.Instruções de uso GIARLAM® COMPRIMIDO deve ser ingerido antes das refeições,com o auxílio de água. Agite bem o frasco de GIARLAM® SUSPENSÃO antes da administração. Para a utilização posológica correta, as doses de GIARLAM® SUSPENSÃO devem ser administradas utilizando-se o copo-medida contido na embalagem do produto. O copo-medida possui indicações visuais de doses, as quais devem ser seguidas de acordo com a prescrição médica. Copo-medida 10 mL.

    Superdosagem:

    Os principais sintomas de intoxicação aguda são náuseas, vômitos, arritmia,taquicardia, hipotensão ou hipertensão, agitação, tremor, irritabilidade,convulsões, delírio, hipertermia. O tratamento deve ser sintomático e de suporte, consistindo na realização de lavagem gástrica, administração de carvão ativado e catártico e monitorização dos sistemas cardiovascular, respiratório e da pressão arterial. Em caso de superdose procure orientação médica imediatamente.

    Pacientes Idosos:

    Devem seguir a mesma posologia indicada para adultos.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Lote, Fabricação e Validade: Vide Cartucho.
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 191 291
    Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti.
    CRF-SP no 7758
    GIARLAM® COMPRIMIDO 200 mg: Registro MS nº 1.0550.0044.002-0
    GIARLAM® SUSPENSÃO 10 mg/mL: Registro MS nº 1.0550.0044.001-1
    UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
    Rua do Cruzeiro, 374 – São Bernardo do Campo – SP
    CNPJ 48.396.378/0001-82 – Indústria Brasileira

    Tags: , , , , , , , , , , , ,

  • foto-imagem-remedio-garra-do-diaboGarra do Diabo

    Harpagophytum procumbens

    Identificação do Medicamento

    Nomenclatura Botânica:

    Harpagophytum procumbens Burch. DC
    Parte da planta utilizada: raiz
    Nomenclatura popular: garra do diabo

    Apresentações:

    Comprimidos Revestidos de 200mg – caixa com 4, 8 e 30 comprimidos revestidos.Cada comprimido revestido contém: Extrato seco de Harpagophytum procumbens 5% …………………………………………………………………………………………. 200mg (equivalente à 10 mg de iridóides totais expressos em harpagosídeo).
    Uso oral
    Uso adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: Extrato seco de Harpagophytum procumbens 5% …………………………………………………………………………………………. 200mg (equivalente à 10 mg de iridóides totais expressos em harpagosídeo).
    Excipientes: Celulose microcristalina, Lactose, Croscarmelose sódica, Dióxido de Silício, Estearato de Magnésio, Talco,Polissorbato 80, Polietilenoglicol, Dióxido de Titânio, Corante Lacca Azul nº 2, Corante Lacca Amarelo nº 6, Corante Lacca Vermelho nº 40, Copolímero Ácido Metacrílico L30D,Copolímero Ácido Metacrílico L100, Simeticona, Trietilcitrato,Álcool Isopropílico e Água de Osmose.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Atua como antiinflamatório, sendo indicado como a uxiliar no tratamento do reumatismo, tais como artrite (inflamação das articulações), artrose (alteração articular de natureza degenerativa ou cicatricial, com redução ou supressão funcional), bursite (inflamação das bolsas serosas das articulações) e tendinite (inflamação dos tendões).

    Como este medicamento funciona?

    È padronizado em iridóides totais calculados como harpagosídeo. Os iridóides (harpagosídeos) são as substâncias responsáveis pela ação analgésica (diminuição da dor) e antiinflamatória (combate a inflamação) do medicamento devido a diminuição da produção de prostaglandinas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não deve ser usado em pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula. Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com úlcera gástrica e duodenal, devido à estimulação da secreção do suco gástrico, obstrução das vias biliares ou cálculos biliares, cálculos vesiculares, gastrite e cólon irritável. Pacientes com rinite e/ou asma alérgica, bem como pacientes com reações alérgicas a antiinflamatórios (ácido acetil salicílico, diclofenaco, indometacina, entre outros), não devem fazer uso deste medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o tratamento. Este medicamento não deve se utilizado por crianças com menos de 12 anos de idade.“Este medicamento é contra indicado para uso por mulheres grávidas e amamentando”Este medicamento é contra-indicado para menores de doze anos”“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico. Foi relatado o caso de um paciente que teve uma reação grave (púrpura) com o uso de garra do diabo em combinação com varfarina. Não devem ser ingeridas doses maiores do que as recomendadas. Pode ser utilizado associado ou não aos alimentos nos horários mais convenientes ao paciente já que não sofre a influência do mesmo.“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.”“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médi
    co. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em sua embalagem original,protegendo da luz, calor e umidade, em temperatura ambiente entre 15 e 30ºC. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade. CYRD ( Harpagophytum procumbens ) encontra-se na forma de comprimidos revestidos de cor marrom. Número de Lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”“Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento?

    Deve ser utilizado por via oral na dose de 1 (um) comprimido, 2 (duas) a 3 (três) vezes ao dia. Pode ser utilizado associado ou não aos alimentos nos horários mais convenientes ao paciente já que não sofre a influência do mesmo. Em pacientes idosos deve-se administrar a metade da dose ou 3/4 da dose recomendada para adultos. Assim como todos os medicamentos, informe ao seu profissional de saúde todas as plantas medicinais e fitoterápicos que estiver tomando. Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais quando administrada ao mesmo tempo. “Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. “Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.”

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento ?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode me causar ?

    Este medicamento pode causar dores de cabeça, zumbidos, perda de apetite e do paladar. Distúrbios gastrintestinais podem ocorrer em pessoas sensíveis, especialmente com o uso de doses elevadas. Em casos raros, pode aparecer um ligeiro efeito laxante ao iniciar o tratamento, o qual pode cessar espontaneamente, além de conjuntivite, rinite e sintomas respiratórios. “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farma cêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento ?

    Doses excessivas podem causar lesões hepáticas. Doses excessivas podem interagir com drogas utilizadas para o tratamento de desordens cardíacas. Em caso de superdosagem, recomenda-se suspender o uso e procurar orientação médica, o mais rápido possível, levando a bula do medicamento. “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.Ligue para 0800-722-6001, se você precisar de mais orientações.”

    DIZERES LEGAIS

    M.S: 1.1861.0237
    Responsável Técnico: Amanda Públio da Silva CRF: 37.152
    Ativus Farmacêutica Ltda.
    Rua Fonte Mécia, 2050 – Caixa Postal 489 – CEP 13.273-900 – Valinhos/SP
    CNPJ 64.088.172/0001-41
    Indústria Brasileira.
    SAC 0800-7712010

    “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”

    Tags: , , , , , , , , , , ,

  • metactive-indicado-como-antioxidante-e-como-auxiliar-na-prevenção-das-doenças-cardio-vasculares

    Metactive

    Camellia sinensis

    Identificação do Medicamento:

    Espécie Vegetal
    Camellia sinensis

    Nome da Familia:

    Theaceae

    Parte da Planta Utilizada:

    Folhas não fermentadas

    Nomenclatura Popular:

    Chá Verde

    Apresentações:

    Camellia sinensis
    300 mg. Embalagem contendo 30, 60 ou 120 cápsulas gelatinosas duras.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada cápsula gelatinosa dura contém:

    Extrato seco de folhas de Camellia sinensis ……………………………………………………………………300 mg*Excipiente (Celulose microcristalina, metilparabeno, butilhidroxitolueno, edetato dissódico,estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal)  q.s.p…………………………………………………. 1 cápsula  *correspondente a 120 mg de polifenóis totais, calculados como ácido gálico.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é indicado como antioxidante e com o auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares.

    Como este medicamento funciona?

    Este medicamento é formado pelo extrato seco de Chá Verde (Camellia sinensis). Este extrato tem como constituintes majoritários os polifenóis, aos quais se atribuem propriedades antioxidantes. Estas propriedades auxiliam na prevenção das doenças cardiovasculares.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contra-indicado para uso por pacientes que apresentem gastrite, úlcera gastroduodenal,ansiedade, insônia ou taquicardia (batimentos acelerados do coração).Este medicamento é contra-indicado para menores de 12 anos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Em caso de hipersensibilidade (alergia) ao produto,recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.Não ingerir doses maiores do que as recomendadas.De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este fitoterápico apresenta categoria de risco C.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.A presença de taninos, no Chá Verde, pode influenciar no sistema digestivo, na absorção de nutrientes,minerais (ferro) e com a atividade de enzimas digestivas.Medicamentos contendo Chá Verde reduzem a absorção de drogas alcalinas pela ligação dessas com taninos.Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você es
    tá fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser guardado ao abrigo da luz , do calor e da umidade. Manter em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C).
    Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para consumo, respeitando o prazo de validade.O prazo de validade é de 24 meses a contar da data de sua fabricação indicado na embalagem do produto.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.METACTIVE é apresentado em cápsulas gelatinosas duras brancas, contendo extrato seco de coloração marrom a amarela em seu interior. As cápsulas possuem odor característico e praticamente não apresentam sabor .Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Uso oral.
    Este medicamento deve ser ingerido com líquido.Ingerir uma cápsula de METACTIVE, três vezes ao dia .Não ingerir doses maiores do que três cápsulas ao dia.Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvida sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar uma das doses, não tome mais cápsulas na próxima vez, simplesmente continue o tratamento como recomendado.
    Em caso de dúvida, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): não foi relatada nenhuma reação adversa nesta frequência. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): não foi relatada nenhuma reação adversa nesta frequência. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): não foi relatada nenhuma reação adversa nesta frequência.Reação muito rara (ocorre em menos de 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): podem ocorrer taquicardia, extrasístoles e poliúria. Por seu conteúdo em taninos pode provocar náuseas e vômitos. Indivíduos com sensibilidade estomacal podem sentir queimação e desconforto. Há a possibilidade de ocorrer o estímulo do sistema cardíaco, além de causar insônia, agitação e ansiedade.Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Quantidades que correspondam a uma dose maior do que 300 mg de cafeína podem levar ao nervosismo, tremor e excitabilidade reflexa exacerbada. Os primeiros sintomas são vômitos e espasmos abdominais.Em casos de superdosagem, orienta-se interromper o uso e procurar auxílio médico.Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS: 1.4501.0025
    Farmacêutica Responsável: Fernanda Pacheco Cavalhei
    ro – CRF/RS: 6153
    BRASMED BOTÂNICA FARMACÊUTICA LTDA
    Endereço: Rua F, nº
    01 – Distrito Industrial Jorge Lanner – Canoas/RS
    CNPJ: 00.660.703/0001-46
    Indústria Brasileira

     

    Tags: , , , , ,

  • foto-antiacido-antiflatulento-riopan-plusRIOPAN® PLUS

    magaldrato, dimeticona
    Antiácido e antiflatulento.

    Formas farmacêuticas, apresentações e via de administração:

    Comprimido mastigável. Embalagens com 20 unidades (sabor menta). Uso oral.
    Suspensão. Frascos com 240 ml (sabor menta). Uso oral – Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido mastigável contém:
    Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)……………………………….. 800 mg
    Dimeticona…………………………………………………………………………………100 mg
    Excipiente aromatizado q.s.p…………………………………………………. 1 comprimido
    Excipientes: sorbitol, macrogol, dióxido de silício, lactose, metilcelulose, aroma de menta, araquidato de cálcio, amido de milho e álcool isopropílico.
    Cada 5 ml (1 colher das de chá) da suspensão contém:
    Magaldrato* (aluminato de magnésio hidratado)………………………………… 400 mg
    Dimeticona…………………………………………………………………………………. 50 mg
    Veículo aromatizado q.s.p………………………………………………………………… 5 ml
    Excipientes: goma arábica, hipromelose, óleo de hortelã-menta, mentol, ciclamato de sódio, sulfato de prata, gliconato de clorexidina e água purificada.
    * Contendo no mínimo 80% de magaldrato anidro.

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento
    Antiácido e antiflatulento.

    Cuidados de armazenamento:

    Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Manter o frasco de Riopan® Plus suspensão ao abrigo da luz, dentro da embalagem do produto. Uma vez aberto, o conteúdo do frasco permanece estável por 6 semanas. Evite o congelamento da suspensão.

    Prazo de validade:

    O prazo de validade é de 24 meses a partir da data da fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Riopan® Plus suspensão é branco acinzentado, com sabor e odor característicos de menta. Riopan® Plus comprimidos mastigáveis são redondos, de cor branca a levemente amarelado, odor de menta.

    Gravidez e lactação:

    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.Durante a gravidez, Riopan® Plus deve ser usado apenas por curto período de tempo, a fim de evitar sobrecarga de alumínio para o feto.Estudos em animais demonstraram que sais de alumínio têm efeitos prejudiciais na descendência.Os compostos de alumínio passam para o leite. Devido à baixa absorção, acredita-se não haver risco para o recém nascido.

    Cuidados de administração:

    Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos por inteiro, mas sim dissolvidos inteiramente na boca. Agite o frasco da suspensão antes de usar.O medicamento deve ser ingerido de preferência 1 hora após as principais refeições e antes de deitar.Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como diarréia ou constipação.Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão). Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer redução de fosfato.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Deve-se evitar a administração junto com outros medicamentos como tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida e clorpromazina pelo risco de redução da absorção destas substâncias. A ingestão destes medicamentos deverá ocorrer com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração do Riopan® Plus.A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    Contra-indicações e precauções:

    O produto não deve ser usado por pacientes com insuficiência renal ou com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a 2 semanas.Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    Riscos da automedicação:

    Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Informações Técnicas

    Características:

    O magaldrato (aluminato de magnésio hidratado), princípio ativo do Riopan® Plus, não é uma simples mistura física dos dois componentes, magnésio e alumínio, mas sim uma monosubstância em que estes elementos são ligados de maneira a formar uma entidade química. Conforme comprovado experimentalmente, a atividade adsorvente e neutralizante deste composto é bastante elevada, superando consideravelmente a proporcionada por uma simples mistura.Uma vez que a ativação intragástrica do Riopan® Plus (liberação dos hidróxidos de alumínio e magnésio) é proporcional ao grau de acidez gástrica, o seu efeito neutralizante se adapta automaticamente às necessidades momentâneas de cada caso, evitando-se a neutralização total ou até a formação de um meio gástrico alcalino, indesejável por várias razões. Por esta auto-regulação, o pH obtido pelo Riopan® Plus oscila dentro da faixa ideal de pH, de 3,5 a 5,0, não ultrapassando este último valor, mesmo com administrações repetidas e prolongadas. Ao mesmo tempo, o Riopan® Plus adsorve e inativa a lisolecitina e os ácidos biliares que, através do refluxo duodeno-gástrico, desempenham papel importante como fatores etiopatogênicos da úlcera péptica e da esofagite.A dimeticona, por sua vez, age fisicamente reduzindo a tensão superficial das bolhas de gás ou espuma, formadas por razões diversas no tubo digestivo, eliminando-as. Não sendo absorvida, a tolerância da dimeticona é excelente, não tendo sido relatados quaisquer efeitos colaterais com o seu uso, mesmo por tempo prolongado.

    Propriedades farmacodinâmicas:

    A ação do magaldrato está baseada na neutralização do ácido gástrico. Também ocorre ligação “dose-dependente” e “pH-dependente” a ácidos biliares e lisolecitina. A atividade antiácida é atribuída à ligação de prótons aos íons sulfato e hidróxido da camada intersticial entrelaçada, fazendo com que a estrutura entrelaçada se decomponha durante a neutralização.800 mg de magaldrato neutralizam cerca de 18-25 mval de ácido clorídrico.

    Propriedades farmacocinéticas:

    O magaldrato não é absorvido no trato gastrintestinal. Durante o processo de neutralização pequenas quantidades de íons magnésio e alumínio são liberadas, e durante o trânsito intestinal, são convertidas em fosfatos solúveis e excretados pela evacuação. A mesma proporção de cátions é absorvida. Um pequeno aumento no nível de alumínio sérico pode ocasionalmente ser encontrado estável em pessoas com rins saudáveis.

    Dados de segurança pré-clínica:

    A toxicidade aguda para antiácidos não foi determinada devido à baixa absorção (10% para magnésio e cerca de 1% para alumínio) e excreção renal relativamente rápida.Em pacientes com a função renal prejudicada, podem ocorrer altos níveis plasmáticos e teciduais de alumínio (depósitos de alumínio predominantemente no nervo e no tecido ósseo) e fenômenos de superdose.No tratamento a longo prazo com antiácidos contendo alumínio, pode ocorrer redução na absorção de fosfato.O potencial mutagênico do magaldrato ainda não foi suficientemente investigado. Para compostos de alumínio não há evidência relevante de potencial mutagênico.Não há estudos sobre potencial carcinogênico do magaldrato.Não há estudos sobre embriotoxicidade do magaldrato em animais. Não há evidência de algum risco ou má formação em humanos.
    Efeitos embriotóxicos e fetotóxicos foram observados com outros compostos de alumínio. Estudos em ratos mostraram aumento da mortalidade pós-natal e desenvolvimento neuromotor retardado.

    Indicações:

    Na hiperacidez gástrica e na flatulência decorrentes de qualquer etiologia. Azia, esofagite de refluxo, gastrite aguda e crônica, úlcera gástrica e duodenal. Distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café.Riopan® Plus está especialmente indicado quando estes distúrbios acima se acompanham de retenção de gases, eructações freqüentes, meteorismo, aerofagia ou distensão abdominal.

    Contra-indicações:

    Insuficiência renal. Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.

    Precauções e advertências:

    Riopan® Plus não deve ser usado em crianças menores de 12 anos de idade, pois não existe experiência suficiente no tratamento desta faixa etária com o produto.Sendo bem tolerado e ainda livre da sacarose e pobre em sódio, Riopan® Plus pode ser administrado inclusive a pacientes diabéticos ou hipertensos.A não ser em indicações muito especiais, sob cuidadosa supervisão médica, aconselha-se não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão (20 colheres das de chá) por dia ou administrar esta dose diária máxima durante período superior a 2 semanas.Se os sintomas persistirem por mais de 2 semanas durante o tratamento, o exame clínico pode ser conduzido de modo a excluir alguma doença malígna.O pH elevado do suco gástrico aumenta o risco de colonização da mucosa gástrica por organismos patogênicos, os quais podem, por exemplo, em pacientes sujeitos à ventilação artificial, levar a uma maior incidência da ocorrência de pneumonia nosocomial.
    Pacientes portadores de nefropatias: não devem fazer uso prolongado da referida dose máxima, exceto sob expressa recomendação e vigilância médica.Pacientes com função renal prejudicada (clearance de creatinina <30 ml/min): somente devem fazer uso de Riopan® Plus com regular monitoramento dos níveis séricos de magnésio e alumínio. O nível sérico de alumínio não deve ultrapassar 40 ng/ml.Pacientes que necessitam de diálise: deve ser dada particular atenção a esses pacientes devido à possível relação entre elevados níveis de alumínio sérico e o desenvolvimento de encefalopatias. No tratamento a longo prazo, as concentrações de alumínio no sangue devem ser avaliadas regularmente, e não devem exceder 40 ng/ml.

    Suspensão:

    Agitar o frasco antes de usar.

    Comprimidos mastigáveis:

    Os comprimidos, de sabor agradável, não devem ser deglutidos, mas sim dissolvidos inteiramente na boca.Um comprimido mastigável de Riopan® Plus contém cerca de 1,014 g de sorbitol, e portanto, até 6,2 g de sorbitol pode ser ingerido diariamente quando as instruções posológicas são observadas.

    Alerta para pacientes diabéticos:

    O comprimido mastigável de Riopan® Plus contém amido de milho.

    Interações medicamentosas:

    Da mesma forma que outras preparações antiácidas, o Riopan® Plus pode reduzir a absorção de medicamentos, como as tetraciclinas, derivados de quinolonas (ciprofloxacino, ofloxacino e norfloxacino), digoxina, benzodiazepínicos, cimetidina, compostos de ferro, indometacina, isoniazida, e clorpromazina. Portanto, a administração de outros medicamentos deve ser feita com um intervalo de 1 a 2 horas após a administração de Riopan® Plus.A absorção de levodopa aumenta quando usada simultaneamente com Riopan® Plus.Uma possível potencialização dos efeitos anticoagulantes dos derivados da cumarina podem ser observados.A administração concomitante de antiácidos contendo alumínio e bebidas ácidas (sucos de fruta, vinho, etc.) aumentam a absorção intestinal do alumínio.O mesmo se aplica para comprimidos efervescentes contendo ácidos cítrico ou tartárico.

    Reações adversas:

    Raramente, podem ocorrer casos leves e transitórios de diarréia ou constipação, e de litíase renal.Com o uso prolongado ou altas doses, podem ocorrer anorexia, perda de peso ou fraqueza muscular.O sorbitol, constituinte de Riopan® Plus comprimidos mastigáveis, pode causar desconforto estomacal (indigestão).Com o uso prolongado de altas doses em pacientes com insuficiência renal, o alumínio pode ser depositado no tecido nervoso e ósseo, e pode ocorrer depleção de fosfato.

    Posologia:

    Em casos de distúrbios gástricos leves, como distúrbios funcionais do estômago (intolerância a certos alimentos ou medicamentos), irritação gástrica devido ao consumo de álcool, fumo ou café, especialmente quando associados à quadros de flatulência e distensão abdominal por excesso de gases, recomenda-se tomar 1 comprimido ou 2 colheres das de chá (10 ml) da suspensão quando da ocorrência de sintomas, quatro vezes ao dia, de preferência 1 hora após as refeições e ao deitar, ou a critério médico. Não ultrapassar a dose máxima de 10 comprimidos ou 100 ml da suspensão por dia. Esta dose máxima não deve ser administrada por período superior a duas semanas.Em casos de gastrite ou úlcera gástrica, 1 comprimido, ou 2 colheres das de chá (10 ml), 4 vezes ao dia (sempre 1 hora após as principais refeições e antes de deitar). Esta medicação deve ser mantida durante no mínimo, 4 semanas. Quando necessário, esta dose pode ser aumentada a até 10 comprimidos ou 20 colheres das de chá (100 ml) da suspensão ao dia.Conforme indica a experiência, a úlcera duodenal requer doses maiores e medicação regular.Nestes casos recomenda-se, salvo prescrição médica diferente, 1 a 2 comprimidos ou 2 a 4 colheres das de chá (10 a 20 ml) da suspensão, 7 vezes ao dia (1 e 3 horas após as principais refeições e antes de deitar). Estudos recentes mostram que doses muito menores de magaldrato (3,2 g/dia, divididos em 2 a 3 tomadas), são tão eficazes no tratamento da úlcera duodenal quanto as altas doses tradicionalmente usadas. Este tratamento deve ser continuado até no mínimo, 4 semanas após o desaparecimento dos sintomas subjetivos.

    Superdose:

    Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

    Pacientes idosos:

    Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
    MS – 1.0639.0112
    Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF – SP nº 14.828
    N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.
    EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
    SAC: 0800-7710345
    www.nycomed.com.br
    Sob licença de
    Nycomed GmbH
    Alemanha
    Nycomed Pharma Ltda.
    Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5
    Jaguariúna – SP
    CNPJ 60.397.775/0008-40
    Indústria Brasileira
    RIPL_0505_1007

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,