• Descrição:

    Coristina® d é uma associação medicamentosa que reúne a combinação da ação analgésica e antitérmica obtida com o ácido acetilsalicílico, com a ação antialérgica do maleato de dexclorfeniramina, com as propriedades vasoconstritoras do cloridrato de fenilefrina e com a ação revigorante da cafeína.

    Indicação:

    Analgésico, antitérmico, descongestionante nasal e antialérgico para o tratamento dos sintomas das gripes e resfriados comuns.

    Contra-Indicações:

    Coristina® d está contra-indicada em recém-nascidos e prematuros; em pacientes com glaucoma de ângulo agudo, retenção urinária, em pacientes com hipertensão grave, doença coronariana grave ou hipertireoidismo, e naqueles que demonstraram hipersensibilidade ou idiossincrasia a um de seus componentes, a agentes adrenérgicos ou a outras drogas de estrutura química similar. Coristina® d não deve ser administrada para pacientes tratados com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou nos 14 dias após a descontinuação desse tratamento.

    Apresentação:

    Coristina® d é um analgésico/sintomático da gripe de venda livre, comercializado em blíster com 4 comprimidos ou caixas com 4 blísteres com 4 comprimidos.
    Composição:

    1 mg de maleato de dexclorfeniramina: anti-histamínico.
    10 mg de cloridrato de fenilefrina: descongestionante.
    30 mg de cafeína: agente responsável pela ação revigorante (ou estimulante).
    400 mg de ácido acetilsalicílico: analgésico e antitérmico.
    Posologia:

    Adultos e crianças maiores de 12 anos: um comprimido de quatro em quatro horas, não excedendo a 4 comprimidos em um período de 24 horas.
    Crianças de 6 a 12 anos: ½ comprimido de 4 em 4 horas, não excedendo 2 comprimidos em um período de 24 horas.


    PRECAUÇÕES – CORISTINA D

    Coristina* d deverá ser usada com cautela em pacientes com asma, úlcera péptica estenosante, obstrução piloroduodenal, hipertrofia prostática ou obstrução do colo vesical, doença cardiovascular, naqueles com aumento da pressão intraocular, Diabetes mellitus ou anormalidades na coagulação.
    Os pacientes deverão ser alertados quanto a exercerem atividades que necessitem de estado de alerta mental, tais como dirigir automóveis, operar maquinárias etc.

    Os anti- histamínicos podem causar vertigens, sedação e hipotensão em pacientes com mais de 60 anos de idade. Esses pacientes são mais propensos a apresentar reações adversas aos simpaticomiméticos.

    O ácido acetilsalicílico deverá ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática e em hemofílicos.

    A síndrome de Reye é uma doença rara, porém séria, podendo surgir após um surto de gripe ou varicela em crianças e adolescentes.

    Embora sua causa seja ainda desconhecida, alguns estudos afirmam que o Ácido acetilsalicílico e seus derivados podem aumentar o risco de surgimento desta síndrome.

    A segurança e eficácia do uso de Coristina* d em crianças menores de 6 anos de idade ainda não foi determinada. Coristina* d pode causar excitabilidade, principalmente em crianças.

    Usar com cautela em pacientes que estejam tomando anticoagulantes, ou nos que estejam recebendo tratamento para Diabetes mellitus, gota ou artrite.

    Interromper o uso em caso de tontura, zumbidos nos ouvidos ou diminuição da audição.

    A ingestão de 1 grama ou mais de cafeína pode dar origem a distúrbios neurológicos ou cardiovasculares.

    USO DURANTE A GRAVIDEZ E A LACTAÇÃO

    A segurança do uso de Coristina* d durante a gestação ainda não foi determinada. A ingestão de Ácido acetilsalicílico por parte da mãe tem sido associada com sérios efeitos adversos sobre o feto. Não se sabe se os componentes de Coristina* d são excretados no leite humano, no entanto, sabe- se que os salicilatos o são. Portanto deve-se ter cautela quando Coristina* d for administrada a mulheres lactantes.

    INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA – CORISTINA D

    Os inibidores da monoaminoxidase prolongam e intensificam os efeitos dos anti- histamínicos, podendo ocorrer hipotensão severa. O uso concomitante de anti-histamínicos com álcool, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos e outros depressores do sistema nervoso central pode potencializar os efeitos sedativos da dexclorfeniramina. A ação dos anticoagulantes orais pode ser inibida pelos anti-histamínicos.
    Fármacos contendo fenilefrina não deverão ser administradas a pacientes fazendo uso de inibidores da MAO, ou até 14 dias após a descontinuação do tratamento. A fenilefrina não deverá ser usada com agentes bloqueadores adrenérgicos. Um aumento de atividade de marcapasso ectópico cardíaco pode ocorrer quando a fenilefrina é usada concomitantemente com digitálicos. Os antiácidos aumentam a absorção da fenilefrina; o caolin a diminui.

    REAÇÕES ADVERSAS – CORISTINA D

    O médico deve estar alerta para a possibilidade de qualquer efeito adverso associado com o uso de anti- histamínicos e simpaticomiméticos. Sonolência pode ocorrer com o uso de maleato de dexclorfeniramina. Outros possíveis efeitos adversos dos anti-histamínicos incluem reações cardiovasculares, hematológicas, neurológicas, gastrointestinais, genitourinárias e respiratórias. Efeitos adversos gerais tais como urticária, erupções cutâneas, choque anafilático, fotosensibilidade, sudorese, calafrios, secura da boca, nariz e garganta, também foram relatados.
    Efeitos adversos simpaticomiméticos incluem depressão do sistema nervoso central, inquietação, ansiedade, medo, tensão, insônia, tremores, convulsões, fraqueza, vertigens, tonteiras, cefaléia, rubor, palidez, dificuldades respiratórias, sudorese, náuseas e vômitos, anorexia, cãimbras, poliúria, disúria, espasmo do esfíncter vesical, retenção urinária. Efeitos cardiovasculares associados com simpaticomiméticos incluem hipertensão, palpitações, taquicardia, arritmias, dor anginosa, desconforto precordial e colapso cardiovascular.

    Sensação de zumbido foi relatada com o uso de ácido acetilsalicílico.

    A ingestão de ácido acetilsalicílico pode resultar em azia, náusea, vômitos, erosão gastrintestinal e prolongamento do tempo de sangramento.

    POSOLOGIA – CORISTINA D

    Adultos e crianças maiores de 12 anos: Um comprimido de quatro em quatro horas, não excedendo a 4 comprimidos diariamente.
    Crianças de 6 a 12 anos: Metade da dose indicada para o adulto.

    SUPERDOSAGEM – CORISTINA D

    Em caso de superdose, o tratamento de emergência deverá ser iniciado imediatamente.
    Sintomas atribuíveis à superdose com ácido acetilsalicílico incluem desidratação, hiperapnéia, distúrbios ácido- básicos com o desenvolvimento de acidose metabólica e hipoprotrombinemia.

    Os efeitos da superdosagem com anti- histamínicos podem variar de depressão do sistema nervoso central (sedação, apnéia, diminuição do estado de alerta mental, colapso cardiovascular), excitação (insônia, alucinações, tremores ou convulsões) até o óbito.

    Os sinais de superdose incluem: zumbidos, ataxia, visão turva e hipotensão, tonturas, cefaléia, náusea, vômitos, sudorese, sede, taquicardia, dor precordial, palpitações, dificuldade miccional, fraqueza muscular, tensão, ansiedade, agitação e insônia, psicose tóxica com alucinações e delírios. Alguns pacientes podem desenvolver arritmias cardíacas, colapso circulatório, convulsões, coma e falência respiratória.

    A estimulação ocorre principalmente em crianças, assim como sinais e sintomas do tipo atropínico (boca seca, pupilas dilatadas e fixas, rubor, hipertermia e sintomas gastrintestinais).

    Tratamento – Os pacientes deverão ser induzidos ao vômito, mesmo que a êmese tenha ocorrido espontaneamente. A indução farmacológica dos vômitos pela administração de xarope de ipeca é o método preferido. Entretanto, os vômitos não deverão ser induzidos em pacientes com alteração da consciência. A ação da ipeca é facilitada pela atividade física, e pela administração de 240 a 360ml de água. Se a êmese não ocorrer dentro de 15 minutos a dose de ipeca deverá ser repetida. Deverão ser tomadas precauções contra a aspiração, especialmente em crianças e lactantes. Após a êmese, a quantidade da droga remanescente no estômago poderá ser absorvida pela administração de pasta de carvão ativado diluída em água. Caso não ocorram os vômitos, ou estes estejam contra-indicados, deverá ser realizada a lavagem gástrica. Soluções salinas isotônicas ou meio isotônicas são as soluções de escolha. Catárticos salinos atraem água para o intestino por osmose e, portanto, podem ser úteis por sua ação de rápida diluição do conteúdo intestinal. A diálise é de pouca ajuda na intoxicação por anti-histamínicos. Após o tratamento de emergência, o paciente deverá continuar sendo monitorizado clinicamente.

    O tratamento dos sinais e sintomas da superdose é sintomático e de apoio. Estimulantes (agentes analépticos) não deverão ser usados. Vasopressores poderão ser usados para tratar a hipotensão. Barbitúricos de ação curta, diazepam ou paraldeído, poderão ser administrados para controlar as convulsões. Hipertermia, especialmente em crianças, poderá necessitar tratamento com banhos de água morna ou um cobertor hipotérmico. A apnéia é tratada com medidas ventilatórias.

    O tratamento adicional para envenenamento com salicilatos é de suporte: manter a hidratação, o equilíbrio hidro- eletrolítico, e reduzir a hipertermia. A excitação grave ou as convulsões podem ser tratadas com barbitúricos. A diurese forçada, através da administração de soluções eletrolíticas apropriadas e da alcalinização da urina com bicarbonato, podem aumentar a excreção renal de salicilatos.
    A diálise pode ser benéfica em casos de toxicidade extrema.

    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR; NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

    CORISTINA D – Laboratório

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  • Diclofenaco sódico

    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Comprimidos revestidos de 50 mg: embalagens com 20 e 200 comprimidos.
    USO ADULTO

    COMPOSIÇÃO – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Cada comprimido revestido contém:
    Diclofenaco sódico 50 mg
    Excipientes q.s.p. 1 comprimido revestido
    (celulose, citrato de trietila, corante laca de amarelo tartrazina, corante laca de vermelho 40, dióxido de silício coloidal, dióxido de titânio, estearato de magnésio, fosfato de cálcio dibásico, glicolato de amido sódico, hidróxido de sódio, lactose, polietilenoglicol 6.000, polímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, polisorbato 80, simeticona, talco e água deionizada).


    INFORMAÇÕES AO PACIENTE – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Ação esperada do medicamento: DICLOFENACO SÓDICO é utilizado no tratamento da dor e inflamação.
    Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), ao abrigo da umidade.
    Prazo de validade: Não utilize o medicamento se o seu prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
    Gravidez e Lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
    Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições.
    Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. DICLOFENACO SÓDICO é geralmente bem tolerado; porém, ocasionalmente, podem ocorrer algumas reações desagradáveis tais como: dor de estômago, náusea, vômito, diarréia, má digestão, prisão de ventre, falta de apetite, dor de cabeça, tontura e vermelhidão da pele.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão com outras substâncias: O paciente não deve tomar outros medicamentos juntamente com DICLOFENACO SÓDICO sem orientação ou conhecimento do médico.
    Contra- indicações e Precauções: DICLOFENACO SÓDICO é contra-indicado na presença de úlcera de estômago ou de intestino; alergia ao diclofenaco ou aos outros componentes da fórmula. DICLOFENACO SÓDICO é também contra-indicado a pacientes que têm crise de asma, urticária e rinite aguda quando tomam ácido acetilsalicílico (aspirina).
    Antes de iniciar o tratamento com DICLOFENACO SÓDICO, o paciente deve informar ao médico se tem problemas de estômago e problemas intestinais, com suspeita de úlcera, com colite ulcerativa, doença de Crohn, doença grave do fígado, doença de rim e de coração. Pacientes idosos devem estar sob supervisão médica durante o uso de DICLOFENACO SÓDICO. Pacientes que apresentarem vertigens deverão evitar dirigir veículos e/ou operar máquinas. Devem ser feitos exames de sangue durante os tratamentos prolongados. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Características:.
    O DICLOFENACO SÓDICO é um composto não- esteróide com pronunciadas propriedades anti-reumática, antiinflamatória, analgésica e antipirética. Demonstrou-se experimentalmente que é fundamental para o mecanismo de ação do diclofenaco a inibição da biossíntese das prostaglandinas. As prostaglandinas são o fator principal na causa da inflamação, dor e febre.
    O diclofenaco sódico in vitro não suprime a biossíntese dos proteoglicanos nas cartilagens, nas concentrações equivalentes às concentrações atingidas no homem.
    Em doenças reumáticas, as propriedades analgésicas e antiinflamatórias do DICLOFENACO SÓDICO, fazem com que haja uma resposta clínica caracterizada por melhora significativa dos sinais e sintomas como dor em repouso, dor ao movimento, rigidez matinal e edema nas juntas, bem como uma melhora na função. Em condições inflamatórias pós- traumáticas e pós-operatórias, DICLOFENACO SÓDICO melhora rapidamente a dor espontânea e a dor ao movimento e diminui o edema inflamatório. Em ensaios clínicos, DICLOFENACO SÓDICO também exerceu um pronunciado efeito analgésico em estados dolorosos moderados e graves de origem não-reumática. Além disso, estudos clínicos têm revelado que, na dismenorréia primária, DICLOFENACO SÓDICO é capaz de melhorar a dor e reduzir a intensidade do sangramento.
    Farmacocinética:
    Absorção:
    O diclofenaco é rápida e completamente absorvido depois da administração oral; as concentrações plasmáticas máximas são atingidas dentro de duas a três horas. A administração com alimentos retarda a taxa de absorção, porém não altera sua extensão.

    Distribuição:
    Há um efeito significativo de primeira passagem, desde que apenas cerca de 50 % do diclofenaco estão disponíveis a nível sistêmico. Este medicamento se liga amplamente às proteínas plasmáticas (99 %) e sua meia vida no plasma é de uma a duas horas. O diclofenaco acumula- se no líquido sinovial depois da administração oral, o que pode explicar a duração do efeito terapêutico, que é consideravelmente maior do que sua meia-vida plasmática.

    Biotransformação:
    Esse medicamento é metabolizado no fígado a 4- hidroxidiclofenaco (metabólito principal) por uma isoenzima do citocromo P450 da subfamília CYP2C e a outros compostos hidroxilados; depois da glicuronização e sulfatação.

    Eliminação:
    Depois da glicuronização e sulfatação, os metabólitos são excretados na urina (65 %) e bile (35 %).

    Características nos pacientes:
    Não foram observadas diferenças idade- dependentes relevantes na absorção, no metabolismo ou na excreção do fármaco.
    Em pacientes com insuficiência renal, não é previsto acúmulo da substância ativa inalterada, a partir da cinética de dose- única, quando aplicado o esquema normal de dose. Com um clearence (depuração) de creatinina < 10 ml/min, os níveis plasmáticos de steady-state (estado de equilíbrio) calculados dos hidroximetabólitos são cerca de 4 vezes maiores do que em pacientes normais. Entretanto, os metabólitos são em última análise excretados através da bile. Em pacientes com hepatite crônica ou cirrose não descompensada, a cinética e o metabolismo do diclofenaco são os mesmos do que em pacientes sem doenças hepáticas. Dados de segurança pré- clínicos: Mutagenicidade, carcinogenicidade e toxicidade sobre a reprodução: O diclofenaco não influenciou a fertilidade das matrizes (ratos) nem o desenvolvimento pré, peri e pós- natal da prole. Não foram detectados efeitos teratogênicos em camundongos, ratos e coelhos. Não foram demonstrados efeitos mutagênicos em vários experimentos in vitro e in vivo e nenhum potencial carcinogênico foi detectado em estudos de longo prazo com ratos e camundongos. INDICAÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico ·· Formas degenerativas e inflamatórias de reumatismo: artrite reumatóide; artrite reumatóide juvenil; espondilite anquilosante; osteoartrose e espondilartrites · Síndromes dolorosas da coluna vertebral Reumatismo não- articular · Crises agudas de gota · Inflamações pós- traumáticas e pós-operatórias dolorosas e edema, como por exemplo após cirurgia dentária ou ortopédica · Condições inflamatórias e/ou dolorosas em ginecologia, como por exemplo dismenorréia primária ou anexite · Como adjuvante no tratamento de processos infecciosos acompanhados de dor e inflamação de ouvido, nariz ou garganta, como por exemplo faringoamigdalites, otites. De acordo com os princípios terapêuticos gerais, a doença de fundo deve ser tratada com a terapia básica adequadamente. CONTRA-INDICAÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico Úlcera gástrica ou intestinal. Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer outro componente da formulação. Como outros agentes antiinflamatórios não- esteróides (AINEs) DICLOFENACO SÓDICO também é contra-indicado em pacientes nos quais as crises de asma, urticária ou rinite aguda são precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora da prostaglandina-sintetase. PRECAUÇÕES – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico É imprescindível uma supervisão médica cuidadosa em pacientes portadores de sintomas indicativos de distúrbios gastrointestinais, com história que sugira ulceração gástrica ou intestinal, com colite ulcerativa ou com doença de Crohn, bem como em pacientes com distúrbios da função hepática. Como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas com o uso de DICLOFENACO SÓDICO. Durante tratamentos prolongados, é recomendável a monitorização da função hepática como medida de precaução. Na ocorrência de sinais ou sintomas indicativos do desenvolvimento de doença hepática ou de outras manifestações (por exemplo, eosinofilia, erupções), ou se testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, o tratamento com DICLOFENACO SÓDICO deverá ser descontinuado. Poderá ocorrer hepatite com ou sem sintomas prodrômicos. Deve-se ter cautela ao administrar DICLOFENACO SÓDICO a pacientes portadores de porfiria hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise. Pela importância das prostaglandinas para a manutenção do fluxo sangüíneo renal, deve- se dar atenção especial a pacientes com deficiência das funções cardíaca ou renal, a pacientes idosos, a pacientes sob tratamento com diuréticos, e àqueles com depleção de volume extracelular de qualquer origem, como por exemplo nas condições de pré ou pós-operatório no caso de cirurgias de grande porte. Nesses casos, quando da utilização de DICLOFENACO SÓDICO, é recomendável uma monitorização da função renal como medida de precaução. A descontinuação do tratamento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento. Durante tratamento prolongado com DICLOFENACO SÓDICO (como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides), recomenda-se monitorizar o hemograma. Assim como outros AINEs, DICLOFENACO SÓDICO pode temporariamente inibir a agregação plaquetária. Pacientes com deficiência de hemostasia devem ser cuidadosamente monitorizados. Deve- se ter precaução especial com pacientes idosos debilitados ou com aqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor posologia eficaz. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: Pacientes com sintomas de tontura ou com outros distúrbios do Sistema Nervoso Central, incluindo- se distúrbios visuais, não devem dirigir veículos ou operar máquinas. Gravidez e Lactação: DICLOFENACO SÓDICO deve ser empregado durante a gravidez somente quando houver indicação formal e utilizando- se a menor posologia eficaz. Como ocorre com outros inibidores da prostaglandina- sintetase, essa orientação aplica-se particularmente aos três últimos meses de gestação (pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial). Após doses orais de 50 mg administradas a cada 8 horas, a substância ativa passa para o leite materno; todavia, em quantidades tão pequenas, que não se esperam efeitos indesejados sobre o lactente. ADVERTÊNCIAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico Sangramentos ou ulcerações/perfurações gastrointestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia. Estes, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos de sangramentos ou ulcerações/perfurações, o medicamento deve ser descontinuado. Assim como com outros agentes antiinflamatórios não- esteróides, reações alérgicas, incluindo-se reações anafiláticas e/ou anafilactóides, poderão também ocorrer em casos raros sem a prévia exposição ao fármaco. Assim como outros AINEs, DICLOFENACO SÓDICO pode mascarar os sinais e sintomas de infecção por causa de suas propriedades farmacodinâmicas. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico (Inclusive interações observadas com outras formas farmacêuticas de DICLOFENACO SÓDICO): Lítio, digoxina: DICLOFENACO SÓDICO pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio e digoxina. Diuréticos: Assim como outros AINEs, DICLOFENACO SÓDICO pode inibir a atividade de diuréticos. O tratamento concomitante com diuréticos poupadores de potássio pode estar associado à elevação dos níveis séricos de potássio, os quais devem portanto ser monitorizados. AINEs: A administração concomitante de AINEs sistêmicos pode aumentar a freqüência de reações adversas. Anticoagulantes: Embora as investigações clínicas não pareçam indicar que DICLOFENACO SÓDICO apresente uma influência sobre o efeito dos anticoagulantes, existem relatos de elevação no risco de hemorragias com o uso concomitante de diclofenaco e anticoagulantes. Conseqüentemente, nesses casos, é recomendável uma monitorização dos pacientes. Antidiabéticos: Estudos clínicos demonstraram que DICLOFENACO SÓDICO pode ser administrado juntamente com agentes antidiabéticos orais sem influenciar seus efeitos clínicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes na presença de DICLOFENACO SÓDICO, determinando a necessidade de ajuste posológico dos agentes hipoglicemiantes. Metotrexato: Deve- se ter cautela quando AINEs forem administrados menos de 24 horas antes ou após o tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica desse fármaco pode se elevar, aumentando assim a sua toxicidade. Ciclosporina: Os efeitos dos AINEs sobre as prostaglandinas renais pode aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina. Antibacterianos quinolônicos: Têm ocorrido relatos isolados de convulsões que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs. REAÇÕES ADVERSAS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico Estimativa de freqüência: freqüente > 10%; ocasional > 1% – 10%; rara > 0,001% – 1%; casos isolados < 0,001%.
    Trato gastrointestinal. Ocasionais: epigastralgia, distúrbios gastrointestinais, tais como náusea, vômito, diarréia, cólicas abdominais, dispepsia, flatulência, anorexia, irritação local. Raros: sangramento gastrointestinal (hematêmese, melena, diarréia sanguinolenta), úlcera gástrica ou intestinal com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite aftosa, glossite, lesões esofágicas, estenose intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo, tais como: colite hemorrágica não- específica e exacerbação de colite ulcerativa ou doença de Crohn; constipação, pancreatite.
    Sistema Nervoso Central. Ocasionais: cefaléia, tontura ou vertigem. Casos raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios de sensibilidade, incluindo- se parestesia, distúrbios da memória, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite asséptica, desorientação.
    Órgãos sensoriais. Casos isolados: distúrbios da visão (visão borrada, diplopia), deficiência auditiva, tinitus, distúrbios do paladar.
    Pele. Ocasional: rash (erupção). Casos raros: urticária. Casos isolados: eritroderma (dermatite esfoliativa), perda de cabelo, reação de fotossensibilidade, púrpura, incluindo- se púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell (epidermólise tóxica aguda).
    Sistema urogenital. Rara: edema. Casos isolados: insuficiência renal aguda, distúrbios urinários, tais como hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, necrose papilar.
    Fígado. Ocasionais: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite, com ou sem icterícia. Casos isolados: hepatite fulminante.
    Sangue. Casos isolados: trombocitopenia, leucopenia, anemia hemolítica e aplástica, agranulocitose.
    Hipersensibilidade. Casos raros: reações de hipersensibilidade, tais como asma, reações sistêmicas anafiláticas/anafilactóides, incluindo- se hipotensão. Casos isolados: vasculite, pneumonite.
    Sistema cardiovascular. Casos isolados: palpitação, dores no peito, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva.

    POSOLOGIA – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Como regra, a dose diária inicial é de 100 a 150 mg. Em casos mais leves, bem como para terapias prolongadas, 75 a 100 mg por dia são geralmente suficientes. A dose diária pode ser geralmente prescrita em 2 a 3 doses fracionadas.
    No tratamento da dismenorréia primária, a dose diária que deve ser individualmente adaptada é geralmente de 50 a 150 mg. Inicialmente, a dose de 50 a 100 mg deve ser administrada e, se necessário, elevada no decorrer de vários ciclos menstruais, até o máximo de 200 mg/dia. O tratamento deve ser iniciado aos primeiros sintomas e, dependendo da sintomatologia, pode continuar por alguns dias.
    Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições. Os comprimidos não são recomendados para uso infantil.

    SUPERDOSAGEM – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    O tratamento de intoxicações agudas com agentes antiinflamatórios não- esteróides consiste essencialmente em medidas sintomáticas e de suporte. Não há quadro clínico típico associado à superdosagem com diclofenaco.
    As seguintes medidas terapêuticas podem ser tomadas em casos de superdosagem: a absorção deve ser evitada o mais rápido possível, após a superdosagem, por meio de lavagem gástrica e de tratamento com carvão ativado.
    Tratamento sintomático e de suporte devem ser administrados em casos de complicações, tais como: hipotensão, insuficiência renal, convulsões, irritação gastrointestinal e depressão respiratória.
    Diurese forçada, diálise ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na aceleração da eliminação de agentes antiinflamatórios não- esteróides, pela sua alta taxa de ligação com proteínas e metabolismo extenso.

    PACIENTES IDOSOS – DICLOFENACO SODICO comprimido genérico

    Deve- se ter precaução especial com pacientes idosos debilitados ou com aqueles com baixo peso corpóreo, sendo particularmente recomendável a utilização da menor dose eficaz.
    Sangramentos ou ulcerações/perfurações gastrointestinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia. Esses, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nos raros casos de sangramento ou ulceração que ocorrerem em pacientes que recebem DICLOFENACO SÓDICO, o medicamento deve ser descontinuado.

    Fonte Bulas

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  • Uma liminar voltou a permitir reduções de até 60% nos preços de medicamentos. A decisão judicial tem gerado polêmica entre os donos de farmácias. Os pequenos empresários alegam que apenas as grandes redes lucram com os descontos.

    As grandes redes, por outro lado, defendem-se com o argumento da livre concorrência. O Procon avalia que não há ilegalidade na oferta de descontos, mas reconhece que muitas vezes as reduções não passam de estratégia de marketing.

    De acordo com o promotor João Gualberto, em 2009 foram fechadas dez farmácias. Este ano, até o momento foram três. Todas por irregularidades junto ao Conselho Regional, mas nenhuma por burlar as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em relação aos preços máximos estabelecidos. Por enquanto, a única reclamação em relação aos descontos oferecidos pelas maiores redes vem dos proprietários da pequenas farmácias.

    Novela entre as grandes

    No Ceará, três redes de farmácias travam uma disputa acirrada no setor. A briga começou há alguns anos, quando uma rede cearense entrou no mercado de São Paulo, a rede paulista deu o troco em Fortaleza, e outra rede que veio do pará entrou na jogada. Resultado: os descontos viraram caso de Justiça que teve que analisar uma aão que limitava esses descontos. A liminar caiu e a festa dos preços voltou. Resta saber se o consumidor está sendo informado sobre essas tais vantagens.

    Fonte Verdes Mares

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  • Composição – PROPOFOL

    propofol 10 mg. Veículo (óleo de soja,fosfatídeo de ovo, glicerol, hidróxido de sódio, água para injeção) q.s.p. 1 ml.

    Posologia e Administração – PROPOFOL

    A dosagem e a taxa de administração devem ser individualizadas e tituladas para o efeito desejado, de acordo com fatores clinicamente relevantes, incluindo pré- medicação e medicações concomitantes, idade, classificação física da ASA e nível de debilitação do paciente. Propofol pode ser administrado por injeção intravenosa ou infusão contínua. Normalmente são necessários outros agentes analgésicos suplementares à administração de Propofol. Propofol foi utilizado em associação à anestesia espinhal, peridural, com a medicação pré-anestésica comumente utilizada, com bloqueadores neuromusculares, agentes inalatórios e analgésicos e não apresentou nenhuma incompatibilidade farmacológica. Podem ser necessárias doses menores de Propofol quando a anestesia geral é usada em associação a técnicas anestésicas regionais. Adultos: indução de anestesia geral: em pacientes com ou sem pré-medicação, recomenda-se que o Propofol seja titulado (aproximadamente 40 mg [4 ml] a cada 10 segundos em adulto razoavelmente saudável), de acordo com a resposta do paciente, até que sinais clínicos demonstrem o estabelecimento da anestesia. A maioria dos pacientes adultos com menos de 55 anos e/ou pacientes com classificação ASA graus 1 ou 2, possivelmente requererá de 2,0 a 2,5 mg/kg de Propofol. Em pacientes graus 3 e 4 deve-se usar velocidade de administração menor (aproximadamente 20 mg [2 ml] a cada 10 segundos) em doses totais mais baixas. Manutenção de anestesia geral: a profundidade requerida da anestesia pode ser mantida pela administração de Propofol por infusão contínua ou por repetidas injeções em bolus. Infusão contínua: a velocidade média de administração varia muito entre os pacientes, mas velocidades na faixa de 4 a 12 mg/kg/h normalmente mantém a anestesia satisfatoriamente. Injeções repetidas em bolus: se for utilizada a técnica que envolve repetidas injeções em bolus podem ser administrados incrementos de 25 mg (2,5 ml) a 50 mg (5 ml), de acordo com a necessidade clínica. Sedação na UTI: quando utilizado para promover sedação em pacientes adultos ventilados mecanicamente na UTI, recomenda-se que Propofol seja administrado por infusão contínua (ver Administração). A velocidade de infusão deve ser ajustada de acordo com a profundidade necessária de sedação, sendo que velocidades em torno de 0,3 a 4,0 mg/kg/h devem produzir sedação satisfatória. Idosos: Propofol deve ser titulado contra a resposta do paciente. Pacientes com idade superior a 55 anos de idade podem requerer doses mais baixas de Propofol para indução de anestesia. Normalmente, doses de 1,0 a 1,5 mg/kg são eficientes. Crianças: não se recomenda o uso de Propofol em crianças menores de 3 anos de idade. Indução de anestesia geral: quando usado para induzir anestesia em crianças, recomenda-se que Propofol seja administrado lentamente, até que os sinais clínicos demonstrem o estabelecimento da anestesia. A dose deve ser ajustada em relação à idade e (ou) peso. A maioria dos pacientes maiores de 8 anos provavelmente irá necessitar de cerca de 2,5 mg/kg (0,25 ml/kg) de Propofol para a indução da anestesia. Abaixo dessa idade devem precisar de doses maiores. Doses mais baixas são recomendadas para crianças com classificação ASA graus 3 e 4. Manutenção de anestesia geral: a profundidade necessária de anestesia pode ser mantida pela administração de Propofol por infusão ou repetidas injeções em bolus. A velocidade necessária de administração varia consideravelmente entre os pacientes; no entanto, a faixa de 9 a 15mg/kg/h normalmente produz anestesia satisfatória. Sedação na UTI: Propofol não é recomendado para sedação em crianças, uma vez que a segurança e a eficácia não foram demonstradas. Apesar de não ter sido estabelecida nenhuma relação causal, reações adversas sérias (incluindo fatalidades) foram observadas através de relatos espontâneos sobre o uso não aprovado em UTI. Esses eventos foram mais freqüentes em crianças com infecções do trato respiratório e que receberam doses maiores que aquelas recomendadas para adultos. Administração: cada ampola deve ser agitada antes de ser utilizada. Deve-se verificar a presença de partículas estranhas ou descoloração do produto antes de sua diluição ou infusão. Caso algum desses eventos tenha ocorrido, deve-se descartar o produto. Qualquer porção remanescente do conteúdo deve ser desprezada. A emulsão deve ser misturada antes da administração apenas com glicose a 5% ou lidocaína. Propofol não contém conservantes antimicrobianos. Assim, pode apresentar desenvolvimento de microorganismos por contaminação acidental. Imediatamente após a abertura da ampola, a aspiração do produto deve ser feita assepticamente para uma seringa estéril ou para o equipamento de infusão. A administração de Propofol deve ser iniciada sem demora. Quaisquer drogas ou fluidos adicionados à infusão de Propofol devem ser administrados próximos ao local da punção venosa. Propofol não deve ser co-administrado através do mesmo cateter intravenoso com sangue ou plasma, uma vez que a compatibilidade não foi estabelecida. Propofol não deve ser administrado através de membrana filtrante e esterilizante. Propofol pode ser usado para infusão, sem diluição, em seringas plásticas ou frascos de vidros para infusão. Quando Propofol é usado sem diluição na manutenção da anestesia, recomenda-se que seja sempre utilizado um equipamento tal como bomba de infusão de seringa ou bomba de infusão peristáltica, a fim de controlar as velocidades de infusão. – Diluição antes da administração: Propofol deve apenas ser administrado diluído em infusão intravenosa de glicose a 5%, em bolsas de infusão de PVC ou frascos de vidro de infusão. As diluições não devem exceder a proporção de 1:5 (2 mg de propofol/ml). A fim de reduzir a dor da injeção inicial, a dose de Propofol usada para indução pode ser misturada com lidocaína. Propofol não deve ser misturado com outros agentes terapêuticos ou fluidos de infusão antes da sua administração (exceto em diluição com solução de glicose a 5%, como citado anteriormente, ou em associação à lidocaína), mas outros fluidos podem ser administrados através de equipo em Y perto do local de injeção. – Superdosagem: é possível que uma superdose acidental acarrete depressão cardiorrespiratória. A depressão respiratória deve ser tratada através de ventilação artificial com oxigênio. A depressão cardiovascular requer o cefalodeclive do paciente e, caso seja grave, aumentar o fluxo de fluidos intravenosos e administrar expansores plasmáticos e agentes pressores e/ou anticolinérgicos.

    Precauções – PROPOFOL

    Propofol deve ser administrado por médicos treinados em técnicas de anestesia ou, quando apropriado, por médicos treinados no cuidado de pacientes de UTI; não deve ser administrado pela pessoa que estiver conduzindo o procedimento cirúrgico. Os pacientes devem ser constantemente monitorados. Deve- se ter disponíveis para qualquer momento, recursos para manter as vias aéreas desobstruídas, ventilação artificial e enriquecimento de oxigênio, além de outros recursos ressuscitatórios. A liberação do paciente da sala de recuperação requer atenção especial, de modo a assegurar a completa recuperação da anestesia geral. Quando Propofol for administrado a pacientes epilépticos, pode haver risco de convulsão durante a fase de recuperação. Assim como no caso de outros agentes anestésicos intravenosos, deve-se tomar cuidado com pacientes que apresentem insuficiência cardíaca, respiratória, renal ou hepática, e com os hipovolêmicos ou debilitados. Propofol não tem atividade vagolítica e tem sido associado a relatos de bradicardia (ocasionalmente profunda) e assistolia. Deve-se considerar a administração intravenosa de um agente anticolinérgico antes da indução ou durante a manutenção da anestesia, especialmente em situações em que haja probabilidade de predominância do tônus vagal ou quando Propofol for combinado a outros agentes com potencial para causar bradicardia. Deve-se dispensar atenção especial aos pacientes com disfunções no metabolismo lipídico, como hiperlipoproteinemia primária, hiperlipidemia diabética e pancreatite. Caso se administre Propofol a pacientes que estejam sob o risco de acumular gordura, recomenda-se que os níveis sangüíneos de lipídios sejam controlados. A administração de Propofol deve ser ajustada adequadamente caso o controle indique que a gordura não está sendo bem eliminada. Se o paciente estiver recebendo concomitantemente outro lipídio por via intravenosa, sua quantidade deve ser reduzida, levando-se em consideração que a fórmula de Propofol contém lipídios (1 ml de Propofol contém 0,1 g de lipídios, ou seja, 1,1 Kcal). Recomenda-se cautela ao se administrar Propofol a pacientes geriátricos, debilitados e/ou hipovolêmicos porque eles podem requerer doses de indução e manutenção mais baixas. O uso de Propofol em bolus durante a anestesia geral ou sedação deve ser cauteloso a fim de minimizar depressão cardiorrespiratória indesejada, responsável por hipotensão, apnéia, obstrução das vias aéreas e ou diminuição da saturação de oxigênio no sangue. – Gravidez e lactação: Propofol não deve ser usado durante a gestação. Propofol atravessa a placenta e pode estar associado à depressão neonatal. Não deve ser usado para anestesia obstétrica. A segurança para o neonato, quando do uso de Propofol em mulheres que estejam amamentando, não foi estabelecida. – Efeitos na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas: deve-se alertar os pacientes quanto ao comprometimento do desempenho de tarefas que exijam atenção por um período de tempo após a anestesia geral.

    Reações adversas – PROPOFOL

    gerais: a indução da anestesia é geralmente suave, com mínima evidência de excitação. Durante a indução da anestesia podem ocorrer hipotensão e apnéia transitórias, dependendo da dose e do uso de medicação pré- anestésica e outros agentes. Ocasionalmente, a hipotensão pode requerer o uso de fluidos intravenosos e redução da velocidade de administração de Propofol durante o período de manutenção da anestesia. Movimentos epileptiformes, incluindo convulsões e opistótonos raramente ocorrem com o uso de Propofol. Durante a fase de recuperação, náusea, vômito e cefaléia foram relatados apenas em um pequeno número de pacientes. Edema pulmonar também foi observado. Descoloração da urina após administração prolongada de Propofol raramente foi relatada. Foram muito raras as reações clínicas de anafilaxia, tais como, broncospasmo, eritema e hipotensão, após o uso do produto. Houve relatos de febre pós-operatória. Assim como com outros anestésicos, pode ocorrer desinibição sexual durante a recuperação. Podem, ainda ocorrer hipertensão, mioclonia perioperatória, movimentos musculares involuntários temporários, cólicas abdominais, tosse, tontura, febre, rubor, soluços, depressão cardiovascular e depressão respiratória. Locais: a dor local (sensação de ardência ou ferroada), que pode ocorrer durante a injeção intravenosa de Propofol pode ser minimizada pela co-administração de lidocaína (ver Administração) e pela infusão em vasos mais calibrosos do antebraço e da fossa antecubital. Trombose e flebite são ocorrências raras. Interações medicamentosas: as necessidades de dose de indução de Propofol podem ser reduzidas em pacientes com pré-medicação via intramuscular ou intravenosa, especialmente com opióides (p. ex., morfina, meperidina e fentanil, etc.) e combinações de opióides e sedativos (p. ex., benzodiazepinas, barbitúricos, hidrato de cloral, droperidol, etc.). Esses agentes podem aumentar o efeito anestésico ou sedativo de Propofol, podendo também resultar em reduções mais acentuadas nas pressões arteriais sistólica, diastólica e média e no débito cardíaco. Durante a manutenção de anestesia ou sedação, a taxa de administração de Propofol deve ser ajustada de acordo com o nível desejado de anestesia ou sedação, podendo ser reduzida na presença de agentes anestésicos suplementares (p. ex., óxido nitroso ou opióides). A administração concomitante de agentes inalatórios potentes (p. ex., isoflurano, enflurano e halotano) durante a manutenção com Propofol não foi avaliada extensivamente. Esses agentes inalatórios também podem aumentar os efeitos anestésicos, sedativos e respiratórios de Propofol. Propofol não causa uma alteração clinicamente significativa no início, na intensidade ou duração de ação dos agentes neuromusculares comumente utilizados (p. ex., succinilcolina e relaxantes musculares adespolarizantes). Não foram observadas interações adversas significativas com pré-medicações comumente usadas ou com drogas usadas durante a anestesia ou sedação (incluindo uma variedade de relaxantes musculares, agentes inalatórios, agentes analgésicos e agentes anestésicos locais). Álcool ou outros fármacos que produzem depressão do SNC podem aumentar os efeitos depressores do Propofol sobre o SNC. Podem ocorrer dores no local da injeção em pacientes previamente tratados com quimioterapia intravenosa. Quando administrado junto ao alfentanil ou anestésicos locais à base de cocaína pode ocorrer convulsão. Pode ocorrer hipotensão quando administrado conjuntamente a inibidores da ECA.

    Contra-Indicações – PROPOFOL

    Propofol está contra- indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida ao propofol ou a quaisquer dos componentes da fórmula.

    Indicações – PROPOFOL

    Propofol é um agente anestésico geral adequado para indução e manutenção de anestesia geral em procedimentos cirúrgicos em adultos e crianças a partir dos 3 anos de idade. Pode também ser utilizado para sedação de pacientes de UTI que estejam sendo ventilados. Pode ser usado para manutenção de anestesia em conjunto com outros agentes, tais como, opióides e anestésicos inalatórios; como coadjuvante de anestésicos locais para sedação ou amnésia. É também usado em procedimentos que não exigem analgesia, como endoscopia.

    Apresentação – PROPOFOL

    embalagem com 5 ampolas de 20 ml.

    PROPOFOL – Laboratório

    BIOSINTETICA

    Fonte Bula

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  • Fotos-Imagens-placeboPesquisa comprova que acreditar em um medicamento inócuo tem efeitos físicos – e não só psicológico.

    O conceito teórico é mais ou menos este:

    “A palavra placebo deriva do latim, do verbo placere, que significa “agradar” e tem, isoladamente como definição, um tratamento inócuo, ou seja, é uma substância ou procedimento que não tem um poder inerente para produzir um efeito que é desejado ou esperado. O efeito placebo é quando se obtém um resultado positivo a partir da administração de um placebo (Benetton, 2002). Tal efeito é genuinamente psicológico ou fisiológico e é atribuído ao fato do recebimento de uma substância ou procedimento, mas que ocorre devido aos poderes inerentes destes (Williams, 2004). O placebo não se limita a medicamentos e pode aparecer em qualquer procedimento médico, tais como cirurgias e anestesias dentre outros (Benetton, 2002)”.

    Testes provaram que os placebos realmente inibem os sinais da dor – e mostram a importância do fator psicológico no processamento dessa sensação em seus estágios iniciais no sistema nervoso.

    Os placebos são utilizados em diversas pesquisas como forma de controle. Ao testar uma nova droga, cientistas separam uma amostra de voluntários que acreditam receber um medicamento de verdade, mas ganham uma versão ineficaz, sem efeito algum.

    Isso é feito para controlar se os resultados observados são realmente devido ao princípio ativo do medicamento ou se podem ser simplesmente causados pela crença do paciente na veracidade do tratamento – seja ele a cura de alguma enfermidade ou de dores crônicas.

    Os efeitos do placebo são conhecidos, mas até pouco tempo acreditava-se que ele era simplesmente psicológico: o paciente acreditava que estava sendo medicado e não sentia mais a manifestação física da sensação.

    Mas pesquisadores do University Medical Centre, em Hamburgo, queriam testar se os efeitos iam além: será que o placebo realmente influenciaria a dor física? O objetivo era descobrir se os analgésicos de placebo resultam em diminuição dos sinais da dor na espinha dorsal.

    Eles usaram calor para causar dor em braços de voluntários, dizendo a alguns deles que haviam recebido um medicamento anti-dor. Em seguida, utilizaram ressonância magnética para avaliar a espinha dorsal de todos: daqueles que acreditavam ter usado o medicamento (um placebo) e daqueles que não receberam nada.

    O resultado? Os receptores de dor eram menos ativos naqueles que achavam que tinham tomado o medicamento, provando que não só as pessoas acreditavam como fisicamente estavam sentindo menos dor.

    O estudo, publicado na Science, mostra como os placebos são um ótimo exemplo do impacto de fatores psicológicos em receptores de dor. As descobertas podem auxiliar futuros tratamentos de dor crônica, uma vez que a redução da dor não foi apenas fruto da imaginação.

    Fonte Info

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  • Foto-ANADOR-Medicamento-AnalgesicoAnador® Boehringer

    Dipirona sódica

    Analgésico e antipirético

    Uso adulto e pediátrico

    ANADOR – Composição
    Comprimidos: Cada comprimido contém: Dipirona sódica 500 mg; Excipientes: metilcelulose, polivinilpirrolidona, dióxido de silício coloidal 200, açúcar granulado, corante amarelo- quinolina, amido de milho, talco, estearato de magnésio, álcool etílico.
    Solução oral (gotas): Cada ml (30 gotas) contém: Dipirona sódica 500 mg. Excipientes: metilparabeno, sacarina1 sódica, metabissulfito de sódio, sorbitol2 a 70%, glicerina, EDTA dissódico, água desionizada.

    ANADOR – Indicações

    Analgésico e antipirético.

    ANADOR – Contra-Indicações
    Dipirona não deve ser administrada a pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos, ou portadores de determinadas doenças metabólicas, como porfíria hepática ou deficiência congênita da glicose3- 6-fosfato desidrogenase. Como os demais analgésicos, dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por períodos prolongados sem controle médico.

    ANADOR – Precauções

    O uso de ANADOR em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção da bucofaringe deve merecer cuidado redobrado. Esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas4 da agranulocitose5 (angina6 agranulocítica), ocorrência rara, mas possível, quando se faz uso de produto que contenha dipirona. Seu uso deve ser evitado nos primeiros três meses e nas últimas seis semanas de gestação e, mesmo fora destes períodos ANADOR somente deve ser administrado a gestantes em casos de absoluta necessidade. Quando usado por mulheres que estejam amamentando, dipirona passa para o leite materno; entretanto, até o momento desconhecem- se ocorrências de efeitos prejudiciais para o lactente7. Pacientes com asma8 ou infecções respiratórias crônicas, bem como pacientes com hipersensibilidade a qualquer tipo de substância, podem desenvolver choque9. O uso de comprimidos é inadequado para crianças e adolescentes abaixo de 15 anos. Crianças menores de três meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser, tratadas com dipirona, devido à possibilidade de interferência na função renal10, a menos que seja absolutamente necessário. Em pacientes com distúrbios hematopoéticos, ANADOR somente deve ser administrado sob controle médico. Cuidados são necessários em pacientes com pressão sangüínea abaixo de 100 mmHg ou com condições circulatórias instáveis (p. ex: deficiência circulatória incipiente associada ao infarto11 do miocárdio, lesões múltiplas ou choque9 recente). Usar com cuidado em pacientas idosos, com obstrução pilórica ou intestinal, ou com a função metabólica, renal10 ou hepática, debilitada.

    ANADOR – Advertências
    Interromper imediatamente o uso e consultar o médico se surgirem manifestações alérgicas na pele, como prurido12 e placas vermelhas, se houver dor de garganta ou qualquer outra anormalidade na boca ou garganta.

    ANADOR – Interações medicamentosas

    Deve- se evitar o uso concomitante de álcool, pois pode ocorrer interação entre o álcool e o produto. No caso do tratamento concomitante com ciclosporina, pode ocorrer uma diminuição no nível de ciclosporina. Produtos contendo dipirona não devem ser administrados a pacientes sob tratamento com clorpromazina, pois pode ocorrer hipotermia13 grave.

    ANADOR – Reações adversas
    Em pacientes sensíveis, independente da dose, dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade. As mais graves, embora bastante raras, são choque9 e discrasias sangüíneas (agranulocitose5, leucopenia14 e trombocitopenia15), que é sempre um quadro muito grave. Outros efeitos indesejados, que podem ocorrer, incluem reações de hipersensibilidade, que afetam a pele (urticária), a conjuntiva e a mucosa16 nasofaríngea, muito raramente progredindo para reações cutâneas bolhosas, às vezes com risco de vida, geral com comprometimento da mucosa16 (síndrome de Stevens- Johnson ou síndrome de Lyell). No evento de tais reações cutâneas, o tratamento deve ser suspenso imediatamente e o médico consultado. Pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque9. Neste caso, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas adequadas: colocar o paciente deitado com as pernas elevadas a as vias aéreas livres; diluir 1 ml de epinefrina a 1:1.000 para 10 ml e aplicar 1 ml por via intravenosa e, a seguir, uma dose alta de glicocorticóide. Se necessário, fazer reposição do volume sangüíneo com plasma17, albumina18 ou soluções eletrolíticas. Em situações ocasionais, principalmente em pacientes com histórico de doença renal10 preexistente, ou em caso de sobredosagem, houve distúrbios renais transitórios com oligúria ou anúria, proteinúria e nefrite19 intersticial. Podem ser observados ataques de asma8 em pacientes predispostos a tal condição.

    ANADOR – Posologia

    Comprimidos: Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 1 a 2 comprimidos, até 4 vezes ao dia. Doses maiores, somente a critério médico.
    Solução oral (gotas): 1 ml = 30 gotas. As dosagens a seguir se aplicam a pacientes de peso normal.
    Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 30 a 60 gotas, até 4 vezes ao dia.
    Crianças e adolescentes menores de 15 anos: 13 a 14 anos (46 a 53 kg): 30 a 37 gotas, até 4 vezes ao dia; 10 a 12 anos (31 a 45 kg): 22 a 30 gotas, até 4 vezes ao dia; 7 a 9 anos (24 a 30 kg): 18 a 21 gotas, até 4 vezes ao dia; 4 a 6 anos (16 a 23 kg): 13 a 16 gotas, até 4 vezes ao dia; 1 a 3 anos (9 a 15 kg): 7 a 12 gotas, até 4 vezes ao dia; 3 a 11 meses (5 a 8 kg): 3 a 6 gotas, até 4 vezes ao dia. Crianças menores de três meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com dipirona, a menos que seja absolutamente necessário. Neste caso, a dose de 1 gota20 até 3 vezes ao dia não deve ser excedida. Doses maiores, somente a critério médico.

    Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

    ANADOR – Superdosagem
    Em caso de superdosagem, os cuidados deverão ser os classicamente utilizados lavagem gástrica, monitorização das funções vitais com terapêutica de suporte, quando necessário; eventualmente, diurese21 forçada a diálise (dipirona é dialisável).

    ANADOR – Apresentações

    Comprimidos: Embalagens com 10, 20, 120, 240, 480 a 500 comprimidos.
    Gotas: Frascos conta- gotas com 10, 15 e 20 ml. Embalagem com 48 frascos conta-gotas.

    BOEHRINGER INGELMEIM do Brasil Química e Farmacêutica Ltda.

    ANADOR – Laboratório

    Boehringer Ingelheim
    Av. Maria Coelho Aguiar,215-Bl. F – 3ºand
    São Paulo/SP – CEP: 05804-970
    Tel: 55 (011) 3741-2181
    Fax: 55 (011) 3741-1648
    Site: http://www.boehringer-ingelheim.com/

    Antes de consumir qualquer medicamento, consulte um médico.

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