• tylenol-gotas-200mg-15ml-recallO laboratório responsável pela produção do Tylenol, um medicamento para dor de cabeça, anunciou que mais de 3 milhões de embalagens do remédio em gotas terão que ser recolhidas.
    Exatamente 3.384.432 embalagens do Tylenol Gotas 200 mg/ml serão recolhidas a partir de segunda-feira (27) devido a um problema no gotejador que regula as doses. Ele pode se desprender do frasco, o que causaria uma dose maior que a ideal.

    Os remédios que serão recolhidos foram produzidos entre dezembro de 2011 e novembro de 2012 e têm numeração de lote – não sequencial – compreendida entre os intervalos PPL055 a RJL123.

    A Janssen-Cilag Farmacêutica, que produz o medicamento, disse em nota que o recall “abrange somente farmácias e distribuidores”, mas afirmou que consumidores que já tiverem adquirido o remédio “não devem administrá-lo diretamente na boca” — o mais indicado é gotejá-lo antes em um copo ou uma colher.

    Segundo o Ministério da Justiça, a Janssen-Cilag Farmacêutica, que produz o medicamento, protocolou a campanha de recall na Secretaria Nacional do Consumidor e disse que a superdosagem do Tylenol pode causar “danos graves ao fígado, náusea, outros sintomas gastrointestinais e elevação das enzimas hepáticas”.

    O princípio ativo do Tylenol é o paracetamol, um analgésico indicado para dores de leves a moderadas. Também tem propriedades anti-inflamatórias e pode ser tomado em caso de febres baixas.

    Pelo Código de Defesa do Consumidor, o produto deve ser reparado ou trocado a qualquer momento e de forma gratuita. Em caso de dificuldade, recomenda-se procurar um órgão de defesa do consumidor.

    Ainda na nota, o laboratório responsável pelo medicamento ressaltou que os demais produtos da linha não foram afetados e a venda continua normalmente. A Janssen-Cilag se colocou à disposição dos consumidores para informações pelo telefone 0800-728-6767 ou pelo site do Tylenol.

    Lotes afetados pelo Recall (o número do lote pode ser localizado na parte traseira do frasco do produto e na parte superior da caixa externa do produto) :

    – 15ml, PPL055 validade: dezembro de 2014
    – 15ml, PPL056 validade: dezembro de 2014
    – 15ml PPL057 validade: dezembro de 2014
    – 15ml RAL030 validade: dezembro de 2014
    – 15ml RCL088 validade: fevereiro de 2015
    – 15ml RFL095 validade: abril de 2015
    – 15ml RFL096 validade: abril de 2015
    – 15ml RGL052 validade: maio de 2015
    – 15ml RHL047 validade: junho de 2015
    – 15ml RKL037 validade: agosto de 2015
    – 15ml RLL015 validade: agosto de 2015
    – 15ml RLL087 validade: setembro de 2015
    – 15ml RML007 validade: outubro de 2015
    – 15ml RML125 validade: outubro de 2015
    – 15ml RML135 validade: outubro de 2015
    – 15ml RML175 validade: outubro de 2015
    – 15ml RNL049 validade: novembro de 2015
    – 7,5ml REL036 validade: fevereiro de 2015
    – 7,5ml RJL123 validade: julho de 2015

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  • antibiotico-foto-remedioAntibióticos são ineficazes para tratar pacientes com tosse persistente causada por infecções pulmonares, segundo um estudo publicado pela revista especializada Lancet.

    O estudo, realizado com mais de 2 mil pacientes de 12 países europeus, verificou que a duração e a gravidade dos sintomas nos que foram tratados com antibióticos não foi diferente dos que foram tratados com placebos.

    Mas especialistas advertem que em casos de suspeita de pneumonia, os antibióticos devem ainda assim ser usado, devido à gravidade da doença.

    A pesquisa, realizada entre novembro de 2007 e abril de 2010 em países como Bélgica, Grã-Bretanha, França e Alemanha, contou com a participação de 2.061 pacientes que apresentavam uma tosse persistente por mais de 28 dias, com suspeita de infecções pulmonares, como bronquite.

    Os participantes preencheram um ”diário da doença” ao longo do tratamento e classificaram a gravidade de seus sintomas, que incluíam tosse, falta de ar, dores no peito e narizes entupidos ou coriza.

    Paul Little, da Universidade de Southampton, que comandou a pesquisa, afirmou: “a receita do antibiótico amoxicilina no tratamento de infecções respiratórias em pacientes em que não há suspeitas de pneumonia não deve contribuir para a melhora do paciente e pode até provocar danos”.

    De acordo com o pesquisador, ”a prescrição médica excessiva de antibióticos, especialmente quando eles são ineficazes, pode fazer com que estes pacientes desenvolvam resistência e sofram efeitos colaterais, como diarreia, alergias e vômitos”.

    ”Nossas conclusões mostram que as pessoas estão melhores quando não tomam nada. Mas como um pequeno número de pacientes irá se beneficiar dos efeitos dos antibióticos, nosso desafio permanece sendo identificar esses indivíduos”, afirma.

    Michael Moore, do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha e co-autor do estudo, afirmou que ”é importante que clínicos gerais tenham conhecimento claro sobre quando podem ou não prescrever antibióticos para pacientes de modo a reduzir a aparição de resistência bacteriana.

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  • Um pequeno experimento randomizado descobriu que o mal da montanha pode ser evitado de forma eficaz com o uso de um medicamento comum, barato e de venda livre.

    A doença ocorre em altitudes maiores que 2.400 metros, cujos sintomas podem ser dores de cabeça, fadiga, tontura, náusea e vômitos. O remédio capaz de impedir o mal da montanha é o ibuprofeno, vendido com o nome de Advil e com outros nomes comerciais.

    A doença geralmente desaparece por si própria. Porém, se não for tratada, pode progredir levando à debilidade extrema e, em casos caros, ao inchaço fatal do cérebro. O ibuprofeno talvez seja mais seguro e produza menos efeitos colaterais que os medicamentos usados habitualmente contra a doença, o esteroide dexametasona e o diurético acetazolamida.

    No estudo publicado online no periódico Annals of Emergency Medicine, os pesquisadores designaram de forma aleatória 86 excursionistas a ingerir 600 miligramas de ibuprofeno ou um placebo em quatro pausas durante uma escalada de 1.250 a 3.830 metros de altura. Os participantes responderam a um questionário no qual relatavam os sintomas e classificavam a sua gravidade.

    Entre os participantes do grupo que recebeu o placebo, 69% desenvolveram uma forma grave do mal da montanha, em comparação com 43% dos que tomaram ibuprofeno. Entre os que ficaram doentes, os sintomas foram um pouco mais brandos para os que tomaram ibuprofeno, mas a diferença não foi significativa em termos estatísticos.

    O Dr. Grant S. Lipman, principal autor do estudo e professor adjunto de medicina de emergência da Universidade Stanford, afirmou que o ibuprofeno talvez não funcione em altitudes maiores do que as experimentadas no estudo. No entanto, “trata-se de uma de uma opção bastante factível para as pessoas que estão viajando por altitudes elevadas”, afirmou.

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  • Babosa, hortelã e salgueiro são os novos fitoterápicos a entrar na lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), publicada hoje (29) pelo Ministério da Saúde. Atualizada a cada dois anos, a lista tem agora 810 itens, como medicamentos, vacinas e insumos.

    A babosa é indicada para o tratamento de queimaduras e psoríase (doença inflamatória da pele); a hortelã, síndrome do cólon irritado; e o salgueiro, para dor lombar. Desde 2007, o SUS usa remédios fitoterápicos, que agora chegam a 11. Para entrar no rol, o fitoterápico precisa ser industrializado, ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e eficácia comprovada.

    A nova relação traz também os remédios finasterida e doxasozina (convencionais) usados contra o crescimento anormal da próstata.

    A lista praticamente dobrou, passando de 470 itens, em 2010, para 810, por causa da inclusão dos medicamentos para doenças raras, vacinas e insumos. Antes, eram listados somente os remédios considerados essenciais, utilizados no tratamento das doenças mais recorrentes. Estão de fora da lista os remédios para câncer, oftalmológicos e aqueles usados no atendimento de urgência e emergência, pois constam em outra relação nacional.

    O rol é formulado por uma comissão técnica formada por representantes do ministério, da Anvisa, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e de associações médicas.

    Para ter acesso a um medicamento da lista do SUS, o paciente deve apresentar receita médica na rede pública. Com base na lista nacional, cada município tem autonomia para fazer sua própria relação de remédios.

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  • BRONDILAT

    acebrofilina

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
    Xarope adulto em frasco contendo 120 ml + copo-medida de 10 ml
    Xarope pediátrico em frasco contendo 120 ml + copo-medida de 10 ml

    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

    USO ORAL

    Composição completa:
    Cada 5 ml do xarope adulto contém:
    acebrofilina ……………………………………………………………………………………………………… 50 mg
    Excipientes: ciclamato de sódio, glicetanila, propilparabeno, sorbitol, aroma de framboesa, metilparabeno e água.

    Cada 5 ml do xarope pediátrico contém:
    acebrofilina ……………………………………………………………………………………………………… 25 mg
    Excipientes: ciclamato de sódio, glicetanila, propilparabeno, sorbitol, aroma de framboesa, corante vermelho ponceau 4R, metilparabeno e água.

    INFORMAÇÃO AO PACIENTE:

    BRONDILAT é um produto na forma de xarope, cujas principais ações são a dilatação dos brônquios, o controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a sua expectoração.
    BRONDILAT, quando conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC) e ao abrigo da luz e umidade, apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE
    VENCIDO. ALÉM DE NÃO OBTER O EFEITO DESEJADO, PODE PREJUDICAR A SUA SAÚDE.
    Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.  Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: náuseas, vômitos, taquicardia, tremores e dor abdominal.

    Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

    A alimentação pode interferir na quantidade de BRONDILAT no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) aumentam a perda da teofilina do organismo, diminuindo a duração de BRONDILAT no mesmo, enquanto dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) reduzem esta perda. Nenhuma interação parece ocorrer com uma dieta a base de fibras (vegetais e frutas). BRONDILAT não deve ser administrado em casos de doenças hepáticas e renais graves. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÃO TÉCNICA:


    BRONDILAT tem como princípio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fusão das moléculas do ambroxol (mucorregulador, mucocinético e indutor do surfactante) com o ácido 7-teofilinacético, por uma reação de salificação, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina). A ação broncodilatadora parece advir do acúmulo de nucleotídeos cíclicos, particularmente do AMP cíclico na musculatura traqueo-brônquica devido à inibição da fosfodiesterase, determinando a elevação do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforilação dos precursores responsáveis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos responsáveis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de adenosina além de importante ação sobre fluxo do cálcio intracelular. Ao favorecer a broncodilatação, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragmática e auxilia a atividade ciliar traqueobrônquica. A ação mucorreguladora parece decorrer do estímulo à produção de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secreção brônquica, impede a aglutinação das partículas de muco e reduz a adesividade do muco patológico. A administração de uma dose oral de BRONDILAT possibilita concentrações séricas do composto ativo durante várias horas, com meia-vida plasmática entre 3 – 5 horas. Estudos de toxicidade aguda com dose única ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina não provoca alterações mesmo em doses muito acima das doses terapêuticas. Não foi demonstrada ação mutagênica.

    Indicações:

    BRONDILAT é indicado como broncodilatador, mucolítico e expectorante. Tratamento sintomático e preventivo das patologias agudas e crônicas do aparelho respiratório caracterizadas por fenômenos de hipersecreção e broncoespasmo, tais como:

    bronquite obstrutiva ou asmatiforme, asma brônquica, traqueobronquite,
    broncopneumonias, bronquiectasias, pneumoconioses, rinofaringites, laringotraqueítes,
    enfisema pulmonar.

    Contra-indicações:
    BRONDILAT É CONTRA-INDICADO NOS CASOS DE HIPERSENSIBILIDADE COMPROVADA AO COMPONENTE ATIVO DA FÓRMULA OU A OUTRAS XANTINAS, COMO AMINOFILINA E TEOFILINA, ASSIM COMO AO AMBROXOL. BRONDILAT NÃO DEVE SER UTILIZADO EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS HEPÁTICAS, RENAIS OU CARDIOVASCULARES GRAVES, ÚLCERA PÉPTICA ATIVA E HISTÓRIA PREGRESSA DE CONVULSÕES.

    Precauções:
    É ACONSELHÁVEL EVITAR O SEU USO DURANTE O PRIMEIRO TRIMESTRE DE GRAVIDEZ. DEVE-SE TER CAUTELA AO EMPREGAR ACEBROFILINA EM PACIENTES HIPERTENSOS, CARDIOPATAS, COM HIPOXEMIA SEVERA. BRONDILAT APRESENTA EM SUA FORMULAÇÃO SORBITOL, PORTANTO, NÃO DEVE SER UTILIZADO EM DIABÉTICOS QUE FAÇAM USO DE INSULINA OU HIPOGLICEMIANTES ORAIS. ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO EM CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS DE IDADE.

    Interações medicamentosas:
    A carbamazepina, assim como o fenobarbital, a fenitoína e os sais de lítio podem levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática. A administração concomitante de antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, antihistamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol, diltiazem e ipriflavona podem retardar a eliminação da teofilina,
    aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

    A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida. O uso concomitante da teofilina e broncodilatadores beta-agonistas é comum e considerado vantajoso, mas algumas reações adversas podem ocorrer, sendo as mais sérias a hipocalemia (com salbutamol e terbutalina) e a frequência cardíaca aumentada particularmente com altas dosagens de teofilina. Alguns pacientes podem mostrar um declínio significativo nos níveis séricos da teofilina se salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol) forem administrados oralmente. Os níveis séricos da teofilina podem apresentar algum aumento em mulheres tomando contraceptivos orais, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada. O emprego concomitante de teofilina com betabloqueadores seletivos não é totalmente contra-indicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação. O uso concomitante da teofilina com alfa-adrenérgicos como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso
    central e gastrintestinais.

    Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

    Reações adversas:

    PODEM OCORRER CASOS RAROS DE QUEIXAS DIGESTIVAS QUE DESAPARECEM COM A SUSPENSÃO DA MEDICAÇÃO OU REDUÇÃO DA DOSE DO MEDICAMENTO. EM ESTUDO MULTICÊNTRICO REALIZADO COM 4313 PACIENTES, A INCIDÊNCIA DE REAÇÕES ADVERSAS FOI CONSIDERADA BAIXA, SENDO AS MAIS IMPORTANTES NÁUSEAS (1,4%), VÔMITOS (2,1%), TAQUICARDIA E TREMORES (0,9%), DIARRÉIA (0,5%) E DOR ABDOMINAL E EPIGÁSTRICA (0,4%). OUTRAS REAÇÕES COMO BOCA SECA, AGITAÇÃO, SONOLÊNCIA, INSÔNIA, TRANSPIRAÇÃO, PALIDEZ, EXTREMIDADES FRIAS, ERUPÇÕES DE PELE E OUTRAS REAÇÕES ALÉRGICAS FORAM RELATADAS EM UMA INCIDÊNCIA INFERIOR A 0,4 %.

    Posologia:
    Adultos:

    Crianças:

    Não há uma posologia especial, nem um tempo determinado de tratamento para uma patologia específica. A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

    Conduta na superdosagem:

    Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de BRONDILAT, entretanto, nesta eventualidade, procurar um serviço médico imediatamente, seguindo os mesmos procedimentos de urgência para os casos de intoxicação por xantinas (teofilina). Se o paciente estiver alerta e transcorreram poucas horas após a ingestão, a indução do vômito pode ser de valia. No caso de o paciente apresentar convulsões, manter as vias
    aéreas permeáveis, administrar oxigênio e diazepínicos por via endovenosa. Manter hidratação adequada e monitorizar sinais vitais.

    Pacientes idosos:

    As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, observando-se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens “Precauções” e “Contra-indicações”.

    MS – 1.0573.0127
    Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP nº. 9555

    Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
    Via Dutra, km 222,2
    Guarulhos – SP
    CNPJ 60.659.463/0001-91
    Indústria Brasileira

    Número de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Neosaldina® é um analgésico, presente na vida dos brasileiros desde 1972 e é indicado para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça. Disponível em 3 apresentações: caixa com 20 drágeas, cartela com 4 drágeas e gotas.

    É o quarto medicamento mais vendido do país. (fonte: IMS/PMB – valor).

    Neosaldina® contém a dipirona associada com o isometepteno e a cafeína. Esta associação permite a potencialização da ação analgésica, além de exercer leve ação estimulante sobre o sistema nervoso, aumentando assim, a capacidade de concentração e raciocínio

    Composição: – NEOSALDINA

    Drágea:Cada drágea contém:
    Mucato de Isometepteno………………..30mg
    Dipirona Sódica………………..300mg
    Cafeína Anidra………………..30mg
    Solução Oral: Cada ml de solução oral (aproximadamente 20 gotas) contém:
    Cloridrato de Isometepteno………………..50mg
    Dipirona Sódica………………..300mg
    Cafeína Anidra………………..30mg

    INFORMAÇÃO AO PACIENTE:

    Conservar a drágea em lugar fresco, ao abrigo da umidade e a solução em lugar fresco, ao abrigo da luz. O prazo de validade do produto é de 42 meses, a contar da data de sua fabricação.

    NÃO USE MEDICAMENTOS COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

    Siga corretamente o modo de usar; não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
    Assim como qualquer medicamento, Neosaldina só deve ser usado durante o primeiro trimestre da gravidez sob orientação e cuidados médicos.
    A ocorrência de gestação durante o uso do medicamento deve ser comunicada imediatamente ao médico.
    O uso do produto durante a amamentação deve ser feito somente sob orientação e cuidados médicos. No caso de surgirem reações desagradáveis, tais como manifestações da pele (eritema inflamatório, prurido ou urticária) ou das mucosas (principalmente da boca ou garganta), ou ainda quando em uso prolongado, o médico deve ser imediatamente comunicado.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Caso ocorra leve intranquilidade e/ou aumento da freqüência cardíaca, a dose única diária de Neosaldina deve ser reduzida, o que deverá determinar o desaparecimento imediato dos sintomas, não havendo necessidade de tratamento especial.
    Pacientes com problemas hepáticos e/ou renais devem comunicar ao médico.
    À pacientes extremamente sensíveis à cafeína, recomenda- se não tomar Neosaldina à noite, para evitar dificuldades de conciliar o sono.
    Aconselha- se o uso de doses menores para pessoas idosas e/ou debilitadas.
    Não é aconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o uso de Neosaldina.

    INFORMAÇÃO TÉCNICA:

    Neosaldina contém como princípios ativos o Isometepteno, a Dipirona e a Cafeína.
    Isometepteno: quimicamente o 2- metil-6-metilamino-2-hepteno, é um agente espasmolítico, possuindo três ações principais: – ação espasmolítica por efeito simpaticomimético; – ação espasmolítica por ação direta sobre a musculatura lisa; – ação analgésica própria e potencializadora dos analgésicos.
    Devido a sua ação simpaticomimética, desempenha papel fundamental na recuperação dos espasmos provocados pelo estresse diário. Faz retornar o equilíbrio entre o sistema simpático e parassimpático, normalizando as funções orgânicas. A ação simpática efetua- se somente sobre a musculatura lisa, sendo raríssimo portanto, os efeitos cardíacos e sobre o sistema nervoso central. A ação vaso contritora craniana é especialmente útil no tratamento das enxaquecas.
    Dipirona: quimicamente o fenil- dimetil-pirazolona-metilamino-metanossulfonato sódico é um agente analgésico, antitérmico, antiinflamatório, de largo uso clínico, tanto isolado como combinado a outros medicamentos.
    Cafeína: quimicamente a 3,7- diidro,1,3,7-trimetil-1h-purino-2,6-diona, possui leve ação sobre o sistema nervoso central, aumentando os processos cerebrais, inclusive a capacidade de concentração e raciocínio. Paralelamente, evidencia uma ação vasoconstritora sobre as artérias cranianas, útil no tratamento das cefaléias,
    especialmente das enxaquecas.

    Indicações: – NEOSALDINA

    Como analgésico e antiespasmódico.

    Contra-Indicações: – NEOSALDINA

    Devido a ação simpática vasoconstritora que o isometepteno pode causar, Neosaldina deve ser administrada com cuidado a pacientes hipertensos e está totalmente contra- indicado nas crises hipertensivas.
    Estados de hipersensibilidade e intolerância a dipirona.
    Presença de discrasias sangüíneas ou de determinadas doenças metabólicas, como a porfiria ou a deficiência congênita da
    glicose- 6-fosfato-desidrogenase.
    Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

    Precauções: – NEOSALDINA

    Uso Pediátrico: Neosaldina só deve ser administrada para lactentes menores de um ano sob a forma farmacêutica de solução oral uso infantil.
    Uso na Gravidez: Não foi determinado ainda se o medicamento tem efeitos teratogênicos nem se pode afetar a capacidade reprodutiva da mulher.
    Desta forma, Neosaldina só deve ser administrado as gestantes se efetivamente necessário, devendo ser evitado durante o primeiro trimestre de gravidez.
    Uso na Lactação: A excreção da droga pelo leite materno é desconhecida; assim, é recomendável controle clínico quando Neosaldina for administrada durante o período de amamentação.
    Outros: Tendo em vista a possibilidade da dipirona provocar aglunocitose nos tratamentos prolongados, o controle hematológico (séries branca e vermelha) é aconselhável.
    Devido ao componente dipirona, o uso prolongado de Neosaldina pode agravar uma tendência ao sangramento decorrente de deficiência de protrombina.

    Interações Medicamentosas: – NEOSALDINA

    Pode ocorrer hipotermia grave quando Neosaldina não deve ser utilizado concomitamente com álcool, pois pode ocorrer interação entre as duas substâncias.

    Reações Adversas: – NEOSALDINA

    Ocasionalmente podem ocorrer reações de hipersensibilidade na pele e nas mucosas dos olhos e das cavidade naso- faríngea em pacientes sensíveis.
    Caso se apresentem alterações dolorosas das mucosas, principalmente da boca ou da garganta, é aconselhável a interrupção do uso do medicamento. Sob uso prolongado, podem surgir discrasias sangüíneas tais como trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia ou metaemoglobinemia, já tendo sido ralatados raroscasos de aplasia medular.

    Posologia: – NEOSALDINA

    Drágea e Solução Oral:
    Adultos (média): 1 a 2 drágeas, 3 a 4 vezes ao dia. As doses podem ser aumentadas conforme a necessidade.
    Crianças (média): 5 a 10 anos – 10 a 20 gotas; 10 a 15 anos – 20 a 30 gotas, de 3 a 4 vezes ao dia.
    Havendo necessidade de adaptar esta posologia ao peso corporal, pode- se recomendar:
    acima de 50 kg: 20 a 30 gotas; entre 35 e 50 kg: 15 a 30 gotas; entre 25 e 35 kg: 10 a 20 gotas; entre 20 e 25 kg: 8 a 15 gotas; entre 15 e 20 kg: 5 a 8 gotas;
    entre 10 e 15 kg: 4 a 5 gotas; entre 8 e 9 kg: 3 a 4 gotas; entre 6 e 7 kg: 2 a 3 gotas; menos de 5 kg: 1 gota, 3 a 4 vezes ao dia para todas as faixas de peso.
    As drágeas devem ser ingeridas sem mastigar, com meio copo de água; a solução oral deve ser ingerida diluída previamente em meio copo de água.

    Observações:
    O aparecimento de uma coloração vermelha espontânea na urina, significa eliminação do ácido rubazônico, um metabólito inócuo da Dipirona.

    Superdosagem: – NEOSALDINA

    No caso do medicamento ter sido ingerido em doses elevadas, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas
    adequadas.

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  • Fluviral – Indicações

    No alívio das dores de cabeça, febre, coriza, tosse, dores musculares e congestão nasal, sintomas associados com os processos das vias aéreas superiores.

    Apresentação de Fluviral

    compr. cx. c/ 300 (6 x 50) un. Elixir fr. c/ 100 ml

    Fluviral – Informações

    Cada comprimido contém: Paracetamol 400,000 mg Citrato de pentoxiverina 10,000 mg Cloridrato de fenilefrina 10,000 mg Maleato de carbinoxamina 2,000 mg O produto é constituído por uma associação, cujo componente básico é o paracetamol, estando indicado nos processos das vias aéreas superiores, nos quais a dor e a febre fazem parte do quadro. Sua base ativa está apoiada nos efeitos de quatro substâncias: · o paracetamol, substância com definida ação analgésica e antitérmica, segura e eficaz, desprovida de ação gástrica irritativa; · citrato de pentoxiverina, antitussígeno sem ação depressora central, que não causa dependência física ou psíquica e é praticamente isento de efeitos colaterais, · cloridrato de fenilefrina, vasoconstritor que elimina a congestão nasal; · maleato de carbinoxamina, que é um potente anti-histamínico.

    Contra-indicações de Fluviral

    O produto é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a alguns dos componentes da fórmula. Não deverá ser administrados durante os três primeiros meses de gravidez e após esse período deverá ser administrado nos casos de necessidade sob controle.

    Reações adversas / Efeitos colaterais de Fluviral

    · São raros, sendo o mais comum o desconforto gástrico. · Nos tratamentos prolongados podem surgir discrasias sangüíneas. · A literatura sobre o paracetamol relata, casos de trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica e meta-hemoglobinemia, já tendo sido relatados casos de aplasias medular. · O uso prolongado pode causar necrose papilar renal. · Reações cutâneas têm sido relatadas e incluem principalmente eritema e urticárias. · Dependendo da sensibilidade individual do paciente, leve sonolência poderá ocorrer após a primeira dose. Por esse motivo, recomenda-se aos pacientes especial cuidado ao executarem trabalhos mecânicos que requeiram atenção até que sua reação seja determinada.
    Fluviral – Posologia

    Comprimidos – USO ADULTO Adultos acima de 12 anos: A dose inicial é de 2 comprimidos, e a seguir 1 a 2 comprimidos à cada 4 horas, ou a critério médico.

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  • INDICAÇÕES – DORFLEX

    No alívio da dor associada a contraturas musculares decorrentes de processos traumáticos ou inflamatórios e em cefaléias tensionais.

    Laboratório

    Sanofi

    Referência

    Dipirona e Cafeína e Orfenadrina

    Apresentação de Dorflex

    sol. oral gotas, fr. c/ 15 ml compr. emb. c/ 30 un.

    Contra-indicações de Dorflex

    Dorflex é contra-indicado nos seguintes casos: – gravidez; – hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula; – não deve ser utilizado em pacientes com glaucoma, obstrução pilórica ou duodenal, acalasia do esôfago (megaesôfago), úlcera péptica estenosante, hipertrofia prostática, obstrução do colo da bexiga e miastenia grave. Devido à presença de dipirona sódica, Dorflex (citrato de orfenadrina / dipirona sódica / cafeína anidra) não deve ser administrado a: – pacientes com alergia aos derivados de pirazolonas (ex.: fenazona, propifenazona) ou a pirazolidinas (ex.: fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, caso anterior de agranulocitose em relação a um destes medicamentos; – em certas doenças metabólicas tais como: porfiria aguda do fígado intermitente (pelo risco de indução de crises de porfiria) e deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (pelo risco de ocorrência de hemólise); – função da medula óssea insuficiente (ex.: após tratamento citostático) ou doenças do sistema hematopoiético; – asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema, ou seja, em pacientes com desenvolvimento anterior de broncospasmo ou outras reações anafilactóides (ex.: urticária, rinite, angioedema) provocadas por salicilatos, paracetamol ou outros analgésicos não-narcóticos (ex.: diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno); – durante os três primeiros e três últimos meses de gravidez.

    Reações adversas de Dorflex

    A orfenadrina, como todo anticolinérgico, pode produzir bradicardia ou taquicardia, arritmias cardíacas, secura da boca, sede, diminuição da sudorese, midríase, dificuldade de acomodação visual (visão borrada). Em doses tóxicas podem ocorrer, além dos sintomas mencionados, ataxia, distúrbio da fala, disfagia, agitação, pele seca e quente, disúria, diminuição dos movimentos peristálticos intestinais, aumento da pressão intraocular, náuseas, vômitos, cefaléia, constipação, tonturas, alucinações, delírio e coma. Pacientes idosos também podem sentir um certo grau de confusão mental. A dipirona pode produzir distúrbios da crase sanguínea: trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica e metahemoglobinemia, já tendo sido relatados casos de aplasia medular, embora raros. Com maior frequência em pacientes c/ história de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias, a dipirona pode produzir o aparecimento de reações alérgicas, síndrome de Stevens-Johnson e eventualmente até anafilaxia (choque). Neste caso o medicamento (Dorflex) deve ser suspenso e instituído o tratamento médico adequado. Em caso de reação anafilática, epinefrina aquosa é a droga de escolha. Pode ser injetada por via endovenosa, lentamente, na dose de 1 ml, em diluição de 1:10.000 (1 ml de epinefrina a 1:1.000 diluído em 10 ml de soro fisiológico). A seguir, procede-se à corticoterapia, se necessário, e à reposição de volume c/ expansores de plasma

    Dorflex – Posologia

    ADULTOS: 1 a 2 comp. ou 30 a 60 gotas, 3 a 4 vezes ao dia. Não ultrapassar estes limites.

    DORFLEX®

    Citrato de Orfenadrina

    Dipirona

    Cafeína

    Merrell Lepetit®

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO – DORFLEX
    COMPRIMIDOS. Caixas com 192
    SOLUÇÃO. Frascos com 15 ml.

    USO ADULTO

    COMPOSIÇÃO – DORFLEX

    COMPRIMIDOS

    Cada comprimido contém:
    Citrato de orfenadrina ……………….. 35 mg
    Dipirona ……………….. 300 mg
    Cafeína ……………….. 50 mg

    SOLUÇÃO

    Cada ml contém:
    Citrato de orfenadrina ……………….. 35 mg
    Dipirona ……………….. 300 mg
    Cafeína ……………….. 50 mg

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE – DORFLEX
    Conservar em lugar fresco e ao abrigo da luz.

    Prazo de validade: 5 anos. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

    DORFLEX possui ação analgésica e relaxante muscular.

    Siga corretamente as instruções de seu médico quanto ao emprego do produto. Informe- o também se estiver grávida ou amamentando, pois DORFLEX não deve ser administrado a mulheres grávidas.

    Qualquer reação desagradável deve ser comunicada ao médico. Podem ocorrer alterações do batimento cardíaco, secura da boca, sede, diminuição da transpiração, visão turva, alterações sanguíneas e alérgicas graves, em raras ocasiões.

    Informe a seu médico caso você tenha: glaucoma, obstrução gastrintestinal, acalasia do esôfago, úlcera, problemas na próstata, miastenia grave, problemas cardíacos, tendência a hemorragias, se tem ou já teve alergia aos componentes da fórmula ou se estiver tomando outros medicamentos, especialmente os que contém propoxifeno ou fenotiazínicos.

    Evite ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com DORFLEX e verifique a sua resposta ao medicamento antes de dirigir ou operar máquinas.

    DORFLEX não deve ser administrado a crianças menores de 12 anos de idade.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    PROPRIEDADES – DORFLEX
    O citrato de orfenadrina é uma droga anticolinérgica, de ação central, com propriedades anti- histamínicas fracas, de utilidade no alívio da dor associada a contraturas musculares de origem traumática ou inflamatória. A orfenadrina não atua diretamente na contratura muscular. Seu mecanismo de ação não está totalmente esclarecido, mas parece dever-se a suas propriedades analgésicas. Sua ação analgésica é potencializada pela dipirona e pela cafeína presentes na fórmula de DORFLEX.

    PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS – DORFLEX

    DORFLEX não deve ser administrado a crianças menores de 12 anos de idade.

    A segurança de DORFLEX durante a lactação não está estabelecida.

    Em tratamentos prolongados, deve- se controlar o perfil hematológico, com hemogramas frequentes, e também a função hepática e renal do paciente.

    Em pacientes com deficiências de protrombina, a dipirona pode agravar a tendência à hemorragia.

    A orfenadrina pode prejudicar a capacidade do paciente para o desempenho de atividades como operar máquinas ou conduzir veículos.

    Também devido à orfenadrina, DORFLEX deve ser utilizado com cautela em pacientes com taquicardia, arritmias cardíacas, insuficiência coronária ou descompensação cardíaca.

    DORFLEX não deve ser utilizado concomitantemente com álcool, propoxifeno ou fenotiazínicos.

    DORFLEX não deve ser utilizado para tratamento de rigidez muscular associada ao uso de anti- psicóticos.

    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS – DORFLEX

    Confusão, ansiedade e tremores foram relatados em alguns pacientes que receberam orfenadrina concomitantemente com propoxifeno.

    Os fenotiazínicos, como a clorpromazina, podem interferir no controle de termorregulação corporal, causando tanto hipotermia como hipertermia. A dipirona pode potencializar eventual hipotermia causada por fenotiazínicos.

    Agentes anticolinérgicos, como a orfenadrina, não controlam a discinesia tardia associada ao uso prolongado de antipsicóticos. Seu uso pode mesmo exacerbar os sintomas de liberação extrapiramidal associados a estas drogas.

    POSOLOGIA E MODO DE USAR – DORFLEX

    ADULTOS: 1 a 2 comprimidos ou 30 a 60 gotas, 3 a 4 vezes ao dia. Não ultrapassar estes limites.

    SUPERDOSAGEM – DORFLEX

    A orfenadrina é uma droga potencialmente tóxica e há relatos de mortes associadas à superdosagem (ingestão de 2 a 3 g de uma só vez). Efeitos tóxicos, tipicamente anticolinérgicos, podem ocorrer, rapidamente em 2 horas, em intoxicação aguda, com convulsões, arritmias cardíacas e morte. A dipirona, como antiinflamatório não- hormonal, em doses tóxicas pode também produzir sintomas centrais excitatórios, além de alterações do equilíbrio ácido-básico, náuseas, vômitos e fenômenos hemorrágicos. A cafeína tem ação estimulante central, podendo acentuar os sintomas excitatórios das duas drogas anteriores.

    Em caso de superdosagem aguda de DORFLEX, a absorção do medicamento deve ser reduzida por indução de emese, lavagem gástrica, administração de carvão ativado ou combinação das três medidas. Deve- se manter o paciente hidratado, sob rigoroso controle do equilíbrio ácido-básico e monitoração das condições respiratórias, cardíacas e neurológicas.

    Fisostigmina, na dose de 0,5 a 2 mg por via subcutânea, endovenosa ou intramuscular, repetida a cada 1 ou 2 horas, é antídoto dos efeitos anticolinérgicos da orfenadrina, quando estes forem muito intensos. Sua utilização deve, entretanto, ser ponderada, pois ela pode produzir vários efeitos cardíacos e respiratórios. Em caso de superdosagem não- complicada é mais seguro aguardar a remissão espontânea de toxicidade do anticolinérgico.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Fonte bulas.med.br

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  • AAS é indicado para o alívio de dores de intensidade leve a moderada, como, por exemplo, dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas, dor menstrual e dor derivada da artrite. AAS também é indicado para o alívio sintomático da dor e da febre durante gripe ou resfriados.

    – Ademais, porém não menos importante, AAS pode ser utilizado como inibidor da agregação plaquetária, contribuindo, dessa maneira, para a redução de acidentes vasculares trombo embólicos, em pacientes com problemas cardíacos, recém operados ou com história prévia de problemas cardíacos.

    AAS®

    Ácido acetilsalicílico

    Forma farmacêutica e de apresentação – AAS®

    AAS comprimidos Adulto: embalagem contendo 200 ou 500 comprimidos.AAS comprimidos Infantil: embalagem contendo 30, 120 ou 200 comprimidos.

    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

    COMPOSIÇÃO – AAS®

    AAS Adulto
    Cada comprimido contém:
    ácido acetilsalicílico 500 mg
    excipientes q.s.p. 1 comp.
    Contém: amido de milho, croscarmelose sódica.

    AAS Infantil
    Cada comprimido contém:
    ácido acetilsalicílico 100 mg
    excipiente q.s.p. 1 comp.
    Contém: vanilina, sacarina1 sódica, lactose monoidratada, dióxido de silício, amido de milho,
    corante amarelo nº5, corante amarelo nº6.

    INFORMAÇÃO AO PACIENTE – AAS®

    Ação esperada do medicamento
    AAS é um produto que possui em sua fórmula uma substância chamada ácido acetilsalicílico.
    Esta substância tem a propriedade de baixar a febre (antitérmico), aliviar a dor (analgésico) e
    reduzir a inflamação (antiinflamatório). Por isso, é utilizado para alívio dos sintomas de várias
    doenças como gripes, resfriados e outros tipos de infecções.

    Cuidados de conservação
    AAS deve ser protegido da umidade e deve- se evitar a exposição ao calor excessivo (temperatura superior a 40°C).

    Prazo de validade
    Impresso na embalagem.
    Ao comprar qualquer medicamento verifique o prazo de validade. Não use remédio com prazo
    de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua saúde.

    Gravidez e lactação
    Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe também seu médico caso esteja amamentando. AAS não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez.

    Cuidados de administração
    AAS deve ser ingerido de preferência após as refeições ou com um pouco de leite. O comprimido INFANTIL (100 mg de ácido acetilsalicílico) deve ser colocado na boca e deixado dissolver.
    Evitar a ingestão concomitante de bebidas alcoólicas.
    Manter o intervalo mínimo de 4 horas entre cada administração; não ultrapassar as doses
    estabelecidas na posologia sem prévia orientação médica. Siga a orientação do seu médico,
    respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico, pois isto poderá prejudicar o tratamento de sua doença.

    Reações adversas
    Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis com o uso de AAS, em
    especial sintomas como acidez no estômago9, reações cutâneas alérgicas, zumbido, tonteira, e
    outras atribuíveis ao medicamento.
    AAS não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a outros analgésicos10 e antiinflamatórios do
    mesmo tipo.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Contra- indicações e Precauções
    AAS está contra- indicado a pacientes com doenças no estômago9, fígado11 e rins12. Não deve ser
    usado em hemofílicos e naqueles pacientes que estejam fazendo uso de anticoagulantes. O AAS só poderá ser empregado durante a gravidez e lactação sob orientação médica.

    Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um médico seja consultado sobre a Síndrome de Reye, uma rara, mas grave doença associada a este medicamento.

    “O produto AAS infantil contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.”

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER
    PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÃO TÉCNICA – AAS®

    Características – AAS®

    O ácido acetilsalicílico pertence ao grupo de fármacos antiinflamatórios não- esteróides, compropriedades analgésica, antipirética e antiinflamatória. Seu mecanismo de ação beseia- se na inibição irreversível da enzima ciclooxigenase, envolvida na síntese das prostaglandinas. O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas.

    Indicações – AAS®

    Para o alívio sintomático da cefaléia, odontalgia, dor de garganta, dismenorréia, mialgia ou artralgia, lombalgia e dor artrítica de pequena intensidade.
    No resfriado comum ou na gripe, para o alívio sintomático da dor e da febre.

    Contra-indicações – AAS®

    AAS está contra- indicado em todos os pacientes com hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico e a outros antiinflamatórios não esteróides. AAS não deve ser empregado em pacientes predispostos a dispepsias ou sabidamente portadores de alguma lesão da mucosa gástrica. Seu emprego deve ser evitado nos pacientes portadores de lesão hepática grave, em hemofílicos e naqueles que estejam fazendo uso de anticoagulantes. A administração deve ser cautelosa nos pacientes com função renal comprometida, particularmente nas crianças, e sempre que o paciente estiver desidratado. O AAS somente deverá ser empregado durante a gravidez sob orientação médica.

    Precauções e Advertências – AAS®

    Não exceder a posologia recomendada na bula sem prévia orientação médica. O ácido acetilsalicílico, que devido a algumas de suas propriedades prolonga o tempo de coagulação sangüínea, não deve ser usado em altas doses nos últimos três meses de gestação, exceto sob estrito acompanhamento médico, pois pode causar problemas no feto ou complicações durante o parto. O mesmo cuidado deve ser tomado em relação às mulheres que estejam amamentando. Existem relatos sugerindo que o uso de ácido acetilsalicílico em crianças e adolescentes com febre devida a infecção viral, especialmente nas gripes ou catapora,
    pode causar uma doença séria, porém rara, chamada “Síndrome de Reye”. Por esta razão, estes pacientes não devem usar este medicamento antes de consultar um médico sobre a “Síndrome de Reye”. O uso de AAS não é aconselhável quando há suspeita de dengue.

    Interações medicamentosas – AAS®

    Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico no trato gastrintestinal podem ser potencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes cumarínicos e a atividade hipoglicemiante das sulfoniluréias. Os anticoagulantes podem acentuar o efeito hemorrágico do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa gástrica. O ácido acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas respiratórios da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua toxicidade aumentada.

    Reações adversas – AAS®

    O ácido acetilsalicílico pode provocar irritação da mucosa gástrica e sangramento digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado.

    Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária e outras manifestações cutâneas. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal.

    Posologia e modo de usar – AAS®

    AAS adulto – 1 a 2 comprimidos, podendo repetir a dose a cada 4 ou 6 horas até um máximo
    de 8 comprimidos ao dia.

    AAS infantil – Crianças até 1 ano de idade, a critério médico; de 1 ano a 2 anos, 1/2 a 1 comprimido; de 3 a 5 anos, 1 a 2 comprimidos, de 6 a 9 anos, 2 a 3 comprimidos; de 10 a 12 anos, 4 a 5 comprimidos. Estas doses podem ser repetidas até 3 vezes ao dia, podendo variar segundo orientação médica.

    AAS deve ser ingerido de preferência após as refeições ou com um pouco de leite. O comprimido INFANTIL (100 mg de ácido acetilsalicílico) deve ser colocado na boca e deixado dissolver.

    Superdosagem – AAS®

    Nos casos de intoxicação moderada, o esvaziamento do estômago por aspiração ou êmese,
    ou a lavagem gástrica, serão normalmente medidas suficientes. Nos casos de intoxicação grave (concentrações de salicilato acima de 500 mcg/ml de plasma em adultos e 300 mcg/ml em crianças) deve- se realizar lavagem gástrica juntamente com diurese por infusão intravenosa de solução fisiológica com bicarbonato de sódio, ou Ringerlactato
    ou solução de glicose.

    Pacientes idosos – AAS®

    Nos pacientes idosos, devido deterioração da função renal e gástrica há necessidade de um acompanhamento clínico mais cuidadoso, com o objetivo de evitar efeitos colaterais de maior
    gravidade.

    DIZERES LEGAIS – AAS®

    Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

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