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    SANDRENA®

    Apresentações:

    Gel de stradiol

    – 0,5 mg em embalagem com 28 sachês de dose única.
    – 1,0 mg em embalagem com 28 sachês de dose única.
    Uso Percutâneo
    Uso Adulto

    Composição:

    SANDRENA® 0,5 mg:Cada sachê com 0,5 g contém 0,5 mg de estradiol.Excipientes: carbômer, trolamina, propilenoglicol, álcool etílico e água.

    SANDRENA® 1,0 mg:
    Cada sachê com 1,0 g contém 1,0 mg de estradiol.
    Excipientes: carbômer, trolamina, propilenoglicol, álcool etílico e água.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado? 

    SANDRENA® é indicado para:
    – Terapia de reposição hormonal para sintomas de deficiência do hormônio estrogênio em mulheres na pós-menopausa.
    – Prevenção da osteoporose em mulheres na pós-menopausa que apresentam risco elevado de fraturas e para as  quais outros medicamentos contra a osteoporose não são apropriados ou são contraindicados.
    A experiência da terapia de reposição hormonal em mulheres com mais de 65 anos de idade está pouco documentada.

    Como este medicamento funciona? 

    SANDRENA® alivia os sintomas da menopausa e previne a osteoporose (fraqueza dos ossos). A deficiência do hormônio estrogênio na menopausa enfraquece os ossos e diminui a massa óssea. A terapia de reposição hormonal (tanto com estrogênio isolado quanto com tratamento combinado de estrogênio-progestagênio) reduz a incidência de fraturas associadas à osteoporose. A terapia de reposição hormonal pode também prevenir fraturas ósseas em mulheres com densidade mineral óssea baixa ou osteoporose.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres com:
    *Alergia (hipersensibilidade) conhecida ao ingrediente ativo ou quaisquer dos excipientes do gel
    *Suspeita ou caso diagnosticado de câncer de mama; história de câncer de mama
    *Suspeita ou caso diagnosticado de tumores malignos dependentes de estrogênio (ex. câncer de endométrio)
    *Sangramento genital de causa desconhecida
    *Aumento da espessura da parede do útero (hiperplasia endometrial) não tratada
    *Histórico ou presença de coágulo de sangue (trombose) em artérias (ex. angina do peito, infarto do miocárdio)
    *Histórico ou presença de coágulo de sangue (trombose) nas veias da perna (trombose venosa profunda) ou dos pulmões (embolia pulmonar)
    *Histórico de doença no fígado ou presença de doença aguda no fígado, enquanto os testes de função hepática não retornarem ao normal
    *Porfiria (uma doença do sangue)
    Este medicamento é contraindicado para uso por grávidas. SANDRENA® não deve ser usado durante a gravidez. Se você engravidar durante o tratamento, o uso do medicamento deve ser interrompido imediatamente. Consulte o seu médico ou peça orientação ao farmacêutico antes de usar qualquer medicamento. Este medicamento é contraindicado para uso durante a lactação. SANDRENA® não deve ser usado durante a lactação. Informe seu médico se você estiver amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    SANDRENA® não deve ser usado como método anticoncepcional. A terapia de reposição hormonal deve ser utilizada apenas para o tratamento dos sintomas da pós-menopausa que reduzem a qualidade de vida. A relação risco/benefício deve ser avaliada pelo menos anualmente e a terapia de reposição hormonal deve ser continuada apenas enquanto os benefícios superarem os riscos.

    Exames médicos e acompanhamento:

    Antes de iniciar ou reiniciar a terapia de reposição hormonal, o seu médico deverá fazer perguntas sobre sua história médica e de seus familiares, e realizar exames médicos, incluindo mamas e órgãos genitais internos. Um exame ginecológico completo deve ser realizado e repetido pelo menos uma vez ao ano durante o tratamento. Os riscos e benefícios do tratamento devem ser avaliados e monitorados rigorosamente pelo seu médico. Informe ao seu médico se tem ou teve alguma das seguintes condições, ou se alguma destas apresentou piora durante a terapia de reposição hormonal atual ou anterior:
    – História de tumor dependente de hormônio, tal como câncer de mama em parente próxima.
    – Mioma, endometriose ou hiperplasia endometrial
    – Trombose
    – Pressão alta
    Diabetes
    – Doenças do fígado (como tumor benigno de fígado)
    – Pedras na vesícula
    – Otosclerose (surdez hereditária)
    – Enxaqueca ou dor de cabeça intensa
    – Lúpus eritematoso sistêmico
    – Asma
    – Epilepsia
    Motivos para interromper imediatamente o uso de SANDRENA®:
    O tratamento deve ser descontinuado se ocorrer qualquer contraindicação na paciente, bem como nas
    seguintes condições:
    *icterícia ou insuficiência hepática
    *aumento significativo da pressão arterial
    *novo episódio de cefaleia do tipo enxaqueca
    *gravidez

    Efeitos sobre o seu risco de desenvolver câncer:

    Hiperplasia endometrial:

    Se você possui o útero intacto, é recomendado o uso combinado de outro hormônio, como um pro gestagênio cíclico, por pelo menos 12 dias, durante o tratamento com SANDRENA®. O uso prolongado de SANDRENA®, sem o uso combinado de um progestagênio, pode causar hiperplasia endometrial. Durante os primeiros meses de tratamento podem ocorrer sangramentos inesperados ou sangramentos escurecidos (“borra de café”). Informe o seu médico sobre a ocorrência de sangramento algum tempo depois do início do tratamento, ou se este continuar após descontinuação do medicamento. O uso combinado de SANDRENA® com outro hormônio progestagênio cíclico também deve ser considerado em mulheres que tiveram o útero retirado devido à endometriose, particularmente se
    apresenta endometriomas.

    Câncer de mama:

    A administração da terapia de reposição hormonal com estrogênio isolado ou combinado com pro gestagênio durante vários anos aumenta o risco de câncer de mama. O risco aumenta com a duração do tratamento e retorna ao normal dentro de 5 anos após a descontinuação do tratamento. Alterações das mamas devem ser relatadas ao médico e exames médicos, incluindo a mamografia, devem ser realizados conforme a necessidade clínica de cada paciente.

    Câncer de ovário:

    Alguns estudos indicaram que a terapia de reposição hormonal apenas com estrogênio por mais de 5 anos, em mulheres histerectomizadas, pode aumentar o risco de câncer de ovário. Não se sabe se a terapia de reposição hormonal combinada de estrogênio-progestagênio prolongada aumenta o risco da mesma maneira.

    Efeitos sobre o coração e a circulação:

    Coágulos:

    A terapia de reposição hormonal pode aumentar o risco de desenvolvimento de coágulos (também chamados de trombose venosa profunda (TVP), ou embolia pulmonar (EP), se ocorrerem nos pulmões). Alguns estudos demonstraram um aumento de 2 a 3 vezes no risco de desenvolver tromboembolia venosa em mulheres sob terapia de reposição hormonal em comparação com as que não estão sob tratamento. Você está mais propensa a apresentar um coágulo:
    – se for gravemente obesa
    – se teve um coágulo anteriormente
    – se qualquer pessoa de sua família teve coágulos
    – se teve um ou mais abortos espontâneos
    – se tem alguma alteração na coagulação do sangue que precise de tratamento com varfarina
    – se não estiver se locomovendo por tempo prolongado devido à cirurgia, traumatismo ou doença
    – se você tem lúpus eritematoso sistêmico

    Se alguma dessas condições se aplicar ao seu caso, consulte o seu médico para verificar se você deve iniciar ou continuar com a terapia de reposição hormonal. A observação de mulheres na faixa de idade entre 50 a 59 anos que não receberam terapia de reposição hormonal, durante um período de 5 anos, mostra que 3 em 1.000 poderão apresentar coágulos. Para mulheres nessa faixa de idade que receberam terapia de reposição hormonal, a proporção aumenta de 2 para 6 (melhor estimativa = 4) em 1.000. A observação de mulheres na faixa de idade entre 60 a 69 anos que não receberam terapia de reposição hormonal, durante um período de 5 anos, mostra que 8 em 1.000 poderão apresentar coágulos. Para mulheres nessa faixa de idade que receberam terapia de reposição hormonal, a proporção aumenta de 5 para 15 (melhor estimativa = 9) em 1.000. A incidência de coágulos é mais provável durante o primeiro ano de terapia de reposição hormonal. Se houver desenvolvimento de coágulos após o início do tratamento, o uso de SANDRENA® deve ser descontinuado. Se você apresentar sintomas que possam indicar que você desenvolveu coágulos (tais como edema doloroso nas pernas, dor súbita no peito e dificuldade para respirar) contate seu médico imediatamente. Informe ao seu médico caso você venha a ser submetida a uma cirurgia. Você poderá precisar interromper a terapia de reposição hormonal cerca de 4 a 6 semanas antes da cirurgia para reduzir o risco de desenvolver coágulos. Seu médico a orientará sobre quando você pode reiniciar o tratamento novamente.

    Doença arterial coronariana (DAC):

    Estudos demonstraram um possível aumento no risco de desenvolver doença cardiovascular no primeiro ano de uso do tratamento combinado de estrogênios e progestagênios, mas é incerto se o aumento do risco se aplica a outros tipos de terapia de reposição hormonal devido à falta de estudos realizados.

    Acidente vascular cerebral (AVC):

    Um grande estudo clínico indica que o risco de AVC isquêmico aumenta em mulheres saudáveis durante o tratamento contínuo combinado de estrogênios conjugados com AMP. A observação de mulheres na faixa de idade entre 50 a 59 anos que não estão usando terapia de reposição hormonal, estima-se que o número de casos de AVC que ocorrerão durante um período de 5 anos, é de aproximadamente 3 em 1.000. Para mulheres nessa faixa de idade que receberam terapia de reposição hormonal com estrogênios conjugados e AMP, a proporção aumenta de 0 para 3 (melhor estimativa = 1) em 1.000. A observação de mulheres na faixa de idade entre 60 a 69 anos que não estão usando terapia de reposição hormonal, estima-se que o número de casos de AVC que ocorrerão durante um período de 5 anos, é de aproximadamente 11 em 1.000. Para mulheres nessa faixa de idade que receberam terapia de reposição hormonal com estrogênios conjugados e AMP, a proporção aumenta de 1 para 9 (melhor estimativa = 4) em 1.000. É desconhecido se o aumento do risco se aplica a outros tipos de terapia de reposição hormonal.

    Outras condições:

    Informe ao seu médico caso você apresente:
    – disfunção cardíaca ou renal
    – aumento na quantidade de gorduras no sangue

    Pacientes idosas:

    A experiência da terapia de reposição hormonal em mulheres com mais de 65 anos de idade está pouco documentada. Recomenda-se cautela no uso de SANDRENA® em pacientes com idade ? 60 anos (veja itens “3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas. SANDRENA® não é conhecido por apresentar qualquer efeito sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    Alguns medicamentos podem influenciar os efeitos de SANDRENA®. Entre eles estão aqueles utilizados para tratamento de epilepsia (por ex., fenobarbital, fenitoína, carbamazepina); de doenças infecciosas (por ex., rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz, ritonavir e nelfinavir); preparações à base da planta Erva de São João (usadas principalmente para tratamento de depressão). Informe ao seu médico ou farmacêutico se você estiver tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento ou produtos fitoterápicos, mesmo aqueles que não foram receitados. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, Como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. SANDRENA® é um gel cremoso e opalescente. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento? 

    Cuidados de administração:

    Lavar bem as mãos antes e após a aplicação. Evite contato acidental do gel com os olhos. SANDRENA® deve ser aplicado na pele limpa e seca. O suor pode alterar a consistência do gel. SANDRENA® é administrado em dose única diária e aplicado sobre a pele do abdome ou da coxa (direita ou esquerda), alternando diariamente o local de aplicação. A superfície de aplicação deverá ser uma área de 1 a 2 palmos (200-400 cm2), ou seja, SANDRENA® deverá ser espalhado e não deverá ser concentrado em uma área menor do que 1 palmo (200 cm2) e nem espalhado em uma área maior do que 2 palmos (400 cm2). Não deve ser aplicado na região das mamas, no rosto, na pele com irritações ou na área vaginal. Após a aplicação, deixe o gel secar por 2 a 3 minutos e aguarde ao menos 1 hora para molhar a área onde foi aplicado.

    Posologia:

    SANDRENA® pode ser aplicado continuamente ou ciclicamente. A dose inicial é, geralmente, de 1,0 g de gel (conteúdo de 2 sachês de 0,5 g ou 1 sachê de 1,0 g) que é equivalente a 1,0 mg de estradiol, uma vez por dia. A dose pode ser ajustada individualmente após 2 a 3 ciclos de 0,5 g a 1,5 g por dia, o correspondente a 0,5 mg a 1,5 mg de estradiol. Pacientes com útero intacto podem combinar o tratamento de SANDRENA® com um progestagênio, por exemplo, acetato de medroxiprogesterona, noretisterona, acetato de noretisterona ou didrogesterona por no mínimo de 12 a 14 dias. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Se você esquecer de aplicar uma dose, esta deve ser aplicada tão logo seja possível, em até 12 horas após o horário habitual. Se ultrapassar 12 horas do esquecimento, não aplique essa dose. Continue o tratamento normalmente. O esquecimento das doses pode induzir a sangramentos inesperados. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    As reações adversas são, geralmente, leves e, raramente, levam à descontinuação do tratamento. Se ocorrerem reações adversas, estas ocorrerão durante os primeiros meses de tratamento e serão transitórias.

    Foram relatadas as seguintes reações adversas:

    Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% das pacientes que utilizam este medicamento): sensibilidade nas mamas; dor de cabeça, inchaço, aumento de peso, sangramentos vaginais inesperados ou pequenos sangramentos escurecidos (“borra de café”), náuseas, vômitos, cólicas estomacais e irritação na pele. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% das pacientes que utilizam este medicamento): alterações do desejo sexual e do humor; enxaqueca. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): pressão alta;
    coágulos nas veias; alterações na função do fígado e das vias biliares; vermelhidão na pele. As reações adversas graves relatadas em associação a tratamentos hormonais, bem como os sintomas relacionados, são discutidas em outra parte desta bula (veja item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A superdose de estrogênio pode causar náusea, cefaleia e sangramento vaginal. Não foram notados eventos adversos graves em crianças que ingeriram pílulas anticoncepcionais contendo grandes quantidades de estrogênio. O tratamento da superdose de estrogênio é sintomático. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    MS 1.0171.0084
    Farm. Resp.: Cristina Matushima – CRF-SP nº 35.496
    Certificado nº FI/1118H/2009
    SANDRENA_BU 01_VP
    Fabricado e embalado por: Orion Corporation, Orion Pharma, Turku, Finlândia
    Importado e registrado por: Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua João Alfredo, 353 – São Paulo – SP
    CNPJ 03.560.974/0001-18 – Indústria Brasileira
    Venda sob prescrição médica.
    Central de Relacionamento com o Cliente Schering-Plough
    0800-7042590
    centralderelacionamento@spcorp.com

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  • orgalutran-e-indicado-para-prevenir-o-aumento-precoce-do-hormonio-fertilizante-durante-o-tratamento-infertilidade

    Orgalutran®

    (acetato de ganirrelix)

    Apresentações:

    Solução injetável de – 0,25 mg em embalagem com 1 seringa preenchida descartável contendo 0,5 mL de solução.
    Uso Subcutâneo
    Uso Adulto

    Composição:

    ORGALUTRAN® 0,25 mg/0,5 mL: Cada seringa (0,5 mL) contém 0,25 mg de acetato de ganirrelix (calculado como base livre). Excipientes: manitol, ácido acético e hidróxido de sódio (para ajuste de pH) e água para injeção.

    Informações ao Paciente:

    Recomenda-se a leitura cuidadosa desta bula antes de iniciar o tratamento com esse medicamento. Guarde esta bula. Você pode precisar ler as informações novamente em outra ocasião. Se você tiver alguma dúvida, peça auxílio ao seu médico ou farmacêutico. Esse medicamento foi receitado para você e não deve ser fornecido a outras pessoas, pois pode ser prejudicial a elas, mesmo que os sintomas que elas apresentem sejam iguais aos seus. Se algum dos efeitos colaterais se tornar grave ou se você apresentar algum efeito colateral que não seja mencionado nesta bula, informe ao seu médico ou farmacêutico.

    Para que este medicamento é indicado?

    ORGALUTRAN® é indicado para prevenir o aumento precoce do hormônio luteinizante durante o tratamento da infertilidade.

    Como este medicamento funciona?

    ORGALUTRAN® contém a substância ganirrelix, que inibe as ações do hormônio de liberação natural de gonadotrofinas (GnRH). O GnRH regula a liberação das gonadotrofinas [hormônio luteinizante (LH) e hormônio estimulante do folículo (FSH)]. As gonadotrofinas  desempenham um papel importante na fertilidade e reprodução humana. Nas mulheres, o FSH é necessário para o crescimento e desenvolvimento dos folículos nos ovários. Os folículos são pequenas bolsas redondas que contém as células ovo (óvulos). O LH é necessário para liberar os óvulos maduros dos folículos e ovários (isto é a ovulação). ORGALUTRAN® inibe a ação do GnRH, resultando em supressão da liberação especialmente de LH. Em mulheres submetidas às técnicas de reprodução assistida (TRA), incluindo a fertilização invitro (FIV) e outros métodos, ocasionalmente a ovulação pode ocorrer muito precocemente causando uma redução significativa da possibilidade de engravidar. ORGALUTRAN® é utilizado para prevenir um aumento precoce do hormônio luteinizante que poderia causar liberação prematura do óvulo. ORGALUTRAN® é utilizado para prevenir a luteinização prematura durante a estimulação ovariana controlada pelas técnicas de reprodução assistida. Nos estudos clínicos ORGALUTRAN® foi utilizado com o hormônio estimulante do folículo recombinante.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres: alérgicas (hipersensíveis) ao ganirrelix ou a qualquer um dos componentes de sua fórmula. alérgicas (hipersensíveis) ao hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) ou a qualquer outro análogo do GnRH. com doenças moderadas ou graves dos rins ou fígado. Se alguma dessas condições se aplicar ao seu caso, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com esse medicamento. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Tenha cuidado especial com ORGALUTRAN® se você tiver uma alergia ou uma condição alérgica ativa. Neste caso, avise seu médico. Seu médico decidirá, dependendo da gravidade, se é necessário um monitoramento adicional durante o tratamento. Casos de reações alérgicas foram relatados, até mesmo após a primeira dose. O protetor da agulha desse medicamento contém látex natural, que pode ocasionar reações alérgicas. Durante ou após a estimulação hormonal dos ovários, pode se desenvolver a síndrome de hiperestimulação ovariana, que é relacionada com o procedimento de estimulação com gonadotrofinas; leia a bula do medicamento contendo gonadotrofina prescrito para você. A incidência de gestações ectópicas (gravidez fora do útero) pode ser aumentada em mulheres submetidas ao tratamento de reprodução assistida. Seu médico irá realizar uma ultrassonografia logo no início da gravidez para confirmar se a mesma é intrauterina. A incidência de malformações congênitas após técnicas de reprodução assistida pode ser levemente mais elevada do que após uma gravidez espontânea. Acredita-se que essa incidência discretamente mais elevada possa estar relacionada às características dos pacientes submetidos a tratamentos de infertilidade (por exemplo, a idade da mulher, características do esperma) e à incidência mais elevada de gestações múltiplas após técnicas de reprodução assistida. A incidência de má formações congênitas após técnicas de reprodução assistida utilizando ORGALUTRAN® não é diferente daquela observada após o uso de outros análogos do GnRH durante as técnicas de reprodução assistida. A eficácia e segurança de ORGALUTRAN® não foram estabelecidas em mulheres com peso abaixo de 50kg ou acima de 90 kg. Consulte o seu médico para obter mais informações. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco ORGALUTRAN® é medicamento de uso adulto, não sendo indicado para uso pediátrico ou geriátrico. Interferência na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas. Os efeitos de ORGALUTRAN® sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas não foram estudados.

    Interações medicamentosas:

    Informe ao seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou, recentemente, tomou algum outro medicamento, mesmo aqueles obtidos sem prescrição. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. ORGALUTRAN® é uma solução aquosa clara e incolor. A solução é estéril, pronta para uso, e deve ser administrada subcutaneamente. O protetor da agulha contém látex natural. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Sempre use ORGALUTRAN® exatamente conforme instruções do seu médico. Se tiver alguma dúvida, converse com ele. ORGALUTRAN® é utilizado como parte do tratamento com técnicas de reprodução assistida (TRA) incluindo a fertilização in vitro (FIV). A estimulação dos ovários com o hormônio estimulante dos folículos (FSH) pode se iniciar no 2º ou 3º dia da sua menstruação. ORGALUTRAN® (0,25 mg) deve ser injetado sob a pele uma vez ao dia, iniciando no 6º dia da administração do FSH. Com base na sua resposta ao FSH, o seu médico poderá decidir iniciar a administração em outro dia. ORGALUTRAN® e o FSH devem ser administrados aproximadamente ao mesmo tempo. Entretanto, as preparações não devem ser misturadas e devem ser utilizados em locais de injeção diferentes. O tratamento diário com  ORGALUTRAN® deve ser continuado até o dia em que estejam presentes folículos em número suficiente e tamanho adequado. O amadurecimento final do óvulo nos folículos pode ser induzido pela administração de gonadotrofina coriônica humana (hCG). O intervalo entre duas injeções de ORGALUTRAN® , bem como o tempo entre a última injeção de ORGALUTRAN® e a injeção de hCG, não deve ser maior do que 30 horas, pois pode ocorrer ovulação prematura (isto é, a liberação dos óvulos). Portanto, quando ORGALUTRAN® for injetado pela manhã, o tratamento com ORGALUTRAN® deve ser continuado durante o período de tratamento com gonadotrofina, incluindo o dia de desencadeamento da ovulação. Quando ORGALUTRAN® for injetado à tarde, a sua última injeção deve ser administrada na tarde anterior ao dia de desencadeamento da ovulação. ORGALUTRAN® já vem em seringas contendo a solução injetável e deve ser injetado lentamente sob a pele, preferivelmente na parte superior da perna. Verifique a solução antes do uso; não a utilize caso contenha partículas ou esteja turva. Se você decidir pela autoaplicação das injeções ou que as mesmas sejam aplicadas pelo seu parceiro, siga as instruções cuidadosamente. Não misture ORGALUTRAN® com outros medicamentos. A seringa é descartável e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada. Preparando o local da injeção Lave bem as mãos com água e sabão. Passe um pedaço de algodão ou gaze embebido em um antisséptico (por ex., álcool) no local da injeção, para remover qualquer bactéria da superfície. Limpe aproximadamente 5 cm ao redor do ponto onde a agulha será introduzida e deixe o antisséptico secar por, pelo menos, um minuto antes de aplicar a injeção.

    Inserindo a agulha:

    Remova a tampa da agulha. Pince uma grande área de pele com o dedo indicador e o polegar. Introduza a agulha na base da pele pinçada em um ângulo de 45 graus em relação à superfície da pele. Varie o local a cada injeção.

    Verificando a posição da agulha:

    Puxe o êmbolo para trás cuidadosamente para verificar se a agulha está bem posicionada. Qualquer quantidade de sangue que entre na seringa indica que a agulha penetrou em um vaso sanguíneo. Caso isso ocorra, não injete ORGALUTRAN®: remova a seringa, cubra o local da injeção com uma mecha de algodão umedecida com o antisséptico e pressione. O sangramento deve parar em um ou dois minutos. Não utilize essa seringa e descarte-a de maneira adequada. Comece novamente com outra seringa.

    Injetando a solução:

    Uma vez que a agulha esteja posicionada corretamente, pressione o êmbolo devagar e firmemente, de modo que a solução seja injetada corretamente e a pele não seja danificada.

    Removendo a seringa:

    Puxe a seringa para fora rapidamente e pressione o local com uma mecha de algodão umedecida em antisséptico. A seringa deve ser utilizada uma única vez e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Não aplique o dobro da dose para compensar uma dose esquecida. Caso você perceba que esqueceu uma dose, aplique-a logo que possível. Caso tenha passado mais de 6 horas do horário habitual da injeção (de modo que o intervalo entre a última injeção e a esquecida seja maior que 30 horas) administre a dose esquecida assim que possível e contate seu médico para informações adicionais. Se você tiver a impressão de que o efeito do ORGALUTRAN® é muito forte ou muito fraco, informe ao seu médico imediatamente. Se você tiver mais alguma dúvida sobre como usar esse produto, pergunte ao seu médico ou farmacêutico. Em caso de dúvidas, procure seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Assim como todos os medicamentos, ORGALUTRAN® pode causar reações adversas, embora nem todas as pacientes as apresentem Em aproximadamente 1 em 10 pacientes, ORGALUTRAN® pode causar reação na pele no local da injeção (predominantemente vermelhidão, com ou sem inchaço). As reações locais geralmente desaparecem dentro de 4 horas após a administração. Muito raramente, em menos de 1 em 10.000 pacientes, foram observadas reações mais espalhadas, possivelmente alérgicas (incluindo vários sintomas tais como erupção cutânea, inchaço no rosto e falta de ar), até mesmo após a primeira dose. Efeitos indesejáveis como dor de cabeça, náusea e mal-estar podem ocorrer. Estes efeitos ocorrem em menos do que 1 em 100 pacientes. Além disso, foram relatados efeitos indesejáveis relacionados ao tratamento de hiperestimulação controlada dos ovários (como, por exemplo, dor pélvica, distensão abdominal, síndrome da hiperestimulação ovariana, gravidez nas trompas (ectópica) e aborto). Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de quaisquer reações adversas que não constam nesta bula. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Descontinue temporariamente o tratamento com ORGALUTRAN® e contate seu médico. A superdose em humanos pode resultar em prolongamento da duração da ação. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
    leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
    MS 1.0171.0097
    Farm. Resp.: Cristina Matushima – CRF-SP nº 35.496
    Registrado e importado por: Schering-Plough Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua João Alfredo, 353 – São Paulo – SP
    CNPJ 03.560.974/0001-18 – Indústria Brasileira
    Fabricado por: Vetter Pharma-Fertigung GmbH & Co. KG, Ravensburg, Alemanha
    Embalado por: Merck Sharp Dohme Farmacêutica Ltda.
    Rua 13 de Maio, 1.161 – Sousas, Campinas/SP
    RA 2450 CCPPI 4 (ref 5) ORGALUTRAN_BU 04_VP

    Venda sob prescrição médica

    Central de Relacionamento com o Cliente Schering-Plough 0800-7042590
    centralderelacionamento@spcorp.com

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    LADOGAL®

    danazol
    Uso Adulto
    Uso Oral

    Forma farmacêutica e de apresentação:

    LADOGAL® 100mg – cartucho contendo 50 cápsulas.
    LADOGAL® 200mg – cartucho contendo 30 cápsulas.

    Composição:

    Cada cápsula contém: LADOGAL® 100mg LADOGAL® 200mg danazol 100mg 200mg excipientes q.s.p. 1 cápsula 1 cápsula (amido, lactose, talco, estearato de magnésio).

    Informação ao Paciente:

    Ação esperada do medicamento:

    LADOGAL® é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada danazol. Esta substância age no organismo combatendo doenças como endometriose e doenças benignas da mama, aliviando,consequentemente, os desagradáveis sintomas decorrentes destas enfermidades.

    Cuidados de conservação:

    LADOGAL® deve ser guardado dentro de sua embalagem original devendo-se evitar o calor excessivo (temperatura superior a 40°C) e protegido da umidade.

    Prazo de validade:

    Impresso na embalagem. Ao comprar qualquer medicamento verifique o prazo de validade. Não use remédio com prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado,você poderá prejudicar sua saúde.

    Gravidez e lactação:

    O uso de LADOGAL® está contra-indicado durante a gravidez e lactação. Se ocorrer gravidez durante o tratamento com LADOGAL®, o medicamento deve ser suspenso e o médico imediatamente informado. Para sua maior segurança utilize o método anticoncepcional recomendado pelo seu médico e inicie o tratamento com LADOGAL® no período da menstruação.

    Cuidados de administração:

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Recomenda-se administrar LADOGAL® logo após as principais refeições.

    Interrupção do tratamento:

    Não interrompa o tratamento nem troque de medicamento sem o conhecimento de seu médico, pois isto poderá prejudicar o tratamento de sua doença.

    Reações adversas:

    Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis com o uso de LADOGAL®, em especial sintomas como: aumento de peso, acne, seborréia,crescimento dos pêlos, mudanças na voz e distúrbios da menstruação.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:

    LADOGAL® não deve ser ingerido juntamente com bebidas alcóolicas. Informe seu médico caso esteja fazendo uso de outros medicamentos, principalmente anticonvulsivantes, antidiabéticos, anticoagulantes, anti-hipertensivos e outros.

    Contra-indicações e precauções:

    O uso de LADOGAL® está contra-indicado durante a gravidez e amamentação,em pessoas que sofrem de insuficiências renal, hepática ou cardíaca e em portadores de outras doenças metabólicas. Informe seu médico sobre qualquer outra enfermidade para a qual esteja recebendo tratamento específico.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    Informação Técnica:

    Características:

    LADOGAL® (danazol) é o 17-alfa-pregna-2,4-dien-20-ino-(2,3-d)-isoxazol-17-ol,um derivado esteróide sintético da etisterona.As principais propriedades farmacológicas do danazol são as seguintes:- afinidade relativamente intensa quanto aos receptores androgênicos,afinidade menos marcante quanto aos receptores progestogênicos e baixa afinidade em relação aos receptores estrogênicos. O danazol é um androgênico fraco, mas pode também exercer ações antiandrogênicas,progestogênicas, anti-progestogênicas, estrogênicas e antiestrogênicas.- O danazol exerce efeito supressivo sobre o eixo hipotálamo-hipofisáriogonadal,possivelmente interferindo com a síntese de esteróides gonadais através da inibição de enzimas envolvidas na esteroidogênese. Danazol pode também inibir o acúmulo de AMP-cíclico promovido por hormônios gonadotróficos nas células granulosas e lúteas. Os efeitos do danazol são reversíveis, e a atividade cíclica em geral reaparece cerca de 60 a 90 dias após a suspensão do tratamento. O danazol inibe os picos de FSH e LH característicos da parte média do ciclo menstrual, e reduz a natureza pulsátil da liberação de LH. Após a menopausa, danazol pode provocar redução nos níveis plasmáticos médios dessas gonadotrofinas.- O danazol exerce uma ampla gama de ações sobre as proteínas plasmáticas,tais como aumento de protrombina, plasminogênio, antitrombina III,macroglobulina alfa-2, inibidor da esterase C1 e eritropoietina, redução do fibrinogênio e das globulinas de ligação dos hormônios tireóideo e sexual. O danazol aumenta a proporção e a concentração da testosterona plasmática livre.- Como resultado de suas ações farmacológicas, danazol provoca atrofia do endométrio, regressão de tecidos endometriais ectópicos e supressão das funções ovarianas, com conseqüente anovulação e amenorréia. Entretanto,algumas pacientes podem ainda apresentar 1 ou 2 sangramentos menstruais após o início do tratamento, e algumas persistem com sangramento (mesmo que mínimo) durante todo o período de tratamento, na dependência da posologia adotada.- A absorção de LADOGAL® após administração oral é dose-dependente,havendo tendência à correlação linear com doses diárias entre 200 e 800 mg em múltiplas tomadas. A absorção é influenciada pelo estado prandial, sendo aproximadamente 2 vezes maior quando o danazol é tomado logo após as refeições. Os principais metabólitos do danazol parecem ser a etisterona e a 17-hidroximetiletisterona. O tempo médio da meia-vida de eliminação do danazol é de cerca de 24 horas.

    Indicações:

    – Tratamento da endometriose, como terapia isolada ou em associação a medidas cirúrgicas.- Tratamento da mastalgia cíclica grave (displasia mamária benigna, doença fibrocística da mama), com ou sem nódulos, resistente a analgésicos simples.- Tratamento da mastite cística crônica (cistos benignos multiplos ou recorrentes), permitindo redução da necessidade da aspiração cirúrgica.- Como medida prévia à ablação endometrial histeroscópica a fim de reduzir o endométrio e facilitar a cirurgia.

    Contra-Indicações:

    Gravidez, amamentação, insuficiência hepática, renal ou cardíaca graves;porfiria; tumor androgênio-dependente; sangramento vaginal anormal
    ainda não diagnosticado, trombose ativa ou doença tromboembólica e histórico de ambos eventos.

    Precauções e Advertências:

    Uso na gravidez:

    Danazol está contra-indicado em decorrência de risco de virilização do feto feminino. A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de se administrar danazol, e deve ser usado método contraceptivo não-hormonal eficaz. Se ocorrer gravidez durante o tratamento, este deve ser suspenso.Para maior segurança, o tratamento deve ser iniciado durante a menstrução.

    Uso em lactantes:

    Danazol está contra-indicado em virtude de risco teórico de efeito androgênico nos lactentes. O tratamento ou a amamentação devem ser suspensos.

    Uso em grupos especiais de pacientes:

    Considerando sua farmacologia,suas interações e seus efeitos secundários, danazol deve ser utilizado com cuidado em caso de doença renal ou hepática, hipertensão e doenças cardiovasculares em geral, processos mórbidos que sejam exacerbados por retenção de líquidos, diabetes mellitus, policitemia, epilepsia,distúrbios das lipoproteínas, história de trombose ou de doença tromboembólica, história de reação androgênica intensa ou persistente sob tratamento com esteróides gonadais, enxaqueca.Pacientes em tratamento de epilepsia, diabetes ou hipertensão podem ter necessidade de ajustamento das doses dos seus medicamentos, ao iniciar ou suspender o uso de danazol.Aconselha-se controle clínico cuidadoso em todos os pacientes, inclusive avaliação laboratorial periódica da função hepática e do quadro hematológico. Para tratamentos prolongados (> 6 meses) ou conduta repetida do tratamento, é recomendada ultrassonografia hepática bianual.O danazol deve ser interrompido na eventualidade de qualquer reação adversa clinicamente significativa, particularmente em caso de: virilização (a não interrupção do tratamento com danazol aumenta os riscos de irreversibilidade dos efeitos androgênicos), edema papilar, cefaléia,distúrbios visuais ou outros sinais ou sintomas de pressão intracraniana aumentada, icterícia ou qualquer indicação de distúrbio hepático importante; trombose ou tromboembolismo.Antes do início do tratamento, a presença de carcinoma hormônio-dependente deve ser excluída ao menos por exame clínico cuidadoso assim como se nódulos mamários persistirem ou aumentarem durante o tratamento com danazol.A diminuição da dose efetiva de danazol deve ser sempre almejada.O danazol deve ser sempre utilizado na menor dose que produza eficácia.A experiência com administração a longo prazo de danazol é limitada. Em caso de necessidade de repetir o tratamento, agir com precaução.Os riscos de exposição prolongada a esteróides 17-alquilados, incluindo adenomas hepáticos benignos, peliose hepática e carcinoma hepático devem ser considerados ao se utilizar o danazol (que é quimicamente relacionado àqueles esteróides).Dados de dois casos-controles de estudos epidemiológicos foram agrupados para pesquisar a relação entre endometriose, tratamento de endometriose e câncer de ovário. Resultados preliminares sugerem que o uso de danazol pode aumentar o risco basal de câncer ovariano em pacientes tratadas de endometriose.

    Interações Medicamentosas:

    – Tratamento anticonvulsivante: danazol pode aumentar os níveis plasmáticos de carbamazepina e alterar a resposta a esse medicamento e à fenitoína;interação similar com fenobarbital é provável.- Tratamento antidiabético: danazol pode provocar resistência à insulina.- Tratamento anticoagulante: danazol pode potencializar a ação da warfarina.- Tratamento anti-hipertensivo: danazol pode reduzir a eficácia de medicamentos anti-hipertensivos.- Ciclosporina e tacrolimus: podem ter seus níveis plasmáticos aumentados pelo danazol, principalmente por um aumento da toxicidade renal desses fármacos.- Tratamento com esteróides: danazol provavelmente provoca interações com esteróides gonadais.- Alfa-calcidol: danazol pode aumentar a resposta calcêmica ao alfa-calcidol em pacientes com hipoparatireoidismo primário.

    Reações Adversas:

    Na maioria dos casos, os efeitos colaterais com danazol são previsíveis e reversíveis, e reações sérias são raras. Os eventos citados a seguir foram
    associados ao danazol, mas nem sempre uma relação causal foi efetivamente estabelecida.- Efeitos androgênicos. Comuns: aumento de peso, acne, aumento do apetite, seborréia, hirsutismo, alopécia, engrossamento da voz. Raros:hipertrofia do clitóris, retenção hídrica.- Outros efeitos endócrinos comuns como alterações do ciclo menstrual,sangramento intermenstrual, amenorréia, rubor, secura vaginal,irritação vaginal, alteração da libido; incomum: redução do tamanho das mamas; muito raro: redução na espermatogênese.- Eventos metabólicos, como resistência à insulina e aumento dos níveis plasmáticos do glucagon e tolerância anormal à glicose. Foi observado em mulheres aumento do colesterol LDL, redução do colesterol HDL afetando todas as subfrações e redução das apolipoproteínas Al e All.A significância clínica dessas alterações não está determinada. Outros eventos metabólicos incluem: indução de ALA sintetase, redução da globulina T4 ligada à tireóide e aumento da recaptação de T3, sem alteração do TSH e do índice de tiroxina livre.- Eventos dermatológicos comuns compreendem erupções maculopapulares, petequiais, purpúricos e urticariformes, às vezes associadas a edema facial, febre e fotossensibilidade. Os eventos dermatológicos incomuns compreendem urticária. Também foram observados eventos dermatológicos muito raros como nódulos eritematosos inflamatórios, alterações da pigmentação cutânea, e dermatite esfoliativa e eritema multiforme.- Eventos musculoesqueléticos comuns incluem: dor lombar, cãibras às vezes com aumento de CPK, tremor, fasciculação, dor muscular e articular, dor e edema articular.- Eventos cardiovasculares raros incluem exacerbação de hipertensão,palpitações, taquicardia. Eventos trombóticos também têm sido relatados incluindo do seio sagital, trombose cerebrovascular, assim
    como trombose arterial. Casos de infarto do miocádio têm sido relatados.- Eventos hematológicos raros incluem aumento do número de células
    vermelhas e plaquetárias, policitemia, trombocitopenia e leucopenia.Eventos muito raros incluem eosinofilia e peliose esplênica.- Eventos hepato-pancreáticos incomuns incluem aumento discreto dos níveis séricos das transaminases. Eventos raros incluem icterícia colestática, adenomas hepáticos benignos e pancreatite. Eventos muito raros incluem tumor hepático maligno e peliose hepática sob tratamento prolongado.
    – Eventos oftálmicos raros incluem distúrbios visuais como visão borrada, dificuldades na acomodação visual, dificuldades em usar lentes de contato e alteração da refração necessitando correção.- Eventos comuns do sistema nervoso central incluem labilidade emocional, ansiedade, ânimo deprimido, nervosismo e cefaléia.Eventos raros incluem tontura, vertigem e hipertensão intracraniana benigna. Eventos muito raros incluem piora da epilepsia e aparecimento de enxaqueca.- Outros tipos de eventos comuns incluem náusea; eventos raros:fadiga; eventos muito raros incluem hematúria com o tratamento prolongado de angioedema hereditário, dor epigástrica e pleurítica,síndrome do túnel do carpo e pneumonite intersticial.Alterações de exames laboratoriais O tratamento com danazol pode interferir com a dosagem de testosterona ou proteínas plasmáticas.LADOGAL® improvavelmente afeta a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

    Posologia:

    Via oral: LADOGAL® não é recomendado para crianças e idosos.A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta de cada paciente, e pode ser
    reduzida ao se alcançar resposta favorável.Em mulheres em idade fértil, o tratamento deve ser iniciado no primeiro dia da menstruação a fim de afastar possibilidade de gravidez. Manter método contraceptivo não hormonal durante o tratamento com danazol.Endometriose: a dose recomendada é de 200 a 800 mg diários. Um método de tratamento contínuo normalmente tem a duração de três a seis meses.Doença fibrocística benigna da mama: a dose recomendada é de 100 a 400 mg diários, mantendo-se o tratamento por 3 a 6 meses.Preparação para ablação histeroscópica do endométrio: 400 a 800 mg diários,por 3 a 6 semanas.

    Superdosagem:

    Os conhecimentos atuais sugerem que uma sobredose aguda não deve ocasionar reações sérias imediatas. Entretanto, recomenda-se êmese
    provocada e lavagem gástrica para prevenir contra eventuais efeitos retardados.A paciente deve ser mantida em observação.

    Pacientes Idosos:

    LADOGAL® não está recomendado para uso em pessoas idosas.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    M.S. 1.1300.1039
    Farm. Resp.: Antonia A. Oliveira
    CRF-SP 5.854
    Fabricado por:
    Sanofi-Synthelabo Ltd.
    Fawdon, Inglaterra
    7Importado e embalado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Rua Conde Domingos Papais, 413
    Suzano – SP
    CEP 08613-010
    CNPJ 02.685.377/0008-23
    Indústria Brasileira
    ® Marca Registrada
    IB130906C
    Atendimento ao Consumidor 0800-703-0014
    www.sanofi-aventis.com.br
    NºLote
    Data Fabricação \ vide cartucho
    Vencimento

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