• foto-imagem-remedio-garra-do-diaboGarra do Diabo

    Harpagophytum procumbens

    Identificação do Medicamento

    Nomenclatura Botânica:

    Harpagophytum procumbens Burch. DC
    Parte da planta utilizada: raiz
    Nomenclatura popular: garra do diabo

    Apresentações:

    Comprimidos Revestidos de 200mg – caixa com 4, 8 e 30 comprimidos revestidos.Cada comprimido revestido contém: Extrato seco de Harpagophytum procumbens 5% …………………………………………………………………………………………. 200mg (equivalente à 10 mg de iridóides totais expressos em harpagosídeo).
    Uso oral
    Uso adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: Extrato seco de Harpagophytum procumbens 5% …………………………………………………………………………………………. 200mg (equivalente à 10 mg de iridóides totais expressos em harpagosídeo).
    Excipientes: Celulose microcristalina, Lactose, Croscarmelose sódica, Dióxido de Silício, Estearato de Magnésio, Talco,Polissorbato 80, Polietilenoglicol, Dióxido de Titânio, Corante Lacca Azul nº 2, Corante Lacca Amarelo nº 6, Corante Lacca Vermelho nº 40, Copolímero Ácido Metacrílico L30D,Copolímero Ácido Metacrílico L100, Simeticona, Trietilcitrato,Álcool Isopropílico e Água de Osmose.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Atua como antiinflamatório, sendo indicado como a uxiliar no tratamento do reumatismo, tais como artrite (inflamação das articulações), artrose (alteração articular de natureza degenerativa ou cicatricial, com redução ou supressão funcional), bursite (inflamação das bolsas serosas das articulações) e tendinite (inflamação dos tendões).

    Como este medicamento funciona?

    È padronizado em iridóides totais calculados como harpagosídeo. Os iridóides (harpagosídeos) são as substâncias responsáveis pela ação analgésica (diminuição da dor) e antiinflamatória (combate a inflamação) do medicamento devido a diminuição da produção de prostaglandinas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não deve ser usado em pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula. Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com úlcera gástrica e duodenal, devido à estimulação da secreção do suco gástrico, obstrução das vias biliares ou cálculos biliares, cálculos vesiculares, gastrite e cólon irritável. Pacientes com rinite e/ou asma alérgica, bem como pacientes com reações alérgicas a antiinflamatórios (ácido acetil salicílico, diclofenaco, indometacina, entre outros), não devem fazer uso deste medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o tratamento. Este medicamento não deve se utilizado por crianças com menos de 12 anos de idade.“Este medicamento é contra indicado para uso por mulheres grávidas e amamentando”Este medicamento é contra-indicado para menores de doze anos”“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico. Foi relatado o caso de um paciente que teve uma reação grave (púrpura) com o uso de garra do diabo em combinação com varfarina. Não devem ser ingeridas doses maiores do que as recomendadas. Pode ser utilizado associado ou não aos alimentos nos horários mais convenientes ao paciente já que não sofre a influência do mesmo.“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.”“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médi
    co. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em sua embalagem original,protegendo da luz, calor e umidade, em temperatura ambiente entre 15 e 30ºC. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade. CYRD ( Harpagophytum procumbens ) encontra-se na forma de comprimidos revestidos de cor marrom. Número de Lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”“Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento?

    Deve ser utilizado por via oral na dose de 1 (um) comprimido, 2 (duas) a 3 (três) vezes ao dia. Pode ser utilizado associado ou não aos alimentos nos horários mais convenientes ao paciente já que não sofre a influência do mesmo. Em pacientes idosos deve-se administrar a metade da dose ou 3/4 da dose recomendada para adultos. Assim como todos os medicamentos, informe ao seu profissional de saúde todas as plantas medicinais e fitoterápicos que estiver tomando. Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais quando administrada ao mesmo tempo. “Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. “Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.”

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento ?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode me causar ?

    Este medicamento pode causar dores de cabeça, zumbidos, perda de apetite e do paladar. Distúrbios gastrintestinais podem ocorrer em pessoas sensíveis, especialmente com o uso de doses elevadas. Em casos raros, pode aparecer um ligeiro efeito laxante ao iniciar o tratamento, o qual pode cessar espontaneamente, além de conjuntivite, rinite e sintomas respiratórios. “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farma cêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento ?

    Doses excessivas podem causar lesões hepáticas. Doses excessivas podem interagir com drogas utilizadas para o tratamento de desordens cardíacas. Em caso de superdosagem, recomenda-se suspender o uso e procurar orientação médica, o mais rápido possível, levando a bula do medicamento. “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.Ligue para 0800-722-6001, se você precisar de mais orientações.”

    DIZERES LEGAIS

    M.S: 1.1861.0237
    Responsável Técnico: Amanda Públio da Silva CRF: 37.152
    Ativus Farmacêutica Ltda.
    Rua Fonte Mécia, 2050 – Caixa Postal 489 – CEP 13.273-900 – Valinhos/SP
    CNPJ 64.088.172/0001-41
    Indústria Brasileira.
    SAC 0800-7712010

    “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”

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  • Ansival-indicado-como-sedativo-moderado-e-como-agente-promotor-do-sono-e-ansiedade

    Ansival

    Valeriana officinalis

    Identificação do Medicamento

    Nomenclatura botânica:

    Valeriana officinalis L.

    Família:

    Valerianaceae

    Nome Popular:

    Valeriana

    Parte da planta utilizada:

    Raiz

    “Medicamento fitoterápico registrado com base no uso tradicional.”“Não é recomendado o uso por período prolongado enquanto estudos clínicos amplos sobre o segurança não forem realizados.”

    Apresentações:

    Comprimidos Revestidos de 100mg – caixa com 4, 8 e 30 comprimidos revestidos.
    Cada comprimido revestido contém:
    Extrato seco de Valeriana officinalis………………………………………………………………………………………………………100mg
    (padronizado em 0,8mg de ácidos sesquiterpênicos expressos em acido valerênico)
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém:
    Extrato seco de Valeriana officinalis………………………………………………………………………………………………………100mg
    (padronizado em 0,8mg de ácidos sesquiterpênicos expressos em acido valerênico)Excipientes: celulose+lactose, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool isopropílico,dióxido de titânio, copolímero ácido metacrílico, polietilenoglicol 6000, coranteb lacca alumínio azul nº 2 e água de osmose.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    ANSIVAL (Valeriana officinalis) é indicado como sedativo moderado, como agente promotor do sono e no tratamento de distúrbios do sono associados à ansiedade.

    Como este medicamento funciona?

    ANSIVAL (Valeriana officinalis) atua no Sistema Nervoso Central (SNC) exercendo um leve efeito calmante além de auxiliar na regularização dos distúrbios do sono. Seu médico é a pessoa mais adequada para lhe dar maiores informações sobre o tratamento, siga sempre suas orientações. Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Pessoas com hipersensibilidade ao extrato de Valeriana officinalis e aos outros componentes da formula não devem usar este medicamento. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico. Não há dados disponíveis acerca do uso de Valeriana durante a gravidez e a lactação. Este medicamento não deve ser usado nessas condições, exceto sob orientação médica.Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.Não existem contra indicações ou precauções especiais especificas para pacientes idosos.Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você esta fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.“Este medicamento é contra-indicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando.”“Este medicamento é contra-indicado para menores de 3 anos.”“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação medica ou do cirurgião dentista.”

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Este medicamento pode causar sonolência, não sendo, portanto recomendável a sua administração antes de dirigir,operar maquinas ou realizar qualquer atividade de risco que necessite atenção.Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.O medicamento a base de Valeriana officinalis pode potencializar o efeito de outros medicamentos depressores do SNC. Estudos em animais mostraram um efeito aditivo quando utilizado em combinação com barbitúricos,
    anestésicos ou benzodiazepínicos e outros fármacos depressores do SNC.Não ingerir doses maiores do que as recomendadas.Recomenda-se evitar o uso deste medicamento juntamente com a ingestão de bebidas alcoólicas pela possível exacerbação dos efeitos sedativos.Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação, exceto sob orientação medica. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.ANSIVAL (Valeriana officinalis), não deve ser administrado para crianças abaixo de três anos.“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação medica ou do cirurgião dentista.”“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento”.“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde”.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em sua embalagem original, protegendo da luz, calor e umidade, em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.ANSIVAL (Valeriana officinalis.) encontra-se na forma de comprimidos bicôncavos revestidos de cor azul.“Numero do lote e datas de fabricação e data de validade: vide embalagem.”“Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança mo aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”“Todo o medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento?

    Comprimidos revestidos 100mg: deve ser utilizado por via oral na dose de 2 a 3 comprimidos revestidos 1 a 3 vezes ao dia .Como promotor de sono, a menos que haja orientação medica contrária, tomar o medicamento de 30 minutos a 2 horas antes de dormir.Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros e sem mastigar com quantidade suficiente de água para que sejam deglutidos.Assim como todos os medicamentos, informe ao seu profissional de saúde todas as plantas medicinais e fitoterápicos que estiver tomando. Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais quando administrada ao mesmo tempo.“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”
    “Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.”

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Os efeitos adversos relatados foram raros e leves, incluindo tontura, indisposição gastrintestinal, alergias de contato,dor de cabeça e midríase (dilatação da pupila). Com o uso em longo prazo, os seguintes sintomas podem ocorrer: dor de cabeça, cansaço, insônia, midríase e desordens cardíacas.O uso crônico de altas doses de Valeriana officinalis por muitos anos aumentou a possibilidade de ocorrência de síndrome de abstinência com a retirada abrupta do medicamento. “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em casos de superdosagem podem ocorrer sintomas adversos leves como fadiga, cãibras abdominais, tensionamento do tórax, tontura, tremores e midríase que desaparecem no período de 24 horas após descontinuação do uso.Em caso de superdosagem, suspender o uso, procurar orientação medica de imediato para que sejam adotadas as medidas habituais de apoio e controle das funções vitais.

    “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.”

    Dizeres Legais

    Registro M.S: 1.1861.0004
    Responsável Técnico: Dra. Amanda Públio da Silva – CRF: 37.152
    Fabricado por:
    Ativus Farmacêutica Ltda.
    Rua: Fonte Mécia n° 2050 – CEP: 13270-000 – Caixa Postal 489 – Valinhos-SP
    CNPJ: 64.088.172/0001-41
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800 771 20 10

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Babosa, hortelã e salgueiro são os novos fitoterápicos a entrar na lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), publicada hoje (29) pelo Ministério da Saúde. Atualizada a cada dois anos, a lista tem agora 810 itens, como medicamentos, vacinas e insumos.

    A babosa é indicada para o tratamento de queimaduras e psoríase (doença inflamatória da pele); a hortelã, síndrome do cólon irritado; e o salgueiro, para dor lombar. Desde 2007, o SUS usa remédios fitoterápicos, que agora chegam a 11. Para entrar no rol, o fitoterápico precisa ser industrializado, ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e eficácia comprovada.

    A nova relação traz também os remédios finasterida e doxasozina (convencionais) usados contra o crescimento anormal da próstata.

    A lista praticamente dobrou, passando de 470 itens, em 2010, para 810, por causa da inclusão dos medicamentos para doenças raras, vacinas e insumos. Antes, eram listados somente os remédios considerados essenciais, utilizados no tratamento das doenças mais recorrentes. Estão de fora da lista os remédios para câncer, oftalmológicos e aqueles usados no atendimento de urgência e emergência, pois constam em outra relação nacional.

    O rol é formulado por uma comissão técnica formada por representantes do ministério, da Anvisa, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e de associações médicas.

    Para ter acesso a um medicamento da lista do SUS, o paciente deve apresentar receita médica na rede pública. Com base na lista nacional, cada município tem autonomia para fazer sua própria relação de remédios.

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  • Anvisa realiza nesta quarta audiência pública sobre veto a emagrecedores

    Ainda que alguns remédios emagrecedores venham a ser proibidos no Brasil, como quer a Anvisa (Agência Nacional Vigilância Sanitária), os chamados remédios naturais, como fitoterápicos e fórmulas manipuladas, não deverão se tornar uma alternativa no tratamento da obesidade.

    A agência de vigilância realiza nesta quarta-feira (23) uma audiência pública para discutir se proíbe ou não os remédios usados para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, anfepranoma e mazindol).

    Para algumas entidades, como a Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), a SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e a Anfarmag (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais), que devem comparecer à audiência de hoje, a medida vai dificultar o acesso ao tratamento da obesidade no Brasil.


    O único remédio para o tratamento da obesidade que continuará liberado será o orlistate (Xenical e Lipiblock), que atua diretamente no intestino e reduz a absorção de gordura. Apesar dessa limitação, os médicos descartam usar os fitoterápicos no tratamento e preferem usar remédios não específicos contra a obesidade, mas que podem ajudar no tratamento.

    De acordo com o médico Ricardo Meirelles, presidente da SBEM, os remédios naturais não têm efeito para ajudar a controlar o apetite.

    - Os fitoterápicos não têm comprovação científica para ajudar a emagrecer.

    Essa é a mesma opinião do endocrinologista Mário Kehdi Carra, membro da Abeso.

    - Com relação aos fitoterápicos e suplementos alimentares, não tem trabalho nenhum no mundo de longa duração que comprove a eficácia.

    Carra afirma que uma possível proibição da Anvisa vai levar os médicos a buscar medicamentos que não são testados especificamente para tratar a obesidade, mas que causam emagrecimento, como alguns antidepressivos.

    - Se proíbe, você vai começar a procurar medicamentos de indicação de fora de bula.

    De acordo com o endocrinologista Pedro Saddi, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não se pode ter preconceito somente porque o remédio é fitoterápico, mas esses medicamentos “têm que ser submetidos ao rigor da ciência”.

    - Nenhum deles foi ainda aprovado, tanto do ponto de vista de segurança quanto da eficácia.

    É consenso entre os especialistas ouvidos pelo R7 que a medida da Anvisa vai prejudicar o tratamento da obesidade no Brasil. Para eles, uma mlehor fiscalização sobre o consumo dos medicamentos traria mais benefícios do que a proibição.

    Saddi espera, no entanto, que a agência possa postergar a decisão e discutir melhor o tema.

    Alternativas

    O médico Fábio César dos Santos, especialista em clinica médica e cardiologia e presidente da Associação Médica Brasileira de Ortomolecular, também é contra a medida da Anvisa de proibir os emagrecedores no país.

    A medicina ortomolecular, diz Santos, é uma prática integrativa que agrega a medicina convencional a métodos de medicina complementar.

    Apesar do veto, Santos afirma que existem opções para o tratamento da obesidade, como o extrato de chá verde associado com rhodiola rosea (conhecida como raiz-dourada.).

    - O chá verde atua como antioxidante e aumenta o metabolismo. A rhodiola também e antioxidante e inibe a proliferação de células gordurosas.

    Ele cita também a faseolamina, um fitoterápico que inibe a absorção de carboidratos. Além deles, Santos indica dois aminoácidos: a fenialanina, que pode levar à sensação de saciedade, e o 5-HTP (5-hidroxitriptofano), que dá sensação de bem-estar.

    Para Santos, a possível proibição dos emagrecedores pode abrir espaço para esses outros medicamentos.

    - O que não pode ocorrer são associações malucas. Eles podem ser usados desde que estejam regulamentados pela Anvisa.

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