• Lumigan®
    Bimatoprosta 0,03%

    FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÃO
    Solução Oftálmica Estéril
    Via de administração tópica ocular
    Frasco plástico conta-gotas contendo 3 ml e 5 ml de solução oftálmica estéril.

    USO ADULTO

    COMPOSIÇÃO
    SOLUÇÃO OFTÁLMICA

    Cada ml (34 gotas) contém: 0,3 mg de bimatoprosta
    Veículo: cloreto de benzalcônio, cloreto de sódio, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, ácido cítrico monoidratado, ácido clorídrico
    e/ou hidróxido de sódio para ajuste de pH e água purificada.

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE
    AÇÃO DO MEDICAMENTO

    Lumigan® é uma solução oftálmica destinada a reduzir a pressão aumentada dentro dos olhos, especialmente em casos de glaucoma.

    INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO

    Lumigan ® é indicado para a redução da pressão aumentada dentro dos olhos em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, glaucoma de ângulo fechado em pacientes submetidos previamente a iridotomia e hipertensão ocular.

    RISCOS DO MEDICAMENTO

    Contra-indicações
    Lumigan ® é contra-indicado em pacientes com alergia a bimatoprosta ou qualquer outro componente da fórmula do produto. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    Advertências/Precauções

    Foram relatados escurecimento e aumento gradativo do crescimento dos cílios em comprimento e espessura, escurecimento da pele ao redor dos olhos e da cor dos olhos. Algumas dessas alterações podem ser permanentes, outras não. Se o tratamento for feito em apenas um dos olhos essas reações podem ocorrer somente no olho tratado, podendo os olhos ficar diferentes um do outro. Lumigan ® deve ser utilizado com cautela em pacientes com inflamação intra-ocular ativa. Lumigan ® é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular. Houve relatos de infecção bacteriana associada com o uso de recipientes de doses múltiplas de produtos oftálmicos de uso tópico. Esses recipientes foram contaminados inadvertidamente pelos pacientes. Por isso evite o contato do conta-gotas do frasco com qualquer superfície para evitar contaminação. Não permita que a ponta do frasco entre em contato direto com os olhos.

    Usuários de lentes de contato

    As lentes de contato devem ser retiradas antes da instilação de Lumigan ® porque o conservante presente neste colírio pode ser absorvido por lentes de contato gelatinosa. Tire as lentes antes de aplicar Lumigan ® e aguarde pelo menos 15 minutos para recolocá-las.

    Pacientes com insuficiência renal ou hepática

    Lumigan ® não foi estudado em pacientes com mau funcionamento dos rins ou do fígado e, portanto deve ser utilizado com cautela nesses pacientes.

    Interferência na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

    A aplicação do colírio, em geral, não causa alterações da visão. Caso ocorra leve borramento de visão logo após a aplicação, recomenda-se aguardar até que a visão retorne ao normal antes de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Pacientes idosos

    Não foram observadas diferenças de eficácia e segurança entre pacientes idosos e de outras faixas etárias, de modo que não há recomendações especiais quanto ao uso em idosos.

    Uso em crianças

    A segurança e eficácia de Lumigan ® não foram estabelecidas em crianças.

    Mulheres grávidas ou que estejam amamentando

    Não foram realizados estudos sobre o uso de Lumigan ® em pacientes grávidas ou que estejam amamentando.

    Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou se iniciar a amamentação durante o uso deste medicamento.

    Interações medicamentosas

    Não são previstas interações entre Lumigan® e outros medicamentos.
    Lumigan ® pode ser administrado concomitantemente com outros colírios para reduzir a hipertensão intra-ocular, e, neste caso, devese respeitar o intervalo de pelo menos 5 minutos entre a administração dos medicamentos.

    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     

    MODO DE USO

    Lumigan ® é uma solução límpida e incolor.

    • Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos.
    • A solução já vem pronta para uso. Não encoste a ponta do frasco nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer, para evitar a contaminação do frasco e do colírio.
    • Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize Lumigan ® caso haja sinais de violação e/ou danificações no lacre do frasco.
    • Você deve aplicar o número de gotas da dose recomendada pelo seu médico em um ou ambos os olhos. A dose usual é de 1 gota aplicada no(s) olho(s) afetado(s), uma vez ao dia, (de preferência à noite), com intervalo de aproximadamente 24 horas entre as doses. A dose não deve exceder a uma dose única diária, pois foi demonstrado que administração mais freqüente pode diminuir o efeito do medicamento sobre a pressão intra-ocular elevada.
    • Caso esqueça de instilar o medicamento, aplique na manhã seguinte e depois aplique a próxima dose no horário habitual, à noite.
    • Instile a dose recomendada dentro do olho, no saco conjuntival, evitando tocar a ponta do frasco nos tecidos oculares.
    • Se você usa lentes de contato gelatinosa ou hidrofílica, tire as lentes antes de aplicar Lumigan ® e aguarde pelo menos 15 minutos para recolocar as lentes após a aplicação do colírio.
    • Se o seu médico receitou mais de um colírio, lembre-se de aplicar os medicamentos separadamente, com intervalo de pelo menos 5 minutos entre cada aplicação.
    • Feche bem o frasco depois de usar.

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

    REAÇÕES ADVERSAS

    Lumigan ® é bem tolerado, porém pode causar algumas reações desagradáveis, como vermelhidão dos olhos, crescimento e escurecimento dos cílios, escurecimento da pele ao redor dos olhos, escurecimento da cor dos olhos, coceira nos olhos, secura ocular, ardor ocular, sensação de corpo estranho no olho, dor ocular e distúrbios da visão, entre outras.

    CONDUTA EM CASO DE SUPERDOSE

    Se uma dose maior do que a dose recomendada pelo médico for usada, de modo intencional ou acidentalmente, a pessoa deve lavar bem os olhos com solução fisiológica. Como podem aparecer as reações adversas descritas anteriormente, o médico deve ser consultado imediatamente. A ingestão pode produzir náusea e desconforto gástrico, e podem ocorrer outros sintomas decorrentes da absorção, tais como alterações da pressão arterial, secreção gástrica, inflamação, dor de cabeça e falta de ar. Nestes casos o médico deve ser consultado imediatamente.

    CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO E USO

    Lumigan ® deve ser armazenado à temperatura ambiente (entre 15?C e 30?C), não necessitando refrigeração.
    O prazo de validade é de 24 meses após a data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com prazo de validade vencido.

     

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0155
    Farm. Resp.: Dra. Flávia Regina Pegorer
    CRF-SP nº 18.150

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.
    Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia
    ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Av. Guarulhos, 3272 – CEP 07030-000
    Guarulhos – SP – CNPJ no 43.426.626/0009-24
    Indústria Brasileira – ® Marca Registrada
    Serviço de Atendimento ao Consumidor:
    0800-14-4077 – Discagem Direta Gratuita

    71838BR12U – Laetus: 108

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  • HORMODOSE
    17 B – estradiol

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
    HORMODOSE (17B-estradiol) gel – frascos com 80 g.

    USO ADULTO

    COMPOSIÇÃO
    Cada dose (1,25 g) expelida pela válvula dosadora, contém 0,75 mg de 17? – estradiol. Excipientes: carbômero, metilparabeno, propilparabeno, trietanolamina, álcool etílico, água purificada.

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE

    O estradiol gel é útil no tratamento dos sinais e sintomas provenientes da deficiência estrogênica que ocorrem na menopausa, tais como ondas de calor, distúrbios do sono entre outros. O medicamento deve ser guardado em lugar fresco. O prazo de validade é de 24 meses. Não utilize remédio com o prazo de validade vencido. Hormodose (17 ?-estradiol) não deve ser usado na gravidez e lactação. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Hormodose (17 ?-estradiol) deve ser aplicado sobre a pele limpa (preferencialmente após o banho), na região dos braços, antebraços e ombros. Não é necessário fricção exagerada, porém correta e ampla distribuição desde o pulso até o ombro, incluindo, se necessário, a
    região superior das costas (omoplata). Devido ao seu conteúdo alcoólico deve-se evitar contato com a mucosa vulvar e vaginal, assim como, áreas de pele lesada. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Hormodose (17 ?-estradiol) é geralmente bem tolerado, contudo, ocasionalmente podem ocorrer náuseas, inchaço e dor de cabeça. Se ocorrer sensação de desconforto nas mamas, sangramento de escape (sangramento vaginal de pequenas quantidades de sangue), retenção de líquidos ou inchaço durante o tratamento, que persista por mais de 6 semanas, é necessário consultar seu médico. Quando se utiliza Hormodose (17 ?-estradiol) em associação com um progestágeno (hormônio) é normal a ocorrência de um sangramento semelhante a uma menstruação, após a suspensão do progestágeno. Se ocorrer sangramento intenso, avise ao médico antes de
    continuar o tratamento.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Há alguns medicamentos que não devem ser tomados enquanto estiver em tratamento com Hormodose (17 ?-estradiol) portanto avise seu médico se estiver tomando qualquer outro medicamento. Hormodose (17 ?-estradiol) é contra-indicado nos seguintes casos: câncer de mama ou de útero; sangramento vaginal de origem não determinada; doença grave do fígado; doenças circulatórias; gravidez e lactação; alergia aos componentes da fórmula. Avise seu médico caso tenha doença cardíaca, pressão alta, doença dos rins ou do fígado, epilepsia, enxaqueca, diabetes, história ou doença circulatória ou se observar alterações das mamas ou do útero, pois tais doenças requerem cuidados especiais durante o tratamento com Hormodose (17 ?-estradiol). Avise ao médico se houver caso de câncer de mama na família. Antes de iniciar o tratamento, a paciente deve passar por exame clínico e ginecológico que deve ser
    repetido ao menos 1 vez por ano.

    NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS

    Como todos os hormônios esteróides, os estrógenos exercem seus efeitos metabólicos ao nível intracelular. Nas células dos órgãos-alvo, os estrógenos interagem com um receptor específico para formar um complexo que estimula a síntese do DNA e de proteínas. Tais receptores foram identificados em vários órgãos, como hipotálamo, hipófise, vagina, uretra, útero, mamas, fígado e oesteoblastos. O estradiol, que na mulher, da menarca à menopausa, é produzido principalmente pelos folículos ovarianos, é o estrógeno mais ativo no receptor. Após a menopausa, quando os ovários cessam sua função, somente pequena quantidade de estradiol é ainda produzida, por exemplo, pela aromatização da androstenediona e, em menor escala, da testosterona pela enzima aromatase, produzindo estrona e estradiol respectivamente. A estrona é transformada em estradiol pela enzima 17? – hidroxiesteróide deidrogenase. Ambas as enzimas predominam nos tecidos gordurosos, hepático e muscular. Em muitas mulheres a
    suspensão da produção do estradiol ovariano dá origem a instabilidade termorregulatória e vasomotora (fogachos), distúrbios do sono e atrofia progressiva do sistema urogenital. Estes distúrbios podem ser eliminados, em grande parte, por meio do tratamento de reposição estrogênica. Em função da acelerada perda de massa óssea, induzida pela deficiência de estrógeno na pós-menopausa, muitas mulheres desenvolvem osteoporose, particularmente da coluna vertebral, do quadril e do punho. Isto pode ser prevenido pelo tratamento de reposição estrogênica, preferencialmente iniciada imediatamente após o início da menopausa. O estradiol gel produz elevações significativas nas concentrações de estradiol e estrona, fornecendo níveis séricos relativamente estáveis. Estes dados indicam que o fluxo constante de
    estradiol na circulação é promovido pela pele, que atua como membrana semi-permeável e reservatório. Estudos clínicos realizados demonstraram absorção dinâmica e consistente e subseqüente conversão de estradiol em estrona. De acordo com os valores da linha de base e área sob a curva nos tempos 0-72 horas, a aplicação percutânea de estradiol gel (1,5 mg) libera 60 g / dia. Os níveis séricos de estradiol são aproximadamente 70 pg / mL. O estradiol é metabolizado principalmente no fígado e seus metabólitos mais importantes são estriol e estrona e seus conjugados (glicuronídeos e sulfatos); estes são bem menos ativos do que o estradiol. A maioria dos conjugados são excretados na urina. Os metabólitos de estrógenos são também submetidos à circulação entero-hepática.

    INDICAÇÕES
    Tratamento de sinais e sintomas advindos da deficiência estrogênica, decorrente da menopausa natural ou cirurgicamente induzida, como por exemplo, fogachos, distúrbios do sono, atrofia urogenital, assim como alterações do humor associadas a eles. Prevenção da perda óssea acelerada na pós-menopausa. Em pacientes com útero intacto, o estrógeno deve ser suplementado pela administração seqüencial de um progestágeno.

    CONTRA-INDICAÇÕES
    CARCINOMA DE MAMA OU DE ENDOMÉTRIO; ENDOMETRIOSE; SANGRAMENTO VAGINAL DE ORIGEM NÃO DETERMINADA; LESÃO HEPÁTICA GRAVE; TROMBOFLEBITE ATIVA OU DISTÚRBIOS TROMBOEMBÓLICOS; HIPERSENSIBILIDADE AOS COMPONENTES DA FÓRMULA; GRAVIDEZ E LACTAÇÃO.

    PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
    ESTRADIOL GEL, COMO QUALQUER OUTRA FORMA DE TRATAMENTO A BASE DE HORMÔNIOS SEXUAIS, DEVE SOMENTE SER PRESCRITO APÓS EXAME CLÍNICO E GINECOLÓGICO COMPLETO E EXCLUSÃO DE ANOMALIA ENDOMETRIAL E DE CÂNCER DE MAMA. ASSIM COMO OUTROS REGIMES DE REPOSIÇÃO HORMONAL, AS PACIENTES QUE RECEBAM TRATAMENTO PROLONGADO DEVEM PASSAR REGULARMENTE POR EXAME CLÍNICO GERAL E GINECOLÓGICO COMPLETO, INCLUINDO-SE MONITORIZAÇÃO DO ENDOMÉTRIO, SE FOR CONSIDERADO NECESSÁRIO. A MAIORIA DOS ESTUDOS NÃO TÊM DEMONSTRADO ASSOCIAÇÃO ENTRE AS DOSES USUAIS DE ESTRÓGENO PARA TRATAMENTO DE REPOSIÇÃO HORMONAL E O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE CÂNCER DE MAMA. ALGUNS ESTUDOS TÊM RELATADO AUMENTO
    MODESTO NO RISCO DE CÂNCER DE MAMA EM MULHERES QUE FAZEM USO DO TRATAMENTO DE REPOSIÇÃO HORMONAL COM ESTRÓGENOS POR PERÍODOS PROLONGADOS (MAIS DE 5 ANOS). ENQUANTO OS EFEITOS DO TRATAMENTO COMBINADO ESTRÓGENOSPROGESTÁGENOS NÃO SÃO CONHECIDOS, AS EVIDÊNCIAS DISPONÍVEIS SUGEREM QUE OS PROGESTÁGENOS NÃO TÊM INFLUÊNCIA SIGNIFICATIVA NO RISCO DE CÂNCER DE MAMA EM PACIENTES QUE USAM ESTRÓGENOS POR LONGO PERÍODO. RECOMENDA-SE QUE, PARA TRATAMENTO POR LONGOS PERÍODOS, OS BENEFÍCIOS POTENCIAIS SEJAM AVALIADOS EM RELAÇÃO AOS RISCOS DE OCORRÊNCIA DE CÂNCER DE MAMA EM CADA PACIENTE. AS MULHERES SOB ESTE TRATAMENTO, EM PARTICULAR AQUELAS COM DOENÇA FIBROCÍSTICA DE MAMA OU COM HISTÓRIA FAMILIAR DE CÂNCER DE MAMA (PARENTES DE 1º GRAU), DEVEM FAZER EXAMES REGULARES DAS MAMAS E DEVEM SER INSTRUÍDAS A FAZER AUTOEXAME DAS MAMAS. RECOMENDA-SE QUE A MAMOGRAFIA SEJA REALIZADA ANTES DO INÍCIO DO TRATAMENTO E REPETIDA A INTERVALOS REGULARES, EM PACIENTES DE ALTO RISCO. AS PACIENTES COM LEIOMIOMA UTERINO, QUE PODE AUMENTAR DURANTE O TRATAMENTO COM ESTRÓGENO, DEVEM SER CUIDADOSAMENTE MONITORIZADAS. UMA VEZ QUE A SUPERDOSAGEM DE ESTRÓGENO PODE CAUSAR RETENÇÃO HÍDRICA, AS PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA, HIPERTENSÃO, DISTÚRBIOS DA FUNÇÃO HEPÁTICA OU RENAL, EPILEPSIA OU ENXAQUECA DEVEM SER MANTIDAS SOB ESPECIAL VIGILÂNCIA. NÃO FOI RELATADO QUE MULHERES SOB TRATAMENTO DE REPOSIÇÃO DE ESTRÓGENOS TENHAM RISCO AUMENTADO DE TROMBOFLEBITES E/OU DOENÇA TROMBOEMBÓLICA. ENTRETANTO, AS MULHERES COM HISTÓRIA FAMILIAR POSITIVA E AQUELAS COM HISTÓRIA DE DISTÚRBIO TROMBOEMBÓLICO, DURANTE A GRAVIDEZ OU ASSOCIADO AO USO DE ESTRÓGENOS, DEVEM SER MANTIDAS SOB ACOMPANHAMENTO ESPECIAL. RECOMENDA-SE CAUTELA EM PACIENTES COM HISTÓRIA DE ICTERÍCIA RELACIONADA COM USO DE ESTRÓGENO. EM PACIENTES QUE DESENVOLVERAM ICTERÍCIA COLESTÁTICA, O MEDICAMENTO DEVE SER
    DESCONTINUADO ENQUANTO SE INVESTIGA A CAUSA. EMBORA OBSERVAÇÕES ATÉ O PRESENTE SUGIRAM QUE OS ESTRÓGENOS NÃO PREJUDIQUEM O METABOLISMO DOS CARBOIDRATOS, AS PACIENTES DIABÉTICAS DEVEM SER MONITORIZADAS DURANTE O INÍCIO DO TRATAMENTO, ATÉ QUE ESTEJAM DISPONÍVEIS INFORMAÇÕES ADICIONAIS. A MONOTERAPIA PROLONGADA COM ESTRÓGENOS AUMENTA O RISCO DE HIPERPLASIA E DE CARCINOMA ENDOMETRIAL, EM MULHERES PÓS-MENOPAUSADAS, A NÃO SER QUE SE FAÇA A SUPLEMENTAÇÃO SEQUENCIAL DE UM PROGESTÁGENO PARA PROTEÇÃO DO ENDOMÉTRIO. SABE-SE QUE A SENSIBILIZAÇÃO POR CONTATO PODE OCORRER COM TODAS AS APLICAÇÕES TÓPICAS. EMBORA SEJA EXTREMAMENTE RARO, AS PACIENTES QUE DESENVOLVEREM SENSIBILIZAÇÃO POR CONTATO A QUALQUER DOS COMPONENTES DA FÓRMULA DEVEM SER ALERTADAS DE QUE PODE OCORRER REAÇÃO DE HIPERSENSIBILIDADE, COM A EXPOSIÇÃO CONTINUADA AO AGENTE CAUSADOR.

    ESTE MEDICAMENTO CAUSA MALFORMAÇÃO AO BEBÊ DURANTE A GRAVIDEZ.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    OS MEDICAMENTOS QUE ATUAM COMO INDUTORES DE ENZIMAS HEPÁTICAS, TAIS COMO BARBITÚRICOS, CARBAMAZEPINA, HIDANTOÍNA, MEPROBAMATO, FENILBUTAZONA, AMPICILINA, TETRACICLINA E RIFAMPICINA PODEM PREJUDICAR A ATIVIDADE DOS ESTRÓGENOS E PROGESTÁGENOS. OS AGENTES QUERATOLÍTICOS, GÉIS OU CREMES DEPILATÓRIOS E ÓLEOS PODEM ALTERAR A ABSORÇÃO DO ESTRADIOL GEL . RECOMENDA-SE O USO DE HORMODOSE (17 ?-ESTRADIOL) APÓS O BANHO, ENCONTRANDO-SE A PELE LIVRE DESSAS SUBSTÂNCIAS.

    REAÇÕES ADVERSAS
    ALÉM DOS EFEITOS MAIS SEVEROS (VER PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS), O USO DE ESTRÓGENOS PODE OCASIONAR AS SEGUINTES REAÇÕES ADVERSAS: -ALTERAÇÕES UROGENITAIS: HEMORRAGIA GENITAL, ALTERAÇÕES DA SECREÇÃO VAGINAL, DISMENORRÉIA, SÍNDROME DE TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL, AMENORRÉIA DURANTE E PÓSTRATAMENTO, AUMENTO DO TAMANHO DE MIOMAS UTERINOS, CANDIDÍASE VAGINAL, CISTITES, DESCONFORTO NAS MAMAS E MASTODINIA; -ALTERAÇÕES DIGESTIVAS:NÁUSEAS, VÔMITOS, CÓLICAS INTESTINAIS, DISPEPSIA, ICTERÍCIA COLESTÁTICA; –
    ALTERAÇÕES DERMATOLÓGICAS: CLOASMA OU MELASMA, ERITEMA MULTIFORME, ALOPÉCIA, ERITEMA NODOSO, PRURIDO, RASH CUTÂNEO; -ALTERAÇÕES OFTALMOLÓGICAS: AUMENTO DA CURVATURA DA CÓRNEA, INTOLERÂNCIA AO USO DE LENTES DE CONTATO; -ALTERAÇÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: CEFALÉIA, ENXAQUECA, VERTIGEM, DEPRESSÃO OU IRRITABILIDADE; – OUTROS: UMENTO/PERDA DE PESO, EDEMA, MODIFICAÇÕES DA LIBIDO.

    POSOLOGIA

    A dose deve adaptar-se às necessidades individuais de acordo com a sintomatologia e o nível plasmático de estradiol durante o tratamento. Sugere-se iniciar o tratamento com duas aplicações (2 doses liberadas pela válvula dosadora) simultâneas por dia, uma em cada braço, que correspondem a uma dose de 1,5 mg de estradiol. Em pacientes não histerectomizadas, a adição de progestágeno ao tratamento com estrógeno reduz o risco de hiperplasia do endométrio e câncer de endométrio associados com o uso prolongado de estrógenos. Estudos morfológicos e bioquímicos do endométrio sugerem a necessidade de administrar progestágenos no mínimo 10 a 14 dias em ciclos de 30 dias, para promover a maturação máxima do endométrio e eliminar qualquer alteração hiperplásica.


    INSTRUÇÕES DE USO

    1. Frasco: retire o lacre. Gire a válvula para a direita até destravá-la. Pressione a face superior da válvula para liberar o medicamento. Inicialmente, pressione algumas vezes até eliminar todo o ar da
    cânula interna. A primeira dose de gel liberada poderá não ser exata; recomendamos eliminá-la.

    2. Aplicar uma vez ao dia, pela manhã ou à noite, após o banho (pele limpa).

    3. A aplicação deve ser feita sobre os braços, antebraços e ombros.

    4. Não é necessária fricção exagerada sobre a pele, mas sim uniforme e ampla distribuição desde o pulso até o ombro, incluindo, se necessário a região superior das costas (omoplata).

    5. Hormodose (17???-estradiol) não tem odor e seca rapidamente.

    6. Devido ao seu conteúdo alcoólico deve-se evitar contato com a mucosa vulvar e vaginal, assim como a pele lesada.

    7. Mantenha sempre a válvula travada após o uso.

    SUPERDOSAGEM
    Em função do modo de administração, é improvável que ocorra superdosagem de estradiol, mas esta pode ser rapidamente revertida com a interrupção do tratamento.

    PACIENTES IDOSOS
    Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes com idade acima de 65 anos.

    Venda sob prescrição médica
    No lote, data de fabricação e prazo de validade: ver cartucho
    Farm. Resp.: J. G. Rocha – CRF / SP 4067
    Reg MS nº 1.0394.0450
    CNPJ 61.150.819/0001-20
    Indústria Brasileira

    Fabricado por:
    Eurofarma Laboratórios Ltda.
    Av. Vereador José Diniz, 3465
    São Paulo – SP
    Farmasa
    Laboratório Americano de Farmacoterapia S.A.
    Rua Nova York, 245 – São Paulo
    SAC  0800 0114033
    www.farmasa.com.br

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  • Bula do medicamento Quadriderm. Classe terapêutica dos Antibióticos Tópicos. Princípios ativos Clioquinol, Sulfato de Gentamicina, Tolnaftato e Valerato de Betametasona. Uso adulto e pediátrico.

    FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

    QUADRIDERM é indicado para uso dermatológico.
    QUADRIDERM Creme apresenta-se em bisnagas de 20g.
    QUADRIDERM Pomada apresenta-se em bisnagas de 20g.

    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

    Cada grama de QUADRIDERM Creme contém 0,5 mg de betametasona (sob a forma de valerato), 1 mg de gentamicina (sob a forma de sulfato), 10 mg de tolnaftato e 10 mg de clioquinol. Componentes inativos: clorocresol, éter cetílico de polioxietileno, álcool cetoestearílico, petrolato branco, petrolato líquido, fosfato de sódio monobásico e água.

    Cada grama de QUADRIDERM Pomada contém 0,5 mg de betametasona (sob a forma de valerato), 1 mg de gentamicina(sob a forma de sulfato), 10 mg de tolnaftato e 10 mg de clioquinol. Componentes inativos: éter cetílico de polioxietileno, petrolato branco, petrolato líquido e lanolina

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE

    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

    QUADRIDERM possui quatro agentes com funções diferentes, proporcionando ação antiinflamatória, bactericida (mata as bactérias) e fungicida (mata os fungos).

    POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

    QUADRIDERM é indicado para o alívio das manifestações inflamatórias das dermatoses (doenças da pele) responsivas aos corticosteróides, quando complicadas por infecção secundária causada por microorganismos sensíveis aos componentes de sua formulação ou quando há suspeita da possibilidade de tal infecção.

    Essas dermatoses incluem: dermatose inguinal (doença da pele na região próxima a virilha), dermatite crônica das extremidades (doenças de pele crônicas das extremidades), eritrasma (doença da pele que aparece principalmente na face interna das coxas, virilhas e axilas), balanopostite (inflamação do prepúcio), herpes zoster (infecção da pele causada pelo vírus da catapora), dermatite eczematóide, dermatite de contato (alergia com produtos com os quais a pele tem contato), dermatite folicular (alergia no local onde nascem os pêlos), disidrose (pequenas bolhas nas palmas das mãos e plantas dos pés), paroníquia (infecção ao redor das unhas causadas por um tipo de fungo Candida), prurido anal (coceira na região do ânus), eczema seborréico, intertrigo (irritação com ou sem infecção em áreas de atrito), dermatite seborréica (inflamação da pele em regiões com muitas glândulas sebáceas), acne pustulosa, impetigo (doença infecciosa), neurodermatite (doença de pele derivada de causas emocionais), estomatite
    angular (inflamação nos cantos da boca), dermatite por fotossensibilidade (alergia por sensibilidade à luz do sol), dermatofitose inguinal liquenificada e infecções fúngicas por tinea, como Tinea pedis (micose do pé), Tinea cruris (micose na região da virilha) e Tinea corporis (micose em outras áreas do corpo).


    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Contra-indicações

    Não utilize QUADRIDERM se você já teve qualquer alergia ou alguma reação incomum a qualquer um dos componentes da fórmula do produto.

    Advertências

    Qualquer um dos efeitos adversos decorrentes do uso sistêmico de corticosteróides, incluindo supressão adrenal, pode também ocorrer com o uso de corticosteróides tópicos, principalmente em crianças e recém-nascidos.
    Manchas leves nas roupas podem ocorrer devido ao clioquinol.
    QUADRIDERM não é apropriado para uso oftálmico (nos olhos).
    A absorção sistêmica da gentamicina aplicada topicamente pode ser aumentada se áreas corporais extensas estiverem sendo tratadas, especialmente durante períodos de tempo prolongados ou na resença de ruptura cutânea. Nestes casos, poderão ocorrer efeitos indesejáveis característicos do uso sistêmico de gentamicina. Portanto, recomendam-se cuidados especiais quando o produto for usado nessas condições, principalmente em lactentes e crianças.

    Uso Durante a Gravidez e Amamentação

    Uma vez que a segurança do uso de corticosteróides tópicos em mulheres grávidas ainda não foi estabelecida, QUADRIDERM poderá ser usado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. QUADRIDERM não deve ser usado em pacientes grávidas em grandes quantidades ou por períodos prolongados. Considerando que é desconhecido se a administração tópica (na pele) de corticosteróides pode resultar em absorção sistêmica (no sangue) suficiente para produzir quantidades detectáveis no leite materno, seu médico deverá decidir
    entre a interrupção da amamentação ou a descontinuação de QUADRIDERM, levando-se em conta a importância do medicamento para a mãe.

    Uso em crianças

    Crianças e adolescentes que estiverem usando Quadriderm devem receber rigoroso acompanhamento médico, uma vez que este medicamento é absorvido pela pele e poderá afetar o crescimento destes pacientes.
    Os seguintes eventos foram relatados em crianças recebendo corticosteróides tópicos (aplicados na pele): supressão do eixo hipotálamohipófise-supra-renal (com maior facilidade que os adultos); quadros clínicos resultantes do excesso de corticosteróides (síndrome de Cushing); retardo do crescimento; demora no ganho de peso e hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio). As manifestações de hipertensão intracraniana incluem fontanela (moleira) tensa, cefaléia (dor de cabeça) e papiledema bilateral (inchaço observado no exame de fundo de olho).

    Precauções

    A absorção sistêmica de QUADRIDERM será maior se uma grande área do corpo for tratada ou se for feito um curativo sobre a aplicação do produto (técnica oclusiva). Nessas condições ou quando se fizer uso prolongado do medicamento, principalmente em crianças e lactentes, deverão ser tomadas precauções adequadas.
    O uso de antibióticos tópicos (na pele) por muito tempo pode, ocasionalmente, resultar em crescimento de organismos resistentes. Se isto ocorrer ou se aparecer irritação, sensibilização ou superinfecção, o tratamento com QUADRIDERM deverá ser interrompido e você deverá procurar o seu médico para que ele possa indicar uma terapia apropriada.

    Interações medicamentosas
    Não foram relatadas interações medicamentosas clinicamente relevantes. Converse com seu médico sobre outros medicamentos que esteja tomando ou pretende tomar, pois poderá interferir na ação de QUADRIDERM.

    Alterações em exames laboratoriais
    A absorção sistêmica do clioquinol pode interferir nos testes de função tireoidiana. O teste de cloreto férrico para a fenilcetonúria poderá revelar resultado falsamente positivo se o clioquinol estiver presente na urina.

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Aspecto físico

    Verifique se o medicamento que você adquiriu possui as seguintes características:
    QUADRIDERM Creme possui coloração quase branca, é uniforme e macio.
    QUADRIDERM Pomada possui coloração branca, é opaca e macia.
    Características organolépticas

    QUADRIDERM não apresenta característica organoléptica específica.

    Dosagem

    Você deve aplicar uma fina camada de QUADRIDERM de modo a cobrir toda a área afetada, 2 a 3 vezes por dia, de acordo com a orientação do seu médico.

    A quantidade de aplicações e a duração do tratamento são baseadas na gravidade da doença e devem ser estabelecidas pelo seu médico.
    Em casos micose nos pés (Tinea pedis) poderá ser necessário um tratamento mais prolongado (2 a 4 semanas).

    Como usar

    Antes do uso, bata levemente a bisnaga em superfície plana com a tampa virada para cima, para que o conteúdo do produto esteja na parte inferior da bisnaga e não ocorra desperdício ao se retirar a tampa.
    Deve-se aplicar uma fina camada de QUADRIDERM de modo a cobrir toda a área afetada, de acordo com as instruções do item DOSAGEM.
    Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

    Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar efeitos não desejados. Apesar de nem todos estes efeitos colaterais ocorrerem, você deve procurar atendimento médico caso algum deles ocorra.
    Podem ocorrer algumas reações no local da aplicação, principalmente quando forem feitos curativos sobre ela. Algumas dessas reações são: queimação, coceira, irritação, ressecamento, foliculite (inflamação nos locais onde nascem os pêlos), hipertricose (aumento dos pêlos), erupções acneiformes (lesões tipo espinhas), hipopigmentação (manchas mais claras que a pele), dermatite perioral (inflamação da pele ao redor da boca), dermatite de contato alérgica (alergia a produtos com os quais a pele tem contato), maceração da pele, infecção secundária, atrofia da pele (pele mais fina e frágil), estrias e miliária (brotoejas).
    Outras reações que podem ocorrer são : erupções, irritação e aumento da sensibilidade da pele.

    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

    O uso excessivo ou prolongado de corticosteróides tópicos (na pele) poderá suprimir a função das glândulas hipófise-adrenal, resultando em insuficiência adrenal secundária (falta de hormônios corticosteróides produzidos pela glândula supra renal devido ao bloqueio da função da glândula hipófise), e produzir manisfestações de hipercorticismo, incluindo síndrome de Cushing. Os principais sintomas da insuficiência adrenal secundária são desânimo, pressão baixa e diminuição da glicose no sangue.

    Além disso, o uso excessivo e prolongado de antibióticos tópicos (na pele) poderá resultar em proliferação de microorganismos resistentes nas lesões. Caso isto ocorra, interrompa o uso de QUADRIDERM e procure seu médico para que ele possa indicar uma terapia apropriada.

    Tratamento

    Se ocorrer superdose, procure seu médico para o tratamento apropriado dos sintomas.
    Em caso de toxicidade crônica, aconselha-se a retirada gradual do corticosteróide.

    ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

    QUADRIDERM deve ser guardado em sua embalagem original em local com temperatura entre 2ºC e 30ºC, protegido da luz.
    O prazo de validade de QUADRIDERM encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento, inutilize o produto.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

    CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

    QUADRIDERM combina o fármaco antiinflamatório, antipruriginoso e vasoconstritor (valerato de betametasona), o antibiótico de largo espectro (gentamicina), o fungicida (tolnaftato) e o agente antifúngico e antibacteriano (clioquinol). Valerato de betametasona (0,05%) é um corticóide de ação antiinflamatória tópica, mais eficaz do que betametasona na forma de fosfato. Esse corticóide tem um poder de penetração cutânea bem maior que os demais corticóides. Sulfato de gentamicina (0,1%) é um antibiótico de longo espectro, que é usado em dermatologia por não produzir sensibilização. Esse antibiótico tem um espectro de ação contra a maioria dos germes Gram positivos e Gram negativos que afetam a superfície cutânea. Tolnaftato (1,0%) é um antimicótico fungicida de amplo espectro, não sendo
    derivado de nenhum dos antimicóticos conhecidos até então. Iodoclorohidroxiquina (1,0%) é ativa contra as candidíases não incluídas no espectro do tolnaftato.

    RESULTADOS DE EFICÁCIA

    Estudos clínicos têm demonstrado a eficácia do valerato de betametasona no tratamento das dermatoses responsivas a corticosteróides. Estudos clínicos têm mostrado um excelente efeito fungicida do tolnaftato em um grande número de pacientes com infecções fúngicas superficiais. Testes de sensibilidade da pele não mostraram nenhum sinal de irritação local nos períodos de 24 e 48 h após aplicação do medicamento. Clioquinol é efetivo na terapia tópica para infecções por bactérias e/ou fungos. Foi efetuado um ensaio terapêutico em 100 pacientes com dermatoses inflamatórias, nos quais existia uma associação de agentes bacterianos e/ou micóticos. Em 92% dos pacientes, os resultados foram excelentes ou bons; não se evidenciou ação irritante primária nem sensibilização em geral, e o produto revelou uma grande aceitabilidade cosmética.

    INDICAÇÕES

    QUADRIDERM é indicado para o alívio das manifestações inflamatórias das dermatoses responsivas aos corticosteróides, quando complicadas por infecção secundária causada por microorganismos sensíveis aos componentes de sua formulação ou quando há suspeita da possibilidade de tal infecção.
    Essas dermatoses incluem: dermatose inguinal, dermatite crônica das extremidades, eritrasma, balanopostite, herpes zoster, dermatite eczematóide, dermatite de contato, dermatite folicular, disidrose, paroníquia (por Candida), prurido anal, eczema seborréico, intertrigo, dermatite seborréica, acne pustulosa, impetigo, neurodermatite, estomatite angular, dermatite por fotossensibilidade, dermatofitose inguinal liquenificada e infecções fúngicas por tinea, como tinea pedis, tinea cruris e tinea corporis.

    CONTRA-INDICAÇÕES

    QUADRIDERM é contra-indicado para pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes.

    MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
    Seguir as instruções do item POSOLOGIA.

    POSOLOGIA

    Antes do uso, bata levemente a bisnaga em superfície plana com a tampa virada para cima, para que o conteúdo do produto esteja na parte inferior da bisnaga e não ocorra desperdício ao se retirar a tampa.
    Uma fina camada de QUADRIDERM deverá ser aplicada de modo a cobrir toda a área afetada, 2 a 3 vezes por dia. A freqüência da aplicação deverá ser baseada na gravidade da afecção.
    A duração do tratamento será determinada pela resposta do paciente.
    Em casos de Tinea pedis, pode ser necessário um tratamento mais prolongado (2 a 4 semanas).
    No caso de esquecimento de alguma dose, oriente seu paciente a aplicar a medicação assim que possível e a manter o mesmo horário da aplicação até o término do tratamento.

    ADVERTÊNCIAS

    Qualquer um dos efeitos adversos relatados após o uso sistêmico de corticosteróides, incluindo supressão adrenal, pode também ocorrer com o uso de corticosteróides tópicos, principalmente em crianças e recém-nascidos.
    A absorção de corticosteróides tópicos será maior se superfícies extensas do corpo forem tratadas ou se a técnica oclusiva for empregada. Nessas condições ou quando se fizer uso prolongado do medicamento, principalmente em crianças e lactentes, deverão ser tomadas precauções adequadas.
    A absorção sistêmica da gentamicina aplicada topicamente pode ser aumentada se áreas corporais extensas estiverem sendo tratadas, especialmente durante períodos de tempo prolongados ou na presença de ruptura cutânea. Nestes casos, poderão ocorrer efeitos indesejáveis característicos do uso sistêmico de gentamicina. Portanto, recomendam-se cuidados especiais quando o produto for usado nessas condições, principalmente em lactentes e crianças. O uso prolongado de antibióticos tópicos pode, ocasionalmente, resultar em crescimento de organismos não-suscetíveis. Se isso ocorrer ou se irritação,
    sensibilização ou superinfecção se fizerem presentes, o tratamento com QUADRIDERM deverá ser descontinuado e instituída terapia apropriada. Manchas leves nas roupas podem ocorrer devido ao clioquinol.
    QUADRIDERM Creme ou Pomada não é apropriado para uso oftálmico.

    USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO

    Uso Durante a Gravidez e Lactação

    Uma vez que a segurança do uso de corticosteróides tópicos em mulheres grávidas ainda não foi estabelecida, medicamentos dessa classe poderão ser usados durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. Esses medicamentos não devem ser usados em pacientes grávidas em grandes quantidades ou por períodos prolongados.

    Considerando que é desconhecido se a administração tópica de corticosteróides pode resultar em absorção sistêmica suficiente para produzir quantidades detectáveis no leite materno, deve-se decidir entre a interrupção da amamentação ou a descontinuação de QUADRIDERM, levando-se em conta a importância do medicamento para a mãe.

    Categoria C para gravidez segundo FDA.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso Pediátrico
    Os pacientes pediátricos podem apresentar maior suscetibilidade que os adultos à supressão da função hipófise-supra-renal, induzida pelos corticosteróides tópicos e aos efeitos de corticosteróides exógenos, em função da maior absorção devida à grande proporção da área de superfície da pele/peso corporal. Foram relatados em crianças recebendo corticosteróides tópicos: supressão do
    eixo hipotálamo-hipófise-supra-renal, síndrome de Cushing, retardo do crescimento, demora no ganho de peso e hipertensão intracraniana. As manifestações da supressão adrenal em crianças incluem baixos níveis de cortisol plasmático e ausência de resposta à estimulação com ACTH. As manifestações de hipertensão intracraniana incluem fontanela tensa, cefaléia e papiledema bilateral.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    Não foram relatadas interações medicamentosas clinicamente relevantes.
    Interação fármaco/teste laboratorial
    A absorção sistêmica do clioquinol pode interferir nos testes de função tireoidiana.
    O teste de cloreto férrico para a fenilcetonúria poderá revelar resultado falsamente positivo se o clioquinol estiver presente na urina.

    REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS

    Reações adversas locais relatadas com o uso de corticosteróides tópicos, especialmente sob curativos oclusivos, incluem: ardor, prurido, irritação, ressecamento, foliculite, hipertricose, erupções acneiformes, hipopigmentação, dermatite perioral, dermatite de contato alérgica, maceração da pele, infecção secundária, atrofia da pele, estrias e miliária.
    Erupções da pele, irritação e hipersensibilidade foram relatadas com o uso tópico do sulfato de gentamicina, clioquinol e, raramente, do tolnaftato.

    SUPERDOSE

    O uso excessivo ou prolongado de corticosteróides tópicos poderá suprimir a função hipófiseadrenal, resultando em insuficiência adrenal secundária e produzir manifestações de hipercorticismo, incluindo síndrome de Cushing.
    Não se espera que uma única superdose de gentamicina produza sintomas.
    O uso excessivo ou prolongado de antibióticos tópicos poderá resultar em aumento de lesões por microorganismos não-suscetíveis.
    Por via sistêmica, o tolnaftato é farmacologicamente inativo.
    O clioquinol raramente produz iodismo.
    O uso excessivo e prolongado de antibióticos tópicos poderá resultar em proliferação de
    microorganismos não-suscetíveis nas lesões.

    Tratamento

    É indicado o tratamento sintomático apropriado. Os sintomas de hipercortisolismo agudo são normalmente reversíveis. Se necessário, tratar o desequilíbrio eletrolítico. Em casos de toxicidade
    crônica, aconselha-se a retirada gradual do esteróide.
    Se ocorrer superinfecção por organismos não-sensíveis, interromper o tratamento com QUADRIDERM e instituir terapia apropriada.

    ARMAZENAGEM

    QUADRIDERM deve ser conservado em temperatura entre 2ºC e 30ºC, protegido da luz.

    DIZERES LEGAIS

    MS 1.0093.0091
    Farm. Resp.: Lucia Lago Hammes – CRF-RJ 2.804
    MANTECORP INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA LTDA
    Estrada dos Bandeirantes, 3.091 – Rio de Janeiro – RJ
    CNPJ: 33.060.740/0001-72 – Indústria Brasileira
    Marca Registrada

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Central de Atendimento 08000117788 – Cx. Postal 18388 – CEP 04626-970

    O número do lote, a data de fabricação e o término do prazo de validade estão gravados na embalagem externa deste produto.

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  • Proflam®
    aceclofenaco

    Oral

    Comprimido revestido

    USO ADULTO
    FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES:

    Embalagem contendo 6, 12, 16 e 24 comprimidos.

    Composição:
    Cada comprimido revestido contém:
    aceclofenaco…………………………………………………………………………………….100 mg
    excipientes*…………………………………………………………………….q.s.p. 1 comprimido
    **Excipientes: croscarmelose sódica, palmitato de estearato glicerol, povidona, celulose microcristalina, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, macrogol 400.

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE

    AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO

    Proflam® (aceclofenaco) é uma droga antiinflamatória não-esteroidal do tipo ácido fenilacético que é estruturalmente relacionada ao diclofenaco.

    O efeito analgésico do produto se inicia cerca de 30 minutos após a ingestão do comprimido.

    CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC).

    PRAZO DE VALIDADE
    O prazo de validade do medicamento encontra-se impresso na embalagem externa. Não utilize este medicamento após a data de validade.

    GRAVIDEZ E LACTAÇÃO


    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
    Informar ao médico se está amamentando.

    CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO

    Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO

    Somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.
    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    REAÇÕES ADVERSAS
    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como, eventuais sintomas como distúrbios gastrintestinais, urticária, tontura ou edema.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS
    Recomenda-se informar o médico caso haja uso concomitante de medicamentos que contenham lítio, digoxina, anticoagulantes, antidiabéticos orais, diuréticos e outros analgésicos.
    Não são conhecidas interações deste medicamento com alimentos e álcool. Entretanto, recomenda-se não ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento.

    CONTRA-INDICAÇÕES

    Proflam® (aceclofenaco) é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao aceclofenaco e/ou a qualquer componente da formulação, e/ou em pacientes que tenham úlcera péptica em fase ativa. O aceclofenaco não deve ser administrado para aqueles que são alérgicos ao diclofenaco. Também não deve ser administrado a aqueles que sofrem de broncoespasmo, urticária ou rinite aguda devido ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não-esteroidais.

    PRECAUÇÕES

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    Pacientes que sofrem de tontura e vertigem ou outros distúrbios nervosos devem evitar tomar medicamentos antiinflamatórios não-esteroidais quando vão dirigir automóveis ou operar outros equipamentos perigosos até que se saiba como uma droga em particular os afeta.

    Não deve ser utilizado durante a gravidez e a lactação.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.
    INFORMAÇÃO TÉCNICA

    CARACTERÍSTICAS
    O aceclofenaco é uma droga antiinflamatória não-esteroidal do tipo ácido fenilacético que é estruturalmente relacionada ao diclofenaco.

    • Farmacodinâmica
    O aceclofenaco possui efeitos analgésico, antiinflamatório e antipirético potentes. Seu mecanismo de ação está baseado, em grande parte, em sua ação inibitória da enzima cicloxigenase, que está envolvida na produção de prostaglandinas, os principais agentes dos processos inflamatórios.

    • Farmacocinética
    O aceclofenaco é absorvido rapidamente como droga inalterada quando administrado por via oral e seu efeito analgésico pode se iniciar 30 minutos após a ingestão de um comprimido.

    Atinge-se a concentração plasmática máxima após 1 a 3 horas. Uma dose de 100 mg é 100% biodisponível. A Cmáx, Tmáx e a AUC aumentam de modo proporcional à dose (50-150 mg). A meia-vida média de eliminação plasmática é de aproximadamente 4 horas e a substância original e seus metabólitos são eliminados por via renal e, em menor grau, pelas fezes. O aceclofenaco é metabolizado a vários compostos. A droga radiomarcada eliminada pela urina estava basicamente associada com glicuronídeos do aceclofenaco, diclofenaco, hidroxiaceclofenaco e hidroxidiclofenaco. O metabólito mais importante é o H-aceclofenaco (4-hidroxiaceclofenaco); o diclofenaco representa menos de 1% da atividade e de 4-7% da droga recuperada na urina. Estes metabólitos são excretados pelos rins em suas formas conjugadas.
    O aceclofenaco foi detectado no fluido sinovial após 1 hora da administração, em níveis correspondentes a 57% dos níveis detectados no plasma.
    Não foi observado nenhum acúmulo de aceclofenaco no homem quando administrado em doses repetidas. A ligação às proteínas plasmáticas é de aproximadamente 99%.
    Somente a velocidade de absorção do aceclofenaco, e não a sua extensão, foi afetada pela presença de alimentos no trato gastrintestinal ao ser administrado para voluntários sadios em jejum e alimentados.

    INDICAÇÕES
    Proflam® (aceclofenaco) está indicado para o tratamento de processos álgicos e inflamatórios tais como: odontalgias, traumatismos, dores musculares (ex: lombares), dores pós-cirúrgicas (pós-episiotomia, após extração dentária), periartrite escapuloumeral, reumatismos extra-articulares.
    Também é eficaz no tratamento crônico de processos inflamatórios como artrite reumatóide, osteoartrite e espondilite anquilosante.

    CONTRA INDICAÇÕES
    Proflam® (aceclofenaco) é contra-indicado para pacientes hipersensíveis ao aceclofenaco e/ou a qualquer componente da formulação. O aceclofenaco

    não deve ser administrado a pacientes hipersensíveis ao diclofenaco. Relata-se a ocorrência de reações anafiláticas graves, e algumas vezes fatais, em pacientes em tratamento com agentes antiinflamatórios não-esteroidais.
    Como com qualquer outra droga antiinflamatória não-esteroidal, o aceclofenaco é contra-indicado para aqueles que sofrem de broncoespasmo, urticária ou rinite aguda devido ao ácido acetilsalicílico ou a outros agentes antiinflamatórios não-esteroidais, já que existe o risco de reações alérgicas graves.
    Proflam® (aceclofenaco) não deve ser usado em pacientes com úlcera péptica em fase ativa.
    Este produto é contra-indicado durante a gravidez e a lactação.

    PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
    Deve-se ter cuidado ao administrar o aceclofenaco a pacientes com alterações das funções hepática, cardíaca ou renal, assim como a pacientes convalescentes de cirurgias.
    Como prevenção, deve-se fazer um acompanhamento dos pacientes em tratamento prolongado com antiinflamatórios não hormonais (ex: hemograma, provas de função hepática e renal).

    Efeitos gastrintestinais
    Como com outros agentes antiinflamatórios não-esteroidais, o aceclofenaco pode produzir irritação gastrintestinal, isto é, gastrite, duodenite ou úlcera péptica. Portanto, recomenda-se que Proflam® (aceclofenaco) não seja administrado para pacientes que demonstram patologias gastrintestinais de natureza irritativa. Os agentes antiinflamatórios não-esteroidais podem provocar hemorragia gastrintestinal que resulte em hospitalização ou mesmo morte, algumas vezes sem sintomas prévios. Sendo assim, os pacientes devem ser mantidos as doses mínimas possíveis, compatíveis com uma resposta terapêutica satisfatória.
    Recomenda-se cautela quando da administração do aceclofenaco a pacientes portadores de qualquer patologia gastrintestinal e que tenha história anterior de úlcera péptica.

    Retenção de fluido e edema
    Retenção de fluido e edema foram relatados em alguns pacientes em tratamento com aceclofenaco e outros medicamentos antiinflamatórios não-esteroidais. Desta forma, Proflam® (aceclofenaco) deve ser usado com cuidado em pacientes com história de descompensação cardíaca, hipertensão severa ou outras condições de predisposição de retenção de fluido.

    Efeitos renais
    Dados clínicos sugerem que o aceclofenaco não se acumula nem produz alterações da função renal em pacientes com insuficiência renal (definida como “clearance” de creatinina de 40 a 70 ml/min). Entretanto, já que os inibidores da síntese de prostaglandinas podem elevar os níveis plasmáticos de uréia sérica e creatinina, recomenda-se cautela a pacientes com insuficiência renal. Não há dados suficientes para se determinar as doses adequadas em casos de insuficiência renal grave.

    Efeitos hepáticos
    Não foram registrados aumentos patológicos nos níveis de enzimas hepáticas nos pacientes tratados com aceclofenaco ou alterações clínicas de origem hepática durante o desenvolvimento clínico.
    Algumas evidências indicam que a dose de aceclofenaco deve ser reduzida em pacientes com alterações da função hepática. Recomenda-se uma dose de 100mg/dia (dose única) (ver Posologia).

    Gravidez e lactação
    O aceclofenaco não deve ser usado durante a gravidez ou a lactação. Outros agentes inibidores de prostaglandinas são conhecidos por causar a obstrução do ductus arteriosus no sistema cardiovascular fetal humano.
    Categoria D de risco na gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Uso pediátrico
    A segurança e a eficácia do aceclofenaco em crianças menores de 12 anos de idade não foram estabelecidas.

    Uso geriátrico
    Como com qualquer outro agente antiinflamatório não-esteroidal, o tratamento de pacientes geriátricos deve ser conduzido com cautela.

    Carcinogênese, mutagênese, teratogênese, fertilidade
    Não há relatos de carcinogênese ou mutagênese nos estudos pré-clínicos em camundongos e ratos. Em um estudo com coelhos, o tratamento com aceclofenaco (10 mg/kg/dia) resultou em uma série de alterações morfológicas em alguns fetos de coelho.

    Estas alterações envolveram principalmente formação das costelas e o retardamento das erupções dentárias. Também ocorrem mal formações vertebrais e dos membros. Não há evidências de teratogênese em ratos. Estudos epidemiológicos humanos não sugerem que as drogas antiinflamatórias não-esteroidais tenham um efeito embriotóxico em humanos. O aceclofenaco não demonstrou efeito sobre a fertilidade em camundongos ou ratos.

    Efeitos na capacidade de operar e dirigir máquinas
    Pacientes portadores de tonturas, vertigens ou outras alterações do sistema nervoso central, devem abster-se de dirigir veículos e operar máquinas, enquanto estiverem usando drogas antiinflamatórias não-esteroidais.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
    As drogas antiinflamatórias não-esteroidais aumentam a atividade do lítio e da digoxina pela redução do clearance plasmático. Esta propriedade pode ser de importância clínica em pacientes com função cardíaca comprometida ou hipertensão. O controle da pressão sangüínea de pacientes sob tratamento com beta-bloqueadores, inibidores da ECA e diuréticos deve ser cuidadosamente monitorado em caso de administração concomitante de agentes antiinflamatórios não-esteroidais. Pacientes em tratamento com este tipo de substância e concomitante tratamento com diuréticos poupadores de potássio podem apresentar aumento dos níveis séricos de potássio.

    A administração de drogas antiinflamatórias não-esteroidais com anticoagulantes exige monitoração cuidadosa e provável ajuste de dosagem do agente anticoagulante, que pode ser deslocado da ligação com as proteínas plasmáticas pelas primeiras.

    A administração de antiinflamatórios não-esteroidais com ácido acetilsalicílico não é recomendada porque a terapia concomitante pode aumentar a freqüência dos efeitos colaterais, possivelmente devido à diminuição dos sítios de ligação para os antiinflamatórios não-esteroidais.

    Estudos clínicos demonstram que o diclofenaco, fármaco estruturalmente semelhante, pode ser administrado concomitantemente com agentes antidiabéticos orais sem que haja interferência no efeito clínico. Entretanto, existem relatos isolados de hiperglicemia e hipoglicemia em pacientes tomando aceclofenaco. Sendo assim, deve-se levar em conta o ajuste de dosagem de agentes hipoglicêmicos.
    Deve-se ter cautela quando antiinflamatórios não-esteroidais e o metotrexato forem administrados em um período menor que 24 horas entre uma droga e a outra, já que os antiinflamatórios podem reduzir a excreção renal dos níveis de metotrexato, resultando em toxicidade aumentada. Os antiinflamatórios não-esteroidais podem também aumentar o potencial de toxicidade da ciclosporina.

    REAÇÕES ADVERSAS E ALTERAÇÕES DE EXAMES LABORATORIAIS
    A maioria dos efeitos adversos observados são de intensidade leve e reversíveis.
    As seguintes reações adversas foram relatadas durante os estudos clínicos anteriores a comercialização, compreendendo cerca de 3.000 indivíduos:

    Gastrintestinais: dispepsia (7,5%), dor abdominal (6,2%), náusea e diarréia (1,5%), flatulência (0,8%), gastrite (0,6%), constipação (0,5%), vômitos (0,5%), estomatite ulcerosa (0,1%) e pancreatite, melena e estomatite (< 0,1%).
    Sistema nervoso central e periférico: tonturas (1%), vertigem (0,3%) e parestesia e tremores (<0,1%)
    Psiquiátrico: depressão, alterações do sono, sonolência e insônia (< 0,1%).
    Dermatológicas: prurido (0,9%), erupção cutânea (0,5%), dermatite (0,2%) e eczema, rubor e púrpura (< 0,1%).
    Metabólicas e nutricionais: hipercalemia (< 0,1%).
    Cardiovasculares: edema, palpitações e cãibras nas pernas (< 0,1%).
    Respiratórias: dispnéia e chiados (< 0,1%).
    Sangüíneas: anemia, granulocitopenia e trombocitopenia (< 0,1%).
    Orgânicos gerais: cefaléia, fadiga, edema facial, acessos de calor, reações alérgicas e ganho de peso (< 0,1%).
    Sentidos: anomalias visuais e alterações do paladar (< 0,1%).
    Alterações dos testes laboratoriais: enzimas hepáticas aumentadas (2,5%), uréia sérica aumentada (0,4%), creatinina sérica aumentada (0,3%) e fosfatase alcalina aumentada (< 0,1%).

    POSOLOGIA
    A dose usual é de 100 mg a cada 12 horas. O regime posológico deve ser individualizado, de acordo com a indicação e outras variáveis clínicas.

    Pacientes geriátricos
    Dados farmacocinéticos limitados, assim como a experiência clínica, sugerem que a dose para idosos deva ser a mesma que a usual para adultos. Entretanto, como com qualquer outro antiinflamatório não-esteroidal, o tratamento requer cuidados, já que os pacientes geriátricos, em geral, são mais susceptíveis às reações adversas destas substâncias.

    Insuficiência renal
    Não há evidências de que a dose de aceclofenaco deva ser modificada em pacientes com insuficiência renal leve (vide “PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS – EFEITOS RENAIS”). Não há dados suficientes que suportem o uso de Proflam® (aceclofenaco) em pacientes com insuficiência renal grave.

    Insuficiência hepática
    Pacientes com insuficiência hepática leve devem receber uma dose inicial única diária de 100 mg a cada 12 horas. A segurança do uso de drogas antiinflamatórias não-esteroidais em pacientes com insuficiência hepática de intensidade leve a moderada não foi estudada.

    SUPERDOSAGEM
    Casos de superdosagem clinicamente significativos devem ser tratados sintomaticamente, com relação à irritação e hemorragia gastrintestinais, hipotensão, insuficiência renal, depressão respiratória e convulsões. A absorção pode ser minimizada por lavagem gástrica e tratamento com carvão ativado. A diurese forçada, diálise ou hemoperfusão não são, provavelmente, eficazes na eliminação dos agentes antiinflamatórios não-esteroidais, devido à alta taxa de ligação protéica e ao metabolismo extensivo.

    USO EM PACIENTES IDOSOS
    Dados farmacocinéticos limitados, assim como a experiência clínica, sugerem que a dose para idosos deva ser a mesma que a usual para adultos. Entretanto, como com qualquer outro antiinflamatório não-esteroidal, o tratamento requer cuidados, já que os pacientes geriátricos, em geral, são mais susceptíveis às reações adversas destas substâncias.

    Lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    M.S.: 1.0043.0817
    Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró – CRF-SP 19.258

    EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA
    Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
    CNPJ: 61.190.096/0001-92
    Indústria Brasileira

    LOGO CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA COM TEL 0800 704 3876.

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  • A nimesulida ou nimesulide é um medicamento da classe dos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), que actua através da inibição da ciclooxigenase Esta é uma enzima responsável pela síntese de substâncias envolvidas na inflamação, tais como as prostaglandinas. Desta forma, a nimesulida combate os processos inflamatórios, as dores e a febre.

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: – NIMESULIDA

    Suspensão Oral (Gotas): embalagens com 1 e 25 frascos de 15 mL.

    USO PEDIÁTRICO PARA CRIANÇAS ACIMA DE UM ANO

    COMPOSIÇÃO: – NIMESULIDA

    Cada ml da suspensão oral (gotas) contém:Nimesulida 50 mg
    Excipientes: ácido cítrico monoidratado, aroma de frutas, citrato de sódio diidratado, goma xantana, laurilsulfato de sódio, metilparabeno, propilparabeno, sacarose, sorbitol e água deionizada q.s.p. 1 ml

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE: – NIMESULIDA

    Ação esperada do medicamento: Nimesulida possui propriedades antiinflamatórias, analgésicas e antipiréticas.
    Cuidados de armazenamento: Nimesulida gotas deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), protegido da luz.
    Prazo de validade: Não use o medicamento com o prazo de validade vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO, pois as substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde. Verifique se o produto está lacrado e em boas condições de armazenamento.
    Gravidez e lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando. O uso de Nimesulida não é recomendado para gestantes e mulheres em fase de amamentação.
    Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Caso os sintomas não melhorem em 5 dias, entre em contato com o seu médico. Recomenda- se utilizar Nimesulida depois das refeições. Agite antes de usar.
    Interrupção do tratamento: Você deverá estar sempre em contato com o seu médico, para que ele acompanhe a evolução do tratamento e decida quando e como este será interrompido. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer, ocasionalmente, febre, náuseas, dor de estômago, dor de cabeça, sonolência e vertigens. Normalmente, estes efeitos são leves e transitórios e não exigem interrupção do tratamento. Caso algum destes efeitos seja persistente, consulte o seu médico. Raras vezes podem ocorrer reações alérgicas; neste caso, consulte seu médico.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Utilização com outras substâncias: Recomenda- se tomar Nimesulida após as refeições. Não se aconselha a ingestão de álcool ou outros alimentos ou medicamentos que provoquem irritação gástrica durante o tratamento com Nimesulida. É muito importante que você informe ao seu médico os problemas de saúde que você tenha.
    Contra- indicações e Precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
    Nimesulida não deve ser utilizado por:
    ·· pacientes que tenham alergia ao Nimesulida ou outros antiinflamatórios (informe seu médico caso você tenha alergia a algum produto),
    · mulheres grávidas ou em fase de amamentação,
    · pacientes com hemorragias do trato gastrointestinal,
    úlcera péptica (no estômago ou duodeno) em fase ativa,
    · disfunção hepática de moderada a grave e
    · disfunção renal grave.
    É importante que você informe seu médico se tiver:
    ·· doenças hemorrágicas,
    · doenças do trato gastrointestinal superior,
    insuficiência renal,
    insuficiência cardíaca congestiva,
    hipertensão,
    · ou se estiver em tratamento com anticoagulantes ou inibidores da agregação plaquetária.
    Nestes casos, o uso de Nimesulida pode ser feito desde que com supervisão médica adequada.
    Em caso de ingestão excessiva do produto entre em contato com o seu médico.
    Diabéticos: Nimesulida gotas possui 300 mg/ml de açúcar.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS: – NIMESULIDA

    Características: – NIMESULIDA

    O Nimesulida (4′- nitro-2′-fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco antiinflamatório não-esteróide (AINE), que difere dos outros compostos desta categoria por apresentar um radical sulfonanilida em lugar de um radical carboxílico. À semelhança de outros AINEs, possui também ação analgésica e antipirética. O Nimesulida inibe seletivamente a enzima cicloxigenase-2, reduzindo a síntese de prostaglandinas relacionadas à inflamação. Este modo de ação também influi sobre a agregação plaquetária, causando inibição da mesma.
    A estrutura química do Nimesulida indica um mecanismo do tipo “scavenger”, através do qual o fármaco neutraliza a formação de radicais livres de oxigênio produzidos ao nível da cascata do ácido araquidônico e liberados em grande quantidade na origem do processo inflamatório por diversos tipos de células (granulócitos, neutrófilos, macrófagos), sem influenciar a quimiotaxia e a fagocitose.
    Os mecanismos descritos são mais eficazes in vivo, o que sugere uma possível ativação biológica do composto, tornando- o um fármaco de ação antiinflamatória potente. Alguns estudos indicam ter o Nimesulida melhor tolerabilidade e causar menor incidência de efeitos colaterais em comparação com outros fármacos desta classe terapêutica.
    O Nimesulida é prontamente absorvido do trato gastrointestinal, alcançando o pico de concentração plasmática em 1- 2 horas. O nível de ligação às proteínas plasmáticas é cerca de 99% e a meia-vida de eliminação é de 2 a 5 horas. O steady-state é alcançado dentro de 24 a 36 horas, com duas administrações diárias. O Nimesulida é metabolizado no fígado e o seu principal metabólito, hidroxinimesulida, também é farmacologicamente ativo.
    A eliminação é predominantemente renal, mais de 80%, não dando origem a fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas, e além disso apresenta uma boa tolerabilidade sistêmica e gastrointestinal.

    Indicações: – NIMESULIDA

    Nimesulida é indicado como antiinflamatório, analgésico ou antipirético.

    CONTRA-INDICAÇÕES: – NIMESULIDA

    Hipersensibilidade individual ao produto, ao ácido acetilsalicílico ou a outros fármacos antiinflamatórios não- esteróides; hemorragias gastrointestinais; úlcera péptica em fase ativa, disfunção hepática de moderada a grave e disfunção renal grave (clearance de creatinina abaixo de 30 ml/min).

    USO NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO: – NIMESULIDA

    Como para os demais antiinflamatórios não- esteróides (AINES), o uso durante a gravidez não é recomendado.
    O uso de AINES até o final da gravidez está associado a uma incidência maior de distócia e atonia uterina. Os AINES também estão associados à indução do fechamento do ducto arterioso. Até o momento não há informação disponível sobre a excreção do Nimesulida no leite materno e, portanto, este não deve ser administrado a mulheres que estão amamentando.

    PRECAUÇÕES: – NIMESULIDA

    O produto deve ser administrado com cautela a pacientes com histórico de doenças hemorrágicas, portadores de afecções do trato gastrointestinal superior e em pacientes sob tratamento com anticoagulantes e outros fármacos inibidores da agregação plaquetária. Pacientes em tratamento com substâncias de limitada tolerabilidade gástrica devem ser submetidos a rigoroso controle médico.Por ser a eliminação do fármaco predominantemente renal, o produto deve ser administrado com cuidado a pacientes com prejuízo da função hepática ou renal. Pacientes com clearance de creatinina < 30 ml/min devem ter a posologia reduzida. O tratamento deve ser suspenso e deve- se proceder um exame oftalmológico caso ocorram perturbações visuais em pacientes apresentando histórico de perturbações oculares devidas a outros fármacos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs). Não foram relatadas até o momento evidências teratogênicas ou detecção no leite materno, porém o emprego não é aconselhado durante os períodos de gravidez e lactação.
    Em pacientes idosos, é necessária particular atenção na administração do produto.
    Como os outros AINEs, o Nimesulida deve ser usado com cuidado em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, prejuízo da função renal ou depleção do volume extracelular, que são altamente susceptíveis de sofrerem uma redução no fluxo sangüíneo renal. Desta forma, Nimesulida deve ser usado com cuidado em pacientes com distúrbios de coagulação (por exemplo, hemofílicos) e em pacientes sob terapia com anticoagulantes.
    A maioria dos pacientes com hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou outros AINEs podem usar Nimesulida. No entanto, deve- se tomar cuidado com estes indivíduos. Do mesmo modo, pacientes com asma toleram o Nimesulida bem; mas a possibilidade de precipitação de broncoespasmo não pode ser inteiramente excluída.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: – NIMESULIDA

    Nimesulida / fármacos de alta ligação plasmática:
    O Nimesulida tem um alto nível de ligação às proteínas plasmáticas e pode ser deslocado de seus sítios de ligação pela administração concomitante de outras drogas, tais como fenofibrato, ácido salicílico, ácido valpróico e tolbutamida. Além disso, o Nimesulida também pode deslocar outras drogas, como o ácido acetilsalicílico e metotrexato, das proteínas plasmáticas. No entanto, não há evidência até o momento de que estas interações tenham significância clínica. Não há evidência de que o Nimesulida afete a glicemia em jejum ou a tolerância à glicose em pacientes diabéticos tratados com sulfoniluréias.
    Nimesulida / warfarina:
    Normalmente o Nimesulida não afeta a resposta à warfarina; no entanto, como alguns poucos pacientes podem apresentar um aumento do efeito anticoagulante, recomenda- se que o status da coagulação do paciente seja monitorizado quando as duas drogas forem administradas em conjunto.
    Nimesulida / ácido acetilsalicílico / outros antiinflamatórios não- esteróides (AINEs):
    O uso de dois ou mais AINEs, incluindo o ácido acetilsalicílico, pode levar a um aumento dos efeitos adversos gastrointestinais.

    Nimesulida / fenitoína:

    Pode haver potencialização da ação da fenitoína.
    AINEs / lítio / metotrexato / probenecida / ciclosporina / álcool:
    Foram documentadas interações entre antiinflamatórios não- esteróides e lítio, metotrexato, probenecida e Nimesulida. Portanto, recomenda-se cuidado na administração concomitante de Nimesulida com qualquer uma destas drogas, devido ao aumento do risco de hemorragias gastrointestinais.
    Não houve interações clinicamente significativas com a administração concomitante de Nimesulida com digoxina, teofilina, glibenclamida, cimetidina e antiácidos.

    REAÇÕES ADVERSAS: – NIMESULIDA

    Ocasionalmente podem ocorrer febre, náuseas, epigastralgias e cefaléias, geralmente leves e transitórias.À semelhança de outros fármacos antiinflamatórios não- esteróides, o medicamento pode provocar sonolência e vertigens. Foram observados, raras vezes, casos de erupções cutâneas do tipo alérgico.

    POSOLOGIA – NIMESULIDA

    Aconselha- se administrar Nimesulida após as refeições. Em casos de insuficiência renal, a posologia deve ser adaptada às necessidades de cada paciente, de acordo com os valores da filtração glomerular.

    As gotas de Nimesulida são particularmente adequadas para o uso pediátrico, por possibilitar uma posologia adaptada a cada caso, de acordo com o peso corpóreo da criança e dentro do esquema posológico recomendado para crianças.
    Cada gota do produto contém 2,5 mg de nimesulida.

    Crianças acima de um ano:
    A posologia recomendada é de 5 mg/Kg/dia, fracionada à critério médico em duas administrações. Recomenda- se administrar uma gota por kg de peso, duas vezes ao dia, diretamente na boca da criança ou se preferir, diluída em um pouco de água açucarada.

    O frasco deve ser agitado antes da administração das gotas.

    SUPERDOSAGEM: – NIMESULIDA

    Até o momento não foram observados casos de superdosagem com o produto. Em caso de superdosagem com o produto, recomenda- se indução de emese ou aspiração e lavagem gástrica. Se ocorrer intoxicação, pode ser necessária diurese alcalina e se houver comprometimento da função renal, poderá ser necessária a realização de uma hemodiálise.

    PACIENTES IDOSOS: – NIMESULIDA

    Estudos clínicos realizados em idosos não indicaram a necessidade de alteração da dose normal. No entanto, como os pacientes idosos podem ser mais susceptíveis aos efeitos adversos, uma dose reduzida pode ser apropriada em casos isolados.

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  • Composição – LIPITOR

    Cada comprimido revestido contém,respectivamente: atorvastatina cálcica equivalente a 10 mg de atorvastatina e atorvastatina cálcica equivalente a 20 mg de atorvastatina.

    Posologia e Administração – LIPITOR

    O paciente deve ser inserido em uma dieta padrão para a redução do colesterol antes de iniciar o tratamento com Lipitor e deve continuar com esta dieta durante o tratamento com Lipitor. A dose inicial usual é de 10 mg em dose única diária. As doses devem ser individualizadas de acordo com os níveis nasais de LDL- C, o objetivo do tratamento e a resposta do paciente. Ajustes de doses devem ser realizados em intervalos de 4 semanas ou mais. A dose máxima é de 80 mg em dose única diária. As doses podem ser administradas a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos. Hipercolesterolemia e hiperlipidemia mista: a maioria dos pacientes e controlada com 10 mg de atorvastatina em dose única diária. A resposta terapêutica é evidente dentro de 2 semanas, e a resposta máxima é geralmente atingida em 4 semanas. A resposta é mantida durante tratamento crônico. Hipercolesterolemia familiar homozigótica: adultos: em um estudo em pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica, a maioria dos pacientes respondeu a 80 mg de atorvastatina com uma redução maior de 15% no lDL-C (18%-45%). Crianças: a experiência no tratamento de pacientes pediátricos (com doses de até 80 mg/dia) é limitada. Doses em pacientes com insuficiência renal: a insuficiência renal não apresenta qualquer influência nas concentrações plasmáticas da atorvastatina ou na redução de LDL-C; portanto, o ajuste de dose não é necessário. Uso em idosos: a eficácia e a segurança do uso do medicamento em pacientes idosos (70 anos de idade ou mais) utilizando as doses recomendadas são similares às observadas na população em geral. – Superdosagem: não há um tratamento específico para o tratamento de superdosagem por atorvastatina. No caso de superdosagem, o paciente deve receber tratamento sintomático e devem ser instituídas medidas de suporte, conforme a necessidade. Devido à alta ligação à proteínas plasmáticas, a hemodiálise não deve aumentar a depuração da atorvastatina significantemente.

    Precauções – LIPITOR

    geral: antes de ser instituída a terapia com Lipitor, deve ser realizada uma tentativa de controlar a hipercolesterolemia com dieta apropriada, exercícios e redução de peso em pacientes obesos, e tratar outros problemas médicos subjacentes. A atorvastatina pode causar elevação dos níveis de creatina fosfoquinase e transaminase. Os pacientes devem ser aconselhados a relatar imediatamente a ocorrência de dor, alterações de consistência da massa muscular ou fraqueza muscular de origem indeterminada, principalmente se forem acompanhados de mal- estar ou febre. Advertências: efeitos hepáticos: como os outros agentes redutores de lipides da mesma classe, elevações moderadas (3 vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas têm sido reportadas após tratamento com atorvastatina. Os aumentos não estavam geralmente associados à icterícia ou a outros sinais e sintomas clínicos. Quando a dose de atorvastatina foi reduzida ou o tratamento foi interrompido ou descontinuado, os níveis de transaminase retornaram aos níveis anteriores ao tratamento. A maioria dos pacientes continuou o tratamento com uma dose reduzida de atorvastatina sem seqüelas. Testes de função hepática devem ser realizados antes do início do tratamento e periodicamente durante o tratamento. Pacientes que desenvolverem quaisquer sinais ou sintomas sugestivos de danos hepáticos devem realizar testes de função hepática. Pacientes que desenvolverem níveis de transaminase elevados devem ser monitorados até que a anormalidade se resolva. Se persistir um aumento de AST e ALT (TGO e TGP) maior que 3 vezes o limite superior da normalidade, recomenda-se redução da dose ou a descontinuação do tratamento com Lipitor. A atorvastatina deve ser utilizada com precaução em pacientes que consomem quantidades apreciáveis de álcool e/ou apresentam história de doença hepática. Doença hepática ativa ou elevações persistentes de origem indeterminada das transaminases são contra-indicações ao uso de atorvastatina Efeitos na musculatura esquelética: mialgia tem sido relatada em pacientes tratados com atorvastatina. Miopatia, definida como dor ou fraqueza muscular em conjunto com aumentos nos valores de creatina fosfoquinase (CPK) maiores que 10 vezes o limite superior da normalidade, deve ser considerada em qualquer pacientes com mialgias difusas, fragilidade ou fraqueza muscular e/ou elevações consideráveis de CPK. Os pacientes devem ser informados para relatar imediatamente a ocorrência de dor, fragilidade ou fraqueza muscular de origem indeterminada, particularmente se for acompanhada de mal-estar ou febre. O tratamento com Lipitor deve ser descontinuado no caso de ocorrências de níveis consideravelmente elevados de CPK ou de diagnose ou suspeita de miopatia. O risco de miopatia durante o tratamento com outras drogas desta classe é aumentado com a administração concomitante de ciclosporina, fibratos, eritromicina; niacina ou antifúngicos azólicos. Médicos considerando tratamento de atorvastatina e fibratos, eritromicina, medicamentos imunossupressores, antifúngucas azólicos ou niacina sob dosagem hipolipemiante, devem avaliar cuidadosamente os potenciais benefícios e riscos e devem monitorar cuidadosamente os pacientes para quaisquer sinais e sintomas de dor, fragilidade ou fraqueza muscular, particularmente durante os meses iniciais de tratamento e durante qualquer período de aumento de dose de uma das drogas. Determinações periódicas de creatina fosfoquinase (CPK) podem ser consideradas em tais situações, mas não há qualquer garantia de que tal monitoração irá prevenir a ocorrência de miopatia severa. O tratamento com Lipitor deve ser interrompido temporariamente ou descontinuado em qualquer paciente com uma condição séria e aguda sugestiva de miopatia ou que apresente um fator de risco que o predisponha ao desenvolvimento de insuficiência renal secundária à rabdomiólise, (por exemplo, infecção aguda severa, hipotensão, cirurgia de grande porte, politraumatismos, distúrbios endócrinos, eletrolíticos e metabólicos graves ou convulsões não controladas). – Interações medicamentosas: o risco de miopatia durante o tratamento com outros medicamentos desta classe se apresenta aumentando com a administração concomitante de ciclosporina, fibratos, eritromicina, antifúngicos azólicos ou niacina. Antiácidos: a co-administração de atorvastatina com cum antiácido na forma de suspensão oral contendo hidróxido de magnésio e de alumínio provoca uma diminuição nas concentrações plasmáticas de atorvastatina em aproximadamente 35%; entretanto, a redução no LDL-C não apresentou alterações. Antipirina: uma vez que a atorvastatina não afeta a farmacocinética da antipirina, não são esperadas interações com outras drogas metabolizadas através das mesmas isoenzimas. Colestiramina: as concentrações plasmáticas de atorvastatina foram menores (aproximadamente 25%) quando a colestiramina foi administrada com atorvastatina. Entretanto, os efeitos nos lípides foram maiores quando a atorvastatina e colestiramina, foram co-administradas em comparação à administração isolada de qualquer uma das drogas. Digoxina: a co-administração de doses múltiplas de atorvastatina e digoxina aumentou as concentrações plasmáticas de steady-state de digoxina em aproximadamente 20%. Pacientes utilizando digoxina devem ser monitorados apropriadamente. Eritromicina: em indivíduos sadios, a co-administração de eritromicina (500 mg, 4 vezes ao dia), um conhecido inibidor de citocromo P450 3A4, se mostrou associado a concentrações plasmáticas mais elevadas de atorvastatina. Contraceptivos orais: a co-administração com um contraceptivo oral contendo noretindrona e etinil-estradiol aumentou os valores de AUC de noretindrona e etinil-estradiol em aproximadamente 30% e 20%. Estas elevações devem ser consideradas na seleção do contraceptivo oral em mulheres utilizando Lipitor. Estudos de interação de atorvastatina com varfarina e cimetidina foram realizados e não foram observadas quaisquer alterações clinicamente significantes. Outros tratamentos concomitantes: em estudos clínicos, a atorvastatina foi utilizada concomitantemente com agentes anti-hipertensivos e terapia de reposição de estrógenos sem evidência de interações adversas clinicamente significantes. Estudos de interação com agentes específicos não foram realizados. Uso gravidez e lactação: Lipitor é contra-indicado durante a gravidez ou lactação. Mulheres em idade fértil devem utilizar medidas contraceptivas eficazes. Lipitor (atorvastatina cálcica) deve ser administrado a mulheres em idade fértil somente quando se verificar altamente improvável a gravidez e estas pacientes tenham sido informadas dos potenciais riscos ao feto. Não existem estudos sobre a presença de atorvastatina no leite materno. Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas em lactentes. mulheres utilizando Lipitor não devem amamentar. Uso pediátrico: a experiência no tratamento de crianças é limitada a doses de até 80 mg/dia de atorvastatina por 1 ano em 8 pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica. Não foram relatadas quaisquer anormalidades clínicas ou bioquímicas nestes pacientes.

    Reações adversas – LIPITOR

    Lipitor é geralmente bem tolerado. As reações adversas têm sido geralmente de natureza leve e transitória. Os efeitos adversos mais freqüentes associados ao tratamento com atorvastatina, em pacientes participando de estudos clínicos controlados foram constipação, flatulência, dispepsia, dor abdominal cefaléia, náusea, mialgia, astenia e insônia. Os seguintes efeitos adversos adicionais têm sido relatados em estudos clínicos com atorvastatina: câimbras musculares, miosite, miopatia, parestesia, neuropatia periférica, pancreatite, hepatite, icterícia colestática, anorexia, vômito alopecia, prurido, rash, impotência, hiperglicemia e hipoglicemia. Nem todos os efeitos listados foram necessariamente associados ao tratamento com atorvastatina.

    Contra-Indicações – LIPITOR

    pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula; doença hepática ativa ou elevações persistentes das transaminases séricas de origem indeterminada, excedendo em 3 vezes o limite superior da normalidade; durante a gravidez ou lactação e em mulheres em idade fértil que não estejam utilizando medidas contraceptivas eficazes. Lipitor deve ser administrado a mulheres em idade fértil somente quando se verificar altamente improvável a gravidez e estas pacientes tenham sido informadas dos potenciais riscos ao feto.

    Indicações – LIPITOR

    adjunto à dieta para a redução de níveis elevados de colesterol total, LDL: colesterol, apolipoproteína B e triglicérides em pacientes com hipercolesterolemia primária; hiperlipidemia combinada (mista); e hipercolesterolemia familiar heterozigótica e homozigótica, quando a resposta à dieta e outras medidas não farmacológicas forem inadequadas.

    Apresentação – LIPITOR

    Lipitor 10 mg embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos de 10 mg e embalagens contendo 30 comprimidos revestidos de 20 mg.

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