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     Champix®

    tartarato de vareniclina

     Identificação do Produto:

    Nome comercial: Champix®
    Nome genérico: tartarato de vareniclina

     Apresentações:

    Kit Início de Tratamento: Champix® embalagens contendo 11 comprimidos revestidos de 0,5 mg e 42 comprimidos revestidos de 1 mg. Kit Manutenção de Tratamento: Champix® embalagens contendo 112 comprimidos revestidos de 1 mg. Kit Tratamento Completo: Champix® embalagens contendo 11 comprimidos revestidos de 0,5 mg e 154 comprimidos revestidos de 1 mg. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido revestido de Champix® 0,5 mg contém 0,85 mg de tartarato de vareniclina equivalente a 0,5 mg de vareniclina base. Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, Opadry® branco (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol) e Opadry® transparente (hipromelose e triacetina).Cada comprimido revestido de Champix® 1,0 mg contém 1,71 mg de tartarato de vareniclina equivalente a 1,0 mg de vareniclina base. Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, Opadry® azul (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, corante azul FD&C nº2) e Opadry® transparente (hipromelose e triacetina).

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Champix® (tartarato de vareniclina) é um medicamento indicado para ajudar você a parar de fumar. As terapias antitabagistas têm mais probabilidade de ter sucesso em pacientes que estejam motivados a parar de fumar e que recebam aconselhamento e suporte adicionais.

     Como este medicamento funciona?

    A vareniclina (substância ativa de Champix® ) é um medicamento que se liga com receptores para nicotina presentes nos neurônios cerebrais onde exerce função de estimulação parcial e mais fraca que a nicotina. Essa ligação também promove a ocorrência de inibição desses receptores na presença de nicotina. Champix® pode ajudar a reduzir o desejo intenso de fumar e os sintomas de abstinência associados ao fato de parar de fumar. Embora não seja recomendado que você fume durante o tratamento com Champix®, Champix® pode também diminuir o prazer do cigarro caso você ainda fume durante o tratamento.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Champix® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao tartarato de vareniclina (princípio ativo do Champix® ) ou a qualquer componente da fórmula. Este medicamento não deve ser utilizado por
    pacientes menores de 18 anos de idade.

     
    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Você deve saber que os efeitos da interrupção do tabagismo que ocorrem no seu corpo, usando ou não Champix®, podem alterar a ação de outros medicamentos. Portanto, em alguns casos um ajuste de dose pode ser necessário [por ex., teofilina ( medicamento para tratar problemas respiratórios), varfarina (medicamento que reduz a coagulação do sangue) e insulina (medicamento para tratar o diabetes)]. Se você tiver dúvidas, consulte seu médico. Ao final do tratamento, a descontinuação de Champix® foi associada com um aumento na irritabilidade, urgência em fumar, depressão e/ou insônia em até 3% dos pacientes. Houve relatos pós-comercialização de sintomas neuropsiquiátricos. Caso você, seus familiares e/ou cuidadores, percebam mudanças de comportamento ou pensamento, ansiedade, psicose (dificuldade de diferenciar o real do imaginário), oscilações de humor, comportamento agressivo, agitação ou humor depressivo, que não sejam típicos, ou se você desenvolver ideação ou comportamento suicida, interrompa imediatamente o uso de Champix® e consulte seu médico. Houve relatos pós-comercialização de reações de hipersensibilidade, tais como inchaço da face, boca (língua, lábios e gengivas), pescoço (garganta e laringe) e extremidades, inclusive angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica); e reações cutâneas raras, porém graves. Caso você desenvolva estes sintomas, interrompa imediatamente o uso de Champix® e consulte seu médico. Houve raros relatos de eventos cardiovasculares em pacientes com doença cardiovascular estável, que ocorreram principalmente em pacientes com doença cardiovascular conhecida . Nenhuma relação causal entre esses eventos e Champix® foi estabelecida. Fumar é um fator de risco independente e importante para a doença cardiovascular. Informe seu médico se notar surgimento ou piora de sintomas cardiovasculares. Procure imediatamente atendimento médico caso apresente sinais e sintomas de infarto do miocárdio e derrame (AVC – acidente vascular cerebral). Informe ao seu médico se você tem problemas nos rins, você pode precisar de uma dose menor de Champix®. Não foram estudados a segurança e o benefício de usar Champix® em combinação com outro medicamento indicado para parar de fumar. Portanto, não se recomenda utilizar Champix® com outro medicamento usado para parar de fumar. Uso durante a gravidez e lactação. Não se sabe se Champix® é excretado no leite humano. Como muitos fármacos são excretados no leite humano e devido ao potencial de reações adversas graves de Champix® em lactentes, o médico deve avaliar a descontinuação da amamentação ou do medicamento, levando-se em consideração a relação entre risco e benefício para a criança e a paciente. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.Efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas Enquanto você estiver fazendo tratamento com Champix®, você deve ter cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas até que você saiba como a interrupção do tabagismo e/ou a vareniclina pode afetá-lo. Interações Medicamentosas: Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Com base nas características da vareniclina e na experiência clínica obtida até o momento, Champix® não apresenta interações medicamentosas clinicamente significativas. Os dados clínicos são limitados com relação à possível interação entre o álcool e Champix®. Há relatos pós-comercialização de aumento dos efeitos intoxicantes do álcool em pacientes tratados com Champix®. Não foi estabelecida a relação causal entre esses eventos e uso de Champix®.
    Não existem interações medicamentosas significativas entre Champix® e nicotina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Champix® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: Champix® 0,5 mg é um comprimido revestido capsular biconvexo de coloração branco a esbranquiçado, com “Pfizer” gravado em um lado e “CHX 0.5” do outro lado. Champix® 1 mg é um comprimido revestido capsular biconvexo de coloração azul claro, com “Pfizer” gravado em um lado e “CHX 1.0” do outro lado.

     Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos de Champix® devem ser engolidos inteiros com água. Champix® pode ser tomado com ou sem alimentos. Antes de iniciar o tratamento com Champix®, você deve estabelecer uma data para parar de fumar na segunda semana de tratamento (a partir do 8º dia). Alternativamente, uma outra abordagem para parar de fumar pode ser adotada: você pode iniciar o tratamento com Champix® e em seguida parar de fumar entre os dias 8 e 35 do tratamento. A dose recomendada de Champix® para adultos é: 1 comprimido de 0,5 mg (comprimido branco), uma vez ao dia do 1º ao 3º dia, 1 comprimido de 0,5 mg (comprimido branco), duas vezes ao dia (todos os dias nos mesmos horários, preferencialmente um comprimido pela manhã e outro à noite) do 4º ao 7º dia e 1 comprimido de 1 mg (comprimido azul claro), duas vezes ao dia (todos os dias nos mesmos horários, preferencialmente um comprimido pela manhã e outro à noite) do 8º dia até o final do tratamento. Populações e considerações especiais de dose. Pacientes com insuficiência renal leve a moderada, pacientes com insuficiência hepática e pacientes idosos: não é necessário ajuste de dose. Pacientes com insuficiência renal grave: para pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina estimada® deve ser ajustada, consulte seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar Champix® no horário estabelecido pelo seu médico, tome -o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Parar de fumar com ou sem tratamento está associado a vários sintomas. Por exemplo, foram relatados em pacientes tentando parar de fumar: disforia ou humor deprimido; insônia, irritabilidade, frustração ou raiva; ansiedade; dificuldade de concentração; agitação; diminuição da frequência cardíaca; aumento do apetite ou ganho de peso. Como todos os medicamentos, Champix® pode causar reações adversas, embora nem todos os pacientes apresentem. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (inflamação de uma parte da faringe), sonhos anormais, insônia, cefaleia (dor de cabeça), náusea (enjoo). Reação comum (ocorre ente 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): bronquite (inflamação dos brônquios), sinusite, aumento de peso, apetite reduzido, aumento do apetite, sonolência, tontura, disgeusia (alteração do paladar), dispneia (falta de ar), tosse, doença do refluxo gastroesofágico (doença onde o conteúdo do estômago volta para o esôfago), vômito, constipação (prisão de ventre), diarreia, distensão abdominal, dor abdominal, dor de dente, dispepsia (má digestão), flatulência (gases), boca seca, rash ( reação alérgica de pele), prurido (coceira), artralgia (dor na articulação), mialgia (dor muscular), dor nas costas, dor torácica, fadiga (cansaço). Reação incomum (ocorre ente 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): pensamentos anormais, inquietação, variações de humor, diminuição da libido, tremor, letargia (cansaço e lentidão de reações e reflexos), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), conjuntivite, dor nos olhos, zumbido, angina peitoral (dor no peito), taquicardia, palpitações, frequência cardíaca elevada, pressão arterial elevada, fogacho (sensação de calor súbito), inflamação das vias respiratórias superiores, obstrução das vias respiratórias, disfonia (rouquidão), rinite alérgica, irritação da garganta, congestão nasal, síndrome da tosse das vias respiratórias superiores, rinorreia (coriza), hematoquezia (sangue vivo nas fezes), gastrite (inflamação do estômago), eructação (arroto), estomatite aftosa (inflamação da mucosa da boca), dor gengival, fezes anormais, língua saburrosa (presença de placa esbranquiçada na língua), eritema (vermelhidão), acne, transpiração excessiva, espasmos musculares (contrações involuntárias dos músculos), polaciúria (aumento do número de micções), nictúria (necessidade de urinar à noite), menorragia ( aumento do fluxo menstrual), desconforto torácico, doença tipo gripe, pirexia (febre), astenia (fraqueza), indisposição, teste de função hepática alterado. Reação rara (ocorre ente 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): contagem de plaquetas reduzida, polidipsia (ingestão aumentada de água), disforia ( alteração de humor), bradifrenia (pensamento lento, perda da concentração), disartria (dificuldade de articular as palavras), coordenação anormal, hipogeusia (diminuição da sensibilidade gustativa), transtorno do ritmo circadiano (diário) do sono, escotoma (mancha escura observada no campo visual), fotofobia (intolerância à luz), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco), depressão do segmento ST do eletrocardiograma, redução da amplitude da onda T do eletrocardiograma (alterações do eletrocardiograma), ronco, hematêmese (vômitos com sangue), rigidez da articulação, glicosúria (presença de glicose na urina), poliúria (aumento da quantidade de urina), disfunção sexual. Experiência comercialização Houve relatos de depressão, agitação, alteração de comportamento ou pensamento, ansiedade, psicose, oscilações de humor, comportamento agressivo, ideação suicida e suicídio em pacientes tentando parar de fumar durante o tratamento com Champix®. Parar de fumar com ou sem tratamento está associado com os sintomas da retirada da nicotina e a exacerbação da doença psiquiátrica de base. Nem todos os pacientes nestes relatos apresentavam doença psiquiátrica pré-existente conhecida e nem todos pararam de fumar. A função da vareniclina nestes relatos não é conhecida. Também houve relatos de reações de hipersensibilidade, como angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e reações cutâneas raras, porém graves, incluindo Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo) em pacientes sob tratamento com Champix®. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se acidentalmente alguém tomar uma dose maior do que a prescrita pelo seu médico, deve-se procurar assistência médica assim que possível, não esquecendo de levar a caixa do medicamento. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0209
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF Nº 27071
    Registrado e Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: R-Pharm Germany GmbH Heinrich-Mack-Str. 35, 89257 Illertissen – Alemanha

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    Eunades®CS

    etoposídeo

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Eunades®CS
    Nome genérico: etoposídeo

     Apresentações:

    Eunades®CS solução injetável de 20 mg/mL em embalagem contendo 10 frascos-ampola de 5 mL (100 mg). VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INJETÁVEL POR INFUSÃO INTRAVENOSA LENTA. USO ADULTO CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO.

     Composição:

    Cada frasco-ampola de Eunades®CS solução injetável, contém 100 mg de etoposídeo em 5 mL de solução; cada mL de solução contém 20 mg de etoposídeo. Excipientes: polissorbato 80, ácido cítrico anidro, macrogol 300 e etanol absoluto. MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Eunades®CS (etoposídeo) está indicado para o tratamento de:-Carcinoma de pequenas células de pulmão-Leucemia aguda monocítica e mielomonocítica-Doença de Hodgkin-Linfoma não-Hodgkin-Tumores testiculares (em esquemas quimioterápicos combinados de primeira linha, com procedimentos cirúrgicos e/ou radioterápicos adequados) e tumores testiculares refratários (em combinação com outros agentes quimioterápicos adequados, em pacientes com tumores testiculares refratários que já tenham sofrido  cirurgia adequada, tratamento quimioterápico e radioterápico).

     Como este medicamento funciona?

    Eunades®CS é um medicamento usado no  tratamento do câncer. O mecanismo de ação do etoposídeo não é exatamente conhecido; no entanto, este medicamento parece produzir efeitos citotóxicos.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Eunades®CS não deve ser administrado a pacientes com insuficiência hepática (do fígado) grave ou com hipersensibilidade ao etoposídeo ou a qualquer um dos componentes do produto. Está também contraindicado a pacientes com mielossupressão grave e infecções agudas.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Eunades®CS deve ser administrado por pessoal experiente no uso de quimioterapia antineoplásica. Efeito Hematológico: Agentes citotóxicos, como o Eunades®CS, podem produzir mielossupressão (diminuição da função da medula óssea) (incluindo, mas não limitado a, leucopenia (redução de células de defesa no sangue), granulocitopenia (diminuição de um tipo de células de defesa: granulócitos), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue) e trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas). Se radioterapia e/ou quimioterapia foi administrada previamente ao início do tratamento  com Eunades®CS, um intervalo adequado deve ser proporcionado para permitir a recuperação da medula óssea. Se a contagem leucocitária cair abaixo de 2.000/mm3, o tratamento deve ser suspenso até que os níveis dos componentes do sangue tenham retornado a valores aceitáveis (plaquetas acima de 100.000/mm3 e leucócitos acima de 4.000/mm3), isso acontece, geralmente, dentro de 10 dias. Hemogramas de sangue periférico devem ser monitorados periodicamente. Consequências clínicas da mielossupressão graves incluem infecções. Infecções virais, bacterianas, fúngicas e/ou parasitárias, localizada ou sistêmica, pode estar associada com o uso do etoposídeo sozinho ou em combinação com outros agentes imunossupressores. Estas infecções podem ser leves, mas podem ser graves e por vezes fatais. As infecções generalizadas devem ser controladas antes do início do tratamento com Eunades®CS. O uso de etoposídeo deve ser feito com cautela em pacientes com história de varicela ou herpes zóster. Efeito no Sistema Imune. O médico deve estar consciente da possibilidade de ocorrência de reações anafiláticas (reações alérgicas graves), manifestadas por calafrios, febre, broncos-pasmo (chiado no peito), taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), dispneia (falta de ar) e hipotensão (pressão baixa); sendo usualmente responsivas à interrupção da terapia e administração de agentes pressóricos, corticoides, anti-histamínicos ou expansores de volume, conforme apropriado (vide item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? ). O risco de hipotensão pode ser reduzido com o prolongamento do tempo de infusão (vide ITEM 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). Leucemia Secundária: A ocorrência de leucemia aguda (tipo de câncer do sangue), que pode ocorrer com ou sem uma fase pré-leucêmica, foi relatada, raramente, em pacientes tratados com etoposídeo em associação a outros medicamentos antineoplásicos. Efeitos Renal e Hepático Foi demonstrado que Eunades®CS atinge concentrações elevadas no fígado e nos rins, apresentando, assim, um potencial de acumulação em casos de insuficiência funcionais. Efeito Renal Uma vez que uma fração significativa do etoposídeo é excretada inalterada pela urina (cerca de 30% de uma dose intravenosa), pode ser necessário o ajuste posológico em pacientes com função renal prejudicada. Efeito Hepático Durante o tratamento com etoposídeo, a mielotoxicidade (toxicidade da medula óssea) é mais provável e mais grave em pacientes com disfunção hepática (do fígado) . Uma disfunção hepática grave contraindica o tratamento com etoposídeo, enquanto que uma disfunção leve a moderada exige uma vigilância cuidadosa. Carcinogênese: Não foram conduzidos testes de carcinogenicidade com etoposídeo em animais de laboratório. Devido a seu mecanismo de ação, pode ser considerado um possível carcinógeno (agrave ou sensibilize o organismo para o surgimento de um câncer) em seres humanos. Extravasamento Deve-se evitar extravasamento de Eunades®CS, uma vez que o fármaco provoca forte irritação dos tecidos vizinhos. No caso de extravasamento, deve-se suspender imediatamente a administração e qualquer porção remanescente da dose deve ser administrada em outra veia. Devem ser seguidos os procedimentos usuais de extravasamento. O etoposídeo é um produto citotóxico e, por isso, devem ser tomadas as precauções adequadas durante sua manipulação e preparo de soluções. Podem ocorrer reações da pele associadas com a exposição acidental ao produto. Eunades®CS deve ser administrado apenas por via intravenosa e não deve ser utilizado por outras vias. Caso ocorra extravasamento (vide item 6. COMO DEVO UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?):-Interrompa a infusão ao primeiro sinal de queimadura; – Injete corticosteroide (hidrocortisona) na região subcutânea ao redor da lesão;-Aplique pomada de hidrocortisona a 1% na área afetada até o eritema desaparecer; -Aplique curativo seco na área afetada por 24 horas. Efeitos Imunossupressores /Aumento da Suscetibilidade à Infecções. A administração de vacinas com antígenos vivos ou atenuados em pacientes imunocomprometidos por agentes quimioterápicos (medicamento usado no tratamento de neoplasias), incluindo o etoposídeo, pode resultar em infecções graves ou fatais. A vacinação com antígenos vivos deve ser evitada em pacientes recebendo etoposídeo. Vacinas com antígenos mortos ou inativos podem ser administradas, no entanto a resposta à vacina pode estar diminuída. Outros Eunades®CS também contém etanol como excipiente, o que pode constituir fator de risco em pacientes portadores de doença renal, alcoolismo, epilepsia e em mulheres grávidas e crianças. Uso em Crianças: Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças. O polissorbato 80, um dos componentes do excipiente do produto, foi associado a reações adversas graves em crianças prematuras. Uso em Idosos: Não é necessário ajuste da dose. Da mesma forma que com todos os pacientes sob tratamento com etoposídeo, a administração do produto em paciente com função renal ou hepática prejudicada deve ser feita com cautela. Uso durante a Gravidez e Lactação: Gravidez O etoposídeo pode causar dano fetal quando administrado a mulheres grávidas. Em estudos realizados em camundongos e ratos, o etoposídeo demonstrou ser teratogênico (que causa malformação no feto) e embriotóxico (tóxico ao embrião), não sendo, portanto, recomendável sua administração a mulheres grávidas. O etoposídeo não deve ser utilizado em mulheres em idade fértil a menos que os benefícios esperados se sobreponham aos riscos da terapia, ou que seja utilizado um método anticoncepcional adequado. No caso da paciente engravidar durante o tratamento com etoposídeo, ela deverá ser advertida quanto ao risco potencial para o feto. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Mutagenicidade Considerando seu potencial mutagênico, o fármaco poderia induzir dano cromossômico em espermatozoides humanos. Portanto, homens em tratamento com Eunades®CS devem empregar medidas contraceptivas. Lactação: É desconhecido se o etoposídeo é excretado no leite materno, como medida de precaução, a amamentação deve ser descontinuada durante a terapia com o fármaco. Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas: O efeito do etoposídeo na habilidade de dirigir e de operar máquinas não foi sistematicamente avaliado. A tampa de borracha de fechamento do frasco contém látex natural. Interações Medicamentosas: Eunades®CS não deve ser fisicamente misturado com qualquer outro fármaco. A solução deve ser inspecionada quanto à presença de partículas ou descoloração antes do uso. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Eunades®CS deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de 25°C), protegido da luz. As soluções diluídas a 0,4 mg/mL em glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9% são estáveis durante 24 horas, desde que conservadas a temperaturas entre 2 e 8°C. O medicamento é de uso único e qualquer solução não utilizada deve ser devidamente descartada. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido  fora do alcance das crianças. Características físicas e organolépticas do produto: solução estéril, amarelada.

     Como devo usar este medicamento?

    Eunades®CS é um medicamento de Uso Restrito a Hospitais ou Ambulatórios Especializados, portanto a preparação e administração de Eunades®CS deve ser feita por um médico ou por profissionais de saúde especializados e treinados em ambiente hospitalar ou ambulatorial. As instruções para administração, diluição e infusão estão disponibilizadas na parte destinada aos Profissionais de Saúde, pois somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a medicação. Eunades®CS deve ser utilizado somente por via intravenosa (dentro da veia). Outras informações podem ser fornecidas pelo seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como Eunades®CS é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar ou ambulatórios especializados, o plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se você faltar a uma sessão programada de quimioterapia com esse medicamento, você deve procurar o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Distúrbios dos Sistemas Sanguíneo e Linfático: mielossupressão (diminuição da função da medula óssea) é o principal e mais frequente efeito adverso limitante da dose. A mielossupressão manifesta-se geralmente pela ocorrência de leucopenia, (redução de células de defesa no sangue) (principalmente granulocitopenia (diminuição de um tipo de células de defesa: granulócitos) ) e trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas). Anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue: hemácias) ocorre infrequentemente. O nadir (efeito deteriorante máximo) na contagem leucocitária ocorre aproximadamente 21 dias após o tratamento. A trombocitopenia ocorre com menor frequência. Pode também se manifestar anemia. Leucopenia e leucopenia grave (menos de 1000 leucócitos/mm3) foram observadas em 60 a 91% e em 7 a 17%, respectivamente, dos pacientes tratados com etoposídeo como agente único. A mielossupressão não é cumulativa, mas pode ser mais grave em pacientes previamente tratados com outros agentes antineoplásicos ou com radioterapia. A ocorrência de leucemia aguda com ou sem fase pré-leucêmica tem sido raramente relatada em pacientes tratados com etoposídeo em combinação com outros agentes antineoplásicos. Distúrbios Oculares: cegueira cortical transitória tem sido relatada. Distúrbios Gastrintestinais: náuseas e vômitos são as principais toxicidades gastrointestinais e ocorrem em mais de um terço dos pacientes. Antieméticos são úteis no controle desses efeitos colaterais. Outros efeitos infrequentes incluem dor abdominal, diarreia, anorexia (falta de apetite), mucosite (úlceras na mucosa dor órgãos do aparelho digestivo) e esofagite (inflamação do esôfago), de leve a grave. Foi reportada estomatite (inflamação da mucosa da boca) em 1-6% dos pacientes. Disfagia (dificuldade ao ingerir alimentos) foi relatada. Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração: fadiga (cansaço) e pirexia (febre) têm sido relatadas. Após a administração intravenosa do etoposídeo, em particular com soluções concentradas, pode ocorrer flebite. Distúrbios do Sistema Imune: reações anafilactoides (reações alérgicas graves) foram relatadas após a administração de etoposídeo. Taxas mais altas de reações anafilactoides foram relatadas em crianças que receberam infusões em doses mais altas do que aquelas recomendadas. Essas reações usualmente responderam à cessação da terapia e à administração de agentes pressóricos, corticoides, anti-histamínicos ou expansores de volume, conforme apropriado (Vide item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?). Infecções e Infestações: choque séptico (sepse grave), sepse (infecção generalizada no organismo), sepseneutropênica, pneumonia e infecção. Lesões, toxicidade e complicações processuais: fenômeno de radiação tem sido relatado. Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo: foi observada alopecia (perda de cabelo) em  aproximadamente 2/3 dos pacientes e usualmente reversível à cessação da terapia. Rash (vermelhidão da pele), distúrbio na pigmentação, prurido (coceira) e urticária (alergia na pele) foram relatados. Sistema Nervoso Central: foi reportada neuropatia periférica (disfunção dos neurônios que pode levar a perda sensorial, atrofia e fraqueza muscular, e decréscimos nos reflexos profundos) em um pequeno grupo de pacientes tratados com etoposídeo (1-2%). Embora ainda não totalmente definido, supõe-se que o risco e/ou gravidade da neuropatia periférica aumenta quando o etoposídeo é administrado concomitantemente com outros agentes potencialmente neurotóxicos (tóxicos ao sistema nervoso), como a vincristina. Sonolência e sabor residual também foram relatados. Distúrbios Respiratório, Torácico e Mediastinal: Observou-se uma reação aguda fatal associada ao broncoespasmo (chiado no peito). Tem sido descrita apneia, com retomada espontânea da respiração após a interrupção da infusão. Distúrbios Vasculares: hipotensão (pressão baixa) pode ocorrer seguida de uma infusão excessivamente rápida e pode ser revertida pela desaceleração da taxa de infusão. Esta reação não foi associada à toxicidade cardíaca ou a alterações eletrocardiográficas e não foi observado nenhum caso de hipotensão tardia. Para evitar esta reação, o etoposídeo deve ser administrado por infusão intravenosa lenta durante pelo menos 30 minutos. Se ocorrer hipotensão, esta normalmente responde à interrupção da infusão e a administração de fluidos ou outra terapia de apoio deverá ser instituída. No reinício da infusão, a administração deverá ser mais lenta. Foram também relatadas hipertensão (pressão alta) e/ou rubor facial. A pressão sanguínea geralmente retoma os níveis normais poucas horas após o término da infusão. Distúrbios Cardiovasculares: registrou-se um caso clínico de enfarte do miocárdio, que ocorreu em um paciente que também recebia radiação mediastinal. Houve um caso de cardiotoxicidade com risco fatal, possivelmente relacionado com o uso do produto. Outras Reações Adversas: embora raramente, observaram-se as seguintes reações adversas: hepatotoxicidade (toxicidade do fígado) (aumento dos níveis da bilirrubina sérica e das concentrações de AST e fosfatase alcalina); estes efeitos foram transitórios e não provocaram sequelas; nefrotoxicidade (toxicidade dos rins) (manifestada pelo aumento dos níveis de ureia e por hiperuricemia (aumento do ácido úrico no sangue) e um relato único de recidiva de dermatite (reação alérgica de pele) provocada por radioterapia. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Dados de superdose são limitados. Efeitos tóxicos hematológicos e gastrintestinais são esperados como as principais manifestações da superdose de etoposídeo. O tratamento é principalmente de suporte. Não existe antídoto conhecido. A administração intravenosa de doses totais de 2,4 g/m2a 3,5 g/m2 por três dias resultou em mucosite grave e mielotoxicidade. Foram relatados acidose metabólica e casos de toxicidade hepática grave em pacientes recebendo doses mais altas que as recomendadas. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS-1.0216.0215
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli
    – CRF – SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer (Perth) Pty Ltda Bentley – Austrália
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    USO RESTRITO A HOSPITAIS

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  • ecalta-é-indicado-para-o-tratameto-da-candidiaseEcalta®

    anidulafungina

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Ecalta®
    Nome genérico:  anidulafungina

    Apresentações:

    Ecalta® pó liofilizado de 100 mg embalagem contendo 1 frasco – ampola.
    Via de Administração: Somente Para Infusão Intravenosa.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada frasco – ampola de Ecalta® contém o equivalente a 100 mg de anidulafungina. Excipientes: frutose, manitol, polissorbato 80, ácido tartárico, hidróxido de sódio a, ácido clorídrico a. a = para ajuste de pH.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ecalta® (anidulafungina) é indicado para o tratamento da candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida ) invasiva em pacientes adultos, incluindo candidemia (presença do fungo Cândida infectando o sangue).

    Como este medicamento funciona?

    A anidulafungina é a substância ativa de Ecalta®. A anidulafungina pertence à classe de antifúngicos chamada de equinocandinas, utilizada para tratar infecções fúngicas graves, e é um lipopeptídeo (tipo de substância que aumenta a disponibilidade de outras substâncias insolúveis em água) sintetizado a partir de um produto da fermentação do Aspergillus nidulans (tipo de fungo). Ecalta® inibe seletivamente a enzima 1,3 – ? – D glucana sintase que é um componente essencial na parede das células dos fungos. Ecalta® demonstrou atividade fungicida (capaz de matar o fungo) contra espécies de Cândida (tipo de fungo) e atividade contra regiões do crescimento celular ativo da hifa (uma das formas do fungo) do Aspergillus fumigatus.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Ecalta® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) a anidulafungina, a outras equinocandinas (classe de antifúngicos)  (por exemplo, a caspofungina) ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Reações anafiláticas (reação alérgica grave), incluindo choque (reação alérgica grave, com queda da pressão arterial), foram reportadas devido ao uso de Ecalta®. Se estas reações ocorrerem, Ecalta® deve ser descontinuado e um tratamento apropriado deve ser administrado. Eventos adversos relacionados com infusão de Ecalta® foram reportados, incluindo: rash (vermelhidão da pele), urticária (alergia da pele), rubor (vermelhidão), prurido (coceira), dispneia (falta de ar), broncoespasmo (chiado no peito) e hipotensão (pressão baixa). Os eventos adversos relacionados à infusão são infrequentes quando a taxa de infusão da anidulafungina não excede 1,1 mg/minuto. Caso aja alteração nos testes que avaliam a função hepática (do fígado) ela deve ser monitorada periodicamente. Se for observada uma piora dessa função seu médico avaliará se os benefícios do uso de Ecalta® superam os riscos desse problema, ou não. Atenção: Ecalta® contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em diabéticos. Uso durante a Gravidez: Ecalta® não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que indicado pelo seu médico. Informe imediatamente seu médico se engravidar durante o tratamento com Ecalta®. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião – dentista. Uso durante a Lactação (amamentação): não se sabe se Ecalta® é excretado no leite materno humano, portanto Ecalta® só deve ser utilizado durante a amamentação após avaliação médica. Não foram realizados estudos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas. Não é recomendado o uso de Ecalta® em pacientes com idade inferior a 18 anos, a menos que o médico julgue que seu potencial benefício justifica o risco.

    Interações Medicamentosas:

    O uso concomitante dos medicamentos listados a seguir não demonstrou qualquer interação medicamentosa quando usados ao mesmo tempo que Ecalta®: ciclosporina, voriconazol, tacrolimos, anfotericina B lipossomal e rifampicina. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Ecalta® deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. Solução Reconstituída: se não utilizada imediatamente, a solução reconstituída deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C) por até uma hora. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução reconstituída de Ecalta® foi demonstrada por 1 hora a 5°C.Solução para Infusão: a solução para infusão deve ser armazenada entre 2 e 8°C e deve ser administrada dentro
    de 24 horas. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução para infusão de Ecalta® foi demonstrada por 24 horas a 5°C. Do ponto de vista microbiológico, Ecalta® deve ser utilizado imediatamente. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: sólido liofilizado branco a quase branco. Após Reconstituição: solução límpida incolor, essencialmente livre de material estranho.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de Usar: Ecalta® sempre será preparado e administrado por um médico ou por um profissional de saúde especializado. Somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a medicação. Ecalta® deve ser utilizado somente por infusão intravenosa (dentro da veia). Ecalta® deve ser reconstituído em água para injeção e ser subseqüentemente diluído com APENAS cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/ml (5%). A compatibilidade da anidulafungina reconstituída com substâncias intravenosas, aditivos ou medicamentos diferentes de cloreto de sódio para infusão 9 mg/ml (0,9%) ou de glicose para infusão 50 mg/ml (5%) não foi estabelecida. Instruções para Reconstituição: reconstitua assepticamente cada frasco-ampola com 30 ml de água para injeção para fornecer uma concentração de 3,33 mg/mL. A solução reconstituída deve ser límpida e livre de partículas visíveis. A solução reconstituída deve ser diluída dentro de 1 hora. Instruções para Diluição e Infusão: transfira assepticamente o conteúdo do frasco-ampola reconstituído em uma bolsa IV (ou frasco) contendo cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/ml  (5%), o que levará a uma solução com concentração de 0,77 mg/mL de anidulafungina. A tabela a seguir apresenta os volumes requeridos para cada dose. Diluição Requerida para Administração de Ecalta®. cloreto de sódio para infusão 9 mg/ml (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). B concentração da infusão de 0,77 mg/ml Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e descoloração antes da administração, sempre que a solução e a embalagem permitirem. Caso material particulado ou descoloração sejam identificados, descarte a solução. A taxa de infusão não deve exceder 1,1 mg/minuto (equivalente a 1,4 mL/minuto). Se a solução para infusão não for utilizada imediatamente, deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. A solução para infusão deve ser administrada dentro de 24 horas. Este medicamento é para uso único. Os resíduos devem ser descartados conforme regulamentação local.

    Incompatibilidades:

    Ecalta® não deve ser misturado ou coadministrado com outros medicamentos ou eletrólitos, com exceção dos mencionados anteriormente (vide item 6. Como devo usar este medicamento? – seção Modo de Usar ).

    Posologia:

    Cada frasco-ampola de Ecalta® contém 100 mg de anidulafungina e é apenas para dose única. Ecalta® deve ser administrado uma vez ao dia por infusão intravenosa. O tratamento é composto por uma dose de ataque de 200 mg no dia 1, seguida por dose de manutenção de 100mg ao dia até seu final. Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A terapia antifúngica deve continuar por no mínimo 14 dias após a última cultura positiva (presença de fungo no sangue). Uso na Insuficiência Renal e Hepática: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (falência da função do fígado) leve, moderada ou grave. Também não é necessário ajuste em pacientes com qualquer grau de insuficiência renal (falência da função dos rins), incluindo aqueles submetidos a diálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Nesse caso Ecalta® pode ser administrado independente do horário da hemodiálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente).Outras Populações Especiais: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes adultos com base no sexo, peso, raça, idade ou ao fato de ser portador do vírus HIV.Uso em Crianças e Adolescentes: a experiência em crianças é limitada. Até que dados adicionais estejam disponíveis, a utilização em pacientes com idade inferior a 18 anos não é recomendada, a menos que o potencial benefício justifique o risco. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha seu caso. Se você não receber uma dose deste medicamento, procure o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos relacionados ao Ecalta® estão listados a seguir e foram relatados com as frequências correspondentes a comum (? 1/100 – 1 em 100 infusões ou pacientes, ? 1/10 – 1 em 10 infusões ou pacientes) e incomum (? 1/1000 – 1 em 1000 infusões ou pacientes, < 1/100 – 1 em 100 infusões ou pacientes). Os eventos adversos relacionados à infusão de Ecalta® foram: rash, urticária, rubor, prurido, dispneia, broncoespasmo e hipotensão. Comum (? 1/100 e ? 1/10): trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), coagulopatia (alteração da capacidade de coagulação), hipercalemia (concentração superior ao normal de íons de potássio no sangue), hipocalemia (presença de concentração inferior ao normal de potássio no sangue), hipomagnesemia (concentração sanguínea inferior ao normal de magnésio), convulsão, cefaleia (dor de cabeça) , rubor, diarreia, elevação da quantidade de enzimas do fígado circulantes no sangue (gama-glutamiltransferase, fosfatase alcalina, aspartato aminotransferase ( AST ), alanina aminotransferase ( ALT ), rash, prurido, aumento da quantidade de bilirrubina (substância metabolizada no fígado, compondo a bile), elevação da creatinina no sangue (substância que é retirada do corpo pelo rim), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca) no eletrocardiograma. Incomum (? 1/1000 e < 1/100): fun-gemia (infecção fúngica disseminada pela corrente sanguínea), candidíase (infecção causada pelo fungo Cândida ), colite (inflamação do cólon) causada por Clostridium
    , candidíase oral, trombocitemia (aumento do número de plaquetas no sangue), hiperglicemia (aumento da taxa de açúcar no sangue), hipercalcemia (concentração anormalmente elevada de compostos de cálcio no sangue), hipernatremia (concentração sanguínea anormalmente elevada de íons de sódio), dor nos olhos, perturbação visual, visão borrada, alterações no ritmo cardíaco (fibrilação atrial, arritmia sinus, extra-sístole ventricular, bloqueio do ramo direito ), trombose (formação de trombo – coágulo – dentro de um vaso sanguíneo), hipertensão (pressão alta), fogacho, dor abdominal superior, vômito, incontinência fecal, náusea, constipação (prisão de ventre), testes de função hepática anormais, colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), elevação das enzimas hepáticas e transaminases, urticária, prurido generalizado, dor nas costas, dor no local da infusão, elevação da amilase (enzima digestiva) no sangue, redução do magnésio no sangue, redução do potássio no sangue, eletrocardiograma anormal, elevação da lipase (enzima do pâncreas), elevação da contagem de plaquetas, elevação da ureia no sangue. Frequência desconhecida: bronco espasmo (chiado no peito), choque anafilático e reação anafilática. Na avaliação de segurança da população em estudos clínicos, os seguintes eventos adversos adicionais, todos incomuns ( ? 1/1000, < 1/100), foram observados: neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), anemia (insuficiência de hemoglobina nos glóbulos sanguíneos), hiperuricemia (aumento da concentração do ácido úrico no sangue), hipocalcemia (níveis anormalmente baixos de cálcio no sangue), hiponatremia (concentração. anormalmente baixa de íons de sódio no sangue), hipoalbuminemia (quantidade anormalmente pequena de albumina no sangue), hipofosfatemia (concentração anormalmente baixa de fosfatos no sangue), ansiedade, delírio, estado de confusão, alucinação auditiva, ansiedade, parestesia (dormência e formigamento), mielinólise ontina central (perda localizada de mielina, substância que envolve os neurônios, na metade da base da ponte, uma parte do cérebro), disgeusia (alteração do paladar), síndrome de Guillain-Barré (síndrome neurológica), tremor, alteração na percepção visual de profundidade, surdez unilateral, flebite (inflamação da veia), tromboflebite (inflamação venosa com formação de trombo–coágulo) superficial, hipotensão, linfangite (inflamação de vasos linfáticos), dispepsia (má digestão), boca seca, úlcera esofágica (lesão no esôfago), necrose hepática (morte de células do fígado), edema angioneurótico (reação de hipersensibilidade – alergia – que leva a um inchaço de todo o corpo), hiperidrose (suores excessivos), mialgia (dor muscular), monoartrite (inflamação de uma articulação – junta), insuficiência renal (parada das funções do rim), hematúria (eliminação de sangue na urina), pirexia (febre), calafrio, edema periférico (inchaço nos membros), reação no local da injeção, elevação da creatina fosfoquinase no sangue e da lactato desidrogenase (enzimas presentes em várias células do corpo) no sangue, redução na contagem de linfócitos. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Medidas de suporte gerais devem ser utilizadas quando necessário pelo seu médico. Ecalta® não é dialisável (ou seja, não é retirada pela diálise). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0219
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad
    – CRF- SP n° 43746
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070
    – Guarulhos–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Fabricado e Embalado por: Pharmacia & Upjohn Co.Kalamazoo, Michigan
    – EUA
    Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000
    –Itapevi
    –SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  • Glaucoma 11.08.2014 No Comments

    nyolol-gel-atua-na-redução-da-pressão-intraocular-nos-casos-de-hipertensão-ocular-e-glaucomaNyolol®Gel

    maleato de timolol

    Apresentações:

    Gel oftálmico
    Nyolol®gel 0,1 %: frasco conta-gotas contendo 5 mL.
    Via Tópica Ocular
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada mL do gel contém 1,37 mg de maleato de timolol (equivalente a 1 mg de timolol). Excipientes: cloreto de benzalcônio (conservante), carbopol, lisina monoidratada, álcool polivinílico, acetato triidratado de sódio, sorbitol e água para injetáveis.

    Informações ao Paciente

    Para quê este medicamento é indicado?

    Nyolol® gel tem como substância ativa o maleato de timolol que atua na redução da pressão intraocular nos casos de hipertensão ocular e glaucoma de ângulo aberto crônico.

    Como este medicamento funciona?

    O timolol é um beta-bloqueador não seletivo que não tem nenhuma atividade de estimulação cardíaca, depressão cardíaca direta ou anestésica local (estabilização de membrana) significante. Quando aplicada topicamente nos olhos,Nyolol® gel reduz tanto a pressão elevada dentro do olho quanto a normal. Embora todo o mecanismo de ação do maleato de timolol não seja conhecido, acredita-se que a pressão dentro do olho é reduzida pela diminuição da produção do humor aquoso (líquido no interior do olho). Nyolol®gel pode também ter um efeito menor no sistema de drenagem do humor aquoso. Diferente dos medicamentos que diminuem a pressão do olho,o maleato de timolol reduz a pressão intraocular com pequeno efeito no tamanho da pupila ou da acuidade visual. Portanto, distúrbio de visão ou cegueira noturna não ocorre assim como com o uso de mióticos. Em pacientes com catarata, o prejuízo da visão, causada pela opacidade da lente do cristalino quando a pupila está contraída, é evitada. O início da redução da pressão intraocular após administração ocular de maleato de timolol geralmente pode ser detectado dentro de 30 minutos após o gotejamento nos olhos. O efeito máximo é alcançado dentro de aproximadamente 2 horas após administração e redução significante da pressão ocular pode ser mantida por períodos de 24 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Nyolol®gel é contraindicado em pacientes com: Asma brônquica, Histórico de broncoespasmo ou Doença pulmonar obstrutiva grave Bradicardia sinusal, Síndrome do nódulo sinusal (incluindo bloqueio sino-auricular), Bloqueio atrioventricular, Insuficiência cardíaca manifesta,Choque cardiogênico.  Transtorno circulatório periférico grave (Doença de Raynaud ?s) e transtornos periféricos. Angina de Prinzmetal. Feocromocitoma não-tratada,Hipotensão,Transtornos da córnea,Hipersensibilidade ao maleato de timolol ou a qualquer componente da formulação ou agentes beta-bloqueadores, Rinite alérgica grave ou hiper-reatividade brônquica.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se outros antiglaucomatosos de aplicação tópica forem indicados, deve haver um intervalo de pelo menos 5 minutos entre a instilação das medicações (veja o item “Como devo usar este medicamento?”). Nyolol®gel contém cloreto de benzalcônio como conservante. O cloreto de benzalcônio pode causar irritação ocular e é conhecido por descolorir lentes de contato gelatinosas. Portanto, evite contato com lentes de contato gelatinosas. Remova as lentes de contato antes da aplicação do medicamento e espere pelo menos 15 minutos para recolocar. Assim como com qualquer outro tratamento de glaucoma, exames regulares da pressão intraocular e da córnea são recomendados. Efeitos na habilidade de dirigir ou utilizar máquinas.Nenhum estudo sobre o efeito deste medicamento na habilidade de dirigir foi realizado. Deve-se considerar que distúrbios visuais ocasionalmente podem ocorrer incluindo vários tipos de alterações visuais, episódios frequentes de visão borrada leve e transiente e episódios ocasionais de tontura e fadiga quando dirigir veículos ou operar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Nyolol®gel não deve ser utilizado durante a gravidez a não ser que os benefícios sejam superiores aos riscos. A substância ativa, maleato de timolol é absorvida pelo sistema circulatório e excretado no leite. A amamentação não é recomendada durante o tratamento com Nyolol®gel. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento pode causar doping. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Nyolol®gel deve ser conservado sob refrigeração ( temperatura entre 2 e 8 °C) e protegido da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 30 dias.

    Aspecto físico:

    Gel praticamento incolor. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Adulto: a dose recomendada é instilar 1 gota de Nyolol®gel no olho afetado 1 vez ao dia, preferencialmente pela manhã.
    Pacientes idosos: a posologia indicada acima pode ser usada para pacientes idosos.
    Para todas as idades: Como a resposta ao tratamento pode levar algumas semanas para estabilização, a pressão intraocular deve ser checada após cerca de 2 a 4 semanas de tratamento com Nyolol®gel. Se for necessário, Nyolol®gel pode ser usado concomitantemente a mióticos, epinefrina, análogos da prostaglandina, alfa-2-agonitas e/ou inibidores da anidrase carbônica. Para evitar que a substância ativa seja removida dos olhos, um intervalo de pelo menos 5 minutos entre a instilação de diferentes medicações é necessário, e Nyolol®gel deve ser o último a ser administrado. Substituição de um tratamento anterior Quando Nyolol®gel for administrado em substituição à outra solução oftálmica beta -bloqueadora, descontinue este medicamento após um dia completo de tratamento e inicie o tratamento com Nyolol®gel no dia seguinte. Instile 1 gota de Nyolol®gel no olho afetado 1 vez ao dia, preferencialmente pela manhã. Quando Nyolol®gel for administrado em substituição a uma solução oftálmica antiglaucomatosa não beta-bloqueadora, continue com o agente já utilizado por um dia e adicione 1 gota de Nyolol ®gel 1 vez ao dia. No dia seguinte, descontinue o agente antiglaucomatoso previamente utilizado e continue com Nyolol®gel. Modo de usar Nyolol®gel é para ser instilado sobre o olho. As medicações para glaucoma devem ser utilizadas continuamente a menos que o médico determine o contrário. Para aplicação de uma dose correta, segure o frasco na posição vertical durante a administração. O produto permanece estéril até que o lacre de fechamento seja rompido. Feche o frasco imediatamente após o uso. Não utilizar o produto por mais de 30 dias após a abertura do frasco. A absorção sistêmica pode ser reduzida com o uso de medicamentos nasais para coriza ou fechamento das pálpebras por 5 minutos. Estas ações podem resultar na diminuição dos efeitos adversos sistêmicos e aumento da atividade local. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de usar Nyolol®gel, use-o logo que se lembrar (uma dose diária). Não tome uma dose extra para compensar a dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Algumas reações indesejáveis foram observadas nos estudos clínicos com o maleato de timolol e podem ocorrer durante seu uso, tais como: hiperemia suave, sensação de corpo estranho, dor aguda/queimação imediatamente após a instilação no olho. Foram observadas reações cardíacas e respiratórias, incluindo broncoespasmo fatal em pacientes asmáticos e, raramente, morte em associação com insuficiência cardíaca. Ocasionalmente pode ocorrer: dor de cabeça, astenia, cansaço, dores no peito, náusea, síncope, lentidão dos batimentos cardíacos, dispneia, conjuntivite, ceratite, alterações na refração (em alguns dos casos devido ao cessar da terapia miótica), depressão, tontura, exacerbação de sinais e sintomas de miastenia gravis. Raramente pode ocorrer: hipotensão, palpitações, arritmias, insuficiência cardíaca congestiva, bloqueio atrioventricular, parada cardíaca, isquemia cerebral, distúrbio vascular cerebral, erupção cutânea, coceira, alopécia, broncoespasmo (particularmente em pacientes com condições broncoespasmódicas pré-existentes), insuficiência respiratória, inflamação das pálpebras, queda das pálpebras superiores, visão dupla, sensibilidade da córnea reduzida. Informe ao seu médico, cirurgião -dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há dados específicos disponíveis referentes a esta formulação. Os sintomas mais comuns causados por superdose de um beta-bloqueador são bradicardia sintomática, hipotensão, broncoespasmo e insuficiência cardíaca aguda. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS–1.0068.0884
    Farm.Resp.: Virginia da Silva Giraldi-CRF-SP 15.779
    Importado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Prof. Vicente Rao, 90 São Paulo-SP
    CNPJ: 56.994.502/0001-30
    Indústria brasileira
    Fabricado por: Excelvision AG-Hettlingen-Suíça ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça.
    Venda sob prescrição médica

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  • restasis-indicado-para-aumentar-a-produção-de-lagrimas-em-pacientes-cuja-produção-e-supostamente-suprimidaRestasis®

    0,5 mg de ciclosporina

    Apresentação:

    Emulsão Oftálmica Estéril
    Caixa contendo 30 flaconetes de dose única. Cada flaconete contém 0,4 ml de emulsão oftálmica estéril de ciclosporina (0,5 mg/ml).
    Via de Administração: Tópica Ocular
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ml contém: 0,5 mg de ciclosporina. Veículo: glicerina, óleo de rícino, polissorbato 80, carbômer 1342, água purificada e hidróxido de sódio para ajuste do pH.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Restasis® emulsão oftálmica é indicada para aumentar a produção de lágrimas em pacientes cuja produção é supostamente suprimida devido à inflamação ocular associada à ceratoconjuntivite seca (síndrome do olho seco). O aumento da produção de lágrimas não foi observado em pacientes recebendo medicamentos tópicos oculares anti-inflamatórios ou usando tampões para ocluir o sistema de drenagem lacrimal.

    Como este medicamento funciona?

    Restasis® é uma emulsão que contém ciclosporina. Quando administrada sistematicamente, a ciclosporina é capaz de diminuir ou impedir reações do sistema imune. Em pacientes com produção de lágrimas diminuída devido à inflamação ocular (nos olhos) juntamente com ceratoconjuntivite seca (síndrome crônica do olho seco), acredita-se que a ciclosporina aumente a produção de anticorpos. O mecanismo de ação exato não é conhecido.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Restasis® é contraindicado para pessoas que apresentam alergia conhecida à ciclosporina ou a qualquer um dos demais componentes da fórmula do produto. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam infecção ativa nos olhos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Para não contaminar evite contato do flaconete com qualquer superfície. Não permita que o flaconete entre em contato direto com os olhos. RESTASIS® é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular. RESTASIS® emulsão oftálmica, não foi estudado em pacientes com história de ceratite herpética (infecção da córnea devida ao vírus do herpes). Uso durante a Gravidez e Lactação.

    Gravidez:

    Considerando que não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres durante a gestação, RESTASIS® emulsão oftálmica, deve ser utilizado durante a gravidez apenas se os potenciais benefícios para a mãe justificarem os potenciais riscos para o feto.

    Lactação:

    A ciclosporina administrada por via sistêmica é excretada pelo leite humano, mas não foram realizados estudos sobre a excreção no leite humano após administração tópica ocular. Embora as concentrações sanguíneas não sejam detectáveis após aplicação tópica, recomenda-se cautela ao administrar RESTASIS® emulsão oftálmica a mulheres que estejam amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso em crianças:

    A segurança e eficácia de RESTASIS® emulsão oftálmica não foi estabelecida em pacientes pediátricos.

    Uso em idosos:

    Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia deste medicamento entre pacientes mais jovens e idosos.

    Pacientes que utilizam lentes de contato:

    RESTASIS® não deve ser utilizado durante o uso de lentes de contato. Caso você esteja utilizando lentes de contato, estas devem ser retiradas antes da aplicação de RESTASIS® em um ou ambos os olhos, e recolocadas depois de 15 minutos após a administração do colírio.

    Pacientes que fazem uso de mais de um medicamento oftálmico:

    Se você for utilizar RESTASIS® com outros colírios, aguarde um intervalo de 5 minutos entre a aplicação de cada medicamento. Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Como acontece com qualquer tratamento ocular, se ocorrer visão turva passageira no momento do gotejamento, você deve esperar até que a visão normalize antes de conduzir ou utilizar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    Não foram realizados estudos específicos de RESTASIS® para avaliar a interação com outros medicamentos. Não são esperadas interações medicamentosas com o uso de RESTASIS® e medicamentos sistêmicos, uma vez que, após aplicação oftálmica, não foi observada absorção sistêmica detectável de RESTASIS®. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    RESTASIS® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C). Você deve manter os flaconetes na cama plástica. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, deve ser utilizado imediatamente. RESTASIS® é uma emulsão uniforme branca, opaca ou ligeiramente translúcida. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos. Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize RESTASIS® caso haja sinais de violação e/ou danificações no lacre do frasco. Inverter o flaconete algumas vezes para obter uma emulsão uniforme, opaca e branca antes de usar. Para abrir, girar totalmente a ponteira. Não puxar. Não encoste o flaconete nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer, para evitar a contaminação do flaconete e do colírio. A emulsão contida no flaconete deve ser utilizada imediatamente após sua abertura. A dose usual para tratamento do olho seco é de 1 gota no(s) olho(s) afetado(s) duas vezes ao dia, com intervalo aproximado de 12 horas entre as aplicações. O conteúdo do flaconete deve ser descartado imediatamente depois do uso do produto. Não reutilizar. Não descontinue o tratamento prematuramente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve retornar a utilização deste medicamento assim que se lembrar seguindo normalmente os intervalos de horários entre as aplicações até o final do dia. No dia seguinte, retornar aos horários regulares. A dose não deve ultrapassar duas gotas diárias em cada olho(s) afetado(s). Em caso de dúvidas, procure a orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como acontece com qualquer medicamento, podem ocorrer reações indesejáveis com a aplicação de RESTASIS® emulsão oftálmica. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ardor ocular. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), irritação nos olhos, sensação de corpo estranho nos olhos, hiperemia conjutival (vermelhidão nos olhos), dor nos olhos, pontadas nos olhos, secreção nos olhos, fotofobia (sensibilidade anormal à luz), prurido (coceira) nos olhos, distúrbios visuais (visão turva) e olho seco. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, ceratite ulcerativa (inflamação da córnea), edema (inchaço) na pálpebra, eritema (vermelhidão) da pálpebra, aumento do lacrimejamento, náuseas e erupção cutânea. Outras reações adversas foram reportadas após a comercialização de RESTASIS® e podem potencialmente ocorrer são: inchaço dos olhos, hipersensibilidade, danos superficiais ao olho (por exemplo em casos em que a ponta do flaconete entra em contato com o olho), prurido, urticária. Raros casos incluíram também angioedema grave, inchaço da face, inchaço da língua, edema faringeal e dispneia. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não foram reportados casos de superdosagem. É pouco provável que ocorra superdosagem após administração ocular de RESTASIS®. Devido à baixa concentração sistêmica de ciclosporina após tratamento tópico com RESTASIS®, a probabilidade de ocorrer intoxicação sistêmica por superdosagem tópica em humanos é muito baixa. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0160
    Farm. Resp.: Elizabeth Mesquita
    CRF-SP nº 14.337

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • biamodil-d-indicado-nas-infecções-oculares-causadas-por-microorgamismos-susceptiveis

    Biamotil-d®

    cloridrato de ciprofloxacino
    dexametasona

    Formas farmacêuticas e apresentações:

    Solução Oftálmica: frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril.
    Pomada Oftálmica: tubo contendo 3,5 g de pomada oftálmica estéril.
    Uso Adulto

    Composições:

    Solução Oftálmico
    Cada ml contém: 3,5 mg de cloridrato de ciprofloxacino e 1,0 mg de dexametasona.
    Veículo: edetato dissódico, ácido bórico, povidona, polissorbato 80, cloreto de benzalcônio e água purificada q.s.p.
    Pomada Oftálmico
    Cada g contém: 3,5 mg de cloridrato de ciprofloxacino e 1,0 mg de dexametasona.Veículo: vaselina sólida, óleo mineral,clorbutanol e cera microcristalina.

    Informação ao Paciente:

    • Ação esperada do medicamento: ação bactericida específica e antiinflamatória.
    • Cuidados de armazenamento: o produto deve ser armazenado a temperatura ambiente (entre 15 ? C e 30? C) e ao abrigo da luz. Para manter a esterilidade, evite o contato da ponta do frasco ou do tubo com outras superfícies. Após o uso,mantenha o produto bem fechado.
    • Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Após a abertura do frasco ou do tubo, o produto deve ser utilizado no prazo máximo de 30 dias.
    • Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.Informe ao médico se está amamentando.
    • Cuidados de administração: aplique a dose recomendada no saco conjuntival, evitando tocar a ponta do frasco ou tubo nos tecidos oculares. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    • Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    • Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
    • Contra-indicações e precauções: informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informação Técnica:

    O ciprofloxacino é um antibiótico pertencente ao grupo das quinolonas. Age através do bloqueio da DNA girase, com efeito bactericida contra amplo espectro de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. A dexametasona é um glicocorticóide sintético que inibe a resposta inflamatória induzida por agentes de natureza mecânica, química ou imunológica, aliviando os sintomas de prurido, ardor, vermelhidão e edema.

    Indicações:

    Infecções oculares causadas por microrganismos susceptíveis e quando for necessária a ação antiinflamatória da dexametasona. Blefarites, blefaroconjuntivites e conjuntivites causadas por germes sensíveis, incluíndo Staphylococcus aureus,Staphylococcus epidermidise Estreptococos pneumonia.

    Contra-indicações:

    Hipersensibilidade aos componentes da fórmula, ou a outros derivados quinolônicos. Infecções por herpes simples (ceratite dendrítica), vaccinia, varicela e outras doenças virais da córnea e conjuntiva. Afecções micóticas e tuberculose das estruturas oculares. Glaucoma. Doenças com adelgaçamento da córnea e esclera.

    Precauções e Advertências:

    O uso prolongado do ciprofloxacino pode ocasionalmente favorecer a infecção por microrganismos não sensíveis, inclusive fungos. Recomenda-se examinar periodicamente o paciente pela biomicroscopia com lâmpada de fenda e, quando apropriado, utilizando coloração de fluoresceína. Em tratamentos prolongados é aconselhável o controle freqüente da pressão intra-ocular. O uso do produto deve ser interrompido ao primeiro sinal de rash cutâneo ou qualquer outra reação de hipersensibilidade. O produto somente deverá ser utilizado na gravidez ou no período de amamentação quando, a critério médico, o benefício para a mãe justificar o risco potencial para o feto ou a criança. O uso prolongado de dexametasona pode resultar em opacificação do cristalino (catarata), aumento da pressão intra-ocular em pacientes sensíveis e infecções secundárias.

    EXCLUSIVAMENTE PARA USO TÓPICO OFTÁLMICO. NÃO UTILIZAR PARA INJEÇÃO NO OLHO.

    Em pacientes recebendo terapia sistêmica com quinolonas,foram relatadas reações de hipersensibilidade sérias e ocasionalmente fatais, algumas após a primeira dose. Algum as reações foram acompanhadas de colapso cardiovascular,perda de consciência, parestesia, edema faríngeo ou facial, dispnéia, urticária e prurido. Apenas alguns pacientes possuíam história de reações de hipersensibilidade. Reações anafiláticas sérias requerem tratamento de emergência com epinefrina e outras medidas de ressuscitamento, incluíndo oxigênio, administração intravenosa de fluídos e anti-histamínicos,corticosteróides, aminas pressoras e ventilação, conforme indicação clínica.

    Interações Medicamentosas:

    Não foram realizados estudos específicos com o ciprofloxacino oftálmico. Sabe-se, entretanto que a administração sistêmica de algumas quinolonas pode provocar elevação das concentrações plasmáticas de teofilina, interferir no metabolismo da cafeína, aumentar o efeito do anticoagulante oral warfarina e seus derivados e produzir elevação transitória da creatininasérica em pacientes sob tratamento com ciclosporina.

    Reações Adversas:

    A reação adversa mais comum foi ardência ou desconforto local. Outras reações, ocorrendo em menos que 10% dos pacientes incluíram formação de crostas na margem da pálpebra, sensação de corpo estranho, prurido, hiperemia conjuntival e mau gosto na boca após a instilação. Em menos de 1% dos pacientes, ocorreram manchas na córnea,ceratopatia/ceratite, reações alérgicas, edema de pálpebra,lacrimejamento, fotofobia,infiltrado corneano, náusea e diminuição na acuidade visual.

    Posologia:

    Solução oftálmica:

    Instilar 1 ou 2 gotas a cada quatro horas por um período aproximado de 7 dias. Durante as primeiras 24 a 48 horas, a posologia pode ser aumentada para 1 ou 2 gotas a cada 2 horas, de acordo com o critério médico.

    Pomada oftálmica:

    Aplicar uma pequena quantidade no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes por dia, ou a critério médico. Para maior comodidade, a solução oftálmica poderá ser utilizada durante o dia e a pomada oftálmica à noite, ao deitar-se. No tratamento de blefarites, aplicar 1 cm da pomada no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes ao dia, ou a critério médico,recomendando-se reduzir gradativamente a posologia em tratamentos prolongados.

    Superdosagem:

    Em geral, superdosagens não provocam problemas agudos. Se, acidentalmente, for ingerido, beber bastante líquido para diluir, ou procurar orientação médica.

    Pacientes Idosos:

    Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias.

    Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0063
    Farm. Resp.: Dra. Flávia Regina Pegorer CRF-SP nº 18.150
    Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia
    Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA
    Av. Guarulhos, 3.272 – CEP 07030-000 – Guarulhos – SP
    CNPJ 43.426.626/0009-24
    Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada
    Texto adaptado à portaria 110/97
    71898BR10X – Laetus: 158

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  • procoralan-e-um-medicamento-para-o-coração-usado-no-tratamento-da angina

    Procoralan®

    cloridrato de ivabradina 5,0 e 7,5 mg

    Apresentações Comercializadas:

    Embalagem contendo 14, 28 ou 56 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de 5,0 mg contém:
    cloridrato de ivabradina (DCB 09549)……………………………………………5,39 mg
    correspondente a 5,0 mg de ivabradinaexcipientes q.s.p. …………………………………………………………………………1 comprimido revestido
    Cada comprimido revestido de 7,5mg contém: cloridrato de ivabradina (DCB 09549)……. ………………………………………8,085mg
    correspondente a 7,50 mg de ivabradinaexcipientes q.s.p. ………………………………………………………………………….1 comprimido revestido
    Excipientes: lactose monoidratada, estearato de magnésio, amido, maltodextrina, dióxido de silício, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, glicerol, óxido férrico amarelo e óxido férrico vermelho.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado ?

    PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) é indicado em associação aos beta-bloqueadores. PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) é utilizado quando o tratamento com beta-bloqueadores (como atenolol,propranolol, metoprolol, etc.), não é recomendado.A angina estável é uma doença do coração que se manifesta sempre que o coração não recebe oxigênio em quantidade suficiente. Ela surge geralmente entre os 40 e os 50 anos de idade. A angina estável aparece mais frequentemente quando o coração bate mais rápido, em situações de exercício, emoção, exposição ao frio ou após uma refeição.Nestas situações,as pessoas que sofrem de angina estável sentem uma dor ou um desconforto no peito.

    Como este medicamento funciona?

    PROCORALAN®(cloridrato de ivabradina) age na adaptação da frequência cardíaca. Isto diminui a necessidade de oxigênio do coração,especialmente nas situações que podem produzir uma crise de angina de peito. Desta maneira,PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) ajuda a evitar e a reduzir o número de crises de angina de peito.A ação do PROCORALAN (cloridrato de ivabradina) tem início nos primeiro s dias da admmistração e com eficácia máxima a partir do 3º mês de tratamento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina): se você possui um histórico de hipersensibilidade (alergia) à ivabradina ou a um dos componentes da fórmula; se a sua frequência cardíaca em repouso antes do tratamento for inferior a 60 batimentos por minuto;se você sofre de choque cardiogênico (doença cardíaca que necessita de hospitalização);se você sofre de uma alteração do ritmo cardíaco;se você sofreu um ataque cardíaco;se a sua pressão arterial é muito baixa;se você sofre de uma angina instável (uma forma grave na qual a dor no peito é muito frequente, com ou sem esforço);se você tem uma insuficiência cardíaca grave (quando o coração não funciona corretamente);se você utiliza um marca-passo;se você sofre de uma doença grave do fígado;se você utiliza medicamentos para o tratamento de micoses (como o cetoconazol, o itraconazol), os antibióticos da família dos macrolídeos (como a josamicina, a claritromicina, a telitromicina ou a eritromicina administrada por via oral) ou os medicamentos para tratar uma infecção pelo HIV (como o nelfinavir, o ritonavir) ou a nefazodona (um medicamento contra a depressão);se você está grávida;se você está amamentando.“Este medicamento não dever utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”“Este medicamento é contraindicado para uso em crianças e adolescentes.”“Devido à presença da lactose, este medicamento não deve ser utilizado em casos de galactosemia, síndrome de má absorção de glicose e galactose ou deficiência de lactase (doenças metabólicas raras).”

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e Advertências:

    Você deve entrar em contato com seu médico antes do uso de PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina):se você sofre de uma alteração do ritmo cardíaco,se você apresenta sintomas como cansaço ou falta de ar (isto pode significar que seu coração bate mais lentamente),se você sofre de uma fibrilação atrial crônica (um tipo de batimento cardíaco irregular),se você teve recentemente um acidente vascular cerebral (derrame cerebral),se você sofre de hipotensão leve a moderada,se você sofre de insuficiência cardíaca crônica (quando o coração não funciona corretamente),se você sofre de uma doença crônica da retina,se você sofre de problemas moderados do fígado,se você sofre de problemas renais graves.“Devido a presença da lactose, este medicamento não deve ser utilizado em casos de galactosemia, síndrome de má absorção de glicose e galactose ou deficiência de lactase (doenças metabólicas raras).” “Atenção: Este medicamento contém açúcar (lactose),portanto deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.”

    Pacientes idosos:

    Deve ser considerada uma posologia mais baixa (2,5mg duas vezes ao dia), na administração a pacientes idosos.Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) pode provocar fenômenos visuais luminosos temporários.Se isto lhe acontecer, tenha cuidado quando conduzir veículos ou utilizar máquinas nas ocasiões em que possam ocorrer alterações súbitas na intensidade da luz, especialmente quando dirigir à noite.

    Gravidez:

    Não utilizar PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) se você estiver grávida ou com suspeita de gravidez.Se você engravidar durante o uso de PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) entre em contato com seu médico. “Este medicamento não dever utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”

    Lactação:

    Não utilizar PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) se você estiver amamentando.

    Interações Medicamentosas:

    Para evitar eventuais interações entre vários medicamentos, você deve informar se está fazendo uso de qualquer outro medicamento.
    Informe ao seu médico se você utiliza qualquer um dos medicamentos abaixo, uma vez que pode ser necessário um ajuste da dose do PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) ou a sua monitorização: diltiazem, verapamil (para tratamento da hipertensão arterial ou da angina de peito),fluconazol (um antifúngico, para tratamento de micoses),rifampicina (um antibiótico),barbitúricos (para tratamento da insônia ou epileps
    ia),fenitoína (para tratamento da epilepsia),Hypericum perforatum (cápsulas, gotas, infusões, etc. para tratamento da depressão),medicamentos que prolongam o intervalo QT utilizados para tratamento das alterações do ritmo cardíaco ou outras patologias, tais como: quinidina, disopiramida, ibutilida, sotalol, amiodarona (para tratamento das alterações do ritmo cardíaco),bepridil (para tratamento da angina de peito),
    alguns tipos de medicamentos para tratamento da ansiedade, a esquizofrenia ou outras psicoses (tais como pimozida,ziprasidona, sertindol),
    tratamentos antimaláricos (tais como a mefloquina ou a halofantrina),eritromicina IV (um antibiótico),pentamidina (um antiparasitário),cisaprida (para tratamento do refluxo gastresofágico).

    Alimentos e Bebidas:

    Limitar o consumo de suco de toranja (grapefruit)durante o tratamento com PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina).“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.”“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Onde,Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    PROCORALAN®(cloridrato de ivabradina) deve ser guardado na sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Nestas condições, este medicamento possui prazo de validade de 36 (trinta e seis) meses, a partir da data de fabricação. “Número do lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”“Não use medicamento com o prazo de validade vencido.”“Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.”

    Caracteristicas Fisicas e Organolépticas:

    PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) de 5mg é apresentado sob a forma de comprimidos revestidos de coloração salmão, com formato oblongo, apresentando uma barra de divisão e gravados com « 5 » sobre uma face e sobre a outra.PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) de 7,5mg é apresentado sob a forma de comprimidos revestidos de coloração salmão, com formato triangular e gravados com « 7,5 » sobre uma face e sobre a outra.“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.”“Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Tratamento da doença arterial coronariana: Os comprimidos de PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) devem ser ingeridos com um copo de água, duas vezes ao dia durante as refeições (um comprimido de manhã e um à noite). A posologia habitual é de um comprimido de PROCORAL
    AN® (cloridrato de ivabradina) 5mg duas vezes ao dia. Essa dose poderá ser aumentada, se necessário, para um comprimido de PROCORALAN®
    (cloridrato de ivabradina) 7,5 mg duas vezes ao dia. Em alguns casos, (por exemplo, se você é idoso) a dose poderá ser ajustada para a metade da dose, ou seja , metade de um comprimido de PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) 5mg (correspondente à 2,5mg de ivabradina) pela manhã e metade de um comprimido de 5 mg à noite (sempre durante às refeições).Se você sentir algum desconforto, tais como tontura , fadiga ou hipotensão (pressão baixa), após a administração de Procoralan (cloridrato de ivabradina), informe imediatamente seu médico. Talvez seja necessário um ajuste na dose. O tratamento deve ser iniciado de acordo com a prescrição médica, podendo ser mantido por vários anos.“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.”“Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) no horário receitado pelo seu médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar a dose esquecida. O esquecimento da dose pode, entretanto, comprometer a eficácia do tratamento. O calendário impresso sobre o blister permite que você verifique qual foi o último dia da semana que você tomou um comprimido de PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina). “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêu
    tico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos indesejáveis mais frequentemente relatados com o uso de PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) são:Reação muito comum (ocorre em mais que 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):- Alterações visuais: fenômenos visuais luminosos transitórios, reversíveis e que não causam nenhuma lesão na retina (breves momentos de luminosidade aumentada, geralmente provocados por alterações súbitas na intensidad
    e da luz). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):- Alterações visuais: visão turva.- Alterações cardiovasculares: redução excessiva da frequência cardíaca (número de batimentos do coração por minuto).- Alterações gerais: dores de cabeça e sensação de tontura.Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):- Alterações cardiovasculares: palpitações, batimentos cardíacos mais fortes.- Alterações gastrointestinais: náuseas, constipação, diarréia.– Alterações gerais: vertigens, dispnéia (dificuldade de respirar) e cãimbras musculares.“Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.”“Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).”“ATENÇÃO: Este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Neste caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    O efeito mais provável no caso de superdosagem causada por PROCORALAN® (cloridrato de ivabradina) é a bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos) prolongada. Você poderá sentir falta de ar e cansaço. Nestes casos procure imediatamente ajuda médica.“Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.”
    “Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.”

    DIZERES LEGAIS

    MS N°1.1278.0071
    Farm. Responsável: Patrícia Kasesky de Avellar – CRF-RJ n.º 6350

    “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”

    Fabricado por: Les Laboratoires Servier Industrie.
    45520 Gidy – França.
    Importado e embalado por:Laboratórios Servier do Brasil Ltda.
    Estrada dos Bandeirantes, n.º 4211 – Jacarepaguá – 22775-113
    Rio de Janeiro – RJ – Indústria Brasileira.
    C.N.P.J. 42.374.207 / 0001 – 76
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 – 7033431
    “Esta bula foi aprovada pela ANVISA em (dia/mês/ano)”.
    Fabricado por: Les Laboratoires Servier Industrie.
    45520 Gidy – França.
    Importado e embalado por: Laboratórios Servier do Brasil Ltda.
    Estrada dos Bandeirantes, n.º 4211 – Jacarepaguá -22775-113
    Rio de Janeiro – RJ – Indústria Brasileira.
    C.N.P.J. 42.374.207 / 0001 – 76
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 – 7033431

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  • anadron-indicado-no-tratamento-de-cancer-de-prostata

    Anandron

    nilutamida

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimidos de 50 mg
    Caixa com 50 e 60 comprimidos
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido de 50 mg contém:
    nilutamida…………………………………………………………………………50 mg
    excipientes q.s.p…………………………………………………………………1 comprimido
    (amido de milho, lactose, povidona, docusato sódico, estearato de magnésio e talco).

    Informação ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento: ANANDRON (nilutamida) é um medicamento à base de nilutamida, indicado no tratamento de câncer de próstata. O medicamento é rápido e totalmente absorvido, quando sua administração se faz segundo as orientações médicas. Cuidados de armazenamento: ANANDRON (nilutamida) deve ser conservado ao abrigo da luz, umidade e calor excessivo (temperatura acima de 40ºC).

    Prazo de validade:

    Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Não utilize medicamentos com prazo de validade vencido, pode ser prejudicial à sua saúde.

    Cuidados de administração:

    Siga corretamente a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper ou modificar o tratamento sem conhecimento do seu médico, a fim de evitar a interrupção do bloqueio dos hormônios masculinos e conseqüentemente a piora da patologia básica.

    Reações adversas:

    Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dificuldade de adaptação visual ao escuro, dificuldade em respirar, tosse, dor no tórax, febre, náuseas, vômitos, impotência, diminuição do desejo sexual,ondas de calor, aumento do tamanho das mamas, intolerância ao álcool, bem como quaisquer outros sinais ou sintomas.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Informe seu médico caso você esteja utilizando fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diapezam, teofilina e antagonistas de vitamina K.
    Pode ocorrer intolerância ao álcool durante tratamento com ANANDRON (nilutamida), o que pode resultar em reações como mal-estar e rubor facial.

    Contra-indicações e precauções:

    ANANDRON (nilutamida) é contra-indicado aos pacientes que apresentam hipersensibilidade a nilutamida ou aos demais componentes da fórmula, problemas respiratórios ou hepáticos. Devido as suas indicações, ANANDRON (nilutamida) não deve ser prescrito para o tratamento de mulheres e crianças. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    Informe ao seu médico caso você tenha problemas respiratórios ou hepáticos. Informe também ao seu médico caso você apresente sintomas como: náusea, vômito, dor abdominal, bem como outros sinais ou sintomas. Durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve-se evitar a ingestão de álcool. Condutores de veículos e operadores de máquinas devem ser advertidos sobre o risco de alterações visuais e intolerância ao álcool quando da ingestão de nilutamida.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    Informação Técnica:

    Farmacodinâmica:

    ANANDRON (nilutamida) é um antiandrogênio específico não esteroidal.

    Farmacocinética:

    Administração de dose única:A absorção da nilutamida é rápida e completa. Circula essencialmente na forma inalterada.A sua ligação às proteínas plasmáticas (não saturável) é de 80-84%. No sangue, a nilutamida liga-se 36% aos eritrócitos.Estudos metabólicos em homens mostram que a nilutamida sofre biostransformação quase que total; 5 metabólitos foram identificados na urina, sendo que os quatro mais extensivos são os derivados aminados e hidroximetilados.A meia-vida de eliminação da nilutamida varia de 38-60 horas em indivíduos sadios e pacientes recebendo doses únicas de ANANDRON (nilutamida) de 100 mg a 300 mg. A eliminação de metabólitos é longa (55-126 horas). A nilutamida é eliminada principalmente por via renal na forma de conjugados do ácido glicurônico e de sulfato. A proporção de fármaco inalterado na urina é insignificante.

    Administração de doses múltiplas:

    O estado de equilíbrio é obtido entre 2 a 4 semanas, sem que se observe acúmulo do produto. As concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio são proporcionais às doses administradas e não estão relacionadas aos níveis de creatinina sérica ou ao número de administrações diárias.Após administração de 150 mg e 300 mg/dia de nilutamida foram obtidas concentrações plasmáticas de 3,5 + 0,2 mg/mL e 6,6 + 0,5 mg/mL, respectivamente.

    Indicação:

    Bloqueio da ação estimulante dos androgênios em câncer de próstata com invasão local e/ou metástases em co-prescrição com a castração cirúrgica ou química.

    Contra-Indicações:

    ANANDRON (nilutamida) está contra-indicado aos pacientes que apresentam hipersensibilidade a nilutamida ou aos demais componentes da fórmula. Também é contra-indicado aos pacientes que apresentam insuficiência hepática ou respiratória severas. Devido às suas indicações, ANANDRON (nilutamida) não deve ser prescrito para o tratamento de mulheres ou crianças.

    Precauções e Advertências:

    Em caso de piora da intensidade da dispnéia em pacientes com insuficiência respiratória o tratamento deve ser interrompido, recomendando-se a realização imediata de radiografia torácica. Avaliações das funções respiratória e hepática devem ser realizadas em todos os pacientes antes do início do tratamento. Os mesmos deverão ser orientados para comunicarem imediatamente ao médico quaisquer sintomas respiratórios ou sugestivos de alteração hepática. Em caso de aparecimento de dispnéia durante o tratamento, o mesmo deve ser interrompido, devendo-se realizar radiografia torácica. Em caso de ocorrência de pneumonite intersticial, o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser descontinuado. Em caso de insuficiência respiratória aguda deve-se recorrer imediatamente a uma unidade especializada, a fim de se realizar investigações e tratamento. Pode-se considerar a administração de corticóides em pacientes com problemas severos de troca de gases.
    Em caso de aparecimento de sinais ou sintomas clínicos indicativos de hepatite (náusea, vômito, dor abdominal ou icterícia), os níveis de transaminases (TGP/TGO) devem ser monitorizados. Se os níveis ultrapassarem três vezes o limite superior da normalidade, o tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser descontinuado. Caso ocorram manifestações de intolerância como mal-estar e rubor facial, a ingestão de álcool deve ser evitada durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida). Síndrome da retirada do antiandrogênio: em pacientes sob tratamento com antiandrogênio que se apresentam com doença progressiva, a descontinuação do tratamento com antiandrogênio pode estar associada à resposta de eliminação. Efeito sobre a habilidade de dirigir veículos ou realizar tarefas que requeiram atenção: condutores de veículos e operadores de máquinas devem ser advertidos sobre o risco de alterações visuais e intolerância ao álcool quando da ingestão de nilutamida.

    Gravidez:

    Não relevante neste caso, visto que a indicação de nilutamida é para câncer de próstata.

    Lactação:

    Não relevante neste caso, visto que a indicação de nilutamida é para câncer de próstata.

    Interações Medicamentosas:

    Devido à sua ação sobre certas enzimas microssomais, ANANDRON (nilutamida) pode reduzir o metabolismo hepático de algumas substâncias como: antagonistas da vitamina K, fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diazepam e teofilina. Como resultado, os níveis plasmáticos destes fármacos ou de outros com metabolismo similar podem ser aumentados e, portanto, pode ser necessário realizar ajuste posológico.
    Quando antagonistas de vitamina K são administrados concomitantemente à nilutamida, os testes de coagulação sangüínea devem ser monitorizados (tempo de protrombina, RNI) e a dose de antagonistas da vitamina K deve ser ajustada, se necessário.
    Pode ocorrer intolerância ao álcool durante tratamento com nilutamida (ocorrendo reações do tipo mal-estar e rubor facial).

    Reações Adversas:

    Efeitos Visuais: foram relatadas reações de dificuldade de adaptação ao escuro (em aproximadamente 25% dos pacientes), sendo que raramente foi necessária a interrupção do tratamento. Estes sintomas, geralmente de intensidade moderada, podem diminuir ou desaparecer durante o tratamento, sendo reversíveis quando da interrupção do mesmo. O uso de óculos escuros pode diminuir tais sintomas. Efeitos Respiratórios: Foi relatada pneumonite intersticial com uma incidência de 1-2% nos estudos clínicos, sendo que o início ocorre geralmente nos três primeiros meses de tratamento. Os pacientes apresentam-se tipicamente com dispnéia progressiva e possivelmente tosse, dor torácica e/ou febre. Alterações intersticiais ou alvéolo-intersticiais são demonstradas por Raio-X. Muito raramente a pneumonite pode ser manifestada abruptamente ou progredir para insuficiência respiratória aguda (ver item Precauções). A descontinuação precoce de ANANDRON (nilutamida) com ou sem corticóides resulta tipicamente na regressão dos sintomas. Efeitos Hepáticos: foram relatados aumentos possivelmente transitórios nas transaminases durante o tratamento com ANANDRON (nilutamida). Raramente ocorreram casos de hepatite do tipo mista ou hepatocelular e de hepatite fulminante, em casos isolados (ver item Precauções). Efeitos Hematológicos: muito raramente ocorreram casos de anemia aplástica, embora não esteja estabelecida uma relação com nilutamida. Efeitos Gastrintestinais: foram relatados náuseas e vômitos.
    Efeitos Endócrinos: foram relatados casos de impotência, diminuição da libido, ondas de calor, ginecomastia, sudorese e alopecia, como conseqüência do efeito terapêutico esperado. Intolerância ao álcool: mal-estar e rubor facial.

    Posologia:

    O tratamento com ANANDRON (nilutamida) deve ser iniciado desde a castração, seja ela medicamentosa ou cirúrgica.A dose de ataque é de 300 mg/dia durante 4 semanas. Após este período, adotar a dose de manutenção de 150 mg/dia.A dose de manutenção pode ser adotada precocemente em caso de aparecimento de efeitos indesejáveis, particularmente de natureza digestiva e visual.

    Superdosagem:

    A utilização de doses superiores a 300 mg/dia, pode resultar em efeitos indesejáveis, tais como: alterações digestivas (náusea e vômito) e/ou vertigens, que cessam com a redução da dose ou interrupção do tratamento.

    Pacientes Idosos:

    Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes idosos.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS 1.1300.0212
    Farm Resp.: Antonia A. Oliveira
    CRF-SP: 5.854
    Fabricado por:
    Cardinal Health France 429 S.A.S.
    17, rue de Pontoise
    95520 OSNY – França
    Importado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda
    Rua Conde Domingos Papais, 413
    Suzano -SP
    CEP 08613-010
    C.N.P.J.: 02.685.377/0008-23
    IB250902F
    Atendimento ao Consumidor: 0800-703-0014
    www.sanofi-aventis.com.br
    N.º Lote, Data de Fabricação e Vencimento: vide cartucho

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  • naprix-a-é-indicado-para-o-tratamento-da-hipertensão-arterial

    NAPRIX A

    ramipril + besilato de anlodipino
    2,5 mg + 5 mg; 5 mg + 5 mg e 10 mg + 5 mg
    cápsulas
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Forma Farmacêutica e Apresentações:

    Cápsula contendo 2,5 mg de ramipril e 5 mg de besilato de anlodipino. Embalagens com 30 cápsulas.
    Cápsula contendo 5 mg de ramipril e 5 mg de besilato de anlodipino. Embalagens com 30 cápsulas.
    Cápsula contendo 10 mg de ramipril e 5 mg de besilato de anlodipino. Embalagens com 30 cápsulas.

    Composição:

    Cada cápsula de NAPRIX A (2,5 + 5) mg contém :
    ramipril (na forma de microgrânulos)………………………………………………………………………. 2,5 mg
    besilato de anlodipino (na forma de microgrânulos)…………………………………………………… 6,94 mg
    (equivalente a 5 mg de anlodipino base)
    Excipientes q.s.p…………………………………………………………………………………………………… 1 cápsula
    (estearato de magnésio, carbonato de sódio, metilcelulose, sacarose, crospovidona, metacrilato de dimetilaminoetila, óxido férrico amarelo e gelatina).
    Cada cápsula de NAPRIX A (5 + 5) mg contém :
    ramipril (na forma de microgrânulos)………………………………………………………………………. 5 mg
    besilato de anlodipino (na forma de microgrânulos)…………………………………………………… 6,94 mg
    (equivalente a 5 mg de anlodipino base)
    Excipientes q.s.p…………………………………………………………………………………………………… 1 cápsula
    (estearato de magnésio, carbonato de sódio, metilcelulose, sacarose, crospovidona, metacrilato de dimetilaminoetila, óxido férrico amarelo e gelatina).
    Cada cápsula de NAPRIX A (10 + 5) mg contém:
    ramipril (na forma de microgrânulos)………………………………………………………………………. 10 mg
    besilato de anlodipino (na forma de microgrânulos)…………………………………………………… 6,94 mg
    (equivalente a 5 mg de anlodipino base)
    Excipientes q.s.p…………………………………………………………………………………………………… 1 cápsula
    (estearato de magnésio, carbonato de sódio, metilcelulose, sacarose, crospovidona, metacrilato de dimetilaminoetila, óxido férrico amarelo e gelatina).

    Informações ao Paciente

    Como este medicamento  funciona ?

    NAPRIX A é um medicamento que contém duas substâncias ativas: besilato de anlodipino e ramipril que agem para reduzir a pressão sangüínea. A hipertensão arterial aumenta a carga de trabalho do coração e das artérias. Se ela persistir por muito tempo, o coração e as artérias podem não funcionar adequadamente, levando ao dano na parede dos vasos sangüíneos do cérebro, coração e rins, resultando em derrame cerebral, ataque cardíaco ou insuficiência renal.A hipertensão arterial pode aumentar o risco de enfartes. O risco de ocorrência desses problemas torna-se menor quando a pressão sangüínea é controlada.O ramipril bloqueia uma enzima do organismo que é a responsável pela contração dos vasos sangüíneos, o que resulta no seu relaxamento e desta maneira a pressão sangüínea diminui e aumenta o suprimento de sangue e oxigênio para o coração. O ramipril também é usado em pacientes que tiveram um ataque cardíaco, pois o músculo do coração pode estar danificado e fraco, o que dificulta o bombeamento de sangue pelo coração. O ramipril é indicado também para reduzir a chance de ataque cardíaco, derrame cerebral ou morte em pessoas com mais de 55 anos de idade, ou naqueles que têm doenças cardíacas sérias.O anlodipino é um bloqueador de canal de cálcio utilizado para tratar a angina (dor no peito) e a pressão alta (hipertensão). O anlodipino age no movimento de cálcio dentro das células cardíacas e dos vasos sangüíneos, relaxando a musculatura e aumentando o suprimento de sangue e oxigênio ao coração enquanto reduz a carga cardíaca. Age, desse modo, em adição aos efeitos do ramipril.

    Por que este medicamento foi indicado ?

    NAPRIX A é indicado para o tratamento de hipertensão arterial (aumento da pressão arterial).

    Quando não devo usar este medicamento ?

    Contra-indicações:

    Este medicamento é contra-indicado para pacientes com reações alérgicas ao ramipril, ao anlodipino, ou a qualquer componente da formulação, ou em caso de hipersensibilidade a inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA) e a outros diidropiridínicos.
    Não deve ser administrado nas seguintes condições: História de edema (inchaço) de face, lábios, língua, glote e/ou laringe;
    Gravidez e amamentação; Doença renal severa ou diminuição importante da função renal e em pacientes sob diálise.

    Advertências:

    A presença de outros problemas médicos pode afetar o uso deste medicamento. Avise seu médico caso você apresente algumas das condições abaixo:
    Desidratação, diarréia ou problema cardíaco;
    Hiponatremia (baixo nível de sódio no sangue);
    Doença renal;
    Doença hepática;
    Insuficiência cardíaca congestiva;
    Pressão sangüínea muito baixa.

    Precauções:

    Seu médico deve saber se você tem hipertensão arterial grave, utiliza algum outro medicamento para controle da pressão, ou sofre de alguma doença do coração;Avise seu médico se sentir dor abdominal intensa, acompanhada ou não de náusea ou vômito;Avise seu médico se você tem lúpus, doença no fígado ou nos rins;Avise seu médico antes de se submeter a qualquer tipo de cirurgia, antes de tratar alergias, ou se você faz diálise;Este medicamento pode causar tontura devido à redução da pressão sangüínea; evite dirigir, operar máquinas ou qualquer tipo de tarefa perigosa ou que exija atenção, caso você não esteja se sentindo alerta;Avise imediatamente seu médico em caso de suspeita de infecção, ou caso apresente febre ou dor de garganta;Avise seu médico ou dentista que você utiliza ramipril. Pode ser que você tenha que parar de tomar ramipril por alguns dias antes de alguma cirurgia ou exame médico; Você deve avisar seu médico caso apresente desidratação, transpiração excessiva, diarréias ou vômitos, pois poderá perder grande quantidade de líquido e sofrer queda acentuada da pressão sangüínea, o que pode levar a tontura ou desmaios.O tratamento com este medicamento necessita de supervisão médica regular; seu médico pode precisar avaliar várias funções como:
    Medida regular da pressão sangüínea, principalmente no início do tratamento, após o aumento da dose ou quando da introdução ou aumento da dose de outros antihipertensivos; Avaliação da função renal, especialmente nas primeiras semanas de tratamento e, principalmente, em pacientes com doenças ou alterações renais ou em transplantados;Avaliação regular dos níveis de sódio, cálcio, potássio, ácido úrico, e açúcar no sangue;
    Avaliações dos níveis de potássio, nos pacientes com doença renal ou que utilizam medicamentos poupadores de potássio;
    Avaliação dos níveis de sódio em pacientes que utilizam diuréticos;Exame de sangue inicial para controle dos glóbulos brancos;
    Exame de sangue em caso de suspeita de infecção ou sinais de imunodeficiência (febre, amidalite, aumento de gânglios), ou sinais de lesões na pele e mucosas ou sangramento de gengiva;Em caso de inchaço no rosto ou língua, dificuldade para engolir ou respirar, o médico deve ser imediatamente avisado e o paciente deve suspender a próxima dose de NAPRIX A.
    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    Interações com outros medicamentos, alimentos e testes laboratoriais A ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento pode reduzir o nível de atenção prejudicando tarefas como operar máquinas e dirigir veículos.

    Grupos de Riscos

    Gravidez e lactação:

    Os inibidores da ECA não devem ser usados durante o segundo e o terceiro trimestres da gravidez, pois podem prejudicar o feto. Se ocorrer gravidez na vigência do tratamento, NAPRIX A deve ser descontinuado e o médico deve ser informado. O ramipril aparece no leite materno em quantidades mínimas; não se sabe se o besilato de anlodipino é excretado no leite materno e por esta razão recomenda-se não amamentar durante o tratamento com NAPRIX A. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Uso pediátrico:

    Não existem estudos que comprovem a segurança e a eficácia do uso de NAPRIX A em crianças.

    Pacientes Idosos:

    Como os pacientes idosos freqüentemente apresentam problemas renais e devido à alta probabilidade de ocorrência de efeitos adversos, pode ser necessário ajuste de dosagem. Este medicamento é contra-indicado para uso em crianças. Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.

    Como devo usar este medicamento ?

    NAPRIX A deve ser administrado conforme as orientações do seu médico.
    As cápsulas de NAPRIX A devem ser ingeridas com uma quantidade suficiente de líquido, inteiras e sem mastigar.
    Para controle da hipertensão:
    Como complemento ao tratamento com NAPRIX A, pode ser necessário o controle de seu peso corpóreo e cuidados com a alimentação, especialmente com os alimentos com alto teor de sódio (sal). Seu médico deve orientá-lo sobre as possíveis alterações na sua dieta.
    Muitos pacientes que têm pressão alta não apresentam nenhum sinal de problema. Muitos, de fato, não apresentam sintomas. É muito importante que você tome sua medicação exatamente conforme orientação do seu médico, mesmo que você se sinta bem.
    Lembre-se que este medicamento não cura a pressão alta, mas apenas irá auxiliar no seu controle. Pode ser que você tenha que tomar medicação para controle da pressão alta pelo resto da sua vida. Se a pressão alta não for tratada pode causar sérios problemas como infarto do miocárdio, doenças vasculares, derrame cerebral ou doença renal.

    Esquecimento da dose:

    Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar; mas, se estiver perto do horário da próxima dose, espere e despreze a dose esquecida. Não tome duas doses ao mesmo tempo. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser prejudicial para a sua saúde. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
    Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

    Quais os males que este medicamento pode causar ?

    Avise seu médico na ocorrência dos seguintes efeitos:
    Inchaço do tornozelo ou pés, visão embaçada, confusão, cansaço ou fraqueza incomum (mais comuns);
    Tontura ou vertigem, dor nas pernas ou nas costas, dor nas costas ou desconforto, resfriado, batimentos cardíacos irregulares ou rápidos, náuseas (menos comuns);
    Dor no peito, urina escura, vertigem ao se levantar rapidamente, olhos ou pele amarelos (raros).
    Diversos efeitos podem ocorrer e não necessitam de atenção médica. Estes efeitos tendem a diminuir ou desaparecer no decorrer do tratamento à medida que seu organismo se adapta à medicação. Avise seu médico quando da ocorrência das reações:
    Dor abdominal, dor de cabeça, vermelhidão, insônia ou sonolência, tosse (mais comuns);
    Náusea, diarréia, fraqueza ou cansaço não usual (menos comuns).

    O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento ?

    No caso da utilização acidental de uma quantidade excessiva do medicamento, avise o médico imediatamente e procure um pronto-socorro, levando a bula deste medicamento.

    Onde e como devo guardar este medicamento ?

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido da luz e umidade. O prazo de validade do medicamento é de 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem externa (cartucho).

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

    Informações técnicas aos profissionais de saúde

    Caracteristicas farmacológicas:

    NAPRIX A é uma combinação do inibidor da enzima de conversão da angiotensina de ação prolongada ramipril e do antagonista dos canais de cálcio de ação prolongada anlodipino.O ramipril é um pró-fármaco e seu metabólito ativo é o ramiprilato. Sua ação se dá pela inibição da enzima conversora da angiotensina (ECA) que bloqueia a formação da angiotensina II, agente vasoconstritor, prevenindo a degradação da bradicinina, substância vasodilatadora. O ramiprilato inibe também a produção de aldosterona.O ramipril é denominado quimicamente como (2S, 3aS, 6aS) -1- carboxila-3 fenilpropilalanil octahidrociclopenta [b] pirrol-2- ácido carboxílico, 1 etil-éster; sua fórmula empírica é C23H32N2O5 e seu peso molecular de 416,5. A fórmula estrutural do ramipril é: RamiprilO besilato de anlodipino é um antagonista dos canais de cálcio pertencente à subclasse dos diidropiridínicos. Seu nome químico é 3-etil-5-metil (2aminoetoximetil)- 4-(2-clorofenil)-1,4- diidro-6-metil-3,5-piridinedicarboxilato benzenesulfonato. Sua fórmula empírica é C20H25ClN2O5. C6H6O3S e seu peso molecular 567,1. A fórmula estrutural do besilato de anlodipino é:Besilato de anlodipino.

    Farmacodinâmica:

    O ramipril é um potente inibidor da enzima conversora da angiotensina (ECA), de longa duração. O mecanismo da ação anti-hipertensiva parece estar relacionado à inibição competitiva da enzima de conversão da angiotensina I (ECA), o que causa uma redução na taxa de conversão de angiotensina I para angiotensina II, que é um potente vasoconstritor. A diminuição da concentração de angiotensina II resulta em aumento secundário da atividade da renina plasmática, face à eliminação da retro-alimentação negativa da liberação de renina e na redução direta da secreção de aldosterona. O anlodipino é uma diidropiridina antagonista do cálcio que inibe o influxo de íons cálcio através da membrana das células do músculo liso dos vasos e do músculo cardíaco. Esta inibição é seletiva e tem maior efeito na parede dos vasos e menor efeito no coração. A concentração sérica de cálcio não é afetada pelo anlodipino. O anlodipino é um vasodilatador arterial periférico que age diretamente no músculo liso vascular e causa redução na resistência vascular periférica e redução na pressão sangüínea.
    Após administração de doses isoladas ou múltiplas de ramipril, a inibição da atividade da ECA é da ordem de até 80%, mantendo-se por 24 horas. Nos pacientes hipertensos ocorre redução da pressão arterial, tanto na posição supina como em pé, sem aumento da freqüência cardíaca. No geral, não ocorre alteração da função renal. O efeito máximo é observado após 3-4 semanas de uso contínuo. A suspensão abrupta do medicamento não produziu efeito rebote ou elevação significativa dos níveis de pressão arterial.
    Após administração de anlodipino em pacientes com função ventricular preservada pode ocorrer aumento discreto do índice cardíaco, sem influência significativa do dP/dT ou da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo. Não foi observada evidência de efeito inotrópico negativo do fármaco nos corações humanos, mesmo quando co-administrado com betabloqueadores. O anlodipino não alterou a função do nó sinusal ou a condução atrioventricular (AV). O anlodipino diminui a resistência vascular renal e aumenta a filtração glomerular.
    A terapêutica anti-hipertensiva combinada de ramipril com anlodipino é efetiva em pacientes de todas as etnias. O efeito antihipertensivo é aditivo em comparação ao uso isolado dos fármacos componentes.

    Farmacocinética:

    A média de absorção do ramipril e do anlodipino de NAPRIX A não apresenta diferença significativa em comparação com a absorção individual de cada componente e não parece sofrer influência da presença de alimentos no trato gastrintestinal.
    Após administração oral de NAPRIX A, o pico plasmático do ramipril é alcançado em 0,7 a 2 horas; e o ramiprilato, em 2 a 4 horas. Em pacientes com insuficiência cardíaca, em 1,4 h e 2,5 h, para o ramipril e ramiprilato. Os níveis plasmáticos de ramipril e ramiprilato (respectivamente, 62 ng/mL e 41 ng/mL) se correlacionam com sua atividade inibitória da ECA. A biodisponibilidade do ramipril após administração por via oral é de 60%. Sua ligação às proteínas plasmáticas é de 73%. A concentração sérica do ramiprilato varia de 0,001 a 10 microgramas/mL. O ramipril sofre extensa metabolização hepática. O ramiprilato exerce efeito inibidor da ECA seis vezes maior que o ramipril. A meia-vida de eliminação do ramipril varia de 13 a 17 horas para doses entre 5 e 10 mg. Em pacientes com insuficiência renal, pode chegar a 40 horas. Em idosos, 23,5 horas. A meia-vida final pode ultrapassar 50 horas, o que provavelmente pode ser devido à cinética de ligação/dissociação do ramiprilato/complexo ECA. Isso, no entanto, não contribui para o acúmulo do fármaco no organismo. Apenas 0,25% da dose administrada parecem ser eliminadas no leite materno. Entre 40% e 60% do fármaco é eliminado por via renal. O clearance de diálise do ramipril foi de 20 a 30 mL/minuto. Menos de 2% do medicamento foi recuperado na urina na forma de ramipril. Cerca de 40% do fármaco é eliminado nas fezes.
    Besilato de anlodipino Após administração oral de doses terapêuticas, o pico plasmático do anlodipino ocorre em 6 a 12 horas e sua biodisponibilidade é de 64% a 90%. Cerca de 90% da dose de anlodipino é convertida a metabólitos inativos no fígado. O volume aparente de distribuição do anlodipino é cerca de 21 L/kg. A ASC do anlodipino varia entre 123 e 238 ng/mL/h. O volume de distribuição é de 21 L/kg. Sua taxa de ligação às proteínas plasmáticas é de 93% a 98%. A meia-vida terminal do fármaco varia de 30 a 50 horas. Níveis estáveis de anlodipino no plasma são alcançados após 7 a 8 dias de uso contínuo. O anlodipino sofre extensa metabolização hepática. Cerca de 10% do fármaco e 60% de seus metabólitos são eliminados via renal. Cerca de 20% a 25% do fármaco é eliminado nas fezes. A farmacocinética do anlodipino não parece sofrer influência da função renal. Pacientes idosos ou com insuficiência hepática apresentam redução do clearance do fármaco, o que resulta em aumento de 35% a 70% nos níveis plasmáticos de pico, aumento de 40% a 60% da área sob a curva e aumento da meia-vida de eliminação do fármaco; pode ser necessário iniciar o tratamento com doses mais baixas de anlodipino.

    Resultado de Eficácia:

    Dentro de suas classes, o anlodipino e o ramipril apresentam inúmeras vantagens, como eficácia comprovada e meia-vida longa que permite uma tomada diária e perfil melhor de risco de efeitos adversos. O ramipril apresenta benefícios comprovados por grandes estudos clínicos no tratamento da HAS, insuficiência cardíaca, disfunção ventricular pós-infarto, nefropatia diabética (ou não) com proteinúria e em indivíduos de alto risco cardiovascular.
    O anlodipino demonstra ação anti-hipertensiva, antisquêmica, antianginosa e promove regressão da HVE. Destaca-se em sua classe pela potência e baixo risco de efeitos adversos. Sua segurança está demonstrada em pacientes com insuficiência cardíaca, coronariopatas e na insuficiência renal. A terapia combinada ramipril + anlodipino apresenta benefícios indiscutíveis. No NAPRIX A estas duas classes de anti-hipertensivos estão representadas por substâncias que figuram com destaque em suas classes. O ramipril e o anlodipino são fármacos com meias-vidas plasmáticas semelhantes, mantendo seus efeitos por 24 horas. Ambos podem ser ingeridos junto com alimentos, facilitando ainda mais a posologia. Não apresentam efeito rebote, em caso de interrupção do tratamento. NAPRIX A, portanto, é eficaz em tomada única diária. Ambos os fármacos também se destacam pela baixa freqüência de efeitos adversos, que é ainda menor com o uso combinado.
    Estudo HEART (The Healing and Early Afterload Reducing Terapy Trial): o ramipril utilizado na fase aguda do infarto agudo do miocárdio (IAM) melhorou a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, minimizando a disfunção após 9 meses de seguimento.
    Estudo AIRE (Acute Infartation Ramipril Efficacy Study): o uso do ramipril em pacientes com IAM e disfunção ventricular sintomática reduziu a mortalidade geral em 27% após 15 meses de seguimento.
    Estudo AIREX (Acute Infartation Ramipril Efficacy Extension Study): a análise do subgrupo com 28% dos pacientes do estudo AIRE que eram hipertensos antes do IAM, demonstrou redução ainda maior da mortalidade geral após 3 anos (36%).
    Estudo APRES (The Angiotensin Converting Enzyme Post-Revascularization Study): pacientes revascularizados com fração de ejeção entre 0,30 e 0,50 que receberam ramipril por 3 anos obtiveram redução de 58% no risco de morte cardíaca, IAM e ICC.
    Estudo HOPE (Heart Outcomes Prevention Evaluation Study): pacientes com 55 anos ou mais com doença cardiovascular estabelecida ou portadores de diabetes com outro fator de risco (HAS, dislipidemia, tabagismo ou microalbuminúria) que receberam ramipril tiveram redução de 22% no risco de morte cardiovascular IAM e AVC após 5 anos de seguimento. O ramipril reduziu ainda em 15% o risco de revascularização, em 13% o risco de ICC, em 16% as complicações do DM e em 31% o surgimento de novos casos de DM.
    Estudo MICRO-HOPE (Sub-estudo do Heart Outcomes Prevention Evaluation Study): a análise de subgrupo de portadores de diabetes do estudo acima confirmou os benefícios cardiovasculares nestes pacientes, além de redução do risco de nefropatia em 24% com o uso de ramipril.
    Estudo REIN (Ramipril Efficacy in Nephropaty): pacientes com nefropatia não-diabética com proteinúria > 1g/24h que utilizaram ramipril por 3 anos obtiveram redução na proteinúria e na velocidade de perda de filtração glomerular, com risco 56% menor de insuficiência renal terminal.
    Estudo CARE (Clinical Altace Real – World Efficacy): 86% dos pacientes com hipertensão leve e moderada, tratados com ramipril por 6 semanas, obtiveram controle pressório adequado. Estudo HYCAR (Hipertrophic Cardiaque et Ramipril): o ramipril reduziu a massa ventricular esquerda de pacientes hipertensos tratados por 3 meses.

    Indicações:

    é indicado para o tratamento da hipertensão.

    Contra-Indicações:

    Pacientes que apresentem hipersensibilidade ao ramipril ou ao anlodipino;
    Pacientes com hipersensibilidade aos inibidores da ECA;
    Pacientes com hipersensibilidade aos diidropiridínicos;
    Pacientes com antecedente de angioedema induzido por inibidores da ECA;
    Pessoas de etnia negra têm maiores risco de desenvolver essa complicação;
    Pacientes com angioedema hereditário ou idiopático;
    Gravidez e amamentação;
    Pacientes com estenose hemodinamicamente significativa de artéria renal (uni ou bilateral);
    Pacientes com insuficiência renal grave;
    Pacientes com hipotensão arterial significativa ou hemodinamicamente instável;
    Diálise com membranas de alto fluxo ou aférese com sulfato de dextrano e lipoproteínas de baixa densidade.

    Posologia:

    O anlodipino e o ramipril são efetivos no tratamento da hipertensão em doses diárias de 2,5 a 10 mg. A terapia combinada utilizando doses de 2,5 a 10 mg de anlodipino tem o efeito proporcional à elevação da dose em todos os grupos de pacientes e o ramipril tem seu efeito proporcional às doses nos grupos de pacientes não negros. A dosagem deve ser conduzida mediante a resposta clínica.
    Pacientes idosos ou com insuficiência hepática devem ser monitorados cautelosamente e a dose inicial deve ser a mais baixa.

    Advertências:

    Angioedema de face, extremidades, lábios, língua, glote e laringe foram relatadas em pacientes usuários de inibidores da ECA. No entanto, a ocorrência de angioedema induzido pelo ramipril foi inferior a 0,2% em relatos norte-americanos. Angioedema associado à edema de laringe pode ser fatal. Se ocorrer estridor de laringe ou edema de face, língua ou glote, suspender imediatamente o uso de todo e qualquer inibidor da ECA;
    Reação anafilactóide, embora rara, pode ocorrer pelo uso de inibidores da ECA;
    Em raros casos pode ocorrer infarto do miocárdio em pacientes que iniciam ou incrementam a dose de antagonistas dos canais de cálcio;
    Hipotensão arterial pode ocorrer pelo uso de NAPRIX A, especialmente em pacientes desidratados, com dieta hipossódica, em programa de diálise ou com baixo nível sangüíneo de sódio;Pacientes em uso atual de diuréticos, antes de iniciar o tratamento com algum inibidor da ECA devem suspender o diurético 24 a 48 horas antes do início da terapia com o inibidor da ECA e somente deve voltar a utilizar o diurético 24 a 48 horas após o início do inibidor da ECA. Na impossibilidade de suspensão do diurético, iniciar o tratamento com dose bem baixa, na hora de deitar, e aumentar a dose lentamente;Pacientes submetidos à cirurgia/anestesia podem sofrer hipotensão excessiva, corrigível pela reposição de líquido;
    Hipotensão arterial induzida pelo anlodipino é mais rara;

    Insuficiência cardíaca:

    Pacientes com insuficiência cardíaca devem ser cuidadosamente monitorados por causa do risco de hipotensão arterial e indução ou agravamento de insuficiência renal. O aumento de dose também deve ser cuidadosamente monitorado. Na ocorrência de hipotensão arterial, manter o paciente na posição supina e administrar infusão venosa de soro fisiológico, se necessário. O tratamento com NAPRIX A pode ser continuado normalmente após o controle da crise de hipotensão arterial;Diidropiridínicos devem ser utilizados com cuidado em pacientes com insuficiência cardíaca;
    Indução ou agravamento de angina do peito: pode ocorrer durante a introdução ou aumento da dose do anlodipino (ocorrência rara);
    Estenose aórtica: pacientes com estenose aórtica severa podem sofrer hipotensão arterial grave induzida pelo uso de vasodilatadores como o anlodipino;Neutropenia e agranulocitose: em raros casos o uso de inibidores da ECA pode levar à ocorrência de agranulocitose ou à depleção da medula óssea. Pacientes com insuficiência renal, no entanto, especialmente na presença de doença vascular colágeno-induzido como lúpus eritematoso sistêmico e esclerodermia têm o risco aumentado significativamente;Morbi-mortalidade fetal/neonatal: inibidores da ECA podem causar graves complicações ou morte fetal, quando administrados em mulheres grávidas. Na suspeita ou confirmação de gravidez, o tratamento deve ser suspenso;Insuficiência hepática: em raros casos, o uso de inibidores da ECA foi associado à síndrome de mecanismo desconhecido, que começa com icterícia colestática e pode levar à necrose hepática fulminante. Na ocorrência de icterícia ou elevação das enzimas hepáticas, o tratamento precisa ser suspenso e deve-se proceder a avaliação clínica específica;Hipercalemia: pode ocorrer elevação dos níveis séricos de potássio, especialmente em portadores de diabetes, quando se utiliza suplementação de potássio ou diuréticos poupadores de potássio, e na insuficiência renal;Agravamento de função renal: pode ocorrer, especialmente, nos portadores de formas mais graves de insuficiência renal preexistente ou em pacientes com estenose de artéria renal;Tosse: pode ocorrer pela utilização de inibidores da ECA, devido à inibição da degradação da bradicinina endógena; normalmente desaparece pela descontinuação do uso desses agentes farmacológicos.

    Precauções:

    Pacientes em tratamento com inibidores da ECA podem estar sujeitos a várias reações adversas, algumas sérias. Estas reações usualmente ocorrem após a primeira dose ou após poucas doses do medicamento, mas, algumas vezes ocorrem somente após período mais prolongado de tratamento.Poderão ocorrer também reações anafilactóides em pacientes que estejam em tratamento de dessensibilização com Venoma hymenoptera.Também existem relatos de reações anafilactóides em pacientes que utilizam diálise com membranas de alto fluxo e recebem concomitantemente inibidores da ECA.Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva os inibidores da ECA devem ser administrados com cautela e o paciente deve ser monitorado nos primeiros dias do tratamento.Cada cápsula de Naprix A (2,5 +5)mg contém 0,10g de sacarose. Cada cápsula de Naprix A (5 +5)mg contém 0,13g de sacarose. Cada cápsula de Naprix A (10 +5)mg contém 0,19g de sacarose. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.Carcinogênese, mutagenicidade, comprometimento da fertilidade ,Nenhuma evidência de toxicidade fetal foi observada em ratos e coelhos após a utilização de doses de anlodipino 8 a 23 vezes superiores às máximas recomendadas em humanos, durante o período de organogênese. Observou-se, em ratos, prolongamento do tempo de gestação e trabalho de parto. Estudos de toxicidade reprodutiva foram realizados em ratos, coelhos e macacos e não evidenciaram teratogenicidade reprodutiva do ramipril, tanto em fêmeas quanto em machos. O ramipril não apresenta efeito imunotóxico. O ramipril não apresenta propriedades mutagênicas ou genotóxicas.

    Gravidez e Lactação:

    Ramipril – Categoria de risco na gravidez: D
    Besilato de anlodipino – Categoria de risco na gravidez: C
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Os inibidores da ECA podem causar dano fetal ou neonatal se forem utilizados durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez. Anemia, hipotensão, hipoplasia de crânio, anúria, insuficiência renal e morte podem ocorrer no recém-nascido. Oligohidrâmnio pode provocar contraturas musculares, deformidade craniofacial e hipoplasia pulmonar no feto. Essas alterações não foram observadas durante o primeiro trimestre de gravidez. Todavia, em caso de gravidez ou amamentação deve-se evitar ou suspender a utilização de inibidores da ECA. Não existem estudos que comprovem a segurança da utilização de anlodipino na gravidez.

    USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO.

    Uso pediátrico:

    O perfil de segurança do ramipril não está estabelecido para crianças.

    Pacientes Idosos:

    Com pequena compleição física ou fragilizados, devem iniciar o tratamento com doses baixas de anlodipino (2,5 mg) quando da associação desse agente farmacológico com inibidores da ECA.Insuficiência renal: a combinação de inibidores da ECA e diidropiridínicos deve ser evitada ou indicada com cautela em pacientes que apresentem insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 mL/min/1,73 m2).

    Interações Medicamentosas:

    Diuréticos: pacientes em uso de diuréticos podem experimentar hipotensão arterial e até choque, se a eles forem adicionados inibidores da ECA (vide “Advertências”). Esse efeito, no entanto, pode ser considerado transitório e tende a ocorrer mais comumente em pacientes hipovolêmicos ou hiponatrêmicos. A combinação com inibidores da ECA tende a minimizar os efeitos metabólicos adversos dos diuréticos sobre a homeostase do potássio e do magnésio. Suplementação de potássio e diuréticos poupadores de potássio: a associação de inibidores da ECA com suplementação de potássio ou diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triantereno, etc.) pode aumentar o risco de hipercalemia.
    Diuréticos de alça e tiazídicos: os inibidores da ECA minimizam a hipopotassemia induzida por esses diuréticos e podem dispensar a utilização de suplementação de potássio ou de diuréticos poupadores de potássio, quando forem utilizados em concomitância com esses agentes.
    Lítio: pacientes que utilizam inibidores da ECA associados ao lítio podem ter os níveis séricos desse elemento químico aumentados no sangue. É recomendada monitorização dos níveis sangüíneos do lítio.Betabloqueadores: a combinação de betabloqueadores e anlodipino é muito útil no tratamento da hipertensão arterial e angina do peito; pode, no entanto, induzir hipotensão arterial significativa e induzir ou agravar insuficiência cardíaca, especialmente em pacientes com disfunção sistólica do ventrículo esquerdo. Diidropiridínico: podem aumentar a concentração sérica dos betabloqueadores, levando à hipotensão grave durante indução anestésica com fentanila. Antiinflamatórios não-hormonais: esses agentes farmacológicos podem reduzir a eficácia anti-hipertensiva e natriurética dos inibidores da ECA, e induzir bradicardia significativa secundária a hipercalemia. Anticoagulantes orais: alguns antagonistas de cálcio foram associados ao risco de hemorragia digestiva alta. É recomendada cautela quando desta associação. Inibidores da ECA podem ser administrados em associação com anticoagulantes orais, tiazídicos, betabloqueadores, antagonistas de cálcio, cimetidina, diuréticos de alça, digoxina, hidralazina e naproxeno, sem risco aparente de interações adversas significativas.
    O anlodipino foi administrado em estudos clínicos randomizados associado à tiazídicos, inibidores da ECA, nitratos de liberação programada, nitroglicerina sublingual, digoxina, antiinflamatórios não-hormonais, antibióticos e hipoglicemiantes orais, com bom perfil de segurança. Dados obtidos in vitro indicam que o anlodipino não altera a ligação às proteínas plasmáticas de fármacos como digoxina, fenitoína, varfarina e indometacina.

    Reações Adversas:

    As reações adversas mais comumente relatadas foram tosse e edema.
    Efeitos cardiovasculares: edema periférico, vermelhidão ou rubor, taquicardia reflexa ou palpitações, angina.
    Efeitos dermatológicos: rubor, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, descoloração da pele, urticária, pele seca, alopecia, dermatite, fototoxicidade, psoríase, exacerbação da acne, hiperpigmentação.
    Efeitos endócrino-metabólicos: ginecomastia, hipercalemia, hiperuricemia, hipoglicemia, hiponatremia.
    Efeitos gastrintestinais: dor abdominal, hiperplasia gengival induzida, náusea, alteração do paladar, anorexia, constipação, dispepsia, disfagia, diarréia, flatulência, vômito, gastrite, pancreatite, aumento do apetite, angioedema intestinal (raro).
    Efeitos hematológicos: agranulocitose, trombocitopenia, leucopenia, púrpura.
    Efeitos hepáticos: elevações transitórias da alaninatransferase, aspartatoaminotransferase, fosfatase alcalina e bilirrubina sérica, icterícia colestática, icterícia, anorexia, colestase, insuficiência hepática aguda (raro).
    Efeitos músculos-esqueléticos: dor muscular, artralgia, artrose, mialgia.
    Efeitos neurológicos: dor de cabeça, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, tremores, reações extrapiramidais com sintomas parkinsonianos, isquemia cerebrovascular, parestesia, astenia, vertigem, insônia, nervosismo, apatia, amnésia, agitação.
    Efeitos oftálmicos: visão anormal, dor nos olhos, conjuntivite, diplopia, olhos secos, alterações de acomodação.
    Efeitos otálgicos: ototoxicidade, tinitus (zumbidos).
    Efeitos renais: nefrite intersticial, poliúria, noctúria, enurese, ginecomastia unilateral.
    Efeitos reprodutivos: disfunção sexual.
    Efeitos respiratórios: dispnéia, tosse, edema pulmonar, epistaxe, edema de laringe.

    Superdose:

    Poucos casos de superdosagem com anlodipino foram relatados em humanos. Não foram relatados casos de superdosagem com a combinação de anlodipino e ramipril. O efeito mais esperado da superdosagem dessa combinação de fármacos é a vasodilatação excessiva, com hipotensão, taquicardia e ativação do sistema adrenérgico. A colocação do paciente em posição de Trendelenburg e a infusão de cristalóides podem ser suficientes para o controle da situação, mas, podem ser necessários agentes pressores como norepinefrina ou dopamina em altas doses. A terapia de reposição do fluido poderá ser suficiente, mas poderão ser necessários agentes pressores. O anlodipino não é dializável.
    Há relatos de que a superdosagem com outros diidropiridínicos foi tratada com cloreto de cálcio e glucagon, mas, sem determinação da relação dose-resposta.Com o retorno abrupto do tônus vascular, houve relato de casos de edema pulmonar, e o paciente deve ser monitorado quanto a esse risco.

    Armazenagem:

    Este medicamento deve ser conservado a temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido da luz e umidade. O prazo de validade do medicamento é de 24 meses após a data de fabricação impressa no cartucho.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Data de fabricação, – lote e validade: vide cartucho.
    MS nº 1.0033.0096.
    Farmacêutica Responsável: Cíntia Delphino de Andrade – CRF – SP nº 25.125
    LIBBS FARMACÊUTICA LTDA
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  • FLANAX® 275 mg
    naproxeno sódico

    Identificação do Medicamento :

    Nome comercial:

    Flanax®

    Denominação genérica:

    Naproxeno sódico

    Forma farmacêutica, via de administração e apresentações

    Uso Oral :

    Cartucho contendo 4, 8, 10, 15 ou 20 comprimidos revestidos.
    Caixa contendo 60, 80 ou 100 comprimidos revestidos.
    Display contendo 60, 80 ou 100 comprimidos revestidos.

    Uso Adulto :

    Composição:
    Cada comprimido de 275 mg contém:
    naproxeno sódico ……………………………….. 275 mg
    Excipientes: celulose microcristalina, povidona, estearato de magnésio, opadry Y-S-1-4215, talco e água purificada.

    Informações ao Paciente :

    Como este medicamento funciona ?

    O naproxeno sódico, substância ativa do Flanax® é um antiinflamatório (reduz a inflamação) com ação analgésica (alívio da dor) e antitérmica (reduz a febre).

    Indicações do medicamento :

    Flanax® é indicado para alívio da dor causada por inflamação nos casos de: dor decorrente da prática esportiva e/ou traumatismos (contusões, entorses, distensões, cotovelo do tenista), dor muscular, dor articular, dor nas costas, dor na perna, dor na coluna vertebral, dor ciática, dor de garganta, torcicolo,tendinite, bursite, dor varicosa e outras dores.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Flanax® é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno sódico, úlcera péptica gástrica ou duodenal ativa e sangramento gastrintestinal ativo. Devido à possibilidade de reação cruzada, Flanax® não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não esteroidais ou analgésicos induzam asma, rinite,pólipos nasais ou urticária.
    Este medicamento é contra-indicado na faixa etária inferior a 2 anos.
    Deve-se ter cautela com o uso de Flanax® em pacientes idosos. Informe ao seu médico caso você tenha problemas no coração, fígado, rim ou doenças gastrintestinais. Pacientes em dietas com restrição de sódio: levar em consideração que 1 comprimido de 275 mg de Flanax® contém 25 mg de sódio (aproximadamente 1 mEq). Não é recomendada a administração de Flanax® com antiácidos ou colestiraminas, anticoagulantes do
    tipo cumarínicos, hidantoínas, sulfonamidas, sulfoniluréias, probenecida, metotrexato, beta bloqueadores, furosemida, lítio e varfarina.
    Alguns pacientes podem apresentar sonolência, tontura, vertigem, insônia ou depressão. Estes devem ter cautela ao realizar atividades que requerem atenção. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Como devo usar este medicamento ?

    Comprimidos de 275 mg: tomar 1 comprimido, 1 a 2 vezes ao dia ou a critério médico.
    O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar.
    Não é recomendado o uso de Flanax® por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista.  Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

    Reações adversas :

    Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis tais como: náuseas, dor abdominal, dores no estômago, diarréia, azia, dor de cabeça, enxaqueca, zumbido, tonturas,sonolência, sudorese, prurido, alterações na audição e visão, falta de ar, inchaço,palpitações e sede,bem como quaisquer outros sinais ou sintomas.

    O que fazer se alguém usar este medicamento de uma só vez ?

    Em caso de ingestão, acidental ou proposital, de quantidade excessiva de naproxeno sódico procurar serviço de urgência onde possa ser realizado esvaziamento gástrico e empregadas as medidas usuais de suporte.

    Onde e como devo guardar este medicamento ?

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C), protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Informações técnicas aos profissionais de saúde :

    Caracteristicas farmacólógicas :
    O naproxeno sódico é um antiinflamatório não esteróide com propriedades analgésicas e antipiréticas.
    O naproxeno sódico age inibindo a síntese de prostaglandinas, no entanto, não se conhece exatamente o mecanismo de ação antiinflamatória.
    O naproxeno sódico é rápida e completamente absorvido no trato gastrintestinal após administração oral; conseqüentemente, níveis plasmáticos significantes e alívio da dor são obtidos dentro de 30 minutos após sua administração. Picos plasmáticos são atingidos em 1-2 horas, dependendo da ingestão de alimentos. Em níveis terapêuticos, mais de 99% do naproxeno sódico está ligado à albumina sérica. Níveis plasmáticos de equilíbrio são atingidos após 3-4 dias. O naproxeno sódico atinge o líquido sinovial e cruza a barreira placentária. naproxeno sódico é metabolizado no fígado. Aproximadamente 95% da dose ingerida é eliminada pela urina e 3%, ou menos, pelas fezes. A taxa de excreção de metabólitos quase coincide com a taxa de eliminação do naproxeno sódico do plasma. A meia-vida de eliminação do naproxeno sódico é de aproximadamente 14 horas, independente da forma química ou da formulação.

    Situações clinicas especiais :

    Pode haver acúmulo do fármaco em pacientes com insuficiência renal, já que o naproxeno sódico é excretado primariamente por esta via. A eliminação do naproxeno sódico é menor em pacientes com insuficiência renal severa; porém, pacientes com depuração de creatinina menor que 10 ml/min apresentam depuração de naproxeno sódico maior que o estimado pelo grau de insuficiência renal.
    O perfil farmacocinético do naproxeno sódico em crianças de 5-16 anos é semelhante ao de adultos,embora a depuração seja geralmente maior nas crianças. Não foram realizados estudos farmacocinéticos em crianças menores de 5 anos.

    Resultados de eficácia :

    Os aspectos farmacológicos, a eficácia e a segurança do naproxeno estão compilados na versão da literatura cuja referência é abaixo descrita.
    Peter A. Todd and Stephen P. Clissod. Naproxen – A reappraisal of its pharmacology and therapeutic use in rheumatic diseases and pain states. Drugs 40(1): 91-137, 1990

    Indicações :

    Inflamação das vias aéreas superiores: agente antiinflamatório, analgésico, antipirético que pode ser usado como medicação complementar a terapêutica específica (ex: dor de garganta) Afecções periarticulares e musculoesqueléticas: mialgia, artralgia, dor ciática, dor na perna, bursite, tendinite, torcicolo, lombalgia, quadros dolorosos da coluna vertebral.

    Traumatismos:

    Entorses, distensões, contusões, lesões oriundas da prática esportiva inclusive cotovelo do tenista. Afecções vasculares: dor varicosa, flebites superficiais, inflamações varicosas, hematoma.

    Contra Indicações :

    Flanax® é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno sódico, úlcera péptica gástrica ou duodenal ativa e sangramento gastrintestinal ativo. Este medicamento é contra-indicado na faixa etária inferior a 2 anos.
    Devido à possibilidade de reação cruzada, Flanax® não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não esteróides ou analgésicos induzam asma, rinite,pólipos nasais ou urticária.

    Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto :

    O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar. Depois de aberto, este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C),protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.

    Posologia :

    Comprimidos de 275 mg: tomar 1 comprimido, 1 a 2 vezes ao dia ou a critério médico. Não é recomendado o uso de Flanax® por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica.

    Advertências :

    Deve-se ter cautela com o uso de Flanax® em pacientes com doenças gastrintestinais, insuficiências cardíaca, hepática ou renal e em idosos.
    Pacientes em dieta com restrição de sódio: levar em consideração que 1 comprimido de 275 mg de Flanax® contém 25 mg de sódio (aproximadamente 1 mEq). É recomendado que os pacientes idosos utilizem a menor dose eficaz.
    Flanax® deve ser administrado sob supervisão médica a pacientes com doenças gastrintestinais.
    O uso de Flanax® pode causar dano à mucosa gastrintestinal, desde irritação até sangramento,ulceração e perfuração, a qualquer momento, com ou sem sinais de alerta. A incidência e a severidade destas complicações pode aumentar com o aumento da dose e da duração do tratamento.
    Flanax® deve ser administrado sob supervisão médica a pacientes com insuficiência renal ou litíase urinária, bem como por pacientes que apresentem redução no fluxo sangüíneo renal (hipovolemia,insuficiência cardíaca, disfunção hepática, depleção salina, usuários de diuréticos e idosos). Nesses pacientes, recomenda-se monitorização da creatinina sérica e/ou da depuração de creatinina, pois a utilização de Flanax® ou outros antiinflamatórios não esteroidais pode causar redução dose dependente da formação de prostaglandina renal, precipitando descompensação renal ou insuficiência renal.
    Flanax® não é recomendado a pacientes com depuração de creatinina inferior a 20 ml/min.
    Flanax® diminui a agregação plaquetária e prolonga o tempo de sangramento e deve ser administrado sob supervisão médica nos pacientes com distúrbios da coagulação ou em tratamento com medicamentos que interfiram na coagulação sangüínea.
    Não é recomendada a associação de Flanax® com antiinflamatórios não esteroidais, pelo motivo de riscos cumulativos induzindo sérios efeitos adversos. Alguns pacientes podem apresentar sonolência, tontura, vertigem, insônia ou depressão. Estes devem ter cautela ao realizar atividades que requerem atenção. Flanax® não é recomendado durante a gravidez, pois inibe a síntese de prostaglandinas, podendo causar efeitos adversos na circulação do feto além de inibir a contração uterina, aumentando o risco de hemorragia uterina. Como ocorre passagem de naproxeno ao leite materno, não é recomendado o uso deste produto durante a amamentação.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco :

    Flanax® é contra-indicado a crianças menores de 2 anos.
    Pacientes idosos podem estar sob risco maior de apresentar efeitos indesejados. A depuração do naproxeno é reduzida nestes pacientes, portanto, é recomendado que os pacientes idosos utilizem a menor dose eficaz.

    Interações medicamentosas :

    A administração concomitante com alimentos, antiácidos ou colestiramina pode retardar a absorção de naproxeno, no entanto, não afeta sua ação. O bicarbonato de sódio aumenta a velocidade de absorção do naproxeno e o carbonato de magnésio, óxido de magnésio e hidróxido de alumínio diminui. Devido ao alto grau de ligação de naproxeno às proteínas plasmáticas, os pacientes que recebem simultaneamente drogas que também se ligam a albumina como anticoagulantes do tipo cumarínicos,sulfonamidas ou sulfoniluréias, outros antiinflamatórios não esteroidais, ácido acetilsalicílico,hidantoínas, devem ser avaliados para um possível ajuste de dose.
    Em estudos clínicos, não se tem observado interações com naproxeno e anticoagulantes do tipo cumarínico, não obstante, aconselha-se cautela, já que se tem observado interações com outros agentes não esteroidais desta classe.
    O naproxeno pode aumentar a fração livre da varfarina, interferir na função plaquetária, inibir o efeito natriurético da furosemida, inibir a depuração renal de lítio, reduzir o efeito anti-hipertensivo do propranolol e outros beta-bloqueadores.
    A probenecida, administrada concomitantemente, prolonga a meia vida e eleva os níveis plasmáticos do naproxeno.
    A administração concomitante de Flanax® e metotrexato deve ser feita com cautela, porque tem-se relatado que o naproxeno reduz a secreção tubular do metotrexato em modelo animal, e assim possivelmente aumenta sua toxicidade.
    Se a concentração plasmática de naproxeno for superior a 75 mcg/ml pode haver aumento da concentração de carbamazepina livre.

    Interferências com testes laboratoriais :

    Sugere-se que a terapêutica com Flanax® seja temporariamente descontinuada 48 horas antes da realização de provas de função supra-renal, porque Flanax® pode interferir em algumas provas relativas aos esteróides 17-cetogênicos. Do mesmo modo, Flanax® pode interferir em algumas análises urinárias para o ácido 5-hidroxiindolacético. O naproxeno diminui a agregação plaquetária,aumentando o tempo de sangramento. Esse efeito deve ser levado em consideração na determinação do tempo de sangramento.

    Reações adversas a medicamentos :

    As seguintes ocorrências são as mais comumente relatadas: dor abdominal, constipação, diarréia,náuseas, estomatite, azia, dispnéia, sede, sonolência, vertigens, enxaquecas, tontura, erupções cutâneas, prurido, sudorese, distúrbios auditivos e visuais, tinitus, palpitações, edemas e dispepsia,púrpura.

    Também foram relatados os seguintes efeitos adversos:

    – Funções gastrintestinais: estomatite ulcerativa, esofagite, sangramento e/ou perfuração esofágica,ulceração gastrintestinal péptica e não péptica, hematêmese, melena, anormalidades na função hepática, hepatite, icterícia, pancreatite, colite.
    – Funções renais: hematúria, hiperpotassemia, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, doenças renais,insuficiência renal, necrose renal papilar, aumento da creatinina sérica.
    – Funções hematológicas: agranulocitose, anemia aplástica e hemolítica, eosinofilia, leucopenia,trombocitopenia.
    – Funções no sistema nervoso central: meningite asséptica, disfunção cognitiva, convulsões,depressões, incapacidade de concentração, insônia, mialgia, mal estar, fraqueza muscular,anormalidades do sono.
    – Funções dermatológicas: alopécia, necrólise epidermal, eritema multiforme e nodoso, liquen planus,rash cutâneo, Síndrome de Stevens-Johnson, urticária, reações fotossensitivas, epidermólise bolhosa.
    – Funções respiratórias: asma, pneumonite eosinofílica.
    – Funções cardiovasculares: insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, edema pulmonar e vasculite.
    Podem ocorrer reações anafiláticas, edema angioneurótico, pirexia.
    Podem ocorrer também reações tais como: opacidade corneana, papilite, neurite óptica retrobulbar e papiledema.

    Superdose :

    Superdosagem significativa do medicamento pode ser caracterizada por sonolência, vertigem, dor epigástrica, desconforto abdominal, náuseas, vômitos, alterações transitórias na função hepática,hipoprotrombinemia, disfunção renal, acidose metabólica, apnéia e desorientação.
    O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto os níveis plasmáticos devem ser avaliados antecipadamente. Existem alguns relatos de convulsões, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal com naproxeno.
    Se um paciente ingerir grande quantidade de naproxeno, acidental ou propositadamente, deve-se proceder a esvaziamento gástrico e empregar as medidas usuais de suporte.
    Estudos em animais indicam que a pronta administração de 50 a 100 g de carvão ativado durante 15 minutos até 2 horas após a ingestão substancial da droga tenderia a reduzir acentuadamente a absorção do medicamento.
    Hemodiálise não diminui a concentração plasmática de Flanax®, devido ao elevado grau de ligação protéica.

    Armazenagem :

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C), protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.

    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Lote, datas de fabricação e validade: vide cartucho

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