• A Sibutramina é o principal componente activo de Reductil, medicamento de tratamento anti-obesidade. A sua função é fazer perder peso, algo conseguido através da inibição da recaptação de serotonina e de noradrenalina (HANSEN et al, 1999, STOCK et al, 1997). Reductil Sibutramina deve ser tomado simultaneamente com exercícios e alimentação adequada, e somente quando dietas e actividades físicas não produzirem os resultados desejados.

    A noradrenalina é uma hormona libertada pela supra-renal e serve também como precursor da adrenalina, tendo como principais efeitos: aumento do metabolismo, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Ao evitar a recaptação da noradrenalina na fenda sináptica, Reductil Sibutramina potencializa os efeitos desta hormona, aumentando o gasto energético (HANSEN et al, 1998; WALSH et al, 1999).

    A serotonina é um neutrotransmissor produzido no cérebro a partir do aminoácido triptofano, actuando como vasoconstritor, estimulador da musculatura lisa (presente nos órgãos), regulador do sono, do apetite e do humor. Ao inibir a recaptação da serotonina, aumenta-se a sua concentração, diminuindo a ansiedade e aumentando a saciedade (CHAPELOT et al, 2000).

    Ou seja, Reductil Sibutramina actua através de dois mecanismos: aumento do gasto energético e diminuição do apetite.

    Forma farmacêutica e apresentação: – REDUCTIL

    Cápsula 10 mg – Embalagem contendo 30 cápsulas.
    USO ADULTO

    Composição: – REDUCTIL

    Cápsula 10mg
    Cada comprimido contém: cloridrato monohidratado de sibutramina………………..10mg
    INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

    Cuidados de armazenamento: Este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original, a temperatura inferior a 25ºC e protegido da umidade.
    Prazo de validade: Ao adquirir medicamentos confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.

    NUNCA USE MEDICAMENTOS COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

    Gravidez e Lactação: Informe imediatamente ao médico se houver suspeita de gravidez, durante ou após o uso da medicação. Informe ao médico se estiver amamentando.
    Cuidados de administração: As cápsulas devem ser ingeridas pela manhã, com um pouco de líquido, durante ou após a alimentação. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Reações desagradáveis: Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Pode ocorrer: dor de cabeça, secura da boca, insônia, dor nas costas, taquicardia, hipertensão, palpitações, obstipação, perda do apetite ou náusea.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias: Não ingerir sibutramina concomitantemente com bebidas alcoólicas.
    Contra- indicações: Alergia a sibutramina ou a qualquer outro componente do produto, história de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou outras desordens da alimentação.
    Precauções: Informe ao médico caso exista história de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou outras desordens na alimentação, conhecimento ou suspeita de gravidez e amamentação, para receber uma orientação cuidadosa.
    Informar ao médico sobre qualquer medicamento que esteja tomando, antes do início ou durante o tratamento.
    Não deve ser utilizado durante a gravidez ou lactação.
    Como outros medicamentos de ação central, o uso de sibutramina pode afetar a capacidade de julgamento do paciente, durante atividades que exijam atenção.

    ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E TOLERÂNCIA QUANDO
    CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS:

    Farmacodinâmica clínica: – REDUCTIL

    Ação farmacológica – mecanismo de ação e efeitos:
    Reductil é um inibidor da recaptação de serotonina (5- HT) e da noradrenalina, o qual exerce seus efeitos in vivo através de seus metabólitos amina primárias e secundárias. Em modelos animais, a sibutramina reduz acentuadamente o ganho do peso corporal por uma dupla ação: diminui a ingestão calórica pelo aumento das respostas à saciedade pós-ingestão e aumenta o gasto de energia pelo aumento da taxa metabólica. Mecanicamente, é postulado que Reductil diminui a ingestão de alimentos pelo aumento da função da 5-HT e da noradrenalina central mediada pelos receptores 5-HT 2A/2C e &szlig1, respectivamente, e aumenta a taxa metabólica pelo aumento da função da noradrenalina periférica, mediada pelos receptores &szlig3.

    Farmacocinética: – REDUCTIL

    A sibutramina é bem absorvida e sofre extenso metabolismo de primeira passagem. Os níveis plasmáticos máximos foram obtidos 1,2 horas após uma única dose oral de 20 mg e a meia- vida do composto principal é de 1,1 horas. Os metabólitos farmacologicamente ativos 1 e 2 atingem Tmáx em 3 horas, com meia-vidas de eliminação de 14 e 16 horas, respectivamente. Foi demonstrada uma cinética linear acima da variação de dose de 10 a 30 mg, sem qualquer alteração, relacionada à dose, nas meia-vidas de eliminação e um aumento, proporcional à dose, nas concentrações plasmáticas. Sob doses repetidas, as concentrações de equilíbrio dos metabólitos 1 e 2 são alcançados dentro de quatro dias, com uma acumulação de aproximadamente o dobro. Em indivíduos obesos, a farmacocinética da sibutramina e de seus metabólitos é similar àquela em indivíduos com peso normal, não havendo evidências de uma diferença substancial na farmacocinética em homens e mulheres. O perfil farmacocinético observado em indivíduos idosos foi similar ao visto em pessoas mais jovens. O índice de ligação às proteínas
    plasmáticas da sibutramina e seus metabólitos 1 e 2 é de 97%, 94% e 94%, respectivamente.
    Eliminação: o metabolismo é a principal via de eliminação da sibutramina e de seus metabólitos ativos 1 e 2. Os metabólitos são excretados, preferencialmente, na urina, sendo a relação urina: fezes de 10:1.

    Indicações: – REDUCTIL

    Reductil está indicado para o tratamento da obesidade quando a perda de peso está clinicamente indicada; deve ser usado em conjunto com dieta e exercícios, como parte de um programa de gerenciamento de peso, quando somente a dieta e exercícios comprovam- se ineficientes.

    Contra-Indicações: – REDUCTIL

    Hipersensibilidade conhecida ao cloridrato monohidratado de sibutramina ou a qualquer outro componente da fórmula; história de anorexia nervosa, bulimia nervosa; conhecimento ou suspeita de gravidez e durante a lactação.

    Precauções: – REDUCTIL

    Idade: Reductil não é recomendado para crianças (menores de 18 anos), tendo em vista a ausência de estudos clínicos. Uso na gravidez e na lactação: Embora os estudos em animais não tenham demonstrado características de teratogenicidade química, não existe evidência de segurança do uso de Reductil durante a gravidez. Não é conhecido se a sibutramina é excretada no leite materno. Na ausência deste dado, o uso deste produto deve ser evitado em mulheres lactantes.

    Outros: Reductil é um inibidor da recaptação de monoaminas e não deve ser usado concomitante com inibidores da monoaminooxidase (IMAOs). Deve haver pelo menos duas semanas de intervalo após a interrupção dos IMAOs antes do início do tratamento com Reductil. O tratamento com IMAOs não deve ser iniciado dentro das duas semanas de interrupção do tratamento com Reductil.

    Reductil não deve ser usado concomitantemente a nenhum outro agente de ação central para redução de peso.
    Ocorreram aumentos médios da pressão sistólica ou diastólica de até 4 mmHg durante o tratamento com sibutramina. A presença de hipertensão tratada ou pressão arterial elevada no baseline não pareceu predispor os pacientes para maiores elevações da pressão arterial durante o tratamento com Reductil. Reductil deve ser
    administrado com cautela e sob supervisão em pacientes com hipertensão preexistente.
    Reductil não foi avaliado ou administrado em pacientes com doenças cardíacas ou coronarianas e deve, portanto, ser usado com cautela nestes pacientes. Não foi observada nenhuma arritmia grave em pacientes tratados com sibutramina. A freqüência cardíaca média aumentou em, aproximadamente, 6 batimentos/minuto, durante o tratamento.

    Mulheres com potencial de engravidar devem empregar medidas de contracepção durante o tratamento com Reductil.
    Reductil não foi avaliado em pacientes com insuficiência renal; portanto, deve se ter cautela nos pacientes com diminuição da função renal.
    Apesar de terem sido relatados somente três casos de convulsão em 3244 indivíduos que receberam Reductil durante a evolução clínica, este deve ser usado com cuidado em pacientes com história de epilepsia ou convulsão e deve ser descontinuado em qualquer paciente desenvolvendo convulsões enquanto em tratamento.

    Embora a sibutramina não afete a performance psicomotora e cognitiva em voluntários sadios, qualquer droga de ação no SNC pode prejudicar julgamentos, pensamentos ou habilidade motora. Por este motivo, pacientes deverão ter cautela na condução de veículos motorizados e na operação de maquinários.

    Interações Medicamentosas: – REDUCTIL

    A interação de Reductil com outras drogas não foi amplamente avaliada.
    Um estudo in vitro no microssomo hepático humano indicou que CYP3A4 é a principal isoenzima do citocromo P450 responsável pelo metabolismo da sibutramina. A alta capacidade desta enzima e as baixas concentrações de sibutramina indicariam que é improvável que ocorram interações farmacocinéticas droga- droga importantes. Entretanto, cetoconazol parece, pelos dados in vitro, ser capaz de inibir o metabolismo da sibutramina em concentrações terapêuticas.

    Cimetidina não altera o metabolismo da sibutramina a um grau clinicamente relevante.
    O uso de Reductil concomitante com outras drogas de ação no SNC não foi sistematicamente avaliado.
    É aconselhável cautela se Reductil for administrado com outras drogas de ação central.
    Não foi constatado comprometimento no desempenho cognitivo ou psicomotor quando a sibutramina foi administrada em dose única, concomitante com álcool.

    Entretanto, não se recomenda o uso de bebida alcoólica junto com Reductil.
    A supressão da ovulação por contraceptivo esteróide oral não foi inibida por sibutramina.
    Não há evidência que sibutramina interfira nos resultados de exames laboratoriais.

    Reações Adversas: – REDUCTIL

    Em estudos clínicos, as seguintes reações adversas ocorreram, com freqüência igual ou superior a 1%, em pacientes obesos em tratamento com sibutramina e foram estatisticamente significativas, em comparação a placebo: dor de cabeça, secura da boca, insônia, dor nas costas, vasodilatação, taquicardia, hipertensão, palpitações, anorexia, constipação, aumento do apetite, náusea, dispepsia, vertigem, parestesia, dispnéia, sudorese, alteração do paladar e dismenorréia.

    A maioria destes eventos diminuiu de intensidade e freqüência com o tempo e, geralmente, não houve necessidade de interrupção do tratamento.
    Infecções e eventos os quais podem ser relacionados, tais como resfriado comum, sinusite, doenças do aparelho auditivo, foram, com significância estatística, mais freqüêntes em pacientes tratados com sibutramina do que com placebo. Estes eventos foram, geralmente, de intensidade leve a moderada, de duração limitada, não conduzindo a uma interrupção prematura do tratamento e não foram associados a qualquer alteração na contagem de leucócitos.
    O tratamento com sibutramina foi associado a um aumento da pressão arterial em alguns pacientes, durante estudos clínicos. Raramente foi observada hipotensão postural durante o tratamento com Reductil.

    Aumentos reversíveis nas enzimas hepáticas, sem alterações clínicas associadas, foram observados em um pequeno número de pacientes, durante estudos clínicos.

    Foram relatadas convulsões em três pacientes (< 0,1%) em uso de sibutramina nos estudos clínicos. Reações alérgicas, incluindo urticárias, ocorreram em um número pequeno de pacientes.

    Em pacientes obesos tratados com sibutramina foi relatado, em apenas 1% deles, o aparecimento de equimoses. Apesar de associação causal não ser comprovada, interferência com a função 5- HT plaquetária pode explicar este evento. Não foi reportado nenhum episódio hemorrágico sério e, nos pacientes que continuaram o
    tratamento, a equimose resolveu espontaneamente.

    Posologia: – REDUCTIL

    Adultos:
    Inicialmente, 1 cápsula de 10 mg por dia, pela manhã, com ou sem alimentação. A perda de peso deverá ser evidente dentro de 4 semanas.
    Pacientes idosos:
    Reductil não é recomendado para pacientes idosos com mais de 65 anos, tendo em vista a ausência de estudos clínicos.

    Superdosagem: – REDUCTIL

    A experiência de superdosagem com Reductil é muito limitada.
    Não há uma terapia específica recomendada e não há um antídoto específico para sibutramina. O tratamento deve consistir do emprego de medidas gerais para o manuseio da superdosagem. Monitorização respiratória, cardíaca e dos sinais vitais, além das medidas gerais de suporte, devem ser instituídas.
    A administração precoce de carvão ativado pode retardar a absorção da sibutramina; lavagem gástrica pode ser um benefício. Estimulação excessiva do SNC ou convulsões podem requerer tratamento com anticonvulsivantes.

    Uso cauteloso no uso de betabloqueadores pode ser indicado para controlar a pressão sangüínea elevada ou taquicardia.

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  • Neosaldina® é um analgésico, presente na vida dos brasileiros desde 1972 e é indicado para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça. Disponível em 3 apresentações: caixa com 20 drágeas, cartela com 4 drágeas e gotas.

    É o quarto medicamento mais vendido do país. (fonte: IMS/PMB – valor).

    Neosaldina® contém a dipirona associada com o isometepteno e a cafeína. Esta associação permite a potencialização da ação analgésica, além de exercer leve ação estimulante sobre o sistema nervoso, aumentando assim, a capacidade de concentração e raciocínio

    Composição: – NEOSALDINA

    Drágea:Cada drágea contém:
    Mucato de Isometepteno………………..30mg
    Dipirona Sódica………………..300mg
    Cafeína Anidra………………..30mg
    Solução Oral: Cada ml de solução oral (aproximadamente 20 gotas) contém:
    Cloridrato de Isometepteno………………..50mg
    Dipirona Sódica………………..300mg
    Cafeína Anidra………………..30mg

    INFORMAÇÃO AO PACIENTE:

    Conservar a drágea em lugar fresco, ao abrigo da umidade e a solução em lugar fresco, ao abrigo da luz. O prazo de validade do produto é de 42 meses, a contar da data de sua fabricação.

    NÃO USE MEDICAMENTOS COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

    Siga corretamente o modo de usar; não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
    Assim como qualquer medicamento, Neosaldina só deve ser usado durante o primeiro trimestre da gravidez sob orientação e cuidados médicos.
    A ocorrência de gestação durante o uso do medicamento deve ser comunicada imediatamente ao médico.
    O uso do produto durante a amamentação deve ser feito somente sob orientação e cuidados médicos. No caso de surgirem reações desagradáveis, tais como manifestações da pele (eritema inflamatório, prurido ou urticária) ou das mucosas (principalmente da boca ou garganta), ou ainda quando em uso prolongado, o médico deve ser imediatamente comunicado.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Caso ocorra leve intranquilidade e/ou aumento da freqüência cardíaca, a dose única diária de Neosaldina deve ser reduzida, o que deverá determinar o desaparecimento imediato dos sintomas, não havendo necessidade de tratamento especial.
    Pacientes com problemas hepáticos e/ou renais devem comunicar ao médico.
    À pacientes extremamente sensíveis à cafeína, recomenda- se não tomar Neosaldina à noite, para evitar dificuldades de conciliar o sono.
    Aconselha- se o uso de doses menores para pessoas idosas e/ou debilitadas.
    Não é aconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o uso de Neosaldina.

    INFORMAÇÃO TÉCNICA:

    Neosaldina contém como princípios ativos o Isometepteno, a Dipirona e a Cafeína.
    Isometepteno: quimicamente o 2- metil-6-metilamino-2-hepteno, é um agente espasmolítico, possuindo três ações principais: – ação espasmolítica por efeito simpaticomimético; – ação espasmolítica por ação direta sobre a musculatura lisa; – ação analgésica própria e potencializadora dos analgésicos.
    Devido a sua ação simpaticomimética, desempenha papel fundamental na recuperação dos espasmos provocados pelo estresse diário. Faz retornar o equilíbrio entre o sistema simpático e parassimpático, normalizando as funções orgânicas. A ação simpática efetua- se somente sobre a musculatura lisa, sendo raríssimo portanto, os efeitos cardíacos e sobre o sistema nervoso central. A ação vaso contritora craniana é especialmente útil no tratamento das enxaquecas.
    Dipirona: quimicamente o fenil- dimetil-pirazolona-metilamino-metanossulfonato sódico é um agente analgésico, antitérmico, antiinflamatório, de largo uso clínico, tanto isolado como combinado a outros medicamentos.
    Cafeína: quimicamente a 3,7- diidro,1,3,7-trimetil-1h-purino-2,6-diona, possui leve ação sobre o sistema nervoso central, aumentando os processos cerebrais, inclusive a capacidade de concentração e raciocínio. Paralelamente, evidencia uma ação vasoconstritora sobre as artérias cranianas, útil no tratamento das cefaléias,
    especialmente das enxaquecas.

    Indicações: – NEOSALDINA

    Como analgésico e antiespasmódico.

    Contra-Indicações: – NEOSALDINA

    Devido a ação simpática vasoconstritora que o isometepteno pode causar, Neosaldina deve ser administrada com cuidado a pacientes hipertensos e está totalmente contra- indicado nas crises hipertensivas.
    Estados de hipersensibilidade e intolerância a dipirona.
    Presença de discrasias sangüíneas ou de determinadas doenças metabólicas, como a porfiria ou a deficiência congênita da
    glicose- 6-fosfato-desidrogenase.
    Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

    Precauções: – NEOSALDINA

    Uso Pediátrico: Neosaldina só deve ser administrada para lactentes menores de um ano sob a forma farmacêutica de solução oral uso infantil.
    Uso na Gravidez: Não foi determinado ainda se o medicamento tem efeitos teratogênicos nem se pode afetar a capacidade reprodutiva da mulher.
    Desta forma, Neosaldina só deve ser administrado as gestantes se efetivamente necessário, devendo ser evitado durante o primeiro trimestre de gravidez.
    Uso na Lactação: A excreção da droga pelo leite materno é desconhecida; assim, é recomendável controle clínico quando Neosaldina for administrada durante o período de amamentação.
    Outros: Tendo em vista a possibilidade da dipirona provocar aglunocitose nos tratamentos prolongados, o controle hematológico (séries branca e vermelha) é aconselhável.
    Devido ao componente dipirona, o uso prolongado de Neosaldina pode agravar uma tendência ao sangramento decorrente de deficiência de protrombina.

    Interações Medicamentosas: – NEOSALDINA

    Pode ocorrer hipotermia grave quando Neosaldina não deve ser utilizado concomitamente com álcool, pois pode ocorrer interação entre as duas substâncias.

    Reações Adversas: – NEOSALDINA

    Ocasionalmente podem ocorrer reações de hipersensibilidade na pele e nas mucosas dos olhos e das cavidade naso- faríngea em pacientes sensíveis.
    Caso se apresentem alterações dolorosas das mucosas, principalmente da boca ou da garganta, é aconselhável a interrupção do uso do medicamento. Sob uso prolongado, podem surgir discrasias sangüíneas tais como trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia ou metaemoglobinemia, já tendo sido ralatados raroscasos de aplasia medular.

    Posologia: – NEOSALDINA

    Drágea e Solução Oral:
    Adultos (média): 1 a 2 drágeas, 3 a 4 vezes ao dia. As doses podem ser aumentadas conforme a necessidade.
    Crianças (média): 5 a 10 anos – 10 a 20 gotas; 10 a 15 anos – 20 a 30 gotas, de 3 a 4 vezes ao dia.
    Havendo necessidade de adaptar esta posologia ao peso corporal, pode- se recomendar:
    acima de 50 kg: 20 a 30 gotas; entre 35 e 50 kg: 15 a 30 gotas; entre 25 e 35 kg: 10 a 20 gotas; entre 20 e 25 kg: 8 a 15 gotas; entre 15 e 20 kg: 5 a 8 gotas;
    entre 10 e 15 kg: 4 a 5 gotas; entre 8 e 9 kg: 3 a 4 gotas; entre 6 e 7 kg: 2 a 3 gotas; menos de 5 kg: 1 gota, 3 a 4 vezes ao dia para todas as faixas de peso.
    As drágeas devem ser ingeridas sem mastigar, com meio copo de água; a solução oral deve ser ingerida diluída previamente em meio copo de água.

    Observações:
    O aparecimento de uma coloração vermelha espontânea na urina, significa eliminação do ácido rubazônico, um metabólito inócuo da Dipirona.

    Superdosagem: – NEOSALDINA

    No caso do medicamento ter sido ingerido em doses elevadas, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas
    adequadas.

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  • INFORMAÇÕES AOS PACIENTES – AZITROMICINA

    Azitromicina é indicada para o tratamento de infecções do trato respiratório inferior e superior, da otite média, de infecções da pele e tecidos moles, e de doenças sexualmente transmissíveis não complicadas, causadas pela clamídia e pelo gonococo.

    Cuidados de armazenamento: a Azitromicina deve ser conservada em sua embalagem original, em temperatura ambiente (15°C – 30°C) e ao abrigo da luz e umidade.

    Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, este produto apresenta prazo de validade de 24 meses, a partir da data de sua fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos no cartucho. Não utilize o produto após o vencimentodo prazo de validade.

    Gravidez e lactação: Informe a seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o término. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser administrado durante a gravidez e lactação, salvo sob rigoroso controle médico.

    Cuidados de administração: Azitromicina comprimidos revestidos deve ser ingerida inteira com bastante líquido. O produto pode ser administrado a qualquer hora do dia, inclusive com as refeições. Siga a orientação do seu médico, res- peitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico, após os primeiros dias de tratamento, mesmo que esteja se sentindo melhor. Qualquer modificação da dose somente deverá ser feita sob orientação médica.

    Reações adversas: Informe a seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. A Azitromicina normalmente é bem tolerada. A maioria das reações adversas foram de origem gastrintestinal, incluindo anorexia, náuseas, vômito/diarréia e fezes amolecidas, dispepsia, desconforto abdominal (dor/cólica), prisão de ventre e gases, sintomas estes, observados ocasionalmente.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Ingestão concomitante com outras substâncias:
    Informe a seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

    Contra- indicações e Precauções: a Azitromicina está contra-indicada a pacientes com histórico de reações alérgicas ou hipersensibilidade a azitromicina, eritromicina ou a qualquer um dos antibióticos macrolídeos, ou ainda, a qualquer componente da fórmula. Avisar ao médico caso ocorra reação alérgica durante o tratamento. A posologia de Azitromicina deverá ser totalmente orientada pelo seu médico.

    Efeitos na Habilidade de Dirigir Veículos e /ou Operar Máquinas
    Não há evidências de que a Azitromicina possa afetar a habilidade do paciente de dirigir veículos ou operar máquinas.

    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

    INFORMAÇÕES TÉCNICAS

    Características

    A azitromicina é o primeiro antibiótico da classe denominada quimicamente como “azalídeos”. Os membros desta classe de droga são derivados da classe dos macrolídeos, através da inserção de um átomo de nitrogênio no anel lactônico da eritromicina A.

    Farmacodinâmica

    A azitromicina tem como mecanismo de ação a inibição da síntese protéica bacteriana através de sua ligação à subunidade ribossomal 50S, impedindo assim a translocação dos peptídeos.

    A azitromicina demonstra atividade in vitrocontra uma grande variedade de bactérias, incluindo:
    Bactérias aeróbias Gram- positivas: Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes (estreptococos beta-hemolíticos do grupo A), Streptococcus pneumoniae, Streptococcus viridans (grupo alfa-hemolíticos) e outros estreptococos e Corynecbacterium diphtheriae. A azitromicina demonstra resistência cruzada contra cepas Gram-positivas resistentes à eritromicina, incluindo Streptococcus faecalis (enterococos) e a maioria das cepas de estafilococos meticilino-resistentes.

    Bactérias aeróbias Gram- negativas: Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Acinetobacter sp, Yersinia sp, Legionella pneumophila, Bordetella pertussis, Bordetella parapertussis, Shigella sp, Pasteurella sp, Vibrio cholera e parahaemolyticus, Pleisiomanas shigelloides. A atividade contra Escherichia coli, Salmonella enteritidis, Salmonella typhi, Enterobacter sp, Aeromonas hydrophila e Klebsiella sp é variável e testes de susceptibilidade deverão ser realizados. Proteus sp, Serratia sp, Morganella sp e Pseudomonas aeruginosa são frequentemente resistentes.

    Bactérias anaeróbias: Bacteroides fragilis e Bacteroides sp, Clostridium perfringens, Peptococcus sp e Peptostreptococcus sp, Fusobacterium necrophorum e Propionibacterium acnes.
    Organismos de doenças sexualmente transmissíveis: A azitromicina é ativa contra Chlamydia trachomatis e também demonstra boa atividade contra Treponema pallidum, Neisseria gonorrhoea e Haemophilus ducreyi. – Outros organismos: Borrelia burgdorferi (agente da doença de Lyme), Chlamydia pneumoniae, Toxoplasma gondii, Mycoplasma pneumoniae, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum, Pneumocystis carinii, Mycobacterium avium-intracellulare, Campylobacter sp e Listeria monocytogenes.

    Farmacocinética

    Absorção
    Após a administração oral em humanos, a azitromicina é amplamente distribuída pelo corpo; a sua biodisponibilidade é de aproximadamente 37%.

    Distribuição
    O tempo necessário para alcançar os picos de concentração plasmática é de 2- 3 horas. A meia-vida plasmática terminal reflete bem a meia-vida de depleção tecidual de 2 a 4 dias. Em voluntários idosos (> 65 anos) observou-se um leve aumento nos valores da área sob a curva (AUC) após um regime de 5 dias, quando comparado com o de voluntários jovens (< 40 anos), mas este aumento não foi considerado clinicamente significante, sendo que neste caso o ajuste de dose não é recomendado. Não foi observada qualquer diminuição significante na biodisponibilidade quando a Azitromicina comprimidos revestidos foi administrada concomitantemente a uma refeição rica em gorduras, podendo assim ser administrada a qualquer hora do dia, inclusive com as refeições. Biotransformação Em pacientes com insuficiência renal leve (clearance de creatinina > 40 mL/min) não há evidência de uma alteração acentuada na farmacocinética sérica da azitromicina quando comparada a pacientes com a função renal normal. Não há dados farmacocinéticos registrados do uso de azitromicina em pacientes com insuficiência renal mais grave.

    Em pacientes com insuficiência hepática de grau leve (classe A) a moderado (classe B), não há evidência de uma alteração acentuada na farmacocinética sérica da azitromicina quando comparada a pacientes com a função hepática normal. Nestes pacientes a concentração de azitromicina na urina parece estar aumentada, possivelmente para compensar o clearance hepático reduzido. Os estudos de farmacocinética têm demonstrado níveis acentuadamente maiores de azitromicina nos tecidos do que no plasma (até 50 vezes a concentração máxima observada no plasma), indicando que a droga é fortemente ligada aos tecidos. A concentração nos tecidos- alvo, assim como os pulmões, amígdalas e próstata excede a CIM 90 , para a maioria dos patógenos, após dose única de 500 mg.

    Eliminação
    Aproximadamente 12% da dose administrada intravenosamente é excretada na urina em até 3 dias como droga inalterada, sendo a maioria nas primeiras 24 horas. Altíssimas concentrações da droga inalterada têm sido encontradas na bile humana acompanhadas por 10 metabólitos. Comparações nas análises microbiológicas e HPLC nos tecidos sugerem que os metabólitos não participam da atividade microbiológica da azitromicina. Em estudos animais têm sido observadas altas concentrações de azitromicina nos fagócitos. Em modelos experimentais, maiores concentrações de azitromicina são liberadas durante a fagocitose ativa do que pelos fagócitos não estimulados. Em modelos animais isto resulta em altas concentrações de azitromicina sendo liberadas para os locais de infecção.

    Dados de segurança pré clínicos
    Em estudos animais com doses altas, após administração da droga em uma concentração 40 vezes maior do que a utilizada na prática clínica, observou- se que a azitromicina causa fosfolipidose reversível, geralmente sem consequências toxicológicas visíveis. Não há evidência de que isto seja relevante para uso normal da azitromicina em humanos.

    INDICAÇÕES – AZITROMICINA

    O produto é indicado em infecções causadas por organismos susceptíveis, em infecções do trato respiratório inferior, incluindo bronquite e pneumonia, infecções da pele e tecidos moles, em otite média e infecções do trato respiratório superior, incluindo sinusite e faringite/tonsilite. Nas doenças sexualmente transmissíveis no homem e na mulher, a Azitromicina é indicada no tratamento de infecções genitais não complicadas devido à Chlamydia trachomatis. É também indicado no tratamento de infecções genitais não complicadas
    devido à Neisseria gonorrhoeae sem resistência múltipla. Infecções concomitantes com Treponema pallidum devem ser excluídas.

    CONTRA-INDICAÇÕES – AZITROMICINA

    O uso deste agente é contra- indicado em indivíduos com história de reações alérgicas ou hipersensibilidade à azitromicina, eritromicina ou a qualquer um dos antibióticos macrolídeos, ou ainda a qualquer componente da fórmula.

    Precauções e Advertências

    Geral
    Assim como ocorre com a eritromicina e outros macrolídeos, têm sido raramente relatadas reações alérgicas sérias incluindo angioedema e anafilaxia (raramente fatal). Algumas destas reações observadas com o uso da azitromicina resultaram em sintomas recorrentes e necessitaram de um maior período de observação e tratamento.

    Não há dados registrados do uso de azitromicina em pacientes com insuficiência renal mais grave; portanto deve- se ter cautela antes de prescrever a Azitromicina a estes pacientes (vide “Informações Técnicas -Farmacocinética”).

    Uma vez que a principal via de excreção da azitromicina é o fígado, Azitromicina deve ser utilizada com cautela em pacientes com disfunção hepática significante. Em pacientes recebendo derivados do ergot, o ergotismo tem sido acelerado pela co- administração de alguns antibióticos macrolídeos. Não há dados a respeito da possibilidade de uma interação entre ergot e azitromicina. Entretanto, devido à possibilidade teórica de ergotismo, Azitromicina e derivados do ergot não devem ser co-administrados.

    Assim como com qualquer preparação de antibiótico, é essencial a constante observação para os sinais de crescimento de organismos não susceptíveis, incluindo fungos.

    Gravidez e Lactação

    Estudos reprodutivos em animais demonstraram que a azitromicina atravessa a placenta, mas não revelaram nenhuma evidência de danos ao feto. Não existem dados de secreção no leite materno. A segurança do uso da Azitromicina na gravidez e lactação ainda não foi estabelecida, portanto a droga somente deverá ser utilizada nestas pacientes quando alternativas adequadas não estiverem disponíveis.

    Efeitos na Habilidade de Dirigir Veículos e /ou Operar Máquinas

    Não há evidências de que a Azitromicina possa afetar a habilidade do paciente de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas e outras formas de interação
    Teofilina – Não há evidência de qualquer interação farmacocinética quando a Azitromicina e a teofilina são co-administradas em voluntários sadios.
    Warfarina – Em um estudo de interação farmacocinética, a Azitromicina não alterou o efeito anticoagulante de uma dose única de 15 mg de warfarina, quando administrada a voluntários sadios. A Azitromicina e warfarina podem ser co-administradas, mas deverá ser realizada a monitorização rotineira do tempo de protrombina.

    Carbamazepina – Em um estudo de interação farmacocinética em voluntários sadios, não foram observados efeitos significantes nos níveis plasmáticos da carbamazepina ou seus metabólitos ativos em pacientes que receberam a Azitromicina concomitantemente.

    Ergot – A possibilidade teórica de ergotismo contra-indica o uso concomitante da Azitromicina com derivados do ergot (vide item “Advertências e Precauções – Geral”).

    Ciclosporina – Na ausência de dados conclusivos de estudos farmacocinéticos ou clínicos investigando a interação potencial entre azitromicina e ciclosporina, deve-se
    ter cuidado quando se utilizar estas drogas concomitantemente. Se for necessária a co- administração dessas drogas, os níveis de ciclosporina devem ser monitorizados e a dose deve ser ajustada.

    Digoxina – Tem sido relatado que alguns antibióticos macrolídeos podem prejudicar o metabolismo da digoxina (no intestino) em alguns pacientes. Em pacientes que estejam recebendo a Azitromicina (um antibiótico azalídeo) e digoxina concomitantemente, a possibilidade de um aumento nos níveis de digoxina deve ser considerada.
    Antiácidos – Um estudo de farmacocinética avaliou os efeitos da administração simultânea de azitromicina e antiácidos, não sendo observado qualquer efeito na biodisponibilidade total embora o pico de concentração plasmática fosse reduzido em até 30%. Em pacientes que estejam recebendo a Azitromicina e antiácidos, os mesmos não devem ser administrados simultaneamente.

    Cimetidina – Foi realizado um estudo de farmacocinética para avaliar os efeitos de dose única de cimetidina administrada duas horas antes da azitromicina. Neste estudo não foram observadas quaisquer alterações na farmacocinética da azitromicina.

    Metilprednisolona – Em um estudo de interação farmacocinética em voluntários sadios, a Azitromicina não produziu nenhum efeito significante na farmacocinética da metilprednisolona.

    Zidovudina – Foi realizado um estudo preliminar para avaliar a farmacocinética e tolerabilidade da azitromicina em pacientes HIV positivos tratados com zidovudina onde os mesmos receberam 1 g semanal de azitromicina durante cinco semanas. Não foram observados efeitos estatisticamente significantes nos parâmetros farmacocinéticos da zidovudina ou de seu metabólito glicuronídeo. A única diferença estatisticamente significante observada na farmacocinética da azitromicina, foi uma redução do tempo para alcançar a concentração máxima, quando os níveis do primeiro e último dia foram comparados.

    Terfenadina – Estudos farmacocinéticos não demonstraram nenhuma evidência de interação entre a azitromicina e a terfenadina. Foram relatados raros casos onde a possibilidade dessa interação não poderia ser totalmente excluída; contudo, não existem evidências consistentes de que tal interação tenha ocorrido.

    Reações Adversas

    A Azitromicina é bem tolerada, apresentando baixa incidência de reações adversas. A maioria dos efeitos observados foi de natureza leve a moderada. Um total de 0,7% dos pacientes descontinuou o tratamento devido a reações adversas.

    A maioria das reações adversas foi de origem gastrintestinal, incluindo anorexia, náusea, vômito/diarréia (raramente resultando em desidra- tação) e fezes amolecidas, dispepsia, desconforto abdominal (dor/cólica), constipação e flatulência, sintomas estes observados ocasionalmente. Tem sido relatada disfunção auditiva com o uso de antibióticos macrolídeos. Disfunções auditivas, incluindo perda de audição, surdez e/ou tinido (ruído auditivo) foram relatados por pacientes recebendo azitromicina. Muitos desses eventos foram associados com o uso prolongado de altas doses em estudos de investigação. Nos casos onde informações de acompanhamento estavam disponíveis, foi observado que a maioria desses eventos foi reversível.

    Casos raros de distúrbio de paladar foram relatados.

    Foram relatados nefrite intersticial e disfunção renal aguda.

    Casos de disfunção hepática incluindo hepatite e icterícia colestática, foram relatados.
    Tontura/vertigem, convulsões (assim como com outros macrolídeos), cefaléia e sonolência também foram relatados.
    Episódios transitórios de uma leve redução na contagem de neutrófilos têm sido ocasionalmente observados nos estudos clínicos, embora uma relação causal com Azitromicina não tenha sido estabelecida.

    Reações alérgicas incluindo rash, fotossensibilidade, artralgia, edema, urticária, angioedema e anafilaxia (raramente fatal) têm ocorrido (vide “Precauções e Advertências “).
    Palpitações e arritmias incluindo taquicardia ventricular (assim como com outros macrolídeos) têm sido relatados embora a relação causal com a azitromicina não tenha sido estabelecida.

    Ocorreram raros casos de reações dermatológicas sérias incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens Johnson e necrólise tóxica epidermal. Foi relatado astenia e parestesia embora a relação causal não tenha sido estabelecida.

    Interações em testes laboratoriais
    Ainda não se encontram disponíveis dados de interação da Azitromicina em testes laboratoriais.

    Posologia

    Os comprimidos de Azitromicina devem ser administrados em dose única diária.
    A Azitromicina comprimidos revestidos pode ser administrada a qualquer hora do dia, inclusive com as refeições, uma vez que não foi observada qualquer diminuição significante na biodisponibilidade da azitromicina quando os mesmos foram administrados concomitantemente a uma refeição rica em gorduras. A posologia de acordo com a infecção está descrita abaixo:
    Adultos – Para o tratamento de doenças sexualmente transmissíveis, causadas por Chlamydia trachomatis ou Neisseria gonorrhoeae suscetível, a Azitromicina deve ser administrada em dose oral única de 1 g.

    Para todas as outras indicações, a dose para adultos, jovens e crianças com peso acima de 45 kg é de 1 comprimido de Azitromicina 500 mg, administrada em dose única diária, durante 3 dias.

    Crianças – A Azitromicina comprimidos revestidos somente deverá ser administrada em crianças pesando mais que 45 Kg, seguindo-se a posologia para adultos.
    Pacientes Idosos – Recomenda-se a mesma dosagem para pacientes adultos.

    Pacientes com Insuficiência Renal – As mesmas doses que são administradas a pacientes com a função renal normal podem ser utilizadas em pacientes com insuficiência renal leve (clearance de creatinina > 40 mL/min). Não existem dados em relação ao uso de azitromicina em pacientes com insuficiência renal severa (vide item ” Precauções e Advertências – Geral”).

    Pacientes com Insuficiência Hepática – As mesmas doses que são administradas a pacientes com a função hepática normal poderão ser utilizadas em pacientes com insuficiência hepática de leve a moderada (vide item ” Precauções e Advertências – Geral”).

    Superdosagem

    Não há dados até o momento com relação a superdosagem. Lavagem gástrica e medidas gerais de suporte são indicadas. Comunique imediatamente a seu médico.

    Pacientes Idosos
    Deve- se seguir as orientações gerais descritas na bula.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    Para a sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total deste medicamento.

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  • Sem categoria 05.08.2010 1 Comment

    Dipirona sódica é um medicamento antiinflamatório não-estereoidal (AINE) que é utilizada principalmente porquê analgésico e antitérmico.
    Sua utilização, no entanto, se encontra restrita a alguns paises, sendo extremamente popular no Brasil onde efetivamente é um dos analgésicos mais populares, ao lado do ácido acetil salicílico (AAS).

    AÇÃO TERAPÊUTICA – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Analgésico e Antipirético.

    SUBSTÂNCIA – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Dipirona Sódica

    CONTRA-INDICAÇÕES – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    A Dipirona está contra- indicada em pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos (antipirina, aminopirina e dipirona) ou pacientes com discrasias sangüíneas. É contra-indicado no primeiro trimestre da gestação. Na porfiria hepática e deficiência congênita de glicose 6-fosfato desidrogenase. Dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por períodos prolongados, sem controle médico.

    INDICAÇÕES – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Analgésico e antipirético

    APRESENTAÇÃO – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Dipirona 1g, 500mg/ml, caixa com 100 ampolas de 2ml.Dipirona 2,5g, 500mg/ml, caixa com 100 ampolas de 5ml.

    COMPOSIÇÃO – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Dipirona sódica ……………….. 1g
    Veículo q.s.p. ……………….. 1 ampola de 2ml
    Dipirona sódica ……………….. 2,5g
    Veículo q.s.p. ……………….. 1 ampola de 5ml

    POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Criança de 5,5 a 7,5 Kg : 0,1 à 0,2 ml – somente intramuscular.Criança de 8 a 10 Kg : 0,1 à 0,3 ml – somente intramuscular.
    Criança de 11 a 15 Kg : 0,2 à 0,5 ml – IM ou IV.
    Criança de 16 a 23 Kg : 0,3 à 0,8 ml – IM ou IV.
    Criança de 24 a 30 Kg : 0,4 à 1 ml – IM ou IV.
    Criança de 31 a 45 Kg : 0,5 à 1,5 ml – IM ou IV.
    Criança de 46 a 53 Kg : 0,8 à 1,8 ml – IM ou IV.
    Adultos e adolescentes acima de 15 anos : 2 à 5 ml – IM ou IV.

    Se necessário Dipirona pode ser dada até 4 vezes ao dia, não excedendo a dose diária de 6 ml para adultos e acima de 15 anos.
    Doses maiores, somente à critério médico.
    Aplicar a injeção endovenosa lentamente, 1 ml/minuto. Não misturar medicamentos na mesma seringa.

    PRECAUÇÕES – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    O uso de Dipirona deve ser evitado nos três primeiros meses e nas últimas 6 semanas da gestação e, mesmo fora destes períodos, somente administrar em gestantes em casos de extrema necessidade.
    Em pacientes com asma e infecções respiratórias crônicas, bem como em pacientes com hipersensibilidade de qualquer tipo de substâncias não- medicamentosas, deve-se fazer um teste no início da aplicação, para prevenir a ocorrência de choque. Interromper a injeção após aplicar 0,1 à 0,2 ml e observar a reação do paciente por 1 a 2 minutos.
    Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 Kg não devem ser tratadas com Dipirona, a menos que seja absolutamente necessário, pela possibilidade de interferência com a função renal.
    Dipirona deve ser administrada com cautela em pacientes com condições circulatórias instáveis (PA sistólica menor que 100 mmHg) e em pacientes com distúrbios hematopoiéticos.
    O uso de Dipirona em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção da buco- faringe deve merecer cuidado redobrado, pois esta afecção pré-existente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (angina agranulocítica), ocorrência rara, mas possível quando se faz uso da Dipirona.
    Nos tratamentos prolongados, aconselha- se o controle dos pacientes através de hemograma completo, porque a Dipirona pode produzir, neutropenia e agranulocitose.
    Dipirona deve ser usada sob controle médico.

    REAÇÕES ADVERSAS – DIPIRONA (DIPIRONA SÓDICA)

    Dipirona pode provocar, em pacientes sensíveis, reações de hipersensibilidade, com manifestações cutâneas do tipo alérgica. A reação de hipersensibilidade de maior importância, embora rara, é a ocorrência da forma alérgica da granulocitopenia ou agranulocitose. Se durante o uso de Dipirona surgirem manifestações cutâneas ou nas mucosas, principalmente na boca ou garganta, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e consultar o médico. Pacientes com hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque. Quando isto ocorrer deve- se suspender imediatamente o tratamento e tomar as providências médicas adequadas : colocar o paciente deitado com as pernas elevadas e as vias aéreas livres. Diluir 1 ml de Adrenalina 1:1000 em 10 ml de água para injeção e aplicar 1 ml desta diluição por via endovenosa e , a seguir, uma dose alta de glicocorticóide.
    Pode ocorrer hipotensão em caso de aplicação intravenosa muito rápida. É possível ocorrer dor e ou reações no local da injeção.

  • Maior variação encontrada foi no preço da Dipirona Sódica.
    Entre remédios de referência, diferença máxima foi de 91%.

    A diferença de preços entre os medicamentos genéricos pode chegar a até 295,92% e a 91,69%, no caso dos medicamentos de referência, é o que revela pesquisa divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Procon-SP.

    O estudo constatou ainda que os medicamentos genéricos são, em média, 52,88% mais baratos que os remédios de referência.

    A Dipirona Sódica em gotas foi o genérico que mais variou de preço, podendo custar de R$ 0, 98 a R$ 3,88. Entre os remédios de referência, o preço de um creme dermatológico pode ir de R$ 4,21 a R$ 8,07.

    O Procon-SP recomenda a pesquisa de preços antes de efetuar qualquer compra. “O levantamento reforça a importância de o consumidor pesquisar antes de ir às compras, comparando os preços em diversos estabelecimentos, inclusive entre lojas de uma mesma rede, que podem apresentar variações significativas”.

    O comunicado reforça, ainda, que antes da pesquisa de preço é interessante que o consumidor consulte a lista de Preço Máximo ao Consumidor (PMC) dos medicamentos
    disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

    O levantamento do Procon-SP foi feito nos dias 30 de junho e 1.º de julho, envolvendo 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 52 medicamentos.

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