• EVOTECAN®

    cloridrato de topotecana

    Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Evotecan®
    Nome genérico: cloridrato de topotecana

    Apresentação:

    Pó liofilizado injetável. Embalagem com 1 (um) frasco-ampola contendo 4 mg de princípio ativo.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

    Composição:

    Cada frasco-ampola de EVOTECAN® injetável contém:
    topotecana (sob a forma de cloridrato) ……………………………………………………… 4,0 mg
    excipientes* …………………………………………………………………….. q.s.p. 1 frasco-ampola
    * manitol, ácido tartárico e ácido clorídrico ou hidróxido de sódio (para ajuste de pH).
    MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento foi indicado? 

    EVOTECAN® (cloridrato de topotecana) é indicado para o tratamento de câncer metastático de ovário, após
    falha da quimioterapia inicial ou subsequente, e de câncer de pulmão de pequenas células sensíveis, após falha
    da quimioterapia de primeira linha. EVOTECAN®, em combinação com cisplatina, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de colo de útero confirmado de estágio IV-B, recorrente ou persistente, não suscetível ao tratamento com cirurgia e/ou radioterapia.

    Como este medicamento funciona? 

    A topotecana, principal composto de EVOTECAN®, age contra o tumor bloqueando a ação de uma enzima
    chamada topoisomerase I, que tem importância no crescimento celular. Ao inibir essa enzima, a topotecana
    causa danos nas células cancerígenas, impedindo o crescimento do tumor.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    EVOTECAN® é contraindicado para pacientes com história de reações graves de hipersensibilidade (alergia) à
    topotecana ou a qualquer um de seus componentes. EVOTECAN® não deve ser usado em pacientes que estejam
    grávidas ou amamentando nem naqueles que apresentaram grave depressão da medula óssea (produção
    diminuída de células sanguíneas) antes de iniciar o tratamento. Consulte seu médico para avaliar seu caso.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
    imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O tratamento com EVOTECAN® deve ser iniciado, sob a supervisão de um médico com experiência no uso de
    medicamentos quimioterápicos contra câncer. Converse atentamente com seu médico antes de usar EVOTECAN® se: – Você tem algum problema no fígado;
    – Você tem algum problema respiratório ou nos pulmões;
    – Você está grávida, pretende ficar grávida ou está amamentando.
    Durante o tratamento seu médico deverá solicitar exames de sangue regularmente, inclusive de contagem de
    plaquetas, para monitorar o efeito das doses que você toma, e ajustá-las se necessário. Ajustes de dose podem ser necessários se EVOTECAN® for administrado junto com outros agentes com potencial tóxico (ver o subitem Interações Medicamentosas). Consulte seu médico para obter mais informações. Não existem ainda informações científicas suficientes sobre o uso em crianças. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Se você sentir cansaço e fraqueza persistentes, tenha cuidado para dirigir e operar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    EVOTECAN® mostrou ter efeito nocivo para o embrião e o feto em estudos pré-clínicos. Assim como ocorre com outros medicamentos quimioterápicos citotóxicos (ou seja, nocivos para as células), EVOTECAN® pode causar danos ao feto quando administrada a mulheres grávidas. Você deve evitar engravidar durante a terapia com EVOTECAN® e informar ao médico imediatamente caso isso ocorra. EVOTECAN® também é contraindicado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Interações medicamentosas:

    Certos medicamentos e alimentos interagem com EVOTECAN®, ou seja, interferem na sua ação. Pode ser que
    você não deva usá-los enquanto estiver em tratamento com EVOTECAN®. São eles:
    – outros agentes citotóxicos (como paclitaxel ou etoposídeo);
    – agentes que contêm platina (como cisplatina ou carboplatina);
    – inibidores de ABCB1 e ABCG2 (como elacridar).
    Por isso, se você toma ou tomou recentemente algum outro medicamento, informe isso a seu médico; fale
    inclusive dos que você usa sem receita médica. Ele vai examinar suas medicações para ter certeza de que você
    não usa nada que não poderia usar durante o tratamento com EVOTECAN®. Se precisar de alguma dessas
    medicações e não houver substituto disponível, você deve discutir isso com seu médico.
    Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você faz uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de armazenamento.
    Os frascos fechados de EVOTECAN® são estáveis por 24 meses a contar da data de sua fabricação, quando
    armazenados em temperaturas entre 10°C e 25°C, protegidos da luz e em suas embalagens originais.
    Após preparo da reconstituição em água para injetáveis, as soluções de EVOTECAN® são físicoquimicamente
    estáveis por 24 horas em temperatura de 25°C e protegidas da luz. Após diluição em soro fisiológico ou glicosado 5% como indicado, as soluções de EVOTECAN® são física e quimicamente estáveis por 24 horas em temperatura de 25°C, sem proteção da luz. Do ponto de vista microbiológico, a preparação da infusão deve ser utilizada imediatamente. Caso esta preparação não seja utilizada imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições anteriores ao uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não seria maior que 24 horas a temperatura ambiente a contar da reconstituição, ocorrida nas condições assépticas validadas e controladas.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Aspectos físicos/Características organolépticas:

    O frasco-ampola contém pó de coloração entre o amarelo claro a amarelo esverdeado. Após a reconstituição, a
    coloração da solução varia entre incolor e ligeiramente amarelada.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso
    Uso intravenoso.
    Posologia
    EVOTECAN® é um medicamento citotóxico e injetável e, por isso, deve ser administrado por um profissional
    habilitado, conforme recomendações descritas na bula do profissional de saúde. Seu médico saberá a melhor
    forma de administrar o medicamento e as dosagens mais adequadas para a sua condição.
    EVOTECAN® é normalmente infundido na veia do paciente por um período de 30 minutos. A posologia
    recomendada de EVOTECAN® é: Para casos de Carcinoma ovariano ou carcinoma de pulmão de pequenas células
    A dose diária recomendada de EVOTECAN® é de 1,5 mg/m² por 5 dias consecutivos. Para casos de Carcinoma de colo de útero. A dose recomendada de EVOTECAN® é de 0,75 mg/m² por três dias.
    Normalmente, este padrão de tratamento é repetido a cada três semanas. O tratamento pode variar, dependendo
    dos resultados dos exames de sangue. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todo medicamento, EVOTECAN® pode provocar efeitos indesejáveis. Os efeitos colaterais abaixo têm sido associados ao uso de EVOTECAN®. Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção; anemia; neutropenia e neutropenia febril (diminuição do número de neutrófilos, que são um tipo de células brancas de defesa presentes no sangue); leucopenia (diminuição do número de leucócitos, que são células brancas de defesa presentes no sangue); trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas, que são células responsáveis pela coagulação do sangue); perda de apetite; diarreia; náusea e vômito; dor abdominal; prisão de ventre; estomatite (inflamação da mucosa da boca); queda de cabelo; fraqueza; cansaço; pirexia (estado febril). Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção
    generalizada; pancitopenia (redução global do número de células sanguíneas); hipersensibilidade da pele
    (inclusive rash); hiperbilirrubinemia; mal-estar e indisposição. Reação rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): doença pulmonar intersticial. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,001% dos pacientes que utilizam este medicamento): extravasamento. Reação desconhecida: sangramento grave (associado à trombocitopenia). Avise seu médico imediatamente se você apresentar um ou mais desses sintomas. Se qualquer um deles se agravar ou se você observar algum sintoma que não tenha sido relacionado aqui, informe seu médico. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
    do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Sinais e sintomas:
    Superdose (até 10 vezes a dose prescrita) tem sido relatada em pacientes tratados com EVOTECAN® intravenoso.
    A principal complicação da superdose é a diminuição da produção de células sanguíneas na medula (supressão
    da medula óssea). Os sinais e sintomas observados para superdose são consistentes com as reações adversas
    conhecidas associadas com EVOTECAN® (ver Reações Adversas). Além disso, foram relatadas elevação das
    enzimas hepáticas e mucosite após superdose. Tratamento: Não há antídoto conhecido para a superdose de EVOTECAN®. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2110.0344
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9.258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado por: Fármaco Uruguayo S.A.
    Avenida Dámaso Antonio Larrañaga, 4479
    Montevidéu, Uruguai
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi/SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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     Terramicina

    cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Terramicina®
    Nome genérico: cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Apresentação:

    Terramicina® pomada oftálmica contém 5 mg/g de oxitetraciclina base e 10.000 U/g de polimixina B em
    embalagem contendo 1 bisnaga de 5,0 g contendo 3,5 g de pomada oftálmica.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO OFTÁLMICO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada grama da pomada oftálmica de Terramicina® contém cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B equivalente a 5 mg de oxitetraciclina base e 10.000 U de polimixina B. Excipientes: petrolato branco e óleo mineral.

     Informações ao Paciente 

     Para que este medicamento é indicado?

    Terramicina® (cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B) pomada oftálmica é indicada no tratamento de infecções oculares (no olho) superficiais, envolvendo a conjuntiva (membrana que cobre o olho) e/ou a córnea (membrana transparente da frente do olho), causada por microrganismos suscetíveis (sensíveis).

     Como este medicamento funciona? 

    A oxitetraciclina, um dos antibióticos (medicamentos que combatem infecções) presentes na Terramicina®, é
    um inibidor da síntese proteica bacteriana, impedindo que as bactérias produzam proteínas que são a base do
    seu crescimento e reprodução, ou seja, incapacita a bactéria de crescer e se multiplicar. O sulfato de polimixina B, o outro antibiótico presente na Terramicina®, é bactericida (elimina as bactérias), sendo sua ação exclusivamente contra organismos Gram-negativos, um grupo específico de bactérias. Acredita-se que sua ação se dá por alteração na estrutura da membrana bacteriana (membrana protetora), resultando no extravasamento (saída) dos seus componentes essenciais.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Leia também as respostas 4 e 8. Terramicina® não deve ser usada nos casos de hipersensibilidade (alergia) às tetraciclinas (classe de antibiótico de um dos antibióticos presentes na pomada), à polimixina B (nome do outro antibiótico presente na pomada) ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Leia também as respostas 3 e 8. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Terramicina® deve ser utilizada durante a gravidez somente quando os possíveis benefícios superarem os potenciais riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Devido às possíveis reações adversas em lactentes, nos bebês, deve-se descontinuar a amamentação ou o uso do medicamento, dependendo da importância do medicamento para a mãe. Logo após aplicação de Terramicina® pode ocorrer um curto período de menor acuidade visual (embaçamento da visão), por isso deve-se ter precaução ao dirigir ou operar máquinas durante este período. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Terramicina®. Não há interações medicamentosas conhecidas com o uso de Terramicina® pomada oftálmica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Terramicina® deve ser conservada bem fechada, em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da
    luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: massa homogênea (sem grumos) amarela clara que é uniformemente suave.

     Como devo usar este medicamento? 

    Sempre lave muito bem as mãos antes de aplicar a pomada oftálmica. a) Abra a bisnaga de Terramicina®; b) Com o dedo indicador, puxe delicadamente a pálpebra inferior do olho para baixo, formando uma bolsa; c) Coloque uma pequena quantidade (aproximadamente 1 cm). Evite que a ponta da bisnaga toque a sua mão, a pálpebra ou os cílios; d) Recoloque a tampa no frasco.
    Use a pomada conforme a orientação do seu médico. Recomenda-se usar, 4 a 6 vezes ao dia até a cura
    completa da infecção. Portanto, a duração do tratamento pode variar de um dia até várias semanas,
    dependendo da natureza e da gravidade da infecção. No caso de blefarite, escamas e crostas devem ser
    removidas antes de aplicar a medicação. Na profilaxia, segue-se o mesmo procedimento do dia anterior à
    operação e subsequentemente nos dias a seguir. Deve-se tomar cuidado para não contaminar a ponta do tubo quando aplicar a pomada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Se você esquecer de usar a Terramicina® no horário estabelecido pelo seu médico, use-a assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário da próxima aplicação, pule a aplicação esquecida e faça a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Leia também as respostas 3 e 4. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Terramicina®, tais como hipersensibilidade (reação alérgica), sensação de queimação, aumento do lacrimejamento, dermatite de contato (reação alérgica da pele por contato), dor e sensação de corpo estranho no olho. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
    a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0024
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27071
    Registrado e Fabricado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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  •  MACRODANTINA®

    nitrofurantoína

     Apresentação:

    Cápsula: Embalagem contendo 28 cápsulas.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada cápsula contém:
    nitrofurantoína……………………………………………………………………………………………………………………. 100mg
    excipientes – q.s.p…………………………………………………………………………………………………………….. 1 cápsula
    (amido, talco e lactose monoidratada). Macrodantina®

     Informações ao Paciente:
    Para que este medicamento é indicado?

    MACRODANTINA® é um agente antibacteriano indicado no tratamento de infecções urinárias agudas e crônicas, tais como cistites, pielites, pielocistites e pielonefrites causadas por bactérias sensíveis à nitrofurantoína.

     Como este medicamento funciona?

    A nitrofurantoína inibe processos bacterianos vitais, tais como síntese de proteínas e da parede celular, o que resulta em morte das bactérias. O tempo médio estimado para início de ação é de algumas horas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Não utiliza MACRODANTINA® se você já teve qualquer alergia ou alguma reação incomum a qualquer um dos componentes da fórmula do produto. Você não deve utilizar MACRODANTINA® se apresentar anúria (ausência da formação de urina), oligúria (diminuição da frequência urinária) ou comprometimento renal importante, se estiver nas últimas semanas de gravidez (38-42 semanas), se já apresentou alergia à nitrofurantoína ou a qualquer componente da formulação ou se já apresentou problemas no fígado associados à nitrofurantoína. Este medicamento também não deve ser utilizado em crianças com menos de um mês de idade. Este medicamento é contraindicado para pacientes com insuficiência renal moderada.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    A nitrofurantoína é altamente solúvel na urina e lhe confere uma coloração amarelada. Não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Assim, como a segurança da nitrofurantoína na gravidez e lactação não foi estabelecida, o seu emprego nestas condições exige avaliação criteriosa dos riscos e benefícios.
    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Uso em idosos: Devido à maior frequência de problemas renais, cardíacos e hepáticos em
    indivíduos idosos, MACRODANTINA® deve ser administrado com cautela nessa faixa etária e exames para avaliação da função renal devem ser realizados periodicamente. Eventos adversos pulmonares agudos e crônicos foram observados em pacientes tratados com a nitrofurantoína por mais de seis meses. Informe ao seu médico a ocorrência de falta de ar ou tosse durante o tratamento. Casos de anemia, acometimento dos nervos (neuropatia) e eventos adversos no fígado já foram relatados em pacientes fazendo uso de MACRODANTINA® . Informe ao seu médico a ocorrência de cansaço, dores nas pernas ou se sua pele se tornar amarelada durante o tratamento.
    Interações medicamentosas: Antiácidos contendo trissilicato de magnésio, quando administrados concomitantemente com a nitrofurantoína, reduzem sua absorção. A probenecida e a sulfimpirazona podem inibir a excreção renal de nitrofurantoína, o que pode resultar em aumento das concentrações sanguíneas e redução das concentrações urinárias de nitrofurantoína. A nitrofurantoína interage com magnésio trissilicato, probenecida, sulfimpirazona, ácido nalidíxico, norfloxacina, ácido oxolínico. Atenção especial para a possível diminuição de eficácia contraceptiva quando a nitrofurantoína for utilizada com os contraceptivos orais. Usuárias sob tratamento com Macrodantina®. – contraceptivos orais devem utilizar temporária e adicionalmente um método contraceptivo de barreira ou escolher um outro método contraceptivo. Interações com exames laboratoriais: a presença de nitrofurantoína na urina pode resultar em reação falso-positiva para a presença de glicose na urina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. MACRODANTINA® apresenta-se em cápsula dura de gelatina com corpo e tampa de cor mostarda
    contendo pó de cor amarela apresentando cristais e grânulos de coloração amarelo mais intenso. Livre de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    A ingestão de MACRODANTINA® acompanhada de alimentação reduz a frequência de eventos adversos
    gastrintestinais. Tomar 1 cápsula de 100mg de 6 em 6 horas, durante 7 a 10 dias. Se for necessário usar o medicamento por longo prazo, uma redução da dose deverá ser considerada: 1 cápsula de 100mg na hora de se deitar. Observação: O tratamento deverá ser continuado, no mínimo, por mais três dias após a urina tornar-se
    estéril. Caso a infecção persista, será necessária a reavaliação do caso. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Use o medicamento assim que se lembrar de que esqueceu uma dose. Se o horário estiver próximo ao que seria a dose seguinte, pule a dose perdida e siga o horário das outras doses normalmente. Não dobre a dose para compensar a dose omitida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar reações não desejadas. Apesar de nem todas estas reações adversas ocorrerem, informe ao seu médico caso alguma delas ocorra.
    Os eventos adversos da MACRODANTINA® são apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir :
    Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos paciente s que utilizam este medicamento): dor de cabeça,
    náuseas, vômitos, diarreia, dor no estômago, perda do apetite e pneumonia. Reações incomuns (ocorrem entre 01,% e 1 dos pacientes que utilizam este medicamento): neuropatia (acometimento dos nervos), anemia, diminuição das contagens de glóbulos brancos e flatulência (excesso de gases). Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): elevação da pressão intracraniana, formigamentos, fibrose pulmonar, morte das células hepáticas, icterícia (pele e mucosas amareladas), alergia na pele, coceira, urticária, síndrome semelhante ao lúpus eritematoso, vermelhidão na pele, reação anafilática (reação alérgica muito grave), reações alérgicas, anemia, constipação, perda de cabelo, sonolência, tontura, febre com calafrio, fraqueza, depressão, inflamação do nervo óptico e psicoses. Outros eventos adversos já relatados com o uso da MACRODANTINA®: elevação das concentrações plasmáticas de enzimas hepáticas (ALT e AST), redução das concentrações de hemoglobina, elevação das concentrações plasmáticas de fósforo e aumento das contagens de eosinófilos.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Incidentes ocasionais com superdose aguda de MACRODANTINA® não resultaram em sintomas específicos além de vômitos. Não há antídotos específicos, mas uma alta ingestão de líquidos deve ser mantida para promover a excreção urinária da droga. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
    leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS:

    Registro M.S. nº 1.7817.0787
    Farm. Responsável: Fernando Costa Oliveira – CRF-GO nº 5.220
    Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE EMBALAGEM
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA. Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
    Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri- SP – CEP 06460-120
    C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07 – Indústria Brasileira
    Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
    VPR 1 – Quadra 2-A – Módulo 4 – DAIA – Anápolis – GO – CEP 75132-020

     

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  • marevan-é-indicado-para-a-prevenção-primaria-e-secundaria-do-tromboembolismo-venosoMarevan®

    varfarina sódica

    Apresentações:

    Comprimidos – varfarina sódica 2,5 mg – embalagem contendo blíster com 60 comprimidos.
    Comprimidos – varfarina sódica 5 mg – embalagem contendo blíster com 10, 30 ou 150 comprimidos.
    Comprimidos – varfarina sódica 7,5 mg – embalagem contendo blíster com 30 comprimidos.
    Via Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido de 2,5 mg contém: varfarina sódica……………………………………………………..2,5 mg. Excipientes: lactose monoidratada, amarelo de quinolina, amido, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio e água. Cada comprimido de 5 mg contém: varfarina sódica……………………………………………………..5 mg. Excipientes: lactose monoidratada, corante vermelho ponceau 4R, amido, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio e água. Cada comprimido de 7,5 mg contém: varfarina sódica……………………………………………………..7,5 mg. Excipientes: lactose monoidratada, corante azul FDC nº 1, amido, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio e água.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Marevan® é indicado para a  prevenção primária e secundária do trombo embolismo venoso (formação de trombos ou coágulos de sangue, dentro de uma veia, capazes de obstruir parcial ou totalmente o vaso sanguíneo), na prevenção do embolismo sistêmico em pacientes com prótese de válvulas cardíacas ou fibrilação atrial e na prevenção do acidente vascular cerebral (AVC, derrame), do infarto agudo do miocárdio, e da recorrência do infarto. Os anticoagulantes orais também estão indicados na prevenção do embolismo sistêmico em pacientes com doença valvular cardíaca.

    Como este medicamento funciona?

    A varfarina sódica, princípio ativo de Marevan®, é um anticoagulante que age na inibição dos fatores de coagulação dependentes da vitamina K. O objetivo da terapia com anticoagulante é reduzir a capacidade de coagulação do sangue, de modo a evitar a trombose e, ao mesmo tempo, evitar a ocorrência de sangramento espontâneo. A varfarina é rápida e completamente absorvida após a administração oral de Marevan®. Seu início de ação anticoagulante, no entanto, só se verifica 24 a 72 horas após a administração oral, e seu efeito anticoagulante máximo pode ocorrer em 72 a 96 horas. A duração da ação de uma única dose de Marevan® é de 2 a 5 dias.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar Marevan® nas seguintes situações: primeiras 24 horas antes ou após cirurgia ou parto; gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, devido à possibilidade de má-formação fetal. A administração a gestantes em estágios mais avançados está associada à hemorragia fetal e aumento na taxa de aborto; aborto incompleto; doenças hepáticas ou renais graves; hemorragias; hipertensão arterial grave não controlada; endocardite bacteriana (inflamação da camada mais interna do coração causada por bactérias que entraram na circulação sanguínea); aneurisma cerebral ou aórtico; hemofilia; doença ulcerativa ativa do trato gastrointestinal; feridas ulcerativas abertas; hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes da fórmula.
    Gravidez:
    Se administrado no primeiro trimestre da gravidez, Marevan® pode causar pontilhado ósseo no feto e anormalidades faciais e do sistema nervoso central, que também podem se desenvolver após administração no segundo e terceiro trimestres. A administração a gestante, em estágios mais avançados da gravidez, está associada à hemorragia fetal e aumento da taxa de aborto. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. A varfarina é reconhecidamente teratogênica.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e Advertências:

    Marevan® não deve ser administrado a pacientes que apresentem sangramento ativo e, em geral, o médico não deve prescrever a pacientes com risco de hemorragia, embora possa ser usado com extrema precaução. Os idosos e pacientes com deficiência de vitamina K requerem cuidado especial, assim como aqueles com hipertireoidismo. Se ocorrerem complicações hemorrágicas graves, deve-se interromper imediatamente a administração do Marevan®. Em caso de suspeita de alteração do efeito de Marevan®, seu médico deverá monitorar, cuidadosamente, a sua atividade anticoagulante, a fim de se aumentar ou diminuir a sua dose, se necessário. Se houver perda ou ganho de peso, o médico deve ser informado, a fim de verificar a necessidade de ajuste de dosagem. Caso ocorra qualquer indisposição ou sintoma de causa desconhecida, o paciente deverá entrar em contato imediatamente com o médico. Idosos:
    A administração de varfarina em idosos deve ser realizada com muita cautela e monitoramento frequente.
    Lactação (amamentação):
    Embora a varfarina não tenha sido detectada no leite humano, a possibilidade de um efeito indesejável deste medicamento no lactente (criança que está sendo amamentada) não pode ser descartada. Caso você esteja amamentando, informe ao seu médico, pois as crianças devem ser monitoradas quanto ao aparecimento de hematomas e sangramentos. Informe ao seu médico se estiver amamentando.

    Interações Medicamentosas:

    Deve-se ter cautela no uso de qualquer outro medicamento durante o tratamento com Marevan. A varfarina interage com diversos grupos de medicamentos, diminuindo ou potencializando seus efeitos. Recomenda-se solicitar orientação médica para a utilização de qualquer medicamento de venda livre, como, por exemplo, ácido acetilsalicílico, analgésicos, antitérmicos, etc. A atividade da varfarina pode ser potencializada por esteroides anabólicos(como: etilestranol ,metandrostenolona, noretrandolona) ,amiodarona, amitriptilina/nortriptilina, azapropazona, aztreonam, benzafibrato, cefamandol, cloranfenicol, hidrato de coral, cimetidina, ciprofloxacino, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, destropropoxifeno, destrotiroxina, dipiridamol, eritromicina, neomicina, feprazona, fluconazol, glucagon, metronidazol, miconazol, oxifenilbutazona, fenformina, fenilbutazona, feniramidol, quinidina, salicilatos, tolbutamida, sulfonamidas (ex: sulfafenazol, sulfinpirazona), tamoxifeno, triclofos,diflunisal, flurbiprofeno, indometacina, ácido mefenâmico, piroxicam, sulindaco e, possivelmente, outros analgésicos anti-inflamatórios, cetoconazol, ácido nalidíxico, norfloxacino, tetraciclinas e outros antibióticos de largo espectro, alopurinol, dissulfiram, metilfenidato, paracetamol, fármacos para tratamento de disfunções da tireoide e qualquer fármaco potencialmente tóxico ao fígado. Mulheres em uso de varfarina devem consultar o médico antes do uso concomitante de creme vaginal ou supositório de miconazol, pois pode haver potencialização do efeito anticoagulante. Tanto a potencialização quanto a inibição do efeito anticoagulante têm sido relatadas com fenitoína, ACTH e corticosteroides. A colestiramina e o sulcralfato acarretam diminuição da atividade da varfarina. A colestiramina pode também diminuir a absorção de vitamina K sem, no entanto, aumentar a atividade anticoagulante da varfarina. O efeito anticoagulante pode ser diminuído pela administração de vitamina K, inclusive como constituinte de alguns alimentos, como saladas verdes. A atividade anticoagulante da varfarina pode ser inibida por alguns fármacos, tais como: aminoglutetimida, barbiturato, carbamazepina, etclorvinol, glutatimida, griseofulvina, dicloralfenazona, primidona, rifampicina e contraceptivos orais. Interação medicamento-substância: A atividade anticoagulante pode ser aumentada com grandes quantidades ou ingestão crônica de álcool, particularmente em pacientes com insuficiência hepática. Não se deve ingerir álcool durante o tratamento com Marevan®. Interação medicamento-alimento: Alimentos contendo vitamina K alteram a eficácia anticoagulante. Interação medicamento-exame laboratorial: Com exceção dos exames relacionados aos fatores da coagulação dependentes da vitamina K, que são deprimidos pela varfarina, não há referência de interferência significativa com outros exames laboratoriais. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de conservação: Marevan® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C), em sua embalagem original. Proteger da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas e organolépticas – Marevan® 2,5 mg: Comprimido amarelo, redondo, plano, chanfrado, sulcado em forma de cruz em uma das faces. Livre de partículas estranhas. Odor característico. – Marevan® 5 mg: Comprimido circular, de coloração rosada, plano, chanfrado, sulcado em forma de cruz em uma das faces. Livre de partículas estranhas. Odor característico. – Marevan® 7,5 mg: Comprimido circular, de cor azul, plano, chanfrado, sulcado em forma de cruz em uma das faces. Livre de partículas estranhas. Odor característico. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    A posologia de Marevan® deve ser individualizada para cada paciente, de acordo com a resposta de TP/RNI (valores obtidos através de exames de sangue) do paciente ao medicamento. Dosagem inicial: recomenda-se que a terapia com Marevan® seja iniciada com uma dose de 2,5 mg a 5 mg ao dia, com ajustes posológicos baseados nos resultados de TP/RNI. Manutenção: na maioria dos pacientes, a resposta é satisfatoriamente mantida com uma dose de 2,5 a 10 mg ao dia. A flexibilidade da dosagem pode ser obtida partindo-se os comprimidos ao meio. A duração da terapia para cada paciente deve ser individualizada. De modo geral, a terapia com anticoagulante deve ser continuada até que o risco de trombose e embolia seja eliminado. Este medicamento foi prescrito pelo médico para você. Por isso, nunca o administre a outra pessoa, pois pode ser prejudicial a ela, ainda que os sintomas sejam iguais. A dose do medicamento depende dos resultados de exames de sangue que você deverá fazer periodicamente, orientado por seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O efeito anticoagulante de Marevan® persiste por mais de 24 horas. Caso você se esqueça de tomar a dose prescrita de Marevan® no horário marcado, tomar no mesmo dia, assim que possível. No dia seguinte, a dose esquecida não deve ser adicionalmente ingerida e o tratamento deve ser seguido normalmente. A dose nunca deve ser duplicada. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Hemorragia de menor ou maior intensidade pode ocorrer durante a terapia com Marevan®, em qualquer tecido ou órgão, manifestando-se como sangramento externo ou interno, associado a sintomas e complicações dependentes do órgão ou sistema afetado. Pode ocorrer também necrose da pele e de outros tecidos, êmbolos aterotrombóticos sistêmicos e microêmbolos de colesterol. Algumas complicações hemorrágicas podem apresentar sinais e sintomas que não são imediatamente identificados como resultantes da hemorragia. Estas reações adversas estão marcadas na tabela abaixo com um asterisco (*). Classe de sistemas de Órgãos, Termo do Medra, Desordens do sistema linfático e sanguíneo: Anemia*, Desordens cardíacas, Dor no peito*, hemorragia pericárdica, Desordens endócrinas, Hemorragia da suprarrenal, Desordens oculares, Hemorragia ocular, Desordens gastrintestinais, Distensão abdominal, dor abdominal*, diarreia, disgeusia, disfagia*, flatulência, sangramento gengival, hematêmese, hematoquezia, melena, hemorragia retal, hemorragia retroperitonial, vômito, Desordens gerais e condições no local de Astenia*, calafrios, fadiga*, mal-estar*, dor*, (*) sintomas ou condições médicas resultantes de complicações hemorrágicas. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de superdose deve-se procurar orientação médica, através de seu médico ou de algum serviço hospitalar imediatamente. Um dos sintomas que pode ocorrer após uma superdose é hemorragia de qualquer tecido ou órgão. Os sinais e sintomas variam de acordo com a localização e extensão do sangramento. A possibilidade de hemorragia deve ser considerada em qualquer paciente sob terapia anticoagulante que sofra quedas, quando não houver um diagnóstico óbvio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. administração, palidez*, inchaço*, Desordens hepatobiliares, Hemorragia hepática, hepatite, Desordens do sistema imune. Reação anafilática, hipersensibilidade. Sistema musculoesquelético, tecido conjuntivo e desordens ósseas: Artralgia*, hemartrose, mialgia*. Desordens do sistema nervoso: Tonturas*, cefaleias*, hemorragia intracraniana, parestesia*, paralisia*, hematoma espinhal. Desordens psiquiátricas: Letargia Desordens urinárias Hematúria. Desordens do sistema reprodutor e mama: Menorragia, hemorragia vaginal. Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais. Epistaxe, dispneia*, hemoptise, hemotórax, hemorragia pulmonar alveolar, calcificação pulmonar. Desordens do tecido subcutâneo e pele: Alopecia, dermatite, dermatite bolhosa, petéquias, prurido, erupção cutânea, necrose da pele, urticária. Desordens vasculares: Síndrome dos dedos roxos*, embolismo arterial, embolia gordurosa, hemorragia, hipotensão*, necrose, choque*, síncope*, vasculite.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    MS: 1.0390.0147
    Farm. Resp: Dra. Marcia Weiss I. Campos
    CRF-RJ nº 4499
    Registrado por: FARMOQUÍMICA S/A
    Av. José Silva de Azevedo Neto, 200, Bloco 1,
    1º andar, salas 101 a 104 e 106 a 108.
    Rio de Janeiro – RJ
    CNPJ: 33.349.473/0001-58
    Fabricado por:
    FARMOQUÍMICA S/A
    Rua Viúva Cláudio, 300
    Rio de Janeiro – RJ
    CNPJ: 33.349.473/0003-10
    Indústria brasileiraMarevan_AR030914_Bula Paciente

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  • pamidron-esta-indicado-no-tratamento-de-condições-associadas-ao-aumento-da-atividade-de-destruição-osseaPamidrom®

    pamidronato dissódico

    Apresentações:

    Embalagens de 60 mg com 5 frascos -ampola + diluente de 10 ml. Embalagens de 90 mg com 5 frascos -ampola + diluente de 10 ml.
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Pamidrom® 60 mg. Cada frasco -ampola contém: pamidronato dissódico ………………………………………………………………………………………………………. 60 mg. Excipientes q.s.p. ………………………………………………………………………………………………… 1 frasco -ampola. Excipientes: manitol, ácido fosfórico e hidróxido de sódio. Cada ampola de solução diluente contém: Água para injetáveis ………………………………………………………………………………………………………….. 10 ml. Cada 1 mg de pamidronato dissódico equivalem a 0,84 mg de pamidronato base Pamidrom® 90 mg. Cada frasco-ampola contém: pamidronato dissódico ………………………………………………………………………………………………………. 90 mg. Excipientes q.s.p. ………………………………………………………………………………………………… 1 frasco -ampola.Excipientes: manitol, ácido fosfórico e hidróxido de sódio. Cada ampola de solução diluente contém: Água para injetáveis ………………………………………………………………………………………………………….. 10 ml. Cada 1 mg de pamidronato dissódico equivalem a 0,84 mg de pamidronato base.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Pamidrom® está indicado no tratamento de condições associadas ao aumento da atividade de destruição óssea (atividade osteoclástica) decorrente de: – Metástases ósseas que destroem os ossos ou de um tumor da medula óssea conhecido como mieloma múltiplo; – Níveis aumentados de cálcio no sangue (hipercalcemia) pela presença de tumores; – Doença óssea de Paget cujo desenvolvimento é acompanhado por atividade de destruição óssea.

    Como este medicamento funciona?

    O Pamidrom® corresponde a um grupo de substâncias conhecidas pelo nome de bifosfonatos que regulam a quantidade de cálcio no sangue. Níveis aumentados de cálcio no sangue (hipercalcemia) ocorrem em algumas condições, incluindo o câncer e advém da liberação de cálcio pelos ossos. O Pamidrom® prende-se no tecido ósseo e reduz a liberação de cálcio, inibindo a destruição dos ossos decorrente dos processos listados acima. Se não tratada, a hipercalcemia pode causar náuseas, cansaço e confusão mental.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve usar este medicamento em caso de hipersensibilidade conhecida ao pamidronato dissódico, a outros bisfosfonatos ou também aos demais componentes da formulação. Não há até o momento experiência clínica com o uso de Pamidrom® em crianças. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Pamidrom® pode provocar, em casos raros, sonolência ou também tontura. Os pacientes devem ser alertados para não dirigir veículos ou também operar máquinas potencialmente perigosas ou exercer atividades que possam se tornar perigosas pela redução do estado de alerta. Pamidrom® não deve ser administrado quando houver suspeita ou durante a gravidez e lactação, a não ser que, a critério médico, os benefícios do tratamento esperados para a mãe superem os riscos potenciais para o feto ou também em casos de tratamento crônico de hipercalcemia. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informar ao seu médico se está amamentando. Pamidrom® forma complexos com o cálcio e não deve ser adicionado a soluções intravenosas que contenham cálcio. Deve-se ter tomar as devidas precauções no uso concomitante de Pamidrom® com fármacos que tenham o potencial de serem tóxicos para os rins. Nos pacientes com mieloma múltiplo, o risco de insuficiência renal pode aumentar quando Pamidrom® for usado em combinação com a talidomida. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15° C e 30° C), protegido da luz. Pamidrom ® reconstituído com água para injetáveis (10 mL) é estável por até 24 horas, se mantido sob refrigeração entre 2o e 8°C. A solução de infusão preparada a partir da diluição do pó liófilo com um dos diluentes recomendados deve ser utilizada em 24 horas, contadas a partir do início da diluição do produto, quando armazenado à temperatura ambiente (entre 15° C e 30°C). A porção não utilizada do produto deve ser descartada. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original. Antes da reconstituição o produto apresenta-se como um pó compacto branco, que pode estar intacto ou fragmentado. Após reconstituição torna-se uma solução límpida, incolor
    e praticamente isenta de partículas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Seu médico ou enfermeira deve preparar a injeção adicionando ao pó liófilodo frasco 10 mL do diluente, resultando em uma solução de 90 mg/10 mL. Depois de totalmente reconstituída, essa solução deve ser, então, acrescentada ao soro fisiológico ou ao soro com 5% de glicose, cujo volume dependerá da dose recomendada para o seu caso. A solução de Pamidrom® deve ser administrada lentamente por via endovenosa. O tempo de infusão pode variar de uma a várias horas, dependendo da dose. Seu médico decidirá quantas infusões serão necessárias e o intervalo entre elas. Alerte seu médico ou enfermeira se, durante a infusão, observar inchaço no local da aplicação. Esquemas de administração de Pamidrom®: Para tratamento da hipercalcemia: • Dose de 15-90 mg administrada por uma ou várias infusões com duração de 2-24 horas, respectivamente. O volume total de infusão deve ser de 1.000 ml. Para tratamento de perda óssea devido ao desenvolvimento de tumores ósseos ou da medula (mieloma múltiplo): • Dose de 90 mg a cada quatro semanas. Em alguns pacientes, essa dose pode ser administrada concomitantemente com a quimioterapia a cada três semanas. A duração de cada infusão deve ser de 2 a 4 horas. O volume total de infusão deve ser de 250 ml. Para tratamento da Doença de Paget: • Dose de 180 mg pode ser dividida em administrações de 30 mg por semana durante seis semanas ou 60 mg a cada duas semanas durante seis semanas. O tempo de cada infusão deve ser de 4 horas. O volume total de infusão pode variar de 500 ml para a dose de 30 mg a 1.000 ml para a dose de 60 mg. Seu médico poderá realizar um teste terapêutico com a dose de 30 mg para verificar com você responderá ao tratamento. Seu médico deve estar atento quanto as recomendações abaixo no sentido de diminuir o risco de complicações renais, não ultrapassando a dose única de 90 mg por administração endovenosa. Seu médico poderá, também, prescrever um tratamento com cálcio ou vitamina D concomitantemente ao tratamento com Pamidrom®. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    A utilização deste medicamento será em ambiente hospitalar, orientado e executado por profissionais especializados e não dependerá da conduta do paciente. Desta forma, é improvável o esquecimento de doses. Em caso de dúvidas, procure orientação de seu médico ou farmacêutico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Um evento adverso muito comum é febre de baixa intensidade (febrícula) e sintomas semelhantes aos observados na gripe, tais como, dor de garganta, calafrios, febre, e ondas de calor que começam ao início do tratamento e podem durar até dois dias. Alguns pacientes referem aumento de dores ósseas logo após o início do tratamento que melhoram com o passar dos dias. Se você apresentar dores ósseas por mais de dois dias, informe seu médico imediatamente. Alguns pacientes podem apresentar eventos adversos sérios. Consulte seu médico se você apresentar qualquer um dos sintomas ou sinais abaixo: • broncoespasmo com sibilos ou tosse e dificuldade para respirar ou inchaço facial, labial ou nas mãos; • sensação de desmaio (por provável pressão baixa), vermelhidão na pele, coceira ou inchaço na face podem ser sinais de reação alérgica que podem ocorrer em menos que 1 de cada 10.000 pacientes.
    Casos de osteonecrose (morte do osso) (principalmente de mandíbula) têm sido relatados em pacientes que receberam bifosfonados. Esses casos ocorrem em maior frequência nos pacientes oncológicos (em uso de bifosfonados) que foram submetidos à procedimento odontológico, sendo prudente evitar a realização de cirurgias odontológicas.

    Aos Pacientes em uso de Bisfosfonatos:

    Realize uma avaliação odontológica antes do início do uso do bisfosfonato. Durante o tratamento, mantenha uma boa higiene bucal, acompanhamento odontológico e avise seu médico ou dentista em caso de qualquer dor, inchaço ou outro sintoma bucal. Os eventos adversos de Pamidrom® são apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir: Comuns, > 1/100 e < 1/10 (> 1% e < 10%) : • dor, vermelhidão e inchaço no local da infusão; 4 • vermelhidão na pele ou hematomas com ou sem facilidade de sangramento; • náusea, vômito, perda de apetite, dor de estômago, gastrite, constipação intestinal ou diarreia ; • dor de cabeça, insônia e cansaço; • conjuntivite; • tremor ou sensaç ão de repuxamento das mãos ou pés e espasmos musculares (sintomas de níveis baixo de cálcio no sangue); • pressão alta; • contagens diminuídas de células brancas no sangue (leucopenia) ou de células vermelhas (anemia); • concentrações diminuídas no sang ue de potássio, fosfato, magnésio e cálcio ; • concentrações aumentadas no sangue de creatinina, potássio e sódio. Incomuns, > 1/1.000 e < 1/100 (> 0,1% e < 1%): • câimbras; • tonturas, letargia, agitação e convulsão; • alterações visuais, vermelhidão nos olhos acompanhada por dor; • pressão baixa; • coceiras Raros, > 1/10.000 e < 1.000 (> 0,01% e < 0,1%): • deterioração da função renal (por exemplo, diminuição inesperada do volume urinário ou também de sua aparência), exames alterados da função do fígado e aumento uréia sanguínea; • Osteonecrose (morte do osso) da mandíbula. Muito raros, < 1/10.000 (< 0,01%): • efeitos cardíacos que podem incluir dificuldade de respirar e retenção de fluído; • piora de um problema renal pré -existente (por exemplo, presença de sangue na urina); • exacerbação dos sintomas e sinais de herpes; • confusão visual ou alucinação (ver objetos animados ou inanimados que não existem). Informe ao seu médico, cirurgião -dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através de serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Os pacientes que receberam doses mais elevadas do que as recomendadas devem ser cuidadosamente monitorados. Na ocorrência de reduções sanguíneas de cálcio clinicamente significativa com sensação de formigamento, contrações musculares dolorosas e pressão baixa, a reversão do quadro clínico poderá ser obtida por uma infusão de gluconato de cálcio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    Nº lote, data de fabricação e validade: vide rótulo/caixa.
    MS nº 1.0298.0310
    Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo -CRF -SP nº 10.446
    SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918
    Pó liófilo: Fabricado por: Eurofarma Laboratórios Ltda.
    Av. Vereador José Diniz, 3465, Campo Belo -São Paulo-SP
    CNPJ nº 61.190.096/0001-92 – Indústria Brasileira

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  • zavesca-e-indicado-para-o-tratamento-oral-da-doença-de- gaucher-tipo-1

     

     

     

     

     

     

     

     

    Zavesca*

    Miglustate

    Forma Farmacêutica:

    Cápsula: 100 mg, embalagem com 5 blisters com 18 cápsulas em cada blister. Para administração oral.

    Uso Adulto e Pediátrico:

    Composição:

    Cada cápsula de ZAVESCA* contém: 100 mg de miglustate. Excipientes: Amido glicolato de sódio, povidona (K 30), e estearato de magnésio.

    Para que Zavesca* é indicado?

    ZAVESCA* é indicado para o tratamento oral da doença de Gaucher do tipo 1 leve a moderada para as quais a terapia de substituição enzimática é considerada inadequada. ZAVESCA é indicado para o tratamento das manifestações neurológicas progressivas em pacientes adultos e pediátricos com doença de Niemann – Pick tipo C.

    Como Zavesca* funciona?

    ZAVESCA* pertence a um grupo de medicamentos que tratam desordens metabólicas. ZAVESCA* inibe a enzima glucosilceramida sintase, responsável pela formação da glucosilceramida também chamada gluco cerebrósido. É utilizado para o tratamento de duas condições: • ZAVESCA* é usado no tratamento da doença de Gaucher tipo 1 leve
    a moderada: A doença de Gaucher é uma condição em que há um acúmulo de glucocerebrósido em certas células do sistema imunológico chamadas macrófagos. Isto conduz à deposição da substância nos órgãos do corpo, produzindo
    , por exemplo, aumento do fígado e baço, alterações no sangue, e doenças ósseas. • ZAVESCA* é usado no  tratamento de sintomas neurológicos progressivos em Niemann – Pick C: Niemann – Pick C é uma condição em que há um acúmulo de glucocerebrósido nas células cerebrais. Isto leva a distúrbios das funções neurológicas como o movimento dos olhos, equilíbrio, deglutição, memória e convulsões.

    Quando não devo usar Zavesca*?

    Você não deve utilizar Zavesca*: • Se você é alérgico (hipersensível) ao miglustate ou a qualquer um dos excipientes da formulação;
    • Se você estiver grávida;
    • Se você estiver amamentando, a menos que recomendado por seus médicos
    • Se você está pensando em engravidar.
    “Este medicamento não pode ser tomado por mulheres grávidas ou que estão pensando em engravidar durante o tratamento.¨

    O que devo saber antes de usar Zavesca*?

    ZAVESCA* não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou mulheres que estão tentando engravidar. Os homens tratados com Zavesca* devem utilizar métodos contraceptivos seguros durante o tratamento, incluindo três meses após a interrupção do tratamento. Você pode pedir para seu médico a avaliação antes e durante o tratamento com Zavesca* dos nervos dos braços e pernas, os níveis de vitamina B12, monitoramento do crescimento em crianças e adolescentes portadores de Niemann-Pick C, monitoramento da contagem de plaquetas em pacientes com Niemann – PickC. A razão para solicitar estes testes é que alguns pacientes tiveram dormência ou formigamento nas mãos ou pernas e redução de peso durante o tratamento com Zavesca*. Estes testes irão ajudar o médico a avaliar se esses efeitos são devidos à doença ou outras condições existentes, ou tratar reações adversas a medicamentos. Se você tiver diarreia, o médico pode recomendar uma mudança na dieta para reduzir a ingestão de lactose e de carboidratos, ou não tomar Zavesca* com alimentos ou reduzir temporariamente a dose. Em alguns casos, o médico pode prescrever um anti-diarreico tal como a loperamida. Se você não melhorar, ou apresentar dor abdominal, consulte o seu médico. O seu médico poderá investigar mais. ZAVESCA* pode causar tonturas. Se você sentir tonturas, não dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com Zavesca*. Antes de utilizar ZAVESCA*, informe o seu médico se:
    • Você está grávida ou pretende engravidar;
    • Você está amamentando;
    • Você não está utilizando um método contraceptivo confiável;
    • Você apresentar problemas renais ou hepáticos;
    • Você está tomando ou tomou recentemente outros medicamentos.
    “Os eventos adversos devem ser comunicados ao seu médico.”
    “Informe ao seu médico ou dentista se você estiver usando qualquer outro medicamento.”
    Cerezyme* administrado em conjunto com Zavesca* pode diminuir a exposição do seu corpo ao ZAVESCA*. “Não use medicamento sem informar ao seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Gravidez e amamentação:

    Você não deve tomar ZAVESCA* se você está grávida ou pretende engravidar. Seu médico pode dar-lhe informações adicionais. Você deve usar um método contraceptivo confiável durante o tratamento com Zavesca*. Não amamente enquanto estiver tomando ZAVESCA*. Consulte o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

    Interações Medicamentosas:

    Informe o seu médico se você tiver usado Cerezyme*, ou qualquer outro medicamento que contenha. imiglucerase. Imiglucerase pode diminuir a exposição ao ZAVESCA*. Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, incluindo medicamentos sem prescrição médica. ZAVESCA* pode ser tomado com ou sem alimentos.

    Alterações laboratoriais:

    Não foi encontrada interação de miglustate em testes laboratoriais.

    Onde, como e por quanto tempo devo guardar este medicamento?

    ZAVESCA* deve ser armazenado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC), protegido do calor e da umidade. O número do lote e data de fabricação são mostrados na embalagem exterior. A data de validade é mostrada na embalagem exterior. Este medicamento não deve ser utilizado após o prazo de validade impresso na embalagem exterior. Mantenha ZAVESCA* em sua embalagem original.”Antes de tomar ZAVESCA*, verifique seus aspectos físicos.” “Todos os medicamentos devem ser mantidos fora do alcance das crianças.”

    Como devo tomar ZAVESCA*?

    As cápsulas inteiras de ZAVESCA* tem que ser engolidas com água. Siga a orientação do seu médico, respeitando horários, as doses e a duração do tratamento. Para a doença de Gaucher tipo 1: A dose inicial recomendada para o tratamento de pacientes com a doença de Gaucher tipo 1 é de 100 mg, três vezes ao dia (manhã, tarde e noite), em intervalos regulares. Se você tem deficiências renais, informe o seu médico. Para a doença de Niemann-Pick tipo C: Para adultos e adolescentes, a dose habitual é de duas cápsulas (200 mg), três vezes ao dia (manhã, tarde e noite). Isto significa uma dose diária máxima de seis cápsulas ( 600 mg). Se você tem menos de 12 anos de idade, o seu médico irá ajustar a dose para a doença de Niemann Pick – tipo C. Se você tem problema nos rins você pode receber uma dose inicial mais baixa. O seu médico pode reduzir a dose, por exemplo, para uma cápsula (100 mg) uma ou duas vezes ao dia, se você sofre de diarreia ao tomar Zavesca. O seu médico irá dizer quanto tempo o seu tratamento irá durar. Não interrompa o tratamento sem falar com o seu médico. “ZAVESCA* não deve ser dividido ou mastigado. Se você tomar mais cápsulas de ZAVESCA* do que o recomendado, consulte imediatamente o seu médico. ZAVESCA* tem sido utilizado em doses dez maiores do que a recomendada em estudos clínicos: isto causou uma redução das células sanguíneas e outras reações adversas descritas nesta bula.

    O que devo fazer se eu esquecer de usar ZAVESCA*?

    Se você esqueceu qualquer dose, tome a próxima cápsula no horário habitual. Não tome o dobro da dose para compensar uma dose que você esqueceu. Se você parar de tomar Zavesca* : Não pare de tomar Zavesca* sem falar com o seu médico. Em caso de dúvidas, ligue para o seu médico ou farmacêutico.

    Quais são os efeitos colaterais que ZAVESCA* pode causar ?

    Como todos os medicamentos, ZAVESCA* pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas a presentem. Se você perder peso no início do tratamento com Zavesca*, não se preocupe. Os pacientes geralmente não conseguem perder peso durante o tratamento. Se você tiver um tremor leve, mais comumente nas mãos, informe o seu médico assim que possível. Tipicamente, o tremor desaparece sem a necessidade de interrupção do tratamento. Pode ser que seu médico necessite reduzir a dose ou interromper ZAVESCA* para parar o tremor. Os efeitos indesejáveis são listados por frequência, usando a seguinte convenção: muito comum ( ? 1/10), comum (1/100 ? x < 1/10) , pouco comum (> 1/10.000, ? 1/1.000), muito raros ( ? 1/10.000 ). As reações adversas estão organizadas de acordo com a frequência (das mais frequente para as menos frequentes ).

    Distúrbios Sanguíneos e do Sistema Linfático:

    Comum trombocitopenia

    Distúrbios do Metabolismo e Nutrição:

    Muito Comum perda de peso, diminuição do apetite.

    Distúrbios Psiquiátrico:

    Comum depressão, insônia, diminuição da libido.

    Distúrbios do Sistema Nervoso:

    Muito Comum tremor Comum neuropatia periférica, dor de cabeça, parestesia, tontura, coordenação anormal, hipoestesia, amnésia.

    Distúrbios Gastrointestinais:

    Muito Comum diarreia, flatulência, dor abdominal Comum náusea, vômito, distensão/desconforto abdominal, Constipação e dispepsia, Distúrbios músculo – esqueléticos e de tecidos conjuntivos: Comum espasmos musculares, fraqueza muscular. Distúrbios Gerais e reações no local de administração. Comum fadiga, astenia, calafrios, mal estar.

    Investigações Comum:

    Condução nervosa ( anormal ). As reações adversas mais comuns são: perda de peso, tremores, diarreia, flatulência
    ( gases intestinais ) e dor abdominal ( estômago). Entre as reações adversas comuns estão incluídas: anorexia ( perda de apetite), diminuição do apetite, dor de cabeça, tonturas, neuropatia periférica, parestesia (incluindo dormência e alterações da sensibilidade ), coordenação anormal, hipoestesia ( diminuição da sensibilidade ao tato ), dispepsia, azia, náuseas, constipação e vômitos, inchaço ou desconforto no abdômen ( barriga ) e trombocitopenia (redução nos níveis de plaquetas ). Os sintomas neurológicos e trombocitopenia podem ser devidos à própria doença. Outras reações adversas possíveis incluem: espasmos musculares (ou fraqueza), fadiga, dificuldade em dormir, e diminuição da libido. A maior parte dos pacientes apresentou um ou mais destes efeitos adversos, tipicamente, no início do tratamento e a intervalos regulares durante o tratamento. A maioria dos casos são leves e desaparecem muito rápido. Se algum destes efeitos colaterais causar problemas, consulte o seu médico. Ele ou ela pode reduzir a dose de Zavesca* ou recomendar um medicamento para ajudar no controle da s reações adversas. Alguns pacientes apresentaram alterações na sensibilidade e formigamento nas mãos e pés. Essas reações podem ser sinais de neuropatia periférica devido aos efeitos adversos de Zavesca* ou pode surgir a partir de condições existentes. O seu médico irá realizar alguns testes antes e durante o tratamento com Zavesca* para uma melhor avaliação. Se você sentir qualquer uma destas reações adversas, informe o seu médico assim que possível. Se algum dos efeitos colaterais se agravar ou se você detectar quaisquer efeitos indesejáveis não mencionados nesta bula, informe o seu médico. ” Atenção: este é um medicamento novo e, embora estudos clínicos tenham demonstrado eficácia e segurança aceitáveis, podem ocorrer efeitos indesejáveis e desconhecidos. Neste caso, informe seu médico. ” Informe o seu médico, dentista ou farmacêutico quaisquer reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço ao cliente.

    O que devo fazer se eu tomar mais ZAVESCA* do que eu deveria?

    Se tomar mais cápsulas do que lhe prescrito, consulte o seu médico imediatamente. ZAVESCA* tem sido utilizado em estudos clínicos em doses dez vezes maiores do que a dose recomendada: Isto causou diminuição nas células brancas do sangue e outros efeitos colaterais similares. Não há experiência de sobredosagem com Zavesca* em pacientes. ZAVESCA* foi utilizado em ensaios clínicos em doses superiores a 10 vezes a dose recomendada. A redução na contagem de células brancas foi observada nestas doses. Todas as outras reações adversas foram semelhantes às descritas no item 8. Em caso de sobre dosagem, o médico deve ser chamado ou um hospital de emergência deve ser procurado imediatamente. Todos os medicamentos devem ser mantidos fora do alcance das crianças.Em caso de intoxicação ligue 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Número de Registro no Ministério da Saúde: 1.5538.0002.001-2
    Farmacêutico Responsável: Fernanda Mendes – CRF/RJ 7807
    Actelion Pharmaceuticals do Brasil Ltda
    Rua Dalcídio Jurandir, n° 255, 3° andar Salas 306 – parte, 307 e 308, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ, CEP 22.631-250. CNPJ 05.240.939/0001-47 – Indústria Brasileira
    Atendimento ao Cliente; 0800 – 942 0808
    Fabricado por: Almac Pharma Services Limited, Armagh, Irlanda do Norte.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 26/03/2012

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  • ranidin-é-indicado-para-o-tratamento-de-ulceras-de-estomago-ou-duodeno

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ranidin®

    cloridrato de ranitidina
    Comprimido revestido

    Identificação do Produto:

    Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimido revestido 150 mg: embalagem contendo 20 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém: cloridrato de ranitidina…………………………………………………………………………………………………………………168 mg*
    *Equivalente a 150 mg de ranitidina base.
    *Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de
    silício, hipromelose, macro gol,dióxido de titânio , amido, polidextrose, talco, maltodextrina, triglicerídeos de cadeia média e álcool polivilínico.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    RANIDIN é indicado para:
    – tratamento de úlceras de estômago ou de duodeno, incluídas as associadas ao uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (em alguns casos seu médico pode prescrever RANIDIN com antibióticos);
    –  prevenção de úlceras que surgem como efeito colateral de agentes anti-inflamatórios não esteroidais, como
    alguns medicamentos para tratamento de artrite;
    –  prevenção de sangramentos decorrentes de úlcera péptica;
    –  tratamento de úlcera duodenal associada à infecção pela bactéria Helicobacter pylori;
    –  tratamento de problemas causados pelo refluxo (retorno) de ácido do estômago para o esôfago (esofagite), e
    outras condições que, como essa, causam dor ou desconforto, algumas vezes conhecidos como indigestão, dispepsia (dificuldade na digestão dos alimentos) ou azia;
    –  tratamento de úlceras pós- operatórias;
    –  tratamento de uma doença conhecida como Síndrome de Zollinger
    –  Ellison, caracterizada por úlceras graves, extrema acidez gástrica e tumores das células do pâncreas secretoras de gastrina (hormônio presente na secreção gástrica);
    –  tratamento de dispepsia episódica crônica, doença caracterizada por dor epigástrica (na parte alta do abdômen)
    ou retroesternal (atrás do osso esterno, que fica no meio do peito) associada às refeições ou a distúrbios do sono;
    –  prevenção de úlcera causada por estresse em pacientes em estado grave;
    –  prevenção de uma doença conhecida como Síndrome de Mendelson, caracterizada por distúrbios pulmonares
    produzidos pela aspiração de secreção gástrica pelo trato respiratório.

    Como este medicamento funciona?

    RANIDIN contém ranitidina, substância que reduz a quantidade de ácido produzida no estômago. Isso favorece a cicatrização da gastrite e das úlceras pépticas do estômago e do duodeno, além de prevenir complicações. Após alguns dias de tratamento, você já deverá se sentir bem melhor. Mas não pare de usar RANIDIN antes do fim do período determinado pelo seu médico, pois a dor e o desconforto poderão voltar.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Contraindicações:

    Se você responder “sim” a qualquer uma das perguntas abaixo, avise seu médico ANTES de usar este medicamento.
    –  Já lhe disseram que você é alérgico a RANIDIN, ranitidina ou qualquer outro ingrediente de RANIDIN (ver item “Composição”)?
    –  Você está grávida ou pretende engravidar logo?
    –  Você está amamentando?

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e advertências:

    O tratamento com ranitidina pode mascarar sintomas relacionados ao carcinoma gástrico (tipo de tumor no estômago) e, assim, retardar o diagnóstico dessa doença.Em caso de suspeita de úlcera gástrica deve ser excluída a possibilidade de doença maligna antes de se instituir a terapia com RANIDIN. Caso você tenha insuficiência renal (mal funcionamento dos rins), converse com o seu médico. Ele pode alterar a sua dosagem. Deve-se evitar o uso de ranitidina em pacientes com história de porfiria aguda, visto que há relatos, embora raros, de crises desta doença causadas pela ranitidina. É recomendado o acompanhamento regular dos pacientes que estão em tratamento concomitante com anti-inflamatórios não esteroidais e ranitidina, especialmente dos idosos e daqueles com histórico de úlcera péptica. Em idosos, e em pacientes com doença pulmonar crônica, com diabetes ou imunodeprimidos, pode haver aumento do risco de desenvolver pneumonia comunitária. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Interações medicamentosas:

    A ranitidina pode interagir com outros medicamentos. Por isso, seu médico pode recomendar ajuste na dosagem
    do medicamento afetado ou a interrupção do tratamento com RANIDIN. Converse com o seu médico caso você esteja fazendo uso dos seguintes medicamentos:
    –  diazepam, triazolam e midazolam ( utilizados para tratar ansiedade e dificuldade de dormir );
    –  lidocaína, um anestésico;
    –  fenitoína, utilizada para controlar alguns tipos de convulsão (epilepsia);
    –  propranolol, utilizado para tratar hipertensão (pressão alta);
    –  teofilina, utilizada no tratamento da asma;
    –  procainamida
    –  acetilprocainamida, utilizadas no tratamento da arritmia cardíaca;
    –  glipizida, utilizada no tratamento da diabetes;
    –  cetoconazol, utilizado no tratamento de infecções causadas por fungos;
    –  atazanavir e delavirdina, utilizados no tratamento da AIDS; – gefitinibe, utilizado no tratamento do câncer;
    –  sucralfato, utilizado no tratamento de úlceras no estômago. Não existem contraindicações relativas a faixas etárias.
    Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15 ° e 30°C); proteger da luz e umidade. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Aspecto físico:

    Comprimido revestido de cor branca, circular, contendo núcleo branco. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso: O comprimido de RANIDIN deve ser engolido inteiro, com um copo de água.
    Posologia
    Adultos
    Úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna.
    Tratamento agudo (durante a crise): A dose-padrão usual para tratamento agudo de úlcera gástrica benigna e úlcera duodenal é de 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Na maioria dos casos de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas. Em alguns pacientes, esse período pode se estender até oito semanas. Na úlcera duodenal, com 300 mg, duas vezes ao dia, durante quatro semanas obtêm-se taxas de cicatrização maiores do que com 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite), durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado a maior incidência de efeitos colaterais. Tratamento de longo prazo: No tratamento de longo prazo, a dose geralmente utilizada é de 150 mg à noite. O tabagismo (hábito de fumar) está relacionado à maior frequência de reincidência de úlcera duodenal. Em pacientes fumantes que não conseguem evitar fumar durante o tratamento, uma dose de 300 mg a noite proporciona benefício terapêutico adicional sobre o regime de doses de 150 mg. Úlcera péptica associada ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais. No caso de úlceras que se desenvolvem durante a terapia com anti-inflamatórios não esteroidais ou associadas ao uso continuado dessas drogas, podem ser necessárias de oito a doze semanas de tratamento com ranitidina. Para a prevenção de úlceras duodenais associadas ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais, podem ser administrados concomitantemente 150 mg de ranitidina, duas vezes ao dia. Para o tratamento agudo dessa condição, devem ser usados 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Úlcera duodenal associada à infecção por Helicobacter pylori.A dose de 300 mg à noite (ou 150 mg, duas vezes ao dia) de ranitidina pode ser administrada em associação com 750 mg de amoxicilina oral, três vezes ao dia, e 500 mg de metronidazol, três vezes ao dia, por duas semanas. Terminado esse período, a terapia deve ser continuada por mais duas semanas apenas com RANIDIN. Esse regime reduz significativamente a recidiva de úlcera duodenal. Úlcera pós-operatória. A dose-padrão é de 150 mg, duas vezes ao dia. Na maioria dos casos, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas, mas em alguns pacientes esse período pode se estender até oito semanas. Refluxo gastroesofágico. Tratamento agudo: Na esofagite de refluxo recomenda-se a dose de 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg a noite) durante oito semanas. Esse período pode se estender até 12 semanas, se necessário. Em pacientes com esofagite de moderada a grave, a dose pode ser aumentada para 150 mg, administrados quatro vezes ao dia, por até 12 semanas. Tratamento de longo prazo: A dose oral recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia. Alívio dos sintomas: Recomenda-se o regime de 150 mg, duas vezes ao dia, durante duas semanas. O tratamento pode ser continuado por mais duas semanas nos pacientes que não respondem adequadamente à terapia inicial. Síndrome de Zollinger-Ellison. A dose inicial recomendada é de 150 mg, três vezes ao dia, e, se necessário, pode ser aumentada. Doses diárias de até 6 g têm sido bem toleradas. Dispepsia episódica crônica. A dose-padrão recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia, por até seis semanas. Qualquer paciente que não responda à terapia ou que tenha recidiva logo após o tratamento deve ser investigado. Prevenção da síndrome de Mendelson ( pneumonia por bronco aspiração ). Deve-se utilizar 150 mg duas horas antes da anestesia e, preferivelmente, 150 mg na noite anterior. Alternativamente, o uso de cloridrato de ranitidina injetável pode ser considerado. Em pacientes em trabalho de parto, a dose recomendada é de 150 mg a cada seis horas. Porém, se for necessária anestesia geral, recomenda-se que adicionalmente seja administrado um antiácido (por exemplo, citrato de sódio). Prevenção da hemorragia decorrente de úlcera de estresse em pacientes gravemente doentes ou na prevenção da hemorragia recorrente (que reaparece) em pacientes com sangramento devido à ulceração péptica. O uso da dose de 150 mg por via oral, duas vezes ao dia, pode substituir o de cloridrato de ranitidina injetável logo que o paciente possa ingerir alimentos normalmente. Crianças: A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é de 2 a 4 mg/kg, duas vezes ao dia. Pode-se chegar ao máximo de 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal: Pode ocorrer acúmulo de ranitidina, resultando em elevadas concentrações no organismo, nos pacientes com insuficiência renal. Nestes casos, a dose diária de ranitidina deve ser de 150 mg. Pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica de vem ingerir uma dose de 150 mg de ranitidina imediatamente após a diálise. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de uma dose, tome-a o quanto antes e prossiga com o horário normal das demais doses. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A maioria dos pacientes que usa este medicamento não encontra problemas. Mas, como ocorre com todos os medicamentos, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais. Se você tiver algum dos sintomas abaixo logo após fazer uso de RANIDIN, PARE o tratamento e procure seu médico imediatamente. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – respiração ofegante, dor ou aperto, de início repentino, no peito; – inchaço de pálpebras, face, lábios, boca ou língua; – febre; – erupções cutâneas ou fissuras na pele, em qualquer lugar do corpo; – sensação de fraqueza, especialmente ao ficar em pé. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – choque anafilático (reações alérgicas graves). Conforme relatos, os eventos acima ocorreram após uma única dose. Comunique seu médico o quanto antes caso sinta qualquer dos sintomas abaixo. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – redução dos batimentos cardíacos ou batimento irregular; – tontura; – sensação de cansaço; – fraqueza; – reação na pele, ocasionalmente grave (placas roxas/vermelhas ou erupções); – falta de ar e fadiga. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – visão turva; – náuseas, vômitos, perda de apetite (mais severa que a usual), icterícia (pele e olhos amarelados) e urina de coloração escura. Esses sintomas podem indicar que você está com hepatite (inflamação do fígado); – confusão mental; – impotência sexual reversível; – diarreia; – queda de cabelo; – dor de forte intensidade no estômago ou mudança no tipo de dor que você costuma sentir; – infecções recorrentes; – hematomas (manchas roxas na pele); – dor de cabeça; – dores musculares ou nas juntas; – problemas nos rins (os sintomas que indicam isso são: mudança na quantidade e na cor da urina, náuseas, vômitos, confusão, febre e erupções); – sensação de depressão; – alucinações; – movimentos musculares anormais ou tremor; – crescimento ou alargamento das mamas; – secreção de leite pelas mamas. Avise seu médico que você toma RANIDIN caso vá fazer um exame de sangue, urina ou outros. O cloridrato de ranitidina pode alterar o resultado de alguns exames. Se em algum momento você experimentar sintomas que não consegue entender, consulte seu médico. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Devido à elevada especificidade de ação da ranitidina, não está prevista a ocorrência de problemas de maior gravidade no caso de eventual superdose de RANIDIN. Se houver superdose, procure socorro médico o mais rápido possível. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Registro MS–1.0497.
    0160UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
    Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
    Embu-Guaçu–SP – CEP: 06900-000
    CNPJ: 60.665.981/0001-18
    Indústria Brasileira
    Farm. Resp.: Florentino de Jesus Krencas
    CRF-SP: 49136
    Fabricado na unidade fabril: Trecho 1, conjunto 11, lote 6/12
    Polo de Desenvolvimento JK.
    Brasília–DF – CEP: 72549-555
    CNPJ 60.665.981/0007-03
    Indústria Brasileira
    SAC 0800 11 1559

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  • paclimeiz-tem-as-seguintes-indicações-carcinoma-tumor-maligno-de-ovátioPACLIMEIZ®

    6 mg/mL
    paclitaxel
    Solução Injetável

    Identificação do Medicamento

    Apresentação:

    Solução concentrada para infusão intravenosa de 6 mg/mL em 1 frasco-ampola de 5 ou 16,67 mL.
    Uso Intravenoso
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada mL da solução para infusão contém 6 mg de paclitaxel. Excipiente: ácido cítrico anidro, cremophor ELP (óleo de rícino polioxietileno) e álcool etílico.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    PACLIMEIZ tem as seguintes indicações: Carcinoma (tumor maligno) de Ovário PACLIMEIZ é indicado como primeira e segunda linha de tratamento do carcinoma avançado de ovário, quando indicado como primeira linha de tratamento, PACLIMEIZ é utilizado em combinação com outro medicamento com composto de platina.

    Câncer de Mama:

    PACLIMEIZ é utilizado como tratamento adjuvante do câncer de mama, ou seja, é utilizado posterior ao tratamento principal. Como tratamento de primeira linha é utilizado após recidiva da doença dentro de 6 meses de terapia adjuvante e como tratamento de segunda linha é utilizado após falha da quimioterapia combinada para doença metastática, onde ocorre a disseminação da doença de um órgão para outro. Também é utilizado na terapia de primeira linha em câncer avançado ou metastático de mama, em combinação com trastuzumab, em pacientes com super expressão do HER-2 em níveis de 2+ e 3+ como determinado por imunohistoquímica. Câncer de Não-pequenas Células de Pulmão. PACLIMEIZ é indicado para o tratamento do câncer de não-pequenas células do pulmão em pacientes que não são candidatos a cirurgia e/ou radioterapia com potencial de cura, como tratamento de primeira linha em combinação com um composto de platina ou como agente único. Sarcoma de Kaposi. PACLIMEIZ é indicado como tratamento de segunda linha no sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS.

    Como este medicamento funciona?

    PACLIMEIZ contém paclitaxel, substância que possui atividade antitumoral. O paclitaxel é um agente que promove as reorganizações de funções que são essenciais para formação celular e também induz a formação anormal de estruturas durante o ciclo celular exercendo assim a atividade antitumoral.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Caso você apresente histórico de reações graves de hipersensibilidade ao paclitaxel ou ao óleo de rícino polioxietilado
    você não deve utilizar PACLIMEIZ. PACLIMEIZ não deve ser administrado em pacientes com tumores sólidos que apresentem as seguintes alterações nos exames laboratoriais: contagem de neutrófilos basal < 1.500 células/mm³ ou pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS com contagem de neutrófilos basal ou subsequente < 1.000 células/mm³.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    PACLIMEIZ deve ser administrado sob a supervisão de um médico com experiência na utilização de agentes quimioterápicos. Anafilaxia (reações alérgicas) e Reações Graves de Hipersensibilidade. Você poderá apresentar anafilaxia e reações graves de hipersensibilidade que são caracterizadas por falta de ar, hipotensão (diminuição da pressão arterial), angioedema ou urticária generalizada. Raras reações fatais ocorreram em alguns pacientes, apesar do pré-tratamento. Como pré-tratamento, o seu médico poderá indicar difenidramina, medicamentos corticos teróides e da classe dos antagonistas H2. Em caso de reação de hipersensibilidade grave, a infusão de PACLIMEIZ deve ser descontinuada imediatamente e o paciente não deve receber novo tratamento de PACLIMEIZ. Mielodepressão (diminuição da atividade da medula óssea) A principal toxicidade dependente da dose e do esquema posológico durante tratamento com PACLIMEIZ é a diminuição da atividade da medula óssea, principalmente a neutropenia, que é diminuição das células brancas do sangue. Seu médico poderá solicitar a monitorização frequente do hemograma (exame sanguíneo) durante o tratamento com PACLIMEIZ.

    Cardiovasculares:

    Você poderá apresentar diminuição da pressão arterial, aumento da pressão arterial e diminuição dos batimentos cardíacos durante a administração de PACLIMEIZ. Os pacientes geralmente permanecem se m sintomas e não requerem tratamento. Já em casos graves, poderá ser necessária a interrupção ou a descontinuação das infusões de PACLIMEIZ de acordo com a avaliação do seu médico.

    Sistema Nervoso:

    Você poderá apresentar neuropatia periférica, que é uma doença do sistema nervoso, e normalmente não é grave. Seu médico poderá recomendar redução da dose de PACLIMEIZ nos ciclos subsequentes. PACLIMEIZ contém álcool (etanol) desidratado. Devem ser considerados os possíveis efeitos do álcool no sistema nervoso central e seus outros efeitos, em todos os pacientes. Crianças podem ser mais sensíveis aos efeitos do álcool que os adultos.

    Reação no Local da Injeção:

    Seu médico deverá monitorar de perto o local da infusão quanto a uma possível infiltração durante a administração da droga.

    Uso em crianças:

    A segurança e a eficácia de PACLIMEIZ em pacientes pediátricos não foram estabelecidas. Em um estudo clínico conduzido com crianças, ocorreram casos de toxicidade do sistema nervoso central (SNC).

    Uso em idosos:

    Pacientes idosos podem apresentar com maior frequência eventos cardíacos, neuropatia e diminuição da função da
    medula óssea.

    Insuficiência Hepática:

    Pacientes com insuficiência no fígado podem apresentar maior risco de toxicidade. O ajuste de dose poderá ser recomendado e seu médico poderá recomendar monitoração quanto ao desenvolvimento de supressão profunda da medula óssea.

    Gravidez:

    PACLIMEIZ poderá causar danos ao feto quando administrado durante a gestação. Mulheres em idade reprodutiva devem evitar a gravidez durante a terapia com o paclitaxel. Se PACLIMEIZ for utilizado durante a gestação ou se a paciente ficar grávida enquanto em tratamento com a droga, a paciente deverá ser informada sobre os perigos potenciais. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Lactação – mulheres que estejam amamentando Recomenda-se a interrupção da amamentação enquanto durar a terapia com PACLIMEIZ.

    Interações medicamentosas:

    PACLIMEIZ possui interações com cisplatina; medicamentos indutores e inibidores hepáticos e com doxorrubicina.Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use o medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    O armazenamento do produto deve ser realizado sob refrigeração, em temperatura entre 2°- 8°C, em sua embalagem
    original. Os frascos-ampola fechados são estáveis por 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem, quando armazenados nas condições indicadas. Os frascos-ampola de PACLIMEIZ quando utilizados como multi-dose se mantém estáveis por 28 dias (após a sua primeira utilização) se mantidos em temperaturas de 2°C a 25
    °C e em seus cartuchos originais para proteger da luz. Sob-refrigeração pode ocorrer à precipitação de componentes da solução, porém estes se dissolvem em temperatura ambiente com ou sem agitação. Nesta circunstância a qualidade do produto não é afetada. O congelamento não afeta o produto. Se a solução permanecer turva ou um precipitado insolúvel se formar, o frasco-ampola deverá ser descartado. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Depois de preparado (em temperatura ambiente até 25ºC), este medicamento pode ser utilizado em 24 horas.

    Características físicas e organoléptica:

    PACLIMEIZ concentrado para injeção é uma solução viscosa, clara, incolor a levemente amarelada, essencialmente livre de material particulado por inspeção visual. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Pelo fato deste produto ser de uso restrito em ambiente hospitalar ou em ambulatório especializado, com indicação específica e manipulação apenas por pessoal treinado, o item Como usar não consta nesta bula, uma vez que as informações serão fornecidas pelo médico, conforme necessário.

    Posologia:

    Antes da administração de PACLIMEIZ você será pré-medicado para diminuir o risco da ocorrência de reações graves de hipersensibilidade.

    Carcinoma de Ovário:

    Na terapia combinada, para pacientes que não receberam tratamento anterior, o regime posológico recomendado a cada 3 semanas é a administração intravenosa de 175 mg/m2 de PACLIMEIZ por 3 horas, seguida pela administração de um composto de platina. Alternativamente, PACLIMEIZ pode também ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2 por 24 horas, seguida por um composto de platina, a cada 3 semanas. Na monoterapia, em pacientes anteriormente tratados com quimioterapia, o esquema recomendado corresponde a 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

    Câncer de Mama:

    Na terapia adjuvante: 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas por 4 ciclos em sequência à terapia-padrão combinada. Monoterapia, terapia de primeira linha após recidiva dentro de um período de 6 meses da terapia adjuvante: 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas. Terapia de primeira linha em câncer avançado ou metastático de mama: em combinação com trastuzumabe, a dose recomendada de PACLIMEIZ é 175 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com um intervalo de três semanas entre os ciclos. A infusão de PACLIMEIZ deve ser iniciada no dia seguinte da primeira dose de trastuzumabe ou imediatamente após as doses subsequentes de trastuzumabe, caso a dose precedente de trastuzumabe tenha sido bem tolerada. Monoterapia, terapia de segunda linha após falha da quimioterapia combinada para doença metastática: 175 mg/m2 de PACLIMEIZ administrados intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas.

    Câncer de Não-Pequenas Células do Pulmão:

    Terapia combinada: Para pacientes não tratados anteriormente, a dose de PACLIMEIZ recomendada com 3 semanas de intervalo entre os ciclos é de 175 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, seguida por um composto de platina. Alternativamente, PACLIMEIZ pode ser administrado intravenosamente com uma dose de 135 mg/m2 por 24 horas, seguido por um composto de platina, com intervalo de 3 semanas entre os ciclos. Monoterapia: PACLIMEIZ 175 – 225 mg/m2 administrado intravenosamente por 3 horas, a cada 3 semanas. Sarcoma de Kaposi Relacionado à AIDS. Terapia de segunda linha: A dose de PACLIMEIZ recomendada é de 135 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 3 semanas entre os ciclos, ou 100 mg/m2 administrados intravenosamente por 3 horas, com intervalos de 2 semanas entre os ciclos (intensidade da dose 45 – 50 mg/m2 /semana). PACLIMEIZ também pode ser administrado em uma dose de 80 mg/m2 semanalmente para tratamento de câncer de ovário, câncer de mama e sarcoma de Kaposi, como terapia de segunda linha, levando- se sempre em conta que todos os pacientes devem ser pré-medicados antes da administração de PACLIMEIZ. Esta posologia parece estar associada a uma menor mielotoxicidade com eficácia terapêutica similar à administração a cada 21 dias.

    Insuficiência do fígado:

    Pacientes com insuficiência do fígado podem apresentar risco de toxicidade aumentado. O ajuste de dose é recomendado. Os pacientes devem ser bem monitorados quanto ao desenvolvimento de depressão profunda da medula óssea.

    Condições de manuseio e dispensação:

    Procedimentos para manuseio, dispensação e descarte adequado de drogas antineoplásicas devem ser considerados.

    Risco de uso por via não recomendada:

    Para segurança e eficácia desta apresentação, PACLIMEIZ não deve ser administrado por vias não recomendadas. A
    administração deve ser somente pela via intravenosa. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do seu médico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A frequência e a gravidade dos eventos adversos são geralmente similares entre os pacientes que receberam PACLIMEIZ para o tratamento do câncer de ovário, mama, carcinoma de não-pequenas células de pulmão ou sarcoma de Kaposi. Entretanto, pacientes com sarcoma de Kaposi relacionado à AIDS podem sofrer com maior frequência e gravidade toxicidade hematológica, infecções (incluindo infecções oportunistas) e neutropenia febril. Estes pacientes necessitam de uma redução na intensidade da dose e de cuidados de suporte. Nos estudos clínicos, pacientes tratados com PACLIMEIZ apresentaram reações de hipersensibilidade, alterações cardiovasculares (como diminuição da frequência cardíaca, diminuição da pressão arterial e alterações no eletrocardiograma), neuropatia (doença do sistema nervoso), sintomas gastrointestinais (como náuseas, vômitos, diarreia e mucosite), dores musculares, dores articulares, queda de cabelo, alterações no fígado, reações no local da injeção e reações adversas relacionadas à medula óssea, como alterações das células brancas do sangue, trombocitopenia, anemia, infecções e hemorragia. Como resultado da reação de hipersensibilidade, você poderá apresentar alterações transitórias na pele e ou edema, e em uma menor frequência poderá apresentar alterações nas unhas. Raramente, você poderá apresentar reações pulmonares e anormalidades cutâneas, como erupção, prurido e síndrome de Stevens-Johnson.
    A frequência dos eventos adversos listada abaixo é definida usando o seguinte: muito comum (?10%); comum (? 1%, < 10%); incomum (? 0,1%, < 1%); rara (?0,01%, < 0,1%); muito raro (< 0,01%); não conhecido (não pode ser estimado com base nos dados disponíveis).

    Infecções e infestações:

    – Muito comum: infecção – Incomum: choque séptico – Rara: pneumonia, sepse. Desordens do sangue e do sistema linfático: – Muito comum: mielossupressão, neutropenia, anemia, trombocitopenia, leucopenia, febre, sangramento
    – Rara: neutropenia febril – Muito rara: leucemia mieloide aguda, síndrome mielodisplásica. Desordens do sistema imunológico: – Muito comum : reações menores de hipersensibilidade (principalmente vermelhidão e erupção cutânea)  – Incomum: reações significantes de hipersensibilidade requerendo tratamento (exemplo: hipotensão, edema angioneurótico, desconforto respiratório, urticária generalizada, edema, dor nas costas, calafrios) – Raro: reações anafiláticas (seguida de morte) – Muito rara: choque anafilático. Desordens no metabolismo e nutrição: – Muito rara: anorexia. – Não conhecido: síndrome de lise tumoral. Desordens psiquiátricas: – Muito rara: estado de confusão. Desordens do sistema nervoso: – Muito comum: neurotoxicidade (principalmente: neuropatia periférica) – Raro: neuropatia motora (com fraqueza menor distal resultante) – Muito rara: neuropatia autonômica (resultando em íleo paralítico e hipotensão ortostática), epilepsia do tipo grande mal, convulsões, encefalopatia, tontura, dor de cabeça, ataxia Desordens nos olhos: – Muito rara: distúrbios reversíveis do nervo óptico e/ou visuais (escotomas cintilantes) particulamente em pacientes que tenham recebido doses maiores que as r ecomendadas, fotopsia, embaçamento visual – Não conhecido: edema macular. Desordens no ouvido e labirinto: – Muito rara: perda da audição, tinitus vertigem, ototoxicidade. Desordens cardíacas: – Muito comum: ECG anormal – Comum: bradicardia
    – Incomum: cardiomiopatia, taquicardia ventricular assintomática, taquicardia com bigeminismo, bloqueio AV e síncope, infarto do miocárdio. – Muito rara: fibrilação atrial, taquicardia supraventricular. Desordens vasculares: – Muito comum: hipotensão – Incomum: hipertensão, trombose, tromboflebite – Muito rara: choque. Desordens respiratórias, torácicas e do mediastino: – Rara: dispneia, efusão pleural, insuficiência respiratória, pneumonia intersticial, fibrose pulmonar, embolia pulmonar. – Muito rara: tosse. Desordens gastrointestinais: – Muito comum: náusea, vômito, diarreia, inflamação mucosal (mucosite) – Rara: obstrução intestinal, perfuração intestinal, colite isquêmica, pancreatite – Muito rara: trombose mesentérica, colite pseudomembranosa, esofagite, constipação, ascite (barriga d`água). Desordens hepato-biliares: – Muito rara: necrose hepática (seguida de morte), encefalopatia hepática (seguida de morte). Desordens do tecido subcutâneo e da pele: – Muito comum: alopecia – Comum: alterações transientes e moderadas na pele e unhas. – Rara: prurido, erupção cutânea, eritema, flebite, celulite, esfoliação da pele, necrose e fibrose, radiation recall – Muito rara: Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidermal, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, urticária, oncólise (pacientes em tratamento devem usar protetor solar nas mãos e nos pés) – Não conhecido: esclerodermia, lúpus eritematoso cutâneo;. Desordens musculo-esqueléticas, nos ossos e tecidos de conexão: – Muito comum: artralgia, mialgia – Não conhecido: lúpus eritematoso sistêmico Desordens gerais e condições do local da administração: – Comum: reações no local da injeção (incluindo edema, dor, eritema, endurecimento localizados, o extrvasamento pode resultar em celulite) – Rara: astenia, mal estar, pirexia, desidratação, edema. Investigações: – Comum: elevação grave no AST (SGOT), elevação grave na fosfatase alcalina – Incomum: elevação grave na bilirrubina – Rara: aumento da creatinina no sangue Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não existe antídoto conhecido que possa ser utilizado em caso de superdose. As complicações principais de uma superdose consistem em depressão da medula óssea, toxicidade neurológica e inflamação da mucosa. A superdosagem em pacientes pediátricos pode estar associada com a toxicidade aguda ao etanol. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Dizeres Legais

    Registro no M.S. n.º: 1.2361.0075
    Farmacêutica Responsável: Lenita A. Alves Gnochi CRF-SP: 14.054
    Fabricado por: Laboratórios IMA S.A.I.C. – Buenos Aires – Argentina.
    Embalado por: Laboratórios Richmond S.A.C.I.F. – Buenos Aires – Argentina.
    Registrado, Importado e Distribuído por: Meizler UCB Biopharma S/A.
    Endereço: Alameda Araguaia, 3833 – Tamboré
    CEP.: 06455-000 – Barueri – SP
    C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

     

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  • lacril-é-indicado-como-lagrima-artificial-em-todas-as-condições-em que se torna-necessario-uma-suplementação-lacrimal-olho-secoLacril®

    Lubrificante Ocular

    Apresentação:

    Solução Oftálmica Estéril
    Frasco plástico conta-gotas contendo 15 ml de solução oftálmica estéril de álcool polivinílico (14mg/ml).
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO TÓPICA OCULAR
    USO ADULTO

    Composição:

    Cada ml (24 gotas) contém: 14 mg de álcool polivinílico (0,583 mg/gota). Veículo: cloreto de sódio, cloreto de benzalcônio, edetato dissódico, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, fosfato de sódio monobásico monoidratado, ácido clorídrico, hidróxido de sódio e água purificada q.s.p.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    LACRIL® é indicado como lágrima artificial em todas as condições em que se torna necessária uma suplementação lacrimal, como na síndrome do olho seco e na lubrificação de prótese ocular. LACRIL® também é indicado aos usuários de lentes de contato convencionais (lentes rígidas acrílicas ou gás permeáveis). A delicada camada protetora e amortecedora que se forma entre a lente e a córnea permite uma rápida umidificação o que favorece a adaptação de lente de contato e seu uso por períodos mais prolongados.

    Como este medicamento funciona?

    LACRIL® proporciona alívio dos sintomas causados pela síndrome de olho seco ou pela má lubrificação de lentes de contato rígidas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    LACRIL® é contraindicado para pessoas que apresentam alergia a qualquer um dos componentes da sua fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Para não contaminar o colírio evite o contato do conta-gotas com qualquer superfície. Não permita que a ponta do frasco entre em contato direto com os olhos. LACRIL® é um medicamento de uso exclusivamente tópico ocular. Caso persista a irritação ou o desconforto nos olhos, suspenda o uso e consulte um oftalmologista.

    Uso durante a Gravidez e Lactação:

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Na ocorrência de gravidez ou se estiver amamentando, consulte o médico antes de fazer uso de medicamentos.

    Uso em idosos:

    Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias. Pacientes que utilizam lentes de contato LACRIL® não deve ser utilizado com lentes de contato gelatinosas (hidrofílicas).

    Interações medicamentosas:

    Não são conhecidas interações medicamentosas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Uso em idosos:

    Não existem restrições de uso em pacientes idosos. A posologia é a mesma que a recomendada para as outras faixas etárias. Pacientes que utilizam lentes de contato LACRIL® não deve ser utilizado com lentes de contato gelatinosas (hidrofílicas).

    Interações medicamentosas:

    Não são conhecidas interações medicamentosas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    LACRIL® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 120 dias. LACRIL® é uma solução estéril límpida e incolor. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte
    o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Você deve usar este medicamento exclusivamente nos olhos. Antes de usar o medicamento, confira o nome no rótulo para não haver enganos. Não utilize LACRIL® caso haja sinais de violação e/ou danificações do frasco. A solução já vem pronta para uso. Não encoste a ponta do frasco nos olhos, nos dedos e nem em outra superfície qualquer para evitar a contaminação do frasco e do colírio. Você deve aplicar o número de gotas da dose recomendada pelo seu médico em um ou ambos os olhos. A dose usual é de 1 ou 2 gota(s) aplicada(s) no(s) olho(s) afetado(s), quantas vezes forem necessárias para manter a lubrificação adequada dos olhos ou de acordo com a orientação do seu médico. Feche bem o frasco depois de usar. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Você deve retornar a utilização do medicamento assim que se lembrar seguindo normalmente os intervalos de horários entre as aplicações até o final do dia. No dia seguinte, retornar aos horários regulares. Em caso de dúvidas, procure a orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como qualquer medicamento, podem ocorrer reações indesejáveis com a aplicação de LACRIL®. Podem ocorrer raros casos de ardor ou pontadas à instilação. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em geral, superdoses não provocam problemas agudos. Se for ingerido acidentalmente, beba bastante líquido para diluir. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    Reg. ANVISA/MS – 1.0147.0161
    Farm. Resp.: Elizabeth Mesquita CRF-SP nº 14.337

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA

    Qualidade e Tradição a Serviço da Oftalmologia
    Registrado por: Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA
    Av. Dr. Cardoso de Melo, 1855
    Bloco 1 – 13º andar – Vila Olímpia
    São Paulo – CEP 04548-005
    CNPJ: 43.426.626/0001-77
    Fabricado por: Allergan Produtos Farmacêuticos LTDA
    Guarulhos, São Paulo
    Indústria Brasileira
    ® Marcas Registradas de Allergan, Inc.
    SAC: 0800-14-4077
    Discagem Direta Gratuita

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    nactali-é-usado-para-evitar-gravidez

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Nactali

    desogestrel

    Apresentações:

    Comprimidos revestidos contendo 75 mcg de desogestrel. Embalagens com 28 ou 84 comprimidos revestidos.
    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido contém 75 mcg de desogestrel. Excipientes: lactose monoidratada, amido, povidona, ácido esteárico, racealfatocoferol, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

    Informações ao Paciente:

    *Leia cuidadosamente esta bula antes de iniciar o tratamento com esse medicamento.
    *Guarde esta bula. Você pode precisar ler as informações novamente em outra ocasião.
    *Esta bula fornecerá informações sobre os benefícios e riscos do Nactali. Ela também a orientará sobre como você deve tomar Nactali corretamente e quando deve informar ao seu médico sobre condições relacionadas com sua saúde. Se tiver alguma dúvida, peça auxílio ao seu médico ou farmacêutico.
    *Esse medicamento foi receitado para você e não deve ser fornecido a outras pessoas, pois pode ser prejudicial a elas, mesmo que os sintomas que elas apresentem sejam iguais aos seus.
    *Se algum dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você apresentar algum efeito colateral que não esteja mencionado nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

    Para que este medicamento é indicado?

    Nactali é usado para evitar a gravidez.

    Como este medicamento funciona?

    Nactali contém uma pequena quantidade de um tipo de hormônio sexual feminino, o progestagênio desogestrel. Por esse motivo, Nactali é chamado de pílula com progestagênio isolado, ou minipílula. Diferentemente das pílulas combinadas, as minipílulas não contêm um hormônio estrogênio associado ao progestagênio. A maioria das minipílulas, age principalmente impedindo a entrada das células do esperma no útero, mas nem sempre impedem a maturação do óvulo, que é a ação principal das pílulas combinadas. Nactali é diferente das outras minipílulas porque apresenta uma dose que, na maioria dos casos, é alta o suficiente para impedir a maturação dos óvulos. Consequentemente, Nactali proporciona eficácia contraceptiva elevada. Ao contrário das pílulas combinadas, Nactali pode ser utilizado por mulheres que não toleram os estrogênios ou que estejam amamentando. Uma desvantagem é que pode ocorrer sangramento vaginal com intervalos irregulares durante o uso de Nactali, assim como pode não ocorrer nenhum sangramento.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres: com alergia a qualquer ingrediente da fórmula. com trombose, que é a formação de um coágulo em um vaso sanguíneo [por exemplo, das pernas (trombose venosa profunda) ou dos pulmões (embolia pulmonar)]. que já teve icterícia (cor amarela da pele) ou doença grave no fígado
    e se a função do fígado ainda não tiver normalizado. que tem ou suspeita que tem um câncer sensível aos esteroides sexuais, tais como determinados tipos de câncer de mama. com qualquer sangramento vaginal de origem desconhecida Se você apresentar qualquer uma dessas condições, informe ao seu médico antes de iniciar o uso de Nactali. Ele poderá lhe aconselhar a utilizar um método não hormonal para o planejamento familiar. Se qualquer uma dessas condições aparecer pela primeira vez enquanto estiver tomando Nactali, consulte seu médico imediatamente. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou que suspeitam que possam estar grávidas.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Nactali, como todos os anticoncepcionais hormonais, não protege contra infecções por HIV (AIDS) ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. Informe ao seu médico, antes de iniciar o uso de Nactali se você: já teve câncer de mama; tem câncer no fígado, uma vez que um possível efeito de Nactali não pode ser excluído; já teve formação de coágulo em um vaso sanguíneo (trombose); tem diabetes; sofre de epilepsia (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem tuberculose (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Ingestão concomitante com outras substâncias”); tem pressão sanguínea alta; tem ou teve cloasma (manchas marrom-amareladas na pele, particularmente no rosto); neste caso, evite muita exposição ao sol ou raios ultravioleta. Se Nactali for utilizado na presença de uma dessas condições, seu médico deverá observá-la cuidadosamente e poderá lhe explicar o que fazer.

    Redução da massa óssea:

    Os estrogênios são importantes para manter a estrutura de seus ossos. Durante o uso de Nactali, a concentração do estrogênio natural estradiol no seu sangue é comparável à observada na primeira metade do ciclo natural, mas é diminuída em comparação com a segunda metade do seu ciclo. Não se sabe se isso afeta ou não a estrutura de seus ossos.

    Câncer de mama:

    Examine regularmente suas mamas e consulte o seu médico assim que possível, se você sentir qualquer caroço (nódulo) nas suas mamas. O câncer de mama tem sido encontrado um pouco mais frequentemente em mulheres que tomaram pílulas do que naquelas da mesma idade que não as tomaram. Quando a mulher para de tomar a pílula, o risco diminui gradativamente, de modo que 10 anos depois de interromper o tratamento com pílulas, o risco é o mesmo que aquele apresentado por mulheres que nunca tomaram pílulas. O câncer de mama é raro abaixo dos 40 anos de idade, mas o risco aumenta à medida que a mulher fica mais velha. Portanto, o número adicional de cânceres de mama diagnosticados é maior em mulheres que usam pílula em idade mais avançada. O tempo de tratamento com pílulas é menos importante. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas para ram de tomá-las por volta dos 20 anos de idade, haverá 1 caso adicional de câncer de mama encontrado até 10 anos depois de interrompido o tratamento, além dos 4 casos normalmente diagnosticados nesse grupo etário. Da mesma forma, a cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 30 anos, haverá 5 casos adicionais de câncer de mama além dos 44 casos normalmente diagnosticados. A cada 10000 mulheres que tomam pílulas por até 5 anos, mas param de tomá-las por volta dos 40 anos, haverá 20 casos adicionais de câncer de mama além dos 160 casos normalmente diagnosticados. Acredita-se que o risco de câncer de mama em usuárias de pílulas que contenham apenas progestagênio, como Nactali, é semelhante aquele das mulheres que usam a pílula combinada, mas a evidência é menos conclusiva. Parece que os cânceres de mama nas mulheres que tomam pílulas se espalham menos do que os encontrados nas que não as tomam. Não se sabe se a diferença no risco de câncer de mama é causada pela pílula. Pode ser que as mulheres sejam examinadas com maior frequência, de modo que o câncer de mama é descoberto mais precocemente.

    Trombose:

    Se você notar possíveis sinais de uma trombose, consulte imediatamente o seu médico (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Quando você deve consultar o seu médico?”). Trombose é a formação de um coágulo que pode bloquear um vaso sanguíneo. A trombose às vezes ocorre nas veias profundas da perna (trombose venosa profunda). Se o coágulo se rompe e se desloca da veia onde foi formado, pode atingir e bloquear as artérias dos pulmões, causando a então chamada “embolia pulmonar”. Consequentemente, podem ocorrer situações fatais. A trombose venosa profunda raramente ocorre. Ela pode se desenvolver se você estiver tomando pílulas ou não. Ela também pode ocorrer se você engravidar. O risco é maior em usuárias de pílulas do que em não usuárias. Acredita-se que o risco com pílulas contendo somente progestagênio, como é o caso de Nactali, seja mais baixo do que em mulheres que usam pílulas combinadas contendo também estrogênios.

    Sangramento vaginal:

    Durante o tratamento com Nactali, pode ocorrer sangramento vaginal em intervalos irregulares. Pode ser mínimo, não necessitando do uso de absorvente, ou maior, mais parecido a um período menstrual curto, requerendo uso de absorvente. Você pode também não apresentar nenhum sangramento. Os sangramentos irregulares não são sinais de redução da proteção contraceptiva do Nactali. Em geral, não é necessário tomar nenhuma providência; apenas continue a tomar o Nactali normalmente. Entretanto, se o sangramento for abundante ou prolongado, consulte seu médico.

    Cistos ovarianos:

    Durante o tratamento com anticoncepcionais hormonais de baixa dose, podem se desenvolver pequenas bolsas contendo líquido nos ovários, chamados de cistos ovarianos. Geralmente, eles desaparecem espontaneamente. Algumas vezes, eles causam dores abdominais leves. Apenas raramente, podem causar problemas mais graves.

    Exames médicos periódicos:

    Enquanto estiver usando Nactali, seu médico solicitará seu retorno regularmente às consultas. Em geral, a frequência e o tipo de avaliação clínica dependerão de sua condição clínica individual. Consulte seu médico imediatamente se você: sentir dor intensa ou inchaço nas pernas, dores inexplicáveis no peito, dificuldade para respirar, tiver tosse anormal, especialmente se expelir sangue (possivelmente indicando uma trombose); tiver dor intensa e repentina de estômago ou ficar com aspecto de que tem icterícia (coloração amarela da pele, possivelmente indicando problemas no fígado); sentir nódulos nas suas mamas (possivelmente indicando câncer de mama); tiver dor intensa ou repentina no abdome ou na área do estômago (possivelmente indicando uma gravidez ectópica, que é uma gravidez fora do útero); precisar ser imobilizada, ou se for submetida a cirurgia (avise o seu médico com pelo menos quatro semanas de antecedência); tiver sangramento vaginal anormal, intenso; suspeitar que está grávida.

    Quando você deve consultar o seu médico?

    Lactação:

    Nactali pode ser utilizado durante a amamentação, pois não influencia na produção ou a qualidade do leite materno. Entretanto, pequenas quantidades da substância ativa de Nactali passam para o leite. A saúde de crianças amamentadas durante 7 meses por mães que tomaram desogestrel foi avaliada até os 2,5 anos de idade. Não foram observados efeitos sobre o crescimento e desenvolvimento dessas crianças. Se estiver amamentando e desejar tomar desogestrel, consulte o seu médico. Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas: não há indicações de qualquer efeito do uso de Nactali sobre o estado de alerta e concentração. Informação importante sobre alguns ingredientes de Nactali: contém lactose (açúcar do leite). Se você sabe que tem intolerância a alguns açúcares, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com Nactali.

    Pacientes idosas:

    Nactali é medicamento de uso exclusivo em pacientes em idade gestacional. Não se destina a uso em pacientes com idade = 60 anos. Ingestão concomitante com outras substâncias: informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento ou produtos fitoterápico, incluindo os medicamentos obtidos sem prescrição médica. Alguns medicamentos podem impedir que Nactali funcione adequadamente. Entre eles estão incluídos os utilizados para tratamento da: epilepsia (por ex., primidona, fenitoína, carbamazepina, oxcarbazepina, felbamato e fenobarbital); tuberculose (por ex., rifampicina, rifabutina); infecções por HIV (por ex., ritonavir) ou outras doenças infecciosas (por ex., griseofulvina); mal estar gástrico (carvão medicinal); depressão (à base da planta Erva de São João – Hypericum perforatum ou St. John’s wort). O seu médico pode lhe dizer se é necessário que adote precauções anticoncepcionais adicionais e, em caso afirmativo, por quanto tempo. Nactali também pode interferir no funcionamento de determinados medicamentos, ocasionando um aumento (por ex., medicamentos contendo ciclosporina) ou diminuição do efeito. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30°C), protegido da luz e da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos são revestidos, circulares, biconvexo, lisos e de cor branca. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Cada cartela de Nactali contém 28 comprimidos. Se você olhar a parte de trás de sua cartela, verá que os dias da semana estão impressos na cartela. Cada dia corresponde a um comprimido. A cada nova cartela de Nactali, inicie pelo comprimido da 1ª linha (linha de cima) marcado com o dia da semana correspondente. Não comece a tomar por um comprimido qualquer. Por exemplo, se você iniciar sua nova cartela em uma quarta-feira, você deve tomar o comprimido da primeira fileira marcado na parte de trás da cartela com “QUA”. Continue a tomar um comprimido por dia até terminar a cartela, sempre seguindo a direção indicada pelas setas. Assim, você pode verificar facilmente se tomou o comprimido do dia olhando a parte de trás de sua cartela. Tome o seu comprimido diariamente, aproximadamente no mesmo horário. Engula seu comprimido inteiro, com o auxílio de um copo de água. Pode ocorrer algum sangramento durante o uso do Nactali, mas você deve continuar a tomar os seus comprimidos normalmente. Quando terminar uma cartela, deve ser iniciada uma nova cartela de Nactali no dia seguinte – sem interrupção e sem esperar a menstruação. Começando a tomar sua primeira cartela de Nactali. Se não tiver utilizado nenhum anticoncepcional hormonal no último mês: espere pelo início de sua menstruação. No 1° dia de sua menstruação, tome o 1° comprimido de Nactali. Você não precisa tomar precauções anticonceptivas adicionais. Você também poderá iniciar entre o 2° e o 5° dia de sua menstruação, mas, neste caso, certifique-se de usar um método anticonceptivo adicional (método de barreira durante os primeiros 7 dias de tratamento). Se você tomou uma pílula combinada, ou usou um anel vaginal ou um adesivo na pele: você pode começar a tomar Nactali no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido de sua cartela, ou no dia da retirada do seu anel vaginal ou do adesivo (ou seja, sem fazer nenhum intervalo). Caso a cartela de pílulas atual contenha comprimidos inativos, você pode começar
    a tomar Nactali no dia seguinte depois de ter tomado o último comprimido ativo ( caso você não tenha certeza sobre qual é este comprimido, pergunte ao seu médico ou farmacêutico). Seguindo essas instruções, não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Você também pode iniciar no mais tardar no intervalo sem o uso do comprimido, anel ou adesivo, ou no intervalo do placebo do seu método anticonceptivo atual. Se você usar esse método, certifique-se de usar durante o primeiro ciclo, um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Se você tomou outra pílula à base de progestagênio isolado (minipílula): você pode parar de tomar a minipílula em qualquer dia e começar a tomar Nactali imediatamente. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Se você utilizou um método anticonceptivo injetável, implante ou um dispositivo intrauterino que libera progestagênio–DIU: comece a tomar Nactali no dia em que deveria tomar a próxima injeção ou no dia em que remover o implante ou o DIU. Não será necessário utilizar nenhuma precaução anticonceptiva adicional. Após o parto: você pode iniciar Nactali entre o 21º e o 28º dia após o parto. Se iniciar mais tarde, certifique-se de usar no primeiro ciclo um método anticonceptivo adicional (método de barreira) durante os primeiros 7 dias de tratamento. Entretanto, se já teve uma relação sexual, deve ser afastada a possibilidade de você estar grávida antes de iniciar o uso do Nactali. Informações adicionais sobre mulheres que estão amamentando encontram-se em outro item desta bula (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Lactação”) . Você pode, também, obter informações com seu médico.

    Após um aborto:

    Seu médico vai orientá-la sobre o assunto. Se você tiver distúrbios gastrintestinais (por ex., vômitos ou diarreia grave): siga as instruções para comprimidos esquecidos (veja item “7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Se vomitar ou usar carvão ativado dentro de 3-4 horas após ter tomado o seu comprimido de Nactali, ou se tiver diarreia grave, o componente ativo pode não ter sido absorvido completamente.

    Interrupção de tratamento:

    Você pode parar de tomar Nactali a qualquer momento. A partir do dia em que parar de tomar os comprimidos, você não mais estará protegida contra a gravidez. Se tiver qualquer outra dúvida sobre o uso desse produto, consulte o seu
    médico ou farmacêutico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se o tempo de atraso da tomada do comprimido for de até 12 horas da hora em que toma normalmente, a confiabilidade de Nactali está mantida. Tome o comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Se o tempo de atraso for maior que 12 horas, a confiabilidade de Nactali pode ter sido reduzida. Quanto mais comprimidos consecutivos forem esquecidos, maior o risco de redução da eficácia contraceptiva. Tome o último comprimido esquecido logo que lembrar e continue tomando os próximos comprimidos no horário habitual. Use um método anticonceptivo adicional (método de barreira) também nos próximos 7 dias de tratamento. Se esquecer 1 ou mais comprimidos na primeira semana de tratamento e tiver tido relações sexuais na semana anterior ao esquecimento dos comprimidos, a possibilidade de gravidez deve ser considerada. Nesse caso consulte o seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como qualquer medicamento, Nactali pode causar reações adversas, embora nem todas as mulheres as apresentem. As reações adversas graves associadas com o uso das pílulas anticonceptivas são descritas nos itens “4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Câncer de mama e Trombose”. Leia esses itens para informações adicionais e consulte o seu médico se necessário. As reações a seguir foram relatadas por pacientes que estavam tomando desogestrel: Reações comuns (ocorrem em mais do que 1% das pacientes que utilizam este medicamento): espinhas (acne), dor nas mamas, diminuição da libido, dor de cabeça, menstruação irregular ou ausência de menstruação, alterações de humor, náuseas e aumento de peso. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): dificuldade em usar lentes de contato, queda de cabelo, infecção vaginal, menstruação dolorosa, aparecimento de cistos no ovário, cansaço e vômito Reações raras (ocorrem em menos do que 0,1% das pacientes que utilizam este medicamento): vermelhidão na pele, urticária, eritema nodoso (nódulos vermelho-azulados dolorosos na pele). Além desses efeitos colaterais, pode ocorrer secreção das mamas. Se alguma dessas reações adversas se tornar grave, ou se você apresentar qualquer reação adversa que não esteja mencionada nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há relatos de efeitos perigosos graves se tomar muitos comprimidos de desogestrel de uma vez. Podem ocorrer sintomas como náusea e vômito e, ainda, um leve sangramento vaginal em mulheres ou jovens. Para maiores informações consulte o médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. MS nº: 1.0033.0171
    Farmacêutica Responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF -SP nº: 25.125
    Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
    CNPJ: 61.230.314/0001-75
    Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
    Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP
    Indústria Brasileira
    www.libbs.com.br
    Venda sob prescrição médica.

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