• Estimulante Uterino 25.09.2013

    syntocinon-e-indicado-na-indução-do-parto-ou-estimulo-das-contrações

    Syntocinon®

    ocitocina

    Forma farmacêutica e apresentação:

    Solução injetável. Embalagem com 50 ampolas de 1 mL.
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada ampola de 1 mL contém 5 UI de ocitocina.Excipientes:acetato de sódio, clorobutanol, álcool etílico, ácido acético e água.Uso restritos a hospitais.

    Cuidados de armazenamento:

    O produto deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2 e 8°C).

    Prazo de validade:

    A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Informações Técnicas:

    Farmacodinâmica:

    Grupo farmacoterapêutico: hormônios do lobo posterior da hipófise (código ATC H01B B02). A substância ativa de SYNTOCINON é um nonapeptídio sintético idêntico à ocitocina, um hormônio liberado pelo lobo posterior da hipófise. Exerce efeito estimulador sobre a musculatura lisa do útero,particularmente ao se aproximar à fase final da gravidez, durante o trabalho de parto, após o parto e no puerpério, ou seja, nos momentos em que o número de receptores específicos de ocitocina no miométrio está aumentado. Quando administrado por infusão intravenosa em doses baixas, SYNTOCINON provoca contrações uterinas rítmicas que não se podem distinguir em frequência, intensidade e duração das observadas durante o parto espontâneo. Na infusão de doses mais altas, ou quando administrado por injeção única,o fármaco é capaz de causar tetanias uterinas que se mantêm. Além de seu efeito sobre o útero, a ocitocina contrai as células mioepiteliais que circundam os alvéolos mamários, ocasionando assim a secreção de leite e facilitando a lactação. Sendo sintético, SYNTOCINON não contém vasopressina, porém mesmo em sua forma pura, a ocitocina possui alguma atividade antidiurética intrínseca fraca do tipo da vasopressina. Outro efeito farmacológico observado com altas doses de ocitocina, particularmente quando administrada por injeção intravenosa rápida, consiste em um efeito relaxante temporário e direto sobre a musculatura vascular lisa, resultando em breve hipotensão, rubor e taquicardia reflexa (veja “Precauções e advertências”).

    Farmacocinética:

    Níveis plasmáticos e início/duração do efeito Infusão intravenosa. Quando se administra SYNTOCINON por infusão intravenosa contínua em doses adequadas para a indução do parto ou estímulo das contrações, a resposta uterina se estabelece gradativamente e alcança um estado de equilíbrio geralmente dentro de 20 a 40 minutos. Os níveis plasmáticos correspondentes da ocitocina são comparáveis aos medidos durante o primeiro estágio do parto espontâneo. Por exemplo, em 10 mulheres grávidas a termo recebendo 4 miliunidades por minuto por infusão intravenosa, os níveis plasmáticos de ocitocina foram de 2 a 5 microunidades/mL. Com a interrupção da infusão, ou depois de uma redução substancial da velocidade de infusão, como por exemplo, no caso de um superestímulo, a atividade uterina diminui rapidamente, mas pode continuar em nível inferior adequado. Injeção intravenosa e intramuscular. Quando administrada por via intravenosa ou intramuscular para a prevenção ou tratamento da hemorragia pós-parto, SYNTOCINON age rapidamente, com um período de latência inferior a 1 minuto por injeção intravenosa, e de 2 a 4 minutos por via intramuscular. A resposta ocitócica mantém-se por 30 a 60 minutos após a administração intramuscular, podendo ser mais breve com a injeção intravenosa.

    Distribuição:

    A ocitocina é distribuída através de fluidos extracelulares, atingindo o feto em uma quantidade mínima. O volume de distribuição no estado de equilíbrio, determinado em 6 homens sadios depois da administração de SYNTOCINON por injeção intravenosa, foi de 12,2 L ou 0,17 L/kg. A ligação com proteínas plasmáticas é muito baixa. A ocitocina pode ser encontrada em pequenas quantidades no leite materno.

    Biotransformação:

    A ocitocinase, uma glicoproteína aminopeptidase, é produzida durante a gravidez, está presente no plasma e é capaz de degradar a ocitocina. A atividade enzimática aumenta gradualmente até se aproximar o termo da gestação, momento no qual aumenta bruscamente. A partir daí, a atividade enzimática diminui após o parto. Durante esse período, a atividade enzimática na placenta e no tecido uterino é também alta. Há pouca ou nenhuma degradação da ocitocina no plasma de homens, de mulheres não-grávidas ou do sangue do cordão umbilical.

    Eliminação:

    A facilidade relativa com que podem ser reguladas a velocidade e a força das contrações uterinas através da infusão intravenosa de SYNTOCINON, deve-se à curta meia-vida da ocitocina. Os valores relatados por diversos pesquisadores oscilam entre 3 a 20 minutos. O metabolismo da ocitocina
    plasmática ocorre principalmente no fígado e rins. A taxa de depuração metabólica é de cerca de 20 mL/kg por minuto em homens e em mulheres grávidas. Menos de 1% da dose administrada é excretada de forma inalterada na urina. Dados de segurança pré-clínicos,Dados pré-clinicos para ocitocina não revelaram riscos para humanos baseados em estudos convencionais de dose única de toxicidade aguda, genotoxicidade e mutagenicidade. Foram observados efeitos (peda fetal em ratos) em um estudo pré-clínico, mas somente em exposições consideradas suficientemente excessivas em relação a exposição humana máxima, com pequena relevância para o uso clínico.

    Toxicidade aguda:

    Estudos de toxicidade de dose única de ocitocina em ratos e camundongos foram conduzidos com administração oral, intravenosa e subcutânea. A toxicidade aguda oral (e subcutânea) foi de 20,5 mg/kg de peso corporal em ratos e excedeu em 514 mg/kg de peso corporal em camundongos. Por via intravenosa a dose letal de ocitocina foi de 2,3 mg/kg de peso corporal em ratos e 5,8 mg/kg de peso corporal em camundongos. Deste modo, a dose letal intravenosa de ocitocina em camundongos excedeu a dose intravenosa usual em hum anos por um fator maior que mil.

    Mutagenicidade:

    Foi realizado um estudo in vitro de genotoxicidade e mutagenidade com ocitocina. Testes foram negativos para aberrações cromossômicas e trocas entre cromátides-irmãs em culturas de linfócitos periféricos humanos. Nenhuma mudança significativa no índice mitótico foi observada. A ocitocina não possui propriedade genotóxica. Carcinogenicidade, teratogenicidade e toxicidade reprodutiva O tratamento de ratas em inicio de gestação, com ocitocina em doses milhares de vezes maiores do que a dose usada para induzir partos em humanos, causou perda fetal em um estudo, mas sua relevância é desconhecida. Não estão disponíveis estudos padrões de teratogenicidade, performance reprodutiva e carcinogenicidade com a ocitocina.

    Indicações:

    Antes do parto

    Indução do parto por razões médicas, como por exemplo, em casos de gestação pós-termo, ruptura prematura das membranas, hipertensão induzida pela gravidez (pré-eclâmpsia); • Estímulo das contrações em casos selecionados de inércia uterina; • SYNTOCINON também pode ser indicado nos estágios iniciais da gravidez como terapia auxiliar do abortamento incompleto, inevitável ou retido.

    Pós-Parto

    •Durante a operação cesárea depois da retirada da criança; • Prevenção e tratamento da atonia uterina e hemorragia pós-parto.

    Contraindicações:

    Conhecida hipersensibilidade à ocitocina ou a qualquer excipiente de SYNTOCINON. Hipertonia uterina, sofrimento fetal quando a expulsão não é eminente. Qualquer estado em que, por razões fetais ou maternas, se desaconselha ou está contra-indicado o parto espontâneo e/ou o parto vaginal seja contra-indicado: por exemplo, desproporção céfalo-pélvica significativa, má apresentação fetal; placenta prévia e vasos prévios, descolamento prematuro da placenta, apresentação ou prolapso do cordão umbilical; distensão uterina excessiva ou diminuição da resistência uterina à ruptura, como por exemplo, em gestações múltiplas, poli-hidrâmnios, grande multiparidade e na presença de cicatriz uterina resultante de intervenções cirúrgicas, inclusive da operação cesárea clássica.

    Precauções e advertências:

    A indução do parto por meio da ocitocina somente deverá ser efetuada quando estiver estritamente indicada por razões médicas e não por conveniência. A administração deve ser feita somente em condições hospitalares e sob controle médico qualificado. SYNTOCINON não deve ser usado por períodos prolongados em pacientes com inércia uterina resistente à ocitocina, toxemia pré-eclâmptica grave ou distúrbios cardiovasculares graves. SYNTOCINON não deverá ser administrado por infusão intravenosa em bolo,uma vez que pode causar hipotensão aguda de curta duração acompanhada de rubor e taquicardia reflexa. SYNTOCINON deverá ser utilizado com cautela em pacientes com predisposição à isquemia miocárdica devido à doença cardiovascular pré-existente (como cardiomiopatia hipertrófica, doença cardíaca valvular e/ou doença cardíaca isquêmica incluindo vasoespasmo arterial coronariano), para evitar alterações significantes na pressão arterial e frequência cardíaca nestes pacientes. SYNTOCINON deverá ser utilizado com cautela nos pacientes com conhecida síndrome do QT longo ou sintomas relacionados e nos pacientes em uso de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc. Quando SYNTOCINON é administrado para a indução e estímulo do trabalho de parto: • Somente deve ser administrado sob infusão intravenosa e nunca por injeção subcutânea,intramuscular ou intravenosa em bolo. • Administração de ocitocina em doses excessivas resulta em uma superestimulação uterina, podendo causar estresse, asfixia e morte fetal, ou conduzir a hipertonia, contrações tetânicas ou ruptura uterina. É importante monitorar cuidadosamente a frequência cardíaca fetal e da motilidade uterina (frequência, intensidade e duração das contrações) a fim de poder ajustar a dose à resposta individual. • Requer-se atenção particular em presença de desproporção céfalo-pélvica limite, de inércia uterina secundária, de graus leves ou moderados de hipertensão induzida pela gravidez ou cardiopatias,assim como em pacientes com mais de 35 anos de idade ou com antecedentes de operação cesárea do segmento uterino inferior. • Em circunstâncias raras, a indução farmacológica do parto usando agentes uterotônicos, incluindo a ocitocina, aumenta o risco de coagulação intravascular disseminada pós-parto (CIVD). Esse risco é relacionado à própria indução farmacológica e não em particular ao agente uterotônico. O risco aumenta se a mulher possuir fatores de risco adicionais para CIVD tais como idade iual ou superior a 35 anos, complicações durante a gestação e período de gestação maior que 40 semanas. Nesses casos, a ocitocina ou qualquer outro fármaco deve ser usado com cautela e o médico deve estar atento aos sinais de CIVD. No caso de morte fetal intra-uterina e/ou na presença de mecônio no líquido amniótico, deve-se evitar um trabalho de parto tumultuado, pois pode provocar embolia por líquido amniótico. Como a ocitocina possui uma leve atividade antidiurética, a sua administração intravenosa prolongada em doses altas, junto com grandes volumes de líquido, como pode ocorrer no tratamento do abortamento inevitável ou incompleto com feto morto, ou no tratamento da hemorragia pós-parto, pode provocar intoxicação hídrica associada à hiponatremia. A combinação do efeito diurético da ocitocina com a infusão I.V. pode causar sobrecarga volumétrica provocando edema pulmonar agudo hemodinâmico sem hiponatremia. A fim de evitar essa complicação rara, deverão ser observadas as seguintes precauções sempre que se administrar altas doses de ocitocina durante tempo prolongado: deve-se utilizar um diluente que contenha eletrólitos (não a glicose); o volume do líquido infundido deve ser mantido baixo (infundindo-se a ocitocina a uma concentração mais alta que a recomendada para a indução do parto ou o estímulo das contrações); a ingestão oral de líquidos deve ser restringida; deve-se manter um controle do balanço hídrico e avaliar os eletrólitos séricos quando se suspeita de um desequilíbrio eletrolítico.

    Gravidez:

    Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com a ocitocina. Quando a ocitocina é utilizada conforme indicação, baseado na ampla experiência com esse fármaco, na sua estrutura química e nas propriedades farmacológicas, não se espera a presença de riscos de anormalidades fetais.

    Lactação:

    A ocitocina pode ser encontrada no leite materno em pequenas quantidades. Porém, não se espera que a ocitocina cause efeitos nocivos em neonatos, uma vez que passa pelo trato alimentar onde sofre rápida inativação. Efeitos na habilidade de dirigir e/ou operar máquinas SYNTOCINON pode induzir o parto, portanto deve-se ter cautela ao dirigir ou operar máquinas. Mulheres com contrações uterinas não devem dirigir ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    As prostaglandinas podem potencializar o efeito uterotônico da ocitocina e vice-versa; portanto, a administração concomitante requer um controle muito cuidadoso. Alguns anestésicos por inalação, como por exemplo o ciclopropano ou o halotano, podem acentuar o efeito hipotensor da ocitocina e reduzir sua ação ocitócica. Também se observou que seu uso simultâneo com a ocitocina pode causar alterações do ritmo cardíaco.
    A ocitocina deverá ser administrada com cautela em pacientes fazendo o uso de medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc. Quando administrada durante ou após a anestesia epidural, a ocitocina pode potencializar o efeito pressórico dos agentes vasoconstritores simpaticomiméticos.

    Reações adversas:

    Quando se utiliza a ocitocina por infusão I.V. para a indução do parto ou para o estímulo das contrações, a sua administração em doses excessivas produz um superestímulo uterino que pode causar sofrimento fetal, asfixia e morte, ou pode conduzir a hipertonia, tetania ou ruptura uterinas.
    Tem-se observado intoxicação hídrica associada à hiponatremia materna e neonatal em casos onde foram administradas altas doses de ocitocina junto a grandes quantidades de líquido sem eletrólitos por longos períodos de tempo (veja “Precauções e advertências”). A combinação do efeito antidiurético da ocitocina com a infusão I.V. pode causar sobrecarga volumétrica levando à forma hemodinâmica do edema pulmonar agudo sem hiponatremia (veja “Precauções e advertências”). A injeção intravenosa rápida em bolo de ocitocina em doses de até algumas UI pode provocar
    hipotensão aguda de curta duração acompanhada de rubor e taquicardia reflexa (veja “Precauções e advertências”). Essas alterações hemodinâmicas rápidas podem resultar em isquemia miocárdica,particularmente em pacientes com doença cardiovascular pré-existente.
    A injeção intravenosa rápida em bolo de ocitocina em doses de até algumas UI também pode provocar o prolongamento do intervalo QT.
    Em circunstâncias raras (faixa de incidência < 0,0006), a indução farmacológica do parto usando agentes uterotônicos, incluindo a ocitocina, aumenta o risco de coagulação intravascular disseminada pós-parto (veja “Precauções e advertências”). Em qualquer modo de administração, a ocitocina pode causar as seguintes reações adversas: As reações adversas (Tabela 1) estão listadas por ordem de frequência, a mais frequente primeiro,usando a seguinte convenção: muito comum (?1/10); comum (?1/100, < 1/10); incomum (?1/1.000, <1/100); raro (?1/10.000, <1/1.000), muito raro (< 1/10.000), incluindo reportes isolados. Tabela 1 Distúrbios do sistema imunológico Raro: Reação anafilática associada a dispnéia, hipotensão ou choque Distúrbios do sistema nervoso Comum: Cefaléia Distúrbios cardíacos Comum: Taquicardia, bradicardia Incomum:
    Arritmia Distúrbios gastrintestinais Comum: Náusea, vômito Distúrbios do tecido subcutâneo e pele Raro: Erupções Posologia

    Indução do parto ou estímulo das contrações:

    SYNTOCINON deve ser administrado sob infusão intravenosa gota a gota ou, de preferência, por meio de uma bomba de infusão de velocidade variável. Para a infusão gota a gota recomenda-se adicionar 5 UI de SYNTOCINON em 500 mL de solução eletrolítica fisiológica (como cloreto de sódio 0,9%). Para as pacientes nas quais se deve evitar uma infusão de cloreto de sódio, pode-se utilizar solução de glicose a 5% como diluente (veja “Precauções e advertências”). A fim de garantir uma mistura uniforme da solução, a bolsa ou frasco deve ser colocado de cabeça para baixo várias vezes antes do uso. A velocidade inicial de infusão deverá ser regulada para 1 a 4 miliunidades/minuto (2 a 8 gotas/minuto). Pode-se aumentar gradativamente em intervalos não inferiores a 20 minutos, até se estabelecer um padrão de contrações análogo ao do parto normal. Na gravidez próxima ao termo, isto pode ser frequentemente obtido com uma velocidade de infusão inferior a 10 miliunidades/minuto (20 gotas/minuto), sendo a velocidade máxima recomendada de 20 miliunidades/minuto (40 gotas/minuto). Nos raros casos em que se necessitem doses mais elevadas, como pode acontecer no tratamento da morte fetal intra-uterina ou para a indução do parto em um estágio precoce da gravidez, quando o útero é menos sensível à ocitocina, aconselha-se utilizar uma solução mais concentrada de SYNTOCINON,por exemplo, 10 UI em 500 mL. Quando se utiliza uma bomba de infusão acionada por motor que libera volumes menores do que os administrados por infusão gota a gota, deve-se calcular a concentração adequada para a infusão dentro dos limites posológicos recomendados, de acordo com as especificações da bomba. A frequência, intensidade e duração das contrações, assim como a frequência cardíaca fetal, devem ser cuidadosamente observadas durante a infusão. Uma vez alcançado um nível adequado de atividade uterina, pode-se quase sempre reduzir a velocidade da infusão. Em caso de hiperatividade uterina e/ou sofrimento fetal, a infusão deve ser imediatamente interrompida. Se, em mulheres que estejam a termo ou quase a termo, não forem estabelecidas contrações regulares após a infusão de uma quantidade total de 5 UI, recomenda-se cessar a indução do parto, podendo-se repetir no dia seguinte com uma velocidade inicial de 1 a 4 miliunidades/minuto. Nota: A infusão acidental perivenosa da ocitocina é inofensiva.

    Operação cesárea:

    5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos), imediatamente após a retirada do feto.

    Prevenção da hemorragia uterina pós-parto:

    a dose usual é de 5 UI, por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou de 5 a 10 UI I.M., após a expulsão da placenta.Nas pacientes a quem se administra SYNTOCINON para a indução do parto ou estímulo das contrações, deve-se continuar a infusão a uma velocidade acelerada durante o terceiro estágio do parto e durante mais algumas horas.

    Tratamento da hemorragia uterina pós-parto:

    5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou 5 a 10 UI I.M., seguida, nos casos graves,de infusão intravenosa de uma solução com 5-20 UI de ocitocina em 500 mL de um diluente eletrolítico,a uma velocidade necessária para controlar a atonia uterina.Abortamento incompleto, inevitável ou retido: 5 UI por infusão intravenosa (5 UI diluídos em solução fisiológica eletrolítica e administrados com gotejador por infusão intravenosa, ou preferivelmente por bomba de infusão de velocidade variável por 5 minutos) ou 5 a 10 UI I.M. seguida, se necessário, por uma infusão intravenosa a uma velocidade de 20 a 40 miliunidades/minuto ou mais.

    Superdose:

    Os sintomas e as consequências da superdose são os mencionados nos itens “Precauções e advertências” e “Reações adversas”. Além disso, como consequência do super estímulo uterino,observou-se abrupção da placenta e/ou embolia do líquido amniótico.

    Tratamento:

    Quando ocorrerem sinais ou sintomas de superdose durante a administração I.V. contínua de SYNTOCINON, a infusão deve ser interrompida
    imediatamente devendo-se administrar oxigênio à mãe. Em caso de intoxicação hídrica, é necessário restringir a administração de líquidos, promover a diurese, corrigir o desequilíbrio eletrolítico e controlar as convulsões que possam eventualmente ocorrer, mediante o uso criterioso de diazepam.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Reg. MS – 1.0068.0034
    Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira – CRF-SP 23.873
    Fabricado por: Novartis Farmacéutica S.A. de C.V.
    Cidade do México – México
    Importado por: Novartis Biociências S.A.
    Av. Ibirama, 518 – Complexos 441/3
    Taboão da Serra – SP
    CNPJ: 56.994.502/0098-62
    Indústria Brasileira
    ® = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça
    Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
    BPI 16.02.09
    2009-PSB/GLC-0181-s

    Posted by LucineumaSousa @ 19:49

    Tags: , , , , , , , , , , , ,

  • Leave a Comment

    Please note: Comment moderation is enabled and may delay your comment. There is no need to resubmit your comment.