• Xarope 07.02.2019 No Comments

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Acetilcisteína

    Medicamento Genérico, Lein°.9.787, de 1999”

     Apresentações:

    Xarope para uso oral 20 mg/mL. Embalagens com 100 mL, 120 mL e 150 mL + copo dosador.Xarope para uso oral 40 mg/mL. Embalagens com 100 mL, 120 mL e 150 mL + copo dosador

    USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS.

     Composição:

    Cada 1 mL de xarope pediátrico contém: acetilcisteína………………………………………………………………………………………………………………………….20 mg veículo* q.s.p………………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL*excipiente: hietelose, sacarina sódica, ciclamato de sódio, propilparabeno, metilparabeno, hidróxido de sódio, essência de framboesa, edetato dissódico di-hidratado, propilenoglicol, água purificada.Cada 1 mL de xarope adulto contém: acetilcisteína………………………………………………………………………………………………………………………….40 mgveículo* q.s.p………………………………………………………………………………………………………………………….1 mL *excipiente: hietelose, sacarina sódica, ciclamato de sódio, propilparabeno, metilparabeno, hidróxido de sódio, essência de framboesa, edetato dissódico di-hidratado, propilenoglicol, água purificada. Conteúdo desacarina sódica por apresentação.

     Informações a Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Este é um medicamento expectorante indicado quando se tem dificuldade para expectorar e há muita secreção densa e viscosa, tais como bronquite aguda, bronquite crônica e suas exacerbações (piora do quadro clínico e complicações), enfisema pulmonar (doença crônica caracterizada pelo comprometimento dos pulmões), pneumonia (inflamação nos pulmões e brônquios), colapso/atelectasias pulmonares (fechamento dos brônquios), mucoviscidose (doença hereditária que produz muco espesso, também conhecida por fibrose cística). Também é indicado para intoxicação acidental ou voluntária por paracetamol.

      Como este medicamento funciona?

    A acetilcisteínaé um medicamento expectorante que ajuda a eliminar as secreções produzidas nos pulmões, facilitando a respiração. A acetilcisteína modifica as características da secreção respiratória (muco) reduzindo sua consistência e elasticidade, tornando-a mais fluida ou mais liquefeita, o que facilita a sua eliminação das vias respiratórias. A acetilcisteína funciona ainda como antídoto de danos hepáticos provocados pelo paracetamol, regenerando os estoques de uma substância vital para a função normal do fígado (a glutationa). A acetilcisteínaé rapidamente absorvida no trato gastrointestinal. O início de sua ação ocorre dentro de uma hora após sua administração, quando alcança concentrações máximas nas secreções brônquicas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    A acetilcisteína é contra indicada para pacientes alérgicos a acetilcisteína e/ou demais componentes de sua formulação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 2 anos.Não há contraindicações para o tratamento de overdose de paracetamol com acetilcisteína.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    A presença de odor sulfúreo (enxofre) não indica alteração no medicamento, pois é característico do princípio ativo contido no mesmo. É recomendada precaução quando utilizado por pacientes com úlcera péptica ou histórico de úlcera, especialmente no caso de administração concomitante à outros medicamentos com conhecido efeito irritativo à mucosa gástrica. A administração da acetilcisteína, principalmente no início do tratamento, pode fluidificar a secreção brônquica e aumentar seu volume. Se efetivamente o paciente não conseguir expectorar, deve ser realizada a drenagem postural, aspiração brônquica e/ou outras medidas para drenagem de secreção. Uso em idosos Devem-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento, salvo em situações especiais. Uso pediátrico Agentes mucolíticos podem induzir obstrução respiratória em crianças abaixo de 2 anos. Devido às características fisiológicas das vias aéreas nessa faixa etária, a habilidade de expectorar pode ser limitada. Portanto agentes mucolíticos não devem ser utilizados em crianças com menos de 2 anos de idade. Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 2 anos. Pacientes portadores de asma brônquica devem ser rigorosamente monitorados durante o tratamento; se ocorrer broncoespasmo (contração dos brônquios causando dificuldade para respirar ou chiado no peito), suspender a acetilcisteína imediatamente e iniciar tratamento adequado. A acetilcisteínapode afetar moderadamente o metabolismo da histamina, portanto deve-se ter cautela quando administrar o produto para o tratamento ao longo prazo em pacientes com intolerância à histamina, uma vez que sintomas de intolerância pode ocorrer (dor de cabeça, rinite vasomotora e prurido). O paciente que utiliza a acetilcisteínapode dirigir e operar máquinas, pois o medicamento não diminui a atenção e o estado de vigília do paciente.

     Gravidez e lactação:

    Há escassez de dados clínicos sobre mulheres expostas à acetilcisteína durante a gravidez.Estudos com animais não sugerem nenhum efeito nocivo,direto ou indireto, na toxicidade reprodutiva. Como medida de precaução, é preferível evitar o uso de Acetilcisteína na gravidez. Não há informações disponíveis sobre o efeito da acetilcisteína na fertilidade humana. Estudos em animais não indicaram efeitos nocivos com relação à fertilidade humana nas dosagens recomendadas. Não há informações disponíveis sobre a excreção da acetilcisteína e seus metabólitos pelo leite materno. O produto só deve ser usado durante a gravidez e lactação depois de cuidados a avaliação de risco-benefício. O risco para criança amamentada não pode ser excluído. Atenção pacientes sob dietas restritivas de sódio: a acetilcisteína em todas as apresentações de uso oral adulto e pediátrico contém sódio. A acetilcisteína xarope 20 mg/mL e 40 mg/mL contém p-hidroxibenzoato (metilparabeno e propilparabeno). Estas substâncias podem causar reações alérgicas (possivelmente tardias). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Interações medicamentosas Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos. acetilcisteína não deve ser administrado concomitantemente com fármacos antitussígenos, pois a redução do reflexo tussígeno pode levar ao acúmulo de secreções brônquicas. O uso de carvão ativado pode reduzir o efeito de acetilcisteína. Dissolução de formulações de acetilcisteína com outros medicamentos não é recomendada. Relatos de inativação de antibióticos com acetilcisteína foram encontrados apenas em estudos “in vitro” onde as substâncias foram misturadas diretamente. Portanto quando o tratamento com antibiótico oral for necessário é recomendado o uso de acetilcisteína oral 2 horas antes ou depois da administração do antibiótico. A administração concomitante de nitroglicerina e acetilcisteína causam hipotensão significante e, aumentam a dilatação da artéria temporal. Se houver necessidade de tratamento concomitante com nitroglicerina e acetilcisteína, os pacientes devem ser monitorados, pois pode ocorrer hipotensão, inclusive grave, devendo-se ter atenção para a possibilidade de cefaleias (dor de cabeça). Avise seu médico ou farmacêutico se você usar medicamentos a base de nitrato, em conjunto com o uso de acetilcisteína.O uso concomitante de acetilcisteína e carbamazepina podem resultar em níveis subterapêuticos de carbamazepina.Alterações de exames laboratoriais A acetilcisteína pode interferir no método de ensaio colorimétrico de mensuração do salicilato e interferir também, no teste de cetona na urina. Interações com alimentos Até o momento não foi relatada interação entre acetilcisteína. e alimentos. Não há nenhuma indicação sobre a administração do produto antes ou após as refeições.Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Manter à temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Proteger da luz e manter em lugar seco. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 14 dias.A acetilcisteína apresenta-se através de uma solução límpida, incolor, com sabor e odor de framboesa, isento de partículas e impurezas.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

      Como devo usar este medicamento?

    A acetilcisteína é um medicamento que não necessita de prescrição médica obrigatória. Leia as informações da bula antes de utilizá-lo e, se persistirem os sintomas ao fazer uso deste medicamento, suspenda o uso e procure orientação médica. Aacetilcisteína deve ser administrada somente por via oral e não deve ser diluído.
    Dosagem Pediátrico (crianças acima de 2 anos) acetilcisteína pediátrico 20 mg/mL:IdadeDoseFreqüência2 a 4 anos100 mg (5 mL)2 a 3 vezes ao dia ou a critério médico. Acima de 4 anos100 mg (5 mL)3 a 4 vezes ao dia ou a critério médico. Adultos acetilcisteína adulto 40 mg/mL: Dose de 600 mg (15 mL), 1 vez ao dia, de preferência à noite. A duração do tratamento é de 5 a 10 dias, não desaparecendo os sintomas procure um médico. Indicações específicas para uso adulto e pediátrico -Complicação Pulmonar da Fibrose Cística A posologia recomendada para este caso é a seguinte: -Crianças acima de 2 anos de idade: 200 mg (10 mL de xarope pediátrico) a cada 8 horas; -Adultos: 200 mg (5 mL de xarope adulto) a 400 mg (10 mL de xarope adulto) a cada 8 horas. A critério médico, as doses acima podem ser aumentadas até o dobro. -Intoxicação acidental ou voluntária por paracetamol. Por via oral, dose inicial de 140 mg/kg de peso corpóreo o mais rápido possível, dentro de 10 horas da ingestão do agente tóxico, seguidas de doses únicas de 70 mg/kg de peso corpóreo a cada 4 horas, por 1-3 dias.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião dentista.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la o quanto antes, e tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos mais frequentemente associados com a administração oral de acetilcisteína são gastrointestinais. Reações de hipersensibilidade incluindo choque anafilático, reação anafilática/anafilactóide, broncoespasmo, angioedema, rash e prurido tem sido reportados com menor frequência. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade, cefaleia (dor de cabeça), zumbido no ouvido, taquicardia, vômito, diarreia, estomatite, dor abdominal, náusea, urticária, rash, angioedema (alergia), prurido (coceira), febre e pressão arterial baixa. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): bronco espasmo (chiado no peito), dispneia (falta de ar) e dispepsia (indigestão). Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): choque anafilático, reação anafilática/anafilactóide e hemorragia. Reação com frequência desconhecida: edema (inchaço) de face. Em casos raríssimos houve relato de reações severas da pele, como síndrome de Stevens-Johnson e síndrome de Lyell, com relação temporal com a administração da acetilcisteína. Na maioria dos casos havia envolvimento provável de pelo menos uma droga co-suspeita na provocação da síndrome muco-cutânea relatada. Por isso, é preciso consultar o médico assim que ocorrer alguma nova alteração na pele ou em membranas mucosas, a acetilcisteína deve ser interrompida imediatamente. Também já foi descrita redução da agregação plaquetária com o uso da acetilcisteína. O significado clínico desta alteração ainda não está estabelecido. Se for observada qualquer outra reação não descrita nesta bula, informe seu médico.Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Voluntários saudáveis receberam 11,2 g de acetilcisteína diariamente por três meses sem ocorrência de qualquer evento adverso sério. Doses acima de 500 mg de NAC/kg de peso foram bem toleradas sem nenhum sintoma de envenenamento. A superdosagem pode levar a sintomas gastrintestinais, como náusea, vômito e diarreia.Não há antídoto específico para a acetilcisteína e o tratamento é sintomático.Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações

      DIZERES LEGAIS

    Registro MS-1.0235.0630

    Farmacêutico Responsável: Dr. Ronoel Caza de Dio-CRF-SP 19.710EMS S/A

    Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08, Chácara Assay

    CEP: 13186-901-Hortolândia/SP CNPJ nº. 57.507.378/0003-65

    Indústria Brasileira

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  • rinofluimucil-remedio-fotoRinofluimucil®

    acetilcisteína
    sulfato de tuaminoeptano

    Forma farmacêutica, via de administração e apresentação comercializada:

    Solução nasal. Frasco contendo 12 mL + conta-gotas
    Uso Nasal – Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada 1 mL de solução nasal contém:
    acetilcisteína …………………………………………………………………………………………………………………..10 mg
    sulfato de tuaminoeptano……………………………………………………………………………………………………5 mg
    excipientes*q.s.p.: ………………………………………………………………………………………………………………1mL
    *(ditiotreitol, edetato dissódico, hidróxido de sódio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de sódio
    monobásico, hipromelose, cloreto de benzalcônio, álcool etílico, sorbitol, aroma de menta e água).

    Informações ao Paciente:

    Como este medicamento funciona?

    Rinofluimucil® é um descongestionante nasal que possui em sua fórmula duas substâncias: a acetilcisteína que fluidifica as secreções ou o muco das vias aéreas (nariz) facilitando a sua limpeza e o sulfato de tuaminoeptano que promove o alívio imediato da congestão nasal provocada pela rinite e sinusite.

    Por que este medicamento foi indicado?

    Rinofluimucil® é indicado para o tratamento de rinites e sinusites.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contra-indicações:

    Rinofluimucil® é contra-indicado para pessoas sensíveis a acetilcisteína e/ou sulfato de tuaminoeptano e/ou demais componentes de sua formulação, ou em pacientes portadores de glaucoma e hipertiroidismo.

    Advertências:

    Rinofluimucil® deve ser usado com precaução em pacientes com doença cardiovascular, problemas na tireóide, crianças asmáticas, indivíduos com dificuldade em urinar e idosos que tenham a próstata aumentada. O uso excessivo de medicamentos vasoconstritores pode provocar efeito rebote com congestão e excesso de secreção.

    Uso durante a gravidez e lactação:

    Classe de risco C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientaçãomédica ou do cirurgião-dentista.
    Rinofluimucil® apenas deve ser utilizado por mulheres grávidas e lactantes em casos de extrema necessidade e sob cuidadosa supervisão médica.
    Não se sabe se as substâncias de Rinofluimucil® são encontradas no leite materno, por isso não é aconselhado o seu uso durante a amamentação.

    Uso pediátrico:

    Recomenda-se cautela ao administrar Rinofluimucil® em crianças asmáticas. Somente para praticantes de esportes. O uso de Rinofluimucil® pode ocasionar resultados positivos nos testes antidoping.

    Posso dirigir ou operar máquinas enquanto estiver usando Rinofluimucil®?

    Rinofluimucil® não interfere no estado de vigília e atenção do paciente, o que permite a você dirigir e operar máquinas normalmente enquanto estiver fazendo uso do medicamento.Recomenda-se precaução de uso em pacientes em tratamento concomitante como inibidores da
    monoaminoxidase (IMAOS). Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 6 anos. Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Como devo usar este medicamento?

    Aspecto físico e características organolépticas do medicamento. A solução nasal é um líquido incolor, límpido, com um leve odor de menta com fundo sulfúreo, que é característico da acetilcisteína.

    O que devo dizer a meu médico antes de administrar Rinofluimucil®?

    Durante a consulta, avise seu médico se possui algum problema cardíaco; problema na tireóide (remoção da tireóide ou se toma hormônio para tireóide); asma; próstata aumentada; glaucoma ou hipertensão.

    Dosagem:

    Adultos:

    3 a 4 gotas em cada narina de 3 a 4 vezes ao dia.

    Crianças:

    1 a 3 gotas em cada narina de 3 a 4 vezes ao dia.

    O que fazer no caso de esquecer de administrar uma dose?

    Se você deixou de aplicar uma dose, deverá fazê-lo o quanto antes, e administrar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.

    Como usar:

    1. Abra o frasco (Fig.1).
    2. Aproxime o conta-gotas da solução.
    3. Aspire à solução para o conta-gotas.
    4. Aplique as gotas nas narinas. O conta-gotas não deve ser introduzido no interior da narina, pois poderá contaminar o medicamento.
    5. Não limpe o conta-gotas com água, mas sim com papel absorvente, pois a água acelera a degradação do medicamento.
    6. Rosqueie o frasco com o conta-gotas (Fig.2).
    Não tome a solução, o seu uso é nasal. O medicamento já vem pronto para o uso, não é necessário diluir com água.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
    Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

    Quais os efeitos colaterais que este medicamento pode causar?

    Rinofluimucil® raramente apresenta reações adversas. Dentre as relatadas tem-se: excitabilidade,palpitações do coração, aparecimento de acne, irritação da mucosa do nariz, secura da mucosa do nariz, coceira, vermelhidão no local, espirro excessivo, paladar desagradável. As reações adversas desaparecem após a interrupção do tratamento.

    O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Em caso de superdose, acidental ou intencional, avise seu médico imediatamente para que ele possa prestar atendimento de urgência. O tratamento deve ser sintomático.

    Onde e como devo guardar este medicamento?

    Manter este medicamento em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).
    Recomenda-se manter o frasco aberto o menor tempo possível durante a aplicação.
    Este medicamento, depois de aberto, somente poderá ser consumido em 15 dias.

    Informações técnicas aos profissionais de saúde
    Caracteristicas farmacológicas:

    Mecanismo de ação
    Rinofluimucil® é uma associação terapêutica composta por acetilcisteína e sulfato de tuaminoeptano.

    Acetilcisteína :

    Trata-se de um fármaco mucolítico direto que atua sobre as características reológicas do muco,destruindo as pontes dissulfeto das macromoléculas mucoproteícas presentes na secreção brônquica. Esta ação farmacológica realiza-se graças à presença de um grupo sulfidrílico (-SH) livre na molécula que proporciona a sua atividade biológica. A ação determina a formação de moléculas com um pesomolecular inferior, o que contribui para uma maior fluidez do muco ao reduzir a sua viscosidade. A acetilcisteína é eficaz na redução da consistência e elasticidade do muco, observando-se uma relação dose e tempo/resposta. Os aumentos progressivos das concentrações de acetilcisteína provocam
    uma maior e mais rápida redução de viscosidade. Acetilcisteína é um derivado do aminoácido natural cisteína e age como precursor do agente redutor glutationa, uma molécula endógena com papel crucial no mecanismo de defesa de agentes tóxicos. A acetilcisteína também tem demonstrado ser essencial no controle de várias condições patológicas onde está presente o estresse oxidativo, como bronquite aguda e crônica, rinite e sinusite. A eficácia terapêutica de acetilcisteína, nos processos inflamatórios nasais como a rinite, é interpretada por suas ações farmacológicas: redução da viscosidade do muco e efeitos antiinflamatórios/antioxidante. A redução da viscosidade do muco facilita a remoção e evita a evolução para a infecção (sinusite). O efeito antiiflamatório/antioxidante se dá pela cisteína que é o precursor da glutationa, um dos mais importantes antioxidantes presentes na célula, por inibição da função monócita, neutrófila e quimiotáxica. De acordo com os estudos in vitro, a acetilcisteína possui efeito antiinflamatório em condições alérgicas.

    Sulfato de tuaminoeptano:

    Este agente simpatomimético (agonista alfa-adrenérgico) é utilizado como descongestionante nasal tópico para o tratamento sintomático de todas as formas de rinite.

    Farmacocinética:

    Rinofluimucil® pode ser absorvido sistemicamente através da mucosa nasal e do trato gastrintestinal após administração intranasal, resultando em efeitos adversos sistêmicos, principalmente em doses excessivas.

    Farmacodinâmica:

    Rinofluimucil® contém acetilcisteína, um agente mucolítico que também melhora a atividade mucociliar das mucosas do trato respiratório. Particularmente neste medicamento a acetilcisteína reduz a viscosidade das secreções das mucosas nos processos catarrais e gripais facilitando a sua expulsão. Esta ação é obtida pela despolimerização dos complexos mucoproteícos e ácidos nucléicos, que conferem a viscosidade às secreções purulentas e mucopurulentas. Rinofluimucil® ,também contém sulfato de tuaminoeptano, um agente alfa adrenérgico, onde sua administração tópica nas mucosas nasais proporciona uma ação vasoconstritora prolongada.

    Resultados de eficácia:

    Eficácia na rinite:

    Em um estudo com 71 pacientes com quadro clínico de rinite purulenta ou mucopurulenta e rinite vasomotora e alérgica, Rinofluimucil® (3 a 4 gotas, 4 vezes ao dia durante 10 dias) produziu melhora mais significativa nos casos graves do que em comparação com os casos leves, e, por isso foi considerado um medicamento de escolha para a rinite. Ademais, também foi bem tolerado pelos pacientes (1).

    Eficácia na pediatria:

    Em 39 pacientes com idade média de 5,3 anos foram administradas de 3 a 4 gotas de Rinofluimucil®, 3 vezes ao dia e durante 7 dias. Ao final do tratamento observou-se que houve melhora em 54% dos casos na aparência da secreção e melhora de 83% no local da inflamação.
    Quanto ao prurido, houve uma melhora superior a 90% dos casos. Em nenhum dos pacientes tratados foram observados efeitos adversos. Pôde-se concluir que Rinofluimucil® é eficaz nos casos de rinite purulenta acompanhada de abundante secreção viscosa em crianças (2) .

    Eficácia nos processos inflamatórios:

    Num estudo duplo-cego Rinofluimucil® foi avaliado quanto à eficácia nos processos inflamatórios nasais agudos ou crônicos reagudizados, de etiologia infecciosa e/ou alérgica, com a finalidade de avaliar os efeitos descongestionante, antiinflamatório e mucolítico. Foram avaliados 120 pacientes,com idade entre 2 a 43 anos, com Rinofluimucil®, sendo que no final do estudo (3 gotas em cada fossa nasal, 3 vezes ao dia e durante 4 dias consecutivos) observou-se que 75% dos casos tiveram melhora. Por meio de um estudo aberto, multicêntrico com 70 pacientes com idade entre 9 meses e 55 anos com rinite, otite simples ou complicada e sinusite, sob tratamento com Rinofluimucil® (3 a 4 gotas, 3 a 4 vezes ao dia, durante 5 a 10 dias), observou-se uma melhora significativa em mais de 80% dos casos.

    Indicações:

    Rinofluimucil® é indicado para o tratamento de rinites agudas, subagudas e crônicas, principalmente com secreção mucosa, mucopurulenta e/ou presença de formações mucocrostosas e para o tratamento de sinusites agudas e crônicas.

    Contra-Indcações:

    Este medicamento é contra-indicado para pacientes com histórico de hipersensibilidade conhecida a acetilcisteína, sulfato de tuaminoeptano e/ou demais componentes de sua formulação, glaucoma de ângulo fechado, hipertireoidismo, Este medicamento não deve ser usadodurante o tratamento com inibidores da monoamino oxidase (IMAO) e nas duas semanas seguintes ao término do tratamento.

    Modo de usar:

    Vide orientações descritas anteriormente.

    Conservação do medicamento depois de aberto:

    Manter na embalagem original. Conservar a temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) por no máximo 15 dias.

    Advertências:

    Os agentes simpatomiméticos devem ser usados com precaução em pacientes que podem ser suscetíveis aos seus efeitos, particularmente em pessoas com doença cardiovascular, como doença isquêmica cardíaca, arritmia, taquicardia, arteriosclerose, hipertensão ou aneurisma, angina pectoris,hipertireoidismo, crianças asmáticas, indivíduos com dificuldade em urinar, e pacientes idosos que tenham hipertrofia da próstata. O uso excessivo de vasoconstritores pode provocar o efeito rebote com congestão e rinorréia. Pacientes que fazem uso de inibidores da MAO devem ter precaução para utilizar Rinofluimucil®. O uso de Rinofluimucil® pode ocasionar resultados positivos nos testes antidoping.

    Interações Medicamentosas:

    Não há evidência na literatura clínica de interação medicamentosa significativa de Rinofluimucil® com outras drogas. Pacientes que fazem uso de inibidores da MAO devem suspender o tratamento 14 dias antes de iniciar o tratamento com Rinofluimucil®.

    Reações adeversas ao medicamento:

    As doses mais altas freqüentemente administradas podem causar reações adversas de natureza adrenérgica como aumento da excitabilidade, palpitações cardíacas e tremores. Algumas vezes,foram relatadas erupções de acne, que desapareceram com a interrupção do tratamento, secura do nariz e da garganta. De 1.049 pacientes tratados em estudos com Rinofluimucil® apenas 24 (2,3%) apresentaram reações adversas, entre elas foram relatadas: irritação da mucosa nasal, secura da mucosa nasal,prurido, rubor local, estimulação ao espirro, paladar desagradável. As reações adversas relatadas nos estudos foram reversíveis com a interrupção do tratamento com o medicamento.

    Superdose:

    Não foram relatados casos de superdose até o momento. Recomenda-se tratamento sintomático.

    Armazenagem:

    Manter este medicamento em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30ºC).
    Este medicamento, depois de aberto, somente poderá ser consumido em 15 dias.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Nº lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.
    Registro MS-1.0084.0112
    Farm. Resp. : Dr. Helcio Garcia de Souza – CRF-SP 37.345
    Fabricado por:
    ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA.
    Rua Descampado, 63 – Vila Vera – CEP: 04296-090 – São Paulo / SP
    CNPJ nº. 61.100.004/0001-36 – Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada
    Referências Bibliográficas:
    1. Portmann M, Sterkers JM. Expertise clinique. Rhinofluimucil gottes nasales. Report in Zambon
    File – February 14, 1980.
    2. Duvivier A. Experimentation double-aveugle en pediatrie avec Rhinofluimucil para rapport a un
    placebo. Report in Zambon File – January 1981.
    3. Albernaz PLM, et al. Terapêutica tópica dos processos inflamatórios nasais com um preparado de
    ação mucolítica, antiflogística, vasoconstritora e antisséptica. Separata de “A Folha Médica”.
    1974; 68(3): 253-255.
    4. Macciocchi A. Studio multicentrico su un preparato rinologico ad azione mucolitica. Rivista medica
    della Svizzera Italiana – Novembre 1979, p. 489-492

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