• zarth-para-o-tratamento-da -pressão-altaZart H®

    (losartana potássica + hidroclorotiazida)

    Comprimido revestido

    Forma Farmacêutica e Apresentações:

    Embalagens com 30 comprimidos revestidos contendo 50 + 12,5 mg e 100 + 25 mg.
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Composição:

    Cada comprimido revestido de 50 + 12,5 mg contém:
    losartana potássica…………………………………………………………………………………………………………………….. 50 mg hidroclorotiazida ……………………………………………………………………………………………………………………. 12,5 mg excipientes*……………………………………………………………………………………………………… q.s.p 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina; amido; dióxido de silício; estearato de magnésio; lactose monoidratada; hipromelose; macrogol; dióxido de titânio e corante laca amarelo quinoleína. Cada comprimido revestido de 100 + 25 mg contém: losartana potássica…………………………………………………………………………………………………………………… 100 mg hidroclorotiazida ………………………………………………………………………………………………………………………. 25 mg excipientes**……………………………………………………………………………………………………… q.s.p 1 comprimido **Excipientes: celulose microcristalina; amido; dióxido de silício; estearato de magnésio; lactose monoidratada; hipromelose; macrogol; dióxido de titânio e corante laca amarelo quinoleína.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Seu médico receitou Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) para tratamento da hipertensão (pressão alta). Em pacientes com pressão alta e espessamento das paredes do ventrículo esquerdo (hipertrofia do ventrículo esquerdo), a losartana, frequentemente em combinação com a hidroclorotiazida, reduz o risco de derrame (acidente vascular cerebral) e de ataque cardíaco (infarto do miocárdio) e ajuda os pacientes a viverem mais (veja QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?, Uso em pacientes de raça negra com pressão alta e aumento do ventrículo esquerdo).

    Como este medicamento funciona?

    Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) é uma combinação de um antagonista dos receptores de angiotensina II (losartana) e um diurético (hidroclorotiazida). A losartana e a hidroclorotiazida agem em conjunto para diminuir a pressão alta. Se você tem pressão alta e apresenta espessamento das paredes do ventrículo esquerdo, a principal câmara de bombeamento do coração, seu médico prescreveu ZartH (losartana potássica + hidroclorotiazida) para ajudar a diminuir o risco de eventos cardiovasculares, como derrame (acidente vascular cerebral). Informações ao paciente sobre a doença. O que é pressão arterial? A pressão gerada pelo seu coração ao bombear o sangue para todas as partes do corpo é chamada de pressão arterial. Sem a pressão arterial, o sangue não circularia pelo corpo. A pressão arterial normal faz parte da boa saúde. Sua pressão arterial sofre alterações durante o transcorrer do dia, dependendo da atividade, do estresse e da excitação. A leitura da pressão arterial é composta de dois números, por exemplo, 120/80 (cento e vinte por oitenta). O número mais alto mede a força quando seu coração está bombeando sangue. O número mais baixo mede a força em repouso, entre os batimentos cardíacos. O que é pressão alta (ou hipertensão)? Você tem pressão alta ou hipertensão quando sua pressão arterial permanece alta mesmo quando você está calmo(a) e relaxado(a). A pressão alta desenvolve-se quando os vasos sanguíneos se estreitam e dificultam o fluxo do sangue. Como saber se tenho pressão alta? Em geral, a pressão alta não apresenta sintomas. A única maneira de saber se você tem hipertensão é medindo sua pressão arterial. Por isso você deve medir sua pressão arterial regularmente. Por que a pressão alta (ou hipertensão) deve ser tratada? Se não for tratada, a pressão alta pode causar danos a órgãos e ssenciais para a vida, como o coração e os rins. Você pode estar se sentindo bem e não apresentar sintomas, mas a hipertensão pode causar derrame (acidente vascular cerebral), ataque cardíaco (infarto do miocárdio), insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou cegueira. Como a pressão alta deve ser tratada? Ao diagnosticar a hipertensão (pressão alta), seu médico pode recomendar mudanças em seu estilo de vida e também pode lhe receitar medicamentos para controlar a pressão arterial. A pressão alta pode ser tratada e controlada com o uso de medicamentos, como Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida). Seu médico pode lhe dizer qual é a pressão arterial ideal para você. Memorize este valore siga a recomendação médica para atingir a pressão arteial ideal para a sua saúde. Como Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) trata a pressão alta? O ingrediente losartana de Zart H® (losartana potássica + hidroclorotiazida) reduz a pressão arterial bloqueando especificamente uma substância denominada angiotensina II. A angiotensina II normalmente estreita os vasos sanguíneos. O ingrediente losartana de Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) faz com que os vasos relaxem. O ingrediente hidroclorotiazida de Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) faz com que os rins eliminem mais sal e água. Juntos, a losartana e a hidroclorotia zida reduzem a pressão alta. Embora seu médico possa lhe dizer se o medicamento está agindo por meio da medida da sua pressão arterial, provavelmente você não notará diferenças ao tomar Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida). O que causa espessamento das paredes do ventrículo esquerdo do coração (hipertrofia ventricular esquerda)? A pressão alta faz com que o coração trabalhe com mais esforço. Com o tempo, isso pode fazer o coração ficar hipertrofiado. Por que os pacientes com hipertrofia ventricular esquerda devem ser tratados? A hipertrofia ventricular esquerda está associada a uma maior probabilidade de derrame (acidente vascular cerebral). A losartana potássica + hidroclorotiazida reduziu o risco de eventos cardiovasculares, como o derrame, em pacientes com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve tomar Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) se: for alérgico a qualquer um de seus ingredientes (veja COMPOSIÇÃO); for alérgico a derivados das sulfonamidas (pergunte a seu médico o que são medicamentos derivados das sulfonamidas); não estiver urinando; for diabético e está tomando um medicamento chamado alisquireno para reduzir a pressão arterial. Se você não estiver certo se deve ou não iniciar o tratamento c om Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida), entre em contato com seu médico.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Informe ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que esteja apresentando ou tenha apresentado e sobre quaisquer tipos de alergia. Informe ao seu médico se tiver apresentado recentemente episódios de vômito ou diarreia. É muito importante que seu médico saiba se você tem doença do fígado ou dos rins, gota, diabetes, lúpus eritematoso ou se está em tratamento com outros diuréticos. Nesses casos, seu médico pode achar necessário ajustar a dose dos seus medicamentos. Antes de uma cirurgia e anestesia, informe ao seu médico (ou dentista) que está em tratamento com Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida), pois pode ocorrer queda repentina da pressão arterial associada à anestesia. Gravidez e amamentação: o uso de Zart H (losartana potássica +hidroclorotiazida) não é recomendado enquanto você estiver grávida ou amamentando. Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) pode causar danos ou a morte do feto. Converse com seu médico sobre outras maneiras para diminuir sua pressão sanguínea se você pretende engravidar. Se você engravidar enquanto toma Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) informe seu médico imediatamente. Este medicamento não deve ser utilizado no segundo e terceiro trimestres da gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Uso pediátrico: não existe experiência com o uso de losartana potássica + hidroclorotiazida em crianças, portanto Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) não deve ser administrado a pacientes pediátricos. Uso em idosos: em geral, Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) age igualmente bem e é igualmente bem tolerado pela maioria dos pacientes adultos mais jovens e mais idosos. A maioria dos pacientes mais idosos requer a mesma dose que os pacientes mais jovens. Os pacientes mais idosos devem iniciar o tratamento com Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) 50 + 12,5 mg. Uso em pacientes de raça negra com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo: em um estudo que envolveu pacientes com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo, a losartana diminuiu o risco de derrame (acidente vascular cerebral) e infarto do miocárdio e ajudou os pacientes a viverem mais. No entanto, esse estudo também mostrou que esses benefícios, quando comparados aos benefícios de outro medicamento para hipertensão, o atenolol, não se aplicam aos pacientes de raça negra. Dirigir ou operar máquinas: quase todos os pacientes podem realizar essas atividades, porém, até saber como você reage ao medicamento, você deve evitar atividades que exijam muita atenção (por exemplo, dirigir um automóvel ou operar máquinas perigosas). Este medicamento pode causar doping. Interações medicamentosas: em geral, Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) pode ser tomado com outros medicamentos. Você deve, no entanto, informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que esteja tomando ou pretenda tomar, incluindo os obtidos sem prescrição médica (venda livre). É importante informar ao seu médico se está tomando suplementos de potássio, agentes poupadores de potássio ou substitutos de sal contendo potássio, outros medicamentos para reduzir a pressão alta, outros diuréticos, resinas que reduzem os níveis altos de colesterol, medicamentos para tratar diabetes incluindo insulina, relaxantes musculares, imunossupressoras como a adrenalina, esteroides, alguns analgésicos e medicamentos para artrite ou lítio (um medicamento utilizado para tratar um certo tipo de depressão). Sedativos, tranquilizantes, narcóticos, álcool e analgésicos podem aumentar o efeito redutor da pressão arterial de Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida), portanto informe ao seu médico se estiver tomando qualquer um desses medicamentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30 oC). Proteger da umidade. Número de lote e datas de fabrica ção e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características do produto: Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) 50 + 12,5 mg: comprimido oblongo, com vinco em uma das faces, revestido na cor amarela Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) 100 + 25 mg: comprimido oblongo, com vinco em uma das faces, revestido na cor amarela Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) pode ser tomado com ou sem alimentos. Para maior comodidade e para que você se lembre com mais facilidade, procure tomar Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) no mesmo horário todos os dias. DOSAGEM Pressão alta: a dose usual de Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) para a maioria dos pacientes com pressão alta é de 1 comprimido de 50 + 12,5 mg por dia para con
    trolar a pressão arterial durante um período de 24 horas. Pacientes com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo: a dose inicial usual é de 50 mg de losartana uma vez por dia. Se a meta para a pressão arterial não for atingida com 50 mg de losartana, seu médico poderá prescrever uma combinação de losartana e baixa dose de hidroclo rotiazida (12,5 mg). Seu médico poderá aumentar as quantidades de losartana e hidroclorotiazida gradualmente até atingir a dose correta para você. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários , as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Deve-se tomar Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) conforme a prescrição. Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem duplicar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não esperados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos. Na maioria dos pacientes, Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) é bem tolerado. Os efeitos adversos podem incluir náusea, vômitos, cólicas, diarreia, constipação, dor de cabeça, fraqueza, tontura, fadiga, urticária, erupção cutânea, alteração de paladar, visão turva momentânea ou aumento da sensibilidade da pele ao sol. Outro efeito adverso pode ser a sensação de tontura ou atordoamento devido a uma queda súbita na pressão sanguínea quando se levanta rapidamente. Seu médico possui uma lista mais completa dos efeitos adversos. Informe ao seu médico imediatamente se você apresentar esses sintomas ou outros sintomas incomuns. Se apresentar uma reação alérgica com inchaço da face, dos lábios, da garganta e/ou da língua que possa dificultar sua respiração ou capacidade de engolir, pare de tomar Zart H (losartana potássica + hidroclorotiazida) e procure seu médico imediatamente. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de superdose, avise o médico imediatamente. Os sintomas mais prováveis de superdose podem incluir pressão arterial baixa e batimentos cardíacos acelerados. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Registro MS: 1.0043.1131
    Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano
    Badaró – CRF-SP n.º: 19.258.
    EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
    Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
    CNPJ: 61.190.096/0001-92
    Indústria Brasileira
    LOGO CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA COM TEL 0800 704 3876.
    Venda sob prescrição médica
    Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANV
    ISA em (08/11/2013).

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  • syntocinon-e-indicado-na-indução-do-parto-ou-estimulo-das-contrações

    Syntocinon®

    ocitocina

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Solução injetável. Embalagem com 50 ampolas de 1 mL.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ampola de 1 mL contém 5 UI de ocitocina.Excipientes:acetato de sódio, clorobutanol, álcool etílico, ácido acético e água.Uso restritos a hospitais.

    Cuidados de armazenamento:

    O produto deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2 e 8°C).

    Prazo de validade:

    A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Informações Técnicas:

    Farmacodinâmica:

    Grupo farmacoterapêutico: hormônios do lobo posterior da hipófise (código ATC H01B B02). A substância ativa de SYNTOCINON é um nonapeptídio sintético idêntico à ocitocina, um hormônio liberado pelo lobo posterior da hipófise. Exerce efeito estimulador sobre a musculatura lisa do útero,particularmente ao se aproximar à fase final da gravidez, durante o trabalho de parto, após o parto e no puerpério, ou seja, nos momentos em que o número de receptores específicos de ocitocina no miométrio está aumentado. Quando administrado por infusão intravenosa em doses baixas, SYNTOCINON provoca contrações uterinas rítmicas que não se podem distinguir em frequência, intensidade e duração das observadas durante o parto espontâneo. Na infusão de doses mais altas, ou quando administrado por injeção única,o fármaco é capaz de causar tetanias uterinas que se mantêm. Além de seu efeito sobre o útero, a ocitocina contrai as células mioepiteliais que circundam os alvéolos mamários, ocasionando assim a secreção de leite e facilitando a lactação. Sendo sintético, SYNTOCINON não contém vasopressina, porém mesmo em sua forma pura, a ocitocina possui alguma atividade antidiurética intrínseca fraca do tipo da vasopressina. Outro efeito farmacológico observado com altas doses de ocitocina, particularmente quando administrada por injeção intravenosa rápida, consiste em um efeito relaxante temporário e direto sobre a musculatura vascular lisa, resultando em breve hipotensão, rubor e taquicardia reflexa (veja “Precauções e advertências”).

    Farmacocinética:

    Níveis plasmáticos e início/duração do efeito Infusão intravenosa. Quando se administra SYNTOCINON por infusão intravenosa contínua em doses adequadas para a indução do parto ou estímulo das contrações, a resposta uterina se estabelece gradativamente e alcança um estado de equilíbrio geralmente dentro de 20 a 40 minutos. Os níveis plasmáticos correspondentes da ocitocina são comparáveis aos medidos durante o primeiro estágio do parto espontâneo. Por exemplo, em 10 mulheres grávidas a termo recebendo 4 miliunidades por minuto por infusão intravenosa, os níveis plasmáticos de ocitocina foram de 2 a 5 microunidades/mL. Com a interrupção da infusão, ou depois de uma redução substancial da velocidade de infusão, como por exemplo, no caso de um superestímulo, a atividade uterina diminui rapidamente, mas pode continuar em nível inferior adequado. Injeção intravenosa e intramuscular. Quando administrada por via intravenosa ou intramuscular para a prevenção ou tratamento da hemorragia pós-parto, SYNTOCINON age rapidamente, com um período de latência inferior a 1 minuto por injeção intravenosa, e de 2 a 4 minutos por via intramuscular. A resposta ocitócica mantém-se por 30 a 60 minutos após a administração intramuscular, podendo ser mais breve com a injeção intravenosa.

    Distribuição:

    A ocitocina é distribuída através de fluidos extracelulares, atingindo o feto em uma quantidade mínima. O volume de distribuição no estado de equilíbrio, determinado em 6 homens sadios depois da administração de SYNTOCINON por injeção intravenosa, foi de 12,2 L ou 0,17 L/kg. A ligação com proteínas plasmáticas é muito baixa. A ocitocina pode ser encontrada em pequenas quantidades no leite materno.

    Biotransformação:

    A ocitocinase, uma glicoproteína aminopeptidase, é produzida durante a gravidez, está presente no plasma e é capaz de degradar a ocitocina. A atividade enzimática aumenta gradualmente até se aproximar o termo da gestação, momento no qual aumenta bruscamente. A partir daí, a atividade enzimática diminui após o parto. Durante esse período, a atividade enzimática na placenta e no tecido uterino é também alta. Há pouca ou nenhuma degradação da ocitocina no plasma de homens, de mulheres não-grávidas ou do sangue do cordão umbilical.

    Eliminação:

    A facilidade relativa com que podem ser reguladas a velocidade e a força das contrações uterinas através da infusão intravenosa de SYNTOCINON, deve-se à curta meia-vida da ocitocina. Os valores relatados por diversos pesquisadores oscilam entre 3 a 20 minutos. O metabolismo da ocitocina
    plasmática ocorre principalmente no fígado e rins. A taxa de depuração metabólica é de cerca de 20 mL/kg por minuto em homens e em mulheres grávidas. Menos de 1% da dose administrada é excretada de forma inalterada na urina. Dados de segurança pré-clínicos,Dados pré-clinicos para ocitocina não revelaram riscos para humanos baseados em estudos convencionais de dose única de toxicidade aguda, genotoxicidade e mutagenicidade. Foram observados efeitos (peda fetal em ratos) em um estudo pré-clínico, mas somente em exposições consideradas suficientemente excessivas em relação a exposição humana máxima, com pequena relevância para o uso clínico.

    Toxicidade aguda:

    Estudos de toxicidade de dose única de ocitocina em ratos e camundongos foram conduzidos com administração oral, intravenosa e subcutânea. A toxicidade aguda oral (e subcutânea) foi de 20,5 mg/kg de peso corporal em ratos e excedeu em 514 mg/kg de peso corporal em camundongos. Por via intravenosa a dose letal de ocitocina foi de 2,3 mg/kg de peso corporal em ratos e 5,8 mg/kg de peso corporal em camundongos. Deste modo, a dose letal intravenosa de ocitocina em camundongos excedeu a dose intravenosa usual em hum anos por um fator maior que mil.

    Mutagenicidade:

    Foi realizado um estudo in vitro de genotoxicidade e mutagenidade com ocitocina. Testes foram negativos para aberrações cromossômicas e trocas entre cromátides-irmãs em culturas de linfócitos periféricos humanos. Nenhuma mudança significativa no índice mitótico foi observada. A ocitocina não possui propriedade genotóxica. Carcinogenicidade, teratogenicidade e toxicidade reprodutiva O tratamento de ratas em inicio de gestação, com ocitocina em doses milhares de vezes maiores do que a dose usada para induzir partos em humanos, causou perda fetal em um estudo, mas sua relevância é desconhecida. Não estão disponíveis estudos padrões de teratogenicidade, performance reprodutiva e carcinogenicidade com a ocitocina.

    Indicações:

    Antes do parto

    Indução do parto por razões médicas, como por exemplo, em casos de gestação pós-termo, ruptura prematura das membranas, hipertensão induzida pela gravidez (pré-eclâmpsia); • Estímulo das contrações em casos selecionados de inércia uterina; • SYNTOCINON também pode ser indicado nos estágios iniciais da gravidez como terapia auxiliar do abortamento incompleto, inevitável ou retido.

    Pós-Parto

    •Durante a operação cesárea depois da retirada da criança; • Prevenção e tratamento da atonia uterina e hemorragia pós-parto.

    Contraindicações:

    Conhecida hipersensibilidade à ocitocina ou a qualquer excipiente de SYNTOCINON. Hipertonia uterina, sofrimento fetal quando a expulsão não é eminente. Qualquer estado em que, por razões fetais ou maternas, se desaconselha ou está contra-indicado o parto espontâneo e/ou o parto vaginal seja contra-indicado: por exemplo, desproporção céfalo-pélvica significativa, má apresentação fetal; placenta prévia e vasos prévios, descolamento prematuro da placenta, apresentação ou prolapso do cordão umbilical; distensão uterina excessiva ou diminuição da resistência uterina à ruptura, como por exemplo, em gestações múltiplas, poli-hidrâmnios, grande multiparidade e na presença de cicatriz uterina resultante de intervenções cirúrgicas, inclusive da operação cesárea clássica.

    Precauções e advertências:

    A indução do parto por meio da ocitocina somente deverá ser efetuada quando estiver estritamente indicada por razões médicas e não por conveniência. A administração deve ser feita somente em condições hospitalares e sob controle médico qualificado. SYNTOCINON não deve ser usado por períodos prolongados em pacientes com inércia uterina resistente à ocitocina, toxemia pré-eclâmptica grave ou distúrbios cardiovasculares graves. SYNTOCINON não deverá ser administrado por infusão intravenosa em bolo,uma vez que pode causar hipotensão aguda de curta duração acompanhada de rubor e taquicardia reflexa. SYNTOCINON deverá ser utilizado com cautela em pacientes com predisposição à isquemia miocárdica devido à doença cardiovascular pré-existente (como cardiomiopatia hipertrófica, doença cardíaca valvular e/ou doença cardíaca isquêmica incluindo vasoespasmo arterial coronariano), para evitar alterações significantes na pressão arterial e frequência cardíaca nestes pacientes. SYNTOCINON deverá ser utilizado com cautela nos pacientes com conhecida síndrome do QT longo ou sintomas relacionados e nos pacientes em uso de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc. Quando SYNTOCINON é administrado para a indução e estímulo do trabalho de parto: • Somente deve ser administrado sob infusão intravenosa e nunca por injeção subcutânea,intramuscular ou intravenosa em bolo. • Administração de ocitocina em doses excessivas resulta em uma superestimulação uterina, podendo causar estresse, asfixia e morte fetal, ou conduzir a hipertonia, contrações tetânicas ou ruptura uterina. É importante monitorar cuidadosamente a frequência cardíaca fetal e da motilidade uterina (frequência, intensidade e duração das contrações) a fim de poder ajustar a dose à resposta individual. • Requer-se atenção particular em presença de desproporção céfalo-pélvica limite, de inércia uterina secundária, de graus leves ou moderados de hipertensão induzida pela gravidez ou cardiopatias,assim como em pacientes com mais de 35 anos de idade ou com antecedentes de operação cesárea do segmento uterino inferior. • Em circunstâncias raras, a indução farmacológica do parto usando agentes uterotônicos, incluindo a ocitocina, aumenta o risco de coagulação intravascular disseminada pós-parto (CIVD). Esse risco é relacionado à própria indução farmacológica e não em particular ao agente uterotônico. O risco aumenta se a mulher possuir fatores de risco adicionais para CIVD tais como idade iual ou superior a 35 anos, complicações durante a gestação e período de gestação maior que 40 semanas. Nesses casos, a ocitocina ou qualquer outro fármaco deve ser usado com cautela e o médico deve estar atento aos sinais de CIVD. No caso de morte fetal intra-uterina e/ou na presença de mecônio no líquido amniótico, deve-se evitar um trabalho de parto tumultuado, pois pode provocar embolia por líquido amniótico. Como a ocitocina possui uma leve atividade antidiurética, a sua administração intravenosa prolongada em doses altas, junto com grandes volumes de líquido, como pode ocorrer no tratamento do abortamento inevitável ou incompleto com feto morto, ou no tratamento da hemorragia pós-parto, pode provocar intoxicação hídrica associada à hiponatremia. A combinação do efeito diurético da ocitocina com a infusão I.V. pode causar sobrecarga volumétrica provocando edema pulmonar agudo hemodinâmico sem hiponatremia. A fim de evitar essa complicação rara, deverão ser observadas as seguintes precauções sempre que se administrar altas doses de ocitocina durante tempo prolongado: deve-se utilizar um diluente que contenha eletrólitos (não a glicose); o volume do líquido infundido deve ser mantido baixo (infundindo-se a ocitocina a uma concentração mais alta que a recomendada para a indução do parto ou o estímulo das contrações); a ingestão oral de líquidos deve ser restringida; deve-se manter um controle do balanço hídrico e avaliar os eletrólitos séricos quando se suspeita de um desequilíbrio eletrolítico.

    Gravidez:

    Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com a ocitocina. Quando a ocitocina é utilizada conforme indicação, baseado na ampla experiência com esse fármaco, na sua estrutura química e nas propriedades farmacológicas, não se espera a presença de riscos de anormalidades fetais.

    Lactação:

    A ocitocina pode ser encontrada no leite materno em pequenas quantidades. Porém, não se espera que a ocitocina cause efeitos nocivos em neonatos, uma vez que passa pelo trato alimentar onde sofre rápida inativação. Efeitos na habilidade de dirigir e/ou operar máquinas SYNTOCINON pode induzir o parto, portanto deve-se ter cautela ao dirigir ou operar máquinas. Mulheres com contrações uterinas não devem dirigir ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    As prostaglandinas podem potencializar o efeito uterotônico da ocitocina e vice-versa; portanto, a administração concomitante requer um controle muito cuidadoso. Alguns anestésicos por inalação, como por exemplo o ciclopropano ou o halotano, podem acentuar o efeito hipotensor da ocitocina e reduzir sua ação ocitócica. Também se observou que seu uso simultâneo com a ocitocina pode causar alterações do ritmo cardíaco.
    A ocitocina deverá ser administrada com cautela em pacientes fazendo o uso de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc. Quando administrada durante ou após a anestesia epidural, a ocitocina pode potencializar o efeito pressórico dos agentes vasoconstritores simpaticomiméticos.

    Reações adversas:

    Quando se utiliza a ocitocina por infusão I.V. para a indução do parto ou para o estímulo das contrações, a sua administração em doses excessivas produz um superestímulo uterino que pode causar sofrimento fetal, asfixia e morte, ou pode conduzir a hipertonia, tetania ou ruptura uterinas.
    Tem-se observado intoxicação hídrica associada à hiponatremia materna e neonatal em casos onde foram administradas altas doses de ocitocina junto a grandes quantidades de líquido sem eletrólitos por longos períodos de tempo (veja “Precauções e advertências”). A combinação do efeito antidiurético da ocitocina com a infusão I.V. pode causar sobrecarga volumétrica levando à forma hemodinâmica do edema pulmonar agudo sem hiponatremia (veja “Precauções e advertências”). A injeção intravenosa rápida em bolo de ocitocina em doses de até algumas UI pode provocar
    hipotensão aguda de curta duração acompanhada de rubor e taquicardia reflexa (veja “Precauções e advertências”). Essas alterações hemodinâmicas rápidas podem resultar em isquemia miocárdica,particularmente em pacientes com doença cardiovascular pré-existente.
    A injeção intravenosa rápida em bolo de ocitocina em doses de até algumas UI também pode provocar o prolongamento do intervalo QT.
    Em circunstâncias raras (faixa de incidência < 0,0006), a indução farmacológica do parto usando agentes uterotônicos, incluindo a ocitocina, aumenta o risco de coagulação intravascular disseminada pós-parto (veja “Precauções e advertências”). Em qualquer modo de administração, a ocitocina pode causar as seguintes reações adversas: As reações adversas (Tabela 1) estão listadas por ordem de frequência, a mais frequente primeiro,usando a seguinte convenção: muito comum (?1/10); comum (?1/100, < 1/10); incomum (?1/1.000, <1/100); raro (?1/10.000, <1/1.000), muito raro (< 1/10.000), incluindo reportes isolados. Tabela 1 Distúrbios do sistema imunológico Raro: Reação anafilática associada a dispnéia, hipotensão ou choque Distúrbios do sistema nervoso Comum: Cefaléia Distúrbios cardíacos Comum: Taquicardia, bradicardia Incomum:
    Arritmia Distúrbios gastrintestinais Comum: Náusea, vômito Distúrbios do tecido subcutâneo e pele Raro: Erupções Posologia

    Indução do parto ou estímulo das contrações:

    SYNTOCINON deve ser administrado sob infusão intravenosa gota a gota ou, de preferência, por meio de uma bomba de infusão de velocidade variável. Para a infusão gota a gota recomenda-se adicionar 5 UI de SYNTOCINON em 500 mL de solução eletrolítica fisiológica (como cloreto de sódio 0,9%). Para as pacientes nas quais se deve evitar uma infusão de cloreto de sódio, pode-se utilizar solução de glicose a 5% como diluente (veja “Precauções e advertências”). A fim de garantir uma mistura uniforme da solução, a bolsa ou frasco deve ser colocado de cabeça para baixo várias vezes antes do uso. A velocidade inicial de infusão deverá ser regulada para 1 a 4 miliunidades/minuto (2 a 8 gotas/minuto). Pode-se aumentar gradativamente em intervalos não inferiores a 20 minutos, até se estabelecer um padrão de contrações análogo ao do parto normal. Na gravidez próxima ao termo, isto pode ser frequentemente obtido com uma velocidade de infusão inferior a 10 miliunidades/minuto (20 gotas/minuto), sendo a velocidade máxima recomendada de 20 miliunidades/minuto (40 gotas/minuto). Nos raros casos em que se necessitem doses mais elevadas, como pode acontecer no tratamento da morte fetal intra-uterina ou para a indução do parto em um estágio precoce da gravidez, quando o útero é menos sensível à ocitocina, aconselha-se utilizar uma solução mais concentrada de SYNTOCINON,por exemplo, 10 UI em 500 mL. Quando se utiliza uma bomba de infusão acionada por motor que libera volumes menores do que os administrados por infusão gota a gota, deve-se calcular a concentração adequada para a infusão dentro dos limites posológicos recomendados, de acordo com as especificações da bomba. A frequência, intensidade e duração das contrações, assim como a frequência cardíaca fetal, devem ser cuidadosamente observadas durante a infusão. Uma vez alcançado um nível adequado de atividade uterina, pode-se quase sempre reduzir a velocidade da infusão. Em caso de hiperatividade uterina e/ou sofrimento fetal, a infusão deve ser imediatamente interrompida. Se, em mulheres que estejam a termo ou quase a termo, não forem estabelecidas contrações regulares após a infusão de uma quantidade total de 5 UI, recomenda-se cessar a indução do parto, podendo-se repetir no dia seguinte com uma velocidade inicial de 1 a 4 miliunidades/minuto. Nota: A infusão acidental perivenosa da ocitocina é inofensiva.

    Operação cesárea:

    5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos), imediatamente após a retirada do feto.

    Prevenção da hemorragia uterina pós-parto:

    a dose usual é de 5 UI, por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou de 5 a 10 UI I.M., após a expulsão da placenta.Nas pacientes a quem se administra SYNTOCINON para a indução do parto ou estímulo das contrações, deve-se continuar a infusão a uma velocidade acelerada durante o terceiro estágio do parto e durante mais algumas horas.

    Tratamento da hemorragia uterina pós-parto:

    5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou 5 a 10 UI I.M., seguida, nos casos graves,de infusão intravenosa de uma solução com 5-20 UI de ocitocina em 500 mL de um diluente eletrolítico,a uma velocidade necessária para controlar a atonia uterina.Abortamento incompleto, inevitável ou retido: 5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou 5 a 10 UI I.M. seguida, se necessário, por uma infusão intravenosa a uma velocidade de 20 a 40 miliunidades/minuto ou mais.

    Superdose:

    Os sintomas e as consequências da superdose são os mencionados nos itens “Precauções e advertências” e “Reações adversas”. Além disso, como consequência do super estímulo uterino,observou-se abrupção da placenta e/ou embolia do líquido amniótico.

    Tratamento:

    Quando ocorrerem sinais ou sintomas de superdose durante a administração I.V. contínua de SYNTOCINON, a infusão deve ser interrompida
    imediatamente devendo-se administrar oxigênio à mãe. Em caso de intoxicação hídrica, é necessário restringir a administração de líquidos, promover a diurese, corrigir o desequilíbrio eletrolítico e controlar as convulsões que possam eventualmente ocorrer, mediante o uso criterioso de diazepam.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Reg. MS – 1.0068.0034
    Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira – CRF-SP 23.873
    Fabricado por: Novartis Farmacéutica S.A. de C.V.
    Cidade do México – México
    Importado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Ibirama, 518 – Complexos 441/3
    Taboão da Serra – SP
    CNPJ: 56.994.502/0098-62
    Indústria Brasileira
    ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça
    Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
    BPI 16.02.09
    2009-PSB/GLC-0181-s

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  • Diurético 05.06.2013 No Comments

    aldactone-indicado-no-tratamento-da-hipertensão-arterial

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Aldactone®

    espironolactona

    Identificação do Medicamento

    Nome Comercial:

    Aldactone®

    Nome Genérico:

    espironolactona

    Apresentaçãoes:

    Aldactone® comprimidos de 25 mg em embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos.
    Aldactone® comprimidos de 50 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.
    Aldactone® comprimidos de 100 mg em em
    balagens contendo 16 comprimidos.

    Via de Administração:

    Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido de Aldactone® 25 mg ou 50 mg contém o equivalente a 25 mg ou 50 mg de espironolactona,respectivamente.Excipientes: dióxido de silício coloidal, aroma hortelã-pimenta, amido de milho, lactose monoidratada, celulose microcristalina, estearato de magnésio.Cada comprimido de Aldactone® 100 mg contém o equivalente a 100 mg de espironolactona. Excipientes: sulfato de cálcio diidratado, amido de milho, povidona, estearato de magnésio.

    Informações ao Paciente:

    Para Que Este Medicamento é Indicado?

    Aldactone® (espironolactona) comprimidos é indicado no tratamento da hipertensão essencial (aumento da pressão arterial sem causa determinada), distúrbios edematosos (relacionados a inchaço), tais como: edema e ascite (acúmulo de líquido dentro do abdome) relacionados à insuficiência cardíaca congestiva (quando o coração torna-se incapaz de bombear sangue em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo),cirrose hepática (perda importante de células do fígado e comprometimento de suas funções) e síndrome nefrótica (doença renal que leva à perda de proteína na urina), edema idiopático (inchaço sem causa aparente);como terapia auxiliar na hipertensão maligna (tipo grave de pressão arterial elevada). Aldactone® é indicado na prevenção da hipopotassemia (diminuição dos níveis sanguíneos de potássio) e hipomagnesemia (diminuição dos níveis sanguíneos de magnésio) em pacientes tomando diuréticos. Aldactone® é indicado para o diagnóstico e tratamento do hiperaldosteronismo primário (aumento dos níveis sanguíneos de aldosterona – hormônio renal – sem causa aparente) e tratamento pré-operatório de pacientes com hiperaldosteronismo primário.

    Como Este Medicamento Funciona?

    O Aldactone® atua como diurético (aumenta a eliminação de água através da urina) e como anti-hipertensivo (diminui a pressão arterial) por este mecanismo.

    Quando Não Devo Usar Este Medicamento?

    Aldactone® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à espironolactona ou a qualquer componente da fórmula; Aldactone® é contraindicado à pacientes com insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins), diminuição significativa da função renal, anúria (perda da capacidade de urinar),hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) ou doença de Addison ou com uso concomitante de eplerenona..

    O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento?

    O uso de Aldactone® em mulheres grávidas requer a avaliação de seus benefícios bem como dos riscos que possam acarretar à mãe ou ao feto.Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Caso o uso de Aldactone® durante o período da amamentação seja considerado essencial, um método alternativo de alimentação para a criança deve ser instituído. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Aldactone®.Há casos relatados de hiperpotassemia (aumento dos níveis sanguíneos de potássio) grave em pacientes que fazem uso de diuréticos poupadores de potássio, incluindo Aldactone® e inibidores da ECA (como captopril e enalapril). Aldactone® potencializa o efeito de outros diuréticos e anti-hipertensivos quando administrados concomitantemente. A dose desses fármacos deverá ser reduzida quando Aldactone® for incluído ao tratamento. Aldactone® reduz a resposta vascular à norepinefrina (substância estimulante do sistema cardiovascular).Devem ser tomados cuidados com a administração em pacientes submetidos à anestesia enquanto esses estiverem sendo tratados com Aldactone®.Foi demonstrado que Aldactone® aumenta à meia-vida (tempo de permanência na corrente sanguínea) da digoxina. Foi demonstrado que ácido acetilsalicílico (AAS), indometacina e ácido mefenâmico (dois tipos de anti-inflamatórios) atenuam o efeito diurético do Aldactone®. Aldactone® aumenta o metabolismo da antipirina. Aldactone® pode interferir na análise dos exames de concentração plasmática (no sangue) de digoxina.Acidose metabólica hipercalêmica (aumento dos níveis de potássio na corrente sanguínea) foi relatada em pacientes que receberam Aldactone®  concomitantemente a cloreto de amônio ou colestiramina. Coadministração de Aldactone® e carbenoxolona podem resultar em eficácia reduzida de qualquer uma dessas medicações. Uma vez que Aldactone® pode causar reações como sonolência ou tontura, sintomas esses que podem interferir nas habilidades físicas ou psíquicas para a realização de tarefas potencialmente arriscadas como dirigir veículos e operar máquinas, recomenda-se que tenha cautela se estiver sob tratamento com este medicamento. Este medicamento pode causar doping.Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,Como e Por Quanto Tempo Posso Guardar Este Medicamento?

    Aldactone® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças Características do produto: Comprimidos redondos de cor branca, biconvexos, com bordas retas. Aldactone® 25 mg: Comprimidos com sulco e a inscrição “25mg” em uma de suas faces e lisa na outra face.
    Aldactone® 50 mg: Comprimidos com a inscrição “A-50” em uma das faces e liso na outra face.Aldactone® 100 mg: Comprimidos com uma das faces contendo ranhura e a outra lisa.

    Como Devo Usar Este Medicamento?

    Adultos:

    A dose diária pode ser administrada em doses fracionadas ou em dose única.

    Hipertensão Essencial:

    Dose Usual de 50 a 100 mg por dia, que nos casos resistentes ou graves pode ser gradualmente aumentada, em intervalos de duas semanas, até 200 mg/dia. O tratamento deve ser mantido por no mínimo duas semanas, visto que uma resposta adequada pode não ocorrer antes desse período de tempo. A dose deverá ser posteriormente, reajustada de acordo com a resposta do paciente. Doenças Acompanhadas por Edema A dose diária pode ser administrada tanto em doses fracionadas como em dose única.

    Insuficiência Cardíaca Congestiva:

    Dose usual de 100 mg/dia. Em casos resistentes ou graves, a dosagem pode ser gradualmente aumentada até 200 mg/dia. Quando o edema estiver controlado, a dose habitual de manutenção deve ser determinada para cada paciente.

    Cirrose Hepática:

    Se a relação sódio urinário/potássio urinário (Na + / K + ) for maior que 1 (um), a dose usual é de 100 mg/dia. Se essa relação for menor do que 1 (um), a dose recomendada é de 200 a 400 mg/dia. A dose de manutenção deve ser determinada para cada paciente.

    Síndrome Nefrótica:

    Habitualmente 100 a 200 mg/dia. Aldactone® não é medicamento anti-inflamatório, não tendo sido demonstrado afetar o processo patológico básico, e seu uso está aconselhado somente se outra terapia for ineficaz.

    Edema Idiopático:

    Dose habitual é de 100 mg por dia.

    Edema em Crianças:

    A dose diária inicial é de aproximadamente 3,3 mg por kg de peso administrada em dose fracionada. A dosagem deverá ser ajustada com base na resposta e tolerabilidade do paciente. Se necessário pode ser preparada uma suspensão triturando os comprimidos de Aldactone® com algumas gotas de glicerina e acrescentando líquido com sabor. Tal suspensão é estável por um mês quando mantida em local refrigerado.

    Diagnóstico e Tratamento do Hiperaldosteronismo Primário:

    Aldactone® pode ser empregado como uma medida diagnóstica inicial para fornecer evidência presuntiva de hiperaldosteronismo primário enquanto o paciente estiver em dieta normal.

    Teste a Longo Prazo:

    Aldactone® é administrado em uma dosagem diária de 400 mg por 3 ou 4 semanas. Correção da hipopotassemia e da hipertensão revela evidência presuntiva para o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário.

    Teste a Curto Prazo:

    Aldactone® é administrado em uma dosagem diária de 400 mg por 4 dias. Se o potássio sérico (sanguíneo) se eleva durante a administração de Aldactone®, porém diminui quando é descontinuado, o diagnóstico presuntivo de hiperaldosteronismo primário deve ser considerado.

    Tratamento Pré-operatório de Curto Prazo de Hiperaldosteronismo Primário:

    Quando o diagnóstico de hiperaldosteronismo for bem estabelecido por testes mais definitivos, Aldactone® pode ser administrado em doses diárias de 100 a 400 mg como preparação para a cirurgia. Para pacientes considerados inaptos para cirurgia, Aldactone® pode ser empregado como terapia de manutenção a longo prazo, com o uso da menor dose efetiva individualizada para cada paciente.

    Hipertensão Maligna:

    Somente como terapia auxiliar e quando houver excesso de secreção de aldosterona, hipopotassemia e alcalose metabólica (diminuição da acidez do sangue). A dose inicial é de 100 mg/dia,aumentada quando necessário a intervalos de duas semanas para até 400 mg/dia. A terapia inicial pode incluir também a combinação de outros fármacos anti-hipertensivos ao Aldactone®. Não reduzir automaticamente a dose dos outros medicamentos como recomendado na hipertensão essencial.

    Hipopotassemia/ hipomagnesemia:

    A dosagem de 25 mg a 100 mg por dia é útil no tratamento da hipopotassemia e/ou hipomagnesemia induzida por diuréticos, quando suplementos orais de potássio e/ou magnésio forem considerados inadequados. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que Devo Fazer Quando Eu Me Esquecer de Usar Este Medicamento?

    Caso você esqueça-se de tomar Aldactone® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome à próxima,continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas . O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia
    do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais Os males Que Este Medicamento Pode Me Causar?

    É muito importante informar ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Aldactone®, tais como: mal-estar, náuseas, sonolência, dor de cabeça, dor ou nódulos nos seios,leucopenia incluindo agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos no sangue), trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), função hepática (do fígado ) anormal, distúrbios eletrolíticos (dos minerais do sangue), hiperpotassemia, cãibras nas pernas, tontura,alterações na libido (desejo sexual), confusão mental,febre, ataxia, impotência, distúrbios menstruais, alopecia (perda de cabelo), hipertricose (crescimento anormal de pelos), prurido (coceira),rash (erupção cutânea), urticária (alergia de pele) e insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função do rim). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Quantidade Maior Do Que A Indicada Deste Medicamento?

    Superdosagem aguda poderá ser manifestada por náusea,vômitos, sonolência, confusão mental, erupção cutânea maculopapular (manchas e/ou pequenos nódulos na pele) ou eritematosa (vermelhidão na pele) ou diarreia. Podem ocorrer desequilíbrios eletrolíticos e desidratação. Deverão ser tomadas medidas sintomáticas e de suporte. Não existe nenhum antídoto específico. O uso de Aldactone® deve ser descontinuado e a ingestão de potássio (incluindo fontes alimentares) restringida. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0176
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746
    Fabricado e embalado por: Pfizer S.R.L.
    Buenos Aires – Argentina
    Registrado, importado e distribuído por: LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Fale Pfizer 0800-7701575
    www.pfizer.com.br

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 11/jan/2013.

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