• Laxante 03.07.2015 No Comments

     

    lacto-purga-é-indicado-para-o-tratamento-da-prisão-de-ventre-no-preparo-do-paciente-para-exames-diagnosticos-e-antes-ou-apos-procedimentos-cirurgicos

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Lacto Purga®

    bisacodil

    Apresentações:

    Embalagens contendo 25 blisters com 6 comprimidos revestidos. Embalagem contendo 16 comprimidos revestidos.
    Via de Administração: Oral
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 4 anos

    Composição:

    bisacodil………………………………………………………………………………………………………………………………….5mg excipiente q.s.p. ………………………………………………………………………………………….1 comprimido revestido(lactose monoidratada, celulose micro cristalina, estearato de magnésio, talco, dióxido de titânio,co polímero de ácido metacrílico e metacrilato de metila, citrato de trietila, macro gol e corante óxido de ferro amarelo).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    LACTO PURGA® é indicado para o tratamento da prisão de ventre; no preparo do paciente para exames diagnósticos, e antes ou após procedimentos cirúrgicos. É indicado também em casos em que é necessário facilitar a evacuação.

    Como este medicamento funciona?

    LACTO PURGA® é um laxante de ação local, atua diretamente na parede do intestino. LACTO PURGA® estimula o movimento intestinal e promove acúmulo de água dentro do intestino, facilitando a eliminação das fezes. O início da ação ocorre após 6-12 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar LACTO PURGA® se tiver íleo paralítico (intestino para de funcionar), obstrução intestinal, ou condições abdominais agudas (como apendicite, inflamação aguda do intestino) e dor abdominal grave com enjoo e vômitos, que podem indicar problemas graves. Você também não deve tomar LACTO PURGA® se tiver intensa desidratação, alergia ao bisacodil ou a qualquer dos componentes da fórmula e intolerância a galactose.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    LACTO PURGA® não deve ser utilizado diariamente por período prolongado sem investigação da causa da prisão de ventre. O uso por longo tempo pode provocar a perda de líquidos, sais minerais e a diminuição de potássio no sangue. A perda de líquidos pelo intestino pode levar a desidratação, tendo como sintomas sede e baixa produção de urina. Pacientes com mau funcionamento dos rins e idosos com perda de líquidos devem interromper o uso de LACTO PURGA® e procurar orientação médica. Pode ocorrer surgimento de sangue nas fezes, que normalmente é leve e desaparece espontaneamente. Podem ocorrer tonturas ou desmaios que podem estar relacionados ao esforço para evacuar ou à dor por causa da dificuldade para evacuar, e não necessária mente ao medicamento. Não use LACTO PURGA® em crianças sem orientação do médico. Crianças com 10 anos ou menos com constipação crônica persistente só devem ser tratadas sob supervisão médica. Se você tiver espasmo abdominal (cólicas abdominais ), deve evitar atividades perigosas, como dirigir automóveis ou operar máquinas.

    Intolerância a lactose:

    Cada comprimido revestido contém 61,93mg de lactose monoidratada. Na dose máxima recomendada para adultos e crianças acima de 10 anos (2 comprimidos revestidos), você pode chegar a tomar 123,86mg de lactose ou até 247,72 mg em preparo para exames diagnósticos em adultos (4 comprimidos revestidos).

    Gravidez e amamentação:

    LACTO PURGA® só deve ser administrado durante a gravidez sob recomendação médica. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. LACTO PURGA® não passa para o leite materno e pode ser usado durante a amamentação.

    Interações Medicamentosas:

    Doses excessivas de LACTO PURGA® junto com diuréticos (aumenta a produção de urina, como a furosemida), ou adrenocorticoides (como a dexametasona) podem aumentar o risco de perda de sais minerais. A perda de sais minerais pode aumentar a sensibilidade aos glicosídeos cardíacos (como os digitálicos). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. LACTO PURGA® apresenta-se como comprimido revestido circular, biconvexo, liso, amarelo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Recomenda-se a seguinte posologia, a menos que o médico prescreva outra dose: No tratamento da constipação. Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros por via oral com quantidade suficiente de líquido; recomenda-se a ingestão à noite para que se obtenha evacuação na manhã seguinte. Os comprimidos revestidos não devem ser ingeridos com produtos que reduzem a acidez no trato gastrointestinal superior, como leite, antiácidos (p. ex. hidróxido de alumínio e de magnésio) ou inibidores da bomba de prótons (p. ex. omeprazol) para que não
    perca o revestimento entérico prematuramente.

    Adultos e crianças acima de 10 anos:

    1 a 2 comprimidos revestidos (5-10mg).

    Crianças de 4 a 10 anos:

    1 comprimido revestido (5mg). Em procedimentos diagnósticos e no pré-operatório: No preparo para procedimentos diagnósticos, no tratamento pré e pós-operatório e em condições que exigem evacuação facilitada, LACTO PURGA®
    só deve ser utilizado sob supervisão médica. Para que se obtenha uma completa evacuação intestinal, a dose de LACTO PURGA® recomendada é:

    Adultos:

    2 a 4 comprimidos revestidos na noite anterior ao exame, por via oral, e um laxante de alívio imediato (supositório) na manhã do exame.

    Crianças acima de 4 anos:

    1 comprimido revestido ao anoitecer, por via oral, e um laxante de alívio imediato (supositório infantil) na manhã do exame. Crianças com 10 anos ou menos com constipação crônica persistente só devem ser tratadas sob supervisão médica. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se esquecer de alguma dose durante tratamento da constipação, continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    – Reações comuns: cólicas abdominais, dor abdominal, diarreia, náusea (enjoo).
    – Reações incomuns: tontura, sangue nas fezes (hematoquezia), vômitos, desconforto abdominal, desconforto anorretal (na região do ânus).
    – Reação rara: reação anafilática (reação alérgica grave), edema angioneurótico (inchaço dos lábios, língua e garganta), hipersensibilidade (alergia), desidratação, síncope (desmaio), colite (inflamação no intestino)Lacto Purga®. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso alguém tome uma dose muito alta de LACTO PURGA®, pode ocorrer diarreia, cólicas e perda importante de líquidos, potássio e outros sais minerais. O uso a longo prazo em altas doses pode causar diarreia crônica, dor abdominal, diminuição do potássio no sangue, produção excessiva do hormônio aldosterona, causando aumento da pressão arterial e cálculo renal. Há casos de lesão grave dos rins, alteração na acidez do sangue e fraqueza muscular p
    or causa da diminuição do potássio. Logo após a ingestão é possível diminuir a absorção da medicação com indução de vômito ou lavagem gástrica. Pode haver necessidade de reposição da perda de líquidos e sais, principalmente em idosos ou nos mais jovens. O uso de medicamentos para cólicas pode ser útil. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
    de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS:

    Registro M.S. nº 1.7817.0015
    Farm. Responsável: Fernando Costa Oliveira – CRF-GO nº 5.220
    Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE CARTUCHO
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
    Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri – SP – CEP 06460-120
    C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07
    Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – G
    O – CEP 75132-020

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  • fabrazyme-e-indicado-para-o-uso-no-tratamento-de-longo-prazo-da-reposição-enzimatica-em-pacientes-com-diagnosrtico-confirmado-da-doença-de-fabryFabrazyme®

    beta-agalsidase

    Identificação do Medicamento:

    Nome do produto: FABRAZYME®
    Nome genérico: beta – agalsidase

    Apresentações:

    FABRAZYME 35 mg,pó liofilizado para solução injetável – frasco – ampola contendo 37 mg de beta – agalsidase, com uma dose extraível de 35mg após a reconstituição.
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto acima de 16 anos.

    Composição:

    Cada frasco – ampola de FABRAZYME 35 mg contém 37 mg de beta – agalsidase, com uma dose extraível de 35 mg após a reconstituição.

    Excipientes:

    Manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado e fosfato de sódio dibásico heptaidratado.

    Informações ao Paciente:

    Solicitamos ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor consultar seu médico.

    Para que este medicamento é indicado?

    FABRAZYME é indicado para o uso no tratamento de longo prazo da reposição enzimática em pacientes com diagnóstico confirmado de doença de Fabry.

    Como este medicamento funciona?

    FABRAZYME é usado como terapia de reposição enzimática na doença de Fabry, onde o nível de atividade da enzima
    ? – galactosidase está ausente ou inferior ao normal. Se você sofre da doença de Fabry, uma substância gordurosa, chamada globotriaosilceramida (GL-3), não é removida das células do seu corpo e começa a se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos dos seus órgãos. FABRAZYME atua na reposição da enzima ausente, ajudando a restaurar a quantidade de atividade enzimática para remover o GL-3 das células.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não use FABRAZYME se tiver sofrido qualquer reação alérgica, com risco de morte, à beta – agalsidase ou a qualquer componente do medicamento. Verifique com o seu médico, antes de usar FABRAZYME (beta-agalsidase), se você tem alergia à substância beta – agalsidase ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Como em qualquer medicamento como Fabrazyme, pacientes podem desenvolver anticorpos após o tratamento com a terapia de reposição enzimática. A maioria dos pacientes desenvolve anticorpo contra a beta – agalsidase. Se você desenvolver anticorpos contra a beta-agalsidase, você terá um risco maior reações alérgicas. Os anticorpos podem diminuir com o tempo e é improvável que impeçam a ação de FABRAZYME. Se você tiver uma reação alérgica durante a administração de FABRAZYME o seu médico poderá diminuir a velocidade de infusão, parar temporariamente a infusão e / ou tratar os sintomas com outros medicamentos (anti-histamínicos, ibuprofeno, paracetamol e /ou corticosteroides) para ajudar a reduzir alguns dos efeitos colaterais. Se reações alérgicas graves ou com risco de morte ocorrerem, a administração de FABRAZYME deve ser interrompida imediatamente e um tratamento adequado terá que ser iniciado pelo seu médico. Os riscos e benefícios da re-administração de FABRAZYME devem ser considerados após uma reação alérgica grave ou com risco de morte.Seu médico poderá coletar amostras de sangue para realizar exames complementares em caso de ocorrência de eventos adversos graves.
    Não foram realizados estudos sobre a capacidade de dirigir veículos ou utilizar maquinaria pesada com FABRAZYME. Não há experiência do uso de FABRAZYME em mulheres grávidas. Não se sabe se FABRAZYME é secretado no leite humano. Converse com o seu médico antes de tomar este medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista. A segurança e a eficácia de FABRAZYME não foram estabelecidas em pacientes menores de 16 anos, com mais de 65 anos e em pacientes com problemas no fígado, dessa forma, avise seu médico se você estiver dentro de uma dessas condições.

    Interações medicamentosas:

    Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa e interação com plantas medicinais. Informe o seu médico se você estiver usando quaisquer outros medicamentos ou plantas medicinais, devido ao risco potencial de interferência com beta – agalsidase. Interações com alimentos e bebidas são improváveis. Não foram realizados estudos formais de interação com alimento. FABRAZYME não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma infusão. Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-substância química (álcool e nicotina). Não foram realizados estudos formais de interação medicamento-exame laboratorial e não laboratorial. Não foram realizados estudos formais de interação medicamentos – doenças. Até o momento não há informações de que FABRAZYME (beta-agalsidase) possa causar doping. Consulte seu médico para maiores informações.Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar FABRAZYME sob refrigeração, em temperatura entre 2°- 8°C. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. A solução de FABRAZYME reconstituída e diluída deve ser utilizada imediatamente. Este produto não contém conservantes. Se o uso imediato não for possível, a solução reconstituída e diluída pode ser armazenada por até 24 horas a 2°-8°C. FABRAZYME é um pó ou sólido compactado liofilizado estéril branco a quase branco, para reconstituição com água estéril para injeção. A solução resultante é límpida, livre de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    FABRAZYME é administrado através de um equipamento para dispensação gota a gota em um vaso sanguíneo (por infusão intravenosa). FABRAZYME somente é usado sob a supervisão de um médico com conhecimento do tratamento da doença de Fabry.

    Reconstituição e diluição:

    1. O seu médico determinará o número de frascos baseado no seu peso corporal e na dose recomendada de 1,0 mg/kg. Os frascos de FABRAZYME e de diluente devem ser deixados à temperatura ambiente (23ºC-27ºC) antes da reconstituição (aproximadamente 30 minutos).

    2. Seu médico deverá reconstituir cada frasco de FABRAZYME 35 mg injetando lentamente 7,2 mL de água estéril para injeção, USP/EP, deixando a água cair pela parede interior de cada frasco e não diretamente sobre o pó liofilizado. Os frascos devem ser girados e inclinados suavemente. Não inverter ou agitar o frasco. Cada frasco produzirá uma solução límpida e incolor de 5,0 mg/mL.

    3. Os frascos reconstituídos devem ser inspecionados visualmente pelo seu médico quanto à presença de partículas e alteração de cor. A solução reconstituída não deve ser utilizada se houver partículas em suspensão ou alteração de cor.

    4. Após a reconstituição, seu médico deve diluir prontamente os frascos. Se os frascos não forem diluídos prontamente poderá ocorrer a formação de partículas.

    5. FABRAZYME reconstituído deverá ser diluído em solução para infusão de cloreto de sódio 9mg/ml (0,9%), imediatamente após a reconstituição, para uma concentração final entre 0,05 mg/ml e 0,7mg/ml. Seu médico irá determinar o volume total de solução para infusão de cloreto de sódio 0,9% (entre 50 e 500 ml), com base na dose individual. Para doses menores que 35 mg deverá ser usado um mínimo de 50mL, para doses de 35 a 70 mg utilizar um mínimo de 100 mL, para doses de 70 a 100 mg utilizar um mínimo de 250 mL e para doses maiores que 100 mg utilizar apenas 500 mL. Para minimizar a interface ar / líquido, o espaço de ar dentro da bolsa de infusão deverá sereliminado, antes de adicionar FABRAZYME reconstituído. Seu médico deve certificar-se de que a solução reconstituída de FABRAZYME foi injetada diretamente na solução de cloreto de sódio 0,9%. Qualquer frasco com solução reconstituída não utilizada deverá ser descartada pelo seu médico.

    6. A bolsa de infusão deverá ser invertida suavemente ou massageada levemente para misturar a solução, evitando agitação vigorosa.

    7. FABRAZYME não deve ser administrado na mesma linha intravenosa com outros produtos.

    8. A solução diluída pode ser filtrada durante a administração através de um filtro em linha de 0,2 ?m de baixa ligação proteica.

    Posologia e Administração:

    A dose recomendada de FABRAZYME para adultos com mais de 16 anos é de 1 mg / kg de peso corporal, uma vez a cada 2 semanas como uma infusão intravenosa. Nenhuma alteração na dose é necessária para pacientes com doença renal. Seu médico saberá informar a duração do tratamento com FABRAZYME. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você perdeu a infusão de FABRAZYME converse com o seu médico. A próxima dose não será dobrada para compensar a dose perdida ou parcialmente administrada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, FABRAZYME pode causar efeitos colaterais, embora não ocorram em todas as pessoas. Nos estudos clínicos, os eventos adversos mais frequentemente reportáveis ocorreram durante ou no dia da infusão. Se você sentir quaisquer efeitos colaterais graves ou efeitos colaterais não mencionados, informe ao seu médico imediatamente. Em estudos clínicos, os efeitos colaterais mencionados a seguir foram relatados como estando relacionados com a administração de FABRAZYME. A maioria destes eventos adversos relacionados ao medicamento foram considerados como sendo de intensidade leve ou moderada. Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Estômago e intestinos – náuseas, vômitos. – Distúrbios gerais e condições do local de administração – calafrios, febre, sensação de frio. – Sistema nervoso – dor de cabeça, sensação de formigamento. Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Coração – batimento acelerado do coração, batimento irregular do coração. – Olhos – produção aumentada de lágrima. – Estômago e intestinos – dor abdominal, desconforto abdominal, desconforto no estômago, perda da sensibilidade oral. – Distúrbios gerais e condições do local de administração – fadiga, desconforto no peito, sensação de calor, inchaço nas extremidades, dor, fraqueza, dor no peito, inchaço facial, aumento da temperatura corporal e mal-estar. – Exames – aumento da pressão sanguínea, aumento da temperatura corporal, aumento dos batimentos do coração, diminuição da pressão sanguínea. – Músculos, ossos e tecido conjuntivo – dor nas extremidades, dor nos músculos, dor nas costas, contrações musculares, dor nas juntas, tensão muscular, rigidez muscular e nas juntas. – Sistema nervoso – tonturas, sonolência, perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo, ardência, cansaço. – Sistema respiratório – falta de ar, congestão nasal, aperto na garganta, chiado, tosse, dificuldade respiratória aumentada. – Pele e tecido subcutâneo – coceira, doença da pele (urticária), erupção cutânea, vermelhidão da pele, coceira generalizada, inchaço repentino da face e garganta, inchaço facial. – Sistema vascular – sensação de calor, pressão sanguínea alta, palidez, pressão sanguínea baixa e ondas de calor. Desde que FABRAZYME foi lançado no mercado, os efeitos colaterais que foram observados incluem: sensação de calor e frio, mal-estar, dores musculares e nas juntas, inchaço, congestão e corrimento nasal e baixos níveis de oxigênio. Uma vez que FABRAZYME é administrado em uma veia (via intravenosa), alguns pacientes tiveram reações no local onde FABRAZYME foi aplicado. Houve um relato de reação na pele devido à inflamação dos pequenos vasos sanguíneos. Um pequeno número de pacientes apresentou reações alérgicas graves que, em alguns casos foram consideradas potencialmente fatais. Os sinais e sintomas de possíveis reações alérgicas graves incluem inchaço localizado na face ou pescoço, urticária generalizada estreitamento das vias aéreas e pressão sanguínea baixa. Informe ao seu médico, cirurgião – dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de superdose com FABRAZYME. Doses de até 3, 0 mg / kg de peso corporal foram testadas em estudos clínicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS 1.2543.0016.
    Farm. Resp.: Bruna Belga Cathala – CRF – SP nº: 42.670, Fabricado
    para: Genzyme Corporation-Cambridge, MA, EUA
    Por: Hospira Inc.- McPherson, KS, EUA
    Embalado por: Genzyme Corporation – Northborough, MA, EUA
    Importado por: Genzyme do Brasil Ltda.
    Rua Padre Chico, 224
    São Paulo-SP – CEP – 05008-010
    CNPJ: 68.132.950/0001-03
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800 77 123 73
    www.genzyme.com.br
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    FABRAZYME é marca registrada da Genzyme Corporation

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  • micotiazol-indicado-como-antimicotico-para-uso-topico-em-infecções-dermatologicas-menoresMicotiazol

    Identificação do Medicamento:

    Micotiazol
    ácido benzóico
    ácido salicílico
    iodo metálico

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Solução Tópica – Frascos com 30 ml e 50 ml.
    Uso Tópico
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ml contém:
    Ácido benzóico……………………. 20 mg
    Ácido salicílico …………………… 20 mg
    Iodo metálico ……………………. 2,5 mg
    Licor de Hoffman q.s.p. ……….. 1,0 mL
    (éter etílico, álcool etílico 96º)

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Micotiazol é indicado como antimicótico para uso tópico em infecções dermatológicas menores.

    Como este medicamento funciona?

    Micotiazol reúne em sua fórmula substâncias que se associam e tornam o mesmo eficaz no tratamento das infecções micóticas da pele.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contra-indicação:

    Micotiazol não deve ser usado por pacientes com história de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. O medicamento não deve ser usado durante ou após a gravidez e lactação, devido ao risco de hipotireoidismo no feto e no lactente. Não usar sobre grandes áreas por tempo prolongado, em curativos oclusivos. Não usar o produto em ferimentos, queimaduras, porque podem ocorrer absorção e irritação. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez durante ou após o tratamento, ou se estiver amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções:

    Micotiazol não deve ser usado em feridas ou queimaduras graves porque causa absorção e irritação. Recomenda-se precauções se forem utilizados fármacos que contenham ácido acetilsalicílico ou salicílicos. Evitar o contato com os olhos e demais mucosas, caso ocorra contato, lavar com água corrente por 15 minutos. Nos casos de insuficiência renal ou hepática, deverá haver monitoramento médico.

    Interações medicamentosas:

    Recomenda-se precauções se forem utilizados fármacos que contenham ácido acetilsalicílico ou salicílicos. Deve-se evitar o uso simultâneo de outros medicamentos tópicos que contenham esfoliantes, álcool, sabões abrasivos, produtos que ressequem a pele, a não ser com indicação do médico. Recomenda-se precauções ao serem utilizados o
    ácido acetilsalicílico e outros salicílicos. Substâncias tais como amônia, sais de ferro, bismuto, cobre, chumbo, mercúrio, clorato de potássio, ácidos minerais, sulfato de quinino e outros sais de alcaloides não devem ser usa dos durante o tratamento por serem físico-quimicamente incompatíveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Informar seu médico a ocorrência de gravidez durante ou após o tratamento. Informe ao médico se estiver amamentando.

    Pacientes idosos:

    Não existem relatos dos efeitos do produto em pacientes idosos. Pacientes que apresentam doenças vasculares são mais susceptíveis a desenvolver inflamações ou ulcerações das extremidades.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser conservado em sua embalagem original em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Armazenado nestas condições o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade de 36 meses a partir da data de fabricação indicada na embalagem. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

    Características físicas e organolépticas do produto:

    Solução límpida de coloração castanha escura, odor característico de iodo e éter, isento de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia e Modo de usar:

    Seu uso é somente externo. Embeber um algodão com a solução de Micotiazol e passar três vezes ao dia sobre as partes afetadas. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações adversas:

    As reações adversas mais frequentes incluem em irritação cutânea, sinais de salicismo (tontura, dor de cabeça contínua, confusão, respiração rápida), coceira e vermelhidão da pele.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Superdosagem:

    Se houver ingestão acidental, pode ocorrer dor abdominal, anúria, diarreia, sede intensa, náuseas, vômitos, dor de cabeça contínua, confusão, tontura. No caso de aplicação tópica excessiva, deve-se remover o produto da pele com solução de álcool a 70% ou lavar as áreas com água em abundância por 15 minutos. Na ingestão do produto recomenda-se administrar solução de água com amido (15mg de amido para 500 ml de água) para promover a absorção do iodo. Medidas de suporte devem ser usadas para manter as funções vitais do paciente, manter a oxigenação, administrar anti-histamínicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais:

    Registro MS 1.0715.0014.003-0
    Farm. Resp.: Wilson Colombo – CRF – SP nº 7.878
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Cazi Química Farmacêutica Indústria e Comércio Ltda.
    Rua Antônio Lopes, 17 – Jandira – SP
    CEP 06612-090 – Tel. (11) 4707-5155
    CNPJ nº 44.010.437/0001-81
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800-7706632
    Esta bula foi aprovada em 23/05/2013

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  • stablon-utilizado-para-o-tratamento-dos-diferentes-tipos-de-depressãoStablon

    tianeptina sódica

    Apresentações:

    Embalagem contendo 30 ou 60 drágeas de 12,5mg.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada drágea de STABLON (tianeptina sódica) contém: tianeptina sódica ……………………………………………………………12,5 mg
    excipientes q.s.p. ……………………………………………………………………………….1 drágea
    Excipientes: manitol, amido, talco, estearato de magnésio, etilcelulose, oleato de glicerol, povidona,carmelose,dióxido de silício, sacarose, polisorbato 80, dióxido de titânio, bicarbonato de sódio, cera branca de abelha.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    STABLON ( tianeptina sódica) é um medicamento utilizado para o tratamento dos diferentes tipos de depressão. A depressão é uma doença que pode afetar qualquer pessoa. Trata-se de um distúrbio crônico do humor que interfere com a vida diária. Os sintomas da depressão variam de uma pessoa a outra, mas frequentemente incluem tristeza, sentimento de inutilidade, perda de interesse nas atividades preferidas, distúrbios do sono, sentimento de lentidão, ansiedade e alterações no peso.

    Como este medicamento funciona?

    STABLON (tianeptina sódica) age nas células do cérebro, aumentando a velocidade de recaptação de serotonina. A serotonina é uma molécula envolvida na comunicação das células do cérebro (os neurônios). Esta comunicação é fundamental para a percepção e avaliação do meio que rodeia o ser humano, e para a capacidade de resposta aos estímulos ambientais. Normalmente a serotonina está em níveis abaixo do normal nos indivíduos deprimidos. Com o aumento da recaptação de serotonina, os sintomas da depressão vão desaparecendo gradativamente.

    Quando não devo usar este medicamento?

    STABLON (tianeptina sódica) não deve ser utilizado nas seguintes condições: – Em combinação com medicamentos para depressão da classe IMAOs não seletivos (ver item 4). Se você deseja trocar de tratamento de IMAOs para STABLON (tianeptina sódica) deve aguardar 14 dias após
    interrupção do tratamento para iniciar o tratamento com STABLON (tianeptina sódica). Se você for substituir o tratamento com STABLON (tianeptina sódica) por algum IMAO, um intervalo de 24 horas é suficiente. – Se você é alérgico a tianeptina sódica ou qualquer um dos excipientes que fazem parte da composição do produto. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Atenção: Este medicamento contém açúcar (sacarose),portanto deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe ao seu médico ou farmacêutico antes de tomar STABLON (tianeptina sódica).

    Precauções e Advertências:

    Pensamentos suicidas ou agravamento da sua depressão. Se você está deprimido, você pode, por vezes ter pensamentos de autoagressão ou de suicídio. Estes podem aumentar quando iniciado o primeiro tratamento antidepressivo, uma vez que estes medicamentos necessitam de um tempo para ter efeito, normalmente cerca de duas semanas, porém este tempo pode ser maior, Você pode estar mais propenso a pensar desta maneira se: – Se você teve anteriormente pensamentos suicidas ou de auto agressão. – Se você é um jovem adulto, Informações provenientes de estudos clínicos revelaram um maior risco de comportamento suicida em adultos (com idade inferior a 25 anos) com problemas psiquiátricos tratados com antidepressivos. – Se você tiver pensamentos de autoagressão ou suicidas, a qualquer momento, contate seu médico ou vá a um hospital imediatamente, Você pode achar útil contar a um parente ou amigo próximo que está deprimido e pedir para que eles lei am este folheto, Você pode pedir-lhes para lhe dizerem se acham que a sua depressão está piorando ou se estão preocupados com mudanças no seu comportamento. Se você precisar de anestesia geral, informe ao anestesista que está tomando STABLON (tianeptina sódica). Interrompa o tratamento de 24 a 48h antes da operação. Não interrompa o tratamento de repente, reduza gradualmente a dosagem ao longo de um período de 7 a 14 dias. – Não exceda a dose recomendada. STABLON (tianeptina sódica) contém sacarose, se o seu médico lhe informou que você possui intolerância a alguns açúcares, contate seu médico antes de tomar este medicamento, Atenção: Este medicamento contém açúcar (sacarose), portanto deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

    Uso em Crianças e Adolescentes:

    STABLON (tianeptina sódica) não é indicado para o uso em crianças e adolescentes (menores de 18 anos). Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Alguns pacientes podem apresentar redução do estado de alerta. A atenção dos motoristas e operadores de máquinas está relacionada à possibilidade da ocorrência de sonolência durante o uso de STABLON (tianeptina sódica).

    Gravidez, lactação e fertilidade:

    Se você está grávida ou amamentando, se você acha que pode estar grávida ou planejando engravidar, pergunte ao seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento. STABLON (tianeptina sódica) deve ser evitado durante gravidez e lactação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações Medicamentosas:

    Outros medicamentos e STABLON (tianeptina sódica): Informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando, tiver tomado recentemente ou pode ter tomado qualquer outro medicamento. A tomada deste medicamento em combinação com certos medicamentos da classe dos IMAOs (indicados em casos de depressão) pode ter consequências muito sérias, tais como: pressão alta, temperatura corporal extremamente elevada, convulsões, morte. Você não deve tomar STABLON (tianeptina sódica) em combinação com mianserina ( indicados em casos de depressão). STABLON (tianeptina sódica) com alimentos, bebidas e álcool. Não é aconselhável tomas bebidas alcóolicas enquanto estiver se tratando com STABLON (tianeptina sódica). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    STABLON (tianeptina sódica) deve ser guardado na sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Nestas condições, este medicamento possui prazo de validade de 36 (trinta e seis) meses, a partir da data de fabricação. Número do lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

    Características Físicas e Organolépticas:

    STABLON (tianeptina sódica) é apresentado sob a forma de drágeas de cor branca e forma oval. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    As drágeas de STABLON (tianeptina sódica) devem ser ingeridas com um copo de água, três vezes ao dia, no início das principais refeições (1 drágea de manhã,1 drágea ao meio dia e 1 drágea à noite). Em pacientes idosos e pacientes com insuficiência renal, as drágeas devem ser ingeridas, no máximo, duas vezes ao dia (1 drágea de manhã e 1 drágea à noite). Não ultrapassar a dose máxima prevista de 3 drágeas por dia. Os pacientes com depressão devem ser tratados por um período mínimo de seis meses para assegurar que fiquem assintomáticos. Não interrompa o uso deste medicamento sem o conhecimento do seu médico mesmo que você esteja se sentindo melhor. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar STABLON (tianeptina sódica) no horário receitado pelo seu médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar a dose esquecida. O esquecimento da dose pode, entretanto, comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, STABLON (tianeptina sódica) pode causar efeitos colaterais, entretanto nem todas as pessoas apresentam esses efeitos. Os efeitos colaterais reportados com STABLON (tianeptina sódica) foram de intensidade leve. Eles consistiram predominantemente em náusea, constipação, dor abdominal, sonolência, dores de cabeça, boca seca e vertigens. As seguintes reações adversas foram reportadas com uso de STABLON (tianeptina sódica) e estão listadas abaixo com as respectivas frequências: Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Perda de apetite,– Pesadelo, dificuldade em dormir, sonolência, tonturas, dor de cabeça, mal-estar, tremores; – Palpitações, percepção anormal dos batimentos cardíacos, dores na região em frente ao coração, ondas de calor, dificuldade de respirar; – Dor de estômago, dor abdominal, boca seca, enjoos, vômitos, constipação, flatulência; – Dor muscular, dor lombar; – Sensação de fraqueza, sensação de “bolo na garganta”. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Erupção cutânea, coceira, urticária. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Dependência Reações de frequência desconhecidas: – Pensamentos ou comportamento suicidas – Sensação de confusão, ver,sentir coisas que não estão lá (alucinações) – Acne, bolhas e inflamação da pele (dermatite bolhosa) em casos excepcionais – Aumento das enzimas do fígado, inflamação do fígado (hepatite), que pode, em casos excepcionais, ser grave. – Movimentos incontroláveis, espasmos incontroláveis, movimentos se contorcendo. – Baixa nos níveis de sódio no sangue. Se você apresentar qualquer efeito colateral, fale com seu médico ou farmacêutico. Isto inclui os eventuais efeitos colaterais que não estão mencionados nesta bula. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você uma quantidade de STABLON (tianeptina sódica) maior do que deveria: Sinais e sintomas, incluindo sensação de confusão, convulsões, sonolência, boca seca, dificuldade em respirar foram relatados após a tomada de muitos comprimidos de STABLON (tianeptina sódica), principalmente quando associados ao álcool. Se você tomou uma dose maior do que deveria, consulte o seu médico ou farmacêutico imediatamente. Neste caso, o tratamento com o produto deve ser imediatamente descontinuado, Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS:

    MS N° 1.1278.0052
    Farm. Responsável: Patrícia Kasesky de Avellar – CR F-RJ n.º 6350
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

    Fabricado por: Les Laboratoires Servier Industrie – 45520 Gidy – França.
    Importado por: Laboratórios Servier do Brasil Ltda
    Estrada dos Bandeirantes, n.º 4211 – Jacarepaguá – 22775-113
    Rio de Janeiro – RJ – Indústria Brasileira
    C.N.P.J. 42.374.207 / 0001 – 76
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 – 703343

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  • ursacol-é-indicado-para-doenças-hepato-biliares-doenças-do-figado-e-vias-biliaresUrsacol®

    ácido ursodesoxicólico

    Apresentações:

    Comprimidos 50 mg: Embalagem com 20 unidades.
    Comprimidos 150 mg: Embalagem com 20 unidades.
    Comprimidos 300 mg: Embalagem com 20 unidades.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém:
    ácido ursodesoxicólico………………………………………………………………………………………………………………………50 mg
    Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio…………………………………..q.s.p.1 comprimido
    ácido ursodesoxicólico…………………………………………………………………………………………………………………….150 mg
    Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio…………………………………..q.s.p.1 comprimido
    ácido ursodesoxicólico…………………………………………………………………………………………………………………….300mg
    Excipientes: lactose, povidona, crospovidona, estearato de magnésio…………………………………..q.s.p.1 comprimido

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é indicado para doenças hepato-biliares (doenças do fígado e vias biliares) e colestáticas crônicas nas seguintes situações:
    – Dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase ou coledocolitíase sem colangite ou colecistite por cálculos não radiopacos com diâmetro inferior a 1,5 cm, que recusaram a intervenção cirúrgica ou apresentam contraindicações para a mesma, ou que apresentam supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal;
    – Tratamento da forma sintomática da cirrose biliar primária;
    – Litíase residual do colédoco (pedra residual no canal da vesícula biliar) ou síndrome pós-colecistectomia (formação de novas pedras após cirurgia das vias biliares);
    – Dispepsia (sintomas como dor abdominal, azia e sensação de estômago cheio) na vigência de colelitíase ou pós-colecistectomia (doenças da vesícula biliar, com ou sem cálculos e, pós-operatório de cirurgia da vesícula biliar);
    – Discinesias (alterações do funcionamento) de conduto cístico ou da vesícula biliar e síndromes associadas;
    – Hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia (alterações lipêmicas por aumento do colesterol e/ou triglicérides);
    – Terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea (dissolução de cálculos biliares por ondas de choque) para a dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase;
    – Alterações qualitativas e, quantitativas da bile (colestases).

    Como este medicamento funciona?

    Ursacol contém como princípio ativo o ácido ursodesoxicólico, que é um ácido biliar fisiologicamente presente na bile humana, embora em quantidade limitada. O ácido ursodesoxicólico inibe a síntese hepática do colesterol e estimula a síntese de ácidos biliares, restabelecendo desta forma o equilíbrio entre eles. O ácido ursodesoxicólico aumenta a capacidade da bile em solubilizar o colesterol, transformando a bile litogênica em uma bile não litogênica (que solubiliza o colesterol), prevenindo a formação e favorecendo a dissolução gradativa dos cálculos. A dissolução dos cálculos já formados processa-se através da passagem do colesterol do estado cristalino sólido ao de cristais líquidos. Além disso, o ácido ursodesoxicólico substitui os ácidos biliares hidrofóbicos (tóxicos) por ácidos biliares hidrofílicos (menos tóxicos) nos processos colestáticos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Ursacol não deve ser utilizado em casos de: – Alergia a ácido ursodesoxicólico e/ou a qualquer um dos componentes da formulação; – Úlcera péptica (gástrica ou duodenal) em fase ativa; – Doença intestinal inflamatória e outras condições do intestino delgado, cólon e fígado, que possam interferir com a circulação entero-hepática dos sais biliares (ressecção ileal eestoma, colestase intra e extra hepática, doença hepática severa); – Cólicas biliares frequentes; – Inflamação aguda da vesícula biliar ou trato biliar; – Oclusão do trato biliar (oclusão do ducto biliar comum ou um ducto cístico); – Contratilidade  comprometida da vesícula biliar; – Cálculos biliares calcificados radiopacos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Durante os primeiros 3 meses de tratamento, os parâmetros de função hepática AST (TGO), ALT (TGP) e gama GT devem ser monitorados pelo médico a cada 4 semanas e depois a cada 3 meses. Este monitoramento, além de identificar os pacientes respondedores e não respondedores que estão em tratamento, também permitirá a detecção precoce de uma potencial deterioração hepática, particularmente em pacientes com estágio avançado de cirrose biliar primária. Quando usado na dissolução de cálculos biliares de colesterol: Um pré-requisito para iniciar o tratamento que visa dissolver cálculos vesiculares com o ácido ursodesoxicólico é a sua origem no colesterol. Um indicador confiável é a sua radiotransparência (transparência aos raios-X). Os cálculos biliares com grande probabilidade de dissolução são os de pequenas dimensões, presentes numa vesícula biliar funcionante. Em pacientes sob tratamento de dissolução de cálculos biliares, é adequado verificar a eficácia da droga por meio de colecistografia ou exames ecográficos a cada 6 meses. Se não for possível visualizar a vesícula biliar em exames de raio -X, em casos de cálculos biliares calcificados, comprometimento da contratibilidade da vesícula biliar, ou episódios freqüentes de cólica biliar, Ursacol® não deve ser utilizado. Pacientes femininas fazendo uso de Ursacol® para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais podem aumentar a litíase biliar. No tratamento de cirrose biliar primária em estágio avançado casos muito raros de descompensação de cirrose hepática regrediram parcialmente após a descontinuidade do tratamento. Em pacientes com cirrose biliar primária, em raros casos os sintomas clínico s podem piorar no início do tratamento, por exemplo, a coceira pode aumentar. Neste caso a dose de Ursacol® deve ser reduzida e gradualmente elevada novamente. A dose deve ser reduzida em caso de diarréia e se persistir a terapia deve ser descontinuada. Pacientes com raros problemas hereditários de intolerância a galactose, deficiência de Lapp lactase, ou má absorção de glicose galactose, não devem tomar este medicamento. Ácido ursodesoxicólico não tem influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

    Uso em idosos:

    Devem-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento, salvo em situações especiais.

    Gravidez e lactação:

    Estudos em animais não demonstraram influências no uso de ácido ursodesoxicólico na fertilidade. Dados humanos quanto aos efeitos na fertilidade durante o tratamento com ácido ursodesoxicólico não estão disponíveis. Não há dados quanto ao uso de ácido ursodesoxicólico, particularmente em mulheres grávidas. Experimentos com animais demonstraram toxicidade reprodutiva durante os estágios iniciais da gravidez. Por motivos de segurança, não devem ser tratadas mulheres grávidas a não ser que seja claramente necessário com Ursacol®. Mulheres em idade fértil só devem ser tratadas se estiverem usando métodos contraceptivos não hormonais ou anticoncepcionais orais com baixo teor de estrógenos. Contudo pacientes fazendo uso de Ursacol® para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-
    hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais orais podem aumentar a litíase biliar. Uma gravidez em curso deve ser descartada, antes de iniciar o tratamento. De acordo com os poucos casos documentados de mulheres que estejam amamentando, os níveis de ácidoursodesoxicólico no leite são muito baixos e provavelmente não haverá reações adversas nas crianças que estão recebendo leite materno. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Este medicamento contém LACTOSE.

    Interações medicamentosas:

    Ursacol não deve ser usado com drogas que inibem a absorção intestinal de ácidos biliares, como a colestiramina, colestipol ou antiácidos à base de alumínio. Se o uso destas substâncias for necessário devem ser tomadas ao menos 2 horas antes ou após Ursacol® Estrogênios, contraceptivos orais e agentes redutores de lipídios (como o clofibrato) aumentam a secreção hepática de colesterol, o que pode causar a formação de cálculos de colesterol e, portanto, podem ser prejudiciais no que se refere à ação do ácido ursodesoxicólico no tratamento de cálculos biliares. O ácido ursodesoxicólico pode afetar a absorção da ciclosporina pelos intestinos, podendo desta forma ser necessário ajustar a dose com base nos níveis de ciclosporina. Em casos isolados Ursacol® pode reduzir a absorção de ciprofloxacino. Em um estudo clínico realizado em voluntários saudáveis utilizando ácido ursodesoxicólico (500 mg/dia) erosuvastatina (20 mg/dia) concomitantemente, resultou em uma leve elevação nos níveis de plasma da rosuvastatina. A relevância clínica desta interação também no que diz respeito a outras estatinas é desconhecida. O ácido ursodesoxicólico tem demonstrado redução nos picos de concentração plasmática (Cmáx) e na área sob a curva (AUC) de um antagonista de cálcio nitredipina, em voluntários sadios. O monitoramento do resultado do uso simultâneo de nitredipina e ácido ursodesoxicólico é recomendado. Um aumento na dose de nitredipina pode ser necessário. Uma interação com a redução do efeito terapêutico de dapsona foi reportado. Estas observações em conjunto com achados de estudos in vitro podem indicar um potencial de ácido ursodesoxicólico induzir enzimas do citocrormo p4503A. Esta indução, contudo, não tem sido observada em um estudo bem desenhado de interações com budesonida que é um conhecido substrato de citocromo p450 3A. Alterações de exames laboratoriais Ursacol altera alguns exames laboratoriais, por isso, caso precise realizar exames, informe ao seu médico que está fazendo uso de Ursacol. Recomenda-se que ao iniciar tratamentos a longo prazo, seja feito um controle das transaminases, da fosfatase alcalina e da gama-glutamil transferase (GAMA-GT). Interações com alimentos Até o momento não foi relatada interação entre Ursacol e alimentos. Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15º C e 30º C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Ursacol® apresenta-se sob a forma de comprimidos brancos, circulares e planos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso esteja no prazo de validade e você observe alguma
    mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Tome Ursacol® exatamente conforme a orientação de seu médico. A disponibilidade de apresentações de 50, 150 e 300mg permite que se adote diferentes esquemas posológicos de acordo com cada indicação clínica específica. Todos estes esquemas posológicos ficam facilitados ajustando as administrações de comprimidos de 50, 150 e 300 mg de acordo com a dose diária total. Para uso prolongado, com o intuito de se reduzir as características litogênicas da bile, a posologia média é de 5 a 10mg/kg/dia. Na maior parte desses casos, a posologia média fica entre 300 e 600 mg (após e durante as refeições e à noite). Para se manter as condições ideais para dissolução de cálculos já existentes, a duração do tratamento deve ser de pelo menos 4 a 6 meses, podendo chegar a 12 meses ou mais, ininterruptamente e deve ser prosseguido por 3 a 4 meses
    após o desaparecimento comprovado radiologicamente ou ecograficamente dos mesmos cálculos. O tratamento não deve, entretanto, superar dois anos. Nas síndromes dispépticas e na terapia de manutenção, geralmente são suficientes doses de 300 mg por dia, divididas em 2 a 3 administrações. Estas doses podem ser modificadas a critério médico, particularmente considerando-se a ótima tolerabilidade do produto, que permite de acordo com cada caso adotar doses sensivelmente maiores. Em pacientes em tratamento para dissolução de cálculos biliares é importante verificar a eficácia do medicamento mediante exames colecistográficos a cada 6 meses. Na terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea, o tratamento prévio com ácido ursodesoxicólico aumenta os resultados da terapêutica litolítica. As doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico, sendo em média de 600 mg ao dia. Na cirrose biliar primária as doses podem variar de 10 a 16 mg/kg/dia, de acordo com os estágios da doença (I, II, III e IV) ou a critério médico. É recomendado realizar acompanhamento dos pacientes através de testes de função hepática e dosagem de bilirrubinas. A dose diária deve ser administrada em 2 ou 3 vezes, dependendo da apresentação utilizada, após as refeições. Poderá ser administrada a metade da dose diária após o jantar. Ingerir os comprimidos com um copo de água ou leite. Quando o paciente esquecer-se de tomar o medicamento no horário de costume, deverá administrá-lo imediatamente caso não esteja muito próximo da dose subsequente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la o quanto antes, e tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A avaliação dos efeitos indesejáveis são baseados em dados de frequência. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): relatos de fezes pastosas e diarreia. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): severa dor abdominal superior direita durante tratamento de cirrose biliar primária; descompensação hepática foi observada em terapia de estágios avançados de cirrose biliar primária que regrediu parcialmente após a descontinuidade do tratamento; urticária; calcificação de cálculos. Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Diarreia pode ocorrer em casos de superdosagem. Em geral outros sintomas de superdosagem são improváveis uma vez que a absorção de ácido ursodesoxicólico diminui com o aumento da dose administrada, portanto mais é excretado com as fezes. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Informe-se também com o SAC Zambon (0800 017 70 11 ou www.zambon.com.br) em casos de dúvidas.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS-1.0084.0067
    Farmacêutico Responsável: Erica Maluf – CRF – SP 19.664
    Registrado por: ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA.
    Av. Ibirapuera, 2332 – Torre I 12º Andar – Indianápolis
    CEP: 04028-002-São Paulo/SP
    CNPJ nº. 61.100.004/0001-36
    Indústria Brasileira
    Fabricado e embalado por: CHIESI FARMACÊUTICA LTDA.
    Rua Dr. Giacomo Chiesi, km 39,2 nº. 151
    CEP 06513-001 – Santana do Parnaíba – SP
    CNPJ nº. 61.363.032/0001- 46
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Zambon LINE
    0800 017 7011
    www.zambon.com.br

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  • uni-hioschin-indicado-para-o-tratamento-dos-sintomas-de-colicas-gastrientinais-estomago-e-intestinoUni Hioscin®

    butilbrometo de escopolamina
    Comprimido revestido

    Identificação do Produto

    Forma Farmacêutica e Apresentação

    Comprimido revestido 10 mg: embalagem contendo 20 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico
    Acima de 6 Anos

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: butilbrometo de escopolamina ………………………………………………………10mg
    Excipientes: lactose, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de silício, silicato de magnésio (talco), macrogol, copolímero de ácido metacrílico, dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Uni Hioscin é indicado para tratamento dos sintomas de cólicas gastrintestinais (estômago e intestinos), cólicas e movimentos involuntários anormais das vias biliares e cólicas dos órgãos sexuais e urinários.

    Como este medicamento funciona?

    Uni Hioscin promove alívio rápido e prolongado de dores, cólicas e desconforto abdominal. O seu início de ação no aparelho digestivo ocorre entre 20 e 80 minutos depois de ingerido.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar UNI HIOSCIN se tiver miastenia gravis (fraqueza muscular grave); megacólon (dilatação do intestino grosso); alergia a qualquer componente da fórmula. Crianças com diarreia aguda ou persistente não devem usar UNI HIOSCIN. Este medicamento é contraindicado para uso por idosos especialmente sensíveis aos efeitos secundários dos antimuscarínicos, como secura da boca e retenção urinária.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se a dor abdominal forte e de causa desconhecida persistir ou piorar, ou se estiver associada a sintomas como febre, náusea, vômito, alteração nos movimentos e ritmo intestinais, aumento da sensibilidade abdominal, queda da pressão arterial, desmaio, ou presença de sangue nas fezes, você deve procurar um médico imediatamente. Se você tiver tendência ao glaucoma (aumento da pressão dentro do olho), obstruções intestinais ou urinárias ou aceleração do ritmo do coração, deverá ter cautela adicional no uso de UNI HIOSCIN. Não há dados disponíveis sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

    Fertilidade, Gravidez e Amamentação:

    Existem poucos dados disponíveis sobre o uso de UNI HIOSCIN em mulheres grávidas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não há informações suficientes sobre a presença de UNI HIOSCIN no leite materno. Como medida de precaução, você deve evitar o uso de UNI HIOSCIN durante a gravidez e a amamentação. Ainda não foi estabelecido o efeito na fertilidade humana.

    Interações Medicamentosas:

    UNI HIOSCIN pode aumentar a ação anticolinérgica (como boca seca, prisão de ventre) de medicamentos antidepressivos (amitriptilina, imipramina, nortriptilina, mirtazapina, mianserina), antialérgicos (prometazina, dexclorfeniramina, hidroxizina), antipsicóticos (clorpromazina, flufenazina, haloperidol),quinidina, amantadina, disopiramida e outros anticolinérgicos (como tiotrópio e ipratrópio, compostos similares à atropina). O uso ao mesmo tempo de medicamentos que agem de forma contrária a dopamina, como a metoclopramida, pode reduzir a atividade de ambos no aparelho digestivo. UNI HIOSCIN pode aumentar a ação sobre os batimentos do coração das substâncias beta-adrenérgicas (como salbutamol, fenoterol, salmeterol). Informe ao seu médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, Como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Evitar calor excessivo (temperatura superior a 40°C); proteger da luz e umidade. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Aspecto físico:

    Comprimido revestido branco, circular, biconvexo, liso, contendo núcleo branco. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar por via oral os comprimidos revestidos inteiros, com um pouco de líquido. A não ser que o médico prescreva de maneira diferente, a dose recomendada para adultos e crianças acima de 6 anos é de 1 a 2 comprimidos revestidos (10 – 20 mg), 3 a 5 vezes ao dia. Você não deve administrar UNI HIOSCIN de forma contínua ou por períodos prolongados sem que a causa da dor abdominal seja investigada. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação do seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos, em geral, são leves e desaparecem espontaneamente.
    – Reações incomuns: reações na pele, urticária
    – (placas elevadas na pele, geralmente com coceira), prurido (coceiras); taquicardia; boca seca; disidrose (alteração na produção de suor).
    – Reações raras: retenção urinária (dificuldade para urinar).
    – Reações com frequência desconhecida: hipersensibilidade (alergia), rash (vermelhidão na pele), eritema (manchas vermelhas com elevação da pele), reações anafiláticas (reação alérgica grave), dispnei a (falta de ar); choque anafilático (choque alérgico). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior que a indicada deste medicamento?

    Você deve procurar auxílio médico imediatamente. Os sintomas de uma dose excessiva com UNI HIOSCIN podem incluir boca seca, problemas de visão, taquicardia e dificuldade para urinar. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS
    PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.
    Registro MS–1.0497.1231
    UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
    Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 – Embu – Guaçu – SP
    CEP 06900-000 – CNPJ 60.665.981/0001-18 – Indústria Brasileira
    Farm. Resp.: Florentino de Jesus Krencas – CRF – SP n° 49136
    Fabricado na Unidade Fabril: Trecho 1 Conjunto 11 Lote 6/12 Polo de Desenvolvimento JK Brasília – DF CEP: 72549 – 555
    – CNPJ: 60.665.981/0007 – 03
    Indústria Brasileira
    SAC 0800 11 1559

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  • Ponstan-e-indicado-para-o-alivio-dos-sintomas-de-artrite-reumatoidePonstan®

    ácido mefenâmico

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Ponstan®
    Nome genérico: ácido mefenâmico

    Apresentações:

    Ponstan® comprimidos de 500 mg em embalagens contendo 24 comprimidos.
    Uso Adulto e Pediátrico acima  de 14 anos de idade.
    Via de Administração: Oral

    Composição:

    Cada comprimido contém o equivalente a 500 mg de ácido mefenâmico. Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, povidona, vanilina, corante amarelo FDC nº 5 de alumínio laca, dióxido de silício coloidal.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ponstan® (ácido mefenâmico) é indicado para o alívio dos sintomas de artrite reumatóide (inflamação crônica das “juntas” causada por reações auto-imunes,quando o sistema de defesa do corpo agride por engano ele próprio), osteoartrite (lesão crônica das articulações ou “juntas”), dor (muscular, traumática, dentária, dor de cabeça de várias origens, pós-operatória e pós-parto), dismenorréia primária (cólica menstrual), menorragia (fluxo menstrual muito abundante) por causas disfuncionais (não há lesão dos órgãos sistema reprodutor , como
    útero, ovários) ou por uso de DIU (dispositivo intrauterino) e síndrome pré-menstrual.

    Como este medicamento funciona?

    O ácido mefenâmico é um agente antiinflamatório não-esteróide (não derivados de hormônios), que inibe a produção de prostaglandinas (substâncias que estimulam a inflamação) o que gera atividade antiinflamatória (reduz a inflamação), analgésica (redução, até supressão, da
    dor) e antipirética (redução, até supressão, da febre).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Ponstan® não deve ser usado por pessoas que: (1) já tiveram hipersensibilidade (alergia) ao medicamento ou a qualquer componente da fórmula; (2) tenham alergia ao ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs) manifestada pelo aparecimento, após o uso desses medicamentos, de: broncoespasmo (chiado no peito), rinite (inflamação da narina que faz o “nariz escorrer”abundantemente) alérgica ou lesões avermelhadas na pele com coceira, (3) tenham úlcera ativa ou inflamação crônica do trato gastrintestinal (no esôfago, estômago e intestinos); (4) .tenham dor devido a cirurgia de revascularização do miocárdio (cirurgia da ponte de veia safena ou de artéria mamária para obstrução da coronária); (5) tenham insuficiência (alteração do funcionamento) dos rins, fígado ou coração. Este medicamento é contraindicado para menores de 14 anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Postan® pode gerar um evento adverso que é tornar a visão turva, por isso você só deve dirigir ou operar máquinas se isso não acontecer. Ponstan® pode levar ao aparecimento de hipertensão (aumento da pressão arterial, conhecida popularmente como “pressão alta”) ou piora da hipertensão já existente. Avise seu médico se você tem hipertensão. Ponstan® contém o corante amarelo de TARTRAZINA (amarelo FD&C nº 5) que pode causar reações de natureza alérgicas, entre as quais asma (doença respiratória, onde a respiração é difícil, curta, ofegante, e com chiado), especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama
    interação medicamentosa. Ponstan® pode interagir com: (1) anticoagulantes aumentando o tempo de protrombina (até o sangue coagular); (2) medicamentos para hipertensão e diuréticos reduzindo o efeito desses medicamentos; no caso dos diuréticos poupadores do potássio pode acontecer o aumento desse elemento no sangue; (3) ginko biloba, inibidores seletivos da recaptação da serotonina (tipo de antidepressivo) podem aumentar o risco de sangramento; (4) antiinflamatórios hormonais e não hormonais podem aumentar o risco de
    lesões, sangramento e úlceras gastrintestinais; (5) ciclosporina e talicromo aumentando o risco de lesão dos rins; (6) antiglicemiantes (redutores da quantidade de glicose – açúcar -no sangue) aumentando o seu efeito ; (7) lítio e metrotrexato pode ter a quantidade desses medicamentos no sangue aumentado; (8) antiácidos podem aumentar os riscos dos eventos adversos do Postan®. Ponstan® é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
    orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Ponstan® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: Comprimidos biconvexos, elípticos, amarelo claro, isentos de lascas ou rachaduras,livres de contaminantes visíveis.

    Como devo usar este medicamento?

    Ponstan® pode ser administrado junto às refeições (o que é recomendado se o medicamento causar desconforto gástrico), e não deve ser ingerido com bebidas alcoólicas. Dor Leve à Moderada/Artrite Reumatóide/Osteoartrite em adultos e pacientes pediátricos acima de 14 anos de idade: 1 comprimido (500 mg), 3 vezes ao dia. Dismenorréia, Menorragia, Síndrome Pré-menstrual: 1 comprimido (500 mg), 3 vezes ao dia, administrado no início da menstruação e dos sintomas e mantido de acordo com orientação médica. O tratamento em pacientes pediátricos (acima de 14 anos de idade) não deve se prolongar por mais de 7 dias. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça-se de tomar Ponstan® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos colaterais mais frequentemente relatados referem-se ao trato gastrintestinal, geralmente diminuem com a redução da dose. Os mais freqüentes são: dor abdominal, diarréia e náuseas com ou sem vômitos. Mais raramente pode acontecer: anorexia (perda do apetite), icterícia (cor amarelada na pele), colite e enterocolite (inflamação dos intestinos), constipação, flatulência, ulceração gástrica com ou sem sangramento, toxicidade hepática leve (destruição de células do fígado), hepatite (inflamação do fígado), síndrome hepatorrenal, pirose (sensação de queimação no esôfago), pancreatite (inflamação do pâncreas) e esteatorréia (eliminação de gordura nas fezes), Também podem ocorrer os seguintes eventos adversos: diminuição do número de granulócitos, eusinófilos e leucócitos (célula do sangue responsáveis pela defesa), anemia (redução do número de células vermelhas do sangue) devido a alteração da produção (aplasia ou hipoplasia) pela medula óssea ou por destruição dessas células pelo sistema de defesa (hemólise auto-imune), diminuição de todas as células sanguíneas (pancitopenia), diminuição dos níveis sanguíneos de sódio, púrpura trombocitopênica (diminuição das células de coagulação do sangue que geram sangramentos em vários órgão, especialmente na pele); inibição da agregação plaquetária, crises de asma (doença respiratória, onde a respiração é difícil, curta, ofegante, e com chiado) e de falta de ar (dispnéia), aumento da quantidade de glicose (açúcar) sanguínea em diabéticos, hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), retenção de líquidos, visão turva, irritação ocular, perda temporária da capacidade de distinguir cores, otalgia (dor de ouvido), tontura, sonolência ou insônia, dor de cabeça, convulsões, nervosismo, meningite asséptica (inflamação da membrana que envolve o cérebro e a medula espinal sem presença de infecção), alteração do ritmo do coração, edema (inchaço) da face e da laringe, angioedema (inchaço alérgico das mucosas e da pele), aumento da quantidade de suor, coceira, lesões na pele (como eritema multiforme – manchas avermelhadas, síndrome de Lyell ou necrólise epidérmica tóxica – grandes extensões ficam vermelhas e morrem, urticária – manchas vermelhas que coçam muito), síndrome de Stevens-Johnson ( manchas vermelhas, bolhas, ulcerações que acometem todo o corpo e as mucosas da boca, faringe, olhos e região anogenital), anafilaxia (reação alérgica grave em todo corpo), dermatite esfoliativa (descamação da pele), erupções cutâneas (rash), disúria (dor ao urinar), hematúria (perda de sangue através da urina), insuficiência renal (falência dos rins) incluindo necrólise papilar, nefrite túbulo-intersticial (tipo de inflamação nos rins), glomerulonefrite, síndrome nefrótica, edema, urobilinogênio na urina (falso-positivo) e teste de função do fígado alteradol. Em crianças pode acontecer hipotermia (diminuição da temperatura do corpo). Relatos de tratamento com Ponstan® por mais de 12 meses e a ocorrência de anemia, demonstraram que a mesma é reversível na descontinuação do tratamento. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Convulsões, alterações da função dos rins aguda e coma foram relatadas com a superdosagem de Ponstan®. A superdosagem resultou em morte em alguns casos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0093
    Farmacêutico Responsável:
    José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Registrado e Fabricado por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 11/jan/2013

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  • Sem categoria 03.06.2014 No Comments

    omegaven-é-destinado-a-suplementação-de-nutrição-parental-com-acidos-graxos-omega-3Omegaven®

    100 mg/ mL
    Emulsão injetável
    Omegaven® óleo de peixe

    Forma farmacêutica e apresentações:

    Emulsão injetável – 100 mg/ mL
    Frasco de vidro com 50 mL ou 100 mL
    Caixa com 10 frascos de vidro com 50 ou 100 mL
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 100 ml contém: óleo de peixe altamente refinado 10,0 g (10%) contendo: ácido eicosapentaenóico (EPA) 1,25 – 2,82 g, ácido docosahexaenóico (DHA) 1,44 – 3,09 g, ácido mirístico 0,1 – 0,6 g, ácido palmítico 0,25 – 1,0 g, ácido palmitoléico 0,3 – 0,9 g, ácido esteárico 0,05 – 0,2 g, ácido oléico 0,6 – 1,3 g, ácido linoléico 0,1 – 0,7 g, ácido linolênico, ? 0,2 g,ácido octadecatetraenóico 0,05 – 0,65 g, ácido eicosaenóico 0,05 – 0,3 g, ácido araquidônico 0,1 – 0,4 g, ácido docosaenóico ? 0,15 g, ácido docosapentaenóico 0,15 – 0,45 g racealfatocoferol 0,015 – 0,0296 g,Excipientes q.s.p 100,0 mL, Excipientes: glicerol, lecitina de ovo, hidróxido de sódio, oleato de sódio e água para injeção. Energia total: 470 kJ/100 mL = 112 kcal/100 mL Valor de pH: 7,5 a 8,7,Acidez de titulação: < 1 mmol HCl/L, Osmolaridade teórica: 273 mOsm/L.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado à suplementação de nutrição parenteral com ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa, especialmente o ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexaenóico, quando a nutrição oral ou enteral é impossível, insuficiente ou contraindicada.

    Como este medicamento funciona?

    Os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa em Omegaven® são parcialmente incorporados no plasma e nos lipídios teciduais. O ácido docosahexaenóico é um importante elemento estrutural nos fosfolipídios da membrana, enquanto o ácido eicosapentaenóico é um precursor na síntese de uma classe especial de eicosanóides (prostaglandinas, tromboxanos, leucotrienos e outros mediadores lipídicos). O aumento da síntese dessas substâncias mediadoras derivadas do ácido eicosapentaenóico pode ajudar a promover efeitos antiagregantes e anti inflamatórios, e está associada com efeitos imunomoduladores. O óleo de peixe utilizado é um triglicéride puro. O racealfatocoferol é adicionado ao óleo de peixe como um antioxidante durante a última etapa de fabricação e a fim de aumentar a estabilidade da matéria-prima. A quantidade eliminada de triglicerídeos oxidados é inferior a 1,5 %, não havendo prejuízo à saúde. A quantidade de lecitina de ovo é limitada a 12g/L de emulsão, visto que quantidades maiores poderiam aumentar o conteúdo de fósforo e colesterol no soro, o que é fisiologicamente indesejável. O glicerol contido em Omegaven® destina-se à produção de energia através da glicólise ou é re-esterificado junto com os ácidos graxos livres no fígado para formar triglicerídeos. O glicerol também é utilizado para isotonizar e estabilizar a emulsão óleo-em-água. Omegaven® contém também fosfolipídios do ovo, que são hidrolisados ou incorporados nas membranas celulares, onde são esse nciais para a manutenção da integridade da membrana.

    Propriedades farmacocinéticas:

    As partículas lipídicas infundidas com Omegaven® são similares aos quilomicrons fisiológicos em tamanho e eliminação. Em voluntários sadios do sexo masculino, foi calculada uma meia-vida de triglicerídios para Omegaven de 54 minutos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado em casos de: – Comprometimento do metabolismo lipídico – Distúrbios hemorrágicos graves – Diabetes mellitusinstável. Certas afecções agudas e fatais à vida, tais como: – Colapso e choque – Infarto do miocárdio recente – Acidente vascular cerebral – Embolia – Estado de coma não definido Contraindicações gerais para nutrição parenteral: – Hipocalemia – Hiperidratação – Desidratação hipotônica – Metabolismo instável – Acidose. Devido à falta de estudos clínicos, Omegaven® não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal ou hepática graves. Omegaven® não deve ser usado em prematuros, recém-nascidos, bebês e crianças, devido à experiência limitada. Omegaven® não deve ser administrado a pacientes alérgicos à peixe ou à proteína do ovo.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O nível de triglicérides séricos deve ser monitorizado diariamente. Devem ser regularmente realizadas avaliações nos perfis de glicose sangüínea, metabolismo ácido-básico, eletrólitos séricos, equilíbrio hídrico, hemograma e tempo de sangramento em pacientes tratados com anticoagulantes. A concentração de triglicérides séricos não deve exceder 3 mmol/L durante a administração de emulsões gordurosas.

    Gravidez e lactação:

    Não há evidência sobre a segurança desta medicação durante a gravidez ou amamentação. Esta medicação não deve ser usada durante a gravidez ou a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiâo-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A infusão de Omegaven® pode causar prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Portanto, Omegaven® deve ser administrado com cautela em pacientes que requerem tratamento com anticoagulantes, mesmo com relação a uma possível redução de anticoagulantes. Quando Omegaven® for administrado com outras soluções de infusão (p.ex., soluções de aminoácido,) através de uma linha comum de infusão (desvio, tubo Y), a compatibilidade das soluções/emulsões deve ser assegurada.

    Incompatibilidades:

    Podem ocorrer incompatibilidades durante a adição de cátions polivalentes, por exemplo, cálcio, especialmente quando combinado com heparina. Omegaven® pode ser assepticamente misturado com emulsões lipídicas, bem com vitaminas lipossolúveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura não superior a 25º C. Não congelar. A estabilidade química e física em uso das misturas contendo Omegaven® foi demonstrada durante 24 horas a 25º C. Do ponto de vista microbiológico, misturas com emulsões lipídicas ou emulsões lipídicas contendo vitaminas lipossolúveis devem ser utilizadas imediatamente. Caso não sejam utilizadas imediatamente, o tempo de armazenamento em uso e as condições antes do uso são de responsabilidade do usuário. Somente se a preparação for realizada em condições assépticas validadas e controladas, as condições de armazenamento podem ser baseadas nos dados de estabilidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. megaven® é uma emulsão branca e homogênea. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia: A medicação deve ser administrada exclusivamente pela via que consta em bula, sob o risco de danos de eficácia terapêutica. Dose diária 1 mL até no máx. 2 mL de Omegaven/kg = 0,1 g até no máx. 0,2 g de óleo de peixe/kg = 70 mL até no máx. 140 mL de Omegaven ® para um paciente 70 kg. Velocidade máxima de infusão: A velocidade de infusão não deve exceder 0,5 mL de Omegaven® /kg/hora, correspondendo a 0,05 g de óleo de peixe/kg /hora. A velocidade de infusão máxima deve ser estritamente seguida, caso contrário pode ser observado um aumento acentuado na concentração de triglicérides séricos. Omegaven® deve ser administrado simultaneamente com outras emulsões lipídicas. Com base na ingestão total diária de lipídios recomendada de 1 – 2 g/kg,, a porção de óleo de peixe de Omegaven® deve constituir 10 – 20% dessa ingestão.

    Método de administração:

    Para infusão por meio da veia central ou periférica. Agitar antes de usar. Duração da administração.A duração da administração não deve exceder 4 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Este medicamento é de uso restrito a hospitais. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): a infusão de Omegaven® pode levar a prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Em casos raros, os pacientes podem apresentar gosto de peixe na boca. Efeitos indesejáveis observados durante a administração de emulsões lipídicas: – Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal, náusea, vômito, elevação na temperatura corporal,tremores, calafrios, cansaço, hipertrigliceridemia e dor de cabeça; – Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia, hemólise, reticulocitose, reações anafiláticas,aumento transitório no teste de função hepática, priapismo, rash, urticária e efeitos circulatórios (p. ex. aumento / redução da pressão arterial). Devem ser observados possíveis sinais de sobrecarga metabólica. A causa pode ser genética (metabolismos individualmente diferentes) e relacionada a diferentes doenças prévias com rapidez variada e após diferentes doses, mas esses sinais têm sido observados principalmente com o uso de emulsões lipídicas de semente de algodão. A sobrecarga metabólica pode causar os seguintes sintomas: – Hepatomegalia com ou sem icterícia; – Uma alteração ou redução de alguns parâmetros de coagulação (p.ex., tempo de sangramento, tempo de coagulação, tempo de protrombina, contagem de plaquetas); – Esplenomegalia; – Anemia, leucopenia, trombocitopenia; – Sangramentos e tendência a sangramento; – Testes de função hepática anormais;
    – Febre ; – Hiperlipidemia; – Cefaléia, dores de estômago, fadiga; – Hiperglicemia. Caso esses efeitos colaterais ocorram ou no caso do nível de triglicérides durante a infusão de lipídios aumentar acima de 3 mmol/L, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida com posologia reduzida. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do qua a indicada deste medicamento?

    Pode ocorrer superdose levando à síndrome de sobrecarga lipídica quando o nível de triglicérides durante a infusão de lipídios eleva-s
    e acima de 3 mmol/L, acentuadamente, como resultado de velocidade muito rápida de infusão, ou cronicamente, nas velocidades de infusão recomendadas em associação com uma alteração na condição clínica do paciente, por exemplo, comprometimento da função renal por infecção. A superdose pode levar a efeitos colaterais. Nesses casos, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida em dose reduzida. A administração de lipídios também deve ser interrompida se ocorrer um aumento acentuado nos níveis de glicose sangüínea durante a infusão de Omegaven®. Uma superdose grave de Omegaven®, sem administração simultânea de uma solução de carboidrato, pode levar à acidose metabólica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S.
    1.0041.9942
    Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia
    CRF-SP 34871
    Fabricado por: Fresenius Kabi Austria GmbH
    Graz – Áustria
    Importado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda
    Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
    CNPJ: 49.324.221/0001-04
    SAC: 0800 704 3855
    Uso restrito a hospitais
    Venda sob prescrição médica
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/01/2013

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    hepsera-reduz-a-multiplicação-do-virus-da-hepatite-b

    Hepsera®

    adefovir dipivoxila

    Apresentação:

    Hepsera® é apresentado na forma de comprimidos para uso oral,que contêm 10mg de adefovir dipivoxila, em embalagens com 30 unidades.
    Uso Oral
    Uso Adulto (a partir de 18 anos)

    Composição:

    Cada comprimido contém: adefovir dipivoxila …………………………. 10,0 mg
    Excipientes* …………………………………… q.s.p. 1 comprimido
    Excipientes: amido pré-gelatinizado, croscarmelose sódica, lactose, talco, estearato de magnésio.
    * Não contém glúten.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Hepsera® é indicado para o tratamento da hepatite B crônica em adultos nos casos em que há evidência de multiplicação do vírus que causa a doença (processo que chamamos de replicação viral)

    Como este medicamento funciona?

    Hepsera® reduz a multiplicação do vírus da hepatite B (HBV), pois tem a capacidade de inibir substâncias fundamentais para esse crescimento,denominadas HBV DNA polimerases. O tempo médio estimado de início da ação de Hepsera® é de 1 a 4 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não use Hepsera® caso você tenha hipersensibilidade (alergia) conhecida ao adefovir,ao adefovir dipivoxila ou a qualquer componente da fórmula (ver os componentes no item Composição). A segurança e a eficácia de Hepsera® em pacientes menores de 18anos e maiores de 65 anos não estão bem estabelecidas. Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Atenção: este medicamento é de uso exclusivamente oral (pela boca). Se você tem ou teve disfunção renal, outra doença dos rins, doença do fígado avançada ou cirrose, informe imediatamente seu médico. Hepsera® não irá curar a sua hepatite B crônica. Este medicamento pode ajudar a diminuir a quantidade de vírus da hepatite B em seu corpo e a capacidade deste vírus de se multiplicar e de infectar novas células hepáticas. Não se sabe se Hepsera® reduzirá suas chances de ter câncer de fígado ou danos neste (cirrose hepática ) decorrentes da hepatite B crônica. Também não se sabe por quanto tempo Hepsera® poderá ajudar no tratamento de sua hepatite. Às vezes os vírus podem sofrer mudanças em seu corpo e os medicamentos não mais funcionarem (perdem a eficácia), o que é chamado de resistência a o fármaco Algumas pessoas que param de tomar Hepsera® apresentam uma hepatite muito grave. Isto acontece geralmente dentro de 12 semanas após a interrupção do tratamento. Neste caso, você terá que fazer exames de sangue regulares para avaliar o funcionamento do seu fígado (função hepática) e os níveis do vírus da hepatite B em seu corpo. Se você é portador do HIV e não está fazendo o tratamento medicamentoso correto, o uso de Hepsera® pode aumentar as chances do tratamento de sua infecção pelo HIV não apresentar sucesso com medicamentos convencionais anti-HIV. Isto pode acontecer se você for portador do vírus e não ter o conhecimento,ou se o HIV não está sendo tratado devidamente enquanto estiver fazendo uso de Hepsera®. Você deve fazer um teste de HIV antes do início do tratamento com Hepsera® e a qualquer momento após a possibilidade de ter sido exposto ao HIV. Algumas pessoas que tomaram medicamentos como Hepsera® (chamados análogos de nucleosídeos ou nucleotídeos) têm desenvolvido uma doença grave chamada acidose lática (acúmulo de ácido láctico no sangue). A acidose láctica é uma emergência médica e deve ser tratada no hospital. Entre em contato com seu médico IMEDIATAMENTE se você apresentar algum dos seguintes sinais de acidose láctica: Você se sente muito fraco (a) ou cansado (a)?, Você tem dores musculares incomuns?, Você tem dificuldade para respirar?, Você tem dores no estômago, com náuseas e vômitos?, Você está sentindo frio, especialmente nos braços e pernas?,Você está sentindo tonturas ou vertigens?, Você apresenta batimentos cardíacos rápidos ou irregulares? Algumas pessoas que tomaram medicamentos como Hepsera® desenvolveram uma grave doença no fígado chamada hepatotoxicidade, com aumento do fígado (hepatomegalia) e acúmulo de gordura neste órgão (esteatose hepática). Entre em contato com seu médico IMEDIATAMENTE se você apresentar algum dos seguintes sinais de problemas hepáticos: A sua pele ou a parte branca dos olhos está amarela (icterícia)?, A sua urina está escura (colúria)?, As suas fezes estão pálidas (acolia)?,Você está sem fome há vários dias (hiporexia)? Você está se sentindo mal do estômago ou com náuseas? Você está sentindo dor na parte inferior do estômago? A probabilidade de você ter acidose láctica ou problemas graves no fígado é maior se você estiver muito acima do peso (obeso) ou estiver tomando , por um longo tempo, medicamentos análogos de nucleosídeos como: associação de efavirenzcom emtricitabina e tenofovir disoproxila fumarato; associação de zidovudina e lamivudina (Biovir®); emtricitabina; lamivudina (Epivir®); associação de abacavir e lamivudina; zalcitabina; zidovudina (Retrovir®); associação de zidovudina, lamivudina e abacavir (Triovir®); associação de emtricitabina e tenofovir disoproxila fumarato; didanosina; tenofovir disoproxila fumarato; estavudina; abacavir (Ziagenavir®). Hepsera® pode causar uma doença grave nos rins chamada
    nefrotoxicidade , que geralmente ocorre em pessoas que já têm alguma doença renal, mas pode ocorrer em qualquer pessoa em uso de Hepsera®. Você terá que fazer exames de sangue regularmente para verificar o funcionamento dos seus rins durante o tratamento com Hepsera®. Avise ao seu médico se você tem ou já teve algum problema da função renal (insuficiência renal). Pode ser que ele recomende a redução da dose e reavalie o esquema de Hepsera®. Exames de sangue deverão ser feitos regularmente para avaliar o funcionamento de seus rins. Alguns medicamentos podem afetar a ação de Hepsera®, em especial os medicamentos que afetam o funcionamento dos rins. Hepsera® pode alterar o funcionamento de outros medicamentos. A dose Hepsera® e de outros medicamentos podem ser alteradas, a critério de seu médico. Não tome outros medicamentos enquanto estiver fazendo uso de Hepsera®, a menos que seu médico recomende. O tratamento com Hepsera® não reduz o risco de transmissão da hepatite B para outras pessoas através do sexo e pelo sangue , portanto não tenha qualquer tipo de sexo sem proteção. Pratique sexo seguro, usando camisinha. Não compartilhe agulhas e outros materiais de injeção, nem objetos pessoais que possam ter sangue ou fluidos corporais como escovas de dente e lâminas de barbear. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Não houve estudos para investigar o efeito de Hepsera® sobre a capacidade de dirigir ou de operar máquinas. Caso você observe alguma alteração dessa capacidade, avise seu médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A administração de Hepsera® com outros medicamentos eliminados por secreção tubular ou que alteram a secreção tubular pode aumentar a concentração tanto de Hepsera® quanto desses outros medicamentos no sangue. Portanto: Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de conservação: Os comprimidos de Hepsera® devem ser armazenados na embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Aspecto físico/características organolépticas:

    Os comprimidos de Hepsera® são redondos, de cor branca a amarelada, com as faces planas e a borda chanfrada. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve ingerir 1 comprimido de Hepsera® 10 mg,1 vez ao dia (a cada 24 horas), com um copo de água. O medicamento pode ser ingerido com ou sem alimentos. A duração ideal do tratamento ainda é desconhecida. Não altere a dosagem de Hepsera® ou pare de tomar este medicamento sem falar com o seu médico, pois sua hepatite pode piorar. Após o término do tratamento com Hepsera®, seu médico irá verificar suas condições de saúde e recomendar, por alguns meses, a realização de exames de sangue para avaliar o funcionamento do seu fígado. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de tomar Hepsera®, tome-o assim que se lembrar. Não tome mais de uma dose de Hepsera® por dia. Não tome duas doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    O uso de Hepsera® pode provocar reações adversas, entretanto nem todas as pessoas apresentam esses efeitos. De acordo com a frequência, apresentada em estudos clínicos, essas reações são definidas como muito comuns (>10%), comuns (>1% e < 10% ) ou incomu ns ( >0,1% e < 1%). Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ausência ou perda de força muscular Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal, náusea, flatulência (desconforto intestinal/gases), diarreia, má digestão, dor de cabeça. As seguintes reações adversas foram observadas durante a comercialização de Hepsera®: – fraqueza muscular e dores nos ossos, devido a um tipo de enfraquecimento que pode ocorrer no osso chamado de osteomalácia (com pouca frequência, pode contribuir para fraturas). Ambas estão associadas à tubulopatia renal proximal-tubulopatia renal proximal, síndrome de Fanconi. O uso de Hepsera® também pode provocar: Hepatite muito grave se você parar de tomá-lo; Uma doença grave nos rins chamada nefrotoxicidade. Aumento do risco de desenvolver uma forma de HIV que não pode ser tratada com os medicamentos habituais para tratar esta doença. Acidose láctica e problemas no fígado ( hepáticos). Inflamação no pâncreas (pancreatite). Efeitos colaterais adicionais foram observados em pacientes com hepatite B crônica que fizeram transplante de fígado, como vômitos, erupções cutâneas e prurido. Alguns pacientes transplantados também apresentaram mal funcionamento dos rins (insuficiência renal). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) pelo telefone 0800 701 22 33.

    O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Se você ingerir uma quantidade excessiva de Hepsera® de uma só vez, procure socorro médico. Doses diárias 25 à 50 vezes maiores do que as doses recomendadas de Hepsera® foram associadas à sintomas gastrointestinais leves a moderados, em pacientes HIV positivos, quando administradas por 14 dias, Hepsera® pode ser removido por hemodiálise. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS: 1.0107.0207
    Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira
    CRF – RJ Nº 18875
    Fabricado e embalado por: GlaxoSmithKline (Tianjin) Co., Ltd.
    65 Fifth Avenue, TEDA Tianjin 300457 – República Popular da China.
    Registrado e Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
    Estrada dos Bandeirantes, 8464, Rio de Janeiro, RJ
    CNPJ: 33.247.743/0001- 10
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    Hepsera_com_101070207_ GCCDS2. IPI08. P06_VP 0

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    Facyl 500®

    tinidazol

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos de 500 mg: embalagens com 4 ou 8 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: tinidazol ……………………………………………………………………………….500 mg excipientes q.s.p. …………………………………………………………………..1 comprimido (amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol,polissorbato 80, povidona).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    FACYL 500 é um medicamento indicado para a prevenção de infecções após cirurgias causadas por bactérias anaeróbias (que não precisam de oxigênio para sobreviver) e para o tratamento de diversas infecções causadas por bactérias sensíveis ao tinidazol, tais como:•vaginite inespecífica (infecção da vagina causada por micro-organismos, principalmente a Gardnerella vaginallis e micoplasmas); • tricomoníase urogenital masculina e feminina (doença sexualmente transmissível, causada pelo Trichomonas vaginalis que pode causar corrimento de cor verde-amarelada e odor desagradável); • giardíase (infecção intestinal causada pela Giardia lamblia, que pode levar a diarreia, dor abdominal, náuseas – enjoos e vômitos); • amebíase intestinal (infecção intestinal causada pela Entamoeba histolytica que pode levar a diarreia) e amebíase extra intestinal (infecção causada pela Entamoeba histolytica em órgãos que não são o intestino), especialmente abscesso hepático (cavidade com pus em seu interior no fígado) amebiano; • infecções intraperitoneais (dentro do peritônio – o peritônio é uma membrana que recobre os órgãos dentro do abdome) como peritonite (infecção da membrana do peritônio) e abscessos (cavidades com pus no seu interior); • infecções ginecológicas como endometrite (infecção do endométrio – camada interna do útero), endomiometrite (infecção do endométrio e do miométrio – camada muscular na região intermediária da parede do útero), abscesso tubo-ovariano (cavidade com pus no seu interior na tuba uterina e no ovário); • septicemia bacteriana (infecção generalizada causada por bactérias); • infecções de cicatrizes no pós-operatório; • infecções da pele e tecidos moles (pele, músculos,tendões, ligamentos, gordura); • infecções do trato respiratório superior (parte do trato respiratório que vai do nariz até a traqueia,englobando garganta) e inferior (brônquios e pulmão), pneumonia, empiema (acúmulo de pus dentro de uma cavidade natural, por ex. empiema pleural – acúmulo de pus entre os pulmões e a parede do tórax); abscesso pulmonar (cavidade com pus no seu interior nos pulmões).

    Como este medicamento funciona?

    FACYL 500 é um medicamento que age contra alguns tipos de micro-organismos (bactérias e protozoários), através da penetração dessa substância no interior da célula (“corpo” do micro-organismo) destruindo a mesma ou impedindo sua multiplicação. O tempo médio estimado de início de ação do medicamento é inferior a 2 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    FACYL 500 não deve ser utilizado por mulheres no primeiro trimestre (do 1º ao 3º mês) da gravidez. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. FACYL 500 não deve ser utilizado por mulheres que e stejam amamentando. Informe ao seu médico se estiver amamentando. FACYL 500 não deve ser utilizado por pacientes que apresentaram ou ainda apresentam discrasias sanguíneas (alterações dos componentes do sangue), doenças neurológicas e por pacientes com história de hipersensibilidade (alergia) ao tinidazol ou a qual quer componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este este medicamento?

    O uso de FACYL 500 junto com bebidas alcoólicas pode levar ao aparecimento de cólicas abdominais,rubor (vermelhidão na pele), vômito e taquicardia (aceleração dos batimentos do coração). Recomenda-se não tomar bebidas alcoólicas durante o tratamento e 72 horas após o término do tratamento com FACYL500. Alterações na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas Não foi estudado o efeito de FACYL 500 na habilidade de dirigir e usar máquinas. Não existe evidência que sugira que FACYL 500 possa afetar estas habilidades. Caso ocorram reações tais como, tontura, vertigem e ataxia (falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio), ne uropatia periférica (alteração da sensibilidade) e raramente convulsões ou qualquer reação neurológica anormal, o tratamento deverá ser descontinuado e o médico informado imediatamente. Sempre avise ao seu médico sobre todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. FACYL 500 pode interagir com anticoagulantes (remédios que reduzem a capacidade do sangue coagular) potencializando os efeitos destes medicamentos e com dissulfiram (medicamento usado para evitar o uso de álcool etílico) causando confusão e delírios.

    Gravidez e amamentação:

    Não há estudos adequados sobre o efeito de tinidazol no desenvolvimento do feto (bebê) nos primeiros 3 meses de gravidez, mas é conhecido que o tinidazol atravessa a placenta. Uma vez que os efeitos de compostos desta classe no desenvolvimento fetal ainda não são definitivamente conhecidos, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Embora não existam evidências de que FACYL 500 seja prejudicial durante os últimos estágios da gravidez, seu uso nos dois últimos trimestres requer que o médico avalie os potenciais benefícios do tratamento contra os possíveis riscos para a mãe e para o feto. Comunique ao seu médico se estiver grávida. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    FACYL 500 deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento:

    Este medicamento se apresenta na forma de comprimido circular, revestido branco, convexo, liso nas duas faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Recomenda-se tomar FACYL 500 durante ou após as refeições. A dose de FACYL 500 depende da patologia (doença) que está sendo tratada. Profilaxia (prevenção): Prevenção de infecções pós-operatórias: dose única de 2 g, cerca de 12 horas antes da cirurgia. Tratamento: Infecções anaeróbias (causadas por bactérias anaeróbias, aquelas que não precisam de oxigênio para sobreviver): Dose inicial de 2 g no primeiro dia, seguida de 1 g/dia em dose única, ou 500 mg duas vezes ao dia. A duração do tratamento de 5 a 6 dias é geralmente adequada, no entanto, de acordo com o critério médico, a duração da terapêutica poderá variar, particularmente quando a erradicação (eliminação) da infecção em certas áreas for mais difícil. Sempre siga as recomendações do seu médico. A observação clínica e laboratorial regular é recomendada e considerada necessária quando a terapia durar mais de 7 dias. Vaginite inespecífica: É tratada com sucesso com dose única oral de 2 g. Maiores taxas de cura são obtidas com doses únicas diárias de 2 g durante 2 dias consecutivos (dose total de 4 g). Tricomoníase urogenital: Dose oral única de 2 g. Quando a infecção por Trichomonas vaginalis se for confirmada, é recomendado tratamento simultâneo do parceiro sexual. Giardíase: Dose oral única de 2 g. Amebíase intestinal: Dose oral única diária de 2 g por 2 a 3 dias. Ocasionalmente, quando as três doses únicas diárias forem ineficientes, o tratamento pode ser continuado por até 6 dias. Amebíase extra intestinal: Dose única diária de 2 g durante 3 dias consecutivos. Em casos de abscesso hepático amebiano (cavidade com pus no seu interior, no fígado, causada pela Entamoeba histolytica) pode ser necessária a aspiração do pus, além do tratamento com FACYL 500. A dosagem total varia de 4,5 a 12 g, dependendo da virulência (agressividade) da Entamoeba histolytica. O tratamento deve ser iniciado com dose oral única diária de 1,5 a 2 g durante 3 dias. Ocasionalmente, quando as três doses únicas diárias forem ineficientes, o tratamento pode ser continuado por até 6 dias. Uso na insuficiência renal (diminuição da função dos rins). O ajuste da dose em pacientes com insuficiência renal (falência da função dos rins) geralmente não é necessário. No entanto, pelo tinidazol ser facilmente removido por hemodiálise (procedimento de filtragem mecânica do sangue que simula os rins), os pacientes podem necessitar de uma dose adicional de tinidazol para compensar. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar FACYL 500 no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de dos es recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    As categorias de frequência são definidas como: com uns (ocorre de ? 1% à < 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) e desconhecidas (não podem ser estimadas a partir dos dados disponíveis). Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Desconhecidas: leucopenia (redução do número de células brancas de defesa do sangue chamadas de leucócitos) transitória. Sistema imunológico: Desconhecidas: alergia (hipersensibilidade a medicamentos). Distúrbios de nutrição e metabolismo: Comuns: diminuição do apetite. Distúrbios do sistema nervoso: Comuns: cefaleia (dor de cabeça). Desconhecidas: convulsão (raro), neuropatia periférica (alteração da condução da informação através dos nervos), parestesia (sensibilidade alterada aos estímulos externos – tato, calor, etc), hipoestesia (redução da sensibilidade), distúrbios sensoriais (alteração da sensibilidade), ataxia (falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio), tontura e disgeusia (alteração do gosto de alimentos). Distúrbios do labirinto e ouvido: Comuns: vertigem (sensação de que o corpo está girando). Distúrbios vasculares: Desconhecidas: rubor (vermelhidão da pele). Distúrbios gastrointestinais: Comuns: vômito, diarreia, náusea (enjoo) e dor abdominal. Desconhecidas: glossite (inchaço da língua), estomatite (inflamação da boca como, por exemplo, aftas) e descoloração da língua (alteração na cor da língua). Distúrbios do tecido subcutâneo e pele: Comuns: dermatite alérgica (área na pele pode apresentar inchaço, coceira e cor avermelhada) e prurido (coceira). Desconhecidas: angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), urticária (lesões alérgicas na pele geralmente avermelhadas, elevadas que coçam muito). Distúrbios urinários e renais: Desconhecidas: cromatúria (coloração alterada da urina). Distúrbios gerais: Desconhecidas: febre e fadiga (cansaço). Pode haver interferência em alguns testes laboratoriais, por exemplo, de enzimas hepáticas (substâncias produzidas pelo fígado). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a a indicada deste medicamento?

    Há poucos relatos de superdosagem em humanos com tinidazol. Se ocorrer superdosagem, procure um médico imediatamente. Não há antídoto específico para o tratamento da superdosagem com FACYL 500. O tratamento é sintomático e de suporte. Pode ser útil lavagem gástrica. O tinidazol é facilmente dialisável (retirado do organismo através de diálise, procedimento mecânico que faz a filtragem do sangue. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Farm. Resp.: Dra. Conceição Regina Olmos
    CRF-SP nº 10.772
    MS – 1.0181.0263
    Medley Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Macedo Costa, 55 – Campinas-CNPJ 50.929.710/0001-79
    Indústria Brasileira

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Assuntos