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    Fenaflan (Gel)

    Apresentação:

    Uso Tópico
    Uso Adulto

    Gel 11,6mg/g

    Embalagens contendo 1, 25 e 50 bisnagas com 30g.

    Embalagens contendo 1, 25 e 50 bisnagas com 60g.

    Embalagens contendo 1, 25 e 50 bisnagas com 100g.

    Príncipios ativos: diclofenaco dietilamônio.

    Composição:

    Cada grama do gel contém:

    diclofenaco dietilamônio (equivalente a 10,5mg de diclofenaco potássico)………… 11,6mg

    Excipiente q.s.p………… 1g

    Excipientes: álcool isopropílico, carbopol, hidróxido de sódio, éter cetoestearílico, petrolato líquido, propilenoglicol, miristato de isopropila, essência alpha e água de osmose reversa.

    Para que este medicamento é indicado?

    Fenaflan® é indicado para aliviar os sintomas da inflamação como inchaço e dor, nas seguintes condições: Entorses, lesões, contusões, distensões, torcicolo, dores nas costas, dor muscular, dor pós-traumática e lesões causadas pela prática esportiva; tendinite (inflamação de um tendão), cotovelo do tenista, bursite (inflamação dolorosa da bursa) e alguns tipos de artrites leves (artralgia, dor articular) nos joelhos e dedos. Fenaflan® também pode ser usado para tratar outras condições determinadas por um médico.

    Como este medicamento funciona?

    Ação do medicamento: Fenaflan® é um medicamento anti-inflamatório tópico que age sobre a região inflamada aliviando o inchaço e a dor.

    Quando não devo usar este medicamento?

    NÃO USE ESSE MEDICAMENTO SE VOCÊ JÁ TIVER APRESENTADO ALGUMA REAÇÃO ALÉRGICA NO PASSADO, COMO ERUPÇÃO CUTÂNEA (VERMELHIDÃO OU BOLHAS NA PELE) OU RESPIRAÇÃO OFEGANTE, APÓS TOMAR MEDICAMENTOS CONTENDO DICLOFENACO OU ALGUM OUTRO ANTI-INFLAMATÓRIO NÃO ESTEROIDAL, COMO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO OU IBUPROFENO E SE FOR ALÉRGICO A PROPILENOGLICOL, ÁLCOOL ISOPROPÍLICO OU A QUALQUER OUTRO INGREDIENTE DA FORMULAÇÃO.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    NÃO APLIQUE FENAFLAN EM SUPERFÍCIES DESCASCADAS DA PELE OU EM FERIDAS E ESCORIAÇÕES ABERTAS, OU DENTRO DA BOCA OU VAGINA. TENHA CUIDADO PARA NÃO APLICAR FENAFLAN® EM SEUS OLHOS. SE ISTO OCORRER, LAVE-OS COM ÁGUA LIMPA E PROCURE UM MÉDICO.

    Interações medicamentosas:

    Até o momento não foram constatadas interações medicamentosas com o uso de Fenaflan®. Em caso de dúvida, procure um médico. Uso de Fenaflan na gravidez e amamentação.Uso durante a Gravidez e Amamentação: Fenaflan® pode ser usado no primeiro e segundo trimestres da gravidez, desde que acompanhado pelo médico. Não é recomendado o uso no terceiro trimestre da gravidez. Durante a amamentação, você não deve aplicar Fenaflan® a extensas áreas da pele ou por período de tempo superior a uma semana. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Este medicamento é contraindicado na faixa etária de 0 a 14 anos, exceto nos casos de artrite juvenil crônica. Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de conservação e uso: DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30°C). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE. Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação (VIDE CARTUCHO). Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Aspecto físico: Gel de cor branca a levemente amarelada. Características Organolépticas: Este medicamento não apresenta características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outros géis.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia, dosagem e instruções de uso de Fenaflan. Modo de uso: Lave suas mãos após cada aplicação do Fenaflan®, a menos que as mãos sejam a área em tratamento. Posologia: Fenaflan deve ser aplicado massageando suavemente a pele e cobrindo a área inchada ou dolorida, 3 a 4 vezes ao dia. A quantidade apropriada poderá variar dependendo do tamanho da área afetada. SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DE SEU CIRURGIÃO-DENTISTA

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    AS REAÇÕES ADVERSAS INCLUEM REAÇÕES DA PELE NO LOCAL DA APLICAÇÃO, SENDO LEVES E PASSAGEIRAS. EM CASOS MUITO RAROS, REAÇÕES ALÉRGICAS PODEM OCORRER. REAÇÕES DA PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO: COMUNS (> 0,01 < 0,1): DERMATITE DE CONTATO (EX.: RASH LOCALIZADO DA PELE, PRURIDOS, ERITEMA, EDEMA OU PÁPULAS). RARAS (> 0,0001 < 0,001): DERMATITE BULOSA. MUITO RARAS (< 0,0001, INCLUINDO RELATOS ISOLADOS): REAÇÕES ALÉRGICAS DA PELE GENERALIZADAS, URTICÁRIAS, ANGIOEDEMA, REAÇÕES DE FOTOSSENSITIVIDADE. REAÇÕES RESPIRATÓRIAS, TORÁCICAS E MEDIASTINAIS: MUITO RARAS (< 0,0001, INCLUINDO RELATOS ISOLADOS): BRONCOESPASMO. FENAFLAN® PODE ALGUMAS VEZES CAUSAR EFEITOS INDESEJÁVEIS, COMO: MAIS COMUNS: COCEIRA, VERMELHIDÃO, INCHAÇO OU FORMAÇÃO DE BOLHAS NA REGIÃO TRATADA DA PELE. MUITO RAROS: ERUPÇÃO CUTÂNEA GENERALIZADA; REAÇÕES ALÉRGICAS TAIS COMO: RESPIRAÇÃO OFEGANTE, ENCURTAMENTO DA RESPIRAÇÃO OU INCHAÇO DA FACE. MUITO RARAMENTE, FENAFLAN® TAMBÉM PODE CAUSAR AUMENTO DA SENSIBILIDADE DA PELE AOS RAIOS SOLARES. SE VOCÊ APRESENTAR ESTES SINTOMAS OU OUTROS EFEITOS INDESEJÁVEIS NÃO MENCIONADOS, PARE DE USAR FENAFLAN® E PROCURE UM MÉDICO IMEDIATAMENTE.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Conduta em caso de superdose: A baixa absorção sistêmica do diclofenaco tópico torna a superdosagem muito improvável. Na eventual ingestão acidental, que resulte em efeitos adversos sistêmicos significativos, devem ser usadas as medidas terapêuticas gerais adotadas para o tratamento do envenenamento com medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais. É indicado o tratamento de suporte e sintomático em complicações do tipo hipotensão, insuficiência renal, convulsões, irritações gastrointestinais e depressão respiratória. Medidas específicas como a diurese forçada, diálise ou hemoperfusão provavelmente não ajudem na eliminação dos AINEs, devido à alta taxa de ligação proteica e extenso metabolismo dessas substâncias. Fenaflan® deve ser usado apenas externamente. Se houver ingestão acidental, procure um médico imediatamente. Conduta em caso de superdose: A baixa absorção sistêmica do diclofenaco tópico torna a superdosagem muito improvável. Na eventual ingestão acidental, que resulte em efeitos adversos sistêmicos significativos, devem ser usadas as medidas terapêuticas gerais adotadas para o tratamento do envenenamento com medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais. É indicado o tratamento de suporte e sintomático em complicações do tipo hipotensão, insuficiência renal, convulsões, irritações gastrointestinais e depressão respiratória. Medidas específicas como a diurese forçada, diálise ou hemoperfusão provavelmente não ajudem na eliminação dos AINEs, devido à alta taxa de ligação proteica e extenso metabolismo dessas substâncias. Fenaflan® deve ser usado apenas externamente. Se houver ingestão acidental, procure um médico imediatamente.

    Dizeres Legais:

    Nº do lote e data de fabricação: VIDE CARTUCHO

    Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva

    CRF-GO nº 2.659

    M. S. Nº 1.0370.0080

    LABORATÓRIO

    TEUTO BRASILEIRO S/A

    CNPJ – 17.159.229/0001-76

    VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA

    CEP 75132-140 – Anápolis – GO

    Indústria Brasileira

     

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     BACLOFEN®

    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico, Embalagem contendo 20 comprimidos.

     Composição:

    Composição de Baclofen

    Cada comprimido contém:

    baclofeno …………………………….10mg

    Excipiente q.s.p………………………1 comprimido

    Excipientes: amido, celulose microcristalina, lactose, dióxido de silício e estearato de magnésio.

     Para que este medicamento é indicado?

    Espasticidade dos músculos esqueléticos na esclerose múltipla. Estados espásticos nas mielopatias de origem infecciosa, degenerativa, traumática, neoplásica ou desconhecida, por exemplo: paralisia espinal espasmódica, esclerose lateral amiotrófica, siringomielia, mielite transversa, paraplegia ou paraparesia traumática e compressão do cordão medular; espasmo muscular de origem cerebral, especialmente decorrente de paralisia cerebral infantil, assim como decorrentes de acidentes cerebrovasculares ou na presença de doença cerebral degenerativa ou neoplásica.

     Como este medicamento funciona?

    Baclofen® tem como substância ativa o baclofeno, um antiespástico (relaxante muscular).

     Quando não devo usar este medicamento?

    É Contra indicado a pacientes com hipersensibilidade ao baclofeno ou aos demais componentes da formulação

     O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se for portador de qualquer outra doença informe ao seu medico. Recomeda-se cuidado aos pacientes que dirigem veiculos e/ou operam maqunas, pois sua capacidade de concentração pode estar prejudicada Pacientes em tratamento co baclofen não devem ingerir bebidas alcoolicas.

     Interações medicamentosas:

    Quando Baclofen ® é administrado concomitantemente com outras drogas que atuam sobre o sistema nervoso central (SNC), opiáceos sintéticos ou álcool pode ocorrer aumento da sedação. O risco de depressão respiratória é também aumentado. Durante o tratamento concomitante com antidepressivos tricíclicos, o efeito de Baclofen ® pode ser potencializado, resultando em hipotonia muscular pronunciada. Uma vez que o tratamento concomitante com anti-hipertensivos pode resultar em aumento na queda de pressão arterial, a dose de medicação anti-hipertensiva deve ser adequadamente reajustada. Em pacientes com mal de Parkinson recebendo tratamento com Baclofen® e levodopa foram relatados episódios de confusão mental, alucinações, cefaleia, náuseas e agitaçao. Uso de Baclofen na gravidez e amamentação: Não há até o momento estudos conclusivos sobre o uso do produto em gestantes. Sabe-se que o baclofeno atravessa a barreira placentária e não deveria, portanto ser utilizado durante a gravidez, a não ser que o benefício potencial para a mãe supere o risco potencial para a criança. Baclofen®, administrado em doses terapêuticas, passa para o leite materno, mas em quantidades tão pequenas que não se prevê efeitos indesejáveis ao lactente. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Baclofen Aspecto físico: Comprimido circular de cor branca. Características Organolépticas: Os comprimidos de Baclofen® não apresentam características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outros comprimidos. Cuidados de conservação e uso: DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A30ºC). PROTEGER DALUZ E UMIDADE. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação (VIDE CARTUCHO). Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

     Como devo usar este medicamento?

    Posologia, dosagem e instruções de uso: Modo de uso: Posologia: O tratamento com Baclofen® deve sempre ser iniciado com baixas doses que são gradualmente elevadas até que se atinja a dose diária ótima. Esta dose deve ser adaptada às necessidades do paciente, de modo que clonos, espasmos flexores e extensores e a espasticidade sejam reduzidos, mas que efeitos adversos sejam evitados ao máximo. De modo a prevenir excessiva fraqueza muscular e quedas, Baclofen® deve ser usado com cautela quando espasticidade é necessária para sustentar a postura vertical e balanço na locomoção ou sempre que espasticidade é utilizada para manter funções. Pode ser importante manter certo grau de tônus muscular e permitir espasmos ocasionais para suporte da função circulatória. A descontinuação abrupta do tratamento deve ser evitada. Baclofen® deve ser ingerido durante as refeições com um pouco de líquido. A dose diária deve ser administrada fracionadamente, preferencialmente em 3 vezes para adultos e em 4 vezes para crianças. Pacientes com insuficiência renal ou naqueles que estejam sendo submetidos a hemodiálise, dose particularmente baixa de Baclofen® deve ser selecionada, i.e., aproximadamente 5mg/dia. Adultos: Via de regra o tratamento deve ser iniciado com dose de 5mg três vezes ao dia, que, para uma titulação cuidadosa da dose, deve ser subsequentemente elevada, a intervalos de três dias, em 5mg três vezes ao dia até que a dose diária necessária seja atingida. Em certos pacientes sensíveis a drogas, é aconselhável iniciar com dose diária mais baixa (5 ou 10mg) e elevá-la de maneira mais gradual. A dose ótima geralmente varia entre 30 e 80mg/dia, embora em pacientes hospitalizados doses diárias entre 100 a 120mg podem, ocasionalmente, ser administradas. Crianças: O tratamento deve ser iniciado com doses bastante baixas, da ordem de 0,3mg/kg de peso ao dia, em doses fracionadas, esta dosagem deve ser elevada cuidadosamente a intervalos de 1 a 2 semanas, até que seja suficiente para as necessidades individuais da criança. Em pediatria a dose situa-se na faixa de 0,75 a 2mg/kg de peso corporal. Em crianças acima de 10 anos, entretanto, doses máximas diárias de 2,5mg/kg de peso corporal podem ser administradas. Se após 6 a 8 semanas de administração da dose máxima do produto não surgirem benefícios do tratamento, deve-se avaliar a continuidade do mesmo. Uma vez que a ocorrência de reações adversas é mais provável em pacientes idosos ou em pacientes com estados espásticos de origem cerebral, recomenda-se nestes casos uma programação cuidadosa das doses e manutenção de vigilância apropriada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu medico sobre o aparecimento de reações desagradaveis. Baclofen é geralmente bem tolerado, porem em geral  no inicio do tratamento algumas reações desagradaveis podem ocorrer, tais como: dor de cabeça, secura da boca, sedação diurna, tontura, sonolência, confusao mental, insônia, nãuseas, vômitos e disturbios gastrintestinais.

     O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Sinais e sintomas: Características proeminentes são os sinais de depressão do sistema nervoso central: sonolência, perda da consciência, depressão respiratória, coma. Podem também ocorrer: confusão, alucinações, agitação, generalizada, mioclonia, hiporreflexia ou arreflexia, convulsões, vasodilatação periférica, hipotensão, bradicardia, hipotermia, náusea, vômitos, diarreia, hipersalivação,valores elevados de transaminases, fosfatase alcalina e desidrogenase lática. Se várias substâncias ou medicações que atuem sobre o SNC (ex.: álcool, diazepam, antidepressivos tricíclicos) foram ingeridas em concomitância, pode ocorrer piora do quadro clínico.
    Tratamento: Não se conhece antídoto específico. Eliminação da droga do aparelho gastrintestinal: indução de vômitos, lavagem gástrica (pacientes comatosos devem ser entubados antes da lavagem gástrica), administração de carvão ativado; se necessário, laxantes salinos; em caso de depressão respiratória, suporte respiratório artificial e também medidas de suporte às funções cardiovasculares. Uma vez que a droga é excretada principalmente através dos rins, grandes quantidades de líquidos devem ser ministradas, possivelmente com diurético. Em caso de convulsões, ministrar diazepam cuidadosamente por via intravenosa. Conduta em caso de superdose: Sinais e sintomas: Características proeminentes são os sinais de depressão do sistema nervoso central: sonolência, perda da consciência, depressão respiratória, coma. Podem também ocorrer: confusão, alucinações, agitação, generalizada, mioclonia, hiporreflexia ou arreflexia, convulsões, vasodilatação periférica, hipotensão, bradicardia, hipotermia, náusea, vômitos, diarreia, hipersalivação,valores elevados de transaminases, fosfatase alcalina e desidrogenase lática. Se várias substâncias ou medicações que atuem sobre o SNC (ex.: álcool, diazepam, antidepressivos tricíclicos) foram ingeridas em concomitância, pode ocorrer piora do quadro clínico. Tratamento: Não se conhece antídoto específico. Eliminação da droga do aparelho gastrintestinal: indução de vômitos, lavagem gástrica (pacientes comatosos devem ser entubados antes da lavagem gástrica), administração de carvão ativado; se necessário, laxantes salinos; em caso de depressão respiratória, suporte respiratório artificial e também medidas de suporte às funções cardiovasculares. Uma vez que a droga é excretada principalmente através dos rins, grandes quantidades de líquidos devem ser ministradas, possivelmente com diurético. Em caso de convulsões, ministrar diazepam cuidadosamente por via intravenosa.

     Dizeres Legais

    Nº do lote e data de fabricação: VIDE CARTUCHO

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva

    CRF-GO nº 2.659

    M.S. n 1.0370.0111

    LABORATÓRIO

    TEUTO BRASILEIRO S/A.

    CNPJ – 17.159.229/0001-76

    VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA

    SAC teuto

    CEP 75132-140 -Anápolis – GO 0800621800

    sac@teuto.com.br

    Indústria Brasileira

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  • Ansiedade 21.03.2014 No Comments

    lorax-e-indicado-para-o-controle-dos-disturbios-de-ansiedade

    Lorax®

    lorazepam

    Apresentações:

    Lorax® 1 ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico a partir de 12 anos de idade.

    Composição:

    Princípio ativo: lorazepam. Cada comprimido de Lorax® 1mg contém 1mg de lorazepam. Cada comprimido de Lorax® 2mg contém 2mg de lorazepam. Excipientes:lactose, celulose microcristalina, polacrilina potássica, estearato de magnésio e adicionalmente, o comprimido de 2 mg contém o corante amarelo FD&C nº 5 (tartrazina).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Lorax® é indicado para: 1. Controle dos distúrbios de ansiedade ou para alívio, a curto prazo, dos sintomas da ansiedade ou da ansiedade associada com sintomas depressivos. A ansiedade ou tensão associadas ao estresse da vida cotidiana não requer, usualmente, tratamento com um ansiolítico (classe medicamentosa do Lorax). Seu médico deve, periodicamente, reavaliar a utilidade da droga, considerando cada paciente individualmente.
    2. Tratamento do componente ansiedade em estados psicóticos e depressão intensa, quando estiver indicada terapia adjuvante  complementar).
    3. Como medicação pré-operatória, tomada na noite anterior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico.

    Como este medicamento funciona?

    Lorax® (lorazepam) é um medicamento do grupo dos benzodiazepínicos. Como todo benzodiazepínico, o mecanismo de ação de Lorax® permanece desconhecido. Acredita-se que age em diversos receptores específicos em diferentes locais do Sistema Nervoso Central, diminuindo, assim, a geração do estímulo nervoso dos neurônios (células do sistema nervoso), melhorando a ansiedade. A ação do medicamento inicia, aproximadamente, 30 minutos após sua ingestão. Lorax® está indicado no controle da ansiedade. Não está indicado no tratamento da depressão primária e de doenças psiquiátricas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Lorax® está contraindicado para pacientes com alergia aos benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) ou a qualquer componente de sua fórmula. Este medicamento é contraindicado para menores que 12 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe seu médico sobre o diagnóstico ou tratamento de glaucoma (aumento da pressão intra ocular) agudo, caso seja de seu conhecimento. O uso de Lorax pode provocar depressão respiratória potencialmente fatal. Em pacientes idosos ou debilitados, a dose diária inicial não deve exceder 2 mg, para evitar sedação excessiva ou falta de coordenação dos movimentos do corpo. Há relatos de perturbação da memória associados ao uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Reações alérgicas graves foram relatadas com o uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Casos envolvendo a língua, glote ou laringe, necessitando de atendimento médico de emergência, foram relatados em pacientes após a utilização das primeiras ou subseqüentes doses de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax). Pacientes que desenvolveram reações alérgicas após o tratamento com benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) não deverão ser submetidos a um novo tratamento com esse tipo de medicamento. Na concentração de Lorax® 2 mg: “Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. O uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do Lorax) pode causar dependência. Portanto, Lorax® só deve ser utilizado sob rigorosa orientação médica. Lorax deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória [p.ex., Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Síndrome da Apnéia do Sono]. Indivíduos propensos ao abuso, tais como os dependentes de drogas ou álcool, devem evitar o uso de benzodiazepínicos,incluindo Lorax®, devido a sua predisposição para desenvolvimento de dependência.

    Interações Medicamentosas:

    Lorax® , aumenta o efeito de sedação (sonolência) de bebidas alcoólicas, barbitúricos e outros medicamentos que produzam depressão do Sistema Nervoso Central. Os pacientes em tratamento com Lorax® devem evitar ingestão alcoólica. O uso de medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central, quando necessário, deve ser feito com cautela e em doses reduzidas, de acordo com a orientação do médico responsável. Interações com Exames Laboratoriais O uso de Lorax associado com pirimetamina (medicamento utilizado no tratamento da malária e outras doenças infecciosas) pode alterar testes de função hepática (do fígado). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Lorax® 1 mg são brancos, redondos, com bordas chanfradas e apresentam um vinco central em uma das faces. Os comprimidos de Lorax® 2 mg são amarelos, redondos, com bordas chanfradas e apresentam um vinco central em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Lorax® comprimidos deve ser administrado por via oral.

    Dosagem:

    Lorax® deve ser utilizado na menor dose e menor prazo possível, de acordo com estrita orientação de seu médico. A interrupção do uso de Lorax® deve ser feita gradualmente. Somente seu médico deve aumentar a dose ou interromper o tratamento. A dose média diária para tratamento da ansiedade é 2 a 3 mg, administrada em doses divididas. Entretanto pode-se chegar a limites compreendidos entre 1 e 10 mg ao dia. Para insônia devida à ansiedade ou distúrbio situacional transitório, uma única dose diária de 1 a 2 mg pode ser administrada, geralmente ao deitar. Para pacientes idosos ou debilitados, recomenda-se uma dose inicial de 1 ou 2 mg/dia (em doses divididas), que será ajustada segundo as necessidades e a tolerância do paciente. Como medicação pré-operatória, recomenda-se uma dose de 2 a 4 mg de Lorax® na noite anterior à cirurgia e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico. A dose diária é estabelecida pelo seu médico, segundo necessidade de cada paciente. O período de tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação da necessidade da manutenção do tratamento.

    Pacientes idosos e debilitados:

    para pacientes idosos e debilitados, a dose inicial deve ser reduzida em aproximadamente 50% e a posologia deve ser ajustada conforme a necessidade e a tolerabilidade do paciente. Uso em pacientes com insuficiência hepática (diminuição da função do fígado): a posologia para pacientes com insuficiência hepática grave pode ser ajustada cuidadosamente de acordo com a resposta do paciente. Doses mais baixas podem ser suficientes nesses pacientes. Uso em pacientes com insuficiência renal (diminuição da função dos rins): não há recomendação específica de
    posologia para pacientes com insuficiência renal.

    Como Usar:

    Lorax® comprimidos deve ser administrado por via oral conforme a prescrição de seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de usar Lorax no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Lorax® pode causar reações desagradáveis tais como: Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sensação de cansaço, sonolência. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alteração do caminhar e da coordenação, confusão, depressão, tontura, fraqueza muscular. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas, alteração do desejo sexual, impotência, orgasmo diminuído. Frequência indeterminada: reações alérgicas (de pele e inchaços de mucosas e vias aéreas internas), aumento da quantidade de urina, diminuição do sódio no sangue, temperatura corporal baixa, queda da pressão arterial, náusea, intestino preso, aumento de enzimas produzidas pelo fígado, diminuição de plaquetas e/ou glóbulos brancos (células da defesa) e/ou vermelhos no sangue, trem ores, vertigem (tontura), distúrbios visuais (incluindo visão dupla e visão turva), fala arrastada, dor de cabeça, convulsões, amnésia, desinibição, euforia, coma, tentativa/ideação suicida, atenção / concentração prejudicada, desordem no equilibro, ansiedade, agitação, excitação, hostilidade, agressão, raiva, distúrbios do sono/insônia, excitação sexual, alucinações, depressão respiratória, falta de ar, falta de ar durante o sono, piora de doença pulmonar obstrutiva e queda de cabelo. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Na experiência pós-comercialização, ocorreu superdosagem com Lorax predominantemente em administração concomitante a álcool e/ou outros medicamentos. Sintomas: Os sintomas podem variar em termos de gravidade e incluem sonolência, confusão mental, vagarosidade, dificuldade para falar, alteração do caminhar, depressão do Sistema Nervoso Central, sensação de corpo “mole”, queda de pressão arterial, depressão respiratória, diminuição do batimento cardíaco, coma e morte. Tratamento: Procurar um hospital imediatamente após a ingestão de maior quantidade de comprimidos de Lorax®. Não se recomenda a indução de vômitos caso haja risco do paciente aspirar o conteúdo do vômito para o pulmão. Pode haver indicação de lavagem gástrica se esse procedimento for realizado logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Porém, isso só deve ser feito em hospital e por um médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS – 1.2110.0035
    Farm. Resp.: Edina S. M. Nakamura – CRF- SP n°9258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860
    São Paulo – SP – Brasil
    CNPJ nº. 61.072.393/0001-33
    Fabricado, Embalado e Distribuído por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Castelo Branco, km 32,5 – Itapevi – SP – Brasil
    CNPJ nº 61.072.393/0039-06
    Indústria Brasileira

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