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      Magnoston®

    sulfato de magnésio

     Apresentações:

    Solução injetável contendo sulfato de magnésio a 100 mg/mL ou 500 mg/mL em caixas com 50 ou 100 ampolas de
    10 mL. Uso Adulto

     Composição:

    Cada mL da solução injetável de 100 mg/mL contém:
    sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 0,81
    mEq de magnésio)………………………………………………..100 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.
    Cada mL da solução injetável de 500 mg/mL contém: sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 4,06 mEq de magnésio) ………………………………………………500 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.

     Informações Ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Magnoston® é indicado no tratamento e prevenção da deficiência de magnésio moderada e severa e para o controle
    imediato das crises convulsivas causadas por eclampsia.

     Como este medicamento funciona?

    O magnésio é um eletrólito essencial para a atividade de vários sistemas enzimáticos e desempenha um importante
    papel na transmissão neuroquímica e na excitabilidade muscular. O magnésio previne ou controla convulsões através do bloqueio da transmissão neuromuscular e pela diminuição da quantidade de acetilcolina liberada pelo nervo motor na placa motora terminal. O magnésio possui um efeito depressor do Sistema Nervoso Central (SNC), porém não afeta de maneira adversa a mãe, o feto ou o recém-nascido quando utilizado no tratamento da eclampsia ou da pré-eclampsia. A deficiência acentuada de magnésio causa principalmente sintomas neurológicos, tais como irritabilidade muscular e tremores. A terapêutica de reposição com sulfato de magnésio, por via parenteral, repara o déficit plasmático do eletrólito e cessa os sintomas de deficiência.

     Quando não devo usar este medicamento?

    O sulfato de magnésio é contraindicado em pacientes com bloqueio e/ou dano cardíaco, em estados de
    hipermagnesemia e na insuficiência respiratória grave.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências:
    O uso parenteral em presença de insuficiência renal pode levar à intoxicação com magnésio.
    Uso na gravidez e lactação:
    Como os estudos realizados em mulheres grávidas não excluem o risco de danos ao feto, o sulfato de magnésio
    parenteral deve ser utilizado na gravidez somente se estritamente necessário.
    Como o magnésio passa para o leite materno durante a administração parenteral de sulfato de magnésio, o
    medicamento deve ser utilizado com precaução em mulheres lactantes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco:
    O medicamento deve ser usado com precaução em idosos, gestantes e crianças.
    Precauções:
    Devido à sua exclusiva excreção renal, o sulfato de magnésio deve ser administrado com extrema cautela em
    pacientes com insuficiência renal.
    Níveis plasmáticos de magnésio anormalmente elevados podem causar rubor, sudorese, hipotensão, colapso
    circulatório e depressão do sistema nervoso central.
    A administração de magnésio pode causar hipermagnesemia fetal e neonatal.
    Se houver o uso concomitante de barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), as doses desses medicamentos devem ser ajustadas devido aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Durante todo o período de terapêutica parenteral com sais de magnésio, o paciente deve ser cuidadosamente
    monitorado. Uma preparação de sais de cálcio, como o gliconato, deve estar prontamente disponível para
    administração intravenosa como antídoto em caso de uma possível intoxicação com magnésio.
    Interações Medicamentosas:
    Depressores do SNC:
    – Quando barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), ou outros
    depressores do SNC são administrados em conjunção com o magnésio, suas dosagens devem ser ajustadas devido
    aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Agentes de bloqueio neuromuscular:
    – O sulfato de magnésio deve ser administrado com cautela, quando utilizado concomitantemente com medicamentos bloqueadores musculares (d-tubocurarina, decametônio, succinilcolina), devido ao risco de potencialização da atividade terapêutica desses medicamentos.
    Glicosídeos cardíacos:
    – A administração de sulfato de magnésio em pacientes digitalizados deve ser cautelosa, evitando-se os riscos de intoxicação pelo magnésio, especialmente devido aos maiores riscos de tratamento da intoxicação de magnésio pelos sais de cálcio nesses pacientes. Adicionalmente, o uso de sulfato de magnésio, por via parenteral, deve ser cuidadosamente monitorizado, devido ao risco de bloqueio cardíaco total que pode ocorrer em níveis variáveis de concentrações plasmáticas de magnésio.
    Antibióticos:
    – Alguns antibióticos, como a estreptomicina e a tobramicina, podem causar um bloqueio neuromuscular; esse efeito pode ser potencializado pelo uso concomitante de sulfato de magnésio.
    Testes laboratoriais:
    O sulfato de magnésio, quando administrado por via parenteral, pode alterar a visualização do sistema reticuloendotelial com enxofre coloidal marcado com “99 mTc”, pois produz um agrupamento das partículas coloidais com o comprometimento da circulação pulmonar, resultando em imagens com menor resolução
    das células reticuloendoteliais no fígado, no baço e na medula óssea. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se
    você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conserve o medicamento na embalagem original em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C.
    Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Características do medicamento: Magnoston® é uma solução incolor, inodora, isenta de partículas visíveis.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
    mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Magnoston® é apresentado em ampolas contendo 10 mL de solução incolor, estéril e apirogênica de sulfato de
    magnésio heptaidratado a 10% ou 50%, para administração parenteral (IM/IV). Magnoston® a 10% e 50% pode ser administrado através de injeção IV ou IM, diretamente ou diluído em solução apropriada. Para infusão IV, Magnoston® a 50% deve ser diluído em solução apropriada antes da administração. Este medicamento deve ser administrado, em ambiente hospitalar, por um profissional de saúde. Posologia: Uso como anticonvulsivante na eclampsia/pré-eclampsia. Diversos esquemas terapêuticos têm sido adotados para o tratamento da pré-eclampsia/eclampsia com o sulfato de magnésio. Um deles indica uma dose de ataque com 4 g de sulfato de magnésio (8 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 12 mL de água para injetáveis), administrado por via intravenosa lenta, em 15 a 20 minutos, e, a seguir, uma dose de manutenção de 2 g de sulfato de magnésio por hora, em infusão intravenosa (24 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 500 mL de soro glicosado a 5%, numa velocidade de 28 gotas/minuto ou 84 mL/hora, em bomba de infusão). A maioria dos estudos recomenda, como dose de manutenção, 1 a 3 gramas de sulfato de magnésio, em infusão intravenosa. ota: 1 g de sulfato de magnésio contém 8 mEq de magnésio. Outros esquemas terapêuticos são: Uso Intramuscular: de 1 a 5 g de sulfato de magnésio, em solução de 10% a 50%, 6 vezes ao dia, em cada nádega de forma alternada. Infusão intravenosa: 4 g de sulfato de magnésio em 250 mL de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9% administrada a uma velocidade que não ultrapasse 3-4 mL por minuto. Uso como restaurador de eletrólitos: Deficiência leve. Intramuscular: 1 g de sulfato de magnésio, em solução a 50%, administrado a cada 6 horas em 4 doses diárias. Deficiência severa Intramuscular: 250 mg de sulfato de magnésio ou 2 mEq de magnésio por kg de peso corporal/dia. Infusão intravenosa: 5 g de sulfato de magnésio ou 40 mEq de magnésio em 1 litro de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9%, administrados lentamente por um período de 3 horas. A prescrição máxima usual para adulto é de 40 g de sulfato de magnésio (320 mEq de magnésio) diários. Cuidados especiais de manuseio: Deve-se inspecionar visualmente, antes da administração, o conteúdo da ampola quanto à forma física, presença de material particulado, descoloração ou qualquer alteraçã
    o no aspecto do medicamento. Não utilize o produto se houver mudança de coloração ou material particulado presente, ou qualquer outra alteração que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
    interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico , ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos adversos da administração parenteral de magnésio usualmente são resultantes da intoxicação por
    magnésio. Estes incluem rubor, sudorese, hipotensão, bloqueio da transmissão neuromuscular com diminuição dos reflexos, hipotermia, hipotonia, colapso cardíaco, depressão respiratória e depressão do SNC podendo levar à parada respiratória. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A intoxicação por magnésio é manifestada por uma queda acentuada na pressão arterial e paralisia respiratória. A
    ausência do reflexo patelar é um sinal clínico útil na detecção do início da intoxicação por magnésio. A injeção intravenosa em bolus imediata de 10 a 20 mL de gliconato de cálcio a 10%, ou de qualquer outro sal de cálcio IV, é aplicada para antagonizar os efeitos da hipermagnesemia. A hipermagnesemia em neonatos pode requerer ressuscitação e ventilação assistida via intubação endotraqueal ou ventilação a pressão positiva intermitente, assim como a administração IV de cálcio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais

    Reg. MS nº 1.1637.0089
    Farm. Resp.: Eliza Yukie Saito CRF-SP nº 10.878
    Fabricado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0013-01
    Rua Adherbal Stresser, 84
    CEP 05566-000– São Paulo – SP
    Indústria Brasileira
    Registrado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0001-60
    Rodovia Raposo Tavares
    Km 30,5 n° 2833 – Prédio 100
    CEP 06705-030 Cotia – SP
    Indústria Brasileira
    www.blau.com.br

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  • Sem categoria 13.03.2014 No Comments

    trofanil-pamoato-são-usados-para-tratar-depressão-e-disturbios-do-humor

    Tofranil®Pamoato

    pamoato de imipramina

    Apresentações:

    Cápsulas. Embalagens com 30 cápsulas de 75 ou 150 mg.
    Via Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Tofranil®Pamoato 75 mg: cada cápsula contém 112,5 mg de pamoato de imipramina equivalente a 75 mg de cloridrato de imipramina.
    Tofranil®Pamoato 150 mg: cada cápsula contém 225 mg de pamoato de imipramina equivalente a 150 mg de cloridrato de imipramina.
    Excipientes: amido, estontear de magnésio e talco.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Tofranil®Pamoato pertence ao grupo de medicamentos conhecidos como antidepressivos tricíclicos, que são usados para tratar depressão e distúrbios do humor. Estados de pânico e dores crônicas são outras condições psicológicas que podem ser tratadas com ofranil®Pamoato.

    Como este medicamento funciona?

    Mecanismos de ação: Acredita-se que Tofranil®trabalhe aumentando a quantidade de mensageiros químicos (noradrenalina e serotonina) no cérebro ou fazendo seus efeitos durarem mais tempo. A imipramina tem muitas propriedades farmacológicas, incluindo – se as propriedades alfa-adrenolítica, anti-histamínica, anticolinérgica e bloqueadora do receptor serotoninérgico (5-HT). Contudo, acredita – se que a principal atividade terapêutica da imipramina seja a inibição da recaptação neuronal de noradrenalina (NA) e de serotonina (5-HT). A imipramina é chamada de bloqueador “misto” da recaptação, isto é, ela inibe a recaptação da noradrenalina e da serotonina aproximadamente na mesma extensão.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não tome Tofranil®Pamoato, se você: for alérgico (tiver hipersensibilidade) a cloridrato de imipramina, a qualquer outro antidepressivo tricíclico ou a qualquer outro ingrediente de Tofranil®Pamoato descrito no início desta bula; se você já estiver tomando um tipo de antidepressivo conhecido como inibidor da monoamino oxidase (MAO); teve um ataque cardíaco recentemente ou se você tem alguma doença cardíaca séria. Se você não tem certeza se é ou não alérgico, consulte o seu médico. Se qualquer uma das afirmativas se aplicar a você, provavelmente Tofranil®Pamoato não é adequado para o seu tratamento.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Tenha cuidado especial com Tofranil®Pamoato, se você: pensa em suicídio; tem ataques epilépticos; tem batimentos cardíacos irregulares; tem esquizofrenia; tem glaucoma (aumento da pressão intraocular); tem doença do fígado ou do rim; tem distúrbio sanguíneo; tem dificuldades em urinar ou próstata aumentada; tem a glândula da tireoide hiperativa; toma muita bebida alcoólica; tem constipação frequente. Você também deverá informar seu médico se estiver tomando certos medicamentos utilizados para o tratamento da depressão (incluindo medicamentos obtidos sem prescrição). Exemplos desses medicamentos são: fluoxetina,paroxetina, sertralina, citalopram, fluvoxamina, lítio e outros antidepressivos tricíclicos. Seu médico irá levar em consideração esses itens antes e durante o seu tratamento com Tofranil®Pamoato.

    Informação para familiares e cuidadores:

    Você deve monitorar se o seu paciente em depressão demonstra sinais de mudanças de comportamento tais como ansiedade incomum, inquietação, problemas no sono, irritabilidade, agressividade, excitação exagerada ou outra mudança de comportamento anormal, piora da depressão ou pensamento em suicídio. Se você perceber alguns desses sintomas no paciente, relate-os ao médico dele, especialmente se eles forem graves, com início repentino ou se forem sintomas novos (não ocorridos antes). Você deve avaliar a emergência de tais sintomas baseado no dia-a-dia, especialmente durante o início do tratamento com antidepressivos e quando a dose é aumentada ou diminuída, uma vez que essas alterações podem ser abruptas. Sintomas como esses podem estar associados a um aumento do risco de pensamento em suicídio ou comportamento suicida e indicam a necessidade de monitoramento próximo do paciente e, possivelmente, alterações na medicação.

    Outras medidas de segurança:

    É importante que o seu médico verifique o seu progresso regularmente para permitir o ajuste de doses e contribuir para a redução de efeitos indesejáveis. Seu médico pode requerer exames de sangue, medir a sua pressão arterial e monitorar o funcionamento do seu coração. Tofranil®Pamoato pode causar a sensação de boca seca, a qual pode aumentar o risco de deterioração dos dentes. Portanto, durante o tratamento de longa duração, você deve ir ao dentista regularmente. Caso você use lentes de contato e apresente irritação dos olhos, fale com seu médico.Antes de se submeter a uma cirurgia ou tratamento dentário, informe o médico ou dentista que você está tomando Tofranil®Pamoato. Tofranil®Pamoato pode tornar a sua pele mais sensível à luz do sol. Evite expor-se diretamente ao sol e use roupas que cubram bem o corpo e óculos de sol.

    Crianças e adolescentes:

    Tofranil®Pamoato não deve ser administrado em crianças, devido a sua elevada dosagem por cápsula.

    Pacientes idosos:

    Os pacientes idosos geralmente precisam de doses mais baixas do que os pacientes mais jovens. Os efeitos adversos têm maior probabilidade
    de ocorrerem em pacientes idosos. Seu médico irá informá-lo sobre qualquer recomendação especial em relação à dosagem cuidadosa ou uma observação mais atenciosa.

    Dirigir veículos ou operar máquinas:

    Tofranil®Pamoato pode deixar o paciente sonolento ou menos alerta, ou causar a sensação de visão borrada. Se isso ocorrer com você, não dirija, não opere máquinas e não faça qualquer outra atividade que requeira atenção integral. A ingestão de bebidas alcoólicas pode aumentar a sonolência. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

    Gravidez:

    Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando. Tofranil®Pamoato não deve ser usado durante a gravidez a não ser que seja especificamente prescrito pelo seu médico. Ele irá avaliar o risco potencial de tomar o medicamento durante a gestação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem ori
    entação médica ou do cirurgião-dentista.

    Lactação:

    O ingrediente ativo de Tofranil®Pamoato passa para o leite materno. Portanto, não se recomenda que as mães amamentem seus filhos durante o tratamento.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando,antes do início, ou durante o tratamento. Tendo em vista que muitos medicamentos interagem com Tofranil®Pamoato, pode ser necessário ajustar as doses ou interromper o tratamento com um dos medicamentos. É especialmente importante informar o seu médico se você toma bebida alcoólica todos os dias, ou se estiver tomando um dos seguintes medicamentos: medicamentos usados para controlar a pressão arterial ou o funcionamento do coração, outros antidepressivos, sedativos, tranquilizantes, barbitúricos, antiepilépticos, um medicamento chamado terbinafina,utilizado para tratar infecções fúngicas da pele, cabelo e unhas, medicamentos usados para prevenir a formação de coágulos no sangue (anticoagulantes), medicamentos usados para tratar asma ou alergias, medicamentos usados para tratar doença de Parkinson, preparações com hormônios tireoidianos , cimetidina, metilfenidato, contraceptivos orais, estrógenosNão use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
    Guarde-o em sua embalagem original.

    Características físicas:

    Cápsula de cor vermelho coral opaco. Tofranil® 150 mg: Características físicas: cápsula de cor vermelho coral opaco . Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não exceda a dose recomendada. A dose diária habitual no início do tratamento é de 25 mg 1-3 vezes ao dia. O seu médico pode aumentar a dosagem diária gradualmente para 150-200 mg. Esta dosagem deverá ser alcançada até o final da primeira semana e mantida até que uma clara melhora seja observada. A dose de manutenção, que deve ser determinada individualmente reduzindo-se cautelosamente a dose, é geralmente 50-100 mg por dia. Seu médico irá decidir pela dose mais adequada para o seu caso em particular. Para depressão e distúrbio do humor, a dose diária é normalmente 100 mg ou menos. Se você sofre de depressão muito grave e está internado num hospital, você pode requerer doses mais altas (até 300 mg por dia). Para ataques de pânico, o tratamento é geralmente iniciado com Tofranil®10 mg por dia, e depois de alguns dias, a dose é aumentada gradualmente para entre 75 mg e 150 mg. Se for necessário, pode ser aumentada para 200 mg ou 225 mg. Para dores crônicas, a dose diária é usualmente entre 25 mg e 75 mg. Tome Tofranil® Pamoato de acordo com a recomendação do seu médico. Não tome mais do que o indicado e nem com maior frequência ou por mais tempo que o indicado. Estados de depressão e ansiedade crônica requerem tratamento de longa duração com Tofranil®Pamoato. Não altere ou interrompa o tratamento sem antes consultar o seu médico. A duração do tratamento deve seguir a orientação médica. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você se esquecer de tomar uma dose de Tofranil®Pamoato tome a dose esquecida assim que se lembrar, e depois volte ao esquema habitual. Caso o horário da próxima dose esteja muito próximo, não tome a dose esquecida, e tome a próxima dose do esquema habitual. Não tome o dobro da dose para compensar a dose esquecida. Se você tiver dúvidas,pergunte ao seu médico.

    Interrupção do tratamento:

    Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O seu médico pode querer reduzir a dose gradualmente antes de parar o tratamento completamente. Isso é importante para prevenir qualquer piora da sua condição e reduzir o risco de sintomas causados pela descontinuação do medicamento, tais como dor de cabeça, náusea e desconfortos em geral. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Tofranil®Pamoato pode causar alguns efeitos indesejáveis em algumas pessoas. Estes efeitos normalmente não requerem atenção médica, e podem desaparecer no decorrer do tratamento à medida que o seu organismo se acostuma com a medicação. Consulte o seu médico, se os efeitos persistirem ou estiverem incomodando muito.VP2: BPL.Os efeitos adversos mais comuns são sonolência, cansaço, boca seca, visão borrada, dor de cabeça, tremor, palpitações,constipação, náusea, vômito, tontura, cansaço, rubores, transpiração, queda da pressão sanguínea associada à tontura ao levantar-se repentinamente, ganho de peso. No início do tratamento com Tofranil®Pamoato pode ocorrer aumento da ansiedade, mas esta sensação geralmente desaparece dentro de duas semanas. Outros efeitos indesejáveis podem ocorrer, tais como cáries dentárias, confusão, desorientação, agitação, distúrbio do sono, excitação exagerada, irritabilidade, agressividade, dificuldade sexual, dormência ou formigamento das extremidades, movimentos involuntários, diminuição da produção de lágrimas, pupilas dilatadas, zumbido, aumento da pressão sanguínea, distúrbios abdominais, feridas na boca, ulceração na língua, sensibilidade da pele ao sol, erupções na pele, perda de cabelo, inchaço do peito e derramamento de leite, edema (inchaço do tornozelo e/ou das mãos e/ou de qualquer outra parte do corpo), febre. Pacientes com 50 anos ou mais que tomam um medicamento deste grupo são mais propensos a sofrer fraturas ósseas. Procure o seu médico imediatamente se qualquer uma das seguintes reações ocorrerem, pois elas requerem maior atenção médica: ver coisas ou ouvir sons que não existem, icterícia, reações cutâneas (coceira ou vermelhidão), infecções frequentes com febre e dor de garganta (causada pela diminuição de células brancas no sangue), reações alérgicas com ou sem tosse e dificuldade de respirar, inabilidade para coordenar os movimentos, perda do equilíbrio,dor no olho, dor abdominal grave com constipação, perda de apetite severa, contração muscular repentina, rigidez muscular, espasmos musculares , dificuldade em urinar, batimento cardíaco rápido ou irregular, dificuldade em falar,confusão severa ou delírio, alucinações, convulsões. Um efeito também reportado, de frequência desconhecida, é a alteração no paladar. Se você notar qualquer outra reação adversa não mencionada nesta bula, informe ao seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
    medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade do que a indicada deste medicamento?

    Se você tomar uma grande quantidade de Tofranil®Pamoato acidentalmente, procure orientação médica imediatamente. Os seguinte
    s sintomas da overdose geralmente aparecem dentro de algumas horas: sonolência profunda; falta de concentração; aumento, redução ou irregularidades nos batimentos cardíacos; inquietude e agitação, perda de massa muscular, coordenação e rigidez muscular; falta de ar; pode ocorrer também, vômito e febre. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS-1.0068.0088
    Farm.Resp.: Virginia da Silva Giraldi–CRF-SP 15.779
    Registrado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Prof. Vicente Rao, 90. São Paulo–SP.
    CNPJ: 56.994.502/0001-30
    Indústria Brasileira.
    Fabricado por: Novartis Biociências S.A., Taboão da Serra, SP.
    ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça
    Venda sob prescrição médica.
    Só pode ser vendido com retenção da receita

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  • Alzheimer 22.01.2014 No Comments

    ebix-indicado-para-o-tratamento-da-doença-de-alzheimer-moderada-a-grave

    Ebix™

    cloridrato de memantina

    Apresentação:

    10 mg comprimidos: cartuchos de cartolina com 1 ou 2 cartelas com 14 comprimidos cada. Uso Adulto

    Administração:

    Via Oral

    Composição:

    Cada comprimido revestido do EBIX™ 10 mg contém 10 mg de cloridrato de memantina, equivalente a 8,31 mg de memantina (base), a substância ativa desse medicamento. Contêm também os excipientes: lactose, celulose microcristalina, sílica coloidal, estearato de magnésio,copolímero do ácido metacrílico – acrilato de etila, laurilsulfato de sódio, polissorbato, triacetina e emulsão de simeticona.

    Informações ao Paciente:

    Para que o Ebix™ é indicado?

    O EBIX™ é indicado para: O tratamento da doença de Alzheimer moderada a grave.

    Como o  O Ebix™ funciona?

    A perda de memória associada à doença de Alzheimer deve-se a alterações na transmissão de sinais no cérebro. O cérebro contém receptores do tipo N-metil-D-aspartato (NMDA) envolvidos na transmissão de sinais nervosos em áreas importantes para aprendizagem e memória. O EBIX™ é um antagonista dos receptores NMDA; ele atua nestes receptores, melhorando a transmissão dos sinais nervosos e a memória.

    Quando não devo usar o Ebix™ ?

    Não tomar o EBIX™ se você for alérgico ao cloridrato de memantina ou a qualquer outro componente da formulação (veja em COMPOSIÇÃO).
    ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.

    O Que devo saber antes de usar o Ebix™ ?

    Avisar ao seu médico se teve ou tem algum problema de saúde. Fale com seu médico principalmente se você: ? tem epilepsia; ? teve infarto do miocárdio (ataque cardíaco) recente; ? sofre de comprometimento cardíaco congestivo; ? sofre de hipertensão (pressão arterial alta) não controlada. Nestas situações, o tratamento deve ser supervisionado cuidadosamente e os benefícios clínicos do EBIX™ devem ser avaliados pelo seu médico regularmente. Se você tem comprometimento do funcionamento dos rins, o seu médico deverá monitorar cuidadosamente a sua função renal e, se necessário, ajustar as doses do EBIX™. Deve ser evitada a utilização de medicamentos como a amantadina (para o tratamento da doença de Parkinson),quetamina (uma substância geralmente usada como anestésico), dextrometorfano (usado geralmente para tratar a tosse) e outros antagonistas do NMDA em paralelo ao tratamento com o EBIX™. CONDUÇÃO DE VEÍCULOS E UTILIZAÇÃO DE MÁQUINAS O seu médico lhe dirá se sua doença lhe permite conduzir e utilizar máquinas com segurança. Além disso, o EBIX™ pode alterar a sua capacidade de reação, o que pode comprometer a sua capacidade de conduzir ou operar de máquinas. DURANTE O TRATAMENTO, O PACIENTE PRECISA TER ESPECIAL ATENÇÃO AO DIRIGIR CARROS OU OPERAR MÁQUINAS, POIS A SUA HABILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTAR PREJUDICADAS.

    Gravidez e Aleitamento:

    Informe o seu médico caso esteja grávida ou se pretende engravidar. A utilização do EBIX™ em mulheres grávidas não é recomendada. Mulheres que tomem o EBIX™ não devem amamentar. PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COM O EBIX™ Alguns medicamentos podem afetar a ação de outros, e isso pode causar sérias reações adversas. O EBIX™ e os medicamentos abaixo devem ser associados somente com orientação médica. Comunicar ao seu médico ou farmacêutico todos os medicamentos que estiver em uso ou que tenha feito uso recentemente, o que inclui os medicamentos sem necessidade de receita médica. (veja também em QUANDO NÃO DEVO USAR O EBIX™?). Os efeitos dos seguintes medicamentos, principalmente, podem ser alterados pelo EBIX™ e o seu médico poderá achar necessário ajustar as respectivas doses: amantadina, quetamina, dextrometorfano dantroleno, baclofeno cimetidina, ranitidina, procainamida, quinidina, quinina, nicotina hidroclorotiazida (ou qualquer outra combinação com hidroclorotiazida) anticolinérgicos (geralmente utilizados para tratar perturbações do movimento ou cólicas intestinais) anticonvulsivantes (utilizados para evitar ou atenuar convulsões) barbitúricos (utilizados geralmente para induzir o sono) agonistas dopaminérgicos (como L-dopa, bromocriptina) neurolépticos (utilizados no tratamento da esquizofrenia e alguns como estabilizadores do humor) anticoagulantes orais Se for hospitalizado, informe o seu médico de que está utilizando o EBIX™.

    O Ebix™ Interage com alimentos ou bebidas?

    O EBIX™ não interage com alimentos ou bebidas. Entretanto, informe o seu médico caso tenha alterado recentemente – ou pretenda alterar – a sua dieta substancialmente (ex: de uma dieta normal para uma dieta estritamente vegetariana) ou se sofrer de estados de acidose tubular renal (disfunção nos rins que gera um excesso de substâncias formadoras de ácido no sangue) ou infecções graves das vias urinárias (função renal prejudicada), uma vez que poderá ser necessário que o seu médico faça um ajuste da dose do medicamento.

    O Ebix™ Interage com álcool?

    Apesar de não haver interação conhecida, recomenda-se não ingerir álcool durante o tratamento com o EBIXTM. INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO. NÃO USAR MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE. O EBIX™ comprimidos 10 mg contém LACTOSE. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância a alguns açúcares não devem utilizar este medicamento. Converse com o seu médico sobre isto.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar o Ebix™?

    Guardar o EBIX™ em temperatura ambiente (entre 15º C a 30 ºC). Proteger a embalagem da umidade e do calor. O prazo de validade do EBIX™ 10mg é de 48 meses e encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento, inutilizar o produto. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na
    sua embalagem original.

    Aspecto físico do Ebix™ :

    EBIX™ comprimidos 10 mg: oblongo, biconvexo, branco e sulcado em ambos os lados.

    Características organolepticas Ebix™:

    Comprimidos de 10 mg não tem cheiro ou gosto. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

    Como devo usar o Ebix™?

    Instruções de Uso,O Ebix™ deve ser administrado por via oral, preferencialmente com água. Para obter o maior benefício do seu medicamento, deve tomá-lo todos os dias, à mesma hora do dia, com ou sem alimentos. O comprimido de Ebix™ 10 mg pode ser partido. Os comprimidos não devem ser mastigados. A tolerância e a dosagem da memantina devem ser reavaliadas regularmente pelo seu médico. A primeira avaliação deve ser após os 3 primeiros meses de tratamento. Depois disso, o médico reavaliará regularmente os benefícios clínicos e sua tolerância ao tratamento. Somente o médico pode avaliar e decidir pela manutenção ou descontinuação do tratamento com Ebix™.

    Posologia:

    A dose recomendada do Ebix™ é de 20 mg por dia. Para minimizar o risco de efeitos adversos indesejáveis, a dose de manutenção é atingida seguindo o seguinte esquema: Semana 1 5 mg/dia,Semana 2 10 mg/dia,Semana 3 15 mg/dia. A partir da Semana 4 20 mg/dia.O tratamento deve ser iniciado com 5 mg diários (meio comprimido) durante a primeira semana. Na segunda semana, 10 mg por dia (meio comprimido, duas vezes por dia) e na terceira semana é recomendada a dose de 15 mg por dia (um comprimido de manhã e meio comprimido à tarde). A partir da quarta semana, o tratamento pode ser continuado com a dose de manutenção recomendada de 20 mg por dia (um comprimido, duas vezes por dia). CRIANÇAS E ADOLESCENTES ( 1/100 e ? 1/10) dos pacientes que utilizam este medicamento:• Dor de cabeça, sonolência, prisão de ventre, tonturas, distúrbios de equilíbrio, falta de ar (dispnéia), pressão arterial elevada, hipersensibilidade ao medicamento e testes de função do fígado elevados. Reação incomum – ocorre entre 0,1% e 1% (> 1/1.000 e ? 1/100) dos pacientes que utilizam este medicamento: • Falência cardíaca, cansaço, infecções fúngicas, confusão, alucinações, vômitos, alterações na forma de andar e coagulação sanguínea venosa (trombose, tromboembolia). Muito raro – ocorre em menos de 0,01% (< 1/10.000) dos pacientes que utilizam este medicamento: • Convulsões Desconhecido
    (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis)• Inflamação do pâncreas, inflamação do fígado (hepatite) e reações psicóticas.
    A doença de Alzheimer tem sido associada a depressão, pensamentos suicidas e suicídio. Estes efeitos têm sido notificados com pacientes tratados com o EBIX™. Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos adversos não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico imediatamente.
    INFORME AO SEU MÉDICO, CIRURGIÃO-DENTISTA OU FARMACÊUTICO O APARECIMENTO DE REAÇÕES INDESEJÁVEIS PELO USO DO MEDICAMENTO. INFORME TAMBÉM À EMPRESA ATRAVÉS DO SEU SERVIÇO DE ATENDIMENTO.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada de Ebix™ ?

    Geralmente, utilizar muito EBIX™ não agrava sua saúde. Você pode experimentar o aumento dos sintomas descritos na seção “QUAIS OS MALES QUE O EBIX™ PODE CAUSAR?”. Se ingerir altas concentrações de Ebix™, contate seu médico imediatamente ou ir ao hospital mais próximo,mesmo na ausência de desconforto ou sinais de intoxicação, para que sejam realizados os procedimentos médicos adequados. Não existe antídoto específico. O tratamento é sintomático e de suporte. Levar a caixa do Ebix™ ao médico ou hospital. Sintomas de superdose incluem cansaço, fraqueza e/ou diarréia (veja em QUAIS OS MALES QUE O EBIX™ PODE CAUSAR?). Em caso de uso de grande quantidade deste medica mento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Reg. MS nº 1.0475.0050.005-5
    1.0475.0050.006-3
    Farm. Resp.: Michele Medeiros Rocha – CRF-RJ 9597
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
    Fabricado por Rottendorf Pharma GmbH – Ennigerloh – Alemanha.
    Embalado por Merz Pharma GmbH &Co. KgaA – Reinheim – Alemanha.
    Importado e distribuído por Lundbeck Brasil Ltda.
    Rua Maxwell, 116 – Rio de Janeiro – RJ
    CNPJ: 04.522.600/0002-51
    Central de Atendimento: 0800-282-4445

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  • remedio-alicura-indicado-para-tratamento-dor-febre-inflamacaoAlicura

    Ácido acetilsalicílico e cafeína

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Comprimido – cartucho com 50 envelopes x 4 comprimidos.
    Via Oral
    Uso Adulto
    Contém 200 comprimidos.

    Composição:

    Cada comprimido contém: Ácido acetilsalicílico ……………………….. 400 mg Cafeína…………………………………………… 50 mg
    Excipientes: lactose,amido,celulose microcristalina.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento é Indicado?

    Este medicamento é destinado ao tratamento de dor,febre e inflamação. É utilizado no alívio sintomático de gripes e resfriados. Como analgésico é utilizado nas dores de cabeça,dores musculares,sinusites,neuralgias (dor associada aos nervos) e dores de dente.Como antiinflamatório é utilizado na artrite (inflamação das articulações) e outras condições reumáticas.

    Como Este Medicamento Funciona ?

    ácido acetilsalicílico promove o alívio da dor através de um mecanismo que impede a transmissão da dor às células;apresenta efeito antitérmico atuando nas áreas de controle da temperatura do cérebro; possui ainda atividade antiinflamatória inibindo a produção de substâncias responsáveis pela inflamação. Apresenta efeito anticoagulante (aumenta o tempo de sangramento) sendo por isso empregado na prevenção de distúrbios circulatórios e trombose. A cafeína age estimulando o sistema nervoso central,melhorando o ânimo e a disposição. O tempo médio de ínicio de ação do medicamento é de cerca de 15 a 30 minutos após a administração do produto.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento ?

    Alicura é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao ácido acetilsalicílico,cafeína ou aos outros componentes da fórmula. O ácido acetilsalicílico é contra-indicado em todos os pacientes alérgicos ao fármaco e pacientes portadores de lesões na mucosa gástrica  (revestimento do estômago). Seu emprego deve ser evitado em pacientes com lesão grave do figado,em hemofílicos (o corpo dessas pessoas não pode controlar sangramentos) e naqueles que estejam fazendo anticoagulantes (medicamentos para prevenir a formação de trombos no sangue). O ácido acetilsalicílico aumenta o tempo de coagulação sanguínea. Por isso, não deve ser utilizado em pacientes com qualquer doença do sangue. Este medicamento é contra-indicado para uso por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista [Categoria C]. Este medicamento é contra-indicado para menores de 12 anos.

    O Que Devo Saber Antes de usar Este Medicamento ?

    Aconselha-se a interrupção de seu uso uma semana antes de uma cirurgia para evitar ou minimizar o sangramento pós operatória excessivo.Não exceder a posologia recomendada na bula sem prévia orientação médica. O seu uso,em conjunto com álcool pode causar hemorragia gastrintestinal. Alicura deve ser evitado durante o primeiro trimestre da gravidez ou durante a lactação.

    Interações Medicamentosas:

    A administração do ácido acetilsalicílico com anticoagulantes orais potencializa a ação anticoagulante. Pode ser aumentada a atividade hipoglicemiante (atividade que reduz o nível de glicose no sangue) da sulfaniluréia. Diminui o efeito de medicamentos que aumentam a excreção de ácido úrico como a probenecida e a sulfimpirazona. Os efeitos dos seguintes medicamentos são intensificados: anticoagulantes; corticóides (risco de hemorragia gastrintestinal); antiinflamatórios não-esteróides;sulfoniluréias;metotrexato;digoxina;barbitúricos e lítio (concentração plasmática); sulfonamidas e suas associações; ácido valpróico. Os efeitos dos seguintes medicamentos são reduzidos: antagonistas da aldosterona e diuréticos de alça (dois tipos de diuréticos); anti-hipertensivos; uricosúricos (medicamentos que aumentam a excreção de ácido úrico). Até em baixas doses, o ácido acetilsalicílico reduz a excreção de ácido úrico. Isto pode gerar crise de gota em pacientes que já apresentem tendência à excreção reduzida de ácido úrico. A cafeína suprime o efeito sedativo de fármacos como barbitúricos e anti-histamínicos. Apresenta sinergia (efeito cumulativo) no efeito taquicardizante dos simpatomiméticos,tiroxina. Contraceptivos orais,cimetidina e dissulfiram (medicamentos usados no tratamento de alcoólismo crônico) tornam lenta a degradação da cafeína no fígado enquanto os barbitúricos e o fumo a aceleram. A cafeína reduz a excreção da teofilina e aumenta o potencial dependente das substâncias do tipo da efedrina. O uso simultâneo dos inibidores das girases do tipo do ácido quinolonocarboxílico pode retardar a eliminação da cafeína e de seu metabólito paraxantina. Antiácidos podem aumentar a excreção de ácido acetilsalicílico na urina alcalina. Ácido acetilsalicílico deve ser evitado por 8 a 12 dias após o uso de mifepristona pelo risco teórico que a inibição da síntese de prostaglandina pode alterar a eficácia da mifepristona. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Alicura deve ser guardado em sua embalagem original,à temperatura ambiente [15 a 30ºC] e protegendo-o da umidade. O produto Alicura apresenta validade de 24 meses. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após a abertura da embalagem,o produto deve ser guardado adequadamente para se manter  próprio ao consumo dentro do prazo de validade. O produto Alicura apresenta-se em comprimidos circulares,biplanos e sulcados,de coloração branca. Antes de usar,observe o aspecto do medicamento.Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto,consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Este medicamento não deve ser utilizado por via de administração não recomendada. Os comprimidos devem ser ingeridos por via oral.A posologia foi estabelecida em 1 a 2 comprimidos,3 vezes ao dia,de preferência após as refeições.A dose máxima deste medicamento deverá ser 6 comprimidos ao dia,dividida em 3 doses. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas,procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista. Este medicamento não deve ser partido,aberto ou mastigado.

    O Que Devo Fazer Quando e Um e Esquecer de Usar Este Medicamento

    Caso você esqueça de tomar uma dose do produto Alicura,não é necessário tomar a dose esquecida,deve-se apenas tomar a próxima dose,no horário correto.Nunca tome uma dose dobrada para compensar a dose perdida. Em caso de dúvidas,procure orientação do farmacêutico ou de seu médico,ou cirurgião-dentista.

    Quais os Males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam o produto): o uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com necrose das papilas renais (morte de uma parte do rim). Casos raros de reações de hipersensibilidade como falta de ar e erupções da pele podem ocorrer. Casos isolados de alteração da função do figado e do rim,e hipoglicemia (baixa nível de glicose no sangue). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): em doses normais são raras,sendo que as mais comuns são distúrbios gastrointestinais (indigestão,náuseas,vômitos e sangramentos internos). Úlcera gastrintestinal pode ocorrer ocasionalmente,em alguns casos,com sangramento e perfuração. Informe ao seu médico,cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior do Que á Indicada Deste Medicamento ?

    Podem ocorrer vômitos,dor de garganta,convulsão (contração involuntária dos músculos), efeito calmante,dificuldade em respirar,líquido nos pulmões,vômito com sangue,problemas no sangue,perda da função do rim ou do fígado Além disso,pode causar taquicardia (aumento da freqência cardíaca),aumento dos movimentos intestinais,respiração e transpiração,seguido de uma fase calmante com sonolência (vontade de dormir) e depressão. Se ocorrer ingestão acidental do produto em doses excessivas,deve-se procurar orientação médica e deve ser considerado o esvaziamento gástrico ou a administração de carvão ativado logo após o incidente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento,se possível. Ligue para 08007226001,se você
    precisar de mais orientações. M.S. 1.0066.0047.001-0 Farm. Resp.: Carlos E. de Carvalho CRF-SC Nº4366 Laboratório Catarinense S.A. Rua Dr.João Colin,1053, 89204-001 – Joinville – SC ,CNPJ 84.684.620/0001-87,Indústria Brasileira & SAC 0800-474222 www .labcat.com.br ® = marca registrada do Laboratório Catarinense S.A. Cód.: 151 113(p) Rev . 04/2013 talco,ácido esteárico e povidona .

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  • Ansival-indicado-como-sedativo-moderado-e-como-agente-promotor-do-sono-e-ansiedade

    Ansival

    Valeriana officinalis

    Identificação do Medicamento

    Nomenclatura botânica:

    Valeriana officinalis L.

    Família:

    Valerianaceae

    Nome Popular:

    Valeriana

    Parte da planta utilizada:

    Raiz

    “Medicamento fitoterápico registrado com base no uso tradicional.”“Não é recomendado o uso por período prolongado enquanto estudos clínicos amplos sobre o segurança não forem realizados.”

    Apresentações:

    Comprimidos Revestidos de 100mg – caixa com 4, 8 e 30 comprimidos revestidos.
    Cada comprimido revestido contém:
    Extrato seco de Valeriana officinalis………………………………………………………………………………………………………100mg
    (padronizado em 0,8mg de ácidos sesquiterpênicos expressos em acido valerênico)
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém:
    Extrato seco de Valeriana officinalis………………………………………………………………………………………………………100mg
    (padronizado em 0,8mg de ácidos sesquiterpênicos expressos em acido valerênico)Excipientes: celulose+lactose, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool isopropílico,dióxido de titânio, copolímero ácido metacrílico, polietilenoglicol 6000, coranteb lacca alumínio azul nº 2 e água de osmose.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    ANSIVAL (Valeriana officinalis) é indicado como sedativo moderado, como agente promotor do sono e no tratamento de distúrbios do sono associados à ansiedade.

    Como este medicamento funciona?

    ANSIVAL (Valeriana officinalis) atua no Sistema Nervoso Central (SNC) exercendo um leve efeito calmante além de auxiliar na regularização dos distúrbios do sono. Seu médico é a pessoa mais adequada para lhe dar maiores informações sobre o tratamento, siga sempre suas orientações. Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Pessoas com hipersensibilidade ao extrato de Valeriana officinalis e aos outros componentes da formula não devem usar este medicamento. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico. Não há dados disponíveis acerca do uso de Valeriana durante a gravidez e a lactação. Este medicamento não deve ser usado nessas condições, exceto sob orientação médica.Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.Não existem contra indicações ou precauções especiais especificas para pacientes idosos.Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você esta fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.“Este medicamento é contra-indicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando.”“Este medicamento é contra-indicado para menores de 3 anos.”“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação medica ou do cirurgião dentista.”

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Este medicamento pode causar sonolência, não sendo, portanto recomendável a sua administração antes de dirigir,operar maquinas ou realizar qualquer atividade de risco que necessite atenção.Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.O medicamento a base de Valeriana officinalis pode potencializar o efeito de outros medicamentos depressores do SNC. Estudos em animais mostraram um efeito aditivo quando utilizado em combinação com barbitúricos,
    anestésicos ou benzodiazepínicos e outros fármacos depressores do SNC.Não ingerir doses maiores do que as recomendadas.Recomenda-se evitar o uso deste medicamento juntamente com a ingestão de bebidas alcoólicas pela possível exacerbação dos efeitos sedativos.Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação, exceto sob orientação medica. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.ANSIVAL (Valeriana officinalis), não deve ser administrado para crianças abaixo de três anos.“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação medica ou do cirurgião dentista.”“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento”.“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde”.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o medicamento em sua embalagem original, protegendo da luz, calor e umidade, em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.ANSIVAL (Valeriana officinalis.) encontra-se na forma de comprimidos bicôncavos revestidos de cor azul.“Numero do lote e datas de fabricação e data de validade: vide embalagem.”“Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança mo aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”“Todo o medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento?

    Comprimidos revestidos 100mg: deve ser utilizado por via oral na dose de 2 a 3 comprimidos revestidos 1 a 3 vezes ao dia .Como promotor de sono, a menos que haja orientação medica contrária, tomar o medicamento de 30 minutos a 2 horas antes de dormir.Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos inteiros e sem mastigar com quantidade suficiente de água para que sejam deglutidos.Assim como todos os medicamentos, informe ao seu profissional de saúde todas as plantas medicinais e fitoterápicos que estiver tomando. Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais quando administrada ao mesmo tempo.“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”
    “Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.”

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.
    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Os efeitos adversos relatados foram raros e leves, incluindo tontura, indisposição gastrintestinal, alergias de contato,dor de cabeça e midríase (dilatação da pupila). Com o uso em longo prazo, os seguintes sintomas podem ocorrer: dor de cabeça, cansaço, insônia, midríase e desordens cardíacas.O uso crônico de altas doses de Valeriana officinalis por muitos anos aumentou a possibilidade de ocorrência de síndrome de abstinência com a retirada abrupta do medicamento. “Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.”

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em casos de superdosagem podem ocorrer sintomas adversos leves como fadiga, cãibras abdominais, tensionamento do tórax, tontura, tremores e midríase que desaparecem no período de 24 horas após descontinuação do uso.Em caso de superdosagem, suspender o uso, procurar orientação medica de imediato para que sejam adotadas as medidas habituais de apoio e controle das funções vitais.

    “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.”

    Dizeres Legais

    Registro M.S: 1.1861.0004
    Responsável Técnico: Dra. Amanda Públio da Silva – CRF: 37.152
    Fabricado por:
    Ativus Farmacêutica Ltda.
    Rua: Fonte Mécia n° 2050 – CEP: 13270-000 – Caixa Postal 489 – Valinhos-SP
    CNPJ: 64.088.172/0001-41
    Indústria Brasileira
    SAC: 0800 771 20 10

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    ASPIRINA Efervescente
    Ácido acetilsalicílico

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

    AspirinaÒ Efervescente é apresentada na forma de comprimidos efervescentes com 500 mg de
    ácido acetilsalicílico em embalagens de 10, 20, 50 ou 100 comprimidos.

    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 12 ANOS)

    COMPOSIÇÃO

    Cada comprimido efervescente contém 500 mg de ácido acetilsalicílico. Componentes inertes: bicarbonato de sódio, ácido cítrico e aroma.

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE

    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA

    Aspirina® Efervescente contém a substância ativa ácido acetilsalicílico, do grupo de substâncias antiinflamatórias não-esteróides, eficazes no alívio de dor, febre e inflamação. O ácido acetilsalicílico inibe a formação excessiva de substâncias mensageiras da dor, as prostaglandinas, reduzindo sensibilidade à dor.

    POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO

    Aspirina® Efervescente é indicada para:
    – o alívio de dores de intensidade leve a moderada, como dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dor menstrual, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas, dor da artrite e – o alívio sintomático da dor e da febre nos resfriados ou gripes.

    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO

    – Se for alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a salicilatos ou a qualquer dos ingredientes do medicamento. Se não tiver certeza de ser alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico;
    – tiver tendência para sangramentos;
    – tiver úlceras do estômago ou do intestino;
    – já tiver tido crise de asma induzida pela administração de salicilatos ou outras substâncias semelhantes;
    – estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana;
    – estiver no último trimestre de gravidez.

    ADVERTÊNCIAS

    Nos casos seguintes, Aspirina® Efervescente só deve ser usada em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais. Consulte um médico se alguma das situações abaixo for seu caso ou já se aplicou no passado. O uso de Aspirina® Efervescente requer cuidados especiais, por exemplo,
    doses mais baixas ou intervalo maior entre as doses e controle médico nas seguintes situações:
    – alérgico a outros analgésicos, antiinflamatórios e anti-reumáticos ou presença de outras alergias;
    – uso de medicamentos anticoagulantes; como heparina e derivados da cumarina;
    – asma brônquica;
    – distúrbios gástricos ou duodenais crônicos ou recorrentes e úlceras gastrintestinais;
    – mau funcionamento do fígado ou dos rins.

    Gravidez e amamentação:

    Você deve informar a seu médico se engravidar durante tratamento prolongado com Aspirina®

    Efervescente.

    Nos dois primeiros trimestres da gravidez, você só deve usar Aspirina® Efervescente por recomendação médica em casos de absoluta necessidade. Você não deve tomar Aspirina® Efervescente nos últimos três meses de gravidez por risco de complicações para a mãe e o bebê
    durante o parto. Pequenas quantidades do ácido acetilsalicílico e de seus produtos de metabolismo passam para o leite materno. Como até o momento não se relatou nenhum efeito prejudicial para os bebês, você não precisa parar de amamentar se usar Aspirina® Efervescente para tratar a dor ou a febre nas doses recomendadas e por períodos curtos. Se, em casos excepcionais, houver necessidade de tratamento prolongado ou de doses maiores (mais de 6 comprimidos por dia), você deve considerar a possibilidade de suspender a amamentação.

    Crianças:

    CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESTE MEDICAMENTO PARA CATAPORA
    OU SINTOMAS GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME
    DE REYE, UMA DOENÇA RARA, MAS GRAVE, ASSOCIADA A ESTE MEDICAMENTO.
    Em caso de doença febril, a ocorrência de vômito prolongado pode ser sinal de síndrome de Reye,uma doença que pode ser fatal, exigindo assistência médica imediata. Este medicamento é indicado somente para crianças acima de 12 anos.

    PRECAUÇÕES

    Pacientes que sofrem de asma, de rinite alérgica sazonal, de pólipos nasais ou de doenças crônicas do trato respiratório, principalmente se acompanhadas de sintomas de rinite alérgica sazonal, ou pacientes que sejam alérgicos a qualquer tipo de analgésico, antiinflamatório ou antireumático,correm risco de sofrer crises de asma (asma por intolerância a analgésicos). O mesmo se aplica a pacientes que apresentam alergias a outras substâncias como reações de pele, coceira e urticária.
    Aspirina® Efervescente não deve ser usada por muito tempo ou em doses altas sem aconselhamento de um médico ou dentista. Analgésicos usados por longos períodos e em doses altas não recomendadas podem provocar dor de cabeça, que não deve ser tratada aumentando-se
    a dose do medicamento. Em geral, o uso habitual de analgésicos, particularmente a combinação de vários ingredientes ativos analgésicos, pode causar dano permanente nos rins, com risco de causar insuficiência renal (nefropatia provocada por analgésicos).
    Condução de veículos e uso de máquinas Aspirina® Efervescente não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    Uso de Aspirina® Efervescente com outros medicamentos –
    Algumas substâncias podem ter seu efeito alterado se tomadas com Aspirina® Efervescente ou podem influenciar o seu efeito. Esses efeitos também podem ser relacionados com medicamentos tomados recentemente.

    Aspirina® Efervescente aumenta:

    – o efeito de medicamentos anticoagulantes, como derivados de cumarina e heparina;
    – o risco de hemorragia gastrintestinal se for tomada com álcool ou medicamentos que contenham cortisona ou seus derivados;
    – o efeito de certos medicamentos usados para baixar a taxa de açúcar no sangue (sulfoniluréias);
    – os efeitos desejados e indesejados do metotrexato;
    – os níveis sangüíneos de digoxina, barbitúricos e lítio;
    – os efeitos desejados e indesejados de um grupo particular de medicamentos
    analgésicos/antiinflamatórios e anti-reumáticos (não-esteróides);
    – o efeito de sulfonamidas e suas associações;
    – o efeito do ácido valpróico, um medicamento usado no tratamento da epilepsia.
    Aspirina® Efervescente diminui a ação de:
    – certos medicamentos que aumentam a excreção de urina (antagonistas de aldosterona e diuréticos de alça);
    – medicamentos para baixar a pressão arterial;
    – medicamentos para o tratamento da gota, que aumentam a excreção de ácido úrico (por ex.probenecida, sulfimpirazona).
    Portanto, Aspirina® Efervescente não deverá ser usada sem orientação médica com uma das substâncias citadas acima.
    Você deve evitar tomar bebidas alcoólicas durante o uso de Aspirina® Efervescente.

    INFORME AO MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE REAÇÕES
    INDESEJÁVEIS, SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO OU SE
    ESTIVER TOMANDO ASPIRINA® EFERVESCENTE ANTES DE QUALQUER CIRURGIA.

    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO
    Aspecto físico: Aspirina® Efervescente é um comprimido redondo grande e branco.
    Características organolépticas: Aspirina® Efervescente é um comprimido com cheiro de limão.

    DOSAGEM

    Adultos: recomendam-se 1 a 2 comprimidos, se necessário repetidos a cada 4 a 8 horas.
    Não se deve tomar mais de 8 comprimidos por dia.
    Crianças a partir de 12 anos: 1 comprimido, se necessário repetido a cada 4 a 8 horas. Não se deve administrar mais de 3 comprimidos por dia.
    Em pacientes com mau funcionamento do fígado ou dos rins, deve-se diminuir as doses ou aumentar o intervalo entre elas.
    Como usar: dissolva um ou dois comprimidos de Aspirina® Efervescente em um copo de água e, se possível, tome após a ingestão de alimentos. Não tome Aspirina® Efervescente com o estômago vazio.
    Duração do tratamento: Aspirina® Efervescente é indicada para o alívio de sintomas ocasionais.
    Não trate dor ou febre com Aspirina® Efervescente por mais de 3 a 5 dias, sem consultar seu médico ou dentista.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS,
    PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DE SEU CIRURGIÃO-DENTISTA.
    NÃO USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR,
    OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR
    Como qualquer medicamento, Aspirina® Efervescente pode provocar os seguintes efeitos indesejáveis:
    – dor no estômago, indisposição estomacal e inflamação da mucosa gástrica;
    – náuseas (enjôos), vômitos e diarréia;
    – sangramento gastrintestinal, que em casos isolados pode levar a anemia por deficiência de ferro (fezes pretas ou vômitos com sangue podem significar séria hemorragia no estômago. Neste caso,você deve procurar um médico imediatamente);
    – úlceras gastrintestinais, que em casos isolados podem chegar a perfurar o estômago e os intestinos;
    – reações alérgicas (com dificuldade para respirar, reações de pele com possibilidade de queda de pressão arterial), especialmente em asmáticos;
    – valores aumentados da função do fígado;
    – alto risco de sangramento.
    O uso prolongado deste medicamento pode causar distúrbios do sistema nervoso central, como dores de cabeça, tonturas, zumbidos, alterações da visão, sonolência ou anemia devida à deficiência de ferro.
    Se ocorrer qualquer uma dessas reações indesejáveis, ou ao primeiro sinal de alergia, você deve parar de tomar Aspirina® Efervescente. Informe o médico, que decidirá quais medidas devem ser adotadas.

    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO
    DE UMA SÓ VEZ

    Se alguém tomar uma dose muito grande, poderão ocorrer efeitos indesejáveis como tontura e zumbido, sobretudo em crianças e idosos. Esses sintomas podem indicar envenenamento grave.
    No caso de superdose, contate seu médico, que decidirá sobre as medidas necessárias de acordo com a gravidade da intoxicação. Se possível, leve a embalagem com os comprimidos.

    ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO

    Os comprimidos devem ser guardados na embalagem original, em temperatura ambiente (15-30°C). Os comprimidos devem ser protegidos da umida de, portanto só devem ser retirados do envelope na hora de tomar.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

    CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
    O ácido acetilsalicílico pertence ao grupo dos fármacos antiinflamatórios não-esteróides, com propriedades analgésicas, antipiréticas e antiinflamatórias. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da enzima ciclooxigenase, implicada na síntese das prostaglandinas.
    O ácido acetilsalicílico é usado em doses orais de 0,3 a 1 g para o alívio da dor e nas afecções febris menores, tais como resfriados e gripes, para redução da temperatura e alívio das dores musculares e das articulações.
    Também é usado nos distúrbios inflamatórios agudos e crônicos, tais como artrite reumatóide,osteoartrite e espondilite anquilosante. Nessas afecções usam-se em geral doses altas, no total de 4 a 8 g diários, em doses divididas.
    O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas. Por esta razão é usado em várias indicações relativas ao sistema vascular, geralmente em doses diárias de 75 a 300 mg.

    PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS

    Após a administração oral, o ácido acetilsalicílico é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Durante e após a absorção, o ácido acetilsalicílico é convertido em seu principal metabólito ativo, o ácido salicílico. Os níveis plasmáticos máximos de ácido acetilsalicílico são
    atingidos após 10 a 20 minutos e os de ácido salicílico após 0,3 a 2 horas.
    Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se amplamente às proteínas plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta.
    O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico.
    A cinética da eliminação do ácido salicílico depende da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meia-vida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus
    metabólitos são excretados principalmente por via renal.

    DADOS DE SEGURANÇA PRÉ-CLÍNICOS

    O perfil de segurança pré-clínico do ácido acetilsalicílico está bem documentado. Nos testes com animais, os salicilatos causaram dano renal, mas não outras lesões orgânicas.
    O ácido acetilsalicílico foi adequadamente testado quanto à mutagenicidade e carcinogenicidade;não foi observado nenhum indício relevante de potencial mutagênico ou carcinogênico.

    RESULTADOS DE EFICÁCIA

    O ácido acetilsalicílico vem sendo usado como analgésico e antipirético por centenas de milhares de pessoas desde a sua descoberta há mais de cem anos. A despeito da sua idade, o ácido acetilsalicílico ainda é o padrão para comparação e avaliação de novas substâncias e uma das
    drogas mais amplamente estudadas.
    Consequentemente, não é possível listar todas as pesquisas que provam sua eficácia clínica. As indicações incluem alívio sintomático de dores lês a moderadas, como cefaléia, dor de dente, dor de garganta relacionada resfriados, dor nas costas, dores musculares e nas juntas; dismenorréia e
    também febre em resfriados comuns.

     INDICAÇÕES

    – Para o alívio sintomático da cefaléia, odontalgia, dor de garganta, dismenorréia, mialgia ou artralgia, lombalgia e dor artrítica de pequena intensidade.
    – No resfriado comum ou na gripe, para o alívio sintomático da dor e da febre.

    CONTRA-INDICAÇÕES

    – Úlceras pépticas ativas.
    – Diátese hemorrágica.
    – Hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico, a outros salicilatos ou a qualquer outro componente da fórmula do produto.
    – História de asma induzida pela administração de salicilatos ou substâncias com ação similar,principalmente fármacos antiinflamatórios não-esteróides.
    – Combinação com metotrexato em dose de 15 mg/semana ou mais (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
    – Último trimestre de gravidez.

    MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO

    Para uso oral. Dissolver um ou dois comprimidos em um copo de água e tomar. O produto deve ser
    mantido em condições de temperatura ambiente (15-25°C), dentro da embalagem original.

     POSOLOGIA

    Adultos: 1 a 2 comprimidos; se necessário, repetir a cada 4 a 8 horas, não excendendo 8 comprimidos por dia.
    A partir de 12 anos: 1 comprimido. Se necessário repetir a cada 4 a 8 horas, até 3 vezes por dia.

     ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

    – Tratamento simultâneo com anticoagulantes.
    – História de úlceras gastrintestinais, inclusive úlcera crônica ou recidivante, ou história de sangramentos gastrintestinais.
    – Disfunção renal.
    – Disfunção hepática.
    – Hipersensibilidade a fármacos antiinflamatórios ou anti-reumáticos, ou a outros alérgenos.

    CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESTE MEDICAMENTO PARA CATAPORA
    OU SINTOMAS GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME
    DE REYE, UMA DOENÇA RARA, MAS GRAVE, ASSOCIADA A ESTE MEDICAMENTO.

    O ácido acetilsalicílico pode desencadear broncoespasmo e induzir ataques de asma ou outras reações de hipersensibilidade. Os fatores de risco são a presença de asma brônquica, febre do feno, pólipos nasais ou doença respiratória crônica. Este conceito aplica-se também aos pacientes
    que demonstram reações alérgicas (por exemplo, reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias.
    Devido ao efeito de inibição da agregação plaquetária, o ácido acetilsalicílico pode levar ao aumento do sangramento durante e após intervenções cirúrgicas (inclusive cirurgias de pequeno porte, como as extrações dentárias).
    Em doses baixas, o ácido acetilsalicílico reduz a excreção do ácido úrico. Essa redução pode desencadear gota em pacientes com tendência à excreção diminuída de ácido úrico.
    Os pacientes sob dieta de sódio devem levar em conta que cada comprimido de Aspirina®
    Efervescente contém 543 mg de sódio.

    Gravidez e lactação:

    Em alguns estudos epidemiológicos, o uso de salicilatos nos 3 primeiros meses de gravidez foi associado a risco elevado de malformações (fenda palatina, malformações cardíacas). Após doses terapêuticas normais, esse risco parece ser baixo: um estudo prospectivo com exposição de cerca
    de 32.000 pares mãe-filho não revelou nenhuma associação com um índice elevado de malformações.
    Durante a gravidez, os salicilatos devem ser tomados somente após rigorosa avaliação de riscobenefício.
    Nos últimos 3 meses de gravidez, a administração de salicilatos em altas doses (>300 mg por dia) pode levar a um prolongamento do período gestacional, a fechamento prematuro do ductus arteriosus e a inibição das contrações uterinas. Observou-se uma tendência a aumento de
    hemorragia tanto na mãe como na criança.
    A administração de ácido acetilsalicílico em altas doses (>300 mg por dia) pouco antes do nascimento pode conduzir a hemorragias intracranianas, particularmente em bebês prematuros.

    Lactação:

    Os salicilatos e seus metabólitos passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos no lactente após uso eventual, em geral é desnecessária a interrupção da amamentação. Entretanto, com o uso regular ou ingestões de altas doses, a amamentação deve ser descontinuada precocemente.
    Capacidade para dirigir veículos e operar máquinas:
    Não se observaram efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

    Uso em IDOSOS, em CRIANÇAS e em OUTROS GRUPOS DE RISCO:

    Não há necessidade de recomendações especiais para o uso do produto em idosos, crianças ou pacientes de grupos de risco, desde que observadas as advertências, precauções e posologia mencionadas acima.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

    Interações contra-indicadas:
    metotrexato em doses de 15 mg/semana ou mais:
    Aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por agentes antiinflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos) (ver CONTRA-INDICAÇÕES).
    Combinações que requerem precauções para o uso: metotrexato em doses inferiores a 15 mg/semana:
    Aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por agentes antiinflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos).
    Anticoagulantes, por exemplo cumarina e heparina:
    Aumento do risco de sangramento em razão da inibição da função plaquetária, dano à mucosa gastroduodenal e deslocamento dos anticoagulantes orais de seus locais de ligação com as proteínas plasmáticas.
    Outros fármacos antiinflamatórios não-esteróides com salicilatos em altas doses ( ? 3 g/dia):
    Aumento do risco de úlceras e sangramento gastrintestinal devido a efeito sinérgico.
    Uricosúricos como a benzobromarona e a probenecida:
    Diminuição do efeito uricosúrico (competição na eliminação renal tubular do ácido úrico).

    Digoxina:

    Aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal.

    Bartitúricos e lítio:

    Aumento das concentrações plasmáticas de barbitúricos e lítio.
    Antidiabéticos, p.ex. insulina e sulfoniluréias:
    Aumento do efeito hipoglicêmico por altas doses do ácido acetilsalicílico via ação hipoglicêmica do ácido acetilsalicílico e deslocamento da sulfoniluréia de seu local de ligação nas proteínas plasmáticas.

    Trombolíticos / outros agentes antiplaquetários, p.ex. ticlopidina:

    Aumento do risco de sangramento.
    Sulfunamidas e suas associações:
    Aumento do efeito de sulfonamidas e suas associações.
    Diuréticos em combinação com ácido acetilsalicílico em doses de 3 g/dia ou mais:
    Diminuição da filtração glomerular, via síntese diminuída da prostaglandina renal.
    Glicocorticóides sistêmicos, exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison:
    Diminuição dos níveis de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteróides e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteróides.
    Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA):
    Em doses de 3 g/dia e mais, diminuição da filtração glomerular por inibição das prostaglandinas vasodilatadoras. Além disso, diminuição do efeito anti-hipertensivo.

    ácido valpróico:

    Aumento da toxicidade do ácido valpróico devido ao deslocamento dos locais de ligação com as proteínas.

    álcool:

    Aumento do dano à mucosa gastrintestinal e prolongamento do tempo de sangramento devido a efeitos aditivos do ácido acetilsalicílico e do álcool.

    REAÇÕES ADVERSAS

    Efeitos gastrintestinais
    Dor abdominal, azia, náusea, vômito.
    Hemorragia gastrintestinal oculta ou evidente (hematêmese, melena), que pode causar anemia por deficiência de ferro. Esse tipo de sangramento é mais comum quando a posologia é maior.
    Úlcera e perfuração gastroduodenal.
    Foram descritos casos isolados de perturbações da função hepática (aumento da transaminase).
    Efeitos sobre o sistema nervoso central:
    Tontura e zumbido, que geralmente indicam superdose.

    Efeitos hematológicos:

    Devido ao efeito sobre a agregação plaquetária, o ácido acetilsalicílico pode ser associado com
    aumento do risco de sangramento.

    Reações de hipersensibilidade:

    Por exemplo urticária, reações cutâneas, reações anafiláticas, asma e edema de Quincke.

    SUPERDOSE

    A intoxicação em idosos e sobretudo em crianças pequenas (superdose terapêutica ou envenenamento acidental, que é freqüente) deve ser temida, pois pode ser fatal.

    Sintomatologia:

    Intoxicação moderada:
    – Náusea, vômito, zumbido, sensação de perda da audição, dor de cabeça, vertigem e confusão mental. Esses sintomas podem ser controlados com a redução da posologia.
    Intoxicação grave:
    Febre, hiperventilação, cetose, alcalose respiratória, acidose metabólica, coma, choque cardiovascular, insuficiência respiratória, hipoglicemia acentuada.
    Tratamento de emergência:
    – Transferência imediata a uma unidade hospitalar especializada.
    – Lavagem gástrica, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácido-base. – Diurese alcalina para obter um pH da urina entre 7,5 e 8. Deve-se considerar diurese alcalina forçada quando a concentração de salicilato no plasma for maior que 500 mg/litro (3,6mmol/litro) em adultos ou 300 mg/litro (2,2 mmol/litro) em crianças.
    – Possibilidade de hemodiálise em intoxicação grave.
    – Perdas líquidas devem ser repostas.
    – Tratamento sintomático.

    ARMAZENAGEM

    Conservar os comprimidos na sua embalagem original, em temperatura ambiente, entre 15-30°C.
    Proteger da umidade.
    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Lote, datas de fabricação e validade: vide cartucho

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    Mercilon®
    desogestrel
    etinilestradiol

     

     

     

    Forma farmacêutica e apresentação :

    Embalagens com 10 cartelas com 21 comprimidos.
    Uso Adulto

     

     

    Composição :

    Cada comprimido contém:
    desogestrel……………………………………………………………….. 150 mcg
    etinilestradiol……………………………………………………………….. 20 mcg
    Excipiente (amido, povidona, ácido esteárico, estearato de magnésio, dióxido de silício,
    racealfatocoferol, lactose) q.s.p. ………….. 1 comprimido

    Informações ao Paciente :

    Ação esperada do medicamento
    Anticoncepcional.
    Cuidados de armazenamento e data de validade.
    Conservar Mercilon em temperatura ambiente (entre 15 – 30 °C), protegi do da luz e da umidade. Nº do Lote, data de Fabricação (F) e a data de Validade (V) estão indicados na embalagem externa do produto. Não use medicamento com prazo de validade vencido, pois o seu efeito pode não ser o desejado. A cartela de Mercilon contém 21 comprimidos e nessa cartela está marcado o dia da semana correspondente a cada comprimido.- Mercilon comprimidos é uma moderna “pílula anticoncepcional”, para uso oral, que apresenta baixa dosagem de princípios ativos. São eles o DESOGESTREL e o ETINILESTRADIOL.
    Toda pílula anticoncepcional só deverá ser utilizada com orientação contínua do médico, por isso, antes de iniciar o tratamento, a paciente deve ser submetida a exames ginecológicos e principalmente excluída a existência de gravidez.

    Cuidados na administração :

    Para usar Mercilon e obter o máximo de eficácia, ler atentamente as instruções indicadas a seguir:
    – O primeiro dia do ciclo corresponde ao primeiro dia de menstruação.
    – Tomar 1 comprimido (inteiro) por dia, durante 21 dias seguidos – seguir as setas indicadas na cartela – sempre no mesmo horário, por exemplo, na hora do café ou na hora do jantar.
    – Se esquecer de tomar 1 comprimido, o mesmo deve ser tomado na mesma hora que perceber o esquecimento, desde que não tenha ultrapassado 12 horas do horário escolhido para fazer o tratamento. Se esse período for maior do que 12 horas, esperar até a hora habitual
    e tomar os 2 comprimidos juntos (o “esquecido” e o do dia normal) – nesse caso, tomar precauções adicionais para evitar a gravidez durante 7 dias seguidos ou até ocorrer a próxima menstruação.
    – Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Cuidados na interrupção do tratamento :

    Suspendendo o uso de Mercilon, a função dos ovários é recuperada e conseqüentemente existe risco de engravidar.

    “TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.”

    Como usar Mercilon :
    – Se durante o ciclo anterior não usou nenhuma pílula anticoncepcional ou se usou e quer trocar por Mercilon: esperar o início da menstruação. No primeiro dia da menstruação, tomar o primeiro comprimido de Mercilon (ver marca na cartela do dia da semana correspondente ao
    primeiro comprimido). Seguir a direção das setas e continuar a tomar 1 comprimido por dia,durante 21 dias seguidos, até a cartela ficar vazia. Fazer pausa de 7 dias. Imediatamente após o sétimo dia, começar outra cartela de Mercilon, mesmo que a menstruação não tenha
    terminado. Observar que da segunda cartela em diante, sempre a primeira pílula vai coincidir com o mesmo dia da semana em que se iniciou o tratamento.
    – Se iniciar o tratamento após o dia recomendado ou no período pós-parto, tomar precauções adicionais para evitar a gravidez durante os primeiros 7 dias de uso de Mercilon (uso de camisinha, por exemplo).
    – Se a menstruação já começou há mais de 5 dias, esperar até a próxima menstruação para iniciar o tratamento.

    Precauções e advertências :

    – O uso de anticoncepcionais orais pode diminuir a tolerância da glicose, portanto, se você está usando insulina ou outros medicamentos antidiabéticos avise seu médico.
    – Os anticoncepcionais orais contendo estrogênio/progestagênio podem afetar a qualidade e reduzir a quantidade de leite materno. Pequenas quantidades dessas substâncias podem ser eliminadas através do leite materno.
    – O uso de cigarros aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Esse risco aumenta com a idade e a quantidade de cigarros/dia, portanto as pacientes que utilizam anticoncepcionais orais devem ser orientadas a parar de fumar.
    – A paciente deve informar ao médico qualquer alteração desagradável durante o uso de Mercilon, principalmente se essas alterações surgirem com o uso de outros medicamentos.

    Confiabilidade reduzida :

    A confiabilidade de anticoncepcionais orais pode ser reduzida quando:
    – os comprimidos não forem tomados de acordo com as instruções de uso;
    – ocorrerem problemas gastrintestinais como vômitos e/ou diarréia até 4 horas depois de tomado o comprimido;
    – forem utilizados outros medicamentos em conjunto, tais como: antibióticos, barbitúricos,anticonvulsivantes e, possivelmente, produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva de São João ou St. John’s wort).

    “NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
    PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.”

    Características :

    Mercilon é um anticoncepcional oral combinado que contém, como substâncias ativas, o estrogênio etinilestradiol e o progestagênio desogestrel. Os estudos clínicos revelam que os anticoncepcionais orais contendo etinilestradiol e desogestrel não provocam efeitos metabólicos indesejáveis atribuídos à atividade androgênica de alguns progestagênios utilizados em anticoncepcionais orais. Quando administrado de acordo com esquema
    posológico recomendado, Mercilon suprime a função gonodal hipofisária e,conseqüentemente, a ovulação. Além disso, Mercilon induz um sangramento uterino regular com quantidade e duração semelhantes à menstruação normal. Esse sangramento é indolor e normalmente inicia 2 ou 3 dias após a ingestão do último comprimido. Ensaios clínicos realizados com Mercilon demonstraram baixíssimo índice de gravidez, bom controle do ciclo,baixa incidência de efeitos colaterais e, como resultado, reduzido índice de descontinuidade.

    Indicação :

    Como anticoncepcional oral.

    Contra-indicações :

    – Mercilon é contra-indicado durante a gravidez.
    – Distúrbios cardiovasculares ou cerebrovasculares, por exemplo: tromboflebites, processos tromboembólicos, ou antecedentes dessas condições.
    Hipertensão grave.
    – Distúrbios hepáticos importantes ou antecedentes dessas condições, caso os resultados dos testes de função hepática não tenham retornado ao normal; icterícia colestática; antecedentes de icterícia na gravidez ou durante o uso de esteróides.
    – Síndromes de Rotor e de Dubin-Johnson.
    – Presença ou suspeita de tumores estrogênio-dependentes.
    – Hiperplasia endometrial.
    – Sangramento vaginal sem diagnóstico.
    – Porfiria.
    – Hiperlipoproteinemia, especialmente em presença de outros fatores de risco que predisponham a doenças cardiovasculares.
    – Um histórico de prurido intenso ou herpes gestacional durante a gravidez, ou com uso prévio de esteróides.

    Precauções e advertências :

    – Os anticoncepcionais orais contendo estrogênio/progestagênio podem afetar a qualidade e reduzir a quantidade de leite materno. Uma pequena quantidade das substâncias ativas pode ser excretada através do leite materno.
    – Se ocorrerem quaisquer sinais de processos tromboembólicos, o tratamento deverá ser interrompido imediatamente.
    – O tabagismo aumenta o risco de doenças vasculares e esse risco é acentuado com a idade.
    Além disso, é provavelmente um pouco maior nas usuárias de anticoncepcionais orais contendo estrogênios em relação às não-usuárias. Sendo assim, as mulheres com idades acima de 35 anos devem ser orientadas a parar de fumar, caso queiram utilizar esses produtos.
    – Nas pacientes fazendo uso de medicamentos contendo estrogênios, o risco de trombose venosa profunda pode aumentar temporariamente ao serem submetidas à cirurgia de grande porte ou imobilização prolongada.
    – Na presença de veias varicosas importantes, os benefícios dos medicamentos com estrogênios deverão ser avaliados contra os possíveis riscos.
    – O tratamento deverá ser interrompido caso os resultados dos testes de função hepática se tornem anormais.
    – Muito raramente têm sido descritos adenomas de células hepáticas em usuárias de anticoncepcionais orais. O adenoma pode se apresentar como uma massa abdominal e/ou com sinais e sintomas de dor abdominal aguda. Caso a paciente apresente dor abdominal ou sinais de sangramento intra-abdominal, deve-se considerar a presença de adenoma celular hepático hemorrágico.
    – Ocasionalmente, verifica-se cloasma durante o uso de medicamentos contendo estrogênio e/ou progestagênio, especialmente em mulheres com antecedentes de cloasma gravídico. As mulheres com tendência a cloasma devem evitar exposição ao sol durante o tratamento com
    esses medicamentos.
    – Durante o uso de anticoncepcionais contendo estrogênios, poderá, ocasionalmente, ocorrer depressão. Caso isso se acompanhe de distúrbios no metabolismo do triptofano, a administração de vitamina B6 poderá ter valor terapêutico.
    – O uso de esteróides pode influenciar os resultados de determinados testes laboratoriais.
    – Recomenda-se exames médicos periódicos durante o tratamento prolongado com medicamentos contendo estrogênios e/ou progestagênios.
    – As pacientes portadoras de qualquer das seguintes condições deverão ser monitoradas:
    – Insuficiência cardíaca latente ou manifesta, disfunção renal, hipertensão, epilepsia ou enxaqueca (ou antecedentes dessas condições), pois pode ocorrer agravamento ou recorrência dessas doenças ou, eventualmente, podem ser induzidas.
    – Drepanocitose, pois sob certas circunstâncias como, por exemplo, durante infecção ou anóxia, os medicamentos contendo estrogênios podem induzir processos tromboembólicos em pacientes com essas condições.
    – Doenças ginecológicas sensíveis à ação estrogênica como, por exemplo, fibromiomas uterinos – que podem aumentar de tamanho, e endometriose – que pode se agravar durante o tratamento com estrogênio.

    Confiabilidade reduzida :

    Quando Mercilon é tomado de acordo com as instruções de uso, a ocorrência de gravidez é altamente improvável. No entanto, a confiabilidade dos anticoncepcionais orais pode ser reduzida quando:
    – os comprimidos não são tomados de acordo com as instruções de uso como, por exemplo,esquecimento da ingestão de um ou mais comprimidos;
    – ocorrer distúrbios gastrintestinais como diarréia e/ou vômito dentro de até 4 horas após a ingestão do comprimido;
    – administração concomitante de outros medicamentos (vide item interações medicamentosas).
    Se não ocorrer sangramento de privação e nenhuma das circunstâncias mencionadas acima estiver presente, a gravidez será altamente improvável e o uso de anticoncepcional oral pode ser continuado.
    Se, no entanto, qualquer uma dessas eventualidades ocorrer, deve-se interromper a ingestão dos comprimidos e excluir-se a presença de gravidez antes de retornar ao uso do anticoncepcional oral.

    Interações medicamentosas :

    Sangramento irregular e confiabilidade reduzida poderão ocorrer quando os anticoncepcionais
    forem administrados concomitantemente com outros medicamentos como os anticonvulsivantes, barbitúricos, antibióticos (por exemplo, tetraciclina, rifampicina, etc.),determinados laxantes e, possivelmente, produtos fitoterápicos contendo Hypericum
    perforatum (erva de São João ou St. John’s wort). Em diabéticas, os anticoncepcionais orais podem diminuir a tolerância à glicose e aumentar as necessidades de insulina ou outros medicamentos antidiabéticos. Os anticoncepcionais orais podem interferir no metabolismo
    oxidativo do Diazepam e Clordiazepóxido, provocando acumulação plasmática dos mesmos.
    Os estrógenos podem provocar diminuição da resposta a agentes antidepressivos tricíclicos e aumento na incidência de efeitos secundários tóxicos desses medicamentos.

    Reações adversas :

    Foram associadas ao tratamento com estrogênio e/ou progestagênio as seguintes reações:
    – Trato geniturinário : Sangramento intermenstrual, amenorréia pós-medicação, alterações na secreção cervical, aumento no tamanho dos fibromiomas uterinos, agravamento de endometriose, certas infecções vaginais, como a candidíase.
    – Mamas: Sensibilidade, dor, aumento, secreção.
    – Sistema gastrintestinal: Náusea, vômito, colelitíase, icterícia colestática.
    – Sistema cardiovascular: Tromboses, aumento da pressão arterial.
    – Pele: Cloasma, eritema nodoso, erupção.
    – Olhos: Desconforto da córnea quando em uso de lentes de contato.
    – SNC: Cefaléia, enxaqueca, alterações do humor.
    – Diversos: Retenção de líquidos, redução da tolerância à glicose, alteração do peso corporal.

    Posologia e modo de usar :

    O primeiro comprimido da primeira cartela deverá ser iniciado no primeiro dia da menstruação.
    Isso também é aplicável quando houver troca de um outro anticoncepcional oral. Um comprimido é tomado diariamente no mesmo horário, sem interrupção durante 21 dias,seguindo-se de uma pausa de 7 dias. Cada cartela seguinte será iniciada após o término dessa pausa de 7 dias. A administração após o parto deverá ser iniciada no primeiro dia da primeira menstruação espontânea. Caso seja necessário iniciar antes, por exemplo, imediatamente após o parto, serão necessárias medidas anticoncepcionais adicionais durante os primeiros 7 dias de uso dos comprimidos. A administração após aborto deverá ser iniciada imediatamente.
    Nesse caso, não serão necessárias medidas anticoncepcionais adicionais.

    Superdosagem :

    A toxicidade tanto do desogestrel como do etinilestradiol é muito baixa. Sendo assim, não se espera a ocorrência de sintomas tóxicos com Mercilon quando, por exemplo, uma criança venha a ingerir diversos comprimidos simultaneamente. Os sintomas que podem ocorrer nesse
    caso, incluem: náusea, vômito e, em meninas, leve sangramento vaginal. Provavelmente não será necessário tratamento específico e, caso seja adequado, pode-se administrar tratamento de apoio, a critério médico.
    Reg. MS-1.0171.0068
    Farm. Resp.: José Luis Moretti Farah – CRF-SP nº 16.509
    ORGANON DO BRASIL Indústria e Comércio Ltda.
    Rua João Alfredo, 353 – São Paulo – SP
    CNPJ 03.560.974/0001-18 – Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    RU-M0111.041

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  • Cebion® 500 mg
    ácido ascórbico
    Comprimidos de ação prolongada

     

    APRESENTAÇÕES

    Comprimidos de ação prolongada. Embalagem contendo 30 comprimidos.

     

    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO
    COMPOSIÇÃO

    Cada comprimido de ação prolongada contém:
    ácido ascórbico (vitamina C) …………………………………. 500 mg
    Excipientes: hipromelose, dióxido de silício, óleo vegetal hidrogenado e estearato de magnésio.

     

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE 

    PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

    Este produto é um suplemento vitamínico indicado como auxiliar do sistema imunológico.

    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

    Este produto corrige estados de carência de vitamina C, estimula as defesas orgânicas nas épocas de maior perigo de infecção e supre as necessidades que ocorrem em estados normais (gravidez,amamentação, atividades esportivas, trabalho intenso) e patológicos (doenças infecciosas e estados febris).

    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Não tome este produto se você sofre de cálculos renais ou de deficiência grave do funcionamentodos rins, ou ainda se você possui alergia a qualquer dos componentes da fórmula.

    O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Advertências e precauções
    A vitamina C pode interferir com os resultados de alguns exames de laboratório (glicosúria,transaminases, desidrogenase lática, bilirrubina, pesquisa de sangue oculto nas fezes). É necessário interromper o uso deste produto antes desses exames.

    Gravidez e amamentação

    Este produto pode ser utilizado durante a gravidez e a amamentação quando houver necessidade de um maior suprimento de vitamina C. Entretanto, se você está grávida ou amamentando, não tome doses altas, pois a vitamina C atravessa a placenta e é excretada no leite materno.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Interações com alimentos, bebidas e outros medicamentos. Alimentos não interferem com os efeitos deste produto. Evite tomar o produto juntamente com bebidas alcoólicas. O uso simultâneo com barbitúricos aumenta a necessidade diária de vitamina C. Este produto, se tomado junto com medicamentos à base de substância desferroxamina, pode potencializar os efeitos tóxicos do ferro no organismo. Salicilatos podem aumentar a eliminação urinária da vitamina C. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Direção de veículos e operação de máquinas.Você pode dirigir e lidar com máquinas normalmente durante tratamento com este produto.

    ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

    Você deve conservar este produto em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Cebion® 500 mg Ação Prolongada são brancos, redondos e biconvexos.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 

    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Um comprimido de ação prolongada ao dia, preferencialmente pela manhã.
    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco.
    Não existem advertências nem recomendações especiais sobre o uso do produto por pacientes idosos. Uso pediátrico: a dose diária recomendada de vitamina C é de 25 mg por quilo de peso,até os limites de 300 mg nas crianças em fase de amamentação e de 1000 mg nas demais crianças.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
    Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

    O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Tome a dose assim que se lembrar, mas não tome uma dose dobrada para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

    Como todos os medicamentos, este produto pode causar algumas reações desagradáveis; no entanto, estas não ocorrem em todas as pessoas. Caso você tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento. Este produto é normalmente bem tolerado. Em algumas pessoas podem ocorrer queixas de perturbações digestivas. Essas perturbações são infrequentes (ocorrendo entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) e de pequena intensidade: azia,diarreia, enjoo, vômitos e também aumento do volume urinário. Em pessoas predispostas, o uso de altas doses de medicamentos contendo vitamina C pode ocasionar cálculos renais (pedras nos rins). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     

    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

    Não são conhecidos casos de intoxicação por dose excessiva de vitamina C. Se você tiver alguma reação adversa, suspenda o uso do produto e procure assistência médica, caso seja necessário.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
    Ligue para 0800 722 6001,se você precisar de mais orientações.

     

    DIZERES LEGAIS

    M.S. 1.0089.0071
    Farmacêutico Responsável: Geraldo César Monteiro de Castro – CRF-RJ nº 14021
    Fabricado por: MERCK S.A.
    CNPJ 33.069.212/0001-84
    Estrada dos Bandeirantes, 1099
    Rio de Janeiro – RJ – CEP 22710-571
    Indústria Brasileira
    Embalado por: Serpac Comércio e Indústria Ltda.
    São Paulo – SP
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em (dia/mês/ano)

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