• Glaucoma 26.10.2016 No Comments

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    XALACOM®

    latanoprosta e maleato de timolol

    Identificaçãodo Produto:

    Nome comercial: Xalacom®
    Nome genérico: latanoprosta e maleato de timolol

    Apresentação:

    Xalacom® solução oftálmica estéril em embalagem contendo 1 frasco gotejador de 2,5 mL.
    Via de Administração: Uso Oftálmico
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada mL da solução oftálmica de Xalacom® contém 50 mcg de latanoprosta e maleato de timolol equivalente a 5,0 mg de timolol. Excipientes: cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico anidro, cloreto de benzalcônio, ácido clorídrico a, hidróxido de sódio a e água para injetáveis. a = para ajuste do pH. Uma gota da solução contém aproximadamente 1,5 mcg de latanoprosta e 150 mcg de timolol

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    Xalacom® (latanoprosta, maleato de timolol) é indicado no tratamento de glaucoma de ângulo aberto (doença crônica do olho em que a pressão dentro deste aumenta, o que pode levar à morte das fibras do nervo óptico e redução progressiva do campo de visão até a perda total da visão) ou hipertensão ocular (condições em que a pressão dentro dos olhos está aumentada, mas sem lesão do nervo óptico) em pacientes que apresentam resposta insuficiente ao uso de colírio contendo uma única medicação redutora da pressão dentro dos olhos.

    Como este medicamento funciona?

    Xalacom® contém duas substâncias ativas: latanoprosta e maleato de timolol. Esses dois componentes diminuem a pressão intraocular elevada (PIO) por diferentes mecanismos de ação. A latanoprosta reduz a pressão intraocular aumentando a drenagem do humor aquoso (líquido produzido pelo olho). O mecanismo da ação do maleato de timolol ainda não está totalmente estabelecido, mas estudos sugerem que sua ação pode estar relacionada à redução da formação do humor aquoso.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Xalacom® não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade (alergia) a latanoprosta, maleato de timolol ou a qualquer componente do produto. Xalacom® não deve ser utilizado em pacientes: (1) com história de quadros de broncoespasmo (reação onde os brônquios “se fecham”), incluindo asma (doença respiratória, onde a respiração é difícil, curta, ofegante e com chiado) e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave, (2) portadores de alterações do ritmo cardíaco, tais como bradicardia sinusal, síndrome do nó sinusal, bloqueio sino -atrial (disfunção elétrica do coração), bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau não controlado com marcapasso; (3) história de alterações da função do músculo do coração, tais como insuficiência cardíaca congestiva e choque cardiogênico.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Xalacom® é um colírio e há formas corretas de aplicá-lo, leia atentamente a pergunta número 6 antes de usar. A dose recomendada é 1 gota de Xalacom® no(s) olho(s) afetado(s), uma vez ao dia. Não se deve exceder a dose de uma gota de Xalacom® no olho afetado por dia uma vez que foi demonstrado que administrações mais frequentes diminuem os efeitos da redução da pressão intraocular. Xalacom® pode gradualmente aumentar o pigmento castanho da íris (parte colorida dos olhos), na maioria dos casos de forma leve e sem qualquer consequência na função visual. Se você usar a medicação em apenas um dos olhos a alteração será mais evidente. Também pode ser observado escurecimento da pele da pálpebra e aumento do comprimento, grossura, pigmentação, quantidade dos cílios e da lanugem da pálpebra (reversíveis após descontinuação). Recomenda-se cautela no uso de Xalacom® em pacientes sem o cristalino natural (por exemplo, após cirurgia de catarata) ou com cristalino rompido, pois há maior risco de acontecer edema macular (inchaço de uma região da retina). Xalacom® deve ser utilizado com cuidado em pacientes com histórico de ceratite herpética (infecção por herpes no olho) e deve ser evitado em casos de ceratite em atividade causada pelo vírus da herpes simples e em pacientes com histórico de ceratite herpética recorrente especificamente associada com análogos da prostaglandina. Xalacom® deve ser usado com cuidado em pacientes com distúrbios cardíacos graves para evitar insuficiência cardíaca (perda da capacidade funcional do músculo do coração). Pacientes com bloqueio cardíaco de primeiro grau, doenças circulatórias periféricas graves (ex.: formas graves da doença de Raynaud ou síndrome de Raynaud), com doença pulmonar destrutiva crônica (DPOC) leve ou moderada ou doenças da córnea devem ser tratados com cautela. Recomenda-se a retirada gradual dos bloqueadores beta-adrenérgicos, classe a que pertence o Xalacom®, antes de uma cirurgia, pois há risco de prejuízos da reposta cardíaca a estímulos que podem aumentar os riscos da anestesia. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É especialmente importante informar ao seu médico se estiver usando medicamentos para hipertensão (“pressão alta”), para controle de problemas cardíacos (ex.: arritmias) e do diabetes. Xalacom®, devido ao seu componente betabloqueador, pode aumentar os efeitos das medicações usadas para reduzir os níveis de glicose (açúcar) no sangue em pacientes diabéticos; o que pode resultar em crises de hipoglicemia. Portanto, o uso de Xalacom® deve ser cuidadoso em pacientes que usam insulina e/ou medicamentos orais para o diabetes. O componente betabloqueador pode também: (1) mascarar sintomas de hipertireoidismo (aumento dos hormônios da tireoide ), (2) aumentar a intensidade de reações alérgicas; (3) piorar os sintomas de fraqueza muscular em pacientes portadores de miastenia.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Informe imediatamente o seu médico em caso de suspeita de gravidez ou se estiver amamentando (os dois componentes da medicação podem ser excretados no leite materno). Como ocorre com outros colírios, caso sua visão fique embaçada quando você usar o colírio pela primeira vez, espere até que esse efeito passe antes de dirigir ou operar máquinas. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento pode causar doping.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Xalacom® deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8ºC) e protegido da luz. Após a abertura do frasco, o produto pode ser conservado em temperatura ambiente (até 25ºC) por até 10 semanas. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução límpida, incolor, isenta de partículas visíveis.

    Como devo usar este medicamento?

    Xalacom® contém cloreto de benzalcônio (um tipo de conservante utilizado em medicamentos), que pode ser absorvido por lentes de contato. Se você usa lentes de contato, remova-as antes de aplicar colírio e só as recoloque após 15 minutos. Sempre lave muito bem as mãos antes de aplicar o colírio. a) Retire o lacre externo do frasco de Xalacom® e desenrosque a sua tampa interna; b) Com o dedo indicador, puxe delicadamente a pálpebra inferior do olho para baixo, formando uma bolsa; c) Coloque a ponta do frasco conta-gotas perto do olho e aperte o frasco para que caia uma gota dentro do olho. Evite que a ponta do frasco toque a sua mão, a pálpebra ou os cílios; d) Feche os olhos cuidadosamente e com a ponta do indicador aperte levemente o canal lacrimal (região que fica no canto interno do olho sobre o nariz); e) Recoloque a tampa no frasco. A dose recomendada é 1 gota de Xalacom® no(s) olho(s) afetado(s), uma vez ao dia. Não se deve exceder a dose de 1 gota de Xalacom® no olho afetado por dia uma vez que foi demonstrado que administrações mais frequentes diminuem os efeitos da redução da pressão intraocular.
    Este produto deve ser utilizado somente uma vez ao dia, independente da idade do paciente. Cada mililitro de Xalacom® equivale aproximadamente a 35 gotas. Usando da forma correta e na dose recomendada o conteúdo do frasco é suficiente para pelo menos 4 semanas. Se você usa mais de um colírio diariamente a aplicação de cada um desses colírios deve ser feita separadamente com um intervalo de 5 minutos entre a aplicação de cada um deles. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de usar Xalacom® no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): catarata. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça, distúrbios da córnea, ceratite (inflamação da córnea), conjuntivite (inflamação da membrana que cobre o olho), blefarite (inflamação da pálpebra) , dor no olho, irritação do olho, hiperemia (vermelhidão) do olho, hiperpigmentação (escurecimento) da íris, hipertensão (pressão alta), infecção do trato respiratório superior, defeito no campo visual, irritação ocular (sensação de queimação, areia, coceira, pontada e corpo estranho), alteração dos cílios e lanugem da pálpebra(aumento do comprimento, espessura, pigmentação e número de cílios). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbios da conjuntiva (membrana que recobre o olho) , hipertricose ( alteração dos cílios e lanugem da pálpebra, aumento do comprimento, espessura, pigmentação e número de cílios), fotofobia ( intolerância à luz ), rash (erupção cutânea), distúrbios da pele , infecção, sinusite, diabetes mellitus, hipercolesterolemia (colesterol alto ), depressão, artrite, tontura, edema macular (alteração/inchaço na retina que pode comprometer a visão ), incluindo edema macular cistoide (alteração/inchaço na retina que pode comprometer a visão ), uveíte (inflamação de uma parte do olho: úvea ), fotofobia ( intolerância à luz ), edema (inchaço) de pálpebra, angina (dor no peito, por doença do coração), palpitações (sensação de batimento do coração no peito), asma, dispneia (falta de ar), mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações ), dor no peito. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): edema (inchaço) de córnea, irite (inflamação da íris ), prurido (coceira), Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis) : visão anormal, erros de refração (grau de óculos) , ceratite herpética ( lesão na córnea provocado pelo vírus da herpes simples), erosão da córnea, ceratite punctata (inflamação que machuca a córnea) , reação pseudopenfigoide da conjuntiva, triquíase (cílios virados para dentro e que tocam o olho), visão turva, reação cutânea localizada nas pálpebras, cisto na iris, alterações periorbitais (ao redor dos olhos) e de pálpebra resultando em aprofundamento do sulco da pálpebra, escurecimento da pele das pálpebras, angina instável ( dor forte no peito), ataques agudos de asma, agravamento da asma. Reações adversas observadas com o timolol (uma das substâncias ativas de Xalacom®): sinais e sintomas de reações alérgicas sistêmicas incluindo anafilaxia (reação alérgica grave) , angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) , urticária (alergia da pele), prurido (coceira) e rash ( erupção cutânea) generalizado e localizado, sintomas mascarados de hipoglicemia em pacientes diabéticos, anorexia (falta de apetite, alterações de comportamento e distúrbios psíquicos incluindo confusão, alucinações, ansiedade, desorientação, nervosismo e perda de memória, insônia , depressão e pesadelos , acidente vascular cerebral (derrame no cérebro), isquemia cerebral (infarto no cérebro) , tontura, aumento dos sinais e sintomas de miastenia grave (doença que causa fraqueza muscular ), parestesia (dormência e formigamento), sonolência, dor de cabeça e síncope (desmaio), edema macular cistoide (alteração/inchaço na retina que pode comprometer a visão), descolamento de coroide após cirurgia de filtração, erosão da córnea , ceratite ( inflamação da córnea), diplopia (visão dupla), diminuição da sensibilidade da córnea, sinais e sintomas de irritação ocular (por exemplo, queimação, pontadas, coceira, lacrimejamento, vermelhidão), olhos secos, ptose(queda, deslocamento de um órgão ou estrutura – no caso, da pálpebra superior), blefarite (inflamação da pálpebra), distúrbios visuais, incluindo alterações de refração (grau), visão turva, tinido (zumbido no ouvido), parada cardíaca, insuficiência cardíaca, bloqueio cardíaco, bloqueio atrioventricular, insuficiência cardíaca congestiva, agravamento de angina de peito (dor forte no peito), arritmia(alteração do ritmo do coração), bradicardia(diminuição dos batimentos cardíacos), palpitação (sensação de batimento do coração no peito), claudicação (dor nas pernas ao andar por agravamento de alterações circulatórias), mãos e pés frios, hipotensão (pressão baixa) e fenômeno de Raynaud (pontas dos dedos ou extremidades tornam se arroxeadas quando expostas ao frio), insuficiência respiratória, edema pulmonar (inchaço no pulmão), broncospasmo (chiado no peito) (predominantemente em pacientes com doença broncospasmódica pré-existente), tosse, dispneia (falta de ar), congestão nasal (nariz entupido), fibrose retroperitoneal (cicatrizes no abdome), dor abdominal, vômitos, diarreia, boca seca, disgeusia (alteração do paladar), dispepsia(má digestão), náusea(enjoo), rash (erupção cutânea), rash psoriasiforme (vermelhidão que descama bastante), pseudopenfigoide (doença bolhosa falsa), exacerbação da psoríase, alopecia (perda de cabelo), mialgia (dor muscular), lúpus eritematoso sistêmico (doença reumatológica auto-imune), disfunção sexual, diminuição da libido, impotência, doença de Peyronie (angulação anormal do pênis), dor no peito , edema (inchaço), astenia (fraqueza), fadiga (cansaço). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Além da irritação ocular e hiperemia conjuntival (vermelhidão da parte branca do olho), não são conhecidos outros efeitos adversos oculares no caso de superdose com a latanoprosta. Houve relatos de superdose inadvertida com maleato de timolol solução oftálmica resultando em efeitos no corpo parecidos aos observados com os agentes bloqueadores beta-adrenérgicos tomados por via oral tais como tontura, dor de cabeça, deficiência respiratória (dific
    uldade para respirar), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), broncoespasmo (“fechamento” dos brônquios com dificuldade de respirar e chiado) e parada cardíaca. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS- 1.0216.0149
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF -SP nº 27071
    Registrado e Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000
    – Itapevi– SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer Manufacturing Belgium NV Puurs – Bélgica

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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    Ultravist® 300

    iopromida
    Meio de contraste não-iônico

    Apresentações:

    Solução injetável
    Ultravist® (iopromida) 300
    Cartucho contendo frasco-ampola com 500 ml.
    Caixa contendo 10 frascos-ampola com 20, 50, 100 ou 200 ml.
     Ultravist® (iopromida) 370
    Caixa contendo 10 frascos-ampola com 50, 100 ou 200 ml.
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

    Composição:

    Ultravist® (iopromida) 300: cada ml contém 623 mg de iopromida (equivalente a 300 mg de iodo). Ultravist® (iopromida) 370: cada ml contém 769 mg de iopromida (equivalente a 370 mg de iodo). Excipientes: edetato de cálcio dissódico, trometamol, ácido clorídrico e água para injetáveis.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ultravist® (iopromida) solução injetável é um meio de contraste utilizado como auxiliar no diagnóstico médico.  Ultravist® (iopromida) 300. Realce do contraste na tomografia computadorizada (TC), arteriografia e venografia incluindo angiografia intravenosa/intra-arterial por subtração digital (DSA), urografia intravenosa, visualização de cavidades corporais (por exemplo, artrografia) com exceção de exames do espaço subaracnoide (mielografia, ventriculografia e cisternografia).  Ultravist® (iopromida) 370. Realce do contraste na tomografia computadorizada (TC), arteriografia incluindo angiografia intravenosa por subtração digital (DSA) e especialmente angiocardiografia, urografia intravenosa, visualização de cavidades corporais (por exemplo, artrografia) com exceção de exames de espaço subaracnoide (mielografia, ventriculografia e cisternografia). Converse com o seu médico para obter mais esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.

    Como este medicamento funciona?

    Ultravist® solução injetável contém a substância ativa iopromida que pertence ao grupo dos produtos conhecidos com meios de contraste para raios X, solúveis em água, nefrotrópico (que tem afinidade especial pelo tecido dos rins) e de baixa osmolaridade Ultravist® (iopromida) que contém iodo. Os raios X são incapazes de atravessar os meios de contraste, pois eles são absorvidos pelo iodo. As áreas do corpo onde Ultravist® (iopromida) é distribuído após a injeção na corrente sanguínea ou cavidades do corpo se tornam visíveis durante o exame de raios X.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Não há contraindicação absoluta para o uso de Ultravist® (iopromida).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

     Advertências e Precauções:

    Para todas as indicações, Existem situações em que a administração do produto requer cuidados especiais. Portanto, informe o seu médico sobre qualquer doença atual ou anterior, assim como sobre a ocorrência de reação alérgica após a administração de algum meio de contraste. Reações do tipo alérgica variam de leve a grave incluindo a possibilidade de choque. A maioria destas reações ocorre dentro de 30 minutos da administração. Contudo, podem ocorrer reações tardias (após horas ou até dias). A avaliação risco-benefício deve ser considerada em cada caso. Informe ao médico a ocorrência das seguintes condições:
    – hipersensibilidade (alergia) ao Ultravist® (iopromida) ou qualquer um dos ingredientes inativos (excipientes) ou caso de reação anterior a meios de contraste iodados;
    – utilização de betabloqueadores, um medicamento usado para tratar pressão alta, uma vez que beta-agonistas (medicamento usado no tratamento de reações adversas) podem não ser efetivos;
    – histórico de asma brônquica ou outras afecções alérgicas;
    – disfunção da tireoide (glândula em forma de borboleta (com dois lobos), que fica localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão): em recém-nascidos, especialmente prematuros, que foram expostos à Ultravist® (iopromida) ou através da mãe durante a gravidez ou no período neonatal, é recomendado monitorar a função da tireoide, pois exposição ao excesso de iodo pode causar hipotireoidismo (deficiência de hormônios produzidos pela glândula tireoide), possivelmente necessitando de tratamento; – distúrbios do sistema nervoso central e possibilidade de convulsões;
    – Hidratação: deve-se assegurar hidratação adequada antes e após a administração intravascular de Ultravist® (iopromida). Isto se aplica especialmente a pacientes com mieloma múltiplo (um tipo de câncer), diabetes mellitus, poliúria (urinar em excesso), oligúria (diminuição na produção de urina), hiperuricemia (presença de níveis altos de ácido úrico no sangue), assim como a recém-nascidos, lactentes (criança que ainda mama nos seios da mãe), crianças pequenas e pacientes idosos.
    – Ansiedade: estados pronunciados de excitação, ansiedade e dor podem aumentar o risco de efeitos colaterais ou intensificar reações relacionadas ao meio de contraste.
    – Pré-teste: não é recomendado teste de sensibilidade.  Uso intravascular (nos vasos sanguíneos)
    – doença circulatória grave ou do coração;
    – doença grave dos rins ou doença dos rins já existente;
    – desidratação com disfunção renal;
    – diabetes mellitus com disfunção renal;
    – mieloma múltiplo (tipo de câncer das células sanguíneas)/ para proteinemia com disfunção renal;
    – doses repetitivas e/ou elevadas de Ultravist® (iopromida) com disfunção renal;
    – feocromocitoma (raro tumor da glândula suprarrenal situada acima do rim, que pode levar a um aumento da pressão sanguínea);
    – miastenia gravis (distúrbio da função neuromuscular, em que existe fraqueza de vários músculos, incluindo os músculos dos olhos);
    – eventos tromboembólicos (grupo de doenças caracterizado pela obstrução de artérias ou veias por coágulos formados localmente ou por trombos liberados na circulação sistêmica), sabendo que meios de contraste não-iônicos, como por exemplo Ultravist® (iopromida), interferem no processo de coagulação;
    – gravidez e amamentação.
     Gravidez e lactação
    – Gravidez:
    Não foram realizados estudos controlados e adequados em mulheres grávidas. A segurança do uso de meios de contraste não-iônicos durante a gravidez não foi suficientemente demonstrada. Uma vez que, sempre que possível, deve-se evitar exposição à radiação durante a gravidez, os benefícios de qualquer exame de raio-X, com ou sem meios de contraste, devem ser cuidadosamente avaliados contra o possível risco. Os estudos com animais não indicam que possam ocorrer efeitos prejudiciais com relação à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, ao parto ou ao desenvolvimento pós-natal após o uso diagnóstico de iopromida em seres humanos. “Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.”
    – Amamentação:
    A segurança de Ultravist® (iopromida) para lactentes (criança que ainda mama nos seios da mãe) não foi investigada. Meios de contraste são pouco excretados no leite materno. É improvável que ocorra dano ao lactente (veja item “4. O que devo saber antes de usar esse medicamento”, subitem “Advertências e Precauções – disfunção da tireoide”).

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Pacientes sob tratamento com biguanidas (medicamentos usados no tratamento do diabetes mellitus) devem informar ao médico previamente ao uso do contraste. Após o uso de meio de contraste, os pacientes tratados com interleucina-2 (um medicamento utilizado no tratamento de câncer) tendem a apresentar, com maior frequência, reações tardias. Pode ocorrer uma diminuição na absorção de radioisótopos (usados para diagnóstico e tratamento de distúrbios da tireoide) quando administrado junto ao Ultravist® (iopromida).  Efeitos na habilidade de dirigir ou utilizar máquinas não são conhecidos. “Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.” “Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e raios X. “Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.” “Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.”

    Características organolépticas:

    Ultravist® (iopromida) é apresentado como uma solução límpida, incolor a levemente amarela. “Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.” “Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

    Como devo usar este medicamento? 

    Orientações gerais:
    Meios de contrastes que são aquecidos à temperatura corporal antes da administração são melhores tolerados e podem ser injetados mais facilmente devido à reduzida viscosidade. Para instruções adicionais ver “Instruções de uso/manuseio”.

    Instruções de uso/manuseio:

    Ultravist® (iopromida) deve ser aquecido à temperatura corporal antes do uso.
    – Incompatibilidade
    Ultravist® (iopromida) não deve ser misturado com qualquer outro medicamento para evitar risco de possíveis incompatibilidades.
    – Inspeção visual
    Meios de contraste devem ser inspecionados visualmente antes do uso, não devem ser utilizados em caso de alterações de cor, presença de material particulado (incluindo cristais) ou defeito no frasco. Como Ultravist® (iopromida) é uma solução altamente concentrada, a cristalização (aparência leitosa/turva e/ou sedimento no fundo do frasco ou cristais flutuando) pode ocorrer muito raramente.
    – Frascos-ampola
    Ultravist® (iopromida) só deve ser retirado do recipiente imediatamente antes de seu uso. A tampa de borracha nunca deve ser perfurada mais do que uma vez para evitar que grandes quantidades de micropartículas da borracha entrem em contato com a solução. Para a perfuração da tampa e extração do meio de contraste, recomenda-se empregar cânulas de bisel longo com diâmetro máximo de 18G (cânulas de uso exclusivo com abertura lateral são particularmente adequadas). A solução de meio de contraste não utilizada em um processo exploratório de um paciente deve ser descartada.
    – Frascos de grande volume (apenas para administração intravascular).
    O descrito a seguir aplica-se à retirada múltipla de meio de contraste de recipientes de 200 mL ou mais.
    A retirada múltipla de meio de contraste deve ser realizada utilizando equipamento adequado para uso múltiplo.
    A tampa de borracha nunca deve ser perfurada mais do que uma vez para evitar que grandes quantidades de micropartículas da borracha entrem em contato com a solução. O meio de contraste deve ser administrado com injetor automático ou por outro procedimento que comprovadamente assegure a esterilidade do meio de contraste. O tubo que liga o injetor ao paciente deve ser substituído após cada paciente para evitar contaminação cruzada. Os tubos de conexão e todas as partes descartáveis do sistema injetor devem ser descartados quando o frasco de infusão estiver vazio ou após 10 horas de abertura do frasco. A solução de meio de contraste remanescente no recipiente deve ser descartada 10 horas após a primeira abertura do recipiente. Quaisquer instruções adicionais do respectivo fabricante do equipamento também devem ser seguidas.
    Regime de dose:
    Dose para uso intravascular:
    A dose a ser administrada deve ser adaptada conforme sua idade, peso corporal, história clínica e técnica do exame. Após a administração do meio de contraste, recomenda-se o monitoramento do paciente por pelo menos meia hora após a realização do exame, uma vez que a maioria das reações agudas ocorre dentro de uma hora da administração. Siga as orientações fornecidas antes e após a realização do exame.
     Informações adicionais sobre populações especiais:
    – Recém-nascidos (< 1 mês) e lactentes (1 mês – 2 anos)
    Deve-se ter precaução em relação à dose de meio de contraste a ser administrada, o desempenho técnico do procedimento radiológico e a condição do paciente.
    – Pacientes idosos (com 65 anos ou mais)
    Em um estudo clínico, nenhuma diferença na farmacocinética de iopromida foi observada entre pacientes idosos (com 65 anos ou mais) e pacientes jovens. Além disso, nenhuma recomendação específica para ajuste de dose é necessária em pacientes idosos.
    – Pacientes com problemas no fígado:
    Nenhum ajuste de dose é considerado necessário em pacientes com problemas no fígado.
    – Pacientes com insuficiência renal
    A dose mínima possível deve ser usada nesses pacientes.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    “Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Resumo do perfil de segurança:
    As reações adversas observadas mais frequentemente (? 4%) em pacientes recebendo Ultravist® (iopromida) são cefaleia (dor de cabeça), náusea e vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos). As reações adversas mais graves observadas em pacientes recebendo Ultravist® (iopromida) são choque anafilactoide (tipo alérgico), parada respiratória, broncoespasmo (dificuldade para respirar), edema laríngeo (inchaço da laringe), edema faríngeo (inchaço da garganta), asma, coma, infarto cerebral (diminuição do fluxo de sangue em partes do cérebro), acidente vascular cerebral, edema no cérebro (inchaço do cérebro), convulsão, arritmia (alteração dos batimentos ou ritmo do coração), parada cardíaca (parada do coração), isquemia miocárdica (condição dolorosa do coração causada pela falta de fluxo sanguíneo para o coração), infarto do miocárdio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca, bradicardia (diminuição dos batimentos do coração), cianose (coloração azulada da pele e mucosas devido à falta de oxigênio), hipotensão (pressão baixa), choque, dispneia (falta de ar), edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões), insuficiência respiratória (os pulmões não podem levar oxigênio suficiente ou expulsar gás carbônico suficiente) e aspiração (levar material estranho para os pulmões). As reações adversas dos estudos clínicos são classificadas conforme suas frequências.
    As frequências são definidas de acordo com a seguinte convenção:
    Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento), Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento). As reações adversas identificadas apenas durante a observação pós-comercialização e para qual a frequência não pode ser estimada, estão listadas como “desconhecida”.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Resultados de estudos de toxicidade aguda em animais não indicaram um risco de intoxicação aguda após o uso de Ultravist® (iopromida).
    Superdose intravascular:
    Sintomas de superdose intravascular podem incluir desequilíbrio eletrolítico e de fluidos, insuficiência renal, complicações pulmonares e cardiovasculares. Em caso de superdosagem intravascular acidental, é recomendado o monitoramento de fluidos, eletrólitos e da função renal. O tratamento da superdose deve ser direcionado para apoiar as funções vitais. Ultravist® (iopromida) é dialisável. “Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.”
    MS – 1.7056.0095
    Farm. Resp.: Dra. Dirce Eiko Mimura
    CRF – SP nº 16.532
    Fabricado por: Bayer Pharma AG
    Berlim – Alemanha
    Importado por: Bayer S.A.
    Rua Domingos Jorge, 1.100
    04779-900 – Socorro – São Paulo – SP
    C.N.P.J. n° 18.459.628/0001-15
    www.bayerhealthcare.com.br
    SAC 0800 7021241
    sac@bayer.com
    Venda sob prescrição médica
    VE0114-CCDS13

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  • naglazyme-é-indicado-para-a-terapia-de-reposição-enzimatica-em-longo-prazoNaglazyme®

    Denominação genérica dos princípios ativos: galsulfase

    Apresentação:

    Solução Injetável

    Via de administração:

    Uso somente como infusão intravenosa

    Apresentações comercializadas:

    Frasco-ampola de vidro incolor de 5 ml, contendo 5 mg de galsulfase por 5 ml [expresso em conteúdo proteico], acondicionado em embalagem de cartolina.
    Uso pediátrico e adulto.

    Composição:

    Princípio ativo: a concentração nominal de galsulfase é de 1 mg/mL (expressa como concentração proteica). Excipientes: cloreto de sódio; fosfato de sódio monobásico monoidratado; fosfato de sódio dibásico heptaidratado; polissorbato 80, água para injeção. Volume líquido: 5 ml.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    NAGLAZYME é indicado para a terapia de reposição enzimática de longo prazo, em pacientes com diagnóstico confirmado de mucopolissacaridose tipo VI (MPSVI, deficiência de N-acetilgalactosamina 4-sulfatase (rhASB), síndrome de Maroteaux-Lamy). Como para todas as alterações genéticas lisossomais, é muito importante, principalmente na ocorrência da MPS VI na forma grave, iniciar o tratamento o mais cedo possível, antes do aparecimento das manifestações clínicas irreversíveis da doença.

    Como este medicamento funciona?

    NAGLAZYME é uma terapia de reposição enzimática, a qual fornece aos pacientes a enzima cuja produção é deficiente. O princípio ativo de NAGLAZYME, galsulfase, é uma cópia da enzima humana N-acetilgalactosamina -sulfatase. NAGLAZYME auxilia na quebra dos glicosaminoglicanos (GAGs) e interrompe seu acúmulo nas células. Esta ação melhora os sintomas da mucopolissacaridose tipo VI (MPS VI), incluindo a capacidade dos pacientes de se
    movimentarem. A galsulfase é produzida por um método chamado de “tecnologia de DNA recombinante”, isto é, a galsulfase é produzida por uma célula que recebeu um gene (DNA), que torna esta célula capaz de produzir a enzima.

    Quando não devo usar este medicamento?

    NAGLAZYME está contraindicado em casos de hipersensibilidade (alergia) ao medicamento ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e precauções: Se você for tratado com NAGLAZYME (galsulfase), você pode desenvolver reações associadas à infusão. Uma reação associada à infusão é qualquer efeito colateral que ocorre durante a infusão ou até o final do dia da infusão. Entre imediatamente em contato com o seu médico se apresentar tal reação. -Se você tiver uma reação alérgica, o seu médico pode reduzir ou interromper a sua infusão. O seu médico pode também administrar outros medicamentos para controlar quaisquer reações alérgicas. -Se você tiver febre, ou se você tiver dificuldade de respirar antes da administração desse medicamento, converse com seu médico pois ele irá avaliar a necessidade de postergar a infusão de NAGLAZYME. -NAGLAZYME não foi estudado em pacientes com problemas no rim ou no fígado. Avise seu médico se você tiver insuficiência renal (nos rins) ou hepática (no fígado). -Converse com o seu médico se você apresentar dor muscular, dormência nos seus braços ou pernas, ou quaisquer problemas no intestino ou na bexiga, pois essas reações podem ser causadas por pressão sobre a medula espinhal.

    Interações medicamentosas:

    Avise seu médico se você estiver usando ou usou recentemente algum outro medicamento, incluindo medicamentos isentos de prescrição médica.

    Gravidez e amamentação:

    NAGLAZYME não deve ser administrado durante a gravidez ao menos que seja claramente necessário. Converse com seu médico antes de usar qualquer medicamento. Não se sabe se galsulfase é excretado no leite; portanto, deve-se interromper a amamentação durante o tratamento com NAGLAZYME. Converse com seu médico antes de usar qualquer medicamento. Uso pediátrico: Não há evidência de considerações especiais quando o NAGLAZYME for administrado à população pediátrica. Uma das questões essenciais consiste em tratar crianças, com idades inferiores a 5 anos, que sofram de uma forma grave da doença, embora não tenham sido incluídos no estudo principal de fase 3 doentes com idades inferiores a 5 anos. São limitados os disponíveis para pacientes com menos de 1 ano de idade. Uso geriátrico: Os estudos clínicos realizados com NAGLAZYME não incluíram pacientes com idade acima de 29 anos. Não se sabe se pacientes com mais idade teriam a mesma resposta. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Não foram conduzidos estudos com NAGLAZYME referente aos efeito s sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Esse medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    NAGLAZYME deve ser armazenado sob refrigeração (entre 2°C e 8°C). NÃO CONGELAR OU AGITAR ESTE MEDICAMENTO. PROTEGER DA LUZ. NAGLAZYME não deve ser usado após o prazo de validade informado na embalagem. Este produto não contém conservantes. A solução diluída deve ser usada imediatamente. Se o uso imediato não for possível, a solução diluída deve ser armazenada entre 2°C e 8°C. O armazenamento após a diluição não deve exceder 48 horas entre o momento do preparo e o término da administração. Não armazene a solução diluída à temperatura ambiente, a não ser durante a infusão. Antes de retirar NAGLAZYME do frasco, inspecione visualmente para verificar se há material particular e/ou alteração na coloração. A solução de NAGLAZYME deve ser transparente a levemente opalescente e incolor a amarelo claro. Pode haver algumas partículas translúcidas. A solução não deve ser utilizada caso apresente alteração na coloração ou se houver material particular. Após preparo, manter a solução diluída entre 2°C e 8°C por até 48 horas. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Seu médico ou enfermeira irá administrar NAGLAZYME em você. A dose que você irá receber é baseada no seu peso corporal. A dose recomendada é de 1 mg/kg de peso corporal, administrada uma vez por semana através de gotejamento na veia (infusão intravenosa). Cada infusão irá durar aproximadamente 4 horas. Durante a primeira hora a velocidade da infusão será lenta (aproximadamente 2,5% da solução total), sendo o volume de solução restante (aproximadamente 97,5%) administrado durante as próximas 3 horas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você perdeu uma infusão de NAGLAZYME, você deve entrar em contato com seu médico. Se você tiver dúvidas sobre o uso deste medicamento, converse com seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, NAGLAZYME pode causar reações adversas, embora estas não se manifestem em todas as pessoas. As reações adversas foram observadas principalmente durante a administração do medicamento aos pacientes ou logo após à infusão (“reações à infusão”). As reações adversas mais graves foram inchaço da face e febre (muito comuns); apneia (espaçamento anormal entre as respirações), dificuldade em respirar, asma e urticárias (comuns); e inchaço da língua e garganta e reações alérgicas graves ao medicamento (frequência desconhecida). Se você apresentar qualquer uma dessas reações, avise imediatamente seu médico. Poderá ser necessário o uso de outros medicamentos para prevenir uma reação alérgica (exemplo: anti-histamínico, e/ou corticosteroide) ou para reduzir a febre (antipirético), que devem ser administrados de 30 a 60 minutos antes do início da próxima infusão de NAGLAZYME. Os sintomas mais comuns de reações infusionais incluem febre, calafrios, erupção cutânea, urticária e falta de ar. As reações adversas mais comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) são: garganta inflamada, gastroenterite, reflexos deficientes, dor de cabeça, inflamação do olho (conjuntivite), visão turva, dificuldade de ouvir, hipertensão (pressão alta), congestão nasal, umbigo proeminente, vômito, náusea, coceira, dor (incluindo dor de ouvido, abdominal, articular e no peito) e mal-estar. As reações adversas comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) são: tremor, hipotensão (pressão arterial baixa), tosse, respiração ofegante e vermelhidão na pele. Outras reações de frequência desconhecida são: choque, formigamento, redução da frequência cardíaca, aumento da frequência cardíaca, pele azulada, palidez da pele, diminuição da oxigenação sanguínea, respiração acelerada. Se você apresentar qualquer um desses sintomas, ou outros sintomas que não encontram-se listados nesta bula, avise imediatamente o seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    NAGLAZYME é administrado sob supervisão de um enfermeiro ou médico, que irá verificar se foi administrada a dose correta e irá agir caso haja necessidade. Não existe documentação relativa à superdose com o uso de NAGLAZYME. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Registro MS: 1.7333.0001.001-6
    Farmacêutico Responsável: Eduardo Oliveira Thompson
    CRF-SP No. 14.568
    Registrado por: BioMarin Brasil Farmacêutica Ltda
    Rua James Joule No. 92; cj.: 42
    São Paulo, São Paulo
    CEP.: 04576-080
    CNPJ: 08.002.360/0001-34
    Serviço de Atendimento ao Cliente
    Telefone: 0800-722-0350
    Fabricado por: BioMarin Pharmaceutical Inc.
    105 Digital Drive
    Novato, CA 94949,
    Estados Unidos da América
    Importado e comercializado no Brasil por:
    BioMarin Brasil Farmacêutica Ltda
    Rua James Joule No. 92; cj.: 42
    São Paulo, São Paulo
    CEP.: 04576-080
    CNPJ: 08.002.360/0001-34

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • adcirca-e-destinado-ao-tratamento-de-hipertensão-arterial-pulmonar-hapAdcirca®

    tadalafila

    Apresentações:

    ADCIRCA é apresentado na forma de comprimidos revestidos contendo 20 mg de tadalafila, em embalagens contendo 60 comprimidos.
    Exclusivamente para administração oral.
    Uso Adulto acima de 18 anos.

    Composição:

    Cada comprimido contém: tadalafila……………………………………………………………………………………………………………….20 mg
    Excipientes: lactose monoidratada, hidroxipropil  celulose, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, celulose microcristalina, estearato de
    magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, triacetina, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    ADCIRCA é destinado ao tratamento de hipertensão arterial pulmonar (HAP).

    Como este medicamento funciona?

    A hipertensão arterial pulmonar (HAP) é o nome de uma doença complexa que se caracteriza por pressão arterial elevada na circulação pulmonar. A função da artéria pulmonar é transportar o sangue pobre em oxigênio do lado direito do coração para os pulmões, onde o dióxido de carbono é removido e substituído por oxigênio. O sangue rico em oxigênio retorna para o lado esquerdo do coração pelas veias pulmonares e é distribuído para o resto do corpo. Na HAP, a pressão no sistema vascular pulmonar é elevada por causa das anormalidades nos vasos pulmonares. Como consequência da HAP, a sobrecarga do lado direito do coração o torna dilatado e disfuncional. Por essa razão, a HAP é definida como um aumento da pressão média da artéria pulmonar. Assim, ADCIRCA age no pulmão, relaxando sua musculatura lisa, além de provocar uma dilatação dos vasos sanguíneos pulmonares. Durante esse processo, ADCIRCA relaxa a parede arterial, levando a uma menor pressão e resistência arterial pulmonar. ADCIRCA reduz o trabalho em excesso do ventrículo direito do coração e melhora os sintomas da falência cardíaca do lado direito. No estado de equilíbrio, a concentração plasmática máxima observada de tadalafila é alcançada em um tempo mediano de 4 horas após a administração.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para pacientes alérgicos à tadalafila ou a qualquer um dos componentes do comprimido. Este medicamento é contraindicado para pacientes que estejam utilizando medicamentos contendo nitratos, tais como: propatilnitrato (Sustrate), isossorbida (Monocordil, Cincordil, Isordil), nitroglicerina (Nitradisc, Nitroderm TTS , Nitronal, Tridil) e dinitrato de isossorbitol (Isocord).

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências e Precauções:

    ADCIRCA deve ser administrado com cuidado àqueles pacientes que apresentem um dos seguintes problemas de saúde: problemas cardíacos, tais como angina (dor no peito), insuficiência cardíaca, batimentos cardíacos irregulares ou que tenham tido ataque cardíaco, pressão baixa ou pressão alta não controlada, derrame, problemas de fígado, problemas com os 3 rins ou que necessitem de diálise, úlceras no estômago, problemas de sangramento, deformação do pênis ou doença de Peyronie, condições que predispõem ao priapismo (ereção com mais de quatro horas), tais como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia. Foram relatados raros casos de perda de visão, chamada de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (interrupção do fluxo sanguíneo para o nervo óptico). Até o momento, não é possível determinar se ADCIRCA causa realmente este tipo de problema, pois ele também acontece em pacientes que não o toma. Pessoas que têm diabetes, pressão alta, aumento da taxa de colesterol, doença cardíaca e fumantes têm um risco mais alto de ter esta doença ocular. Caso você tenha alteração na visão durante o tratamento com ADCIRCA, pare de tomar o medicamento e procure seu médico. Os médicos devem recomendar aos pacientes que interrompam o uso de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), incluindo ADCIRCA, bem como a procurarem uma orientação especializada em casos de diminuição ou perda repentina de audição. Estes eventos, que podem estar acompanhados de zumbido e tontura, foram relatados na associação temporal à introdução de inibidores PDE5, incluindo ADCIRCA. Não é possível determinar se estes eventos estão diretamente relacionados ao uso de inibidores PDE5 ou a outros fatores. O uso de ADCIRCA deve ser evitado em pacientes com insuficiência renal grave. Devido a falta de experiência clínica, ADCIRCA não deve ser administrado a pacientes com cirrose hepática grave. Não foi estabelecida a segurança e eficácia de ADCIRCA em pacientes pediátricos. Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem intolerância à lactose.

    Interações Medicamentosas:

    Você deve falar para o médico todos os medicamentos que usa, sejam os receitados ou não, principalmente os remédios para tratamento de certas doenças como a tuberculose (ex.: rifampicina), problemas de coração (ex.: nitratos, digoxina e Aspirina®), pressão alta (agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos), problemas do estômago (ex.: antagonistas H2 e antiácidos), problemas de coagulação do sangue (ex.: varfari
    na), asma (ex.: teofilina), micoses (ex.: cetoconazol), AIDS (ex.: ritonavir) ou se tiver sob o uso de anticoncepcionais orais ou bosentana. Pacientes sob tratamento de ADCIRCA e que ingeriram bebidas alcoólicas podem apresentar queda da pressão sanguínea e tontura. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    ADCIRCA deve ser mantido em temperatura ambiente (15 a 30°C), protegido da luz, calor e umidade. O prazo de validade do produto nestas condições de armazenagem é de 24 meses. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. ADCIRCA apresenta-se na forma de comprimidos revestidos, de cor laranja, em forma de amêndoa, identificados em um dos lados pelo código “4467”. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    ADCIRCA deve ser administrado por via oral e ingerido inteiro, uma vez ao dia e independente das refeições. A dose recomendada de ADCIRCA é de 40 mg (dois comprimidos de 20 mg) tomada uma vez ao dia. Não é recomendado dividir a dose (40 mg) ao longo do dia. Administração de ADCIRCA em pacientes com insuficiência renal leve a moderada: Uma dose de início de 20 mg uma vez ao dia é recomendada. A dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia, baseada na eficácia e tolerabilidade individual. Administração de ADCIRCA em pacientes com cirrose hepática leve a moderada (Child-Pugh Classe A e B): Devido a experiência clínica limitada em pacientes com cirrose hepática leve a moderada tratados com doses únicas de 10 mg, pode ser considerada uma dose de início de 20 mg uma vez ao dia. Se ADCIRCA é prescrito, uma avaliação individual cuidadosa da relação risco/benefício deve ser conduzida pelo médico. Administração de ADCIRCA em pacientes em uso com ritonavir: Em pacientes recebendo ritonavir por no mínimo uma semana, iniciar ADCIRCA com uma dose de 20 mg uma vez ao dia. A dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia, baseada na tolerabilidade individual. Administração de ritonavir em pacientes em uso com ADCIRCA: Evitar o uso de ADCIRCA durante o início de ritonavir. Interromper o tratamento com ADCIRCA no mínimo 24 horas antes de iniciar o ritonavir. Uma semana, no mínimo, após o início do tratamento com ritonavir, iniciar ADCIRCA com uma dose de 20 mg uma vez ao dia. A dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia, baseada na tolerabilidade individual. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Não administrar mais que a quantidade total de ADCIRCA recomendada pelo médico para períodos de 24 horas. Caso se esqueça de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que lembrar. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular), rubor facial (vermelhidão no rosto), congestão nasal (nariz entupido), e,sinusite rinite, enjoo, dor nos braços e pernas, lombalgia (dor nas costas) e dispepsia (indisposição gástrica). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vômito, sangramento menstrual anormal (incluindo fluxo menstrual muito abundante,hemorragia uterina, hemorragia uterina irregular ou hemorragia vaginal), visão borrada e hipotensão (pressão sanguínea baixa). No acompanhamento pós-comercialização da tadalafila, os seguintes eventos adversos foram relatados: Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): Corpo como um todo: reações de hipersensibilidade, incluindo erupção cutânea, urticária (erupção da pele com coceira), inchaço facial, síndrome de Stevens-Johnson (vermelhidão inflamatória grave da pele de formato bolhoso) e dermatite esfoliativa (vermelhidão inflamatória da pele com descamação generalizada). Cardiovascular e cerebrovascular : eventos cardiovasculares graves, incluindo infarto do miocárdio, morte súbita cardíaca, acidente vascular cerebral (derrame cerebral), dor no peito, palpitações e taquicardia (batimento cardíaco acelerado) foram relatados na fase pós-comercialização e foi possível estabelecer associação temporal com o uso de tadalafila. A maioria dos pacientes que relatou esses eventos tinha fatores de risco cardiovascular pré-existente. Entretanto, não se pode determinar definitivamente se esses eventos estão relacionados diretamente a esses fatores de risco, à tadalafila, à atividade sexual, ou à combinação destes e outros fatores. Outros eventos: hipotensão (diminuição da pressão sanguínea) (mais comumente relatada quando a tadalafila é usada por pacientes que já estão tomando agentes anti-hipertensivos), hipertensão (aumento da pressão sanguínea) e síncope (desmaio). Gastrointestinal: dor abdominal e refluxo gastroesofágico. Pele e tecidos subcutâneos : hiperidrose (suor abundante). Sentidos especiais: visão borrada, neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (interrupção do fluxo sanguíneo para o nervo óptico) podendo resultar na diminuição da visão, oclusão (obstrução) da veia retiniana e alteração do campo visual. Urogenital: priapismo (ereção dolorosa com mais de 4 horas de duração) e ereção prolongada. Sistema Nervoso: enxaqueca (dor de cabeça). Sistema Respiratório: epistaxe (sangramento pelo nariz). Audição: na pós-comercialização foram relatados casos de diminuição ou perda repentina da audição em associação temporal com o uso de inibidores PDE5, incluindo tadalafila. Em alguns casos, foram relatadas condições médicas e outros fatores que podem igualmente ter causado eventos adversos auditivos. Em muitos casos, a informação no acompanhamento médico foi limitada. Não é possível determinar se estes eventos estão relacionados diretamente ao uso de tadalafila, a fatores de risco subjacentes do paciente para a perda de audição, uma combinação destes fatores ou a outros fatores. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Caso o paciente tome uma quantidade maior de ADCIRCA que a indicada, medidas de suporte padrão devem ser adotadas conforme necessário. Hemodiálise contribui de modo desprezível para a eliminação da tadalafila. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 7226001, se você precisar de mais orientações.
    Registro MS – 1.1260.0184
    Farm. Resp.: Márcia A. Preda – CRF-SP nº 19189
    Fabricado por: LILLY DEL CARIBE, INC. – Carolina – Porto Rico
    Embalado e Registrado por: ELI LILLY DO BRASIL LTDA.
    Av. Morumbi, 8264 – São Paulo, SP
    Indústria Brasileira
    CNPJ 43.940.618/0001-44
    Venda sob prescrição médica.
    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 14/01/2013

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  • Amebicida 11.06.2014 No Comments

    kitnos-e-indicado-em-todas-as-formas-de-parasitismoKitnos®

    etofamida

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Kitnos®
    Nome genérico: etofamida

    Apresentação:

    Kitnos® comprimidos de 500 mg em embalagem contendo 6 comprimidos.
    Via de Administração: Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de Kitnos® contém o equivalente a 500 mg de etofamida. Excipientes: metilcelulose, corante amarelo tartrazina (FD&C nº 5), amido de milho, celulose microcristalina e estearato de magnésio.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Kitnos® (etofamida) é indicado em todas as formas de parasitismo (infestação pela ameba), aguda ou crônica, por Entamoeba histolytica (conhecida popularmente como ameba).

    Como este medicamento funciona?

    Kitnos® é um medicamento amebicida (capaz de matar amebas) que age apenas dentro do intestino, local onde estão as formas trofozoítas das amebas.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Kitnos® (etofamida) é indicado em todas as formas de parasitismo (infestação pela ameba), aguda ou crônica, por Entamoeba histolytica (conhecida popularmente como ameba).

    Como este medicamento funciona?

    Kitnos® é um medicamento amebicida (capaz de matar amebas) que age apenas dentro do intestino, local onde estão as formas trofozoítas das amebas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Kitnos® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade (reação alérgica) à etofamida ou a qualquer componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Você deve saber que, como qualquer outro medicamento, Kitnos® não é recomendado nos três primeiros meses de gravidez. Nos casos de amebíase extraintestinal (presença de ameba em locais fora do intestino), Kitnos® só deverá ser administrado em associação com outros medicamentos que agem nesses locais. Kitnos® trata infecções que são transmitidas por meio da contaminação de alimentos por fezes humanas, para evitar esse tipo de problema sempre lave muito bem as mãos após usar o banheiro e antes de comer. Também é importante lavar os alimentos. Não são conhecidas interações de Kitnos® com outros medicamentos. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Kitnos® comprimidos deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido redondo de cor amarela, biconvexo, de bordas retas com a inscrição K500 de um lado e liso do outro.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve tomar 2 comprimidos ao dia de Kitnos®, por via oral, após as refeições, durante três dias consecutivos. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Kitnos no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Kitnos® é muito bem tolerado. Podem ocorrer, ocasionalmente, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), urticária (alergia da pele) e prurido (coceira) que desaparecem logo após o término do tratamento. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não são conhecidos efeitos da superdose de Kitnos®. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0142
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Fabricado e embalado por: Pfizer S.R.L.
    Buenos Aires – Argentina
    Registrado, importado e distribuído por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em (11/jan/2013)

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  • queimalive-indicado-para-o-tratamento-de-queimaduras-solares-e-domesticas-abcessos-piodermites-e-ferimentos

    Queimalive®

    sulfacetamida sódica – DCB: 08108
    trolamina – DCB: 08961

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Queimalive®
    Nome genérico: sulfacetamida sódica (DCB 08108) + trolamina (DCB 08961)

    Apresentação:

    Pomada dermatológica – 74mg/g + 20mg/g – Embalagem contendo bisnaga de 30 g.
    Uso Tópico
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada grama de QUEIMALIVE® pomada contém: sulfacetamida sódica (equivalente a 50mg de sulfanilamida) ……………………………………… ……………. 74 mg trolamina ……………………………………………………………………………………………………………………………. 20 mg Excipientes q.s.p. …………………………………………………………………………………………………………………….. 1 g (petrolato branco, lanolina anidra, petrolato líquido e água purificada).

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    QUEIMALIVE® é indicado para o tratamento de queimaduras solares e domésticas, abcessos,piodermites, ferimentos e outras lesões dérmicas.

    Como este medicamento funciona?

    QUEIMALIVE® combina ações preventivas e curativas de infecções, estimula a cicatrização e, ainda,proporciona o alívio dos sintomas causados pelas queimaduras, abcessos, piodermites, ferimentos e outras lesões dérmicas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O uso de QUEIMALIVE® é contraindicado em pacientes com história de alergia às outras sulfas ou a qualquer um dos componentes da formulação e em lactentes. O uso de medicamentos contendo sulfacetamídicos não é recomendado durante a gravidez, bem como durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não há contraindicações relativas a faixas etárias.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Muita atenção durante o uso em áreas raspadas ou em feridas abertas. É recomendada cautela em pacientes com histórico de asma e alergias, e em idosos, que são mais suscetíveis a reações. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    QUEIMALIVE® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e da umidade. QUEIMALIVE® possui prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação desde que observados os cuidados de armazenamento. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança mantenha o medicamento na embalagem original. QUEIMALIVE® é uma pomada amarelada, untuosa ao tato, isenta de material estranho, de odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Após assepsia da lesão, aplique uma camada fina de pomada, ou utilize conforme critério médico. Siga corretamente o modo de usar. Em caso
    de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe ao seu médico o aparecimento de quaisquer reações desagradáveis, tais como: vermelhidão,prurido, edema, urticária, erupções e outros sinais de hipersensibilidade cutânea. Caso ocorra qualquer uma destas reações, o uso do produto deve ser imediatamente suspenso e o médico informado. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe, também, à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não foram relatados casos de superdose com o uso tópico de sulfacetamida. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS 1.1560.0081
    Farm. Resp.: Dra. Michele Caldeira Landim – CRF/GO: 5122
    CIFARMA – Científica Farmacêutica Ltda.
    Rod. BR 153 Km 5,5 – Jardim Guanabara
    CEP: 74675-090 – Goiânia / GO
    CNPJ: 17.562.075/0001-69
    Indústria Brasileira
    CAC: 0800 707 1212
    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS,PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

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  • sedalgina-e-um-medicamento-com-atividade-anagesica-diminui-a-dor-e-antiespasmodico

    Sedalgina®

    mucato de isometepteno
    dipirona
    cafeína

    Apresentações:

    Drágea 30mg+300mg+30mg
    Embalagens contendo 20, 30, 60, e 200 drágeas.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos

    Composição:

    Cada drágea contém: mucato de isometepteno………………………………………………………………………………………30mg
    dipirona monoidratada (equivalente a 300mg de dipirona)………………………………..316,22mg
    cafeína………………………………………………………………………………………………………………30mg
    Excipiente q.s.p……………………………………………………………………………………………..1 drágea
    Excipientes: álcool etílico, caulim, cera de abelha, cera de carnaúba, corante óxido de ferro marrom, estearato de magnésio, goma arábica, povidona, lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, talco, tetracloroetileno,laurilsulfato de sódio e água de osmose reversa.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Sedalgina® é um medicamento com atividade analgésica (diminui a dor) e antiespasmódica (diminui contração involuntária) indicado para o tr
    atamento de diversos tipos de dor de cabeça, incluindo enxaquecas ou para o tratamento de cólicas.

    Como este medicamento funciona?

    Sedalgina® funciona pela ação da dipirona, do isometepteno e da cafeína. A dipirona atua na redução da sensibilidade para a dor. O isometepteno atua tanto na redução da dilatação dos vasos sanguíneos cerebrais (diminui o calibre dos vasos sanguíneos da cabeça) contribuindo para a redução da dor, quanto na potencialização do efeito analgésico e antiespasmódico. A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central (atua na cabeça) e apresenta uma ação vasoconstritora (diminui o calibre dos vasos sanguíneos) sobre as artérias cranianas (artérias na cabeça), sendo útil no tratamento das dores de cabeça, especialmente das enxaquecas. O seu início de ação ocorre entre 15 a 30 minutos após sua administração oral e permanece por 4 a 6 horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar Sedalgina® se tiver alergia ou intolerância a qualquer componente da fórmula. Você também não deve tomar Sedalgina® nas crises de hipertensão arterial (pressão alta), na presença de alteração nas qualidades do sangue ou na proporção de seus elementos constituintes ou de determinadas doenças metabólicas, como porfiria ou a deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase. Você só deve usar Sedalgina® em doses mais altas e por período prolongado se o médico recomendar. Este medicamento é contraindicado para menores de 1 2 anos.

    O Que devo saber antes de utilizar este medicamento?

    Se você é extremamente sensível à cafeína, não tome Sedalgina® à noite para não prejudicar o sono. Caso ocorra leve agitação e/ou aumento dos batimentos cardíacos (palpitação), diminua a dose diária de Sedalgina® . Com isso deverá ocorrer o desaparecimento imediato dos sintomas, não havendo necessidade de tratamento especial. Se você tiver asma brônquica (bronquite) ou infecções respiratórias crônicas (doenças nos pulmões) ou for alérgico a analgésicos e anti-inflamatórios (asma causada por analgésicos,intolerância a analgésicos) tome este medicamento com cautela. Se você tiver amidalite (infecção na garganta) ou qualquer outra condição que afete a boca e garganta somente tome Sedalgina® com especial cuidado e sob orientação médica.Consulte seu médico se a dor continuar ou piorar, se surgirem novos sintomas, pois podem ser sinais de doenças graves. Pode ocorrer alteração na coloração da urina (avermelhada), sem que haja dano a saúde. Este medicamento pode causar doping. Atenção diabéticos: este medicamento contém açúcar.

    Gravidez e amamentação:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Você não deve tomar Sedalgina® se estiver amamentando. Se necessário, a amamentação deve ser interrompida. Idosos e/ou debilitados devem tomar doses menores de Sedalgina® a fim de evitar problemas com o sono. Além disso, você não deve usar o medicamento à noite. Se você tiver problemas nos rins ou no fígado não deve usar Sedalgina® em doses altas ou por muito tempo, apesar de não existir experiência com o uso do medicamento nestas condições. Você não deve tomar Sedalgina® junto com bebidas alcoólicas, nem com medicamentos que contenham clorpromazina (usada no tratamento de doenças psiquiátricas) ou ciclosporina (usada em pacientes transplantados). A cafeína pode reduzir a ação sedativa dos ansiolíticos/benzodiazepínicos (medicamentos usados para dormir ou tratar ansiedade). Podem ocorrer reações hipertensivas (aumento da pressão arterial) com o uso juntamente com antidepressivos inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) (Alguns remédios usados para tratar depressão) Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (1 5 A 30ºC). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características do produto: Drágea circular de cor marrom. As drágeas de Sedalgina® não apresentam características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outras drágeas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Sedalgina® é de uso exclusivo pela via oral (por boca). Posologia: 1 a 2 drágeas (em dose única) a cada 6 horas ou 4 vezes ao dia. Não tome mais de 8 drágeas ao dia (4 x 2 drágeas). Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvida s sobre este medicamento,procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como este medicamento é tomado quando necessário (quando você sentir dor de cabeça ou cólica), pode não haver um esquema posológico a ser
    seguido. Caso você esteja tomando Sedalgina® regularmente, tome a dose esquecida tão logo seja lembrada. Tome a dose seguinte com o intervalo de 6 horas e continue com o esquema posológico regular. Não tome uma dose dupla para compensar a dose esquecida e não exceda a dose recomendada para cada dia. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode causar?

    Este medicamento pode causar as seguintes reações adversas: Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações na pele (alergia). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica grave acompanhada de queda da pressão sanguínea, alterações das células do sangue, aumento de batimentos do coração e irritabilidade. Apesar de serem ocorrências raras, a reação alérgica grave e as alterações nas células do sangue são condições clínicas graves, que podem ocorrer mesmo se a dipirona tiver sido administrada previamente, sem qualquer efeito adverso. As alterações nas células do sangue podem ocasionar pequenas hemorragias (sangramento) na pele e mucosas (boca, nariz, olhos, genitais e ânus). Podem também causar febre alta, dificuldade de engolir, lesões inflamatórias (feridas) na boca, nariz e garganta, assim como nas regiões genital e anal. Imediata interrupção da medicação é a indicação nestes casos. Reações de frequência desconhecida: queda da temperatura do corpo, alterações na pele (vermelhidão, coceira ou urticária), na boca ou na garganta. Também podem ocorrer náusea, vermelhidão, suor e dor de cabeça que em geral desaparecem com a redução de dose. Reações em grupos especiais de pacientes (frequência desconhecida): em alguns pacientes, especialmente aqueles com história de doença nos rins, ou em casos de superdose, pode ocorrer diminuição temporária das funções dos rins e inflamação dos rins. Crises de asma podem ser observadas em pacientes propensos. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informar também à empresa através de seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    No caso do medicamento ter sido ingerido em doses e levadas acidentalmente, procure imediatamente assistência médica de emergência ou um centro de intoxicação para que sejam tomadas as providências médicas adequadas. A orientação médica imediata é fundamental para adultos e crianças, mesmo se os sinais e sintomas de intoxicação não estiverem presentes. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    M.S. no 1.0370.0480
    Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva
    CRF-GO no 2.659
    LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A.
    CNPJ – 17.159.229/0001 -76
    VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA
    CEP 75132-140 – Anápolis – GO
    Indústria Brasileira
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
    Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 03/06/2013

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  • Glaucoma 13.01.2014 No Comments

    xalacom-indicado-no-tratamento-de-glaucoma-de-angulo-aberto

    Xalacom*

    latanoprosta, maleato de timolol

    Identificação do Produto:

    Nome comercial: Xalacom*
    Nome genérico: latanoprosta e maleato de timolol

    Apresentação:

    Xalacom* solução oftálmica estéril em embalagem contendo 1 frasco gotejador de 2,5 mL.
    Via de Administração: Oftálmico
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada mL da solução oftálmica de Xalacom* contém 50 mcg de latanoprosta e maleato de timolol equivalente a 5,0 mg de timolol. Excipientes: cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico anidro,cloreto de benzalcônio, ácido clorídricoa, hidróxido de sódio e água para injetáveis.a = para ajuste do pH. Uma gota da solução contém aproximadamente 1,5 mcg de latanoprosta e 150 mcg de timolol.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento e  indicado?

    Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) solução oftálmica é indicado no tratamento de glaucoma de ângulo aberto (doença crônica do olho em que a pressão dentro deste aumenta, o que pode levar à morte das fibras do nervo óptico e redução progressiva do campo de visão até a perda total da visão) ou hipertensão ocular (condições em que a pressão dentro dos olhos está aumentada, mas sem lesão do nervo óptico) em pacientes que apresentam resposta insuficiente ao uso de colírio contendo uma única medicação redutora da pressão dentro dos olhos.

    Como este medicamento funciona?

    Xalacom* contém duas substâncias ativas: latanoprosta e maleato de timolol. Esses dois componentes diminuem a pressão intraocular (PIO) elevada por diferentes mecanismos de ação. A latanoprosta reduz a pressão intraocular aumentando a drenagem do humor aquoso (líquido produzido pelo olho). O mecanismo da ação do maleato de timolol ainda não está totalmente estabelecido, mas estudos sugerem que sua ação pode estar relacionada à redução da formação do humor aquoso.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Leia também as respostas 4 e 8 Xalacom* não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade (alergia) a latanoprosta,maleato de timolol ou a qualquer componente da fórmula. Xalacom* não deve ser utilizado em pacientes: (1) com história de quadros de broncoespasmo (reação onde os brônquios “se fecham”), incluindo asma (doença respiratória, onde a respiração é difícil, curta, ofegante e com chiado) e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave,(2) portadores de alterações do ritmo cardíaco, tais como bradicardia sinusal, síndrome do nó sinusal, bloqueio sino-atrial (disfunção elétrica do coração), bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau não controlado com marcapasso; (3) história de alterações da função do músculo do coração, tais como insuficiência cardíaca sintomática e choque cardiogênico.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Xalacom* é um colírio e há formas corretas de aplicá-lo, leia atentamente a pergunta número 6 antes de usar. A dose recomendada é 1 gota de Xalacom* no(s) olho(s) afetado(s), uma vez ao dia. Não se deve exceder a dose de uma gota de Xalacom* no olho afetado por dia uma vez que foi demonstrado que administrações mais frequentes diminuem os efeitos da redução da pressão intra-ocular. O Xalacom* pode gradualmente aumentar o pigmento castanho da íris (parte colorida dos olhos), na maioria dos casos de forma leve e sem qualquer consequência na função visual. Se você usar a medicação em apenas um dos olhos a alteração será mais evidente. Também pode ser observado escurecimento da pele da pálpebra e aumento do comprimento, grossura, pigmentação, quantidade dos cílios e da lanugem da pálpebra (reversíveis após descontinuação).
    Recomenda-se cautela no uso de Xalacom* em pacientes sem o cristalino natural (por exemplo, após cirurgia de catarata) ou com cristalino rompido, pois há maior risco de acontecer edema macular (inchaço de uma região da retina). O Xalacom* deve ser utilizado com cuidado em pacientes com histórico de ceratite herpética e deve ser evitado em casos de ceratite em atividade causada pelo vírus da herpes simples e em pacientes com histórico de ceratite herpética recorrente especificamente associada com análogos da prostaglandina. O Xalacom* deve ser usado com cuidado em pacientes com distúrbios cardíacos graves para evitar insuficiência cardíaca (perda da capacidade funcional do músculo do coração). Pacientes com bloqueio cardíaco de primeiro grau, doenças circulatórias periféricas graves (ex.: formas graves da doença de Raynaud ou síndrome de Raynaud), com doença pulmonar destrutiva crônica (DPOC) leve ou moderada ou doenças da córnea devem ser tratados com cautela. Recomenda-se a retirada gradual dos bloqueadores beta-adrenérgicos, classe a que pertence o Xalacom*, antes de uma cirurgia, pois há risco de prejuízos da reposta cardíaca a estímulos que podem aumentar os riscos da anestesia. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É especialmente importante informar ao seu médico se estiver usando medicamentos para hipertensão (“pressão alta”), para controle de problemas cardíacos (ex.: arritmias) e do diabetes. Xalacom*, devido ao seu componente beta-bloqueador, pode aumentar os efeitos das medicações usadas para reduzir os níveis de glicose (açúcar) no sangue em pacientes diabéticos; o que pode resultar em crises de hipoglicemia. Portanto, o uso de Xalacom* deve ser cuidadoso em pacientes que usam insulina e/ou medicamentos orais para o diabetes. O componente beta-bloqueador pode também: (1) mascarar sintomas de hipertiroidismo (aumento dos hormônios da tiroide), (2) aumentar a intensidade de reações alérgicas; (3) piorar os sintomas de fraqueza muscular em pacientes portadores de miastenia. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sem a orientação e seguimento médicos. Informe imediatamente o seu médico em caso de suspeita de gravidez ou se estiver amamentando (os dois componentes da medicação podem ser excretados no leite materno). Como ocorre com outros colírios, caso sua visão fique embaçada quando você usar o colírio pela primeira vez,espere até que esse efeito passe antes de dirigir ou operar máquinas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento pode causar doping.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Xalacom* deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8ºC), protegido da luz. Após a abertura do frasco, o produto pode ser conservado em temperatura ambiente (até 25ºC) por até 10 semanas. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: solução límpida, incolor, isenta de partículas visíveis.

    Como devo usar este medicamento?

    Xalacom* contém cloreto de benzalcônio (um tipo de conservante utilizado em medicamentos), que pode ser absorvido por lentes de contato. Se você usa lentes de contato, remova-as antes de aplicar colírio e só as recoloque após 15 minutos. Sempre lave muito bem as mãos antes de aplicar o colírio. a) Retire o lacre externo do frasco de Xalacom* e desenrosque a sua tampa interna; b) Com o dedo indicador,puxe delicadamente a pálpebra inferior do olho para baixo, formando uma bolsa; c) Coloque a ponta do frasco conta-gotas perto do olho e aperte o frasco para que caia uma gota dentro do olho. Evite que a ponta do frasco toque a sua mão, a pálpebra ou os cílios; d) Feche os olhos cuidadosamente e com a ponta do indicador aperte levemente o canal lacrimal (região que fica no canto interno do olho sobre o nariz); e) Recoloque a tampa no frasco. A dose recomendada é 1 gota de Xalacom* no(s) olho(s) afetado(s), uma vez ao dia. Não se deve exceder a dose de 1 gota de Xalacom* no olho afetado por dia uma vez que foi demonstrado que administrações mais frequentes diminuem os efeitos da redução da pressão intraocular. Este produto deve ser utilizado somente uma vez ao dia, independente da idade do paciente. Cada mililitro de Xalacom* equivale aproximadamente a 35 gotas. Usando da forma correta e na dose recomendada o conteúdo do frasco é suficiente para pelo menos 4 semanas. Xalacom* deve ser administrado preferencialmente à noite. Se você usa mais de um colírio diariamente a aplicação de cada um desses colírios deve ser feita separadamente com um intervalo de 5 minutos entre a aplicação de cada um deles. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de usar Xalacom* no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso,não use o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas . Se você esquecer uma dose você pode comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    As reações desagradáveis relatadas foram: visão anormal,blefarite (inflamação da pálpebra), catarata (interior do olho esbranquiçado), distúrbios da conjuntiva (mucosa que reveste o olho), conjuntivite, distúrbios da córnea (lente superficial do olho), defeitos na refração (alteração da visão), hiperemia (vermelhidão) do olho, irritação (coceira, ardor) do olho, dor no olho, aumento da pigmentação da íris, ceratite (inflamação da córnea), fotofobia (sensação de incômodo ao olhar para a luz), defeito no campo visual (visão ruim), infecção, sinusite (infecção dos seios da face), infecção do trato respiratório superior (como resfriados e sinusites),diabetes mellitus,hipercolesterolemia (aumento do colesterol), depressão,dor de cabeça, hipertensão (pressão alta),hipertricose (aumento de pelos),rash (alteração de pele), distúrbios da pele, artrite (dor nas articulações ou juntas), erosões epiteliais (machucados na pele), edema (inchaço) de pálpebra. Experiência pós-comercialização: tontura, edema (inchaço) e edema de córnea, alterações nos cílios e lanugem da pálpebra (aumento do comprimento, espessura, pigmentação e quantidade), irite/uveíte (inflamação de uma parte do olho: íris e úvea (Região intra-ocular)), edema macular incluindo edema macular cistoide
    (alteração/inchaço na retina que pode comprometer a visão), cílios irregulares que podem causar irritação no olho, visão embaçada, alterações periorbitais e na pálpebra que resultam em aprofundamento do sulco da pálpebra, asma, piora da asma, dispneia (falta de ar), escurecimento da pele da pálpebra e reação cutânea local na pálpebra, dor muscular/articulação, dor torácica, ceratites herpéticas (lesões na córnea provocadas pelo vírus da herpes simples), anafilaxia (reação alérgica grave), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), urticária (alergia da pele), prurido (coceira) e rash (vermelhidão da pele) generalizado, anorexia (falta de apetite), sintomas mascarados de hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue) em pacientes diabéticos, confusão, alucinação, ansiedade, desorientação, nervosismo, perda de memória,diminuição da libido, insônia, pesadelo, isquemia cerebral, acidente vascular cerebral, aumento dos sinais e sintomas de miastenia grave (doença que causa fraqueza muscular), parestesia (sensação de dormência e formigamento), sonolência, síncope (desmaio), diminuição da sensibilidade da córnea, sinais e sintomas de irritação ocular (ex: sensação de queimação, picada, coceira, lacrimejamento, vermelhidão), olhos secos, erosão da córnea, descolamento de coroide (região do olho) após cirurgia ocular, ptose palpebral(queda, deslocamento de um órgão ou estrutura), alterações refratárias, diplopia (visão dupla), tinido (zumbido no ouvido), arritmia,bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), bloqueio atrioventicular, insuficiência cardíaca congestiva, parada cardíaca, insuficiência cardíaca, bloqueio cardíaco, palpitação, piora da angina (dor no peito), claudicação (dor nas pernas ao andar por agravamento de alterações circulatórias), mãos e pés frios, hipotensão (pressão baixa) e fenômeno de Raynaud (condição que afeta o fluxo sanguíneo nas extremidades do corpo, mãos e pés,assim como dedos, nariz, lóbulos das orelhas, quando submetidos a frio intenso ou estresse), reações de broncoespasmo (“fechamento” dos brônquios que leva a intensa falta de ar) tosse, congestão nasal, edema pulmonar, insuficiência respiratória, diarreia, boca seca,disgeusia (alterações no paladar), náusea, vômito, dor abdominal, fibrose retroperitoneal, alopecia (perda de cabelo), pseudopenfigoide, rash cutâneo, rash psoriasiforme ou piora da psoríase, lúpus eritematoso sistêmico, mialgia (dor muscular), diminuição da libido, impotência, disfunção sexual, doença de Peyronie, astenia/fadiga (fraqueza/cansaço), dor torácica e edema (inchaço). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a a indicada deste medicamento?

    Além da irritação ocular e hiperemia conjuntival (vermelhidão da parte branca do olho), não são conhecidos outros efeitos adversos oculares no caso de superdosagem com a latanoprosta. Houve relatos de superdosagem inadvertida com maleato de timolol solução oftálmica resultando em efeitos no corpo parecidos aos observados com os agentes bloqueadores beta-adrenérgicos tomados por via oral tais como tontura, dor de cabeça,deficiência respiratória (dificuldade para respirar), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), broncoespasmo (“fechamento” dos brônquios com dificuldade de respirar e chiado) e parada cardíaca. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0149
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Fabricado e Embalado por:
    Pfizer Manufacturing Belgium NV, Puurs – Bélgica
    Registrado, Importado e Distribuído por:
    LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ n° 46.070.868/0001-69
    * Marca depositada
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Xolair-e-usado-para-tratamento-de-asma-alergica-persistente-moderada-a-grave-em-adultos-e-crianças

    Xolair®

    omalizumabe

    Apresentações:

    Pó para solução injetável – via subcutânea. Embalagem contendo 1 frasco-ampola + 1 ampola diluente.
    Via Subcutânea
    Uso Adulto e pediátrico acima de 6anos

    Composição:

    Cada frasco-ampola contém 150 mg de omalizumabe, um anticorpo monoclonal humanizado fabricado a partir de uma linhagem de células de mamíferos. Excipientes: sacarose, histidina, cloridrato de histidina monoidratado e polissorbato. Cada ampola diluente contém 2 mL de água para injeção, usada para dissolução do pó para injeção. Xolair® reconstituído contém 125 mg/mL de omalizumabe (150 mg em 1,2 mL).

    Informações ao paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Xolair® é usado para tratamento de asma alérgica persistente moderada à grave em adultos e crianças (acima de 6 anos de idade) cujos sintomas não estão controlados por corticosteroides inalatórios (CI).

    Como este medicamento funciona?

    Xolair® age bloqueando uma substância chamada imunoglobulina E (também conhecida simplesmente como IgE) que é produzida pelo nosso corpo. IgE tem um papel fundamental na causa da asma alérgica. A dosagem sanguínea de IgE deve ser medida pelo seu médico antes do início do tratamento com Xolair®.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Xolair® é contraindicado a pacientes com alergia ao omalizumabe ou a qualquer um dos ingredientes do produto. Se você suspeita ser alérgico, consulte seu médico. Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Atenção diabéticos: contém açúcar. Você não deve utilizar Xolair® para tratar sintomas agudos de asma, como uma crise de asma repentina. Você deve usar um medicamento específico para este caso. Xolair® contém uma proteína, e portanto pode causar reações alérgicas graves em algumas pessoas. Uma reação alérgica grave chamada anafilaxia ocorreu em alguns pacientes após receberem Xolair®. A anafilaxia pode trazer risco à vida, por isso procure imediatamente cuidados médicos caso os sintomas ocorram. Os sinais e sintomas da anafilaxia incluem: Chiado no peito, falta de ar, tosse, aperto no peito ou dificuldade para respirar; Pressão baixa, tontura, cansaço, batimento cardíaco acelerado ou fraco, ansiedade ou sensação de desconforto; Rubor, coceira, urticária ou sensação de calor; Inchaço da garganta ou língua, fechamento da garganta, rouquidão ou dificuldade de engolir. Procure atendimento médico imediatamente se você tiver sinais e sintomas de anafilaxia após receber Xolair ®. Anafilaxia relacionada à Xolair® pode acontecer: Logo após receber uma injeção de Xolair® ou horas depois; Após qualquer injeção de Xolair ®. As anafilaxias ocorreram após a primeira injeção de Xolair® ou após muitas injeções de Xolair®. Seu médico deve observá-lo quanto aos sinais e sintomas da anafilaxia após cada injeção de Xolair®, por um período de tempo adequado no hospital. Se você apresentar sinais e sintomas de anafilaxia, informe seu médico imediatamente. Seu médico deve instruí-lo a procurar tratamento médico de emergência e cuidados médicos adicionais caso você apresente os sinais e sintomas da anafilaxia após deixar o hospital. Um tipo específico de reação alérgica (doença do soro) foi observado em pacientes tratados com Xolair® ou produtos similares. Os sinais incluem dores nas articulações, rigidez,rash, febre, inchaço/aumento dos nódulos linfáticos e ocorrem geralmente dentre 1 a 5 dias após a injeção. Se você tiver uma reação como esta após usar Xolair®, procure seu médico imediatamente Você não deve utilizar Xolair® para prevenir ou tratar outras condições alérgicas do tipo: Reações alérgicas repentinas;Síndrome de hiperimunoglobulina E (uma imunodeficiência herdada); Aspergilose (uma doença pulmonar causada por fungo);Alergia à comida, alergia na pele ou febre do feno.

    Uso pediátrico:

    Não use Xolair® em crianças com idade abaixo de 6 anos. O uso de Xolair® em crianças abaixo de 6 anos de idade não foi suficientemente estudado.

    Pacientes idosos:

    Xolair® pode ser usado por pacientes com 65 anos ou mais. Não há evidências que sugiram quaisquer precauções especiais necessárias para o tratamento de pacientes idosos, embora as experiências ainda sejam limitadas.

    Problemas nos rins ou fígado:

    Se você tem problemas nos rins ou no fígado, por favor consulte seu médico antes de usar Xolair®.

    Infecções parasitárias:

    Se você mora em uma região onde infecções parasitárias são frequentes ou viaja para este tipo de região, por favor avise seu médico. Xolair® pode diminuir sua resistência contra essas infecções. Se você estiver sob tratamento contra infecções parasitárias, por favor avise seu médico. Xolair® pode diminuir a eficácia de seu tratamento.

    Gravidez:

    Se você estiver grávida ou planeja engravidar, consulte seu médico antes de iniciar o tratamento com Xolair®. Seu médico irá discutir com você os benefícios e potenciais riscos de tomar este medicamento durante a gravidez. Se você engravidar enquanto estiver utilizando Xolair®, informe seu médico imediatamente. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Amamentação:

    Se você estiver amamentando ou pretende amamentar, consulte seu médico antes de Xolair® ser administrado. Xolair® pode passar do seu leite para seu bebê. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou utilizar máquinas: Xolair® pode fazer você se sentir sonolento ou tonto. Se isto ocorrer, você não deve dirigir ou utilizar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    Informe seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recente mente qualquer outro medicamento,mesmo aqueles sem prescrição médica. Xolair® pode ser usado junto com corticosteroides inalatórios e outros medicamentos para asma alérgica, mas mesmo assim é importante informar o seu médico que você está tomando estes medicamentos antes da administração de Xolair®. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Xolair® deve ser armazenado sob refrigeração entre 2 e 8 °C. Não congelar. Este medicamento pode ser embarcado à temperatura ambiente controlada (?30 °C) ou entre 2 e 8 °C. Após reconstituição, manter entre 2 e 8 °C por 8 horas ou a 30 °C por 4 horas.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características físicas:

    Frasco-ampola (pó): pó claro, frasco-ampola de vidro incolor com tampa e selo azul (150 mg). Ampola (solvente): líquido claro,ampola de vidro incolor contendo 2 mL de água para injeção. O produto completamente reconstituído parecerá claro ou levemente opaco e pode apresentar algumas bolhas pequenas ou espuma ao redor da borda do frasco-ampola. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças

    Como devo usar este medicamento?

    XOLAIR 150 mg é fornecido como um pó branco em um frasco-ampola com uma ampola contendo 2 mL de água para injeção. O pó deve ser dissolvido na água para injeção antes de ser injetado. XOLAIR deve ser administrado por via subcutânea por uma pessoa habilitada. Antes de iniciar sua terapia com XOLAIR, seu médico deve realizar um exame de sangue para medir seu nível de IgE. Seu médico calculará a quantidade de XOLAIR necessária e a frequência com que você deve tomar o medicamento. Isto depende de seu peso e da quantidade sanguínea de IgE. Leia atentamente os itens abaixo e siga a orientação do seu médico.

    Dosagem:

    Você receberá 1 a 4 injeções a cada duas ou a cada quatro semanas. Você precisará continuar utilizando seu remédio atual para asma durante o tratamento com Xolair®. Não pare de tomar nenhum remédio para asma sem consultar seu médico. Quando usarXolair® será administrado a cada 2 ou 4 semanas, conforme prescrição do seu médico. Por quanto tempo tomar Xolair® Pode ser que você não note uma melhora imediata após o início do tratamento com Xolair®. Normalmente, são necessárias várias semanas para se obter o efeito desejado. Continue utilizando XOLAIR conforme orientado pelo seu médico,Se você tiver dúvidas por quanto tempo tomar Xolair®, converse com seu médico ou farmacêutico.
    Se você parar de tomar Xolair® A interrupção ou término do tratamento com Xolair® pode levar a recorrência dos sintomas de asma. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de uma aplicação de Xolair®, contate seu médico. Não use uma dose dupla para compensar a dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, pacientes tratados com Xolair® podem experimentar efeitos adversos, embora nem todos os pacientes os apresentem. Alguns efeitos adversos podem ser graves: Efeitos adversos raros – ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento: Xolair® contém uma proteína, e como qualquer proteína, potencialmente podem ocorrer reações alérgicas locais ou sistêmicas. Reações alérgicas graves repentinas têm sido raramente relatadas. Se você notar sinais repentinos de alergia, tais como rash (vermelhidão),coceira ou urticária na pele, inchaço na face, lábios, língua ou outras partes do corpo, aceleração dos batimentos cardíacos, tontura e sensação de cabeça vazia, falta de ar, chiado ou problemas respiratórios, consulte seu médico imediatamente. Outros efeitos adversos que foram relatados após a introdução no mercado: Contagem baixa de plaquetas sanguíneas com o aparecimento de sintomas como sangramento ou equimoses mais facilmente do que o normal; Aparecimento de alguns dos seguintes sintomas nas articulações: dor na articulação, paralisia ou formigamento nos braços e pernas, inchaço ou protuberância na pele, fraqueza e fadiga, perda de apetite e perda de peso (sinais da síndrome de Churg-Strauss); Aparecimento de alguns dos seguintes sintomas nas articulações: dor na articulação, rigidez,rash (vermelhidão),febre, inchaço/aumento dos nódulos linfáticos (sinais da chamada doença do soro). Quando isto ocorre, é geralmente entre o primeiro e o quinto dia após a injeção VP3 = MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012 +BPL 18.12.12 4 Se você apresentar qualquer um desses efeitos,informe seu médico imediatamente. Alguns efeitos adversos são muito comuns– ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento: Febre (em crianças) Se este efeito te afetar gravemente, avise seu médico. Alguns efeitos adversos são comuns – ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento: Reações no local da injeção incluindo dor, inchaço, coceira e vermelhidão. Dor na parte superior do abdômen (em crianças) Dor de cabeça (muito comum em crianças) Efeitos adversos incomuns – ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento: Sensação de tontura, sonolência ou cansaço; Formigamento ou entorpecimento das mãos ou pés; Desmaio, hipotensão postural (pressão arterial baixa enquanto sentado e em pé), rubor; Dor de garganta, tosse, problemas respiratórios agudos; Náusea, diarreia, indigestão; Coceira, urticária,rash,aumento de sensibilidade da pele ao sol; Aumento de peso; Sintomas de gripe; Dor nas articulações; Dor muscular;Inchaço das articulações;Perda de cabelo. Se algum desses efeitos afetarem você gravemente,informe seu médico. Se você notar quaisquer outros efeitos adversos não mencionados nesta bula, por favor, informe seu médico ou farmacêutico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se você acidentalmente tomar mais Xolair® do que o prescrito, por favor entre em contato com seu médico para maiores orientações. Nenhum caso de superdose foi reportado. A dose máxima tolerada de Xolair® não foi determinada. Doses únicas intravenosas de até 4.000 mg (ou 4 g) foram administradas em pacientes sem evidência de dose limite de toxicidade. A dose acumulativa mais alta administrada para pacientes foi 44.000 mg (ou 44 g) durante um período acima de 20 semanas e esta dose não resultou em qualquer efeito adverso agudo. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. MS – 1.0068.0983
    Farm. Resp.: Virginia da Silva Giraldi – CRF-SP 15.779
    Importado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Prof. Vicente Rao, 90 – São Paulo – SP
    CNPJ: 56.994.502/0001-30
    Indústria Brasileira
    Fabricado por:
    Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça.
    VP3 = MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012 +BPL 18.12.12 5® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    USO RESTRITO A HOSPITAIS

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    salonpas-indicado-para-o-alivio-de-dores-e-inflamações-associadas-a-torcicolo-rigidez-nos-ombros-dores-musculares-e-lombares

    Salonpas®

    salicilato de metila
    levomentol

    Apresentações:

    Adesivo transdérmico salicilato de metila 105 mg, levomentol 31,5 mg em envelope contendo? 03 unidades ( tamanho 7,0 cm x 10,0 cm) 05 unidades ( tamanho 7,0 cm x 10,0 cm)
    Uso Tópico
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada SALONPAS® Pain Relief Patch contém: salicilato de metila ……….. 105,0 mg levomentol ………………………31,5 mg
    Excipientes: resina alicíclica saturada, petrolato líquido, poli-isobutileno, copolímero estireno-isopreno-estireno, silicato de alumínio sintético.

    Para que este medicamento é indicado?

    Este medicamento é indicado para alívio de dores e inflamações associadas a torcicolo,rigidez nos ombros, dores musculares e lombares, dores nas costas, nevralgia,pancadas, torções, contusões e entorses. SALONPAS® Pain Relief Patch também pode ser utilizado para tratar outras condições determinadas por um médico.

    Como este medicamento funciona?

    SALONPAS® Pain Relief Patch é um analgésico, anti-inflamatório de uso tópico, que age sobre a região afetada, aliviando a dor e o inchaço.

    Quando não devo usar este medicamento?

    SALONPAS® Pain Relief Patch é contraindicado para pacientes que já apresentaram alguma reação alérgica ao ácido acetilsalicílico, a outros anti-
    inflamatórios não esteroidais ou já tenham demonstrado hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula.

    O que devo saber antes de usar este medicamento?

    Não aplique o produto sobre a pele irritada, feridas e/ou escoriações abertas. Uso em idosos: não há nenhuma restrição específica para essa faixa etária. Portanto,pode ser utilizado por pacientes idosos, desde que verificadas as orientações descritas na bula. Consulte um médico antes de usar em crianças. Não utilize este medicamento antes de consultar o médico se: -já teve ou tem problemas gastrointestinais como sangramentos, úlceras no estômago ou intestino; -estiver em tratamento com medicamentos anticoagulantes; -sofre de doença do fígado ou dos rins; -já tenha tido crise de asma induzida pela administração de salicilatos ou outras substâncias semelhantes; -já tenha apresentado hipersensibilidade a produtos tópicos. Caso você apresente alguma destas condições acima descritas, o médico decidirá se este medicamento é ou não adequado para você. Use apenas externamente (uso tópico). Evite contato com os olhos e mucosas. Caso isto ocorra, lave-os com água corrente e procure um médico. Não utilize bandagem (faixa) ou qualquer material oclusivo na área de aplicação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas e lactantes sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 a 30°C), ao abrigo do sol e umidade. Após aberto, mantenha o adesivo restante no envelope fechado, longe de fontes de calor e umidade. O prazo de validade do SALONPAS® Pain Relief Patch 03 unidades é de 24 meses a partir da data de sua fabricação. O prazo de validade do SALONPAS® Pain Relief Patch 05 unidades é de 36 meses a partir da data de sua fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. SALONPAS® Pain Relief Patch é um medicamento de aplicação tópica, adesivo de cor marrom e odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Lave e seque a área afetada. Retire o filme plástico e aplique o SALONPAS® Pain Relief Patch na área afetada. Aplique 1 adesivo na área afetada e deixe por até 8 horas. Se a dor persistir após o uso do primeiro adesivo, um segundo adesivo pode ser aplicado por mais 8 horas. Não utilize mais do que 4 adesivos ao dia. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento,procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Use o SALONPAS® Pain Relief Patch assim que lembrar. Porém não utilize o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Podem causar reações como: irritação local,prurido (coceira), eritema (vermelhidão),erupção, lesão bolhosa, manchas, reações no local da aplicação, eczema (inflamação da pele que pode apresentar vermelhidão, inchaço, bolhas, crostas, descamação,coceira e ardência). Caso apresente alguns destes sintomas ou outros efeitos indesejáveis não mencionados, pare de usar, lave bem o local da aplicação com água corrente e procure um médico imediatamente. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de uso excessivo, retire o produto e lave o local com água corrente. Em caso de ingestão acidental, procure orientação médica. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    DIZERES LEGAIS
    MS 1.1052.0002.002-4 ( 03 unidades)
    MS 1.1052.0002.003-2 ( 05 unidades )
    Farmacêutico Responsável: Douglas Ishikawa CRF-AM/RR 1508
    Fabricado por: Hisamitsu Pharmaceutical Co., Inc.Tosou Saga Japan
    Registrado e importado por: Hisamitsu Farmacêutica do Brasil Ltda.
    Av. Buriti Nº1050 – Distrito Industrial Manaus/AM – CEP: 69075-000
    CNPJ 49.383.250/0001-47
    SAC 0800-7079551
    e-mail: sac@salonpas.com.br

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