• Glaucoma 09.07.2018 No Comments

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     SAFLUTAN™

    tafluprosta

     Apresentações:

    SAFLUTAN™ (tafluprosta) é uma solução oftálmica estéril, sem conservante, disponível em 30 flaconetes de
    dose única de 0,3 mL.
    USO OFTÁLMICO
    USO ADULTO

     Composição:

    Ingredientes Ativos: cada mL de SAFLUTAN™ contém 15 mcg de tafluprosta. Cada flaconete de dose única
    (0,3 mL) contém 4,5 mcg de tafluprosta. Ingredientes Inativos: glicerina, fosfato de sódio monobásico di-hidratado, edetato dissódico, polissorbato 80 e ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Seu médico prescreveu SAFLUTAN™ para diminuir a pressão elevada em seu olho a fim de tratar o glaucoma
    de ângulo aberto ou a hipertensão ocular.

     Como este medicamento funciona?

    SAFLUTAN™ pertence a um grupo de medicamentos chamado análogos da prostaglandina. SAFLUTAN™
    reduz a pressão nos olhos. Ele é utilizado quando a pressão no olho for muito alta. A pressão elevada no olho pode danificar o nervo óptico, resultando em deterioração da visão e possível cegueira. Há geralmente poucos sintomas que você pode sentir para dizer se você tem níveis elevados de pressão no olho. O exame médico é necessário para determinar isso. Se você tem pressão elevada no olho, exames periódicos dos olhos e medições da pressão dentro de seus olhos serão necessários. As gotas começarão a funcionar cerca de 2 a 4 horas após o medicamento ser colocado nos olhos e o efeito máximo é atingido depois de 12 horas. O efeito é mantido por pelo menos 24 horas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Não utilizar SAFLUTAN™ em caso de alergia a qualquer um de seus ingredientes. Se não tiver certeza se deve utilizar SAFLUTAN™, entre em contato com seu médico ou farmacêutico.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Gravidez e Amamentação: Em caso de possibilidade de gravidez, você deve utilizar um método contraceptivo eficaz ao utilizar SAFLUTAN™. Informe seu médico se estiver grávida ou pretende engravidar. Em caso de gravidez, converse com seu médico imediatamente para determinar se deve utilizar SAFLUTAN™. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem autorização médica ou do cirurgião dentista. Se pretender amamentar, consulte seu médico. Crianças: SAFLUTAN™ não foi estudado em crianças e, portanto, o uso não é recomendado para crianças ou adolescentes com menos de 18 anos de idade. Idosos: não é necessário ajuste de dose para pacientes com mais de 65 anos de idade. Dirigir ou operar máquinas: pode ser que você fique com a visão turva por uns instantes logo após colocar SAFLUTAN™ em seu olho. Não dirija ou utilize nenhuma ferramenta ou máquina até que sua visão volte ao normal. Interações Medicamentosas: informe seu médico sobre todos os medicamentos, incluindo outros colírios, que esteja utilizando ou planeja utilizar, incluindo aqueles obtidos sem prescrição médica.
    Se utilizar outros medicamentos em seu olho, aguarde um intervalo de pelo menos 5 minutos entre a aplicação de
    SAFLUTAN™ e a de outro medicamento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Informe seu médico a respeito de qualquer problema médico que apresente agora ou tenha apresentado no passado, incluindo qualquer outra doença ocular. Informe seu médico a respeito de qualquer alergia a qualquer medicamento. Informe seu médico a respeito de qualquer problema renal ou hepático que você apresente ou tenha apresentado no passado. Informe seu médico a respeito de qualquer doença pulmonar, incluindo asma, que você apresente ou tenha apresentado no passado. Enquanto estiver usando SAFLUTAN™. Você pode ter os seguintes efeitos adversos, alguns dos quais podem ser permanentes. Estes efeitos podem ocorrer lentamente e você poderá observá-los meses depois. SAFLUTAN™ poderá:

    • aumentar o comprimento, espessura, cor e/ou número de cílios e pode causar crescimento anormal de pelos nas pálpebras;
    • causar escurecimento da cor da pele ao redor dos olhos.
    Secar qualquer excesso de solução na pele, isso reduzirá o risco de escurecimento da pele;
    • alterar a cor da íris (parte colorida do olho). Se SAFLUTAN™ é usado em apenas um olho, a cor do olho tratado pode se tornar permanentemente diferente da cor do outro olho. O que devo saber sobre os ingredientes inativos na SAFLUTAN™? SAFLUTAN™ não contém conservantes. SAFLUTAN™ não contém o conservante cloreto de benzalcônio.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenar o cartucho com os sachês de alumínio fechados em um refrigerador, 2°C – 8°C. Não abrir o sachê até o
    momento de utilizar o colírio. Após abrir o sachê:
    manter os flaconetes de dose única no sachê original;
    manter em refrigerador entre 2°C – 8°C;
    descartar os flaconetes de dose única fechados após 28 dias a partir da data de abertura do sachê de alumínio;
    descartar o flaconete de dose única aberto com qualquer solução remanescente imediatamente após o uso.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 28 dias. Aparência: Solução transparente e incolor. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    DOSE: Sempre use SAFLUTAN™ exatamente conforme orientação médica. Verifique com seu médico ou farmacêutico em caso de dúvida sobre como utilizar SAFLUTAN™. A dose é de 1 gota de SAFLUTAN™ em um ou ambos os olhos, uma vez ao dia à noite. Utilizar SAFLUTAN™ em ambos os olhos apenas se seu médico lhe orientar a respeito. Não instilar mais gotas ou utilizar mais frequentemente do que conforme instruído por seu médico. Isto pode tornar SAFLUTAN™ menos eficaz. Se utilizar outros medicamentos no olho, deixar pelo menos 5 minutos entre a aplicação de SAFLUTAN™ e a de outro medicamento. Não pare de utilizar SAFLUTAN™ sem antes perguntar a seu médico. Se interromper o uso de SAFLUTAN™, a pressão no olho aumentará novamente. Isto pode causar um dano permanente ao seu olho.

     Como Usar:

    Uso Oftálmico: Quando iniciar um novo sachê: Não utilizar os flaconetes de dose única se o sachê estiver violado. Abrir o sachê na linha tracejada. Escrever a data em que o sachê foi aberto no espaço reservado para a data no sachê.
    A cada uso de SAFLUTAN™:
    1. Lavar as mãos.
    2. Retirar a tira do flaconete do sachê.
    3. Destacar um flaconete de dose única da tira.
    4. Colocar de volta a tira no sachê e dobrar a extremidade para fechar o sachê.
    5. Certifique-se de que a solução encontra-se na parte inferior do flaconete de dose única.
    6. Para abrir o flaconete, girar a aba.
    7. Recline sua cabeça para trás. Se não conseguir inclinar sua cabeça, deite-se.
    8. Colocar a ponteira do flaconete próximo de seu olho. Cuidado para não tocar a ponteira do flaconete no olho.
    9. Puxar a pálpebra inferior e olhar para cima.
    10. Apertar suavemente o flaconete e deixar uma gota cair no espaço entre a pálpebra inferior e o olho.
    11. Fechar o olho por um momento e pressionar o canto interno do olho com seu dedo por cerca de um minuto.
    Isto ajuda a evitar que a gota seja drenada no ducto lacrimal.
    12. Secar qualquer solução em excesso da pele ao redor do olho com qualquer tecido.
    Se a gota não entrar no olho, tente novamente. Se seu médico lhe orientou a utilizar gotas em ambos os olhos, repetir as etapas 7 a 12 para o outro olho. O conteúdo de um flaconete de dose única de SAFLUTAN™ é suficiente para os dois olhos. A solução deve ser utilizada imediatamente após a abertura. Como a esterilidade não pode ser mantida após a abertura, descartar o flaconete aberto com qualquer conteúdo remanescente imediatamente após o uso.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    É importante usar SAFLUTAN™ conforme prescrito por seu médico. Se esquecer de utilizar SAFLUTAN™, use
    uma única gota assim que se lembrar, e depois aplique a dose seguinte como de costume; isto é, na hora
    regular e sem duplicar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico
    , ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não pretendidos ou indesejáveis, chamados reações adversas.
    Nos estudos clínicos, os pacientes que utilizaram SAFLUTAN™ apresentaram sintomas como: Reações comuns (ocorridas entre 1% e 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento): vermelhidão dos olhos, coceira nos olhos, irritação dos olhos, dor ocular, ou uma sensação de que há algo nos olhos, ressecamento do olho,
    olho lacrimejante, ou secreção ocular; vermelhidão da pálpebra ou pálpebra inchada; visão turva, redução da capacidade de visualização de detalhes pelos olho s, ou sensibilidade à luz; cefaleia; e alteração na superfície do olho.
    Nestes estudos, os pacientes também apresentaram reações adversas que incluíram alteração da cor da íris (alteração que pode ser permanente), alterações no comprimento, espessura, ou número de cílios, alteração
    de cor dos cílios, ou alteração de cor da pele em torno do olho. Nestes estudos, os pacientes também apresentaram efeitos adversos, incluindo: Reações comuns (ocorridas entre 1% e 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento): alteração da cor da íris (alteração que pode ser permanente), alterações no comprimento, espessura, ou número de cílios, descoloração dos cílios e catarata. Reação pouco frequente (ocorrida entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram esse medicamento): alteração da cor da pele ao redor dos olhos, tosse , boca seca e dor de garganta. Também podem ocorrer reações adversas além das lista das acima. Pergunte a seu médico ou farmacêutico mais informações sobre as reações adversas. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso utilize uma quantidade maior de SAFLUTAN™ do que deveria, é improvável que ocorra algum dano grave.
    Retome sua dose seguinte no horário usual. SAFLUTAN™ deve ser utilizado como colírio apenas e não deve ser ingerido. Se o medicamento for ingerido acidentalmente, peça orientação ao seu médico. Em caso de superdose, o tratamento deve ser sintomático. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800722 6001, se você precisa
    r de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    Registro MS – 1.9198.0004
    Farm. Resp.: Kátia Esteves dos Santos – CRF-SP nº 36.165
    Registrado e Importado por:
    MUNDIPHARMA BRASIL PROD. MÉDICOS E FARMACÊUTICOS LTDA
    Rua Verbo Divino, 2001 – 16º andar
    – Sala A – Chácara Santo Antônio
    São Paulo – SP
    CNPJ 15.127.898/0001-30
    SAC: 0800 038 6040
    sac@mundipharma.com.br
    Fabricado e Embalado por:
    Laboratoire Unither
    ZI La Guerie
    F-50211 COUTANCES Cedex
    França
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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      ZELMAC®

    tegaserode

     Apresentações:

    Zelmac® 6 mg – Embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
    VIA ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido contém 6 mg de tegaserode, equivalente a 8,31 mg de hidrogeno maleato de tegaserode.
    Excipientes: crospovidona, dibehenato de glicerila, hipromelose, lactose monoidratada, dióxido de silício.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Zelmac® é indicado para mulheres com diagnóstico de Síndrome do Intestino Irritável, com até 55 anos de
    idade, sem doenças cardiovasculares conhecidas ou fatores de risco para elas.

     Como este medicamento funciona?

    O tegaserode é a substância ativa do Zelmac®.
    Zelmac® atua estimulando o movimento e a secreção intestinal, além de moderar a sensibilidade visceral
    através da ligação de alta afinidade com receptores específicos (receptores de serotonina tipo-4 ou 5HT4) no
    trato gastrintestinal. O tegaserode é rapidamente absorvido após administração oral; os picos de concentração plasmática são alcançados após aproximadamente 1 hora. Noventa e oito por cento de tegaserode liga-se às proteínas
    plasmáticas. Aproximadamente dois terços de uma dose administrada por via oral são excretados inalterados nas fezes, o terço restante é excretado na urina. Zelmac® aumenta a ação da serotonina (uma substância química do corpo) nos intestinos, que é responsável pelo movimento das fezes (movimentos intestinais) através do intestino.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar Zelmac®:
    Se for alérgico ao tegaserode ou a algum dos componentes da fórmula.
    estiver com problemas do fígado ou dos rins.
    Se frequentemente apresenta ou está apresentando diarreia.
    Se tiver uma doença cardíaca, ou se teve um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral no
    passado.
    Se apresentar risco de ter um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral (por exemplo, se você
    tem pressão arterial elevada ou colesterol alto).
    Caso qualquer uma dessas características se aplique a você, informe seu médico antes de utilizar Zelmac®. Se
    você acha que pode ser alérgico, converse com seu médico.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Zelmac® somente será prescrito a você por um médico. Siga cuidadosamente as orientações do seu médico,
    mesmo se elas diferirem das informações gerais contidas nesta bula. Leia as seguintes informações antes de utilizar
    Zelmac®: Tome cuidado especial com Zelmac®. Se você apresenta intolerância a alguns açúcares, informe ao seu médico antes de usar Zelmac®. Se você apresentar diarreia grave ou sinais de hipotensão (como tonturas ou fraqueza) durante o tratamento com Zelmac® , você deve falar com seu médico imediatamente. Seu médico pode
    rá interromper o tratamento. Se você desenvolver qualquer problema cardíaco, como pressão ou dor no peito e/ou falta de ar após tomar Zelmac®, entre em contato com seu médico. Caso qualquer uma dessas situações se aplique a você, informe seu médico antes de utilizar Zelmac®. Seu médico decidirá se este medicamento pode ser indicado para você. Tomando Zelmac® com outros medicamentos? Não foram verificadas interações de Zelmac® com a maioria dos medicamentos. No entanto, informe seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento, incluindo aqueles obtidos sem prescrição médica ou fitoterápicos.
    Zelmac® com alimentos e bebidas Zelmac® deve ser tomado antes das refeições. Pacientes idosos: O uso em pacientes idosos não é recomendado e deve restringir-se a mulheres com menos de 55 anos de idade.
    Crianças: O uso em crianças não foi estudado, portanto, não é recomendado.
    Gravidez e lactação: Este medicamento não é recomendado para uso em mulheres grávidas. Se você ficar grávida durante o tratamento com Zelmac®, pare de tomar o medicamento e consulte seu médico informando-o sobre isto.
    É provável que Zelmac® passe para o leite materno. Desta forma, não se deve amamentar durante o tratamento com Zelmac®. Consulte seu médico ou farmacêutico antes de utilizar qualquer medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Efeitos sobre a capacidade de conduzir veículos ou de utilizar máquinas: não foram observados efeitos sobre a capacidade de conduzir veículos ou de utilizar máquinas. Este medicamento contém lactose. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve guardar este medicamento em local seguro e conservá-lo em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C).
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    ASPECTO FÍSICO: O comprimido de Zelmac® é esbranquiçado a levemente amarelado com uma superfície levemente áspera, circular, achatado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

     Como devo usar este medicamento?

    Quanto de Zelmac® Você deve tomar um comprimido de 6 mg, duas vezes ao dia. Quando tomar Zelmac® O comprimido deve ser ingerido por via oral, com um copo de água e antes das refeições. A dose máxima diária é de 12 mg. Sempre use Zelmac® exatamente como seu médico orientou. Se não estiver seguro, consulte seu médico
    novamente. Se tiver a impressão de que o efeito de Zelmac® é muito forte ou muito fraco, converse com seu
    médico ou farmacêutico. Por quanto tempo tomar Zelmac®? Use Zelmac® durante o período indicado pelo seu médico. Normalmente Zelmac® é utilizado por até 12 semanas. Idosos: O uso em pacientes idosos não é recomendado e deve restringir-se a mulheres com menos de 55 anos de idade. Pacientes com insuficiência hepática:
    Não é necessário um ajuste posológico em pacientes com insuficiência hepática leve. Zelmac® não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática moderada a grave, e, portanto não é recomendado para esses pacientes.
    Pacientes com insuficiência renal: Não é necessário ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal leve a moderada. Zelmac® não é recomendado para pacientes com insuficiência renal grave. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar um comprimido, tome o comprimido seguinte antes da próxima refeição. Não
    tome uma dose dobrada de Zelmac® para compensar a dose que se esqueceu de tomar. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como com todos os medicamentos, pacientes tratados com Zelmac® podem apresentar reações
    adversas, embora nem todos as apresentem. Se você apresentar qualquer uma dessas reações, entre
    imediatamente em contato com seu médico. Em casos raros, foram relatadas reações alérgicas que incluem “rash”, urticária e prurido. Em casos muito raros podem ocorrer reações alérgicas graves (por exemplo, reações envolvendo dificuldades de respiração). Sintomas de ataque cardíaco ou outros problemas cardíacos como pressão ou dor no peito, falta de ar, ou sintomas de acidente vascular cerebral, como fraqueza ou perda de sensibilidade, foram relatados raramente em pacientes com fatores de risco cardiovascular (por ex.: pressão sanguínea elevada,
    colesterol alto, doenças cardíacas prévias ou existentes). Raramente foram relatados sintomas de colite isquêmica (como hemorragia retal, diarreia com sangue, dor abdominal ou piora da dor abdominal). Muito raramente foram relatadas alterações nos testes da função hepática (por ex.: níveis de transaminases e bilirrubina aumentados) e sintomas de hepatite (como náusea, perda de apetite, mal estar). Outras reações adversas causadas por Zelmac®
    são normalmente leves (com exceção de diarreia grave) e estão principalmente relacionadas com o trato gastrintestinal. A diarreia pode comumente ocorrer como um episódio único nos primeiros dias de tratamento. É muito improvável que a diarreia continue ou que ocorra depois dos primeiros dias de tratamento. Se qualquer uma das reações acima te afetar gravemente, informe seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há experiência de intoxicação aguda com o tegaserode. Contudo, com base nos resultados obtidos
    durante os estudos clínicos com o produto, com administração de doses únicas orais equivalentes a 116 mg
    de tegaserode, os sinais e sintomas da superdose podem incluir diarreia, dor de cabeça, dor abdominal
    intermitente e pressão baixa. Informe imediatamente o seu médico se você tomar muitos comprimidos de
    Zelmac®. Na eventualidade de uma superdose, o médico deverá aplicar terapia sintomática e de suporte adequada. É improvável que o tegaserode seja removido por meio de diálise devido ao seu volume de distribuição elevado
    e à sua extensa ligação às proteínas plasmáticas. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS 1.0974.0242
    Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Jr.
    CRF-SP nº 5143
    Fabricado por Novartis Farmacêutica SA, Barberà Del Vallès,
    Barcelona, Espanha
    Embalado por Anovis Industrial Farmacêutica Ltda., Taboão da Serra, SP
    Importado por Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
    Av. Paulo Ayres, 280 – Taboão da Serra – SP
    CEP 06767-220 SAC 0800 724 6522
    CNPJ 49.475.833/0001-06
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 11/09/2017

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     NASOFAR

    cloreto de sódio 3%

    USO NASAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 ANOS

     Apresentação:

    Solução nasal: frasco spray contendo 60mL.
    COMPOSIÇÃO
    Cada 1mL da solução contém: Cloreto de sódio …………………………………………………………………………………………..30mg
    Veículo q.s.p. ………………………………………………………………………………………………. 1mL
    Veículo: cloreto de benzalcônio, edetato dissódico, ácido cítrico, fosfato de sódio dibásico e água purificada.

     Para que este medicamento é indicado?

    Nasofar é indicado como fluidificante das secreções da mucosa nasal.

     Como este medicamento funciona?

    Nasofar age fluidificando a secreção mucosa nasal, favorecendo, portanto, sua eliminação.

      Quando não devo usar este medicamento?

    Nasofar é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula e para pacientes que estejam, por algum motivo, apresentando quadros de hipernatremia (concentração alta de sódio no sangue). Nasofar não deve ser utilizado em inaloterapia devido ao risco de ocorrer broncoespasmo. Contraindicado
    para uso crônico; há evidências que o cloreto de benzalcônio pode desencadear e agravar rinite medicamentosa.
    Este medicamento é contraindicado para menores de 3 anos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Recomenda-se que Nasofar seja utilizado com precaução e somente sob orientação médica nos casos em que possa ocorrer retenção de sódio, como insuficiência renal ou hepática grave, insuficiência cardíaca congestiva, quadros de edema pulmonar ou periférico e quadros de obstrução urinária. Pacientes que estejam fazendo uso de medicamentos que causem a retenção de sódio como corticosteróides devem utilizar oproduto somente sob orientação médica. O frasco não deve ser utilizado por mais de uma pessoa, com a finalidade de diminuir o risco de contaminação e transmissão do processo infeccioso. Não existem evidências suficientes para confirmar a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz. A solução nasal é um líquido límpido e incolor. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    I. Instruções para adaptação do bico spray ao frasco
    1. Abrir o frasco, quebrando o lacre que se encontra na tampa, através de giro da tampa no sentido anti-horário.
    2. Acoplar a válvula pump (spray) no frasco e rosquear, girando a tampa no sentido horário até que a válvula esteja bem firme.II. Instruções para as aplicações
    3. Remover a tampa do bico spray.
    4. Posicionar o bico do frasco spray voltado para cima na entrada da narina (nãointroduzir o bico do frasco nas narinas) e pressionar a haste da válvula para baixo. A cabeça deve ser mantida ereta, em posição vertical, durante a aplicação.
    5. Limpar o bico e recolocar a tampa protetora. O frasco deve ser guardado no interior do cartucho.
    Fazer uma aplicação em cada narina, 4 a 6 vezes ao dia, ou conforme orientação médica. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

     O Que fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve usar Nasofar conforme as recomendações da bula ou orientação médica. Se você deixou de usar uma dose, deverá usar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Apesar das reações adversas com Nasofar serem baixas, podem ocorrer quadros de queimação ou de prurido da mucosa nasal, que desaparecem com a suspensão do tratamento. Informe ao seu médico, ou cirurgião-dentista ou far
    macêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você ingerir uma dose muito grande deste medicamento acidentalmente, deve procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente. O apoio médico imediato é fundamental para adultos e crianças, mesmo se os sinais e sintomas de intoxicação não estiverem presentes. Quantidades excessivas podem causar náuseas, vômitos, diarreia e cólicas abdominais. Nos casos mais leves, recomenda-se a ingestão de água e a restrição de sódio. Nos casos mais graves deve-se observar e monitorar o estado clínico do paciente e avaliar a dosagem sérica de sódio do paciente a nível hospitalar. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orient
    ações.

     DIZERES LEGAIS

    MS 1.0571.0036
    Farm. Resp.: Rander Maia
    CRF-MG nº 2546
    BELFAR LTDA.
    Rua Alair Marques Rodrigues, 516 – Belo Horizonte/M
    G – CEP: 31.560-220
    CNPJ: 18.324.343/0001-77 – Indústria Brasileira
    SAC: 0800 031 0055

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     MERONEM®

    meropeném

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Meronem®
    Nome genérico: meropeném

     Apresentações:

    Meronem® pó para solução injetável contendo 500 mg ou 1 g de meropeném em embalagens com 10 frascos-ampolas.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: VIA INTRAVENOSA
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 MESES

     Composição:

    Cada frasco -ampola de Meronem® 500 mg contém 570 mg de meropeném (tri-hidratado), equivalente a 500 mg de
    meropeném anidro. Cada frasco-ampola de Meronem®. 1 g contém 1140 mg de meropeném (tri-hidratado), equivalente a 1 g de meropeném anidro. Excipiente: carbonato de sódio anidro.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Meronem® é indicado para o tratamento das seguintes infecções em adultos e crianças, causadas por uma única ou múltiplas bactérias sensíveis e como tratamento empírico antes da identificação do micro-organismo causador:
    • Infecções do trato respiratório inferior;
    • Infecções urinárias, incluindo infecções complicadas;
    • Infecções intra -abdominais;
    • Infecções ginecológicas, incluindo infecções pós -parto;
    • Infecções de pele e anexos;
    Meningite (inflamação das membranas do cérebro ou da medula espinhal);
    • Septicemia (doença sistêmica causada pela propagação de micro-organismos e suas toxinas através do sangue);
    • Tratamento empírico, incluindo monoterapia inicial para infecções presumidamente bacterianas, em pacientes
    neutropênicos (com baixo número de neutrófilos no sangue);
    • Infecções polimicrobianas (causadas por vários micro-organismos): devido ao seu amplo espectro de atividade
    bactericida contra bactérias gram-positivas e gram-negativas, aeróbias e anaeróbias, meropeném é eficaz para o
    tratamento de infecções polimicrobianas;
    • Fibrose cística: meropeném intravenoso tem sido utilizado eficazmente em pacientes com fibrose cística e infecções
    crônicas do trato respiratório inferior, tanto como monoterapia, quanto em associação com outros agentes antibacterianos. O patógeno não tem sido sempre erradicado nestes tratamentos.

     Como este medicamento funciona?

    O meropeném é um antibiótico carbapenêmico para uso parenteral (administrado por via injetável). O meropeném exerce sua ação bactericida através da interferência com a síntese da parede celular bacteriana. A facilidade com que penetra nas células bacterianas, seu alto nível de estabilidade à maioria das serinas betalactamases e sua notável afinidade pelas múltiplas proteínas ligantes de penicilina (PBPs) explicam a potente atividade bactericida de
    meropeném contra um amplo espectro de bactérias aeróbicas e anaeróbicas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar Meronem® se apresentar alergia ao meropeném ou carbonato de sódio anidro. Antes de iniciar o tratamento com Meronem®, informe seu médico se você tem reação alérgica a qualquer outro antibiótico, incluindo penicilinas, outros carbapenêmicos ou outros antibióticos beta-lactâmicos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    As reações adversas cutâneas graves (RACG), como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), necrólise epidérmica tóxica (NET), reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), eritema multiforme (EM) e pustulose exantemática generalizada aguda ( PEGA ) foram relatadas em pacientes que receberam Meronem®. Se aparecerem sinais e sintomas sugestivos dessas reações, o médico deverá ser consultado e meropeném deve ser imediatamente descontinuado. Como acontece com outros antibióticos, pode ocorrer supercrescimento de micro-organismos não sensíveis, sendo então necessárias repetidas avaliações de cada paciente. Raramente, foi relatada a ocorrência de colite (inflamação do intestino) pseudomembranosa, assim como ocorre com praticamente todos os antibióticos. Desse modo, é importante considerar o diagnóstico de colite (inflamação do intestino) pseudomembranosa em pacientes que apresentem diarreia em associação ao uso de Meronem®. Informe seu médico se você teve diarreia grave decorrente do uso de outros antibióticos. Uso pediátrico: A eficácia e a tolerabilidade em neonatos com idade inferior a 3 meses não foram estabelecidas. Portanto, Meronem® não é recomendado para uso abaixo desta faixa etária. Uso em idosos e pacientes com insuficiência renal:
    Ver questão 6. Como devo usar este medicamento?. Pacientes com doença hepática: Informe seu médico se você tem problemas no fígado, pois pacientes portadores de alterações hepáticas devem ter a função do fígado monitorada durante o tratamento com Meronem®. Pacientes com doença renal: Informe seu médico se você tem problemas nos rins. A dose de Meronem® pode precisar ser reduzida se os rins não estiverem funcionando adequadamente.
    Não se espera que Meronem®. afete a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas, mas é importante a avaliação do médico, pois foram relatados casos de dores de cabeça, parestesia e convulsões durante do uso do medicamento. Uso durante a gravidez e lactação: A segurança de Meronem® na gravidez humana não foi estabelecida, apesar dos estudos em animais não terem demonstrado efeitos adversos no feto em desenvolvimento. Meronem® não deve ser usado na gravidez, a menos que os benefícios potenciais para a mãe justifiquem os riscos potenciais para o feto, a critério médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Foram relatados casos de excreção de meropeném no leite materno. Meronem® não deve ser usado em mulheres que estejam amamentando, a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial para o bebê. Você deve informar seu médico se estiver amamentando. Informe seu médico se estiver tomando ácido valpróico, pois o uso concomitante com Meronem® pode reduzir os níveis sanguíneos desta medicação. Informe seu médico se você estiver tomando probenecida. Não se recomenda a co administração de Meronem®, e probenecida. Meronem®. foi administrado concomitantemente com muitos outros medicamentos sem interações adversas aparentes. Entretanto, não foram conduzidos estudos de interação com fármacos específicos, além do estudo com a probenecida. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

     Onde, Como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Meronem®, deve ser conservado em temperatura ambiente ( entre 15 e 30ºC). Não congelar. Armazenamento após a reconstituição. A solução para injeção intravenosa em bolus deve ser preparada dissolvendo o produto Meronem®.
    em água para injeção, com concentração final de 50 mg/mL. Após o preparo, a solução para injeção intravenosa em bolus demonstrou estabilidade química e física por 3 horas em temperaturas até 25ºC ou 16 horas quando armazenada em condições de refrigeração (2-8ºC). A solução para infusão intravenosa deve ser preparada dissolvendo o produto Meronem®. em solução para infusão de cloreto de sódio 0,9% ou solução para infusão de glicose 5%, com concentração final de 1 a 20mg/mL. Após reconstituição, a solução para infusão intravenosa de cloreto de sódio 0,9% demonstrou estabilidade química e física por 3 horas em temperaturas até 25ºC ou 15 horas quando armazenada em condições de refrigeração (2-8ºC). Soluções de Meronem®, reconstituídas com solução de glicose 5% devem ser utilizadas imediatamente. Após reconstituição, as soluções de Meronem®, não devem ser congeladas. Do ponto de vista microbiológico, a não ser que o modo de abrir, reconstituir e diluir elimine o risco de
    contaminação microbiológica, o produto deve ser utilizado imediatamente. Se não utilizado imediatamente, o
    tempo e condições de armazenamento pós-reconstituição são de responsabilidade do usuário. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde
    -o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: pó branco a amarelo claro.

     Como devo usar este medicamento?

    Adultos: A faixa de dosagem é de 1,5 g a 6,0 g diários, divididos em três administrações. Dose usual: 500 mg a 1 g, por administração intravenosa a cada 8 horas, dependendo do tipo e da gravidade da infecção, da sensibilidade conhecida ou esperada do(s) patógeno(s) e das condições do paciente.
    Exceções
    1) Episódios de febre em pacientes neutropênicos – a dose deve ser de 1 g a cada 8 horas.
    2) Meningite/fibrose cística – a dose deve ser de 2 g a cada 8 horas.
    Quando tratar-se de infecções conhecidas ou suspeitas de serem causadas por Pseudomonas aeruginosa, recomenda-
    se doses de pelo menos 1 g a cada 8 horas para adultos (a dose máxima não deve ultrapassar 6 g por dia, divididos em 3 doses) e doses de pelo menos 20 mg/kg a cada 8 horas para crianças (a dose máxima não deve ultrapassar 120 mg/kg por dia, divididos em 3 doses). Testes regulares de suscetibilidade são recomendados no tratamento de infecções por Pseudomonas aeruginosa. Meronem®, deve ser administrado como injeção intravenosa em bolus por aproximadamente 5 minutos ou por infusão intravenosa de aproximadamente 15 a 30 minutos (ver questão 5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? – Armazenamento após a reconstituição). Há dados limitados sobre segurança disponíveis para apoiar a administração de bolus de 2 g. Meronem®, é eliminado através da hemodiálise e hemofiltração, caso seja necessário a continuidade do tratamento com Meronem®, recomenda-se que no final do procedimento de hemodiálise o tratamento efetivo seja reinstituído na dosagem adequada baseada no tipo e gravidade da infecção. Não existe experiência com diálise peritoneal. Adultos com doença hepática:
    Não é necessário ajuste de dose.Idosos: Não é necessário ajuste de dose para idosos com função renal normal ou com valores de clearance de creatinina superiores a 50 mL/min. Crianças: Para crianças acima de 3 meses de idade e até 12 anos, a dose intravenosa é de 10 a 40 mg/kg a cada 8 horas, dependendo do tipo e da gravidade da infecção, da suscetibilidade conhecida ou esperada do(s) patógeno(s) e das condições do paciente. Em crianças com peso superior a 50 kg, deve ser utilizada a posologia para adultos. Exceções:
    1) Episódios de febre em pacientes neutropênicos – a dose deve ser de 20 mg/kg a cada 8 horas.
    2) Meningite/fibrose cística – a dose deve ser de 40 mg/kg a cada 8 horas.
    Meronem ®, deve ser administrado como injeção intravenosa em bolus por aproximadamente 5 minutos ou por
    infusão intravenosa de aproximadamente 15 a 30 minutos (ver questão 5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? – Armazenamento após a reconstituição). Há dados limitados sobre segurança disponíveis para apoiar a administração de bolus de 40 mg/kg para crianças. Não há experiência em crianças com função renal alterada. Preparo de Meronem®. Para injeção intravenosa em bolus Meronem®, deve ser reconstituído em água estéril para injeção (10 mL para cada 500 mg), conforme tabela abaixo. Essa reconstituição fornece uma solução de concentração final de aproximadamente 50 mg/mL. As soluções reconstituídas são claras ou amarelo
    -pálidas. Para infusão intravenosa, os frascos-ampolas de Meronem®, podem ser diretamente reconstituídos com um fluido de infusão compatível e, posteriormente, a esta diluição pode ser adicionada a outra solução, também compatível, para infusão conforme necessário. Utilizar preferencialmente soluções de Meronem®, recém-preparadas. Entretanto, as soluções reconstituídas de Meronem®, mantêm potência satisfatória em temperatura de 15 e 25ºC ou sob refrigeração (4ºC), de acordo com o item “Armazenamento após a reconstituição”. Deve-se agitar a solução reconstituída antes do uso. Meronem®, não deve ser misturado ou adicionado a soluções que contenham outros fármacos. As soluções de Meronem® não devem ser congeladas.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O esquema de doses será estabelecido por seu médico, que irá monitorar a administração adequada nos períodos
    determinados. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista .

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Durante o tratamento com Meronem®, podem ocorrer as seguintes reações adversas: Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitemia (aumento do número de plaquetas no sangue), cefaleia (dor de cabeça), náusea, vômito, diarreia, aumento das enzimas hepáticas (transaminases séricas, fosfatase alcalina, desidrogenase láctica e aumento da gama-glutamiltransferase), exantema (manchas ou pápulas na pele), prurido (coceira), inflamação e dor no local da aplicação. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): candidíase oral (infecções por fungos na boca) e vaginal (infecções por fungos na vagina), eosinofilia (aumento do número de eosinófilos no sangue), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue), leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos do sangue), neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue), parestesia (sensação de dormência), aumento da bilirrubina sanguínea, urticária (coceira na pele com vermelhidão) e tromboflebites (inflamação venosa com formação de trombo).
    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): convulsões e agranulocitose
    (ausência ou número insuficiente de glóbulos brancos/granulócitos no sangue). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia hemolítica, angioedema (inchaço da pele, mucosas, vísceras e cérebro), manifestações de anafilaxia (reações alérgicas intensas), colite pseudomembranosa (inflamação no intestino), eritema multiforme (vermelhidão inflamatória da pele), Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica com formação de erupções cutâneas nas mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (degeneração da pele). Frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): reação ao medicamento com
    eosinofilia e sintomas sistêmicos [DRESS – erupção cutânea grave (lesões de pele), febre, linfadenopatia (aumento dos gânglios, anormalidades hematológicas (do sangue) e envolvimento multivisceral (diversos órgãos)] e pustulose
    exantemática generalizada aguda. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    É improvável que ocorra a superdose intencional, embora a superdose possa ocorrer particularmente em pacientes com alteração renal. Experiências limitadas na pós-comercialização indicam que se ocorrer um efeito adverso  decorrente de superdose, este não será diferente dos descritos na questão 8. Quais os males que este medicamento pode me causar? e será geralmente de gravidade leve e solucionado com a suspensão do tratamento ou redução da dose. O tratamento sintomático deve ser considerado. Em indivíduos com função normal dos rins ocorrerá rápida eliminação renal. Hemodiálise, se necessário, removerá Meronem®. e seu metabólito. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2110.0433
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF -SP nº 9.258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo –SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado por: Sumitomo Dainippon Pharma Co. Ltd.
    Oita City – Oita – Japão Ou Fabricado por: ACS Dobfar S.p.A.
    Tribiano – Milão – Itália
    Embalado por (embalagem primária): Zambon Switzerland Ltd.
    Cadempino – Ticino – Suíça
    Embalado por (embalagem secundária): AstraZeneca UK Limited
    Macclesfield – Cheshire – Reino Unido
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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     ZINFORO®

    ceftarolina fosamila

     Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Zinforo®
    Nome genérico: ceftarolina fosamila

     Apresentação:

    Zinforo® pó para solução para infusão contendo 600 mg de ceftarolina fosamila em embalagens com 10 frascos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada frasco de Zinforo® contém 600 mg de ceftarolina fosamila (equivalente a 530 mg de ceftarolina).
    Excipiente: arginina.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado? 

    Zinforo® é indicado para o tratamento de pacientes adultos (acima de 18 anos de idade) com as seguintes infecções:
    • Infecções complicadas de pele e tecidos moles causadas por isolados sensíveis de Staphylococcus aureus (incluindo
    cepas resistentes à meticilina), Streptococcus pyogenes, Streptococcus agalactiae, Streptococcus anginosus (inclui S.
    anginosus, S. intermedius, e S. constellatus), Streptococcus dysgalactiae, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae,
    Klebsiella oxytoca e Morganella morganii.
    • Pneumonia adquirida na comunidade causada por isolados sensíveis de Streptococcus pneumoniae (incluindo casos com bacteriemia concomitante), Staphylococcus aureus (apenas cepas sensíveis à meticillina), Escherichia coli, Haemophilus: influenzae, Haemophilus parainfluenzae e Klebsiella pneumoniae.

     Como este medicamento funciona?

    A ceftarolina é um antibiótico cefalosporínico de quinta geração com notável atividade contra Staphylococcus aureus
    resistentes à meticilina (MRSA) e bactérias gram-positivas. Também possui amplo espectro de ação contra bactérias gramnegativas.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Você não deve utilizar Zinforo® se tiver alergia ao principio ativo ou a qualquer dos excipientes.
    Você não deve utilizar Zinforo® se tiver alergia à classe de medicamentos antibacterianos chamados cefalosporinas. Você não deve utilizar Zinforo® se tiver alergia a qualquer outro tipo de agente antibacteriano beta-lactâmico (por exemplo, penicilinas ou carbapenêmicos).

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe seu médico se você:
    • tem problemas renais;
    • teve convulsões;
    • teve diarreia grave ou alergia após tomar outros antibióticos.
    Testes laboratoriais
    Você pode apresentar um resultado positivo em um teste de laboratório (chamado teste de Coombs), que detecta certos anticorpos ligados às suas células vermelhas do sangue (hemácias).
    Se alguma das situações acima se aplicar a você (ou você não tem certeza), fale com seu médico ou enfermeiro antes de usar Zinforo®.
    Uso durante a gravidez e lactação
    Gravidez:
    Informe o seu médico se estiver grávida antes de usar Zinforo®. Não use este medicamento durante a gravidez a menos que seu médico tenha indicado. Pergunte ao seu médico antes de tomar qualquer medicamento se estiver grávida.
    Amamentação:
    Informe o seu médico antes de usar Zinforo® se estiver amamentando ou se planeja amamentar. O seu médico pode pedir para que pare de amamentar durante o tratamento com Zinforo®. Pergunte ao seu médico antes de tomar qualquer medicamento se estiver amamentando. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
    Não há dados disponíveis referentes à probabilidade de Zinforo® afetar a capacidade de conduzir veículos ou utilizar
    máquinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Utilização com outros medicamentos: Por favor, informe o seu médico ou enfermeiro se estiver utilizando ou tiver utilizado recentemente quaisquer outros medicamentos. Isto inclui medicamentos obtidos sem receita médica e medicamentos fitoterápicos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo médico, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa a cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento de infecções mais graves. Para prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por micro-organismos sensíveis a este medicamento.
    Atenção: o uso incorreto deste medicamento pode causar resistência microbiana e falha no tratamento.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Zinforo® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz.
    Após a reconstituição (frasco-ampola). O frasco-ampola reconstituído deve ser utilizado imediatamente. O tempo total entre o início da reconstituição e a completa diluição em frasco ou bolsa de infusão não deve exceder 30 minutos. Após diluição (frasco ou bolsa de infusão). Uma vez preparada com os diluentes listados no item Posologia e Modo de Usar, a solução intravenosa deve ser administrada nas primeiras 6 horas após a preparação. A estabilidade físico-química foi demonstrada durante 24 horas entre 2 e 8°C. Uma vez retirado do refrigerador para a temperatura ambiente de 25°C, o produto diluído deve ser usado dentro de 6 horas. Do ponto de vista microbiológico, o medicamento deve ser usado imediatamente, a menos que a reconstituição e a diluição
    tenham ocorrido em condições de assepsia controladas e validadas. Se não for utilizado imediatamente, os tempos de
    conservação em uso e as condições antes da utilização são da responsabilidade do utilizador. Após preparo, o produto diluído pode ser mantido por 24 horas entre 2 e 8ºC. Após preparo ou retirada do refrigerador, o produto diluído pode ser utilizado dentro de 6 horas na temperatura ambiente de 25°C. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: pó para solução para infusão branco amarelado pálido a amarelo claro.

     Como devo usar este medicamento? 

    A dose recomendada de Zinforo® é de 600 mg administrados a cada 12 horas por infusão intravenosa durante 60 minutos em pacientes ? 18 anos de idade. A duração do tratamento deve ser orientada pelo tipo de infecção a ser tratada, sua gravidade e da resposta clínica do paciente. Dose recomendada e administração por infecções é a seguinte: Pacientes com insuficiência hepática. Nenhum ajuste de dose é considerado necessário em pacientes com insuficiência hepática.
    Pacientes idosos:
    Não é necessário ajuste de dose para os idosos com depuração de creatinina (ClCr) > 50 mL/min.
    Pacientes pediátricos:
    A segurança e a eficácia em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.
    Reconstituição e compatibilidade:
    O pó deve ser reconstituído com água para injeção e a solução resultante deve ser diluída imediatamente antes do uso. A solução reconstituída é amarela pálida livre de qualquer partícula. Técnicas padrão de assepsia devem ser utilizadas para preparação de soluções e administração. Zinforo® pó deve ser reconstituído com 20 mL de água para injeção esterilizada. A solução reconstituída resultante deve ser agitada antes de ser transferida para um frasco ou bolsa de infusão e, então, deve ser imediatamente diluída em um dos seguintes diluentes:
    solução injetável de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%); solução injetável de glicose 50 mg/mL (5%);
    solução injetável de cloreto de sódio 4,5 mg/mL e glicose 25 mg/mL (cloreto de sódio 0,45% e glicose 2,5%);
    solução de Ringer lactato. Uma bolsa de infusão de 250 mL, 100 mL ou 50 mL pode ser utilizada para preparar a infusão. O intervalo de tempo total entre o início da reconstituição e a finalização da preparação da solução diluída para infusão intravenosa não deve exceder 30 minutos. Um mL da solução reconstituída contém 30 mg de ceftarolina fosamila. A solução diluída (frasco ou bolsa de infusão) deve ser administrada em até 6 horas quando mantida em temperatura ambiente de 25°C. Esta solução pode ser armazenada por até 24 horas entre 2 e 8°C. No entanto, uma vez removida da refrigeração, a solução diluída deverá ser utilizada em até 6 horas. Cada frasco é para uma única utilização. O limite máximo diário de Zinforo® é de 1200 mg. Zinforo® deve ser usado por infusão intravenosa, outra via de administração não é recomendada. Pacientes com insuficiência hepática. Nenhum ajuste de dose é considerado necessário em pacientes com insuficiência hepática.
    Pacientes idosos:
    Não é necessário ajuste de dose para os idosos com depuração de creatinina (ClCr) > 50 mL/min.
    Pacientes pediátricos:
    A segurança e a eficácia em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.
    Reconstituição e compatibilidade:
    O pó deve ser reconstituído com água para injeção e a solução resultante deve ser diluída imediatamente antes do uso. A solução reconstituída é amarela pálida livre de qualquer partícula.
    Técnicas padrão de assepsia devem ser utilizadas para preparação de soluções e administração.
    Zinforo® pó deve ser reconstituído com 20 mL de água para injeção esterilizada. A solução reconstituída resultante deve ser agitada antes de ser transferida para um frasco ou bolsa de infusão e, então, deve ser imediatamente diluída em um dos seguintes diluentes: solução injetável de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%); solução injetável de glicose 50 mg/mL (5%); solução injetável de cloreto de sódio 4,5 mg/mL e glicose 25 mg/mL (cloreto de sódio 0,45% e glicose 2,5%); solução de Ringer lactato. Uma bolsa de infusão de 250 mL, 100 mL ou 50 mL pode ser utilizada para preparar a infusão. O intervalo de tempo total entre o início da reconstituição e a finalização da preparação da solução diluída para infusão intravenosa não deve exceder 30 minutos. Um mL da solução reconstituída contém 30 mg de ceftarolina fosamila. A solução diluída (frasco ou bolsa de infusão) deve ser administrada em até 6 horas quando mantida em temperatura ambiente de 25°C. Esta solução pode ser armazenada por até 24 horas entre 2 e 8°C. No entanto, uma vez removida da refrigeração, a solução diluída deverá ser utilizada em até 6 horas.
    Cada frasco é para uma única utilização. O limite máximo diário de Zinforo® é de 1200 mg. Zinforo® deve ser usado por infusão intravenosa, outra via de administração não é recomendada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Este medicamento somente poderá ser utilizado/administrado, interrompido e ter sua posologia alterada pelo médico responsável. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): teste de Coombs direto positivo. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia, náusea, vômito, dor abdominal, cefaleia (dor de cabeça), tontura, rash (lesões na pele com vermelhidão), prurido (coceira no corpo), transaminases aumentadas (aumento de enzimas do fígado), flebite (inflamação de uma veia), pirexia (febre) e reações no local de infusão (eritema, flebite, dor). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia, leucopenia (redução do nível dos glóbulos brancos), neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação (plaquetas) do sangue), hipersensibilidade/anafilaxia (alergia), urticária (coceira na pele com vermelhidão), colite por Clostridium difficile (inflamação do intestino causada por uma bactéria chamada Clostridium difficile), tempo de protrombina prolongado e creatinina sanguínea aumentada. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de glóbulos brancos do sangue). Em um estudo clínico realizado em pacientes com infecções complicadas de pele e tecidos moles com administração a cada 8 horas, a frequência de rash (lesões na pele com vermelhidão) em um subgrupo de pacientes asiáticos foi muito comum. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

     
    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Superdose intencional por ceftarolina fosamila é improvável, embora overdose relativa possa ocorrer principalmente em pacientes com insuficiência renal moderada a grave. Dados limitados em pacientes que receberam doses superiores a recomendada de Zinforo® demonstraram reações adversas similares as observadas em pacientes que receberam as doses recomendadas. Tratamento sob tais circunstâncias devem seguir a prática médica padrão local.
    A ceftarolina pode ser parcialmente removida por hemodiálise. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais 

    MS – 1.2110.0432
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP nº 9.258
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado por:
    ACS Dobfar S.p.A.
    Tribiano – Itália
    Embalado por:
    Facta Farmaceutici S.p.A
    Teramo – Itália
    Ou
    Fabricado e Embalado por:
    Facta Farmaceutici S.p.A.
    Teramo – Itália
    Importado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    Tags: , , , , , , , , ,

  •  Identificação do Medicamento

    Nome genérico: anidulafungina

     Apresentação:

    A anidulafungina pó liofilizado de 100 mg em embalagem contendo 1 frasco-ampola.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada frasco-ampola de anidulafungina contém o equivalente a 100 mg de anidulafungina.
    Excipientes: frutose, manitol, polissorbato 80, ácido tartárico, hidróxido de sódioa
    , ácido clorídricoa. a = para ajuste de pH.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    A anidulafungina é indicada para o tratamento da candidíase (infecção causada pelo fungo Candida) invasiva em
    pacientes adultos, incluindo candidemia (presença do fungo Candida infectando o sangue).

     Como este medicamento funciona? 

    A anidulafungina pertence à classe de antifúngicos chamada de equinocianas, utilizada para tratar infecções
    fúngicas graves, e é um lipopeptídeo (tipo de substância que aumenta a disponibilidade de outras substâncias
    insolúveis em água) sintetizado a partir de um produto da fermentação do Aspergillus nidulans (tipo de fungo).
    A anidulafungina inibe seletivamente a enzima 1,3-?-D glucana sintase que é um componente essencial na
    parede das células dos fungos. A anidulafungina demonstrou atividade fungicida (capaz de matar o fungo) contra
    espécies de Candida (tipo de fungo) e atividade contra regiões do crescimento celular ativo da hifa (uma das
    formas do fungo) do Aspergillus fumigatus.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    A anidulafungina é contraindicada a pacientes com hipersensibilidade (alergia) a anidulafungina, a outras
    equinocandinas (classe de antifúngicos) (por exemplo, a caspofungina) ou a qualquer outro componente da
    fórmula.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Reações anafiláticas (reação alérgica grave), incluindo choque (reação alérgica grave, com queda da pressão
    arterial), foram reportadas devido ao uso de anidulafungina. Se estas reações ocorrerem, a anidulafungina deve
    ser descontinuada e um tratamento apropriado deve ser administrado.
    Eventos adversos relacionados com infusão da anidulafungina foram reportados, incluindo: rash (vermelhidão da
    pele), urticária (alergia da pele), rubor (vermelhidão), prurido (coceira), dispneia (falta de ar), broncoespasmo
    (chiado no peito) e hipotensão (pressão baixa). Os eventos adversos relacionados à infusão são infrequentes
    quando a taxa de infusão da anidulafungina não excede 1,1 mg/minuto.
    Caso haja alteração nos testes que avaliam a função hepática (do fígado) ela deve ser monitorada
    periodicamente. Se for observada uma piora dessa função seu médico avaliará se os benefícios do uso de
    anidulafungina superam os riscos desse problema, ou não.
    Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de
    Diabetes.
    Uso durante a Gravidez:
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Uso durante a Lactação (amamentação): não se sabe se a anidulafungina é excretada no leite materno
    humano, portanto a anidulafungina só deve ser utilizada durante a amamentação após avaliação médica.
    Não foram realizados estudos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas.
    Não é recomendado o uso de anidulafungina em pacientes com idade inferior a 18 anos, a menos que o médico
    julgue que seu potencial benefício justifica o risco.
    Interações Medicamentosas – O uso concomitante dos medicamentos listados a seguir não demonstrou
    qualquer interação medicamentosa quando usados ao mesmo tempo que a anidulafungina: ciclosporina,
    voriconazol, tacrolimo, anfotericina B lipossomal e rifampicina. Sempre avise ao seu médico todas as
    medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as
    medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    A anidulafungina deve ser conservada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. Solução Reconstituída: se não utilizada imediatamente, a solução reconstituída deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C) por até uma hora. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução reconstituída de anidulafungina foi demonstrada por 1 hora a 5°C. Solução para Infusão: a solução para infusão deve ser armazenada entre 2 e 8°C e deve ser administrada dentro de 24 horas. Não congelar. A estabilidade química e física “em uso” da solução para infusão de anidulafungina foi demonstrada por 24 horas a 5°C. Do ponto de vista microbiológico, a anidulafungina deve ser utilizada imediatamente. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
    alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    Características do produto: sólido liofilizado branco a quase branco.
    Após Reconstituição: solução límpida incolor, essencialmente livre de material estranho.

     Como devo usar este medicamento? 

    Modo de Usar:
    A anidulafungina sempre será preparada e administrada por um médico ou por um profissional de saúde
    especializado. Somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a
    medicação. A anidulafungina deve ser utilizada somente por infusão intravenosa (dentro da veia).
    A anidulafungina deve ser reconstituída em água para injeção e ser subseqüentemente diluída com APENAS
    cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). A compatibilidade da
    anidulafungina reconstituída com substâncias intravenosas, aditivos ou medicamentos diferentes de cloreto de
    sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%) não foi estabelecida.
    Instruções para Reconstituição: reconstitua assepticamente cada frasco-ampola com 30 mL de água para injeção
    para fornecer uma concentração de 3,33 mg/mL. A solução reconstituída deve ser límpida e livre de partículas
    visíveis. A solução reconstituída deve ser diluída dentro de 1 hora.
    Instruções para Diluição e Infusão: transfira assepticamente o conteúdo do frasco-ampola reconstituído em uma
    bolsa IV (ou frasco) contendo cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL
    (5%), o que levará a uma solução com concentração de 0,77 mg/mL de anidulafungina. A tabela a seguir
    apresenta os volumes requeridos para cada dose.
    Diluição Requerida para Administração de anidulafungina
    Dose Número de embalagens requeridas. Volume reconstituído total requerido. Volume de infusão. Volume de
    infusão total B. Taxa de infusão; Duração mínima da infusão 100 mg 1 30 mL 100 mL 130 mL 1,4 mL/min 90 min
    200 mg 2 60 mL 200 mL 260 mL 1,4 mL/min 180 min. A cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). B concentração da infusão de 0,77 mg/mL. Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e descoloração antes da administração, sempre que a solução e a embalagem permitirem. Caso material particulado ou descoloração sejam identificados, descarte a solução. A taxa de infusão não deve exceder 1,1 mg/minuto (equivalente a 1,4 mL/minuto). Se a solução para infusão não for utilizada imediatamente, deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. A solução para infusão deve ser administrada dentro de 24 horas. Este medicamento é para uso único. Os resíduos devem ser descartados conforme regulamentação local.
    Incompatibilidades:
    A anidulafungina não deve ser misturada ou coadministrada com outros medicamentos ou eletrólitos, com
    exceção dos mencionados anteriormente (vide item 6. Como devo usar este medicamento? – seção Modo de
    Usar).
    Posologia:
    Cada frasco-ampola contém 100 mg de anidulafungina e é apenas para dose única. A anidulafungina deve ser administrada uma vez ao dia por infusão intravenosa. O tratamento é composto por uma dose de ataque de 200 mg no dia 1, seguida por dose de manutenção de 100 mg ao dia até seu final. Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A terapia antifúngica deve continuar por no mínimo 14 dias após a última cultura positiva (presença de fungo no sangue). Uso na Insuficiência Renal e Hepática: não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (falência da função do fígado) leve, moderada ou grave. Também não é necessário ajuste em pacientes com qualquer grau de insuficiência renal (falência da função dos rins), incluindo aqueles submetidos a diálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Nesse caso a anidulafungina pode ser administrada independente do horário da hemodiálise (procedimento de filtração do sangue maquinalmente). Outras Populações Especiais: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes adultos com base no sexo, peso, raça, idade ou ao fato de ser portador do vírus HIV. Uso em Crianças e Adolescentes: a experiência em crianças é limitada. Até que dados adicionais estejam disponíveis, a utilização em pacientes com idade inferior a 18 anos não é recomendada, a menos que o potencial benefício justifique o risco.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    O plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha seu caso. Se você não receber uma dose deste
    medicamento, procure o seu médico para redefinição da programação de tratamento. O esquecimento da dose
    pode comprometer a eficácia do tratamento.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos relacionados à anidulafungina estão listados a seguir e foram relatados com as frequências
    correspondentes a comum (entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) e incomum (entre
    0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento). Os eventos adversos relacionados à infusão de anidulafungina foram: rash (erupção cutânea), urticária, rubor, prurido, dispneia, broncoespasmo e hipotensão.
    Reação Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia
    (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), coagulopatia (alteração da capacidade de
    coagulação), hipercalemia (concentração superior ao normal de íons de potássio no sangue), hipocalemia
    (presença de concentração inferior ao normal de potássio no sangue), hipomagnesemia (concentração sanguínea
    inferior ao normal de magnésio), convulsão, cefaleia (dor de cabeça), rubor, diarreia, elevação da quantidade de
    enzimas do fígado circulantes no sangue (gama-glutamiltransferase, fosfatase alcalina, aspartato
    aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT)), rash (erupção cutânea), prurido, aumento da
    quantidade de bilirrubina (substância metabolizada no fígado, compondo a bile), elevação da creatinina no
    sangue (substância que é retirada do corpo pelo rim), redução na contagem de plaquetas, prolongamento do
    intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca) no eletrocardiograma. Reação Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): fungemia (infecção fúngica disseminada pela corrente sanguínea), candidíase (infecção causada pelo fungo Candida), colite (inflamação do cólon) causada por Clostridium, candidíase oral, trombocitemia (aumento do número de plaquetas no sangue), hiperglicemia (aumento da taxa de açúcar no sangue), hipercalcemia (concentração anormalmente elevada de compostos de cálcio no sangue), hipernatremia (concentração sanguínea anormalmente elevada de íons de sódio), dor nos olhos, perturbação visual, visão borrada, alterações no ritmo cardíaco (fibrilação atrial, arritmia sinus, extra-sístole ventricular, bloqueio do ramo direito), trombose (formação de trombo – coágulo – dentro de um vaso sanguíneo), hipertensão (pressão alta), fogacho, dor abdominal superior, vômito, incontinência fecal, náusea, constipação (prisão de ventre), testes de função hepática anormais, colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), elevação das enzimas hepáticas e transaminases, urticária, prurido generalizado, dor nas costas, dor no local da infusão, elevação da amilase (enzima digestiva) no sangue, redução do magnésio no sangue, redução do potássio no sangue, eletrocardiograma anormal, elevação da lipase (enzima do pâncreas), elevação da contagem de plaquetas, elevação da ureia no sangue.
    Frequência desconhecida: broncoespasmo (chiado no peito), choque anafilático e reação anafilática. Na
    avaliação de segurança da população em estudos clínicos, os seguintes eventos adversos adicionais, todos
    incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento), foram observados:
    neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), leucopenia (redução de células
    de defesa no sangue), anemia (insuficiência de hemoglobina nos glóbulos sanguíneos), hiperuricemia (aumento
    da concentração do ácido úrico no sangue), hipocalcemia (níveis anormalmente baixos de cálcio no sangue),
    hiponatremia (concentração anormalmente baixa de íons de sódio no sangue), hipoalbuminemia (quantidade
    anormalmente pequena de albumina no sangue), hipofosfatemia (concentração anormalmente baixa de fosfatos
    no sangue), ansiedade, delírio, estado de confusão, alucinação auditiva, tontura, parestesia (dormência e
    formigamento), mielinólise pontina central (perda localizada de mielina, substância que envolve os neurônios, na
    metade da base da ponte, uma parte do cérebro), disgeusia (alteração do paladar), síndrome de Guillain-Barré
    (síndrome neurológica), tremor, alteração na percepção visual de profundidade, surdez unilateral, flebite
    (inflamação da veia), tromboflebite (inflamação venosa com formação de trombo – coágulo) superficial,
    hipotensão, linfangite (inflamação de vasos linfáticos), dispepsia (má digestão), boca seca, úlcera esofágica
    (lesão no esôfago), necrose hepática (morte de células do fígado), edema angioneurótico (reação de
    hipersensibilidade – alergia – que leva a um inchaço de todo o corpo), hiperidrose (suores excessivos), mialgia
    (dor muscular), monoartrite (inflamação de uma articulação – junta), insuficiência renal (parada das funções do
    rim), hematúria (eliminação de sangue na urina), pirexia (febre), calafrio, edema periférico (inchaço nos
    membros), reação no local da injeção, elevação da creatina fosfoquinase no sangue e da lactato desidrogenase
    (enzimas presentes em várias células do corpo) no sangue, redução na contagem de linfócitos.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
    uso do medicamento.
    Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Medidas de suporte gerais devem ser utilizadas quando necessário pelo seu médico. A anidulafungina não é
    dialisável (ou seja, não é retirada pela diálise). Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais:

    MS – 1.2110.0298
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP nº 9258
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado por:
    Pharmacia and Upjohn Company LLC
    Kalamazoo, Michigan – EUA
    Importado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  •  Terramicina

    cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Identificação do Medicamento 

    Nome comercial: Terramicina®
    Nome genérico: cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Apresentação

    Terramicina® pomada oftálmica contém 5 mg/g de oxitetraciclina base e 10.000 U/g de polimixina B em
    embalagem contendo 1 bisnaga de 5,0 g contendo 3,5 g de pomada oftálmica.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO OFTÁLMICO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada grama da pomada oftálmica de Terramicina® contém cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de
    polimixina B equivalente a 5 mg de oxitetraciclina base e 10.000 U de polimixina B.
    Excipientes: petrolato branco e óleo mineral.

     Informações ao Paciente 

     Para que este medicamento é indicado? 

    Terramicina® (cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B) pomada oftálmica é indicada no
    tratamento de infecções oculares (no olho) superficiais, envolvendo a conjuntiva (membrana que cobre o
    olho) e/ou a córnea (membrana transparente da frente do olho), causada por microrganismos suscetíveis
    (sensíveis).

     Como este medicamento funciona? 

    A oxitetraciclina, um dos antibióticos (medicamentos que combatem infecções) presentes na Terramicina®, é
    um inibidor da síntese proteica bacteriana, impedindo que as bactérias produzam proteínas que são a base do
    seu crescimento e reprodução, ou seja, incapacita a bactéria de crescer e se multiplicar.
    O sulfato de polimixina B, o outro antibiótico presente na Terramicina®, é bactericida (elimina as bactérias),
    sendo sua ação exclusivamente contra organismos Gram-negativos, um grupo específico de bactérias.
    Acredita-se que sua ação se dá por alteração na estrutura da membrana bacteriana (membrana protetora),
    resultando no extravasamento (saída) dos seus componentes essenciais.

     Quando não devo usar este medicamento?  Leia também as respostas 4 e 8.

    Terramicina® não deve ser usada nos casos de hipersensibilidade (alergia) às tetraciclinas (classe de
    antibiótico de um dos antibióticos presentes na pomada), à polimixina B (nome do outro antibiótico presente
    na pomada) ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? Leia também as respostas 3 e 8.

    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
    Terramicina® deve ser utilizada durante a gravidez somente quando os possíveis benefícios superarem os
    potenciais riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
    imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Devido às possíveis reações adversas em lactentes, nos bebês, deve-se descontinuar a amamentação ou o uso do medicamento, dependendo da importância do medicamento para a mãe. Logo após aplicação de Terramicina® pode ocorrer um curto período de menor acuidade visual (embaçamento da visão), por isso deve-se ter precaução ao dirigir ou operar máquinas durante este período. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Terramicina®.
    Não há interações medicamentosas conhecidas com o uso de Terramicina® pomada oftálmica.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Terramicina® deve ser conservada bem fechada, em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da
    luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
    alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
    Características do produto: massa homogênea (sem grumos) amarela clara que é uniformemente suave.

     Como devo usar este medicamento?

    Sempre lave muito bem as mãos antes de aplicar a pomada oftálmica.
    a) Abra a bisnaga de Terramicina®; b) Com o dedo indicador, puxe delicadamente a pálpebra inferior do
    olho para baixo, formando uma bolsa; c) Coloque uma pequena quantidade (aproximadamente 1 cm). Evite
    que a ponta da bisnaga toque a sua mão, a pálpebra ou os cílios; d) Recoloque a tampa no frasco.
    Use a pomada conforme a orientação do seu médico. Recomenda-se usar, 4 a 6 vezes ao dia até a cura
    completa da infecção. Portanto, a duração do tratamento pode variar de um dia até várias semanas,
    dependendo da natureza e da gravidade da infecção. No caso de blefarite, escamas e crostas devem ser
    removidas antes de aplicar a medicação. Na profilaxia, segue-se o mesmo procedimento do dia anterior à
    operação e subsequentemente nos dias a seguir. Deve-se tomar cuidado para não contaminar a ponta do tubo quando aplicar a pomada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
    Se você esquecer de usar a Terramicina® no horário estabelecido pelo seu médico, use-a assim que lembrar.
    Entretanto, se já estiver perto do horário da próxima aplicação, pule a aplicação esquecida e faça a próxima,
    continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o
    medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?Leia também as respostas 3 e 4.

    Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com
    Terramicina®, tais como hipersensibilidade (reação alérgica), sensação de queimação, aumento do
    lacrimejamento, dermatite de contato (reação alérgica da pele por contato), dor e sensação de corpo estranho
    no olho. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
    uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
    a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2110.0383
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n? 9258
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 25/09/2017

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     Besilato de Anlodipino

    Medicamento genérico – Lei nº 9.787, de 1999

     Identificação do Medicamento 

    Nome genérico: besilato de anlodipino

     Apresentações:

    besilato de anlodipino 5 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    besilato de anlodipino 10 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido de besilato de anlodipino 5 mg ou 10 mg contém besilato de anlodipino equivalente a 5 mg ou
    10 mg de anlodipino base, respectivamente. Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico anidro, amidoglicolato de sódio e estearato de magnésio.

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado?

    O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão
    (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de
    sangue no coração). O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

     Como este medicamento funciona? 

    O besilato de anlodipino interfere no movimento do cálcio para dentro das células cardíacas e da musculatura dos
    vasos sanguíneos. Como resultado dessa ação, o anlodipino relaxa os vasos sanguíneos que irrigam o coração e o
    resto do corpo, aumentando a quantidade de sangue e oxigênio para o coração, reduzindo a sua carga de trabalho
    e, por relaxar os vasos sanguíneos, permite que o sangue passe através deles mais facilmente.
    A pressão arterial alta impõe ao coração e às artérias (vasos sanguíneos) uma sobrecarga de trabalho que, em
    longo prazo, faz com que o coração e as artérias não funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos
    vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, resultando em acidentes cérebro-vasculares (derrames),
    insuficiência cardíaca e renal (alteração na função do coração e dos rins). Pressão alta também pode aumentar o
    risco de infarto (ataque cardíaco). Se a pressão arterial for controlada, esses problemas podem não ocorrer ou
    pode haver menor possibilidade de que ocorram.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Não use besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que
    pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula. * O besilato de anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de
    origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado
    com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema
    pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões). Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas: é improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. Uso Durante a Gravidez e Amamentação: a segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.
    Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou
    cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
    Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.
    O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a
    eliminação de urina), alfa-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da
    angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual) (medicamentos
    para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são
    derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).
    Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou
    indometacina às proteínas sanguíneas. A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina. A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendado uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina. A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela. Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino. Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado. Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimus, temsirolimus e everolimus são substratos da CYP3A. O Norvasc® é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o Norvasc® pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR . A interação com exames laboratoriais é desconhecida. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e
    umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto:
    besilato de anlodipino 5 mg: comprimido branco, arredondado, gravado “NVC5” de um lado e “Pfizer” do outro.
    besilato de anlodipino 10 mg: comprimido branco, em formato de esmeralda, gravado “NVC10” de um lado e
    “Pfizer” do outro.

     Como devo usar este medicamento? 

    O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem
    alimentos. No tratamento da hipertensão e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino é de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu médico para a dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente. Seu médico provavelmente não fará ajuste de dose de besilato de anlodipino na administração concomitante com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), beta-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), porque não há interferência desses medicamentos na ação de besilato de anlodipino. Uso em Pacientes Idosos: não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orientações dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos. Uso em Crianças: a eficácia e a segurança de besilato de anlodipino não foram estabelecidas em crianças. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática: a administração de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?). Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino não é dialisável. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você se esqueça de tomar besilato de anlodipino no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que
    lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a
    próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     
    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    O besilato de anlodipino é bem tolerado. Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina,
    os efeitos colaterais mais comumente observados foram: Distúrbios do Sistema nervoso: dores de cabeça, tontura, sonolência. Distúrbios Cardíacos: palpitações. Distúrbios Vasculares: rubor (vermelhidão). Distúrbios Gastrintestinais: dor abdominal, náusea (enjoo). Distúrbios gerais e condições do local de administração: edema (inchaço), fadiga (cansaço). Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino. Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem: Distúrbios do Sistema Sanguíneo e Linfático: leucopenia (redução de células de defesa no sangue),
    trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas). Distúrbios do Metabolismo e Nutrição: hiperglicemia (aumento de glicose no sangue). Distúrbios Psiquiátricos: insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado. Distúrbios do Sistema Nervoso: hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.
    Distúrbios Visuais: deficiência visual. Distúrbios do Ouvido e Labirinto: tinido (zumbido no ouvido).
    Distúrbios Vasculares: hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).
    Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinal: tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa
    nasal). Distúrbios Gastrintestinais: mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo
    gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.
    Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo: alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de
    sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele,
    urticária (alergia da pele). Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular). Distúrbios Renais e Urinários: poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite). Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas: ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência). Distúrbios gerais e condições do local de administração: astenia (fraqueza), mal estar, dor. Investigações: aumento/redução de peso. Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço
    das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas
    vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo). Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino. O besilato de anlodipino assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados: infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Se você tomar uma dose excessiva de besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica
    (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa
    vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo
    choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado
    imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial
    que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do
    estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular,
    incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção
    para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor
    (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial,
    desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a
    administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma
    vez que besilato de anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0238
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27.071
    Registrado e Fabricado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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     Tramal®

    cloridrato de tramadol

     Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Tramal®
    Nome genérico: cloridrato de tramadol

     Apresentações:

    Tramal® cápsulas de 50 mg em embalagem contendo 10 cápsulas.
    VIAS DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
    USO ADULTO ACIMA DE 16 ANOS DE IDADE

     Composição:

    Cada cápsula de Tramal® contém 50 mg de cloridrato de tramadol.
    Excipientes: celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio e sílica gel.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado? 

    Tramal® (cloridrato de tramadol) cápsula é indicado para analgesia (alívio da dor) de intensidade moderada a
    grave; independente do tempo que esta dor atinge o paciente, seja a dor do tipo aguda, subaguda e crônica.

     Como este medicamento funciona? 

    Tramal® é um agonista (substância que se liga a uma porção celular – chamada receptor – simulando a ação de
    outra) que age nos receptores opioides do sistema nervoso, com efeito analgésico, utilizada para aliviar a dor. O
    início de ação do Tramal® ocorre cerca de 1 hora após sua administração.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Leia também as respostas 4 e 8. Tramal® não deve ser utilizado se você: (1) tem hipersensibilidade (alergia) a tramadol ou a qualquer componente do produto; (2) faz atualmente – ou, fez nos últimos 14 dias – tratamento com medicamentos inibidores da MAO (tipo de antidepressivo que inibe uma enzima que metaboliza – “destrói” – o
    neurotransmissor serotonina, substância produzida pelo corpo que transmite a sensação de bem estar); (3) tem
    epilepsia (crises convulsivas) não controlada com tratamento; (4) está se tratando de abstinência (conjunto de
    reações do corpo que acontecem por falta de uma determinada substância a que ele está acostumado) a
    narcóticos (substâncias entorpecentes); (5) está sendo tratado de intoxicação aguda (reação por consumo de
    quantidades excessivas) de álcool, hipnóticos (medicamentos que induzem o sono), opioides (medicamentos
    derivados do ópio) e outros psicotrópicos (substâncias que agem no sistema nervoso e seu comportamento).
    Não consuma bebidas alcoólicas junto com Tramal®.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Leia também as respostas 3 e 8. Como não estão disponíveis evidências adequadas na segurança de tramadol em mulheres grávidas, Tramal® não deve ser utilizado durante a gravidez. Tramal® não deve ser usado por mulheres que estejam amamentando. Geralmente, não há necessidade de interromper a amamentação após uma única dose de Tramal®. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. A presença de qualquer outro problema de saúde pode sofrer interferência com o uso de Tramal®. Tramal® deve ser usado com cautela nas seguintes condições: dependência e/ou abuso (ou história prévia) aos opioides e/ou outras substâncias, ferimentos na cabeça, choque (estado de profunda depressão mental ou física, consequente de lesão física grave ou distúrbio emocional), alterações do nível de consciência de origem não
    estabelecida, alterações da função ou do centro respiratório, pressão intracraniana (pressão dentro do crânio)
    aumentada, portadores de epilepsia. Pacientes com tendência ao abuso ou a dependência de medicamentos só devem usar Tramal® por períodos curtos e sobre estrita e rigorosa supervisão médica. Tramal® tem potencial baixo de causar dependência. O risco aumenta quando as doses são superiores à dose máxima indicada (400mg/dia). Uso prolongado de Tramal® pode levar à dependência química e física, assim como o desenvolvimento de tolerância (fenômeno em que uma determinada dose da medicação já não é capaz de atingir o efeito desejado).
    Há relatos de convulsões em pacientes usando as doses recomendadas de Tramal®, observa-se que o risco
    aumenta quando as doses são superiores à dose máxima indicada (400mg/dia). O uso de Tramal® com outras
    medicações que podem desencadear crises convulsivas também pode aumentar esse risco. Comunique ao seu
    médico se você tem epilepsia, história e/ou tendência de ter convulsões. Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.
    Tramal® pode aumentar a atividade das medicações psicotrópicas (que agem no sistema nervoso central) –
    especialmente dos antidepressivos tricíclicos e inibidores da recaptação da serotonina e dos neurolépticos –
    inclusive aumentando o potencial risco de essas medicações desencadearem convulsões. Há possibilidade de redução da eficácia e/ou da duração da ação de Tramal® quando ele for usado junto com a carbamazepina, buprenorfina, naburfina e pentazocina. Também há possibilidade disso acontecer quando usado com medicamentos que alterem a função das enzimas (tipo de substâncias) hepáticas (produzidas no fígado) que são responsáveis pelo metabolismo (transformação de substâncias), tais como o cetoconazol e a eritromicina. O uso de Tramal® com anticoagulantes (medicações que diminuem a capacidade de coagulação do sangue) derivados cumarínicos (por exemplo, varfarina) pode aumentar o risco de sangramento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Tramal® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegidos da luz e umidade.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: cápsula gelatinosa dura com tampa verde opaco e corpo amarelo opaco, contendo pó fino branco a levemente amarelado, isento de impurezas e inodoro. O produto tem sabor e odor característicos.

     Como devo usar este medicamento? 

    Tramal® cápsulas deve ser engolido inteiro com quantidade adequada de líquido para deglutição; com ou sem
    alimentos. A melhor eficácia analgésica (redução e/ou cessação da dor) é atingida quando a dose de Tramal® é
    individualizada (processo em que a dose é ajustada à intensidade da dor, à sensibilidade do paciente ao estímulo
    doloroso e ao efeito da medicação). O esquema recomendado é apenas uma sugestão. Sempre se deve usar a
    menor dose eficaz para produzir analgesia. O tratamento com Tramal® deve ser feito apenas pelo período de
    tempo necessário. Para adultos e jovens com idade igual ou superior a 16 anos a dose de Tramal® pode ser de 50 a 400mg/dia. Dependendo da intensidade da dor, o efeito dura 4 – 8 horas. Informe ao seu médico se você achar que o efeito de Tramal® está muito forte ou muito fraco. Normalmente não se deve usar doses maiores que 400 mg/dia (8 cápsulas de Tramal® 50 mg). Para certas dores – por exemplo, pós-operatórios e dor devido a tumores – doses
    maiores podem ser necessárias. Em pacientes com insuficiência (redução importante da função) dos rins e do fígado a eliminação de Tramal® pode ser mais lenta; nesse caso o médico pode avaliar o espaçamento entre as doses. Isso também pode ser necessário em idosos. Se as doses recomendadas são consideravelmente excedidas e outras substâncias depressoras do sistema nervoso central são administradas concomitantemente, pode ocorrer depressão respiratória. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Tramal® cápsulas não podem ser partidos ou mastigados.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você esqueça-se de tomar Tramal® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar.
    Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,
    continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer o
    resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Leia também as respostas 3 e 4. As reações adversas mais comumente relatadas são: náusea e tontura, ambas ocorrendo em mais de 10% dos pacientes. Comum: dor de cabeça, sonolência, vômito, constipação (prisão de ventre), boca seca, transpiração, fadiga (cansaço). Incomum: regulação cardiovascular (palpitação, taquicardia, hipotensão postural ou colapso cardiovascular), ânsia de vômito, irritação gastrintestinal (uma sensação de pressão no estômago ou de distensão abdominal (sensação de estômago cheio), diarreia, reações dérmicas (por ex.: prurido (coceira), rash (erupções na pele), urticária). Raro: bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), hipertensão (aumento da pressão sanguínea), alterações no apetite, parestesia (sensação de formigamento), tremores, depressão respiratória, convulsão epileptiforme, contrações musculares involuntárias, coordenação anormal, desmaio, alucinações, confusão, distúrbios do sono, ansiedade, pesadelos, alteração do humor, aumento e/ou redução da atividade (hipo ou hiperatividade), alterações na capacidade cognitiva (de perceber e compreender) e sensorial (dos sentidos), dependência do medicamento, visão turva, dispneia (dificuldades para respirar), fraqueza motora, distúrbios de micção (dificuldade na passagem da urina, disúria (dificuldade ou dor ao urinar) e retenção urinária, reações alérgicas (por ex.: dispneia, broncoespasmo – redução do calibre dos brônquios, ronco, edema angioneurótico – inchaço na pele e das mucosas), anafilaxia (reação alérgica grave), sintomas de reação de retirada (abstinência) do medicamento (agitação, ansiedade, nervosismo, insônia, hipercinesia (aumento dos movimentos), sintomas gastrintestinais). Não conhecido: distúrbio da fala, midríase (dilatação da pupila). Outros sintomas que foram relatados raramente após a descontinuação do tramadol incluem: ataque de pânico, ansiedade grave, alucinação, parestesia, zumbido e sintomas incomuns do SNC (por ex.: confusão, alucinação (ilusão), personalização, desrealização, paranoia), rubor e fogacho (sensação de calor). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em princípio, no caso de intoxicação com tramadol, são esperados sintomas similares ao dos outros analgésicos
    de ação central (opioides). Estes incluem em particular miose (contração da pupila dos olhos), vômito, colapso
    cardiovascular, distúrbios de consciência podendo levar ao coma, convulsões e depressão respiratória até parada
    respiratória. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0160
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Marca e produto sob licença de Grünenthal GmbH
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em (01/mar/2013)

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  •  Sermion®

    nicergolina

     Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Sermion®
    Nome genérico: nicergolina

     Apresentação:

    Sermion? 30 mg em embalagem contendo 20 comprimidos revestidos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

     Composição:

    Cada comprimido revestido de Sermion® contém 30 mg de nicergolina. Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, estearato de magnésio, Opadry® laranja (hipromelose, propilenoglicol, talco, dióxido de titânio e corante amarelo FD&C nº 6 de alumínio laca) e cera de carnaúba.

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado?

    Sermion® (nicergolina) está indicado para o tratamento de transtornos metabólico-vasculares cerebrais (doença
    do metabolismo e circulação cerebrais), agudos e crônicos (por exemplo, arteriosclerose cerebral, trombose e
    embolia cerebral, decaimento cerebral decorrente do envelhecimento e síndrome psico-orgânica – demências
    senis e pré-senis – e isquemia cerebral transitória). Sermion® também é indicado para transtornos metabólicos vasculares periféricos, agudos e crônicos, arteriopatias orgânicas e funcionais dos membros (aneurisma,
    aterosclerose, trombose), doença de Raynaud (condição que afeta o fluxo sanguíneo nas extremidades do corpo,
    mãos e pés, assim como dedos, nariz, lóbulos das orelhas, quando submetidos a frio intenso ou estresse) e outras
    síndromes por alteração da circulação periférica.

    Como este medicamento funciona?

    Sermion?, após a tomada do comprimido, é absorvido e transformado quimicamente pela ação do fígado em
    outras substâncias químicas derivadas da nicergolina que exercerão seu efeito em diferentes regiões do sistema
    nervoso central (SNC). Administrado oralmente, Sermion® exerce múltiplas ações químicas no cérebro:
    melhora o aproveitamento da glicose pelo cérebro, a produção de proteínas e ácido nucleico (componentes do
    DNA e RNA), além de atuar também em sistemas de neurotransmissão (informações transmitidas pelas células
    nervosas). Sermion® melhora as funções cerebrais relacionadas à acetilcolina (substância que auxilia na atenção, memória e raciocínio ). Em alguns estudos, os efeitos observados associaram-se a uma melhora comportamental, tal como na observada durante o teste do labirinto, em que Sermion® induziu em animais mais velhos uma resposta
    semelhante àquela observada em mais jovens. Sermion® também diminuiu o prejuízo cognitivo provocado por diferentes condições (baixa oferta de oxigênio ao cérebro, terapia com eletrochoque (ECT), escopolamina (remédio para cólica) em animais.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Sermion® não deve ser administrado em caso de infarto do miocárdio (falta de sangue para o músculo do
    coração) recente, hemorragia (sangramento) aguda, bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos)
    acentuada, hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao levantar), hipersensibilidade (alergia) à
    nicergolina (substância ativa de Sermion®), a alcaloides da ergotamina ou a qualquer componente da fórmula.
    Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento??

    Antes de usar Sermion? você deve saber que, embora muito raramente, em alguns estudos com doses únicas ou
    fracionadas de Sermion®, observou-se uma potencial diminuição da pressão arterial máxima e, em um grau
    muito menor, da pressão sanguínea mínima em pacientes com pressão sanguínea normal ou elevada. Sermion®
    deve ser usado com cautela em pacientes com ácido úrico elevado no sangue ou histórico de gota (inflamação
    das pequenas juntas devido ao nível elevado de ácido úrico no sangue) e/ou em tratamento com remédios que
    interferem no metabolismo e eliminação do ácido úrico. Remédios com efeito semelhante ao da adrenalina
    (receptor alfa e beta) devem ser usados com cautela em pacientes em uso de Sermion® (vide Interações
    Medicamentosas).

     Uso durante a Gravidez e Lactação:

    Os estudos toxicológicos não conseguiram demonstrar o efeito teratogênico (que causa malformação embriológica ou fetal) de Sermion?. Os estudos não foram realizados com mulheres grávidas. Dadas as indicações aprovadas, o uso de Sermion® em mulheres grávidas e lactantes é improvável. Sermion® somente deve ser usado durante a gravidez se o benefício potencial para a paciente justificar o risco potencial para o feto. Não se sabe se Sermion® é excretado no leite materno em humanos. Portanto, o uso de Sermion® não é recomendado durante a amamentação. Sermion® não afetou a fertilidade em um estudo com ratos machos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

     Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas:

    Embora os efeitos clínicos de Sermion® incluam a melhora da atenção e concentração, seus efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas não foram especificamente estudados. Ao dirigir ou operar máquinas, considere que, às vezes, podem ocorrer tontura e sonolência.

     Interações Medicamentosas:

    Sermion® pode aumentar o efeito de medicações utilizadas para tratar pressão alta ou que possuam efeito contrário àqueles que são provocados pela adrenalina (ex: o propranolol usado para abaixar a pressão sanguínea pode ter seu efeito aumentado por Sermion?; por outro lado, remédios que são utilizados como descongestionantes nasais que causam contração dos vasos sanguíneos podem ter seu efeito diminuído devido ao uso concomitante ao Sermion?.) (vide item 4. O que devo saber antes de usar esse medicamento?). Pode ocorrer interação com outros medicamentos que são metabolizados ou transformados por uma enzima ou proteína chamada CYP2D6. O significado dessas interações entre remédios diferentes é que podem ocorrer interferências, ou seja, alguns medicamentos acelerarem a eliminação de Sermion? ou retardá-la, aumentando seu efeito; da mesma forma que Sermion? pode aumentar ou diminuir a eliminação de outros medicamentos que por ventura sejam usados durante o tratamento com Sermion?.
    Essas potenciais interações entre medicamentos sempre deve ser avaliada pelo médico responsável. Sermion® pode aumentar o efeito de medicações que interferem na coagulação sanguínea (ex: anticoagulantes usados para tratar ou prevenir tromboses) prolongando o tempo de sangramento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Sermion® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) e em lugar seco. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido revestido redondo, biconvexo, de cor laranja, superfície lisa e brilhante.

     Como devo usar este medicamento? 

    Você deve tomar Sermion? segundo a dose recomendada de 30 a 60 mg ao dia, dividida em doses, conforme
    orientação médica. A dose e a duração do tratamento dependem da gravidade da doença. Uso em idosos: O ajuste de dose não é necessário para pacientes idosos. Uso em crianças: A segurança e eficácia da Sermion® em crianças não foram estabelecidas. Não há dados disponíveis. Uso em pacientes com insuficiência renal: Pacientes com a função renal comprometida (creatinina sanguínea ?2%) devem usar doses menores em comparação aos pacientes com função normal dos rins. O tempo de tratamento é prolongado, portanto o efeito é notado de forma gradual. Há necessidade de consultar o médico em intervalos não superiores a 6 meses para reavaliar a necessidade e a relação custo/benefício de se manter o tratamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer-se de tomar Sermion® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar.
    Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a
    próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia
    do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): desconforto abdominal
    (barriga). Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agitação, confusão, insônia, sonolência, tontura, dor de cabeça, hipotensão, vermelhidão na pele, intestino preso, diarreia, náusea, coceira, aumento de ácido úrico no sangue. Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir de dados disponíveis): sensação de calor, rash (erupção cutânea) e fibrose. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A ingestão de altas doses de Sermion® pode induzir uma redução transitória na pressão sanguínea. Geralmente,
    nenhum tratamento é necessário, basta deitar-se por alguns minutos. Em casos excepcionais, se o mal estar não
    passar, é recomendável procurar, o mais rápido possível, orientação ou conduta médica adequada.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0152
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer S.A. de C.V.
    Toluca, Estado do México – México
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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