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    Salonpas®

    salicilato de metila
    levomentol

    Apresentações:

    Adesivo transdérmico salicilato de metila 105 mg, levomentol 31,5 mg em envelope contendo? 03 unidades ( tamanho 7,0 cm x 10,0 cm) 05 unidades ( tamanho 7,0 cm x 10,0 cm)
    Uso Tópico
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada SALONPAS® Pain Relief Patch contém: salicilato de metila ……….. 105,0 mg levomentol ………………………31,5 mg
    Excipientes: resina alicíclica saturada, petrolato líquido, poli-isobutileno, copolímero estireno-isopreno-estireno, silicato de alumínio sintético.

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é indicado para alívio de dores e inflamações associadas a torcicolo,rigidez nos ombros, dores musculares e lombares, dores nas costas, nevralgia,pancadas, torções, contusões e entorses. SALONPAS® Pain Relief Patch também pode ser utilizado para tratar outras condições determinadas por um médico.

    Como este medicamento funciona?

    SALONPAS® Pain Relief Patch é um analgésico, anti-inflamatório de uso tópico, que age sobre a região afetada, aliviando a dor e o inchaço.

    Quando não devo usar este medicamento?

    SALONPAS® Pain Relief Patch é contraindicado para pacientes que já apresentaram alguma reação alérgica ao ácido acetilsalicílico, a outros anti-
    inflamatórios não esteroidais ou já tenham demonstrado hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Não aplique o produto sobre a pele irritada, feridas e/ou escoriações abertas. Uso em idosos: não há nenhuma restrição específica para essa faixa etária. Portanto,pode ser utilizado por pacientes idosos, desde que verificadas as orientações descritas na bula. Consulte um médico antes de usar em crianças. Não utilize este medicamento antes de consultar o médico se: -já teve ou tem problemas gastrointestinais como sangramentos, úlceras no estômago ou intestino; -estiver em tratamento com medicamentos anticoagulantes; -sofre de doença do fígado ou dos rins; -já tenha tido crise de asma induzida pela administração de salicilatos ou outras substâncias semelhantes; -já tenha apresentado hipersensibilidade a produtos tópicos. Caso você apresente alguma destas condições acima descritas, o médico decidirá se este medicamento é ou não adequado para você. Use apenas externamente (uso tópico). Evite contato com os olhos e mucosas. Caso isto ocorra, lave-os com água corrente e procure um médico. Não utilize bandagem (faixa) ou qualquer material oclusivo na área de aplicação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas e lactantes sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 a 30°C), ao abrigo do sol e umidade. Após aberto, mantenha o adesivo restante no envelope fechado, longe de fontes de calor e umidade. O prazo de validade do SALONPAS® Pain Relief Patch 03 unidades é de 24 meses a partir da data de sua fabricação. O prazo de validade do SALONPAS® Pain Relief Patch 05 unidades é de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. SALONPAS® Pain Relief Patch é um medicamento de aplicação tópica, adesivo de cor marrom e odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Lave e seque a área afetada. Retire o filme plástico e aplique o SALONPAS® Pain Relief Patch na área afetada. Aplique 1 adesivo na área afetada e deixe por até 8 horas. Se a dor persistir após o uso do primeiro adesivo, um segundo adesivo pode ser aplicado por mais 8 horas. Não utilize mais do que 4 adesivos ao dia. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento,procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Use o SALONPAS® Pain Relief Patch assim que lembrar. Porém não utilize o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Podem causar reações como: irritação local,prurido (coceira), eritema (vermelhidão),erupção, lesão bolhosa, manchas, reações no local da aplicação, eczema (inflamação da pele que pode apresentar vermelhidão, inchaço, bolhas, crostas, descamação,coceira e ardência). Caso apresente alguns destes sintomas ou outros efeitos indesejáveis não mencionados, pare de usar, lave bem o local da aplicação com água corrente e procure um médico imediatamente. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de uso excessivo, retire o produto e lave o local com água corrente. Em caso de ingestão acidental, procure orientação médica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    DIZERES LEGAIS
    MS 1.1052.0002.002-4 ( 03 unidades)
    MS 1.1052.0002.003-2 ( 05 unidades )
    Farmacêutico Responsável: Douglas Ishikawa CRF-AM/RR 1508
    Fabricado por: Hisamitsu Pharmaceutical Co., Inc.Tosou Saga Japan
    Registrado e importado por: Hisamitsu Farmacêutica do Brasil Ltda.
    Av. Buriti Nº1050 – Distrito Industrial Manaus/AM – CEP: 69075-000
    CNPJ 49.383.250/0001-47
    SAC 0800-7079551
    e-mail: sac@salonpas.com.br

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  • paco-indicado-para-o-alivio-de-dores-de-grau-moderado-a-intenso-como-nas-decorrentes-de-traumatismo

    Paco

    Paracetamol e Fosfato de codeína.

    Indicação

    Para quê serve Paco?

    Indicado para o alívio de dores de grau moderado a intenso, como nas decorrentes de traumatismo (entorses, luxações, contusões,distenções, fraturas), pós-operatório, pós- extração dentária, neuralgia, lombalgia, dores de origem articular e condições similares. Uso adulto e pediátrico (crianças acima de 3 anos) – Uso oral

    Como funciona este medicamento?

    Paco (paracetamol + fosfato de codeína) é uma combinação de dois analgésicos, codeína e paracetamol. Esse medicamento combina os efeitos analgésicos de uma substância química com ação central, a codeína, com os do paracetamol, com uma ação predominantemente periférica. Ambos os compostos são bem absorvidos por via oral e sua meia vida de eliminação varia de 1 a 4 horas para o paracetamol e de 2,5 a 3 horas para a codeína.

    Contra-indicações:

    Quando não devo usar este medicamento?

    Paco na gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não tendo sido ainda estabelecida sua completa segurança de uso por mulheres grávidas e em fase de lactação, não se recomenda o seu uso nestas duas condições. O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao paracetamol, fosfato de codeína e/ou demais componentes da formulação.Não se recomenda o seu uso para crianças abaixo de 3 anos. Paco (paracetamol + fosfato de codeína) deve ser administrado com cuidado a pessoas idosas e debilitadas e àquelas com doenças graves no fígado e rins.

    Posologia

    Como usar Paco?

    A dose deve ser ajustada de acordo com a intensidade da dor e a resposta do paciente. De modo geral, de acordo com o processo doloroso, recomenda-se 1 comprimido a cada 4 horas. Nas dores de grau mais intenso (como por exemplo, as decorrentes de determinados pós-operatórios, traumatismos graves, neoplasias) recomendam-se 2 comprimidos a cada 4 horas, não ultrapassando o máximo de 8 comprimidos em um período de 24 horas.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Caso ocorra alguma reação inesperada e desagradável, como tontura,diarréia, náuseas, vômito, cólicas abdominais, coceira ou alergia, o seu médico deve ser avisado.

    Advertências e Precauções:

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Não use outro produto que contenha paracetamol. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

    Interações medicamentosas:

    O emprego concomitante de Paco (paracetamol + fosfato de codeína) com outros depressores do sistema nervoso central (por ex.: outros analgésicos narcóticos, tranquilizantes, sedativos, hipnóticos e álcool) poderá provocar um efeito depressivo potencializado ou aditivo.

    Superdosagem:

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    O paracetamol em doses maciças pode causar hepatotoxicidade em alguns pacientes. Os sintomas iniciais que se seguem a uma dose com potencial hepatotóxico podem incluir: náusea, vômito, diaforese e mal estar geral. Hipotensão arterial, arritmia cardíaca, icterícia, insuficiência renal e hepática também são observados. Em caso de suspeita de ingestão de doses elevadas de Paco (paracetamol + fosfato de codeína) deve-se procurar imediatamente um serviço médico de urgência.

    Composição:

    Cada comprimido contém:

    paracetamol ………………………………………….500 mg

    fosfato de codeína hemihidratada* ……………. 30,96 mg

    excipientes**q.s.p…………………………….. 1 comprimido

    * cada 30,96 mg de fosfato de codeína hemihidratada equivalem a 30 mg de fosfato de codeína. **Excipientes: amido, povidona, crospovidona, ácido esteárico, benzoato de sódio, bissulfito desódio, estearato de magnésio, dióxido de silício, celulose microcristalina.

    Apresentação:

    Embalagem contendo 12 comprimidos contendo 500 mg de paracetamol e 30 mg de fosfato decodeína.

    Armazenamento:

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

    Aspecto físico:

    Comprimido oblongo branco com vinco em uma das faces.

    Laboratório:

    Eurofarma Laboratórios Ltda.

    Av. Ver. José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP.

    CNPJ 61.190.096/0001-92

    SAC:0800-704-3876

    Dizeres Legais

    MS – 1. 0043.1012

    Farm.Resp.:Dra. Sônia Albano Badaró

    CRF-SP: 19.258

    Venda sob prescrição médica – Só pode ser vendido com retenção da receita.

     

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    ASPIRINA Efervescente
    Ácido acetilsalicílico

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

    AspirinaÒ Efervescente é apresentada na forma de comprimidos efervescentes com 500 mg de
    ácido acetilsalicílico em embalagens de 10, 20, 50 ou 100 comprimidos.

    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 12 ANOS)

    COMPOSIÇÃO

    Cada comprimido efervescente contém 500 mg de ácido acetilsalicílico. Componentes inertes: bicarbonato de sódio, ácido cítrico e aroma.

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE

    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA

    Aspirina® Efervescente contém a substância ativa ácido acetilsalicílico, do grupo de substâncias antiinflamatórias não-esteróides, eficazes no alívio de dor, febre e inflamação. O ácido acetilsalicílico inibe a formação excessiva de substâncias mensageiras da dor, as prostaglandinas, reduzindo sensibilidade à dor.

    POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO

    Aspirina® Efervescente é indicada para:
    - o alívio de dores de intensidade leve a moderada, como dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dor menstrual, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas, dor da artrite e – o alívio sintomático da dor e da febre nos resfriados ou gripes.

    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO

    - Se for alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a salicilatos ou a qualquer dos ingredientes do medicamento. Se não tiver certeza de ser alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico;
    - tiver tendência para sangramentos;
    - tiver úlceras do estômago ou do intestino;
    - já tiver tido crise de asma induzida pela administração de salicilatos ou outras substâncias semelhantes;
    - estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana;
    - estiver no último trimestre de gravidez.

    ADVERTÊNCIAS

    Nos casos seguintes, Aspirina® Efervescente só deve ser usada em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais. Consulte um médico se alguma das situações abaixo for seu caso ou já se aplicou no passado. O uso de Aspirina® Efervescente requer cuidados especiais, por exemplo,
    doses mais baixas ou intervalo maior entre as doses e controle médico nas seguintes situações:
    - alérgico a outros analgésicos, antiinflamatórios e anti-reumáticos ou presença de outras alergias;
    - uso de medicamentos anticoagulantes; como heparina e derivados da cumarina;
    - asma brônquica;
    - distúrbios gástricos ou duodenais crônicos ou recorrentes e úlceras gastrintestinais;
    - mau funcionamento do fígado ou dos rins.

    Gravidez e amamentação:

    Você deve informar a seu médico se engravidar durante tratamento prolongado com Aspirina®

    Efervescente.

    Nos dois primeiros trimestres da gravidez, você só deve usar Aspirina® Efervescente por recomendação médica em casos de absoluta necessidade. Você não deve tomar Aspirina® Efervescente nos últimos três meses de gravidez por risco de complicações para a mãe e o bebê
    durante o parto. Pequenas quantidades do ácido acetilsalicílico e de seus produtos de metabolismo passam para o leite materno. Como até o momento não se relatou nenhum efeito prejudicial para os bebês, você não precisa parar de amamentar se usar Aspirina® Efervescente para tratar a dor ou a febre nas doses recomendadas e por períodos curtos. Se, em casos excepcionais, houver necessidade de tratamento prolongado ou de doses maiores (mais de 6 comprimidos por dia), você deve considerar a possibilidade de suspender a amamentação.

    Crianças:

    CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESTE MEDICAMENTO PARA CATAPORA
    OU SINTOMAS GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME
    DE REYE, UMA DOENÇA RARA, MAS GRAVE, ASSOCIADA A ESTE MEDICAMENTO.
    Em caso de doença febril, a ocorrência de vômito prolongado pode ser sinal de síndrome de Reye,uma doença que pode ser fatal, exigindo assistência médica imediata. Este medicamento é indicado somente para crianças acima de 12 anos.

    PRECAUÇÕES

    Pacientes que sofrem de asma, de rinite alérgica sazonal, de pólipos nasais ou de doenças crônicas do trato respiratório, principalmente se acompanhadas de sintomas de rinite alérgica sazonal, ou pacientes que sejam alérgicos a qualquer tipo de analgésico, antiinflamatório ou antireumático,correm risco de sofrer crises de asma (asma por intolerância a analgésicos). O mesmo se aplica a pacientes que apresentam alergias a outras substâncias como reações de pele, coceira e urticária.
    Aspirina® Efervescente não deve ser usada por muito tempo ou em doses altas sem aconselhamento de um médico ou dentista. Analgésicos usados por longos períodos e em doses altas não recomendadas podem provocar dor de cabeça, que não deve ser tratada aumentando-se
    a dose do medicamento. Em geral, o uso habitual de analgésicos, particularmente a combinação de vários ingredientes ativos analgésicos, pode causar dano permanente nos rins, com risco de causar insuficiência renal (nefropatia provocada por analgésicos).
    Condução de veículos e uso de máquinas Aspirina® Efervescente não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    Uso de Aspirina® Efervescente com outros medicamentos -
    Algumas substâncias podem ter seu efeito alterado se tomadas com Aspirina® Efervescente ou podem influenciar o seu efeito. Esses efeitos também podem ser relacionados com medicamentos tomados recentemente.

    Aspirina® Efervescente aumenta:

    - o efeito de medicamentos anticoagulantes, como derivados de cumarina e heparina;
    - o risco de hemorragia gastrintestinal se for tomada com álcool ou medicamentos que contenham cortisona ou seus derivados;
    - o efeito de certos medicamentos usados para baixar a taxa de açúcar no sangue (sulfoniluréias);
    - os efeitos desejados e indesejados do metotrexato;
    - os níveis sangüíneos de digoxina, barbitúricos e lítio;
    - os efeitos desejados e indesejados de um grupo particular de medicamentos
    analgésicos/antiinflamatórios e anti-reumáticos (não-esteróides);
    - o efeito de sulfonamidas e suas associações;
    - o efeito do ácido valpróico, um medicamento usado no tratamento da epilepsia.
    Aspirina® Efervescente diminui a ação de:
    - certos medicamentos que aumentam a excreção de urina (antagonistas de aldosterona e diuréticos de alça);
    - medicamentos para baixar a pressão arterial;
    - medicamentos para o tratamento da gota, que aumentam a excreção de ácido úrico (por ex.probenecida, sulfimpirazona).
    Portanto, Aspirina® Efervescente não deverá ser usada sem orientação médica com uma das substâncias citadas acima.
    Você deve evitar tomar bebidas alcoólicas durante o uso de Aspirina® Efervescente.

    INFORME AO MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE REAÇÕES
    INDESEJÁVEIS, SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO OU SE
    ESTIVER TOMANDO ASPIRINA® EFERVESCENTE ANTES DE QUALQUER CIRURGIA.

    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO
    Aspecto físico: Aspirina® Efervescente é um comprimido redondo grande e branco.
    Características organolépticas: Aspirina® Efervescente é um comprimido com cheiro de limão.

    DOSAGEM

    Adultos: recomendam-se 1 a 2 comprimidos, se necessário repetidos a cada 4 a 8 horas.
    Não se deve tomar mais de 8 comprimidos por dia.
    Crianças a partir de 12 anos: 1 comprimido, se necessário repetido a cada 4 a 8 horas. Não se deve administrar mais de 3 comprimidos por dia.
    Em pacientes com mau funcionamento do fígado ou dos rins, deve-se diminuir as doses ou aumentar o intervalo entre elas.
    Como usar: dissolva um ou dois comprimidos de Aspirina® Efervescente em um copo de água e, se possível, tome após a ingestão de alimentos. Não tome Aspirina® Efervescente com o estômago vazio.
    Duração do tratamento: Aspirina® Efervescente é indicada para o alívio de sintomas ocasionais.
    Não trate dor ou febre com Aspirina® Efervescente por mais de 3 a 5 dias, sem consultar seu médico ou dentista.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS,
    PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DE SEU CIRURGIÃO-DENTISTA.
    NÃO USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR,
    OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR
    Como qualquer medicamento, Aspirina® Efervescente pode provocar os seguintes efeitos indesejáveis:
    - dor no estômago, indisposição estomacal e inflamação da mucosa gástrica;
    - náuseas (enjôos), vômitos e diarréia;
    - sangramento gastrintestinal, que em casos isolados pode levar a anemia por deficiência de ferro (fezes pretas ou vômitos com sangue podem significar séria hemorragia no estômago. Neste caso,você deve procurar um médico imediatamente);
    - úlceras gastrintestinais, que em casos isolados podem chegar a perfurar o estômago e os intestinos;
    - reações alérgicas (com dificuldade para respirar, reações de pele com possibilidade de queda de pressão arterial), especialmente em asmáticos;
    - valores aumentados da função do fígado;
    - alto risco de sangramento.
    O uso prolongado deste medicamento pode causar distúrbios do sistema nervoso central, como dores de cabeça, tonturas, zumbidos, alterações da visão, sonolência ou anemia devida à deficiência de ferro.
    Se ocorrer qualquer uma dessas reações indesejáveis, ou ao primeiro sinal de alergia, você deve parar de tomar Aspirina® Efervescente. Informe o médico, que decidirá quais medidas devem ser adotadas.

    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO
    DE UMA SÓ VEZ

    Se alguém tomar uma dose muito grande, poderão ocorrer efeitos indesejáveis como tontura e zumbido, sobretudo em crianças e idosos. Esses sintomas podem indicar envenenamento grave.
    No caso de superdose, contate seu médico, que decidirá sobre as medidas necessárias de acordo com a gravidade da intoxicação. Se possível, leve a embalagem com os comprimidos.

    ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO

    Os comprimidos devem ser guardados na embalagem original, em temperatura ambiente (15-30°C). Os comprimidos devem ser protegidos da umida de, portanto só devem ser retirados do envelope na hora de tomar.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

    CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
    O ácido acetilsalicílico pertence ao grupo dos fármacos antiinflamatórios não-esteróides, com propriedades analgésicas, antipiréticas e antiinflamatórias. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da enzima ciclooxigenase, implicada na síntese das prostaglandinas.
    O ácido acetilsalicílico é usado em doses orais de 0,3 a 1 g para o alívio da dor e nas afecções febris menores, tais como resfriados e gripes, para redução da temperatura e alívio das dores musculares e das articulações.
    Também é usado nos distúrbios inflamatórios agudos e crônicos, tais como artrite reumatóide,osteoartrite e espondilite anquilosante. Nessas afecções usam-se em geral doses altas, no total de 4 a 8 g diários, em doses divididas.
    O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas. Por esta razão é usado em várias indicações relativas ao sistema vascular, geralmente em doses diárias de 75 a 300 mg.

    PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS

    Após a administração oral, o ácido acetilsalicílico é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Durante e após a absorção, o ácido acetilsalicílico é convertido em seu principal metabólito ativo, o ácido salicílico. Os níveis plasmáticos máximos de ácido acetilsalicílico são
    atingidos após 10 a 20 minutos e os de ácido salicílico após 0,3 a 2 horas.
    Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se amplamente às proteínas plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta.
    O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico.
    A cinética da eliminação do ácido salicílico depende da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meia-vida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus
    metabólitos são excretados principalmente por via renal.

    DADOS DE SEGURANÇA PRÉ-CLÍNICOS

    O perfil de segurança pré-clínico do ácido acetilsalicílico está bem documentado. Nos testes com animais, os salicilatos causaram dano renal, mas não outras lesões orgânicas.
    O ácido acetilsalicílico foi adequadamente testado quanto à mutagenicidade e carcinogenicidade;não foi observado nenhum indício relevante de potencial mutagênico ou carcinogênico.

    RESULTADOS DE EFICÁCIA

    O ácido acetilsalicílico vem sendo usado como analgésico e antipirético por centenas de milhares de pessoas desde a sua descoberta há mais de cem anos. A despeito da sua idade, o ácido acetilsalicílico ainda é o padrão para comparação e avaliação de novas substâncias e uma das
    drogas mais amplamente estudadas.
    Consequentemente, não é possível listar todas as pesquisas que provam sua eficácia clínica. As indicações incluem alívio sintomático de dores lês a moderadas, como cefaléia, dor de dente, dor de garganta relacionada resfriados, dor nas costas, dores musculares e nas juntas; dismenorréia e
    também febre em resfriados comuns.

     INDICAÇÕES

    - Para o alívio sintomático da cefaléia, odontalgia, dor de garganta, dismenorréia, mialgia ou artralgia, lombalgia e dor artrítica de pequena intensidade.
    - No resfriado comum ou na gripe, para o alívio sintomático da dor e da febre.

    CONTRA-INDICAÇÕES

    - Úlceras pépticas ativas.
    - Diátese hemorrágica.
    - Hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico, a outros salicilatos ou a qualquer outro componente da fórmula do produto.
    - História de asma induzida pela administração de salicilatos ou substâncias com ação similar,principalmente fármacos antiinflamatórios não-esteróides.
    - Combinação com metotrexato em dose de 15 mg/semana ou mais (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
    - Último trimestre de gravidez.

    MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO

    Para uso oral. Dissolver um ou dois comprimidos em um copo de água e tomar. O produto deve ser
    mantido em condições de temperatura ambiente (15-25°C), dentro da embalagem original.

     POSOLOGIA

    Adultos: 1 a 2 comprimidos; se necessário, repetir a cada 4 a 8 horas, não excendendo 8 comprimidos por dia.
    A partir de 12 anos: 1 comprimido. Se necessário repetir a cada 4 a 8 horas, até 3 vezes por dia.

     ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

    - Tratamento simultâneo com anticoagulantes.
    - História de úlceras gastrintestinais, inclusive úlcera crônica ou recidivante, ou história de sangramentos gastrintestinais.
    - Disfunção renal.
    - Disfunção hepática.
    - Hipersensibilidade a fármacos antiinflamatórios ou anti-reumáticos, ou a outros alérgenos.

    CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESTE MEDICAMENTO PARA CATAPORA
    OU SINTOMAS GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME
    DE REYE, UMA DOENÇA RARA, MAS GRAVE, ASSOCIADA A ESTE MEDICAMENTO.

    O ácido acetilsalicílico pode desencadear broncoespasmo e induzir ataques de asma ou outras reações de hipersensibilidade. Os fatores de risco são a presença de asma brônquica, febre do feno, pólipos nasais ou doença respiratória crônica. Este conceito aplica-se também aos pacientes
    que demonstram reações alérgicas (por exemplo, reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias.
    Devido ao efeito de inibição da agregação plaquetária, o ácido acetilsalicílico pode levar ao aumento do sangramento durante e após intervenções cirúrgicas (inclusive cirurgias de pequeno porte, como as extrações dentárias).
    Em doses baixas, o ácido acetilsalicílico reduz a excreção do ácido úrico. Essa redução pode desencadear gota em pacientes com tendência à excreção diminuída de ácido úrico.
    Os pacientes sob dieta de sódio devem levar em conta que cada comprimido de Aspirina®
    Efervescente contém 543 mg de sódio.

    Gravidez e lactação:

    Em alguns estudos epidemiológicos, o uso de salicilatos nos 3 primeiros meses de gravidez foi associado a risco elevado de malformações (fenda palatina, malformações cardíacas). Após doses terapêuticas normais, esse risco parece ser baixo: um estudo prospectivo com exposição de cerca
    de 32.000 pares mãe-filho não revelou nenhuma associação com um índice elevado de malformações.
    Durante a gravidez, os salicilatos devem ser tomados somente após rigorosa avaliação de riscobenefício.
    Nos últimos 3 meses de gravidez, a administração de salicilatos em altas doses (>300 mg por dia) pode levar a um prolongamento do período gestacional, a fechamento prematuro do ductus arteriosus e a inibição das contrações uterinas. Observou-se uma tendência a aumento de
    hemorragia tanto na mãe como na criança.
    A administração de ácido acetilsalicílico em altas doses (>300 mg por dia) pouco antes do nascimento pode conduzir a hemorragias intracranianas, particularmente em bebês prematuros.

    Lactação:

    Os salicilatos e seus metabólitos passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos no lactente após uso eventual, em geral é desnecessária a interrupção da amamentação. Entretanto, com o uso regular ou ingestões de altas doses, a amamentação deve ser descontinuada precocemente.
    Capacidade para dirigir veículos e operar máquinas:
    Não se observaram efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

    Uso em IDOSOS, em CRIANÇAS e em OUTROS GRUPOS DE RISCO:

    Não há necessidade de recomendações especiais para o uso do produto em idosos, crianças ou pacientes de grupos de risco, desde que observadas as advertências, precauções e posologia mencionadas acima.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    Interações contra-indicadas:
    metotrexato em doses de 15 mg/semana ou mais:
    Aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por agentes antiinflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos) (ver CONTRA-INDICAÇÕES).
    Combinações que requerem precauções para o uso: metotrexato em doses inferiores a 15 mg/semana:
    Aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por agentes antiinflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos).
    Anticoagulantes, por exemplo cumarina e heparina:
    Aumento do risco de sangramento em razão da inibição da função plaquetária, dano à mucosa gastroduodenal e deslocamento dos anticoagulantes orais de seus locais de ligação com as proteínas plasmáticas.
    Outros fármacos antiinflamatórios não-esteróides com salicilatos em altas doses ( ? 3 g/dia):
    Aumento do risco de úlceras e sangramento gastrintestinal devido a efeito sinérgico.
    Uricosúricos como a benzobromarona e a probenecida:
    Diminuição do efeito uricosúrico (competição na eliminação renal tubular do ácido úrico).

    Digoxina:

    Aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal.

    Bartitúricos e lítio:

    Aumento das concentrações plasmáticas de barbitúricos e lítio.
    Antidiabéticos, p.ex. insulina e sulfoniluréias:
    Aumento do efeito hipoglicêmico por altas doses do ácido acetilsalicílico via ação hipoglicêmica do ácido acetilsalicílico e deslocamento da sulfoniluréia de seu local de ligação nas proteínas plasmáticas.

    Trombolíticos / outros agentes antiplaquetários, p.ex. ticlopidina:

    Aumento do risco de sangramento.
    Sulfunamidas e suas associações:
    Aumento do efeito de sulfonamidas e suas associações.
    Diuréticos em combinação com ácido acetilsalicílico em doses de 3 g/dia ou mais:
    Diminuição da filtração glomerular, via síntese diminuída da prostaglandina renal.
    Glicocorticóides sistêmicos, exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison:
    Diminuição dos níveis de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteróides e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteróides.
    Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA):
    Em doses de 3 g/dia e mais, diminuição da filtração glomerular por inibição das prostaglandinas vasodilatadoras. Além disso, diminuição do efeito anti-hipertensivo.

    ácido valpróico:

    Aumento da toxicidade do ácido valpróico devido ao deslocamento dos locais de ligação com as proteínas.

    álcool:

    Aumento do dano à mucosa gastrintestinal e prolongamento do tempo de sangramento devido a efeitos aditivos do ácido acetilsalicílico e do álcool.

    REAÇÕES ADVERSAS

    Efeitos gastrintestinais
    Dor abdominal, azia, náusea, vômito.
    Hemorragia gastrintestinal oculta ou evidente (hematêmese, melena), que pode causar anemia por deficiência de ferro. Esse tipo de sangramento é mais comum quando a posologia é maior.
    Úlcera e perfuração gastroduodenal.
    Foram descritos casos isolados de perturbações da função hepática (aumento da transaminase).
    Efeitos sobre o sistema nervoso central:
    Tontura e zumbido, que geralmente indicam superdose.

    Efeitos hematológicos:

    Devido ao efeito sobre a agregação plaquetária, o ácido acetilsalicílico pode ser associado com
    aumento do risco de sangramento.

    Reações de hipersensibilidade:

    Por exemplo urticária, reações cutâneas, reações anafiláticas, asma e edema de Quincke.

    SUPERDOSE

    A intoxicação em idosos e sobretudo em crianças pequenas (superdose terapêutica ou envenenamento acidental, que é freqüente) deve ser temida, pois pode ser fatal.

    Sintomatologia:

    Intoxicação moderada:
    - Náusea, vômito, zumbido, sensação de perda da audição, dor de cabeça, vertigem e confusão mental. Esses sintomas podem ser controlados com a redução da posologia.
    Intoxicação grave:
    - Febre, hiperventilação, cetose, alcalose respiratória, acidose metabólica, coma, choque cardiovascular, insuficiência respiratória, hipoglicemia acentuada.
    Tratamento de emergência:
    - Transferência imediata a uma unidade hospitalar especializada.
    - Lavagem gástrica, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácido-base. – Diurese alcalina para obter um pH da urina entre 7,5 e 8. Deve-se considerar diurese alcalina forçada quando a concentração de salicilato no plasma for maior que 500 mg/litro (3,6mmol/litro) em adultos ou 300 mg/litro (2,2 mmol/litro) em crianças.
    - Possibilidade de hemodiálise em intoxicação grave.
    - Perdas líquidas devem ser repostas.
    - Tratamento sintomático.

    ARMAZENAGEM

    Conservar os comprimidos na sua embalagem original, em temperatura ambiente, entre 15-30°C.
    Proteger da umidade.
    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Lote, datas de fabricação e validade: vide cartucho

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  • A nimesulida ou nimesulide é um medicamento da classe dos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), que actua através da inibição da ciclooxigenase Esta é uma enzima responsável pela síntese de substâncias envolvidas na inflamação, tais como as prostaglandinas. Desta forma, a nimesulida combate os processos inflamatórios, as dores e a febre.

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: – NIMESULIDA

    Suspensão Oral (Gotas): embalagens com 1 e 25 frascos de 15 mL.

    USO PEDIÁTRICO PARA CRIANÇAS ACIMA DE UM ANO

    COMPOSIÇÃO: – NIMESULIDA

    Cada ml da suspensão oral (gotas) contém:Nimesulida 50 mg
    Excipientes: ácido cítrico monoidratado, aroma de frutas, citrato de sódio diidratado, goma xantana, laurilsulfato de sódio, metilparabeno, propilparabeno, sacarose, sorbitol e água deionizada q.s.p. 1 ml

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE: – NIMESULIDA

    Ação esperada do medicamento: Nimesulida possui propriedades antiinflamatórias, analgésicas e antipiréticas.
    Cuidados de armazenamento: Nimesulida gotas deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), protegido da luz.
    Prazo de validade: Não use o medicamento com o prazo de validade vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO, pois as substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde. Verifique se o produto está lacrado e em boas condições de armazenamento.
    Gravidez e lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando. O uso de Nimesulida não é recomendado para gestantes e mulheres em fase de amamentação.
    Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Caso os sintomas não melhorem em 5 dias, entre em contato com o seu médico. Recomenda- se utilizar Nimesulida depois das refeições. Agite antes de usar.
    Interrupção do tratamento: Você deverá estar sempre em contato com o seu médico, para que ele acompanhe a evolução do tratamento e decida quando e como este será interrompido. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer, ocasionalmente, febre, náuseas, dor de estômago, dor de cabeça, sonolência e vertigens. Normalmente, estes efeitos são leves e transitórios e não exigem interrupção do tratamento. Caso algum destes efeitos seja persistente, consulte o seu médico. Raras vezes podem ocorrer reações alérgicas; neste caso, consulte seu médico.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Utilização com outras substâncias: Recomenda- se tomar Nimesulida após as refeições. Não se aconselha a ingestão de álcool ou outros alimentos ou medicamentos que provoquem irritação gástrica durante o tratamento com Nimesulida. É muito importante que você informe ao seu médico os problemas de saúde que você tenha.
    Contra- indicações e Precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    Nimesulida não deve ser utilizado por:
    ·· pacientes que tenham alergia ao Nimesulida ou outros antiinflamatórios (informe seu médico caso você tenha alergia a algum produto),
    · mulheres grávidas ou em fase de amamentação,
    · pacientes com hemorragias do trato gastrointestinal,
    úlcera péptica (no estômago ou duodeno) em fase ativa,
    · disfunção hepática de moderada a grave e
    · disfunção renal grave.
    É importante que você informe seu médico se tiver:
    ·· doenças hemorrágicas,
    · doenças do trato gastrointestinal superior,
    insuficiência renal,
    insuficiência cardíaca congestiva,
    hipertensão,
    · ou se estiver em tratamento com anticoagulantes ou inibidores da agregação plaquetária.
    Nestes casos, o uso de Nimesulida pode ser feito desde que com supervisão médica adequada.
    Em caso de ingestão excessiva do produto entre em contato com o seu médico.
    Diabéticos: Nimesulida gotas possui 300 mg/ml de açúcar.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS: – NIMESULIDA

    Características: – NIMESULIDA

    O Nimesulida (4′- nitro-2′-fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco antiinflamatório não-esteróide (AINE), que difere dos outros compostos desta categoria por apresentar um radical sulfonanilida em lugar de um radical carboxílico. À semelhança de outros AINEs, possui também ação analgésica e antipirética. O Nimesulida inibe seletivamente a enzima cicloxigenase-2, reduzindo a síntese de prostaglandinas relacionadas à inflamação. Este modo de ação também influi sobre a agregação plaquetária, causando inibição da mesma.
    A estrutura química do Nimesulida indica um mecanismo do tipo “scavenger”, através do qual o fármaco neutraliza a formação de radicais livres de oxigênio produzidos ao nível da cascata do ácido araquidônico e liberados em grande quantidade na origem do processo inflamatório por diversos tipos de células (granulócitos, neutrófilos, macrófagos), sem influenciar a quimiotaxia e a fagocitose.
    Os mecanismos descritos são mais eficazes in vivo, o que sugere uma possível ativação biológica do composto, tornando- o um fármaco de ação antiinflamatória potente. Alguns estudos indicam ter o Nimesulida melhor tolerabilidade e causar menor incidência de efeitos colaterais em comparação com outros fármacos desta classe terapêutica.
    O Nimesulida é prontamente absorvido do trato gastrointestinal, alcançando o pico de concentração plasmática em 1- 2 horas. O nível de ligação às proteínas plasmáticas é cerca de 99% e a meia-vida de eliminação é de 2 a 5 horas. O steady-state é alcançado dentro de 24 a 36 horas, com duas administrações diárias. O Nimesulida é metabolizado no fígado e o seu principal metabólito, hidroxinimesulida, também é farmacologicamente ativo.
    A eliminação é predominantemente renal, mais de 80%, não dando origem a fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas, e além disso apresenta uma boa tolerabilidade sistêmica e gastrointestinal.

    Indicações: – NIMESULIDA

    Nimesulida é indicado como antiinflamatório, analgésico ou antipirético.

    CONTRA-INDICAÇÕES: – NIMESULIDA

    Hipersensibilidade individual ao produto, ao ácido acetilsalicílico ou a outros fármacos antiinflamatórios não- esteróides; hemorragias gastrointestinais; úlcera péptica em fase ativa, disfunção hepática de moderada a grave e disfunção renal grave (clearance de creatinina abaixo de 30 ml/min).

    USO NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO: – NIMESULIDA

    Como para os demais antiinflamatórios não- esteróides (AINES), o uso durante a gravidez não é recomendado.
    O uso de AINES até o final da gravidez está associado a uma incidência maior de distócia e atonia uterina. Os AINES também estão associados à indução do fechamento do ducto arterioso. Até o momento não há informação disponível sobre a excreção do Nimesulida no leite materno e, portanto, este não deve ser administrado a mulheres que estão amamentando.

    PRECAUÇÕES: – NIMESULIDA

    O produto deve ser administrado com cautela a pacientes com histórico de doenças hemorrágicas, portadores de afecções do trato gastrointestinal superior e em pacientes sob tratamento com anticoagulantes e outros fármacos inibidores da agregação plaquetária. Pacientes em tratamento com substâncias de limitada tolerabilidade gástrica devem ser submetidos a rigoroso controle médico.Por ser a eliminação do fármaco predominantemente renal, o produto deve ser administrado com cuidado a pacientes com prejuízo da função hepática ou renal. Pacientes com clearance de creatinina < 30 ml/min devem ter a posologia reduzida. O tratamento deve ser suspenso e deve- se proceder um exame oftalmológico caso ocorram perturbações visuais em pacientes apresentando histórico de perturbações oculares devidas a outros fármacos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs). Não foram relatadas até o momento evidências teratogênicas ou detecção no leite materno, porém o emprego não é aconselhado durante os períodos de gravidez e lactação.
    Em pacientes idosos, é necessária particular atenção na administração do produto.
    Como os outros AINEs, o Nimesulida deve ser usado com cuidado em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, prejuízo da função renal ou depleção do volume extracelular, que são altamente susceptíveis de sofrerem uma redução no fluxo sangüíneo renal. Desta forma, Nimesulida deve ser usado com cuidado em pacientes com distúrbios de coagulação (por exemplo, hemofílicos) e em pacientes sob terapia com anticoagulantes.
    A maioria dos pacientes com hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou outros AINEs podem usar Nimesulida. No entanto, deve- se tomar cuidado com estes indivíduos. Do mesmo modo, pacientes com asma toleram o Nimesulida bem; mas a possibilidade de precipitação de broncoespasmo não pode ser inteiramente excluída.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: – NIMESULIDA

    Nimesulida / fármacos de alta ligação plasmática:
    O Nimesulida tem um alto nível de ligação às proteínas plasmáticas e pode ser deslocado de seus sítios de ligação pela administração concomitante de outras drogas, tais como fenofibrato, ácido salicílico, ácido valpróico e tolbutamida. Além disso, o Nimesulida também pode deslocar outras drogas, como o ácido acetilsalicílico e metotrexato, das proteínas plasmáticas. No entanto, não há evidência até o momento de que estas interações tenham significância clínica. Não há evidência de que o Nimesulida afete a glicemia em jejum ou a tolerância à glicose em pacientes diabéticos tratados com sulfoniluréias.
    Nimesulida / warfarina:
    Normalmente o Nimesulida não afeta a resposta à warfarina; no entanto, como alguns poucos pacientes podem apresentar um aumento do efeito anticoagulante, recomenda- se que o status da coagulação do paciente seja monitorizado quando as duas drogas forem administradas em conjunto.
    Nimesulida / ácido acetilsalicílico / outros antiinflamatórios não- esteróides (AINEs):
    O uso de dois ou mais AINEs, incluindo o ácido acetilsalicílico, pode levar a um aumento dos efeitos adversos gastrointestinais.

    Nimesulida / fenitoína:

    Pode haver potencialização da ação da fenitoína.
    AINEs / lítio / metotrexato / probenecida / ciclosporina / álcool:
    Foram documentadas interações entre antiinflamatórios não- esteróides e lítio, metotrexato, probenecida e Nimesulida. Portanto, recomenda-se cuidado na administração concomitante de Nimesulida com qualquer uma destas drogas, devido ao aumento do risco de hemorragias gastrointestinais.
    Não houve interações clinicamente significativas com a administração concomitante de Nimesulida com digoxina, teofilina, glibenclamida, cimetidina e antiácidos.

    REAÇÕES ADVERSAS: – NIMESULIDA

    Ocasionalmente podem ocorrer febre, náuseas, epigastralgias e cefaléias, geralmente leves e transitórias.À semelhança de outros fármacos antiinflamatórios não- esteróides, o medicamento pode provocar sonolência e vertigens. Foram observados, raras vezes, casos de erupções cutâneas do tipo alérgico.

    POSOLOGIA – NIMESULIDA

    Aconselha- se administrar Nimesulida após as refeições. Em casos de insuficiência renal, a posologia deve ser adaptada às necessidades de cada paciente, de acordo com os valores da filtração glomerular.

    As gotas de Nimesulida são particularmente adequadas para o uso pediátrico, por possibilitar uma posologia adaptada a cada caso, de acordo com o peso corpóreo da criança e dentro do esquema posológico recomendado para crianças.
    Cada gota do produto contém 2,5 mg de nimesulida.

    Crianças acima de um ano:
    A posologia recomendada é de 5 mg/Kg/dia, fracionada à critério médico em duas administrações. Recomenda- se administrar uma gota por kg de peso, duas vezes ao dia, diretamente na boca da criança ou se preferir, diluída em um pouco de água açucarada.

    O frasco deve ser agitado antes da administração das gotas.

    SUPERDOSAGEM: – NIMESULIDA

    Até o momento não foram observados casos de superdosagem com o produto. Em caso de superdosagem com o produto, recomenda- se indução de emese ou aspiração e lavagem gástrica. Se ocorrer intoxicação, pode ser necessária diurese alcalina e se houver comprometimento da função renal, poderá ser necessária a realização de uma hemodiálise.

    PACIENTES IDOSOS: – NIMESULIDA

    Estudos clínicos realizados em idosos não indicaram a necessidade de alteração da dose normal. No entanto, como os pacientes idosos podem ser mais susceptíveis aos efeitos adversos, uma dose reduzida pode ser apropriada em casos isolados.

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  • AAS é indicado para o alívio de dores de intensidade leve a moderada, como, por exemplo, dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas, dor menstrual e dor derivada da artrite. AAS também é indicado para o alívio sintomático da dor e da febre durante gripe ou resfriados.

    - Ademais, porém não menos importante, AAS pode ser utilizado como inibidor da agregação plaquetária, contribuindo, dessa maneira, para a redução de acidentes vasculares trombo embólicos, em pacientes com problemas cardíacos, recém operados ou com história prévia de problemas cardíacos.

    AAS®

    Ácido acetilsalicílico

    Forma farmacêutica e de apresentação – AAS®

    AAS comprimidos Adulto: embalagem contendo 200 ou 500 comprimidos.AAS comprimidos Infantil: embalagem contendo 30, 120 ou 200 comprimidos.

    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

    COMPOSIÇÃO – AAS®

    AAS Adulto
    Cada comprimido contém:
    ácido acetilsalicílico 500 mg
    excipientes q.s.p. 1 comp.
    Contém: amido de milho, croscarmelose sódica.

    AAS Infantil
    Cada comprimido contém:
    ácido acetilsalicílico 100 mg
    excipiente q.s.p. 1 comp.
    Contém: vanilina, sacarina1 sódica, lactose monoidratada, dióxido de silício, amido de milho,
    corante amarelo nº5, corante amarelo nº6.

    INFORMAÇÃO AO PACIENTE – AAS®

    Ação esperada do medicamento
    AAS é um produto que possui em sua fórmula uma substância chamada ácido acetilsalicílico.
    Esta substância tem a propriedade de baixar a febre (antitérmico), aliviar a dor (analgésico) e
    reduzir a inflamação (antiinflamatório). Por isso, é utilizado para alívio dos sintomas de várias
    doenças como gripes, resfriados e outros tipos de infecções.

    Cuidados de conservação
    AAS deve ser protegido da umidade e deve- se evitar a exposição ao calor excessivo (temperatura superior a 40°C).

    Prazo de validade
    Impresso na embalagem.
    Ao comprar qualquer medicamento verifique o prazo de validade. Não use remédio com prazo
    de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua saúde.

    Gravidez e lactação
    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe também seu médico caso esteja amamentando. AAS não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez.

    Cuidados de administração
    AAS deve ser ingerido de preferência após as refeições ou com um pouco de leite. O comprimido INFANTIL (100 mg de ácido acetilsalicílico) deve ser colocado na boca e deixado dissolver.
    Evitar a ingestão concomitante de bebidas alcoólicas.
    Manter o intervalo mínimo de 4 horas entre cada administração; não ultrapassar as doses
    estabelecidas na posologia sem prévia orientação médica. Siga a orientação do seu médico,
    respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico, pois isto poderá prejudicar o tratamento de sua doença.

    Reações adversas
    Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis com o uso de AAS, em
    especial sintomas como acidez no estômago9, reações cutâneas alérgicas, zumbido, tonteira, e
    outras atribuíveis ao medicamento.
    AAS não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a outros analgésicos10 e antiinflamatórios do
    mesmo tipo.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Contra- indicações e Precauções
    AAS está contra- indicado a pacientes com doenças no estômago9, fígado11 e rins12. Não deve ser
    usado em hemofílicos e naqueles pacientes que estejam fazendo uso de anticoagulantes. O AAS só poderá ser empregado durante a gravidez e lactação sob orientação médica.

    Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um médico seja consultado sobre a Síndrome de Reye, uma rara, mas grave doença associada a este medicamento.

    “O produto AAS infantil contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.”

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER
    PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÃO TÉCNICA – AAS®

    Características – AAS®

    O ácido acetilsalicílico pertence ao grupo de fármacos antiinflamatórios não- esteróides, compropriedades analgésica, antipirética e antiinflamatória. Seu mecanismo de ação beseia- se na inibição irreversível da enzima ciclooxigenase, envolvida na síntese das prostaglandinas. O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas.

    Indicações – AAS®

    Para o alívio sintomático da cefaléia, odontalgia, dor de garganta, dismenorréia, mialgia ou artralgia, lombalgia e dor artrítica de pequena intensidade.
    No resfriado comum ou na gripe, para o alívio sintomático da dor e da febre.

    Contra-indicações – AAS®

    AAS está contra- indicado em todos os pacientes com hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico e a outros antiinflamatórios não esteróides. AAS não deve ser empregado em pacientes predispostos a dispepsias ou sabidamente portadores de alguma lesão da mucosa gástrica. Seu emprego deve ser evitado nos pacientes portadores de lesão hepática grave, em hemofílicos e naqueles que estejam fazendo uso de anticoagulantes. A administração deve ser cautelosa nos pacientes com função renal comprometida, particularmente nas crianças, e sempre que o paciente estiver desidratado. O AAS somente deverá ser empregado durante a gravidez sob orientação médica.

    Precauções e Advertências – AAS®

    Não exceder a posologia recomendada na bula sem prévia orientação médica. O ácido acetilsalicílico, que devido a algumas de suas propriedades prolonga o tempo de coagulação sangüínea, não deve ser usado em altas doses nos últimos três meses de gestação, exceto sob estrito acompanhamento médico, pois pode causar problemas no feto ou complicações durante o parto. O mesmo cuidado deve ser tomado em relação às mulheres que estejam amamentando. Existem relatos sugerindo que o uso de ácido acetilsalicílico em crianças e adolescentes com febre devida a infecção viral, especialmente nas gripes ou catapora,
    pode causar uma doença séria, porém rara, chamada “Síndrome de Reye”. Por esta razão, estes pacientes não devem usar este medicamento antes de consultar um médico sobre a “Síndrome de Reye”. O uso de AAS não é aconselhável quando há suspeita de dengue.

    Interações medicamentosas – AAS®

    Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico no trato gastrintestinal podem ser potencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes cumarínicos e a atividade hipoglicemiante das sulfoniluréias. Os anticoagulantes podem acentuar o efeito hemorrágico do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa gástrica. O ácido acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas respiratórios da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua toxicidade aumentada.

    Reações adversas – AAS®

    O ácido acetilsalicílico pode provocar irritação da mucosa gástrica e sangramento digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado.

    Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária e outras manifestações cutâneas. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal.

    Posologia e modo de usar – AAS®

    AAS adulto – 1 a 2 comprimidos, podendo repetir a dose a cada 4 ou 6 horas até um máximo
    de 8 comprimidos ao dia.

    AAS infantil – Crianças até 1 ano de idade, a critério médico; de 1 ano a 2 anos, 1/2 a 1 comprimido; de 3 a 5 anos, 1 a 2 comprimidos, de 6 a 9 anos, 2 a 3 comprimidos; de 10 a 12 anos, 4 a 5 comprimidos. Estas doses podem ser repetidas até 3 vezes ao dia, podendo variar segundo orientação médica.

    AAS deve ser ingerido de preferência após as refeições ou com um pouco de leite. O comprimido INFANTIL (100 mg de ácido acetilsalicílico) deve ser colocado na boca e deixado dissolver.

    Superdosagem – AAS®

    Nos casos de intoxicação moderada, o esvaziamento do estômago por aspiração ou êmese,
    ou a lavagem gástrica, serão normalmente medidas suficientes. Nos casos de intoxicação grave (concentrações de salicilato acima de 500 mcg/ml de plasma em adultos e 300 mcg/ml em crianças) deve- se realizar lavagem gástrica juntamente com diurese por infusão intravenosa de solução fisiológica com bicarbonato de sódio, ou Ringerlactato
    ou solução de glicose.

    Pacientes idosos – AAS®

    Nos pacientes idosos, devido deterioração da função renal e gástrica há necessidade de um acompanhamento clínico mais cuidadoso, com o objetivo de evitar efeitos colaterais de maior
    gravidade.

    DIZERES LEGAIS – AAS®

    Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

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  • Buscopan® é um medicamento com bom perfil de segurança e eficácia para dores e cólicas abdominais, quando utilizado de acordo com a indicação do produto. Buscopan® atua na origem da dor, ou seja, nos espasmos no abdômen. Ao relaxar o músculo contraído, Buscopan® proporciona rápido alívio da dor abdominal regularizando o funcionamento do organismo. Comercializado no Brasil desde 1954, Buscopan® tem ajudado pessoas que sofrem com dores e desconforto abdominal devido a cólica a retomarem o controle de suas vidas.

    Composição – BUSCOPAN
    cada drágea1 contém: brometo deN- butilescopolamina* 10 mg. Excipientes: lactose, amido de milho, talco, ácido tartárico, estearato de magnésio, laca, óleo de rícino, goma arábica, sacarose, dióxido de titânio, polietilenoglicol 6000, cera de carnaúba, cera branca, água desmineralizada, etanol absoluto. Cada ml (20 gotas) da solução oral contém: brometo de N-butilescopolamina* 10 mg. Excipientes: ciclamato de sódio, ácido acético glacial, acetato de sódio anidro, metilparabeno, propilparabeno, essência licor abadia, água desmineralizada. (* Anteriormente denominado N-butilbrometo de hioscina).

    Posologia e Administração – BUSCOPAN
    adultos e crianças maiores de 6 anos: 1 a 2 drágeas2, 3 a 5 vezes ao dia. Ingerir as drágeas2, sem mastigar, com um pouco de líquido. Solução oral: adultos e crianças maiores de 6 anos: 20 a 40 gotas, 3 a 5 vezes ao dia. Crianças de 1 a 6 anos: 10 a 20 gotas, 3 vezes ao dia. Lactentes3: 10 gotas, 3 vezes ao dia. – Superdosagem: sintomas4: até o momento não foram observados sintomas4 graves de intoxicação por superdose aguda de Buscopan. Em caso de superdosagem podem ocorrer anticolinérgicos como, por exemplo, retenção urinária5, boca seca, taquicardia6 e distúrbios transitórios. Tratamento: em caso de intoxicação por via oral, efetuar lavagem gástrica7, com administração de carvão medicinal e sulfato de magnésio (15%). Os sintomas4 de superdosagem por Buscopan respondem ao emprego de parassimpaticomiméticos. Nos pacientes portadores de glaucoma8, administração tópica de pilocarpina. O suporte circulatório pode ser efetuado com simpaticomiméticos. No caso de queda ortostática da pressão arterial é suficiente manter o paciente em posição deitada. Quando houver retenção urinária5, efetuar cateterismo9. Adicionalmente, quando necessário, instituir medidas gerais de suporte.

    Precauções – BUSCOPAN
    devido ao risco potencial de complicações anticolinérgicas deve- se tomar precaução especial nos pacientes propensos a glaucoma8, assim como em pacientes suscetíveis a obstruções intestinais ou urinárias e em pacientes propensos a taquiarritmias10. – Interações medicamentosas: Buscopan pode intensificar a ação anticolinérgica de antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, quinidina, amantadina e disopiramida. O uso concomitante de antagonistas da dopamina, como, por exemplo, metoclopramida, pode resultar na diminuição da atividade de ambos os fármacos ao nível do trato gastrintestinal. Buscopan pode aumentar a ação taquicárdica dos agentes beta-adrenérgicos. Gravidez11 e lactação12: até o momento, a ampla experiência com o produto não demonstrou evidências de efeitos nocivos durante a gravidez11 humana. Mesmo assim, devem ser observadas as precauções habituais a respeito do uso de medicamentos na gravidez11, sobretudo no primeiro trimestre. Ainda não foi estabelecida a segurança do uso do produto durante o período de lactação12.

    Reações adversas – BUSCOPAN
    podem ocorrer efeitos colaterais anticolinérgicos, incluindo sensação de secura na boca, taquicardia6 e potencialmente, retenção urinária5; em geral, estes efeitos são leves, desaparecendo espontaneamente. Muito raramente foram relatadas reações alérgicas, particularmente reações cutâneas. Foram reportados alguns poucos casos de dispnéia13 em pacientes com história de asma14 brônquica ou alergia15. – Observação: desconhecem-se restrições ou precauções especiais para o uso do produto em pacientes com idade superior a 65 anos.

    Contra-Indicações – BUSCOPAN
    miastenia16 grave e de megacólon17. Ademais, o produto não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao brometo de N- butilescopolamina. Buscopan não é indicado na diarréia18 aguda ou persistente da criança.

    Indicações – BUSCOPAN
    espasmos do trato gastrintestinal, espasmos e discinesias das vias biliares, espasmos do trato geniturinário.

    Apresentação – BUSCOPAN
    embalagem com 20 drágeas2 e frasco com 20 ml.

    Antes de consumir qualquer medicamento, consulte um médico.

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