• Diurético 05.06.2013 No Comments

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    Aldactone®

    espironolactona

    Identificação do Medicamento

    Nome Comercial:

    Aldactone®

    Nome Genérico:

    espironolactona

    Apresentaçãoes:

    Aldactone® comprimidos de 25 mg em embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos.
    Aldactone® comprimidos de 50 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.
    Aldactone® comprimidos de 100 mg em em
    balagens contendo 16 comprimidos.

    Via de Administração:

    Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido de Aldactone® 25 mg ou 50 mg contém o equivalente a 25 mg ou 50 mg de espironolactona,respectivamente.Excipientes: dióxido de silício coloidal, aroma hortelã-pimenta, amido de milho, lactose monoidratada, celulose microcristalina, estearato de magnésio.Cada comprimido de Aldactone® 100 mg contém o equivalente a 100 mg de espironolactona. Excipientes: sulfato de cálcio diidratado, amido de milho, povidona, estearato de magnésio.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento é Indicado?

    Aldactone® (espironolactona) comprimidos é indicado no tratamento da hipertensão essencial (aumento da pressão arterial sem causa determinada), distúrbios edematosos (relacionados a inchaço), tais como: edema e ascite (acúmulo de líquido dentro do abdome) relacionados à insuficiência cardíaca congestiva (quando o coração torna-se incapaz de bombear sangue em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo),cirrose hepática (perda importante de células do fígado e comprometimento de suas funções) e síndrome nefrótica (doença renal que leva à perda de proteína na urina), edema idiopático (inchaço sem causa aparente);como terapia auxiliar na hipertensão maligna (tipo grave de pressão arterial elevada). Aldactone® é indicado na prevenção da hipopotassemia (diminuição dos níveis sanguíneos de potássio) e hipomagnesemia (diminuição dos níveis sanguíneos de magnésio) em pacientes tomando diuréticos. Aldactone® é indicado para o diagnóstico e tratamento do hiperaldosteronismo primário (aumento dos níveis sanguíneos de aldosterona – hormônio renal – sem causa aparente) e tratamento pré-operatório de pacientes com hiperaldosteronismo primário.

    Como Este Medicamento Funciona?

    O Aldactone® atua como diurético (aumenta a eliminação de água através da urina) e como anti-hipertensivo (diminui a pressão arterial) por este mecanismo.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento?

    Aldactone® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à espironolactona ou a qualquer componente da fórmula; Aldactone® é contraindicado à pacientes com insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins), diminuição significativa da função renal, anúria (perda da capacidade de urinar),hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) ou doença de Addison ou com uso concomitante de eplerenona..

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?

    O uso de Aldactone® em mulheres grávidas requer a avaliação de seus benefícios bem como dos riscos que possam acarretar à mãe ou ao feto.Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Caso o uso de Aldactone® durante o período da amamentação seja considerado essencial, um método alternativo de alimentação para a criança deve ser instituído. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Aldactone®.Há casos relatados de hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) grave em pacientes que fazem uso de diuréticos poupadores de potássio, incluindo Aldactone® e inibidores da ECA (como captopril e enalapril). Aldactone® potencializa o efeito de outros diuréticos e anti-hipertensivos quando administrados concomitantemente. A dose desses fármacos deverá ser reduzida quando Aldactone® for incluído ao tratamento. Aldactone® reduz a resposta vascular à norepinefrina (substância estimulante do sistema cardiovascular).Devem ser tomados cuidados com a administração em pacientes submetidos à anestesia enquanto esses estiverem sendo tratados com Aldactone®.Foi demonstrado que Aldactone® aumenta à meia-vida (tempo de permanência na corrente sanguínea) da digoxina. Foi demonstrado que ácido acetilsalicílico (AAS), indometacina e ácido mefenâmico (dois tipos de anti-inflamatórios) atenuam o efeito diurético do Aldactone®. Aldactone® aumenta o metabolismo da antipirina. Aldactone® pode interferir na análise dos exames de concentração plasmática (no sangue) de digoxina.Acidose metabólica hipercalêmica (aumento dos níveis de potássio na corrente sanguínea) foi relatada em pacientes que receberam Aldactone®  concomitantemente a cloreto de amônio ou colestiramina. Coadministração de Aldactone® e carbenoxolona podem resultar em eficácia reduzida de qualquer uma dessas medicações. Uma vez que Aldactone® pode causar reações como sonolência ou tontura, sintomas esses que podem interferir nas habilidades físicas ou psíquicas para a realização de tarefas potencialmente arriscadas como dirigir veículos e operar máquinas, recomenda-se que tenha cautela se estiver sob tratamento com este medicamento. Este medicamento pode causar doping.Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Aldactone® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças Características do produto: Comprimidos redondos de cor branca, biconvexos, com bordas retas. Aldactone® 25 mg: Comprimidos com sulco e a inscrição “25mg” em uma de suas faces e lisa na outra face.
    Aldactone® 50 mg: Comprimidos com a inscrição “A-50” em uma das faces e liso na outra face.Aldactone® 100 mg: Comprimidos com uma das faces contendo ranhura e a outra lisa.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Adultos:

    A dose diária pode ser administrada em doses fracionadas ou em dose única.

    Hipertensão Essencial:

    Dose Usual de 50 a 100 mg por dia, que nos casos resistentes ou graves pode ser gradualmente aumentada, em intervalos de duas semanas, até 200 mg/dia. O tratamento deve ser mantido por no mínimo duas semanas, visto que uma resposta adequada pode não ocorrer antes desse período de tempo. A dose deverá ser posteriormente, reajustada de acordo com a resposta do paciente. Doenças Acompanhadas por Edema A dose diária pode ser administrada tanto em doses fracionadas como em dose única.

    Insuficiência Cardíaca Congestiva:

    Dose usual de 100 mg/dia. Em casos resistentes ou graves, a dosagem pode ser gradualmente aumentada até 200 mg/dia. Quando o edema estiver controlado, a dose habitual de manutenção deve ser determinada para cada paciente.

    Cirrose Hepática:

    Se a relação sódio urinário/potássio urinário (Na + / K + ) for maior que 1 (um), a dose usual é de 100 mg/dia. Se essa relação for menor do que 1 (um), a dose recomendada é de 200 a 400 mg/dia. A dose de manutenção deve ser determinada para cada paciente.

    Síndrome Nefrótica:

    Habitualmente 100 a 200 mg/dia. Aldactone® não é medicamento anti-inflamatório, não tendo sido demonstrado afetar o processo patológico básico, e seu uso está aconselhado somente se outra terapia for ineficaz.

    Edema Idiopático:

    Dose habitual é de 100 mg por dia.

    Edema em Crianças:

    A dose diária inicial é de aproximadamente 3,3 mg por kg de peso administrada em dose fracionada. A dosagem deverá ser ajustada com base na resposta e tolerabilidade do paciente. Se necessário pode ser preparada uma suspensão triturando os comprimidos de Aldactone® com algumas gotas de glicerina e acrescentando líquido com sabor. Tal suspensão é estável por um mês quando mantida em local refrigerado.

    Diagnóstico e Tratamento do Hiperaldosteronismo Primário:

    Aldactone® pode ser empregado como uma medida diagnóstica inicial para fornecer evidência presuntiva de hiperaldosteronismo primário enquanto o paciente estiver em dieta normal.

    Teste a Longo Prazo:

    Aldactone® é administrado em uma dosagem diária de 400 mg por 3 ou 4 semanas. Correção da hipopotassemia e da hipertensão revela evidência presuntiva para o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário.

    Teste a Curto Prazo:

    Aldactone® é administrado em uma dosagem diária de 400 mg por 4 dias. Se o potássio sérico (sanguíneo) se eleva durante a administração de Aldactone®, porém diminui quando é descontinuado, o diagnóstico presuntivo de hiperaldosteronismo primário deve ser considerado.

    Tratamento Pré-operatório de Curto Prazo de Hiperaldosteronismo Primário:

    Quando o diagnóstico de hiperaldosteronismo for bem estabelecido por testes mais definitivos, Aldactone® pode ser administrado em doses diárias de 100 a 400 mg como preparação para a cirurgia. Para pacientes considerados inaptos para cirurgia, Aldactone® pode ser empregado como terapia de manutenção a longo prazo, com o uso da menor dose efetiva individualizada para cada paciente.

    Hipertensão Maligna:

    Somente como terapia auxiliar e quando houver excesso de secreção de aldosterona, hipopotassemia e alcalose metabólica (diminuição da acidez do sangue). A dose inicial é de 100 mg/dia,aumentada quando necessário a intervalos de duas semanas para até 400 mg/dia. A terapia inicial pode incluir também a combinação de outros fármacos anti-hipertensivos ao Aldactone®. Não reduzir automaticamente a dose dos outros medicamentos como recomendado na hipertensão essencial.

    Hipopotassemia/ hipomagnesemia:

    A dosagem de 25 mg a 100 mg por dia é útil no tratamento da hipopotassemia e/ou hipomagnesemia induzida por diuréticos, quando suplementos orais de potássio e/ou magnésio forem considerados inadequados. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento?

    Caso você esqueça-se de tomar Aldactone® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome à próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas . O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia
    do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais Os males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    É muito importante informar ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Aldactone®, tais como: mal-estar, náuseas, sonolência, dor de cabeça, dor ou nódulos nos seios,leucopenia incluindo agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos no sangue), trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), função hepática (do fígado ) anormal, distúrbios eletrolíticos (dos minerais do sangue), hiperpotassemia, cãibras nas pernas, tontura,alterações na libido (desejo sexual), confusão mental,febre, ataxia, impotência, distúrbios menstruais, alopecia (perda de cabelo), hipertricose (crescimento anormal de pelos), prurido (coceira),rash (erupção cutânea), urticária (alergia de pele) e insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função do rim). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior Do Que A Indicada Deste Medicamento?

    Superdosagem aguda poderá ser manifestada por náusea,vômitos, sonolência, confusão mental, erupção cutânea maculopapular (manchas e/ou pequenos nódulos na pele) ou eritematosa (vermelhidão na pele) ou diarreia. Podem ocorrer desequilíbrios eletrolíticos e desidratação. Deverão ser tomadas medidas sintomáticas e de suporte. Não existe nenhum antídoto específico. O uso de Aldactone® deve ser descontinuado e a ingestão de potássio (incluindo fontes alimentares) restringida. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0176
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Fabricado e embalado por: Pfizer S.R.L.
    Buenos Aires – Argentina
    Registrado, importado e distribuído por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 11/jan/2013.

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  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou nesta quarta-feira (19) a apreensão de um lote de comprimidos falsificados de Cialis, um medicamento usado contra a disfunção erétil. A medida foi publicada pelo Diário Oficial da União.

    Todas as unidades do Cialis 20 mg, lote 2605, blister com dois comprimidos, com a inscrição “validade 03-08-2015” serão apreendidos e inutilizados.

    Uma análise química da Polícia Federal comprovou que os comprimidos tinham uma alteração em relação ao principal componente do remédios contra disfunção erétil – em vez de tadalafila, as pílulas continham sidenafila.

    O Cialis é produzido pelo laboratório Eli Lilly do Brasil, que disse que o lote de medicamentos falsificados não consta nos registros da empresa e não foi comercializado no Brasil pela mesma.

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  • Sem categoria 24.10.2012 No Comments

    De cada 10 mil substâncias pesquisadas, apenas uma chega ao consumidor. Veja o caminho que o medicamento percorre para sair da bancada do laboratório e chegar à farmácia mais perto da sua casa

    1. Berço da Ciência

    Tudo começa quando os experts das empresas farmacêuticas, universidades ou centros de pesquisa se debruçam sobre determinada doença e tentam desvendar seu mecanismo. Ao mesmo tempo, eles investigam alguns compostos que podem ser promissores no combate ao problema.

    2. Preliminares

    Aqueles elementos que mostram potencial avançam à fase pré-clínica. Nela, os cientistas procuram saber se um princípio ativo é seguro e não causa muita interferência no corpo. São utilizadas cobaias, animais com a fisiologia parecida à do organismo humano.

    3. Cobaias humanas

    Na fase clínica, homens e mulheres se voluntariam para garantir a segurança e a eficácia das promessas da medicina

    Fase I Convoca-se um número pequeno de pessoas saudáveis – até 100 – para confirmar que aquele possível remédio não causa mesmo chabus.
    Fase II –  Indivíduos com a enfermidade que a droga promete enfrentar experimentam seus efeitos. É essencial checar a eficiência do produto.
    Fase IIIComparam-se os resultados do candidato a fármaco com uma substância inócua ou com medicações que atuam contra aquele problema e já são comercializadas.

    4. Libera, governo!

    Os órgãos regulatórios são responsáveis por aprovar as pesquisas e autorizar a venda das drogas. No Brasil, quem fiscaliza esse processo é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa

    Documentação As empresas enviam um dossiê com as informações dos experimentos feitos sobre a substância. Se os dados forem convincentes, ganham o ok da agência.

    Averiguação A Anvisa é responsável por verificar todas as etapas de produção, desde a compra de materiais até a higiene do local. Fiscais visitam as fábricas e os laboratórios.

    5. Sempre alerta

    Quando o medicamento foi estudado e liberado – o que leva cerca de 12 anos -, as indústrias farmacêuticas iniciam a fase IV, que é ainda mais abrangente e duradoura. As etapas anteriores são refeitas com mais calma e precisão. Essa atenção extra possibilita descobrir efeitos colaterais raros e até mesmo empregos inusitados para pílulas e comprimidos.

    6. A alma do negócio

    Os publicitários criam nomes criativos, fáceis de serem relacionados à doença ou ao poder da droga. A coisa é bem complexa: a nomenclatura precisa servir para todas as línguas. Assim, fazem um levantamento para ver se determinada palavra não é ofensiva em algum idioma.

    Quanto menos, melhor

    De acordo com os laboratórios, existe uma tendência de reduzir, o máximo possível, o uso de cobaias. Essa é uma iniciativa conjunta de órgãos do governo, instituições que lutam pela proibição do uso dos bichos e as próprias empresas.

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  • Dados compilados por pesquisadores dos Estados Unidos sugerem que um terço dos medicamentos usados no mundo para o tratamento da malária são falsificados.

    Após examinar 1.500 amostras de sete medicamentos de sete países no sudeste da Ásia, os cientistas constataram que comprimidos de baixa qualidade ou falsos estão gerando resistência aos medicamentos e também o fracasso dos tratamentos.

    Eles também examinaram dados coletados em 21 países da África sub-saariana, incluindo mais de 2.500 amostras de medicamentos, mostraram resultados parecidos.

    Mas, os pesquisadores do Centro Internacional Fogarty, no Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, acreditam que o problema pode ser ainda maior do que o que os dados sugerem.

    “A maioria dos casos, provavelmente, é relatada para agências erradas ou mantida em segredo pelas companhias farmacêuticas“, afirmaram os pesquisadores, que alertam que nenhum grande estudo sobre a qualidade dos medicamentos chegou a ser realizado em países como a China e a Índia, países que sediam um terço da população mundial e são a fonte “provável” de muitos dos medicamentos falsificados e também dos medicamentos verdadeiros, segundo os pesquisadores.

    O artigo foi publicado na revista especializada The Lancet Infectious Diseases.

    Riscos de malária

    O pesquisador que liderou o estudo, Gaurvika Nayyar, destacou que 3,3 bilhões de pessoas correm o risco de contrair malária, a doença que já foi classificada como endêmica em 106 países.

    “Entre 655 mil e 1,2 milhão de pessoas morrem todos os anos devido à contaminação pelo Plasmodium falciparum (parasita causador da malária)”, disse.

    “Grande parte desta mortalidade pode ser evitada se todos os remédios disponíveis para os pacientes fossem eficazes, de alta qualidade e usados corretamente.”

    Os pesquisadores afirmaram que, em partes do mundo com predominância de malária, os medicamentos contra a doença são distribuídos em larga escala e receitados tanto de forma correta como incorreta.

    O estudo também mostrou que as instalações para monitorar a qualidade dos medicamentos para malária são insuficientes e os consumidores e profissionais de saúde sabem pouco a respeito das terapias disponíveis.

    Além disso, há poucas regras para fiscalizar a fabricação dos remédios e punição leve para os falsificadores.

    Apesar de tudo isto, as taxas de mortalidade pela malária registraram uma queda de mais de 25% no mundo todo desde o ano 2000.

    Mas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que manter as atuais taxas de progresso não será o bastante para alcançar as metas globais de controle da doença e pede por mais investimentos para o diagnóstico, tratamento e vigilância.

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  • Só este ano, a Anvisa  – Agência Nacional de Vigilância Sanitária apreendeu em todo o país quase 63 mil comprimidos falsos e 86 toneladas de remédios contrabandeados, sem nenhum registro. Conheça dicas para se proteger.

    Outro perigo comum no Brasil aparece na hora de comprar um remédio. O medicamento contrabandeado e as falsificações são duas ameaças graves à saúde.

    A cestinha está cheia de remédios. O aposentado Francisco de Assis Inácio já se deu mal. Na pressa, comprou o que não devia. “Quando abri, o comprimido parecia aqueles pequenininhos que põe embaixo da língua, tomei e minha pressão foi pra 13 por 9, 14 por 10”.

    Na correria do dia a dia, muitas vezes a passada na farmácia é rápida. É chegar no balcão, entregar a receita, pegar o remédio, pagar e pronto. Mas não deve ser assim, não. Este é um lugar que a gente tem que desacelerar e prestar atenção sempre.

    Tudo pra não levar para casa um remédio falsificado. Só este ano, a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – apreendeu em todo o país quase 63 mil comprimidos falsos e 86 toneladas de remédios contrabandeados, sem nenhum registro.

    A primeira dica pra se proteger é: nunca compre remédios em camelôs, só na farmácia conhecida e que tenha um farmacêutico responsável.

    “Farmácia fundo de quintal, não. Saúde não tem preço”, ensina o empresário
    Richard Plewa.

    Confira os itens de segurança da caixinha, o lacre para garantir que o produto não foi aberto. “Acho importantíssimo, porque podem abrir e colocar uma coisa que não tem nada a ver”, acredita a aposentada Fernanda Barros.

    A data de validade junto com o número do lote e principalmente uma faixa branca. É uma raspadinha que mostra a marca ou o nome do laboratório.

    “Não pode borrar. Se tiver borrado é indício de que o medicamento é falso”, explicou o gerente farmacêutico Renner Lima.

    E se a compra for pela internet, o perigo é maior ainda. “Se não for farmácia legalmente habilitada, aberta ao público, que ofereça serviço adicional de venda pela internet, não compre. Porque pode ter qualquer coisa. Dificilmente vai ser coisa legalizada e o risco é muito grande”, alerta Pedro Menegasso, diretor do Conselho Regional de Farmácia/SP.

    Fonte JN

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  • Pesquisa diz que remédios genéricos custam, em média, 52,27% menos.
    Medicamentos de referência variam até 135,81%, aponta Fundação Procon.

    Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que os medicamentos genéricos custam, em média, 52,27% menos que os remédios de referência. De uma farmácia para outra, no entanto, o preço de um mesmo genérico pode variar até 523,81% e de um mesmo medicamento de referência, 135,81%.

    O levantamento foi feito em 15 farmácias de médio e grande porte da capital paulista entre os dias 3 e 5 deste mês e considerou o preço de 52 medicamentos.

    Entre os genéricos, o que apresentou a maior diferença de preço de uma loja para outra (523,81%) foi o diclofenaco sódico 50 mg, com 20 comprimidos. O mais barato custa R$ 1,89. O mais caro, R$ 11,79. Entre os de referência, a maior diferença (135,81%) foi observada no Gardenal 100 mg, do laboratório Sanofi-Aventis, com 20 comprimidos. O preço mais baixo encontrado foi de R$ 2,29 e o mais alto, de R$ 5,40.

    Uma drogaria da zona leste da cidade foi o estabelecimento que apresentou a maior quantidade de produtos com o menor preço, 23 dos 45 encontrados. Para economizar, o Procon recomenda que o consumidor pesquise preços e consulte a lista de Preço Máximo ao Consumidor (PMC) disponível no site da Agência Nacional de Vigilância sanitária (Anvisa).

    Fonte G1

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