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     Advil

    ibuprofeno
    Dor e Febre

     Apresentações:

    Caixas com 8, 16, 20 e 36 cápsulas gelatinosas moles (cápsulas líquidas) de 400 mg.
    USO ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS
    Leia sempre a bula. Ela traz informações importantes e atualizadas sobre este medicamento.

     Composição:

    Cada cápsula líquida contém 400mg de ibuprofeno:
    Excipientes (componentes não ativos): macrogol, hidróxido de potássio, gelatina, glicerol, sorbitol, corante
    vermelho FD&C n.º 40 e água purificada.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado? 

    Advil
    400 mg cápsulas líquidas está indicado no alívio temporário da febre e de dores de leve a moderada
    intensidade como:
    ? dor de cabeça;
    ? dor nas costas;
    ? dor muscular;
    ? enxaqueca;
    ? cólica menstrual;
    ? de gripes e resfriados comuns;
    ? dor de artrite;
    ? dor de dente.

     Como este medicamento funciona? 

    Advil
    contém ibuprofeno, que possui atividade analgésica, antitérmica e anti-inflamatória. Advil?
    traz o ibuprofeno na inovadora cápsula gelatinosa mole (cápsula líquida), onde o analgésico encontra-se na forma
    líquida no interior de uma cápsula gelatinosa, proporcionando início de ação mais rápido. Após sua
    administração, o efeito se inicia em cerca de 10 a 30 minutos, com ação prolongada de até 8 horas.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Não usar este medicamento se houver história anterior de alergia ao ibuprofeno ou a qualquer componente da
    fórmula, ao ácido acetilsalicílico ou a qualquer anti-inflamatório não esteroidal (AINE). Não deve ser usado
    por pessoas com história prévia ou atual de úlcera gastroduodenal (do estômago ou duodeno) ou sangramento
    gastrintestinal. Não deve ser usado durante os últimos 3 meses de gravidez.
    Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Consulte um médico antes de usar este medicamento, caso:
    ? tenha pressão alta, cirrose, doença do coração, dos rins ou esteja tomando um diurético;
    ? tenha asma;
    ? esteja tomando outro medicamento, especialmente AINE (ex. diclofenaco e cetoprofeno), diuréticos,
    anticoagulantes ou ácido acetilsalicílico por problema do coração ou derrame, já que, nesses casos, o
    ibuprofeno pode diminuir o efeito esperado;
    ? esteja grávida ou amamentando;
    ? seja idoso.
    Interrompa o uso deste medicamento e consulte um médico, caso:
    ? ocorra uma reação alérgica grave, como vermelhidão, bolhas ou erupções na pele;
    ? a febre apresente piora, ou persista por mais de 3 dias;
    ? a dor apresente piora, ou persista por mais de 10 dias;
    ? ocorra dor de estômago;
    ? seja observado vômito com sangue ou u fezes escuras ou com sangue.
    O uso contínuo pode aumentar o risco de ataque cardíaco ou derrame cerebral.
    Os efeitos colaterais podem ser minimizados se o medicamento for administrado em sua dose correta e seu uso
    não for contínuo.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
    Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
    Interações medicamento – medicamento:
    O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente nos casos
    de administração crônica:
    ? ácido acetilsalicílico, , outros AINEs;
    ? corticosteroides como glicocorticoides (cortisol, hidrocortisona, betametasonaprednisolona);
    ? agentes anticoagulantes ou trombolíticos (varfarina, heparina);
    ? inibidores de agregação plaquetária (clopidogrel, ticlopidina);
    ? hipoglicemiantes orais (metformina, acarbose, gliclazida) ou insulina;
    ? anti-hipertensivos (captopril, enalapril, atenolol, propanolol);
    ? diuréticos (furosemida, hidroclorotiazida, tiazídicos);
    ? ácido valproico (auranofina, aurotiomalato de sódio);
    ? ciclosporina, metotrexato, lítio, probenecida e digoxina.
    Recomenda-se precaução quando do uso concomitante do ibuprofeno com medicamentos para depressão
    (fluoxetina, sertralina, paroxetina, citalopram), pelo risco aumentado de sangramento gastrintestinal.
    Recomenda-se precaução quando do uso concomitante do ibuprofeno com lítio devido ao aumento da
    concentração plasmática de lítio.
    Interação medicamento – substância química:
    Desaconselha-se o uso concomitante com bebida alcoólica.
    Interação medicamento – alimentos:
    A taxa de absorção do ibuprofeno pode ser retardada e a concentração de pico sérico (no sangue) reduzida
    quando administrado com alimentos, no entanto, sua biodisponibilidade (velocidade e extensão com que uma
    substância é absorvida e se torna disponível no local de ação) não é significativamente afetada.
    Interação medicamento – com exames de laboratório:
    O tempo de sangramento pode ser aumentado pela maioria dos AINEs. Com o ibuprofeno este efeito pode
    persistir por menos de 24 horas, uma vez que a meia-vida seja de aproximadamente 2 horas.
    Informe ao seu médico ou cirurgião–dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento? 

    O produto deve ser mantido em local protegido de umidade e da luz e em temperatura ambiente (entre 15 –
    30°C). Número de lote e data de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Aspectos físicos e características organolépticas: Cápsula oval mole de cor vermelha translúcida, contendo
    uma solução transparente. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento? 

    Advil
    deve ser administrado por via oral na dose recomendada de 1 cápsula. Se necessário, essa dose pode ser
    repetida, com intervalo mínimo de 4-6 horas. Não exceder o total de 3 cápsulas (1.200 mg) em um período de
    24 horas. Pode ser administrado junto com alimentos.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do
    farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Como este medicamento é tomado quando necessário (ver o item 1. Indicações), pode não haver um esquema
    posológico a ser seguido. Caso Advil? tenha sido prescrito e você esqueça de tomar no horário estabelecido,
    tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose
    esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico.
    Não tome uma dose dupla para compensar a dose esquecida e não exceda a dose recomendada para cada dia.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode causar? 

    Desordens do sistema sanguíneo e linfático: agranulocitose (diminuição de células do sangue), anemia,
    anemia aplástica (distúrbio na formação das células sanguíneas), anemia hemolítica (quebra de células
    vermelhas do sangue), leucopenia (diminuição de glóbulos brancos do sangue) e trombocitopenia
    (diminuição do número de plaquetas). Desordens do sistema cardíaco: disfunção cardíaca, infarto do miocárdio (do coração), angina pectoris (dor e aperto no peito). Desordens do ouvido e labirinto: tinitus (zumbido) e vertigem (tontura). Desordens da visão: distúrbio da visão. Desordens gastrintestinais: dor abdominal, distensão abdominal, doença de Crohn (doença inflamatória intestinal), colite (inflamação no intestino), constipação (prisão de ventre), diarreia, dispepsia (indigestão), flatulência (gazes), gastrite (inflamação do estomago), hemorragia gastrintestinal (sangramento do estomago e/ou intestino), perfuração gastrintestinal (perfuração do estomago e/ou intestino), úlcera gastrintestinal (úlcera no estomago e/ou intestino), hematêmese (vomito com sangue), melena (fezes escuras), úlcera na boca, náusea, dor abdominal superior e vomito. Desordens gerais: edema, inchaço e edema periférico (inchaço nas extremidades). Desordens hepatobiliares: transtorno hepático (fígado), disfunção hepática anormal (disfunção do fígado), hepatite (inflamação do fígado) e icterícia (pele amarelada). Desordens do sistema imune: hipersensibilidade, reação anafilática (reação alérgica generalizada). Infecções e infestações: meningite asséptica (inflamação não infecciosa da meninge), meningite (inflamação das meninges).
    Investigações: Diminuição de hematócritos, diminuição da hemoglobina.
    Desordens do sistema nervoso: tontura (desequilíbrio), dor de cabeça, acidente vascular cerebral (derrame
    cerebral). Desordens mentais: irritabilidade. Desordens urinárias e renais: hematúria, nefrite intersticial, disfunção renal, síndrome nefrótica, proteinuria e necrose papilar renal.
    Desordens do mediastino, torácica e respiratória: asma, broncoespasmo (constrição das vias aéreas causando
    dificuldade para respirar), dispneia (falta de ar) e chiado.
    Desordens da pele e tecidos subcutâneos: edema angioneurótico (inchaço nas partes mais profundas da pele),
    dermatite bolhosa (bolhas na pele), necrólise epidérmica tóxica (desprendimento em camadas da parte
    superior da pele), eritema multiforme (distúrbio da pele resultante de uma reação alérgica), edema facial
    (inchaço da face), erupção cutânea, erupção maculopapular (pele avermelhada), prurido (coceira), púrpura
    (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), Síndrome de Stevens-Johnson (erupção da pele
    grave) e urticária (alergia na pele).
    Desordens vasculares: hipertensão (pressão alta).

     O Que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    Os seguintes sinais e sintomas podem estar associados com uma superdosagem de ibuprofeno: vertigem
    (sensação de movimento rotatório), dor abdominal, náusea (enjoo), vômito, disfunção do fígado, hipercalemia
    (excesso de potássio no sangue), acidose metabólica (excesso de acidez no sangue), tontura (desequilíbrio),
    sonolência, dor de cabeça, convulsões e perda da consciência, insuficiência dos rins, dispneia (falta de ar),
    depressão respiratória (diminuição da respiração) e hipotensão (pressão arterial baixa).
    Não há tratamento específico, devendo-se adotar medidas habituais de controle das funções vitais, promover
    esvaziamento gástrico por meio da indução de vômito ou lavagem gástrica, administrar carvão ativado e
    manter a diurese. Se usar, acidentalmente, uma quantidade grande do medicamento, procure imediatamente um serviço médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS nº 1.2110.0056
    Farm. Resp.: Edina S. M. Nakamura – CRF – SP nº 9258
    Fabricado por:
    Procaps S.A.
    Barranquilla – Atlântico – Colômbia
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860 – São Paulo – SP – Brasil
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Importado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Ou
    Fabricado por:
    Colbrás Indústria e Comércio Ltda.
    Estrada dos Estudantes, 349 – Cotia – São Paulo
    CEP 06707-050 – Indústria Brasileira
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1860 – São Paulo – SP Brasil
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    LOGO SAC (Fale Pfizer 08000 175934)

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  • salicetil-indicado-para-o-alivio-sintomatico-de-dores-de-intensidade-levesSalicetil®

    ácido acetilsalicílico

    Apresentações:

    Comprimidos – 100 mg – Embalagem contendo 200 ou 500 comprimidos.
    Uso Oral
    Uso Pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido contém 100 mg de ácido acetilsalicílico. Excipientes: celulose micro cristalina, croscarmelos e sódica, amido, talco, dióxido de silício, sacarina sódica, corante vermelho nº 2 e aroma de morango.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    O Salicetil® é indicado para: – o alívio sintomático de dores de intensidade leve a moderada, como dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dor menstrual, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas e dor da artrite; – o alívio sintomático da dor e da febre nos resfriados ou gripes.

    Como este medicamento funciona?

    O ácido acetilsalicílico é a substância ativa do Salicetil® , que pertence ao grupo de substâncias anti-inflamatórias não-esteroides, com propriedades anti-inflamatória (atua na inflamação), analgésica (atua na dor) e antitérmica (atua na febre). O ácido acetilsalicílico inibe a formação de substâncias mensageiras da dor, as prostaglandinas, propiciando alívio da dor.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O Salicetil® não deve ser utilizado nas seguintes situações: – Se for alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a salicilatos ou a qualquer dos ingredientes do medicamento, se não tiver certeza de ser alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico; – Asma brônquica; – Se tiver tendência para sangramentos; – Se tiver úlceras no estômago ou no intestino; – Se já tiver tido crise de asma induzida pela administração de salicilatos ou outras substâncias semelhantes; – Se estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana; – Se tiver alteração grave da função dos rins; – Se tiver alteração grave da função do fígado; – Se tiver alteração grave da função do coração; – Se estiver no último trimestre de gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências: Nos casos seguintes, Salicetil® só deve ser usado em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais. Consulte um médico se alguma das situações abaixo for seu caso ou se já aplicou no passado. O uso deste medicamento requer cuidados especiais, por exemplo, doses mais baixas ou intervalo maior entre as doses e controle médico, nas seguintes situações: – Alergia a outros analgésicos, anti-inflamatórios e antirreumáticos ou presença de outras alergias; – Uso de medicamentos anticoagulantes como heparina e derivados da cu-marina; – Asma brônquica;
    – Distúrbios gástricos ou duodenais crônicos ou recorrentes e úlceras gastrointestinais; – Mau funcionamento do fígado e rins, ou circulação prejudicada, como insuficiência grave do coração ou sangramentos maiores; – Pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos ( inclusive cirurgias de pequeno porte, como extrações dentárias), pois o ácido acetilsalicílico pode levar a um aumento da tendência a sangramentos após a cirurgia; – Pacientes com predisposição a gota; – Pacientes com deficiência de G6PD (glicose-6-fosfato desidrogenas), doença hereditária que afeta as células vermelhas do sangue, podendo induzir a hemólise (destruição das células sanguíneas) ou anemia hemolítica, com risco aumentado nos casos de dose alta, febre ou infecções agudas. Crianças e adolescentes: Crianças e adolescentes não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um médico seja consultado sobre a síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave, associada a este medicamento. Em caso de doença febril, o aparecimento de vômito prolongado pode ser sinal de síndrome de Reye, uma doença que pode ser letal, exigindo assistência médica imediata. Gravidez e amamentação: Você deve informar seu médico a ocorrência de gravidez durante tratamento prolongado com este medicamento. Nos dois primeiros trimestres de gravidez, você só deverá usar Salicetil® por recomendação médica em casos de absoluta necessidade. Você não deve tomar este medicamento nos últimos três meses de gravidez por risco de complicações para a mãe e para o bebê durante o parto. Pequenas quantidades de ácido acetilsalicílico e de seus produtos de metabolismo passam para o leite materno. Como precaução, caso esteja amamentando ou planejando amamentar, você deverá consultar um médico antes de usar este medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Não se observaram efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco. Não há necessidade de recomendações especiais para o uso do produto em idosos, crianças ou grupos de risco, desde que observadas as advertências, precauções e posologia mencionadas.

    Precauções:

    Pacientes que sofrem de asma, de rinite alérgica sazonal, de pólipos nasais ou de doenças crônicas do trato respiratório, principalmente se acompanhadas de sintomas de rinite alérgica sazonal, ou pacientes que sejam alérgicos a qualquer tipo de analgésico/anti-inflamatório ou antirreumático, correm risco de sofrerem crises de asma (asma por intolerância a analgésicos). O mesmo se aplica a pacientes que apresentam alergias a outras substâncias como reações de pele, coceira e urticária. Este medicamento não deve ser usado por muito tempo em doses altas sem aconselhamento de um médico ou dentista. Analgésicos usados por longos períodos e em doses altas não recomendadas podem provocar dor de cabeça, que não deve ser tratada aumentando-se a dose do medicamento. Em geral, o uso habitual de analgésicos, particularmente a combinação de vários ingredientes ativos analgésicos, pode causar dano permanente nos rins, com risco de causar insuficiência renal (nefropatia provocada por analgésicos).

    Interações medicamentosas:

    Uso de Salicetil® com outros medicamentos: algumas substâncias podem ter seu efeito alterado se tomadas com este medicamento ou que podem influenciar o seu efeito. Esses efeitos também podem ser relacionados com medicamentos tomados recentemente. O Salicetil® aumenta: – O efeito de medicamentos anticoagulantes como derivado de cumarina e heparina; – O risco de hemorragia gastrintestinal se for tomada com álcool ou medicamentos que contenham cortisona ou seus derivados; – O efeito de certos medicamentos usados para baixar a taxa de açúcar no sangue (sulfonilureias); – Os efeitos desejados e indesejados do metotrexato; – Os níveis sanguíneos de digoxina, barbitúricos e lítio; – Os efeitos desejados e indesejados de um grupo particular de medicamentos analgésicos/anti-inflamatórios e antirreumáticos (não-esteroides); – O efeito das sulfonamidas e suas associações; – O efeito do ácido valpróico. O Salicetil® diminui: – A ação de certos medicamentos que aumentam a excreção de urina (antagonistas de aldosterona e diuréticos de alça); – A ação de medicamentos para baixar a pressão arterial; – A ação de medicamentos para o tratamento da gota, que aumenta a excreção de ácido úrico (por exemplo probenecida, sulfimpirazona); Você deve evitar tomar bebidas alcoólicas durante o uso deste medicamento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Salicetil® comprimido deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do produto:

    Comprimido redondo, de coloração rósea, plano, chanfrado, com vinco central, odor característico de morango e isento de materiais estranhos. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Crianças de 6 meses a 1 ano: ½ a 1 comprimido.
    Crianças de 1 a 3 anos: 1 comprimido.
    Crianças de 4 a 6 anos: 2 comprimidos.
    Crianças de 7 a 9 anos: 3 comprimidos.
    Crianças de 9 a 12 anos: 4 comprimidos.
    Estas doses podem ser repetidas em intervalos de 4 a 8 horas, se necessário até um máximo de 3 doses por dia. Em pacientes com mau funcionamento do fígado e dos rins, deve-se diminuir as doses ou aumentar o intervalo entre elas. Os comprimidos de Salicetil® devem ser tomados com líquido, se possível após a ingestão de alimentos. Não tome este medicamento com o estômago vazio. Este medicamento é indicado para o alívio de sintomas ocasionais. Não trate dor ou febre com Salicetil® por mais de 3 ou 4 dias sem consultar seu médico ou cirurgião-dentista. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como qualquer medicamento, Salicetil® pode provocar os seguintes efeitos indesejáveis: Efeitos comuns: dor de estômago e sangramento leve (micro-hemorragias); Efeitos ocasionais: náuseas, vômitos e diarreia; Casos raros: podem ocorrer sangramentos e úlceras do estômago, reações alérgicas em que aparece dificuldade para respirar e reações na pele, principalmente em pacientes asmáticos e anemia após uso prolongado, devido ao sangramento oculto no estômago ou intestino; Casos isolados: podem ocorrer alterações da função do fígado e dos rins, queda do nível de açúcar no sangue e reações cutâneas graves. Doses baixas de ácido acetilsalicílico reduzem a excreção de ácido úrico e isso pode desencadear ataque de gota em pacientes susceptíveis. O uso prolongado pode causar distúrbios do sistema nervoso central, como dores de cabeça, tonturas, zumbidos, alterações da visão, ou anemia devido a deficiência de ferro. Se ocorrer qualquer uma dessas reações indesejáveis ou ao primeiro sinal de alergia, você deve parar de tomar este medicamento. Informe o médico, que decidirá quais medidas devem ser adotadas. Se notar fezes pretas, informe o médico imediatamente, pois é sinal de séria hemorragia no estômago. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se alguém tomar uma dose muito grande, poderão ocorrer efeitos indesejáveis, como tontura e zumbido, sobretudo em crianças e idosos. Esses sintomas podem indicar envenenamento grave. No caso de superdose, contate seu médico, que decidirá sobre as medidas necessárias de acordo com a gravidade da intoxicação. Se possível, leve a embalagem com os comprimidos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    MS 1.0038.0043
    Responsável Técnico: Dr.ª Marcia Rosangela da Silva
    CRF-SP n.º 55.733
    Registrado por: Brasterápica Indústria Farmacêutica Ltda
    Rua Professora Gina Lima Silvestre, 84 – Atibaia/SP
    CNPJ 46.179.008/0001-68
    Indústria Brasileira
    SAC 0800-177887
    sac@brasterapica.com.br
    Fabricado por: Brasterápica Indústria Farmacêutica Ltda
    Rua Olegário Cunha Lobo, 25 – Atibaia/SP

    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas,procure orientação médica.

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  • FLANAX® 275 mg
    naproxeno sódico

    Identificação do Medicamento :

    Nome comercial:

    Flanax®

    Denominação genérica:

    Naproxeno sódico

    Forma farmacêutica, via de administração e apresentações

    Uso Oral :

    Cartucho contendo 4, 8, 10, 15 ou 20 comprimidos revestidos.
    Caixa contendo 60, 80 ou 100 comprimidos revestidos.
    Display contendo 60, 80 ou 100 comprimidos revestidos.

    Uso Adulto :

    Composição:
    Cada comprimido de 275 mg contém:
    naproxeno sódico ……………………………….. 275 mg
    Excipientes: celulose microcristalina, povidona, estearato de magnésio, opadry Y-S-1-4215, talco e água purificada.

    Informações ao Paciente :

    Como este medicamento funciona ?

    O naproxeno sódico, substância ativa do Flanax® é um antiinflamatório (reduz a inflamação) com ação analgésica (alívio da dor) e antitérmica (reduz a febre).

    Indicações do medicamento :

    Flanax® é indicado para alívio da dor causada por inflamação nos casos de: dor decorrente da prática esportiva e/ou traumatismos (contusões, entorses, distensões, cotovelo do tenista), dor muscular, dor articular, dor nas costas, dor na perna, dor na coluna vertebral, dor ciática, dor de garganta, torcicolo,tendinite, bursite, dor varicosa e outras dores.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Flanax® é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno sódico, úlcera péptica gástrica ou duodenal ativa e sangramento gastrintestinal ativo. Devido à possibilidade de reação cruzada, Flanax® não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não esteroidais ou analgésicos induzam asma, rinite,pólipos nasais ou urticária.
    Este medicamento é contra-indicado na faixa etária inferior a 2 anos.
    Deve-se ter cautela com o uso de Flanax® em pacientes idosos. Informe ao seu médico caso você tenha problemas no coração, fígado, rim ou doenças gastrintestinais. Pacientes em dietas com restrição de sódio: levar em consideração que 1 comprimido de 275 mg de Flanax® contém 25 mg de sódio (aproximadamente 1 mEq). Não é recomendada a administração de Flanax® com antiácidos ou colestiraminas, anticoagulantes do
    tipo cumarínicos, hidantoínas, sulfonamidas, sulfoniluréias, probenecida, metotrexato, beta bloqueadores, furosemida, lítio e varfarina.
    Alguns pacientes podem apresentar sonolência, tontura, vertigem, insônia ou depressão. Estes devem ter cautela ao realizar atividades que requerem atenção. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Como devo usar este medicamento ?

    Comprimidos de 275 mg: tomar 1 comprimido, 1 a 2 vezes ao dia ou a critério médico.
    O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar.
    Não é recomendado o uso de Flanax® por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista.  Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

    Reações adversas :

    Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis tais como: náuseas, dor abdominal, dores no estômago, diarréia, azia, dor de cabeça, enxaqueca, zumbido, tonturas,sonolência, sudorese, prurido, alterações na audição e visão, falta de ar, inchaço,palpitações e sede,bem como quaisquer outros sinais ou sintomas.

    O que fazer se alguém usar este medicamento de uma só vez ?

    Em caso de ingestão, acidental ou proposital, de quantidade excessiva de naproxeno sódico procurar serviço de urgência onde possa ser realizado esvaziamento gástrico e empregadas as medidas usuais de suporte.

    Onde e como devo guardar este medicamento ?

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C), protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Informações técnicas aos profissionais de saúde :

    Caracteristicas farmacólógicas :
    O naproxeno sódico é um antiinflamatório não esteróide com propriedades analgésicas e antipiréticas.
    O naproxeno sódico age inibindo a síntese de prostaglandinas, no entanto, não se conhece exatamente o mecanismo de ação antiinflamatória.
    O naproxeno sódico é rápida e completamente absorvido no trato gastrintestinal após administração oral; conseqüentemente, níveis plasmáticos significantes e alívio da dor são obtidos dentro de 30 minutos após sua administração. Picos plasmáticos são atingidos em 1-2 horas, dependendo da ingestão de alimentos. Em níveis terapêuticos, mais de 99% do naproxeno sódico está ligado à albumina sérica. Níveis plasmáticos de equilíbrio são atingidos após 3-4 dias. O naproxeno sódico atinge o líquido sinovial e cruza a barreira placentária. naproxeno sódico é metabolizado no fígado. Aproximadamente 95% da dose ingerida é eliminada pela urina e 3%, ou menos, pelas fezes. A taxa de excreção de metabólitos quase coincide com a taxa de eliminação do naproxeno sódico do plasma. A meia-vida de eliminação do naproxeno sódico é de aproximadamente 14 horas, independente da forma química ou da formulação.

    Situações clinicas especiais :

    Pode haver acúmulo do fármaco em pacientes com insuficiência renal, já que o naproxeno sódico é excretado primariamente por esta via. A eliminação do naproxeno sódico é menor em pacientes com insuficiência renal severa; porém, pacientes com depuração de creatinina menor que 10 ml/min apresentam depuração de naproxeno sódico maior que o estimado pelo grau de insuficiência renal.
    O perfil farmacocinético do naproxeno sódico em crianças de 5-16 anos é semelhante ao de adultos,embora a depuração seja geralmente maior nas crianças. Não foram realizados estudos farmacocinéticos em crianças menores de 5 anos.

    Resultados de eficácia :

    Os aspectos farmacológicos, a eficácia e a segurança do naproxeno estão compilados na versão da literatura cuja referência é abaixo descrita.
    Peter A. Todd and Stephen P. Clissod. Naproxen – A reappraisal of its pharmacology and therapeutic use in rheumatic diseases and pain states. Drugs 40(1): 91-137, 1990

    Indicações :

    Inflamação das vias aéreas superiores: agente antiinflamatório, analgésico, antipirético que pode ser usado como medicação complementar a terapêutica específica (ex: dor de garganta) Afecções periarticulares e musculoesqueléticas: mialgia, artralgia, dor ciática, dor na perna, bursite, tendinite, torcicolo, lombalgia, quadros dolorosos da coluna vertebral.

    Traumatismos:

    Entorses, distensões, contusões, lesões oriundas da prática esportiva inclusive cotovelo do tenista. Afecções vasculares: dor varicosa, flebites superficiais, inflamações varicosas, hematoma.

    Contra Indicações :

    Flanax® é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno sódico, úlcera péptica gástrica ou duodenal ativa e sangramento gastrintestinal ativo. Este medicamento é contra-indicado na faixa etária inferior a 2 anos.
    Devido à possibilidade de reação cruzada, Flanax® não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não esteróides ou analgésicos induzam asma, rinite,pólipos nasais ou urticária.

    Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto :

    O comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar. Depois de aberto, este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C),protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.

    Posologia :

    Comprimidos de 275 mg: tomar 1 comprimido, 1 a 2 vezes ao dia ou a critério médico. Não é recomendado o uso de Flanax® por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob orientação médica.

    Advertências :

    Deve-se ter cautela com o uso de Flanax® em pacientes com doenças gastrintestinais, insuficiências cardíaca, hepática ou renal e em idosos.
    Pacientes em dieta com restrição de sódio: levar em consideração que 1 comprimido de 275 mg de Flanax® contém 25 mg de sódio (aproximadamente 1 mEq). É recomendado que os pacientes idosos utilizem a menor dose eficaz.
    Flanax® deve ser administrado sob supervisão médica a pacientes com doenças gastrintestinais.
    O uso de Flanax® pode causar dano à mucosa gastrintestinal, desde irritação até sangramento,ulceração e perfuração, a qualquer momento, com ou sem sinais de alerta. A incidência e a severidade destas complicações pode aumentar com o aumento da dose e da duração do tratamento.
    Flanax® deve ser administrado sob supervisão médica a pacientes com insuficiência renal ou litíase urinária, bem como por pacientes que apresentem redução no fluxo sangüíneo renal (hipovolemia,insuficiência cardíaca, disfunção hepática, depleção salina, usuários de diuréticos e idosos). Nesses pacientes, recomenda-se monitorização da creatinina sérica e/ou da depuração de creatinina, pois a utilização de Flanax® ou outros antiinflamatórios não esteroidais pode causar redução dose dependente da formação de prostaglandina renal, precipitando descompensação renal ou insuficiência renal.
    Flanax® não é recomendado a pacientes com depuração de creatinina inferior a 20 ml/min.
    Flanax® diminui a agregação plaquetária e prolonga o tempo de sangramento e deve ser administrado sob supervisão médica nos pacientes com distúrbios da coagulação ou em tratamento com medicamentos que interfiram na coagulação sangüínea.
    Não é recomendada a associação de Flanax® com antiinflamatórios não esteroidais, pelo motivo de riscos cumulativos induzindo sérios efeitos adversos. Alguns pacientes podem apresentar sonolência, tontura, vertigem, insônia ou depressão. Estes devem ter cautela ao realizar atividades que requerem atenção. Flanax® não é recomendado durante a gravidez, pois inibe a síntese de prostaglandinas, podendo causar efeitos adversos na circulação do feto além de inibir a contração uterina, aumentando o risco de hemorragia uterina. Como ocorre passagem de naproxeno ao leite materno, não é recomendado o uso deste produto durante a amamentação.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco :

    Flanax® é contra-indicado a crianças menores de 2 anos.
    Pacientes idosos podem estar sob risco maior de apresentar efeitos indesejados. A depuração do naproxeno é reduzida nestes pacientes, portanto, é recomendado que os pacientes idosos utilizem a menor dose eficaz.

    Interações medicamentosas :

    A administração concomitante com alimentos, antiácidos ou colestiramina pode retardar a absorção de naproxeno, no entanto, não afeta sua ação. O bicarbonato de sódio aumenta a velocidade de absorção do naproxeno e o carbonato de magnésio, óxido de magnésio e hidróxido de alumínio diminui. Devido ao alto grau de ligação de naproxeno às proteínas plasmáticas, os pacientes que recebem simultaneamente drogas que também se ligam a albumina como anticoagulantes do tipo cumarínicos,sulfonamidas ou sulfoniluréias, outros antiinflamatórios não esteroidais, ácido acetilsalicílico,hidantoínas, devem ser avaliados para um possível ajuste de dose.
    Em estudos clínicos, não se tem observado interações com naproxeno e anticoagulantes do tipo cumarínico, não obstante, aconselha-se cautela, já que se tem observado interações com outros agentes não esteroidais desta classe.
    O naproxeno pode aumentar a fração livre da varfarina, interferir na função plaquetária, inibir o efeito natriurético da furosemida, inibir a depuração renal de lítio, reduzir o efeito anti-hipertensivo do propranolol e outros beta-bloqueadores.
    A probenecida, administrada concomitantemente, prolonga a meia vida e eleva os níveis plasmáticos do naproxeno.
    A administração concomitante de Flanax® e metotrexato deve ser feita com cautela, porque tem-se relatado que o naproxeno reduz a secreção tubular do metotrexato em modelo animal, e assim possivelmente aumenta sua toxicidade.
    Se a concentração plasmática de naproxeno for superior a 75 mcg/ml pode haver aumento da concentração de carbamazepina livre.

    Interferências com testes laboratoriais :

    Sugere-se que a terapêutica com Flanax® seja temporariamente descontinuada 48 horas antes da realização de provas de função supra-renal, porque Flanax® pode interferir em algumas provas relativas aos esteróides 17-cetogênicos. Do mesmo modo, Flanax® pode interferir em algumas análises urinárias para o ácido 5-hidroxiindolacético. O naproxeno diminui a agregação plaquetária,aumentando o tempo de sangramento. Esse efeito deve ser levado em consideração na determinação do tempo de sangramento.

    Reações adversas a medicamentos :

    As seguintes ocorrências são as mais comumente relatadas: dor abdominal, constipação, diarréia,náuseas, estomatite, azia, dispnéia, sede, sonolência, vertigens, enxaquecas, tontura, erupções cutâneas, prurido, sudorese, distúrbios auditivos e visuais, tinitus, palpitações, edemas e dispepsia,púrpura.

    Também foram relatados os seguintes efeitos adversos:

    – Funções gastrintestinais: estomatite ulcerativa, esofagite, sangramento e/ou perfuração esofágica,ulceração gastrintestinal péptica e não péptica, hematêmese, melena, anormalidades na função hepática, hepatite, icterícia, pancreatite, colite.
    – Funções renais: hematúria, hiperpotassemia, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, doenças renais,insuficiência renal, necrose renal papilar, aumento da creatinina sérica.
    – Funções hematológicas: agranulocitose, anemia aplástica e hemolítica, eosinofilia, leucopenia,trombocitopenia.
    – Funções no sistema nervoso central: meningite asséptica, disfunção cognitiva, convulsões,depressões, incapacidade de concentração, insônia, mialgia, mal estar, fraqueza muscular,anormalidades do sono.
    – Funções dermatológicas: alopécia, necrólise epidermal, eritema multiforme e nodoso, liquen planus,rash cutâneo, Síndrome de Stevens-Johnson, urticária, reações fotossensitivas, epidermólise bolhosa.
    – Funções respiratórias: asma, pneumonite eosinofílica.
    – Funções cardiovasculares: insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, edema pulmonar e vasculite.
    Podem ocorrer reações anafiláticas, edema angioneurótico, pirexia.
    Podem ocorrer também reações tais como: opacidade corneana, papilite, neurite óptica retrobulbar e papiledema.

    Superdose :

    Superdosagem significativa do medicamento pode ser caracterizada por sonolência, vertigem, dor epigástrica, desconforto abdominal, náuseas, vômitos, alterações transitórias na função hepática,hipoprotrombinemia, disfunção renal, acidose metabólica, apnéia e desorientação.
    O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto os níveis plasmáticos devem ser avaliados antecipadamente. Existem alguns relatos de convulsões, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal com naproxeno.
    Se um paciente ingerir grande quantidade de naproxeno, acidental ou propositadamente, deve-se proceder a esvaziamento gástrico e empregar as medidas usuais de suporte.
    Estudos em animais indicam que a pronta administração de 50 a 100 g de carvão ativado durante 15 minutos até 2 horas após a ingestão substancial da droga tenderia a reduzir acentuadamente a absorção do medicamento.
    Hemodiálise não diminui a concentração plasmática de Flanax®, devido ao elevado grau de ligação protéica.

    Armazenagem :

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (15º C a 30º C), protegido da luz e da umidade e em sua embalagem original.

    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Lote, datas de fabricação e validade: vide cartucho

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  • Diclofenaco sódico

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Comprimidos revestidos de 50 mg: embalagens com 20 e 200 comprimidos.
    USO ADULTO

    COMPOSIÇÃO – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Cada comprimido revestido contém:
    Diclofenaco sódico 50 mg
    Excipientes q.s.p. 1 comprimido revestido
    (celulose, citrato de trietila, corante laca de amarelo tartrazina, corante laca de vermelho 40, dióxido de silício coloidal, dióxido de titânio, estearato de magnésio, fosfato de cálcio dibásico, glicolato de amido sódico, hidróxido de sódio, lactose, polietilenoglicol 6.000, polímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, polisorbato 80, simeticona, talco e água deionizada).


    INFORMAÇÕES AO PACIENTE – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Ação esperada do medicamento: DICLOFENACO SÓDICO é utilizado no tratamento da dor e inflamação.
    Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), ao abrigo da umidade.
    Prazo de validade: Não utilize o medicamento se o seu prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
    Gravidez e Lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
    Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições.
    Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. DICLOFENACO SÓDICO é geralmente bem tolerado; porém, ocasionalmente, podem ocorrer algumas reações desagradáveis tais como: dor de estômago, náusea, vômito, diarréia, má digestão, prisão de ventre, falta de apetite, dor de cabeça, tontura e vermelhidão da pele.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão com outras substâncias: O paciente não deve tomar outros medicamentos juntamente com DICLOFENACO SÓDICO sem orientação ou conhecimento do médico.
    Contra- indicações e Precauções: DICLOFENACO SÓDICO é contra-indicado na presença de úlcera de estômago ou de intestino; alergia ao diclofenaco ou aos outros componentes da fórmula. DICLOFENACO SÓDICO é também contra-indicado a pacientes que têm crise de asma, urticária e rinite aguda quando tomam ácido acetilsalicílico (aspirina).
    Antes de iniciar o tratamento com DICLOFENACO SÓDICO, o paciente deve informar ao médico se tem problemas de estômago e problemas intestinais, com suspeita de úlcera, com colite ulcerativa, doença de Crohn, doença grave do fígado, doença de rim e de coração. Pacientes idosos devem estar sob supervisão médica durante o uso de DICLOFENACO SÓDICO. Pacientes que apresentarem vertigens deverão evitar dirigir veículos e/ou operar máquinas. Devem ser feitos exames de sangue durante os tratamentos prolongados. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Características:.
    O DICLOFENACO SÓDICO é um composto não- esteróide com pronunciadas propriedades anti-reumática, antiinflamatória, analgésica e antipirética. Demonstrou-se experimentalmente que é fundamental para o mecanismo de ação do diclofenaco a inibição da biossíntese das prostaglandinas. As prostaglandinas são o fator principal na causa da inflamação, dor e febre.
    O diclofenaco sódico in vitro não suprime a biossíntese dos proteoglicanos nas cartilagens, nas concentrações equivalentes às concentrações atingidas no homem.
    Em doenças reumáticas, as propriedades analgésicas e antiinflamatórias do DICLOFENACO SÓDICO, fazem com que haja uma resposta clínica caracterizada por melhora significativa dos sinais e sintomas como dor em repouso, dor ao movimento, rigidez matinal e edema nas juntas, bem como uma melhora na função. Em condições inflamatórias pós- traumáticas e pós-operatórias, DICLOFENACO SÓDICO melhora rapidamente a dor espontânea e a dor ao movimento e diminui o edema inflamatório. Em ensaios clínicos, DICLOFENACO SÓDICO também exerceu um pronunciado efeito analgésico em estados dolorosos moderados e graves de origem não-reumática. Além disso, estudos clínicos têm revelado que, na dismenorréia primária, DICLOFENACO SÓDICO é capaz de melhorar a dor e reduzir a intensidade do sangramento.
    Farmacocinética:
    Absorção:
    O diclofenaco é rápida e completamente absorvido depois da administração oral; as concentrações plasmáticas máximas são atingidas dentro de duas a três horas. A administração com alimentos retarda a taxa de absorção, porém não altera sua extensão.

    Distribuição:
    Há um efeito significativo de primeira passagem, desde que apenas cerca de 50 % do diclofenaco estão disponíveis a nível sistêmico. Este medicamento se liga amplamente às proteínas plasmáticas (99 %) e sua meia vida no plasma é de uma a duas horas. O diclofenaco acumula- se no líquido sinovial depois da administração oral, o que pode explicar a duração do efeito terapêutico, que é consideravelmente maior do que sua meia-vida plasmática.

    Biotransformação:
    Esse medicamento é metabolizado no fígado a 4- hidroxidiclofenaco (metabólito principal) por uma isoenzima do citocromo P450 da subfamília CYP2C e a outros compostos hidroxilados; depois da glicuronização e sulfatação.

    Eliminação:
    Depois da glicuronização e sulfatação, os metabólitos são excretados na urina (65 %) e bile (35 %).

    Características nos pacientes:
    Não foram observadas diferenças idade- dependentes relevantes na absorção, no metabolismo ou na excreção do fármaco.
    Em pacientes com insuficiência renal, não é previsto acúmulo da substância ativa inalterada, a partir da cinética de dose- única, quando aplicado o esquema normal de dose. Com um clearence (depuração) de creatinina < 10 ml/min, os níveis plasmáticos de steady-state (estado de equilíbrio) calculados dos hidroximetabólitos são cerca de 4 vezes maiores do que em pacientes normais. Entretanto, os metabólitos são em última análise excretados através da bile. Em pacientes com hepatite crônica ou cirrose não descompensada, a cinética e o metabolismo do diclofenaco são os mesmos do que em pacientes sem doenças hepáticas. Dados de segurança pré- clínicos: Mutagenicidade, carcinogenicidade e toxicidade sobre a reprodução: O diclofenaco não influenciou a fertilidade das matrizes (ratos) nem o desenvolvimento pré, peri e pós- natal da prole. Não foram detectados efeitos teratogênicos em camundongos, ratos e coelhos. Não foram demonstrados efeitos mutagênicos em vários experimentos in vitro e in vivo e nenhum potencial carcinogênico foi detectado em estudos de longo prazo com ratos e camundongos. INDICAÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico ·· Formas degenerativas e inflamatórias de reumatismo: artrite reumatóide; artrite reumatóide juvenil; espondilite anquilosante; osteoartrose e espondilartrites · Síndromes dolorosas da coluna vertebral Reumatismo não- articular · Crises agudas de gota · Inflamações pós- traumáticas e pós-operatórias dolorosas e edema, como por exemplo após cirurgia dentária ou ortopédica · Condições inflamatórias e/ou dolorosas em ginecologia, como por exemplo dismenorréia primária ou anexite · Como adjuvante no tratamento de processos infecciosos acompanhados de dor e inflamação de ouvido, nariz ou garganta, como por exemplo faringoamigdalites, otites. De acordo com os princípios terapêuticos gerais, a doença de fundo deve ser tratada com a terapia básica adequadamente. CONTRA-INDICAÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico Úlcera gástrica ou intestinal. Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer outro componente da formulação. Como outros agentes antiinflamatórios não- esteróides (AINEs) DICLOFENACO SÓDICO também é contra-indicado em pacientes nos quais as crises de asma, urticária ou rinite aguda são precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora da prostaglandina-sintetase. PRECAUÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico É imprescindível uma supervisão médica cuidadosa em pacientes portadores de sintomas indicativos de distúrbios gastrointestinais, com história que sugira ulceração gástrica ou intestinal, com colite ulcerativa ou com doença de Crohn, bem como em pacientes com distúrbios da função hepática. Como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas com o uso de DICLOFENACO SÓDICO. Durante tratamentos prolongados, é recomendável a monitorização da função hepática como medida de precaução. Na ocorrência de sinais ou sintomas indicativos do desenvolvimento de doença hepática ou de outras manifestações (por exemplo, eosinofilia, erupções), ou se testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, o tratamento com DICLOFENACO SÓDICO deverá ser descontinuado. Poderá ocorrer hepatite com ou sem sintomas prodrômicos. Deve-se ter cautela ao administrar DICLOFENACO SÓDICO a pacientes portadores de porfiria hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise. Pela importância das prostaglandinas para a manutenção do fluxo sangüíneo renal, deve- se dar atenção especial a pacientes com deficiência das funções cardíaca ou renal, a pacientes idosos, a pacientes sob tratamento com diuréticos, e àqueles com depleção de volume extracelular de qualquer origem, como por exemplo nas condições de pré ou pós-operatório no caso de cirurgias de grande porte. Nesses casos, quando da utilização de DICLOFENACO SÓDICO, é recomendável uma monitorização da função renal como medida de precaução. A descontinuação do tratamento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento. Durante tratamento prolongado com DICLOFENACO SÓDICO (como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides), recomenda-se monitorizar o hemograma. Assim como outros AINEs, DICLOFENACO SÓDICO pode temporariamente inibir a agregação plaquetária. Pacientes com deficiência de hemostasia devem ser cuidadosamente monitorizados. Deve- se ter precaução especial com pacientes idosos debilitados ou com aqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor posologia eficaz. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: Pacientes com sintomas de tontura ou com outros distúrbios do Sistema Nervoso Central, incluindo- se distúrbios visuais, não devem dirigir veículos ou operar máquinas. Gravidez e Lactação: DICLOFENACO SÓDICO deve ser empregado durante a gravidez somente quando houver indicação formal e utilizando- se a menor posologia eficaz. Como ocorre com outros inibidores da prostaglandina- sintetase, essa orientação aplica-se particularmente aos três últimos meses de gestação (pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial). Após doses orais de 50 mg administradas a cada 8 horas, a substância ativa passa para o leite materno; todavia, em quantidades tão pequenas, que não se esperam efeitos indesejados sobre o lactente. ADVERTÊNCIAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico Sangramentos ou ulcerações/perfurações gastrointestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia. Estes, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos de sangramentos ou ulcerações/perfurações, o medicamento deve ser descontinuado. Assim como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides, reações alérgicas, incluindo-se reações anafiláticas e/ou anafilactóides, poderão também ocorrer em casos raros sem a prévia exposição ao fármaco. Assim como outros AINEs, DICLOFENACO SÓDICO pode mascarar os sinais e sintomas de infecção por causa de suas propriedades farmacodinâmicas. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico (Inclusive interações observadas com outras formas farmacêuticas de DICLOFENACO SÓDICO): Lítio, digoxina: DICLOFENACO SÓDICO pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio e digoxina. Diuréticos: Assim como outros AINEs, DICLOFENACO SÓDICO pode inibir a atividade de diuréticos. O tratamento concomitante com diuréticos poupadores de potássio pode estar associado à elevação dos níveis séricos de potássio, os quais devem portanto ser monitorizados. AINEs: A administração concomitante de AINEs sistêmicos pode aumentar a freqüência de reações adversas. Anticoagulantes: Embora as investigações clínicas não pareçam indicar que DICLOFENACO SÓDICO apresente uma influência sobre o efeito dos anticoagulantes, existem relatos de elevação no risco de hemorragias com o uso concomitante de diclofenaco e anticoagulantes. Conseqüentemente, nesses casos, é recomendável uma monitorização dos pacientes. Antidiabéticos: Estudos clínicos demonstraram que DICLOFENACO SÓDICO pode ser administrado juntamente com agentes antidiabéticos orais sem influenciar seus efeitos clínicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes na presença de DICLOFENACO SÓDICO, determinando a necessidade de ajuste posológico dos agentes hipoglicemiantes. Metotrexato: Deve- se ter cautela quando AINEs forem administrados menos de 24 horas antes ou após o tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica desse fármaco pode se elevar, aumentando assim a sua toxicidade. Ciclosporina: Os efeitos dos AINEs sobre as prostaglandinas renais pode aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina. Antibacterianos quinolônicos: Têm ocorrido relatos isolados de convulsões que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs. REAÇÕES ADVERSAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico Estimativa de freqüência: freqüente > 10%; ocasional > 1% – 10%; rara > 0,001% – 1%; casos isolados < 0,001%.
    Trato gastrointestinal. Ocasionais: epigastralgia, distúrbios gastrointestinais, tais como náusea, vômito, diarréia, cólicas abdominais, dispepsia, flatulência, anorexia, irritação local. Raros: sangramento gastrointestinal (hematêmese, melena, diarréia sanguinolenta), úlcera gástrica ou intestinal com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite aftosa, glossite, lesões esofágicas, estenose intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo, tais como: colite hemorrágica não- específica e exacerbação de colite ulcerativa ou doença de Crohn; constipação, pancreatite.
    Sistema Nervoso Central. Ocasionais: cefaléia, tontura ou vertigem. Casos raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios de sensibilidade, incluindo- se parestesia, distúrbios da memória, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite asséptica, desorientação.
    Órgãos sensoriais. Casos isolados: distúrbios da visão (visão borrada, diplopia), deficiência auditiva, tinitus, distúrbios do paladar.
    Pele. Ocasional: rash (erupção). Casos raros: urticária. Casos isolados: eritroderma (dermatite esfoliativa), perda de cabelo, reação de fotossensibilidade, púrpura, incluindo- se púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell (epidermólise tóxica aguda).
    Sistema urogenital. Rara: edema. Casos isolados: insuficiência renal aguda, distúrbios urinários, tais como hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, necrose papilar.
    Fígado. Ocasionais: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite, com ou sem icterícia. Casos isolados: hepatite fulminante.
    Sangue. Casos isolados: trombocitopenia, leucopenia, anemia hemolítica e aplástica, agranulocitose.
    Hipersensibilidade. Casos raros: reações de hipersensibilidade, tais como asma, reações sistêmicas anafiláticas/anafilactóides, incluindo- se hipotensão. Casos isolados: vasculite, pneumonite.
    Sistema cardiovascular. Casos isolados: palpitação, dores no peito, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva.

    POSOLOGIA – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Como regra, a dose diária inicial é de 100 a 150 mg. Em casos mais leves, bem como para terapias prolongadas, 75 a 100 mg por dia são geralmente suficientes. A dose diária pode ser geralmente prescrita em 2 a 3 doses fracionadas.
    No tratamento da dismenorréia primária, a dose diária que deve ser individualmente adaptada é geralmente de 50 a 150 mg. Inicialmente, a dose de 50 a 100 mg deve ser administrada e, se necessário, elevada no decorrer de vários ciclos menstruais, até o máximo de 200 mg/dia. O tratamento deve ser iniciado aos primeiros sintomas e, dependendo da sintomatologia, pode continuar por alguns dias.
    Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições. Os comprimidos não são recomendados para uso infantil.

    SUPERDOSAGEM – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    O tratamento de intoxicações agudas com agentes antiinflamatórios não- esteróides consiste essencialmente em medidas sintomáticas e de suporte. Não há quadro clínico típico associado à superdosagem com diclofenaco.
    As seguintes medidas terapêuticas podem ser tomadas em casos de superdosagem: a absorção deve ser evitada o mais rápido possível, após a superdosagem, por meio de lavagem gástrica e de tratamento com carvão ativado.
    Tratamento sintomático e de suporte devem ser administrados em casos de complicações, tais como: hipotensão, insuficiência renal, convulsões, irritação gastrointestinal e depressão respiratória.
    Diurese forçada, diálise ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na aceleração da eliminação de agentes antiinflamatórios não- esteróides, pela sua alta taxa de ligação com proteínas e metabolismo extenso.

    PACIENTES IDOSOS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Deve- se ter precaução especial com pacientes idosos debilitados ou com aqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor dose eficaz.
    Sangramentos ou ulcerações/perfurações gastrointestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia. Esses, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nos raros casos de sangramento ou ulceração que ocorrerem em pacientes que recebem DICLOFENACO SÓDICO, o medicamento deve ser descontinuado.

    Fonte Bulas

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