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     Trofodermin®

    acetato de clostebol/sulfato de neomicina

     Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Trofodermin®
    Nome genérico: acetato de clostebol e sulfato de neomicina

     Apresentação:

    Trofodermin® creme dermatológico em embalagem contendo 1 bisnaga de 30 g.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO:DERMATOLÓGICA
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada grama de Trofodermin® creme dermatológico contém 5 mg de acetato de clostebol micronizado e 5 mg de
    sulfato de neomicina. Excipientes: água purificada, álcool cetílico, cetomacrogol, essência de rosas, lanolina, metilparabeno, óleo de silicone, óleo mineral, propilparabeno, etilparabeno, álcool estearílico.

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado? 

    Trofodermin® (acetato de clostebol/sulfato de neomicina) creme dermatológico  (úlceras de varizes, escaras de decúbito – feridas por ficar muito tempo em uma única posição, úlceras traumáticas), intertrigo (ferida em regiões de dobra de pele, como virilha e axila), fissuras (feridas) dos seios, mastectomia (remoção cirúrgica da mama) com dificuldade de cicatrização, fissuras anais (no ânus), queimaduras, feridas infectadas, lesões com cicatrização demorada e radiodermatites (lesão de pele crônica devido ao excesso de radiação ionizante usada no tratamento de câncer).

     Como este medicamento funciona?

    Trofodermin® é um creme cicatrizante que resulta de uma associação de substâncias: clostebol que é um
    anabolizante (hormônio esteroide que age aumentando a produção de proteínas, essenciais para formação de
    novas células) e um antibiótico (neomicina, medicamento que controla a infecção por bactérias) para uso local.
    Na associação há o efeito trófico-cicatrizante (aumento da produção de proteínas) do esteroide e a atividade do
    antibiótico, de controle das infecções que agravam e atrasam a cura das lesões. A ação do medicamento inicia-se logo após a aplicação.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Trofodermin® não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade (alergia) a acetato de
    clostebol (ou outros derivados da testosterona), sulfato de neomicina ou a qualquer componente da fórmula.
    Trofodermin® não deve ser utilizado no tratamento de infecções mamárias em mulheres que estejam
    amamentando.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    Trofodermin® deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama
    interação medicamentosa. Não há interações conhecidas com o uso de Trofodermin® creme dermatológico.
    Este medicamento pode causar doping. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Trofodermin® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Manter a bisnaga devidamente
    tampada após o uso do medicamento. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
    alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: creme homogêneo de cor branca à branca amarelada e com odor de rosas. Ausente de grumos, bolhas de ar e partículas estranhas.

     Como devo usar este medicamento? 

    Aplicar uma fina camada de creme, 1-2 vezes ao dia, sobre a parte lesada, após a limpeza da mesma.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você esqueça de usar Trofodermin® no horário estabelecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar.
    Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima,
    continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use uma dose em
    dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento frequente das doses pode comprometer a eficácia do
    tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Ainda não são conhecidas a intensidade e a frequência das reações adversas. Existem relatos de ocorrência rara
    de prurido (coceira) e rash cutâneo (vermelhidão de pele). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0154
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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     TYGACIL®

    (tigeciclina)

     Identificação do Medicamento 

    Nome comercial: Tygacil®
    Nome genérico: tigeciclina

     Apresentação:

    Tygacil®
    50 mg pó liofilizado estéril para infusão em embalagem contendo 10 frascos-ampolas.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: SOMENTE USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO

     Composição:

    Princípio ativo: cada frasco-ampola contém 50 mg de tigeciclina pó liófilo estéril para infusão.
    Excipientes: lactose monoidratada, ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio (ajuste de pH).

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado? 

    Tygacil® (tigeciclina) é indicado para o tratamento de infecções causadas pelos microrganismos sensíveis
    mencionados abaixo, nas condições clínicas relatadas a seguir em pacientes com idade maior ou igual a 18
    anos: Infecções complicadas da pele e partes moles (tecidos próximos ou abaixo da pele) causadas por
    Escherichia coli, Enterococcus faecalis (apenas isolados sensíveis à vancomicina, um outro antibiótico),
    Staphylococcus aureus (isolados resistentes e sensíveis à meticilina, um outro antibiótico), incluindo
    casos de bacteremia (presença da bactéria no sangue) concomitante, Streptococcus agalactiae,
    Streptococcus anginosus (inclui S. anginosus, S. intermedius e S. constellatus), Streptococcus pyogenes,
    Enterobacter cloacae, Bacteroides fragilis e Klebisiella pneumoniae. Infecções intra-abdominais complicadas causadas por Citrobacter freundii, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella oxytoca, Klebsiella pneumoniae (incluindo produtoras de ESBL, o que determina resistência a alguns antibióticos), Enterococcus faecalis (apenas isolados sensíveis à vancomicina), Staphylococcus aureus (isolados sensíveis e resistentes à meticilina) incluindo casos de bacteremia concomitante, Streptococcus anginosus (inclui S. anginosus, S. intermedius e S. constellatus),
    Bacteroides fragilis, Bacteroides thetaiotaomicron, Bacteroides uniformis, Bacteroides vulgatus,
    Clostridium perfringens e Peptostreptococcus micros. Pneumonia adquirida na comunidade causada por Chlamydia pneumoniae, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila, Mycoplasma pneumoniae, e Streptococcus pneumoniae (isolados sensíveis à penicilina, um outro antibiótico), incluindo casos de bacteremia concomitante.
    Tygacil® não é indicado para tratamento de infecções de feridas no pé de pacientes diabéticos, conhecidas
    como “pé diabético”. Tygacil® não é indicado para o tratamento de pneumonia hospitalar ou associada à ventilação mecânica.

    Como este medicamento funciona? 

    Tygacil® é um novo antibiótico que age inibindo o crescimento das bactérias. Seu inicio de ação é rápido,
    ocorrendo em minutos, após ser administrado endovenosamente (pela veia).

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Tygacil® não deve ser usado em pacientes com alergia conhecida a tigeciclina.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    A tigeciclina, substância presente no Tygacil®, tem estrutura semelhante à das tetraciclinas, uma classe de
    antibiótico. Assim, Tygacil® deve ser administrado com cuidado a pacientes com alergia conhecida aos
    antibióticos da classe das tetraciclinas. Foram relatadas anafilaxia/reações anafilactoides (reação alérgica grave), que podem ser potencialmente fatais, com praticamente todos os agentes antibacterianos (antibióticos), incluindo o Tygacil®. Como ocorre com outros antibióticos, o uso desse medicamento pode resultar no crescimento exagerado
    de microrganismos resistentes, inclusive de fungos. Os pacientes devem ser atentamente acompanhados
    durante o tratamento. Se ocorrer superinfecção (crescimento exagerado de microrganismos resistentes), as
    medidas adequadas devem ser adotadas. Foi relatada inflamação do intestino grosso (colite pseudomembranosa) em pessoas que usaram antibióticos e sua gravidade pode variar de leve a potencialmente fatal. Portanto, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente) após a administração de qualquer agente antibacteriano (antibiótico). Converse com seu médico a respeito dessa doença. Tygacil® pode causar tontura, o que pode prejudicar a capacidade de dirigir e/ou operar máquinas. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. A segurança e a eficácia em pacientes com menos de 18 anos ainda não foram estabelecidas. Portanto, não se recomenda o uso em pacientes com menos de 18 anos. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da
    outra; isso se chama interação medicamentosa. Não é necessário ajustar a dose quando a Tygacil®
    for administrado com digoxina ou medicamentos que contenham qualquer uma das 6 isoenzimas do citocromo CYP450 mencionadas a seguir: 1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4. Caso Tygacil® seja administrado com a varfarina, o tempo de protrombina ou outro teste de anticoagulação adequado deve ser monitorado. O uso concomitante de antibióticos e contraceptivos orais pode fazer com que os contraceptivos orais sejam menos eficazes. Interferência com Exames Laboratoriais e Outros Exames Diagnósticos. Não há relato de interação do medicamento com exames laboratoriais. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Tygacil® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°e 30°C) antes da reconstituição.
    Após a reconstituição, Tygacil® deverá ser utilizado imediatamente. A solução reconstituída deve ser
    transferida e, depois, diluída para a infusão intravenosa. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
    alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: Pó liofilizado: massa ou pó laranja.
    Solução reconstituída: solução límpida amarela a laranja essencialmente livre de material particulado.

     Como devo usar este medicamento? 

    Tygacil® deve ser usado por infusão intravenosa (IV). Deve ser utilizado em ambiente apropriado, manipulado por pessoal da área de saúde e sob recomendação do médico prescritor. O esquema posológico recomendado é de 100 mg (dose inicial), seguida de 50 mg a cada 12 horas. As infusões intravenosas do Tygacil® devem ser administradas por um período de aproximadamente 30 a 60 minutos a cada 12 horas. A duração recomendada do tratamento com Tygacil® para infecções complicadas da pele e partes moles (tecidos próximos abaixo da pele) ou infecções intra-abdominais complicadas é de 5 a 14 dias. A duração recomendada do tratamento com Tygacil® para pneumonia adquirida na comunidade é de 7 a 14 dias. A duração da terapia deve ser definida com base na gravidade e no local da infecção e de acordo com o progresso clínico e bacteriológico do paciente, a critério de seu médico. Não há necessidade de ajuste de doses para pacientes idosos, pacientes com insuficiência renal (prejuízo a função dos rins) e hepática (prejuízo da função do fígado) considerada leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave (prejuízo grave da função do fígado) o médico deverá ser consultado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Como Tygacil® é um medicamento de uso em serviços relacionados à assistência à saúde, o plano de
    tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se você não receber uma dose deste
    medicamento, o médico pode redefinir a programação do tratamento. O esquecimento da dose pode
    comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    Nos pacientes que receberam Tygacil®, os seguintes efeitos adversos foram relatados: Reações Muito Comuns (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas (enjoo), vômitos, diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente). Reações Comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alterações dos exames para avaliar a coagulação sanguínea, trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), aumento da bilirrubina no sangue, alterações dos exames para avaliar os rins (ureia sanguínea aumentada), hipoproteinemia (diminuição das proteínas no sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), tontura, inflamação das veias (flebite), pneumonia (infecção no pulmão), falta de apetite, dor abdominal, má digestão, alterações dos exames para avaliar a função do fígado (aspartato aminotransferase (AST) e alanina aminotransferase (ALT) sérica elevadas), coceira, erupções na pele, dor
    de cabeça, cicatrização anormal (defeito na cicatrização de feridas), reação no local da administração do
    medicamento, amilase sérica aumentada. Reações Incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): alteração importante do exame para avaliar a coagulação sanguínea, tromboflebite (inflamação das veias com formação de coágulos), pancreatite aguda (inflamação do pâncreas), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares), reações de inflamação, dor e inchaço no local da administração, flebite (inflamação da veia) no local da administração. Frequência indeterminada: anafilaxia/reações anafilactoides (reação alérgica grave), hepatite colestática (inflamação do fígado com parada ou dificuldade de eliminação da bile), reação alérgica de pele severa, incluindo uma conhecida como Síndrome de Stevens-Johnson. A descontinuação do Tygacil® foi mais frequentemente associada à náusea (1,6 %) e vômito (1,3%). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Não há informações disponíveis sobre o tratamento em caso de superdose.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
    leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
    de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2110.0263
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n? 9258
    Registrado por:
    Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado e Embalado (Embalagem Primária) por:
    Patheon Italia S.p.A.
    Monza – Itália
    Embalado (Embalagem Secundária) por:
    Wyeth Lederle S.r.l
    Catania – Itália
    OU
    Fabricado e Embalado por: Wyeth Lederle S.r.l
    Catania – Itália
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Castelo Branco, km 32,5
    CEP 06696-270 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0039-06

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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  • EVOTECAN®

    cloridrato de topotecana

    Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Evotecan®
    Nome genérico: cloridrato de topotecana

    Apresentação:

    Pó liofilizado injetável. Embalagem com 1 (um) frasco-ampola contendo 4 mg de princípio ativo.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

    Composição:

    Cada frasco-ampola de EVOTECAN® injetável contém:
    topotecana (sob a forma de cloridrato) ……………………………………………………… 4,0 mg
    excipientes* …………………………………………………………………….. q.s.p. 1 frasco-ampola
    * manitol, ácido tartárico e ácido clorídrico ou hidróxido de sódio (para ajuste de pH).
    MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

    Informações ao Paciente: 

    Para que este medicamento foi indicado? 

    EVOTECAN® (cloridrato de topotecana) é indicado para o tratamento de câncer metastático de ovário, após
    falha da quimioterapia inicial ou subsequente, e de câncer de pulmão de pequenas células sensíveis, após falha
    da quimioterapia de primeira linha. EVOTECAN®, em combinação com cisplatina, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de colo de útero confirmado de estágio IV-B, recorrente ou persistente, não suscetível ao tratamento com cirurgia e/ou radioterapia.

    Como este medicamento funciona? 

    A topotecana, principal composto de EVOTECAN®, age contra o tumor bloqueando a ação de uma enzima
    chamada topoisomerase I, que tem importância no crescimento celular. Ao inibir essa enzima, a topotecana
    causa danos nas células cancerígenas, impedindo o crescimento do tumor.

    Quando não devo usar este medicamento? 

    EVOTECAN® é contraindicado para pacientes com história de reações graves de hipersensibilidade (alergia) à
    topotecana ou a qualquer um de seus componentes. EVOTECAN® não deve ser usado em pacientes que estejam
    grávidas ou amamentando nem naqueles que apresentaram grave depressão da medula óssea (produção
    diminuída de células sanguíneas) antes de iniciar o tratamento. Consulte seu médico para avaliar seu caso.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
    imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    O tratamento com EVOTECAN® deve ser iniciado, sob a supervisão de um médico com experiência no uso de
    medicamentos quimioterápicos contra câncer. Converse atentamente com seu médico antes de usar EVOTECAN® se: – Você tem algum problema no fígado;
    – Você tem algum problema respiratório ou nos pulmões;
    – Você está grávida, pretende ficar grávida ou está amamentando.
    Durante o tratamento seu médico deverá solicitar exames de sangue regularmente, inclusive de contagem de
    plaquetas, para monitorar o efeito das doses que você toma, e ajustá-las se necessário. Ajustes de dose podem ser necessários se EVOTECAN® for administrado junto com outros agentes com potencial tóxico (ver o subitem Interações Medicamentosas). Consulte seu médico para obter mais informações. Não existem ainda informações científicas suficientes sobre o uso em crianças. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Se você sentir cansaço e fraqueza persistentes, tenha cuidado para dirigir e operar máquinas.

    Gravidez e lactação:

    EVOTECAN® mostrou ter efeito nocivo para o embrião e o feto em estudos pré-clínicos. Assim como ocorre com outros medicamentos quimioterápicos citotóxicos (ou seja, nocivos para as células), EVOTECAN® pode causar danos ao feto quando administrada a mulheres grávidas. Você deve evitar engravidar durante a terapia com EVOTECAN® e informar ao médico imediatamente caso isso ocorra. EVOTECAN® também é contraindicado durante a amamentação. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Interações medicamentosas:

    Certos medicamentos e alimentos interagem com EVOTECAN®, ou seja, interferem na sua ação. Pode ser que
    você não deva usá-los enquanto estiver em tratamento com EVOTECAN®. São eles:
    – outros agentes citotóxicos (como paclitaxel ou etoposídeo);
    – agentes que contêm platina (como cisplatina ou carboplatina);
    – inibidores de ABCB1 e ABCG2 (como elacridar).
    Por isso, se você toma ou tomou recentemente algum outro medicamento, informe isso a seu médico; fale
    inclusive dos que você usa sem receita médica. Ele vai examinar suas medicações para ter certeza de que você
    não usa nada que não poderia usar durante o tratamento com EVOTECAN®. Se precisar de alguma dessas
    medicações e não houver substituto disponível, você deve discutir isso com seu médico.
    Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você faz uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de armazenamento.
    Os frascos fechados de EVOTECAN® são estáveis por 24 meses a contar da data de sua fabricação, quando
    armazenados em temperaturas entre 10°C e 25°C, protegidos da luz e em suas embalagens originais.
    Após preparo da reconstituição em água para injetáveis, as soluções de EVOTECAN® são físicoquimicamente
    estáveis por 24 horas em temperatura de 25°C e protegidas da luz. Após diluição em soro fisiológico ou glicosado 5% como indicado, as soluções de EVOTECAN® são física e quimicamente estáveis por 24 horas em temperatura de 25°C, sem proteção da luz. Do ponto de vista microbiológico, a preparação da infusão deve ser utilizada imediatamente. Caso esta preparação não seja utilizada imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições anteriores ao uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não seria maior que 24 horas a temperatura ambiente a contar da reconstituição, ocorrida nas condições assépticas validadas e controladas.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Aspectos físicos/Características organolépticas:

    O frasco-ampola contém pó de coloração entre o amarelo claro a amarelo esverdeado. Após a reconstituição, a
    coloração da solução varia entre incolor e ligeiramente amarelada.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de uso
    Uso intravenoso.
    Posologia
    EVOTECAN® é um medicamento citotóxico e injetável e, por isso, deve ser administrado por um profissional
    habilitado, conforme recomendações descritas na bula do profissional de saúde. Seu médico saberá a melhor
    forma de administrar o medicamento e as dosagens mais adequadas para a sua condição.
    EVOTECAN® é normalmente infundido na veia do paciente por um período de 30 minutos. A posologia
    recomendada de EVOTECAN® é: Para casos de Carcinoma ovariano ou carcinoma de pulmão de pequenas células
    A dose diária recomendada de EVOTECAN® é de 1,5 mg/m² por 5 dias consecutivos. Para casos de Carcinoma de colo de útero. A dose recomendada de EVOTECAN® é de 0,75 mg/m² por três dias.
    Normalmente, este padrão de tratamento é repetido a cada três semanas. O tratamento pode variar, dependendo
    dos resultados dos exames de sangue. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todo medicamento, EVOTECAN® pode provocar efeitos indesejáveis. Os efeitos colaterais abaixo têm sido associados ao uso de EVOTECAN®. Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção; anemia; neutropenia e neutropenia febril (diminuição do número de neutrófilos, que são um tipo de células brancas de defesa presentes no sangue); leucopenia (diminuição do número de leucócitos, que são células brancas de defesa presentes no sangue); trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas, que são células responsáveis pela coagulação do sangue); perda de apetite; diarreia; náusea e vômito; dor abdominal; prisão de ventre; estomatite (inflamação da mucosa da boca); queda de cabelo; fraqueza; cansaço; pirexia (estado febril). Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção
    generalizada; pancitopenia (redução global do número de células sanguíneas); hipersensibilidade da pele
    (inclusive rash); hiperbilirrubinemia; mal-estar e indisposição. Reação rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): doença pulmonar intersticial. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,001% dos pacientes que utilizam este medicamento): extravasamento. Reação desconhecida: sangramento grave (associado à trombocitopenia). Avise seu médico imediatamente se você apresentar um ou mais desses sintomas. Se qualquer um deles se agravar ou se você observar algum sintoma que não tenha sido relacionado aqui, informe seu médico. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
    do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Sinais e sintomas:
    Superdose (até 10 vezes a dose prescrita) tem sido relatada em pacientes tratados com EVOTECAN® intravenoso.
    A principal complicação da superdose é a diminuição da produção de células sanguíneas na medula (supressão
    da medula óssea). Os sinais e sintomas observados para superdose são consistentes com as reações adversas
    conhecidas associadas com EVOTECAN® (ver Reações Adversas). Além disso, foram relatadas elevação das
    enzimas hepáticas e mucosite após superdose. Tratamento: Não há antídoto conhecido para a superdose de EVOTECAN®. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.2110.0344
    Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9.258
    Registrado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rua Alexandre Dumas, 1.860
    CEP 04717-904 – São Paulo – SP
    CNPJ nº 61.072.393/0001-33
    Fabricado por: Fármaco Uruguayo S.A.
    Avenida Dámaso Antonio Larrañaga, 4479
    Montevidéu, Uruguai
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32.501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi/SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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     Eliquis®

    apixabana

     Apresentações:

    Eliquis® (apixabana) é apresentado na forma farmacêutica de comprimidos revestidos de 2,5 mg ou 5 mg em
    embalagens contendo 20 ou 60 comprimidos.
    USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido revestido de Eliquis® contém o equivalente a 2,5 mg ou 5 mg de apixabana. Excipientes: lactose anidra, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, dióxido de titânio, triacetina, óxido férrico (amarelo) para comprimidos de 2,5 mg ou óxido férrico (vermelho) para comprimidos de 5 mgII.

     Informações ao Paciente:

     Para que este medicamento é indicado?

    Eliquis® (apixabana) comprimidos revestidos é indicado para: prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos anormais dentro dos vasos sanguíneos): artroplastia (cirurgia para colocação de prótese) eletiva de quadril ou de joelho Prevenção da formação de coágulos sanguíneos anormais dentro dos vasos sanguíneos das pernas (trombose venosa) e que podem se mover e atingir os pulmões (embolia pulmonar) ou outros órgãos em pacientes adultos que foram submetidos à artroplastia de quadril ou de joelho. Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não valvar) Redução do risco de derrame cerebral (AVC), formação de coágulos em outros vasos sanguíneos do corpo (embolia sistêmica) e morte em pacientes adultos com arritmia do coração (fibrilação atrial não valvar). Tratamento de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos
    sanguíneos) Tratamento da trombose venosa profunda (TVP – formação de um coágulo sanguíneo em um vaso profundo) e embolia pulmonar (EP – entupimento de um vaso do pulmão por um coágulo). Prevenção da TVP e EP recorrentes.

     Como este medicamento funciona?

    A substância ativa de Eliquis® é a apixabana, um inibidor potente do fator Xa (um dos fatores que participam no
    processo de coagulação do sangue), que previne o desenvolvimento de trombos (coágulos), ou seja, impede a  coagulação do sangue dentro dos vasos. Eliquis® é rapidamente absorvido com tempo médio de início de ação
    entre 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Eliquis® é contraindicado caso você apresente hipersensibilidade (reação alérgica) à apixabana ou a qualquer
    componente da fórmula. Eliquis® é contraindicado caso você apresente risco de sangramento clinicamente
    relevante e doença hepática (do fígado) associada a outros problemas na coagulação do sangue.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento? 

    (Leia também as respostas das Questões 3 e 8).
    Assim como com outros anticoagulantes, se você tomar Eliquis® deve ser cuidadosamente monitorado em
    relação aos sinais de sangramento. Eliquis® deve ser usado com precaução em condições de risco aumentado de
    hemorragia, tais como: distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos (indivíduos que nascem com esses
    distúrbios); úlceras no estômago ou intestinos; endocardite bacteriana (infecção causada por bactérias que atinge
    partes do coração); doenças relacionadas às plaquetas (diminuição no número ou na sua função); história de
    acidente vascular cerebral hemorrágico (derrame); aumento grave da pressão arterial não controlada e cirurgia
    cerebral recente, da coluna vertebral ou oftalmológica (nos olhos). A administração de Eliquis® deve ser
    interrompida se ocorrer hemorragia grave (vide item 9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que
    a indicada deste medicamento?). Em caso de complicações hemorrágicas, o tratamento deve ser interrompido e a origem do sangramento investigado. Eliquis® é contraindicado caso você apresente doença do fígado associada a problemas na coagulação do sangue e risco de sangramento clinicamente relevante (vide item 3. Quando não devo usar este medicamento?). Eliquis® não é recomendado caso você apresente diminuição grave na função do fígado (insuficiência hepática) e deve ser usado com cautela caso essa insuficiência seja leve ou moderada (vide item 6. Como devo usar este medicamento?). Caso você vá ser submetido à anestesia, punção ou colocação de cateteres na coluna (espinhal ou epidural), avise seu médico. O uso de Eliquis® não é recomendado em pacientes com diminuição da função dos rins (insuficiência renal com depuração de creatinina menor que 15 mL/min) e pacientes em diálise renal, e deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal grave. A segurança e eficácia de Eliquis® não foram estudadas em pacientes com válvulas cardíacas protéticas (válvulas artificiais do coração), com ou sem fibrilação atrial, portanto o uso de Eliquis® não é recomendado nesse pacientes. A eficácia e segurança de Eliquis® em crianças menores de 18 anos de idade ainda não foram estabelecidas. Não existem dados disponíveis e, portanto, não está recomendado o seu uso. Eliquis® não é recomendado durante a gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. A decisão deve ser tomada pelo seu médico entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com Eliquis®. Eliquis® não tem influência, ou é desprezível, sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Eliquis® contém LACTOSE. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase ou má-absorção de glicose-galactose não devem tomar este medicamento. Idade avançada pode aumentar o risco de sangramento. Eliquis® não é recomendado caso você esteja recebendo tratamento com as seguintes drogas: antifúngicos azólicos (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, voriconazol e posaconazol) e inibidores da protease do HIV (por exemplo, ritonavir). Nenhum ajuste da dose para Eliquis® é necessário quando coadministrado com diltiazem, naproxeno, claritromicina, amiodarona, verapamil e quinidina. O uso concomitante de Eliquis® com medicamentos como, por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou erva de São João, deve ser comunicado ao seu médico pois deve ser utilizado com cautela. No caso de tratamento de trombose venosa profunda (TVP – formação de um coágulo sanguíneo num vaso profundo) e embolia pulmonar (EP – entupimento de um vaso do pulmão por um coágulo), a utilização concomitante de Eliquis® com tais medicamentos não é recomendada. Comunique também ao seu médico se estiver em uso de anti-inflamatórios não esteroidais e/ou inibidores da agregação plaquetária (por exemplo, AAS – ácido acetilsalicílico), porque estes medicamentos normalmente aumentam o risco de hemorragia.
    O uso de Eliquis® juntamente com outros anticoagulantes (por exemplo, heparina não fracionada e derivados de
    heparina), fondaparinux, inibidores diretos da trombina (por exemplo, desirudina), agentes trombolíticos (estreptoquinase, uroquinase, alteplase), antagonistas do receptor GPIIb/IIIa (abciximabe, eptifibatida, tirofibana), clopidogrel, dipiridamol, dextrana, sulfimpirazona, antagonistas da vitamina K e outros) não é recomendado. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Comprimidos de 2,5 mg: comprimidos revestidos amarelos, redondos, biconvexos com “893” gravado de um
    lado e “2½” do outro lado. Comprimidos de 5 mg: comprimidos revestidos rosas, ovais, biconvexos com “894” gravado de um lado e “5” do outro lado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento? 

    Uso em Adultos:
    Cada comprimido revestido de Eliquis® contém o equivalente a 2,5 mg ou 5 mg de apixabana.
    Eliquis® deve ser utilizado por via oral, engolido com água, com ou sem alimentos. Não há estudos dos efeitos de Eliquis® comprimidos revestidos administrado por vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral. Prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões): artroplastia (cirurgia) eletiva de quadril ou de joelho A dose recomendada de Eliquis® é de 2,5 mg duas vezes ao dia, por via oral.
    Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos
    do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não valvar) A dose recomendada de Eliquis® é de 5 mg duas vezes ao dia, por via oral. Idade, peso corporal, creatinina sérica: o ajuste da dose deverá ser feito em pacientes com pelo menos 2 das características a seguir: idade ? 80 anos, peso corporal ? 60 kg ou creatinina sérica ? 1,5 mg/dL (133 micromoles/L) e a dose recomendada de Eliquis® é de 2,5 mg duas vezes ao dia. Tratamento de trombose venosa profunda (TVP – formação de um coágulo sanguíneo em um vaso profunda) e embolia pulmonar (EP – entupimento de um vaso do pulmão por um coágulo). A dose recomendada de Eliquis® é de 10 mg duas vezes ao dia, por via oral, durante 7 dias, seguida de dose de 5mg duas vezes ao dia, por via oral. Prevenção de TVP e EP recorrentes. A dose recomendada de Eliquis® é de 2,5 mg duas vezes ao dia, por via oral, após pelo menos 6 meses de tratamento para a TVP ou EP. Uso em Crianças e Adolescentes: não existem dados disponíveis. Uso em Idosos: nenhum ajuste de dose é necessário. Idade avançada pode aumentar o risco de sangramento. Gênero (sexo): nenhum ajuste de dose é necessário. Insuficiência Renal: Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada. Em pacientes com insuficiência renal grave, o uso deve ser criteriosamente avaliado pelo médico. Em pacientes com depuração de creatinina menor que 15 mL/min ou em diálise, o uso não é recomendado.
    Insuficiência Hepática: nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes com insuficiência hepática leve ou
    moderada e não é recomendado para casos de insuficiência hepática grave. Cirurgia e Procedimentos Invasivos: Eliquis® deve ser descontinuado pelo menos 48 horas antes do horário marcado para a cirurgia ou procedimentos invasivos com risco moderado ou alto de sangramento não controlável ou clinicamente significante. Eliquis® deve ser descontinuado pelo menos 24 horas antes do horário marcado para a cirurgia ou procedimentos invasivos com um risco baixo de sangramento ou caso o sangramento não seja em área crítica e seja de fácil controle. Se a cirurgia ou procedimento invasivo não pode ser adiado, os devidos cuidados devem ser tomados em relação ao risco aumentado de sangramento. Esse risco de sangramento deve ser considerado em relação à urgência da intervenção.
    Evite interrupções na terapia, mas caso o tratamento com Eliquis® precise ser temporariamente descontinuado
    por qualquer razão, retome-o o mais breve possível, de acordo com orientações do seu médico. Caso seja necessário trocar sua medicação de varfarina ou outro antagonista de vitamina K para Eliquis® ou viceversa, converse com seu médico. Descontinuar anticoagulantes, incluindo Eliquis®, devido a sangramentos ativos, cirurgias com horário marcado ou procedimentos invasivos, coloca os pacientes em risco aumentado de trombose. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento? 

    Caso você se esqueça de tomar Eliquis® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar e
    depois continue com o esquema de doses duas vezes ao dia. Caso no momento em que for tomar a medicação se
    lembrar que não tomou a dose anterior, não dobre a dose atual como compensação da dose esquecida. Evite
    falhas na terapia e, se a anticoagulação com Eliquis® precisar ser descontinuada por qualquer motivo, reinicie a
    terapia o mais breve possível. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

     Quais os males que este medicamento pode me causar? 

    (Leia também as respostas das Questões 3 e 4). Prevenção de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões): artroplastia (cirurgia) eletiva de quadril ou de joelho As reações adversas em pacientes no período pós-operatório de cirurgia ortopédica em estudos clínicos estão
    listadas a seguir: Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue), hemorragia (sangramento), náusea (enjoo) e manchas arroxeadas no corpo. Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição na
    quantidade de plaquetas (células do sangue que ajudam na coagulação), queda da pressão arterial, sangramento
    nasal, hemorragias gastrintestinais (incluindo vômitos com sangue e presença de sangue nas fezes), testes de
    sangue anormais da função do fígado com alterações nas enzimas hepáticas (entre elas: aumentos das
    transaminases, da fosfatase alcalina, das bilirrubinas, da gama-glutamiltransferase), presença de sangue na urina,
    hemorragia pós-cirurgia incluindo no local da incisão. Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações alérgicas, hemorragia ocular (sangue nos olhos ou na membrana que cobre os olhos), eliminação de sangue através da tosse, hemorragia retal, sangramento gengival, hemorragia muscular.
    Prevenção de derrame cerebral e embolia sistêmica (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos
    do corpo): pacientes portadores de arritmia cardíaca (fibrilação atrial não valvar) As reações adversas em pacientes com fibrilação atrial não valvar em estudos clínicos estão listadas a seguir: Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hemorragia ocular (sangue nos olhos ou na membrana que cobre os olhos), sangramento nasal, hemorragias gastrintestinais (incluindo vômitos com sangue e fezes escuras devido a presença de sangue), hemorragia retal, sangramento gengival, sangue na urina, hematoma (acúmulo de sangue) e manchas arroxeadas no corpo. Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (incluindo hipersensibilidade medicamentosa, como erupção cutânea e reação alérgica grave), hemorragia cerebral, outras hemorragias intracranianas ou intraespinhais (na coluna), hemorragia intra-abdominal,
    eliminação de sangue através da tosse, evacuação intestinal com sangue vivo e hemorragia retal, hemorragia
    bucal, hemorragia urogenital (sangramento vaginal anormal). Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hemorragia do trato respiratório (incluindo sangramento dentro do pulmão e sangramento na laringe e faringe), hemorragia retroperitonial (sangramento dentro da cavidade abdominal).
    Tratamento de tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões) As reações adversas em pacientes em tratamento de tromboembolismo venoso estão listadas a seguir: Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hematoma, epistaxe
    (sangramento nasal), sangramento gengival, hematúria (sangue na urina), menorragia (sangramento vaginal fora
    do período menstrual), contusão. Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hemorragia conjuntiva (membrana que cobre o olho), hemoptise (tosse com sangue), hemorragia no trato gastrintestinal (incluindo retal e hemorroidal), hematoquezia/ hematêmese (vômitos com sangue), equimose (manchas arroxeadas), hemorragia cutânea (sangramento na pele), prurido (coceira), hemorragia vaginal, metrorragia (sangramento menstrual excessivo ou sangramento vaginal fora do período menstrual), hematoma no local da injeção ou da venopunção, sangue presente na urina, positivo para sangue oculto nas fezes, hemorragia da lesão, hemorragia pós procedimento, hematoma traumático. Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia hemorrágica, diátese hemorrágica (tendência a sangramento), hematoma espontâneo, hemorragia cerebral, acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, hemorragia ocular (incluindo retinal, escleral e vítrea), hemorragia auditiva, hemorragia pericárdica (membrana que envolve o coração), hemorragia, hematoma intra-abdominal, choque hemorrágico (queda acentuada da pressão arterial decorrente de colapso do sistema circulatório), hemorragia no alvéolo pulmonar, melena (fezes escuras devido a presença de sangue), hemorragia no trato gastrintestinal (incluindo anal, da úlcera gástrica, bucal, da parede abdominal, no esôfago [síndrome de Mallory-Weiss], gástrica, da úlcera péptica e do intestino delgado), petéquia (hematomas puntiformes na pele), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), tendência aumentada ao sangramento, vesícula hemorrágica (bolha de sangue na pele ou na camada abaixo da pele), hemorragia da úlcera cutânea, hemorragia muscular, hemorragia do trato urinário, menometrorragia (sangramento menstrual excessivo ou sangramento vaginal fora do período menstrual), hemorragia uterina/ genital, hematoma na mama, hematospermia (sangue no esperma), hemorragia pós-menopausa, hemorragia no local da injeção, hematoma no local da infusão, sangue oculto, positivo para eritrócitos na urina, hematoma periorbital, pseudoaneurisma vascular, hematoma subcutâneo, hematoma durante procedimento, hematoma pós-procedimento, hematúria (sangue na urina) pós-procedimento, hematoma e hemorragia intracraniana, hematoma renal. Atenção: este produto é um medicamento novo que possui nova indicação e nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Não há antídoto para Eliquis®. Uma superdose com Eliquis® pode resultar em um maior risco de sangramento. O
    carvão ativado pode ser considerado em episódios de superdose com Eliquis®. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais 

    MS – 1.0216.0252
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP nº 27071
    Registrado e Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado por: Bristol-Myers Squibb Manufacturing Company
    State Road 3, Km 77,5
    Humacao – Porto Rico
    Embalado por: Bristol-Myers Squibb S.r.l.
    Loc. Fontana Del Ceraso
    Anagni (Frosinone) – Itália

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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  •  Sermion®

    nicergolina

     Identificação do Medicamento: 

    Nome comercial: Sermion®
    Nome genérico: nicergolina

     Apresentação:

    Sermion? 30 mg em embalagem contendo 20 comprimidos revestidos.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

     Composição:

    Cada comprimido revestido de Sermion® contém 30 mg de nicergolina. Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, estearato de magnésio, Opadry® laranja (hipromelose, propilenoglicol, talco, dióxido de titânio e corante amarelo FD&C nº 6 de alumínio laca) e cera de carnaúba.

     Informações ao Paciente: 

     Para que este medicamento é indicado?

    Sermion® (nicergolina) está indicado para o tratamento de transtornos metabólico-vasculares cerebrais (doença
    do metabolismo e circulação cerebrais), agudos e crônicos (por exemplo, arteriosclerose cerebral, trombose e
    embolia cerebral, decaimento cerebral decorrente do envelhecimento e síndrome psico-orgânica – demências
    senis e pré-senis – e isquemia cerebral transitória). Sermion® também é indicado para transtornos metabólicos vasculares periféricos, agudos e crônicos, arteriopatias orgânicas e funcionais dos membros (aneurisma,
    aterosclerose, trombose), doença de Raynaud (condição que afeta o fluxo sanguíneo nas extremidades do corpo,
    mãos e pés, assim como dedos, nariz, lóbulos das orelhas, quando submetidos a frio intenso ou estresse) e outras
    síndromes por alteração da circulação periférica.

    Como este medicamento funciona?

    Sermion?, após a tomada do comprimido, é absorvido e transformado quimicamente pela ação do fígado em
    outras substâncias químicas derivadas da nicergolina que exercerão seu efeito em diferentes regiões do sistema
    nervoso central (SNC). Administrado oralmente, Sermion® exerce múltiplas ações químicas no cérebro:
    melhora o aproveitamento da glicose pelo cérebro, a produção de proteínas e ácido nucleico (componentes do
    DNA e RNA), além de atuar também em sistemas de neurotransmissão (informações transmitidas pelas células
    nervosas). Sermion® melhora as funções cerebrais relacionadas à acetilcolina (substância que auxilia na atenção, memória e raciocínio ). Em alguns estudos, os efeitos observados associaram-se a uma melhora comportamental, tal como na observada durante o teste do labirinto, em que Sermion® induziu em animais mais velhos uma resposta
    semelhante àquela observada em mais jovens. Sermion® também diminuiu o prejuízo cognitivo provocado por diferentes condições (baixa oferta de oxigênio ao cérebro, terapia com eletrochoque (ECT), escopolamina (remédio para cólica) em animais.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Sermion® não deve ser administrado em caso de infarto do miocárdio (falta de sangue para o músculo do
    coração) recente, hemorragia (sangramento) aguda, bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos)
    acentuada, hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao levantar), hipersensibilidade (alergia) à
    nicergolina (substância ativa de Sermion®), a alcaloides da ergotamina ou a qualquer componente da fórmula.
    Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento??

    Antes de usar Sermion? você deve saber que, embora muito raramente, em alguns estudos com doses únicas ou
    fracionadas de Sermion®, observou-se uma potencial diminuição da pressão arterial máxima e, em um grau
    muito menor, da pressão sanguínea mínima em pacientes com pressão sanguínea normal ou elevada. Sermion®
    deve ser usado com cautela em pacientes com ácido úrico elevado no sangue ou histórico de gota (inflamação
    das pequenas juntas devido ao nível elevado de ácido úrico no sangue) e/ou em tratamento com remédios que
    interferem no metabolismo e eliminação do ácido úrico. Remédios com efeito semelhante ao da adrenalina
    (receptor alfa e beta) devem ser usados com cautela em pacientes em uso de Sermion® (vide Interações
    Medicamentosas).

     Uso durante a Gravidez e Lactação:

    Os estudos toxicológicos não conseguiram demonstrar o efeito teratogênico (que causa malformação embriológica ou fetal) de Sermion?. Os estudos não foram realizados com mulheres grávidas. Dadas as indicações aprovadas, o uso de Sermion® em mulheres grávidas e lactantes é improvável. Sermion® somente deve ser usado durante a gravidez se o benefício potencial para a paciente justificar o risco potencial para o feto. Não se sabe se Sermion® é excretado no leite materno em humanos. Portanto, o uso de Sermion® não é recomendado durante a amamentação. Sermion® não afetou a fertilidade em um estudo com ratos machos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

     Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas:

    Embora os efeitos clínicos de Sermion® incluam a melhora da atenção e concentração, seus efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas não foram especificamente estudados. Ao dirigir ou operar máquinas, considere que, às vezes, podem ocorrer tontura e sonolência.

     Interações Medicamentosas:

    Sermion® pode aumentar o efeito de medicações utilizadas para tratar pressão alta ou que possuam efeito contrário àqueles que são provocados pela adrenalina (ex: o propranolol usado para abaixar a pressão sanguínea pode ter seu efeito aumentado por Sermion?; por outro lado, remédios que são utilizados como descongestionantes nasais que causam contração dos vasos sanguíneos podem ter seu efeito diminuído devido ao uso concomitante ao Sermion?.) (vide item 4. O que devo saber antes de usar esse medicamento?). Pode ocorrer interação com outros medicamentos que são metabolizados ou transformados por uma enzima ou proteína chamada CYP2D6. O significado dessas interações entre remédios diferentes é que podem ocorrer interferências, ou seja, alguns medicamentos acelerarem a eliminação de Sermion? ou retardá-la, aumentando seu efeito; da mesma forma que Sermion? pode aumentar ou diminuir a eliminação de outros medicamentos que por ventura sejam usados durante o tratamento com Sermion?.
    Essas potenciais interações entre medicamentos sempre deve ser avaliada pelo médico responsável. Sermion® pode aumentar o efeito de medicações que interferem na coagulação sanguínea (ex: anticoagulantes usados para tratar ou prevenir tromboses) prolongando o tempo de sangramento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Sermion® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) e em lugar seco. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: comprimido revestido redondo, biconvexo, de cor laranja, superfície lisa e brilhante.

     Como devo usar este medicamento? 

    Você deve tomar Sermion? segundo a dose recomendada de 30 a 60 mg ao dia, dividida em doses, conforme
    orientação médica. A dose e a duração do tratamento dependem da gravidade da doença. Uso em idosos: O ajuste de dose não é necessário para pacientes idosos. Uso em crianças: A segurança e eficácia da Sermion® em crianças não foram estabelecidas. Não há dados disponíveis. Uso em pacientes com insuficiência renal: Pacientes com a função renal comprometida (creatinina sanguínea ?2%) devem usar doses menores em comparação aos pacientes com função normal dos rins. O tempo de tratamento é prolongado, portanto o efeito é notado de forma gradual. Há necessidade de consultar o médico em intervalos não superiores a 6 meses para reavaliar a necessidade e a relação custo/benefício de se manter o tratamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
    Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer-se de tomar Sermion® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar.
    Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a
    próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia
    do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): desconforto abdominal
    (barriga). Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agitação, confusão, insônia, sonolência, tontura, dor de cabeça, hipotensão, vermelhidão na pele, intestino preso, diarreia, náusea, coceira, aumento de ácido úrico no sangue. Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir de dados disponíveis): sensação de calor, rash (erupção cutânea) e fibrose. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A ingestão de altas doses de Sermion® pode induzir uma redução transitória na pressão sanguínea. Geralmente,
    nenhum tratamento é necessário, basta deitar-se por alguns minutos. Em casos excepcionais, se o mal estar não
    passar, é recomendável procurar, o mais rápido possível, orientação ou conduta médica adequada.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0152
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27071
    Registrado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Fabricado e Embalado por: Pfizer S.A. de C.V.
    Toluca, Estado do México – México
    Importado por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Sem categoria 13.10.2017 No Comments

    Em 2003, um experimento com 100 homens demonstrou como o cérebro nos engana. Todos eles sofriam de uma doença coronária, e todos eram tratados com o betabloqueador Atenolol. Um terço deles não sabia o que estava tomando. Outro terço foi informado sobre o nome do medicamento e para que servia. O terceiro grupo foi advertido sobre o risco de sofrer disfunção erétil. No primeiro grupo, só um dos pacientes efetivamente sofreu problemas de ereção; no segundo grupo, foram cinco. Já entre os que conheciam o efeito secundário, um terço (11 indivíduos) acabaram realmente enfrentando esse transtorno. Os cientistas chamaram isso de efeito nocebo, o contrário do placebo.

    “Nocebo se refere a qualquer efeito negativo resultante de um tratamento simulado. Pode ser a piora de um sintoma ou a aparição de efeitos secundários”, diz a pesquisadora Alexandra Tinnermann, da Clínica Universitária de Hamburgo-Eppendorf (Alemanha). A cada pesquisa sobre esse fenômeno, 1.000 outras são feitas a respeito do efeito placebo. Além de agravar o estado de muitos doentes, o efeito nocebo está atrapalhando boa parte da pesquisa e gera dilemas na prática médica.

    Junto a um grupo de colegas, Tinnermann comprovou que um dos fatores capazes de favorecer a aparição do efeito nocebo é o preço do tratamento. “Nos estudos sobre o placebo, observou-se que quanto mais cara é uma medicação, maior o efeito placebo, o que sugere que, na mente das pessoas, o medicamento caro é visto como sendo mais potente que o barato. O mesmo parece acontecer com o efeito nocebo. Achamos que as pessoas acreditam que um fármaco potente também seja mais forte na hora de causar efeitos secundários”, explica a cientista alemã.

    Nocebo se refere a qualquer efeito negativo resultante de um tratamento simulado”

    Para comprovar isso, desenharam duas caixas para uma pomada contra a dermatite atópica. Uma das caixas (de cor laranja) passava uma imagem mais humilde do remédio que a azul, com um desenho mais cuidado. Essa impressão sobre o preço e aparência dos remédios foi confirmada num teste com 100 pessoas alheias à experiência – a maioria deduziu que a pomada da caixa azul era mais cara.

    Para testar o novo medicamento, 50 pessoas foram divididas em dois grupos. Metade recebeu aplicações da pomada de embalagem laranja; a outra metade, da embalagem azul. Também foi aplicada uma terceira pomada como controle a experiência. O primeiro grupo foi informado de que estava sendo testada uma versão barata do fármaco, e o segundo ouviu que se tratava do teste de uma versão mais sofisticada. Assim, os responsáveis pela experiência queriam reforçar a impressão causada pelas caixas. Em ambos os casos, eles também informaram aos pacientes que o produto provocaria um ardor que talvez fosse doloroso. O creme era aplicado num emplastro.

    Na verdade, era o próprio emplastro que fazia arder, pois as três pomadas eram feitas da mesma substância, sem nenhum princípio ativo. Entretanto, como mostram os resultados do estudo, publicados na Science, os voluntários que receberam a pomada da caixa azul disseram sentir muito mais dor. E isso que a temperatura foi a mesma para todos.

    “Os estudos sobre o nocebo demonstram que um sintoma pode ser amplificado ou piorado pelas expectativas negativas”, comenta Luana Colloca, professora da Universidade de Maryland (EUA) e pesquisadora dos fenômenos placebo e nocebo, mas que não participou do estudo em questão. “Por exemplo, os participantes de um estudo podem sentir uma dor insuportável quando experimentam um estímulo que foram condicionados a crer que será extremamente doloroso, mesmo que o estímulo tenha sido programado para provocar um nível médio de dor. Pode parecer um truque da mente, mas agora sabemos que um sistema psiconeurobiológico de modulação da dor intervém, conectando as expectativas de alívio ou piora da dor com a liberação ou bloqueio de opioides endógenos”, acrescenta.

    As expectativas sobre um tratamento ativam a liberação de substâncias endógenas que aliviam ou aumentam a dor

    A pesquisa de Tinnermann mostra como esse processo se dá em nível neurológico. Ao mesmo tempo em que o ensaio transcorria, os cientistas registraram a atividade cerebral dos participantes. “O córtex pré-frontal, onde se acredita que geramos as expectativas negativas, afetou regiões cerebrais mais profundas, como o tronco cerebral e inclusive a medula espinhal”, escreveram os autores. Todo o sistema principal da dor se viu ativado pelo valor que os indivíduos atribuíam aos cremes. “Mais ainda, a comunicação entre essas regiões foi modulada pelo preço da medicação”, acrescenta o estudo.

    “As reações placebo e nocebo são muito comuns no contexto dos testes clínicos”, recorda Colloca. O problema é que eles estão afetando a própria pesquisa médica. “Nos últimos cinco anos, mais de 1.000 ensaios clínicos sobre medicina da dor não conseguiram encontrar novos tratamentos porque o princípio ativo não melhorava os resultados do placebo de controle”, revela. Isso representa um grande gasto financeiro. E ela se pergunta se não seria melhor aprender a aproveitar o poder desses efeitos. “Compreender o efeito placebo poderia nos ajudar a reduzir o crescente gasto sanitário e a combater problemas sistêmicos como o abuso na prescrição de opioides e a dependência”, conclui a pesquisadora italiana.

    Mas o efeito nocebo gera outro dilema: informar ou não o paciente sobre os possíveis efeitos do tratamento. Em maio, a revista médica The Lancet publicou o maior estudo já feito sobre o efeito nocebo. Mais de 10.000 pessoas usaram durante três anos o medicamento Atorvastatin, que serve para reduzir o colesterol em pessoas com risco coronário, sem saber o que estavam tomando. Ao final desse período, os dois grupos tiveram a mesma percentagem de debilidade e dor muscular, um dos possíveis efeitos secundários. Numa segunda fase de dois anos, os pacientes ficaram sabendo o nome do remédio: os casos de dores musculares aumentaram 41%. O problema é que o paciente tem o direito de saber o que está tomando, mesmo que isso reduza a eficácia do tratamento ou agrave seus efeitos secundários.

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  •  Gelfoam®

    hemostático absorvível
    Gelfoam® é apresentado em embalagem contendo 1 ou 6 esponja(s) estéril(eis) de gelatina
    absorvível, tamanho 100, aproximadamente (80 x 125 mm (100 cm2 ) x 10 mm).
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada esponja estéril de gelatina absorvível é composta por pele de porco purificada. Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com emprego específico em procedimentos cirúrgicos e deve ser manipulado apenas por pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo médico
    assistente, conforme necessário. Gelfoam® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Após a abertura da embalagem, o conteúdo fica sujeito à contaminação. Recomenda-se que Gelfoam® seja usado logo depois da abertura da embalagem, desprezando-se qualquer parte não utilizada.
    ATENÇÃO: se o envelope estiver rasgado ou furado, a esponja não deve ser usada, pois não se pode assegurar sua esterilidade. O produto não deve ser reesterilizado. O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use produtos com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para a saúde.

     Informações Técnicas:

    Gelfoam® é uma esponja hemostática de gelatina estéril absorvível, insolúvel em água, feito a partir de gelatina de pele de porco purificada, e capaz de absorver até 45 vezes o seu peso em sangue. A capacidade absortiva da gelatina é dada em função do seu tamanho físico, aumentando proporcionalmente ao aumento do tamanho da esponja de gelatina. O mecanismo de ação deste hemostático se dá através de suporte mecânico. Quando aplicados em superfícies hemorrágicas, Gelfoam® impede o sangramento através da formação de um coágulo artificial, além de produzir uma matriz mecânica que auxilia na coagulação. Supõe-se que o efeito coagulante da esponja absorvível se dá através da liberação de tromboplastina das plaquetas, que ocorre através do choque das plaquetas com as paredes dos interstícios da esponja. A tromboplastina reage com protrombina e cálcio para produzir trombina, e esta sequencia inicia a reação de coagulação. Sugere-se que a formação fisiológica de trombina na esponja é suficiente para formar um coágulo, através da ação do fibrinogênio presente no sangue. A característica esponjosa da gelatina absorvível acelera a formação de coágulo, além de fornecer suporte estrutural para sua formação. Foi reportado que a gelatina absorvível se liquefaz em 1 semana ou menos, e é completamente absorvida entre 4 e 6 semanas, sem acarretar formação excessiva de tecido cicatricial. Experiências com gelatina absorvível em cirurgias ginecológicas não demonstraram tecido cicatricial excessivo atribuído à absorção da gelatina absorvível perceptível em apalpações de exames pós-operatórios.

     Indicações:

    Gelfoam® é indicado em procedimentos cirúrgicos, como auxiliar na obtenção de hemostasia quando o controle do sangramento por ligadura ou procedimentos convencionais é ineficaz ou impraticável. O gotejamento capilar ou a hemorragia venosa podem ser controlados instantaneamente. No caso de hemorragia arterial intensa, a pressão do fluxo impede a esponja de permanecer firmemente adaptada e a hemorragia pode continuar. Gelfoam® apresenta grande poder hemostático quando aplicada à superfície hemorrágica após saturação com solução fisiológica salina ou simplesmente comprimida e aplicada seca. O uso de Gelfoam® está indicado nos seguintes campos da cirurgia:
    Neurocirurgia: Gelfoam® auxilia o estancamento do gotejamento da dura-máter sob os bordos do osso; na reconstituição de seios venosos durais aos quais não possam ou não devam ser aplicadas ligaduras; no controle de hemorragias epidurais incômodas na laminectomia ou em operações de discos herniados; no controle de hemorragias ósseas. Otorrinolaringologia: para eliminar hemorragias pós-operatórias nas ressecções submucosas, a esponja pode ser umedecida com solução fisiológica salina. Para prevenir a hemorragia após remoção de pólipos nasais ou para o controle de epistaxes espontâneas,tiras da esponja seca podem ser colocadas no nariz e mantidas no lugar durante alguns segundos (o tampão desaparece em quatro ou cinco dias). Cirurgia óssea: Gelfoam® umedecido com solução fisiológica salina pode ser empregado para controlar a hemorragia do tecido ósseo. Ao contrário da cera óssea, ela é facilmente absorvida e não interfere com o processo de cura. Tumores malignos: a hemorragia pode ser estancada facilmente com Gelfoam® saturado com solução fisiológica salina e mantida no lugar. Cirurgia abdominal: Gelfoam® seco ou saturado com solução fisiológica salina é eficaz para estancar a hemorragia de superfícies viscerais postas a nu, particularmente do leito da vesícula biliar, do baço e do fígado.
    Cirurgia ginecológica: a tamponagem com Gelfoam® auxilia o controle da hemorragia provocada por carcinoma de cérvix, da hemorragia vaginal secundária após histerectomia abdominal, durante operações de plástica vaginal e dissecções pélvicas extensas. Cirurgia anorretal: Gelfoam® é bem tolerado e eficaz no controle da hemorragia anal
    quando aplicado como curativo hemostático. Cirurgia urológica: Gelfoam® implantado nas incisões da nefrotomia controla a hemorragia em interferir com a cicatrização. É também eficaz para controlar a hemorragia na cavidade
    prostática, na prostatectomia suprapúbica e retropúbica.

     Contra-Indicação

    Gelfoam® não deve ser usado no fechamento de incisões de pele, pois pode interferir
    na cicatrização. Não utilize Gelfoam® em pacientes com alergia conhecida ao colágeno de porco.

     Advertências e Precauções 

    Armazenar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Manter a embalagem fechada. Após a abertura da embalagem, o conteúdo está sujeito à contaminação. Utilizar Gelfoam® logo após a abertura da embalagem. Este produto não deve ser reesterilizado pelo calor, pois o aquecimento pode alterar o
    tempo de reabsorção. A utilização de óxido de etileno não é recomendada para a reesterilização, pois ele pode se alojar nos interstícios da esponja. Embora não tenha sido relatado para Gelfoam®, este gás é tóxico para os tecidos e em quantidades mínimas pode causar queimaduras ou irritação. Para evitar contaminações, utilize técnicas estéreis para abrir e retirar Gelfoam® de sua embalagem. Se a embalagem estiver rasgada ou furada, a esponja não deve ser usada. Este produto é embalado de forma estéril, para uso único e não reprocessar. A reutilização de Gelfoam® pode resultar na transmissão de patógenos transmissíveis por sangue (incluindo HIV e hepatite), colocando em risco a saúde de pacientes e de profissionais da saúde. A aderência às técnicas estéreis quando da utilização deste produto é essencial. Gelfoam® não deve ser utilizado no compartimento intravascular devido ao risco de embolia.
    O posicionamento do paciente de forma que a pressão venosa periférica fique negativa durante a realização de procedimentos foi indicado como fator que contribui para a ocorrência de eventos tromboembólicos com risco de vida.

     Precauções Gerais:

    Não é recomendado o uso de Gelfoam® na presença de infecções. Gelfoam® deve ser utilizado com cautela em áreas contaminadas do corpo. Relatou-se síndrome de choque tóxico quando do uso do produto em áreas contaminadas (exemplo, cirurgia nasal e cirurgia da mastóide, em mastoidite). Se sinais de infecção ou abscesso se desenvolverem no local onde foi colocado o produto, pode ser necessária uma nova cirurgia para remover o material infectado e permitir a drenagem. Por absorver fluido, Gelfoam® pode se expandir em tamanho e comprimir estruturas vizinhas. Portanto, quando colocado em cavidades ou espaços tissulares fechados, recomenda-se uma compressão mínima preliminar do produto, além de cuidados para evitar a expansão excessiva. Gelfoam® não deve ser empregado para debelar hemorragias do pós-parto ou menorragias.

     Reações Adversas: 

    Foi relatada febre, sem infecção local evidente, associada com o uso de Gelfoam®. Gelfoam® pode formar local de nidificação de infecção e abscesso. Relatou-se granuloma de células-gigantes no local da implantação de produtos à base de gelatina absorvível no cérebro. Há relatos de compressão do cérebro e coluna vertebral como resultado de acúmulo de fluido estéril no local da implantação de produtos à base de gelatina absorvível. Reações de corpo estranho, encapsulação de fluido e formação de hematoma foram relatadas em associação com o uso do produto.
    Os seguintes tipos de eventos neurológicos foram relatados quando Gelfoam® foi utilizado durante cirurgias de laminectomia: paresia / paralisia (exemplo: “pé caído”, quadriplegia, dificuldade na marcha); parestesia / neuralgia (exemplo: síndrome de cauda equina, ciática); inflamação (exemplo: meningite, ventriculite, aracnoidite); disfunção neurológica autonômica (exemplo: disfunção da bexiga e intestinal, disfunção sexual); vazamento de fluido
    cerebroespinhal; estenose espinhal. Fibrose excessiva e fixação prolongada de tendão foram observadas quando produtos à base de gelatina absorvível foram usados em junção de tendão, no reparo de tendões rompidos. Síndrome de choque tóxico foi observada em associação com o uso do produto durante cirurgia em áreas contaminadas (exemplo, cirurgia nasal e cirurgia de mastóide, em mastoidite). Febre, falha de absorção e perda de audição foram observadas em associação com o uso do produto durante a timpanoplastia. Segue abaixo tabela apresentado as reações adversas de Gelfoam® e suas respectivas freqüências de ocorrência.

     Instruções de Uso:

    Utilize-se de técnica estéril. Gelfoam® deve ser cortado no tamanho desejado (espessura, comprimento e largura) e
    utilizado na menor quantidade necessária para obtenção da hemostasia. Quando utilizado a seco, Gelfoam® deve ser comprimido antes da aplicação. Quando utilizado com solução salina, Gelfoam® deve ser imerso na solução, retirado, espremido entre os dedos enluvados para remover as bolhas de ar presentes nas malhas, e recolocado na solução salina, e aí deixado até ser necessário. A gelatina deve retornar ao seu tamanho e formato originais
    quando reimersa na solução salina. Mantenha a esponja no local com pressão moderada até que seja obtida a hemostasia. Em geral, a esponja de gelatina estanca a hemorragia na primeira tentativa, caso contrário,
    deve-se fazer uma aplicação adicional utilizando-se novos pedaços de esponja. Estancada a hemorragia, os pedaços de Gelfoam® devem ser deixados no local, caso contrário a hemorragia poderá recomeçar. Como a esponja de gelatina causa uma infiltração celular apenas um pouco maior do que a do coágulo sanguíneo, a ferida poderá ser fechada sobre ela. Quando aplicado à mucosa sangrando, Gelfoam® permanecerá no local até se liquefazer.
    Uso em Pacientes Idosos: Aos pacientes idosos aplicam-se todas as recomendações acima descritas.

    Registro ANVISA nº 80184490065
    Farmacêutica Responsável: Adriana L. N. Heloany – CRF-SP N° 21250

    VENDA EXCLUSIVA A HOSPITAIS OU AMBULATÓRIOS ESPECIALIZADOS.

    Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
    Fabricado e Embalado por: Pharmacia & Upjohn Co.
    Kalamazoo, Michigan – EUA
    Importado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0036-99
    Distribuído por: Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
    Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, Km 32,5
    CEP 06696-000 – Itapevi – SP

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  • Sem categoria 09.10.2017 No Comments

    Treze especialistas se reuniram recentemente, em Washington para discutir a evidência científica das atividades cognitivas ou intelectuais que podem ser realizadas para manter o cérebro saudável durante o envelhecimento.

    Os estudiosos de Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Espanha, Suécia, Hong Kong e Argentina foram convocados pelas fundações Age UK, do Reino Unido, e AARP, dos Estados Unidos.
    Eles chegaram a uma série de conclusões a partir de evidências científicas sobre como estimular o cérebro e viver melhor, publicadas no Global Council on Brain Health, um conselho internacional de cientistas, profissionais de saúde, acadêmicos e especialistas em políticas públicas.

    Único latino-americano a participar do encontro, o neurocientista argentino Facundo Manes, doutor em ciências pela Universidade de Cambridge e reitor da Universidade Favarolo, de Buenos Aires, disse à BBC Brasil que “nosso cérebro muda constantemente” e que é “preciso estimulá-lo para mantê-lo vivo” – caso contrário, ele “morrerá cedo”.

    Quanto antes forem iniciados os estímulos, melhor será para o cérebro na vida adulta e na idade avançada.

    Autor do livro Usar o cérebro – aprenda a usar a máquina mais complexa do universo, há mais de três anos na lista dos mais vendidos na Argentina e traduzido para outros países, entre eles o Brasil, Manes costuma realizar palestras gratuitas para os argentinos, enfatizando a importância da educação para que o cérebro e a memória sejam estimulados.

    O cientista argentino diz ainda que o estilo de vida tem forte impacto no nosso cérebro, que está em constante mudança.
    A seguir, Manes lista sugestões para estimular o cérebro, em qualquer idade:

    5) Pensar positivamente: Todos temos pensamentos tóxicos, mas alguns têm mais pensamentos tóxicos que outros. Estes veem mais o lado negativo do que o positivo e têm mais tendência a serem depressivos e ansiosos. E isso também afeta o desempenho do cérebro.

    6) Não “se aposentar” de tudo: A aposentadoria é um direito de todos. No entanto, uma coisa é a aposentadoria prevista quando chegamos a determinada idade. A outra, bem diferente, é se aposentar do que gostamos de fazer. Não devemos nunca nos aposentar, desistir das atividades que nos dão prazer. Seja escrever, seja lidar com o público. Não importa a atividade, mas manter o cérebro ativo trabalhando naquilo que você gosta.

    7) Comer de forma saudável: ajuda a manter o cérebro em forma. Tudo o que faz bem ao coração também é bom para o cérebro.

    8) Praticar esportes regularmente: alguns esportes têm o poder de unir a memória ativa, o corpo saudável e a vida social. É o caso do tênis, por exemplo, que nos obriga a estar atentos onde a bola vai e a fazer exercício e com outra pessoa. O mesmo caso ocorre com a dança de salão, que exige atenção aos passos e aos parceiros, além de ser uma atividade física.

    9) Aprender um idioma: é um mito que os mais idosos não podem aprender um idioma. É verdade que as crianças podem aprender mais rápido, mas isso não significa que os mais velhos não possam aprender.

    10) Dormir bem e administrar o estresse.

    11) Manter o corpo em dia: Controle da pressão arterial, do colesterol, do nível de glicose no sangue, além do acido fólico, da vitamina B12 e o controle do peso também são vitais para cuidar do cérebro.

    Metas pessoais ou profissionais e trabalhos voluntários fazem bem ao cérebro. Além disso, ler, escrever ou aprender coisas novas melhoram as conexões cerebrais – o aprendizado de um novo idioma, por exemplo, é desafiador e estimulante para o cérebro. Aprender artes e pesquisar sobre a própria genealogia também são atividades cognitivas. A atividade intelectual deve ser mentalmente estimulante e ao mesmo tempo agradável.

    2) Valorizar a vida social: O ser humano é um ser social. Precisamos estar em contato com outros seres humanos, assim como nosso cérebro. Geralmente, as pessoas isoladas morrem antes.

    3) Cultivar relacionamentos: Ter vínculos profundos com outras pessoas nos dá mais sensação de bem-estar do que ter fama, por exemplo.

    4) Reconhecer seus sentimentos, como chorar na hora da tristeza ou da dor porque não é possível “se forçar” a ser feliz quando o momento não corresponde. A emoção facilita a consolidação da memória. Na vida nos esquecemos de quase tudo, mas lembramos do que nos emociona, sejam emoções positivas ou negativas. Por exemplo, a maioria das pessoas lembra o que estava fazendo no dia do atentado ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, mas não o que fizeram um dia antes ou depois.

    5) Pensar positivamente: Todos temos pensamentos tóxicos, mas alguns têm mais pensamentos tóxicos que outros. Estes veem mais o lado negativo do que o positivo e têm mais tendência a serem depressivos e ansiosos. E isso também afeta o desempenho do cérebro.

    6) Não “se aposentar” de tudo: A aposentadoria é um direito de todos. No entanto, uma coisa é a aposentadoria prevista quando chegamos a determinada idade. A outra, bem diferente, é se aposentar do que gostamos de fazer. Não devemos nunca nos aposentar, desistir das atividades que nos dão prazer. Seja escrever, seja lidar com o público. Não importa a atividade, mas manter o cérebro ativo trabalhando naquilo que você gosta.

    7) Comer de forma saudável: ajuda a manter o cérebro em forma. Tudo o que faz bem ao coração também é bom para o cérebro.

    8) Praticar esportes regularmente: alguns esportes têm o poder de unir a memória ativa, o corpo saudável e a vida social. É o caso do tênis, por exemplo, que nos obriga a estar atentos onde a bola vai e a fazer exercício e com outra pessoa. O mesmo caso ocorre com a dança de salão, que exige atenção aos passos e aos parceiros, além de ser uma atividade física.

    9) Aprender um idioma: é um mito que os mais idosos não podem aprender um idioma. É verdade que as crianças podem aprender mais rápido, mas isso não significa que os mais velhos não possam aprender.

    10) Dormir bem e administrar o estresse.

    11) Manter o corpo em dia: Controle da pressão arterial, do colesterol, do nível de glicose no sangue, além do acido fólico, da vitamina B12 e o controle do peso também são vitais para cuidar do cérebro.

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     Terramicina

    cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Identificação do Medicamento

    Nome comercial: Terramicina®
    Nome genérico: cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B

     Apresentação:

    Terramicina® pomada oftálmica contém 5 mg/g de oxitetraciclina base e 10.000 U/g de polimixina B em
    embalagem contendo 1 bisnaga de 5,0 g contendo 3,5 g de pomada oftálmica.
    VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO OFTÁLMICO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada grama da pomada oftálmica de Terramicina® contém cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B equivalente a 5 mg de oxitetraciclina base e 10.000 U de polimixina B. Excipientes: petrolato branco e óleo mineral.

     Informações ao Paciente 

     Para que este medicamento é indicado?

    Terramicina® (cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B) pomada oftálmica é indicada no tratamento de infecções oculares (no olho) superficiais, envolvendo a conjuntiva (membrana que cobre o olho) e/ou a córnea (membrana transparente da frente do olho), causada por microrganismos suscetíveis (sensíveis).

     Como este medicamento funciona? 

    A oxitetraciclina, um dos antibióticos (medicamentos que combatem infecções) presentes na Terramicina®, é
    um inibidor da síntese proteica bacteriana, impedindo que as bactérias produzam proteínas que são a base do
    seu crescimento e reprodução, ou seja, incapacita a bactéria de crescer e se multiplicar. O sulfato de polimixina B, o outro antibiótico presente na Terramicina®, é bactericida (elimina as bactérias), sendo sua ação exclusivamente contra organismos Gram-negativos, um grupo específico de bactérias. Acredita-se que sua ação se dá por alteração na estrutura da membrana bacteriana (membrana protetora), resultando no extravasamento (saída) dos seus componentes essenciais.

     Quando não devo usar este medicamento? 

    Leia também as respostas 4 e 8. Terramicina® não deve ser usada nos casos de hipersensibilidade (alergia) às tetraciclinas (classe de antibiótico de um dos antibióticos presentes na pomada), à polimixina B (nome do outro antibiótico presente na pomada) ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Leia também as respostas 3 e 8. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Terramicina® deve ser utilizada durante a gravidez somente quando os possíveis benefícios superarem os potenciais riscos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe ao seu médico se estiver amamentando. Devido às possíveis reações adversas em lactentes, nos bebês, deve-se descontinuar a amamentação ou o uso do medicamento, dependendo da importância do medicamento para a mãe. Logo após aplicação de Terramicina® pode ocorrer um curto período de menor acuidade visual (embaçamento da visão), por isso deve-se ter precaução ao dirigir ou operar máquinas durante este período. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Terramicina®. Não há interações medicamentosas conhecidas com o uso de Terramicina® pomada oftálmica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Terramicina® deve ser conservada bem fechada, em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegida da
    luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Características do produto: massa homogênea (sem grumos) amarela clara que é uniformemente suave.

     Como devo usar este medicamento? 

    Sempre lave muito bem as mãos antes de aplicar a pomada oftálmica. a) Abra a bisnaga de Terramicina®; b) Com o dedo indicador, puxe delicadamente a pálpebra inferior do olho para baixo, formando uma bolsa; c) Coloque uma pequena quantidade (aproximadamente 1 cm). Evite que a ponta da bisnaga toque a sua mão, a pálpebra ou os cílios; d) Recoloque a tampa no frasco.
    Use a pomada conforme a orientação do seu médico. Recomenda-se usar, 4 a 6 vezes ao dia até a cura
    completa da infecção. Portanto, a duração do tratamento pode variar de um dia até várias semanas,
    dependendo da natureza e da gravidade da infecção. No caso de blefarite, escamas e crostas devem ser
    removidas antes de aplicar a medicação. Na profilaxia, segue-se o mesmo procedimento do dia anterior à
    operação e subsequentemente nos dias a seguir. Deve-se tomar cuidado para não contaminar a ponta do tubo quando aplicar a pomada. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento. Se você esquecer de usar a Terramicina® no horário estabelecido pelo seu médico, use-a assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário da próxima aplicação, pule a aplicação esquecida e faça a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não use o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas.
    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Leia também as respostas 3 e 4. Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Terramicina®, tais como hipersensibilidade (reação alérgica), sensação de queimação, aumento do lacrimejamento, dermatite de contato (reação alérgica da pele por contato), dor e sensação de corpo estranho no olho. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? 

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
    a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     Dizeres Legais

    MS – 1.0216.0024
    Farmacêutica Responsável: Carolina C. S. Rizoli – CRF-SP Nº 27071
    Registrado e Fabricado por:
    Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

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  • Sem categoria 04.08.2017 No Comments

    A exenatida, droga usada para o tratamento do diabetes tipo 2, pode ajudar na melhoria da qualidade de vida de pessoas com Parkinson. Os resultados de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade College London mostram que o medicamento pode ajudar no controle motor dos pacientes, ou até mesmo frear a progressão do distúrbio.

    Esta é uma descoberta muito promissora, pois a droga tem potencial para afetar o próprio curso da doença, não meramente os sintomas — comentou Tom Foltynie, professor de Neurologia da College London e líder da pesquisa publicada nesta quinta-feira na revista “Lancet”. — Com os tratamentos existentes, nós podemos aliviar a maioria dos sintomas por alguns anos, mas a doença continua piorando.

    Os pesquisadores dividiram 60 voluntários em dois grupos. Durante um ano, eles receberam uma injeção semanal de exenatida ou placebos, além dos medicamentos tradicionais. Após esse período, os pacientes que usaram a exenatida apresentaram melhores funções motoras em relação ao grupo de controle, que apresentou piora no controle dos movimentos. Em média, a diferença foi de 4 pontos, numa escala de 132, o que é considerada estatisticamente significativa.

    Porém, os participantes não relataram melhoras notáveis nos sintomas além do que as medicações tradicionais proporcionavam. Dessa forma, os pesquisadores acreditam que a exenatida pode ter a capacidade de frear o avanço da doença, mas outros estudos são necessários para avaliar essa tese.

    A exenatida ativa os receptores para o hormônio GLP-1 no pâncreas, para estimular a liberação de insulina. Mas esses receptores também estão presentes no cérebro, e estudos anteriores sugerem que a ativação pode melhorar as conexões da dopamina, agir como anti-inflamatório e melhorar a produção energética. Em experimentos com animais, o medicamento melhorou a performance motora.

    Esta é a mais forte evidência que temos até agora que uma droga pode fazer mais do que aliviar os sintomas da doença de Parkinson — disse Foltynie.

    E o fato de a droga já ser liberada pelas agências reguladoras pode acelerar o desenvolvimento de um novo tratamento. Agora, o próximo passo será um estudo de longa duração, com mais participantes.

    — Usar terapias aprovadas para uma condição para tratar outra oferece um caminho para acelerar o desenvolvimento de terapias contra o Parkinson — disse Brian Fiske, vice-presidente de pesquisas da Fundação Michael J. Fox, que financiou o estudo. — Os resultados dos estudos com a exenatida justificam a continuação dos testes, mas médicos e pacientes não devem adicionar o medicamente aos seus regimes até que tenhamos mais conhecimentos sobre a segurança e o impacto sobre o Parkinson.