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      Magnoston®

    sulfato de magnésio

     Apresentações:

    Solução injetável contendo sulfato de magnésio a 100 mg/mL ou 500 mg/mL em caixas com 50 ou 100 ampolas de
    10 mL. Uso Adulto

     Composição:

    Cada mL da solução injetável de 100 mg/mL contém:
    sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 0,81
    mEq de magnésio)………………………………………………..100 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.
    Cada mL da solução injetável de 500 mg/mL contém: sulfato de magnésio heptaidratado (equivalente a 4,06 mEq de magnésio) ………………………………………………500 mg
    água para injetáveis q.s.p. ……………………………………………………………………………………………………………………… 1 mL
    Obs.: pode ser utilizado ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio durante a fabricação para ajustar o pH.

     Informações Ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Magnoston® é indicado no tratamento e prevenção da deficiência de magnésio moderada e severa e para o controle
    imediato das crises convulsivas causadas por eclampsia.

     Como este medicamento funciona?

    O magnésio é um eletrólito essencial para a atividade de vários sistemas enzimáticos e desempenha um importante
    papel na transmissão neuroquímica e na excitabilidade muscular. O magnésio previne ou controla convulsões através do bloqueio da transmissão neuromuscular e pela diminuição da quantidade de acetilcolina liberada pelo nervo motor na placa motora terminal. O magnésio possui um efeito depressor do Sistema Nervoso Central (SNC), porém não afeta de maneira adversa a mãe, o feto ou o recém-nascido quando utilizado no tratamento da eclampsia ou da pré-eclampsia. A deficiência acentuada de magnésio causa principalmente sintomas neurológicos, tais como irritabilidade muscular e tremores. A terapêutica de reposição com sulfato de magnésio, por via parenteral, repara o déficit plasmático do eletrólito e cessa os sintomas de deficiência.

     Quando não devo usar este medicamento?

    O sulfato de magnésio é contraindicado em pacientes com bloqueio e/ou dano cardíaco, em estados de
    hipermagnesemia e na insuficiência respiratória grave.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências:
    O uso parenteral em presença de insuficiência renal pode levar à intoxicação com magnésio.
    Uso na gravidez e lactação:
    Como os estudos realizados em mulheres grávidas não excluem o risco de danos ao feto, o sulfato de magnésio
    parenteral deve ser utilizado na gravidez somente se estritamente necessário.
    Como o magnésio passa para o leite materno durante a administração parenteral de sulfato de magnésio, o
    medicamento deve ser utilizado com precaução em mulheres lactantes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
    Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco:
    O medicamento deve ser usado com precaução em idosos, gestantes e crianças.
    Precauções:
    Devido à sua exclusiva excreção renal, o sulfato de magnésio deve ser administrado com extrema cautela em
    pacientes com insuficiência renal.
    Níveis plasmáticos de magnésio anormalmente elevados podem causar rubor, sudorese, hipotensão, colapso
    circulatório e depressão do sistema nervoso central.
    A administração de magnésio pode causar hipermagnesemia fetal e neonatal.
    Se houver o uso concomitante de barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), as doses desses medicamentos devem ser ajustadas devido aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Durante todo o período de terapêutica parenteral com sais de magnésio, o paciente deve ser cuidadosamente
    monitorado. Uma preparação de sais de cálcio, como o gliconato, deve estar prontamente disponível para
    administração intravenosa como antídoto em caso de uma possível intoxicação com magnésio.
    Interações Medicamentosas:
    Depressores do SNC:
    – Quando barbitúricos, narcóticos ou outros hipnóticos (ou anestésicos sistêmicos), ou outros
    depressores do SNC são administrados em conjunção com o magnésio, suas dosagens devem ser ajustadas devido
    aos efeitos depressores aditivos do magnésio sobre o SNC.
    Agentes de bloqueio neuromuscular:
    – O sulfato de magnésio deve ser administrado com cautela, quando utilizado concomitantemente com medicamentos bloqueadores musculares (d-tubocurarina, decametônio, succinilcolina), devido ao risco de potencialização da atividade terapêutica desses medicamentos.
    Glicosídeos cardíacos:
    – A administração de sulfato de magnésio em pacientes digitalizados deve ser cautelosa, evitando-se os riscos de intoxicação pelo magnésio, especialmente devido aos maiores riscos de tratamento da intoxicação de magnésio pelos sais de cálcio nesses pacientes. Adicionalmente, o uso de sulfato de magnésio, por via parenteral, deve ser cuidadosamente monitorizado, devido ao risco de bloqueio cardíaco total que pode ocorrer em níveis variáveis de concentrações plasmáticas de magnésio.
    Antibióticos:
    – Alguns antibióticos, como a estreptomicina e a tobramicina, podem causar um bloqueio neuromuscular; esse efeito pode ser potencializado pelo uso concomitante de sulfato de magnésio.
    Testes laboratoriais:
    O sulfato de magnésio, quando administrado por via parenteral, pode alterar a visualização do sistema reticuloendotelial com enxofre coloidal marcado com “99 mTc”, pois produz um agrupamento das partículas coloidais com o comprometimento da circulação pulmonar, resultando em imagens com menor resolução
    das células reticuloendoteliais no fígado, no baço e na medula óssea. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se
    você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conserve o medicamento na embalagem original em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C.
    Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Características do medicamento: Magnoston® é uma solução incolor, inodora, isenta de partículas visíveis.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
    mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Magnoston® é apresentado em ampolas contendo 10 mL de solução incolor, estéril e apirogênica de sulfato de
    magnésio heptaidratado a 10% ou 50%, para administração parenteral (IM/IV). Magnoston® a 10% e 50% pode ser administrado através de injeção IV ou IM, diretamente ou diluído em solução apropriada. Para infusão IV, Magnoston® a 50% deve ser diluído em solução apropriada antes da administração. Este medicamento deve ser administrado, em ambiente hospitalar, por um profissional de saúde. Posologia: Uso como anticonvulsivante na eclampsia/pré-eclampsia. Diversos esquemas terapêuticos têm sido adotados para o tratamento da pré-eclampsia/eclampsia com o sulfato de magnésio. Um deles indica uma dose de ataque com 4 g de sulfato de magnésio (8 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 12 mL de água para injetáveis), administrado por via intravenosa lenta, em 15 a 20 minutos, e, a seguir, uma dose de manutenção de 2 g de sulfato de magnésio por hora, em infusão intravenosa (24 mL de sulfato de magnésio a 50% diluídos em 500 mL de soro glicosado a 5%, numa velocidade de 28 gotas/minuto ou 84 mL/hora, em bomba de infusão). A maioria dos estudos recomenda, como dose de manutenção, 1 a 3 gramas de sulfato de magnésio, em infusão intravenosa. ota: 1 g de sulfato de magnésio contém 8 mEq de magnésio. Outros esquemas terapêuticos são: Uso Intramuscular: de 1 a 5 g de sulfato de magnésio, em solução de 10% a 50%, 6 vezes ao dia, em cada nádega de forma alternada. Infusão intravenosa: 4 g de sulfato de magnésio em 250 mL de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9% administrada a uma velocidade que não ultrapasse 3-4 mL por minuto. Uso como restaurador de eletrólitos: Deficiência leve. Intramuscular: 1 g de sulfato de magnésio, em solução a 50%, administrado a cada 6 horas em 4 doses diárias. Deficiência severa Intramuscular: 250 mg de sulfato de magnésio ou 2 mEq de magnésio por kg de peso corporal/dia. Infusão intravenosa: 5 g de sulfato de magnésio ou 40 mEq de magnésio em 1 litro de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9%, administrados lentamente por um período de 3 horas. A prescrição máxima usual para adulto é de 40 g de sulfato de magnésio (320 mEq de magnésio) diários. Cuidados especiais de manuseio: Deve-se inspecionar visualmente, antes da administração, o conteúdo da ampola quanto à forma física, presença de material particulado, descoloração ou qualquer alteraçã
    o no aspecto do medicamento. Não utilize o produto se houver mudança de coloração ou material particulado presente, ou qualquer outra alteração que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
    interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico , ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Os efeitos adversos da administração parenteral de magnésio usualmente são resultantes da intoxicação por
    magnésio. Estes incluem rubor, sudorese, hipotensão, bloqueio da transmissão neuromuscular com diminuição dos reflexos, hipotermia, hipotonia, colapso cardíaco, depressão respiratória e depressão do SNC podendo levar à parada respiratória. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    A intoxicação por magnésio é manifestada por uma queda acentuada na pressão arterial e paralisia respiratória. A
    ausência do reflexo patelar é um sinal clínico útil na detecção do início da intoxicação por magnésio. A injeção intravenosa em bolus imediata de 10 a 20 mL de gliconato de cálcio a 10%, ou de qualquer outro sal de cálcio IV, é aplicada para antagonizar os efeitos da hipermagnesemia. A hipermagnesemia em neonatos pode requerer ressuscitação e ventilação assistida via intubação endotraqueal ou ventilação a pressão positiva intermitente, assim como a administração IV de cálcio. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     Dizeres Legais

    Reg. MS nº 1.1637.0089
    Farm. Resp.: Eliza Yukie Saito CRF-SP nº 10.878
    Fabricado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0013-01
    Rua Adherbal Stresser, 84
    CEP 05566-000– São Paulo – SP
    Indústria Brasileira
    Registrado por:
    Blau Farmacêutica S.A.
    CNPJ 58.430.828/0001-60
    Rodovia Raposo Tavares
    Km 30,5 n° 2833 – Prédio 100
    CEP 06705-030 Cotia – SP
    Indústria Brasileira
    www.blau.com.br

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  • Sem categoria 09.01.2019 No Comments

    NEBACETIN®
    sulfato de neomicina, bacitracina

    Leia com atenção, antes de usar o produto.

    USO ADULTO OU PEDIÁTRICO
    Composição
    Cada grama da pomada contém:
    Sulfato de neomicina ……………………………….. 5 mg
    Bacitracina………………………………………………… 250 U.I.
    Excipiente q.s.p. ……………………………………………… 1 g
    Excipientes: álcool cetílico, vaselina, lanolina, polissorbato e parafina.

    INFORMAÇÕES AO PACIENTE
    Como este medicamento funciona?

    Nebacetin® contém dois antibióticos, a neomicina e a bacitracina, que juntos inibem o crescimento de vários tipos de bactérias, principalmente as que costumam causar infecções de pele e de mucosas. Por isto, Nebacetin® é eficaz para tratar e para prevenir infecções de pele e de mucosas.

    Os efeitos do Nebacetin® começam logo após sua aplicação. Na maioria dos casos, pode-se observar a melhora da lesão cerca de dois ou três dias após o início do tratamento. Contudo, a resposta ao tratamento depende, dentre outros fatores, do tamanho e tipo da lesão, da presença de bactérias mais ou menos resistentes aos antibióticos e da defesa do organismo do paciente. Caso não seja observada uma melhora, informe seu médico.

    Por que este medicamento foi indicado?

    Nebacetin® está indicado para o tratamento de infecções da pele e/ou de mucosas, causadas por diferentes bactérias, como por exemplo, nas “dobras” da pele, ao redor dos pêlos, na parte de fora da orelha, nos furúnculos, nas lesões com pus, na acne infectada, nas feridas abertas (como
    úlceras na pele) e nas queimaduras de pele. Nebacetin® também é indicado para prevenir infecções de pele e/ou de mucosas após ferimentos, cortes (inclusive de cirurgias) e queimaduras pequenas.

    Quando não devo usar este medicamento?
    Contra-indicações

    Este medicamento não deve ser usado por pacientes que tenham alergia à neomicina, aos antibióticos aminoglicosídeos e outros componentes da fórmula. Também não deve ser usado nos casos de perda da função dos rins (insuficiência renal grave) e quando o paciente já teve ou tem problemas de audição ou de equilíbrio (sistema labiríntico).

    Advertências

    Em algumas situações especiais, como nos pacientes com doenças neuromusculares (por exemplo, Myasthenia gravis) e naqueles que utilizam medicamentos relaxantes musculares ao mesmo tempo, o uso de Nebacetin® deve ser avaliado com cuidado pelo médico.
    Pacientes que já usaram antibióticos aminoglicosídeos (por exemplo, a canamicina e/ou a estreptomicina) e aqueles que usam ao mesmo tempo Nebacetin® e outros antibióticos aminoglicosídeos, devem ser acompanhados pelo médico, pois pode haver uma maior chance de aparecerem efeitos colaterais.

    Quando Nebacetin® é aplicado em grandes feridas na pele, pode haver uma maior absorção do medicamento para o sangue. Nos casos em que esta absorção é muito grande, e principalmente se o paciente já tem problemas na função dos rins, ou quando ele usa outros medicamentos que podem alterar a função dos rins ou a audição, podem ocorrer eventualmente problemas nos rins ou de audição.

    Nebacetin® não deve ser usado nos olhos.

    Precauções

    Gravidez e lactação: este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Este medicamento está contra-indicado para bebês prematuros, recém-nascidos e lactantes.

    Pacientes idosos: não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso destes produtos por pacientes idosos.

    Interações medicamentosas

    Utilização juntamente com outras substâncias:
    deve-se evitar o uso simultâneo de outros medicamentos, tais como os antibióticos aminoglicosídeos, as cefalosporinas, a anfotericina B, a ciclosporina, o metoxiflurano e os diuréticos de alça, pela possibilidade de afetarem os rins e a audição. Os antibióticos aminoglicosídeos,
    como a neomicina, podem potencializar o efeito dos relaxantes musculares.

    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Como devo usar este medicamento?
    Aspecto físico

    Nebacetin® é uma pomada translúcida de cor branca a levemente amarelada.

    Características organolépticas

    Nebacetin® possui odor característico.

    Dosagem
    Modo de usar

    Aplicar sobre a região afetada uma fina camada do produto, 2 a 5 vezes ao dia com o auxílio de uma gaze.

    O tratamento deve ser mantido por mais 2 a 3 dias, após os sintomas terem desaparecido. Para que não ocorra um excesso da absorção do medicamento para o sangue, quando o Nebacetin® for aplicado em grandes áreas ou queimaduras, o tratamento deve ser feito por poucos dias (no máximo 8 a 10 dias).

    Como usar

    Antes de aplicar o produto, lavar a região afetada com água e sabão, e secar cuidadosamente o local. Depois da aplicação, pode-se proteger a região tratada com gaze.
    Informações para abertura do lacre

    Perfurar o lacre da bisnaga com o lado externo da tampa

    Leia com atenção o item “Modo de usar” para a utilização correta do produto. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o
    aspecto do medicamento.

    Quais os males que este medicamento pode causar?
    Reações alérgicas locais podem ocorrer em cerca de 1,5 % dos pacientes. Quando o medicamento é utilizado de forma correta, geralmente não se espera nenhum efeito tóxico, pois a dose recomendada é baixa. Porém, em alguns casos, quando o medicamento é usado em doses muito altas ou quando há um excesso da absorção de neomicina para o sangue, isto pode alterar a função dos rins, a audição e/ou o equilíbrio (sistema labiríntico). Quando o paciente já tem alteração na função dos rins, há a possibilidade de ocorrer um acúmulo de antibióticos no sangue, que
    em alguns casos, afeta a audição. Raramente ocorrem paralisias parciais dos músculos, sensação de “formigamento” e dores musculares.

    O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

    É pouco provável que ocorra um quadro de intoxicação com o uso do Nebacetin®, quando as doses e a forma de aplicação são feitas de forma adequada. No entanto, caso o medicamento seja usado em quantidade excessiva, a região deve ser lavada imediatamente com água e sabão neutro, e seca com gaze ou pano limpo. Procurar assistência médica, caso apareçam reações indesejáveis.

    Onde e como devo guardar este medicamento?
    Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15?C a 30?C).
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
    O prazo de validade está impresso na embalagem do produto.
    MS – 1.0639.0096
    Farmacêutico Responsável:
    Wagner Moi – CRF-SP nº 14.828
    Nº do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho.

    EM CASO DE DÚVIDAS LIGUE GRATUITAMENTE
    www.nycomed.com.br
    SAC: 0800-7710345
    NBPO_1003_0607_C
    Cód. Laetus: 159
    Cód.: 1037418
    150×210 mm
    Forma farmacêutica, via de administração e apresentações
    Pomada. Bisnagas com 15 g e com 50 g. Uso tópico.

    Sob licença de
    Nycomed GmbH
    Alemanha
    Nycomed Pharma Ltda.
    Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5
    Jaguariúna – SP
    CNPJ 60.397.775/0008-40
    Indústria Brasileira
    NBPO_1003_0607_C
    Cód. Laetus: 159

    EM CASO DE DÚVIDASLIGUE GRATUITAMENTE
    www.nycomed.com.br
    SAC: 0800-7710345

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  • Sem categoria 13.12.2018 No Comments

    Regulamentação vai abranger produtos da medicina tradicional chinesa, florais de Bach e outros produtos de uso tradicional para a saúde.

    Os produtos sujeitos à vigilância sanitária considerados de uso tradicional para a saúde terão um regulamento específico da Anvisa. O objetivo é definir regras para produtos de terapias complementares e alternativas que hoje não têm seus critérios sanitários claramente definidos.

    Até o momento, apenas os produtos da medicina tradicional chinesa têm algum tipo de previsão mais específica na legislação, já que em 2014 a Anvisa publicou a Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa – RDC 21, que previu o monitoramento desses produtos pelo prazo de três anos, sem especificar, contudo, critérios de registro ou notificação na Anvisa.

    A decisão da Anvisa prevê a formação de um grupo de trabalho que terá 120 dias para apresentar uma proposta de regulamentação que contemple todos os produtos de uso tradicional para a saúde. Isso inclui a medicina tradicional chinesa, florais de Bach e outros produtos enquadrados no conceito em questão. Esse grupo será formado pelas áreas de Medicamentos, de Alimentos, de Monitoramento de Produtos e de Fiscalização Sanitária da Anvisa.

    Como deve ser a regulamentação

    De acordo com o voto do diretor de Regulação Sanitária da Anvisa, Renato Porto, as terapias complementares e tradicionais já são reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Brasil, por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde.

    O diretor indicou, ainda, que a nova regulamentação deve ser voltada para o estabelecimento de regras de composição, rotulagem e fabricação, entre outros quesitos, para que esses produtos possam ser comercializados, mas sem a necessidade de registro ou de outro tipo de autorização prévia. Dessa forma, o foco da nova regulamentação deve ser voltado para a fiscalização e o monitoramento dos produtos que estão no mercado.

    Confira o voto completo sobre a proposta de iniciativa para a regulamentação de produtos sujeitos à vigilância sanitária considerados de uso tradicional para a saúde.

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     Calnate®

    (poliestirenossulfonato de cálcio)
    Pó para suspensão

     Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Embalagem contendo 60 envelopes contendo 30 g.
    USO ORAL E/OU RETAL
    USO ADULTO E PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada grama contém:
    poliestirenossulfonato de cálcio* ……………………………………………………………………………………………………………….. 900 mg excipientes** q.s.p. …………………………………………………………………………………………………………………………………………. 1g
    *Cada 900 mg de poliestirenossulfonato de cálcio equivale a 3,3 mEq de cálcio.
    **Excipientes: ácido cítrico e sacarose.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) está indicado no tratamento da hiperpotassemia (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante) em casos de insuficiência renal (diminuição da função dos rins).

     Como este medicamento funciona?

    Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) é uma resina que funciona trocando o cálcio presente em sua composição pelo potássio do organismo. Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) age principalmente no intestino grosso liberando parcialmente o cálcio e recebendo o potássio que, então, é eliminado juntamente com as fezes.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) não deve ser utilizado por pacientes com problemas das paratireoides
    (glândulas que produzem paratormônio – hormônio que regula o metabolismo do cálcio), problemas de doenças no
    sangue (mieloma múltiplo), sarcoidose (doença sem causa conhecida na qual acumulam-se granulomas –
    pequenos nódulos – nos tecidos) ou carcinoma metastático que possam apresentar insuficiência renal e elevada taxa de cálcio no sangue. Os pacientes com cálculo renal ou elevada taxa de cálcio no sangue de qualquer origem também não devem utilizar Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio).

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Como a diminuição efetiva do potássio sérico (no sangue) com Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) pode levar de horas a dias, o tratamento apenas com esta droga pode ser insuficiente para corrigir rapidamente a hiperpotassemia (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante) severa associada à destruição tecidual massiva (por exemplo, queimaduras e insuficiência renal) ou a hiperpotassemia intensa considerada emergência médica. Portanto, outras medidas definitivas, incluindo diálise, devem sempre ser consideradas e podem ser imperativas. Pode ocorrer séria deficiência de potássio durante o tratamento com Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio). O efeito deve ser cuidadosamente controlado por determinações frequentes do potássio sérico (no sangue) dentro de cada período de 24 horas. Uma vez que a deficiência intracelular de potássio nem sempre é reflexo dos níveis séricos (no sangue) de potássio, o nível em que o tratamento com Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) deve ser interrompido, deve ser determinado individualmente par
    a cada paciente. A condição clínica do paciente e o eletrocardiograma são importantes auxiliares na determinação da interrupção do tratamento. Os sinais clínicos precoces de hipopotassemia (diminuição de potássio no sangue) grave incluem um padrão de confusão com irritabilidade e retardo dos processos de pensamento, alterações no
    eletrocardiograma, arritmias (alteração do ritmo cardíaco). Os efeitos tóxicos dos digitálicos (tipo de classe
    medicamentosa utilizada para tratamento de problemas cardíacos) podem, provavelmente, estar exacerbados. A
    hipopotassemia (diminuição de potássio no sangue) severa pode também manifestar-se por fraqueza muscular grave, algumas vezes estendendo-se para paralisia franca. Devido a ação de Calnate® (poliestirenossulfonato de cá
    lcio), magnésio e sódio podem ser perdidos durante o tratamento. Em vista disso, os pacientes recebendo Calnate®
    (poliestirenossulfonato de cálcio) devem ser monitorizados quanto a todos os possíveis distúrbios dos componentes minerais do nosso corpo. Podem ocorrer hipercalcemia (aumento do cálcio no sangue) e hipercalciúria (aumento do cálcio na urina) com o uso de Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio). Isto é mais provável em pacientes com hipoparatireoidismo (doença que causa diminuição da função das glândulas paratireoides) que estejam recebendo altas doses de vitamina D, ou em pacientes com comprometimento da função renal, em tratamento de diálise ou não. Os sintomas de hipercalcemia (aumento do cálcio no sangue) incluem perda do apetite, náusea, vômito, constipação
    (prisão de ventre), dor abdominal, boca seca, sede e poliúria (aumento do volume urinário). Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ser utilizado em qualquer faixa etária, devendo o médico considerar os
    principais aspectos clínico-fisicos inerentes a cada faixa etária, levando sempre em consideração a relação
    risco/benefício. Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Os pacientes em tratamento com Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) devem evitar ingestão de antiácidos e laxantes. Pacientes utilizando Calnate®
    (poliestirenossulfonato de cálcio) devem informar seu médico sempre que necessitarem adicionalmente de outra medicação, pois, pode haver interação entre os remédios, diminuindo ou aumentando de forma indesejável o efeito dos mesmos. Calnate® (poliestirenos sulfonato de cálcio) não deve ser administrado com suco de frutas. Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) só deve ser utilizado sob orientação médica. Para obter o máximo de eficácia, utilize a medicação na dose correta e pelo período de tratamento estipulados pelo seu médico. Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ser utilizado por crianças e adultos. Seu médico está apto a fornecer a
    dosagem de acordo com a sua faixa etária ou a de seu filho. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade. A suspensão da droga deve ser preparada no momento do uso e não deve ser guardada. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) apresenta-se como pó fino isento de partículas estranhas de cor bege. Após reconstituição: suspensão de cor bege quando em agitação. Em repouso o pó apresenta sedimentação.
    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
    mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ser administrado por via oral ou através da introdução do medicamento por via retal, denominada de enemas de retenção (via retal). Sempre que possível, deve
    -se dar preferência à via oral uma vez que os resultados são mais evidentes. A suspensão da droga deve ser preparada no momento do uso e não deve ser guardada. Forma de Administração do Medicamento: As recomendações de como administrar o medicamento descritas abaixo constituem orientação geral. As necessidades precisas devem ser decididas face às determinações regulares das quantidades dos minerais do corpo.
    1. Via Oral
    Adultos, incluindo idosos: 15 g, três ou quatro vezes ao dia.
    Crianças: 1 g por quilograma de peso por dia, administrada em doses divididas, em hiperpotassemia aguda
    (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante). A dose pode ser reduzida para 0,5 g por
    quilograma de peso por dia, em doses divididas para tratamento de manutenção. Cada dose deve ser administrada na forma de suspensão em pequena quantidade de água. A quantidade de líquido usualmente varia de 20 a 100 mL, dependendo da dose. A suspensão pode também ser preparada adicionando-se 3 a 4mL de líquido por grama de resina. O sorbitol pode ser administrado, a fim de evitar constipação. A resina não deve ser administrada em sucos de frutas que tenham um alto conteúdo de potássio. Se houver dificuldade na deglutição, a resina pode ser administrada através de sonda gástrica de 2 a 3 mm de diâmetro e, se desejado, misturada a uma dieta apropriada para insuficiência renal..
    2. Via Retal
    – Adultos, incluindo idosos: Em casos onde vômitos tornem a administração oral difícil, Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ser administrado por via retal na forma de suspensão de 30 g de resina em veículo aquoso (p. ex. 200 mL de metilcelulose a 1% ou 100 mL de sorbitol); como enema de retenção, diariamente. Cada dose é administrada como suspensão aquecida (à temperatura corporal). A suspensão deve ser levemente agitada durante a administração. Nos estágios iniciais, a administração por via retal associada à via oral pode ajudar a diminuir mais rapidamente os níveis séricos de potássio. Inicialmente, se ambas as vias forem usadas, provavelmente será desnecessário continuar a administração retal após a resina oral ter atingido o reto.
    Se possível, o enema deve ser retido pelo menos por 9 horas, e então seguido por um enema de lavagem.
    Após um enema de lavagem inicial, uma sonda de borracha macia de tamanho grande (French 28) é inserida via retal por cerca de 20 cm, com a extremidade atingindo o sigmoide e fixada nessa posição. A resina é então suspensa em quantidade apropriada de veículo aquoso à temperatura corporal e introduzida por gravidade, enquanto as
    partículas são mantidas em suspensão por agitação. A suspensão é lavada com 50 a 100 mL de líquido, seguido do clampeamento da sonda, mantendo-a no local. Se ocorrer refluxo, os quadris devem ser elevados com travesseiros ou o paciente deve ficar temporariamente em posição genupeitoral. Pode-se utilizar uma suspensão um pouco mais densa; entretanto, deve-se evitar formação da pasta, que reduzirá a superfície de troca, sendo inefetiva se depositada na ampola retal. A suspensão deve ser mantida no cólon sigmoide por várias horas, se possível. Então, o cólon é lavado com solução que não contém cálcio, à temperatura corporal, a fim de remover a resina. Dois litros de solução para lavagem podem ser necessários. O retorno é drenado constantemente através de uma conexão em Y.
    – Crianças: Quando recusada por boca, ou em caso de vômito, a resina pode ser administrada por via retal, usando uma dose no mínimo igual à que deveria ser administrada por via oral, diluída na mesma proporção descrita para adultos. A intensidade e duração da terapia dependem da severidade e persistência da hiperpotassemia (concentração alta e maior que normal de potássio no sangue circulante). Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) não deve ser aquecido, pois suas propriedades de troca podem ser alteradas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que eu devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Se você esquecer de utilizar Calnate® (poliestirenossulfonato de cálcio) no horário estabelecido pelo seu médico, utilize-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de utilizar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não utilize o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Reações ocorreram em mais de 1% dos pacientes que utilizaram a medicação: Calnate® (poliestirenossulfonato de
    cálcio) pode causar o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: irritação gástrica (do estômago), falta de apetite, náusea, vômito, constipação (prisão de ventre) e diarreia. Pode ocasionar distúrbios eletrolíticos, ou seja, alterações nas concentrações de íons na corrente sanguínea. Baixa concentração sanguínea de potássio, de sódio e de magnésio e retenção de cálcio também poderá ocorrer. Efeitos no trato gastrintestinal: necrose intestinal foi descrita após uso oral de poliestirenossulfato de cálcio em pacientes com pseudo obstrução colônica aguda e após uso retal, em pacientes com uremia. Efeitos pulmonares: foi descrito na literatura um caso de óbito em homem idoso devido a ataque cardíaco (achado de biópsia) que teve broncopneumonia associada à inalação de poliestirenossulfato de cálcio, a resina havia sido administrada oralmente para tratamento de hipercalemia. Altas doses em pessoas idosas podem causar impactação fecal. Para evitar que esta reação ocorra, converse com seu médico. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Em caso de superdose, deve-se recorrer ao uso de laxantes ou lavagens retais para remover o medicamento do organismo e impedir constipação ou impactação fecal. A superdose pode causar hipercalcemia e/ou hipopotassemia. Nestes casos, devem ser tomadas as medidas apropriadas para normalizar os níveis de potássio e cálcio na corrente sanguínea. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    M.S.: 1.0043.1013
    Farm. Resp.: Dra. Maria Benedita Pereira – CRF -SP 30.378
    Venda sob prescrição médica.
    Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 08/01/2016.
    Fabricado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
    Rod. Pres. Castello Branco, km 35,6 – Itapevi – SP
    Registrado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.

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  • Hormônio 21.10.2018 No Comments

     

     

     

     

     

     

     

     Caberedux®

    cabergolina

     Apresentações:

    Embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos de 0,5 mg.
    USO ORAL
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido contém:
    cabergolina………………………………………………………………….0,5 mg
    excipiente q.s.p. ………………………………………………………….. 1 comprimido
    Excipientes: lactose (anidra) e leucina.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Caberedux® (cabergolina) é indicado para: (1) tratamento de aumento de prolactina (hormônio responsável pela produção de leite), bem como de disfunções associadas à hiperprolactinemia (aumento dos níveis de prolactina
    ), como amenorreia (ausência de menstruação), oligomenorreia (redução do fluxo ou da frequência da menstruação), anovulação (ausência de ovulação) e galactorreia (produção de leite fora do período de gestação e lactação); (2) inibição da lactação fisiológica (interrupção da produção de leite em mães que não amamentaram),
    imediatamente após o parto; (3) supressão da lactação (interrupção da produção de leite em mães que já iniciaram a amamentação) já estabelecida. Caberedux® é indicado à pacientes com adenomas hipofisários (tumores benignos da hipófise) secretores de prolactina (micro e macroprolactinomas), hiperprolactinemia idiopática (aumento dos níveis no sangue de prolactina sem motivo aparente) ou síndrome da sela vazia (doença caracterizada pela ausência da hipófise, glândula produtora de prolactina) com hiperprolactinemia associada.

     Como este medicamento funciona?

    A cabergolina, princípio ativo de Caberedux®, inibe a produção de prolactina de maneira potente e prolongada.
    A cabergolina é uma medicação agonista (que tem a mesma ação) da dopamina, que age na hipófise impedindo
    que haja produção da prolactina.

     Quando não devo usar este medicamento?

    (leia também as respostas às questões 4 e 8) Caberedux® é contraindicado para pacientes: (1) com hipersensibilidade (reação alérgica) à cabergolina, a qualquer alcaloide do ergot ou a qualquer outro componente da fórmula; com histórico de distúrbios fibróticos retroperitoneal, pulmonar e cardíaco (endurecimento de órgãos ou
    estruturas como o coração e pulmão), incluindo evidências de valvulopatias (doenças das válvulas do
    coração).

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    (leia também as respostas às questões 3 e 8) Não use Caberedux® caso deseje amamentar seus filhos, pois o uso do medicamento previne a lactação (amamentação). Em caso de falha da inibição ou da supressão da produção de leite não amamente o seu bebê. Muitos medicamentos são excretados no leite humano e há um risco potencial de Cabe
    redux® causar graves reações adversas em crianças lactentes. Caberedux® é contraindicado para pacientes com alguns tipos de problemas cardíacos e/ou respiratórios (vide resposta do item 3). Informe ao seu médico se você tem ou teve sinais e/ou sintomas de problemas cardíacos ou respiratórios. Recomenda-se que seja realizada avaliação cardiovascular (do coração e dos vasos sanguíneos) nos pacientes que iniciarem o tratamento com Caberedux®. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra. Caberedux® pode levar a uma hipotensão postural (que da súbita da pressão arterial quando a pessoa se levanta de uma posição deitada ou sentada), por isso seu uso concomitante com outros fármacos hipotensores deve ser cuidadoso. Não se recomenda o uso de Caberedux® associado a outras medicações da sua classe (derivados do ergot), pois não estão disponíveis informações sobre interação entre os mesmos. Também não é recomendado o uso com medicações que tenham atividade como antagonista da dopamina (como as fenotiazinas, butirofenonas, tioxantinas, metoclopramida ), pois esses podem diminuir o efeito redutor de prolactina do Caberedux®. Caberedux® não deve ser utilizado em associação a antibióticos macrolídeos (por exemplo, eritromicina), pois esses podem aumentar quantidade de Caberedux® no corpo. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Este medicamento contém LACTOSE. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Cuidados de conservação: Os comprimidos de Caberedux® 0,5 mg devem ser armazenados em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegidos da luz e umidade. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
    Características do produto: comprimido oblongo, biconvexo, de cor branca a levemente amarelada, com sulco
    em uma das faces, medindo 8,0 mm x 4,0 mm. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-
    lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Os frascos de Caberedux® contêm agente secante de sílica gel que não deve ser removido ou ingerido. Caberedux®
    deve ser administrado por via oral, preferencialmente com as refeições. Tratamento de distúrbios hiperprolactinêmicos: a dose terapêutica é normalmente 1 mg por semana, mas pode variar de 0,25 mg a 2 mg por semana, porém há casos com necessidade de até 4,5 mg por semana. Inicia-se com 0,5 mg por semana, administrado em uma ou duas (metade de um comprimido de 0,5 mg) doses por semana. De acordo com a eficácia a dose pode ser aumentada mensalmente (adicionando 0,5 mg à dose semanal). Recomenda-se que haja monitorização através da mensuração da prolactinemia (dosagem da prolactina) durante o aumento da dose para determinar a menor dose capaz de produzir a resposta adequada. Após atingir a dose adequada a normalização dos níveis de prolactina no sangue é observada em 2 a 4 semanas. Inibição da lactação: 1 mg (dois comprimidos de 0,5 mg) administrado em dose única no primeiro dia pós-parto. Supressão da lactação: 0,25 mg (metade de um comprimido de 0,5 mg) a cada 12 horas por 2 dias (dose total de 1 mg). Em portadores de insuficiência hepática (redução importante da função do fígado) recomenda-se que sejam usadas as menores doses do medicamento. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser mastigado.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você esqueça de tomar Caberedux® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar.
    Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,
    continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o
    medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a
    eficácia do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião
    -dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    (leia também as respostas às questões 3 e 4) Inibição/Supressão da lactação: Os eventos adversos relatados foram tr
    ansitórios e de grau leve a moderado quanto à gravidade. Os eventos adversos mais frequentes foram tontura/vertigem, dor de cabeça, náusea (enjoo), dor abdominal, palpitações (batimento acelerado ou descompassado do coração), dor epigástrica (dor na parte superior e central do abdômen), sonolência, epistaxe (sangramento pelo nariz) , hemianopsia (alteração da visão), hipotensão assintomática (redução da pressão arterial) durante os primeiros 3-4 dias pós-parto, vômitos, síncope (desmaio), rubores (vermelhidão no corpo). Distúrbios Hiperprolactinêmicos: Os eventos adversos foram geralmente de grau leve a moderado quanto à gravidade, surgindo principalmente durante as primeiras duas semanas de terapia. Na maioria, desaparecendo com a continuação da terapia. Foram relatados eventos adversos graves, no mínimo uma vez durante a terapia. A remissão das reações adversas ocorre normalmente poucos dias após a suspensão de Caberedux®. Os eventos adversos mais comuns relatados em ordem decrescente de frequência foram: náusea, cefaleia, tontura/vertigem, dor abdominal/dispepsia (indigestão)/gastrite, astenia (fraqueza)/fadiga (cansaço), constipação (dificuldade para evacuar), vômitos, dor no peito, rubores, depressão e parestesia (sensação anormal na pele). Gerais: Os eventos adversos são geralmente relacionados à dose. O Caberedux® geralmente exerce um efeito hipotensivo (de pressão sanguínea baixa) em pacientes sob tratamento prolongado; entretanto, hipotensão postural ou desmaios foram relatados raramente.
    Foram relatados vaso espasmo digital (palidez nos dedos) e cãibras nas pernas. Alterações em testes laboratoriais padrões são incomuns durante a terapia prolongada com Caberedux®; uma diminuição nos valores de hemoglobina foi observada em mulheres com amenorreia (que não menstruavam) durante os primeiros meses após o retorno da menstruação. Experiência Comercialização Os seguintes eventos foram relatados em associação com
    Caberedux®: agressividade, alopecia (perda de pelos), aumento da creatinina fosfoquinase sanguínea (exame relacionado ao rim), delírios, dispneia (dificuldade para respirar), edema, fibrose (formação de tecido cictricial), função hepática anormal (exame relacionado ao fígado), reação de hipersensibilidade, transtornos do controle de impulsos como hipersexualidade, aumento da libido e jogo patológico, testes de função hepática anormais, transtorno psicótico, erupção cutânea (alteração na pele), distúrbio respiratório, insuficiência respiratória e valvulopatia (alteração na válvula do coração). Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Sempre que um medicamento for usado em dose superior ao indicado pelo médico ele deve ser avisado para que
    possa monitorar o aparecimento de possíveis reações. No caso de uma superdose aguda, os seguintes sintomas
    podem ocorrer: náusea (enjoo), vômitos, queixas gástricas (como, por exemplo, dor abdominal), hipotensão
    postural, confusão/psicose (alteração mental, delírios) ou alucinações. Medidas gerais de suporte devem
    ser adotadas para remover qualquer medicamento não absorvido e para manter a pressão sanguínea, se necessário.
    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
    embalagem ou bula do medicamento, se possível . Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
    orientações.

     DIZERES LEGAIS

    Reg. MS Nº 1.0298.0410
    Farmacêutico Responsável: Dr. José Carlos Módolo –
    CRF -SP nº 10.446
    CRISTÁLIA – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
    Rod. Itapira -Lindóia, km14
    – Itapira
    – SP
    CNPJ: 44.734.671/0001-51
    Indústria Brasileira

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     ACETICIL

    ácido acetilsalicílico
    comprimido – 100 mg

     Identificação do Medicamento

    Aceticil
    ácido acetilsalicílico

     Forma Farmacêutica e Apresentação:

    Comprimidos de 100 mg: embalagem contendo 200 compr
    imidos.
    USO ORAL
    USO PEDIÁTRICO

     Composição:

    Cada comprimido de 100 mg contém:
    Ácido acetilsalicílico…………………………….100 mg
    Excipientes q.s.p………………………………….. 1 com
    Excipientes: lactose hidratada, amido, celulose microcristalina, talco, dióxido de silício, sacarina, essência de baunilha, croscarmelose sódica e corante amarelo tartrazina.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    O ACETICIL está indicado para:
    • o alívio sintomático de dores de intensidade leve a moderada, como dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dor menstrual, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas, dor da artrite;
    • o alívio sintomático da dor e da febre nos resfriados ou gripes.

     Como este medicamento funciona?

    A substância ativa é o ácido acetilsalicílico, que pertence ao grupo de substâncias anti-inflamatórias não-esteroides, com propriedades anti-inflamatória (atua na inflamação), analgésica (atua na dor) e antitérmica (atua na febre). O ácido acetilsalicílico inibe a formação de substâncias mensageiras da dor, as prostaglandinas, propiciando a
    lívio da dor.

     Quando não devo usar este medicamento?

    O ácido acetilsalicílico não deve ser utilizado nas seguintes situações:
    – se for alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a salicilatos ou a qualquer dos ingredientes do medicamento, se não tiver
    certeza de ser alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico;
    – asma brônquica;
    – se tiver tendência para sangramentos;
    – se tiver úlceras no estômago ou no intestino;
    – se já tiver tido crise de asma induzida pela administração de salicilatos ou outras substâncias semelhantes;
    – se estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana;
    – se tiver alteração grave da função dos rins;
    – se tiver alteração grave da função do fígado;
    – se tiver alteração grave da função do coração;
    – se estiver no último trimestre de gravidez.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente
    seu médico em caso de suspeita de gravidez.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Advertências:
    Nos casos seguintes, o ácido acetilsalicílico só deve ser usado em caso de absoluta necessidade e sob cuidados
    especiais. Consulte um médico se alguma das situações abaixo for seu caso ou se já aplicou no passado.
    O uso deste medicamento requer cuidados especiais, por exemplo, doses mais baixas ou intervalo maior entre as doses e controle médico, nas seguintes situações:
    – alergia a outros analgésicos, anti-inflamatórios e antirreumáticos ou presença de outras alergias;
    – uso de medicamentos anticoagulantes como heparina e derivados da cumarina;
    – asma brônquica;
    – distúrbios gástricos ou duodenais crônicos ou recorrentes e úlceras gastrintestinais;
    – mau funcionamento do fígado e rins, ou circulação prejudicada, como insuficiência grave do coração ou sangramentos maiores;
    – pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos (inclusive cirurgias de pequeno porte, como extrações dentárias),
    pois o ácido acetilsalicílico pode levar a um aumento da tendência a sangramentos após a cirurgia;
    – pacientes com predisposição a gota;
    – pacientes com deficiência de G6PD (glicose-6-fosfato desidrogenase), doença hereditária que afeta as células
    vermelhas do sangue, podendo induzir a hemólise (destruição das células sanguíneas) ou anemia hemolítica, com risco aumentado nos casos de dose alta, febre ou infecções agudas.
    – Crianças e adolescentes
    Crianças e adolescentes não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um
    médico seja consultado sobre a síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave, associada a este medicamento.
    Em caso de doença febril, o aparecimento de vômito prolongado pode ser sinal de síndrome de Reye, uma doença que pode ser letal, exigindo assistência médica imediata. Gravidez e amamentação: Você deve informar seu médico a ocorrência de gravidez durante tratamento prolongado com este medicamento. Nos dois primeiros trimestres de gravidez, você só deverá usar ácido acetilsalicílico por recomendação médica em casos de absoluta necessidade. Você não deve tomar ácido acetilsalicílico nos últimos três meses de gravidez por risco de complicações para a mãe e para o bebê durante o parto. Pequenas quantidades de ácido acetilsalicílico e de seus produtos de metabolismo passam para o leite materno. Como precaução, caso esteja amamentando ou planejando amamentar, você deverá consultar um médico antes de usar ácido acetilsalicílico. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Alteração na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Não se observaram efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco. Não há necessidade de recomendações especiais para
    o uso de ácido acetilsalicílico em idosos, crianças ou grupos de risco, desde que observadas as advertências, precauções e posologia mencionadas acima. Precauções: Pacientes que sofrem de asma, de rinite alérgica sazonal, de pólipos nasais ou de doenças crônicas do trato respiratório, principalmente se acompanhadas de sintomas de rinite alérgica sazonal, ou pacientes que sejam alérgicos a qualquer tipo de analgésico/anti-inflamatório ou antirreumático, correm risco de sofrer crises de asma (asma por intolerância a analgésicos). O mesmo se aplica a pacientes que apresentam alergias a outras substâncias como reações de pele, coceira e urticária. Este medicamento não deve usado por muito tempo em doses altas sem aconselhamento de um médico ou dentista. Analgésicos usados por longos períodos e em doses altas não recomendadas podem provocar dor de cabeça, que não deve ser tratada aumentando-se a dose do medicamento. Em geral, o uso habitual de analgésicos, particularmente a combinação de vários ingredientes ativos analgésicos, pode causar dano permanente nos rins, com risco de causar insuficiência renal (nefropatia provocada por analgésicos). Interações Medicamentosas: Uso de ácido acetilsalicílico com outros medicamentos: algumas substâncias podem ter seu efeito alterado se tomadas com este medicamento ou que podem influenciar o seu efeito. Esses efeitos também podem ser relacionados com medicamentos tomados recentemente.
    O ácido acetilsalicílico diminui a ação de: – o efeito de medicamentos anticoagulantes como derivado de cumarina e heparina; – o risco de hemorragia gastrointestinal se for tomado com álcool ou medicamentos que contenham cortiso
    na ou seus derivados;
    – o efeito de certos medicamentos usados para baixar a taxa de açúcar no sangue (sulfonilureias);
    – os efeitos desejados e indesejados do metotrexato;
    – os níveis sanguíneos de digoxina, barbitúricos e lítio;
    – os efeitos desejados e indesejados de um grupo particular de medicamentos analgésicos/antiinflamatórios e
    antirreumáticos (não-esteroides);
    – o efeito das sulfonamidas e suas associações;
    – o efeito do ácido valpróico.
    O ácido acetilsalicílico diminui:
    – a ação de certos medicamentos que aumentam a excreção de urina (antagonistas de aldosterona e diuréticos de alça);
    – a ação de medicamentos para baixar a pressão arterial;
    – a ação de medicamentos para o tratamento da gota, que aumenta a excreção de ácido úrico (por exemplo
    probenecida, sulfimpirazona); Você deve evitar tomar bebidas alcoólicas durante o uso deste medicamento.
    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre
    as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    ACETICIL-deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz e umidade.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características do medicamento: ACETICIL de 100 mg uso pediátrico: Comprimido circular, cor amarelo, uniforme, isento de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
    “TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.”

     Como devo usar este medicamento?

    Crianças de 6 meses a 1 ano: ½ a 1 comprimido
    Crianças de 1 a 3 anos: 1 comprimido
    Crianças de 4 a 6 anos: 2 comprimidos
    Crianças de 7 a 9 anos: 3 comprimidos
    Crianças de 9 a 12 anos: 4 comprimidos
    Estas doses podem ser repetidas em intervalos de 4 a 8 horas, se necessário até um máximo de 3 doses por dia.
    Em pacientes com mau funcionamento do fígado e dos rins, deve-se diminuir as doses ou aumentar o intervalo entre
    elas. Os comprimidos de ACETICIL devem ser tomados com líquido, se possível após a ingestão de alimentos. Não tome este medicamento de estômago vazio. Este medicamento é indicado para o alívio de sintomas ocasionais. Não trate dor ou febre com ácido acetilsalicílico por mais de 3 ou 4 dias sem consultar seu médico ou cirurgião-dentista.
    Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como qualquer medicamento, o ácido acetilsalicílico pode provocar os seguintes efeitos indesejáveis:
    Efeitos comuns: dor de estômago e sangramento leve (micro-hemorragias); Efeitos ocasionais: náuseas, vômitos e diarreia; Casos raros: podem ocorrer sangramentos e úlceras do estômago, reações alérgicas em que aparece dificu
    ldade para respirar e reações na pele, principalmente em pacientes asmáticos e anemia após uso prolongado, devido
    ao sangramento oculto no estômago ou intestino; Casos isolados: podem ocorrer alterações da função do fígado e dos rins, queda do nível de açúcar no sangue e reações cutâneas graves. Doses baixas de ácido acetilsalicílico reduzem a excreção de ácido úrico e isso pode desencadear ataque de gota em pacientes susceptíveis. O uso prolongado pode causar distúrbios do sistema nervoso central, como dores de cabeça, tonturas, zumbidos, alterações da visão, ou anemia devido a deficiência de ferro. Se ocorrer qualquer uma dessas reações indesejáveis ou ao primeiro sinal de alergia, você deve parar de tomar ácido acetilsalicílico. Informe o médico, que decidirá quais medidas devem ser adotadas. Se notar fezes pretas, informe o médico imediatamente, pois é sinal de séria hemorragia no estômago.
    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
    medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Se alguém tomar uma dose muito grande, poderão ocorrer efeitos indesejáveis, como tontura e zumbido, sobretudo em crianças e em idosos. Esses sintomas podem indicar envenenamento grave. No caso de superdose, contate
    seu médico, que decidirá sobre as medidas necessárias de acordo com a gravidade da intoxicação. Se possível, leve
    a embalagem com os comprimidos. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    Registro MS nº 1.0715.0069.005-1
    Farmacêutico Responsável: João Carlos S. Coutinho –
    CRF-SP 30.349

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  • Carcinoma 19.10.2018 No Comments

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     Abraxane®

    paclitaxel (ligado à albumina)

     Apresentação:

    Pó liofilizado para suspensão injetável.
    Cada embalagem contém 1 frasco-ampola co
    m 100 mg de paclitaxel ligado à albumina.
    USO INTRAVENOSO
    USO ADULTO

     Composição:

    Cada frasco-ampola contém 100 mg de paclitaxel e aproximadamente 900 mg de albumina humana.
    Excipiente: albumina humana.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    Adenocarcinoma de pâncreas. Abraxane [paclitaxel (ligado à albumina)], em combinação com gencitabina, é indicado para o tratamento de primeira linha de pacientes com adenocarcinoma de pâncreas metastático.

     Como este medicamento funciona?

    Abraxane contém como substância ativa, o paclitaxel, ligado à proteína albumina humana, na forma de pequenas
    partículas conhecidas por nanopartículas. O paclitaxel pertence a um grupo de medicamentos chamados taxanos,
    utilizados para o tratamento do câncer. O paclitaxel é a parte do medicamento que atinge o câncer, interferindo na
    multiplicação das células cancerosas. A albumina, por sua vez, auxilia o paclitaxel a alcançar as células cancerosas
    por meio da corrente sanguínea. Abraxane também afeta as células não cancerosas, como as células sanguíneas ou
    nervosas, o que pode provocar reações indesejadas.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar Abraxane: se tiver uma contagem baixa de glóbulos brancos (contagens de neutrófilos na situação de referência < 1.500 células/mm
    – o seu médico irá aconselhá-lo sobre essa situação); se tiver alergia ao paclitaxel ou à albumina humana; durante a lactação.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    NÃO SUBSTITUA ABRAXANE POR OU COM OUTRAS FORMULAÇÕES DE PACLITAXEL.
    Abraxane é uma formulação de paclitaxel que pode ter propriedades funcionais diferentes em comparação com
    aquelas de formulações de paclitaxel em solução. Fale com o seu médico antes de utilizar Abraxane: se tiver problemas nos rins; se tiver problemas graves de fígado; se tiver problemas cardíacos. Fale com o seu médico se apresentar alguma destas situações enquanto estiver a ser tratado com Abraxane; ele poderá interromper o tratamento ou reduzir a dose: se tiver, de forma anormal, manchas roxas pelo corpo , sangramentos ou sinais de infecção, como dores de garganta ou febre; se sentir dormência, formigamentos, sensação de picadas, sensibilidade ao toque ou fraqueza muscular; se tiver problemas em respirar, como falta de ar ou tosse seca. Antes e durante o tratamento com Abraxane, o seu médico poderá solicitar exames de sangue regulares.
    Gravidez e lactação: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Uso na gravidez: Se você estiver grávida ou engravidar enquanto estiver recebendo este medicamento, você será informada pelo seu médico do risco potencial ao feto. Mulheres férteis devem realizar um teste de gravidez antes de iniciar o tratamento com Abraxane e ser aconselhadas a evitar a gravidez enquanto estiverem recebendo tratamento com Abraxane, pois suspeita-se que ele cause defeitos congênitos sérios quando administrado durante a gravidez. Pacientes do sexo masculino tratados com
    Abraxane são aconselhados a usarem um método de contracepção efetivo e evitar engravidar sua parceira durante e até seis meses após o tratamento. Uso durante a amamentação: Paclitaxel e/ou seus metabólitos foram excretados no leite de ratas prenhes. Devido ao potencial para causar reações indesejáveis e potencialmente sérias aos bebês, a amamentação deve ser interrompida durante o tratamento com Abraxane. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Algumas pessoas podem sentir cansaço ou tonturas durante o tratamento com Abraxane. Se você apresentar algumas dessas reações, não dirija veículos e nem opere máquinas. Interações medicamentosas: Abraxane pode afetar o modo como outros medicamentos funcionam. Também outros medicamentos podem afetar o modo como Abraxane funciona. Dessa forma, informe o seu médico se for tomar ou tomou recentemente outros medicamentos, incluindo à queles obtidos sem receita médica e à base de plantas, em particular: Medicamentos para tratar infecções ( por exemplo, antibióticos como eritromicina e rifampicina) e infecções fúngicas (por exemplo cetoconazol e antifúngico imidazol). Medicamentos utilizadas para estabilizar o seu humor (antidepressivos como a fluoxetina). Medicamentos utilizados para tratar convulsões (epilepsia) (por exemplo, carbamazepina e fenitoína). Medicamentos utilizados para ajudar a baixar os níveis de gordura no sangue (por exemplo, genfibrozila). Medicamentos utilizados para tratar a azia ou úlceras de estômago (por exemplo, cimetidina). Medicamentos utilizados para tratar o HIV (por exemplo, ritonavir, saquinavir, indinavir, nelfinavir, efavirenz, nevirapina). Medicamentos utilizados para evitar trombose (por exemplo, clopidogrel). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Abraxane deve ser conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30?C). Manter o frasco-ampola
    dentro de sua embalagem original para protegê-lo da luz. Abraxane ® deve ser preparado e administrado somente sob a supervisão de um profissional de saúde com experiência no uso de agentes quimioterápicos para o tratamento do câncer. O profissional de saúde saberá como armazenar a suspensão reconstituída no frasco-ampola e a suspensão reconstituída na bolsa de infusão. Estabilidade da suspensão reconstituída no frasco-ampola Abraxane®
    reconstituído deve ser usado imediatamente, mas pode ser armazenado por até 24 horas a 25ºC, se
    necessário. Se não usado imediatamente, cada frasco-a mpola da suspensão reconstituída deve ser recolocado na
    embalagem original para protegê-lo da luz. Descartar qualquer porção não utilizada. Estabilidade da suspensão reconstituída na bolsa de infusão A suspensão para infusão preparada em uma bolsa de infusão, conforme recomendado, deve ser usada imediatamente, mas pode ser armazenada por até 12 horas a 25ºC e em condições de luminosidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Abraxane® apresenta-se sob a forma de pó liofilizado branco a amarelo e a suspensão reconstituída deve ser leitosa e homogênea sem partículas visíveis. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Abraxane® deve ser administrado em uma clínica ou hospital, por enfermeiros e farmacêuticos treinados, e sob a
    supervisão de um médico com experiência no uso de agentes quimioterápicos para o tratamento do câncer.
    O profissional da saúde saberá como preparar e administrar o medicamento. A dose de Abraxane® será recomendada pelo seu médico, bem como em que dias do seu ciclo de tratamento você deverá tomar o medicamento. O seu médico poderá também decidir ajustar a sua dose de Abraxane®, com base nos resultados das suas análises de sangue e no seu estado geral. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso uma dose programada de Abraxane® seja perdida, contate o seu médico imediatamente. Seu médico saberá
    quando deverá ser aplicada a próxima dose de Abraxane®. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Como todos os medicamentos, Abraxane® pode causar reações indesejadas, mas que não se manifestam em todas as
    pessoas, entre elas: Redução do número de células sanguíneas. Abraxane® pode causar uma diminuição grave do número de glóbulos brancos que combatem as infecções bacterianas e plaquetas (importantes para a coagulação do sangue e para controlar sangramentos). O seu médico fará o controle do seu número de células sanguíneas durante e após a interrupção do tratamento com Abraxane®. Dormência, formigamento, dor ou fraqueza nas mãos ou pés (neuropatia). Infecção grave (sepse). Se você receber Abraxane® em combinação com gencitabina, as infecções podem ser graves e levar à morte. Informe o seu médico imediatamente se você tiver febre (temperatura acima de 38ºC) ou apresentar sinais de infecção. Dificuldade para respirar e problemas no pulmão. Se você receber Abraxane® em combinação com gencitabina, essas reações podem ser graves e levar à morte. Informe o seu médico imediatamente se você começar a ter tosse seca repentina ou falta de ar. Reações alérgicas, as quais podem ser graves e levar à morte. As reações indesejadas mais comuns de Abraxane® incluem: perda de cabelo, dormência, formigamento, dor ou fraqueza nas mãos ou pés, batimento cardíaco desregulado, cansaço, dor nas juntas e músculos, alterações nos seus exames do fígado, inflamação da pele, anemia, enjoo e vômito s, infecções, diarreia, desidratação e inchaço nas mãos e nos pés. Dados pós-comercialização indicaram a ocorrência da síndrome de lise tumoral (SLT). A SLT é causada pelo rompimento rápido das células cancerosas. A SLT pode causar insuficiência renal e necessidade de diálise, ritmo cardíaco anormal, convulsão e às vezes morte. Seu médico pode fazer exames de sangue para verificar se você tem SLT. Essas não são todas as reações indesejadas que Abraxane® pode causar. Se você apresentar qualquer reação indesejada, descritas ou não nesta bula, informe imediatamente o seu médico ou entre em contato com o Serviço de Apoio ao Cliente da Celgene. Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não há nenhum antídoto conhecido para superdose de Abraxane®. As complicações primárias previstas de superdose consistiriam de supressão da medula óssea, neuropatia periférica e mucosite. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    MS – 1.9614.0001
    Farm. Resp.: Erika Mayumi Matsumoto – CRF-SP nº 27.346
    Fabricado por: Abraxis BioScience, LLC, Phoenix, EUA
    Importado por:
    Celgene Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda.
    Rua Trindade, 125 – Blocos 5 e 6, Vargem Grande Paulista/SP
    CNPJ: 17.625.281/0002-51
    Comercializado por: United Medical Ltda., Av. dos Imarés, 401, São Paulo/SP
    SAC 0800 235 4363
    USO RESTRITO A HOSPITAIS.
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
    Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/08/20

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     Acebrofilina

    Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999

     Apresentações:

    acebrofilina
    xarope adulto: 50 mg/5 mL apresenta-se em frasco contendo 120mL + 1 copo-medida
    acebrofilina
    xarope pediátrico: 25 mg/5 mL apresenta-se em frasco contendo 120mL + 1 copo-medida

    USO ORAL

    Acebrofilina
    xarope 50 mg/5 mL

    USO ADULTO

    acebrofilina
    xarope 25 mg/5 mL

    USO PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS

     Composição:

    Cada 5 mL do xarope adulto contém:
    acebrofilina……………………………………………………………………………………………………………………………………..50 mg
    Excipientes (ciclamato de sódio, glicerol, sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, propilenoglicol, a roma de
    framboesa e água purificada) q.s.p………………………………………………………………………………………………………5mL
    Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:acebrofilina……………………………………………………………………………………………………………………………………..25mg. Excipientes (ciclamato de sódio, glicerol, sorbitol, metilparabeno, propilparabeno, propilenoglicol, aroma de
    framboesa, corante vermelho de ponceau e água purificada) q.s.p…………………………………………………………..5 mL

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    A acebrofilina é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

     Como este medicamento funciona?

    A acebrofilina apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora
    (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante
    (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

     Quando não devo usar este medicamento?

    A acebrofilina é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação.
    Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal. Interação medicamentosa: O uso concomitante de acebrofilina com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado). O uso concomitante de acebrofilina com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol, diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma. A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida. Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de acebrofilina e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina. Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o acebrofilina
    é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol). Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o acebrofilina
    é administrado concomitantemente a contraceptivos orais. A administração conjunta de acebrofilina e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrointestinais. O uso de acebrofilina e produtos a base de
    Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina. O uso com beta bloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação. Interações medicamento – alimento. A alimentação pode interferir na quantidade de acebrofilina no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do acebrofilina. Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do acebrofilina. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15 a 30ºC). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. acebrofilina uso adulto é um xarope de coloração vermelha claro e com odor de framboesa. acebrofilina
    uso pediátrico é um xarope de coloração vermelha e com odor de framboesa. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:
    IDADE
    POSOLOGIA
    HORÁRIO
    ADULTOS E CRIANÇAS A PARTIR DE 12 ANOS
    1 copo-medida (10 mL). Xarope Adulto A cada 12 horas Crianças a partir de 2 anos de idade:
    IDADE
    POSOLOGIA
    HORÁRIO
    CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS
    1 copo-medida (10 mL). Xarope Pediátrico A cada 12 horas CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS
    ½ copo-medida (5 mL). Xarope Pediátrico A cada 12 horas
    CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS
    2 mg/Kg de peso ao dia. Xarope Pediátrico
    Dividido em duas administrações a cada 12 horas A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento,
    deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago. Reações dermatológicas: Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupçõe
    s vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas, além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções
    cutâneas de origem alérgica (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.
    Reações gastrointestinais: Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover
    alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a
    diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos. Reações neurológicas: É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina,
    mas existem outros relatos como insônia ou sonolência. Reações Renais: Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor. Reações Respiratórias:
    O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento.
    Outras reações adversas são descritas com o uso de acebrofilina. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em
    1,4%. Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos paciente s que utilizam este medicamento): taquicardia
    (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos,
    diarreia em 0,5% e dor abdominal e epigástrica em 0,4% (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.
    Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento): desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de acebrofilina. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como
    proceder.

     DIZERES LEGAIS

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
    MS 1.0535.0196
    Farmacêutica Responsável: Dra. Kênia Cristina da Silva
    CRF-MG Nº 30.731
    Registrado por: LABORATÓRIO GLOBO LTDA
    Rodovia MG 424, km 8,8 São José da Lapa – MG CEP: 33.350-000
    www.laboratorioglobo.com.br
    CNPJ: 17.115.437/0001-73
    Indústria Brasileira
    SIG – 0800 031 21 25
    Serviço de Informações Globo
    sig@laboratorioglobo.com.br

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    ABLOK PLUS®

    atenolol + clortalidona

     Forma Farmacêutica e Apresentações:

    Comprimido 50 mg + 12,5 mg. Caixa com 30 e 60 compr
    imidos. Comprimido 100 mg + 25 mg. Caixa com 30 e 60 compri
    midos. USO ORAL USO ADULTO

     Composição:

    Cada comprimido de 50 mg + 12,5 mg contém: atenolol ………………………………………………………………. 50 mg
    clortalidona ………………………………………………………. 12,5 mg. Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, amido, crospovidona, laurilsulfato de sódio e dióxido de silício. Cada comprimido de 100 mg + 25 mg contém: atenolol …………………………………………………………….. 100 mg. clortalidona. …………………………………………………………. 25 mg. Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, amido, crospovidona, laurilsulfato de sódio, dióxido de silício e corante óxido de ferro amarelo.

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    ABLOK PLUS® está indicado para o controle da hipertensão (pressão alta).

     Como este medicamento funciona?

    ABLOK PLUS® contém 2 ingredientes ativos, que reduzem a pressão arterial quando usados continuamente. O atenolol age preferencialmente sobre os receptores localizados no coração e na circulação. A clortalidona aumenta a quantidade de urina produzida pelos rins. O efeito de ABLOK PLUS® é mantido por no mínimo 24 horas após dose oral única diária.

     Quando não devo usar este medicamento?

    Você não deve utilizar ABLOK PLUS® nas seguintes situações:
    – Alergia ao atenolol, à clortalidona ou a qualquer um dos componentes da formulação.
    – Batimentos lentos do coração (bradicardia).
    – Comprometimento importante da função do coração em bombear sangue aos tecidos (choque cardiogênico).
    – Pressão arterial baixa ou muito baixa (hipotensão)- Alteração metabólica onde o pH do sangue é baixo (acidose metabólica).
    – Problemas graves de circulação arterial periférica (nas extremidades).
    – Bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau (tipo de arritmia que causa bloqueio de impulsos elétricos para o coração).
    – Síndrome do nodo sinusal (doença no local de origem dos impulsos elétricos do coração).
    – Portadores de feocromocitoma (tumor benigno da glândula adrenal ou supra-renal) não tratado.
    Insuficiência cardíaca descompensada.
    – Durante a gravidez ou amamentação.

     O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    ABLOK PLUS® deve ser utilizado com cuidado em pacientes nas seguintes situações:
    – insuficiência cardíaca controlada (compensada).
    – que sofrem de um tipo particular de dor no peito (angina), chamada de angina de Prinzmetal.
    – problemas na circulação arterial periférica (nas extremidades).
    – bloqueio cardíaco de primeiro grau (tipo de arritmia que causa bloqueio de impulsos elétricos para o
    coração).
    – portadores de diabete, pois o ABLOK PLUS® pode modificar a taquicardia (frequência cardíaca) da hipoglicemia (baixos níveis de glicose no sangue), pode mascarar os sinais de tireotoxicose (problemas na tireoide) e diminuir a tolerância à glicose (relacionado à clortalidona).
    – que sofrem de doença do coração isquêmica (exemplos: angina e infarto), ABLOK PLUS® não deve ser descontinuado abruptamente.
    – problemas pulmonares, como asma ou falta de ar.
    – idosos, que estejam recebendo digitálicos, em dieta especial (com baixo teor de potássio) ou que apresentem problemas gastrointestinais, pois ABLOK PLUS® pode ocasionar hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue). ABLOK PLUS® pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos (substância capaz de
    provocar uma reação alérgica) quando administrado a pacientes com história de reação anafilática (reação alérgica violenta) a tais alérgenos. Não se espera que ABLOK PLUS® afete a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Entretanto, alguns pacientes podem, ocasionalmente, apresentar tontura ou cansaço. Não há experiência clínica em crianças, por esta razão, não é recomendado o uso de ABLOK PLUS® em crianças. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez. Este medicamento pode causar doping.

     Interações Medicamentosas:

    Você deve ter cuidado ao utilizar ABLOK PLUS® em conjunto com os seguintes medicamentos, pois o resultado do tratamento pode ser alterado: verapamil, diltiazem, diidropirinas (como nifedipino), glicosídeos digitálicos (como por exemplo, digoxina, digitoxina), clonidina, disopiramida, amiodarona, agentes simpatomiméticos (como adrenalina), inibidores da prostaglandina sintetase (como ibuprofeno ou indometacina), lítio e anestésicos. Podem ocorrer alterações nos resultados de exames laboratoriais referentes aos níveis de transaminases (avaliação da função do fígado) e, muito raramente, alteração nos exames imunológicos (anticorpos antinucleares – ANA).

     Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Você deve conservar ABLOK PLUS® em temperatura ambiente (15 a 30°C), protegido da luz e da umidade.
    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. ABLOK PLUS® 50/12,5 mg: Comprimido branco, circular, biconvexo, liso. ABLOK PLUS® 100/25 mg: Comprimido amarelo claro, circular, biconvexo, sulcado. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

     Modo de usar

    ABLOK PLUS® deve ser administrado por via oral, com água e de p
    referência no mesmo horário todos os dias. Você não deve utilizar
    ABLOK PLUS® se estiver em jejum por tempo prolongado.
    ABLOK PLUS® 50/12,5 mg não deve ser partido ou mastigado.
    ABLOK PLUS® 50/12,5 mg deve ser administrado inteiro.
    ABLOK PLUS® 100/25 mg não deve ser mastigado
    ABLOK PLUS® 100/25 mg é um comprimido sulcado e pode ser dividido.

     Posologia:

    A dose recomendada de ABLOK PLUS® 50/12,5 mg ou de ABLOK PLUS® 100/25 mg é de 1 comprimido ao dia, pois a maioria dos pacientes compressão alta apresentará uma resposta satisfatória com essa dose. Há pouca ou nenhuma queda adicional na pressão arterial com o aumento de dose, mas, quando necessário, pode-se adicionar outro medicamento anti-hipertensivo, como um vasodilatador.

     Idosos:

    Pacientes idosos geralmente respondem a doses menores. Pacientes idosos com hipertensão, que não respondem
    ao tratamento de baixas doses com único agente ou em casos em que as doses de ambos podem ser consideradas inapropriadas, devem apresentar uma resposta satisfatória com 1 comprimido ao dia de ABLOK PLUS® 50 mg/12,5 mg. Nos casos em que o controle da hipertensão não é alcançado, a adição de uma pequena dose de um terceiro agente, por exemplo, um vasodilatador, pode ser adequada.

     Crianças:

    Não há experiência pediátrica com ABLOK PLUS® e, por esta razão, não é recomendado o uso em crianças.
    Insuficiência Renal: é necessária cautela na administração em pacientes com insuficiência renal grave, podendo ser necessária uma redução na dose diária ou na frequência de administração das doses. ABLOK PLUS® deve ser utilizado continuamente, a interrupção do tratamento deve ser feita gradualmente. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Caso você se esqueça de tomar uma dose de ABLOK PLUS® deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome 2 doses ao mesmo tempo. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    Podem ocorrer as seguintes reações adversas:
    • Reação comum
    (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): batimentos lentos do coração, mãos e pés frios, alterações gastrointestinais (incluindo náusea relacionada à clortalidona) e cansaço. Relacionadas à clortalidona: hiperuricemia (aumento da concentração do ácido úrico no sangue), hiponatremia, hipocalemia (redução dos níveis de sódio e potássio no sangue, respectivamente) e comprometimento da tolerância à glicose.
    • Reação incomum
    (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbios do sono, elevação de enzimas que avaliam a função do fígado no sangue (transaminases).
    • Reação rara
    (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): púrpura (tipo de doença no sangue), diminuição das células de coagulação no sangue (trombocitopenia) e leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos do sangue) (relacionadas à clortalidona), alterações de humor, pesadelos, confusão, psicoses, alucinações, tontura, dor de cabeça, parestesia (sensação de queimação/dormência na pele), olhos secos, distúrbios na visão, piora da
    insuficiência cardíaca, início de alteração do rítmo dos batimentos do coração (precipitação de bloqueio cardíaco). Em pacientes suscetíveis ao fenômeno de Raynaud: queda da pressão por mudança de posição (que pode estar associada a desmaio) e aumento da claudicação intermitente (ato de mancar, devido a suspensão da circulação lo
    cal no músculo da perna), se esta já estiver presente. Broncoespasmo (chiado no peito) em pacientes com asma brônquica ou história de queixas asmáticas, boca seca, alterações da função do fígado (incluindo colestase intra-hepática e inflamação do pâncreas (pancreatite) – relacionadas à clortalidona), alopecia (queda de cabelo), reações na pele semelhantes à psoríase, ex acerbação da psoríase, exantema (lesões na pele com vermelhidão), impotência sexual.
    • Reação muito rara (ocorre em 0,01% ou menos dos pacientes que utilizam este medicamento): aumento de um tipo de fator imunológico no sangue ( anticorpos antinucleares – ANA). A descontinuação de ABLOK PLUS® deve ser considerada se, de acordo com critério médico, o bem-estar do paciente estiver sendo inadequadamente afetado por qualquer uma das reações descritas acima. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Ao utilizar uma quantidade maior que a indicada de ABLOK PLUS® pode-se apresentar os seguintes sintomas: batimento lento do coração (bradicardia), pressão baixa, insuficiência cardíaca aguda e chiado no peito (broncoespasmo). O tratamento geral deve incluir: monitorização cuidadosa, tratamento em unidade de terapia intensiva, uso de lavagem gástrica, carvão ativado e laxante para prevenir a absorção de qualquer substância ainda
    presente no trato gastrointestinal, o uso de plasma ou substitutos do plasma para tratar hipotensão e choque. Hemodiálise ou hemoperfusão também podem ser consideradas. O médico poderá utilizar medicamentos específicos para controlar os sintomas de superdose de ABLOK PLUS® Em caso de uso de grande quantidade deste medicamen
    to, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    Registro MS 1.0974.0092
    Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Jr. – CRF-SP nº 5143
    Fabricado por
    Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
    Rua Solange Aparecida Montan 49
    Jandira SP 06610-015
    CNPJ 49.475.833/0014-12
    Indústria Brasileira
    Registrado por
    Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
    Av Paulo Ayres 280
    Taboão da Serra SP 06767-220
    SAC 0800 724 6522
    CNPJ 49.475.833/0001-06
    Indústria Brasileira

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    A Saúde da Mulher®

    Plumeria lancifolia
    salicilato de sódio
    Passiflora alata
    Citrus aurantiuml

     Identificação do Medicamento

    A Saúde da Mulher® tintura de casca de Plumeria lancifolia, Apocynaceae (Agoniada) salicilato de sódio extrato de partes aéreas de Passiflora alata, Passifloraceae (Maracujá-doce, Flor-da-paixão) extrato fluido de casca de Citrus aurantium L., Rutaceae (Laranja amarga).

     Apresentação:

    Solução oral tintura de Plumeria lancifolia 0,625 mL/15 mL + + salicilato de sódio 400 mg/15 ml+ extrato fluido de
    Passiflora alata 0,300 mL/15 mL+extrato fluido de casca de Citrus aurantium L. 0,013 ml/15 ml. Embalagem com frasco de 150 mL. USO ORAL USO ADULTO.

     Composição:

    Cada 15 mL contém: tintura de Plumeria lancifolia (1)…………………………………………………………………………………………
    ….. 0,625 mL salicilato de sódio………………………………………………………………………………………………………………… 400
    mg extrato fluido de Passiflora alata(2)………………………………………………………………………………………..0,300 mL.. extrato fluido de casca de laranja amarga Citrus aurantium L(3)………………………………………………… 0,013 mL
    Veículo: metilparabeno, propilparabeno, caramelo cor, álcool etílico, água purificada. 1) Densidade de 0,9351 g/mL. Portanto, cada 584,003 mg equivalem a 0,625 mL; (2) Densidade de 0,9400 g/mL. Portanto, cada 282,00 mg equivalem a 0,300 mL; Baseado na potência de 100%. (3) Densidade de 0,9050 g/mL. Portanto, cada 11,764 mg
    equivalem a 0,013 mL;

     Informações ao Paciente

     Para que este medicamento é indicado?

    A Saúde da Mulher® é indicado como regulador menstrual, nas cólicas menstruais, perturbações da menopausa e manifestações agudas ou crônicas das dismenorreias (cólicas menstruais), nas irregularidades do fluxo menstrual.

     Como este medicamento funciona?

    A Saúde da Mulher® atua como antiespasmódico (previne a ocorrência de contrações de um músculo) e anticolinérgico (inibe as ações da acetilcolina, que é um neutransmissor encontrado no sistema nervoso).

     Quando não devo usar este medicamento?

    Este produto é contraindicado na presença de doença renal e em casos de hipersensibilidade a algum componente da  fórmula.

      O Que devo saber antes de usar este medicamento?

    Não é aconselhado o uso de A Saúde da Mulher® durante a gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. A Saúde da Mulher® pode potencializar os efeitos de medicamentos seda tivos e anticoagulantes, não devendo ser administrado concomitantemente com medi
    camentos destas classes. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

     Onde,como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

    Manter à temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e manter em lugar seco. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características físicas e organolépticas: Solução límpida, na cor marrom, com sabor amargo, isenta de impurezas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

     Como devo usar este medicamento?

    Deve-se tomar A Saúde da Mulher® por via oral, sempre diluído em meio copo d’ água. Nas irregularidades
    do fluxo menstrual (iniciando o tratamento 15 dias após o término da menstruação) e nas perturbações na menopausa, tomar 1 copo-medida duas vezes ao dia (a cada 12 horas) durante 7 dias. Nos casos de cólicas
    menstruais, tomar durante a menstruação 1 copo-medida três vezes ao dia (a cada 8 horas). Nos casos de
    inflamações e hemorragias uterinas tomar 1 copo-medida 4 vezes ao dia (a cada 6 horas) até o alívio dos
    sintomas. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação
    do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

     O Que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

    Tome a dose assim que se lembrar dela. Entretanto, se estiver próximo ao horário da dose seguinte, salte a dose esquecida e continue o tratamento conforme prescrito. Não utilize o dobro da dose para compensar uma dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

     Quais os males que este medicamento pode me causar?

    A Saúde da Mulher® pode, ocasionalmente, causar algumas reações adversas, tais como: cirurqueda da pressão
    sanguínea, aumento do número de evacuações, diarreias, sonolência e náuseas. Informe ao seu médico, gião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

     O Que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

    Não existe casos conhecidos de superdosagem deste medicamento, em caso de ingestão de grande quantidade deste medicamento, deve-se procurar auxílio no centro de saúde mais próximo. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

    Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

     DIZERES LEGAIS

    Reg. MS: nº 1.0235.1059
    Farm. Resp.: Dr. Ronoel Caza de Rio
    CRF-SP nº. 19.710
    EMS S/A
    Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, km 08 –
    Bairro Chácara Assay
    Hortolândia – SP / CEP: 13186-901
    CNPJ: 57.507.378/0003-65
    INDÚSTRIA BRASILEIRA
    Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo
    os sintomas procure orientação médica.
    Telefone do SAC: 0800-191914
    www.ems.com.br

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