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     Terramicina

    cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Terramicina®
    Nome genérico: cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Apresentação:

    Terramicina® pomada oftálmica contém 5 mg/g de oxitetraciclina base e 10.000 U/g de polimixina B em
    embalagem contendo 1 bisnaga de 5,0 g contendo 3,5 g de pomada oftálmica.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO OFTÁLMICO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada grama da pomada oftálmica de Terramicina® contém cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B equivalente a 5 mg de oxitetraciclina base e 10.000 U de polimixina B. Excipientes: petrolato branco e óleo mineral.

     Informações ao Paciente 

     Para que este medicamento é indicado?

    Terramicina® (cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B) pomada oftálmica é indicada no tratamento de infecções oculares (no olho) superficiais, envolvendo a conjuntiva (membrana que cobre o olho) e/ou a córnea (membrana transparente da frente do olho), causada por microrganismos suscetíveis (sensíveis).

     Como este medicamento funciona? 

    A oxitetraciclina, um dos antibióticos (medicamentos que combatem infecções) presentes na Terramicina®, é
    um inibidor da síntese proteica bacteriana, impedindo que as bactérias produzam proteínas que são a base do
    seu crescimento e reprodução, ou seja, incapacita a bactéria de crescer e se multiplicar. O sulfato de polimixina B, o outro antibiótico presente na Terramicina®, é bactericida (elimina as bactérias), sendo sua ação exclusivamente contra organismos Gram-negativos, um grupo específico de bactérias. Acredita-se que sua ação se dá por alteração na estrutura da membrana bacteriana (membrana protetora), resultando no extravasamento (saída) dos seus componentes essenciais.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Leia também as respostas 4 e 8. Terramicina® não deve ser usada nos casos de hipersensibilidade (alergia) às tetraciclinas (classe de antibiótico de um dos antibióticos presentes na pomada), à polimixina B (nome do outro antibiótico presente na pomada) ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Leia também as respostas 3 e 8. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Terramicina® deve ser utilizada durante a gravidez somente quando os possíveis benefícios superarem os potenciais riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Devido às possíveis reações adversas em lactentes, nos bebês, deve-se descontinuar a amamentação ou o uso do medicamento, dependendo da importância do medicamento para a mãe. Logo após aplicação de Terramicina® pode ocorrer um curto período de menor acuidade visual (embaçamento da visão), por isso deve-se ter precaução ao dirigir ou operar máquinas durante este período. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Terramicina®. Não há interações medicamentosas conhecidas com o uso de Terramicina® pomada oftálmica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Terramicina® deve ser conservada bem fechada, em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da
    luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: massa homogênea (sem grumos) amarela clara que é uniformemente suave.

     Como devo usar este medicamento? 

    Sempre lave muito bem as mãos antes de aplicar a pomada oftálmica. a) Abra a bisnaga de Terramicina®; b) Com o dedo indicador, puxe delicadamente a pálpebra inferior do olho para baixo, formando uma bolsa; c) Coloque uma pequena quantidade (aproximadamente 1 cm). Evite que a ponta da bisnaga toque a sua mão, a pálpebra ou os cílios; d) Recoloque a tampa no frasco.
    Use a pomada conforme a orientação do seu médico. Recomenda-se usar, 4 a 6 vezes ao dia até a cura
    completa da infecção. Portanto, a duração do tratamento pode variar de um dia até várias semanas,
    dependendo da natureza e da gravidade da infecção. No caso de blefarite, escamas e crostas devem ser
    removidas antes de aplicar a medicação. Na profilaxia, segue-se o mesmo procedimento do dia anterior à
    operação e subsequentemente nos dias a seguir. Deve-se tomar cuidado para não contaminar a ponta do tubo quando aplicar a pomada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Se você esquecer de usar a Terramicina® no horário estabelecido pelo seu médico, use-a assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário da próxima aplicação, pule a aplicação esquecida e faça a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Leia também as respostas 3 e 4. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Terramicina®, tais como hipersensibilidade (reação alérgica), sensação de queimação, aumento do lacrimejamento, dermatite de contato (reação alérgica da pele por contato), dor e sensação de corpo estranho no olho. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
    a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0024
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27071
    Registrado e Fabricado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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  •  MACRODANTINA®

    nitrofurantoína

     Apresentação:

    Cápsula: Embalagem contendo 28 cápsulas.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada cápsula contém:
    nitrofurantoína……………………………………………………………………………………………………………………. 100mg
    excipientes – q.s.p…………………………………………………………………………………………………………….. 1 cápsula
    (amido, talco e lactose monoidratada). Macrodantina®

     Informações ao Paciente:
    Para que este medicamento é indicado?

    MACRODANTINA® é um agente antibacteriano indicado no tratamento de infecções urinárias agudas e crônicas, tais como cistites, pielites, pielocistites e pielonefrites causadas por bactérias sensíveis à nitrofurantoína.

     Como este medicamento funciona?

    A nitrofurantoína inibe processos bacterianos vitais, tais como síntese de proteínas e da parede celular, o que resulta em morte das bactérias. O tempo médio estimado para início de ação é de algumas horas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Não utiliza MACRODANTINA® se você já teve qualquer alergia ou alguma reação incomum a qualquer um dos componentes da fórmula do produto. Você não deve utilizar MACRODANTINA® se apresentar anúria (ausência da formação de urina), oligúria (diminuição da frequência urinária) ou comprometimento renal importante, se estiver nas últimas semanas de gravidez (38-42 semanas), se já apresentou alergia à nitrofurantoína ou a qualquer componente da formulação ou se já apresentou problemas no fígado associados à nitrofurantoína. Este medicamento também não deve ser utilizado em crianças com menos de um mês de idade. Este medicamento é contraindicado para pacientes com insuficiência renal moderada.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    A nitrofurantoína é altamente solúvel na urina e lhe confere uma coloração amarelada. Não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Assim, como a segurança da nitrofurantoína na gravidez e lactação não foi estabelecida, o seu emprego nestas condições exige avaliação criteriosa dos riscos e benefícios.
    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Uso em idosos: Devido à maior frequência de problemas renais, cardíacos e hepáticos em
    indivíduos idosos, MACRODANTINA® deve ser administrado com cautela nessa faixa etária e exames para avaliação da função renal devem ser realizados periodicamente. Eventos adversos pulmonares agudos e crônicos foram observados em pacientes tratados com a nitrofurantoína por mais de seis meses. Informe ao seu médico a ocorrência de falta de ar ou tosse durante o tratamento. Casos de anemia, acometimento dos nervos (neuropatia) e eventos adversos no fígado já foram relatados em pacientes fazendo uso de MACRODANTINA® . Informe ao seu médico a ocorrência de cansaço, dores nas pernas ou se sua pele se tornar amarelada durante o tratamento.
    Interações medicamentosas: Antiácidos contendo trissilicato de magnésio, quando administrados concomitantemente com a nitrofurantoína, reduzem sua absorção. A probenecida e a sulfimpirazona podem inibir a excreção renal de nitrofurantoína, o que pode resultar em aumento das concentrações sanguíneas e redução das concentrações urinárias de nitrofurantoína. A nitrofurantoína interage com magnésio trissilicato, probenecida, sulfimpirazona, ácido nalidíxico, norfloxacina, ácido oxolínico. Atenção especial para a possível diminuição de eficácia contraceptiva quando a nitrofurantoína for utilizada com os contraceptivos orais. Usuárias sob tratamento com Macrodantina®. – contraceptivos orais devem utilizar temporária e adicionalmente um método contraceptivo de barreira ou escolher um outro método contraceptivo. Interações com exames laboratoriais: a presença de nitrofurantoína na urina pode resultar em reação falso-positiva para a presença de glicose na urina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. MACRODANTINA® apresenta-se em cápsula dura de gelatina com corpo e tampa de cor mostarda
    contendo pó de cor amarela apresentando cristais e grânulos de coloração amarelo mais intenso. Livre de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    A ingestão de MACRODANTINA® acompanhada de alimentação reduz a frequência de eventos adversos
    gastrintestinais. Tomar 1 cápsula de 100mg de 6 em 6 horas, durante 7 a 10 dias. Se for necessário usar o medicamento por longo prazo, uma redução da dose deverá ser considerada: 1 cápsula de 100mg na hora de se deitar. Observação: O tratamento deverá ser continuado, no mínimo, por mais três dias após a urina tornar-se
    estéril. Caso a infecção persista, será necessária a reavaliação do caso. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Use o medicamento assim que se lembrar de que esqueceu uma dose. Se o horário estiver próximo ao que seria a dose seguinte, pule a dose perdida e siga o horário das outras doses normalmente. Não dobre a dose para compensar a dose omitida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar reações não desejadas. Apesar de nem todas estas reações adversas ocorrerem, informe ao seu médico caso alguma delas ocorra.
    Os eventos adversos da MACRODANTINA® são apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir :
    Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos paciente s que utilizam este medicamento): dor de cabeça,
    náuseas, vômitos, diarreia, dor no estômago, perda do apetite e pneumonia. Reações incomuns (ocorrem entre 01,% e 1 dos pacientes que utilizam este medicamento): neuropatia (acometimento dos nervos), anemia, diminuição das contagens de glóbulos brancos e flatulência (excesso de gases). Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): elevação da pressão intracraniana, formigamentos, fibrose pulmonar, morte das células hepáticas, icterícia (pele e mucosas amareladas), alergia na pele, coceira, urticária, síndrome semelhante ao lúpus eritematoso, vermelhidão na pele, reação anafilática (reação alérgica muito grave), reações alérgicas, anemia, constipação, perda de cabelo, sonolência, tontura, febre com calafrio, fraqueza, depressão, inflamação do nervo óptico e psicoses. Outros eventos adversos já relatados com o uso da MACRODANTINA®: elevação das concentrações plasmáticas de enzimas hepáticas (ALT e AST), redução das concentrações de hemoglobina, elevação das concentrações plasmáticas de fósforo e aumento das contagens de eosinófilos.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Incidentes ocasionais com superdose aguda de MACRODANTINA® não resultaram em sintomas específicos além de vômitos. Não há antídotos específicos, mas uma alta ingestão de líquidos deve ser mantida para promover a excreção urinária da droga. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
    leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS:

    Registro M.S. nº 1.7817.0787
    Farm. Responsável: Fernando Costa Oliveira – CRF-GO nº 5.220
    Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE EMBALAGEM
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA. Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
    Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri- SP – CEP 06460-120
    C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07 – Indústria Brasileira
    Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – GO – CEP 75132-020

     

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  • factive-e-destinado-ao-tratamento-de-infecções-respiratorias-causadas-por-bacteriasFactive

    mesilato de gemifloxacino

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos 320mg: embalagens com 5 e 7 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Factive contém: mesilato de gemifloxacino (equivalente a 320mg de gemifloxacino) ……………… 426,39 mg. Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e povidona.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Factive é destinado ao tratamento de infecções respiratórias causadas por bactérias, como pneumonias, sinusites e complicações infecciosas de pacientes que sofrem de bronquite crônica.

    Como este medicamento funciona?

    Factive é um antibiótico, cujo ingrediente ativo é o mesilato de gemifloxacino. É utilizado no tratamento de adultos maiores de 18 anos com bronquite infecciosa, sinusite aguda bacteriana, ou pneumonias causadas por determinados tipos de bactérias (micróbios) sensíveis ao mesilato de gemifloxacino. Como a maioria dos antibióticos, ele interfere com as reações químicas das bactérias, fazendo com que elas morram. O início de ação de Factive ocorre em aproximadamente 30 minutos após a sua administração.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não tome esse medicamento se você for alérgico a qualquer ingrediente do Factive ou a qualquer antibiótico chamado de quinolona. Se, ao tomar essa medicação, você apresentar falta de ar, tosse, chiados ou qualquer sintoma que possa sugerir uma reação alérgica grave, procure atendimento de emergência imediatamente. Se você apresentar
    vermelhidão na pele pare de tomar a medicação e comunique seu médico. Factive não será adequado se você estiver grávida ou planejando engravidar, ou amamentando, já que os efeitos do Factive em fetos e bebês ainda não são totalmente conhecidos. Este medicamento é contra indicado para pacientes renais graves. Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Factive não será adequado: Se algum membro de sua família tiver o diagnóstico de uma doença rara chamada “prolongamento congênito do intervalo QT”. Se você tiver dosagens baixas de potássio ou de magnésio no sangue ou sofrer de batimentos cardíacos mais lentos, condição conhecida como bradicardia ou tiver sofrido recentemente um ataque cardíaco (infarto). Por segurança, o paciente deve evitar exposição solar excessiva ou bronzeamento artificial. Caso ocorra uma reação simulando uma queimadura solar, o médico deve ser contatado. Se você tiver história de convulsões (ataques epiléticos) ou se tiver problemas renais. Durante o tratamento com Factive, uma hidratação adequada deve ser mantida, para evitar a formação de urina muito concentrada. Factive pode causar vertigens, caso isto ocorra durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações Medicamentosas

    Factive não deve ser utilizado caso esteja fazendo uso de quaisquer das medicações abaixo listadas, com risco de interações medicamentosas e causando modificações no mecanismo de ação das drogas utilizadas em conjunto. Interação medicamento-medicamento Antiácidos: A biodisponibilidade do gemifloxacino é significativamente reduzida quando um antiácido contendo alumínio ou magnésio é consumido concomitantemente. A administração de um antiácido contendo alumínio ou magnésio deve ser feita 3 horas antes ou duas horas após a administração de
    Factive, para não alterar sua biodisponibilidade. Sulfato ferroso: A administração de sulfato ferroso deve ser feita 3 horas antes ou duas horas após a administração de Factive, para não alterar sua biodisponibilidade. Carbonato de cálcio: A administração simultânea de carbonato de cálcio com gemifloxacino resultou numa pequena redução da exposição associada a leves reduções na concentração máxima do Factive. Este tipo de medicamento deve ser feito tanto duas horas antes, quanto duas horas depois do gemifloxacino Sucralfato: Quando ministrado (2g) três horas antes do gemifloxacino, provocou redução significativa de sua biodisponibilidade. Quando ministrado duas horas após o gemifloxacino, o sucralfato não reduziu significativamente sua biodisponibilidade. Dessa forma, Factive deve ser ingerido pelo menos duas horas antes do sucralfato Cimetidina: A administração concomitante de uma dose de Factive com cimetidina 400mg quatro vezes ao dia por 7 dias resultou em pequenos aumentos médios da biodisponibilidade do gemifloxacino, estes aumentos não foram significativamente consideráveis. Omeprazol: Administração concomitante de Factive com 20mg de omeprazol ao dia durante 4 dias resultou em pequenos aumentos na biodisponibilidade do gemifloxacino, não significativamente consideráveis. Probenecida: Administração de dose única de Factive a indivíduos saudáveis que receberam doses repetidas de probenecida exibiram redução média da excreção renal do gemifloxacino pela metade, resultando num aumento médio da biodisponibilidade do gemifloxacino. Se você estiver tomando algum medicamento dos listados abaixo, os mesmos devem ser tomados pelo menos 2 (duas) horas antes ou 3 (três) horas depois de Factive, pois pode rá haver interferência na sua absorção: • ferro (na forma de sulfato ferroso) • vitaminas que contenham zinco • outros metais • didanosina. Informe seu médico caso esteja utilizando medicamentos antiarrítmicos, eritromicina, antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos, corticoides, diuréticos (furosemida e hidroclorotiazida). Nenhuma interação clínica significante foi observada quando administrado concomitante Factive com omeprazol, teofilina, digoxina, varfarina ou contraceptivos orais.

    Interação com alimentos:

    Não há qualquer influência da presença de alimentos em conjunto com Factive, podendo o mesmo ser ingerido tanto em jejum quanto associado a refeições. Interação medicamento-substância química Embora não existam dados sobre a influência da administração concomitante com álcool na sua farmacocinética ou toxicidade, não se recomenda a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Factive. Interação medicamento-exame laboratorial. A porcentagem de pacientes que receberam múltiplas doses de gemifloxacino e tiveram alterações em parâmetros laboratoriais está listada a seguir. Não está claro se tais alterações estão diretamente relacionadas à droga ou não. Bioquímicos: Aumentos de ALT (1,5%), aumentos de AST (1,1%), aumentos de creatina-fosfoquinase (0,6%), aumento de potássio (0,5%), redução de sódio (0,3%), aumento de gamaglutamil transferase (0,5%), aumento de fosfatase alcalina (0,3%), aumento de bilirrubina total (0,3%), aumento de ureia (0,3%), redução de cálcio (0,2%), redução de albumina (0,3%), aumento de creatinina (0,2%), redução de proteínas totais (0,1%) e aumento de cálcio (< 0,1%). Em estudos clínicos, aproximadamente 7% dos pacientes tratados com gemifloxacino possuíam valores elevados de ALT, imediatamente antes de entrar no estudo. Desses pacientes, aproximadamente 10% mostraram posterior elevação da ALT na visita de tratamento e 5% exibiram nova elevação ao final do tratamento. Nenhum dos pacientes apresentou icterícia hepatocelular. Hematologia: Aumentos de plaquetas (0,9%), redução de neutrófilos (0,5%), aumento de neutrófilos (0,5%), redução de hematócrito (0,3%), redução de hemoglobina (0,2%), redução de plaquetas (0,2%), redução de hemácias (0,1%), aumentos de hematócrito (0,1%), aumentos de hemoglobina (0,1%) e aumento de hemácias (0,1%). Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua
    embalagem original. Os comprimidos de Factive são de coloração branca a bege, de formato oblongo e biconvexo com vinco em uma das faces e liso em outra face. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Tome 1 comprimido ao dia, por 5 ou 7 dias ou a critério médico, exatamente como prescrito. Tome sempre no mesmo horário. Factive deve ser tomado em jejum ou nos intervalos das refeições. Este medicamento não deve ser tomado com leite. Engula o comprimido preferencialmente inteiro, não o mastigue. Se você perdeu o horário da medicação, tome assim que possível, mas não tome duas doses no mesmo dia. Mesmo que você se sinta bem antes do final do tratamento, tome o que foi prescrito pelo médico, para garantir que todas as bactérias foram eliminadas. As doses recomendadas e o tempo de uso do Factive não devem ser aumentados. Pacientes com redução da função renal: Seguir a orientação do seu médico. Pacientes com doenças hepáticas: Não serão necessários ajustes de doses para pacientes hepatopatas leves (Child-Pugh A), moderados (Child-Pugh B) ou graves (Child-Pugh C). Pacientes idosos: Seguir a orientação do seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você perdeu o horário da medicação, tome assim que possível, mas não tome duas doses no mesmo dia. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Factive é, geralmente, bem tolerado. Os efeitos colaterais mais comuns são: diarreia, vermelhidão na pele, enjôos, vômitos, dor de estômago, dor de cabeça, tonturas e alterações de paladar (mudanças de gosto de alguns alimentos). Factive, assim como todos os antibióticos conhecidos como quinolonas, podem causar alguns efeitos colaterais graves, como: Um raro problema de coração chamado prolongamento do intervalo QT, levando a alterações de condução do estímulo elétrico no coração e consequente arritmia cardíaca, que pode levar a morte súbita. Comunique imediatamente um profissional de saúde se você sentir palpitações, usando a medicação. Problemas no sistema nervoso central como tremores, sensação de agitação, visão de luzes, confusão e alucinações (ver ou ouvir coisas que não estão acontecendo). Existe risco do desenvolvimento de tendinite ou ainda ruptura de tendões, com risco aumentado principalmente em indivíduos com idade maior de 60 anos, ou ainda aquele grupo de pacientes que fazem uso de corticoides ou pacientes que se submeteram a transplante renal, de coração ou de pulmões. Se você sentir dores, inchaço localizado em membros ou em locais próximos às articulações, pare de tomar a medicação e comunique seu médico. Pode facilitar as alterações de pele causadas pelo sol (foto toxicidade), aumentando o risco de queimaduras. Também não se deve fazer bronzeamento artificial em uso do Factive. Use filtros solares e proteja -se com roupas adequadas quando estiver exposto ao sol (o ideal é ficar fora da exposição ao sol). Factive pode provocar reações de pele (vermelhidão) em pessoas alérgicas a quinolonas ou não alérgicas. Comunique seu médico se surgirem alterações de pele durante o tratamento com Factive. Foram realizados estudos clínicos com pacientes que receberam do ses diárias de gemifloxacino e ainda estudos em voluntários saudáveis e em pacientes com perda de função hepática ou renal que receberam doses únicas ou repetidas de gemifloxacino. A maioria das reações adversas experimentadas pelos pacientes foi considerada de intensidade leve ou moderada, porém, o gemifloxacino foi descontinuado devido a reações adversas em 2,2% dos pacientes, primariamente devido ao “rash” cutâneo (0,9%)
    , náusea (0,3%), diarreia (0,3%), urticária (0,3%) e vômitos (0,2%). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia 3,6%, “rash” cutâneo 2,8%, náusea 2,7%, cefaleia 1,2%. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal, anorexia, artralgias, obstipação intestinal, dermatites, tonturas, boca seca, dispepsia, fadiga, flatulência, infecção fúngica, gastrite, monilíase vaginal, hiperglicemia, insônia, leucopenia, prurido, sonolência, alteração de paladar, trombocitopenia, urticária, vaginite, e vômitos. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): fotossensibilização (0,039%), alterações na urina, anemia, astenia, dor lombar, hiperbilirrubinemia, dispneia, eczema, eosinofilia, gastrenterite, calores, granulocitopenia, aumento de Gama GT, cãibras, mialgias, nervosismo, desordens digestivas inespecíficas, dor, faringite, pneumonia, trombocitopenia, tremores, vertigens, alterações de visão. O risco de desenvolvimento de tendinite e ruptura de tendão associada ao uso de fluoroquinolonas encontra-se aumentado em pacientes com idade superior a 60 anos, pacientes que fazem uso de drogas corticosteroides, pacientes com insuficiência renal e/ou cardíaca ou pacientes que foram submetidos a
    transplante de pulmões. Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os principais sintomas de intoxicação incluem alterações do movimento, lentidão geral de movimentos e comportamento, tremores e convulsões (ataques epiléticos). No caso de ingestão de grande quantidade de comprimidos de uma só vez, deve-se procurar atendimento médico para que o estômago possa ser esvaziado. Pode-se tentar provocar vômitos, desde que com a devida segurança, com o paciente acordado e consciente. Não há antídoto específico, mas os serviços de emergência têm condições de remover uma parte da droga do sangue por diálise. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    Dizeres Legais

    MS – 1.0573.0363
    Farmacêutica Responsável:
    Gabriela Mallmann- CRF -SP nº 30.138
    Sob licença de LG Life Sciences, Ltd. – Seul, Coreia do Sul.
    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001- 91
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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  • descongestionante-nasal-leva-ao-vicio-e-a-pessoa-pode-ate-perder-o-olfato-imagem-01

    Além de todos os efeitos danosos, abusar das gotinhas diariamente pode causar ainda uma condição chamada rinite medicamentosa: quanto mais se usa o remédio, mais a obstrução nasal piora, uma vez que ele perde o efeito. Todo ano, quando o frio começa, é quase instintivo recorrer aos descongestionantes nasais. Somado ao frio, há a seca, que vem acompanhada de poeira, bactérias, ácaros e outros visitantes indesejados que pioram consideravelmente a vida dos alérgicos. O medicamento, embora traga alívio imediato ao nariz entupido, não é tão benéfico quanto parece. Diderot Parreira, otorrinolaringologista da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), explica que o uso indiscriminado do remédio pode ocasionar problemas sérios de saúde. “Os componentes dos descongestionantes nasais causam vasoconstrição, ou seja, fecham os vasos do nariz”, explica. O problema é que isso não ocorre só no nariz. Como eles contraem os vasos sanguíneos, têm um efeito sistêmico no corpo e contraem outros vasos também. “Isso pode causar arritmia, taquicardia, aumento da pressão arterial e outros problemas.” Para pessoas que sofrem com pressão alta ou que têm algum tipo de problema cardíaco, portanto, os remédios são um perigo. Segundo Parreira, os descongestionantes nasais estão em terceiro lugar no ranking dos medicamentos com mais efeitos colaterais e uso incorreto, de acordo com dados do Centro de Atendimento Toxicológico de São Paulo. Além de todos os efeitos danosos, abusar das gotinhas diariamente pode causar ainda uma condição chamada rinite medicamentosa: quanto mais se usa o remédio, mais a obstrução nasal piora, uma vez que ele perde o efeito. Ao contrário da rinite alérgica, na medicamentosa não há secreções. “Vira um vício que pode fazer com que o paciente perca o olfato”, alerta o médico. No entanto, o hábito de pingar continuamente o remédio no nariz, além de viciar, mascara um enorme perigo para a saúde do coração. A longo prazo, os efeitos dos descongestionantes elevam o risco de trombose e formação de coágulos. Na mucosa nasal, o uso abusivo provoca uma reação inflamatória, fazendo com que seja preciso quantidades cada vez maiores do remédio para se obter bem-estar. “O alívio da congestão nasal é imediato. Por isso, a pessoa acha que está fazendo um grande negócio. Mas é só um paliativo – diz o otorrinolaringologista Jair de Carvalho e Castro, do Hospital Samaritano do Rio. Segundo o médico, o correto é buscar ajuda para descobrir e tratar a causa do entupimento das narinas, que pode ser sinusite, desvio de septo ou pólipo nasal, entre outras. Lavar as narinas com soro fisiológico ou solução de água com sal e bicarbonato é uma boa alternativa para aliviar a congestão sem remédios, ensina Jair de Carvalho e Castro. Para quem já se viciou nos descongestionantes, o tratamento é feito com medicamentos orais e injetáveis que visam à recuperação da mucosa do nariz.

    Alívio para o nariz, risco para o coração:

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    Se para a maioria da população o que conta é o alívio rápido, é bom começar a pensar nas consequências do uso desses medicamentos, optando por soluções menos paliativas e tratamentos mais duradouros. Isto porque os descongestionantes têm substâncias que contraem os muitos vasos sanguíneos do nariz, que dificultam a respiração quando estão dilatados em decorrência de alergias e gripes. Quando são usadas sem orientação médica e durante períodos longos, as substâncias vasoconstritoras vão sendo absorvidas pela mucosa nasal e caem na corrente sanguínea, provocando pressão alta e taquicardia. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já alertou a população sobre os perigos da automedicação de congestionantes nasais com vasoconstritores, e até publicou uma lista daqueles que deveriam ser comercializados com tarja vermelha, ou seja, vendidos apenas mediante a prescrição de um médico.

    Alguns medicamentos que contém substâncias vasoconstritoras:

    Neosoro
    Sinustrate
    Sorine
    Adnax
    Rinoklin

    O uso contínuo do medicamento faz com que a mucosa nasal absorva a substância vasoconstritora (fenilefrina, difenidramina, cloridrato de oximetazolina, nafazolina ou cloridrato de nafazolina), levando-os até a corrente sanguínea, aumentando os riscos de Pressão alta e taquicardia. Nos Estados Unidos, muitos dos descongestionantes favoritos da população não estão mais facilmente disponíveis nas prateleiras, foram para trás do balcão forçando o cliente a fazer o pedido ao farmacêutico, muitas vezes assinando um termo ou mostrando a identidade. Outras marcas estão tendo suas fórmulas modificadas para minimizar riscos como doenças da tireoide, diabetes ou dificuldade de urinar, além de problemas cardíacos citados acima. Essas mudanças fizeram parte de um esforço nacional para evitar o consumo de metanfetamina, droga altamente viciante feita a partir da pseudoefedrina, ingrediente ativo de vários descongestionantes. Alguns laboratórios norte-americanos estão substituindo a pseudoefedrina por fenilefrina, mas como esta não pode ser feita sem a maléfica metanfetamina…Ou seja, como há poucos estudos sobre o assunto até agora, o melhor mesmo a se fazer é procurar orientação médica sempre, até porque a verdadeira causa da obstrução nasal pode ser outra, ainda desconhecida. Além disso, a solução mais rápida nem sempre é a melhor. Quem sabe mudar seus hábitos alimentares, dormir bem e fazer exercícios pelo menos três vezes por semana podem protegê-lo muito mais das alergias e gripes? Fica a dica!

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  • sabofen-e-indicado-para-a-antissepsia-da-pele-e-do-couro-cabeludo-imagem-02

     

     

     

     

     

     

     

     

    Sabofen®

    iodopovidona 7 mg/g

    Apresentações:

    Sabonete com 7 mg/g de iodopovidona: embalagens com 50 g e 100 g.
    Uso Externo. Uso Adulto e Pediátrico.

    Composição:

    Cada grama de sabonete contém 0,007 g de iodopovidona. Excipientes: massa base e essência.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    O Sabofen® O uso deste sabonete é recomendado na limpeza das mãos e ferimentos leves; como auxiliar na prevenção e tratamento de afecções cutâneas (furúnculos, acnes, impetigos, dermatites infecciosas e dermatomicoses superficiais); na higienização do corpo (banho), reduzindo odores fortes provenientes da carga microbiana da pele e como antisséptico da mucosa vaginal.

    Como este medicamento funciona?

    Sabofen® é um produto para uso tópico a base de iodopovidona, um complexo estável que libera gradualmente o
    iodo, o qual possui efeito ativo contra diversos microrganismos, incluindo bactérias, fungos e vírus causadores de
    doenças. A ação antisséptica da iodopovidona inicia no instante do contato com a pele.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não use o Sabofen® se você tiver hipersensibilidade (alergia) ao iodo. Em caso de sensibilidade, suspender o uso.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Sabofen® é somente para uso externo. Evite o contato do sabonete com os olhos e no caso de contato acidental, lave-os abundantemente com água corrente; se persistir o desconforto, procure seu médico. O uso prolongado de Sabofen® em gestantes e recém nascidos depende de orientação médica. Em casos de ferimentos profundos e queimaduras graves, consulte seu médico antes de usar o Sabofen®. A absorção do iodo contido na iodopovidona pode interferir em testes da função tireoidiana. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve manter o Sabofen® em temperatura ambiente (15 a 30° C) e proteger da umidade. O prazo de validade é de 36 meses a partir da sua data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O Sabofen® é um sabonete de cor amarela. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve molhar as mãos ou a área desejada com água limpa e friccionar o Sabofen® até formar espuma, espalhando uniformemente a espuma, deixando-a em contato com a pele por algum tempo que pode variar de 30 segundos (degermação leve) a 5 minutos (degermação profunda). Enxágue abundantemente com água corrente. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você pode usar o Sabofen® logo que se lembrar, sempre que for necessário o uso do sabonete antisséptico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Raramente o Sabofen® pode causar reações de hipersensibilidade (alergia) ao iodo, caracterizadas por erupções cutâneas. Se esses sintomas ocorrerem, pare de usar o Sabofen® e procure seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    É pouco provável que ocorram problemas no caso de uso de uma grande quantidade de Sabofen®. Se reações cutâneas forem observadas, procure seu médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue 0800 722 60
    01, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. 1.0443.0040.002-8 (50 g)
    M.S. 1.0443.0040.001-1 (100 g)
    Farmacêutica Responsável: Glaucia Porto Prates CRF – RS 4261 Geyer Medicamentos S.A.
    Rua Pelotas, 320 – Porto Alegre – RS
    CNPJ.: 92.670.801/0001-82
    Indústria Brasileira
    www.geyermed.com.br
    SAC: 0800 6040075 – sac@geyermed.com.br
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo
    os sintomas procure orientação médica

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  • cartrax-e-indicado-no-tratamento-de-vulvoginitesCartrax®

    tioconazol, tinidazol

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Cartrax®
    Nome genérico: tioconazol e tinidazol.

    Apresentações:

    Cartrax® creme vaginal em embalagem contendo 1 bisnaga de 35 g, acompanhada de 7 aplicadores descartáveis.
    Via de Administração: Tópica (Intravaginal),Uso Adulto.

    Composição:

    Cada 5 gramas do creme vaginal de Cartrax® contém o equivalente a 100 mg de tioconazol e 150 mg de tinidazol.
    Excipientes: Polawax®, miristato de isopropila, óleo mineral, emulsão de simeticona, formaldeído sulfoxilato de sódio, galato de propila, cloreto de benzalcônio, fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico anidro e água purificada.

    Informações ao Paciente:

     

    Para que este medicamento é indicado?

    Cartrax® (tioconazol, tinidazol) é indicado no tratamento de vulvovaginites (infecções e inflamações da vulva – região externa dos genitais femininos – e da vagina) causadas por Cândida (um tipo de fungo), Trichomonas (um tipo de protozoário) e Gardnerella (um tipo de bactéria) isoladas (por um único micro-organismo) ou mistas (por mais de um micro-organismo).

    Como este medicamento funciona?

    Cartrax® tem ação antifúngica (age contra micro-organismos fúngicos causadores de infecção) e ação contra alguns tipos de protozoários e bactérias. Após ser aplicado por via intravaginal (dentro da vagina) a medicação é encontrada na secreção da vagina por 24-72 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Cartrax® é contraindicado se você tem hipersensibilidade (alergia) ao tioconazol, ao tinidazol, a outros imidazóis (classe de medicamentos antifúngicos), a qualquer agente antimicrobiano derivado do 5-nitroimidazol ou a qualquer componente da fórmula. Não utilize Cartrax® se você estiver no primeiro trimestre (primeiros 3 meses) de gravidez ou amamentando. Não utilize Cartrax® se você já teve ou tem discrasias sanguíneas (alterações dos componentes do sangue). Cartrax® não deve ser usado com absorventes internos. Também não utilize Cartrax® se você tem distúrbios neurológicos orgânicos (doenças do sistema nervoso). Este medicamento é contraindicado para uso por crianças. Este medicamento é contraindicado para uso no primeiro trimestre de gestação.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Cartrax® deve ser aplicado apenas por via intravaginal, ou seja, usado exclusivamente dentro da vagina. Não use absorvente durante o tratamento com Cartrax®, a menos que seja inevitável. Neste caso use absorventes externos e nunca internos. O uso de Cartrax® junto com bebidas alcoólicas pode levar ao aparecimento de cólicas abdominais, rubor (vermelhidão na pele) e vômito. Como Cartrax® se mantem presente por 72 horas após seu uso no líquido vaginal, recomenda-se não tomar bebidas alcoólicas durante e após 72 horas do término do tratamento com Cartrax®. Use apenas roupas íntimas limpas. Evite utilizar roupas íntimas de tecido sintético (como nylon), prefira as de algodão. Utilizar medidas higiênicas para controlar as fontes de infecção ou de reinfecção (nova infecção). Lave as suas mãos com sabonete e água antes e após usar o medicamento. Não utilize Cartrax® se você estiver no primeiro trimestre de gravidez ou amamentando. O uso durante o segundo e terceiro trimestre (do 7º ao 9º mês) de gravidez requer a avaliação do seu médico. Ele vai comparar o potencial benefício e os possíveis riscos para você e para o feto (bebê). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. O tinidazol, uma das substâncias ativas de Cartrax®, é excretado no leite materno, por até 3 dias (72 horas) do final do uso. Não amamente durante o uso de Cartrax® e até 3 dias após a suspensão do medicamento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
    Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Cartrax® aumenta o efeito dos anticoagulantes orais (varfarina, por exemplo), aumentando o risco de sangramentos.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cartrax® creme vaginal deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Manter a bisnaga devidamente tampada após o uso do medicamento. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: creme homogêneo, esbranquiçado.

    Como devo usar este medicamento?

    (Instruções para uso do medicamento)
    1. Retirar a tampa da bisnaga;
    2. Perfurar o lacre da bisnaga com o fundo da tampa. Não utilizar outro material para perfurar o lacre;
    3. Encaixar o aplicador no bico da bisnaga previamente aberta, rosqueando-o;
    4. Para encher o aplicador, segurar com firmeza a bisnaga e o aplicador encaixado e apertar suavemente a bisnaga até que o êmbolo chegue ao topo. Retirar o aplicador e tampar novamente a bisnaga;
    5. Introduzir cuidadosamente o aplicador já contendo o creme na vagina, o mais profundo possível, sem causar desconforto, de preferência na posição horizontal (deitada) e com as pernas dobradas. Empurrar lentamente o êmbolo até o final esvaziando o aplicador. Retirar cuidadosamente o aplicador e descartá-lo. ATENÇÃO: Certifique-se de que todo o conteúdo do aplicador tenha sido transferido para a vagina. Use o aplicador apenas 1 vez. Após o uso, jogue-o fora.

    Modo de Usar:

    Aplique o conteúdo de 1 aplicador cheio (aproximadamente 5 g de creme), profundamente, dentro da vagina (de preferência fora do período menstrual), 1 vez à noite ao se deitar, durante 7 dias ou, como alternativa, 2 vezes ao dia, durante 3 dias. Não descontinue a medicação se a menstruação iniciar durante o tratamento. Use absorventes externos e não internos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Mesmo que os sintomas tenham melhorado o tratamento só estará concluído ao final do tempo recomendado, parar antes poderá resultar em retorno do processo infeccioso.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de usar Cartrax® no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure  orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Cartrax® é bem tolerado no local de aplicação. Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis ao usar Cartrax®: reações alérgicas locais, edema (inchaço) dos genitais (vagina e vulva – região externa), eritema (vermelhidão), sensação de queimação local, irritação local, dor, prurido (coceira), rash eritematoso (lesão de pele avermelhada e elevada), edema (inchaço) dos membros inferiores (pernas), sangramento vaginal, distúrbios vaginais (incluindo dor, vermelhidão e corrimento vaginal), queimação vulvovaginal (da vulva e da vagina) e dor vulvar (região externa da vagina), queimação (ardência) urinária. Podem ocorrer efeitos colaterais gastrintestinais (do estômago e do intestino), distúrbios neurológicos (do cérebro e dos nervos) e leucopenia transitória (diminuição temporária dos glóbulos brancos do sangue) quando Cartrax® sofrer absorção sistêmica (quando for absorvido pelo corpo, caindo na circulação sanguínea). Outros efeitos adversos observados raramente, associados à absorção sistêmica de tioconazol, foram: dor de cabeça, cansaço, língua pilosa (hipertrofia das papilas da língua – sensação de língua grossa), urina escura e reações de hipersensibilidade (alergia) na forma de erupção cutânea (alergia de pele), prurido (coceira), urticária (lesões avermelhadas características da alergia de pele) e edema angioneurótico (inchaço não-inflamatório da pele , mucosas – camada que recobre internamente os olhos, a boca, etc., vísceras – órgãos internos e cérebro, de início súbito e com duração de horas a dias, acompanhado de outros sintomas como por exemplo, febre). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de superdose, procure auxílio médico imediatamente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0047
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Registrado e Fabricado por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ no 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 11/jan/2013.

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  • quemicetina-combate-infecções-por-bacterias-e-e-indicada-nas-condições-causadas-pelos-diversos-microorganismos

    Quemicetina®

    cloranfenicol

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Quemicetina®
    Nome genérico: cloranfenicol

    Apresentações:

    Quemicetina® comprimidos revestidos de 500 mg em embalagens contendo 20 ou 100 comprimidos.
    Via de administração: Oral
    Uso adulto e pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Quemicetina® contém o equivalente a 500 mg de cloranfenicol. Excipientes: amido de milho, sílica sintética amorfa, estearato de magnésio, metilcelulose, dióxido de titânio,talco, hipromelose, macrogol, lactose monoidratada e propilenoglicol.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Quemicetina® (cloranfenicol) comprimidos revestidos tem atividade antibiótica (combate infecções por bactérias) e é indicada nas condições causadas pelos diversos microorganismos citados abaixo:
    • Infecções por Haemophilus influenzae, principalmente tipo B: meningites (infecção das meninges, membrana que envolve o cérebro e a medula), septicemia (infecção grave generalizada com presença de bactérias no sangue), otites (infecção do ouvido), pneumonias (infecção do pulmão), epiglotites (infecção da epiglote que é uma cartilagem da garganta), artrites (infecção das articulações), osteomielites (infecção do osso), etc.
    • Febre tifóide e salmoneloses invasivas (inclusive osteomielite e sepse).
    • Abscessos (cavidade com pus no seu interior) cerebrais por Bacteróides fragilis e outros microorganismos sensíveis.
    • Meningites bacterianas causadas por Streptococcus ou Meningococcus, em pacientes alérgicos à penicilina.
    • Rickettsioses e Infecções por Pseudomonas pseudomallei.
    •Infecções intra-abdominais (principalmente por microorganismos anaeróbicos).
    • Outras indicações (infecções específicas): actinomicose, antraz, brucelose, granuloma inguinal, treponematoses, peste, sinusites (infecção dos seios da face), otite crônica supurativa. Quemicetina® deve ser reservada para infecções nas quais outros antibióticos são ineficazes ou contraindicados. A Quemicetina® não é indicada para prevenir infecções.

    Como este medicamento funciona?

    Quemicetina® age principalmente como agente bacteriostático (impede que as bactérias produzam proteínas que são a base do seu crescimento e reprodução).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Quemicetina® não deve ser utilizada no tratamento de infecções simples ou fora de sua indicação,por exemplo,em gripe, infecções virais (influenza), infecções de garganta ou como um agente profilático (para prevenir) infecções bacterianas. Quemicetina® não deve ser utilizado em pacientes: (1) com hipersensibilidade (alergia) ao cloranfenicol, seus derivados ou a qualquer componente da fórmula; (2) portadores de depressão medular (alterações no tecido que produz sangue), discrasias sanguíneas (alterações do número de células do sangue); (3) portadores de insuficiência hepática (diminuição da função do fígado) ou renal (dos rins); (3) gestantes (risco de intoxicação do feto, chamada de síndrome cinzenta do recém-nascido); (4) mulheres que estejam amamentando. Recomenda-se evitar o uso de Quemicetina® em pacientes: (1) recém-nascidos e prematuros, (2) em uso de antineoplásicos (medicamentos contra o câncer) e radioterapia (tratamento contra o câncer com radiação); (3) portadores de deficiência da G6PD (redução da quantidade da substância produzida pelo fígado); (4) portadores de porfiria (doença genética–transmitida de pai para filho–em que a produção de hemoglobina–substância responsável pelo transporte de oxigênio no sangue–é alterada). Nesses casos se os benefícios do uso de Quemicetina® superarem o risco e o medicamento for usado recomenda-se que a quantidade de células do sangue seja frequentemente monitorada por exames laboratoriais.Recomenda-se que a Quemicetina® não seja usada em conjunto com imunizações ativas (vacinação por vacinas com vírus ou bactérias vivas atenuadas).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O uso de Quemicetina® fora de sua indicação,como de qualquer outro antibiótico, pode resultar em crescimento excessivo de micro organismos resistentes, incluindo fungos. Quemicetina® não deve ser utilizado na gravidez ou durante a lactação. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez ou se você está amamentando na vigência do tratamento ou após o seu término. Quemicetina® não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Se a criança intraútero ou no período neonatal receber Quemicetina® pode ocorrer a “síndrome cinzenta do recém-nascido” (devido à incapacidade do fígado de transformar o antibiótico pode haver distensão abdominal, vômitos, flacidez, cianose–cor azulada da pele–colapso circulatório e morte). Adultos com ingestão acidental de doses muito elevadas podem também apresentar essa reação. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Quemicetina®. Pelo potencial de interações medicamentosas avise ao seu médico se estiver fazendo uso de anticancerígenos, antitireoidianos, anticonvulsivos, anticoagulantes, vitaminas, antidiabéticos orais ou outros antibióticos. Em diabéticos a Quemicetina® pode provocar falsas reações positivas de glicosúria (glicose na urina). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Quemicetina® deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido (núcleo) circular branco a branco amarelado, côncavo, superfície lisa,inodoro e ausente de partículas estranhas.

    Como devo usar este medicamento?

    Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos com um copo de água e com estômago vazio. A posologia é dividida em 4 doses ou administrações, a cada 6 horas. Uso em Adultos: a dose de Quemicetina® é de 50 mg por quilo de peso por dia. A dose máxima para adultos é
    de 4 g/dia. Em infecções graves, assim como em meningites, a dose pode chegar a 100 mg/kg/dia. Uso em Crianças: a dose de Quemicetina® é de 50 mg por quilo de peso por dia; em prematuros e recém-nascidos com menos de 2 semanas de vida, a dose é de 25 mg por quilo de peso por dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Quemicetina® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Quemicetina®, tais como: Sistema linfático e sanguíneo: (1) alteração da forma dos eritrócitos (células vermelhas do sangue), como a vacuolização, (2) redução do número de reticulócitos (células vermelhas jovens do sangue), (3) depressão da medula óssea (redução da capacidade de produzir as células sanguíneas), (4) discrasias sanguíneas (alteração da produção das células sanguíneas) graves; tais como as anemias (redução das células vermelhas) hipo ou aplástica (por redução ou completa parada na produção das células vermelhas), trombocitopenia (redução do número de plaquetas, células do sangue que participam da coagulação), leucopenia (redução do número de células de defesa do sangue chamadas de leucócitos), granulocitopenia (redução do número de células de defesa), pancitopenia (redução no número de todas as células sanguíneas), (5) muito raramente pode haver leucemia (tipo de câncer nos tecidos que produzem sangue) após anemia aplástica e (6) hemoglobinúria paroxística noturna (urina escura devido à presença de sangue que acontece à noite). Alguns desses problemas podem ser fatais. Sistema imune: anafilaxia (reações alérgicas), reações de Herxheimer (reação de inflamação da pele, mucosa, sistema nervoso e vísceras) foram observadas durante a terapia de febre tifoide.

    Psiquiátrico:

    delírio, confusão mental, depressão leve.

    Sistema nervoso:

    cefaleia, neurite periférica (alterações dos nervos periféricos, que podem causar dor ou distúrbios da sensibilidade).

    Visão:

    neurite óptica (inflamação do nervo do olho), oftalmoplegia (paralisia de um ou mais músculos do olho)

    Gastrointestinal:

    náusea, vômitos, glossite (inchaço da língua) e estomatite (inflamação da mucosa oral), diarreia e enterocolite (inflamação da mucosa do intestino delgado e/ou grosso).

    Cardíaco:

    síndrome cinzenta (ver item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?).

    Pele e tecido subcutâneo:

    angioedema (reação alérgica que leva ao inchaço da pele e das mucosas), rash vesicular e macular (pequenas bolhas ou manchas vermelhas na pele), urticária (reação alérgica da pele com muita coceira).

    Geral:

    febre. Síndrome cinzenta do recém-nascido: é caracterizada por distensão abdominal, vômitos, flacidez, cianose,colapso circulatório e morte. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Doses elevadas podem levar à síndrome cinzenta no recém-nascido e raramente no adulto. Pode ocorrer depressão medular nesse caso. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0127
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF – SP n° 43746
    Registrado e Fabricado por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070–Guarulhos– SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA

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  • tobrex-indicado-para-o-tratamento-de-infecções-externas-dos-olhos-e-seus-anexos

    Tobrex®

    Tobramicina 0,3%
    Solução Oftálmico Estéril e Pomada Oftálmico Estéril

    Forma farmacêutica,via de administração e apresentação:

    Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de Solução Oftálmica Estéril e bisnaga contendo 3,5 g de Pomada Oftálmica Estéril.

    Uso adulto e pediátrico:

    Composição:

    Cada ml de TOBREX Solução contém: Tobramicina 3 mg,Veículo constituído de ácido bórico, sulfato de sódio, cloreto de sódio, tiloxapol, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico, cloreto de benzalcônio como conservante e água purificada q.s.p. 1ml. Cada g de TOBREX Pomada contém: Tobramicina 3 mg. Excipiente composto de óleo mineral, com clorobutanol como conservante e vaselina sólida q.s.p. 1 g.

    Informações ao paciente:

    Ação do Medicamento:

    TOBREX Solução e Pomada Oftálmica elimina as bactérias causadoras da infecção ocular.

    Indicações do Medicamento:

    TOBREX é um antibiótico indicado para o tratamento de infecções externas dos olhos e seus anexos, causadas por bactérias sensíveis à tobramicina.

    Riscos do Medicamento:

    Contra-indicações: Você não deve usar TOBREX Solução e Pomada Oftálmica se tiver alergia conhecida aos ingredientes do medicamento.

    Advertências:

    TOBREX não deve ser injetado . Se você tiver qualquer reação alérgica, deve parar de usar o medicamento. Você deve retirar as lentes de contato antes de usar o medicamento.

    Precauções:

    Se você usar antibióticos por muito tempo, microrganismos resistentes podem se desenvolver , inclusive fungos. Se você tiver uma superinfecção, deve procurar seu oftalmologista para indicar a terapia adequada. As pomadas oftálmicas podem retardar a recuperação da córnea.

    Interações medicamentosas:

    Não há casos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe seu médico se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Não há contra-indicação relativa a faixas etárias. Informe o médico ou cirurgião-dentista sobre o aparecimento de reações indesejáveis. Informe o seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Modo de Uso:

    Colírio:

    TOBREX Solução é límpido e incolor. Nos casos leves a moderados, pingue uma ou duas gotas no olho afetado a cada 4 horas. Nos casos de infecções graves, pingue duas gotas no olho de hora em hora até melhorar e depois reduza a dose antes de interromper o tratamento.

    Pomada:

    TOBREX Pomada é translúcido. Nos casos leves a moderados, aplique aproximadamente um centímetro da pomada no olho afetado 2 ou 3 vezes por dia. Nos casos de infecções graves, aplique um centímetro da pomada no olho a cada 3 ou 4 horas até melhorar e depois reduza a dose antes de
    interromper o tratamento.

    Como aplicar a pomada:

    1. Incline a cabeça para trás.
    2. Coloque o dedo bem abaixo do olho e puxe suavemente até que um bolso em “V”seja formado entre o olho e a pálpebra inferior.
    3. Coloque uma pequena quantidade (aproximadamente 1,0 cm) de TOBREX Pomada Oftálmica no bolso em “V”. Não deixe a ponta da bisnaga tocar o olho.
    4. Olhe para baixo antes de fechar o olho.
    Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

    Reações Adversas:

    As reações desagradáveis mais frequentes que ocorrem em menos de 3% dos pacientes tratados com TOBREX são alergia e toxicidade ocular localizada, coceira e inchaço das pálpebras e vermelhidão dos olhos. Podem ocorrer reações parecidas se você usar outros antibióticos semelhantes à tobramicina. Não há casos de outras reações desagradáveis causadas pelo tratamento com TOBREX. Mas se você usar a tobramicina nos olhos junto com outros antibióticos semelhantes por via injetável, deve controlar as concentrações do medicamento no sangue. TOBREX Pomada Oftálmico produz muito menos reações desagradáveis (3,7%) do que a pomada oftálmico de gentamicina (10,6%).

    Conduta na Superdosagem:

    Se você colocar uma grande quantidade de TOBREX .Solução Oftálmica ou Pomada Oftálmica nos olhos de uma só vez, podem ocorrer reações desagradáveis como inflamação da córnea, vermelhidão dos olhos, aumento no lacrimejamento e inchaço e coceira nas pálpebras. Em caso de superdose, você deve lavar os olhos com água morna.

    Cuidados de Conservações e Uso:

    Você deve proteger o colírio da luz e do calor (30 a 40 ºC) e conservar a pomada em temperatura ambiente (15 a 30 ºC). Para evitar a contaminação, não toque no conta-gotas do frasco ou no bico da bisnaga. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Informações Técnicas aos profissionais de Saúde:

    Características farmacológicas:

    Os estudos in vitro têm demonstrado que a tobramicina é ativa contra cepas sensíveis dos seguintes microrganismos: Staphylococci, inclusive S. aureuse S. epidermidis (coagulase positivos e coagulase negativos), incluindo cepas resistentes à penicilina. Streptococci, inclusive algumas espécies do grupo A beta-hemolítico, algumas espécies não hemolíticas e algumas cepas de Streptococcus pneumoniae. Pseudomonas aeruginosa,
    Escherichia coli,Klebsiella pneumoniae,Enterobacteraerogenes,Proteus mirabilis,Morganella morganii, maioria das cepas de Proteus vulgaris,Haemophilus influenzae e H. aegyptius,Moraxella lacunata,Acinetobacter calcoaceticus e algumas espécies de Neisseria. Os estudos de sensibilidade bacteriana demonstram que muitos microrganismos resistentes à gentamicina conservam a sensibilidade à tobramicina.

    Resultados de Eficácia:

    Um estudo comparativo entre a solução oftálmica de tobramicina e a solução oftálmica de norfloxacino, demostrou eficácia e segurança similares no tratamento de infecções externas oculares.(1) (1) JACOBSON, JA, et al. Safety and efficacy of topical norfloxacin versus tobramycin in the treatment of external ocular infections. Antimicrob Agents Chemother, 32(12): 1820-4, Dec 1988.

    Indicações:

    TOBREX Solução e Pomada Oftálmica é um antibiótico tópico indicado para o tratamento de infecções externas dos olhos e seus anexos causadas por bactérias sensíveis à tobramicina.

    Contra-Indicações:

    TOBREX está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.

    Modo de usar e cuidados de conservações depois de aberto:

    Um monitoramento apropriado da resposta bacteriana à terapia antibiótica tópica deve acompanhar o uso de TOBREX. Para evitar a contaminação não tocar no conta-gotas do frasco ou no bico da bisnaga.

    Posologia:

    Colírio:

    Nos casos leves a moderados, instilar uma ou duas gotas no olho afetado a cada 4 horas. Nas infecções graves, instilar duas gotas no olho de hora em hora até obter melhora. A partir desse momento a freqüência das instilações deve ser reduzida antes de sua interrupção.

    Pomada:

    Nos casos leves a moderados, aplique aproximadamente um centímetro da pomada no olho afetado 2 a 3 vezes por dia. Em infecções graves, aplique um centímetro da pomada no olho a cada 3 ou 4 horas até obter melhora. A partir desse momento a freqüência das aplicações deve ser reduzida antes de sua interrupção.

    Advertências:

    NÃO DEVE SER INJETADO NOS OLHOS. Alguns pacientes podem apresentar sensibilidade aos aminoglicosídeos quando aplicados topicamente. Se ocorrer qualquer reação de sensibilidade à tobramicina, o uso do medicamento deve ser suspenso. Retirar as lentes de contato antes do uso do produto.

    Precauções:

    Geral:

    O uso prolongado de quaisquer antibióticos pode resultar no desenvolvimento de microrganismos resistentes, inclusive fungos. No caso de superinfecções deve-se instituir a terapia adequada. As pomadas oftálmicas podem retardar a reeptelização corneana.

    Gravidez Categoria B:

    Os estudos de reprodução realizados em três espécies diferentes de animais, com doses até 33 vezes maior es que a dose sistêmica humana,não mostraram influência sobre a fertilidade ou danos ao feto pela tobramicina, não havendo, entretanto, estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Como os estudos em animais nem sempre podem prever as respostas humanas,TOBREX Solução e Pomada Oftálmica não deve ser usado durante a gravidez, a menos que seu uso seja indispensável.

    Uso Em Idosos,Crianças e Outros Grupos de Risco

    Idosos:

    Os estudos clínicos realizados mostram que não é necessária a alteração da posologia quando o produto é administrado em pacientes idosos.

    Crianças:

    Estudos clínicos demonstram que a tobramicina é segura e eficaz para o uso em crianças.

    Lactantes:

    Devido ao potencial de reações adversas de TOBREX em crianças lactentes,a amamentação ou o uso do produto deve ser suspenso, dependendo da importância que o produto tenha para a mãe.

    Interações Medicamentosas:

    Não foram descritas.

    Reações Adversas:

    As reações adversas mais freqüentes são hipersensibilidade e toxicidade ocular localizada , inclusive prurido e tumefação das pálpebras e hiperemia conjuntival. Estas reações têm lugar em menos de 3% dos pacientes tratados com TOBREX. Podem ocorrer reações semelhantes com o uso tópico de outros antibióticos aminoglicosídeos. Não se registraram outras reações adversas causadas pelo tratamento com TOBREX;não obstante, ao se administrar tobramicina tópica ocular simultaneamente a outros antibióticos aminoglicosídeos sistêmicos, deve-se controlar as concentrações plasmáticas. TOBREX Pomada Oftálmica produz um número muito menor de reações adversas (3,7%) do que a pomada oftálmica de gentamicina (10,6%).

    Superdose:

    Os sinais clínicos aparentes e os sintomas de uma superdose de TOBREX Solução Oftálmica ou Pomada Oftálmica (ceratite ponteada, hiperemia conjuntival, aumento no lacrimejamento, edema e prurido nas pálpebras) pode m ser semelhantes aos efeitos das reações adversas em alguns pacientes. Em caso de superdose, lavar os olhos com água morna.

    Armazenagem:

    Proteger a solução da luz e do calor (30 a 40 ºC). Conservar a pomada em temperatura ambiente (15 a 30 ºC).
    Lote, fabricação e validade: vide cartucho.
    Tobrex Solução: MS 1.0023.0182.001-1
    Tobrex Pomada: MS 1.0023.0182.002-1
    Farm. Resp.: Lygia Casella Piazza, CRF-SP nº 8066
    ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA.
    Av. N.S. da Assunção, 736 05359-001 São Paulo -SP
    CNPJ 60.412.327/0013-36
    Indústria Brasileira
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800-7077908
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA.

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  • optacilin-e-indicado-nas-infecções-por bacterias-sensiveis-ao-antibiotico-tais-como-infecções-das-vias-respiratórias

    Optacilin®

    ampicilina benzatina, ampicilina sódica
    ( Ampicilina de ação prolongada )

    Forma farmacêutica, apresentações e via de administração:

    Pó injetável.Caixas com 1 frasco-ampola + 1 ampola de diluente. Uso intramuscular.Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada frasco-ampola contém:
    Ampicilina benzatina …………………250 mg…………………….500 mg
    Ampicilina sódica …………………….. 50 mg…………………….100 mg

    Cada ampola de diluente contém:

    Água para injeção………………………..2,5 ml……………………..5,0 ml

    Informações ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento:

    Tratamento de infecções causadas por bactérias sensíveis ao antibiótico, tais como infecções das vias respiratórias,infecções gastrintestinais, infecções genitais e urinárias, infecções da pele.

    Cuidados de armazenamento:

    Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C).

    Prazo de validade:

    O prazo de validade está impresso na embalagem do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde.

    Gravidez e lactação:

    Optacilin® não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.

    Cuidados na administração:

    A aplicação do produto deve ser feita por pessoa tecnicamente capacitada, exclusivamente por via intramuscular profunda, na região glútea (nádegas). Nunca aplique o produto no braço. Para uma aplicação correta do produto, leia atentamente o item “Cuidados na administração” em “Informações Técnicas”. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento:

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    Reações adversas:

    Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. No caso do aparecimento de reações alérgicas, que podem se manifestar, por ex
    emplo, como manchas ou vermelhidão na pele, urticária ou coceira, interrompa o uso do medicamento e consulte o seu médico.Administração concomitante com outras substâncias.Você deve conversar com seu médico se estiver fazendo uso de medicamentos como alopurinol, cloranfenicol,eritromicina, sulfamidas, tetraciclinas, probenecida,aminoglicosídeos, moxalactam, sulbactam, cefoxitina,metotrexato e atenolol. Estes produtos podem interferir com a ação de Optacilin® ou aumentar a possibilidade de reações adversas. Optacilin® diminui o efeito dos anticoncepcionais orais.

    Contra-indicações:

    O produto não deve ser usado por pessoas que tenham apresentado alergia às penicilinas ou aos seus derivados,e/ou às cefalosporinas. Não deve ser usado, também, em infecções causadas por vírus ou mesmo por bactérias resistentes ao antibiótico.

    Precauções e advertências:

    É importante certificar-se que não tenha havido reações alérgicas anteriores ao uso de penicilinas ou de seus derivados, e/ou às cefalosporinas ou, se o paciente não é portador de outros processos alérgicos. Pode ser realizado teste de sensibilização, a critério médico; porém, deve-se estar ciente para que o teste seja realizado em ambiente hospitalar e que a sua não reatividade não exclui a possibilidade de reação alérgica. Em pacientes com insuficiência hepática e renal grave,recomenda-se um reajuste de doses. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    Riscos da automedicação:

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

    Informações Técnicas:

    Características Optacilin® tem como substância ativa principal a ampicilina benzatina, que é um antibiótico bactericida de largo espectro sobre microorganismos Gram-positivos e Gram-negativos. A aplicação parenteral da ampicilina benzatina,em doses terapêuticas, promove uma concentração sangüínea duas e meia a nove vezes maior do que a que se consegue com o triidrato de ampicilina em dose s idênticas, considerando-se a base anidra. Em função da liberação prolongada da benzatina, sua absorção é lenta, o que mantém altas concentrações sangüíneas por tempo prolongado, evitando-se assim o inconveniente de injeções mais freqüentes. Por outro lado,a presença de ampicilina sódica, por sua rápida absorção,determina um pico de ação imediato, que será mantido a seguir, pela ação prolongada da ampicilina benzatina.

    Indicações:

    Infecções por bactérias sensíveis ao antibiótico, tais como: infecções das vias respiratórias (pneumonia,broncopneumonia, amigdalite, faringite, laringite, sinusite, otite), infecções gastrintestinais (enterite,gastroenterite, colecistite, shigueloses, salmoneloses tifóide e paratifóide – inclusive em portadores crônicos),infecções gênito-urinárias (cistite, pielonefrite, prostatite, uretrite, pelviperitonite, endometrite, anexite,gonococcia), infecções dermatológicas (erisipela, piodermite, furunculose, abscesso) e outras infecções (linfangite,tromboflebite). Profilaxia antiinfecciosa no pré e no pós-operatório.

    Contra-indicações:

    O produto não deve ser utilizado por pessoas que apresentem hipersensibilidade às penicilinas ou aos seus derivados, e/ou às cefalosporinas;
    em infecções causadas por vírus, ricketsias ou bactérias resistentes ao antibiótico, como os estafilococos penicilino-resistentes.

    Precauções e advertências:

    Certificar-se de que o paciente não teve reações anteriores ao uso de antibióticos beta-lactâmicos ou se não é portador de asma, rinite alérgica ou outros processos alérgicos. Recomenda-se a realização de teste de sensibilização, a critério médico, porém levando-se em conta que o teste deve ser realizado em ambiente hospitalar e que a sua não reatividade não exclui a possibilidade de reação de hipersensibilidade com a administração do produto ou reações de hipersensibilidade futuras. No uso por tempo prolongado, há possibilidade de superinfecções por microorganismos resistentes (inclusive fungos). Recomenda-se vigilância quanto a estes fenômenos. Na presença de insuficiência renal ou hepática, a antibioticoterapia em altas doses deve ser monitorada por freqüentes exames sangüíneos (renais e hepáticos). Nesses casos recomenda-se um ajuste de doses. Desaconselha-se seu uso para o tratamento da mononucleose infecciosa, pelo alto risco de provocar reações cutâneas. Nos casos de blenorragia com lesão suspeita de sífilis primária, proceder a exames de câmara escura antes de iniciar o tratamento. Em caso de suspeita de sífilis concomitante, são necessários testes sorológicos mensais, durante pelo menos 3 meses. Não se recomenda a administração intra-tecal do produto. As infecções por estreptococos hemolíticos requerem um mínimo de 10 dias de tratamento para evitar complicações como febre reumática ou glomerulonefrite aguda. Nas infecções crônicas das vias gênito-urinárias ou gastrintestinais, são necessárias freqüentes avaliações bacteriológicas e clínicas, assim como exames pós-tratamento, para confirmação da cura bacteriológica. Em casos de prostatite ou epididimite, recomenda-se tratamento intensivo e prolongado.

    Interações medicamentosas:

    A administração concomitante dos medicamentos listados abaixo pode causar as interações descritas.Alopurinol: aumento da possibilidade de erupções cutâneas,particularmente em pacientes hiperuricêmicos.Cloranfenicol, eritromicina, sulfamidas, tetraciclinas: interferência na ação bactericida da ampicilina.Probenecida: diminuição da excreção da ampicilina, com conseqüente aumento dos seus níveis séricos e de sua meia-vida. Anticoncepcionais orais: redução da eficácia e aumento da incidência de sangramento vaginal.Anticoagulantes: deve-se levar em conta a possibilidade de sangramento prolongado com o uso de anticoagulantes durante o tratamento oral com Optacilin®. Aminoglicosídeos, moxalactam, sulbactam,: efeito sinergístico quando administrados em locais distintos, com pelo menos uma hora de diferença. Cefoxitina : diminui a eficácia da ampicilina, por ser potente indutor de ?-lactamases.Metotrexato: redução do clearance do metotrexato com aumento da toxicidade. Atenolol: redução da eficácia do atenolol.Reações adversas e alterações de exames laboratoriais Reações de hipersensibilidade como, por exemplo, dermatites eritematosas ou máculo-papulosas, urticária,prurido, conjuntivite, rinite, glossite, estomatite, colite pseudomembranosa ou fenômenos anafilactóides. As reações alérgicas ocorrem com maior probabilidade em pacientes com história prévia de asma, rinite alérgica,urticária e febre do feno, e usualmente regridem com a interrupção do tratamento. Podem ainda ser mais freqüentes em pacientes portadores de leucemias linfóides ou HIV. . Em casos de aparecimento de uma ou mais destas reações, o antibiótico deve ser suspenso, salvo seja, na opinião médica, de importância vital, controlando-se então os fenômenos de hipersensibilidade mediante o uso de medicações adequadas para o controle do quadro alérgico. Reações anafiláticas intensas requerem tratamento de emergência. Podem ocorrer reações tardias similares à doença do soro.Agranulocitose, anemia, eosinofilia, leucopenia, púrpura trombocitopênica, dermatite esfoliativa, sonolência e ainda nefropatias são referidas na literatura, sendo reversíveis com a suspensão da droga. Há relatos sobre as seguintes possíveis intercorrência s em exames laboratoriais com o uso de ampicilina:Teste de Coombs (antiglobulina direta) falso-positivo. Dosagem de glicose por testes com sulfato de cobre (Clinitest ou similares) ou testes enzimáticos (Clinistix ou similares): resultados falso-positivos. Enzimas hepáticas: elevação das taxas.

    Posologia:

    Aplicação por via intramuscular (intraglútea profunda): Crianças,Peso igual ou menor que 10 kg: 50 mg a 100 mg/kg/dia de ampicilina benzatina.Peso maior que 10 kg: 500 mg a 1000 mg/ dia de ampicilina benzatina. Aplicar uma injeção a cada 12 ou 24 horas ou a critério médico, considerando-se o peso do paciente e a gravidade da infecção.Adultos:500 mg a 1000 mg de ampicilina benzatina a cada 12 ou 24 horas ou a critério médico, considerando-se a gravidade da infecção.

    Superdose:

    Na eventualidade da aplicação acidental de doses muito acima das preconizadas ou de reações alérgicas graves (choque anafilático, por exemplo), recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais e o uso de medicações adequadas para o controle do quadro alérgico. Em casos graves, a hemodiálise está indicada.

    Pacientes idosos:

    Como estes pacientes apresentam mais comumente decréscimo da função renal, o ajuste de dose pode ser necessário, em função desta condição.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS – 1.0639.0102
    Farmacêutico Responsável: Wagner Moi – CRF-SP n.º 14828
    N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.
    EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
    SAC: 0800-7710345
    www.nycomed.com.br
    Fabricado e embalado por: Medley S.A. Indústria Farmacêutica
    Sumaré – SP
    CNPJ: 50.929.710/0002-50
    Indústria Brasileira
    Distribuído por:Nycomed Pharma Ltda.
    Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5
    Jaguariúna – SP
    CNPJ 60.397.775/0008-40
    Indústria Brasileira
    OPIM_0601_ 0607

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  • Dalacin-indicado-no-tratamento-da-acne-em-pacientes-acima-de-12-anos-de-idade

    Dalacin® T

    fosfato de clindamicina

    Identificação do Medicamento

    Nome comercial:

    Dalacin® T

    Nome genérico:

    fosfato de clindamicina

    Apresentações:

    Dalacin® T solução tópica em embalagem contendo 1 frasco com aplicador de 30 mL.

    Via de Administração:

     

    Tópica
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos de idade.

    Composição:

    Cada mL da solução tópica de Dalacin® T contém fosfato de clindamicina equivalente a 10 mg de clindamicina base. Excipientes: álcool isopropílico, propilenoglicol e água purificada.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Dalacin® T (fosfato de clindamicina) solução tópica (aplicado no local da lesão) é indicado no tratamento da acne em pacientes acima de 12 anos de idade.

    Como este medicamento funciona?

    Dalacin® T é um antibiótico (medicamento que combate infecções causadas por bactérias) eficaz contra a bactéria Propionibacterium acnes, bactéria causadora da acne. O fosfato de clindamicina (forma em que a medicação se encontra na embalagem) não é ativo contra a bactéria. A medicação é ativada ao entrar em contato com a pele quando, rapidamente, sofre uma reação química chamada hidrólise.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Dalacin® T não deve ser usado em pacientes que apresentam hipersensibilidade (alergia) à clindamicina (antibiótico presente no Dalacin® T), à lincomicina (tipo de antibiótico) ou a qualquer componente da fórmula. É contraindicado o uso de Dalacin® T em pacientes com histórico de colite (inflamação do intestino) associado ao uso de antibióticos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Dalacin® T é um medicamento apenas para USO EXTERNO, sobre a pele, não podendo ser usado sobre mucosas, como por exemplo: dentro da boca, olhos e vagina. Dalacin® T não deve ser ingerido. Dalacin® T contém álcool e pode causar queimação e irritação nos olhos, membranas mucosas e pele esfolada. Se houver contato acidental com olhos, pele esfolada ou mucosas, lave essa região com quantidade abundante de água corrente. Tome cuidado ao aplicar o medicamento ao redor da boca. A administração da maioria dos antibióticos, inclusive clindamicina (antibiótico presente no Dalacin® T) por via oral ou parenteral (intramuscular ou intravenoso), foi associada ao aparecimento de colites graves (inflamação do intestino e/ou infecção do intestino por bactérias como C. dificille ). Casos de diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente) e colite (incluindo colite pseudomembranosa, infecção pela bactéria C. dificille, uma bactéria específica) foram relatados após administração oral e parenteral (intramuscular ou intravenosa) de formulações com clindamicina. Estes fatos são raros após aplicação tópica. Mas, se após o uso da clindamicina você apresentar diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente) procure o médico para que ele faça o diagnóstico e o tratamento adequado, se necessário. O efeito de Dalacin® T na habilidade de dirigir ou operar máquinas não foi avaliado. A segurança do uso de Dalacin® T durante os três primeiros meses de gravidez não foi estabelecida. Recomenda-se que Dalacin® T seja utilizado durante o primeiro trimestre de gravidez somente quando estritamente necessário. Não é conhecido se a clindamicina é excretada no leite materno após o uso de Dalacin® T. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Dalacin® T pode interagir com os seguintes medicamentos: eritromicina (tipo de antibiótico), lincomicina (tipo de antibiótico) e medicamentos que apresentam propriedades de bloqueio neuromuscular (interrupção da transmissão dos comandos dos nervos aos músculos). Se você não sabe se usa, ou não, este tipo de medicamento pergunte ao seu médico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Dalacin® T deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz. Manter o frasco bem fechado. Não congelar. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução transparente com odor característico de álcool isopropílico.

    Como devo usar este medicamento?

    O frasco de Dalacin® T deve ser agitado imediatamente antes do uso. Antes de usar Dalacin® T lave e seque bem a região afetada pela acne. Aplique uma fina camada de Dalacin® T sobre a pele com acne, 2 vezes ao dia, utilizando o aplicador do frasco. Lave as mãos após a aplicação.Evite o contato deste medicamento com os olhos e a boca. O tratamento varia de indivíduo para indivíduo conforme a gravidade da acne. O médico definirá o tempo de tratamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de usar Dalacin® T no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use uma dose em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento frequente das doses pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A reação adversa mais comum observada com o uso de Dalacin® T foi pele ressecada. Além desta, as reações adversas observadas com o uso de Dalacin® T foram: dor abdominal, irritação da pele, distúrbios (alterações) gastrintestinais, colite pseudomembranosa (infecção do intestino por bactéria da espécie C. dificille ), dermatite de contato (reação alérgica da pele por contato com o medicamento), dor nos olhos, foliculite (inflamação do folículo, dos pelos) por bactérias Gram-negativas, pele oleosa e urticária (alergia da pele). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    O Dalacin® T aplicado topicamente (sobre a pele) pode ser absorvido em quantidades suficientes para produzir efeitos sistêmicos (no organismo como um todo). Em casos de superdose, avise seu médico e o procure se notar o aparecimento de quaisquer sinais ou sintomas. No caso de ingestão acidental, procure imediatamente um serviço de pronto atendimento. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0153
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Fabricado e Embalado por: Pharmacia & Upjohn Co., Kalamazoo, Michigan – EUA
    Registrado, Importado e Distribuído por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

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