• Diabetes 25.04.2017 No Comments

     

    WOSULIN®-N

    insulina isofana

    Identificação do Medicamento:

    Apresentações:

    Suspensão injetável em frasco-ampola de vidro incolor com 3 mL, 5 mL ou 10 mL em embalagens com 1 unidade.
    Suspensão injetável em carpule de vidro incolor com 3 mL em embalagens com 1 ou 5 unidades.

    ADMINISTRAÇÃO POR VIA SUBCUTÂNEA
    USO ADULTO

    Composição:

    Cada 1 mL da suspensão de WOSULIN-N contém 100 U.I de insulina humana (recombinante). Excpientes: sulfato de protamina, óxido de zinco, m-cresol, fenol, glicerol (98%), fosfato de sódio dibásico, hidróxido de sódio, ácido clor
    ídrico e água para injeção.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    WOSULIN-N é indicado para: Tratamento de todos os pacientes com diabetes tipo 1. Tratamento de pacientes com diabetes tipo 2, os quais não são adequadamente controlados por dieta e/ou agentes hipoglicêmicos orais. Para o início da estabilização de diabetes em pacientes com cetoacidose diabética, síndrome não cetótica hiperosmolar, e durante períodos de estresse, tais como infecções graves e grandes cirurgias em pacientes diabéticos.

    Como este medicamento funciona?

    WOSULIN-N contém como princípio ativo a insulina isofana, que é um hormônio que regula os níveis de glicose
    (açúcar) no sangue, e por isso é utilizado para controlar a diabetes melito. WOSULIN-N começa a agir dentro de 1 a 2 horas depois da injeção, o efeito máximo acontece entre 6 e 12 horas e a ação dura cerca de 18 a 24 horas, após injeção.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O uso de WOSULIN-N é contraindicado nos seguintes casos:
    – se você apresentar hipoglicemia (falta de açúcar no sangue);
    – se você for alérgico à insulina ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Ao fazer uso de outro tipo ou marca de insulina, consulte o seu médico, pois pode ser necessária uma adequação de
    dose. Se você usar uma dose que não é a adequada ou descontinuar o tratamento, especialmente se for diabético do tipo insulo-dependente, pode ocorrer episódio de hiperglicemia e cetoacidose diabética, condições que são potencialmente letais. A necessidade de insulina pode ser aumentada durante enfermidades ou distúrbios emocionais. Se você alterar o nível de atividade física ou dieta usual, consulte o seu médico, pois pode ser também necessário uma adequação da dose de insulina. WOSULIN-N nunca deve ser administrado intravenoso.
    Você pode necessitar de uma dose maior de insulina se estiver utilizando alguns medicamentos, como corticosteroides (hormônio), isoniazidas, certas drogas que diminuem a quantidade de lipídios (ex.: niacina),
    estrógenos, anticoncepcionais orais, fenotiazinas e terapia de reposição da tireoide. Pode ser necessário diminuir a dose de insulina na presença de drogas como agentes hipoglicêmicos, salicilatos (ex.:aspirina), antibiótico a base de sulfa, certos antidepressivos (inibidores da monoamina oxidase), certas angiotensinas convertendo inibidores de enzima, bloqueadores beta-adrenérgicos, inibidores de função pancreática (ex.: octreoide) e álcool. Se você apresentar um quadro de hipoglicemia, sua capacidade de se concentrar pode ser comprometida, isso pode
    constituir um risco em situações onde esta capacidade é de extrema importância, como, por exemplo, dirigir um
    carro ou operar máquinas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve armazenar a insulina sob refrigeração (na geladeira) entre 2ºC a 8ºC, por 24 meses. Não congelar. Não
    utilizar o produto caso tenha sido congelado.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O frasco-ampola ou carpule depois de aberto, quando mantido em geladeira em temperatura entre 2ºC a 8ºC poderá ser utilizado em até 6 semanas. Não congelar. Não expor o produto ao calor excessivo ou diretamente à luz do sol. WOSULIN-N é uma suspensão de insulina isofana, de origem DNA recombinante, de coloração branca, amorfa e cristalina (suspensão de cristais pontiagudos isenta de grandes agregados de cristais após agitação moderada). O frasco-ampola de WOSULIN-N deve estar uniformemente turvo ou leitoso. O produto não deve ser usado caso esteja com aparência estranha. Inspecione o carpule após a remoção da embalagem selada e verifique se não existem cristais, grumos ou coloração. Caso estejam presentes, descartar e utilizar um carpule novo. Também descartar o carpule caso grumos sejam visualizados após mistura. As preparações de insulina que foram congeladas não devem ser usadas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de administração: WOSULIN-N deve ser administrado exclusivamente por via subcutânea, na parede abdominal, na coxa, região glútea ou região deltoide. Qualquer aplicação de insulina deve ser seguida por uma refeição ou lanche, contendo carboidratos, dentro de 30 minutos. Uma vez aberto (quando o lacre ou a tampa já tiverem sido perfurados com uma agulha), o frasco-ampola de WOSULIN-N deve ser mantido em temperatura ambiente. Insulina gelada (em baixa temperatura) pode ser irritante na aplicação. Deste modo, os pacientes devem “rolar” o frasco entre as mãos por 10 vezes previamente ao passar para a seringa (após o frasco descansar por 30 minutos em temperatura ambiente caso este tenha sido armazenado sob refrigeração). Remover a agulha após cada aplicação, caso contrário mudanças de temperatura podem ocasionar o gotejamento de líquido da agulha e a concentração da insulina pode aumentar. Não preencher o carpule. – Frasco-ampola: 1. Lavar as mãos. Cuidadosamente agite ou role o frasco-ampola de WOSULIN-N por 10 vezes, para misturar completamente a insulina. 2. Inspecione o frasco-ampola. WOSULIN-N deve estar uniformemente turvo ou leitoso. O produto não deve ser usado caso esteja com aparência estranha. 3. Retire o lacre de plástico protetor, mas não remova a tampa. Limpe a parte de cima da tampa com álcool ou algodão embebido em álcool. 4. Coloque ar dentro da seringa na quantidade igual à dose de insulina. 5. Insira a agulha no frasco através da tampa de borracha e empurre o êmbolo para esvaziar o ar dentro do frasco-ampola. 6. Vire de cabeça para baixo o frasco-ampola e a seringa. Segure o frasco-ampola e a seringa firmemente em uma das mãos e agite suavemente. Certificar-se que a ponta da agulha esteja em contato com a insulina, retirar a dose correta da insulina com a seringa. 7. Antes de remover a agulha do frasco-ampola, verifique a presença de bolhas de ar na seringa da insulina, as quais reduzem a quantidade de insulina na seringa. Caso haja bolhas, segure a seringa voltada com a ponta para cima e bata nas suas laterais para que as bolhas possam ir para o topo da seringa. Empurre o êmbolo da seringa para possibilitar a saída das bolhas e retire novamente a dose correta. 8. Pince levemente a pele. Segure a seringa como um lápis. 9. Insira a agulha ao local indicado e empurre o êmbolo vagarosamente. Certifique-se de que a agulha esteja completamente inserida. 10. Espere por 5 segundos e retire a seringa. Não pressione o local de aplicação. – Carpule1. Desinfetar a superfície de borracha do carpule de insulina com álcool. Inserir o carpule na WOSULINPEN conforme descrito no manual de instruções da WOSULINPEN. Antes de inserir o carpule, inspecione o carpule após a remoção da embalagem selada e verificaque se não existe cristais, grumos, ou coloração. Caso esteja presente, descarte e utilize um carpule novo.
    2. Antes de inserir o carpule dentro da WOSULINPEN, gire cuidadosamente o carpule de insulina entre as palmas
    da sua mão por pelo menos 10 vezes. Então, segure firmemente uma das extremidades e agite com movimentos
    para cima e para baixo de modo a movimentar a pérola de vidro de uma extremidade do carpule para outra. Isto
    deve ser realizado por pelo menos 10 vezes até que o líquido se apresente uniformemente turvo ou leitoso. Descarte o carpule caso grumos sejam visualizados após mistura. Isto deve ser realizado antes de cada injeção. 3. No caso do carpule já estar inserido na WOSULINPEN, vire a caneta para cima e para baixo levemente pelo menos dez vezes até que o líquido se apresente uniformemente turvo e leitoso. Isto deve ser realizado antes de cada injeção. 4. Após o encaixe da agulha, indicar 2 unidades no seletor de dose para remover qualquer ar que possa estar na agulha. 5.
    Lavar as mãos e limpar a pele com álcool na região onde a injeção será aplicada. 6. Com uma mão, pince levemente a pele, insira a agulha no local indicado pelo seu médico ou educador. Aperte e segure o botão de liberação da WOSULINPEN. Conte até dez e retire a agulha. Não é recomendado massagear a área de aplicação, pois isto pode causar gotejamento posterior de insulina. 7. Descarte a agulha da maneira recomendada. 48. Para informações adicionais, leia o manual de instrução da WOSULINPEN.

    Posologia:

    A dose de WOSULIN-N é determinada pelo médico, de acordo com a necessidade do paciente. A dose usual de
    insulina pode ser afetada pelas mudanças de alimentação, atividade física e esquema de trabalho. Contudo, as instruções médicas devem ser cuidadosamente seguidas. Com WOSULIN-N é importante usar uma seringa na qual a concentração desejada esteja marcada, ex.: preparações de insulina U-40 ou U-100. Falha no uso adequado da seringa pode levar a um erro de dose, causando sérios problemas tais como hipoglicemia grave ou hiperglicemia. O intervalo médio da necessidade de insulina diária total para manutenção em pacientes diabéticos do tipo 1 está entre o intervalo de 0,5 e 1,0 U.I./kg. Além disso, na resistência à insulina, a necessidade diária de insulina pode ser substancialmente maior. Em pacientes com diabetes tipo 2, as necessidades de insulina são menores, ex.: aproximadamente de 0,3 a 0,6 U.I./kg/dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer uma dose, procure o seu médico para instruções. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Se você sentir reações desagradáveis, informe seu médico. A hipoglicemia é a reação adversa mais comum na
    terapia com insulinas, e ela pode ocorrer por causa de: – uso de grandes quantidades de insulina. – refeições atrasadas (fora de horário) / ou falha de uma das refeições. – infecção inter-corrente ou enfermidades. – exercícios extenuantes. – doenças das glândulas adrenal, pituitária ou tireoide, ou doença renal ou hepática progressiva também podem levar a hipoglicemia. A administração concomitante com outras drogas que abaixam a glicose sanguínea tais como hipoglicêmicos orais, salicilatos (por exemplo: aspirina), antibióticos à base de sulfa e certos antidepressivos podem levar a hipoglicemia. O consumo de bebidas alcoólicas concomitante pode também levar a hipoglicemia. Os sintomas de hipoglicemia leve para moderada podem ocorrer repentinamente e podem incluir: suores, vertigens, palpitações, tremor, fome, inquietude, formigamento nas mãos, pés, lábios ou língua, aturdimento, incapacidade para concentração, cefaleia, sonolência , distúrbios do sono, ansiedade, visão turva, linguagem titubeante, humor depressivo, irritabilidade, comportamento anormal, movimento instável e mudanças de personalidade. Sinais de hipoglicemia grave podem incluir: desorientação, coma, convulsões e morte. Por esta razão é importante que você procure assistência médica imediatamente. Hipoglicemia de leve a moderada pode ser tratada pela ingestão de açúcar. Você deve sempre ter rápida fonte de açúcar tais como doces ou tabletes de glicose. Hipoglicemia mais grave pode requerer a assistência de outra pessoa. Em algumas pessoas pode ocorrer reação alérgica, como vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção, geralmente estes sintomas desaparecem dentro de alguns dias. Outras reações alérgicas mais sérias podem ocorrer, procure o seu médico imediatamente se apresentar os seguintes sintomas: exantema sobre todo o corpo, respiração curta, respiração ofegante, redução na pressão sanguínea, pulso rápido, ou suores, estes casos mais sérios podem significar risco de vida. Lipodistrofia (espessamento da pele ou marcas no local de injeção) podem ocorrer no local da aplicação após longo tempo de uso. A fim de evitar esta reação adversa, você deve alternar o local das injeções dentro da mesma área. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Você pode apresentar estado hipoglicêmico como resultado de um excesso de insulina relacionado à ingestão de
    comida, ao gasto de energia ou ambos. Episódios moderados de hipoglicemia podem ser tratados frequentemente
    com glicose via oral. Por isso é recomendado que o paciente diabético constantemente carregue consigo torrões de
    açúcar, doces, bolachas ou suco de frutas adoçado. Episódios mais graves de hipoglicemia como coma, convulsões ou danos neurológicos podem ser tratados com glucagon (hormônio) por via intramuscular/subcutânea ou glicose intravenosa concentrada. Glicose deve ser também administrada por via intravenosa, caso o paciente não responda ao glucagon dentro de 10 a 15 minutos. Ingestões sustentadas de carboidratos e observação podem ser necessárias porque a hipoglicemia pode ocorrer novamente após a recuperação clínica aparente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    USO RESTRITO A HOSPITAIS
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    M.S. 1.2361.0068
    Responsável Técnico: Lenita A. Alves Gnochi CRF-SP: 14.054
    Fabricado por: Wockhardt Limited – Aurangabad – Índia
    Importado por: Meizler UCB Biopharma S.A.
    Alameda Araguaia, 3833 – Tamboré
    CEP: 06455-000 – Barueri – SP
    C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14
    0302016004R2 Rev. Junho 2014

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  • zyvox-e-indicado-para-o-tratamento-de-infeccoes-quando-se-sabe-ou-se-presume-que-a-infeccao-seja-causada-por-bacterias-suscetiveis

     

     

     

     

     

     

     

     

    ZYVOX®

    linezolida

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Zyvox®
    Nome genérico: linezolida

     Apresentações:

    Zyvox® solução para infusão 2 mg/mL em embalagens contendo 10 bolsas de 300 mL. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INJETÁVEL POR INFUSÃO INTRAVENOSA. USO ADULTO USO PEDIÁTRICO ( vide item 6. Como devo usar este medicamento?) SISTEMA FECHADO.

     Composição:

    Cada mL de Zyvox® solução para infusão contém o equivalente a 2 mg de linezolida. Excipientes: citrato de sódio diidratado, ácido cítrico anidro, glicose monoidratada, hidróxido de sódio a, ácido clorídrico a e água para injetáveis. a = para ajuste de pHII–

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Zyvox® (linezolida) é indicado para o tratamento de infecções, quando se sabe ou se presume que a infecção seja causada por bactérias suscetíveis (sensíveis) ao Zyvox®. Nessas infecções estão incluídas pneumonias (hospitalares ou adquiridas na comunidade),  infecções de pele e de tecidos moles (incluindo pé diabético, não associado a osteomielite–infecção do osso) e infecções enterocócicas (causadas por um tipo de bactéria).

     Como este medicamento funciona?

    Zyvox® pertence a uma nova classe de antibióticos. Zyvox®  atua inibindo e interrompendo o processo de multiplicação de alguns tipos de bactérias.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Zyvox® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade (alergia) a linezolida ou a qualquer componente da fórmula. Zyvox® também é contraindicado a pacientes que estejam usando qualquer medicamento que seja um inibidor da enzima monoaminoxidase (proteína que aumenta a velocidade de uma determinada reação química) (ex.: fenelzina, isocarboxazida) ou até duas semanas de uso de qualquer um destes medicamentos. Zyvox® é contraindicado a pacientes que apresentam: hipertensão (pressão alta) não controlada, feocromocitoma (tumor, normalmente benigno, que causa aumento da pressão), tireotoxicose (conjunto de sintomas como nervosismo, perda de peso, suor excessivo, entre outros, que ocorrem pelo excesso de hormônios da tireoide) , síndrome carcinoide (conjunto de sintomas causados por um tipo especifico de câncer) e/ou pacientes utilizando algum dos seguintes tipos de medicamentos: agentes simpatomiméticos de  ação direta ou indireta (ex.: pseudoefedrina, fenilpropanolamina), agentes vasoconstritores (ex.: epinefrina, norepinefrina), agentes dopaminérgicos (ex.: dopamina, dobutamina), inibidores de recaptação de serotonina, antidepressivos tricíclicos, agonistas do receptor de serotonina 5-H T1 (triptanos), meperidina ou buspirona.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Leia também a resposta da Questão 8. Caso surjam sintomas de insuficiência visual, como alterações na acuidade visual (visão embaçada, perda de foco), visão de cores, visão embaçada ou defeito no campo visual, é recomendada uma avaliação oftálmica imediata. A função visual deve ser monitorada em todos os pacientes recebendo Zyvox® por períodos prolongados (3 meses ou mais) e em todos os pacientes que relatarem novos sintomas visuais. Pacientes com insuficiência renal grave (disfunção grave dos rins): não é necessário ajuste de dose. Porém, Zyvox® deve ser administrado com cautela nestes pacientes e somente quando os benefícios esperados superarem os riscos teóricos. Zyvox® não está aprovado para o tratamento de pacientes com infecções da corrente sanguínea relacionadas ao cateter. Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia de Zyvox® quando administrado por períodos superiores a 28 dias. O efeito de Zyvox® sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas não foi sistematicamente avaliado. O significado clínico da interação entre Zyvox® e rifampicina é desconhecido. Zyvox® não tem atividade clínica contra patógenos Gram-negativos e não é indicado para o tratamento de infecções Gram-negativas. Zyvox® deve ser usado com cuidado especial em pacientes com alto risco de morte por infecções sistêmicas, tais como aquelas infecções relacionadas aos cateteres venosos centrais nas unidades de terapia intensiva. Zyvox® não está aprovado para o tratamento de pacientes com infecções da corrente sanguínea relacionadas ao cateter. Alguns pacientes recebendo Zyvox® podem apresentar aumento leve e reversível da pressão sanguínea induzida pelas medicações pseudoefedrina ou fenilpropanolamina. As doses iniciais de fármacos adrenérgicos, como a dopamina ou agonistas da dopamina, devem ser reduzidas e ajustadas pelo seu médico para se alcançar a resposta desejada. Relatos espontâneos muito raros de Síndrome serotoninérgica (pressão alta, rigidez muscular, tremores, aumento da temperatura, aumento dos batimentos cardíacos) foram relatados com a coadministração de Zyvox® e agentes serotoninérgicos. Antibióticos: não foram observadas interações nos estudos de farmacocinética com o aztreonam ou a gentamicina. O mecanismo da interação entre rifampicina e Zyvox® e seu significado clínico são desconhecidos. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Zyvox® solução para infusão contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em diabéticos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Zyvox® solução para infusão deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de 25°C), protegido da luz. Por ser uma medicação de uso hospitalar, de clinicas ou instituições estas condições devem ser asseguradas pelos mesmos. A bolsa deve estar protegida da luz dentro da embalagem de papel laminado e caixa até o momento do uso. Nessas condições a solução é estável de acordo com o prazo de validade descrito na embalagem externa, antes da abertura da bolsa. Usar imediatamente após a abertura. Se não for usada imediatamente, nas condições de armazenamento recomendadas, não se garantem a eficácia e principalmente a segurança de uso de Zyvox® solução para infusão. O medicamento é de uso único e qualquer solução não utilizada deve ser devidamente descartada. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução límpida, incolor a amarela, essencialmente livre de partículas visíveis.

     Como devo usar este medicamento?

    Zyvox® solução para infusão pode ser utilizado tanto como tratamento inicial quanto para a substituição ou continuidade de outros tratamentos em infecções bacterianas. Os pacientes que iniciam o tratamento com a formulação parenteral podem passar a receber a formulação oral, quando clinicamente indicado. A solução para infusão deve ser administrada durante 30 a 120 minutos. A dose recomendada de Zyvox® deve ser administrada por
    via intravenosa, duas vezes ao dia para pacientes adultos e três vezes ao dia para pacientes na faixa etária pediátrica. Duração e dosagens recomendadas Infecções * Dosagens e Vias de Administração Duração recomendada de tratamento. Pacientes pediátricos † (do nascimento até 11 anos de idade). Adultos e Adolescentes (com 12 anos de idade ou acima); Infecções complicadas de pele e tecidos moles 10 mg/kg IV a cada 8 horas 600 mg IV a cada 12 horas 10 – 14 dias consecutivos. Pneumonia adquirida na comunidade, incluindo bacteremia concomitante Pneumonia hospitalar: Infecções enterocócicas resistentes a vancomicina, incluindo bacteremia concomitante 10 mg/kg IV a cada 8 horas 600 mg IV a cada 12 horas 14 – 28 dias consecutivos. Infecções não complicadas de pele e tecidos moles < 5 anos: 10 mg/kg IV ‡ a cada 8 horas 5-11 anos: 10 mg/kg IV a cada 12 horas 600 mg IV a cada 12 horas 10-14 dias consecutivos * de acordo com os patógenos designados. † neonatos < 7 dias: a maioria dos neonatos pré-termo < 7 dias de idade (idade gestacional < 34 semanas) apresentam valores menores de depuração sistêmica de Zyvox® e valores maiores de AUC que muitos neonatos a termo e lactentes com idades superiores. O tratamento para estes neonatos deve ser iniciado com uma dose de 10 mg/kg a cada 12 horas. Deve-se considerar o uso de uma dose de 10 mg/kg a cada 8 horas em neonatos com uma resposta clínica inadequada. Todos os pacientes neonatos devem receber 10 mg/kg a cada 8 horas a partir dos 7 dias de vida. Pacientes Idosos e Pacientes do Sexo Feminino: não é necessário ajuste de dose. Pacientes com Insuficiência Renal: não é necessário ajuste posológico. Não há dados sobre a experiência de Zyvox® administrado a pacientes submetidos a diálise peritoneal ambulatorial continua ou tratamentos alternativos para falência renal (outros que a hemodiálise). Pacientes com Insuficiência Hepática: não é necessário ajuste de dose. No entanto, recomenda-se que Zyvox® seja administrado em tais pacientes somente quando o benefício previsto supere o risco teórico. Instruções para uso e manuseio: remova a embalagem de papel laminado quando estiver pronto para ser usado. Verifique se existe vazamento apertando a bolsa firmemente. Se houver qualquer vazamento, não utilize a bolsa, pois a esterilidade pode ter sido afetada. Toda solução não utilizada deve ser desprezada. Administre a solução para infusão intravenosa em um período de 30 a 120 minutos. Não utilize as bolsas de infusão intravenosa em conexões seriadas. Não introduza aditivos na solução. Se a infusão de Zyvox® for realizada concomitantemente à administração de outro fármaco, cada fármaco deve ser administrado separadamente, de acordo com as doses recomendadas e a via de administração para cada produto. Não reconecte as bolsas parcialmente usadas. A solução para infusão é compatível com as seguintes soluções: dextrose a 5%, cloreto de sódio a 0,9%, Ringer-lactato para injeção (Solução de Hartmann para injeção). Incompatibilidade: não introduza aditivos na solução. Se a infusão de Zyvox® for realizada concomitantemente à administração de outros fármacos, cada fármaco deve ser administrado separadamente, de acordo com as doses recomendadas e a via de administração para cada produto. Do mesmo modo, se for necessário usar o mesmo cateter intravenoso para a infusão sequencial de várias drogas, o cateter deve ser lavado antes e depois da administração de Zyvox®, com pequeno volume de uma solução de infusão compatível. A solução para infusão é fisicamente incompatível com os seguintes compostos: anfotericina B, cloridrato de clorpromazina, diazepam, isetionato de pentamidina, lactobionato de eritromicina, fenitoína sódica e sulfametoxazol/trimetoprima e quimicamente incompatível com a ceftriaxona sódica. Precauções especiais para armazenamento: manter a bolsa protegida da luz dentro da embalagem de papel laminado e caixa até o momento do uso. Nessas condições a solução é estável de acordo com o prazo de validade descrito na embalagem externa, antes da abertura da bolsa. Usar imediatamente após a abertura. Se não for usada imediatamente, nas condições de armazenamento recomendadas, não se garantem a eficácia e principalmente a segurança de uso de Zyvox® solução para infusão. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

      O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como Zyvox® é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se você não receber uma dose deste medicamento, o médico pode redefinir a programação do tratamento. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    As reações adversas relacionadas ao Zyvox® consideradas em estudos clínicos controlados com incidência ? 1% (comum) e < 1% (incomum) foram: Infecções não complicadas de pele e tecidos moles Todas as outras indicações Gastrointestinal. ADULTOS–Comum: diarreia e náusea (enjoo). Incomum: vômito. PEDIÁTRICOS–Comum: dor, cãibras e distensão abdominal (aumento do volume abdominal), diarreia, náusea e vômito. ADULTOS–Comum: diarreia, náusea (enjoo) e vômito. PEDIÁTRICOS–Comum: diarreia, náusea, vômito e sangramento gastrointestinal. Incomum: dor, cãibras e distensão abdominal (aumento do volume abdominal). Infecções ADULTOS-Comum: monilíase (infecção causada pelo fungo Candida) vaginal. Incomum: monilíase oral. ADULTOS–Comum: monilíase (infecção causada pelo fungo Candida) vaginal e monilíase oral. PEDIÁTRICOS–Incomum: monilíase oral. Laboratoriais ADULTOS: testes hematológicos (do sangue) e hepáticos (do fígado) anormais. PEDIÁTRICOS: testes hematológicos e hepáticos anormais. ADULTOS: testes hematológicos (do sangue) e hepáticos (do fígado) anormais.
    PEDIÁTRICOS: testes hematológicos e hepáticos anormais. Metabólico e nutricional PEDIÁTRICOS–Comum: hipocalemia (potássio sanguineo baixo). Respiratório PEDIÁTRICOS–Comum: faringite (inflamação da faringe) e tosse. PEDIÁTRICOS–Comum: apneia (suspensão de respiração), dispneia (falta de ar) e pneumonia. Incomum: tosse e faringite (inflamação da faringe). Sistema Nervoso ADULTOS–Comum: alteração do paladar, cefaleia e tontura. PEDIÁTRICOS–Comum: cefaleia (dor de cabeça) e febre. ADULTOS–Comum: cefaleia. Incomum: alteração do paladar e tontura. PEDIÁTRICOS–Comum: febre. Incomum: cefaleia (dor de cabeça). Pós-Comercialização: mielossupressão reversível (diminuição da função da medula óssea na produção de células de defesa, coagulação e hemoglobina), anemia (diminuição do número de hemoglobina) reversível, leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), neuropatia (doença que afeta um ou vários nervos) óptica (dos olhos), algumas vezes progredindo para perda de visão, foi relatada em pacientes tratados com Zyvox®. Estes relatos foram principalmente em pacientes tratados por períodos mais longos do que a duração máxima recomendada de 28 dias, anafilaxia (reação alérgica grave), acidose láctica (acúmulo de ácido láctico no corpo), neuropatia periférica (disfunção dos neurônios que pode levar a perda sensorial, atrofia e fraqueza muscular, e decréscimos nos reflexos profundos), convulsões, rash (vermelhidão da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), raros relatos de alterações cutâneas (da pele) bolhosas, tais como aqueles descritos como síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), descoloração da língua e descoloração superficial dos dentes foram relatadas raramente. Foi relatada diarreia associada à Clostridium dificile (espécie de bactéria) que pode variar de diarreia leve a colite fatal como a colite pseudo membranosa (inflamação de parte do intestino). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Zyvox infusão intravenosa deve ser sempre utilizado perante a supervisão de um médico e dentro de hospitais, clínicas ou instituições de saúde. A posologia, frequência da utilização e possíveis doses diferentes das preconizadas nesta bula serão avaliadas pelos médicos responsáveis. Não foram relatados casos de superdosagem. Entretanto, as seguintes informações podem ser úteis: recomenda-se tratamento de suporte, juntamente com a manutenção da filtração glomerular (função do rim). Aproximadamente 30% de uma dose de Zyvox® é removida pela hemodiálise. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.

      DIZERES LEGAIS

    MS-1.0216.0177
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF – SP Nº 27071
    Registrado e importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi–SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e embalado por: Fresenius Kabi Norge AS Halden –Noruega
    Embalado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501,km 32,5
    CEP 06696-000-Itapevi-SP–Brasil
    Indústria Brasileira.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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  • Colirio 12.05.2015 No Comments

    salfutan-para-diminuir-a-pressão-elevada-em-seu-olho-a-fim-de-tratar-o-glaucoma-de-angulo-aberto-ou-hipertensão-ocularSaflutan™

    tafluprosta

    Apresentações:

    SAFLUTAN™ (tafluprosta) é uma solução oftálmica estéril, sem conservante, disponível em 30 flaconetes de dose única de 0,3 mL.
    Uso Oftálmico
    Uso Adulto

    Composição:

    Ingredientes Ativos: cada mL de SAFLUTAN™ contém 15 mg de tafluprosta. Cada flaconete de dose única (0,3 mL) contém 4,5 mcg de tafluprosta. Ingredientes Inativos: glicerina, fosfato de sódio monobásico di-hidratado, edetato dissódico, polissorbato 80 e ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Seu médico prescreveu SAFLUTAN™ para diminuir a pressão elevada em seu olho a fim de tratar o glaucoma de ângulo aberto ou a hipertensão ocular.

    Como este medicamento funciona?

    SAFLUTAN™ pertence a um grupo de medicamentos chamado análogos da prostaglandina. SAFLUTAN™ reduz a pressão nos olhos. Ele é utilizado quando a pressão no olho for muito alta. A pressão elevada no olho pode danificar o nervo óptico, resultando em deterioração da visão e possível cegueira. Há geralmente poucos sintomas que você pode sentir para dizer se você tem níveis elevados de pressão no olho. O exame médico é necessário para determinar isso. Se você tem pressão elevada no olho, exames periódicos dos olhos e medições da pressão dentro de seus olhos serão necessários. As gotas começarão a funcionar cerca de 2 a 4 horas após o medicamento ser colocado nos olhos e o efeito máximo é atingido depois de 12 horas. O efeito é mantido por pelo menos 24 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não utilizar SAFLUTAN™ em caso de alergia a qualquer um de seus ingredientes. Se não tiver certeza se deve utilizar SAFLUTAN™, entre em contato com seu médico ou farmacêutico.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Gravidez e Amamentação:

    Em caso de possibilidade de gravidez, você deve utilizar um método contraceptivo eficaz ao utilizar SAFLUTAN™. Informe seu médico se estiver grávida ou pretende engravidar. Em caso de gravidez, converse com seu médico imediatamente para determinar se deve utilizar SAFLUTAN™. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem autorização médica ou do cirurgião-dentista. Se pretender amamentar, consulte seu médico.

    Crianças:

    SAFLUTAN™ não foi estudado em crianças e, portanto, o uso não é recomendado para crianças ou adolescentes com menos de 18 anos de idade.

    Idosos:

    Não é necessário ajuste de dose para pacientes com mais de 65 anos de idade.

    Dirigir ou operar máquinas:

    Pode ser que você fique com a visão turva por uns instantes logo após colocar SAFLUTAN™ em seu olho. Não dirija ou utilize nenhuma ferramenta ou máquina até que sua visão volte ao normal.

    Interações Medicamentosas:

    Informe seu médico sobre todos os medicamentos, incluindo outros colírios, que esteja utilizando ou planeja utilizar, incluindo aqueles obtidos sem prescrição médica. Se utilizar outros medicamentos em seu olho, aguarde um intervalo de pelo menos 5 minutos entre a aplicação de SAFLUTAN™ e a de outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Informe seu médico a respeito de qualquer problema médico que apresente agora ou tenha apresentado no passado, incluindo qualquer outra doença ocular. Informe seu médico a respeito de qualquer alergia a qualquer medicamento. Informe seu médico a respeito de qualquer problema renal ou hepático que você apresente ou tenha apresentado no passado. Informe seu médico a respeito de qualquer doença pulmonar, incluindo asma, que você apresente ou tenha apresentado no passado. Enquanto estiver usando SAFLUTAN™ Você pode ter os seguintes efeitos adversos, alguns dos quais podem ser permanentes. Estes efeitos podem ocorrer lentamente e você poderá observá-los meses depois. SAFLUTAN™ poderá: • aumentar o comprimento, espessura, cor e/ou número de cílios e pode causar crescimento anormal de pêlos nas pálpebras; • causar escurecimento da cor da pele ao redor dos olhos. Secar qualquer excesso de solução na pele, isso reduzirá o risco de escurecimento da pele; • alterar a cor da íris (parte colorida do olho). Se SAFLUTAN™ é usado em apenas um olho, a cor do olho tratado pode se tornar permanentemente diferente da cor do outro olho.

    O que devo saber sobre os ingredientes inativos na Saflutan™?

    SAFLUTAN™ não contém conservantes. SAFLUTAN™ não contém o conservante cloreto de benzalcônio.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Armazenar o cartucho com os sachês de alumínio fechados em um refrigerador, 2°C – 8°C. Não abrir o sachê até o momento de utilizar o colírio. Após abrir o sachê: manter os flaconetes de dose única no sachê original; manter em refrigerador entre 2°C – 8°C; descartar os flaconetes de dose única fechados após 28 dias a partir da data de abertura do sachê de alumínio; descartar o flaconete de dose única aberto com qualquer solução remanescente imediatamente após o uso. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 28 dias.

    Aparência:

    Solução transparente e incolor. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento? Dose?

    Sempre use SAFLUTAN™ exatamente conforme orientação médica. Verifique com seu médico ou farmacêutico em caso de dúvida sobre como utilizar SAFLUTAN™. A dose é de 1 gota de SAFLUTAN™ em um ou ambos os olhos, uma vez ao dia à noite. Utilizar SAFLUTAN™ em ambos os olhos apenas se seu médico lhe orientar a respeito. Não instilar mais gotas ou utilizar mais frequentemente do que conforme instruído por seu médico. Isto pode tornar SAFLUTAN™ menos eficaz. Se utilizar outros medicamentos no olho, deixar pelo menos 5 minutos entre a aplicação de SAFLUTAN™ e a de outro medicamento. Não pare de utilizar SAFLUTAN™ sem antes perguntar a seu médico. Se interromper o uso de SAFLUTAN™, a pressão no olho aumentará novamente. Isto pode causar um dano permanente ao seu olho.

    Como Usar? Uso Oftálmico:

    Quando iniciar um novo sachê: Não utilizar os flaconetes de dose única se o sachê estiver violado. Abrir o sachê na linha tracejada. Escrever a data em que o sachê foi aberto no espaço reservado para a data no sachê. A cada uso de SAFLUTAN™: 1. Lavar as mãos. 2. Retirar a tira do flaconete do sachê. 3. Destacar um flaconete de dose única da tira. 4. Colocar de volta a tira no sachê e dobrar a extremidade para fechar o sachê. 5. Certifique-se de que a solução encontra-se na parte inferior do flaconete de dose única. 6. Para abrir o flaconete, girar a aba. 7. Recline sua cabeça para trás. Se não conseguir inclinar sua cabeça, deite-se. 8. Colocar a ponteira do flaconete próximo de seu olho. Cuidado para não tocar a ponteira do flaconete no olho. 9. Puxar a pálpebra inferior e olhar para cima. 10. Apertar suavemente o flaconete e deixar uma gota cair no espaço entre a pálpebra inferior e o olho. 11. Fechar o olho por um momento e pressionar o canto interno do olho com seu dedo por cerca de um minuto. Isto ajuda a evitar que a gota seja drenada no ducto lacrimal. 12. Secar qualquer solução em excesso da pele ao redor do olho com qualquer tecido.
    Se a gota não entrar no olho, tente novamente. Se seu médico lhe orientou a utilizar gotas em ambos os olhos, repetir as etapas 7 a 12 para o outro olho. O conteúdo de um flaconete de dose única de SAFLUTAN™ é suficiente para os dois olhos. A solução deve ser utilizada imediatamente após a abertura. Como a esterilidade não pode ser mantida após a abertura, descartar o flaconete aberto com qualquer conteúdo remanescente imediatamente após o uso. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    É importante usar SAFLUTAN™ conforme prescrito por seu médico. Se esquecer de utilizar SAFLUTAN™, use uma única gota assim que se lembrar, e depois aplique a dose seguinte como de costume; isto é, na hora regular e sem duplicar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não pretendidos ou indesejáveis, chamados reações adversas. Nos estudos clínicos, os pacientes que utilizaram SAFLUTAN™ apresentaram sintomas como: Reações comuns (ocorridas entre 1% e 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento): vermelhidão dos olhos, coceira nos olhos, irritação dos olhos, dor ocular, ou uma sensação de que há algo nos olhos, ressecamento do olho, olho lacrimejante, ou secreção ocular; vermelhidão da pálpebra ou pálpebra inchada; visão turva, redução da capacidade de visualisação de detalhes pelos olhos, ou sensibilidade à luz; cefaleia; e alteração na superfície do olho. Nestes estudos, os pacientes também apresentaram reações adversas que incluíram alteração da cor da íris (alteração que pode ser permanente), alterações no comprimento, espessura, ou número de cílios, alteração de cor dos cílios, ou alteração de cor da pele em torno do olho. Nestes estudos, os pacientes também apresentaram efeitos adversos, incluindo: Reações comuns (ocorridas entre 1% e 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento): alteração da cor da íris (alteração que pode ser permanente), alterações no comprimento, espessura, ou número de cílios, descoloração dos cílios e catarata. Reação pouco frequente (ocorrida entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram esse medicamento): alteração da cor da pele ao redor dos olhos, tosse, boca seca e dor de garganta. Também podem ocorrer reações adversas além das listadas acima. Pergunte a seu médico ou farmacêutico mais informações sobre as reações adversas. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso utilize uma quantidade maior de SAFLUTAN™ do que deveria, é improvável que ocorra algum dano grave. Retome sua dose seguinte no horário usual. SAFLUTAN™ deve ser utilizado como colírio apenas e não deve ser ingerido. Se o medicamento for ingerido acidentalmente, peça orientação ao seu médico. Em caso de superdose, o tratamento deve ser sintomático. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Registro MS – 1.0029.0181
    Farmacêutico responsável: Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243
    Registrado e Importado por: Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 815 – Sousas, Campinas/SP
    CNPJ: 45.987.013/0001-34 – Brasil
    MSD On Line 0800-0122232
    e-mail: online@merck.com ,www.msdonline.com.br
    Fabricado e Embalado por: Laboratoire Unither
    ZI La Guerie F-50211 COUTANCES Cedex França ™Marca depositada no INPI em 27 de outubro de 2009 por Merck Sharp & Dohme Corp., uma subsidiária de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA. WPPI 052011
    Venda sob prescrição médica

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  • adcirca-e-destinado-ao-tratamento-de-hipertensão-arterial-pulmonar-hapAdcirca®

    tadalafila

    Apresentações:

    ADCIRCA é apresentado na forma de comprimidos revestidos contendo 20 mg de tadalafila, em embalagens contendo 60 comprimidos.
    Exclusivamente para administração oral.
    Uso Adulto acima de 18 anos.

    Composição:

    Cada comprimido contém: tadalafila……………………………………………………………………………………………………………….20 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, hidroxipropil  celulose, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, celulose microcristalina, estearato de
    magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, triacetina, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    ADCIRCA é destinado ao tratamento de hipertensão arterial pulmonar (HAP).

    Como este medicamento funciona?

    A hipertensão arterial pulmonar (HAP) é o nome de uma doença complexa que se caracteriza por pressão arterial elevada na circulação pulmonar. A função da artéria pulmonar é transportar o sangue pobre em oxigênio do lado direito do coração para os pulmões, onde o dióxido de carbono é removido e substituído por oxigênio. O sangue rico em oxigênio retorna para o lado esquerdo do coração pelas veias pulmonares e é distribuído para o resto do corpo. Na HAP, a pressão no sistema vascular pulmonar é elevada por causa das anormalidades nos vasos pulmonares. Como consequência da HAP, a sobrecarga do lado direito do coração o torna dilatado e disfuncional. Por essa razão, a HAP é definida como um aumento da pressão média da artéria pulmonar. Assim, ADCIRCA age no pulmão, relaxando sua musculatura lisa, além de provocar uma dilatação dos vasos sanguíneos pulmonares. Durante esse processo, ADCIRCA relaxa a parede arterial, levando a uma menor pressão e resistência arterial pulmonar. ADCIRCA reduz o trabalho em excesso do ventrículo direito do coração e melhora os sintomas da falência cardíaca do lado direito. No estado de equilíbrio, a concentração plasmática máxima observada de tadalafila é alcançada em um tempo mediano de 4 horas após a administração.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para pacientes alérgicos à tadalafila ou a qualquer um dos componentes do comprimido. Este medicamento é contraindicado para pacientes que estejam utilizando medicamentos contendo nitratos, tais como: propatilnitrato (Sustrate), isossorbida (Monocordil, Cincordil, Isordil), nitroglicerina (Nitradisc, Nitroderm TTS , Nitronal, Tridil) e dinitrato de isossorbitol (Isocord).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e Precauções:

    ADCIRCA deve ser administrado com cuidado àqueles pacientes que apresentem um dos seguintes problemas de saúde: problemas cardíacos, tais como angina (dor no peito), insuficiência cardíaca, batimentos cardíacos irregulares ou que tenham tido ataque cardíaco, pressão baixa ou pressão alta não controlada, derrame, problemas de fígado, problemas com os 3 rins ou que necessitem de diálise, úlceras no estômago, problemas de sangramento, deformação do pênis ou doença de Peyronie, condições que predispõem ao priapismo (ereção com mais de quatro horas), tais como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia. Foram relatados raros casos de perda de visão, chamada de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (interrupção do fluxo sanguíneo para o nervo óptico). Até o momento, não é possível determinar se ADCIRCA causa realmente este tipo de problema, pois ele também acontece em pacientes que não o toma. Pessoas que têm diabetes, pressão alta, aumento da taxa de colesterol, doença cardíaca e fumantes têm um risco mais alto de ter esta doença ocular. Caso você tenha alteração na visão durante o tratamento com ADCIRCA, pare de tomar o medicamento e procure seu médico. Os médicos devem recomendar aos pacientes que interrompam o uso de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), incluindo ADCIRCA, bem como a procurarem uma orientação especializada em casos de diminuição ou perda repentina de audição. Estes eventos, que podem estar acompanhados de zumbido e tontura, foram relatados na associação temporal à introdução de inibidores PDE5, incluindo ADCIRCA. Não é possível determinar se estes eventos estão diretamente relacionados ao uso de inibidores PDE5 ou a outros fatores. O uso de ADCIRCA deve ser evitado em pacientes com insuficiência renal grave. Devido a falta de experiência clínica, ADCIRCA não deve ser administrado a pacientes com cirrose hepática grave. Não foi estabelecida a segurança e eficácia de ADCIRCA em pacientes pediátricos. Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem intolerância à lactose.

    Interações Medicamentosas:

    Você deve falar para o médico todos os medicamentos que usa, sejam os receitados ou não, principalmente os remédios para tratamento de certas doenças como a tuberculose (ex.: rifampicina), problemas de coração (ex.: nitratos, digoxina e Aspirina®), pressão alta (agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos), problemas do estômago (ex.: antagonistas H2 e antiácidos), problemas de coagulação do sangue (ex.: varfari
    na), asma (ex.: teofilina), micoses (ex.: cetoconazol), AIDS (ex.: ritonavir) ou se tiver sob o uso de anticoncepcionais orais ou bosentana. Pacientes sob tratamento de ADCIRCA e que ingeriram bebidas alcoólicas podem apresentar queda da pressão sanguínea e tontura. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    ADCIRCA deve ser mantido em temperatura ambiente (15 a 30°C), protegido da luz, calor e umidade. O prazo de validade do produto nestas condições de armazenagem é de 24 meses. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. ADCIRCA apresenta-se na forma de comprimidos revestidos, de cor laranja, em forma de amêndoa, identificados em um dos lados pelo código “4467”. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    ADCIRCA deve ser administrado por via oral e ingerido inteiro, uma vez ao dia e independente das refeições. A dose recomendada de ADCIRCA é de 40 mg (dois comprimidos de 20 mg) tomada uma vez ao dia. Não é recomendado dividir a dose (40 mg) ao longo do dia. Administração de ADCIRCA em pacientes com insuficiência renal leve a moderada: Uma dose de início de 20 mg uma vez ao dia é recomendada. A dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia, baseada na eficácia e tolerabilidade individual. Administração de ADCIRCA em pacientes com cirrose hepática leve a moderada (Child-Pugh Classe A e B): Devido a experiência clínica limitada em pacientes com cirrose hepática leve a moderada tratados com doses únicas de 10 mg, pode ser considerada uma dose de início de 20 mg uma vez ao dia. Se ADCIRCA é prescrito, uma avaliação individual cuidadosa da relação risco/benefício deve ser conduzida pelo médico. Administração de ADCIRCA em pacientes em uso com ritonavir: Em pacientes recebendo ritonavir por no mínimo uma semana, iniciar ADCIRCA com uma dose de 20 mg uma vez ao dia. A dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia, baseada na tolerabilidade individual. Administração de ritonavir em pacientes em uso com ADCIRCA: Evitar o uso de ADCIRCA durante o início de ritonavir. Interromper o tratamento com ADCIRCA no mínimo 24 horas antes de iniciar o ritonavir. Uma semana, no mínimo, após o início do tratamento com ritonavir, iniciar ADCIRCA com uma dose de 20 mg uma vez ao dia. A dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia, baseada na tolerabilidade individual. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Não administrar mais que a quantidade total de ADCIRCA recomendada pelo médico para períodos de 24 horas. Caso se esqueça de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que lembrar. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular), rubor facial (vermelhidão no rosto), congestão nasal (nariz entupido), e,sinusite rinite, enjoo, dor nos braços e pernas, lombalgia (dor nas costas) e dispepsia (indisposição gástrica). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vômito, sangramento menstrual anormal (incluindo fluxo menstrual muito abundante,hemorragia uterina, hemorragia uterina irregular ou hemorragia vaginal), visão borrada e hipotensão (pressão sanguínea baixa). No acompanhamento pós-comercialização da tadalafila, os seguintes eventos adversos foram relatados: Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Corpo como um todo: reações de hipersensibilidade, incluindo erupção cutânea, urticária (erupção da pele com coceira), inchaço facial, síndrome de Stevens-Johnson (vermelhidão inflamatória grave da pele de formato bolhoso) e dermatite esfoliativa (vermelhidão inflamatória da pele com descamação generalizada). Cardiovascular e cerebrovascular : eventos cardiovasculares graves, incluindo infarto do miocárdio, morte súbita cardíaca, acidente vascular cerebral (derrame cerebral), dor no peito, palpitações e taquicardia (batimento cardíaco acelerado) foram relatados na fase pós-comercialização e foi possível estabelecer associação temporal com o uso de tadalafila. A maioria dos pacientes que relatou esses eventos tinha fatores de risco cardiovascular pré-existente. Entretanto, não se pode determinar definitivamente se esses eventos estão relacionados diretamente a esses fatores de risco, à tadalafila, à atividade sexual, ou à combinação destes e outros fatores. Outros eventos: hipotensão (diminuição da pressão sanguínea) (mais comumente relatada quando a tadalafila é usada por pacientes que já estão tomando agentes anti-hipertensivos), hipertensão (aumento da pressão sanguínea) e síncope (desmaio). Gastrointestinal: dor abdominal e refluxo gastroesofágico. Pele e tecidos subcutâneos : hiperidrose (suor abundante). Sentidos especiais: visão borrada, neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (interrupção do fluxo sanguíneo para o nervo óptico) podendo resultar na diminuição da visão, oclusão (obstrução) da veia retiniana e alteração do campo visual. Urogenital: priapismo (ereção dolorosa com mais de 4 horas de duração) e ereção prolongada. Sistema Nervoso: enxaqueca (dor de cabeça). Sistema Respiratório: epistaxe (sangramento pelo nariz). Audição: na pós-comercialização foram relatados casos de diminuição ou perda repentina da audição em associação temporal com o uso de inibidores PDE5, incluindo tadalafila. Em alguns casos, foram relatadas condições médicas e outros fatores que podem igualmente ter causado eventos adversos auditivos. Em muitos casos, a informação no acompanhamento médico foi limitada. Não é possível determinar se estes eventos estão relacionados diretamente ao uso de tadalafila, a fatores de risco subjacentes do paciente para a perda de audição, uma combinação destes fatores ou a outros fatores. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso o paciente tome uma quantidade maior de ADCIRCA que a indicada, medidas de suporte padrão devem ser adotadas conforme necessário. Hemodiálise contribui de modo desprezível para a eliminação da tadalafila. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.
    Registro MS – 1.1260.0184
    Farm. Resp.: Márcia A. Preda – CRF-SP nº 19189
    Fabricado por: LILLY DEL CARIBE, INC. – Carolina – Porto Rico
    Embalado e Registrado por: ELI LILLY DO BRASIL LTDA.
    Av. Morumbi, 8264 – São Paulo, SP
    Indústria Brasileira
    CNPJ 43.940.618/0001-44
    Venda sob prescrição médica.
    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 14/01/2013

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  • Sem categoria 03.06.2014 No Comments

    omegaven-é-destinado-a-suplementação-de-nutrição-parental-com-acidos-graxos-omega-3Omegaven®

    100 mg/ mL
    Emulsão injetável
    Omegaven® óleo de peixe

    Forma farmacêutica e apresentações:

    Emulsão injetável – 100 mg/ mL
    Frasco de vidro com 50 mL ou 100 mL
    Caixa com 10 frascos de vidro com 50 ou 100 mL
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada 100 ml contém: óleo de peixe altamente refinado 10,0 g (10%) contendo: ácido eicosapentaenóico (EPA) 1,25 – 2,82 g, ácido docosahexaenóico (DHA) 1,44 – 3,09 g, ácido mirístico 0,1 – 0,6 g, ácido palmítico 0,25 – 1,0 g, ácido palmitoléico 0,3 – 0,9 g, ácido esteárico 0,05 – 0,2 g, ácido oléico 0,6 – 1,3 g, ácido linoléico 0,1 – 0,7 g, ácido linolênico, ? 0,2 g,ácido octadecatetraenóico 0,05 – 0,65 g, ácido eicosaenóico 0,05 – 0,3 g, ácido araquidônico 0,1 – 0,4 g, ácido docosaenóico ? 0,15 g, ácido docosapentaenóico 0,15 – 0,45 g racealfatocoferol 0,015 – 0,0296 g,Excipientes q.s.p 100,0 mL, Excipientes: glicerol, lecitina de ovo, hidróxido de sódio, oleato de sódio e água para injeção. Energia total: 470 kJ/100 mL = 112 kcal/100 mL Valor de pH: 7,5 a 8,7,Acidez de titulação: < 1 mmol HCl/L, Osmolaridade teórica: 273 mOsm/L.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é destinado à suplementação de nutrição parenteral com ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa, especialmente o ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexaenóico, quando a nutrição oral ou enteral é impossível, insuficiente ou contraindicada.

    Como este medicamento funciona?

    Os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa em Omegaven® são parcialmente incorporados no plasma e nos lipídios teciduais. O ácido docosahexaenóico é um importante elemento estrutural nos fosfolipídios da membrana, enquanto o ácido eicosapentaenóico é um precursor na síntese de uma classe especial de eicosanóides (prostaglandinas, tromboxanos, leucotrienos e outros mediadores lipídicos). O aumento da síntese dessas substâncias mediadoras derivadas do ácido eicosapentaenóico pode ajudar a promover efeitos antiagregantes e anti inflamatórios, e está associada com efeitos imunomoduladores. O óleo de peixe utilizado é um triglicéride puro. O racealfatocoferol é adicionado ao óleo de peixe como um antioxidante durante a última etapa de fabricação e a fim de aumentar a estabilidade da matéria-prima. A quantidade eliminada de triglicerídeos oxidados é inferior a 1,5 %, não havendo prejuízo à saúde. A quantidade de lecitina de ovo é limitada a 12g/L de emulsão, visto que quantidades maiores poderiam aumentar o conteúdo de fósforo e colesterol no soro, o que é fisiologicamente indesejável. O glicerol contido em Omegaven® destina-se à produção de energia através da glicólise ou é re-esterificado junto com os ácidos graxos livres no fígado para formar triglicerídeos. O glicerol também é utilizado para isotonizar e estabilizar a emulsão óleo-em-água. Omegaven® contém também fosfolipídios do ovo, que são hidrolisados ou incorporados nas membranas celulares, onde são esse nciais para a manutenção da integridade da membrana.

    Propriedades farmacocinéticas:

    As partículas lipídicas infundidas com Omegaven® são similares aos quilomicrons fisiológicos em tamanho e eliminação. Em voluntários sadios do sexo masculino, foi calculada uma meia-vida de triglicerídios para Omegaven de 54 minutos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado em casos de: – Comprometimento do metabolismo lipídico – Distúrbios hemorrágicos graves – Diabetes mellitusinstável. Certas afecções agudas e fatais à vida, tais como: – Colapso e choque – Infarto do miocárdio recente – Acidente vascular cerebral – Embolia – Estado de coma não definido Contraindicações gerais para nutrição parenteral: – Hipocalemia – Hiperidratação – Desidratação hipotônica – Metabolismo instável – Acidose. Devido à falta de estudos clínicos, Omegaven® não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal ou hepática graves. Omegaven® não deve ser usado em prematuros, recém-nascidos, bebês e crianças, devido à experiência limitada. Omegaven® não deve ser administrado a pacientes alérgicos à peixe ou à proteína do ovo.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O nível de triglicérides séricos deve ser monitorizado diariamente. Devem ser regularmente realizadas avaliações nos perfis de glicose sangüínea, metabolismo ácido-básico, eletrólitos séricos, equilíbrio hídrico, hemograma e tempo de sangramento em pacientes tratados com anticoagulantes. A concentração de triglicérides séricos não deve exceder 3 mmol/L durante a administração de emulsões gordurosas.

    Gravidez e lactação:

    Não há evidência sobre a segurança desta medicação durante a gravidez ou amamentação. Esta medicação não deve ser usada durante a gravidez ou a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiâo-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A infusão de Omegaven® pode causar prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Portanto, Omegaven® deve ser administrado com cautela em pacientes que requerem tratamento com anticoagulantes, mesmo com relação a uma possível redução de anticoagulantes. Quando Omegaven® for administrado com outras soluções de infusão (p.ex., soluções de aminoácido,) através de uma linha comum de infusão (desvio, tubo Y), a compatibilidade das soluções/emulsões deve ser assegurada.

    Incompatibilidades:

    Podem ocorrer incompatibilidades durante a adição de cátions polivalentes, por exemplo, cálcio, especialmente quando combinado com heparina. Omegaven® pode ser assepticamente misturado com emulsões lipídicas, bem com vitaminas lipossolúveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura não superior a 25º C. Não congelar. A estabilidade química e física em uso das misturas contendo Omegaven® foi demonstrada durante 24 horas a 25º C. Do ponto de vista microbiológico, misturas com emulsões lipídicas ou emulsões lipídicas contendo vitaminas lipossolúveis devem ser utilizadas imediatamente. Caso não sejam utilizadas imediatamente, o tempo de armazenamento em uso e as condições antes do uso são de responsabilidade do usuário. Somente se a preparação for realizada em condições assépticas validadas e controladas, as condições de armazenamento podem ser baseadas nos dados de estabilidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. megaven® é uma emulsão branca e homogênea. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Posologia: A medicação deve ser administrada exclusivamente pela via que consta em bula, sob o risco de danos de eficácia terapêutica. Dose diária 1 mL até no máx. 2 mL de Omegaven/kg = 0,1 g até no máx. 0,2 g de óleo de peixe/kg = 70 mL até no máx. 140 mL de Omegaven ® para um paciente 70 kg. Velocidade máxima de infusão: A velocidade de infusão não deve exceder 0,5 mL de Omegaven® /kg/hora, correspondendo a 0,05 g de óleo de peixe/kg /hora. A velocidade de infusão máxima deve ser estritamente seguida, caso contrário pode ser observado um aumento acentuado na concentração de triglicérides séricos. Omegaven® deve ser administrado simultaneamente com outras emulsões lipídicas. Com base na ingestão total diária de lipídios recomendada de 1 – 2 g/kg,, a porção de óleo de peixe de Omegaven® deve constituir 10 – 20% dessa ingestão.

    Método de administração:

    Para infusão por meio da veia central ou periférica. Agitar antes de usar. Duração da administração.A duração da administração não deve exceder 4 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Este medicamento é de uso restrito a hospitais. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): a infusão de Omegaven® pode levar a prolongamento do tempo de sangramento e uma inibição da agregação plaquetária. Em casos raros, os pacientes podem apresentar gosto de peixe na boca. Efeitos indesejáveis observados durante a administração de emulsões lipídicas: – Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal, náusea, vômito, elevação na temperatura corporal,tremores, calafrios, cansaço, hipertrigliceridemia e dor de cabeça; – Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): trombocitopenia, hemólise, reticulocitose, reações anafiláticas,aumento transitório no teste de função hepática, priapismo, rash, urticária e efeitos circulatórios (p. ex. aumento / redução da pressão arterial). Devem ser observados possíveis sinais de sobrecarga metabólica. A causa pode ser genética (metabolismos individualmente diferentes) e relacionada a diferentes doenças prévias com rapidez variada e após diferentes doses, mas esses sinais têm sido observados principalmente com o uso de emulsões lipídicas de semente de algodão. A sobrecarga metabólica pode causar os seguintes sintomas: – Hepatomegalia com ou sem icterícia; – Uma alteração ou redução de alguns parâmetros de coagulação (p.ex., tempo de sangramento, tempo de coagulação, tempo de protrombina, contagem de plaquetas); – Esplenomegalia; – Anemia, leucopenia, trombocitopenia; – Sangramentos e tendência a sangramento; – Testes de função hepática anormais;
    – Febre ; – Hiperlipidemia; – Cefaléia, dores de estômago, fadiga; – Hiperglicemia. Caso esses efeitos colaterais ocorram ou no caso do nível de triglicérides durante a infusão de lipídios aumentar acima de 3 mmol/L, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida com posologia reduzida. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do qua a indicada deste medicamento?

    Pode ocorrer superdose levando à síndrome de sobrecarga lipídica quando o nível de triglicérides durante a infusão de lipídios eleva-s
    e acima de 3 mmol/L, acentuadamente, como resultado de velocidade muito rápida de infusão, ou cronicamente, nas velocidades de infusão recomendadas em associação com uma alteração na condição clínica do paciente, por exemplo, comprometimento da função renal por infecção. A superdose pode levar a efeitos colaterais. Nesses casos, a infusão de lipídios deve ser interrompida ou, se necessário, mantida em dose reduzida. A administração de lipídios também deve ser interrompida se ocorrer um aumento acentuado nos níveis de glicose sangüínea durante a infusão de Omegaven®. Uma superdose grave de Omegaven®, sem administração simultânea de uma solução de carboidrato, pode levar à acidose metabólica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S.
    1.0041.9942
    Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia
    CRF-SP 34871
    Fabricado por: Fresenius Kabi Austria GmbH
    Graz – Áustria
    Importado por: Fresenius Kabi Brasil Ltda
    Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
    CNPJ: 49.324.221/0001-04
    SAC: 0800 704 3855
    Uso restrito a hospitais
    Venda sob prescrição médica
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/01/2013

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  • restasis-indicado-para-aumentar-a-produção-de-lagrimas-em-pacientes-cuja-produção-e-supostamente-suprimidaRestasis®

    0,5 mg de ciclosporina

    Apresentação:

    Emulsão Oftálmica Estéril
    Caixa contendo 30 flaconetes de dose única. Cada flaconete contém 0,4 ml de emulsão oftálmica estéril de ciclosporina (0,5 mg/ml).
    Via de Administração: Tópica Ocular
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ml contém: 0,5 mg de ciclosporina. Veículo: glicerina, óleo de rícino, polissorbato 80, carbômer 1342, água purificada e hidróxido de sódio para ajuste do pH.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Restasis® emulsão oftálmica é indicada para aumentar a produção de lágrimas em pacientes cuja produção é supostamente suprimida devido à inflamação ocular associada à ceratoconjuntivite seca (síndrome do olho seco). O aumento da produção de lágrimas não foi observado em pacientes recebendo medicamentos tópicos oculares anti-inflamatórios ou usando tampões para ocluir o sistema de drenagem lacrimal.

    Como este medicamento funciona?

    Restasis® é uma emulsão que contém ciclosporina. Quando administrada sistematicamente, a ciclosporina é capaz de diminuir ou impedir reações do sistema imune. Em pacientes com produção de lágrimas diminuída devido à inflamação ocular (nos olhos) juntamente com ceratoconjuntivite seca (síndrome crônica do olho seco), acredita-se que a ciclosporina aumente a produção de anticorpos. O mecanismo de ação exato não é conhecido.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Restasis® é contraindicado para pessoas que apresentam alergia conhecida à ciclosporina ou a qualquer um dos demais componentes da fórmula do produto. Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam infecção ativa nos olhos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Para não contaminar evite contato do flaconete com qualquer superfície. Não permita que o flaconete entre em contato direto com os olhos. RESTASIS® é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular. RESTASIS® emulsão oftálmica, não foi estudado em pacientes com história de ceratite herpética (infecção da córnea devida ao vírus do herpes). Uso durante a Gravidez e Lactação.

    Gravidez:

    Considerando que não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres durante a gestação, RESTASIS® emulsão oftálmica, deve ser utilizado durante a gravidez apenas se os potenciais benefícios para a mãe justificarem os potenciais riscos para o feto.

    Lactação:

    A ciclosporina administrada por via sistêmica é excretada pelo leite humano, mas não foram realizados estudos sobre a excreção no leite humano após administração tópica ocular. Embora as concentrações sanguíneas não sejam detectáveis após aplicação tópica, recomenda-se cautela ao administrar RESTASIS® emulsão oftálmica a mulheres que estejam amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso em crianças:

    A segurança e eficácia de RESTASIS® emulsão oftálmica não foi estabelecida em pacientes pediátricos.

    Uso em idosos:

    Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia deste medicamento entre pacientes mais jovens e idosos.

    Pacientes que utilizam lentes de contato:

    RESTASIS® não deve ser utilizado durante o uso de lentes de contato. Caso você esteja utilizando lentes de contato, estas devem ser retiradas antes da aplicação de RESTASIS® em um ou ambos os olhos, e recolocadas depois de 15 minutos após a administração do colírio.

    Pacientes que fazem uso de mais de um medicamento oftálmico:

    Se você for utilizar RESTASIS® com outros colírios, aguarde um intervalo de 5 minutos entre a aplicação de cada medicamento. Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Como acontece com qualquer tratamento ocular, se ocorrer visão turva passageira no momento do gotejamento, você deve esperar até que a visão normalize antes de conduzir ou utilizar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    Não foram realizados estudos específicos de RESTASIS® para avaliar a interação com outros medicamentos. Não são esperadas interações medicamentosas com o uso de RESTASIS® e medicamentos sistêmicos, uma vez que, após aplicação oftálmica, não foi observada absorção sistêmica detectável de RESTASIS®. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    RESTASIS® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C). Você deve manter os flaconetes na cama plástica. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, deve ser utilizado imediatamente. RESTASIS® é uma emulsão uniforme branca, opaca ou ligeiramente translúcida. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos. Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize RESTASIS® caso haja sinais de violação e/ou danificações no lacre do frasco. Inverter o flaconete algumas vezes para obter uma emulsão uniforme, opaca e branca antes de usar. Para abrir, girar totalmente a ponteira. Não puxar. Não encoste o flaconete nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer, para evitar a contaminação do flaconete e do colírio. A emulsão contida no flaconete deve ser utilizada imediatamente após sua abertura. A dose usual para tratamento do olho seco é de 1 gota no(s) olho(s) afetado(s) duas vezes ao dia, com intervalo aproximado de 12 horas entre as aplicações. O conteúdo do flaconete deve ser descartado imediatamente depois do uso do produto. Não reutilizar. Não descontinue o tratamento prematuramente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve retornar a utilização deste medicamento assim que se lembrar seguindo normalmente os intervalos de horários entre as aplicações até o final do dia. No dia seguinte, retornar aos horários regulares. A dose não deve ultrapassar duas gotas diárias em cada olho(s) afetado(s). Em caso de dúvidas, procure a orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como acontece com qualquer medicamento, podem ocorrer reações indesejáveis com a aplicação de RESTASIS® emulsão oftálmica. Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ardor ocular. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), irritação nos olhos, sensação de corpo estranho nos olhos, hiperemia conjutival (vermelhidão nos olhos), dor nos olhos, pontadas nos olhos, secreção nos olhos, fotofobia (sensibilidade anormal à luz), prurido (coceira) nos olhos, distúrbios visuais (visão turva) e olho seco. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, ceratite ulcerativa (inflamação da córnea), edema (inchaço) na pálpebra, eritema (vermelhidão) da pálpebra, aumento do lacrimejamento, náuseas e erupção cutânea. Outras reações adversas foram reportadas após a comercialização de RESTASIS® e podem potencialmente ocorrer são: inchaço dos olhos, hipersensibilidade, danos superficiais ao olho (por exemplo em casos em que a ponta do flaconete entra em contato com o olho), prurido, urticária. Raros casos incluíram também angioedema grave, inchaço da face, inchaço da língua, edema faringeal e dispneia. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não foram reportados casos de superdosagem. É pouco provável que ocorra superdosagem após administração ocular de RESTASIS®. Devido à baixa concentração sistêmica de ciclosporina após tratamento tópico com RESTASIS®, a probabilidade de ocorrer intoxicação sistêmica por superdosagem tópica em humanos é muito baixa. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0160
    Farm. Resp.: Elizabeth Mesquita
    CRF-SP nº 14.337

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • quemicetina-combate-infecções-por-bacterias-e-e-indicada-nas-condições-causadas-pelos-diversos-microorganismos

    Quemicetina®

    cloranfenicol

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Quemicetina®
    Nome genérico: cloranfenicol

    Apresentações:

    Quemicetina® comprimidos revestidos de 500 mg em embalagens contendo 20 ou 100 comprimidos.
    Via de administração: Oral
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Quemicetina® contém o equivalente a 500 mg de cloranfenicol. Excipientes: amido de milho, sílica sintética amorfa, estearato de magnésio, metilcelulose, dióxido de titânio,talco, hipromelose, macrogol, lactose monoidratada e propilenoglicol.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Quemicetina® (cloranfenicol) comprimidos revestidos tem atividade antibiótica (combate infecções por bactérias) e é indicada nas condições causadas pelos diversos microorganismos citados abaixo:
    • Infecções por Haemophilus influenzae, principalmente tipo B: meningites (infecção das meninges, membrana que envolve o cérebro e a medula), septicemia (infecção grave generalizada com presença de bactérias no sangue), otites (infecção do ouvido), pneumonias (infecção do pulmão), epiglotites (infecção da epiglote que é uma cartilagem da garganta), artrites (infecção das articulações), osteomielites (infecção do osso), etc.
    • Febre tifóide e salmoneloses invasivas (inclusive osteomielite e sepse).
    • Abscessos (cavidade com pus no seu interior) cerebrais por Bacteróides fragilis e outros microorganismos sensíveis.
    • Meningites bacterianas causadas por Streptococcus ou Meningococcus, em pacientes alérgicos à penicilina.
    • Rickettsioses e Infecções por Pseudomonas pseudomallei.
    •Infecções intra-abdominais (principalmente por microorganismos anaeróbicos).
    • Outras indicações (infecções específicas): actinomicose, antraz, brucelose, granuloma inguinal, treponematoses, peste, sinusites (infecção dos seios da face), otite crônica supurativa. Quemicetina® deve ser reservada para infecções nas quais outros antibióticos são ineficazes ou contraindicados. A Quemicetina® não é indicada para prevenir infecções.

    Como este medicamento funciona?

    Quemicetina® age principalmente como agente bacteriostático (impede que as bactérias produzam proteínas que são a base do seu crescimento e reprodução).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Quemicetina® não deve ser utilizada no tratamento de infecções simples ou fora de sua indicação,por exemplo,em gripe, infecções virais (influenza), infecções de garganta ou como um agente profilático (para prevenir) infecções bacterianas. Quemicetina® não deve ser utilizado em pacientes: (1) com hipersensibilidade (alergia) ao cloranfenicol, seus derivados ou a qualquer componente da fórmula; (2) portadores de depressão medular (alterações no tecido que produz sangue), discrasias sanguíneas (alterações do número de células do sangue); (3) portadores de insuficiência hepática (diminuição da função do fígado) ou renal (dos rins); (3) gestantes (risco de intoxicação do feto, chamada de síndrome cinzenta do recém-nascido); (4) mulheres que estejam amamentando. Recomenda-se evitar o uso de Quemicetina® em pacientes: (1) recém-nascidos e prematuros, (2) em uso de antineoplásicos (medicamentos contra o câncer) e radioterapia (tratamento contra o câncer com radiação); (3) portadores de deficiência da G6PD (redução da quantidade da substância produzida pelo fígado); (4) portadores de porfiria (doença genética–transmitida de pai para filho–em que a produção de hemoglobina–substância responsável pelo transporte de oxigênio no sangue–é alterada). Nesses casos se os benefícios do uso de Quemicetina® superarem o risco e o medicamento for usado recomenda-se que a quantidade de células do sangue seja frequentemente monitorada por exames laboratoriais.Recomenda-se que a Quemicetina® não seja usada em conjunto com imunizações ativas (vacinação por vacinas com vírus ou bactérias vivas atenuadas).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O uso de Quemicetina® fora de sua indicação,como de qualquer outro antibiótico, pode resultar em crescimento excessivo de micro organismos resistentes, incluindo fungos. Quemicetina® não deve ser utilizado na gravidez ou durante a lactação. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez ou se você está amamentando na vigência do tratamento ou após o seu término. Quemicetina® não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Se a criança intraútero ou no período neonatal receber Quemicetina® pode ocorrer a “síndrome cinzenta do recém-nascido” (devido à incapacidade do fígado de transformar o antibiótico pode haver distensão abdominal, vômitos, flacidez, cianose–cor azulada da pele–colapso circulatório e morte). Adultos com ingestão acidental de doses muito elevadas podem também apresentar essa reação. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Quemicetina®. Pelo potencial de interações medicamentosas avise ao seu médico se estiver fazendo uso de anticancerígenos, antitireoidianos, anticonvulsivos, anticoagulantes, vitaminas, antidiabéticos orais ou outros antibióticos. Em diabéticos a Quemicetina® pode provocar falsas reações positivas de glicosúria (glicose na urina). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Quemicetina® deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido (núcleo) circular branco a branco amarelado, côncavo, superfície lisa,inodoro e ausente de partículas estranhas.

    Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos com um copo de água e com estômago vazio. A posologia é dividida em 4 doses ou administrações, a cada 6 horas. Uso em Adultos: a dose de Quemicetina® é de 50 mg por quilo de peso por dia. A dose máxima para adultos é
    de 4 g/dia. Em infecções graves, assim como em meningites, a dose pode chegar a 100 mg/kg/dia. Uso em Crianças: a dose de Quemicetina® é de 50 mg por quilo de peso por dia; em prematuros e recém-nascidos com menos de 2 semanas de vida, a dose é de 25 mg por quilo de peso por dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Quemicetina® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Quemicetina®, tais como: Sistema linfático e sanguíneo: (1) alteração da forma dos eritrócitos (células vermelhas do sangue), como a vacuolização, (2) redução do número de reticulócitos (células vermelhas jovens do sangue), (3) depressão da medula óssea (redução da capacidade de produzir as células sanguíneas), (4) discrasias sanguíneas (alteração da produção das células sanguíneas) graves; tais como as anemias (redução das células vermelhas) hipo ou aplástica (por redução ou completa parada na produção das células vermelhas), trombocitopenia (redução do número de plaquetas, células do sangue que participam da coagulação), leucopenia (redução do número de células de defesa do sangue chamadas de leucócitos), granulocitopenia (redução do número de células de defesa), pancitopenia (redução no número de todas as células sanguíneas), (5) muito raramente pode haver leucemia (tipo de câncer nos tecidos que produzem sangue) após anemia aplástica e (6) hemoglobinúria paroxística noturna (urina escura devido à presença de sangue que acontece à noite). Alguns desses problemas podem ser fatais. Sistema imune: anafilaxia (reações alérgicas), reações de Herxheimer (reação de inflamação da pele, mucosa, sistema nervoso e vísceras) foram observadas durante a terapia de febre tifoide.

    Psiquiátrico:

    delírio, confusão mental, depressão leve.

    Sistema nervoso:

    cefaleia, neurite periférica (alterações dos nervos periféricos, que podem causar dor ou distúrbios da sensibilidade).

    Visão:

    neurite óptica (inflamação do nervo do olho), oftalmoplegia (paralisia de um ou mais músculos do olho)

    Gastrointestinal:

    náusea, vômitos, glossite (inchaço da língua) e estomatite (inflamação da mucosa oral), diarreia e enterocolite (inflamação da mucosa do intestino delgado e/ou grosso).

    Cardíaco:

    síndrome cinzenta (ver item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?).

    Pele e tecido subcutâneo:

    angioedema (reação alérgica que leva ao inchaço da pele e das mucosas), rash vesicular e macular (pequenas bolhas ou manchas vermelhas na pele), urticária (reação alérgica da pele com muita coceira).

    Geral:

    febre. Síndrome cinzenta do recém-nascido: é caracterizada por distensão abdominal, vômitos, flacidez, cianose,colapso circulatório e morte. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Doses elevadas podem levar à síndrome cinzenta no recém-nascido e raramente no adulto. Pode ocorrer depressão medular nesse caso. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0127
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF – SP n° 43746
    Registrado e Fabricado por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070–Guarulhos– SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA

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  • yomax-indicado-no-tratamento-das-disfunções-sexuais-masculinas-de-origem-psicogenica

    Yomax®

    cloridrato de ioimbina

    Forma Farmacêutica:

    Comprimidos

    Apresentações:

    Comprimidos de 5,4 mg. Caixa contendo 60 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido contém: cloridrato de ioimbina …………………………….5,4mg. Excipientes* qsp…………………………………….1comprimido*Excipientes: estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento e indicado?

    YOMAX® (cloridrato de ioimbina) é indicado no tratamento das disfunções sexuais masculinas, de origem psicogênica.

    Como este medicamento funciona?

    YOMAX® é um medicamento utilizado principalmente por urologistas no tratamento e/ou no diagnóstico de certos tipos de ereção masculina. Pode ser utilizado também em certos casos de hipotensão.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar YOMAX® se tiver hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para pacientes com disfunção renal ou hepática,angina pectoris, hipertensão e doenças cardíacas. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Pacientes recebendo ioimbina devem estar sob supervisão de especialistas habituados ao seu uso. Não utilizar YOMAX® (cloridrato de ioimbina) em pacientes com distúrbios psiquiátricos ou cardiorrenais,e com história de úlcera gastroduodenal. Recomenda-se a monitorização periódica quanto a pressão arterial e frequência cardíaca. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    YOMAX® (cloridrato de ioimbina) deve ser mantido em temperatura ambiente (entre l5°C e 30°C) e ao abrigo da luz e da umidade. O prazo de validade de YOMAX® é de 24 meses após a data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Yomax® é um comprimido circular, branco, biconvexo, com vinco simples em uma das faces. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral. YOMAX®: Um comprimido de três vezes ao dia. Se ocorrerem reações como náusea, tontura ou nervosismo, a dosagem pode ser reduzida para 1/2 comprimido, três vezes ao dia. Posteriormente, a dose deve ser aumentada gradualmente para 1 comprimido três vezes ao dia. O tratamento não deve ser superior a 10 semanas. Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar os sintomas. Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve tomar assim que lembrar. E não exceda a dose recomendada para cada dia. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou do cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis inesperadas como hipertensão e taquicardia, aumento da atividade motora, irritabilidade, e nervosismo. Foram relatadas como ocorrências raras: náusea ou vômito, cefaleia, transpiração, erupção cutânea, rubor e tremor. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Centro de Atendimento ao Consumidor (CAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Doses diárias de 20 a 30 mg podem aumentar a frequência cardíaca e a pressão sanguínea e produzir rinorreia e piloereção. Sintomas mais severos, ligados a dosagens muito altas (l,8g) podem incluir incoordenação, parestesias, tremores e estados dissociativos. A intoxicação deve ser tratada pelo restabelecimento do equilíbrio líquido e pela administração parenteral de adrenérgicos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº 1.0118.0120
    Farmacêutica Responsável: Renata Maurano Oetterer Rocha
    – CRF SP nº 52341
    Registrado e Fabricado por APSEN FARMACÊUTICA S/A
    Rua La Paz, nº 37/67 – São Paulo -SP
    CNPJ 62.462.015/0001-29
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Centro de Atendimento ao Consumidor: 0800 16 5678
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • tetmosol-e-indicado-para-o-tratamento-e-profilaxia-da-escabiose

    Tetmosol®

    Sulfiram
    Uso Tópico

    Formas farmacêuticas e apresentações:

    Sabonete. Embalagem com 1 sabonete contendo 80 g.
    Solução para uso tópico. Embalagem com 1 frasco contendo 100 ml.
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada sabonete de TETMOSOL contém: sul firam ……………………………………….. 4 g
    Excipientes q.s.p. …………………………. 1 sabonete
    Excipientes: base para sabão e óleo de citronela.
    Cada frasco de TETMOSOL Solução contém: sul firam ……………………………………….. 22,25 g
    Excipientes q.s.p. …………………………. 100 ml
    Excipientes: álcool etílico, acetona e ricinoleato de poliglicerol.

    Informações ao paciente:

    Ação esperada do medicamento: A eliminação do piolho, da sarna e do carrapato.
    Cuidados de armazenamento: TETMOSOL Sabonete : Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC).
    TETMOSOL Solução: Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC). Proteger da luz. Não colocar TETMOSOL Solução próximo ao fogo, produto inflamável. Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

    Gravidez e lactação:

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Cuidados de administração: Antes de ser usado,TETMOSOL Solução deve ser diluído. Para utilização em crianças,diluir 1 parte de TETMOSOL Solução em três partes iguais de água. Para utilização em adultos,diluir 1 parte de TETMOSOL Solução em duas partes iguais de água. Ver as instruções para aplicação em “Posologia”. A solução diluída e não utilizada deve ser desprezada. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Raramente podem ocorrer tontura, cansaço, dor de cabeça e irritações na pele.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: 

    Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com tetmosol. Não inicie o tratamento se tiver ingerido bebidas alcoólicas nos últimos dois dias. Também não tome bebidas alcoólicas durante dois dias após término do tratamento.

    Contraindicaçõese precauções:

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. TETMOSOL Solução e Sabonete são contra-indicados em todos os casos de hipersensibilidade a qualquer componente de sua fórmula. TETMOSOL Solução é inflamável. Utilize o produto longe do fogo. Evite contato do produto com os olhos e a boca. TETMOSOL Solução e Sabonete são de uso exclusivamente tópico. TETMOSOL Solução não deve ser ingerido. Pode ocorrer o aparecimento de manchas em cabelos claros. Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: Nenhuma precaução especial é requerida.

    Informações Técnicas

    Características:

    TETMOSOL é uma preparação para uso tópico que apresenta comprovada ação na erradicação da escabiose (sarna), pediculose (piolho) e ftiríase (chato e carrapato). O sulfiram apresenta baixa absorção pela pele e,quando isto ocorre, é rapidamente excretado, não metabolizado, pelas vias urinárias.

    Indicações:

    TETMOSOL é indicado para o tratamento e profilaxia da escabiose. TETMOSOL é indicado também para o tratamento de pediculose e ftiríase.

    Contraindicação:

    TETMOSOL é contra-indicado para pacientes que já tenham apresentado resposta idiossincrática à sua aplicação.

    Precauções e advertências:

    A solução é inflamável e não deve ser manipulada perto de chamas. Pode ocorrer o aparecimento de manchas em cabelos claros. Uso durante a gravidez e lactação. Não há necessidade de cuidados especiais.

    Interações Medicamentosas:

    Devido à íntima relação entre o sulfiram e o dissulfiram, é aconselhável a abstenção de álcool 48 horas antes e 48 horas depois da aplicação de TETMOSOL. As soluções de sulfiram podem causar manchas amarelas nos materiais que estiveram em contato com a preparação.

    Reações Adversas:

    Alguns efeitos podem ocorrer com TETMOSOL. Alguns casos de erupções eritêmicas foram reportados mas estes são raros o suficiente para serem considerados como respostas idiossincráticas. Raramente podem ocorrer tonturas, fadiga, cefaleia e dermatoses.

    Posologia e modo de usar:

    Escabiose Adultos:

    Antes da aplicação, diluir uma parte de TETMOSOL Solução em duas partes iguais de água.

    Crianças:

    Antes da aplicação, diluir uma parte de TETMOSOL Solução em três partes iguais de água. O corpo do paciente deve ser previamente lavado com água e sabonete comum e, após enxaguá-lo e secá-lo totalmente, aplicar a solução nas áreas afetadas deixando-a secar. Aproximadamente dez minutos são necessários para que a solução seque naturalmente e em seguida o paciente pode se vestir. Em alguns casos este procedimento pode ser repetido sucessivamente por dois ou três dias. TETMOSOL Sabonete pode substituir o sabonete comum na profilaxia da escabiose. Após o banho com TETMOSOL Sabonete, deve-se deixar o corpo secar naturalmente, ou então secar-se com uma toalha sem esfregá-la no corpo. TETMOSOL Sabonete deve ser usado diariamente, até que não haja mais o risco de infestações. Pediculose e ftiríase Lavar a área infestada com TETMOSOL Sabonete, enxaguar e aplicar com uma esponja a solução de TETMOSOL previamente diluída, ou seja, para uma parte de TETMOSOL Solução,juntar 2 (ADULTOS) ou 3 (CRIANÇAS) vezes a mesma quantidade de água. Depois de 8 horas, lavar a área infestada para remover o líquido aplicado. Em seguida, passar um pente fino para remover os parasitas. Após sete dias, repetir o tratamento a critério médico. Deve-se tratar todos os familiares para se evitar a transmissão dos parasitas.

    Superdosagem:

    Em caso de ingestão acidental de TETMOSOL Solução indica-se tratamento sintomático. A pressão sanguínea deve ser controlada e pode haver necessidade de oxigênio se houver excessiva dispnéia. Outro tratamento que se julgou útil inclui estimulantes cardíacos, ferro intravenoso, ácido ascórbico e nicotinamida,adenina e tiossulfato de sódio intravenoso. É improvável que a aplicação excessiva de TETMOSOL Sabonete resulte em efeitos adversos. No caso da substância do sabonete ser ingerida acidentalmente deve-se instituir tratamento sintomático.

    Recomendação:

    LAVAR ADEQUADAMENTE E PASSAR A FERRO AS ROUPAS DE CAMA, TOALHAS E AS ROUPAS DE USO PESSOAL DIARIAMENTE.

    Pacientes Idosos:

    Não há recomendações especiais relacionadas a essa faixa etária.
    MS – 1.1618.0038
    Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho – CRF-SP nº 19.097
    TETMOSOL Solução Fabricado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.
    Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP –
    CEP 06707-000
    CNPJ 60.318.797/0001-00
    Indústria Brasileira
    TETMOSOL Sabonete Produzido por: Ind. e
    Com. Zambon-Bernardi
    Ltda. – São Paulo – SP
    Embalado por:
    AstraZeneca do Brasil Ltda.
    Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP –
    CEP 06707-000
    CNPJ 60.318.797/0001-00
    Indústria Brasileira
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Nº do lote, data de fabricação e
    data de validade: vide cartucho.
    Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo de empresas AstraZeneca.
    TET001
    Logo do SAC: 0800-0145578

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  • propil-remedio-tratamento-hipertireoidismoPropil

    propiltiouracila

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Propil* 100 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
    Uso adulto e pediátrico
    Uso oral

    Composição:

    Cada comprimido de Propil* contém 100 mg de propiltiouracila.Excipientes: amidoglicolato de sódio, povidona, estearato de magnésio, amido de milho e carbonato de cálcio.

    Informações ao Paciente:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento de hipertireoidismo. Propil* deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Caso seja indicado o uso do Propil* durante a gravidez, o mesmo deve ser feito somente sob rigoroso acompanhamento médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez. Propil* é contra-indicado a mulheres que estejam amamentando. Informe ao médico se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Propil* pode interagir com outros fármacos, tais como anticoagulantes,medicamentos que afetam a função da medula óssea ou do fígado, amiodarona,glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Propil*. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Propil*, tais como: náusea, vômito, prurido (coceira), sonolência,vertigem, febre, dor de garganta, erupções cutâneas, dores de cabeça, mal-estar,dores articulares, alterações da sensibilidade (por exemplo, formigamentos), perda do paladar, queda anormal de cabelos, dores musculares, inchaço, neurite (inflamação nos nervos), alterações da coloração da pele, icterícia (pele amarelada), alterações das glândulas salivares e dos linfonodos (vide “Reações Adversas”). Recomenda-se cautela aos pacientes em uso concomitante com outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose (alteração no número de células de defesa presentes no sangue). Propil* é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação,uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Informações Técnicas:

    Propriedades Farmacodinâmicas:

    A propiltiouracila é um derivado tioamídico. Inibe a síntese dos hormônios da tireoide que são substratos para a tireóide peroxidase, resultando no desvio do iodo na síntese dos hormônios tireoidianos. Inibe também a conversão periférica de T4 para T3, ação que pode contribuir na eficácia do tratamento de hipertireoidismo.

    Propriedades Farmacocinéticas:

    A propiltiouracila é bem absorvida por via oral. A absorção ocorre dentro de 20 a 30 minutos após a dose administrada. A biodisponibilidade está entre 65 a 75%. A ligação protéica é alta (80%). A propiltiouracila possui biotransformação hepática, sendo que 33% sofre metabolismo de primeira passagem. A concentração plasmática máxima é atingida em 1,99 + 0,26 horas por via oral. O efeito máximo para normalizar as concentrações plasmáticas de T3 e T4, é alcançado, em média, em 17 semanas. A excreção é menor que 1% na urina. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 2 horas.

    Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é indicado para o tratamento clínico do hipertireoidismo. Pode também ser usado para melhorar o hipertireoidismo na preparação para a tireoidectomia subtotal ou terapia com iodo radioativo. Indicado também quando a tireoidectomia for contra-indicada ou não recomendável.

    Contra-Indicações:

    Propil* (propiltiouracila) é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao propiltiouracila ou a qualquer componente da fórmula, e no período de amamentação, uma vez que o fármaco é excretado no leite materno.

    Advertências e Precauções:

    Os pacientes em tratamento com Propil* (propiltiouracila) devem ser monitorados e informados da necessidade de relatarem imediatamente qualquer ocorrência como febre,dores de garganta, erupções cutâneas, cefaléias ou mal-estar. Em tais casos, uma contagem total e diferencial de leucócitos deve ser realizada para se detectar agranulocitose. Recomenda-se observação freqüente do tempo de protrombina nos pacientes em
    tratamento com Propil*, especialmente antes da realização de cirurgias, pois este fármaco pode causar hipoprotrombinemia e sangramento.

    Uso durante a Gravidez:

    Propil*é efetivo no tratamento do hipertireoidismo durante a gravidez e seu uso deve ser feito de forma criteriosa. Propil*atravessa a barreira placentária, podendo causar bócio e até cretinismo no feto em desenvolvimento; por isso, uma dose suficiente, porém não excessiva, deve ser
    administrada. É importante usar a menor dos e possível durante a gravidez e avaliar a função tireoidiana do recém-nascido cuidadosamente. A disfunção tireoidiana tende a diminuir com o decorrer da gestação, podendo-se assim, reduzir a dosagem. Quando Propil* for utilizado na gravidez ou se a paciente engravidar durante o tratamento,ela deve ser informada sobre os possíveis riscos que o fármaco poderá causar ao feto. Propil* é um medicamento classificado na categoria D de risco de gravidez. Portanto,este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de gravidez.

    Uso durante a Lactação:

    As pacientes em tratamento com Propil*não devem amamentar seus bebês, uma vez que o fármaco é excretado pelo leite materno.

    Interações Medicamentosas:

    Atenção particular deve ser dada àqueles pacientes em uso concomitante de outras substâncias que sabidamente podem causar agranulocitose.
    O uso concomitante com amiodarona, glicerol iodado, iodo ou iodeto de potássio pode diminuir a resposta ao Propil*(propiltiouracila).Propil*
    potencializa a ação dos anticoagulantes e o risco de hemorragias é maior nas associações com medicamentos mielodepressores e hepatotóxicos.
    Interações em Testes Laboratoriais Os resultados dos diagnósticos sofrem interferência com iodeto de sódio (123I,131I) ou com pertecnetato de sódio (Tc 99m). As concentrações plasmáticas de TGO (Transaminase Glutâmica Oxalacética), TGP (Transaminase Glutâmica Pirúvica), fosfatase alcalina, bilirrubina e lactato desidrogenase podem estar elevadas. O tempo de protrombina é aumentado.

    Reações Adversas:

    As reações adversas ocorrem em menos de 1% dos pacientes tratados.As reações leves incluem: erupções cutâneas, urticária, náusea, vômito, artralgia,parestesia, perda do paladar, queda anormal de cabelos, mialgia, cefaleia, prurido,sonolência, neurite, edema, vertigem, pigmentação da pele, icterícia, sialoadenopatia e linfadenopatia. As reações adversas mais graves são ainda menos freqüentes e incluem: agranulocitose,uma síndrome semelhante ao lúpus, hepatite, periarterite, hipoprotrombinemia,trombocitopenia, sangramento e febre. É interessante notar que aproximadamente 10% dos pacientes com hipertireoidismo não-tratado podem apresentar leucopenia.

    Posologia:

    Uso em Adultos:

    A dose inicial é de 1 comprimido a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 300mg (3 comprimidos). Em pacientes com hipertireoidismo grave, grandes bócios, ou ambos, a dose inicial poderá ser de 2 comprimidos a cada 8 horas, perfazendo uma dose diária total de 600 mg (6 comprimidos). A dose de manutenção para a maioria dos pacientes é de 100 a 200 mg por dia, (1-2 comprimidos) em doses fracionadas.

    Uso em Crianças:

    Para crianças de 6 a 10 anos de idade, a dose inicial é de 50 a 150 mg por dia, em doses fracionadas. Para crianças acima de 10 anos, a dose inicial é de 150 a 300 mg por dia, em doses fracionadas. A dose de manutenção será determinada de acordo com a resposta do paciente.

    Superdosagem:

    Até o momento, não foram evidenciados dados referentes à superdosagem. No caso de ocorrência de superdosagem, são indicadas lavagem gástrica e medidas gerais de suporte.

    MS – 1.0216.0148
    Farmacêutica Responsável: Raquel Oppermann – CRF-SP n° 36144
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    Número de lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
    LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Monteiro Lobato, 2270
    CEP 07190-001 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    * marca depositada
    Fale Pfizer 0800-16-7575

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