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    CADUET®

    besilato de anlodipino/atorvastatina cálcica

    Identificação do Medicamento:

    Nome comercial: Caduet®
    Nome genérico: besilato de anlodipino/atorvastatina cálcica

    Apresentações:

    Caduet®
    5 mg/10 mg em embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos.

    Via de Administração:

    Uso Oral
    Uso Adulto

    Composição:

    Cada comprimido revestido de Caduet® 5 mg/10 mg contém besilato de anlodipino equivalente a 5 mg de anlodipino base e atorvastatina cálcica equivalente a 10 mg de atorvastatina base, respectivamente. Excipientes: carbonato de cálcio, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, amido pré-gelatinizado, polissorbato 80, hiprolose, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, corante branco Opadry® (álcool de polivinila, dióxido de titânio, macrogol e talco). Comprimidos com revestimento branco: combinações de atorvastatina com 5 mg de anlodipino

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Caduet® (besilato de anlodipino/atorvastatina cálcica) é indicado para pacientes que apresentam risco cardiovascular aumentado pela presença de hipertensão arterial (pressão alta) e/ou angina – angina crônica estável ou angina espástica (dor no peito, por doença do coração) e dislipidemia (alteração dos níveis de colesterol no sangue) – hipercolesterolemia heterozigótica familiar (alteração dos níveis de colesterol no sangue de causa familiar) e não-familiar, níveis elevados de triglicérides (outro tipo de gordura) no sangue, disbetalipoproteinemia primária (aumento dos níveis de VLDL-colesterol, tipo de proteína que se liga às gorduras, de causa genética), hipercolesterolemia familiar homozigótica (alteração dos níveis de colesterol no sangue de causa familiar); para pacientes com risco cardiovascular aumentado devido à presença de doença das artérias coronárias (do coração) com sintoma de angina (dor no peito, por doença do coração); para prevenção de complicações cardiovasculares em pacientes portadores de hipertensão arterial (pressão alta). Em pacientes com doença cardiovascular (entupimento dos vasos sanguíneos do coração que pode levar ao infarto) e/ou dislipidemia (alteração dos níveis de colesterol no sangue), Caduet® está indicado na prevenção secundária (prevenção de recorrência de eventos cardiovasculares), do risco combinado de morte, infarto do miocárdio (músculo do coração) não-fatal, parada cardíaca e re-hospitalização por angina (dor) do peito. Para pacientes sem evidência clínica de doença cardiovascular e com ou sem dislipidemia (alteração dos níveis de colesterol no sangue), porém com múltiplos fatores de risco para doença coronariana (infarto do coração) como tabagismo, hipertensão, diabetes, baixo nível de HDL-colesterol (tipo de gordura no sangue que protege o coração contra infartos) ou história familiar de doença coronariana precoce (em pessoas jovens), Caduet® está indicado para redução do risco de: doença coronariana fatal e infarto do miocárdio não – fatal, acidente vascular cerebral (derrame), procedimentos de revascularização (cirurgia da ponte de veia safena ou de artéria mamária visando permitir a passagem de sangue através de uma obstrução da coronária) e angina pectoris (dor no peito, por doença do coração). Caduet® é indicado para reduzir o risco: de infarto do miocárdio não-fatal, de acidente vascular cerebral (derrame) fatal e não-fatal, de procedimentos de revascularização, de hospitalização por insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) e de angina (dor no peito, por doença do coração), em pacientes com doença cardíaca coronariana clinicamente evidente.

    Como este medicamento funciona?

    Caduet® é um medicamento que combina a ação do anlodipino e da atorvastatina. O mecanismo da ação anti-hipertensiva (que abaixa a pressão arterial) do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa (músculos dos vasos sanguíneos). O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina (dor no peito, por doença do coração) não está completamente definido. A atorvastatina age reduzindo a quantidade de colesterol (gordura) total no sangue diminuindo os níveis do colesterol ruim (LDL-C, apolipoproteína B, VLDL- C, triglicérides) e aumentando os níveis sanguíneos do colesterol bom (HDL-C). A ação de Caduet® se dá pela inibição de produção de colesterol pelo fígado, e aumento da absorção e destruição do colesterol ruim(LDL).

    Quando não devo usar este medicamento?

    Caduet® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a diidropiridinas*, anlodipino, atorvastatina cálcica ou a qualquer componente da fórmula. *o anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridínico. Caduet® , que contém atorvastatina cálcica, deve ser administrado a mulheres em idade fértil somente quando a gravidez for altamente improvável e desde que estas pacientes tenham sido informadas dos riscos potenciais. Se a paciente engravidar durante o tratamento com Caduet®, o medicamento deve ser descontinuado e a paciente deve ser advertida quanto ao risco potencial ao feto (bebê). Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres que estejam amamentando e por pacientes com doença hepática (do fígado) ativa ou elevações inexplicadas persistentes de transaminases séricas (enzimas do fígado). Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA: Caduet® deve ser utilizado com precaução em pacientes com insuficiência cardíaca. ALTERAÇÕES DA FUNÇÃO DO FÍGADO: elevações moderadas das transaminases séricas (enzimas do fígado) foram relatadas após tratamento com atorvastatina. Testes de função hepática devem ser realizados antes do início e periodicamente durante o tratamento. Pacientes que desenvolvem níveis aumentados de transaminases devem ser monitorados até que as anormalidades se resolvam. Caduet® deve ser administrado com cautela nestes pacientes. Caduet® também deve ser utilizado com cautela em pacientes que consomem quantidades substanciais de bebidas alcoólicas e/ou têm histórico de doença hepática. SISTEMA MÚSCULO -ESQUELÉTICO: relatar imediatamente a ocorrência inesperada de dor muscular, alterações da sensibilidade ou fraqueza muscular, particularmente se for acompanhada de mal-estar ou febre. O tratamento com Caduet® deve ser interrompido temporariamente ou suspenso de acordo com a orientação do seu médico. O risco desses sintomas é aumentado com a administração concomitante de ciclosporina, fibratos (por ex., clorfibrato, ciprofibrato, bezafibrato, genfibrozila, etc.), eritromicina, niacina ou antifúngicos azólicos (como o fluconazol e itraconazol). DERRAME HEMORRÁGICO (com sangramento): pacientes que tiveram derrame hemorrágico prévio parecem apresentar um risco maior para ter este evento novamente. PACIENTES IDOSOS: Apesar de Caduet® não ter sido estudado em pacientes idosos, dados de estudos com anlodipino e com atorvastatina mostram que não foram observadas diferenças entre pacientes idosos e a população em geral. EFEITOS NA HABILIDADE DE DIRIGIR E/OU OPERAR MÁQUINAS: Não há evidências que Caduet® afete sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. USO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO: Caduet® não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o benefício à mãe justifique claramente o risco potencial ao feto, uma decisão que deve ser tomada em conjunto com seu médico; portanto, se durante o tratamento com Caduet® você engravidar comunique imediatamente a ele. Se você tem chance de engravidar, deve utilizar métodos contraceptivos (para evitar gravidez) eficazes. Caduet® não deve ser utilizado durante a lactação (amamentação). INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. Nenhum estudo de interação medicamentosa foi conduzido com Caduet® e outros medicamento s, embora estudos com os componentes individuais anlodipino e atorvastatina tenham sido realizados. Anlopdipino: o anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos, alfa-bloqueadores, beta-bloqueadores, inibidores da enzima conversora da angiotensina (tipos de medicamento usado para abaixar a pressão), nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual (medicamentos usados para tratar angina), anti-inflamatórios não esteroides (medicamentos que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos usados para abaixar a glicose do sangue). O uso concomitante de Caduet® com medicamentos indutores (por ex., rifampicina ou Hypericum perforatum(erva de São João)) ou inibidores (por ex., cetoconazol, itraconazol, ritonavir) da enzima do fígado CYP3A4 deve ser feito com cautela. Não foram observados prejuízos no tratamento quando anlodipino, uma das substâncias ativas de Caduet®, foi usado juntamente com: cimetidina, alumínio/magnésio (antiácido), digoxina, etanol (álcool), varfarina ou ciclosporina. Quando o anlodipino foi usado com sildenafila, observou-se que cada um exerceu seu próprio efeito na diminuição da pressão sanguínea. Não são conhecidos efeitos em testes laboratoriais. A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de Caduet® aumentaram a exposição à sinvastatina. Existe um risco maior de hipotensão (pressão baixa) em pacientes recebendo claritromicina com anlodipino. Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração do anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose dotacrolimo quando apropriado. Atorvastatina: miopatia (dor ou fraqueza muscular) devido à lesão dos músculos (diagnosticada através do aumento dos valores da substância CPK no sangue) pode ocorrer em pacientes que usam a torvastatina (componente do Caduet® ) , sendo mais frequentes naqueles que usam também ciclosporina, fibratos, eritromicina, niacina ou antifúngicos. Avise imediatamente o seu médico caso você faça uso de alguma dessas medicações. Há raros casos de rabdomiólise (destruição de células musculares) acompanhada de alteração da função dos rins (insuficiência renal aguda) relatados em usuários de medicações da classe da atorvastatina. Por isso em situações em que os riscos de rabdomiólise aumentarem (infecção aguda grave, hipotensão – pressão baixa, cirurgia de grande porte, politraumatismos, distúrbios metabólicos, endócrinos e eletrolíticos graves e convulsões não controladas) recomendam – se a interrupção temporária de atorvastatina. Administração concomitante de atorvastatina com inibidores do citocromo P450 3A4 ou indutores do citocromo P4503A4 (sistemas de quebra de vários medicamentos) pode alterar a quantidade dessas medicações no sangue (por ex.,ciclosporina, eritromicina/claritromicina, inibidores da protease, cloridrato de diltiazen, cimetidina, itraconazol,
    grapefruit e suco de grapefruit, efavirenz, rifampicina). São conhecidas outras interações medicamentosas. Avise seu médico se você fizer uso de: antiácidos, colestipol, digoxina, azitromicina, contraceptivos orais (pílulas), varfarina, ácido fusídico. A escolha de um contraceptivo oral (medicamento para evitar gravidez) adequado para uso concomitante com a atorvastatina, componente do Caduet®, deve ser realizada pelo seu médico. A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente .Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Caduet® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá- lo. Todo
    medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Características do produto:

    Caduet® 5mg/10mg: comprimidos revestidos ovais brancos com “Pfizer” gravado de um lado e o código do
    produto (“CDT” e “051”) gravado do outro lado.

    Como devo usar este medicamento?

    Leia também a resposta da Questão 4 Caduet® é uma associação de medicamentos que visa a tratar condições de saúde que ocorrem ao mesmo tempo: hipertensão (pressão alta) angina (dor no peito por doença do coração) e dislipidemia (alteração dos níveis de colesterol no sangue). Caduet® deve ser administrado uma vez ao dia, em qualquer horário, com ou sem alimentos. O paciente deve continuar com a dieta padrão para redução do colesterol durante o tratamento com Caduet® . No tratamento da hipertensão e da angina, a dose inicial usual do componente anlodipino de Caduet® é de 5 mg uma vez ao dia, podendo ser aumentada para uma dose máxima de 10 mg uma vez ao dia, dependendo da resposta individual do paciente. Consulte o seu médico para verificar qual dosagem é a mais apropriada. Para pacientes idosos e pacientes com insuficiência renal (diminuição da função dos rins), o ajuste de dose de Caduet® não é necessário. Para pacientes com insuficiência hepática ( diminuição da função do fígado) e pacientes com insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue), Caduet® deve ser usado com precaução. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar Caduet® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode alterar a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Em geral, a terapia com Caduet® é bem tolerada. Na maioria das vezes, os eventos adversos foram leves a moderados. As informações a seguir estão baseadas em estudos clínicos e experiência pós-comercialização com anlodipino e atorvastatina. ANLODIPINO: o anlodipino é bem tolerado. Os efeitos colaterais mais comumente observados foram: rubor (vermelhidão, especialmente da face e pescoço), fadiga (cansaço), edema (inchaço), tontura, dor de cabeça, dor abdominal, náusea, palpitações (sensação de aumento ou irregularidade da frequência cardíaca), sonolência. Não foi observado qualquer tipo de anormalidade clinicamente significativa nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino. Os seguintes efeitos indesejados adicionais foram relatados com anlodipino na experiência pós-comercialização: boca seca, hiperidrose (aumento da sudorese / transpiração) aumentada, astenia (fraqueza), dor nas costas, mal-estar, dor, aumento ou diminuição de peso, hipotensão (queda da pressão arterial), síncope (desmaio), hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia/parestesia (alterações da sensibilidade), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), tremor, síndrome extrapiramidal ( incapacidade de se manter quieto), ginecomastia (aumento da mama em homens), mudança nos hábitos intestinais, dispepsia (má digestão), hiperplasia gengival ( aumento da gengiva), pancreatite (inflamação do pâncreas), vômito, hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), artralgia (dor nas articulações), espasmos musculares, mialgia (dor muscular), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), trombocitopenia (diminuição das plaquetas, as células de coagulação do sangue), disfunção erétil ( impotência ) , insônia, humor alterado, tosse, dispneia (falta de ar), rinite (processo alérgico que acomete o nariz), alopecia (perda de cabelo), descoloração da pele, urticária (alergia da pele), disgeusia ( alteração de paladar/capacidade de sentir gosto dos alimentos), ruído no ouvido, poliúria ( aumento na frequência urinária), distúrbios miccionais (problemas ao urinar), noctúria (micções excessivas no período noturno), vasculite (inflamação dos vasos), deficiência visual, leucopenia (redução dos leucócitos, as células de defesa no sangue). Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações das enzimas do fígado (a maioria compatível com colestase, parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Eventos raramente relatados foram reações alérgicas como prurido (coceira), rash (vermelhidão da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo). Raramente relatados e não podem ser diferenciados da história natural da doença de base: infarto do miocárdio, arritmia (alteração no ritmo dos batimentos cardíacos), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos) e fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica (no peito ou nas costas). ATORVASTATINA: a atorvastatina é geralmente bem tolerada. As reações adversas foram geralmente de natureza leve e transitória. Os efeitos adversos mais frequentes (1% ou mais) que podem ser associados ao tratamento com atorvastatina incluem: nasofaringite (inflamação do nariz e da garganta), hiperglicemia (aumento da taxa de açúcar no sangue), dor faringolaríngea (dor de garganta), epistaxe (sangramento nasal), diarreia, dispepsia (má digestão), náusea, flatulência (aumento da eliminação de gases), artralgia (dor nas articulações), dor nas extremidades, dor musculoesquelética (nos músculos), espasmos musculares (contrações involuntárias dos músculos), mialgia (dor muscular), edema articular (inchaço nas articulações), alterações nas funções hepáticas, aumento da creatina fosfoquinase sanguínea (enzima que pode ser encontrada no sangue quando há inflamação muscular). Outros efeitos adversos: pesadelo, visão turva, tinido (zumbido), desconforto abdominal, eructação (arroto), hepatite (inflamação no fígado), colestase (alterações no fluxo da bile do fígado para o intestino), urticária (alergia de pele), fadiga muscular e dor no pescoço, mal-estar, febre, presença de células brancas na urina. Nem todos os efeitos listados acima tiveram, necessariamente, uma relação de causalidade associada ao tratamento com atorvastatina. Os seguintes efeitos indesejáveis adicionais foram relatados com a atorvastatina na experiência pós-comercialização: trombocitopenia (diminuição de plaquetas, as células de coagulação do sangue), reações alérgicas (incluindo anafilaxia, que é uma reação alérgica grave), ruptura de tendão, aumento de peso, hipoestesia (alterações da sensibilidade), amnésia (perda de memória), tontura, disgeusia (alteração do paladar), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), erupção cutânea bolhosa(formação de bolhas na pele), rabdomiólise (destruição das células musculares), miopatia necrotizante imunomediada (doença muscular com morte de tecido resultante de atividade anormal do sistema imune), miosite (inflamação muscular), dor nas costas, dor no peito, edema (inchaço) periférico, fadiga (cansaço). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não existem informações de superdose com Caduet® em humanos. Superdose com anlodipino: uma superdose poderia resultar em vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos) exagerada com uma hipotensão (queda da pressão arterial) acentuada e uma possível taquicardia (aumento da frequência cardíaca) reflexa. Superdose com atorvastatina: não há um tratamento específico para superdose com atorvastatina. No caso de superdose com Caduet® , procure imediatamente auxílio médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    MS – 1.0216.0106
    Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad
    – CRF – SP n° 43746
    Fabricado por: Pfizer Manufacturing Deutschland GmbH
    – Betriebsstätte Freiburg Freiburg
    – Alemanha
    Registrado, Importado e Embalado por: Laboratórios Pfizer Ltda.
    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
    CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
    CNPJ nº 46.070.868/0001-69
    Indústria Brasileira.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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  • Insulina 02.02.2016 No Comments

    wosulin-indicado-para-tratamentos-de-todos-os-pacientes-com-diabetes-tipo-01-e-tipo-02

     

     

     

     

     

     

     

     

    WOSULIN®-N

    insulina isofana

    Identificação do Medicamento

    Apresentações:

    Suspensão injetável em frasco-ampola de vidro incolor com 3 mL, 5 mL ou 10 mL em embalagens com 1  unidade. Suspensão injetável em carpule de vidro incolor com 3 mL em embalagens com 1 ou 5 unidades.
    Administração sob via cutânea.
    Uso Adulto.

    Composição:

    Cada 1 ml da suspensão de WOSULIN-N contém 100 U.I de insulina humana (recombinante). Excipientes: sulfato de protamina, óxido de zinco, m-cresol, fenol, glicerol (98%), fosfato de sódio dibásico, hidróxido de sódio, ácido clor
    ídrico e água para injeção.

    Informações ao Paciente

    Para que este medicamento é indicado?

    WOSULIN-N é indicado para: Tratamento de todos os pacientes com diabetes tipo 1. Tratamento de pacientes com diabetes tipo 2, os quais não são adequadamente controlados por dieta e/ou agentes hipoglicêmicos orais. Para o início da estabilização de diabetes em pacientes com cetoacidose diabética, síndrome não cetótica hiperosmolar, e durante períodos de estresse, tais como infecções graves e grandes cirurgias em pacientes diabéticos.

    Como este medicamento funciona?

    WOSULIN-N contém como princípio ativo a insulina isofana, que é um hormônio que regula os níveis de glicose (açúcar) no sangue, e por isso é utilizado para controlar a diabetes melito. WOSULIN-N começa a agir dentro de 1 a 2 horas depois da injeção, o efeito máximo acontece entre 6 e 12 horas e a ação dura cerca de 18 a 24 horas, após injeção.

    Quando não devo usar este medicamento?

    O uso de WOSULIN-N é contraindicado nos seguintes casos: – se você apresentar hipoglicemia (falta de açúcar no sangue); – se você for alérgico à insulina ou a qualquer outro componente da fórmula.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Ao fazer uso de outro tipo ou marca de insulina, consulte o seu médico, pois pode ser necessária uma adequação de
    dose. Se você usar uma dose que não é a adequada ou descontinuar o tratamento, especialmente se for diabético do tipo insulino-dependente, pode ocorrer episódio de hiperglicemia e cetoacidose diabética, condições que são potencialmente letais. A necessidade de insulina pode ser aumentada durante enfermidades ou distúrbios emocionais. Se você alterar o nível de atividade física ou dieta usual, consulte o seu médico, pois pode ser também necessário uma adequação da dose de insulina. WOSULIN-N nunca deve ser administrado intravenosamente. Você pode necessitar de uma dose maior de insulina se estiver utilizando alguns medicamentos, como corticosteroides (hormônio), isoniazidas, certas drogas que diminuem a quantidade de lipídios (ex.: niacina), estrógenos, anticoncepcionais orais, fenotiazinas e terapia de reposição da tireoide. Pode ser necessário diminuir a dose de insulina na presença de drogas como agentes hipoglicêmicos, salicilatos (ex.: aspirina), antibiótico a base de sulfa, certos antidepressivos (inibidores da monoamina oxidase), certas angiotensinas convertendo inibidores de enzima, bloqueadores beta-adrenérgicos, inibidores de função pancreática (ex.: octreoide) e álcool. Se você apresentar um quadro de hipoglicemia, sua capacidade de se concentrar pode ser comprometida, isso pode constituir um risco em situações onde esta capacidade é de extrema importância, como, por exemplo, dirigir um carro ou operar máquinas.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve armazenar a insulina sob refrigeração (na geladeira) entre 2ºC a 8ºC, por 24 meses. Não congelar. Não
    utilizar o produto caso tenha sido congelado. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O frasco-ampola ou carpule depois de aberto, quando mantido em geladeira em temperatura entre 2ºC a 8ºC poderá ser utilizado em até 6 semanas. Não congelar. Não expor o produto ao calor excessivo ou diretamente à luz do sol. WOSULIN-N é uma suspensão de insulina isofana, de origem DNA recombinante, de coloração branca, amorfa e cristalina (suspensão de cristais pontiagudos isenta de grandes agregados de cristais após agitação moderada). O frasco-ampola de WOSULIN-N deve estar uniformemente turvo ou leitoso. O produto não deve ser usado caso esteja com aparência estranha. Inspecione o carpule após a remoção da embalagem selada e verifique se não existem cristais, grumos ou coloração. Caso estejam presentes, descartar e utilizar um carpule novo. Também descartar o carpule caso grumos sejam visualizados após mistura. As preparações de insulina que fora m congeladas não devem ser usadas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

    Como devo usar este medicamento?

    WOSULIN-N deve ser administrado exclusivamente por via subcutânea, na parede abdominal, na coxa, região glútea ou região deltoide. Qualquer aplicação de insulina deve ser seguida por uma refeição ou lanche, contendo carboidratos, dentro de 30 minutos. Uma vez aberto (quando o lacre ou a tampa já tiverem sido perfurados com uma agulha), o frasco-ampola de WOSULIN-N deve ser mantido em temperatura ambiente. Insulina gelada (em baixa temperatura) pode ser irritante na aplicação. Deste modo, os pacientes devem “rolar” o frasco entre as mãos por 10 vezes previamente ao passar para a seringa (após o frasco descansar por 30 minutos em temperatura ambiente caso este tenha sido armazenado sob refrigeração). Remover a agulha após cada aplicação, caso contrário mudanças de temperatura podem ocasionar o gotejamento de líquido da agulha e a concentração da insulina pode aumentar.
    Não preencher o carpule.
    – Frasco-ampola
    1.Lavar as mãos. Cuidadosamente agite ou role o frasco-ampola de WOSULIN-N por 10 vezes, para misturar completamente a insulina.
    2. Inspecione o frasco-ampola. WOSULIN-N deve estar uniformemente turvo ou leitoso. O produto não deve ser usado caso esteja com aparência estranha.
    3. Retire o lacre de plástico protetor, mas não remova a tampa. Limpe a parte de cima da tampa com álcool ou algodão embebido em álcool.
    4. Coloque ar dentro da seringa na quantidade igual à dose de insulina.
    5. Insira a agulha no frasco através da tampa de borracha e empurre o êmbolo para esvaziar o ar dentro do frasco-ampola.6. Vire de cabeça para baixo o frasco-ampola e a seringa. Segure o frasco-ampola e a seringa firmemente em uma das mãos e agite suavemente. Certificar-se que a ponta da agulha esteja em contato com a insulina, retirar a dose correta da insulina com a seringa.
    7. Antes de remover a agulha do frasco-ampola, verifique a presença de bolhas de ar na seringa da insulina, as quais reduzem a quantidade de insulina na seringa. Caso haja bolhas, segure a seringa voltada com a ponta para cima e bata nas suas laterais para que as bolhas possam ir para o topo da seringa. Empurre o êmbolo da seringa para possibilitar a saída das bolhas e retire novamente a dose correta.
    8. Pince levemente a pele. Segure a seringa como um lápis.
    9. Insira a agulha ao local indicado e empurre o êmbolo vagarosamente. Certifique-se de que a agulha esteja completamente inserida.
    10. Espere por 5 segundos e retire a seringa. Não pressione o local de aplicação.
    – Carpule
    1. Desinfetar a superfície de borracha do carpule de insulina com álcool. Inserir o carpule na WOSULIN PEN conforme descrito no manual de instruções da WOSULIN PEN. Antes de inserir o carpule, inspecione o carpule após a remoção da embalagem selada e verificaque se não existe cristais, grumos, ou coloração. Caso esteja presente, descarte e utilize um carpule novo.
    2. Antes de inserir o carpule dentro da WOSULIN PEN, gire cuidadosamente o carpule de insulina entre as palmas da sua mão por pelo menos 10 vezes. Então, segure firmemente uma das extremidades e agite com movimentos para cima e para baixo de modo a movimentar a pérola de vidro de uma extremidade do carpule para outra. Isto deve ser realizado por pelo menos 10 vezes até que o líquido se apresente uniformemente turvo ou leitoso. Descarte o carpule caso grumos sejam visualizados após mistura. Isto deve ser realizado antes de cada injeção.
    3. No caso do carpule já estar inserido na WOSULIN PEN, vire a caneta para cima e para baixo levemente pelo menos dez vezes até que o líquido se apresente uniformemente turvo e leitoso. Isto deve ser realizado antes de cada injeção.
    4. Após o encaixe da agulha, indicar 2 unidades no seletor de dose para remover qualquer ar que possa estar na agulha.
    5. Lavar as mãos e limpar a pele com álcool na região onde a injeção será aplicada.
    6. Com uma mão, pince levemente a pele, insira a agulha no local indicado pelo seu médico ou educador. Aperte e segure o botão de liberação da WOSULIN PEN. Conte até dez e retire a agulha. Não é recomendado massagear a área de aplicação, pois isto pode causar gotejamento posterior de insulina.
    7. Descarte a agulha da maneira recomendada.
    8. Para informações adicionais, leia o manual de instrução da WOSULIN PEN.

    Posologia:

    A dose de WOSULIN-N é determinada pelo médico, de acordo com a necessidade do paciente. A dose usual de insulina pode ser afetada pelas mudanças de alimentação, atividade física e esquema de trabalho. Contudo, as instruções médicas devem ser cuidadosamente seguidas. Com WOSULIN-N é importante usar uma seringa na qual a concentração desejada esteja marcada, ex.: preparações de insulina U-40 ou U-100. Falha no uso adequado da seringa pode levar a um erro de dose, causando sérios problemas tais como hipoglicemia grave ou hiperglicemia. O intervalo médio da necessidade de insulina diária total para manutenção em pacientes diabéticos do tipo 1 está entre o intervalo de 0,5 e 1,0 U.I./kg. Além disso, na resistência à insulina, a necessidade diária de insulina pode ser substancialmente maior. Em pacientes com diabetes tipo 2,as necessidades de insulina são menores, ex.: aproximadamente de 0,3 a 0,6 U.I./kg/dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer uma dose, procure o seu médico para instruções. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Se você sentir reações desagradáveis, informe seu médico. A hipoglicemia é a reação adversa mais comum na terapia com insulinas, e ela pode ocorrer por causa de:
    – uso de grandes quantidades de insulina.
    – refeições atrasadas (fora de horário)
    / ou falha de uma das refeições.
    – infecção intercorrente ou enfermidades.
    – exercícios extenuantes.
    – doenças das glândulas adrenal, pituitária ou tireoide, ou doença renal ou hepática progressiva também podem levar
    a hipoglicemia. A administração concomitante com outras drogas que abaixam a glicose sanguínea tais como hipoglicêmicos orais, salicilatos (por exemplo: aspirina), antibióticos à base de sulfa e certos antidepressivos podem levar a hipoglicemia. O consumo de bebidas alcoólicas concomitante pode também levar a hipoglicemia.Os sintomas de hipoglicemia leve para moderada podem ocorrer repentinamente e podem incluir: suores, vertigens, palpitações, tremor, fome, inquietude, formigamento nas mãos, pés, lábios ou língua, aturdimento, incapacidade para concentração, cefaleia, sonolência, distúrbios do sono, ansiedade, visão turva, linguagem titubeante, humor depressivo, irritabilidade, comportamento anormal, movimento instável e mudanças de personalidade. Sinais de hipoglicemia grave podem incluir: desorientação, coma, convulsões e morte. Por esta razão é importante que você procure assistência médica imediatamente. Hipoglicemia de leve a moderada pode ser tratada pela ingestão de açúcar. Você deve sempre ter rápida fonte de açúcar tais como doces ou tabletes de glicose. Hipoglicemia mais grave pode requerer a assistência de outra pessoa. Em algumas pessoas pode ocorrer reação alérgica, como vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção, geralmente estes sintomas desaparecem dentro de alguns dias. Outras reações alérgicas mais sérias podem ocorrer, procure o seu médico imediatamente se apresentar os seguintes sintomas: exantema sobre todo o corpo, respiração curta, respiração ofegante, redução na pressão sanguínea, pulso rápido, ou suores, estes casos mais sérios podem significar risco de vida. Lipodistrofia (espessamento da pele ou marcas no local de injeção) podem ocorrer no local da aplicação após longo tempo de uso. A fim de evitar esta reação adversa, você deve alternar o local das injeções dentro da mesma área. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Você pode apresentar estado hipoglicêmico como resultado de um excesso de insulina relacionado à ingestão de comida, ao gasto de energia ou ambos. Episódios moderados de hipoglicemia podem ser tratados frequentemente com glicose via oral. Por isso é recomendado que o paciente diabético constantemente carregue consigo torrões de açúcar, doces, bolachas ou suco de frutas adoçado. Episódios mais graves de hipoglicemia como coma, convulsões ou danos neurológicos podem ser tratados com glucagon (hormônio) por via intramuscular/subcutânea ou glicose intravenosa concentrada. Glicose deve ser também administrada por via intravenosa, caso o paciente não responda ao glucagon dentro de 10 a 15 minutos. Ingestões sustentadas de carboidratos e observação podem ser necessárias porque a hipoglicemia pode ocorrer novamente após a recuperação clínica aparente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    DIZERES LEGAIS

    USO RESTRITO A HOSPITAIS
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    M.S. 1.2361.0068
    Responsável Técnico: Lenita A. Alves Gnochi CRF-SP: 14.054
    Fabricado por: Wockhardt Limited – Aurangabad – Índia
    Importado por: Meizler UCB Biopharma S.A.
    Alameda Araguaia, 3833 – Tamboré
    CEP: 06455-000 – Barueri – SP
    C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14
    0302016004R2 Rev. Junho 2014

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  • eaca-balsamico-destina-se-a-expextoração-das-secreções-dos-bronquios-e-ao-alivio-da-tosse

     

     

     

     

     

     

     

    EACA®Balsâmico

    Ácido épsilon aminocapróico, benzoato de sódio, guaifenesina, cloreto de amônio.

    Apresentações:

    Xarope – frasco contendo 100 ml.
    VIA ORAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS

    Composição:

    Cada ml de xarope contém: ácido épsilon aminocapróico……………………25 mg
    benzoato de sódio ………………………………… 50 mg
    guaifenesina ……………………………………….. 10 mg
    cloreto de amônio ………………………………… 10 mg
    veículo(*) q.s.p. ……………………………………. 1 ml
    (*) veículo: sacarina, metilparabeno, essência de cereja, essência de framboesa, corante caramelo, xarope simples.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    EACA®Balsâmico destina-se à expectoração das secreções dos brônquios e ao alívio da tosse.

    Como este medicamento funciona?

    EACA®Balsâmico tem ação fluidificante, expectorante e anti-inflamatória. Desta forma, torna as secreções brônquicas menos espessas, facilita a eliminação dessas secreções e auxilia na redução dos processos inflamatórios brônquicos.

    Quando não devo usar este medicamento?

    EACA® Balsâmico é contraindicado para pessoas com alergia aos componentes da fórmula.

    Uso durante a amamentação:

    Não foram realizados estudos específicos para determinar a segurança do uso de EACA®Balsâmico por mulheres que estejam amamentando e, também, não há informações sobre sua eliminação no leite materno. Portanto, EACA®Balsâmico é contraindicado para mulheres que estejam amamentando.

    Renais crônicos:

    Em pessoas com insuficiência renal crônica, o cloreto de amônio pode se acumular no organismo. Portanto, EACA®
    Balsâmico é contraindicado para pessoas com insuficiência renal crônica.

    Insuficiência hepática severa:

    EACA®Balsamico:
    Em pessoas com insuficiência hepática severa, o cloreto de amônio pode se acumular no organismo. Portanto, EACA ®Balsâmico é contraindicado para pessoas com insuficiência hepática severa.

    Distúrbios metabólicos:

    Por conter cloreto de amônio em sua fórmula, EACA®Balsâmico é contraindicado para pessoas com hiperamonemia (aumento da amônia no sangue) ou acidose metabólica (situação em que o sangue se torna mais ácido).

    Distúrbios da coagulação:

    Por conter ácido épsilon-aminocapróico em sua fórmula, EACA®Balsâmico, é contraindicado para pessoas que estejam apresentando, no momento, doenças caracterizadas pelo aumento da coagulação do sangue, como trombose, embolia ou coagulação intravascular disseminada, ou pela diminuição da circulação do sangue, como infarto, isquemia ou vasculopatia oclusiva aguda.

    Crianças com menos de 2 anos de idade:

    EACA®Balsâmico é contraindicado para crianças com menos de 2 anos de idade. Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Precauções e Advertências

    Gerais: Não há advertências ou recomendações especiais para o uso de EACA®Balsâmico nas doses recomendadas. Entretanto, por conter ácido épsilon-aminocapróico em sua fórmula, pessoas que já tiveram trombose, que tenham outras doenças que aumentam o risco para trombose ou que tenham familiares com trombose e pessoas que estejam eliminando sangue junto com a urina só devem usar EACA®Balsâmico com acompanhamento médico. Esta recomendação é importante porque o ácido épsilon-aminocapróico favorece a coagulação do sangue, podendo aumentar a frequência de tromboses ou coágulos na bexiga e rins.

    Uso durante a gravidez:

    Embora se tenha conhecimento do uso de seus componentes por mulheres grávidas, não foram realizados estudos específicos para determinar a segurança do uso de EACA®Balsâmico por Modelo de Texto de Bula: EACA Balsâmico.Mulheres grávidas. Portanto, mulheres grávidas só devem usar EACA®Balsâmico com acompanhamento
    médico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

    Idosos:

    Pessoas idosas podem ter maior tendência para trombose. Portanto, pessoas idosas só devem usar EACA®Balsâmico
    com acompanhamento médico.

    Crianças com mais de 2 anos de idade:

    Não há advertências ou recomendações especiais para o uso de EACA®Balsâmico por crianças com mais de 2 anos de idade.

    Reação alérgica intensa (anafilaxia):

    Raramente pode ocorrer reação alérgica intensa (inchaço dos olhos, lábios e língua; vermelhidão / placas avermelhadas intensas, em todo o corpo, e/ou dificuldade para respirar). Entretanto, nesse caso, procure o Serviço Médico imediatamente. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas: EACA®Balsâmico não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Interações medicamentosas:

    Até o momento, não existem relatos de casos de alteração dos efeitos de EACA®Balsâmico por outros medicamentos ou que ele altere o efeito de outros. Exames laboratoriais: EACA®Balsâmico pode alterar o resultado de exames, alterando a coloração do teste do ácido vanilmandélico, para dosagem de catecolaminas, ou promovendo resultado falso-elevado do ácido 5-hidroxiindolacético, em determinados testes para a dosagem da serotonina. Portanto, informe ao seu médico se você está fazendo uso de EACA®Balsâmico.

    Alimentos:

    Até o momento, não existem relatos de casos de alteração dos efeitos de EACA®Balsâmico por alimentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    EACA®Balsâmico, deve ser guardado na sua embalagem original, conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Nestas condições, este medicamento possui prazo de validade de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da data de fabricação. Número do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem. Não use medicamento com prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

    Características físicas e organolépticas:

    EACA®Balsâmico, é um líquido límpido de cor castanha, livre de partícula em suspensão. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo o medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Como devo usar este medicamento?

    Modo de Uso: EACA®Balsâmico, deve ser usado na dose e horários receitados pelo seu médico.

    Adultos:

    Administrar 10 ml (uma colher de sobremesa), de quatro em quatro horas, a critério médico.

    Crianças:

    Crianças de 2 até 10 anos: Administrar 5 ml (uma colher de chá), de quatro em quatro horas, a critério médico.

    Insuficiência Renal:

    Este produto é contraindicado para pessoas com insuficiência renal crônica.

    Idosos:

    A dose para pessoas idosas pode ser a mesma recomendada para adultos mais jovens. Entretanto, com acompanhamento médico. (Ver PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS). Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar EACA®Balsâmico, no horário receitado pelo seu médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar a dose esquecida. O esquecimento da dose pode, entretanto, comprometer a eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações adversas: De modo geral, EACA®Balsâmico é bem tolerado. Entretanto, as reações adversas observadas com o uso dos componentes de sua fórmula, por ordem de incidência, foram:
    • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náuseas, vômitos e diarreia.
    • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça e reações alérgicas na pele (vermelhidão/placas avermelhadas, coceira).
    • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, redução do apetite e rinite ou asma alérgicas.
    • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica intensa (inchaço dos olhos, lábios e língua; vermelhidão/placas avermelhadas intensas, em todo o corpo, e/ou dificuldade para respirar). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe à empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Até o momento, não existem relatos de casos de superdosagem. Entretanto, é provável que os sintomas incluam náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e tontura. Nesse caso, procure o serviço médico imediatamente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    M.S nº 1.5651.0051
    Farm. Responsável: Ana Luísa Coimbra de Almeida
    CRF/RJ nº 13227
    Fabricado por: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA Ltda.
    Rua Jaime Perdigão, 431/445 – Ilha do Governador
    Rio de Janeiro – RJ – BRASIL
    CNPJ 05.254.971/0008-58
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Registrado Por: ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA Ltda.
    Estrada Governador Chagas Freitas, 340 – Ilha do Governador
    Rio de Janeiro – RJ – BRASIL
    CNPJ 05.254.971/0001-81
    (LOGO) Serviço de Atendimento ao Cliente
    0800 282 9911
    www.zydusbrasil.com.br

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  • Colirio 16.12.2015 No Comments

    jetrea-indicado-para-tratamento-da-tração-vitreo-macular

    Jetrea*

    Solução Injetável Intravítrea Estéril
    ocriplasmina 2,5 mg/ml

    Apresentação:

    JETREA* Solução Injetável Intravítrea contém 0,5 mg de ocriplasmina por 0,2 ml de solução.
    USO INTRAVÍTREO
    USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

    Composição:

    Cada frasco de JETREA* Solução Injetável Intra vítrea contém 0,5 mg de ocriplasmina por 0,2 ml de solução. Excipientes: manitol, ácido cítrico, hidróxido de sódio e água para preparações injetáveis. Após a diluição com 0,2 ml de solução injetável de cloreto de sódio a 9 mg/ml (0,9%) , 0,1 ml da solução diluída contém 0,125 mg de ocriplasmina.

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    JETREA* Solução Injetável Intra vítrea é indicado para o tratamento da tração vítreo-macular (VTM), incluindo a tração associada ao buraco macular de diâmetro igual ou inferior a 400 microns.

    Como este medicamento funciona?

    JETREA* Solução Injetável Intra vítrea é utilizado para tratar adultos com tração vítreo-macular (VTM), incluindo a tração associada a um pequeno buraco na mácula (centro da camada sensível à luz na parte posterior do olho). A VTM é causada por tração resultante de uma ligação persistente do humor vítreo (material gelatinoso na parte posterior do olho) à mácula. A mácula é responsável pela visão central necessária para as tarefas do dia-a-dia, como conduzir, ler e reconhecer rostos. A VTM pode causar sintomas como deformação ou diminuição da visão. Quando a doença progride, a tração pode eventualmente resultar na formação de um buraco na mácula (designada por buraco macular). JETREA* Solução Injetável Intravítrea atua separando o humor vítreo da mácula e ajudando a fechar o buraco macular, caso exista um, o que pode diminuir os sintomas causados pela tração vitreomacular.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Este medicamento é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à ocriplasmina ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na composição do produto). Também é contraindicado para pacientes com infecções (ou suspeita de infecções) no olho ou ao redor do olho. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências:

    Exclusivamente para uso oftálmico:
    Fale com o seu médico/oftalmologista antes da administração do JETREA* Solução Injetável Intravítrea. JETREA* Solução Injetável Intra vítrea é administrado sob a forma de uma injeção no olho. O seu médico/oftalmologista irá monitorá-lo, caso desenvolva uma infecção ou quaisquer outras complicações após a injeção. Deve contatar imediatamente o seu médico/oftalmologista se desenvolver qualquer um dos sintomas oculares descritos na seção “Quais os males que este medicamentos pode me causar?” após uma injeção de JETREA* Solução Injetável Intra vítrea. Não será administrado JETREA* Solução Injetável Intra vítrea simultaneamente em ambos os olhos. Não será administrado JETREA* Solução Injetável Intra vítrea mais do que uma vez no mesmo olho. Informe o seu médico/oftalmologista se tiver ou já tiver tido quaisquer doença nos olhos ou se já foi submetido a quaisquer tratamentos nos olhos. O seu médico/oftalmologista irá decidir se o tratamento com JETREA* Solução Injetável Intra vítrea é adequado para o seu caso.

    Precauções:

    Crianças e adolescentes – JETREA* Solução Injetável Intra vítrea não deve ser utilizado em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos devido à inexistência de dados sobre este grupo de pacientes.

    Interações Medicamentosas:

    – Informe o seu médico/oftalmologista, se estiver utilizando, caso tenha utilizado recentemente ou se for utilizar outros medicamentos. Informe o seu médico/oftalmologista, se tiver sido injetado algum medicamento no olho recentemente. Esta informação será levada em consideração para avaliar se e quando JETREA* Solução Injetável Intra vítrea poderá ser administrado no mesmo olho. Gravidez e amamentação – Não existe qualquer experiência no que diz respeito à utilização de JETREA* Solução Injetável Intra vítrea em mulheres grávidas ou durante a amamentação. JETREA* Solução Injetável Intra vítrea não deverá ser utilizado durante a gravidez ou amamentação, a não ser que o seu médico/oftalmologista o considere necessário. Se está grávida ou amamentando ou planeja engravidar, consulte o seu médico/oftalmologista antes da administração deste medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Condução de veículos e utilização de máquinas – Após o tratamento com JETREA* Solução Injetável Intra vítrea pode ocorrer uma diminuição da visão durante um período de tempo limitado. Se isto ocorrer, não conduza nem utilize ferramentas ou máquinas até a sua visão melhorar.

    Onde e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Este medicamento é exclusivo de uso médico e deve ser armazenado conforme instruções mencionadas na bula do Profissional de Saúde.

    Como devo usar este medicamento?

    Este medicamento é exclusivo de uso médico e deve ser utilizado conforme instruções mencionadas na bula do Profissional de Saúde.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Este é um medicamento injetável de uso único.

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. Informe imediatamente o seu médico/oftalmologista, se desenvolver qualquer um dos seguintes sintomas após a injeção de JETREA* Solução Injetável Intra vítrea. O seu médico/oftalmologista irá acompanhá-lo e tomar medidas corretivas, se necessário. – Foi relatada uma diminuição grave da visão em até 1 em 10 pacientes, num período de uma semana após o tratamento com JETREA* Solução Injetável Intra vítrea. Esta situação é, geralmente, reversível e desaparece após duas semanas. – Sintomas como dor no olho, agravamento da vermelhidão do olho, visão turva ou diminuída de forma grave, aumento da sensibilidade à luz ou aumento do número de manchas escuras flutuantes no campo de visão (“moscas volantes”) foram também observadas em até 1 em 10 pacientes e podem ser sinais de infecção, hemorragia, deslocamento ou ruptura da retina ou de um aumento na pressão no interior do olho tratado. – Sintomas como visão flutuante, visão dupla, dor de cabeça, halos em volta da luz, náuseas e vômitos foram relatados em até 1 em 100 pacientes e podem ser sinais de descolamento ou oscilação do cristalino da sua posição normal. Informe o seu médico/oftalmologista , se desenvolver qualquer um dos efeitos secundários adicionais listados a seguir: Efeitos secundários muito comuns (podem afetar mais de 1 em 10 pacientes): – sangramento na superfície do olho. Efeitos secundários comuns (podem afetar até 1 em 10 pacientes): perturbações visuais – sangramento no interior do olho – ponto cego ou área cega no campo de visão – visão distorcida – inchaço da superfície do olho – inchaço da pálpebra – inflamação do olho – flashes de luz no olho – irritação na superfície do olho – olho seco – sensação de ter algo no olho – coceira no olho – desconforto no olho – alterações na visão das cores. Efeitos secundários raros (podem afetar até 1 em 100 pacientes): – visão diminuída em determinadas partes do campo de visão – acúmulo de sangue na parte da frente do olho – estreitamento anormal da pupila (parte preta no centro do olho) – pupilas de tamanhos diferentes – arranhão na córnea (camada transparente que cobre a frente do olho). Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados nesta bula, fale com o seu médico. Outra reação adversa identificada a partir da vigilância pós-comercialização, inclui o seguinte (a frequência foi estimada com base no número de casos reportados e o número de doses distribuídas): – Distúrbio ocular incomum (pode afetar mais de 1 em 100 pacientes): reflexo das pupilas prejudicado.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Este medicamento é exclusivo de uso médico. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800-722 6001, se você precisar de mais informações. MS nº registro Anvisa: 1.0068.1120.001-3
    Farm. Resp.: André Luis Picoli – CRF-SP n° 19161
    Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800-707 7908
    Registrado por: Novartis Biociências S.A.
    CNPJ 56.994.502/0001-30
    São Paulo – SP Fabricado por: Patheon UK Limited
    Covingham, Swindon – Wiltshire Reino Unido
    Para: ThromboGenics NV
    Gaston Geenslaan 1
    B-3001 Leuven Bélgica
    Embalado por: SA ALCON-COUVREUR NV
    Rijksweg 14, B-2870 Puurs Bélgica
    Importado por: NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S.A.
    Av. Ceci, 1800 – Lote 04 Gleba 06 Tamboré
    CNPJ 56.994.502/0015-35
    Indústria Brasileira
    www.alconlabs.com.br
    USO RESTRITO A HOSPITAIS
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    © 2015 Novartis
    Alcon®
    NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S.A.
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 09/03/2015

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    Ebastel®

    D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina )
    Cápsula dura.

    Formas Farmacêuticas e Apresentações:

    Embalagens com 5 cápsulas contendo 10 mg de ebastina e 120 mg de cloridrato de pseudoefedrina.
    Uso Oral
    Uso Adulto e Pediátrico Acima de 12 Anos

    Composição:

    Cada cápsula dura contém: ebastina ……………………………………………………………………………………………….10 mg
    cloridrato de pseudoefedrina …………………………………………………………………120 mg
    excipientes q.s.p. ………………………………………………………………………………1 cápsula
    Excipientes: sacarose, amido, hipromelose, celulose microcristalina, 8 – polioxilestearato, macrogol, hidroxiestearato de macroglicerol, emulsão de silicone, copolímero de ácido metacrílico, copolímero de metacrilato de amônio, dibutilftalato, talco, acetona e álcool isopropílico

    Informações ao Paciente:

    Para que este medicamento é indicado?

    Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) é uma associação de ebastina (anti-histamínico) e pseudoefedrina (vasoconstritor), indicado para o tratamento dos sintomas da rinite alérgica e da rinite associada ao resfriado comum e à gripe, visando ao alívio da congestão nasal, dos espirros, da coriza, do prurido e do lacrimejamento.

    Como este medicamento funciona?

    Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudo efedrina) contém um anti-histamínico, a ebastina, que reduz os sintomas de alergia por prevenir os efeitos da histamina, uma substância produzida pelo organismo. Esses sintomas incluem secreção nasal, coceira, espirros e congestão. Nos olhos, podem ocorrer lacrimejamento e coceira. O segundo princípio ativo, o cloridrato de pseudo efedrina, exerce efeito constritor sobre os vasos sanguíneos nasais, aliviando a congestão nasal. O tempo para o início da ação varia de 1 (uma) a 3 (três) horas, com efetividade máxima observada em 3 (três) a 12 (doze) horas.

    Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) se apresentar hipersensibilidade conhecida à ebastina, à pseudo efedrina, ou aos demais componentes da formulação. Devido à presença de pseudo efedrina, você também não deve utilizar Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudo efedrina) se for portador de glaucoma de ângulo fechado, retenção urinária, hipertensão arterial grave, doença coronariana, excesso de hormônios tireoidianos se estiver sob tratamento simultâneo, ou recente (nas últimas semanas), com medicamentos inibidores da mono amino oxidaste (IMAO). Este medicamento é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática grave. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 (doze) anos.

    O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudo efedrina) não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação.

    Gravidez e lactação:

    A segurança do uso de Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudo efedrina), durante a gravidez e amamentação , não foi estabelecida; portanto, este medicamento não deve ser utilizado nestes períodos. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento, ou após seu término. Informe a seu médico se está amamentando. Há relatos de que a pseudo efedrina, um dos componentes de Ebastel D, pode diminuir a quantidade de leite de mulheres que estão amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica, ou do cirurgião-dentista. ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DOPING. Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) contém um componente que pode provocar resultado analítico positivo no teste antidoping. Ebastel® D deve ser usado com cautela, em pacientes idosos, em pacientes com pressão alta e com doenças cardíacas. Como com outros anti-histamínicos, deve-se ter cautela com o uso da ebastina por pacientes que apresentam baixas concentrações de potássio no sangue, uma alteração no eletrocardiograma conhecida como síndrome do intervalo QT longo e por pacientes que estejam em tratamento com drogas que causem alterações eletrocardiográficas, ou inibam a enzima hepática CYP3A4, tais como alguns antifúngicos ( cetoconazol, butoconazol, itraconazol, etc.) e antibióticos ( como a eritromicina e a rifampicina ). A ebastina deve ser usada com cautela em pacientes com insuficiência renal e com insuficiência hepática leve a moderada. Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) não deve ser administrado a pacientes menores de 12 (doze) anos de idade. Atenção: Este medicamento contém SACAROSE; portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

    Interações Medicamentosas:

    Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudo efedrina) pode potencializar os efeitos de outros anti-histamínicos. Não utilize este simultaneamente a antidepressivos inibidores da mono minoxidase. O efeito de diminuir a pressão arterial de medicamentos, como a metildopa e a reserpina, pode ser reduzido em caso de associação com Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina). Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) pode interferir nos resultados de testes alérgicos cutâneos, sendo desaconselhável realizá-los até 5 (cinco) – 7 (sete) dias após a interrupção do tratamento. Informe a seu médico, ou cirurgião-dentista, se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) deve ser guardado dentro da embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) é uma cápsula gelatina dura, vermelha. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.  Esta versão altera antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o médico, ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças

    Como devo usar este medicamento?

    Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize Ebastel® D (ebastina + cloridrato de pseudoefedrina) caso haja sinais de violação e/ou danificação da embalagem. Adultos acima de 18 (dezoito) anos e crianças acima de 12 (doze) anos devem tomar 1 (uma) cápsula, uma vez ao dia, administrada preferencialmente durante o desjejum. Em casos graves, pode-se administrar 1 (uma) cápsula a cada 12 (doze) horas. A duração do tratamento deve ser limitada à fase sintomática, não se prolongando por mais de 10 (dez) dias na rinite alérgica e vaso-motora, ou 3 (três) dias na rinite associada ao resfriado comum, salvo a critério médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

    O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Use a medicação assim que se lembrar da dose não administrada. Se o horário estiver próximo ao que seria a dose seguinte, pule a dose perdida e siga o horário das outras doses normalmente. Não dobre a dose para compensar a dose omitida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, ou de seu médico, ou cirurgião-dentista

    Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os eventos adversos de Ebastel® D são apresentados em ordem de frequência de crescente a seguir: Comuns, > 1/100 e < 1/10 (> 1% e < 10%) : tontura, dor de estômago, náuseas, boca seca, fraqueza, dor de cabeça, sonolência, insônia . Raros, > 1/10.000 e < 1.000 (> 0,01% e < 0,1%): manchas na pele. Outros eventos adversos já relatados (mas com frequência não determinada) são: nervosismo, diarreia e constipação. Devido à presença de pseudo efedrina, alguns pacientes podem apresentar agitação e palpitações em administrações prolongadas. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista, ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através de seu serviço de atendimento.

    O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
    , ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações: MS 1.0043.0759 Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró – CRF – SP 19.258
    Fabricado por: LABORATORIOS ALMIRALL, S.A. Barcelona – Espanha
    Importado, embalado e registrado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
    Av. Ver. José Diniz, 3.465-São Paulo – SP
    CNPJ 61.190.096/0001-92
    Indústria Brasileira
    LOGO CENTRAL DE ATENDIMENTO
    EUROFARMA COM TEL 0800 704 3876.
    Venda sob prescrição médica.
    Esta bula foi aprovada pela ANVISA em (dia/mês/ano)

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    Zavesca*

    Miglustate

    Forma Farmacêutica:

    Cápsula: 100 mg, embalagem com 5 blisters com 18 cápsulas em cada blister. Para administração oral.

    Uso Adulto e Pediátrico:

    Composição:

    Cada cápsula de ZAVESCA* contém: 100 mg de miglustate. Excipientes: Amido glicolato de sódio, povidona (K 30), e estearato de magnésio.

    Para que Zavesca* é indicado?

    ZAVESCA* é indicado para o tratamento oral da doença de Gaucher do tipo 1 leve a moderada para as quais a terapia de substituição enzimática é considerada inadequada. ZAVESCA é indicado para o tratamento das manifestações neurológicas progressivas em pacientes adultos e pediátricos com doença de Niemann – Pick tipo C.

    Como Zavesca* funciona?

    ZAVESCA* pertence a um grupo de medicamentos que tratam desordens metabólicas. ZAVESCA* inibe a enzima glucosilceramida sintase, responsável pela formação da glucosilceramida também chamada gluco cerebrósido. É utilizado para o tratamento de duas condições: • ZAVESCA* é usado no tratamento da doença de Gaucher tipo 1 leve
    a moderada: A doença de Gaucher é uma condição em que há um acúmulo de glucocerebrósido em certas células do sistema imunológico chamadas macrófagos. Isto conduz à deposição da substância nos órgãos do corpo, produzindo
    , por exemplo, aumento do fígado e baço, alterações no sangue, e doenças ósseas. • ZAVESCA* é usado no  tratamento de sintomas neurológicos progressivos em Niemann – Pick C: Niemann – Pick C é uma condição em que há um acúmulo de glucocerebrósido nas células cerebrais. Isto leva a distúrbios das funções neurológicas como o movimento dos olhos, equilíbrio, deglutição, memória e convulsões.

    Quando não devo usar Zavesca*?

    Você não deve utilizar Zavesca*: • Se você é alérgico (hipersensível) ao miglustate ou a qualquer um dos excipientes da formulação;
    • Se você estiver grávida;
    • Se você estiver amamentando, a menos que recomendado por seus médicos
    • Se você está pensando em engravidar.
    “Este medicamento não pode ser tomado por mulheres grávidas ou que estão pensando em engravidar durante o tratamento.¨

    O que devo saber antes de usar Zavesca*?

    ZAVESCA* não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou mulheres que estão tentando engravidar. Os homens tratados com Zavesca* devem utilizar métodos contraceptivos seguros durante o tratamento, incluindo três meses após a interrupção do tratamento. Você pode pedir para seu médico a avaliação antes e durante o tratamento com Zavesca* dos nervos dos braços e pernas, os níveis de vitamina B12, monitoramento do crescimento em crianças e adolescentes portadores de Niemann-Pick C, monitoramento da contagem de plaquetas em pacientes com Niemann – PickC. A razão para solicitar estes testes é que alguns pacientes tiveram dormência ou formigamento nas mãos ou pernas e redução de peso durante o tratamento com Zavesca*. Estes testes irão ajudar o médico a avaliar se esses efeitos são devidos à doença ou outras condições existentes, ou tratar reações adversas a medicamentos. Se você tiver diarreia, o médico pode recomendar uma mudança na dieta para reduzir a ingestão de lactose e de carboidratos, ou não tomar Zavesca* com alimentos ou reduzir temporariamente a dose. Em alguns casos, o médico pode prescrever um anti-diarreico tal como a loperamida. Se você não melhorar, ou apresentar dor abdominal, consulte o seu médico. O seu médico poderá investigar mais. ZAVESCA* pode causar tonturas. Se você sentir tonturas, não dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com Zavesca*. Antes de utilizar ZAVESCA*, informe o seu médico se:
    • Você está grávida ou pretende engravidar;
    • Você está amamentando;
    • Você não está utilizando um método contraceptivo confiável;
    • Você apresentar problemas renais ou hepáticos;
    • Você está tomando ou tomou recentemente outros medicamentos.
    “Os eventos adversos devem ser comunicados ao seu médico.”
    “Informe ao seu médico ou dentista se você estiver usando qualquer outro medicamento.”
    Cerezyme* administrado em conjunto com Zavesca* pode diminuir a exposição do seu corpo ao ZAVESCA*. “Não use medicamento sem informar ao seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

    Gravidez e amamentação:

    Você não deve tomar ZAVESCA* se você está grávida ou pretende engravidar. Seu médico pode dar-lhe informações adicionais. Você deve usar um método contraceptivo confiável durante o tratamento com Zavesca*. Não amamente enquanto estiver tomando ZAVESCA*. Consulte o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

    Interações Medicamentosas:

    Informe o seu médico se você tiver usado Cerezyme*, ou qualquer outro medicamento que contenha. imiglucerase. Imiglucerase pode diminuir a exposição ao ZAVESCA*. Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, incluindo medicamentos sem prescrição médica. ZAVESCA* pode ser tomado com ou sem alimentos.

    Alterações laboratoriais:

    Não foi encontrada interação de miglustate em testes laboratoriais.

    Onde, como e por quanto tempo devo guardar este medicamento?

    ZAVESCA* deve ser armazenado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC), protegido do calor e da umidade. O número do lote e data de fabricação são mostrados na embalagem exterior. A data de validade é mostrada na embalagem exterior. Este medicamento não deve ser utilizado após o prazo de validade impresso na embalagem exterior. Mantenha ZAVESCA* em sua embalagem original.”Antes de tomar ZAVESCA*, verifique seus aspectos físicos.” “Todos os medicamentos devem ser mantidos fora do alcance das crianças.”

    Como devo tomar ZAVESCA*?

    As cápsulas inteiras de ZAVESCA* tem que ser engolidas com água. Siga a orientação do seu médico, respeitando horários, as doses e a duração do tratamento. Para a doença de Gaucher tipo 1: A dose inicial recomendada para o tratamento de pacientes com a doença de Gaucher tipo 1 é de 100 mg, três vezes ao dia (manhã, tarde e noite), em intervalos regulares. Se você tem deficiências renais, informe o seu médico. Para a doença de Niemann-Pick tipo C: Para adultos e adolescentes, a dose habitual é de duas cápsulas (200 mg), três vezes ao dia (manhã, tarde e noite). Isto significa uma dose diária máxima de seis cápsulas ( 600 mg). Se você tem menos de 12 anos de idade, o seu médico irá ajustar a dose para a doença de Niemann Pick – tipo C. Se você tem problema nos rins você pode receber uma dose inicial mais baixa. O seu médico pode reduzir a dose, por exemplo, para uma cápsula (100 mg) uma ou duas vezes ao dia, se você sofre de diarreia ao tomar Zavesca. O seu médico irá dizer quanto tempo o seu tratamento irá durar. Não interrompa o tratamento sem falar com o seu médico. “ZAVESCA* não deve ser dividido ou mastigado. Se você tomar mais cápsulas de ZAVESCA* do que o recomendado, consulte imediatamente o seu médico. ZAVESCA* tem sido utilizado em doses dez maiores do que a recomendada em estudos clínicos: isto causou uma redução das células sanguíneas e outras reações adversas descritas nesta bula.

    O que devo fazer se eu esquecer de usar ZAVESCA*?

    Se você esqueceu qualquer dose, tome a próxima cápsula no horário habitual. Não tome o dobro da dose para compensar uma dose que você esqueceu. Se você parar de tomar Zavesca* : Não pare de tomar Zavesca* sem falar com o seu médico. Em caso de dúvidas, ligue para o seu médico ou farmacêutico.

    Quais são os efeitos colaterais que ZAVESCA* pode causar ?

    Como todos os medicamentos, ZAVESCA* pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas a presentem. Se você perder peso no início do tratamento com Zavesca*, não se preocupe. Os pacientes geralmente não conseguem perder peso durante o tratamento. Se você tiver um tremor leve, mais comumente nas mãos, informe o seu médico assim que possível. Tipicamente, o tremor desaparece sem a necessidade de interrupção do tratamento. Pode ser que seu médico necessite reduzir a dose ou interromper ZAVESCA* para parar o tremor. Os efeitos indesejáveis são listados por frequência, usando a seguinte convenção: muito comum ( ? 1/10), comum (1/100 ? x < 1/10) , pouco comum (> 1/10.000, ? 1/1.000), muito raros ( ? 1/10.000 ). As reações adversas estão organizadas de acordo com a frequência (das mais frequente para as menos frequentes ).

    Distúrbios Sanguíneos e do Sistema Linfático:

    Comum trombocitopenia

    Distúrbios do Metabolismo e Nutrição:

    Muito Comum perda de peso, diminuição do apetite.

    Distúrbios Psiquiátrico:

    Comum depressão, insônia, diminuição da libido.

    Distúrbios do Sistema Nervoso:

    Muito Comum tremor Comum neuropatia periférica, dor de cabeça, parestesia, tontura, coordenação anormal, hipoestesia, amnésia.

    Distúrbios Gastrointestinais:

    Muito Comum diarreia, flatulência, dor abdominal Comum náusea, vômito, distensão/desconforto abdominal, Constipação e dispepsia, Distúrbios músculo – esqueléticos e de tecidos conjuntivos: Comum espasmos musculares, fraqueza muscular. Distúrbios Gerais e reações no local de administração. Comum fadiga, astenia, calafrios, mal estar.

    Investigações Comum:

    Condução nervosa ( anormal ). As reações adversas mais comuns são: perda de peso, tremores, diarreia, flatulência
    ( gases intestinais ) e dor abdominal ( estômago). Entre as reações adversas comuns estão incluídas: anorexia ( perda de apetite), diminuição do apetite, dor de cabeça, tonturas, neuropatia periférica, parestesia (incluindo dormência e alterações da sensibilidade ), coordenação anormal, hipoestesia ( diminuição da sensibilidade ao tato ), dispepsia, azia, náuseas, constipação e vômitos, inchaço ou desconforto no abdômen ( barriga ) e trombocitopenia (redução nos níveis de plaquetas ). Os sintomas neurológicos e trombocitopenia podem ser devidos à própria doença. Outras reações adversas possíveis incluem: espasmos musculares (ou fraqueza), fadiga, dificuldade em dormir, e diminuição da libido. A maior parte dos pacientes apresentou um ou mais destes efeitos adversos, tipicamente, no início do tratamento e a intervalos regulares durante o tratamento. A maioria dos casos são leves e desaparecem muito rápido. Se algum destes efeitos colaterais causar problemas, consulte o seu médico. Ele ou ela pode reduzir a dose de Zavesca* ou recomendar um medicamento para ajudar no controle da s reações adversas. Alguns pacientes apresentaram alterações na sensibilidade e formigamento nas mãos e pés. Essas reações podem ser sinais de neuropatia periférica devido aos efeitos adversos de Zavesca* ou pode surgir a partir de condições existentes. O seu médico irá realizar alguns testes antes e durante o tratamento com Zavesca* para uma melhor avaliação. Se você sentir qualquer uma destas reações adversas, informe o seu médico assim que possível. Se algum dos efeitos colaterais se agravar ou se você detectar quaisquer efeitos indesejáveis não mencionados nesta bula, informe o seu médico. ” Atenção: este é um medicamento novo e, embora estudos clínicos tenham demonstrado eficácia e segurança aceitáveis, podem ocorrer efeitos indesejáveis e desconhecidos. Neste caso, informe seu médico. ” Informe o seu médico, dentista ou farmacêutico quaisquer reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço ao cliente.

    O que devo fazer se eu tomar mais ZAVESCA* do que eu deveria?

    Se tomar mais cápsulas do que lhe prescrito, consulte o seu médico imediatamente. ZAVESCA* tem sido utilizado em estudos clínicos em doses dez vezes maiores do que a dose recomendada: Isto causou diminuição nas células brancas do sangue e outros efeitos colaterais similares. Não há experiência de sobredosagem com Zavesca* em pacientes. ZAVESCA* foi utilizado em ensaios clínicos em doses superiores a 10 vezes a dose recomendada. A redução na contagem de células brancas foi observada nestas doses. Todas as outras reações adversas foram semelhantes às descritas no item 8. Em caso de sobre dosagem, o médico deve ser chamado ou um hospital de emergência deve ser procurado imediatamente. Todos os medicamentos devem ser mantidos fora do alcance das crianças.Em caso de intoxicação ligue 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

    DIZERES LEGAIS

    Número de Registro no Ministério da Saúde: 1.5538.0002.001-2
    Farmacêutico Responsável: Fernanda Mendes – CRF/RJ 7807
    Actelion Pharmaceuticals do Brasil Ltda
    Rua Dalcídio Jurandir, n° 255, 3° andar Salas 306 – parte, 307 e 308, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ, CEP 22.631-250. CNPJ 05.240.939/0001-47 – Indústria Brasileira
    Atendimento ao Cliente; 0800 – 942 0808
    Fabricado por: Almac Pharma Services Limited, Armagh, Irlanda do Norte.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 26/03/2012

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  • descongestionante-nasal-leva-ao-vicio-e-a-pessoa-pode-ate-perder-o-olfato-imagem-01

    Além de todos os efeitos danosos, abusar das gotinhas diariamente pode causar ainda uma condição chamada rinite medicamentosa: quanto mais se usa o remédio, mais a obstrução nasal piora, uma vez que ele perde o efeito. Todo ano, quando o frio começa, é quase instintivo recorrer aos descongestionantes nasais. Somado ao frio, há a seca, que vem acompanhada de poeira, bactérias, ácaros e outros visitantes indesejados que pioram consideravelmente a vida dos alérgicos. O medicamento, embora traga alívio imediato ao nariz entupido, não é tão benéfico quanto parece. Diderot Parreira, otorrinolaringologista da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), explica que o uso indiscriminado do remédio pode ocasionar problemas sérios de saúde. “Os componentes dos descongestionantes nasais causam vasoconstrição, ou seja, fecham os vasos do nariz”, explica. O problema é que isso não ocorre só no nariz. Como eles contraem os vasos sanguíneos, têm um efeito sistêmico no corpo e contraem outros vasos também. “Isso pode causar arritmia, taquicardia, aumento da pressão arterial e outros problemas.” Para pessoas que sofrem com pressão alta ou que têm algum tipo de problema cardíaco, portanto, os remédios são um perigo. Segundo Parreira, os descongestionantes nasais estão em terceiro lugar no ranking dos medicamentos com mais efeitos colaterais e uso incorreto, de acordo com dados do Centro de Atendimento Toxicológico de São Paulo. Além de todos os efeitos danosos, abusar das gotinhas diariamente pode causar ainda uma condição chamada rinite medicamentosa: quanto mais se usa o remédio, mais a obstrução nasal piora, uma vez que ele perde o efeito. Ao contrário da rinite alérgica, na medicamentosa não há secreções. “Vira um vício que pode fazer com que o paciente perca o olfato”, alerta o médico. No entanto, o hábito de pingar continuamente o remédio no nariz, além de viciar, mascara um enorme perigo para a saúde do coração. A longo prazo, os efeitos dos descongestionantes elevam o risco de trombose e formação de coágulos. Na mucosa nasal, o uso abusivo provoca uma reação inflamatória, fazendo com que seja preciso quantidades cada vez maiores do remédio para se obter bem-estar. “O alívio da congestão nasal é imediato. Por isso, a pessoa acha que está fazendo um grande negócio. Mas é só um paliativo – diz o otorrinolaringologista Jair de Carvalho e Castro, do Hospital Samaritano do Rio. Segundo o médico, o correto é buscar ajuda para descobrir e tratar a causa do entupimento das narinas, que pode ser sinusite, desvio de septo ou pólipo nasal, entre outras. Lavar as narinas com soro fisiológico ou solução de água com sal e bicarbonato é uma boa alternativa para aliviar a congestão sem remédios, ensina Jair de Carvalho e Castro. Para quem já se viciou nos descongestionantes, o tratamento é feito com medicamentos orais e injetáveis que visam à recuperação da mucosa do nariz.

    Alívio para o nariz, risco para o coração:

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    Se para a maioria da população o que conta é o alívio rápido, é bom começar a pensar nas consequências do uso desses medicamentos, optando por soluções menos paliativas e tratamentos mais duradouros. Isto porque os descongestionantes têm substâncias que contraem os muitos vasos sanguíneos do nariz, que dificultam a respiração quando estão dilatados em decorrência de alergias e gripes. Quando são usadas sem orientação médica e durante períodos longos, as substâncias vasoconstritoras vão sendo absorvidas pela mucosa nasal e caem na corrente sanguínea, provocando pressão alta e taquicardia. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já alertou a população sobre os perigos da automedicação de congestionantes nasais com vasoconstritores, e até publicou uma lista daqueles que deveriam ser comercializados com tarja vermelha, ou seja, vendidos apenas mediante a prescrição de um médico.

    Alguns medicamentos que contém substâncias vasoconstritoras:

    Neosoro
    Sinustrate
    Sorine
    Adnax
    Rinoklin

    O uso contínuo do medicamento faz com que a mucosa nasal absorva a substância vasoconstritora (fenilefrina, difenidramina, cloridrato de oximetazolina, nafazolina ou cloridrato de nafazolina), levando-os até a corrente sanguínea, aumentando os riscos de Pressão alta e taquicardia. Nos Estados Unidos, muitos dos descongestionantes favoritos da população não estão mais facilmente disponíveis nas prateleiras, foram para trás do balcão forçando o cliente a fazer o pedido ao farmacêutico, muitas vezes assinando um termo ou mostrando a identidade. Outras marcas estão tendo suas fórmulas modificadas para minimizar riscos como doenças da tireoide, diabetes ou dificuldade de urinar, além de problemas cardíacos citados acima. Essas mudanças fizeram parte de um esforço nacional para evitar o consumo de metanfetamina, droga altamente viciante feita a partir da pseudoefedrina, ingrediente ativo de vários descongestionantes. Alguns laboratórios norte-americanos estão substituindo a pseudoefedrina por fenilefrina, mas como esta não pode ser feita sem a maléfica metanfetamina…Ou seja, como há poucos estudos sobre o assunto até agora, o melhor mesmo a se fazer é procurar orientação médica sempre, até porque a verdadeira causa da obstrução nasal pode ser outra, ainda desconhecida. Além disso, a solução mais rápida nem sempre é a melhor. Quem sabe mudar seus hábitos alimentares, dormir bem e fazer exercícios pelo menos três vezes por semana podem protegê-lo muito mais das alergias e gripes? Fica a dica!

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  • o-anti-inflamatorio-nimesulida-e-toxico-ao-figado-e-está-proibido-em-diversos-paises

    A Nimesulida está indicada para o alivio da dor agudas como dor de ouvido, garganta ou de dente e dor provocada pela menstruação. A Nimesulida em forma de gel é usada para alivio da dor de tendões, ligamentos, músculos e articulações devido a traumatismos. O medicamento pode ser vendido com os nomes comerciais Nimesubal, Nisulid, Arflex, Fasulide.  Aqui no Brasil, o Nimesulida é amplamente utilizado e receitado pela maioria dos médicos em diversos tipos de tratamento. O fato que é diversos órgãos mundiais de saúde estão preocupados que a utilização deste medicamento possa estar desencadeando reações tóxicas no organismo do usuário. Nimesulida parece estar afetando diretamente o fígado dos pacientes. Nos últimos anos, seis casos de insuficiência hepática extrema levaram pacientes ao transplante de fígado e tudo indica que o uso oral do Nimesulida seja uma das causas do agravamento do quadro. Estes dados são da Unidade Nacional de Transplante de Fígado (NLTU), na Irlanda. Ao que parece, o doente pode desencadear uma insuficiência hepática fulminante (FHF) de procedência desconhecida. A hepatotoxicidade grave pode acontecer a qualquer momento e em qualquer paciente que venha fazendo uso do fármaco, por causa disso, hoje, muitos países suspenderam a fabricação e venda de Nimesulida.Os efeitos colaterais diretos no fígado do paciente tem preocupado muito a Comissão Europeia e já houve um alerta para que o medicamento seja evitado, principalmente com uso crônico e repetido. Nimesulida nunca foi aprovado no Reino Unido e na Alemanha, e já foi retirado de circulação do Canadá, Estados Unidos, Japão, Espanha, Finlândia, Irlanda, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Suécia. No Brasil e em Portugal, a nimesulida já é vendida como medicação genérica, sendo muito fácil encontrá-la nas farmácias. A nimesulida até o final da década de 2000 era um dos anti-inflamatórios mais vendido nestes dois países. Desde 2007 a The International Society of Drug Bulletins (ISDB) soltou um boletin pedindo que o fármaco seja retirado de circulação nãos ó na União Europeia como em todo mundo!

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  • anvisa-proibe-venda-de-amoxilina-e-rifamicina-da-marca-Ems

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e o uso dos antibióticos amoxicilina e rifamicina fabricados pela empresa EMS S/A. As determinações foram causadas por descumprimento de requisitos das normas sanitárias.  Foram proibidas a distribuição, comercialização e uso de todos os lotes da amoxicilina + clavulanato de Potássio 50 Mg/ML + 12,5 Mg/ML Pó Para Suspensão Oral, fabricados a partir de fevereiro de 2013. Além disso, a empresa terá que interromper a fabricação do remédio usado no tratamento contra infecções diversas e recolher os estoques existentes no mercado.  A decisão foi tomada após a constatação de que o medicamento estava sendo fabricado com excipiente — substância presente nos medicamentos para dar características como volume, forma e consistência ao produto — diferente do que foi aprovado pela agência reguladora. Além disso, os testes mostraram o uso de um insumo farmacêutico que estava sendo sintetizado de forma diferente do que consta no registro do remédio.  Segundo a Anvisa, essas mudanças, que não foram autorizadas, podem alterar o resultado final do produto. As medidas foram tomadas depois de uma inspeção realizada pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias do Estado de São Paulo e do município de Hortolândia.  Já a rifamicina 10 mg/ml teve a fabricação suspensa depois que o laboratório aumentou o tamanho do lote em 10 vezes sem aprovação da Anvisa. O antibiótico é utilizado em diversos casos, como em curativos e no tratamento de ferimentos e queimaduras.

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  • sedavan-e-indicado-para-ajudar-a-eliminar-as-secreções-pulmonares-e-aliviar-a-irritação-na-garganta-em-adultos-e-crianças

     

     

     

     

     

     

     

     

    Sedavam

    Cloridrato de Ambroxol.

    Para que serve esse medicamento?

    Sedavam xarope, pediátrico ou adulto, é indicado para ajudar a eliminar as secreções pulmonares e aliviar a irritação na garganta, em adultos e crianças.

    Quando não devo usar esse medicamento?

    Sedavam xarope, pediátrico ou adulto, está contraindicado para pacientes com alergia ao Cloridrato de Ambroxol ou a algum dos componentes da fórmula. Além disso, Sedavam xarope adulto é contraindicado para crianças e Sedavam xarope pediátrico para crianças com menos de 2 anos de idade.

    Como usar esse medicamento?

    Sedavam xarope pediátrico: Crianças entre os 2 e os 5 anos de idade: geralmente, a dose recomendada é de 2,5 ml, administrados de 8 em 8 horas. Crianças com mais de 5 anos de idade: geralmente, a dose recomendada é de 5,0 ml, administrados de 8 em 8 horas. Sedavam xarope adulto: Adultos: geralmente, a dose recomendada é de 2,5 ml, administrados de 8 em 8 horas.

    Quais os males que esse medicamento pode me causar?

    Alguns dos efeitos colaterais de Sedavam xarope podem incluir náusea, vômito, diarreia ou dor no estômago, azia ou má digestão.

    Advertências e Precauções:

    O que devo saber antes de usar esse medicamento?

    Antes de usar Sedavam xarope, deverá falar com o seu médico se estiver grávida ou amamentando ou se estiver a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos sem receita médica. Sedavam é um xarope que não contem açúcar, e por isso pode ser usado por pacientes diabéticos. Durante o tratamento com Sedavam xarope, não devem ser ingeridas bebidas alcoólicas, pois estas podem interferir com a ação do medicamento.O tratamento com Sedavam xarope nunca deve ser interrompido sem conhecimento do seu médico e os horários, as doses e duração do tratamento devem ser rigorosamente respeitados.

    O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada?

    Em caso de toma excessiva de Sedavam xarope?, deve dirigir-se ao hospital mais próximo, levando a embalagem ou bula do medicamento.

    Composição:

    Sedavan xarope pediátrico por cada 1 ml de xarope contém: Cloridrato de Ambroxol _________________________ 3,0 mg Excipientes ___________________________________ 1,0 ml  (Excipientes: hidroxietilcelulose, a?cido tarta?rico, sacarina so?dica, a?cido benzo?ico, hidróxido de so?dio, glicerina, sorbitol, etanol, essências: baunilha e framboesa, agua de ionizada). Sedavam xarope adulto por cada 1 ml de xarope contém: Cloridrato de Ambroxol __________________________ 6,0 mg. Excipientes ___________________________________ 1,0 ml. (Excipientes: hidroxietilcelulose, a?cido tarta?rico, sacarina so?dica, a?cido benzo?ico, hidro?xido de so?dio, glicerina, sorbitol, etanol, essências: baunilha e framboesa, agua deionizada).

    Onde como e por quanto tempo posso guardar esse medicamento?

    Sedavam xarope deve ser armazenado em sua embalagem original, em lugar seco e fresco e protegido da luz e umidade.

    Como funciona esse medicamento?

    Sedavam xarope tem na sua composição Cloridrato de ambroxol, um expectorante mucolítico que fluidifica as secreções, ajudando na sua expulsão. O efeito de Sedavan no organismo inicia-se logo nos primeiros dias de tratamento e promove a desobstrução dos brônquios e vias respiratórias. Além disso, alivia também a tosse.

    Interações Medicamentosas:

    Sedavam xarope não deve ser administrado em conjunto com alguns medicamentos ou substâncias sem orientação médica, como corticoides, remédios bronco espasmoliticos ou juntamente com antibióticos. Vid farma Indústria de Medicamentos Ltda. SAC: 0800 2811606. O genérico de Sedavan é o Cloridrato de Ambroxol e outros medicamentos para ajudar a eliminar secreções pulmonares podem ser Acetilcisteína, Bisolvon ou Fluimucil.

    Dizeres Legais:

    Sedavam xarope pediátrico: MS: 1.5620.0007.003-0 | Farm. Resp.: Severino Alves Dias Filho. Sedavam xarope adulto: MS: 1.5620.0007.001-4 | Farm. Resp.: Severino Alves Dias Filho.

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