• Pramipexol-indicado-para-o-tratamento-dos-sinais-e-sintomas-da-doença-de-parkinson

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Pramipexol

    dicloridrato de pramipexol

    Identificação do Medicamento

    Apresentações

    Comprimidos de 0,125 mg em embalagens com 30, 60 comprimidos e 100, 200 (embalagem hospitalar) comprimidos
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém 0,125 mg de dicloridrato de pramipexol, equivalente a 0,088 mg de pramipexol. Excipientes: manitol, croscarmelose sódica, dióxido de silício, povidona , ácido esteárico e água purificada.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson sem causa conhecida, podendo ser usado isoladamente ou em associação com levodopa. Também é indicado para tratamento dos sintomas da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) sem causa conhecida.

    Como este medicamento funciona?

    Atua no cérebro aliviando os problemas motores relacionados com a doença de Parkinson e também protege os neurônios dos efeitos nocivos da levodopa. Ainda não se conhece o mecanismo de ação sobre a Síndrome das Pernas Inquietas (SPI).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar se tiver alergia ao pramipexol (substância ativa) ou a qualquer componente da fórmula.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você tiver problemas nos rins, seu médico deverá reduzir a dose. Caso tenha doença cardiovascular grave, será necessário monitorar a sua pressão arterial, principalmente no início do tratamento, devido ao risco de queda da pressão ao levantar-se rapidamente.Existe a possibilidade de surgirem comportamentos a normais, como compulsão alimentar, por compras,sexo e jogos. Nestes casos, o médico poderá decidir se diminui a dose ou mesmo se interrompe o tratamento. Você e seu médico devem monitorar a ocorrência de melanoma (um tipo de câncer de pele) durante o uso, pois estudos demonstraram que pacientes com doença de Parkinson têm cerca de 2 a 6 vezes mais chance de desenvolver essa doença. Na doença de Parkinson, após a interrupção abruptado tratamento foram relatados sintomas da síndrome neuroléptica maligna (contrações musculares intensas, alterações na dosagem de enzima e febre alta resistente). Casos da literatura indicaram que o tratamento com medicamentos com ação similar  pode resultar em início dos sintomas da síndrome das pernas inquietas em horário mais cedo que o habitual e sua propagação para outras extremidades, pode causar alucinações e confusão, com maio r frequência em pacientes com doença de Parkinson em estágio avançado em tratamento associado com levodopa. Atenção: sua capacidade para dirigir pode ficar prejudicada caso tenha alucinações visuais. O seu uso pode causar sonolência e sono súbito durante suas atividades diárias (como conversas e refeições). A sonolência pode ser frequente e ter consequências potencialmente sérias. Por isso, você não deve dirigir carros nem operar nenhuma outra máquina até que tenha experiência suficiente para estimar se terá algum prejuízo do seu desempenho mental e/ou motor. Você não deve dirigir nem participar de atividades potencialmente perigosas se tiver sonolência ou adormecer subitamente durante as atividades diárias, em qualquer momento do tratamento. Caso ocorram,procure seu médico. Não causou malformações em proles de coelhos e ratos, mas foi tóxica aos embriões de ratos quando a mãe recebeu doses consideradas tóxicas.

    Gravidez e Amamentação:

    Só deve ser utilizado durante a gravidez se os benefícios potenciais justificarem os riscos para o bebê. Ainda não foi avaliado se é excretado pelo leite materno. Se você estiver amamentando não deve usar, pois pode haver inibição da produção de leite. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações Medicamentosas:

    Se você estiver tomando medicamentos como cimetidina e amantadina, o médico provavelmente reduzirá a dose, pois o efeito pode ser aumentado,causando movimentos repetitivos involuntários,agitação ou alucinações. Se você tiver doença de Parkinson e estiver em fase de aumento da dose, recomenda-se que o médico diminua a dose de levodopa e mantenha a do se de outros medicamentos contra a doença de Parkinson. Se você estiver tomando outro medicamento sedativo ou usa álcool, deve ter cautela, pois o efeito sedativo  pode aumentar. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Mantenha em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC), protegido da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.O comprimido é na cor branca circular, biconvexo e monossectado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com água, com ou sem alimentos. Tome o medicamento conforme orientação de seu médico.

    Doença de Parkinson

    A dose diária total deve ser dividida em três tomadas diárias.
    • Tratamento inicial: a dose deve ser aumentada gradualmente a partir de uma dose inicial de 0,375 mg/dia, subdividida em três doses diárias, e deve ser aumentada a cada 5 a 7 dias. Desde que não haja reações adversas, a dose deve ser aumentada até que se atinja o máximo efeito terapêutico Esquema de dose ascendente ,Semana Dose Dose diária total 1 0,125 mg, 3 x ao dia 0,375 mg.Se houver necessidade de aumentar a dose, seu médico poderá acrescentará semanalmente 0,75 mg à dose diária até atingir a dose máxima de 4,5 mg/dia.• Tratamento de manutenção: a dose individual deve situar-se entre 0,375 mg/dia e a dose máxima de 4,5 mg/dia. Em caso de interrupção do tratamento, a dose deve ser diminuída em 0,75 mg por dia até que a dose diária atinja 0,75 mg. Depois disso, a dose deve ser reduzida em 0,375 mg por dia. Caso você também esteja tomando levodopa, recomenda-se que seu médico reduza a dose de levodopa,tanto durante o aumento da dose como no tratamento de manutenção. Se você tiver problemas nos rins, seu médico poderá adaptar a dose. Síndrome das Pernas Inquietas. A dose inicial recomendada  é 0,125 mg uma vez ao dia, 2 a 3 horas antes de dormir. Para pacientes com sintomatologia adicional, a dose deve ser aumentada ou ajustada a cada 4-7 dias, no máximo de 0,75 mg por dia. Esquema de dose ascendente  Etapa Dose diária (única) da noite 1 0,125 mg 2 (se necessário) 0,25 mg 3 (se necessário) 0,50 mg 4 (se necessário) 0,75 mg O tratamento pode ser interrompido sem redução gradativa da dose. No entanto, estudos demonstraram que pode ocorrer retorno dos sintomas da SPI. Se você tiver problemas nos rins, seu médico poderá adaptar a dose. A segurança e eficácia  não foram estabelecidas em crianças e adolescentes até 18 anos.Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem conhecimento do seu médico.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis inesperadas.
    Doença de Parkinson: – Reações muito comuns: tontura, movimentos repetitivos involuntários, sonolência, enjoo.
    – Reações comuns: comportamentos anormais (refletindo sintomas de transtornos do controle dos impulsos e comportamento compulsivo), sonhos anormais, confusão, alucinações, insônia, dor de cabeça,distúrbios visuais incluindo visão dupla, visão embaçada e redução da visão, pressão baixa, prisão de ventre, vômito, fraqueza, inchaço nas pernas e pés,perda de peso com perda de apetite.
    – Reações incomuns: pneumonia, compulsão por compras, por sexo, por jogo, amnésia, delírio aumento ou diminuição do desejo sexual, paranoia, hiperatividade, início repentino do sono, desmaios, falta de ar,soluços, coceira, vermelhidão e descamação da pele,reações alérgicas, aumento de peso.
    – Reações com frequência desconhecida: secreção inad.equada do hormônio antidiurético, compulsão alimentar, alimentação excessiva, perda da função do coração.
    Síndrome das Pernas Inquietas:
    – Reação muito comum: enjoo.
    – Reações comuns: sonhos anormais, insônia, tontura, dor de cabeça, sonolência, prisão de ventre,vômito, fraqueza.
    – Reações incomuns: confusão, alucinações, aumento ou diminuição do desejo sexual, inquietação,movimentos repetitivos involuntários, início repentino do sono, desmaios, distúrbios visuais incluindo visão dupla,visão embaçada e redução da visão, pressão baixa, falta de ar, soluços, coceira, vermelhidão e descamação da pele, reações alérgicas, inchaço nas pernas e pés, perda de peso com perda de apetite,aumento de peso.
    – Reações com frequência desconhecida: pneumonia, secreção inadequada do hormônio antidiurético,comportamentos anormais (refletindo sintomas de transtornos do controle dos impulsos e comportamento compulsivo), compulsão alimentar, por compras, por sexo, por jogo, delírio, alimentação excessiva,paranoia, amnésia, hiperatividade perda da função do coração. Em alguns pacientes pode ocorrer hipotensão no início do tratamento, principalmente quando o aumento da dose é muito rápido. Há alguns relatos de episódios de sono sem sinais de alerta, como sonolência, principalmente em pacientes tomando doses acima de 1,5 mg/dia de dicloridrato de pramipexol, e não se evidenciou uma relação com a duração do tratamento. Na maioria dos casos sobre os quais se obtiveram informações, os episódios não se repetiram após a redução da dose ou a interrupção do tratamento. A ocorrência de jogo patológico, libido aumentada e hipersexualidade geralmente é reversível com a redução da dose ou descontinuação do tratamento. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há experiência clínica com casos de dose excessiva, mas se espera que ocorram eventos adversos como enjoo, vômitos, hiperatividade, alucinações, agitação e pressão baixa. Não se conhece nenhum antídoto. Podem ser necessários medicamentos específicos e medidas gerais de suporte como lavagem gástrica, reposição de líquidos pela veia e monitoração por eletrocardiograma. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2675.0167
    Farm. Resp.: Dra. Ana Paula Cross Neumann – CRF-SP 33512
    Registrado por: NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA
    Av. Ceci, 820 Bairro Tamboré
    CEP 06.460-120 – Barueri/SP
    CNPJ: 72.593.791/0001-11
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Fabricado por: EMS S/A
    Hortolândia /SP
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
    SAC 0800-0262274
    www.novaquimicafarma.com.br

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    capilarema-indicado-para-resolver-problemas-de-circulação-dos-vasos-sanguineos-aliviando-os-sintomas

    Capilarema®

    aminaftona

    Apresentações:

    Comprimidos simples de 75 mg – cartucho contendo 30 ou 60 comprimidos.
    Via Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de Capilarema ® contém:
    aminaftona ……………………75 mg
    Excipientes q.s.p. ………… 1 comprimido
    Excipientes: celulose microfina, povidona, amido de milho e estearato de magnésio.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento è Indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de situações nas quais as estruturas e funções dos vasos sanguíneos estão alteradas, seja por causa de uma doença, de um trauma ou uma cirurgia.Capilarema® normaliza estes vasos sanguíneos, aliviando os sintomas (sensação de peso nas pernas,dor, dificuldade para caminhar, inchaço, cãibras, sensação de dor e comichão, coceira) e diminuir a obstrução e melhorar a chegada do sangue em quantidade suficiente para oxigenar os músculos. Também pode ser usado como agente preventivo onde os vasos e tecidos possam estar comprometidos devido à fragilidade dos vasos sanguíneos.

    Como Este Medicamento Funciona?

    CAPILAREMA® normaliza a permeabilidade e aumenta a resistência dos vasos capilares diminuindo os sintomas decorrentes da insuficiência vascular periférica, que é causada por uma obstrução das artérias dos membros, impedindo a chegada do sangue em quantidade suficiente para oxigenar os músculos. É estimado um tempo inferior a 30 dias para o início da ação farmacológica do medicamento.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento?

    Você não deve tomar Capilarema® se tiver alergia ao aminaftona ou aos outros componentes da fórmula. Este medicamento é contra-indicado para uso por pessoas com diminuição de uma enzima chamada glicose-6-fosfato-desidrogenase.

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?

    Não foi demonstrada qualquer ação danosa ao feto. A sua urina poderá ter uma coloração ligeiramente vermelha, pois a maior parte da eliminação do aminaftona ocorre pela urina. É muito importante que você informe ao seu médico o s problemas de saúde que você tenha e todos os medicamentos que estiver utilizando. Capilarema® comprimidos não contém açúcar, podendo ser utilizado por pacientes diabéticos. Não foram efetuados estudos sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas. Não há estudos dos efeitos de Capilarema® administrado por vias não recomendadas, portanto,para sua segurança e eficácia, utilize somente por via oral.

    Gravidez:

    Não há informações disponíveis para aminaftona em pacientes grávidas. Capilarema portanto, não é recomendado para uso durante a gravidez.

    Lactação:

    Desconhece-se se aminaftona é excretado no leite humano, que é, portanto, contra-indicado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. (Categoria de risco na gravidez: categoria B) Capilarema® pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções do produto. Não são conhecidas quaisquer restrições ao uso de Capilarema® juntamente com outros medicamentos e alimentos. A aminaftona não interage com os derivados de cumarina, nem com as
    substâncias antifibrinolíticas. Experimentalmente foi observada uma inibição parcial da atividade heparínica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Você deve conservar Capilarema® em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e da umidade. Dentro destas condições o seu prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use  medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Capilarema® são de cor bege, circular, plano e liso. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos por via oral, sem mastigar e com líquido suficiente para engolir. Para uma dose de ataque: 2 comprimidos, 2 vezes ao dia, durante 5 dias ou a critério médico. Para uma dose de manutenção: 1 comprimido, 2 vezes ao dia ou a critério médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento?

    Você pode tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    A aminaftona é geralmente bem tolerada. Este medicamento pode causar reações desagradáveis ocasionais não graves, de leve intensidade como: enjôos, azias, tonturas e dores de cabeça. As reações adversas a este medicamento muito raramente foram relatadas, entre os quais casos extremamente raros de crise hemolítica em indivíduos com glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD),através do qual o medicamento é contra-indicado. As reacções adversas notificadas, vindos principalmente de ensaios clínicos, estão listadas abaixo por classe de sistema de órgãos e frequência. A frequência é definida como: muito frequentes (?1/10), frequentes (?1/100, <1/10), frequentes (?1/1000, <1/100), raros (?1/10 000, Doenças do sangue e do sistema linfático Muito raros: anemia hemolítica (em indivíduos com deficiência de G6PD).Doenças do sistema imunitário muito raros: hipersensibilidade. Doenças do sistema nervoso pouco frequentes: tonturas, dor de cabeça. Doenças gastrointestinais frequentes: Dispepsia. Pouco frequentes: dor abdominal superior, náuseas. Da pele e distúrbios do tecido subcutâneo: Muito raros: erupções na pele, comichão. A aminaftona pode levar a crise hemolítica em indivíduos com defeito genético de glicose-6-fosfato-desidrogenase nos eritrócitos – favismo (vide contra-indicações). Eventos adversos específicos podem ocorrer ocasionalmente, como com qualquer outro medicamento. Informe o seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior do Que a Indicada Deste Medicamento?

    Não existem relatos de intoxicação por superdosagem de Capilarema. Em caso de administrar uma dose maior que a recomendada em bula acidentalmente, deve procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente. O apoio médico imediato é fundamental, mesmo se os sinais e sintomas de intoxicação não estejam presentes. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. Nº 1.0146.0010.
    Farmacêutica Responsável: Dra. Regina A. Tenório SantAnna – CRF-SP 48.907
    LABORATÓRIOS BALDACCI S.A.
    Rua Pedro de Toledo, 520 – São Paulo – SP
    CNPJ 61.150.447/0001-31
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    “Esta bula foi aprovada pela Anvisa em (20/05/2013)
    ” AR-202301

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    CORUS
    losartana potássica
    25 mg e 50 mg
    Comprimidos revestidos

    Formas Farmaceuticas e Apresentações :

    Comprimidos revestidos de 25 mg: embalagem com 28 comprimidos.
    Comprimidos revestidos de 50 mg: embalagem com 28 comprimidos.

    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição :

    Cada comprimido revestido de 25 mg contém:

    losartana potássica……………………………………………………………………………. 25,00 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, talco, amido, dióxido de silício, croscarmelose sódica,
    estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, corante amarelo FDC
    nº. 5 laca de alumínio.

    Cada comprimido revestido de 50 mg contém:

    losartana potássica……………………………………………………………………………. 50,00 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, talco, amido, dióxido de silício, croscarmelose sódica,
    estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente :

    Ação esperada do medicamento: o medicamento está indicado para o tratamento da hipertensão arterial.
    Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC),protegido da luz e umidade.
    Prazo de validade: desde que sejam observados os cuidados de armazenamento,CORUS (losartana potássica) 25 mg apresenta prazo de validade de 36 meses e CORUS (losartana potássica) 50 mg apresenta prazo de validade de 24 meses. Não utilize o medicamento após o término do prazo de validade.

    Gravidez e lactação:

    A losartana potássica está contra-indicada para uso durante a gravidez e lactação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do
    tratamento ou após o seu término. Quando a gravidez for detectada, o uso da losartana potássica deve ser descontinuado o mais breve possível.
    Informar ao médico se está amamentando.
    Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.

    Contra-indicações e precauções:

    Contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a losartana potássica ou a outros componentes da fórmula. Não deve ser
    usado durante a gravidez e lactação. Avise seu médico se você tiver alguma doença de fígado, rins ou insuficiência cardíaca. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    CORUS 25 MG CONTÉM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE
    CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA
    BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETIL
    SALICÍLICO.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
    PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informações Técnicas :

    Modo de Ação :
    CORUS (losartana potássica) possui como princípio ativo a losartana potássica. Trata-se de um agente anti-hipertensivo, antagonista específico de receptor (AT1) da angiotensina II, não peptídico e altamente seletivo, que não interfere na resposta à bradicinina (enquanto os inibidores de enzima de conversão de angiotensina intensificam esta resposta, o que pode levar à tosse em aproximadamente 20% dos pacientes). Diminui a
    pressão sangüínea sem alterar o ritmo circadiano, a variabilidade da pressão sangüínea ou o ritmo do pulso. Não afeta o clearance de creatinina, o volume urinário, nem a excreção de sódio ou potássio.
    Quando administrado oralmente, a losartana potássica controla a pressão sangüínea por 24 horas, sem induzir à hipotensão nas primeiras horas da terapia. Isso permite que o medicamento seja administrado somente uma vez ao dia.
    A losartana potássica e seu principal metabólito ativo bloqueiam os efeitos vasoconstritores e secretores da aldosterona da angiotensina II por bloqueio seletivo da sua ligação aos receptores AT1 encontrados em vários tecidos. Estudos in vitro demonstram que a losartana potássica é um inibidor competitivo do receptor AT1,efetuando uma ligação reversível.
    A losartana potássica e seu metabólito principal não inibem a enzima conversora de angiotensina (ECA), nem se ligam ou bloqueiam outros receptores hormonais ou canais iônicos conhecidos como importantes na regulação do sistema cardiovascular.

    Farmacodinâmica :

    Dados analisados sugerem que a maioria das ações dos inibidores da ECA se deve ao bloqueio da síntese da angiotensina II. A losartana potássica tem afinidade pelos receptores específicos da angiotensina II; inibe competitivamente a resposta contrátil do músculo vascular liso e as respostas pressoras a angiotensina II administrada em forma exógena in vivo; diminui a pressão sangüínea na hipertensão angiotensina II-dependente,
    bloqueando-a em seu receptor.
    A angiotensina II é um poderoso vasoconstritor e, em concentrações fisiológicas, aumenta a absorção tubular de sódio. A losartana potássica bloqueia os efeitos renais produzidos por ela.
    As concentrações plasmáticas de aldosterona caem após a administração da losartana potássica. Apesar deste efeito na secreção de aldosterona, a variação observada nos níveis de potássio plasmático é muito pequena.
    O mecanismo primário do efeito anti-hipertensivo da losartana potássica é o bloqueio do efeito vasoconstritor da angiotensina II, demonstrado pela afinidade de união, tanto em modelos animais de hipertensão induzida experimentalmente, como em pacientes com hipertensão essencial.
    Os inibidores da ECA e a losartana potássica (antagonista da angiotensina II) parecem ter efeitos hemodinâmicos sistêmicos e regionais similares. O efeito da inibição da ECA e o bloqueio da angiotensina sobre os diferentes componentes do sistema reninaangiotensina também são comparáveis, exceto por um aumento marcante nos níveis de angiotensina II no plasma durante o bloqueio dos receptores AT2 da angiotensina II. Esse aumento pode conduzir, teoricamente, a uma estimulação excessiva dos receptores AT2,porém, até o momento, a função fisiológica destes receptores permanece desconhecida.
    Observou-se também um aumento da excreção de ácido úrico com a administração da losartana potássica.
    Os estudos comparativos preliminares com inibidores da ECA demonstraram que a eficácia anti-hipertensiva da losartana potássica é comparável à do enalapril. Esses estudos também sugerem que, contrariamente aos inibidores da ECA, a losartana potássica não produz tosse, nem angioedema. A losartana potássica não afeta a resposta à bradicinina, enquanto os inibidores da ECA aumentam a resposta à bradicinina. Em estudos realizados no homem, a losartana potássica não demonstrou efeito no índice de filtração glomerular, no fluxo plasmático renal ou na fração de filtração. Não produziu alterações significativas em estudos de múltiplas doses nas concentrações de prostaglandinas renais, triglicérides de jejum,colesterol total ou HDL-colesterol, bem como na glicemia.
    Doses de 50 e 100 mg de losartana potássica, quando administradas duas vezes ao dia,produzem resposta terapêutica mais adequada.
    Pacientes de ambos os sexos e de idade inferior ou superior a 65 anos apresentam a mesma resposta clínica ao medicamento. Entretanto, pacientes de raça negra apresentam menor resposta a monoterapia com losartana potássica. O seu efeito se faz presente já na primeira semana de tratamento mas, em alguns estudos, o efeito máximo ocorreu entre 3 a 6 semanas.

    Farmacocinética :

    A losartana potássica sofre um metabolismo de primeira passagem no fígado pela ação das enzimas do sistema citocromo P450. A oxidação do grupo 5-hidroximetil no anel imidazol resulta no metabólito ativo, que é responsável pela maior parte da ação de antagonismo do receptor de angiotensina II conseqüente ao tratamento com losartana potássica. A meia-vida terminal da losartana potássica é de cerca de 2 horas e a de seu
    metabólito é de 6 a 9 horas. A farmacocinética da losartana potássica e seu metabólito principal é linear com doses de até 200 mg por via oral. Nem a losartana potássica nem seu metabólito ativo se acumulam no plasma após dose única diária repetida.
    A losartana potássica é bem absorvida por via oral e sua biodisponibilidade é de aproximadamente 33%. Cerca de 14% da dose administrada por via oral é convertida no metabólito ativo. As concentrações máximas da losartana potássica e de seu metabólito ativo atingem a concentração máxima em 1 hora e em 3-4 horas, respectivamente.
    Porquanto as concentrações máximas de losartana potássica e seu metabólito ativo sejam iguais, a área sob a curva de concentração pelo tempo (AUC) do metabólito é cerca de 4 vezes maior que a de losartana potássica. O alimento diminui a absorção da losartana potássica e reduz sua concentração máxima, mas tem pequeno efeito na sua AUC ou na AUC de seu metabólito ativo.
    Ambos, losartana potássica e seu metabólito ativo, ligam-se altamente à proteína plasmática, primariamente albumina, com frações plasmáticas livres de 1,3% e 0,2%,respectivamente. Em ratos, a losartana potássica atravessa de modo pobre a barreira hemato-encefálica. Em cerca de 1% dos indivíduos estudados, a conversão de losartana potássica para seu metabólito ativo em vez de corresponder a 14% da dose, índice tido
    como normal, atingiu menos que 1%.
    O volume de distribuição da losartana potássica é de 34 litros e de seu metabólito ativo de 12 litros. O clearance plasmático total da losartana potássica e de seu metabólito ativo é de cerca 600 ml/min e 50 ml/min, respectivamente, com clearance renal de cerca de 75
    ml/min e 25 ml/min, respectivamente. Quando a losartana potássica é administrada por via oral, cerca de 4% da dose é excretada na forma inalterada na urina e cerca de 6% excretada como metabólito ativo. Excreção biliar contribui para excreção de losartana
    potássica e seus metabólitos. Após administração oral, 35% é eliminada pela urina e 60% nas fezes.
    As concentrações plasmáticas de losartana potássica e seu metabólito ativo são similares em idosos e jovens hipertensos de ambos os sexos. As concentrações plasmáticas da losartana potássica são duas vezes mais elevadas em mulheres hipertensas que em homens hipertensos, mas as concentrações do metabólito ativo são similares em ambos os sexos.

    Pacientes com Insuficiência Renal:

    As concentrações plasmáticas da losartana potássica não estão alteradas em pacientes com clearance de creatinina superior a 30
    ml/min. Em pacientes cujo clearance de creatinina é menor, as AUC são cerca de 50% maiores e podem duplicar nos pacientes com insuficiência renal que necessitam de hemodiálise. As concentrações plasmáticas do metabólito ativo não são significativamente alteradas em pacientes com comprometimento da função renal.
    Nem a losartana potássica ou seu metabólito ativo podem ser removidos por hemodiálise.
    Pacientes com Insuficiência Hepática: Em pacientes com cirrose hepática leve ou moderada, as concentrações plasmáticas da losartana potássica e seu metabólito ativo estão 5 vezes e 1,7 vezes, respectivamente, maiores que no adulto jovem normal. O clearance nestes pacientes é cerca de 50% menor e a biodisponibilidade oral é cerca de duas vezes maior. Neste tipo de paciente assim como nos pacientes volume-depletados,
    recomenda-se iniciar a terapêutica com a menor dose (25 mg), embora seu uso não seja recomendado na insuficiência hepática grave.

    Indicações :

    Este medicamento está indicado para o tratamento da hipertensão arterial como monoterapia ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos.

    Contra – Indicações :

    É contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à losartana potássica
    ou aos demais componentes da fórmula. Durante a gravidez e lactação.

    Precauções e Advertências :

    O uso de fármacos que agem diretamente no sistema renina-angiotensina durante o 2º ou 3º trimestre de gravidez pode causar alterações fetais, inclusive morte. Vários casos já foram relatados na literatura médica, em pacientes usando inibidores da ECA, durante o 2º ou 3º trimestre de gravidez. Estas alterações fetais incluem: hipotensão neonatal,hipoplasia craniana neonatal, anúria, insuficiência renal reversível ou irreversível e morte. Oligohidrâmnio também tem sido relatado. Em geral, está associado a malformações crânio-faciais. Essas reações adversas não parecem estar relacionadas ao uso dos fármacos no primeiro trimestre da gravidez. Assim, quando a gravidez for detectada, de imediato a medicação deve ser suspensa ou substituída. Recomenda-se precaução na administração para pacientes com insuficiência renal ou hepática grave.
    Recomenda-se precaução no início do tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca ou depletados de sódio (em tratamento com diuréticos ou com dietas hipossódicas restritas), pois pode produzir um quadro de hipotensão severa.
    Recomenda-se administrar com precaução em pacientes com enfermidade cérebrovascular ou cardiopatia isquêmica, nos quais o quadro pode se agravar como conseqüência de uma hipotensão severa.
    Os pacientes devem ser advertidos sobre a necessidade de consultar seu médico em qualquer situação que possa indicar depleção de volume (vertigem, tontura) ou que possa provocá-la (transpiração excessiva, desidratação, diarréia, vômitos).
    A losartana potássica apresenta um efeito uricosúrico potente.
    Nos pacientes submetidos à cirurgia maior ou durante a anestesia com fármacos que produzam hipotensão, a losartana potássica pode bloquear a ação da angiotensina II formada como conseqüência da liberação compensadora de renina. Caso ocorra hipotensão, esta pode ser corrigida mediante a expansão de volume.

    Gravidez e Lactação :

    A losartana potássica está contra-indicada na vigência de gravidez e, quando esta for detectada, seu uso deve ser descontinuado o mais breve possível. Como não se tem conhecimento se a losartana potássica é excretada no leite humano, deve-se optar pela descontinuação do uso do fármaco ou da amamentação quando o fármaco for vital para a mãe.

    Interações Medicamentosas :

    Os efeitos anti-hipertensivos da losartana potássica podem ser aumentados por fármacos hipotensores que aumentam a liberação de renina, evidenciando o efeito sinérgico da absorção dos fármacos.
    Tem-se descrito efeitos natriuréticos e efeitos depletores de potássio para a losartana potássica. Portanto, recomenda-se controle periódico dos níveis de potássio em pacientes em tratamento com diuréticos.
    Tem-se relatado toxicidade ao lítio em pacientes em tratamento com fármacos que aumentam a eliminação de sódio.
    A losartana potássica tem sido administrada conjuntamente com diuréticos tiazídicos,antagonistas de cálcio e beta-bloqueadores, sem se observar interações adversas clinicamente significativas.
    O cetoconazol e o sulfafenasol são potentes inibidores do sistema citocromo P450 de metabolização. Não se sabe se o uso concomitante destes fármacos pode produzir alguma influência no efeito da losartana potássica.

    Reações  Adversas :

    O medicamento é geralmente bem tolerado. Ocasionalmente, tem-se reportado mal-estar epigástrico, diarréia, mialgia, cãibras musculares, tonturas, insônia, congestão nasal,astenia, fraqueza, edema ou inchaço local, náuseas e faringites, cefaléia, hipotensão
    ortostática. Todos estes efeitos foram geralmente leves e não levaram à interrupção do tratamento.
    Durante os ensaios clínicos pré-comercialização do fármaco ocorreram 2 casos de angioedema (caracterizados por inchaço de lábios e pálpebras), que não puderam ser associados diretamente ao uso de losartana potássica, mas tiveram uma relação causal sugerida.
    Excepcionalmente, tem-se observado aumento leve e transitório das transaminases, da uréia e da creatinina.

    Posologia :

    A dose inicial usual de CORUS (losartana potássica) é de 50 mg uma vez ao dia, ou 25 mg em pacientes com possível depleção de volume intravascular (por exemplo, pacientes em tratamento com diuréticos), e em pacientes com histórico clínico de insuficiência
    hepática. CORUS (losartana potássica) pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia com doses diárias variando de 25 a 100 mg.
    Se o efeito anti-hipertensivo durante a fase de vale não for adequado usando-se o esquema de dose única diária, um esquema de duas doses diárias pode ser instituído usando-se a mesma dose total ou aumentando-se a dose.
    Se a pressão sangüínea não for controlada com o uso da losartana potássica isolada,outros processos podem ser adicionados ao esquema posológico (p. ex.: diuréticos).

    Conduta na Superdosagem :

    Não existem antecedentes de superdose com losartana potássica. Não obstante, a manifestação mais provável é a hipotensão e a taquicardia; bradicardia poderia ocorrer pela estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipotensão sintomática, o tratamento de suporte deve ser instituído. Nem a losartana potássica nem seu metabólito ativo podem ser removidos por hemodiálise.

    Pacientes Idosos :

    Nos estudos clínicos não houve diferença no perfil de segurança e eficácia da losartana potássica relacionadas à idade.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS – 1.1213.0179
    Farm. Resp.: Alberto Jorge Garcia Guimarães – CRF-SP nº 12.449
    Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
    Rodovia Presidente Dutra km 222,2
    07034-904 – Guarulhos – SP
    Fone: (11) 6461-6000 Fax: (11) 6440-7392

    Biosintética Farmacêutica Ltda.
    Av. das Nações Unidas, 22.428
    São Paulo – SP
    CNPJ nº 53.162.095/0001-06
    Indústria Brasileira
    <logo CAC>
    CAC: 0800-7016900

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  • Pesquisadores americanos descobriram uma forma de aliviar os efeitos colaterais de um medicamento usado no tratamento de câncer de cólon e outros tumores. Com os resultados do estudo, divulgado nesta sexta -feira (5) na revista científica Science, os cientistas esperam melhorar a eficácia da terapia ao diminuir a rejeição à droga.

    O medicamento quimioterápico CPT-11 (ou irinotecano), usado no tratamento do câncer de cólon e outros tumores, ataca o sistema digestivo, provocando diarreias graves – quase 30% dos pacientes que tomam esse remédio sofrem o problema.

    Esses efeitos colaterais

    Os efeitos colaterais que são causados por uma enzima – acabam limitando a dose do remédio suportada pelos pacientes. Com quantidades menores do medicamento, a eficácia da terapia acaba diminuindo.

    Atacar essa enzima para reduzir para diminuir seus efeitos colaterais não era uma tarefa simples. De acordo com o principal autor do estudo, Matthew Redinbo, da Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos), essas enzimas são encontradas em micróbios no intestino que têm um papel importante na saúde humana. Por isso, o objetivo dos pesquisadores era eliminar os danos colaterais da droga sem causar danos aos pacientes.

    – Nós precisamos manter as bactérias intestinais – elas nos ajudam a digerir a comida e nos protege contra infecções. O que nós conseguimos foi bloquear a ação dessa enzima que causa os efeitos colaterais, mas sem afetar os micróbios benéficos ou os intestinos. Isso aliviou os efeitos colaterais.

    Em vez de modificarem a composição da droga, os pesquisadores decidiram avaliar mais de 10 mil componentes para descobrir qual deles poderia bloquear a ação da proteína. Os cientistas encontraram quatro substâncias capazes de inativar a enzima sem afetar as células. Testes em ratos confirmaram o sucesso da pesquisa. Os animais que tomaram a droga anticâncer CPT-11 junto com uma das substâncias inibidoras sofreram menos diarreias do que aqueles que apenas tomaram o medicamento.

    – Com novas pesquisas, poderemos melhorar a eficácia e tolerância de drogas contra o câncer.

    Fonte R7

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